
Alfredo BOULOS • Leandro GODOY
Isabela GORGATTI • Fabíola NUNES
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Alfredo BOULOS • Leandro GODOY
Isabela GORGATTI • Fabíola NUNES
ALFREDO BOULOS
Doutor em Educação (área de concentração:
História da Educação) pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo.
Mestre em Ciências (área de concentração: História Social) pela Universidade de São Paulo.
Lecionou nas redes pública e particular e em cursinhos pré-vestibulares. É autor de coleções paradidáticas.
Assessorou a Diretoria Técnica da Fundação para o Desenvolvimento da Educação –São Paulo.
LEANDRO PEREIRA DE GODOY
Mestre em Microbiologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Bacharel e licenciado em Ciências Biológicas pela UEL-PR.
Atuou como professor na rede particular de Ensino Superior. Ministrou aulas na rede estadual de ensino do Paraná para Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Técnico.
Realiza palestras, cursos e assessorias para professores em escolas públicas e particulares.
Autor de livros didáticos para o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
1a edição, São Paulo, 2025
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Componente curricular: Interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia
FABÍOLA TIBÉRIO NUNES
Bacharela em Geografia pela Universidade de São Paulo (USP). Autora e editora de obras didáticas.
ISABELA GORGATTI CRUZ MONTEIRO
Bacharela em Geografia pela Universidade de São Paulo (USP). Especialista em Administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Autora e editora de obras didáticas.
Copyright © Alfredo Boulos Júnior, Leandro Pereira de Godoy, Fabíola Tibério Nunes, Isabela Gorgatti Cruz Monteiro, 2025
Direção-geral Ricardo Tavares de Oliveira
Direção de conteúdo e performance educacional Cintia Cristina Bagatin Lapa
Direção editorial adjunta Luiz Tonolli
Gerência editorial Natalia Taccetti, Nubia de Cassia de M. Andrade e Silva
Edição Valquiria Baddini Tronolone (coord.), Leve Soluções Editoriais
Preparação e revisão Leve Soluções Editoriais
Produção de conteúdo digital Leve Soluções Editoriais
Gerência de produção e arte Ricardo Borges
Design e projeto de capa Bruno Attili
Imagem de capa Luciola Zvarick/Pulsar Imagens
Arte e produção Leve Soluções Editoriais
Diagramação Leve Soluções Editoriais
Coordenação de imagens e textos Elaine Bueno Koga
Licenciamento de textos Leve Soluções Editoriais
Iconografia Leve Soluções Editoriais
Ilustrações Alexandre Matos, Amanda Grazini, Bella Rech, Bentinho, Bruna Assis Brasil, Cacá França, Camila de Godoy, Cibele Queiroz, Claudia Marianno, Claudio Chyio, Evandro Marenda, Fabiana Faiialo, Fabiana Salomão, Fabio Eugenio, Glair Arruda, Graziela Andrade, Leandro Ramos, Leninha Lacerda, Leo Fanelli/Giz de Cera, Leonardo Conceição, Lucas Farauj, Luiz Lentini, Roberto Weigand, Silvia Otofuji, Thamires Paredes, Veridiana Camelo, Waldomiro Neto
Cartografia Leve Soluções Editoriais
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Baobá : ciências da natureza, história e geografia : 1º ano : ensino fundamental : anos iniciais / Alfredo Boulos Júnior ... [et al.]. –1. ed. – São Paulo : FTD, 2025. -- (Coleção Baobá)
Outros autores: Leandro Pereira de Godoy, Isabela Gorgatti Cruz Monteiro, Fabíola Tibério Nunes
Componente Curricular: Interdisciplinar de ciências da natureza, história e geografia
ISBN 978-85-96-06338-8 (livro do estudante)
ISBN 978-85-96-06339-5 (livro do professor)
ISBN 978-85-96-06340-1 (livro do estudante HTML5)
ISBN 978-85-96-06341-8 (livro do professor HTML5)
1. Ciências da natureza (Ensino fundamental) 2. Geografia (Ensino fundamental) 3. História (Ensino fundamental) I. Júnior, Alfredo Boulos. II. Godoy, Leandro Pereira de. III. Monteiro, Isabela Gorgatti Cruz. IV. Nunes, Fabíola Tibério. V. Série.
25-298985.1
Índices para catálogo sistemático:
CDD-372.19
1. Ensino integrado : Livro-texto : Ensino fundamental 372.19
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA FTD
Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300
Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
3.1
3.2
6.1 O
7.1 O letramento científico e o papel do professor de Ciências da Natureza.......................................
7.2 A nova concepção de documento em História .................................................................................
7.3 O pensamento espacial e a cartografia como linguagem ..............................................................
7.4 Conceitos-chave de Ciências da Natureza .......................................................................................
7.5 Conceitos-chave de História .................................................................................................................
7.6 Conceitos-chave de Geografia ...............................................................................................................
8.1 Festival Afro-Arte: expressões culturais afro-brasileiras no ambiente escolar ............................
A coleção é composta do Livro do Estudante e do Livro do Professor, nas versões impressa e digital.
Neste livro interdisciplinar, apresentamos os temas entrelaçando texto e imagem, de modo a familiarizar os estudantes com a exploração do registro visual. As seções e as atividades distribuídas nos capítulos visam, sobretudo, auxiliar o estudante a desenvolver as competências leitora e escritora, que são complementares e interdependentes, e a capacitar o alunado para o exercício da cidadania.
AS PESSOAS IDOSAS NAS COMUNIDADES INDÍGENAS E AFRODESCENDENTES
AS AVÓS SÃO AS MÃES DE NOSSOS PAIS. E OS AVÔS SÃO OS PAIS DE NOSSOS PAIS. QUANDO ELES COMPLETAM 60 ANOS, SÃO CONSIDERADOS IDOSOS.
PESSOAS IDOSAS SÃO MUITO RESPEITADAS NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS E ENTRE OS POVOS INDÍGENAS. ELAS SÃO CONSIDERADAS PESSOAS COM SABERES E CONHECIMENTOS DIGNOS DE SEREM APRENDIDOS POR TODA A COMUNIDADE.

IDOSO INDÍGENA CONTA HISTÓRIAS PARA AS CRIANÇAS GUARANI NA ALDEIA PINDO-TE, PARIQUERA-AÇU, SÃO PAULO.
PESSOAS IDOSAS PARTICIPAM DA COMUNIDADE EM POSIÇÃO DE DESTAQUE.
IDOSA EM POSIÇÃO DE DESTAQUE EM FESTA DA COMUNIDADE QUILOMBOLA DOS ARTUROS, CONTAGEM, MINAS GERAIS.

BNCC EF01HI02 EF01HI04 EF01HI06
ENCAMINHAMENTO O trabalho com esta dupla de páginas favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI06 e da competência específica 4 de História e mobiliza os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) Cidadania e civismo (Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso) e Multiculturalismo (Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras). Caso considerar oportuno, selecionar trechos do Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003) para ler para os estudantes (disponível em: htt ps://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/2003/ l10.741.htm; acesso em: 13 out. 2025). Ler com os estudantes o texto da página. Em seguida, perguntar: • Você gosta de ouvir histórias? Já ouviu histórias de pessoas mais velhas de sua família ou comunidade? O que você aprendeu ouvindo histórias contadas por essas pessoas? Muitas pessoas dizem que o idoso não tem sido respeitado na nossa sociedade. Você concorda? Comentar que nas comunidades indígenas e quilombolas o idoso é considerado um guardião do saber, que ajuda e orienta o seu povo.
AS PESSOAS IDOSAS NAS COMUNIDADES INDÍGENAS E AFRODESCENDENTES AS AVÓS SÃO AS MÃES DE NOSSOS PAIS. E OS AVÔS SÃO OS PAIS DE NOSSOS PAIS. QUANDO ELES COMPLETAM 60 ANOS, SÃO CONSIDERADOS IDOSOS. PESSOAS IDOSAS SÃO MUITO RESPEITADAS NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS E ENTRE OS POVOS INDÍGENAS.
ELAS SÃO CONSIDERADAS PESSOAS COM SABERES E CONHECIMENTOS DIGNOS DE SEREM APRENDIDOS POR TODA A COMUNIDADE.

IDOSO INDÍGENA CONTA HISTÓRIAS PARA AS CRIANÇAS GUARANI NA ALDEIA PINDO-TE, PARIQUERA-AÇU, SÃO PAULO.
PESSOAS IDOSAS PARTICIPAM DA COMUNIDADE EM POSIÇÃO DE DESTAQUE.
IDOSA EM POSIÇÃO DE DESTAQUE EM FESTA DA COMUNIDADE QUILOMBOLA DOS ARTUROS, CONTAGEM, MINAS GERAIS.

TEXTO DE APOIO A velhice em uma cultura de respeito [...] Lembro de uma vez em que o Ailton Krenak contou, no programa Roda Viva, uma experiência de diálogo com um taxista de São Paulo, que ficou chocado com o fato de ele não ter aposentadoria. O taxista ficou inconformado, preocupado, revoltado com o fato de Krenak não ter se aposentado. Entretanto, o próprio Krenak respondeu: “Fique tranquilo, isso não é um problema para mim e para o meu povo. O meu povo nunca me deixaria passar necessidade”. A fala do Ailton Krenak envolve duas questões. Uma [...] é a do senso de coletividade; e a outra é a que me proponho a explanar um pouco agora: a do ancião. No Ocidente criou-se a cultura da desimportância da velhice, bem como da sua infantilização. Não é pouco comum encontrarmos pessoas se referindo a idosos dizendo que têm uma criança em casa; isso expressa não só a ideia de tutelamento do idoso como a noção de que idoso não informa/não 158 28/10/25 22:26
Além do subsídio inicial para o professor, reproduz o Livro do Estudante na íntegra, em miniatura, com respostas em magenta. Nas laterais e abaixo da reprodução do Livro do Estudante, apresenta objetivos de aprendizagem, introdução aos tópicos que serão estudados e orientações didáticas que ajudarão a desenvolver as propostas, bem como ampliações e aprofundamentos para enriquecer as abordagens pedagógicas. Na segunda parte, são apresentados os subsídios teóricos que sustentam a coleção.
Ao longo do volume, ícones indicam objetos educacionais digitais que podem ser acessados pelo professor e pelos estudantes para enriquecer a aprendizagem de maneira dinâmica e promover o uso de ferramentas digitais presentes no dia a dia.
Alfredo BOULOS • Leandro GODOY
Isabela GORGATTI • Fabíola NUNES
ALFREDO BOULOS
Doutor em Educação (área de concentração:
História da Educação) pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo.
Mestre em Ciências (área de concentração: História Social) pela Universidade de São Paulo.
Lecionou nas redes pública e particular e em cursinhos pré-vestibulares. É autor de coleções paradidáticas.
Assessorou a Diretoria Técnica da Fundação para o Desenvolvimento da Educação –São Paulo.
LEANDRO PEREIRA DE GODOY
Mestre em Microbiologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Bacharel e licenciado em Ciências Biológicas pela UEL-PR.
Atuou como professor na rede particular de Ensino Superior. Ministrou aulas na rede estadual de ensino do Paraná para Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Técnico.
Realiza palestras, cursos e assessorias para professores em escolas públicas e particulares.
Autor de livros didáticos para o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
1a edição, São Paulo, 2025
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Componente curricular: Interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia
FABÍOLA TIBÉRIO NUNES
Bacharela em Geografia pela Universidade de São Paulo (USP). Autora e editora de obras didáticas.
ISABELA GORGATTI CRUZ MONTEIRO
Bacharela em Geografia pela Universidade de São Paulo (USP). Especialista em Administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Autora e editora de obras didáticas.
Copyright © Alfredo Boulos Júnior, Leandro Pereira de Godoy, Fabíola Tibério Nunes, Isabela Gorgatti Cruz Monteiro, 2025
Direção-geral Ricardo Tavares de Oliveira
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Direção editorial adjunta Luiz Tonolli
Gerência editorial Natalia Taccetti, Nubia de Cassia de M. Andrade e Silva
Edição Valquiria Baddini Tronolone (coord.), Leve Soluções Editoriais
Preparação e revisão Leve Soluções Editoriais
Produção de conteúdo digital Leve Soluções Editoriais
Gerência de produção e arte Ricardo Borges
Design e projeto de capa Bruno Attili
Imagem de capa Luciola Zvarick/Pulsar Imagens
Arte e produção Leve Soluções Editoriais
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Coordenação de imagens e textos Elaine Bueno Koga
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Iconografia Leve Soluções Editoriais
Ilustrações Alexandre Matos, Amanda Grazini, Bella Rech, Bentinho, Bruna Assis Brasil, Cacá França, Camila de Godoy, Cibele Queiroz, Claudia Marianno, Claudio Chyio, Evandro Marenda, Fabiana Faiialo, Fabiana Salomão, Fabio Eugenio, Glair Arruda, Graziela Andrade, Leandro Ramos, Leninha Lacerda, Leo Fanelli/Giz de Cera, Leonardo Conceição, Lucas Farauj, Luiz Lentini, Roberto Weigand, Silvia Otofuji, Thamires Paredes, Veridiana Camelo, Waldomiro Neto
Cartografia Leve Soluções Editoriais
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Baobá : ciências da natureza, história e geografia : 1º ano : ensino fundamental : anos iniciais / Alfredo Boulos Júnior ... [et al.]. –1. ed. – São Paulo : FTD, 2025. -- (Coleção Baobá)
Outros autores: Leandro Pereira de Godoy, Isabela Gorgatti Cruz Monteiro, Fabíola Tibério Nunes
Componente Curricular: Interdisciplinar de ciências da natureza, história e geografia
ISBN 978-85-96-06338-8 (livro do estudante)
ISBN 978-85-96-06339-5 (livro do professor)
ISBN 978-85-96-06340-1 (livro do estudante HTML5)
ISBN 978-85-96-06341-8 (livro do professor HTML5)
1. Ciências da natureza (Ensino fundamental) 2. Geografia (Ensino fundamental) 3. História (Ensino fundamental) I. Júnior, Alfredo Boulos. II. Godoy, Leandro Pereira de. III. Monteiro, Isabela Gorgatti Cruz. IV. Nunes, Fabíola Tibério. V. Série.
25-298985.1
Índices para catálogo sistemático:
CDD-372.19
1. Ensino integrado : Livro-texto : Ensino fundamental 372.19
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA FTD
Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300
Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
QUERIDA PROFESSORA, PROFESSOR QUERIDO, QUERIDOS ESTUDANTES,
LER E ESCREVER É COMPROMISSO DE TODAS AS ÁREAS, E NÃO SOMENTE DA LÍNGUA PORTUGUESA.
É, PORTANTO, TAMBÉM UM COMPROMISSO DA ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E DE CIÊNCIAS HUMANAS. E ESSE COMPROMISSO NÓS ASSUMIMOS ESTIMULANDO A LEITURA E A ESCRITA AO LONGO DESTA COLEÇÃO! NOSSA COLEÇÃO NASCEU DE MUITAS CONVERSAS QUE TIVEMOS COM EDUCADORES QUE ENTREGARAM SUA VIDA AO SONHO DE VER UMA CRIANÇA DESCOBRINDO A ESCRITA E A LEITURA. NASCEU, TAMBÉM, DO QUE APRENDEMOS COM NOSSOS ALUNOS, CRIANÇAS E JOVENS DE DIFERENTES LUGARES E ORIGENS.
AOS NOSSOS ALUNOS, BUSCAMOS MOSTRAR A IMPORTÂNCIA DO EXERCÍCIO CONSTANTE DA LEITURA E DA ESCRITA, DA EDUCAÇÃO DO OLHAR E DA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS. PROCURAMOS TAMBÉM MOSTRAR A IMPORTÂNCIA DE COMPREENDER SEM JULGAR, DE DESPERTAR O DESEJO DE INVESTIGAR, DE SE CONHECER E DE CONHECER MELHOR OS MODOS COMO AS PESSOAS SE RELACIONAM COM A NATUREZA, EM DIFERENTES LUGARES.
POR FIM, QUEREMOS AGRADECER AOS EDITORES QUE GUIARAM NOSSOS PASSOS E AOS PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, EM CUJOS ROSTOS VIMOS UM OLHAR AMOROSO VOLTADO À CRIANÇA. OS AUTORES.




OBJETOS DIGITAIS

ALGUMAS ATIVIDADES SÃO ACOMPANHADAS DE ÍCONES. DESCUBRA O SIGNIFICADO DE CADA UM.
ATIVIDADE ORAL.
ATIVIDADE EM DUPLA.
ATIVIDADE EM GRUPO.
ATIVIDADE PARA CASA. ESTA OBRA TAMBÉM É ACOMPANHADA DE OBJETOS DIGITAIS QUE COMPLEMENTAM E AMPLIAM SEU APRENDIZADO. ELES
Professor, a atividade proposta explora o campo das experiências “corpo, gestos, movimentos”, da etapa da Educação Infantil da BNCC, e explora a habilidade EI03CG04, que versa sobre a adoção de hábitos de autocuidado relacionados à higiene, alimentação, conforto e aparência.
Cada ilustração aborda um aspecto importante em relação aos cuidados com a saúde, sendo possível explorá-los em diferentes momentos ou dias da rotina escolar. Estabelecer combinados com base nas ilustrações pode ser também uma boa estratégia a seguir ao longo do ano.
Para iniciar os trabalhos, sugere-se:
• Promover uma conversa sobre a adoção de hábitos de higiene e levantar hipóteses sobre essa mudança de hábitos.
Vale saber e compartilhar com os estudantes que a mudança de hábitos do Cascão ocorreu na pandemia, diante da necessidade de cuidar da higiene como forma de prevenção à covid-19.
• Promover uma conversa sobre a importância das brincadeiras e das atividades físicas. Pode-se propor a escrita coletiva de uma lista de brincadeiras (tendo o professor como escriba), para que os estudantes consultem e escolham a brincadeira do dia. Pode-se solicitar aos estudantes que citaram a brincadeira que sejam os monito-
CASCÃO, MÔNICA, CEBOLINHA E CHICO BENTO ESTÃO TRAZENDO DICAS IMPORTANTES PARA CUIDAR DE SI E DA SAÚDE.
VAMOS CONVERSAR SOBRE ESSAS DICAS?
1. O QUE O CASCÃO ESTÁ FAZENDO?
2. POR QUE ESSE HÁBITO É IMPORTANTE?
3. QUAIS OUTROS HÁBITOS DE HIGIENE VOCÊ ACHA QUE DEVEMOS ADOTAR?
Consultar orientações e respostas no Livro do Professor.


1. O QUE A MÔNICA ESTÁ FAZENDO?
2. QUAL É A SUA BRINCADEIRA PREFERIDA?
3. CRIE, COM OS COLEGAS, UMA LISTA DE BRINCADEIRAS PARA SE DIVERTIREM. ESCOLHAM UMA POR DIA E DIVIRTAM-SE.
Consultar orientações e respostas no Livro do Professor.
res, explicando as regras para os colegas.
Cascão:
1. Lavando as mãos.
2. Porque previne doenças.
3. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem: tomar banho, escovar os dentes, usar roupas limpas, entre outros.
Mônica:
1. Brincando e se exercitando.
2. Resposta pessoal.
3. Resposta pessoal.
1. O QUE O CEBOLINHA ESTÁ FAZENDO?
2. QUAL É A SUA ATIVIDADE DE LAZER PREFERIDA?
Consultar orientações e respostas no Livro do Professor


1. O QUE O CHICO BENTO ESTÁ FAZENDO?
2. QUAIS ALIMENTOS SÃO IMPORTANTES PARA NOSSA SAÚDE?
3. QUAIS ALIMENTOS DEVEMOS COMER EM POUCA QUANTIDADE E NÃO TODOS OS DIAS?
Consultar orientações e respostas no Livro do Professor
AGORA SE DIVIRTA PINTANDO OS PERSONAGENS DESTAS PÁGINAS.
• Promover uma conversa sobre a necessidade de momentos de lazer.
• Recomenda-se organizar um horário semanal na rotina para que os estudantes desenvolvam suas atividades preferidas (desenhar, pintar, ouvir música, jogar jogos, entre outras), valorizando as diferenças e dando oportunidades para momentos de escolha.
• Promover uma conversa sobre hábitos alimentares, retomando atividades anteriores sobre a temática.
• Destacar a importância de consumir alimentos naturais, como frutas, verduras e legumes, pois contribuem para o funcionamento do corpo.
• Conversar sobre alimentos que devem ser evitados, como salgadinhos, bolachas recheadas, balas e sorvetes, pois podem prejudicar nossa saúde.
• Pode-se propor a produção de uma salada de frutas para que a degustem coletivamente, envolvendo as crianças em todas as etapas do preparo –desde a seleção e higienização das frutas até a montagem coletiva da salada. Nesta atividade, o professor será responsável pelo corte das frutas.
• É importante atentar para possíveis alergias, restrições alimentares ou preferências individuais em relação aos alimentos trazidos para a degustação.
• Outra possibilidade é propor a escrita da receita (contendo ilustrações de frutas).
Cebolinha:
1. Escutando música.
2. Resposta pessoal. Chico Bento:
1. Comendo.
2. Resposta pessoal.
3. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem os alimentos ricos em açúcar e gordura.
Esta unidade busca contribuir para que cada criança se reconheça como uma pessoa única. Daí a atenção especial para o trabalho com nome, sobrenome e preferências. Ao mesmo tempo que a criança se percebe dotada de interesses e objetivos que a aproximam de outras crianças, ela se vê também como alguém com identidade própria. A ideia é ajudar na construção de identidades, uma das missões da educação.
As atividades visam incentivar a criança a conhecer aspectos do seu crescimento por meio de suas lembranças e das de seus familiares, de suas histórias e das deles.
Outro aspecto que reforça o reconhecimento e a valorização das individualidades das crianças é o trabalho com suas características físicas. Exploramos as partes do corpo humano e suas funções básicas e aproveitamos para trabalhar hábitos de higiene corporal, reconhecendo a importância de adotá-los para a manutenção da saúde.
Conectado ao ensino das partes físicas do corpo, buscamos introduzir a noção de percepção espacial, componente essencial para o desenvolvimento psicomotor das crianças. Trabalhando o reconhecimento dos lados direito e esquerdo do próprio corpo, bem como a orientação em relação ao espaço e aos objetos, visamos contribuir com a construção de habi-

lidades cognitivas relacionadas à organização espacial, planejamento de movimentos e coordenação corporal.
BNCC
• EF01HI01
• EF01HI02
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01CI02
• EF01CI03
• EF01CI04
• EF01CI05
• EF01GE03
• EF01GE05
• EF01GE06
• EF01GE08
• EF01GE09
• EF01GE11
• Competências gerais: 2, 4, 8, 9 e 10.
• Trabalhar a construção da identidade e o conhecimento da história de vida de cada criança.
• Salientar a ideia de que as pessoas são diferentes entre si fisicamente e em gostos ou preferências.
• Ressaltar a importância do nome e do sobrenome de uma pessoa.
• Explicar que os apelidos nem sempre são carinhosos e podem ofender e entristecer a pessoa apelidada.
• Chamar a atenção para o fato de
• OBSERVE A IMAGEM E O NÚMERO AO LADO DE CADA CRIANÇA.
1. COMO SÃO AS CRIANÇAS DESTAS PÁGINAS?
Resposta pessoal.
2. QUAL CRIANÇA TEM O CABELO ONDULADO?
A criança de número 1.
3. QUAIS CRIANÇAS TÊM O CABELO CRESPO?
As crianças de números 2, 3, 4, 6, 7 e 9.
4. QUAIS CRIANÇAS TÊM O CABELO LISO E COMPRIDO?
As crianças de números 5 e 8.
5. QUAL DAS CRIANÇAS É MAIS PARECIDA COM VOCÊ?
Resposta pessoal.

que o sobrenome indica a origem da família a que cada um pertence.
• Preparar os estudantes para o exercício da cidadania, trabalhando com os temas diversidade e respeito.
• Identificar e valorizar características físicas humanas.
• Comparar características físicas entre os colegas, valorizando a diversidade existente e o respeito às diferenças.
• Ajudar a caracterizar seus gostos e preferências e estimular o respeito às preferências alheias.
• Reconhecer e nomear as principais partes do corpo humano, explicando suas funções básicas.
• Criar mapa do corpo, exercitando referenciais espaciais.
• Localizar elementos considerando referenciais espaciais.
• Explorar noções espaciais tendo o próprio corpo como referência.
• Explorar as noções de passado, presente e futuro.
• Justificar a importância dos cuidados com a saúde.
ENCAMINHAMENTO
Ao trabalhar a ilustração da página, além de explorar as características físicas das crianças, chamar a atenção para o espaço público no qual elas brincam, que pode ser um parque ou uma praça. Além disso, incentivar a turma a relatar quais são as brincadeiras que estão sendo realizadas pelas crianças. Por fim, incentivar a turma a relatar se esse tipo de espaço é comum no lugar onde vive, e se as brincadeiras retratadas estão geralmente presentes no dia a dia, seja na escola, seja fora do período escolar.
TEXTO DE APOIO
O aluno como sujeito histórico
A compreensão do aluno como um sujeito no processo histórico é uma exigência encontrada nas propostas pedagógicas [...] nos Parâmetros Curriculares Nacionais, desde 1996. Ela parte da constatação de que o conhecimento histórico pode contribuir para o desenvolvimento da identidade. Mas o que isso quer dizer? Quer dizer que ensinar História para uma criança no ensino fundamental pode ajudá-la a pensar sobre sua própria história. Isso representa tomar consciência de seus hábitos, compreender melhor a cultura e o ambiente em que vive, e conhecer a rea lidade de seus colegas. Ao descobrir quem é e de onde veio, ela tem condições de projetar para onde vai. [...]
FERMIANO, Maria Belintane; SANTOS, Adriane Santarosa. Ensino de História para o fundamental I: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2014. p. 10.
ENCAMINHAMENTO
Para dar início a uma aula dialogada, pedir aos estudantes que conversem antes com a família para descobrir como se deu a escolha do nome deles.
• Perguntar: qual a importância do nosso nome para nós? E para os outros?
• Depois, explicar às crianças a importância do nome de uma pessoa.
A intenção na seção Escutar e falar é estimular a fala em público e a escuta respeitosa e atenta diante da fala dos colegas.
Iniciar a rotina diária com a chamada dos estudantes é uma oportunidade para estreitar laços afetivos (que, no início do ano, estão se constituindo como grupo) e para ampliar os conhecimentos sobre o sistema linguístico.
Preparar, nos primeiros dias de aula, o material necessário para que os estudantes construam plaquinhas de chamada com o nome deles. Para isso, oferecer uma tira de papel a cada criança (de, aproximadamente, 8 cm x 30 cm), pedir que escrevam seus nomes e ilustrem. A plaquinha será utilizada em situações diversas.
Caso alguma criança ainda não saiba escrever o nome, oferecer um modelo para que ela o copie. É fundamental, no entanto, que cada criança produza a própria plaquinha, com marcas ilustrativas que reconheça posteriormente.
As estratégias para este momento inicial diário de-
BOM DIA!
MEU NOME É BERNARDO. EU SOU DAQUI MESMO. MUITO PRAZER EM CONHECÊ-LOS!

AGORA, A PROFESSORA VAI CHAMAR UM DE CADA VEZ PARA SE
APRESENTAR AOS COLEGAS. DIGA BOM DIA OU BOA TARDE, FALE
O SEU NOME E DE ONDE VOCÊ É. FALE DE MODO A SER OUVIDO
PELOS COLEGAS.
OS COLEGAS CONSEGUIRAM ESCUTAR O QUE EU DISSE?
PRONUNCIEI AS PALAVRAS CORRETAMENTE? FIZ GESTOS ADEQUADOS?
vem variar. A seguir, sugerimos algumas possibilidades, que podem ser exploradas, uma por dia, na ordem em que o professor considerar mais conveniente:
• Colocar as plaquinhas em lugar visível na sala de aula e de fácil acesso para as crianças (em um mural ou em um varal).
• Pedir a cada um dos estudantes (um por vez) que localize a placa de um colega. O “dono” do nome pode dar pistas, como: com que letra começa ou termina; quantas letras tem.
Respostas pessoais.
• Distribuir aleatoriamente as plaquinhas para as crianças do grupo (uma plaquinha para cada criança, todas ao mesmo tempo) e estas devem identificar e entregar a plaquinha ao dono.
Finalizar destacando a importância do lugar de origem na formação da identidade. Explicar que ele exerce papel fundamental na incorporação dos valores, hábitos e costumes, contribuindo para construir a cultura e criar memórias individuais. Nesse processo, cada um desenvolve o senso de pertencimento e de conexão com suas origens.
Produção pessoal.
2. ESCREVA: Respostas pessoais.
A) O SEU NOME:
B) A SUA IDADE:
C) O NOME DO LUGAR DE ONDE VOCÊ É:
D) O NOME DA SUA FRUTA PREFERIDA:
Outras sugestões para trabalho com nome próprio
Apresentação em roda dos nomes das crianças do grupo. Deixar as crianças tentarem adivinhar a quem pertence, levantando algumas características da criança escolhida.
Organizar junto com as crianças a marcação dos pertences pessoais (nomear as escovas de dentes, os espaços reservados para mochilas e onde mais se fizer necessário).
Oferecer cartões de nomes para serem reescritos com letras móveis.
Organizar um jogo de memória, relacionando fotos e nomes.
Propor bingo de nomes: pode-se sortear nomes ou letras.
Procurar o próprio nome na lista de nomes do grupo. Separar em duas listas meninos e meninas.
ENCAMINHAMENTO
Trabalhamos o nome visando também contribuir para a construção da identidade do estudante.
Explorar a contagem dos anos vividos, tendo como referência os aniversários comemorados.
Questionar se as crianças lembram de seu primeiro aniversário; se costumam comemorar aniversários; se há bolos com velas e o que essas velas representam. Pode-se comparar a idade das crianças (quem comemorou mais aniversários, quem comemorou menos aniversários).
No item c, incentivar os estudantes a relatar o que sabem sobre a origem do nome e as características do lugar onde vivem, como o clima, a vegetação, o relevo, a forma de ocupação humana, seja no espaço rural, seja no espaço urbano.
| PARA O ESTUDANTE VÍDEO. TODO MUNDO tem um nome, diga lá qual é o seu. 2022. Vídeo (1min4s). Publicado pelo canal Práticas Kids. Disponível em: https://www. youtube.com/watch? v=4wI4K4o1bo4. Acesso: 27 ago. 2025. Vídeo animado com música sobre o nome.
Oferecer a cada subgrupo o número exato de letras referente a um nome da sala. Pedir que as crianças montem o nome, sem recorrer ao modelo (ocultar a lista que estiver presente na sala).
CORTEZ, Clélia; TONELLO, Denise Milan. Escrita do nome próprio – Um passaporte para o mundo alfabético. Avisa Lá, 6 jul. 2021. Disponível em: https://avisala.org.br/index. php/assunto/tempo -didadico/escrita-do-nome -proprio-um-passaporte -para-o-mundo-alfabetico/. Acesso em: 9 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
Uma porta de entrada para trabalhar a dupla de páginas é perguntar às crianças:
• Todas as pessoas têm um nome?
• E sobrenome?
• E os objetos, também têm nome e sobrenome?
Chamar a atenção das crianças para o fato de que coisas não têm sobrenomes.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO . BUENO, Renata. Nome, sobrenome, apelido . São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2010.

VÍDEO. Gente tem sobrenome. Vídeo (2min42s). Publicado pelo canal
Toquinho Oficial. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v =hDkp5gTwmio. Acesso em: 27 ago. 2025.
Finalizar destacando a importância do lugar de origem na formação da identidade. Explicar que ele exerce papel fundamental na incorporação dos valores, hábitos e costumes, contribuindo para construir a cultura e criar memórias individuais. Nesse processo, cada um desenvolve o senso de pertencimento e de conexão com origens.
OBSERVE A IMAGEM E ACOMPANHE A LEITURA DA PROFESSORA.
PRESENTE!

LUCAS?
1. O QUE A IMAGEM MOSTRA?
1. Uma sala de aula e três estudantes com o mesmo nome dizendo “Presente!” em resposta à pergunta da professora, que faz a chamada e chama pelo nome “Lucas”.
2. COMO A PROFESSORA PODE DIFERENCIAR UM ESTUDANTE DO OUTRO SEM OLHAR PARA ELES? Espera-se que os estudantes respondam “pelo sobrenome”.
Brincadeira “Adivinhe o sobrenome”
Professor , sugere-se a produção de fichas com os sobrenomes dos estudantes da sala.
Primeiro passo: sortear um sobrenome.
Segundo passo: o professor desenha traços no quadro, um para cada letra do sobrenome sorteado.
Terceiro passo: cada criança fala o nome de uma letra, na tentativa de acertar o sobrenome.
Quarto passo: quando o estudante acertar, o professor registra a letra no espaço. Quando errar, o professor registra em outro espaço do quadro. A dinâmica segue assim até que o nome se complete por tentativa e erro.
Nessa brincadeira não há ganhadores nem perdedores.
27/10/25 13:21
3. ESCREVA O SEU NOME COMPLETO: Resposta pessoal.
4. COMPLETE AS PLACAS COM AS LETRAS DOS SOBRENOMES QUE ESTÃO FALTANDO.

A) MEU NOME É MARCELA. MEU SOBRENOME COMEÇA COM A
LETRA P E TERMINA COM A LETRA A. MEU NOME COMPLETO É:
P E R E I R A MARCELA

B) MEU NOME É VÍTOR. MEU SOBRENOME COMEÇA COM A
LETRA L E TERMINA COM A LETRA A. MEU NOME COMPLETO É:
VÍTOR
L I M A
BNCC
• EF01HI02
| PARA O ESTUDANTE LIVRO. DOMINGUES, Magna; LURNEL, Eduardo. Meu nome é Maalum. São Paulo: Baú Encantado, 2021.
PEREIRA LIMA 15 27/10/25 13:21
TEXTO DE APOIO
Por que temos sobrenomes?

Silva, Oliveira, Faria, Ferreira… Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo, que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que
a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. [...]
O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é? VALENÇA, Raquel Teixeira. Por que temos sobrenomes? Revista Ciência Hoje das Crianças, n. 254, março de 2014. p. 12. [s. l.], [s. d.]. Disponível em: https:// cienciahoje.periodicos. capes.gov.br/storage/ acervo/chc/chc_254.pdf. Acesso em: 27 ago. 2025.
DIALOGANDO COM LÍNGUA
PORTUGUESA
• Explorar com os estudantes a composição dos nomes (quantidade de letras, letra inicial, letra final, presença de vogais e de consoantes). Para a formação das palavras propostas na atividade (e sempre que considerar necessário), pode-se usar letras móveis. As letras móveis também podem ser utilizadas para organizar, em situações diversas, a ordem alfabética. A recitação do alfabeto, em brincadeiras e rodas, auxilia na percepção sonora e na associação grafema-fonema (letra-som). Nas atividades 1 a 4, visamos contribuir com o desenvolvendo da habilidade EF01LP08 de Língua Portuguesa.
1. VOCÊ CONHECE ESTA TURMINHA? SIGA AS PISTAS E ESCREVA O NOME DE CADA PERSONAGEM.
CASCÃO MÔNICA CEBOLINHA MAGALI

MEU NOME TEM 6 LETRAS. COMEÇA COM A LETRA M E
TERMINA COM A LETRA I
SOU A M A G A L I .
MEU NOME TEM 6 LETRAS. COMEÇA COM A LETRA C E
TERMINA COM A LETRA O.
SOU O C A S C Ã O
MEU NOME TEM 6 LETRAS. COMEÇA COM A LETRA M E
TERMINA COM A LETRA A.
SOU A M Ô N I C A .
MEU NOME TEM 9 LETRAS. COMEÇA COM A LETRA C E
TERMINA COM LETRA A.
SOU O C E B O L I N H A .
Todas as coisas têm nome, Casa, janela e jardim. Coisas não têm sobrenome, Mas a gente sim.
Todas as flores têm nome: Rosa, camélia e jasmim. Flores não têm sobrenome, Mas a gente sim.
Toquinho e Elifas Andreato. Gente tem sobrenome. Canção de todas as crianças Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=hDkp5gTwmio. Acesso em: 31 mar. 2023.
De acordo com a letra da canção:
a) Coisas têm sobrenome.
b) Coisas não têm sobrenome. c) Flores não têm sobrenome.
d) Gente tem sobrenome.
As respostas corretas são as letras b, c e d.
2. O NOSSO ALFABETO TEM 26 LETRAS. COMPLETE O QUADRO COM AS LETRAS QUE ESTÃO FALTANDO. ESCREVA DO JEITO QUE VOCÊ SOUBER.
A B C D E F G H I J K L M
N O P Q R S T U V W X Y Z
• O NOSSO ALFABETO É FORMADO POR VOGAIS E CONSOANTES. NO QUADRO ACIMA, PINTE AS LETRAS QUE VOCÊ COMPLETOU DA SEGUINTE FORMA: DE VERMELHO, AS VOGAIS E, DE AZUL, AS CONSOANTES.
Vermelho: E; O; U. Azul: B; H; L; N; R; T; V; X; Y.
3. OBSERVE NOVAMENTE O QUADRO COM O ALFABETO E RESPONDA: SEU NOME COMEÇA COM UMA VOGAL OU COM UMA CONSOANTE? Resposta pessoal.
4. CONSULTE A LISTA DE CHAMADA DA SUA TURMA. COPIE O NOME DE ALGUNS AMIGOS NO QUADRO A SEGUIR.
NOMES QUE COMEÇAM COM VOGAIS
TEXTO DE APOIO
Quem já sabe escrever o próprio nome?
Algumas características do nome próprio fazem dele uma opção interessante para trabalhar com as crianças. Ele é um modelo estável, não muda em relação ao tempo e se refere à identidade de uma pessoa específica. É uma informação compartilhada entre quem chama e quem é chamado. Trata-se de uma referência com função social – identificar indivíduos –, sendo parte das trocas culturais do cotidiano. Por
Resposta pessoal.
NOMES QUE COMEÇAM COM CONSOANTES
27/10/25 13:21
fim, ele não depende de classe social ou grau de conhecimento para ser entendido. A escrita de listas é uma atividade interessante e precisa ter um propósito real: relacionar quem vai a um passeio ou aqueles que trouxeram um material solicitado são bons exemplos.
WINKEL, Sophia; MEIRELLES, Elisa. Quem já sabe escrever o próprio nome? Nova Escola, maio 2014. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/8318/ quem-ja-sabe-escrever-o-proprio-nome. Acesso em: 19 maio 2025.
BNCC • EF01HI02
| PARA O ESTUDANTE VÍDEO . OI, EU sou a Mônica! 2013. Vídeo (2min16s). Publicado pelo canal Turma da Mônica. Disponível em: https://youtu.be/IVN 70CbyU4M. Acesso em: 19 maio 2025.
LIVRO . KIRINUS, Glória. Um sol em meu nome. São Paulo: Paulus, 2014.

VÍDEO. PROJETO define oito tipos de bullying que devem ser evitados na escola. 2015. Vídeo (2min39s). Publicado pelo canal Senado Federal. Disponível em: https://youtu.be/psieH 5qBIpk. Acesso em: 21 mar. 2024.
LIVRO. OTERO, Regina. Apelido não tem cola. 2. ed. São Paulo: Editora do Brasil, 2020.

ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar o trabalho com o tema apelido perguntando:
• Apelidar um colega é uma atitude legal?
• Os apelidos são sempre carinhosos?
• Vocês sabem o que é bullying? Em seguida, como encaminhamento, sugere-se:
• Explicar aos estudantes que os apelidos nem sempre são carinhosos e podem ofender e entristecer a pessoa apelidada.
• Realizar as atividades propostas. Depois, pedir às crianças que falem sobre suas experiências com apelidos.
TEXTO DE APOIO
Apelidos na infância podem trazer reflexos negativos para formação psicológica da criança
Os apelidos podem surgir como uma maneira de diferenciar pessoas com mesmo nome, entre familiares ou até colegas. Podem ser apenas diminutivos ou abreviações. Até aí, tudo funciona bem. O reflexo dessa alcunha dada a uma criança, porém, pode não ser o mais positivo. O pediatra e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do RS (SPRS), Renato Santos Coelho, faz o alerta da importância de se observar alguns detalhes a respeito.
“O apelido pode trazer um fortalecimento e estreitamento nas relações ou afastar e causar
O APELIDO É, MUITAS VEZES, UMA PARTE OU PEQUENA MUDANÇA DO NOME. JU, POR EXEMPLO, É O APELIDO DE JUREMA; E ZEZINHO, O APELIDO DE JOSÉ. JU É O APELIDO DE JUREMA. ELA É DO POVO MAXAKALI E VIVE EM PORTO SEGURO, BAHIA, 2024.

ZEZINHO É O APELIDO DE JOSÉ, UM MENINO BRASILEIRO. IMAGEM DE 2024.

ALGUNS APELIDOS SÃO CARINHOSOS, MAS OUTROS PODEM OFENDER. POR ISSO, É IMPORTANTE SABER SE AS PESSOAS NÃO SE INCOMODAM OU SE MAGOAM QUANDO SÃO CHAMADAS POR APELIDOS.
consequências psicológicas negativas. O que define os benefícios ou malefícios podem ser identificados no propósito, a forma como a pessoa em questão o recebe e da maneira como aqueles que colocam o apelido se referem a ele, se é de forma afetiva ou não” – explica.
[...] Os casos que ultrapassam a barreira da brincadeira e se tornam bullying, devem ser tratados como tal. Quando isso acontece, é necessário iniciar um tratamento com ajuda da
equipe de psicopedagogos da escola em conjunto com os pais.
ANDRADE, Giovanni. Apelidos na infância podem trazer reflexos negativos. Porto Alegre: Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, 2013. Disponível em: https://sprs. com.br/sprs2013/noticias/detalhe. php?id=23&detalhe=770. Acesso em: 27 ago. 2025
O texto de apoio mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo.
1. VOCÊ JÁ FOI CHAMADO POR UM APELIDO DE QUE NÃO GOSTOU? COMO VOCÊ REAGIU?
Resposta pessoal.
A) FIQUEI TRISTE.
B) FIQUEI COM RAIVA.
C) CHOREI.



2. VOCÊ JÁ CHAMOU ALGUÉM POR UM APELIDO OFENSIVO? COMO ESSA PESSOA REAGIU? Resposta pessoal.
A) FICOU TRISTE.
B) FICOU COM RAIVA.
C) CHOROU.



3. CRIEM UMA CAMPANHA COM O TEMA APELIDO PODE MAGOAR!
• FAÇAM DESENHOS SOBRE O ASSUNTO EM FOLHAS AVULSAS.
• ESCREVAM NAS FOLHAS OS NOMES DE VOCÊS.
• PRENDAM OS DESENHOS EM UM BARBANTE COM PRENDEDORES DE ROUPA.
• EXPONHAM O TRABALHO DE VOCÊS NA SALA DE AULA, NOS CORREDORES DA ESCOLA OU EM OUTRO LOCAL INDICADO PELA PROFESSORA. Produção pessoal.
BNCC
• EF01HI02
• EF01HI03
A discussão e as atividades propostas nessas páginas permitem explorar a competência geral 8 , na medida em que incentivam a turma a se conhecer, se apreciar e cuidar da saúde física e emocional, reconhecendo suas emoções
e as dos outros em situações que podem ser ofensivas e provocar sentimentos difíceis de lidar sozinhos, especialmente nessa faixa etária.
Atividade 3. A ideia aqui é estimular o trabalho em grupo, atitudes de respeito para com os colegas e sensibilizar a comunidade escolar para o assunto. A atividade possibilita o desenvolvimento da habilidade EF12LP12 de Língua Portuguesa.
Cartaz de campanha de conscientização
Explorar, com as crianças, as principais características de um texto de campanha de conscientização: uma frase de efeito e uma ilustração que promova a reflexão do leitor.
Auxiliar os estudantes a planejar o cartaz antes de começar a produzi-los. Depois, em uma roda de conversa, solicitar que pensem em frases que poderiam ser escritas no cartaz. O professor pode ser escriba e registrar essas frases na lousa e, posteriormente, cada estudante, dupla ou grupo copia a frase preferida.
Painel da diversidade Materiais necessários: cartolina, canetas hidrocor, lápis de cor, giz de cera, recortes de revistas e cola.
Usar a cartolina para fazer bonecos de papel e distribuir para os estudantes.
Orientá-los a personalizar seus bonecos usando o material disponível. Assim que terminarem, eles darão um nome ao boneco.
Cada um vai apresentar o seu boneco e suas características.
O momento é propício para um diálogo sobre a diversidade.
Ao final, colar os bonecos em um painel na sala de aula, de forma que todos fiquem de mãos dadas, simbolizando o respeito às diferenças.
A atividade mobiliza os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) Cidadania e civismo e Saúde.
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar a aula perguntando:
• Imaginem se todas as crianças fossem iguais?
• Imaginem se todos tivessem a mesma cor e tipo de cabelo, a mesma cor de pele e a mesma altura?
• E se todos tivessem a mesma opinião?
• Com quem vocês aprenderiam novas brincadeiras, novas lições e novas maneiras de ver a vida?
Propor uma roda de conversa para que os estudantes dialoguem sobre o poema.
Além de explorar a diversidade das características físicas das personagens do poema, chamar a atenção da turma para as diferenças que elas apresentam em relação à forma de brincar. Explicar que, apesar de serem irmãs, cada indivíduo possui preferências e gostos que refletem suas vontades, escolhas próprias e aspectos de sua personalidade. Comentar, portanto, a importância de respeitar essas diferenças para garantir um bom convívio, não apenas nas brincadeiras, mas também em outras atividades do cotidiano.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. Diversidade – Somos todos iguais. Vídeo (2min10s). Publicado no canal Clubinho da Kaká. Disponível em: https:// www.youtube.com/wat ch?v=ln943iF6zOU. Acesso em: 9 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Como educar para a diversidade?
Diversidade deve ser parte da vida, da vivência
A PROFESSORA VAI LER O POEMA A SEGUIR. ACOMPANHE A LEITURA.

AS TRÊS IRMÃS
LÚCIA, LUÍSA E LUZIA SÃO IRMÃS. MAS NÃO SÃO IGUAIS, IGUAIZINHAS COMO AZULEJOS DE COZINHA.
NÃO SÃO IGUAIS
NEM POR FORA
NEM POR DENTRO.
CADA UMA BRINCA DO SEU JEITO:
LÚCIA BRINCA DESCALÇA, LUÍSA BRINCA DE SANDÁLIA E LUZIA DE MEIA FURADA.
da criança. Ninguém espera a criança fazer 8 anos para ensinar a respeitar os mais velhos ou 5 anos para dizer que não se deve agredir os animais. Por que, então, existiria uma idade para se ensinar respeito às diferenças quando o assunto é gênero, presença de deficiência, religião ou raça? Respeitar a diversidade é respeitar o próximo.
[...] Se a criança está inserida num contexto de respeito à diversidade, ela não precisa ser ensinada, isso é parte do próprio contexto. Acontece que o ambiente nem sempre favorece a tolerância.
Preconceito é algo aprendido, ou seja, a criança não nasce achando que o legal é ter cabelo liso.
Por que (e como) educar as crianças para a diversidade e o respeito? Metrópoles, 28 jun. 2019. Disponível em: https://www. metropoles.com/licenca-maternidade/ por-que-e-como-educar-as-criancas -para-a-diversidade-e -o-respeito. Acesso em: 27 ago. 2025
O texto de apoio mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo.
[...]
LÚCIA, LUÍSA E LUZIA NÃO SE PARECEM
NEM UM POUCO
COM SEU ALOÍSIO E DONA HELOÍSA.
A QUEM SERÁ QUE ELAS PUXARAM?
VOVÔ LÚCIO, VOVÓ LUCIANA, VOVÔ LUÍS, VOVÓ ANA LUISA?...
LUÍS CAMARGO. O CATA-VENTO E O VENTILADOR. SÃO PAULO: FTD, 2017. P. 12.

1. CONVERSE SOBRE AS PERGUNTAS A SEGUIR COM OS COLEGAS E A PROFESSORA.
A) O QUE O AUTOR QUIS DIZER COM OS VERSOS “NÃO SÃO
IGUAIS / NEM POR FORA / NEM POR DENTRO”?
Quis dizer que as irmãs não são iguais fisicamente nem no jeito de ser.
B) CADA MENINA DO POEMA PREFERE BRINCAR DE UM JEITO. E VOCÊ, DE QUE JEITO BRINCA? Resposta pessoal.
C) DE ACORDO COM O POEMA, AS IRMÃS PODEM “TER PUXADO” OS AVÓS. E VOCÊ, SE PARECE COM ALGUÉM DE SUA FAMÍLIA? SE SIM, COM QUEM? Resposta pessoal.
2. AS PALAVRAS VOVÔ E VOVÓ SÃO PARECIDAS, MAS NÃO SÃO IGUAIZINHAS.
A) QUE LETRAS APARECEM NAS PALAVRAS VOVÔ E VOVÓ?
As letras V e O. Pode ser que os estudantes respondam V, O, V, O, ou seja, que repitam as letras.
B) O QUE DIFERENCIA A PALAVRA VOVÔ DA PALAVRA VOVÓ?
Espera-se que os estudantes reconheçam a diferença no som. Comente que os acentos agudo e circunflexo indicam essa diferença na representação escrita.
BNCC
• EF01HI02
TEXTO DE APOIO
Somos todos diferentes –Turma da Mônica
Somos diferentes e isso é legal!
Cada pessoa é só uma de cada.
Porque cada uma tem sua história, sua família, sua origem e seu jeito de ser.
Na turma também é assim, cada um tem seu jeito.
Quer ver?
13:21
Mônica tem uma força exagerada e é bravinha.
Cebolinha tem desvio fonológico e troca o “R” pelo “L”.
O Cascão morre de medo de água. Magali tem um apetite inexplicável e Dudu detesta comer!
Chico Bento é da roça e o primo é da cidade.
Luca se move por cadeira de rodas e o Anjinho pelas asas. A Dorinha vê o mundo com o cheiro, o toque e o tato.
O Humberto fala com as mãos e com o corpo.
Franjinha é um gênio da ciência; Ronaldinho Gaúcho, do futebol. Bloguinho, da internet e o Do Contra em ser... do contra!
Pipa é gordinha e apaixonada pelo Zecão. A Thuga se parece com a Pipa e é apaixonada pelo Piteco. Tina é magrinha e não sabe por quem se apaixonar...
O Horácio vive no passado, o Astronauta vive no espaço, Penadinho vive na tumba [...]
Mesmo sendo tão diferentes uns dos outros, quando nos encontramos, é uma festa!
Brincamos, trocamos ideias e, às vezes, até brigamos... Mas no fim, sempre fazemos as pazes.
Cada um tem seu conhecimento, sua experiência, suas habilidades e opiniões. O importante é que estamos sempre aprendendo e passando algo para o amigo.
Porque não sabemos tudo, precisamos do outro para completar nosso conhecimento. Juntos aprendemos, todos os dias, coisas novas sobre a vida e a relação entre as pessoas.
E assim a gente vai se divertindo, crescendo, inventando e acreditando que sempre é possível ser feliz, porque temos uns aos outros... diferentes... Mas acima de tudo, amigos que se completam.
ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – ENAP. Brasília, DF: ENAP, 2019. Disponível em: https://repositorio.enap.gov. br/bitstream/1/6496/2/I%20 -%20Somos%20todos%20 diferentes.pdf. Acesso em: 27 ago. 2025.
• EF01HI02
• EF01CI04
Sugere-se iniciar a aula orientando a análise das fotografias presentes nesta e na página seguinte. Nessa análise:
• Pedir aos estudantes que observem e descrevam, em voz alta, as características físicas das crianças representadas, tais como cor, tipo e comprimento do cabelo, cor e formato dos olhos, cor da pele, entre outras.
• Orientar que comparem as características físicas das crianças representadas, de modo que reconheçam que elas tanto compartilham características físicas semelhantes como também apresentam diferenças.
• Refletir sobre o fato de que essa diversidade também está presente na própria sala de aula, entre os colegas, mostrando que todos compartilham algumas semelhanças, mas também possuem diferenças que tornam cada pessoa única. Assim, pode-se trabalhar a habilidade EF01CI04. É importante destacar que o objetivo não é hierarquizar as características das pessoas, mas reconhecer e valorizar a diversidade. Essa abordagem favorece a compreensão de que cada indivíduo
AS PESSOAS PODEM TER CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
DIFERENTES UMAS DAS OUTRAS. POR EXEMPLO, A ALTURA, A COR DOS OLHOS, A COR DA PELE E O TIPO DE CABELO VARIAM DE UMA PESSOA PARA OUTRA.
OBSERVE AS IMAGENS DAS CRIANÇAS A SEGUIR.



é único e que a diversidade deve ser respeitada. Trata-se, portanto, de uma oportunidade para desenvolver a competência geral 9
BRINCANDO de Papel canta “Todo mundo tem umbigo” no Música Animada. 2017. Vídeo (3min2s). Publicado pelo canal TV Brasil. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=E 1TeMCTzu1c&list=RDE1TeMCTzu1c&s tart_radio=1. Acesso em: 25 out. 2025.



LIVRO. MARQUES, Raul. Eu sou assim. E você? Juiz de Fora: Franco, 2024.





1. ESCREVA NO QUADRADO O NÚMERO DA CRIANÇA QUE:
Respostas pessoais.
A) TEM O TIPO DE CABELO MAIS PARECIDO COM O SEU.
B) TEM A COR DO CABELO MAIS PARECIDA COM A DO SEU.
C) TEM A COR DA PELE MAIS PARECIDA COM A DA SUA.
D) TEM A COR DOS OLHOS MAIS PARECIDA COM A DOS SEUS.
2. VOCÊ TEM ALGUMA CARACTERÍSTICA FÍSICA QUE NÃO ESTÁ PRESENTE EM NENHUMA DAS CRIANÇAS VISTAS NESTA PÁGINA E NA ANTERIOR? Resposta pessoal.
3. SOMOS IGUAIS, MAS ÚNICOS! O QUE ISSO SIGNIFICA PARA VOCÊ?
Resposta pessoal. Incentivar uma conversa sobre o assunto, mantendo um ambiente de respeito e acolhimento.
Ninguém é igual a ninguém! Quanta verdade e quanto assunto para conversarmos com as crianças. Nesse poema de Ruth Rocha o tema aparece de forma divertida, nos mostrando que as “pessoas são diferentes”.
Pessoas são diferentes
São duas crianças lindas Mas são muito diferentes!
Uma é toda desdentada, A outra é cheia de dentes…
Uma anda descabelada, A outra é cheia de pentes!
Uma delas usa óculos, E a outra só usa lentes.
Uma gosta de gelados, A outra gosta de quentes.
Uma tem cabelos longos, A outra corta eles rentes.
Não queira que sejam iguais, Aliás, nem mesmo tentes!
São duas crianças lindas, Mas são muito diferentes!
ENCAMINHAMENTO
Ao realizar a atividade 1, pedir aos estudantes que descrevam suas próprias características físicas, para que, em seguida, identifiquem quais delas se assemelham às das crianças representadas nas imagens.
É de se esperar que, em alguns casos, não haja correspondência entre determinadas características, já que a diversidade humana não pode ser contemplada em poucas imagens. Nessas situações, torna-se essencial promover uma conversa com os estudantes, ajudando-os a reconhecer e valorizar suas singularidades. Esse aspecto pode ser aprofundado na atividade 2.
Na atividade 3, é importante destacar que todos somos seres humanos, e, como tal, possuímos os mesmos direitos. No entanto, cada pessoa é única, e é essa singularidade que a torna especial. Respeitar as diferenças é fundamental para a convivência saudável e a formação de cidadãos empáticos e conscientes.
BRASIL. Universidade Federal de Goiás. Tema 8. Diversidade. In: LITERAR COM A INFÂNCIA NO ENFRENTAMENTO DO (DES)CONHECIDO. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2021. Disponível em: https://publica.ciar.ufg.br/ temporario/literar-com -infancia/artigos/8.html. Acesso em: 3 set. 2025.
Ruth Rocha
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar a aula apresentando Gil e Isadora aos estudantes, suas características, seus gostos e suas preferências. Uma possibilidade é escrever as palavras que preenchem as lacunas e os estudantes as copiam da lousa.
A leitura/escuta de textos sobre crianças e suas características possibilita o desenvolvimento da habilidade EF15LP02 de Língua Portuguesa.
O desenvolvimento da atividade permite explorar as diferenças de preferências, gostos, hábitos e costumes entre as pessoas, mostrando para os estudantes a importância do respeito e da valorização da diversidade de indivíduos.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO . ROCHA, Ruth; LORCH, Dora. Sabe do que eu gosto? São Paulo: Salamandra, 2009.

4. ACOMPANHE A LEITURA DA PROFESSORA. DEPOIS, OBSERVE AS IMAGENS E COMPLETE.

GIL NASCEU NA BAHIA E TEM 6 ANOS. SEU CABELO É PRETO E LISO.

GIL FICA triste QUANDO chove MUITO,
PORQUE O RIO TRANSBORDA E ELA NÃO
CONSEGUE CHEGAR À ESCOLA.

GIL FICA feliz QUANDO GANHA
UMA boneca .
SUA DIVERSÃO PREFERIDA É JOGAR peteca . SUA COMIDA FAVORITA É CARNE DE SOL E AIPIM.
ISADORA – SÃO PAULO

ISADORA É DE SÃO PAULO E TEM 7 ANOS. SEUS OLHOS SÃO PRETOS. SEU CABELO É CASTANHO-ESCURO.

ELA FICA triste QUANDO SE ATRASA PARA CHEGAR À AULA DE DANÇA.
ELA FICA feliz QUANDO GANHA

UM abraço .
SUA DIVERSÃO PREFERIDA É DANÇAR. SUA COMIDA FAVORITA É macarronada .

Com a ajuda do professor, leia a frase a seguir.
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, é considerado criança quem tem até 12 anos de idade incompletos.
1. De acordo com o estatuto da criança e do adolescente, você ainda é uma criança?
( ) Sim. ( ) Não.
2. Crianças devem estudar, brincar e fazer amigos?
( ) Sim. ( ) Não.
3. Crianças podem ajudar a manter o ambiente limpo e agradável em casa e na escola?
( ) Sim. ( ) Não.
4. Crianças podem acender o forno do fogão?
( ) Sim. ( ) Não.
JÚLIA – RIO GRANDE DO SUL


JÚLIA É DO RIO GRANDE DO SUL E TEM 6 ANOS.
SEUS OLHOS SÃO verdes E A COR DO SEU CABELO É CASTANHO-CLARA.
LIVRO. MACHADO, Ana Maria. Quem sou eu? São Paulo: Moderna, 2014.

ELA FICA triste
QUANDO BRIGA COM A MANA.
ELA FICA feliz QUANDO ESTÁ NA AULA DE NATAÇÃO.
SUA DIVERSÃO PREFERIDA É BRINCAR DE PULAR
corda COM OS PRIMOS E A MANA.
SUA COMIDA FAVORITA É CHURRASCO COM
KAUAN – RIO DE JANEIRO

salada . KAUAN É DO RIO DE JANEIRO E TEM 6 ANOS.
O livro apresenta adivinhas em versos curtos e ilustrações divertidas para despertar a curiosidade dos pequenos leitores.


SEU CABELO É CRESPO E PRETO. ELE FICA triste QUANDO ESTÁ
doente/com febre .

ELE FICA feliz
QUANDO CONSEGUE AJUDAR ALGUÉM.
SUA DIVERSÃO PREFERIDA É IR AO estádio .
SUA COMIDA FAVORITA É feijoada .

1. Observe as imagens ao lado com atenção.
a) Circule a imagem da fruta de que você mais gosta.
b) Agora escreva o nome da fruta que você circulou.
As respostas são pessoais.
2. Pinte quantas letras tem o nome da fruta.



27/10/25 13:21






ENCAMINHAMENTO
Professor, pode-se iniciar a aula apresentando Pedro e Renata aos estudantes, mencionando seus gostos, características e preferências.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. APRENDA a preparar arroz de cuxá. 2015. Vídeo (5min17s). TV Brasil. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=ByyP4pef-xQ. Acesso em: 15 set. 2025.
Cuxá: tradição e saúde na mesma receita
Um dos elementos mais representativos da culinária maranhense, o cuxá, é sem dúvida parte da história e da dieta locais. Feito de vinagreira cozida e refogada com cebolinha, tomate, gergelim, camarão seco, farinha de mandioca, pimenta de cheiro e outros ingredientes, ele foi criado e consumido pelos escravos vindos da Guiné na metade do século XVIII.
Os trabalhadores da lavoura de arroz do baixo dos rios Pindaré e Mearim cultivavam a planta nas terras disponíveis. O nome vem do termo Kutxá, da língua Mandinga, falada na Guiné, significando quiabo-de-angola ou vinagreira.
[...] O cuxá possui baixo valor calórico, com valores entre 72 e 108 kcal, e baixa quantidade de lipídios. Estes, de origem vegetal, são fontes de ômega 3 e considerados mais saudáveis que os de origem animal. O percentual significativo de carboidratos, entre
PEDRO – MINAS GERAIS


PEDRO É DE MINAS GERAIS E TEM 7 ANOS.
SEU CABELO É CASTANHO E LISO.

PEDRO FICA triste

QUANDO chove E NÃO
PODE BRINCAR COM OS AMIGOS NO PARQUE.
ELE FICA feliz QUANDO BRINCA COM SEU PRIMO ANTÔNIO.
SUA DIVERSÃO PREFERIDA É JOGAR bola/futebol .

SUA COMIDA PREFERIDA É frango COM QUIABO E ANGU.


RENATA É DO MARANHÃO E TEM 6 ANOS. SEUS OLHOS SÃO PRETOS E ELA USA TRANÇAS.
ELA FICA triste

QUANDO NÃO VISITA OS avós .
ELA FICA feliz QUANDO TOMA BANHO DE rio .


SUA MATÉRIA PREFERIDA É HISTÓRIA. ELA GOSTA DE LER livros . SUA COMIDA FAVORITA É ARROZ DE CUXÁ.
3,4 e 9,9% na amostra, é consequência do uso da farinha de mandioca.
[...] Percebemos a importância do cuxá não só como identificador da cultura local, sendo ainda elemento importante da dieta de adultos e crianças, se consumido de forma equilibrada e com o preparo adequado.
CUXÁ: tradição e saúde na mesma receita. Portal Antigo da Universidade Federal do Maranhão – UFMA, São Luís, 11 dez. 2009. Disponível em: https://portais. ufma.br/PortalUfma/paginas/noticias/ noticia.jsf?id=7246. Acesso em: 2 set. 2025.
AGORA É A SUA VEZ! RESPONDA ÀS PERGUNTAS POR ESCRITO. Respostas pessoais.
1. O QUE DEIXA VOCÊ FELIZ?
2. O QUE VOCÊ FAZ PARA SE DIVERTIR?
3. QUAL É O NOME DAS PESSOAS COM AS QUAIS VOCÊ MAIS BRINCA?
4. QUAL É SUA COMIDA PREFERIDA?
BNCC
• EF01HI02
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. EU SOU assim. 2016. Vídeo (2min37s). Publicado pelo canal Turma do Parque. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v =33SaE0Z2Xw0. Acesso em: 27 ago. 2025.
| PARA O PROFESSOR
LIVRO . FUNDAMENTOS da leitura e escrita. Disponível em: https:// repositorio.ufsm.br/bitstream/han dle/1/29541/MD_fundamentos_lei tura_escrita.pdf?sequence=1&i sAllowed=y. Acesso em: 15 set. 2025.
TEXTO DE APOIO
“Quando falamos sobre escrita à mão, estamos olhando para uma atividade que estimula áreas cerebrais cruciais da criança”, explica a professora e orien-
tadora pela Association Montessori Internationale Portugal, Lorena Carvalho. Isso porque essa prática “engaja partes do cérebro responsáveis pela linguagem, pela memória e pelo pensamento crítico”. [...]
[...] como é possível estimular esse hábito?
Criar um ambiente propício: uma mesa em algum cantinho da casa, uma lousa em destaque na parede, com lápis, caneta, giz de cera e papel de diferentes tipos e texturas.
Escrever tarefas da casa: fazer um bilhetinho, ajudar a redigir a lista de compras, escrever cartões de aniversário ou anotar recados mostram à criança a utilidade da escrita em situações reais. Promover jogos e brincadeiras: forca, Stop (ou adedonha), cruzadinhas, criar histórias em quadrinhos, fazer um livro artesanal, adivinhar o filme com mímica escrevendo a resposta no papel. [...]
Criar um momento de escrita durante o dia: manter um diário antes de dormir ou fazer um pequeno livro com histórias com as crianças.
Incentivar brincadeiras manuais desde o começo: desenhar, brincar de massinha, montar lego ou quebra-cabeças estimulam a coordenação motora fina e podem facilitar o processo da criança de aprender a escrita à mão.
FERREIRA, Cíntia. Escrever à mão: a importância do lápis e papel para as crianças. Portal Lunetas. 2024. Disponível em: https:// lunetas.com.br/por -que-escrever-a-mao -e-importante-para-as -criancas/. Acesso em: 19 set. 2025.
EF01CI04
ENCAMINHAMENTO
Sugere-se iniciar a aula perguntando:
• Vocês conhecem irmãos gêmeos?
• Eles são parecidos fisicamente?
• Além da aparência, em que outros aspectos eles podem se parecer ou se diferenciar (como gostos, jeito de falar, de andar etc.)?
Na sequência:
• Explicar aos estudantes que os irmãos gêmeos podem ou não ser semelhantes fisicamente.
• Destacar que, mesmo quando apresentam características físicas muito parecidas, cada um possui sua própria identidade, com gostos, preferências, sentimentos e modos de agir que os tornam únicos.
O trabalho pedagógico deve valorizar essa singularidade, evidenciando a identidade de cada pessoa.
TEXTO DE APOIO
Os gêmeos [...] Tratá-los como se fossem cópias um do outro, dar nomes semelhantes e fazer os mesmos cortes de cabelo, não respeitando ou condicionando as suas particularidades, pode atrapalhar e dificultar o processo de individualização dessas pessoas. É o que diz a Professora Doutora Maria Elizabeth Barreto Tavares dos Reis, do Departamento de Psicologia e Psicanálise da Universidade Estadual de Londrina (UEL).
CAMILA E TALITA SÃO GÊMEAS. POR MAIS QUE POSSAM SER PARECIDAS, CADA UMA TEM SEU JEITO DE SER.

CAMILA GOSTA DE CANTAR E TALITA GOSTA DE DANÇAR.
CADA PESSOA É ÚNICA. OS SEUS GOSTOS, O SEU JEITO DE AGIR, DE FALAR, DE ANDAR, OS SEUS SENTIMENTOS E A SUA HISTÓRIA CONTRIBUEM PARA VOCÊ SER QUEM É: UMA PESSOA MUITO ESPECIAL!
• QUAL JEITO DE SER DE UM AMIGO VOCÊ ACHA ESPECIAL E GOSTA MUITO? CONVERSE COM UM COLEGA SOBRE ISSO. Resposta pessoal.
28
De acordo com ela, os gêmeos idênticos (univitelinos) estão mais suscetíveis a esse tipo de situação, já que, na maioria dos casos, justamente por terem uma mesma fisionomia, as famílias tendem a tratá-los como um verdadeiro combo de “dois em um”. Porém, ainda que possuam o mesmo DNA [...] cada um deles têm impressões e experiências únicas que refletem e moldam a sua personalidade. [...] “Cada um precisa ter as suas próprias roupas. Se necessário, até diferenciá-las com letrinhas, para que
cada um tenha suas vestimentas respeitadas. Quanto aos brinquedos, de preferência, que cada um tenha o seu, mesmo que eles possam partilhar entre si, mas que eles tenham alguma noção de propriedade”, explica a psicanalista. CONEXÃO CIÊNCIA. Gêmeos: parecidos, mas diferentes. Conexão Ciência, 12 out. 2023. Disponível em: https://conexao ciencia.com.br/gemeos-parecidos-mas -diferentes/. Acesso em: 28 ago. 2025.
ATIVIDADES
1. QUAIS DAS CARACTERÍSTICAS A SEGUIR VOCÊ CONSIDERA QUE MAIS COMBINAM COM VOCÊ? PINTE O QUADRADO COM SUA COR FAVORITA. LEMBRE-SE: VOCÊ PODE MARCAR MAIS DE UMA ALTERNATIVA. Resposta pessoal.
TÍMIDO
AGITADO
CARINHOSO
ENGRAÇADO
2. COMPARE AS SUAS RESPOSTAS À ATIVIDADE ANTERIOR COM AS DE UM COLEGA. CONVERSEM SOBRE AS SEMELHANÇAS E AS DIFERENÇAS QUE PERCEBERAM ENTRE VOCÊS.
pessoal.
3. TAINÁ É DO POVO GUARANI E ENSINOU SEUS COLEGAS A JOGAR PETECA, UM BRINQUEDO DE ORIGEM INDÍGENA. COMPARTILHE COM OS COLEGAS E A PROFESSORA ALGO QUE VOCÊ APRENDEU COM OUTRA CRIANÇA. Resposta pessoal.
• O LIVRO DOS SENTIMENTOS, DE TODD PARR. SÃO PAULO: PANDA BOOKS, 2011. NESSE LIVRO VOCÊ VAI DESCOBRIR QUE NOSSO CORPO EXPRESSA OS MAIS DIFERENTES SENTIMENTOS, COMO ALEGRIA E MEDO, E COMO É IMPORTANTE CONVERSAR SOBRE O QUE SENTIMOS COM AS PESSOAS QUE AMAMOS.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. DE CRIANÇA PARA CRIANÇA. A Menina que Tinha Vergonha – Versão Libras. 2018. Vídeo (2min5s). Publicado no canal De Criança para Criança. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=ipZKzZe2W4w&lis t=PL6YnW7obbfhQc_RrltROUw TpeXVN7ZpQH&index=86. Acesso em: 28 ago. 2025.

| PARA O PROFESSOR
LIVRO . CORTEGOSO, Ana Lúcia; CHRISTOVAM, Ana Carolina Camargo, COSER, Danila Secolim. Aprendendo e ensinando crianças a estudar: manual autoinstrutivo para famílias e professores. São Carlos: UFSCar/CPOI, 2019. Disponível em: https://www.sibi.ufscar.br/arqui vos/cpoi/aprendendo-e-ensinando -criancas-a-estudar.pdf. Acesso em: 28 ago. 2025.
Atividade 2. Reforçar a importância de ouvir com atenção e respeitar o tempo de fala do outro.
Atividade 3. Valorizar todas as falas, destacando semelhanças e diferenças entre as experiências.
O desenvolvimento da discussão proposta pela canção e pelas atividades permite explorar a competência geral 9 na medida em que estimula os estudantes a exercitar a empatia e a promover o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos. Ao chamar a atenção para as pessoas com deficiências, a discussão também permite explorar o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo
Assistir ao vídeo do clipe musical “A diferença é o que nos une” pedindo aos estudantes que cantem, acompanhando a letra da música. Perguntar: o que o autor da música quis dizer com o trecho “nosso corpo fala”?
Professor , explicar que, além da fala, podemos nos comunicar por meio de atitudes, demonstrando respeito, carinho, solidariedade, gentileza etc.

| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . MUNDO BITA. A Diferença é o Que nos Une. 2016. Vídeo (3min22s). Publicado no canal Mundo Bita. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=eLtzvypcurE. Acesso em: 2 set. 2025.
LIVRO . CARDOSO, Thais. O fone que não toca música. Uma história infantil sobre autismo, bullying e inclusão. São Paulo: Coleção Conto com Você, 2022.

1. USAR O CORAÇÃO PARA VER SIGNIFICA:
X VER COM CARINHO.
VER COM CALMA.
2. DE QUEM O AUTOR ESTÁ FALANDO QUANDO DIZ “SOMOS ESPECIAIS, QUASE SUPER-HERÓIS”?
DAS CRIANÇAS QUE SE VESTEM DE SUPER-HERÓIS.
X DAS CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA.
3. SABENDO QUE CADA SÍMBOLO EQUIVALE A UMA LETRA, ENCONTRE AS PALAVRAS:


ENCAMINHAMENTO
O trabalho com a página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo.
TEXTO DE APOIO
Deficiências intelectuais e alfabetização: superando desafios Não são poucos e nem pequenos os entrelaçamentos quando nos propomos a discutir alfabetização. [...] Indiscutivelmente é um tema difícil, complexo, de múltipla análise que nos desafia
o tempo todo: [...] Alfabetizar. [...] Há, também, a questão da inclusão escolar como política pública anunciada no desejo de constituição de uma escola para todos - plural, democrática, inclusiva! [...] Ao falar de uma proposta inclusivista, […] falamos de uma nova escola ou de uma escola que se renove e que busque superar a exclusão cotidiana presente em sua organização e em suas práticas. [...].
Embora estejamos avançando na constituição de uma escola que acolhe e procura manter aqueles com deficiência em
seu contexto, infelizmente, ainda temos cometido muitas impropriedades na condução deste processo no cotidiano pedagógico e, muitas vezes, as pessoas com deficiência intelectual apenas ocupam um lugar, sem a garantia da aprendizagem.
Para exemplificar, podemos utilizar a questão da alfabetização (ou a ausência dela). Quantos estão na escola e se alfabetizam? Como a escola tem feito para garantir essa aprendizagem?
[...] Oliveira (2010) ao estudar a questão da apropriação da escrita por estudantes com Síndrome de Down, aponta suas possibilidades de aprendizagem e a importância fundamental da mediação pedagógica como forma de impulsionar o desenvolvimento destes estudantes em direção à escrita. Diz a autora: “A análise dos dados apontou que o envolvimento das crianças com o processo de escrita se ampliou significativamente, de modo que pudemos observar, cada vez mais, uma aproximação com o código linguístico, principalmente de duas delas, as quais apresentavam um maior distanciamento e desinteresse na produção escrita. Foram verificados avanços nas representações gráficas e nas tentativas individuais de escrita. [...]”
OLIVEIRA, Anna Augusta Sampaio de. Avaliação da condição de alfabetização de estudantes com deficiência intelectual no contexto inclusivo. Archivos Analíticos de Políticas Educativas, Arizona, Estados Unidos, v. 23, p. 1-13, 2015. Disponível em: https:// www.redalyc. org/pdf/2750/275041389060. pdf. Acesso em: 3 set. 2025.
• EF01HI02 • EF01CI04
VOCÊ CIDADÃO!
Recomenda-se organizar a aula da seguinte forma:
• Dispor os estudantes em uma roda.
• Realizar a leitura do texto de forma pausada, de modo a favorecer a compreensão da turma.
• Propor perguntas para avaliar a competência leitora dos estudantes, como:
• Quais alimentos foram citados no texto?
• Qual desses alimentos Tati prefere? E Léo?
• Qual desses alimentos Tati e Léo gostam em comum?
Em seguida, desenvolver as atividades da página.
Na atividade 1, perguntar aos estudantes se reconhecem os alimentos mostrados nas imagens. Registrar os nomes na lousa e incentivá-los a copiar no caderno, estimulando a escrita.
Na atividade 2, destaca-se que o termo legume é usado, no dia a dia, para se referir a algumas partes das plantas que geralmente são consumidas após o cozimento. Contudo, os chamados legumes, no uso popular, podem corresponder a diferentes partes da planta. A cenoura, por exemplo, é uma raiz.
A leitura do texto e o desenvolvimento das atividades permitem mostrar novamente para a turma que as pessoas possuem identidades e características diferentes e saber respeitar as diferenças é fundamental
TEXTO 1
Ler com os estudantes o texto a seguir: é com nossas amigas e com nossos amigos que nos divertimos e aprendemos a conviver e a respeitar as diferenças. Toda pessoa é única e especial; então, mesmo que tenham gostos e características parecidos, cada um de nossos amigos tem o próprio jeito de ser.
TER AMIGOS TORNA A NOSSA VIDA MAIS ALEGRE
TATI E LÉO SÃO AMIGOS.
LÉO GOSTA DE MATEMÁTICA E APRENDEU OS NÚMEROS RAPIDAMENTE, MAS AINDA ESTÁ APRENDENDO AS LETRAS DO ALFABETO.
TATI JÁ SABE TODAS AS LETRAS DO ALFABETO, MAS AINDA ESTÁ APRENDENDO OS NÚMEROS.
ELA É ALTA E GOSTA DE PIZZA. ELE É BAIXO E PREFERE SUSHI.
LÉO E TATI SÃO MUITO DIFERENTES, MAS TÊM ALGO EM COMUM: OS DOIS GOSTAM DE CENOURA.
1. LÉO E TATI TÊM MUITOS GOSTOS DIFERENTES. MAS OS
DOIS GOSTAM DE COMER CENOURA! E VOCÊ, DO QUE GOSTA?

MARQUE A SEGUIR OS ALIMENTOS QUE VOCÊ JÁ COMEU
E DOS QUAIS GOSTOU. Resposta pessoal.




2. OS ALIMENTOS ACIMA PODEM SER CHAMADOS DE LEGUMES. EXISTE ALGUM LEGUME DE QUE VOCÊ GOSTE? ESCREVA O NOME DELE NO ESPAÇO A SEGUIR. Resposta pessoal.
para o bom convívio. Além disso, trata-se de uma importante oportunidade para estimular o autoconhecimento dos estudantes, por meio de uma reflexão sobre alimentos de que gostam ou não gostam. Durante esse debate, incentivar a participação da turma, destacando a diversidade das respostas dadas para mostrar como pluralidade é algo normal entre as pessoas.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. Gostosuras Naturais [clipe infantil]. 2017. Vídeo (2min54s). Publicado pelo canal Mundo Bita. Disponível em: https://www. youtube.com/wa tch?v=s6hFi6aU BoQ. Acesso em: 19 set. 2025.
LIVRO. ROSAS, Alejandro. Bibi come de tudo. São Paulo: Scipione, 2019.

TEXTO 2
O elogio contribui para a autoestima e, por consequência, para o fortalecimento da identidade, conceito caro à História.
FAZER E RECEBER ELOGIOS NOS FAZ BEM

AYOMI, QUE TRANÇAS LINDAS! ADORO OS SEUS PENTEADOS!
FAZER ELOGIOS É UMA MANEIRA DE RECONHECER COISAS BOAS NAS PESSOAS COM QUEM CONVIVEMOS. UMA FORMA DE VALORIZAR AS CARACTERÍSTICAS DE NOSSOS AMIGOS É ELOGIÁ-LOS.
1. VOCÊ JÁ RECEBEU UM ELOGIO QUE O DEIXOU MUITO FELIZ? QUAL FOI? Resposta pessoal.
2. RODA DE CONVERSA. COM A ORIENTAÇÃO DA PROFESSORA, PENSE EM UM COLEGA QUE VOCÊ ADMIRA. COMPARTILHE COM OS COLEGAS O MOTIVO DA SUA ADMIRAÇÃO.

Professor, o elogio contribui para a autoestima e, por consequência, para o fortalecimento da identidade, conceito caro à História.
Incentivar os estudantes a relatar qual foi o último elogio que receberam e como reagiram naquele momento. Essa reflexão é uma oportunidade para estimular o autoconhecimento, ajudando-os a perceber situações em que podem se sentir, ao mesmo tempo, constrangidos e valo-
rizados, vivenciando emoções e sentimentos aparentemente conflitantes. Explicar a eles que admirar significa olhar para algo ou alguém com respeito, interesse e apreço. Para nortear a roda de conversa, apresentar alguns exemplos de pessoas que você admira, favorecendo a participação e ampliando o entendimento da turma sobre o tema.
Atividade 2. A atividade roda de conversa contribui para o desenvolvimento da competência geral 10.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. Série Virtudes | Episódio 11 – Amizade. 2019. Vídeo (50min). Publicado pelo canal De Criança para Criança. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v= 3tK58fsOXmU. Acesso em: 3 set. 2025.
TEXTO DE APOIO
A função da roda de conversa
A própria característica física da roda de conversa já proporciona um momento de integração entre os alunos, já que eles deixam de olhar exclusivamente para o professor e passam a olhar para os colegas, o que incentiva o diálogo.
É necessário que todos os estudantes estejam confortáveis e se sintam parte do grupo, se identificando tanto com os professores quanto com os colegas. A roda de conversa é um momento de inclusão, encorajamento e motivação dos alunos.
A roda de conversa é essencial para que o aluno se sinta ouvido e aceito. Neste momento, ele deve se sentir à vontade para se expressar livremente, confiando que suas ideias serão respeitadas.
Da mesma maneira, o professor deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Assim, os estudantes devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
O objetivo da roda de conversa não é somente a aprendizagem de um conteúdo, mas sim a forma como ele é abordado e discutido com a convivência em grupo da turma. O aluno vai desenvolver autonomia e aprender que todos têm a sua vez de participar.
AGENDA EDU. Roda de conversa: como usar essa estratégia na sala de aula. 12 fev. 2020. Disponível em: https://conteudos.agenda edu.com/praticas-pedago gicas/roda-de-conversa/. Acesso em: 9 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
Sobre o autorretrato, leia o que se diz: A definição de autorretrato é a de um retrato feito por um indivíduo de si próprio. Representa o que ele imagina, deseja ou idealiza ser.
PESSOA, Helena G. R. Autorretrato: o espelho, as coisas. Dissertação (Mestrado em Artes). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006. p. 1. Disponível em: https:// teses.usp.br/teses/disponive is/27/27131/tde-03062009-12 0522/publico/4121124.pdf. Acesso em: 29 out. 2025.
• Relacionar a pintura à fotografia da indígena Duhigó.
• Explicar que Duhigó foi a primeira artista indígena do Amazonas a expor suas obras no acervo do Museu de Arte de São Paulo (MASP), um dos museus mais importantes do Brasil e da América Latina.
• Perguntar: o que você gostou na pintura de Duhigó? Achou parecida com a fotografia? Além de ser um exercício de autoconhecimento por permitir observar o próprio reflexo, o autorretrato é uma oportunidade de mostrar aos estudantes que os desenhos, assim como os mapas, cartas, plantas, croquis e demais recursos cartográficos, são formas de representação. Nesse caso, o autorretrato é um desenho cujo objetivo é representar a si mesmo. Há desenhos que podem representar o espaço e as paisagens.
VOCÊ JÁ DESENHOU A SI MESMO? UM DESENHO, UMA
PINTURA OU UMA FOTOGRAFIA QUE UMA PESSOA FAZ DE SI
MESMA RECEBE O NOME DE AUTORRETRATO.
ESTE É O AUTORRETRATO FEITO PELA ARTISTA DUHIGÓ, MULHER INDÍGENA DO POVO TUKANO.
OBSERVE:

ESTA É UMA FOTOGRAFIA DE DUHIGÓ. 2023.
O trabalho com a página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo
TEXTO DE APOIO
O autorretrato de Duhigó
Um elemento importante desta obra, são os grafismos que Duhigó traz em sua face e corpo. O vermelho do motivo facial vem de uma planta chamada carajuru, cujo pigmento é extraído de suas folhas. Era com esse mesmo motivo gráfico que sua mãe e avó se ornamentavam para as fes-
DUHIGÓ. AUTORRETRATO DE DUHIGÓ. 2022. ACRÍLICA SOBRE TELA, 220 CM × 120 CM.

tas [...]. Já o grafismo corporal retratado é realizado por meio de um carimbo de madeira com o qual se imprime o desenho usando tinta de jenipapo. O motivo nos braços é o mesmo encontrado nos maracás. Já aquele na perna de Duhigó remete a Wataporo, borboleta azul que, segundo os Desana, é um “animal pajé”.
DAYCHOUM, Mariam. Uma arte da memória: Duhigó e sua obra. Nexo Jornal, 8 nov. 2022. Disponível em: https://pp.nexo jornal.com.br/opiniao/2022/11/08/uma -arte-da-memoria-duhigo-e-sua-obra. Acesso em: 2 set. 2025.
ATIVIDADES
1. OBSERVE O AUTORRETRATO FEITO POR BEATRIZ.

BEATRIZ COM SEU AUTORRETRATO.
A) QUAIS PARTES DO CORPO BEATRIZ DESENHOU?
Beatriz desenhou a cabeça, os braços, as pernas, o peito e a barriga (tórax e abdômen).
B) VOCÊ JÁ FEZ UM AUTORRETRATO? Resposta pessoal.
BNCC
• EF01CI02 • EF01GE08
ENCAMINHAMENTO
Na atividade 1, auxiliar os estudantes a reconhecer partes do corpo humano representadas por Beatriz em seu autorretrato.
Registrar os termos mencionados pelos estudantes na lousa e pedir que os copiem no caderno, de modo a estimular a escrita.
A atividade possibilita investigar quais nomes e localizações das partes
do corpo humano os estudantes já conhecem, objeto de conhecimento da habilidade EF01CI02, que será explorado ao longo do capítulo. É de se esperar que alguns ainda não estejam familiarizados com termos científicos, como tronco e membros. Nesse primeiro momento, é fundamental acolher as palavras utilizadas pelas crianças. À medida que os termos científicos forem sendo introduzidos, incentivar gradualmente seu uso, ampliando e enriquecendo o vocabulário da turma.
Como as crianças elaboram seus autorretratos?
A experiência de uma professora
“Antes de pedir para a criança fazer seu autorretrato, o que não é nada simples, tento deixá-la familiarizar-se com o tema. Conversamos sobre o que é um autorretrato, observamos vários exemplos de artistas, em diferentes linguagens. Também observamos o rosto do amigo para analisar como são os olhos, o nariz, a boca etc. Peço também para que se olhe no espelho, e só então deixo-a produzir seu retrato segundo os critérios que ela definir. [...]
As crianças são tão precisas que deixam em evidência, em suas produções, os detalhes dos olhos, como os cílios, e as curvas do formato da boca. Detalhes que, talvez, não constariam em suas produções se não tivessem todo esse processo de preparação.” [...]
Além da preparação da imagem, a professora também criou oportunidades para que as crianças pudessem ampliar o próprio conceito de autorretrato. Ela propôs que cada uma discutisse e escrevesse itens de uma lista de suas preferências: que time torce, de que comida mais gosta, do que brinca mais etc.
Pensar sobre essas respostas levou cada uma a falar sobre si e a conhecer mais sobre as outras crianças do grupo, trazendo à tona elementos que podiam compor a construção de uma imagem que as representasse bem, incluindo as particularidades.
FEITOSA, Eliane. Eu sou assim – Como as crianças elaboram seus autorretratos. Avisa Lá, 19 out. 2001. Disponível em: https:// avisala.org.br/index.php/ assunto/conhecendo-a -crianca/eu-sou-assim-como -as-criancas-elaboram-seus -auto-retratos/. Acesso em: 28 ago. 2025.
ENCAMINHAMENTO
O desenvolvimento da atividade 2 permite explorar a competência geral 4, na medida em que os estudantes utilizam expressões corporais e artísticas para se comunicar, partilhar ideias e produzir sentidos que favoreçam o entendimento mútuo. Além disso, mobiliza a habilidade EF01GE08 , pois a turma tem a oportunidade de elaborar desenhos a partir da percepção sobre si mesmo.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. QUINTAL MUSICAL. Auto-Retrato. 2014. Vídeo (2min1s). Publicado pelo canal Quintal da Cultura. Disponível em: https://youtu.be/Hbo OL-3B_y0?si=Flby7vzb JO3Yq45b. Acesso em: 1o set. 2025.
TEXTO DE APOIO
A importância da representação mental do próprio corpo.
A imagem corporal é a representação mental do próprio corpo e do modo como ele é percebido pelo indivíduo. [...]. Dos quatro aos seis anos a criança passa a ter um maior domínio sobre o corpo e a denominar as partes do corpo favorecendo a tomada de consciência que envolve uma percepção de si mais apurada [...].
São as percepções e sensações internas e externas ao corpo que permitem estabelecer, em um momento inicial a consciência sobre localização espacial total, a capacidade e o funcionamento de uma determinada parte do corpo, a consciência inicial sobre a magnitude do esforço necessário para realizar uma
INTEIRO. Resposta pessoal.
determinada ação, e a consciência sobre a posição do corpo e suas partes no espaço durante esta ação. [...]
As figuras das crianças de seis anos se parecem mais com o real pois começam a estruturar sua imagem de corpo; começam a aparecer alguns detalhes como vestimentas; brinco; chapéu; no lugar dos dedos, a criança desenha uma bola imitando as mãos. [...] As noções de esquema corporal dependem, também, do desenvolvimento de outros fatores como lateralidade, posicionamento do corpo no espaço e no tempo e são todas complementares na formação da imagem
corporal e, consequentemente, na identidade do indivíduo.
REPRESENTAÇÃO da autoimagem e esquema corporal em crianças de uma escola pública de Fortaleza. Fiep Bulletin – on-line, [S. l.], v. 84, n. 1, 2014. Disponível em: https://ojs.fiepbulletin.net/fiepbulletin/ article/view/4460. Acesso em: 1o set. 2025.
AO FAZER SEU AUTORRETRATO, VOCÊ DESENHOU SEU CORPO. COM O CORPO NÓS PODEMOS TER CONTATO COM AS PESSOAS E COM O AMBIENTE AO NOSSO REDOR.
ATIVIDADES
1. USE AS LETRAS PARA COMPLETAR OS NOMES DE PARTES DO CORPO HUMANO.

TEXTO DE APOIO
A influência da autoestima na aprendizagem: metodologias para melhorar a autoestima dos alunos
Estudos apontam que a construção da autoestima tem início na infância e sofre influência do meio em que a criança vive, bem como dos seus responsáveis. É possível afirmar ainda que outras instâncias interferem nessa construção, como é o caso do ambiente escolar. [...]
Consideramos [...] que a autoestima está diretamente relacionada com o comportamento do indivíduo. Se considerarmos que a autoestima está em relação direta com o desempenho social do indivíduo, podemos afirmar que ela é o conceito central do desempenho escolar uma vez que a autoestima fornece estímulo e motivação escolar [...].
É por esse motivo que destacamos a importância de trabalhar a autoestima dos alunos haja vista sua relação intrínseca com o desempenho. [...]
BNCC • EF01CI02
ENCAMINHAMENTO O tópico As partes do corpo humano oportuniza o desenvolvimento da habilidade EF01CI02 e da competência específica 7 de Ciências da Natureza. Refletir sobre o fato de que os corpos apresentam diversidade de formas, tamanhos, cores e características, e que todas essas variações fazem parte da condição humana.
Valorizar a singularidade de cada indivíduo, evitando comparações que possam gerar desconforto e reforçando a ideia de que não existe um corpo “certo” ou “errado”.
Essa reflexão favorece o desenvolvimento da autoestima e incentiva uma atitude responsável, com base em princípios éticos, colaborando para o desenvolvimento da competência específica 8 de Ciências da Natureza.
A atividade 1 favorece a mobilização da habilidade EF01CI02. Ao trabalhá-la, perguntar aos estudantes que outras partes do corpo estão representadas na imagem.
HORTA, Renata Furtado; FERREIRA, Marcelo. A influência da autoestima na aprendizagem: metodologias para melhorar a autoestima dos alunos. In: ALMEIDA, Flávio aparecido de. Práticas pedagógicas em educação: a arte de ensinar e aprender v. 1. 2024. p. 45-63.
As atividades 2 e 3 favorecem a mobilização da habilidade EF01CI02
A atividade 3 detalha as partes do corpo humano que formam a cabeça e os membros. Vale destacar que os membros podem ser classificados em membros superiores (braços, antebraços e mãos) e membros inferiores (coxas, pernas e pés). No entanto, em respeito à faixa etária dos estudantes, essa classificação não foi apresentada.
Após a realização desta atividade, sugere-se:
• Retomar o autorretrato feito pelos estudantes na página 36 e pedir a eles que nomeiem todas as partes do corpo que representaram em seu desenho.
• Solicitar que registrem essas palavras, como forma de enriquecer seu aprendizado e estimular a escrita.
2. ESCOLHA TRÊS CORES DIFERENTES E PINTE OS CÍRCULOS
ABAIXO, UM DE CADA COR.
CABEÇA TRONCO MEMBROS
VOCÊ CRIOU UMA LEGENDA!
AGORA, PINTE A CABEÇA, O TRONCO E OS MEMBROS DO MENINO DA IMAGEM A SEGUIR COM AS CORES DA LEGENDA QUE VOCÊ CRIOU.
Produção pessoal.
3. DESENHE:
• UM CÍRCULO NA FRENTE DAS PALAVRAS QUE REPRESENTAM PARTES DO CORPO QUE ESTÃO NA CABEÇA.
• UM TRIÂNGULO NA FRENTE DAS PALAVRAS QUE REPRESENTAM PARTES DO CORPO QUE ESTÃO NOS MEMBROS.
COTOVELO
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. SAGARDOY, Walter. Do jeito que você é. São Paulo: Carrocinha, 2021.

OS OLHOS, AS ORELHAS, O NARIZ, A LÍNGUA E A PELE SÃO PARTES DO CORPO HUMANO QUE PERCEBEM O AMBIENTE E O QUE ACONTECE AO NOSSO REDOR.
COM OS OLHOS PERCEBEMOS AS IMAGENS.
COM AS ORELHAS PERCEBEMOS OS SONS.

COM A LÍNGUA PERCEBEMOS OS SABORES DOS ALIMENTOS.

CRIANÇAS SE ALIMENTANDO.

CRIANÇAS ESCUTANDO UMA HISTÓRIA E VENDO AS IMAGENS DO LIVRO.
COM O NARIZ PERCEBEMOS OS CHEIROS.

CHEIRANDO FLOR.
COM A PELE TOCAMOS AS COISAS E AS PESSOAS E PERCEBEMOS SE ALGO É QUENTE OU FRIO, LISO OU ÁSPERO.
SE CUMPRIMENTANDO.
1. Leia as frases a seguir e identifique a parte do corpo humano a que cada uma delas se refere.
a) Ao chegar em casa, Laura sentiu o cheiro de seu bolo preferido, que havia sido preparado por seu pai.
b) Pedro gosta de escutar músicas com seus amigos.
c) Ao entrar na piscina, Ana percebeu que a água estava gelada.
d) Davi gosta de ver filmes com seus avós.
e) João não gosta de suco de limão, pois tem gosto azedo.
Respostas: a) Nariz. b) Orelhas. c) Pele. d) Olhos. e) Língua.
BNCC
• EF01CI02
ENCAMINHAMENTO O tópico Perceber o ambiente com o corpo dá continuidade ao desenvolvimento da habilidade EF01CI02.
Se considerar adequado, explicar aos estudantes que a maneira como percebemos o ambiente está relacionada aos sentidos do corpo humano, sendo os cinco principais:
• Visão: relacionada à percepção de luz; os olhos são os órgãos responsáveis.
• Audição: relacionada à percepção de sons; as orelhas são os órgãos responsáveis.
• Tato: relacionado à percepção de texturas, temperatura, pressão e dor; a pele é o órgão responsável.
• Olfato: relacionado à percepção de cheiros; o nariz é o órgão responsável.
• Paladar: relacionado à percepção de gostos; a língua é o órgão responsável.
Vale destacar que existe uma diferença entre os termos gosto e sabor. O gosto refere-se ao paladar e inclui cinco sensações básicas: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Já o sabor diz respeito à experiência completa de degustar um alimento, envolvendo não apenas o paladar, mas também outros sentidos, como o olfato e até a textura percebida pelo tato, que contribuem para a percepção global do alimento.
Ao iniciar a aula, realizar a análise da imagem, utilizando perguntas norteadoras como:
• O que está representado na cena?
• Que esporte os atletas estão praticando?
• Por que os atletas estão usando vendas nos olhos?
Após a leitura do texto, sugere-se explicar que as paralimpíadas compreendem uma competição esportiva internacional para pessoas com deficiências físicas, visuais ou intelectuais.
Promover uma reflexão sobre a importância de competições como essa, que incentivam a inclusão no esporte.
Em relação ao esporte citado, o futebol de cinco (ou futebol de cegos), explicar que é uma modalidade adaptada para atletas com deficiência visual. Nessa modalidade, a bola possui guizos (sinos) para que os atletas possam localizá-la pelo som. Além disso, apenas o goleiro possui visão total. Todos os jogadores de linha utilizam vendas nos olhos. Isso é importante porque garante igualdade entre os atletas, já que alguns podem ter diferentes níveis de visão. Assim, todos jogam nas mesmas condições.
O trabalho com a página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo
ACOMPANHE A LEITURA DO TEXTO PELA PROFESSORA.
FUTEBOL DE CINCO
AS PARALIMPÍADAS SÃO JOGOS ESPORTIVOS PARA PESSOAS COM ALGUM TIPO DE DEFICIÊNCIA.
UM DOS ESPORTES É O FUTEBOL DE CINCO. NELE OS JOGADORES NÃO ENXERGAM A BOLA.
A BOLA TEM UM SINO DENTRO. O SOM DO SINO AJUDA OS ATLETAS A ENCONTRAR E A CHUTAR A BOLA.
ATÉ 2025, O BRASIL TINHA SIDO CAMPEÃO PARALÍMPICO CINCO VEZES NESSE ESPORTE.

1. O QUE É PARALIMPÍADA?
São jogos esportivos para pessoas com algum tipo de deficiência.
JOGO DE FUTEBOL DE CEGOS ENTRE BRASIL E COLÔMBIA. PARALIMPÍADAS DE PARIS, 2024.
2. MARQUE A PARTE DO CORPO QUE OS JOGADORES USAM PARA PERCEBER O SINO E ENCONTRAR A BOLA.
MÃOS
PÉS OLHOS X ORELHAS
3. VOCÊ ACHA IMPORTANTE QUE EXISTAM AS PARALIMPÍADAS? POR QUÊ?
Espera-se que os estudantes digam sim, pois incluem as pessoas com deficiência, dando a elas a oportunidade de serem reconhecidas e aprenderem com a prática de esportes.
O esporte na inclusão social das pessoas com deficiência
A inclusão social de pessoas com deficiência (PCD) [...] demanda [...] transformações da sociedade, de modo a proporcionar oportunidades de participação social plena. [...].
Isso é possível, entre outras formas, por meio [...] de fenômenos socioculturais [...] como o esporte. [...] [O] aumento das ofertas de atividades esportivas para esse público, e transformações de estruturas sociais que permitem uma
participação mais ampla das PCD no campo esportivo, fortalecem a importância do esporte como um dos possíveis meios de facilitação de processos de inclusão social.
MARQUES, Renato Francisco Rodrigues. A contribuição dos Jogos Paralímpicos para a promoção da inclusão social: o discurso midiático como um obstáculo. Revista USP, São Paulo, n. 108, p. 87-96, jan./mar. 2016.
4. AGORA, A PROFESSORA VAI FAZER A LEITURA DA LETRA DE UMA CANTIGA TRADICIONAL BRASILEIRA. APONTE NO SEU
CORPO AS PARTES CITADAS DURANTE A LEITURA. DEPOIS, ENSAIE E CANTE A CANTIGA COM TODA A TURMA.
CABEÇA, OMBRO, JOELHO E PÉ
JOELHO E PÉ
CABEÇA, OMBRO, JOELHO E PÉ
JOELHO E PÉ
OLHOS, ORELHAS, BOCA E NARIZ
CABEÇA, OMBRO, JOELHO E PÉ
CANTIGA POPULAR ADAPTADA.

• COMPLETE AS FRASES CORRETAMENTE COM AS PALAVRAS DO QUADRO.
JOELHO • NARIZ • COTOVELO • BOCA
MÃO • BRAÇO • PERNA
A)

B)

BNCC • EF01CI02
ENCAMINHAMENTO
GABRIEL TOMOU VACINA E A ENFERMEIRA COLOCOU
UM CURATIVO NO braço DELE.
ARACI TROPEÇOU, CAIU E RALOU
UM joelho . POR ISSO, SUA MÃE FEZ UM CURATIVO NELA.
A atividade 4 possibilita o trabalho integrado entre Ciências da Natureza, mobilizando a habilidade
EF01CI02, e Arte, colaborando para o desenvolvimento da habilidade
EF15AR14: Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos,
brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical. Reservar um momento da aula para que os estudantes ensaiem a cantiga e os movimentos, de modo que consigam executá-los em sincronia com a letra e com os colegas da turma.
Nesta seção, os estudantes devem interpretar tanto as informações do texto quanto a cena apresentada na imagem, identificando a qual parte do corpo cada situação representada se refere. De modo a aproveitar outras palavras do quadro que não foram utilizadas, sugere-se realizar a atividade da seção +Atividades.
1. Identifique a parte do corpo relacionada a cada situação a seguir.

a) Pedro ajudou seu pai a preparar um pão e sujou a de farinha.

b) Ao sentir o cheiro do peixe fresco, Bárbara tapa o rapidamente. Respostas: a) Mão. b) Nariz.
Para trabalhar a seção, sugere-se:
• Realizar uma leitura pausada do texto apresentado, verificando se os estudantes estão acompanhando e compreendendo as informações de cada trecho.
Professor(a), ter sensibilidade com turmas que incluam crianças com deficiência. As frases “tenho dez dedos que movo bem” e “movimento os braços e as mãos também” devem ser abordadas com cuidado para evitar reforçar a ideia de que o corpo sem deficiência é o padrão. Valorizar a diversidade corporal, destacando que cada pessoa realiza gestos e ações de maneiras próprias e que os corpos são únicos e podem não ser iguais no sentido trazido pelo poema.
• Auxiliar a análise da imagem, solicitando que os estudantes descrevam as situações representadas.
Se considerar oportuno, comentar com a turma que os sentidos do corpo humano são fundamentais para observar as paisagens e identificar os elementos existentes em determinada porção do espaço. Explicar que, com os olhos, é possível identificar os elementos; com o nariz, sentir os aromas; com a pele, perceber a temperatura, a umidade e o vento.
ACOMPANHE A LEITURA DO TEXTO PELA PROFESSORA. MEU CORPO
EU TENHO DOIS OLHOS
QUE SÃO PARA OLHAR.
E MEU NARIZ
SERVE PARA CHEIRAR.
EU TENHO UMA BOCA
PARA ME ALIMENTAR.
TENHO DUAS ORELHAS
QUE SÃO PARA ESCUTAR.
TENHO DUAS PERNAS E TENHO DOIS BRAÇOS: SERVEM PARA ANDAR E DAR ABRAÇOS.
MOVIMENTO OS BRAÇOS E AS MÃOS TAMBÉM.
TENHO DEZ DEDOS QUE MOVO BEM.
RUTH ROCHA; ANNA FLORA. MEU CORPO. SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 2017. P. 4-7.
INDIQUE O NOME DA PARTE DO CORPO USADA POR CADA CRIANÇA DA IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA A SEGUIR.

1. Contorne no texto as palavras que se referem a partes do corpo.
2. Escreva no caderno as palavras que foram contornadas.
3. No caderno, faça um desenho que represente cada uma dessas partes do corpo.
Respostas: 1. Olhos, nariz, boca, orelhas, pernas, braços, mãos e dedos.
LIVRO. CASTRO, Inês de; CASTRO, Ilíada de. Que cheiro é esse? Literíssima, 2023.

VOCÊ JÁ REPAROU QUE ALGUMAS PARTES DO CORPO ESTÃO PRESENTES NOS DOIS LADOS DO NOSSO CORPO? POR EXEMPLO: TEMOS DOIS PÉS, DOIS JOELHOS, DOIS COTOVELOS, DUAS MÃOS, DOIS OMBROS, DUAS ORELHAS.
ENTÃO, PARA DIFERENCIAR UM LADO DO OUTRO, USAMOS AS PALAVRAS DIREITA E ESQUERDA.
BNCC
• EF01CI02
• EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
ATIVIDADES A CRIANÇA LEVANTOU SEU BRAÇO DIREITO.
1. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR.
AGORA, A CRIANÇA LEVANTOU SEU BRAÇO ESQUERDO.
OLHANDO PARA A IMAGEM, REPITA ESSE MOVIMENTO.
Em relação à lateralidade, de acordo com Saiz (2006), é preciso considerá-la como um dos elementos essenciais no que diz respeito à orientação espacial. De acordo com a autora, em muitas atividades cotidianas, usamos a dominância lateral: para pegar objetos, vestir, escrever, desenhar, comer, virar-se, para ir de um lado para outro, etc. No entanto, a autora ressalta que as noções de lateralidade e de localização não são evidentes e exemplifica afirmando: […]
além do espaço que circunda um sujeito, o mesmo corpo pode ser orientado
OLHANDO PARA A IMAGEM, FAÇA O MESMO MOVIMENTO.
27/10/25 13:22
e falamos assim de sua parte direita e de sua parte esquerda que se mantêm constantes por meio dos deslocamentos ou dos movimentos do sujeito. Não acontece a mesma coisa com os objetos que foram orientados a partir do corpo: os que, em um dado momento, podem estar à direita de João, quando este se vira, passam a se encontrar à sua esquerda, embora as partes direita e esquerda de seu corpo continuem sendo as mesmas. Da mesma forma, se modifica a localização dos objetos quando são utilizadas as referências de na frente ou atrás a partir do próprio corpo.
Explorar a noção de direita e esquerda é fundamental para dar início ao processo de construção da orientação espacial e da lateralidade dos estudantes. Ao aprender a utilizar essas noções, eles serão capazes de descrever a posição de objetos no espaço, habilidade essencial para a interpretação de mapas e para o desenvolvimento do pensamento espacial e do raciocínio geográfico. É importante explicar que a posição de direita e esquerda depende sempre do ponto de referência, seja o próprio indivíduo, seja outro objeto.
SILVA, Leonisia Bertolina da. O ensino de Geometria Anos Iniciais do Ensino Fundamental: Noções de espaço, ponto de referência e lateralidade. Universidade São Francisco. 2017. p. 50-51. Disponível em: https://www.usf. edu.br/galeria/getImage/ 385/21360196922322965. pdf. Acesso em: 9 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
Auxiliar os estudantes em cada uma das atividades separadamente. Acompanhar cada etapa e identificar aqueles que precisam de mais explicações e práticas para adquirir a noção de lateralidade. Se possível, organizar duplas para que os estudantes se apoiem e trabalhem de modo colaborativo nas atividades 2, 3 e 4, para que se ajudem mutuamente; enquanto isso, circular pela sala de aula resolvendo as dúvidas.
TEXTO DE APOIO
A alfabetização cartográfica é um processo de ensino/aprendizagem para o desenvolvimento das estruturas cognitivas e habilidades que possibilitam a eficácia da leitura de mapas. [...] A alfabetização cartográfica também é conhecida como “alfabetizar para a leitura de mapas” e é proposta para que seja estudada com a mesma atenção e cuidado metodológico com que se toma a alfabetização para a leitura da escrita. [...]
Para que o educando construa sua noção de espaço e possa interagir com ele, é necessário ocorrer uma alfabetização cartográfica. De acordo com Simielli (1996), a alfabetização cartográfica supõe noções de: alfabeto cartográfico; construção da noção de legenda; proporção e escala; lateralidade; referências e orientação.
Geografia e educação I p. 40. Universidade Federal de Santa Maria – Centro de educação – Curso de educação
2. AGORA, DESENHE O CONTORNO DE SUA MÃO DIREITA NO ESPAÇO A SEGUIR.
Produção pessoal.
A)
B) ESSA É A MÃO COM A QUAL VOCÊ ESCREVE?
SIM. NÃO. Resposta pessoal.
a distância em Pedagogia. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/ bitstream/handle/1/18303/Curso_ Lic-Pedag_Geografia-Educacao. pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 9 out. 2025.
Jogando com as cores
Materiais
Cartolinas com círculos grandes coloridos, lista com posições especificando cada cor com uma parte do corpo. Vamos lá
Com a lista de posições do corpo, falar item por item até que acabe uma posição completa; ex: mão direita na bola roxa, pé esquerdo na bola amarela...
Quem cair ou não conseguir, perde. Brincadeiras de pátio. Instituto Fazendo História. Disponível em: https://www. fazendohistoria.org.br/brincadeiras. Acesso em: 9 out. 2025.
3. AGORA, DESENHE O CONTORNO DE SUA MÃO ESQUERDA NO ESPAÇO A SEGUIR.
MINHA MÃO ESQUERDA
Produção pessoal.
A) CIRCULE NA IMAGEM A MÃO QUE VOCÊ CONTORNOU.
B) ESSA É A MÃO COM A QUAL VOCÊ ESCREVE?
SIM. NÃO. Resposta pessoal.
BNCC
• EF01CI02 • EF01GE08 • EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com a dupla de páginas contribui para o desenvolvimento da competência específica 4 de Geografia.
ATIVIDADES
Com a ajuda do professor, vamos ouvir a música e cantar fazendo movimentos adequados.
Vamos aprender com música?
Direita esquerda!
Perna direita, perna esquerda
Vamos caminhar
Para frente e para trás, nós vamos brincar
Prum lado, pro outro...
Direita, esquerda, vamos lá!
Prum lado, pro outro, pra lá, e pra cá.
Braço direito, braço esquerdo
Pra movimentar
Para cima e para baixo, nós vamos brincar
Prum lado pro outro...
E agora a cabecinha vamos balançar
Para cima e para baixo nós vamos brincar
Prum lado, pro outro...
ELIANA. Direita
Esquerda. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=pkz8nrOMSTc. Acesso em: 9 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Você é canhoto, destro ou ambidestro?
A maioria das pessoas escreve com a mão direita, pega as coisas com a direita, quando vai chutar uma bola, vem sempre na frente o pé direito, e assim por diante. Por causa dessa grande parte de pessoas com habilidade maior do lado direito, vivemos num mundo onde tudo é mais fácil para quem usa esse lado do corpo. Mas e quem tem mais facilidade com o lado esquerdo, ou seja, os canhotos, como é que ficam?
Carolina Souza Corrêa, de 10 anos, afirma que às vezes passa por dificuldades. “Na escola, por exemplo, pediram este ano caderno espiral e fica machucando a minha mão”, conta. Já para tocar instrumentos, Carolina precisou que fossem adaptados para a mão esquerda como o violão e o ukulele, um instrumento havaiano. “Teve de trocar todas as cordas para mim, então ter maior habilidade com a esquerda dá esse trabalho...” [...].
Algumas pessoas têm habilidades com os dois lados do corpo, o direito e o esquerdo. Por isso, são chamadas de ambidestras. É o caso de Nicole Sloboda de Oliveira, 9 anos. Ela é capaz de escrever com as duas mãos e sai tudo certinho! “Para mim é normal. Eu gosto de fazer tudo com as duas mãos, mas tenho usado agora mais a direita”, afirma.
VOCÊ É canhoto, destro ou ambidestro? Jornal Cruzeiro do Sul, 17 mar. 2019. Disponível em: https:// www.jornalcruzeiro.com.br/ suplementos/especial -cruzeirinho/voce-e-canhoto -destro-ou-ambidestro. Acesso em: 9 out. 2025.
• EF01CI02
• EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
A atividade proposta mobiliza novamente a habilidade EF01GE09 , incentivando os estudantes a identificar a posição da esquerda e da direita, utilizando como referência o próprio corpo e o corpo do colega. Trata-se de uma oportunidade para aprofundar esses conhecimentos, que serão imprescindíveis para a interpretação de mapas e para o desenvolvimento do pensamento espacial.
Ao terminar a brincadeira proposta na atividade 4, fazer uma roda de conversa para compartilhamento das impressões e verificação das aprendizagens.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . FORMIGA Balão – Minhas mãos (Clipe Oficial). 2020. Vídeo (4min53s). Publicado pelo canal Formiga Balão. Disponível em: https:// www.youtube.com/wa tch?v=3PNtgUr4gVc. Acesso em: 15 set. 2025.
LIVRO. TAS, Sirsel. Esquerda, Direita : para canhotos e destros. São

4. FIQUE DE FRENTE PARA UM COLEGA. REALIZE OS MOVIMENTOS DESCRITOS A SEGUIR E RESPONDA ÀS ATIVIDADES. DEPOIS, TROQUE DE LUGAR COM ELE.
Respostas pessoais.
A) PEÇA AO COLEGA QUE LEVANTE UMA DAS MÃOS. QUAL MÃO SEU COLEGA LEVANTOU?
DIREITA. ESQUERDA.
B) PEÇA AO COLEGA QUE LEVANTE UMA DAS PERNAS
DOBRANDO O JOELHO.
QUAL PERNA SEU COLEGA LEVANTOU?
DIREITA. ESQUERDA.
C) PEÇA AO COLEGA QUE MEXA EM UMA ORELHA. EM QUAL ORELHA SEU COLEGA MEXEU?
DIREITA. ESQUERDA.
Com a ajuda do professor, ouçam e aprendam música. Depois, cantem fazendo gestos adequados.
Eu já sei dizer qual é o meu lado direito
Eu já sei dizer qual é o meu lado esquerdo
Braço direito, braço direito
Braço esquerdo, braço esquerdo
Braço esquerdo, braço direito
Braço direito, braço esquerdo
Braço esquerdo, braço direito
Eu já sei
Perna direita Olho direito
Minha mão esquerda está do lado do coração
Com minha mão direita eu cumprimento o meu amigo
E com os meus dois braços eu lhe dou um abração!
CARDOSO, Márcio. Direita Esquerda. CD Terra EnCantada. 2018. Vídeo (3min41s). Publicado pelo canal Marcio Cardoso. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=H9fYc3r8j TU&list=RDH9fYc3r8jTU&start_radio=1. Acesso em: 3 set. 2025.
5. USANDO NOSSO CORPO, PODEMOS IDENTIFICAR DIREÇÕES OU LOCALIZAR ALGO QUE ESTEJA AO NOSSO LADO, EMBAIXO OU EM CIMA, EM FRENTE OU ATRÁS DE NÓS.

• IMAGINE QUE VOCÊ ESTÁ NA MESMA POSIÇÃO QUE MANOELA. COMPLETE O QUADRO COM AS LETRAS QUE FALTAM.
A) NA CARTEIRA DE MANOELA, DO LADO DIREITO, TEM UM
B) NA CARTEIRA DE MANOELA, DO LADO ESQUERDO, TEM UM
C) EMBAIXO DA CARTEIRA DE MANOELA TEM UM
D) EM FRENTE DE MANOELA TEM UMA
BNCC • EF01CI02 • EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
Na atividade 5, a criança da ilustração está sentada de costas, com o intuito de trabalhar a lateralidade, neste momento sem reversibilidade. Se necessário, reproduza a cena com os estudantes, principalmente com aqueles que precisam praticar mais para adquirir a noção de lateralidade.
Me localizando no espaço Escolha cinco alunos para participar da brincadeira, explicando a dinâmica do jogo para o restante da turma. Um aluno deve ficar no centro e os outros alunos ao seu redor, cada um em uma posição: à frente, atrás, à direita e à esquerda. O professor deve perguntar ao aluno do centro: quem está à sua frente? E atrás? E à direita? E à esquerda? O aluno deve responder a uma pergunta de cada vez. Se o aluno não acertar, a professora (or) deve fazer a correção explicando o conceito
de localização ao aluno. Depois da primeira rodada de perguntas, os alunos ao redor trocam de posição e o aluno do centro deve responder novamente às quatro perguntas.
Se a sua turma tiver dificuldades com o conceito de direita e esquerda, você pode criar símbolos para cada um desses conceitos e desenhá-los, com tinta própria para pele, nas costas das mãos dos alunos. Ou, ainda, se sua turma já estiver nesse nível, desenhar as letras E e D. Isso pode ajudá-los a relacionar as imagens às localizações.
Me localizando no espaço. IBGE educa –professores. https://educa. ibge.gov.br/professores/ educa-atividades/17604-melocalizando-no-espaco.html. Acesso em: 9 out. 2025.
Quando ainda bem pequenos, os seres humanos experenciam o espaço com o próprio corpo. [...] A palavra, como elemento mediador, possibilita a inserção da experiência espacial no contexto da cultura.
O conhecimento direto ou sensível dos objetos do espaço onde eles existem, associados à ação sobre os mesmos, uma outra significância quando são designados por palavras que indicam situações espaciais. As designações: na frente, atrás, do lado de, em cima, embaixo, dentro, fora etc. são um modo indireto de conhecer o espaço. O pensamento espacial, portanto, materializa-se na linguagem (inicialmente na fala). Por meio da integração dessas duas fontes de conhecimento (direto ou sensível e indireto ou verbal), acontece o pensamento espacial.
ALMEIDA, R. D. Cartografia escolar e pensamento espacial. Signos Geográficos. Goiânia, v. 1, p. 4, 2019.
ENCAMINHAMENTO
Na atividade, os estudantes irão criar um modelo que representa, em tamanho real, cada um deles. Para isso, é necessário preparar previamente o espaço e os materiais, como rolo de papel kraft, lápis grafite, borracha, lápis de cor, tinta guache, pincéis, tesoura de pontas arredondadas e, se pertinente, barbante, botões e pedaços de tecido.
A atividade prática será realizada em duplas: enquanto um estudante se deita sobre o papel kraft, o colega faz o contorno do corpo com o lápis, cuidando para não pressionar demais. Em seguida, os estudantes trocam de função para que ambos tenham seu contorno registrado.
Dar início ao desenvolvimento da atividade organizando os estudantes em duplas. Ler coletivamente os procedimentos e orientar as duplas a realizar cada etapa antes de prosseguir. Depois, auxiliar na identificação dos lados esquerdo e direito do corpo, tanto observando o desenho de frente quanto de costas.
Vale lembrar que, caso não seja possível desenvolver a proposta como descrita no livro, chamar ou sortear apenas um estudante para ser o modelo e outro para contornar o corpo. Os estudantes podem, depois de anotar os lados do corpo, decorar os bonecos se houver tempo. Outra possibilidade é ter um
6. VAMOS FAZER UMA REPRESENTAÇÃO DO SEU CORPO NA FORMA DE UM DESENHO?
Professora, providenciar os materiais para a realização da atividade antecipadamente.
• VOCÊ VAI TRABALHAR EM DUPLA COM UM COLEGA. CADA UM VAI FAZER O CONTORNO DO CORPO DO OUTRO.
PROCEDIMENTO
1. ESTIQUE O PAPEL NO CHÃO E PEÇA AO COLEGA QUE SE DEITE SOBRE O PAPEL.
2. COM UMA CANETA, CONTORNE O CORPO DO COLEGA. ESCREVA NO PAPEL DO CONTORNO A LETRA D NO LADO DIREITO E A LETRA E NO LADO ESQUERDO.
3. ESTENDA OUTRO PAPEL NO CHÃO E DEITE SOBRE ELE.
AGORA SEU COLEGA VAI CONTORNAR O SEU CORPO E IDENTIFICAR OS LADOS.

A) OLHANDO DE FRENTE PARA O PAPEL, O SEU LADO ESQUERDO É O MESMO QUE ESTÁ COM A LETRA E NO CONTORNO?
Espera-se que os estudantes reconheçam que não, pois os lados estão invertidos.
B) FIQUE DE COSTAS PARA O PAPEL. O SEU LADO ESQUERDO É O MESMO QUE ESTÁ COM A LETRA E NO CONTORNO?
Espera-se que os estudantes reconheçam que sim.
modelo pronto e levá-lo à sala de aula. Nesse caso, dê um nome ou faça uma votação para os estudantes escolherem o nome do boneco. É necessário identificação entre os estudantes e o objeto usado na mediação da aprendizagem. O desenho do corpo pode ser fixado na parede da sala de aula.
C) COLOQUEM TODOS OS CONTORNOS DA TURMA, UM AO LADO DO OUTRO, E COMPAREM: OS TAMANHOS DOS CORPOS SÃO TODOS IGUAIS? POR QUÊ?
Não, os tamanhos são diferentes porque as crianças da turma têm tamanhos diferentes.

D) NO SEU CONTORNO, DESENHE E PINTE O ROSTO, O CABELO E AS ROUPAS. Produção pessoal.
E) POR FIM, ESCREVA NO SEU CONTORNO AS PARTES DO CORPO QUE VOCÊ APRENDEU.
Os estudantes deverão escrever as partes do corpo estudadas: cabeça, tronco, pescoço, braços, pernas, mãos e pés.
7. QUAL DESENHO MELHOR REPRESENTA O SEU CORPO NA REALIDADE?
Se necessário, pedir para os estudantes observarem o autorretrato da página 36.
O AUTORRETRATO.
X O CONTORNO DO CORPO.
• POR QUE EM UM DOS DESENHOS NÃO É POSSÍVEL REPRESENTAR SEU CORPO NO TAMANHO REAL?
Porque o tamanho da página do livro é menor do que o tamanho do corpo real.
BNCC
• EF01CI02
• EF01CI04
• EF01GE08
• EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
Com o desenho pronto, antes de recortá-lo, sugere-se propor a cada estudante personalizar seu modelo, destacando e identificando partes do corpo, como cabeça, tronco, braços, mãos, pernas e pés. Para isso, poderão utilizar lápis de cor e tinta guache, acrescentando detalhes que os representem.
27/10/25 13:22
Caso sejam usados materiais adicionais, como barbante ou botões, estes poderão servir para criar cabelos, olhos, roupas ou acessórios. A escolha por esses recursos adiciona relevo e texturas ao modelo, o que favorece a exploração tátil, contribuindo para a inclusão de estudantes com deficiência visual (para aprofundar o assunto, sugere-se a leitura do livro indicado em Para o professor).
Após a personalização dos modelos, o professor será responsável por re-
cortá-los. É importante que esse procedimento seja realizado exclusivamente pelo docente, a fim de garantir a segurança dos estudantes e evitar possíveis acidentes com o uso da tesoura. Nesta etapa, organizar todos os desenhos no chão e promover uma reflexão sobre a diversidade das características físicas como algo natural entre as pessoas. Retomar as principais partes do corpo e explicar que muitos desenhos são formas de representação dos objetos e das pessoas em escala reduzida, assim como acontece nos mapas. Essa etapa deve ser conduzida com sensibilidade e respeito, incentivando a valorização das particularidades de cada estudante. Reforçar o respeito ao corpo e às características individuais de cada estudante colabora para o desenvolvimento da competência específica 7 de Ciências da Natureza. O desenvolvimento dessa atividade possibilita a exploração da interdisciplinaridade, mobilizando as habilidades EF01CI02 e EF01CI04, de Ciências da natureza, e as habilidades EF01GE08 e EF01GE09, de Geografia.
| PARA O PROFESSOR
LIVRO . SILVA, Gustavo Thayllon França. Deficiên cia visual e práticas inclusivas . Curitiba: IESDE, 2023.

ENCAMINHAMENTO
Para dar início ao trabalho com esta página, pode-se perguntar:
• Atualmente, blusas de tamanhos dois ou quatro servem em vocês? E sapatos de número 20 calçam seus pés?
• O crescimento de seus cabelos e de suas unhas também é uma forma de perceber a passagem do tempo?
• Vocês sentiram o tempo passar?
Em seguida, sugere-se desenvolver o tema com os estudantes por meio de três tópicos:
• As modificações que já aconteceram com eles desde o nascimento.
• As modificações que poderão acontecer com eles.
• As modificações que já ocorreram com os amigos deles.
Na atividade 1, espera-se que os estudantes respondam que é possível perceber que suas mãos são maiores do que a de um bebê e que essa diferença de tamanho está relacionada com a passagem do tempo.
Professor, o tempo é uma categoria central da História.
A discussão sobre a percepção da passagem do tempo por meio das mudanças observadas no próprio corpo fornece subsídios para que os estudantes possam compreender futuramente que as paisagens e o espaço geográfico estão em constantes transformações naturais e materiais. O desenvolvimento do raciocínio espaço temporal é fundamental
HÁ VÁRIAS MANEIRAS DE PERCEBER O PASSAR DO TEMPO. UMA DELAS É OBSERVAR AS MUDANÇAS OCORRIDAS NO NOSSO CORPO.
1. A MÃO QUE VOCÊ VÊ É DE UMA CRIANÇA PEQUENA. COLOQUE A PALMA DA SUA MÃO SOBRE A IMAGEM E RESPONDA:

• O QUE É POSSÍVEL PERCEBER COMPARANDO A SUA MÃO COM A MÃO DA IMAGEM?
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que suas mãos são maiores que a da imagem.
no campo das Ciências Humanas, oferecendo as condições necessárias para que, durante o processo de formação, os estudantes possam compreender, interpretar, analisar e avaliar o significado e os impactos das ações humanas no passado, presente e futuro.
O tempo é um articulador da vida, é ele que corta, amarra ou tece a vida: individual e social. É o tempo que nos evidencia que temos um passado comum, uma memória e uma história:
que é preciso compreender esse passado, mas também distanciar-se dele para não ficar aprisionado, repetindo-o. Compartilhar a experiência do passado para, assim, pensar e projetar possibilidades para o futuro. Viver o presente. É o tempo que nos oferece a dimensão de durabilidade, de construção de sentidos para a vida, seja ela pessoal ou coletiva. BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Tempo e Cotidiano – tempos para viver a infância. In: Leitura: Teoria & Prática, Campinas, v. 31, n. 61, p. 213-222, nov. 2013. Disponível em: https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/ view/185. Acesso em 23 set. 2025.
2. MARQUE UM X NAS ATIVIDADES QUE VOCÊ FAZIA QUANDO
ERA BEBÊ E AGORA NÃO FAZ MAIS. Resposta pessoal.
ENGATINHAR.
BRINCAR.
ASSISTIR A DESENHOS NA TELEVISÃO.
TOMAR MAMADEIRA.
PEDIR COLO.
PASSEAR NO CARRINHO.
3. AGORA, EXPLIQUE POR QUE VOCÊ NÃO REALIZA MAIS
ESSAS ATIVIDADES.
OUTRA MANEIRA DE PERCEBER O PASSAR DO TEMPO É OBSERVANDO, POR EXEMPLO, O CRESCIMENTO DAS PLANTAS. ESTE GIRASSOL, QUE JÁ FOI PEQUENINO E DE TAMANHO MÉDIO, AGORA ESTÁ EM SUA PLENITUDE!
Professora, se necessário, explicar aos estudantes que estar em plenitude significa estar completo, totalmente desenvolvido.

O GIRASSOL É UMA PLANTA QUE EMBELEZA OS AMBIENTES, COMO OS JARDINS E AS MORADIAS. SUAS SEMENTES SÃO ALIMENTO DE ALGUMAS AVES E DE SERES HUMANOS. DAS SUAS SEMENTES TAMBÉM SE FABRICA UM TIPO DE ÓLEO USADO PARA COZINHAR.
Crescimento do feijão
• Materiais necessários: copo de iogurte vazio, algodão, sementes de feijão, etiqueta, folha de papel sulfite e canetas hidrocor.
1. Vamos plantar um pé de feijão e observar o crescimento dele durante uma semana. Cada estudante vai plantar de duas a três sementes em seu copinho com algodão. Escrevam seu nome na etiqueta para identificar sua plantação.
2. Criem uma linha do tempo com desenhos para registrar as mudanças que vão acontecendo com o pé de feijão.
O que é tempo?
Essa é a primeira pergunta a ser feita quando são trabalhadas as relações temporais. Pode-se admitir como alguns historiadores, que tempo é uma categoria mental que não é natural, nem espontânea, nem universal. Levar em
EF01HI01
ENCAMINHAMENTO
Para dar início a uma aula dialogada, pode-se perguntar:
• O que é o tempo?
• Como podemos perceber a passagem do tempo?
Para começar o trabalho com esta página, pode-se perguntar:
• Vocês já ajudaram a plantar uma árvore? Já acompanharam seu crescimento? Já comeram uma fruta que acabou de ser tirada do pé? Já pararam à sombra de uma árvore para se proteger do Sol?
• Vocês já viram uma planta crescer? O que ela precisa para sobreviver?
• Repararam que também podemos perceber a passagem do tempo acompanhando o crescimento de uma planta?
consideração essas características de tempo significa entender suas consequências para o trabalho do historiador e para o ensino da História.
SCHMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo: Scipione, 2009.
ENCAMINHAMENTO
Apresentar exemplos de objetos usados no passado e no presente que poderão ser usados no futuro e propor a resolução da atividade. Depois de explorar as noções de passado, presente e futuro, certificar-se de que todos compreenderam o conteúdo, incentivando-os a relatar quais atividades fizeram no dia anterior, quais estão fazendo agora e quais planejam fazer no dia seguinte. As atividades sobre esse tema permitem novamente desenvolver o pensamento espaço-temporal, ampliando o repertório e preparando a turma para as discussões futuras sobre fenômenos geográficos que ocorrem em diferentes escalas espaciais e temporais, como os ritmos da natureza.
O PASSADO DIZ RESPEITO AO QUE FOI OU ACONTECEU. O PRESENTE DIZ RESPEITO AO QUE É OU ACONTECE. E O FUTURO, AO QUE SERÁ OU ACONTECERÁ.
1. CONTORNE DE LARANJA OS OBJETOS QUE FAZEM PARTE DO SEU PASSADO, DE AZUL OS OBJETOS QUE VOCÊ USA NO PRESENTE E DE VERMELHO OS OBJETOS QUE VOCÊ PODERÁ USAR NO FUTURO. Laranja: 2, 4, 6. Azul: 1, 5. Vermelho: 3 e 7






Escrever na lousa o trava-línguas a seguir. Depois, ler com os estudantes em ritmo lento e ir aumentando aos poucos, para que eles se sintam desafiados a acompanhar o ritmo e a pronunciar corretamente as palavras. O trabalho com trava-línguas estimula a linguagem oral, a memória e o raciocínio lógico.
O TEMPO PERGUNTOU PRO TEMPO QUANTO TEMPO O TEMPO TEM.
O TEMPO RESPONDEU PARA O TEMPO
QUE O TEMPO TEM TANTO TEMPO QUANTO TEMPO O TEMPO TEM.

Em seguida, pode-se aproveitar essa atividade para desenvolver outras habilidades, perguntando:
1. Quantas letras tem a palavra tempo?
2. Quantas vezes a palavra tempo aparece nesse trava-línguas?
3. Escreva nomes de animais que começam com as letras que formam a palavra tempo.
Respostas: 1) 5; 2) 10; 3) T: tatu, tigre, touro etc. E: elefante, ema, esquilo etc. M: macaco, morcego, mula etc. P: pato, panda, papagaio etc. O: onça, ovelha, ornitorrinco etc.
TEXTO DE APOIO
Refletindo sobre o tempo
2. PINTE CADA QUADRADO CONFORME A LEGENDA.
FAZIA NO PASSADO. FAÇO NO PRESENTE. PODEREI FAZER NO FUTURO.
DORMIR NO BERÇO.
ESTUDAR NO 1o ANO.
USAR MAMADEIRA. Vermelho. Amarelo. Vermelho.
DIRIGIR UM AUTOMÓVEL.
ENGATINHAR.
TRABALHAR. Azul. Azul. Vermelho.
3. FAÇA UM DESENHO DE UMA LEMBRANÇA SUA DO PASSADO, DE UM TEMPO EM QUE SEU CORPO ERA MENOR DO QUE É HOJE. Produção pessoal.
4. AGORA, REÚNA-SE COM DOIS COLEGAS PARA COMPARTILHAR SUAS LEMBRANÇAS. CONTE A ELES QUAIS MUDANÇAS ACONTECERAM EM SEU CORPO, COMPARANDO COMO VOCÊ ERA NO TEMPO DE SUA LEMBRANÇA E COMO É AGORA.
Resposta pessoal. Os estudantes poderão mencionar um dente que caiu, o cabelo que mudou, o fato de terem crescido etc. O objetivo é perceber o próprio crescimento e compartilhar suas memórias, de modo a favorecer o desenvolvimento das noções de passado, presente e futuro.
TEXTO DE APOIO
Noções de tempo
A reconstrução do passado exige [...] que os historiadores organizem-no por meio de algumas características peculiares ao próprio tempo, ou seja, pelas noções temporais: sucessão, duração, simultaneidade, mudanças e permanências. O ensino da História prevê que essas noções sejam trabalhadas com os alunos, já que elas não existem a priori em seu raciocínio, mas são construídas no decorrer de sua vida e dependem de experiências culturais.
53
27/10/25 13:22
Com alunos dos anos iniciais, [...] atividades de observação de dois objetos iguais, de épocas diferentes, podem ser úteis para desenvolver essas noções. Outras atividades, como trabalho com imagens (fotos e gravuras de época), ordenação de fatos da vida cotidiana e narração de histórias contadas por alguém, também podem ajudar esses alunos a se situarem em tempos mais distantes daquele de sua experiência pessoal e os fatos históricos. [...]
SCHMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo: Scipione, 2009. p. 99-101.
[...] Uma forma bastante simples de refletir com os alunos sobre o tempo é proporcionar situações [...] como a realização de estimativas sobre idades de pessoas, prédios, animais, ruas, plantas e objetos: quantos anos pode ter a mãe da professora?
Qual a idade do avô e da avó? E os pais do avô e da avó, que idades podem ter? [...]
Quanto tempo vive uma tartaruga? Qual o animal que tem o ciclo de vida mais longo, um cachorro ou uma tartaruga?
Quem já viu uma árvore centenária? Qual a árvore mais antiga do bairro?
Esse tipo de trabalho pode ser aprofundado por meio da comparação das estimativas dos alunos com dados concretos, com registros históricos, analisando os critérios que embasaram cada hipótese que venha a ser suscitada.
As formas de viver, sentir e pensar o tempo, ao longo da história, não são homogêneas, nem tampouco aparecem iguais nos diferentes grupos sociais que compartilham de uma simultaneidade temporal. Sua compreensão varia de acordo com as concepções de mundo predominantes e é sempre uma construção histórico-cultural. [...]
BERGAMASCHI, Maria Aparecida. O tempo histórico nas primeiras séries do Ensino Fundamental. V Seminário de Ensino de História e Educação, 1999. Disponível em: http://23reuniao.anped.org. br/textos/1317t.PDF. Acesso em: 28 ago. 2025.
ENCAMINHAMENTO
A linha do tempo é um recurso fundamental para o registrar e organizar os acontecimentos históricos, mas também colabora para a compreensão do contexto biológico e social, político e econômico dos fenômenos geográficos. Na escala individual, ao separar as fotografias do passado e do presente, os estudantes têm a oportunidade de recordar acontecimentos e refletir sobre as mudanças pelas quais seu corpo passou ao longo do tempo, compreendendo que o processo de construção do indivíduo é contínuo e moldado pelos fatores biológicos, mas também pelo ambiente social e cultural em que vive. Essa abordagem favorece a mobilização das competências específicas 2 e 6 de História. Pode-se dar início a uma aula dialogada perguntando aos estudantes:
• Como podemos organizar e registrar os acontecimentos na história de uma pessoa, um objeto ou uma planta?
• Vocês já tinham ouvido falar em linha do tempo?
Em seguida, sugere-se:
• Pedir que as crianças acompanhem a leitura da página.
• Solicitar que observem as fotografias desta página e da seguinte.
• Perguntar de quem são essas fotografias. São de pessoas diferentes? Que
PARA REGISTRAR E ORGANIZAR O CRESCIMENTO E OS ACONTECIMENTOS NA HISTÓRIA DE UMA PESSOA, DOS MAIS ANTIGOS PARA OS MAIS RECENTES, CONSTRUÍMOS UMA LINHA DO TEMPO. VEJA O EXEMPLO A SEGUIR.



• MONTE SUA LINHA DO TEMPO. DESENHE OU COLE IMAGENS SUAS EM IDADES DIFERENTES, DA DATA MAIS ANTIGA PARA A MAIS RECENTE. ABAIXO DE CADA UMA DAS IMAGENS, ESCREVA QUANTOS ANOS VOCÊ TINHA.
Produção pessoal. 1 2
mudanças vocês perceberam de uma fotografia para outra?
• Propor a realização da atividade. Professor, se achar conveniente, comentar que essa linha do tempo não usa escala proporcional.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . PRESENTE, passado e futuro. 2020. Vídeo (2min9s). Publicado pelo canal Playkids. Disponível em: https://www.you tube.com/watch?v=KnEP8XJv_ew.
Acesso em: 28 ago. 2025. LIVRO. MINKOVICIUS, Ivo. O tempo. São Paulo: Editora de Cultura, 2013.




A SEGUIR VAMOS ESTUDAR OS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER COM O NOSSO CORPO PARA CRESCER DE MODO SAUDÁVEL.
A linha do tempo de cada aluno
A linha do tempo dos alunos de 1 o ano pode começar com a data de nascimento e partir para outras datas importantes da criança, por exemplo, primeiro dente, quando começou a andar, primeiro dia da escola, quando ganhou um bichinho de estimação etc.
Alguns alunos podem gostar de compartilhar suas histórias. Aproveite isso para trabalhar a ideia [de] que o tempo acontece para todos, que existe a simultaneidade de eventos na vida dos alunos e [na] sociedade.
A construção da linha do tempo de um aluno é um trabalho que envolve lembranças pessoais e que precisa contar com a participação de familiares. O educador deve ser sensível aos acontecimentos compartilhados pelos alunos.
O ALUNO no seu tempo: registrando acontecimentos pela linha do tempo. Objetos de Aprendizagem, 13 jul. 2018. Disponível em: http://objetos deaprendizagem.com.br/ o-aluno-no-seu-tempo -registrando-acontecimen tos-pela-linha-do-tempo/. Acesso em: 28 ago. 2025. BNCC
• EF01HI01 • EF01CI04
ATIVIDADES
Observe a tirinha a seguir e depois responda ao que se pede.



1. O que está acontecendo no quadrinho 1?
2. O que mudou no quadrinho 2?
3. Qual a mudança no quadrinho 3?
4. O que podemos perceber de um quadrinho para o outro?
Respostas: 1. Chico está sendo amamentado pela mãe. 2. Chico está bebendo em uma caneca sem a ajuda da mãe. 3. Ele mesmo está tirando o leite da vaca. 4. Que o Chico Bento cresceu.
• EF01HI01
• EF01GE11
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com o tópico Cuidados com o corpo humano mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Saúde , bem como atende aos princípios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (Portaria nº 1.130/2015) e do Guia Alimentar para a População Brasileira (Recomendação nº 14/2024/ CONSEA/SG/PR).
Ao iniciar a aula, propor algumas perguntas para iniciar uma conversa sobre alimentação saudável, como:
• O que vocês entendem por uma alimentação saudável?
• Quais alimentos vocês consomem todos os dias?
• Quais alimentos vocês comem de vez em quando?
• Quais desses alimentos vocês consideram saudáveis?
Com base nas respostas dos estudantes, sugere-se destacar que a alimentação saudável não se resume apenas a determinados alimentos, mas está relacionada ao conjunto de hábitos alimentares de uma pessoa.
• Explicar que certos alimentos devem constituir a base da alimentação, por serem ricos em nutrientes importantes para o corpo (como arroz, feijão, carnes magras, ovos, leite, frutas, verduras e legumes).
• Explicar que, em contrapartida, outros ali-
AO LONGO DA VIDA, PRECISAMOS CUIDAR DO NOSSO CORPO PARA MANTER A SAÚDE.
QUANDO SOMOS BEBÊS, DEPENDEMOS DOS CUIDADOS DE UM ADULTO.
COM O PASSAR DO TEMPO, CONFORME CRESCEMOS, APRENDEMOS A NOS CUIDAR SOZINHOS.
CONHEÇA ALGUNS DOS CUIDADOS NECESSÁRIOS COM O CORPO.
QUANDO NOS ALIMENTAMOS BEM, CRESCEMOS COM SAÚDE. VERDURAS E FRUTAS, POR EXEMPLO, SÃO ALIMENTOS SAUDÁVEIS.
AS FRUTAS SÃO UM DOS PRIMEIROS ALIMENTOS QUE OS BEBÊS COMEM DEPOIS DA FASE DE AMAMENTAÇÃO.

mentos, como aqueles que contêm muitos aditivos, como corantes e conservantes, ou que possuem excesso de sal e açúcar, precisam ser evitados, pois podem prejudicar a saúde (como biscoitos recheados, salgadinhos, doces, entre outros).
Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, os alimentos podem ser organizados em quatro categorias principais (ver Texto de apoio da próxima página). De acordo com as recomendações do documento, a base
BEBÊ COMENDO UMA BANANA.
da alimentação deve ser composta de alimentos in natura e minimamente processados. Já os ultraprocessados devem ser evitados. Apesar do uso de termos técnicos no Guia, não é necessário apresentá-los aos estudantes.
É importante destacar que alguns estudantes podem ter seletividade alimentar, ou seja, preferência ou aceite por certos alimentos e recusa de outros.
A discussão sobre alimentação saudável também é uma oportunidade de
A COMER SOZINHOS OUTROS ALIMENTOS.

CRIANÇA SE ALIMENTANDO DE UMA SALADA DE VEGETAIS.
A ALIMENTAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA NOSSA SAÚDE. É POR MEIO DOS ALIMENTOS QUE O NOSSO CORPO CONSEGUE A ENERGIA PARA REALIZAR AS ATIVIDADES.
• PERGUNTE A UM ADULTO DE QUAIS FRUTAS VOCÊ MAIS GOSTAVA QUANDO ERA BEBÊ. DESENHE E ESCREVA O NOME DE UMA DELAS.
Produção pessoal.
desenvolver a habilidade EF01GE11. Para isso, incentivar a turma a elencar os alimentos que consideram saudáveis, anotando as contribuições na lousa e mostrando para os estudantes que a participação deles é relevante e fundamental para o desenvolvimento das aulas. Em seguida, orientá-los a indicar quais desses alimentos fazem parte dos hábitos da comunidade em que vivem e se eles variam ao longo do tempo, em função das mudanças que ocorrem entre as estações do ano.
29/10/25 02:15
Alimentos in natura e alimentos processados: o que são?
Quatro categorias de alimentos, definidas de acordo com o tipo de processamento empregado na sua produção [...].
A primeira reúne alimentos in natura ou minimamente processados. Alimentos in natura são aqueles obtidos diretamente de plantas ou de animais (como folhas e frutos ou ovos e leite) e adquiridos para consumo sem que tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza.
Alimentos minimamente processados são alimentos in natura que, antes de sua aquisição, foram submetidos a alterações mínimas. Exemplos incluem grãos secos, polidos e empacotados ou moídos na forma de farinhas, raízes e tubérculos lavados, cortes de carne resfriados ou congelados e leite pasteurizado.
A segunda categoria corresponde a produtos extraídos de alimentos in natura ou diretamente da natureza e usados pelas pessoas para temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias. Exemplos desses produtos são: óleos, gorduras, açúcar e sal.
A terceira categoria corresponde a produtos fabricados essencialmente com a adição de sal ou açúcar a um alimento in natura ou minimamente processado, como legumes em conserva, frutas em calda, queijos e pães.
A quarta categoria corresponde a produtos cuja fabricação envolve diversas etapas e técnicas de processamento e vários ingredientes, muitos deles de uso exclusivamente industrial. Exemplos incluem refrigerantes, biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote” e “macarrão instantâneo”.
[...]
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
ENCAMINHAMENTO
O tópico Hábitos de higiene fornece subsídios teóricos ao desenvolvimento da habilidade EF01CI03 e à construção de argumentos para justificar a importância dos cuidados com a saúde, trabalhando parcialmente a competência específica 5 de Ciências da Natureza. Além disso, a discussão permite mobilizar o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Saúde e os princípios preconizados pela Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (Portaria nº 1.130/2015).
Para trabalhar a atividade 1, sugere-se perguntar quais hábitos de higiene estão representados nas imagens, orientando a análise das imagens. Em seguida, perguntar a frequência com que os estudantes realizam esses hábitos e se os realizam sozinhos ou com a ajuda de um adulto.
Durante a atividade, valorizar tanto os estudantes que já realizam os hábitos de forma independente quanto aqueles que ainda precisam de ajuda, lembrando que cada um tem seu próprio ritmo de desenvolvimento.
Sobre os hábitos apresentados:
• Destacar que o banho deve ser tomado pelo menos uma vez ao dia, preferencialmente ao final do dia, próximo ao momento de dormir. Durante o banho, deve-se ensaboar bem todo o corpo, incluindo o couro cabeludo. Isso deve ser feito com o chuveiro desligado, li-
OS HÁBITOS DE HIGIENE SÃO IMPORTANTES PARA UMA BOA SAÚDE E EVITAM DOENÇAS.
QUE HÁBITOS DE HIGIENE VOCÊ CONHECE?
1. ACOMPANHE A LEITURA DA PROFESSORA E OBSERVE AS IMAGENS. DEPOIS, PINTE OS QUADRADOS DE ACORDO COM A LEGENDA. Resposta pessoal.
HÁBITO QUE CONHEÇO E SEI FAZER SOZINHO.
HÁBITO QUE CONHEÇO, MAS PRECISO DE AJUDA OU QUE ME LEMBREM.
HÁBITO QUE NÃO CONHECIA.


gando-o apenas para o enxágue, de modo a evitar desperdício de água. Após o banho, é importante secar bem todo o corpo, em especial regiões onde a umidade costuma se acumular, como entre os dedos, dobras da pele e atrás das orelhas.
• Conversar com os estudantes sobre a importância de lavar as mãos corretamente, hábito que deve ser realizado: antes das refeições, após usar o banheiro, sempre que houver contato com superfícies sujas (como ao manusear brinquedos e após uti-
TOMAR BANHO DIARIAMENTE.
LAVAR AS MÃOS DEPOIS DE IR AO BANHEIRO E ANTES DAS REFEIÇÕES.
lizar transporte público) e depois de espirrar ou tossir. Ao lavar as mãos, é necessário ensaboar bem a palma e o dorso da mão, os dedos e os espaços entre eles, os pulsos e abaixo das unhas.
• Para auxiliar na compreensão do modo correto de lavar as mãos, pode-se projetar o vídeo indicado em Para o estudante, na próxima página. Alternativamente, recomendar que os estudantes assistam ao vídeo em suas residências, na presença de um adulto responsável.



BNCC
ESCOVAR OS DENTES AO ACORDAR, APÓS AS REFEIÇÕES E ANTES DE DORMIR.
SECAR OS PÉS
CUIDADOSAMENTE APÓS O BANHO, PRINCIPALMENTE ENTRE OS DEDOS.
COLOCAR O ANTEBRAÇO OU UM LENÇO DE PAPEL
NA FRENTE DO ROSTO AO TOSSIR OU ESPIRRAR.
ANTEBRAÇO: PARTE DO BRAÇO QUE VAI DO COTOVELO ATÉ O PUNHO, ANTES DAS MÃOS.
59 27/10/25 13:22
litando a transmissão de doenças. Para evitá-la, a proteção pode ser feita usando um lenço descartável, que deve ser jogado no lixo imediatamente após o uso, ou utilizando o antebraço, caso não haja lenço disponível. Ressaltar a importância de procurar um adulto responsável sempre que sentirem algum desconforto, dor ou perceberem qualquer alteração incomum no corpo. Esse adulto pode, então, buscar a ajuda de um médico, garantindo assim um cuidado adequado e a prevenção de possíveis problemas de saúde.
Ao explorar o conteúdo e desenvolver as atividades sobre hábitos de higiene, aproveite a oportunidade para desenvolver aspectos da habilidade EF01GE06, incentivando a turma a descrever e comparar objetos de uso cotidiano, considerando os materiais utilizados em sua produção. Escova de dentes, toalha, lenço de papel, embalagem de sabonete e de outros produtos de higiene podem ser indicados como referências para que os estudantes realizem essa reflexão.
• EF01CI03 • EF01GE06
ENCAMINHAMENTO
Ressaltar que a escovação dos dentes deve ser feita ao acordar, após as refeições e antes de dormir, garantindo a remoção de restos de alimentos que possam permanecer na boca. Conversar também sobre o uso do fio dental entre os dentes, pois ele remove restos de alimentos que a escova não alcança.
Destacar que a adoção de hábitos de higiene, de forma correta e frequente, contribui para a prevenção de doenças. A falta de higiene corporal e bucal favorece o acúmulo de microrganismos causadores de doenças, que podem provocar irritações, odores desagradáveis e infecções.
Explicar a necessidade de cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar. Junto às gotículas de saliva, podem ser liberados microrganismos causadores de doenças, que podem se espalhar para outras pessoas e superfícies, faci-
VÍDEO . COMO LAVAR as mãos. Lavar as mãos em 10 passos. 2020. Vídeo (3min56s). Publicado pelo canal Smile and Learn – Português. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=EGIpZqM39Qk. Acesso em: 9 set. 2025. Vídeo animado que explica como lavar corretamente as mãos. Para focar nas etapas essenciais, recomenda-se que os estudantes assistam ao trecho entre 1:32 e 3:05.
Na atividade 2, conversar com os estudantes sobre cuidados durante a limpeza dos olhos e das orelhas.
Explicar que os olhos devem ser higienizados com água limpa, enxaguando de forma delicada, sem apertar ou esfregar com força, para evitar irritações ou lesões.
Reforçar que não se deve compartilhar toalhas ou lenços com outras pessoas, pois isso pode favorecer a transmissão de doenças que afetam os olhos, como conjuntivites.
Ressaltar que não se deve introduzir objetos pontiagudos ou hastes no canal auditivo, pois isso pode causar lesões nas estruturas internas da orelha. A limpeza deve ser feita apenas de forma superficial, utilizando uma toalha limpa para secar e higienizar suavemente a parte externa da orelha.
Na atividade 3, o objetivo não é expor os hábitos de higiene dos estudantes diante da turma, mas promover uma reflexão individual sobre maneiras de melhorá-los, reconhecendo a importância desses cuidados para a manutenção da saúde. Se oportuno, orientar os estudantes a refletir sobre seus hábitos de higiene em conjunto com um adulto da família, propondo mudanças que tragam benefícios para sua saúde.
2. CUBRA OS TRACEJADOS E ENCONTRE O NOME DE TRÊS PARTES DO CORPO. DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E A PROFESSORA SOBRE COMO VOCÊ COSTUMA FAZER A HIGIENE DESSAS PARTES.
A)
a) Olhos. Espera-se que os estudantes indiquem que lavam os olhos, evitando o uso de sabão. Também é importante chamar a atenção para que não esfreguem nem apertem os olhos.
B)
b) Nariz. Espera-se que os estudantes indiquem que limpam o nariz assoando-o com um lenço descartável, lavando-o no banho ou fazendo lavagem com soro fisiológico, com a supervisão e a ajuda de um adulto.
C)
c) Orelha. Espera-se que os estudantes indiquem que limpam as orelhas no banho e com uma toalha. É importante conversar com eles sobre o fato de que nunca devemos inserir objetos nas orelhas, nem mesmo hastes flexíveis com algodão nas pontas.
3. VOCÊ PRECISA MUDAR ALGUM DE SEUS HÁBITOS DE HIGIENE? SE PRECISA, QUAL? Resposta pessoal.
• GABRIEL, JÁ PARA O BANHO, DE ILAN BRENMAN. SÃO PAULO: BRINQUE-BOOK, 2017. GABRIEL PARECE NÃO GOSTAR DE BANHO, PORQUE TODO DIA ELE CRIA MUITAS DIFICULDADES PARA ENTRAR NO CHUVEIRO. MAS, DEPOIS QUE ENTRA, É DIFÍCIL CONSEGUIR FAZER COM QUE GABRIEL SAIA DO BANHO. NO LIVRO, VOCÊ VAI CONHECER O QUE A FAMÍLIA DE GABRIEL FAZ PARA QUE ELE TERMINE SEU BANHO.

VÍDEO . RATINHO tomando banho (Banho é bom). Castelo Rá-Tim-Bum. 2014. Vídeo (1min29s). Publicado pelo canal Hélio Ziskind. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=IM7Ki0-Mh7M. Acesso em: 9 set. 2025. Vídeo com música educativa sobre tomar banho.
VÍDEO. LAVE AS MÃOS em cordel. 2020. Vídeo (55s). Publicado pelo canal Cordel e Saúde Medicina UFCA. Disponível em: https://www.you tube.com/watch?v=FIFAquHqsTw. Acesso em: 13 set. 2025.
Vídeo com um cordel sobre a importância de lavar as mãos. Um de seus trechos faz referência à covid-19, doença causada pelo coronavírus.
4. SE OS DENTES NÃO FOREM ESCOVADOS COM FREQUÊNCIA E DA MANEIRA CORRETA, PODEM SURGIR CÁRIES. ACOMPANHE
A LEITURA DA PROFESSORA E OBSERVE AS IMAGENS.
AO ESCOVAR A PARTE DA FRENTE DOS DENTES, DEVEM-SE FAZER MOVIMENTOS CIRCULARES, PARECIDOS COM UMA RODA, COM A ESCOVA.
AO ESCOVAR A PARTE DE CIMA DOS DENTES, DEVEM-SE FAZER MOVIMENTOS DE VAIVÉM.
AO ESCOVAR A PARTE DE TRÁS DOS DENTES, DEVEM-SE FAZER MOVIMENTOS SEMELHANTES AO DE UMA VASSOURA.
IMAGEM BASEADA EM: https://repositorio.unesp.br/items/8f6f48b7-77f8-479d-aaa9-16ae03355446. ACESSO EM: 16 SET. 2025.
A) MARQUE COMO DEVE SER O MOVIMENTO REALIZADO COM A ESCOVA NA PARTE DA FRENTE DOS DENTES.
VASSOURA VAIVÉM X RODA
B) AO ESCOVAR SEUS DENTES, QUAIS MOVIMENTOS MOSTRADOS NAS IMAGENS VOCÊ JÁ FAZ? Resposta pessoal.
C) ENTRE 6 E 7 ANOS DE IDADE, INICIA-SE A TROCA DOS DENTES. ALGUM DENTE SEU JÁ CAIU? Resposta pessoal.
• EF01CI03 • EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
A atividade 4 favorece a mobilização da habilidade EF01CI03. Para esse trabalho, sugere-se:
• Orientar os estudantes a interpretar as imagens e relacioná-las aos movimentos corretos de escovação descritos.
• Solicitar aos estudantes que peçam aos familiares para fazer a leitura das informações junto deles, já que alguns ainda podem precisar de ajuda para escovar os dentes adequadamente.
• Conversar sobre a importância de realizar consultas periódicas com o dentista, o profissional responsável por cuidar da saúde da boca e dos dentes. Nessas consultas, o dentista pode avaliar a condição bucal, identificar e tratar possíveis
problemas ainda em fase inicial, além de orientar sobre a melhor forma de manter uma boa higiene no dia a dia.
Se considerar adequado à realidade da turma, explicar que os restos de alimentos acumulados na boca favorecem a proliferação de bactérias, que produzem ácidos capazes de desgastar os dentes e provocar cáries, mau hálito e inflamações.
Retomar a importância da escovação após as refeições, de modo a remover esses resíduos e manter a saúde bucal.
Com relação à troca de dentes, pode-se destacar que os seres humanos apresentam dois conjuntos ao longo da vida: os dentes de leite (ou dentes decíduos), que começam a nascer por volta dos seis meses de idade, e os dentes permanentes, que substituem os primeiros geralmente entre os 6 e os 12 anos. Esse processo faz parte do desenvolvimento natural do corpo.
Durante o desenvolvimento do item c, pode-se solicitar aos estudantes que descrevam a posição relativa dos dentes que caíram ou que ainda não caíram, tomando como referencial a língua. Essa abordagem propicia o desenvolvimento de noções de lateralidade, mobilizando conteúdos circunscritos à habilidade EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
A atividade 5 favorece a mobilização da habilidade EF01CI03. Ao trabalhá-la, explicar aos estudantes que manter as unhas cortadas e limpas é um hábito de higiene que ajuda a proteger a saúde. Unhas grandes ou sujas podem acumular microrganismos que causam doenças, além de facilitar machucados.
Realizar com os estudantes a seguinte atividade prática sobre lavagem das mãos.
Materiais:
• 1 par de luvas descartáveis
• Tinta guache
• Pincel
• Bacia com água
• Sabão
• Jornais e revistas
Procedimentos:
1. Forrar uma mesa com jornais ou revistas velhas para proteger a superfície.
2. Colocar a bacia com água sobre os jornais.
3. Escolher um estudante voluntário para participar. O estudante deve colocar as luvas limpas e o professor deve passar tinta com o pincel em toda a superfície das luvas. Aguardar alguns minutos até que a tinta seque.
4. O estudante deve lavar as mãos com sabão, da forma como costuma fazer normalmente.
5. Após a lavagem, orientar a turma a observar como ficaram as luvas.
5. AS IMAGENS A SEGUIR MOSTRAM DIFERENTES HÁBITOS DE HIGIENE. FAÇA UM X NO ÚNICO HÁBITO QUE NÃO PRECISA SER FEITO TODOS OS DIAS.




• AGORA, COMPLETE AS PALAVRAS PARA ESCREVER CADA UM DOS HÁBITOS DE HIGIENE DA ATIVIDADE ANTERIOR.
Atividades para refletir:
a) Alguma parte da mão ficou com tinta após a lavagem? O que isso significa?
b) Qual a importância de lavar as mãos?
c) O que você aprendeu com essa atividade que pode ser aplicado no seu dia a dia?
Respostas:
a) Resposta pessoal. Se ficarem resquícios de tinta, significa que a lavagem não foi feita corretamente.
b) Ajuda a prevenir doenças.
c) Resposta pessoal.
LIVRO . SANTOS, Suelen Katerine
Andrade. Meus hábitos: higiene e saúde. Gaspar: Todolivro, 2018.

CONHECIMENTO E SAÚDE
MUITAS PESSOAS CONTRIBUÍRAM PARA O ENTENDIMENTO DE QUE HÁBITOS DE HIGIENE SÃO IMPORTANTES E FAZEM BEM À SAÚDE. VAMOS CONHECER UMA DESSAS PESSOAS?
FLORENCE NIGHTINGALE NASCEU NA ITÁLIA EM 1820. ELA FOI ENFERMEIRA E AJUDOU A MUDAR AS IDEIAS E AS PRÁTICAS DE HIGIENE E SAÚDE.
FOI ELA, POR EXEMPLO, QUE PERCEBEU A IMPORTÂNCIA DA LAVAGEM DAS MÃOS PARA EVITAR A TRANSMISSÃO DE DOENÇAS.
ESSA SIMPLES MEDIDA AJUDOU E CONTINUA A AJUDAR A SALVAR VIDAS E A MANTER A SAÚDE.

RETRATO DE FLORENCE. ELA É CONSIDERADA A FUNDADORA DA ENFERMAGEM MODERNA.
• RODA DE CONVERSA. COM A ORIENTAÇÃO DA PROFESSORA, CONVERSEM SOBRE COMO OS HÁBITOS DE HIGIENE PODEM MELHORAR A SAÚDE DAS PESSOAS.
Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes reconheçam que os hábitos de higiene ajudam as pessoas a se manterem saudáveis.
BNCC
• EF01CI03
VOCÊ CIDADÃO!
O trabalho com essa página mobiliza os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) Saúde e Ciência e tecnologia.
O assunto dessa seção oportuniza a valorização de conhecimentos historicamente construídos sobre a importância da lavagem das mãos. Também colabora para a compreensão da Ciên-
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cia como um empreendimento humano, trabalhando a competência específica 1 de Ciências da Natureza
A enfermeira Florence Nightingale (1820-1910) nasceu na Itália, mas viveu praticamente toda sua vida na Inglaterra. Mais informações podem ser encontradas no Texto de apoio. Após explorar a biografia de Florence Nightingale, comentar a respeito da importância dos trabalhos realizados por cientistas e pesquisadores, cujos estudos e descobertas permi-
tem promover melhor qualidade de vida, saúde e bem-estar para a sociedade. Chamar a atenção, nesse caso, para a descoberta realizada por uma mulher.
TEXTO DE APOIO
Florence Nightingale
Florence Nightingale nasceu em 12 de maio de 1820, em Florença, Itália.
[...] Aos 33 anos, Nightingale já estava se destacando na comunidade de enfermagem. [...]
Quando a Guerra da Crimeia começou[,] em 1854, os britânicos não estavam preparados para lidar com o número de soldados doentes e feridos. A falta de suprimentos médicos, a superlotação e as condições insalubres fizeram com que muitas pessoas reclamassem. [...] O Secretário da Guerra, Sidney Herbert, pediu a Nightingale que liderasse um grupo de enfermeiras que trataria os soldados feridos. [...] As enfermeiras levavam suprimentos, alimentos nutritivos, limpeza e saneamento para o hospital militar. Também forneciam atendimento e apoio individual. Nightingale era conhecida por carregar uma lamparina e verificar os soldados à noite, por isso lhe deram o apelido de “Dama da Lâmpada”. Em seis meses, Nightingale e sua equipe transformaram o hospital. A taxa de mortalidade caiu de 40% para 2% graças ao trabalho deles.
Quando Nightingale retornou da guerra, ela continuou a melhorar as condições dos hospitais. [...] National Women’s History Museum. Florence Nightingale. (Tradução do autor). Disponível em: https://www.womenshistory. org/education-resources/ biographies/florence -nightingale. Acesso em: 13 set. 2025.
EF01CI05
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ENCAMINHAMENTO
Além da higiene, existem outros hábitos essenciais para a manutenção da saúde, e o sono é um deles. Dormir o suficiente, todos os dias, com qualidade, é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Além dos efeitos citados no livro, pode-se destacar o fortalecimento do sistema imunológico, que é responsável pela defesa do organismo, e a regulação do humor.
Especialmente na infância e na adolescência, o sono é essencial para o crescimento, pois durante o sono profundo ocorre a liberação do hormônio do crescimento (GH). Esse hormônio é responsável por estimular o alongamento dos ossos e o desenvolvimento dos músculos, além de atuar na regeneração dos tecidos do corpo.
Conversar com os estudantes sobre a influência negativa do uso de telas, como celulares, tablets e televisão, antes de dormir. Essa prática dificulta o descanso.
A luz emitida por aparelhos digitais pode retardar a secreção de melatonina, hormônio responsável por induzir o sono. Além disso, o conteúdo acessado nesses dispositivos pode deixar a mente agitada, atrasando ainda mais o momento de relaxamento.
Ao explorar o tema relacionado ao tempo de sono, aproveitar para discutir a variação dos ritmos naturais, considerando o ciclo dia-noite.
O SONO É ESSENCIAL PARA A MANUTENÇÃO DA SAÚDE.
DURANTE O SONO, O CORPO
DESCANSA E RECUPERA A ENERGIA.
DORMIR TAMBÉM NOS AJUDA A GUARDAR O QUE APRENDEMOS E A PENSAR MELHOR.
ALÉM DISSO, O SONO É
IMPORTANTE PARA O CRESCIMENTO
E O DESENVOLVIMENTO DO NOSSO CORPO. CRIANÇAS ENTRE 6 E 12 ANOS DEVEM DORMIR UMA MÉDIA DE 9 A 12 HORAS POR DIA.

CRIANÇA DORMINDO.
• COM UM ADULTO, LEIA AS QUESTÕES E ESCREVA AS RESPOSTAS. Respostas pessoais.
A) QUANTO TEMPO VOCÊ DORME POR DIA?
B) MARQUE UM X NOS QUADRADOS DE ACORDO COM SEUS HÁBITOS.
DEITO ANTES DAS 9 HORAS DA NOITE.
DESLIGO A TELEVISÃO UMA HORA ANTES DE DORMIR.
LEIO UM LIVRO COM UM ADULTO ANTES DE DORMIR. TENHO HORÁRIO PARA IR DORMIR E PARA ACORDAR.
Essas atitudes podem ajudar a ter um sono melhor. Professora, incentive os estudantes a refletir sobre hábitos que os ajudam a ter um bom sono.
Incentivar a turma a relatar o horário de dormir e de acordar, orientando-os a descrever as condições de luminosidade natural quando eles realizam essas atividades. Se considerar pertinente, solicitar que indiquem outras tarefas que costumam realizar de dia e de noite, de modo que eles possam compreender a importância da luminosidade natural para realizá-las.
A discussão sobre o tempo de sono permite mobilizar o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Saúde, além
de promover os princípios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (Portaria no 1.130/2015).
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . POR QUE O SONO é tão importante? Super Curiosos. 2018. Vídeo (1min38s). Publicado pelo canal NT Kids. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=_bxN 44gjc3w. Acesso em: 13 set. 2025.
PRATICAR ATIVIDADE FÍSICA É UM HÁBITO IMPORTANTE PARA SE MANTER SAUDÁVEL. PARA AS CRIANÇAS, AS ATIVIDADES FÍSICAS MAIS ADEQUADAS SÃO AS BRINCADEIRAS QUE ENVOLVEM MOVIMENTO.

CRIANÇAS BRINCANDO DE CORRIDA DE SACO EM COMUNIDADE INDÍGENA.

CRIANÇAS BRINCANDO COM BOLA NO PARQUE.
1. VOCÊ PREFERE BRINCADEIRAS MOVIMENTADAS OU CALMAS? CONVERSE COM UM COLEGA SOBRE ISSO.
2. ESCREVA O NOME DA BRINCADEIRA DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.
Resposta pessoal.
• EF01HI04 • EF01GE03
ENCAMINHAMENTO
Outro hábito que contribui para a manutenção da saúde é a prática regular de atividades físicas. Explicar que essa prática fortalece os músculos e os ossos, contribui para o funcionamento do coração e dos pulmões, além de ajudar a manter o peso corporal adequado. Ela também tem efeitos positivos sobre a saúde mental, pois ajuda a
reduzir o estresse, melhora o humor e a disposição, além de favorecer a concentração e o aprendizado.
Ressaltar que as atividades físicas incluem brincadeiras ao ar livre, caminhadas, andar de bicicleta, dançar ou praticar esportes.
Incentivar os estudantes a manter uma rotina ativa, equilibrando os estudos com momentos de movimento e lazer.
Promover uma reflexão sobre a importância de reduzir o uso de telas
nos momentos de lazer, pois podem prejudicar a saúde. O tempo prolongado diante das telas pode prejudicar a postura, afetar a visão e interferir na qualidade do sono, como apontado anteriormente. Por isso, é importante incentivar os estudantes a buscar alternativas de lazer que envolvam movimento e socialização.
A discussão sobre a importância das atividades físicas permite mobilizar o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Saúde , além de promover os princípios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (Portaria no 1.130/2015).
Recomenda-se aproveitar as reflexões sobre as brincadeiras para diferenciar os espaços públicos próprios para o lazer, como as praças e os parques. Brincar na rua ou nas calçadas faz parte do cotidiano de muitas crianças do Brasil, no entanto, principalmente em grandes centros urbanos, essa atividade pode colocar em risco a segurança das crianças. A reflexão sobre os usos dos espaços públicos mobiliza conteúdos relacionados às habilidades EF01HI04 e EF01GE03.
| PARA O ESTUDANTE VÍDEO. TV Minervinha – Importância da atividade física. 2019. Vídeo (2min28s). Publicado pelo canal Laboratório de Visualidade e Visualização – UFRJ. Disponível em: https://www.youtu be.com/watch?v=O492_ HLrPCc. Acesso em: 13 set. 2025.
• EF01HI01
• EF01HI02
EF01GE08
ENCAMINHAMENTO
Professor, você pode iniciar perguntando aos estudantes:
• Vocês sabem o que é entrevista?
• Já assistiram a uma entrevista em um programa de televisão concedida por um escritor, um cantor ou um influenciador digital? Em caso positivo, vocês gostaram? O que chamou a atenção de vocês?
• E vocês, já foram entrevistados?
Em seguida, sugere-se:
• Levantar os conhecimentos prévios sobre o gênero entrevista: como é organizada, onde podemos encontrá-la, quem são os participantes, que tipos de informações traz.
• Refletir com os estudantes sobre as informações que podem descobrir em uma entrevista e sobre quem seria a melhor pessoa a ser entrevistada.
• Ler as atividades 1 a 5 para que possam se decidir sobre quem entrevistar.
A atividade de produção de entrevista possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01LP22 de Língua Portuguesa.
A atividade 3 favorece a mobilização da habilidade EF01GE08, pois os estudantes são incentivados a realizar desenhos com base em histórias contadas durante a entrevista. Eles podem utilizar todas as respostas dadas para construir um mapa mental. Oriente-os a posicionar o próprio nome na porção central e inserir setas ao redor indicando as informações levantadas durante a entrevista.
PARA CONHECER A HISTÓRIA DE UMA PESSOA, É POSSÍVEL REALIZAR ENTREVISTAS.
ENTREVISTA É UMA CONVERSA ENTRE DUAS OU MAIS PESSOAS EM FORMA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS. VOCÊ VAI ENTREVISTAR UMA PESSOA DE SUA FAMÍLIA PARA CONHECER MELHOR A SUA HISTÓRIA.
1. ESCREVA O NOME DA PESSOA ENTREVISTADA.
Resposta pessoal.
2. QUANTOS ANOS EU TINHA QUANDO COMECEI A FALAR?

Resposta pessoal.
3. CONTE UMA LEMBRANÇA QUE O SENHOR OU A SENHORA TEM DE MIM. Resposta pessoal.
4. EU GOSTAVA DE TOMAR BANHO?
Resposta pessoal.
5. QUAL ERA A MINHA COMIDA PREFERIDA?
Resposta pessoal.
o gênero entrevista [...] caracteriza-se como um diálogo sobre um ou mais temas, entre um (ou mais) sujeito(s), responsável(is) por fazer as perguntas, e um (ou mais) entrevistado(s), que responde(m) a elas. [...] Geralmente, prioriza-se o uso da variedade oral culta, preservando traços da modalidade em que foi originalmente realizada, mesmo quando publicada em outro formato. Muitas vezes, os áudios são gravados, antes de serem transcritas e divulgadas. Nesse sentido, trata-se de um gênero que envolve a oralidade com um grau de monitoramento maior, mas também
atividades de retextualização [...]. Seu uso no ensino permite, portanto, que os alunos desenvolvam a fala e a escrita, planejando, produzindo e analisando textos. Como abarca, no mínimo, dois interlocutores, contempla, enfim, de uma maneira eficaz, a interatividade entre os participantes. PINHEIRO, R. L. P. O gênero entrevista nos anos iniciais da Educação Básica: uma sequência didática destinada a alunos do 5o ano do Ensino Fundamental. Dissertação (Mestrado em Letras). Rio de Janeiro, UFRRJ, 2024. Disponível em: https://rima. ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/20031. Acesso em: 23 set. 2025.

CADA UM DE VOCÊS VAI FALAR AOS COLEGAS SOBRE A ENTREVISTA
QUE FEZ. LEVANTE A MÃO E AGUARDE SUA VEZ DE FALAR.
1. DIGA O NOME DA PESSOA QUE VOCÊ ENTREVISTOU E O GRAU DE PARENTESCO ENTRE VOCÊS.
2. COMPARTILHE O QUE VOCÊ MAIS GOSTOU DE SABER SOBRE O SEU PASSADO NA ENTREVISTA.
OS COLEGAS CONSEGUIRAM ESCUTAR O QUE EU DISSE?
PRONUNCIEI AS PALAVRAS CORRETAMENTE? FIZ GESTOS ADEQUADOS?
BNCC
• EF01HI01 • EF01HI02
ESCUTAR E FALAR
A seção Escutar e falar é uma oportunidade de mostrar para os estudantes maneiras de agir durante atividades que promovam o debate de ideias e que exijam tarefas realizadas coletivamente. Explicar que a comunicação respeitosa é fundamental para que todos possam participar, se expressar e contribuir para o debate de forma democrática. Para tanto, é necessário compreender que
Se não houver tempo hábil para que todas as crianças partilhem suas descobertas com os colegas, desenvolver essa partilha em pequenos grupos, garantindo a participação de todos.
• Promover o registro autoavaliativo, que é um importante instrumento de autorregulação, no caso, do tom de voz, da clareza das informações e da postura comunicativa.
Para as atividades 1 e 2, pode-se propor que os estudantes tragam para a classe um brinquedo de seus primeiros anos. A ideia é facilitar ao estudante a percepção de que pode conhecer um pouco mais de sua história por meio das lembranças de seus familiares.
TEXTO DE APOIO
Respostas pessoais.
SIM NÃO
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cada um tem um momento de falar, enquanto os demais colegas devem escutá-lo. Nesse momento, é preciso ter atenção e se comunicar de forma clara de modo que aqueles que escutam possam compreender as informações que são transmitidas.
Professor, para a realização das atividades da seção, propor uma roda de conversa para que os estudantes possam compartilhar as descobertas e, assim, validar a função social dos textos do gênero entrevista.
Hora da entrevista! Objetivos: Conhecer melhor pessoas e histórias através de um roteiro de entrevista. Áreas de conhecimento integradas: Artes, História, Geografia, Língua Portuguesa.
Habilidades: Organizar informações, pesquisar, planejar, formular questões, desenvolver habilidades de escuta e diálogo, sistematizar informações. Recursos necessários: Roteiro de entrevista, caneta, caderno. (Você também pode utilizar máquina fotográfica e filmadora de vídeo, mas pergunte ao seu entrevistado se ele permite o registro de sua imagem).
INSTITUTO AKATU. Atividade: roteiro para entrevista. Edukatu – Rede de Aprendizagem para o Consumo Consciente. Disponível em: https://eduka tu.org.br/uploads/post/ doc/137/13_09_10_Ati vidade_RoteiroEntrevista PercursoTerra.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
MAIS UM PASSO
A seção Mais um passo é uma oportunidade de oferecer aos estudantes que vivenciem situações que mobilizem operações intelectuais necessárias à construção do conhecimento e ao desenvolvimento da cognição. Nesse caso, os estudantes são incentivados a inferir, com o auxílio do tato, e descrever o objeto inserido dentro da caixa, além de participar de uma atividade lúdica, tornando o processo de aprendizagem mais significativo e prazeroso.
Para realizar a atividade, é importante providenciar os materiais com antecedência, orientando cada estudante a trazer de casa um objeto pequeno e seguro. Alertar para que não tragam itens que possam se quebrar facilmente, que sejam cortantes ou que ofereçam algum risco à segurança da turma durante a atividade.
Para construir a caixa de mistérios, o professor deve recortar cuidadosamente as aberturas para as mãos e forrar suas extremidades com o tecido, evitando que os estudantes se machuquem ao inserir suas mãos na caixa. Nessa etapa de construção, também é importante certificar-se de que o interior da caixa fique totalmente fechado, de modo que os objetos não possam ser vistos, mantendo a surpresa.
Antes de iniciar a atividade propriamente dita, apresentar todos os objetos à turma, permitin-
COM A PROFESSORA E OS COLEGAS, VOCÊ VAI CONSTRUIR UMA CAIXA DE MISTÉRIOS E PERCEBER O QUE SOMOS CAPAZES DE DESCOBRIR USANDO AS MÃOS.
MATERIAIS
• UMA CAIXA DE PAPELÃO GRANDE, PARA QUE SEJA POSSÍVEL COLOCAR AS MÃOS DENTRO DELA E TAMBÉM ALGUNS OBJETOS.
• DOIS PEDAÇOS DE TECIDO, PREFERENCIALMENTE ESCURO.
• TESOURA COM PONTAS ARREDONDADAS.
• FITA ADESIVA.
• LÁPIS.
• OBJETOS DIVERSOS.
CONSTRUIR
1. COM O LÁPIS, A PROFESSORA VAI DESENHAR DOIS CÍRCULOS EM UMA DAS LATERAIS DA CAIXA. É PRECISO QUE FIQUE COM TAMANHO SUFICIENTE PARA PASSAR AS SUAS MÃOS E AS DOS COLEGAS.
2. EM UM DOS LADOS DA CAIXA, A PROFESSORA VAI RECORTAR CADA CÍRCULO, FORMANDO DOIS BURACOS.
3. COM A FITA ADESIVA, PRENDAM UM PEDAÇO DE TECIDO EM CADA BURACO.
4. AS ÚNICAS ABERTURAS DA CAIXA DEVEM SER OS DOIS BURACOS. USEM FITA ADESIVA PARA FECHAR OUTRAS ABERTURAS, SE NECESSÁRIO.
do que os estudantes conheçam as opções que poderão aparecer na caixa. Em seguida, pedir que a turma feche os olhos, escolher um dos objetos e colocá-lo dentro da caixa sem que ninguém veja. Um voluntário é convidado a colocar as mãos pelas aberturas e, apenas pelo tato, deve tentar identificar o objeto, descrevendo suas características, como textura, forma, tamanho e peso. Depois, o mesmo estudante observa o objeto com os olhos e faz uma nova descrição, comparando com
as impressões que teve anteriormente apenas pelo toque, percebendo semelhanças e diferenças.
A cada nova tentativa, o objeto é trocado, e outro estudante é convidado a participar, repetindo o processo até que todos tenham experimentado.
Ao final da prática, realizar uma roda de conversa para que os estudantes possam compartilhar o que sentiram, relatar as dificuldades e destacar o que aprenderam com a experiência.
2. Resposta pessoal. Alguns objetos podem ser mais fáceis ou mais desafiadores de identificar e, por isso, cada estudante vai ter uma impressão sobre como foi descobrir o objeto de dentro da caixa. Converse com os estudantes e, juntos, tentem descobrir qual foi o objeto mais desafiador entre todos os testados nesse experimento.
1. A PROFESSORA VAI SELECIONAR UM DOS OBJETOS TRAZIDOS PELA TURMA E, SEM QUE NINGUÉM VEJA, VAI COLOCÁ-LO
DENTRO DA CAIXA.
2. UM ESTUDANTE POR VEZ VAI
COLOCAR AS MÃOS DENTRO DA CAIXA PARA TENTAR DESCREVER E TENTAR ADIVINHAR QUAL É O OBJETO.
3. DEPOIS, A PROFESSORA VAI
RETIRAR O OBJETO E O MESMO
ESTUDANTE VAI OLHAR PARA O OBJETO E DESCREVÊ-LO.

4. O EXPERIMENTO TERMINA DEPOIS QUE TODA A TURMA TIVER PARTICIPADO.
3. Resposta pessoal. Alguns objetos podem ser muito complicados de descrever. Peça-lhes que comparem os diversos objetos testados e que elejam aquele que acham que é mais difícil e o que acham que é mais fácil descrever.
1. PINTE AS PARTES DO CORPO QUE VOCÊ UTILIZOU NESSE EXPERIMENTO.
Resposta pessoal.
MÃO OLHO ORELHA
2. VOCÊ ACHOU FÁCIL OU DIFÍCIL IDENTIFICAR UM OBJETO SEM ENXERGAR? POR QUÊ?
3. COMO FOI DESCREVER O OBJETO QUE ESTAVA DENTRO DA CAIXA SEM PODER OLHAR PARA ELE?
4. DEPOIS DE TER TIRADO O OBJETO DA CAIXA, COMO FOI DESCREVÊ-LO OLHANDO PARA ELE?
4. Resposta pessoal. Para os estudantes que não apresentam nenhuma deficiência visual, pode ser muito mais fácil descrever os objetos após enxergá-los; entretanto, se houver algum estudante com deficiência visual na turma, ele pode ensinar aos demais algumas estratégias que usa para perceber objetos.
A percepção sensorial é um dos principais canais pelos quais as crianças exploram o mundo e constroem conhecimento sobre seu ambiente. É através da percepção dos sentidos que as crianças começam a sentir, ser, estar e se comunicar no/com o mundo. O tato, a audição, a visão, o olfato e o paladar, os movimentos, não apenas proporcionam informações sobre o meio externo, mas também influenciam o desenvolvimento social, psicológico e emocional das crianças.
[...] Piaget (1952) afirma que, nos primeiros anos de vida, a criança constrói seu conhecimento principalmente por meio da exploração sensório-motora, destacando o tato como um dos principais meios de interação com o ambiente. “A inteligência começa com a ação. A criança aprende a conhecer o mundo manipulando objetos, tocando, sentindo e observando os resultados de suas ações. Essa interação prática é a base para a construção do conhecimento.” [...]
TEIXEIRA, Lívia Lima; CAMPOS, Túlio. Estimulação sensorial: explorando os cinco sentidos com crianças do 2º ano do ensino fundamental em uma escola de tempo integral. Cadernos da Pedagogia, v. 19, n. 44, p. 118-126, maio/ago. 2025. Disponível em: https://www.cadernosdapedagogia.ufscar.br/ index.php/cp/article/view/2286/1077. Acesso em: 15 set. 2025.
EF01CI02
ENCAMINHAMENTO
Professor, a abordagem destas páginas promove o desenvolvimento da competência geral 2 e da competência específica 3 de Ciências da Natureza, uma vez que valoriza a curiosidade em favor da análise, da compreensão e da explicação de fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tecnológico.
A atividade 1 da seção Refletir oportuniza a mobilização da habilidade EF01CI02. Para ampliar a abordagem da habilidade, sugere-se:
• Questionar as funções desempenhadas pelas partes do corpo (mãos e olhos) na prática.
• Neste caso, por exemplo, as mãos foram utilizadas para manusear o objeto e perceber características como forma e textura, enquanto os olhos permitiram observar a imagem do objeto.
A mobilização dos sentidos realizada na seção é importante para a futura compreensão do conceito de paisagem, pois ela é apreendida por meio da visão, do tato, do olfato e da audição, principalmente. Essa abordagem favorece o desenvolvimento da competência específica 3 de Geografia, ao propiciar subsídios para análise da produção do espaço.
• EF01CI02
• EF01CI04
RETOMANDO
A seção Retomando tem o objetivo de explorar os aprendizados adquiridos pelos estudantes por meio de atividades que mobilizam diferentes estratégias pedagógicas, habilidades e conteúdos discutidos ao longo da unidade. Reservar uma parte da aula para que possam realizar as atividades, ajudando-os na leitura dos enunciados e no esclarecimento das dúvidas que surgirem em cada questão. Se preferir, esperar que todos os estudantes terminem cada questão antes de prosseguir para a próxima, auxiliando aqueles que possam encontrar alguma dificuldade em realizá-las.
Na atividade 1, sugere-se:
• Orientar os estudantes a observar atentamente a imagem e a descrever as características físicas de cada criança separadamente, como altura, tipo e cor do cabelo, cor da pele, entre outras.
• Analisar a comparação das características propostas em cada afirmativa.
A atividade 2 oportuniza a mobilização da habilidade EF01CI02. Ao trabalhá-la, sugere-se:
• Questionar os estudantes qual é a função desempenhada pelas partes do corpo representadas em cada imagem.
• Pedir a eles que escrevam no caderno as partes do corpo, como incentivo à escrita.
1 OBSERVE AO LADO A IMAGEM DE UM GRUPO DE CRIANÇAS. COM A AJUDA DA PROFESSORA, LEIA AS AFIRMAÇÕES E MARQUE UM X SOMENTE NAS QUE ESTIVEREM CORRETAS.

X HÁ 3 MENINOS E 3 MENINAS NA IMAGEM.
X A CRIANÇA MAIS BAIXA É UM MENINO.
A CRIANÇA MAIS ALTA É UMA MENINA.
X A MENINA MAIS BAIXA TEM O CABELO LISO.
2 OBSERVE A IMAGEM E COMPLETE O NOME DAS PARTES DO CORPO COM AS VOGAIS QUE ESTÃO FALTANDO.



1. Observe a imagem.



a) O que a criança está fazendo?
b) Que partes do corpo estão sendo utilizadas para realizar essa ação?
c) De que forma essas partes estão sendo utilizadas?
Respostas:
1. A criança está se alimentando.
2. Boca, dentes, braço, mão, dedos.
3. Boca e dentes – mastigar os alimentos. Mão e dedos – segurar o garfo. Braço – movimentar o garfo.
3
REBECA ANDRADE É UMA ATLETA BRASILEIRA. NO QUADRO A SEGUIR, ESCREVA AS PARTES DO CORPO INDICADAS NA IMAGEM DE REBECA.

REBECA ANDRADE COMEMORANDO A MEDALHA DE OURO NA OLIMPÍADA DE PARIS, 2024.
BNCC
• EF01CI02
ENCAMINHAMENTO
A atividade 3 oportuniza a mobilização da habilidade EF01CI02
TEXTO DE APOIO
Quem é Rebeca Andrade?
Nos Jogos Olímpicos de 2020 [...] Andrade fez história ao conquistar a medalha de ouro no salto e garantir a prata na competição individual geral. Ela se tornou
a primeira ginasta brasileira a conquistar uma medalha em Jogos Olímpicos.
[...] Em 2021, a craque brasileira conquistou uma medalha de ouro e uma de prata. No ano seguinte, em 2022, conquistou mais uma medalha de ouro e uma de bronze. No Campeonato Mundial de 2023, ela ganhou uma medalha de ouro, três medalhas de prata e uma medalha de bronze.
O Campeonato Pan-Americano também viu o domínio de Andrade com uma medalha de prata em 2018 e dois ouros em 2021.
Paris 2024 consolidou o legado de Andrade e sua rivalidade respeitosa com Simone Biles. Ela liderou a equipe brasileira para uma medalha inédita por equipes, conquistando o bronze, garantiu duas medalhas de prata no individual geral e no salto, e fechou sua participação com uma medalha de ouro no solo.
“Eu nunca tive uma atleta tão próxima, então isso definitivamente me deixou na ponta dos pés e trouxe o melhor atleta que existe em mim”, disse Biles, que fez uma reverência a Andrade no pódio do solo.
Andrade deixou Paris como a atleta Olímpica brasileira mais condecorada de todos os tempos, com um total de seis medalhas Olímpicas. Ela mencionou que Paris 2024 foi provavelmente a última vez que a veremos competindo nos quatro aparelhos no mesmo evento.
COMITÊ OLÍMPICO INTERNACIONAL. Rebeca Andrade [perfil de atleta]. Disponível em: https:// www.olympics.com/pt/ atletas/rebeca-andrade. Acesso em: 6 set. 2025.
TEXTO DE APOIO
A construção da noção de tempo
Crianças utilizam recursos subjetivos para definir o tempo cronológico. Para elas, a hora é determinada por um fazer obrigatório, é a hora do lanche, é a hora da história, é a hora do recreio, é a hora de ir pra casa... [...] É essencial à elaboração de propostas didáticas que propiciem o entendimento sobre algumas relações temporais, como a ordem e a sucessão; relações entre presente, passado e futuro; simultaneidade e duração, cuja aprendizagem inclui o diálogo com as experiências cotidianas das crianças.
[...] Existem formas de se demonstrar os diferentes tempos [...] buscando alternativas diferenciadas de trabalho.
BARROS, Tamyres Maria Roque da Silva Cavalcante de. Ensino de história e noções temporais na educação infantil: um relato de experiência. Revista Educação e (Trans)formação, Garanhuns, v. 6, set. 2021. Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE). Disponível em: https://www.journals.ufrpe. br/index.php/educacaoe transformacao/article/ download/4522/482484359/ 482499825. Acesso em: 23 set. 2025.
4 HÁ MUITAS MANEIRAS DE PERCEBER O PASSAR DO TEMPO. UMA DELAS É OBSERVANDO MUDANÇAS OCORRIDAS EM NOSSO CORPO. DESENHE COMO VOCÊ ERA QUANDO TINHA:
1 ANO 5 ANOS
Produção pessoal. 72
5 COMPARE OS DESENHOS QUE VOCÊ FEZ E COMPLETE AS FRASES A SEGUIR COM AS PALAVRAS DOS QUADROS.
MAIOR MENOR NÃO ROUPAS
A) NO PRIMEIRO DESENHO, EU SOU
menor DO QUE NO SEGUNDO.
B) NO SEGUNDO DESENHO, EU SOU
maior DO QUE NO PRIMEIRO.
C) AS roupas E OS SAPATOS
QUE SERVIAM EM MIM QUANDO EU TINHA 1 ANO não ME SERVEM MAIS.
A passagem do tempo também pode ser percebida nos objetos. Observe as imagens:




1. Qual objeto pode ter sido dos nossos bisavós?
2. Qual objeto pode ter sido dos nossos avós?
3. Com qual objeto vocês ouvem música hoje?
Respostas:
1. O gramofone ou rádio-vitrola.
2. Rádio-vitrola ou CD player.
3. Aparelhos com aplicativos de música.
OBSERVE AS IMAGENS.
A) NA IMAGEM 1, CONTORNE DE VERMELHO A MÃO DIREITA DA PROFESSORA. NA IMAGEM 2, CONTORNE DE AZUL A MÃO ESQUERDA DA PROFESSORA.
B) NA IMAGEM 1, O MENINO DE VERDE ESTÁ COM QUAL MÃO LEVANTADA?
A mão direita.
7 HÁ DIVERSAS FORMAS DE CONHECERMOS NOSSA HISTÓRIA. CONTORNE AS IMAGENS QUE REPRESENTAM DUAS DELAS.



Natália é uma menina de 7 anos. Estas são algumas imagens do álbum de fotografias dela.
• Complete as legendas das fotografias com as palavras adequadas. Natália quando ainda era bebê. Esta fotografia foi tirada no .

Resposta: passado.

Esta fotografia retrata o tempo . Ela mostra como Natália está hoje.
Resposta: presente.
TEXTO DE APOIO
A construção da nossa história
Quando uma criança se vê pela primeira vez em um espelho, o que ela vê é uma outra criança; somente por volta dos dois anos de idade é que a criança passa a perceber que aquela imagem é dela mesma. [...]
Interessamo-nos por abordar as narrativas que as crianças contam e, nisso, gostaríamos de chamar a atenção para a estrutura e a natureza social dessas narrativas, uma vez que consideramos a contação de histórias como um fenômeno, hoje social, uma prática pedagógica que ganha espaço nas escolas e em múltiplos ambientes. [...] As histórias nem sempre são criadas por quem conta, tampouco são vividas tais como são contadas. Muitos de nós somos capazes de rememorar fatos que na verdade não estão no nosso circuito de lembranças, por não havermos vivido tais acontecimentos; porém, ao longo da vida, nos vão contando histórias que se fundem com nossas próprias histórias, promovendo um misto de informações que não seríamos capazes de distinguir, se advindas de vivência realmente ou se construídas em nossa memória como uma lembrança emprestada que, de tanto ouvirmos falar, já se transportou para nossa percepção como se fosse nossa.
MAIA-VASCONCELOS, Sandra. A criança e suas narrativas: a (auto)biografia no espelho. Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica, Salvador, v. 1, n. 3, p. 584–602, set./dez. 2016. Disponível em: https://www.revistas. uneb.br/rbpab/article/ view/3008/1947. Acesso em: 6 set. 2025.
Nesta unidade, abordamos o bloco conceitual diferenças e semelhanças, usando como matéria-prima jogos e brincadeiras atuais e de outros tempos e lugares. Iniciamos diferenciando brinquedo de brincadeira e chamando atenção para a existência de brincadeiras sem brinquedos. Depois optamos por trabalhar com brincadeiras de povos cujas contribuições foram muito importantes na formação da sociedade brasileira. Com isso, quisemos também estimular a percepção da diversidade étnica e cultural, bem como o respeito a essa diversidade.
Com base em diferentes brinquedos do passado e do presente, exploramos os materiais que os compõem e suas principais características. Além disso, incentivamos uma reflexão sobre a importância do uso consciente dos objetos do cotidiano, destacando as possibilidades de reaproveitamento, inclusive para a confecção de novos brinquedos.
Os espaços de brincar também são abordados na unidade, favorecendo aos estudantes que construam, paulatinamente ao longo da vida escolar, o conceito de lugar.

BNCC
• EF01HI02
• EF01HI03
• EF01HI05
• EF01CI01
• EF01CI02
• EF01GE01
• EF01GE03
• EF01GE06
• EF01GE08
• EF01HI08
• EF01GE02
• EF01GE09
As atividades desta unidade têm como objetivo ajudar os estudantes a identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes tempos e lugares. Além disso, pretendem contribuir para o processo de alfabetização, já que tanto o conhecimento sobre as práticas lúdicas quanto o desenvolvimento da leitura e da escrita são pré-requisitos para a realização dessas propostas.
• Competências gerais 1, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10.
• Trabalhar o conceito de brinquedo e de brincadeira.
• Diferenciar brinquedo de brincadeira.
• Identificar os materiais de que são feitos diferentes objetos, com destaque para brinquedos, e comparar suas características.
• OBSERVE AS IMAGENS DESTA PÁGINA E DA PÁGINA ANTERIOR.
1. NA CENA 1, VEMOS UMA DANÇA. QUAL É O NOME DELA E EM QUAL FESTA ELA OCORRE?
Quadrilha. Dança típica de festa junina.
2. QUAL BRINCADEIRA VEMOS NA CENA 2? Brincadeira de roda.
3. VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE BRINQUEDO E BRINCADEIRA?
4. AS CENAS 2, 3, 4, 5 E 6 MOSTRAM BRINCADEIRAS. QUAIS SÃO ELAS?
2: Brincadeira de roda; 3: Empinar pipa; 4: Amarelinha; 5: Futebol; e 6: Bolinha de gude. Resposta pessoal.

• Explicar que os objetos sofrem transformações ao longo do tempo.
• Refletir sobre a importância ambiental de reutilizar objetos.
• Relacionar a forma de brincar com a situação social, ambiental, cultural e tecnológica de diferentes períodos da história.
• Perceber semelhanças e diferenças.
• Contribuir com os processos de alfabetização e de alfabetização cartográfica dos estudantes.
CRIANÇAS PARTICIPAM DE FESTA E DE DIFERENTES BRINCADEIRAS.
Pode-se iniciar o trabalho com a página dupla de abertura pedindo aos estudantes para observarem com atenção a ilustração desta página e da página ao lado.
Nesta abertura de unidade, buscamos trazer o universo infantil para a sala de aula, estimulando os estudantes a falarem sobre brinquedos e brincadeiras do passado e do presente, e dar início, assim, a uma
aula dialogada. Essa atividade quer contribuir também para a “educação do olhar”. Em seguida, sugere-se:
• Explorar as questões propostas (pode-se pedir que alguns estudantes leiam essas questões), conversando sobre cada uma delas.
• Comparar as brincadeiras vistas na imagem com as dos dias atuais.
• Perguntar: quais brincadeiras são individuais e quais são coletivas?
• A atividade de leitura de imagem contribui para o desenvolvimento da habilidade EF15LP13 de Língua Portuguesa.
| PARA O
LIVRO. RONZONI, Diego. Oficina de brinquedos com material reciclado . Sintra: Girasso l, 2011.

SITE. FOLHA DE S.PAULO. Mapa do Brincar. Folhinha. Disponível em: https://mapado brincar.folha.com.br/. Acesso em: 5 set. 2025.
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Professor, a abordagem dos brinquedos e das brincadeiras mobiliza a competência específica 2 de Geografia ao reconhecer, de modo introdutório e adequado à faixa etária, a importância dos objetos técnicos para compreender as formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo da história.
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Quais desses brinquedos vocês conhecem?
• Já brincaram com algum deles?
• Vocês acham que toda brincadeira precisa de um brinquedo?
• Quais as diferenças entre brinquedo e brincadeira?
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . BRIQUEDOS. 2014. Vídeo (1min50s). Publicado pelo canal Turma da Mônica. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=-jJ2WA5OdZA. Acesso em: 9 out. 2025.
ATIVIDADES
Leia o texto com atenção.
A ponta do barbante a marrada no dedo da mão, atenção! Há que jogar ioiô
Num balanço de todo o corpo para que ele volte como [...] pombo-correio
Que traz notícia do chão.
MURRAY, Roseana. Brinquedos e brincadeiras São Paulo: FTD, 2014. p. 17.
OBSERVE AS IMAGENS DESTA PÁGINA COM ATENÇÃO.
PINTE DE AZUL OS QUADRADOS DOS BRINQUEDOS E DE VERMELHO OS QUADRADOS DAS BRINCADEIRAS.


IMAGENS FORA DE PROPORÇÃO
Azul (brinquedos): ursinho, robô. Vermelho (brincadeiras): menino brincando com ursinho, menina andando de skate, menino brincando com robô.



Responda de acordo com o texto:
1. O ioiô é um brinquedo ou uma brincadeira?
2. Qual é a primeira coisa a se fazer para brincar com um ioiô?
3. Interprete: o que a autora do texto quis dizer com: “Volte como [...] pombo-correio que traz notícia do chão.”?
a) Quis dizer que o ioiô desce, chega bem pertinho do chão e depois sobe de novo.

b) Quis dizer que o ioiô pode voar para longe, assim como fazem os pombos-correio.
Respostas:
1. O ioiô é um brinquedo.
2. Amarrar/enrolar a ponta do barbante no dedo da mão.
3. Alternativa a
BRINQUEDO É AQUILO QUE USAMOS EM UMA BRINCADEIRA.
BRINCADEIRA É TUDO O QUE A GENTE FAZ PARA SE DIVERTIR, EXERCITAR O CORPO E A IMAGINAÇÃO, COM OU SEM BRINQUEDO.
POR EXEMPLO: A CORDA É UM BRINQUEDO, PULAR CORDA É UMA BRINCADEIRA; O CARRINHO É UM BRINQUEDO, BRINCAR DE CARRINHO É UMA BRINCADEIRA.


MENINOS BRINCANDO DE PULAR CORDA EM PORTO SEGURO, BAHIA, 2024.
1. COMPLETE A LISTA DE NOMES DE BRINCADEIRAS POPULARES.
A) P U L A R C O R D A
C) Q U E I M A D A B) P E G A - P E G A
C I R A N D A
2. QUAIS BRINCADEIRAS DA ATIVIDADE 1 UTILIZAM
BRINQUEDO? Pular corda, queimada.
3. E QUAIS NÃO UTILIZAM? Pega-pega, ciranda.
Professor, trabalhar o conceito de brinquedo. O brinquedo pode ser definido como algo que serve de suporte a uma brincadeira. Em seguida, sugere-se:
• Diferenciar brinquedo de brincadeira.
• Lembrar aos estudantes algumas brincadeiras que não necessitam de brinquedo: “pedra, papel e tesoura”; “pega-pega”.
• Pode-se registrar nomes de brinquedos e de brincadeiras em listas; propor que os estudantes, em duplas ou trios, escrevam duas brincadeiras e dois brinquedos. Após esse registro, pode-se produzir uma lista coletiva: os estudantes deverão comparar suas escritas e refletir sobre a grafia correta das palavras, caso haja palavras escritas de forma diferente.
• Promover a leitura da lista de nomes de brincadeiras, incentivando os
estudantes a descobrir quais são as palavras.
• Explorar a quantidade de letras de cada palavra e a quantidade de letras faltantes.
• Relacionar as sílabas faltantes aos nomes dos estudantes, de forma a perceberem semelhanças na formação de palavras.
• A atividade de preenchimento de lacunas (sílabas faltantes) possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01LP06 de Língua Portuguesa.
Leia o texto a seguir, prestando atenção nas rimas. Complete os espaços com nomes de brinquedos.
Anda fala e dança, seu jeitinho é bem sapeca, fecha os olhos quando deita para tirar uma soneca, não é gente de verdade! É a de Rebeca.
Chute vem, chute vai, no campo e até no céu! É paixão que não se acaba.
Gira como carrossel, pula, quica, rala e rola, a de Gabriel.
Como ave em liberdade, com linha e carretel, sacudindo sem parar leve voa pelo céu, parece o peixe arraia a de Samuel.
BRINCAR de quê? / Francisco de Assis Alves; ilustrações de Klaudiana Torres. – Fortaleza: SEDUC, 2012. (Coleção PAIC Prosa Poesia). Disponível em: https://5ca0e999-de9a -47e0-9b77-7e3eeab0592c. usrfiles.com/ugd/5ca0e9_ c3cdec33afbd4fa9b22a8e 99579b019e.pdf. Acesso em: 23 set. 2025. Resposta: boneca; bola; pipa.
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
• Estimular os estudantes a reconhecer a importância da matriz indígena em nossa história e cultura. O trabalho com a página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo e a competência geral 1. Além disso, a proposta coaduna com a Lei no 10.639/2003 e a Lei no 11.645/2008, que versam sobre o trabalho com a história e a cultura indígena.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. TERRITÓRIO DO BRINCAR. Brincadeiras com petecas nas diversas regiões do Brasil. 2016. Vídeo (1min50s). Publicado no canal Território do Brincar. Disponível em: https:// youtu.be/wXEjjIUOCck.
Acesso em: 5 set. 2025.
TEXTO DE APOIO
Por meio do corpo, movimentos, olhar, significações, as crianças utilizam o brincar para expressar por meio de suas linguagens (verbal e não verbal), suas percepções que revelam a inserção no contexto em que vivem. O brincar desenvolve a capacidade simbólica da criança, a principal característica de todo ser humano, o de pensar e dar significado ao mundo, que deve ser cultivada na sociedade. (Kishimoto, 2019, p. 1)
KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1999.
AS BRINCADEIRAS E OS BRINQUEDOS FAZEM PARTE DA NOSSA HISTÓRIA DESDE OS PRIMEIROS ANOS DE VIDA. BRINCAR É MUITO IMPORTANTE, POIS BRINCANDO FAZEMOS AMIZADES, APRENDEMOS A CONVIVER E NOS DIVERTIMOS.

1. OS POVOS INDÍGENAS SÃO MUITO IMPORTANTES NA HISTÓRIA DO BRASIL. UMA DE SUAS INVENÇÕES FOI UM BRINQUEDO MUITO QUERIDO. COMPLETE AS LETRAS E DESCUBRA O NOME DESSE BRINQUEDO.
1. Chamar a atenção para o fato de que todas as letras que completam a palavra peteca são vogais.
P E T E C A
2. QUANDO VOCÊ NÃO TEM UM BRINQUEDO, COMO FAZ PARA BRINCAR? Resposta pessoal.
3. COMPLETE O PONTILHADO E PINTE O BRINQUEDO AO LADO.
A peteca é um brinquedo indígena muito popular feito com areia, couro e penas. O jogo de peteca colabora muito com a diversão e pode ser brincado entre duas ou mais crianças. Entre duas crianças uma joga para outra e em grupo, pode-se formar uma roda. Pode ser confeccionada pelas próprias crianças e fica ao critério de vocês os materiais a serem utilizados e que podem ser: jornal, papéis diversos, areia, tecidos coloridos e barbante. Que tal construir uma peteca? Com um qua-
CRIANÇAS DO POVO GUARANI BRINCAM DE DESENHAR UM SOL NO CHÃO DA ALDEIA ONDE VIVEM. BERTIOGA, SÃO PAULO, 2023.
drado em papel ou tecido, colocar no meio areia ou papel amassado, fechar com barbante como um embrulho e pronto!
Como jogar?
Número de participantes: 2 ou mais pessoas. Objetivo: não deixar a peteca cair no chão.
AGORA vamos brincar? Museu Câmara Cascudo. UFRN. Disponível em: https://mcc. ufrn.br/storage/documents/ 0guznib2ez8qyud9rf51oxr89undhu.pdf. Acesso em: 9 out. 2025.
PARA BRINCAR, NÃO PRECISAMOS COMPRAR BRINQUEDOS. BASTA USAR A IMAGINAÇÃO.
A NATUREZA OFERECE OPORTUNIDADES PARA BRINCAR. MAS É PRECISO RESPEITÁ-LA. OS GALHOS OU AS FOLHAS DE UMA ÁRVORE CAÍDOS NO CHÃO PODEM VIRAR BRINQUEDOS.
MAS ATENÇÃO: SÓ DEVEMOS USAR AQUILO QUE CAI NATURALMENTE NO CHÃO, SEM PREJUDICAR A NATUREZA.


CRIANÇAS DO POVO KALAPALO BRINCANDO DE PETECA EM MATO GROSSO, 2024. PETECA INDÍGENA.
• CUBRA O PONTILHADO E DESCUBRA COM QUAL ELEMENTO DA NATUREZA FOI FEITA A PETECA INDÍGENA DA IMAGEM ACIMA.
BNCC
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• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com esta e as próximas páginas mobiliza a competência específica 1 de Geografia e os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) Meio ambiente e Multicul-
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turalismo e coaduna com a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei no 9.795/1999).
Explicar que é possível brincar com folhas, sementes ou galhos caídos, desde que não sejam arrancados à força e que sua utilização não prejudique o ambiente. Essa orientação contribui para promover a consciência ambiental e o respeito pela natureza, oportunizando o desenvolvimento da competência
específica 8 de Ciências da Natureza.
Alertar para que não brinquem com água da chuva ou com o solo, pois podem conter contaminantes que oferecem riscos à saúde.
Também alertar para que não toquem em nenhum ser vivo, como animais, plantas desconhecidas ou fungos (cogumelos, por exemplo), a fim de evitar acidentes, alergias ou danos ao próprio ser vivo.
LIVRO. LOUV, Richard. A última criança na natureza : resgatando nossas crianças do transtorno do déficit de natureza. São Paulo: Aquariana, 2016.

SITE. DIA DE APRENDER BRINCANDO. Ideias criativas para pular corda com as crianças 27 abr. 2017. Disponível em: https://diadea prenderbrincando.org. br/2017/04/27/ideias -criativas-para-pular -corda-com-criancas/. Acesso em: 5 set. 2025.
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
ENCAMINHAMENTO
O objetivo desta e da próxima página é construir um brinquedo (telefone de copos) com objetos que podem ser reutilizados (copos de iogurte).
Sugere-se a construção de um brinquedo por dupla. Para isso, é importante:
• Solicitar previamente que os integrantes de cada dupla tragam dois copos de iogurte vazios e devidamente higienizados para a sala de aula.
• Explicar que a higienização deve ser feita com sabão e água corrente, garantindo que não fiquem resíduos de alimentos nos copos.
• Sugerimos que sejam providenciados copos extras, como garantia de que todos os estudantes tenham acesso aos materiais necessários à realização da atividade.
• Para fazer o furo, é necessário desenrolar a ponta do clipe de metal e utilizá-lo para perfurar o fundo do copo. Esse procedimento deve ser realizado exclusivamente pelo professor, a fim de garantir a segurança dos estudantes.
• Auxiliar os estudantes a passar o barbante pelo furo no copo e a dar o nó, caso não consigam sozinhos.
VOCÊ SABIA QUE É POSSÍVEL BRINCAR E, AO MESMO TEMPO, CUIDAR DA NATUREZA?
PODEMOS REUTILIZAR MATERIAIS PARA FAZER BRINQUEDOS. ASSIM, DIMINUÍMOS O LIXO E AINDA CRIAMOS NOVAS
OPORTUNIDADES DE BRINCAR!
1. EM DUPLA. ACOMPANHE A LEITURA DA PROFESSORA.
OBSERVE A IMAGEM E APRENDA A FAZER UM TELEFONE REAPROVEITANDO COPOS PLÁSTICOS.
MATERIAIS
• 2 COPOS PLÁSTICOS DE IOGURTE LAVADOS.
• 3 METROS DE BARBANTE.
• CLIPE METÁLICO.
COMO FAZER
1. UTILIZANDO A PONTA DO CLIPE METÁLICO, A PROFESSORA DEVE FAZER UM FURO NO CENTRO DE CADA UM DOS COPOS.
SOMENTE A PROFESSORA DEVE USAR O CLIPE METÁLICO PARA FURAR O COPO. ATENÇÃO

Orientar os estudantes a manter o barbante tensionado durante todo o momento em que o telefone estiver sendo usado na brincadeira. Se o barbante ficar frouxo, não será possível ouvir de forma adequada.
| PARA O PROFESSOR
ARTIGO. RESSIGNIFICANDO objetos: a importância da confecção de brinquedos com materiais recicláveis no processo educativo infantil. Revista Humanidades e Inovação. Disponível em: https://revista.unitins.br/ index.php/humanidadeseinovacao/ article/view/966. Acesso em: 23 out. 2025.
2. PASSE A PONTA DO BARBANTE PELO INTERIOR DO FURO. DÊ DOIS OU TRÊS NÓS NA PONTA DO BARBANTE. ELE NÃO DEVE MAIS PASSAR PELO FURO.
3. REPITA O QUE VOCÊ FEZ NO ITEM ANTERIOR NO OUTRO COPO.
4. CADA UM DA DUPLA DEVE SEGURAR UM COPO E SE AFASTAR, ATÉ QUE O BARBANTE FIQUE COMPLETAMENTE ESTICADO.
5. UM COLEGA DA DUPLA DEVE COLOCAR UM COPO NA ORELHA. O OUTRO DEVE FALAR UMA PALAVRA COM A BOCA ENCOSTADA NO OUTRO COPO.
6. AGORA INVERTAM: O COLEGA QUE ESCUTOU FALA, E O QUE FALOU ESCUTA.

2. VOCÊ CONSEGUIU ESCUTAR A PALAVRA QUE O COLEGA DISSE? ESCREVA ESSA PALAVRA NO ESPAÇO A SEGUIR. Resposta pessoal.
3. O QUE ACONTECERIA COM OS COPOS SE NÃO FOSSEM USADOS PARA FAZER O BRINQUEDO?
Eles seriam jogados no lixo ou encaminhados para reciclagem.
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
ENCAMINHAMENTO
Destaca-se que, mesmo em casos de deficiência auditiva, ainda é possível perceber as ondas sonoras por meio do tato. Ao encostar levemente a mão no copo durante a ati-
nova utilidade antes de serem descartados.
Ressaltar que reutilizar objetos contribui para diminuir a quantidade de resíduos que seriam gerados e poderiam se acumular no ambiente.
Explicar que a reutilização também diminui a necessidade de extrair recursos da natureza para a fabricação de novos produtos.
Incentivar os estudantes a compartilhar sugestões de outros objetos que poderiam ser reutilizados em casa ou na escola (quais objetos e para qual finalidade), de modo a incentivar a agirem de forma consciente, conforme a competência específica 8 de Ciências da Natureza
ARTIGO . COMO funciona o telefone de copos? Ciência Hoje das Crianças . Disponível em: https://chc.org.br/ acervo/como-funciona -o-telefone-de-copos/. Acesso em: 15 set. 2025.
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vidade, é possível sentir a vibração causada pela propagação do som pelo barbante.
Se houver estudantes com deficiência auditiva na turma, recomenda-se adaptar a atividade dessa forma, garantindo a participação de todos.
Na atividade 3 , sugere-se promover uma reflexão sobre a importância de se reutilizarem objetos, sobretudo quando recebem uma
• EF01GE06
• EF01CI01
ENCAMINHAMENTO
A atividade 6 oportuniza o trabalho com as habilidades EF01CI01 e EF01GE06. Nela, sugere-se:
• Auxiliar os estudantes a identificar os materiais mencionados no texto e relacioná-los às características de cada brinquedo. Por exemplo, é a elasticidade da borracha que permite à bola quicar e é a maciez do pano que torna a boneca agradável ao toque. Para aprofundar a compreensão, incentivar os estudantes a refletir sobre o que aconteceria se os brinquedos fossem feitos de outros materiais, relacionando material e função.
Consumo com responsabilidade
[...] O consumidor deve ter a consciência de que a compra é um ato de cidadania, no qual é necessário avaliar o produto desde a seleção — incluindo o uso e a manutenção — até o destino final. Isto significa valorizar empresas que procuram ser socialmente responsáveis, se preocupando com o impacto de sua produção e do consumo sobre o meio ambiente [...].
Repensar a utilização dos materiais é uma das possíveis e mais eficientes formas para se atingir a sustentabilidade.
[...] A sustentabilidade é diretamente ligada a mudança de comportamento [...] [como] controlar o consumo excessivo dos brinquedos destinados às
4. AS LETRAS A SEGUIR FORMAM UMA PALAVRA. ELA MOSTRA UMA AÇÃO QUE AJUDA A CUIDAR DA NATUREZA. ORGANIZE AS LETRAS E DESCUBRA QUAL É ESSA PALAVRA. 2 3 6 9 1 4 10 5 8 7
5. USAR SOMENTE O QUE PRECISAMOS, SEM DESPERDÍCIOS, TAMBÉM É UMA MANEIRA DE CUIDAR DA NATUREZA. MARQUE QUAL DAS DUAS ATITUDES A SEGUIR MOSTRA ESSA AÇÃO.
BEBER ÁGUA
NA ESCOLA SEMPRE
NA MESMA GARRAFA. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
USAR UM COPO PLÁSTICO
DIFERENTE CADA VEZ QUE BEBER ÁGUA.
6. COM A AJUDA DA PROFESSORA, LEIA O POEMA.



CADA BRINQUEDO TEM SEU SEGREDO
A BOLA É DE BORRACHA: QUICA NO CHÃO; SE FOSSE DE PEDRA, MACHUCAVA A MÃO.
A BONECA É DE PANO: BOA PARA ABRAÇAR; SE FOSSE DE MADEIRA, NÃO DAVA PARA APERTAR. O CARRINHO É DE METAL: RODA SEM PARAR; SE FOSSE DE PAPEL, IRIA AMASSAR.


POEMA ELABORADO PELOS AUTORES.
A) CONTORNE OS NOMES DE BRINQUEDOS NO POEMA.
Os estudantes deverão contornar bola, boneca e carrinho.
B) RODA DE CONVERSA. COM A AJUDA DA PROFESSORA, CONVERSEM SOBRE AS CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS CITADOS NO POEMA. QUAL É A IMPORTÂNCIA DE SEREM DIFERENTES?
Resposta pessoal.
crianças, [...] compreender os malefícios advindos dos materiais empregados neles e o destino [...] dado ao brinquedo.
HUMMEL, Taciana Lucio; SOARES, Leililene Antunes; SOUZA, Juliana Martins de. Materiais e brinquedos infantis: reflexões acerca da atuação do designer para um consumo sustentável. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM DESIGN, 12., 2016, São Paulo. Anais, São Paulo, v. 2, n. 9, p. 3835–3844, 2016. Disponível em: https:// pdf.blucher.com.br/designproceedings/ ped2016/0329.pdf. Acesso em: 9 set. 2025.
PRAÇAS E PARQUES TAMBÉM SÃO LUGARES DE BRINCAR. NELES BRINCAMOS SOZINHOS, COM A FAMÍLIA OU COM OS AMIGOS.

A PRAIA É OUTRO LUGAR DE BRINCAR. LÁ BRINCAMOS AO AR LIVRE EM FAMÍLIA E COM AMIGOS.

EM CADA LUGAR DE BRINCAR É PRECISO TOMAR CUIDADOS. CUIDADO COM O SEU CORPO, COM O CORPO DOS COLEGAS, COM O LUGAR ONDE VOCÊ ESTÁ BRINCANDO. ALÉM DISSO, FIQUE SEMPRE PERTO DE SEUS FAMILIARES QUANDO ESTIVER BRINCANDO AO AR LIVRE.
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE03
TEXTO DE APOIO
A noção de lugar em Geografia
No senso comum, utilizamos a expressão lugar de forma despretensiosa, para nos referirmos a uma localidade para onde se vai ou se foi. [...] A humanidade busca a construção de sua Geografia, desde a Antiguidade, na
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identificação de seus lugares: lugar onde a caça é boa, lugar em que se conseguem bons frutos, lugar de proteção e sobrevivência, etc.
[...] Historicamente, a necessidade de marcar os lugares e deixar sinais que permitissem ao ser humano voltar, bem como estabelecer relação entre o lugar e a experiência vivida ali e traçar caminhos para diferentes lugares dá origem à necessidade de elaborar mapas e outras representações cartográficas. [...]
Os lugares estão relacionados às
ideias de identidade, ainda que em graus diferentes. Por exemplo, nossa casa é um lugar carregado de significados de pertencimento singular [...] O lugar não é um ponto definido por coordenadas geográficas, um ponto no espaço, uma localização física ou uma representação cartográfica; ele é a articulação da espacialidade com as relações sociais estabelecidas entre seres humanos e os elementos que compõem esse espaço.
DE AZEVEDO, M. O.; OLANDA, E. R. O ensino do lugar: reflexões sobre o conceito de lugar na Geografia. Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 12, n. 3, p. 136-156, 2018. DOI: 10.5216/ ag.v12i3.57540. Disponível em: https://revistas.ufg.br/ atelie/article/view/57540. Acesso em: 9 out. 2025.
• EF01GE01
• EF01GE02
• EF01GE03
Professor, sugere-se promover a interpretação dialogada das imagens de modo a levar os estudantes a refletir sobre os lugares onde eles brincam, em comparação com os lugares fotografados. Esse trabalho favorece o desenvolvimento das habilidades EF01GE01, ao propor aos estudantes que identifiquem semelhanças e diferenças entre os lugares de brincar mostrados nas ilustrações e aqueles que eles frequentam; EF01GE02, ao identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes lugares; e EF01GE03, ao identificar e relatar semelhanças e diferenças de usos do espaço público para o lazer.
Memória e lugar
O lugar não é apenas uma relação com o espaço, mas uma relação da vida humana com o espaço e com o tempo, onde se cria uma representação na qual coexiste sua história de vida sobre um determinado espaço.
[...] O movimento da memória e o espaço sempre gera a necessidade do fazer espacial, tanto em suas relações, quanto em sua disposição, criando movimentos constantes. [...] Nesse movimento, muitas histórias se encontram e se desencontram, alterando o significado para quem habita esse lugar. Uma outra contribuição da memó -
1. BRINCAR AO AR LIVRE É MUITO BOM! OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RESPONDA ÀS QUESTÕES.

CRIANÇAS BRINCANDO NO PARQUE ALFREDO WERNER NYFFELER, EM MARINGÁ, PARANÁ, 2024.
CRIANÇAS BRINCANDO NO PARQUE BURLE MARX, EM SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, 2025.

A) O QUE É PARECIDO ENTRE AS IMAGENS?
B) O QUE É DIFERENTE ENTRE AS IMAGENS?
C) EM QUE LUGAR AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO?
D) E VOCÊ, EM QUE LUGARES BRINCA? Resposta pessoal.
1. a) As crianças estão brincando ao ar livre. 1. b) Em uma das imagens há mais árvores e grama, além das diferenças entre os brinquedos. 1. c) As crianças estão brincando em parques.
ria, agora “com” um viés mais operatório, é o presente como ponto de partida para o ensino, mas aqui, mediado pela contribuição anterior, que é dar um teor geográfico à memória. [...] Somos o que somos porque lembramos e esquecemos, moldando nossas demandas e expectativas temporariamente. Assim, o presente é o momento de uma síntese estável que expressa a nossa visão de mundo e dá sentido ao futuro, ao passado e à vida a partir dele. Pensar a memória geograficamente a partir do presente (paisagem e lugar) pode ser
o “fio da meada” para a compreensão dos fenômenos espaciais.
CALANDRO, Thiago Luiz; PEZZATO, João Pedro. Memória e lugar nas representações espaciais: implicações no ensino de Geografia por meio das contribuições de Paul Ricœur. Revista Brasileira de Educação em Geografia, v. 13, n. 23, p. 5-30, 2023.
A PIPA É UM BRINQUEDO ANTIGO E UM DOS MAIS QUERIDOS DAS CRIANÇAS DO BRASIL. VEJA ALGUNS NOMES QUE ESSE BRINQUEDO TEM EM DIFERENTES ESTADOS DO BRASIL:
• PARÁ: RAIA OU PAPAGAIO.
• ALAGOAS: ARRAIA OU PAPAGAIO.
• RIO DE JANEIRO: CURICA OU PAPAGAIO.
• MATO GROSSO DO SUL: RAIA OU PIPA.
• PARANÁ: PANDORGA OU PAPAGAIO.
ARACY TEMA. BRINCADEIRAS DE PIPAS NO MORRO. 2012. ACRÍLICA SOBRE TELA, 50 CM × 40 CM.

1. ESCREVA O NOME DESSE BRINQUEDO NO LUGAR ONDE VOCÊ MORA.
Resposta pessoal. Caso o nome usado no lugar onde moram não esteja no texto, a professora pode escrever na lousa para que os estudantes possam copiar, se necessário.
2. VOCÊ JÁ BRINCOU COM ESSE BRINQUEDO? CONTE COMO ERA O LUGAR ONDE VOCÊ BRINCOU COM ELE E COMO VOCÊ SE SENTIU.
Resposta pessoal.
3. CONVERSE COM UM ADULTO E RESPONDA: ESSE BRINQUEDO É:
X ANTIGO. ATUAL.
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar a aula perguntando aos estudantes:
• Vocês sabiam que a pipa foi inventada pelos antigos chineses?
• Vocês acreditam que as pipas inventadas pelos antigos chineses são semelhantes às atuais?
85
27/10/25 13:23
• Vocês costumam brincar com pipas?
• Por que será que a pipa tem nomes diferentes em cada região do Brasil?
Outra possibilidade é:
• Oferecer placas com os diferentes nomes da pipa, a depender da região.
• Explicar que, assim como a pipa, muitos objetos sofrem transformações ao longo da história. Antes
de se tornar um brinquedo, a pipa tinha outras funções e era feita de materiais diferentes dos de hoje. Em séculos anteriores, as pipas já foram usadas para estudar as condições do tempo e objetos sólidos encontrados no ar e até mesmo para transportar câmeras para espionar inimigos durante as guerras.
• Evidenciar que cada região do Brasil assimilou a pipa a sua cultura; por isso a diversidade de nomes dados a esse brinquedo. O trabalho com essa página pode ajudar os estudantes a construir as noções de antigo e atual, paisagem e região, importantes para História e para Geografia.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. MESSIAS, Adriano. O passeio dos brinquedos – dia de sol. Ilustração de Marcia Misawa. São Paulo: Gaivota, 2012.

Leia o texto a seguir. Brinquedo espalhado
Por tudo que é canto Sozinho no quarto, Pedrinho brincando. Pedrinho imagina, Escolhe e espalha. Depois desencaixa, Destroca e embaralha. Que acontecerá?
O que ele apresenta? Então olhe só:
As coisas que inventa... Carrinho sem roda, Boneco sem pé. Boneco de roda, Carrinho com pé.
Barquinho sem vela, Tucano sem asa Tucano com vela, barquinho de asa.
LAGARTA, Marta. Inventa-desventa. São Paulo: FTD, 2008. p. 9-10.
Localize no texto e pinte de:
Azul: a palavra que rima com apresenta
Verde: o nome de um animal.
Rosa: o nome de um cômodo da casa.
4. COMPLETE AS PALAVRAS A SEGUIR E DESCUBRA OS NOMES DE OUTROS BRINQUEDOS.


IMAGENS FORA DE PROPORÇÃO


A) O QUE OS NOMES DOS BRINQUEDOS TÊM EM COMUM?
Todos eles começam com a letra B.
B) ESCREVA OS NOMES DOS BRINQUEDOS QUE TÊM A MESMA SÍLABA INICIAL.
Boneco e bola.
C) QUAIS LETRAS FORMAM ESSA SÍLABA?
Trata-se da sílaba BO, portanto as letras são B e O.
D) ESCREVA O NOME DO BRINQUEDO QUE TEM A MENOR QUANTIDADE DE LETRAS.
Bola.
Amarelo: uma palavra iniciada com a letra R.
Vermelho: uma palavra iniciada com a letra V.
Resposta: Azul: inventa. Verde: tucano. Rosa: quarto. Amarelo: roda. Vermelho: vela.
A ADIVINHA É UMA BRINCADEIRA MUITO ANTIGA. ACOMPANHE A LEITURA DA PROFESSORA.
O QUE É O QUE É QUE CAI EM PÉ E CORRE DEITADO?
1

É A chuva PARA LAVAR OS CAMPOS, LAVAR A RUA, LAVAR A LUA.
O QUE É O QUE É QUE É FLOR E NÃO É SOL, MAS CARREGA O SOL NO NOME?
2

girassol É O QUE É PARA PINTAR O DIA DE OURO, DE AMARELO, DE ALEGRIA.
ROSEANA MURRAY. BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS SÃO PAULO: FTD, 2014. P. 42.
1. DESCUBRA A PALAVRA QUE ESTÁ FALTANDO NA ESTROFE 1
E NA ESTROFE 2.
A) COMPLETE A ADIVINHA DA ESTROFE 1.
Espera-se que os estudantes escrevam chuva
B) COMPLETE A ADIVINHA DA ESTROFE 2.
Espera-se que os estudantes escrevam girassol

BNCC
• EF01HI05 • EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Vocês sabem o que são adivinhas?
• Já brincaram de adivinhas? Sabiam que as adivinhas fazem parte da cultura popular e são uma brincadeira que está presente em quase todo o Brasil?
Em seguida, sugere-se:
27/10/25 13:23
• Explorar a estrutura das adivinhas/ charadinhas (textos curtos que geralmente começam com a expressão “o que é, o que é”).
• Previamente à atividade proposta, promover uma “caça ao tesouro” com as palavras que respondem às charadinhas (chuva, girassol, cadeira, segredo, rabo de cavalo, guarda-chuva); as palavras devem estar escritas em plaquinhas e escondidas
pela sala de aula ou pelo espaço da escola. Quando os estudantes encontrarem as plaquinhas, solicitar a leitura das palavras e explicar que são respostas de charadinhas.
• Promover, então, a leitura do poema (pode ser lido pelo professor ou por estudantes) e o registro das respostas.
• Aprofundar o trabalho com o tema, perguntando se a turma conhece outras adivinhas.
• A atividade com adivinhas visa promover o trabalho interdisciplinar com Língua Portuguesa, por meio das estruturas silábicas, pontuação (ponto de exclamação, ponto de interrogação e ponto-final) e uso de letras maiúsculas e minúsculas. A atividade de leitura de quadrinhas/ charadinhas pode ajudar no desenvolvimento da habilidade EF01LP16 de Língua Portuguesa.
1. Escreva nomes de animais com quatro letras.
2. Escreva o nome de um animal com seis letras.
Respostas:
1. Respostas possíveis: sapo, pato, galo etc.
2. Respostas possíveis: coelho, coruja, baleia etc.
• EF01HI05
• EF01GE02
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. BAROUKH, Josca
Ailine; ALMEIDA, Lucila Silva de. Adivinhas para brincar. São Paulo: Panda Books, 2018.

REPRODUÇÃO/PANDA BOOKS
VÍDEO . ADIVINHA!
2011. Vídeo (5min46s). Publicado pelo canal Quintal da Cultura. Disponível em: https:// www.youtube.com/wa tch?v=pTDwEsyYMZM. Acesso em: 9 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Adivinhas
De acordo com Cascudo (1998, p. 33), adivinha, adivinhação ou enigma é “um gênero universal, favorito de todos os povos em todas as épocas”. Não existe, entre os gêneros da tradição oral, afirma Cascudo (1984, p. 67), nenhum outro “que apresente maior número de obras-primas de síntese, de originalidade e de sabedoria, de graça e de ironia.[...] Nas adivinhas há, universalmente, fórmulas para iniciar”. Iniciação. Este é o mote. As adivinhas, principiadas com frequência por palavras que anunciam enigma “O que é o que é?”, prestam-se à iniciação na linguagem, em seus mistérios meta-
2. ASSOCIE AS IMAGENS ÀS ADIVINHAS. PARA ISSO, USE O NÚMERO QUE ACOMPANHA CADA UMA DELAS.




A) O QUE É, O QUE É? TEM PERNAS, MAS NÃO ANDA. TEM BRAÇO, MAS NÃO ABRAÇA?
Imagem 3. cadeira.
B) O QUE É, O QUE É? QUE
SEMPRE SE QUEBRA QUANDO SE FALA?
Imagem 2. segredo.
C) O QUE É, O QUE É? QUANTO MAIS CRESCE, MAIS BAIXO FICA?
Imagem 4. rabo de cavalo.
D) O QUE É, O QUE É? QUE SOBE QUANDO A CHUVA DESCE?
Imagem 1. guarda-chuva.
88
fóricos e poéticos, em seus não ditos. Elas constituem, por si mesmas, jogos que apresentam, inerentemente, segredos, mistérios, suposições. Para Gomes e Ferreira (2003, p. 10-11):
Cada palavra é uma possibilidade e cada possibilidade é uma hipótese a ser considerada. Adivinhar é unir partes, juntar ideias concluir características a fim de que se chegue a conceitos e definições. [...] Adivinhar, nesse senti-
do, é encontrar respostas para perguntas previamente feitas e previamente conceituadas; no entanto, é também permitir-se viajar por hipóteses, muitas vezes distintas das respostas, que identificam a aprendizagem do raciocínio dedutivo.
GOMES, Lenice; MORAES, Fabiano. Alfabetizar letrando com a tradição oral. São Paulo: Cortez, 2013. p. 109-110.
CADÊ O TOICINHO QUE ESTAVA AQUI?
CADÊ O TOICINHO QUE ESTAVA AQUI?
O gato COMEU.
CADÊ O GATO?
FOI PRO mato .
CADÊ O MATO?
O fogo QUEIMOU.
CADÊ O FOGO?
A água APAGOU.
CADÊ A ÁGUA?
O boi BEBEU.
CADÊ O BOI?
FOI CARREAR O trigo .
CADÊ O TRIGO?
A galinha ESPALHOU.
CADÊ A GALINHA?
FOI BOTAR O ovo
CADÊ O OVO?
O padre COMEU.
CADÊ O PADRE?
TÁ NA igreja .
COMO É QUE SE VAI PRA IGREJA?
POR AQUI, POR AQUI, POR AQUI... PARLENDA POPULAR.

BNCC
• EF01HI05 • EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Esta proposta de atividade é uma forma de os estudantes fazerem cópias, mas com sentido, uma vez que as palavras a completar as lacunas estão escritas no verso seguinte.
Pode-se providenciar imagens de gato, mato, fogo, água, boi, trigo, galinha, ovo, padre, igreja, mostrando-as para os estudantes conforme a leitura for sendo realizada.
O professor pode ler a pergunta (chamar a atenção dos estudantes para o sinal de pontuação que caracteriza as perguntas) e os estudantes leem a resposta (e, nesse momento, o professor mostra imagem que completa a lacuna).
Ao final da atividade, pedir aos estudantes para localizarem, na linha abaixo daquela em que escreveram, a grafia correta das palavras; pode-se pedir que sublinhem essas palavras e que realizem a correção de suas escritas.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. PALAVRA CANTADA. Hoje é Domingo . 2015. Vídeo (1min45s). Publicado pelo canal Palavra Cantada Oficial. Disponível em: https://www. youtube.com/watch? v=AUbY_Xuu2Rk. Acesso em: 9 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
As parlendas na alfabetização
As parlendas transmitem experiências, valores e costumes da nossa cultura, “compondo-se de um rico repertório das diferentes regiões do país. As parlendas sempre fizeram parte das brincadeiras infantis e constituem um acervo que tem atravessado séculos, enraizados nos brincos das crianças [...] Observamos também a musicalização como um recurso na prática pedagógica. A cada parlenda exibida, as crianças produziam sons ritmados junto com a professora, adicionando palmas ou fazendo uso de um chocalho, já previamente confeccionado com a turma, ampliando, assim, o repertório e o conhecimento desse importante texto da tradição oral. [...] Assim, concordamos que no processo de alfabetização “é importante criar situações em que as crianças fiquem atentas à pauta sonora da língua e operem de maneira lúdica com unidades do sistema fonológico.
AMORIM, Crislani Lima de. O gênero parlenda no 1o ano do ciclo de alfabetização: um olhar sobre a oralidade. Disponível em: https:// repositorio.ufpb.br/jspui/ handle/123456789/33989. Acesso em: 9 out. 2025.
Professor , orientar os estudantes que, assim que terminarem de recitar a parlenda, coloquem o lenço na carteira de outro colega, para que a brincadeira continue e que todos possam participar.
Após a realização da atividade, pedir aos estudantes para responderem à autoavaliação. Essa etapa é muito importante porque permite que os estudantes sejam protagonistas do próprio processo de aprendizagem, criando uma postura crítica e autônoma.
O professor, por sua vez, pode avaliar os estudantes em diferentes aspectos e observar o seu olhar sobre o próprio desempenho.
Textos breves e de fácil memorização, como as parlendas, auxiliam muito no processo de alfabetização.
A autoavaliação busca desenvolver a competência socioemocional autoconsciência, que envolve o conhecimento de cada pessoa, bem como de suas forças e limitações, sempre mantendo uma atitude otimista e voltada para o crescimento.
Promover a leitura da parlenda, em duplas ou trios. Pedir que os estudantes separem as palavras com barri-
PARLENDAS SÃO VERSOS CURTOS RECITADOS EM BRINCADEIRAS INFANTIS.
VAMOS RECITAR A PARLENDA EM VOZ ALTA VÁRIAS VEZES. MARQUE O RITMO COM OS PÉS OU COM AS MÃOS!

CORRE COTIA NA CASA DA TIA.
CORRE CIPÓ NA CASA DA VÓ.
LENCINHO NA MÃO CAIU NO CHÃO.
MOÇA BONITA DO MEU CORAÇÃO.
PARLENDA POPULAR.

PARA BRINCAR DE “CORRE COTIA”, UM ESTUDANTE PERCORRE A SALA COM UM LENCINHO NA MÃO E O DEIXA CAIR SOBRE UMA CARTEIRA.
O ESTUDANTE QUE ESTÁ SENTADO NESSA CARTEIRA PEGA O LENCINHO E VAI PARA A FRENTE RECITAR A PARLENDA DE COR, MARCANDO O RITMO COM O PÉ OU COM A MÃO.
Respostas pessoais.
AUTOAVALIAÇÃO SIM NÃO
RECITEI A PARLENDA DE COR?
A TURMA CONSEGUIU ESCUTAR O QUE EU DISSE?
MARQUEI O RITMO COM O PÉ OU A MÃO?
MINHA APRESENTAÇÃO FOI DIVERTIDA?
nhas coloridas e leiam e apontem as palavras que estão lendo. Retomar a parlenda auxilia no “controle” da leitura; dar essa dica para os estudantes, pedindo que recitem a parlenda para se lembrarem das palavras que a compõem. Se preferir, a brincadeira pode ocorrer em espaço aberto, como no pátio da escola ou quadra. A atividade de leitura de parlendas possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01LP16 de Língua Portuguesa.
VÍDEO . KAMALU e Sua Turma –Corre Cotia. 2019. Vídeo (1min40s). Publicado pelo canal Kamalu e sua turma. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=C4tUO5xx t2k. Acesso em: 5 set. 2025.
1. AGORA VAMOS CONHECER UM POUCO MAIS SOBRE BRINCADEIRAS DO PASSADO E DO PRESENTE. ENTREVISTE UM ADULTO E ANOTE OU DESENHE AS RESPOSTAS NO CADERNO.

A) DO QUE O SENHOR (OU A SENHORA) BRINCAVA NA INFÂNCIA?
B) QUAL ERA SUA BRINCADEIRA FAVORITA?
C) COMO AS CRIANÇAS DE SUA FAMÍLIA BRINCAM ATUALMENTE?
D) QUAIS DIFERENÇAS O SENHOR (OU A SENHORA) PERCEBE ENTRE AS BRINCADEIRAS DE SEU TEMPO E AS DE HOJE?
2. RODA DE CONVERSA. COM A AJUDA DA PROFESSORA, CONVERSEM SOBRE AS DIFERENÇAS E AS SEMELHANÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE VOCÊS E A DAS PESSOAS ENTREVISTADAS.
Respostas pessoais.
BNCC
• EF01HI02 • EF01HI05 • EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar o trabalho com a atividade da página apresentando uma entrevista, realizada por crianças, com o escritor infantil Ziraldo (disponível em: https://youtu.be/a _o2Ju80qjI; acesso em: 5 set. 2025.). Em seguida, perguntar:
• O que vocês acharam da entrevista feita pelas crianças? Mudariam
alguma coisa?
• Teriam outras perguntas para fazer? Que pessoa você admira muito e gostaria de entrevistar? Por quê?
• Quais perguntas vocês fariam a ela? Em seguida, sugere-se:
• Comentar que o gênero entrevista tem por objetivo obter conhecimento acerca de um assunto, extrair informações, conhecer aspectos da vida de uma pessoa, entre outros.
• Trabalhar a relação entre passado e presente e entre brincadeiras antigas e atuais.
• Retomar e aprofundar o trabalho com o bloco conceitual diferenças e semelhanças.
• Estimular a turma a valorizar os relatos de pessoas adultas e idosas, ou seja, a memória de outras épocas. Essa abordagem favorece o desenvolvimento do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo (Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso) e coaduna com o Estatuto da pessoa idosa (Lei no 10.741/2003).
A entrevista pode colaborar para o estudante controlar o impulso de interromper o entrevistado quando deveria escutá-lo atentamente. Professor, para a atividade 2, roda de conversa, uma das diferenças é brincar na rua, no passado, e brincar em casa, no presente. Outra diferença é que muitas brincadeiras não utilizavam brinquedos e, hoje, muitas delas se valem deles. Outra diferença ainda é que muitos brinquedos atuais utilizam energia elétrica, o que restringe os ambientes onde se dão as brincadeiras.
| PARA O ESTUDANTE VÍDEO . A ENTREVISTA para crianças: características e elementos. Linguagem para crianças. Vídeo (5min8s). Publicado pelo canal Smile and Learn – Português. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=q8Qw -e1B7n0. Acesso em: 9 out. 2025.
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar a aula com base na análise das imagens dessa e da página seguinte. Nessa análise, perguntar:
• Que objetos estão representados nas imagens?
• Você sabe de que material cada um desses brinquedos é feito?
• Quais desses brinquedos você diria que pertencem ao passado e quais pertencem ao presente?
• Pensando nos brinquedos do passado, você conhece algum semelhante que ainda é usado hoje?
• Atualmente, esses brinquedos são feitos dos mesmos materiais de antigamente ou houve mudanças?
Com base na conversa inicial, sugere-se:
• Fazer a leitura do texto.
• Apresentar informações complementares sobre os materiais citados, destacando suas características e seus usos.
Se considerar oportuno, explicar que a madeira é extraída de diferentes tipos de árvores. É um material resistente, fácil de ser trabalhado e bastante durável. Possui textura e cores variadas, dependendo da árvore de origem. Antigamente, muitos brinquedos eram feitos de madeira, como carrinhos, piões e bonecos
O USO DE BRINQUEDOS, COMO BONECAS E BONECOS, É MUITO ANTIGO.
AO LONGO DO TEMPO, DIVERSOS MATERIAIS FORAM USADOS PARA A CONSTRUÇÃO DE BRINQUEDOS. A MADEIRA É UM MATERIAL OBTIDO DAS ÁRVORES.

A CERÂMICA É UM MATERIAL FEITO DA MISTURA DE ARGILA E ÁGUA.

CAVALINHO DE MADEIRA FEITO PELOS ANTIGOS EGÍPCIOS.

BRINQUEDOS DE CÊRAMICA FEITOS PELOS ANTIGOS GREGOS.
articulados. Além dos brinquedos, a madeira também é utilizada na fabricação de móveis, instrumentos musicais, casas, portas e diversos objetos do dia a dia.
A cerâmica é obtida da argila. É um material rígido, mas pode quebrar quando submetida a impactos. Por esse motivo, a cerâmica não costuma ser utilizada na fabricação de brinquedos. No entanto, é muito usada em objetos como vasos, potes, pisos e louças.

O algodão é uma fibra natural obtida das plantas de algodão. Depois de colhido, o algodão é transformado em fios que podem ser tecidos para formar panos leves e macios. Antigamente, muitos bonecos de pano eram feitos com tecido de algodão, sendo preenchidos com palha ou retalhos. Hoje, o tecido de algodão é bastante usado na fabricação de roupas, lençóis, toalhas, cortinas e outros objetos do cotidiano.

BONECA DE PANO FEITA POR UM POVO INDÍGENA ANTIGO CHAMADO INCA.
OS PANOS PODEM SER TECIDOS COM FIOS DE DIFERENTES MATERIAIS COMO ALGODÃO E LÃ.
O ALGODÃO VEM DE UMA PLANTA, E A LÃ VEM DO PELO DA OVELHA.
OS METAIS, COMO O COBRE, O FERRO E O ALUMÍNIO, SÃO ENCONTRADOS EM ROCHAS E SOLOS.


ANTIGAMENTE MUITOS BRINQUEDOS ERAM FEITOS DE METAL.
BONECA ANTIGA DE PLÁSTICO.
O PLÁSTICO É UM MATERIAL MUITO UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DE BRINQUEDOS.
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
A lã é uma fibra obtida, principalmente, do pelo de animais como ovelhas. Após o corte do pelo, a lã é transformada em fios que podem ser usados para tecer ou tricotar.
A lã é macia e capaz de reter calor. Por esse motivo, é muito utilizada na fabricação de roupas e cobertores, pois ajuda a evitar a perda de calor do corpo para o ambiente, protegendo contra o frio.
Em respeito à idade escolar, utilizamos o termo “metal” em vez de latão. O latão é uma liga metálica, formada pela mistura de cobre e zinco. Essa liga metálica é maleável, o que significa que pode ser
moldada sem quebrar. No passado, o latão foi usado na fabricação de alguns brinquedos, como soldadinhos e partes metálicas de carrinhos. Atualmente, é muito utilizado em objetos como instrumentos musicais (trompete, saxofone, trombone), bijuterias e parafusos.
O plástico é um material produzido do petróleo. Ele pode ser moldado em diferentes formas e cores, além de ser leve, resistente e de baixo custo. Essas características fizeram com que o plástico se tornasse um dos materiais mais usados na fabricação de brinquedos modernos, como bonecas, carrinhos, blocos de montar e bolas. Por ser durável, o plástico também é utilizado em embalagens, utensílios domésticos, eletrodomésticos, entre outros. Promover uma reflexão sobre o uso consciente de objetos plásticos.
O plástico pode levar centenas de anos para se decompor na natureza. Isso significa que, quando descartado de forma incorreta, o plástico se acumula no solo, nos rios e mares, causando poluição e prejudicando a vida de muitos animais.
A reflexão proposta mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Meio ambiente (Educação ambiental).
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
ENCAMINHAMENTO
Os museus oferecem oportunidades para trabalhar conteúdos relacionados aos objetos do cotidiano utilizados no passado, incluindo brinquedos. Visitar esses espaços permite que os estudantes observem, analisem e comparem objetos antigos e modernos, compreendendo mudanças nos materiais utilizados ao longo do tempo.
Sugere-se verificar se há museus no município em que a escola está localizada e, se possível, organizar uma visita, permitindo que os estudantes vivenciem a experiência de forma direta e significativa. Caso a visita presencial não seja viável, recomenda-se explorar acervos virtuais, como o indicado em Para o professor. O site do Museu da Educação e do Brinquedo (MEB), localizado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp), apresenta um acervo com mais de 2 mil itens, incluindo brinquedos, jogos e materiais pedagógicos que datam desde o século XX. Recomenda-se explorar o link, buscando fotografias que possam ser mostradas aos estudantes para ilustrar os brinquedos do passado e estimular a discussão sobre suas características e materiais.
1. MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA. A CERÂMICA É FEITA DE UM MATERIAL MUITO RESISTENTE, ISTO É, QUE DURA MUITO PORQUE É DIFÍCIL DE QUEBRAR.
X OS BRINQUEDOS DE MADEIRA SÃO FEITOS DE MATERIAIS OBTIDOS DAS ÁRVORES.
OS PRIMEIROS BRINQUEDOS DA HISTÓRIA ERAM FEITOS DE PLÁSTICO.
2. COM A AJUDA DE UM ADULTO, CLASSIFIQUE OS BRINQUEDOS E AS BRINCADEIRAS DAS IMAGENS DE ACORDO COM A LEGENDA. Verde: A e B; laranja: C.
CRIADOS NO PASSADO. CRIADOS RECENTEMENTE.



MUSEU. Museu da educação e do brinquedo. Disponível em: https:// meb.fe.usp.br/. Acesso em: 16 set. 2025.
1. Analise as imagens a seguir.



a) O que esses brinquedos possuem em comum?
b) Marque um X na característica do material de que são feitos.
( ) Resistente.
( ) Macio.
c) Esses brinquedos são do passado ou do presente?
Respostas:
a) Todos são feitos do mesmo material: madeira. b) Resistente. c) Passado.
Respostas pessoais.
• PREENCHA A FICHA SOBRE SEU BRINQUEDO FAVORITO.
MEU BRINQUEDO FAVORITO
A) ELE É FEITO PRINCIPALMENTE COM O SEGUINTE MATERIAL: PAPEL PLÁSTICO METAL MADEIRA
TECIDO OUTRO
B) A COR OU AS CORES DO MEU BRINQUEDO SÃO:
C) TENHO ESSE BRINQUEDO DESDE OS MEUS ANOS.
D) EU GANHEI ESSE BRINQUEDO DE:
AMIGOS.
FAMILIARES.
E) EM UMA FOLHA AVULSA, DESENHE SEU BRINQUEDO. ESCREVA O SEU NOME E O DELE NA PARTE DE CIMA DA FOLHA.
F) RODA DE CONVERSA COM A AJUDA DA PROFESSORA, CONVERSEM SOBRE O QUE PODE SER FEITO COM SEU BRINQUEDO FAVORITO QUANDO NÃO QUISER MAIS USÁ-LO.
CRIANÇA COM SEU BRINQUEDO FAVORITO.

95
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
VOCÊ ESCRITOR!
Se possível, solicitar com antecedência que os estudantes tragam à sala de aula seu brinquedo favorito, a fim de preencherem com mais facilidade as informações na ficha de registro. No item f, o objetivo é refletir sobre o destino do brinquedo: caso
27/10/25 13:24
não esteja mais em condições de uso, como ele pode ser descartado corretamente; caso ainda esteja em boas condições, como ele pode ser doado a alguém que possa utilizá-lo.
Com relação ao descarte, é importante orientar a verificação dos materiais de que os brinquedos são feitos, pois isso determina a forma adequada de destinação.
Com relação à doação, sugere-se promover uma reflexão sobre valores envolvidos na ação de doar, como
solidariedade, cuidado e responsabilidade. As reflexões propostas mobilizam os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) Cidadania e civismo e Meio ambiente
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO . MATTOS, Jacqueline de. A riqueza da doação . Brasília, DF: Mais Amigos, 2019. Nesta obra, o jovem leitor vai descobrir que, com atitudes simples, pode-se realizar muitas mudanças, ser feliz e ajudar outras pessoas.
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
DIALOGANDO COM MATEMÁTICA
Essa seção colabora para o desenvolvimento das habilidades EF01MA03, EF01MA04, EF01MA05 e EF01MA22 de Matemática, por meio do exercício da comparação de quantidades de objetos de conjuntos para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”; da contagem de quantidade de objetos de coleções; da comparação de números naturais; e de organizar dados por meio de representações.
Caso os brinquedos favoritos dos estudantes tenham sido trazidos à sala de aula, conforme sugerido nas orientações da página 95, é possível explorá-los nesta seção.
Nessa seção, sugere-se:
• Auxiliar os estudantes a reconhecer o principal tipo de material que compõe cada brinquedo (lembrando que muitos brinquedos podem ter mais de um material em sua constituição).
• Construir coletivamente o gráfico proposto. Para isso, reproduzi-lo na lousa e preenchê-lo junto com os estudantes, estimulando a participação de todos.
• Analisar os dados em conjunto com a turma para responder à atividade 4.
VAMOS COMPARAR OS DIFERENTES TIPOS DE MATERIAIS DOS BRINQUEDOS FAVORITOS DA TURMA.
1. UM ESTUDANTE POR VEZ VAI DIZER O TIPO DE MATERIAL PRINCIPAL DO SEU BRINQUEDO.
2. A CADA RESPOSTA, PINTE UM QUADRADO COM A COR CORRESPONDENTE AO TIPO DE MATERIAL, CONFORME A LEGENDA. Respostas pessoais.
PAPEL PLÁSTICO METAL MADEIRA TECIDO OUTRO
3. DEPOIS QUE TODOS TIVEREM RESPONDIDO, CONTE A QUANTIDADE DE QUADRADOS PINTADOS PARA CADA TIPO DE MATERIAL E ANOTE A SEGUIR.
PAPEL
4. CONVERSE COM OS COLEGAS:
A) QUAL MATERIAL APARECE EM MAIS BRINQUEDOS?
B) QUAL MATERIAL APARECE EM MENOS BRINQUEDOS?
Durante a análise dos resultados expressos no gráfico, destacar que as colunas com mais quadrinhos pintados representam os materiais mais presentes nos brinquedos da turma, enquanto as colunas com menos quadrinhos indicam os materiais menos utilizados.
Ao final da seção, sugere-se reservar um momento para que os estudantes brinquem juntos com seus brinquedos, promovendo a
cooperação, o respeito e a empatia entre eles.
A seção explora procedimentos científicos, como a coleta e a análise de dados, oportunizando o desenvolvimento da competência específica 2 de Ciências da Natureza.
1. ASSINALE A ALTERNATIVA QUE CORRESPONDE AO MATERIAL DE QUE CADA BRINQUEDO É FEITO.



X MADEIRA
PLÁSTICO
MADEIRA
X PLÁSTICO
X MADEIRA
PLÁSTICO
2. RODA DE CONVERSA. CONVERSEM SOBRE OUTROS MATERIAIS QUE PODEM SER USADOS PARA CONSTRUIR OS BRINQUEDOS MOSTRADOS NESTA PÁGINA.
Resposta pessoal. Algumas respostas possíveis: o pião pode ser feito de metal, de plástico, de metal e plástico; a bola pode ser feita de couro ou borracha; o avião pode ser feito de papel, de plástico, de metal etc.
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
ENCAMINHAMENTO
Na atividade 1, retomar as características dos materiais utilizados na fabricação dos brinquedos apresentados.
27/10/25 20:28
Propor a construção de um origami de papel, de modo a explorar as características desse material. O origami será de um cachorro. Materiais
• 1 folha de papel sulfite cortada no formato de um quadrado com 15 centímetros em cada lado.
• lápis de cor ou canetinha de cor preta.
Procedimentos:
1. Dobre a folha ao meio, formando um triângulo.
2. Coloque o triângulo com a marca da dobra voltada para cima. Em seguida, dobre cada uma das pontas externas para baixo.
3. Dobre a ponta de baixo para cima.
4. Desenhe os olhos e pinte o focinho do cachorro.
Atividades:
1. Escreva o nome do animal de origami que você fez.
2. Qual característica do papel permite que ele seja utilizado na construção de um origami?
3. Seria possível fazer um origami de madeira? Por quê?
Respostas:
1. Cachorro.
2. Facilidade de dobrar.
3. Não, porque a madeira é rígida e não pode ser dobrada facilmente.
| PARA O PROFESSOR
VÍDEO . ORIGAMI Iniciante: Cabeça de Cachorro - Instruções em português. 2016. Vídeo (2min23s). Publicado pelo canal Easy origami. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=yGSo 91fDMFw. Acesso em: 9 out. 2025.
• EF01HI05
• EF01GE02
• EF01GE06
• EF01CI01
ENCAMINHAMENTO
Na atividade 3 , o barco de brinquedo da fotografia é um brinquedo de Miriti, típico da cidade de Abaetetuba, no estado do Pará. Mais informações sobre o assunto podem ser encontradas no Texto de apoio. Esse assunto mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo (Diversidade cultural). A atividade, ainda, contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01MA14 de Matemática, ao identificar e nomear figuras planas (círculo, quadrado e triângulo).
Miriti, também conhecida como Buriti, é uma palmeira abundante em áreas ribeirinhas e de várzea nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. É dessa palmeira que os artesãos e artesãs de Abaetetuba produzem os tradicionais brinquedos e artesanatos de miriti. Transformam braças em representações de barcos e canoas, retratando a vida dos ribeirinhos da região.
Em uma região de ilhas de rio, aprende-se desde criança a lixar e pintar os artesanatos, em um processo de aprendizado comunitário e passado de pai para filho, dividido em etapas e especialidades de cada pessoa envolvida.
Desde que recebem a palmeira, os dias de trabalho são divididos em
3. OBSERVE A IMAGEM DE UM BARCO DE BRINQUEDO.

BRINQUEDO FEITO MANUALMENTE. ABAETETUBA, PARÁ, 2009.
A) PINTE COM SUA COR FAVORITA O MATERIAL USADO PARA FAZER ESSE BARCO DE BRINQUEDO. MADEIRA PANO AREIA METAL
Os estudantes deverão pintar a palavra madeira
B) QUANTAS LETRAS FORMAM A PALAVRA BARCO? ESCREVA O NÚMERO DENTRO DO CÍRCULO
C) O BARCO DA IMAGEM IMITA UM TIPO DE BARCO UTILIZADO PARA A PESCA.
COMPLETE AS LETRAS QUE ESTÃO FALTANDO E DESCUBRA O NOME DO PROFISSIONAL QUE COSTUMA USAR ESSE TIPO DE BARCO.
P E S C A D O R
secagem da braça, corte em pedaços que serão esculpidos e, posteriormente, lixamento e pintura.
Pássaros e plantas representam a fauna e a flora locais, além de imprimir o folclore, as lendas e o cotidiano da Amazônia em formas e cores. O artesanato em miriti apresenta de maneira lúdica a realidade de quem os produz ao mundo. [...]
AAPAM – Associação dos Artesãos Produtores de Artesanato De Miriti. Disponível em: https://redeartesol.org.br/rede/ aapam/. Acesso em: 16 set. 2025.
É BRINCANDO QUE A GENTE SE DESENVOLVE, APRENDE E CRESCE!
BRINCAR É TÃO IMPORTANTE QUE EXISTEM LEIS
GARANTINDO ESSE DIREITO PARA AS CRIANÇAS.

CRIANÇAS DO POVO YANOMAMI BRINCAM NO RIO MATURACÁ, ESTADO DO AMAZONAS, 2022.
ACOMPANHE A LEITURA DA PROFESSORA.
Art. 227. É DEVER DA FAMÍLIA, DA SOCIEDADE E DO ESTADO ASSEGURAR À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE [...] O DIREITO [...] À LIBERDADE.
BRASIL. [CONSTITUIÇÃO (1988)]. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988. BRASÍLIA, DF: PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, 1988. DISPONÍVEL EM: https://portal.mec.gov.br/dmdocuments/escolaqueprotege_art227.pdf. ACESSO EM: 10 JUL. 2025.
ART. 16. O DIREITO À LIBERDADE COMPREENDE OS
SEGUINTES ASPECTOS: [...]
IV - BRINCAR, PRATICAR ESPORTES E DIVERTIR-SE [...].
BRASIL. LEI No 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. DISPÕE SOBRE O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. BRASÍLIA, DF: PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, [2025]. DISPONÍVEL EM: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. ACESSO EM: 10 JUL. 2025.
BNCC
• EF01HI03
ENCAMINHAMENTO
Além de favorecer o desenvolvimento da habilidade EF01HI03, por meio da descrição dos papéis e responsabilidades relacionados à família, à escola e à comunidade, o trabalho com o conteúdo desta e das próximas páginas mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo (Direi-
tos da criança e do adolescente) e problematiza trechos da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei no 8.069/1990).
TEXTO DE APOIO
Como brincar sem brinquedo Ar, terra e mar
A criança, inicialmente, escolhe uma das palavras: ar, terra ou mar. Por exemplo: ar. O adulto (ou quem estiver participando da brincadeira) fala o
nome de um animal que vive no ar.
Depois a criança fala e assim sucessivamente, até esgotarem-se as possibilidades. Não vale repetir o animal. Em seguida, passará para a “terra”, depois o “mar”. [...] Isso me lembra
Uma pessoa começa dizendo uma palavra qualquer. A criança deverá dizer outra palavra que tenha a ver com aquela. Por exemplo: tomate. A criança diz: horta. Depois a próxima pessoa: alface. O próximo: verde. [...] E assim a brincadeira continua, até que alguém não consiga se lembrar de uma palavra relacionada com a outra. [...]
Como é esse lugar?
Peça para a criança observar durante 30 segundos o lugar onde estão. Depois, peça que feche os olhos e descreva o espaço, da forma como conseguir. Ao abrir novamente, ela pode descobrir detalhes que não viu e observar outros que [a confundiram]. A brincadeira é ótima para desenvolver a memória.
GIRARDI, Márcia. Como brincar sem brinquedo? 12 brincadeiras pra fazer em qualquer lugar. Mentoria de Pais, 26 set. 2017. Disponível em: https:// www.mentoriadepais.com/ single-post/2017/09/26/co mo-brincar-sem-brinquedo -12-brincadeiras-pra-fazer -em-qualquer-lugar. Acesso em: 9 set. 2025.
LIVRO. HAILER, Marco. Vamos brincar? – Brincadeiras indígenas brasileiras. São Paulo: Carochinha, 2020.

ENCAMINHAMENTO
Professor, a abordagem do direito de brincar, que leva a turma a se expressar a respeito dos conteúdos estudados, favorece a mobilização da competência geral 7 , da competência específica 3 de História e da competência específica 6 de Geografia.
| PARA O ESTUDANTE | E O PROFESSOR
PODCAST. [podcast] #01 poesia todo dia – quando as crianças brincam. 2025. Vídeo (51s). Publicado pelo canal Fafá Conta Histórias. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?
v=NfhIcEMHBqs. Acesso em: 9 out. 2025.
VÍDEO . RODA de capoeira | Comunidade Quilombola | Série AUÊ 1ª temporada (novo). 2019. Vídeo (2min). Publicado pelo canal Parabolé. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?
v=v8Yfi7A6oXA. Acesso em: 9 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Declaração dos Direitos da Criança
[...] Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão.
[...] A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem que brincando aprendem a conviver, a se relacionar, fazem novos amigos etc.
1. POR QUE BRINCAR É IMPORTANTE PARA AS CRIANÇAS?
2. PREENCHA O QUADRO COM O NÚMERO DAS IMAGENS QUE
REPRESENTAM DIREITOS DAS CRIANÇAS.

CRIANÇA DO POVO KAMAIURÁ
BRINCANDO. ESTADO DO MATO GROSSO, 2023.

JOGANDO CAPOEIRA EM ITACARÉ, BAHIA, 2023.
Imagens 1 e 4.

ADOLESCENTES COM DEFICIÊNCIA FÍSICA JOGANDO FUTEBOL.

BOI ABUSADINHO, BRINCADEIRA TRADICIONAL. PARINTINS, AMAZONAS, 2024.
UNICEF. Declaração dos Direitos da Criança. Brasília, 1959. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/media/22026/ file/declaracao-dos-direitos-da-crianca -1959.pdf. Acesso em: 8 set. 2025.
OBSERVE AS IMAGENS.


1. VOCÊ JÁ SABE QUE BRINCAR É UM DIREITO DE TODAS AS CRIANÇAS E QUE PODEMOS APRENDER BRINCANDO. O QUE AS CRIANÇAS REPRESENTADAS PODEM APRENDER COM AS BRINCADEIRAS? Resposta pessoal.
2. SERÁ QUE EXISTEM BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS SÓ DE MENINOS E SÓ DE MENINAS?
Resposta pessoal. Orientar os estudantes para o fato de que as brincadeiras são para todas e todos. 101 27/10/25 13:24
• EF01HI05 • EF01GE02
ATIVIDADES
Leia o convite da festa de Milena:
Complete as duas listas. À esquerda, escreva os nomes das brincadeiras apresentadas no convite; e à direita, os nomes dos brinquedos.
TEXTO DE APOIO
Brincadeiras de roda: estratégia para integrar meninos e meninas
As cantigas e brincadeiras de roda são manifestações folclóricas onde as crianças se dão as mãos, formam uma roda e cantam melodias que podem ou não ser acompanhadas de coreografia. [...]
As cantigas de roda, tanto brasileiras quanto estrangeiras, são basicamente folclóricas. Possuem letras, melodias e ritmos simples e lúdicos, envolvendo brincadeiras, danças e trava-línguas. As músicas utilizam, normalmente, um compasso binário.
Alguns acreditam que são originárias de modificações feitas em músicas de autores populares ou criadas anonimamente pelo povo. Por serem repassadas, de geração em geração, através do que se chama transmissão oral, é comum existirem diferenças regionais nas letras de algumas delas. As brincadeiras de roda ajudam a sociabilizar e desinibir as crianças, uma vez que exigem o olhar frente a frente, o toque corporal, a exposição, pois em muitas delas cada um deve se apresentar no centro da roda. Auxiliam no desenvolvimento da expressão corporal, senso rítmico e organização coletiva. São também um dos elementos importantes para a integração e o lazer infantil. [...]
GASPAR, Lúcia. Brincadeiras de roda. Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: https://pes quisaescolar.fundaj.gov.br/ pt-br/artigo/brincadei ras-de-roda/. Acesso em: 8 set. 2025. BNCC

Cabo de guerra Bambolê
Corre cutia Ioiô
Amarelinha Carrinho
Pega-pega Boneca
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com o conteúdo desta e da próxima página mobiliza os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) Cidadania e civismo (Vida familiar e social) e Ciência e tecnologia, a competência geral 5, bem como a competência específica 7 de História . Além disso, mobiliza a lei que dispõe sobre a utilização, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais nos estabelecimentos públicos e privados de ensino da Educação Básica (Lei no 15.100, de 13 de janeiro de 2025); o Guia Sobre Uso de Dispositivos Digitais (Brasil, 2025), bem como a competência 7 da etapa do Ensino Fundamental da BNCC computação, que versa sobre as ações pessoais e coletivas com respeito, autonomia e responsabilidade, identificando e reconhecendo seus direitos e deveres.
LIVRO. BRENMAN, Ilan. Você não vem brincar? Ilustrações de Carlo Giovani. São Paulo: Brinque-Book.

BRINCAMOS COM DIVERSOS BRINQUEDOS E TAMBÉM NO COMPUTADOR, NO VIDEOGAME, NO TABLET OU NO CELULAR.
NA ESCOLA, O USO DE APARELHOS ELETRÔNICOS É PROIBIDO POR LEI, POIS PODE NOS DISTRAIR E ATRAPALHAR NOSSOS ESTUDOS, O CONVÍVIO COM OUTRAS PESSOAS E NOSSO SONO.
EM OUTROS LOCAIS, AO BRINCAR NESSES APARELHOS ELETRÔNICOS, PRECISAMOS TOMAR ALGUNS CUIDADOS, TAIS COMO:
• TER SEMPRE UM ADULTO POR PERTO.
• BRINCAR COM JOGOS EDUCATIVOS PRÓPRIOS
PARA A NOSSA IDADE, ESCOLHIDOS COM A AJUDA DE UM RESPONSÁVEL.
• RESPEITAR O TEMPO DE USO ESTIPULADO PELO ADULTO RESPONSÁVEL POR NÓS.
FILHA ASSISTINDO A UM DESENHO NO CELULAR COM A MÃE.

VOCÊ SABIA QUE AS CRIANÇAS TAMBÉM TÊM DIREITOS QUANDO USAM A INTERNET? SÃO OS CHAMADOS DIREITOS DIGITAIS.
UM DOS DIREITOS DIGITAIS DAS CRIANÇAS É O DIREITO DE APRENDER A USAR TELAS COM SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE.
TAMBÉM É DIREITO DAS CRIANÇAS DESLIGAR O COMPUTADOR OU O VIDEOGAME. SIM, ISSO MESMO. NÓS NÃO PRECISAMOS BRINCAR SÓ COM APARELHOS ELETRÔNICOS.
A lei que regulamenta o uso de telas no ambiente escolar
[...] Fica proibido o uso, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas, para todas as etapas da educação básica.
[...] Em sala de aula, o uso de aparelhos eletrônicos é permitido para fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação dos profissionais de educação. [...] Ficam excepcionadas da proibição [...] as situações de estado
de perigo, estado de necessidade ou caso de força maior.
[...] As redes de ensino e as escolas deverão elaborar estratégias para tratar do tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos estudantes da educação básica, informando-lhes sobre os riscos, os sinais e a prevenção do sofrimento psíquico de crianças e adolescentes, incluídos o uso imoderado dos aparelhos [...].
Os estabelecimentos de ensino disponibilizarão espaços de escuta e de acolhimento para receberem estudantes ou
NNENNA NWAKANMA
NNENNA NASCEU NA NIGÉRIA E LUTA PARA TORNAR A INTERNET SEGURA E ACESSÍVEL A TODOS, INCLUSIVE PARA AS CRIANÇAS. ELA QUER QUE AS CRIANÇAS APRENDAM A USAR A TECNOLOGIA COM CUIDADO E RESPONSABILIDADE, E QUE SEUS DIREITOS DIGITAIS SEJAM RESPEITADOS.
NNENNA EM ENCONTRO MUNDIAL SOBRE O USO DA INTERNET.

1. DEVEMOS USAR CELULARES, COMPUTADORES OU TABLET POR POUCO TEMPO E COM CUIDADO, PORQUE: X PODE NOS DISTRAIR E PREJUDICAR OS ESTUDOS E O SONO.
NOS AJUDA A DORMIR MELHOR.
2. COM A AJUDA DE UM ADULTO, MARQUE AS ALTERNATIVAS SOBRE OS CUIDADOS QUE VOCÊ E SUA FAMÍLIA TÊM AO USAR APARELHOS ELETRÔNICOS.
Resposta pessoal.
SEMPRE TEM UM ADULTO COMIGO QUANDO USO A INTERNET.
ESCOLHEMOS APENAS JOGOS EDUCATIVOS PARA EU BRINCAR COM TELAS.
USO APENAS UM POUCO POR DIA.
funcionários que estejam em sofrimento psíquico e mental decorrentes principalmente do uso imoderado de telas. [...] BRASIL. Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025. Dispõe sobre a utilização, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais nos estabelecimentos públicos e privados de ensino da educação básica. Diário Oficial da União, Brasília, Seção 1, p. 3, 14 jan. 2025. Disponível em: https:// www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15. 100-de-13-de-janeiro-de-2025-606772935. Acesso em: 8 set. 2025.
VÍDEO. Tecnologia I - Vocabulário para crianças. Vídeo (4min5s). Publicado pelo canal Smile and Learn – Português. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=7p4s NrGiTnY. Acesso em: 10 maio 2025.
TEXTO DE APOIO
O que dizem os pesquisadores?
A exposição precoce e extensa frente às telas pode causar dificuldades na so-
cialização, baixo desempenho escolar, transtorno de sono e alimentação, problemas visuais, além de graves consequências geradas por jogos online [...].
Durante esse período, denominado primeira infância, fase que compreende de 0 aos 6 anos de idade, ocorre o desenvolvimento de estruturas cerebrais e obtenção de capacidades que irão permitir o aperfeiçoamento de habilidades mais complexas no futuro. Essa fase é de suma importância devido à atividade cerebral intensa. [...] As mídias digitais vêm substituindo brinquedos e brincadeiras tradicionais da fase infantil. Nesse sentido, é evidente que as mídias móveis promovem mudanças no universo lúdico. [...]
Diante disso, torna-se indispensável orientar pais, cuidadores e responsáveis sobre o uso moderado das telas, pois, apesar de poder ser utilizada de forma benéfica, o seu uso indiscriminado pode ser prejudicial para o desenvolvimento infantil. É importante substituir o tempo gasto excessivamente nas telas por um tempo efetivo de atividades de qualidade para um desenvolvimento saudável.
BARRETO, Michelle De Jesus et al. Os impactos do tempo de tela no desenvolvimento infantil. Revista Saúde UNIFAN, [s. l.], v. 3, n. 1, p. 58-66, 2023. ISSN 2764-9091. Disponível em: https://saudeu nifan.com.br/wp -content/uploads/2023/04/ OS-IMPACTOS-DO -TEMPO-DE-TELA-NO -DESENVOLVIMENTO -INFANTIL.pdf. Acesso em: 8 set. 2025.
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Retomar e consolidar os conceitos de brinquedo e brincadeira. O desenvolvimento com essa e as próximas páginas favorece o desenvolvimento da competência específica 1 de História e do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo (Diversidade cultural).
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . BRINQUEDOS e brincadeiras | Turma da Mônica. 2014. Vídeo (1min50s). Publicado pelo canal Turma da Mônica. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=-jJ2WA 5OdZA. Acesso em: 10 out. 2025.
LIVRO. Brinquedos do Brasil : invenções de muitas mãos. Sesc (Serviço Social do Comércio). Rio de Janeiro: Sesc/ Departamento Nacional, 2018. Disponível em: https://movimentopela base.org.br/wp-content/ uploads/2021/10/livro -brinquedos-do-brasil. pdf. Acesso em: 10 out. 2025.
Leia a história a seguir. Era uma vez uma menina muito sapeca, chamada Maria Luiza, [...] que foi criada pelos avós José e Olga.
Maria Luiza gostava de ficar com a avó para aprender várias coisas como cozinhar, ajudar as pessoas, realizar eventos para os mais necessitados. Gostava também de brincar com os amigos de melancia, macaco, picula, cozinhado. [...]
CAPÍTULO
CADA POVO TEM UMA CULTURA, ISTO É, TEM SUA LÍNGUA, UM MODO DE VIVER, DE TRABALHAR, DE SE COMUNICAR, DE FAZER FESTA.
BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TAMBÉM FAZEM PARTE DA CULTURA DE CADA POVO.
CRIANÇAS BRINCANDO DE PIPA. SÉRVIA, 2019.

CRIANÇAS BRINCANDO NA NEVE. ESTADOS UNIDOS, 2009.

CRIANÇAS BRINCANDO NO GIRA-GIRA. ÁFRICA DO SUL, 2022.

Ela tinha uma linda coleção de bonecas, e algumas que não existiam no Brasil.
SANTOS, Luiza. Maria Luiza, a menina que gosta de ajudar. Museu da pessoa, 21 nov. 2019. Disponível em: https://museuda pessoa.org/historia-de-vida/maria-luiza-a -menina-que-gosta-de-ajudar. Acesso em: 10 out. 2025.
1. A história é sobre a infância de .
2. Por que Maria Luiza gostava de ficar com a avó dela?
3. Você já ouviu falar na brincadeira picula? Pesquise outro nome que essa brincadeira tem.
4. Maria Luiza tinha bonecas que não existiam no . Respostas:
1. Maria Luiza.
2. Porque aprendia coisas, como cozinhar, ajudar as pessoas e realizar eventos para os mais necessitados.
3. Cabra-cega.
4. Brasil.

CRIANÇAS INDÍGENAS DO POVO PATAXÓ BRINCANDO COM BOLA. ALDEIA INDÍGENA RESERVA DA JAQUEIRA, PORTO SEGURO, BAHIA, 2024.
CRIANÇAS BRINCANDO DE PULAR CORDA. JAPÃO, 2018.


CRIANÇAS INDÍGENAS DO POVO GUARANI MBYA BRINCANDO NAS ÁGUAS DA CACHOEIRA PRUMIRIM. ALDEIA INDÍGENA BOA VISTA, UBATUBA, SÃO PAULO, 2024.
1. QUAIS BRINCADEIRAS MOSTRADAS NESTA PÁGINA E NA ANTERIOR VOCÊ JÁ PRATICOU?
Para saber quem venceu, lembre-se dos códigos: o papel enrola a pedra, a pedra quebra a tesoura e a tesoura corta o papel.
Europa – Alemanha – Esconde-esconde ao contrário
Como brincar: Apenas uma criança irá se esconder e todas as outras irão procurar. Quem encontrar a criança se une a ela na próxima rodada e ficará junto com ela no esconderijo, enquanto os outros a procuram. E assim vai até que sobre apenas uma criança para procurar as demais, essa criança será a próxima a se esconder e, dessa maneira, o jogo recomeça.
Oceania – Austrália – “Que horas são, Seu Lobo?”
2. VOCÊ JÁ BRINCOU EM UM LUGAR PARECIDO COM ALGUM DESSES QUE VEMOS NAS IMAGENS?
Resposta pessoal.
3. DE QUAIS DESSAS BRINCADEIRAS VOCÊ GOSTA MAIS?
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
| PARA O ESTUDANTE
Resposta pessoal. Resposta pessoal.
VÍDEO . PARARA Parati | Jogo de mão | Brincadeira Tradicional | Nélio Velho e Lauritim. 2025. Vídeo (1min23s). Publicado pelo canal Parabolé. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=Af-OgQzng NE. Acesso em: 10 out. 2025.
Brincadeiras do mundo
Ásia – Japão – Jô-quem-pô!
Como brincar: Essa brincadeira já ficou conhecida no Brasil com “Pedra, papel e tesoura”. O movimento do jogo é o mesmo do par ou ímpar, mas a diferença é que as crianças devem fazer movimento de pedra (mão fechada), tesoura (dedo indicador e médio como uma tesoura) e papel (mão aberta). As crianças dizem jô-quem-pô! E mostram suas mãos com a forma que escolherem.
Como brincar: Uma criança será o lobo e ficará de costas para as outras, afastado cerca de 15 metros. As outras crianças começam a perguntar que horas são ao lobo. O número de horas dito pelo lobo é o número de passos que as crianças devem dar em sua direção. Assim, cinco horas são cinco passos, oito horas são oito passos. Quando as crianças estiverem bem perto do lobo, ele se vira e diz: “Hora do jantar!” e tenta pegar as outras crianças. Quem for pego será o próximo lobo.
BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Brincadeiras do mundo. Atividade para educação infantil. Disponível em: https://educa.ibge. gov.br/professores/educa-a tividades/17600-brincadei ras-do-mundo.html. Acesso em: 10 out. 2025.
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar o estudo deste capítulo perguntando aos estudantes:
• Vocês já ouviram falar do povo indígena kalapalo?
Ampliar a visão dos estudantes sobre a diversidade cultural existente no Brasil trabalhando com uma brincadeira indígena.
Apresentar o passo a passo da brincadeira do povo kalapalo. Pedir a cinco estudantes para lerem as regras (cada estudante lê uma). Ao final da leitura de cada regra, pedir que os estudantes expliquem o que deve ser feito, certificando-se de que a regra foi compreendida.
Usar essa brincadeira para evidenciar a importância de conhecer outros povos e culturas.
A atividade de leitura de regras de brincadeiras possibilita o desenvolvimento da habilidade EF12LP04 de Língua Portuguesa.
Brincadeiras indígenas
[...] Guaraná
A brincadeira guaraná é feita por duas pessoas (ou equipes). Dispostas frente a frente, uma das pessoas terá posse de um objeto (que será a semente de Guaraná), que pode ser uma simples pedrinha ou bolinha. A pessoa que estiver sem a semente do guaraná começa dizendo:
A BRINCADEIRA A SEGUIR É DO POVO KALAPALO, QUE VIVE NO ESTADO DE MATO GROSSO.
UMA CRIANÇA VAI SER O “GAVIÃO”, E AS OUTRAS CRIANÇAS SERÃO OS “PASSARINHOS”. A BRINCADEIRA TEM CINCO PASSOS.

DESENHA-SE NO CHÃO UMA GRANDE ÁRVORE COM VÁRIOS GALHOS, E AS “CRIANÇAS-PASSARINHOS” DEVEM SE SENTAR NELES.
O “GAVIÃO”
COMEÇA NA BASE DA ÁRVORE. OS “PASSARINHOS” SE JUNTAM E COMEÇAM A BATER OS PÉS NO CHÃO E PROVOCAR O “GAVIÃO” COM UMA CANTORIA.

— De onde vem?
A outra responde:
— Do Pará.
— O que trazes pra mim?
— Guaraná
— Então mostre já!
O participante que estiver com a semente mostra as mãos fechadas. A outra pessoa precisa adivinhar em qual mão está. Caso acerte, correrá atrás do dono do Guaraná. Caso erre, ele que será perseguido.
SÃO PAULO (Município). Programa Jogos de Tabuleiro. Propostas de atividades para professores e estudantes no período da quarentena. Secretaria Municipal de Educação. São Paulo, 2020. p. 20-21. Disponível em: https://educacao.sme.prefeitura. sp.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/Pro postas-de-Atividades-do-Programa-JOGOS -DE-TABULEIRO.pdf. Acesso em: 8 set. 2025.
O “GAVIÃO” AVANÇA
PARA PEGAR OS “PASSARINHOS”, QUE FOGEM AGITADOS PARA TODOS OS LADOS.


O ÚLTIMO
“PASSARINHO” LIVRE
É O VENCEDOR E SE TORNA O NOVO “GAVIÃO”. ENTÃO, A BRINCADEIRA RECOMEÇA.
OS “PASSARINHOS”
QUE FOREM PEGOS
SÃO LEVADOS PARA A BASE DA ÁRVORE, QUE É A CABANA DO “GAVIÃO” E DE ONDE NÃO PODEM SAIR.

BNCC
• EF01HI05 • EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Incentivar as crianças a falarem livremente sobre a brincadeira do povo kalapalo. Lembrar que é o conhecimento de uma cultura que estimula atitudes de respeito com ela. Após a leitura, promover a brincadeira. Finalizado o momento de brincadeira, questionar se foi importante fazer
a leitura das regras; quais são as características dos textos desse gênero; se conhecem outros textos que ensinam a fazer algo (textos instrucionais).
|
VÍDEO. EXTRAS Waapa – Brincadeiras. 2017. Vídeo (2min53s). Publicado pelo canal Território do Brincar. Disponível em: https://youtu.be/SzIatKm3Mb0. Acesso em: 8 set. 2025.
VÍDEO. A ONÇA e a galinha | Brincadei-
ra indígena | Série Auê 1T. 2019. Vídeo (2min). Publicado pelo canal Parabolé. Disponível em: https://www.youtu be.com/watch?v=2lgbG D3oIRM. Acesso em: 10 out. 2025.
Leia o texto a seguir, do escritor indígena Daniel Munduruku.
Desde cedo, os pequenos índios aprendem a conhecer a natureza e, aproveitando-se dela, fazem instrumentos simples para brincar. Fazem arcos e flechas, bichos de palha, bonequinhas de barro ou sabugo de milho, canoas pequeninas de madeira ou de palha de açaizeiro, piões, petecas e diversos brinquedos feitos com coco e palha de palmeira-tucum ou babaçu. Fazem também bolas de palha, panelinhas, bichinhos de barro, trançados de palha. As meninas gostam de brincar de esconder e todos, todos mesmo, gostam de brincar de pega-pega em um riozinho. É a melhor hora do dia. É muito gostoso!
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de índio: versão infantil. São Paulo: Callis, 2010. p. 42.
1. Escreva a frase no caderno completando com a palavra que falta: as crianças indígenas fazem seus brinquedos usando coisas da
2. Com quais brinquedos inventados por indígenas você já brincou?
3. De qual brincadeira todas as crianças indígenas gostam?
Respostas: 1. Natureza.
2. Possível resposta: pião, peteca.
3. Pega-pega.
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Propor a escrita de uma legenda para cada imagem da atividade 3. O conteúdo desta página mobiliza o Tema Contemporâneo
Transversal (TCT) Multiculturalismo (Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras), contribuindo para a valorização da matriz indígena da nossa história e cultura.
LIVRO . BARBOSA, Rogério Andrade; YAMÃ, Yaguarê. Doze brincadeiras indígenas e africanas: da etnia Maraguá e de povos do Sudão do Sul. São Paulo: Melhoramentos, 2022.

Ancestralidade do brincar: o valor das brincadeiras para as primeiras infâncias indígenas
O brincar é um direito essencial na vida de todas as crianças — especialmente na primeira infância, fase decisiva para o desenvolvimento integral. Nessa etapa, o brincar vai além do la -
ATIVIDADES
Para responder às atividades 1 e 2, os estudantes deverão se basear nas ilustrações das páginas 106 e 107. Trata-se de atividades de leitura de imagem.
1. NESSA BRINCADEIRA INDÍGENA, UMA CRIANÇA VAI SER:



• AS OUTRAS CRIANÇAS SERÃO:



2. QUAL DAS BRINCADEIRAS A SEGUIR É MAIS PARECIDA COM A DO POVO KALAPALO?
CABO DE GUERRA.
X PEGA-PEGA. QUEIMADA. AMARELINHA.
3. NUMERE AS IMAGENS DE ACORDO COM OS PASSOS DA BRINCADEIRA.


zer: é uma experiência de aprendizado, de troca e de construção de vínculos. No caso dos povos originários, essas vivências lúdicas também cumprem o papel de transmitir saberes ancestrais e fortalecer identidades culturais.
Os jogos e brincadeiras vivenciados na primeira infância nas comunidades indígenas estão profundamente entrelaçados com os modos de vida de cada povo. São práticas que resguardam tradições, reproduzem valores coletivos e promovem a aprendizagem por meio da oralidade, do corpo, da convivência e da conexão com a natureza. Em vez


de separarem o lúdico do cotidiano, essas comunidades integram o brincar às atividades familiares e comunitárias, ensinando às crianças, desde cedo, o valor da coletividade, da escuta e do respeito ao tempo da vida.
FUNDAÇÃO Maria Cecilia Souto Vidigal. Ancestralidade do brincar: o valor das brincadeiras para as primeiras infâncias indígenas. 15 abr. 2025. Disponível em: https://fundacaomariacecilia.org.br/noti cias/ancestralidade-do-brincar-o-valor-das -brincadeiras-para-as-primeiras-infancias -indigenas. Acesso em: 10 out. 2025.
COM UM ADULTO, LEIA O TEXTO SOBRE A BRINCADEIRA CHILENA CHAMADA LA GUARACA. VOCÊ

A tradução livre do trecho em espanhol é “Corre, corre, Guaraca, o que olha para trás, pega a bola”.
LA GUARACA (CORRE-CORRE)
AS CRIANÇAS SE SENTAM EM CÍRCULO E UMA É ESCOLHIDA PARA CORRER COM O LENÇO NA MÃO E “ESCOVAR” A CABEÇA DAS CRIANÇAS QUE CANTAM, “CORRE, CORRE, LA GUARACA, EL QUE MIRA PARA ATRÁS, SE LE PEGA EN LA PELÁ”. QUANDO O LENÇO É DEIXADO NAS COSTAS DE OUTRA CRIANÇA E ELA NÃO PERCEBER, VIRA UM OVO COZIDO E SE SENTA NO CENTRO. MAS SE A CRIANÇA PERCEBER O LENÇO, PODE CORRER E TENTAR SE SENTAR NA POSIÇÃO DO COMPANHEIRO ANTES DE ELE CHEGAR. CASO NÃO CONSIGA, PEGA O LENÇO E CONTINUA O JOGO.
APRENDA BRINCADEIRAS DE DIFERENTES PARTES DO MUNDO! G1, 3 AGO. 2019. DISPONÍVEL EM: https://g1.globo.com/como-sera/noticia/2019/08/03/aprenda-brincadeiras-de-diferentes-partesdo-mundo.ghtml. ACESSO EM: 7 AGO. 2025.
• PREENCHA O QUADRO COM AS INFORMAÇÕES
NOME
La Guaraca (Corre-corre)
PAÍS Chile
BRINCADEIRA BRASILEIRA QUE SE PARECE COM ESSA
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
| PARA O ESTUDANTE
Corre cotia
VÍDEO. AYATORI: a brincadeira que estimula a coordenação e a mobilidade. 2020. Vídeo (2min40s). Publicado pelo canal Japan House São Paulo. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=FYq fUBysUoo. Acesso em: 8 set. 2025.
| PARA O PROFESSOR
27/10/25 13:24
VÍDEO. NA ÍNTEGRA – Tizuko Morchida – O brincar na educação infantil. Parte 1. [ S . l .: s . n .], 2016. 1 vídeo ( ca . 28 min). Publicado pelo canal Univesp. Disponível em: https://www.youtube.com/watch? v=09w8a-u-AUU. Acesso em: 18 nov. 2024.
VÍDEO. NA ÍNTEGRA – Tizuko Morchida – O brincar na educação infantil. Parte 2. [ S . l .: s . n .], 2016.
1 vídeo ( ca . 27 min). Publicado pelo canal Univesp. Disponível em: https://www. youtube.com/watch? v=QomXuPFJc8c. Acesso em: 18 nov. 2024. O vídeo apresenta a segunda parte de uma entrevista com a educadora Tizuko Morchida.
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Apresentar aos estudantes a brincadeira MBUBE MBUBE.
O conteúdo desta página contribui para a valorização da cultura africana.
LIVRO . BARBOSA, Rogério Andrade. Kakopi, Kakopi! São Paulo: Melhoramentos, 2019.

LEIA O TEXTO SOBRE UMA BRINCADEIRA DO POVO DE GANA. MBUBE MBUBE
“IMBUBE” É UMA DAS PALAVRAS ZULU PARA “LEÃO”. “MBUBE” É CHAMAR O LEÃO. […] O JOGO INICIA COM TODOS FORMANDO UM GRANDE CÍRCULO. DOIS JOGADORES SÃO ESCOLHIDOS (UM PARA SER O LEÃO E O OUTRO, O IMPALA). DE OLHOS VENDADOS, OS DOIS SÃO GIRADOS E AFASTADOS. O LEÃO DEVE FICAR DENTRO DO CÍRCULO E SE MOVER PARA PEGAR O IMPALA, QUE TAMBÉM PODE SE MOVER. QUANDO O LEÃO SE APROXIMA DO IMPALA, AS CRIANÇAS DEVEM CANTAR “MBUBE, MBUBE”, MAIS ALTO E MAIS RÁPIDO. SE O LEÃO SE AFASTAR, CANTAM MAIS BAIXO E LENTO.
DÉBORA ALFAIA DA CUNHA E CLÁUDIO LOPES DE FREITAS. APOSTILA DE JOGOS INFANTIS AFRICANOS E AFROBRASILEIROS. CUNTINS: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ, 2010. DISPONÍVEL EM: https://www.geledes.org.br/wp-content/ uploads/2015/11/Apostila-Jogos-infantis-africanos-e-afro -brasileiros.pdf. ACESSO EM: 14 AGO. 2025.

1. MBUBE SIGNIFICA:
X CHAMAR O LEÃO. AFASTAR O LEÃO.
2. QUAL BRINCADEIRA BRASILEIRA SE PARECE COM ESSA?
Cobra-cega
Brincadeira africana: Pegue o bastão
Adaptação de uma brincadeira do Egito.
É necessário um bastão (ou cabo de vassoura) para cada jogador. Os jogadores formam um grande círculo.
O objetivo é pegar o bastão mais próximo à sua direita antes de cair.
Os jogadores devem manter seus bastões na vertical e a frente, com uma ponta tocando o chão. Quando o professor grita “trocar” todos os jogadores deixam seus bastões equilibrados e correm para pegar o próximo bastão à sua direita antes que ela caia no chão. Quando um jogador não consegue pegar o bastão antes que caia, ele está fora do jogo e deve levar o seu bastão. Quem não errar vence.
Variação: Para deixar o jogo mais emocionante, podemos mudar o sentido que ocorre a troca de bastões, ao
invés da direita, passamos a troca para a esquerda. Podemos ainda ir paulatinamente aumentando a distância entre os jogadores.
CUNHA, Débora Alfaia da. Brincadeiras africanas para a educação cultural Castanhal: Prefixo Editorial, 2016. p. 30. Disponível em: https://livroaberto.ufpa.br/ jspui/bitstream/prefix/196/1/Livro_ BrincadeirasAfricanasEducacao.pdf Acesso em: 10 out. 2025.
A BRINCADEIRA A SEGUIR É CONHECIDA COMO “REGINA, REGINA BELLA” (“RAINHA, RAINHA BELA”, EM PORTUGUÊS).
NÚMERO DE JOGADORES: 6 A 12.
1. FAZER UMA COROA E PINTÁ-LA DE AMARELO. DEPOIS, SORTEAR UMA MENINA PARA SER A RAINHA E COROÁ-LA.
2. A RAINHA SE COLOCA EM FRENTE DE SEUS SÚDITOS, OS OUTROS ESTUDANTES, E SE DISTANCIA DELES PELO MENOS 12 PASSOS.
3. OS SÚDITOS DA RAINHA CANTAM:
“RAINHA, BELA RAINHA, QUANTOS PASSOS DEVO DAR PARA CHEGAR AO VOSSO CASTELO?”.
SÚDITOS: AQUELES QUE TÊM DE OBEDECER À VONTADE DA RAINHA.

BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar a aula dizendo aos estudantes: “A brincadeira que vamos apresentar agora é italiana”. E, a seguir, perguntar a eles:
• Alguém de vocês é descendente de italianos?
• Conhecem alguma música italiana?
Qual ou quais?
27/10/25 20:29
• E de comidas italianas, vocês gostam? Quais?
• Alguém de vocês sabe dizer “bom dia” em italiano?
Professor , a ideia inicial é conversar com os estudantes sobre elementos da cultura italiana, auxiliando-os a formar a ideia de que a culinária, a música e o modo de falar a língua fazem parte da cultura de um povo.
Apresentar a brincadeira Regina, Regina Bella.
Pedir para os estudantes observarem atentamente a imagem da página. Uma das crianças está caracterizada com uma fantasia. Que fantasia é essa?
Ampliar a compreensão das crianças a respeito dos italianos e seus descendentes e sua importância na história e na cultura do Brasil. Pode-se estender a pesquisa ao legado de outros povos europeus que para cá vieram. Buscar com as crianças exemplos da rica herança italiana na nossa cultura.
| PARA O ESTUDANTE VÍDEO. TODOS os povos. 2018. Vídeo (3min8s). Publicado pelo canal Mundo Bita. Disponível em: https://youtu. be/1TuiHeNltbo. Acesso em: 10 out. 2025. VÍDEO . VIAJA Clarinha: Itália – Desenho infantil – Música Fui morar numa casinha. 2019. Vídeo (2min15s). Publicado pelo canal Viaja Clarinha. Disponível em: https://www. youtube.com/watch? v=oKy31Z9yUXw. Acesso em: 10 out. 2025.
LIVRO . MURRAY, Roseana. Brinquedos e brincadeiras. São Paulo: FTD, 2021.

BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Dar continuidade à leitura e pedir aos estudantes para observarem a sequência da brincadeira.
Perguntar: o que está acontecendo na primeira imagem desta página? E na segunda?
Finalizar a leitura da brincadeira com a turma.
LIVRO . SAITO, M. N. Brincadeira é para a vida inteira. São Paulo: Scortecci Editora, 2018.

Conheça uma brincadeira popular da Nigéria:
Meu querido bebê
As crianças se sentam em roda e somente um jogador fica de fora (de preferência vendado). Enquanto isso, os outros participantes escolhem um dos colegas para deitar-se no chão e fazer o desenho do contorno do seu corpo com giz […]. A criança que estava vendada tem que adivinhar de qual participante é o contorno no chão, se acertar, ela pontua. Caso erre, outra vai para o seu lugar.
4. A RAINHA, DE COSTAS PARA OS SÚDITOS, DIZ O NOME DE UM ANIMAL E UM NÚMERO. POR EXEMPLO, “CANGURU 6”.

5. OS BRINCANTES, IMITANDO O ANIMAL CITADO, SALTAM EM DIREÇÃO À RAINHA NA QUANTIDADE DE VEZES CORRESPONDENTE AO NÚMERO DITO POR ELA.

Aprenda brincadeiras de diferentes partes do mundo! 3 ago. 2019. Como será? Disponível em: https://g1.globo.com/como -sera/noticia/2019/08/03/aprenda-brincadei ras-de-diferentes-partes-do-mundo.ghtml. Acesso em: 10 out. 2025.
a) As crianças começam a brincadeira sentadas:
( ) Em fila.
( X ) Em roda.
b) Para contornar o corpo de um colega, as crianças usam:
( X ) Giz.
( ) Lápis.
c) Vendar os olhos significa: ( X ) Tapar os olhos.
( ) Abrir os olhos
6. A SEGUIR, A RAINHA PRONUNCIA O NOME DE OUTRO ANIMAL E OUTRO NÚMERO, POR EXEMPLO:
“CACHORRO 2”. OS BRINCANTES, IMITANDO ESSE ANIMAL, VOLTAM A SALTAR. E ASSIM POR DIANTE...
7. AO FINAL, A CRIANÇA QUE CHEGAR MAIS PRÓXIMO DA RAINHA VENCE A BRINCADEIRA E GANHA UM ABRAÇO.

1. A PALAVRA REGINA EM PORTUGUÊS SIGNIFICA:
X RAINHA. BELA.
2. A RAINHA FOI ESCOLHIDA:
PELA PROFESSORA. X POR SORTEIO.
3. VENCE A BRINCADEIRA:
Comentar que um estudante pode vencer mesmo dando um menor número de saltos. O que decide o vencedor é a distância dos saltos dados.
A CRIANÇA QUE DER MAIS SALTOS.
X A CRIANÇA QUE CHEGAR MAIS PRÓXIMO DA RAINHA.
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Professor, para a atividade 3, comentar que uma criança pode vencer mesmo dando o menor número de saltos. O que decide é a distância dos saltos dados.
Vamos brincar de Regina, Regina Bella!
Organizar a sala de forma que seja possível colocar a brincadeira em prática. Se preferir, realizar a atividade em outro ambiente da escola, como o pátio e a quadra.
Explorar a quantidade de saltos da-
dos por cada criança. Propor situações-problema com base nesses dados. Exemplos: Quem deu o maior número de saltos? Quem deu o menor número de saltos? Quantos saltos dois ou três estudantes deram juntos? Quantos saltos um estudante X precisaria dar para ter a mesma quantidade de saltos do estudante Y?
Propor que as crianças registrem o número de saltos dados em duas ou três rodadas da brincadeira e somem esses números. Pode-se, ainda, colocar a rainha ou o rei a 20 passos da distância do professor e, após a brincadeira, solicitar que os estudantes contem quantos saltos faltaram para chegar até a rainha.
Explorar outras situações-problema com base no jogo.
A atividade de problematização de situações de brincadeira possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01MA04 de Matemática.
| PARA O ESTUDANTE LIVRO. ROSA, Nereide Schilaro Santa. Brinquedos e Brincadeiras. São Paulo: Moderna, 2002.

O conteúdo desta dupla de páginas mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo.
TEXTO DE APOIO
Respeitar as diferenças
Reconhecer as diferenças e valorizá-las é o primeiro passo para a inclusão. Mas para apropriar-se do conceito, os alunos devem ser incentivados diariamente, no convívio dentro e fora da sala de aula.
Algumas medidas podem ajudar neste trabalho, como sortear a formação dos grupos e duplas para trabalhos em equipes, incentivar as atividades artísticas comunitárias, valorizar cada aluno no seu melhor, estar atento para que não passem despercebidas atitudes discriminatórias, conversar uma vez por semana sobre as coisas que foram legais e as que não foram.
SER diferente é legal. Módulo II. Brasília (DF): Enap Escola Nacional de Administração Pública, 2019. p. 5. Disponível em: https://repositorio.enap.gov. br/jspui/handle/1/3025?mo de=full. Acesso em: 10 out. 2025.
Dicas para brinquedos e brincadeiras inclusivos
• Respeite o tempo de cada um para a realização das atividades.
• Respeite o tempo de aprendizado de cada pessoa.
• Reconheça e respeite a individualidade de cada um.
• Quando for ajudar, pergunte para a pessoa qual é a melhor forma de ajudá-la.
• Nunca subestime as capacidades de uma pessoa e nem superestime as suas dificuldades (lembre-se que as dificul-
BRINCAR É MUITO BOM, NÃO É MESMO? FICAMOS
FELIZES QUANDO BRINCAMOS COM NOSSOS AMIGOS.
MAS QUANDO SOMOS DEIXADOS DE FORA DAS BRINCADEIRAS, GERALMENTE FICAMOS TRISTES.
1. VOCÊ JÁ SE SENTIU EXCLUÍDO DE ALGUMA BRINCADEIRA OU FESTA? CONTORNE QUAIS FORAM OS SENTIMENTOS QUE VOCÊ TEVE NAQUELE MOMENTO.


ALEGRIA
TRISTEZA

Resposta pessoal. Produção pessoal.
PREOCUPAÇÃO
RAIVA
2. FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR COMO VOCÊ SE SENTIU.
dades são provocadas pelas barreiras que existem no meio ambiente e pela falta de apoio ou recursos adequados). Qualquer tipo de limitação para realizar atividades pode ser minimizada ou até eliminada com a disponibilização dos recursos ou apoios adequados.
• Nas brincadeiras, estimule os próprios participantes a buscarem soluções para que a brincadeira seja inclusiva. Pare a brincadeira quando tiver alguém excluído e procure, junto com a pessoa e com os participantes, maneiras para que todos participem.
• Perguntar sempre para a pessoa e para a família se existe alguma restrição para brincar (isso vale para qualquer pessoa).
INSTITUTO MARA GABRILI. Brinquedos e brincadeiras inclusivos. Ministério da Cultura, 2021. Disponível em: https://img. org.br/wp-content/uploads/2021/06/brin quedos.pdf. Acesso: 10 out. 2025.
Brincar pode ser o caminho para exercitar a empatia e o respeito à individualidade e para o fortalecimento da autonomia e da autoestima. [...]
3. FAÇAM UMA RODA PARA APRESENTAR OS DESENHOS
FEITOS NA ATIVIDADE 2 E CONVERSAR SOBRE AS SITUAÇÕES QUE VOCÊS VIVERAM.
LEMBREM-SE: É MUITO IMPORTANTE ESCUTAR COM ATENÇÃO E FALAR DE MANEIRA RESPEITOSA.

4. COMO PODEMOS FAZER PARA EVITAR QUE ALGUMA CRIANÇA SEJA DEIXADA DE FORA DAS BRINCADEIRAS?
AUTOAVALIAÇÃO
A TURMA CONSEGUIU ESCUTAR O QUE EU DISSE?
FIZ GESTOS ADEQUADOS?
CONTRIBUÍ PARA OS COLEGAS PENSAREM SOBRE O ASSUNTO?
Vôlei sentado
[...] Atletas com algum tipo de deficiência ligada à locomoção podem jogar. Em uma quadra um pouco menor que a da versão olímpica e com rede mais baixa, seis jogadores ou jogadoras de cada lado da rede disputam a partida sem se levantar do chão. Vence o time que ganhar 3 sets, cada um de 25 pontos. Mas, na versão brincadeira, não há número mínimo, nem máximo de pessoas em cada time. Basta separar as equipes, decidir de quantos pontos será a partida e jogar! Só não vale ficar de pé!
Respostas pessoais.
SIM NÃO
Pega-pega sensorial
Nesta brincadeira, todo mundo deve estar com uma venda nos olhos. A pessoa escolhida para ser a “pegadora” também estará vendada e deverá usar os sons emitidos pelas outras crianças para encontrá-las. As próprias crianças podem decidir os sons usados, como palmas, sons com a boca, apito, brinquedo de apertar, entre outros. Mas a atividade deve ser supervisionada por um adulto e em lugar seguro, sem quinas pontiagudas e sem risco de tropeções e quedas.
Telefone sem fio diferente
A ideia é a mesma da brincadeira original, mas usando leitura labial. As crianças fazem fila e a escolhida fala uma frase bem simples de frente para a primeira da fila, articulando bem as palavras, mas sem emitir nenhum som. Isso se repete até a última pessoa da fila, que deve dizer ou escrever para as demais a frase que entendeu e todos comparam com o que foi dito por quem começou o telefone sem fio! Adivinhe o desenho
Sabe aquele joguinho entre times em que uma pessoa desenha e outras do grupo precisam adivinhar o que é? A proposta aqui é quase igual, só que o desenho precisa ser feito com a boca ou com o pé, da melhor maneira possível para que a equipe acerte! [...] Caixa tátil
Essa brincadeira tem o objetivo de estimular a imaginação e os sentidos da meninada. É muito simples! Basta colocar em uma caixa grande de papelão vários objetos de diferentes tamanhos, texturas e sons, e deixar um espaço na tampa apenas para que caibam as mãos da criança. Para os pequenininhos, a atividade pode ser uma forma de trabalhar as diferentes sensações e sons. Para os mais velhos, a graça pode ser descobrir quem acerta o maior número de objetos da caixa só pelo toque e pelo som!
Esses são apenas exemplos, mas a verdade é que, adaptando algumas regras ou acessórios e incentivando a colaboração entre as crianças, qualquer brincadeira pode ser inclusiva e divertida!
BRINCADEIRA inclusiva é super divertida! Plenarinho. Disponível em: https:// plenarinho.leg.br/index. php/2021/12/brincadeira-in clusiva-e-super-divertida. Acesso em: 10 out. 2025.
Professor , na seção Você Cidadão!, conversar sobre diversidade humana com os estudantes. Pedir a cada um que fale, brevemente, sobre suas características individuais e conversar com a turma levando em conta as contribuições que surgirem.
O desenvolvimento da temática favorece o desenvolvimento do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo (Direitos da criança e do adolescente) e Saúde e coaduna com o Decreto n o 7.611/2011, que dispõe sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei no 13 146/2015).
Explorar a fotografia fazendo perguntas que ajudem os estudantes a pensar sobre a cena fotografada. Fazer uma roda de conversa para ampliar a discussão. Apresentamos algumas sugestões:
• O que a fotografia mostra?
• Quem aparece na fotografia?
• O que essas pessoas fazem?
• Há algo diferente ou inusitado na fotografia? O quê?
• Por que esse objeto foi modificado?
• Você conhece outros exemplos de objetos adaptados para que mais pessoas possam usá-los? Quais?
O SKATEANIMA FOI CRIADO PELO FISIOTERAPEUTA STEVAN PINTO.
ELE ADAPTOU OBJETOS E ACESSÓRIOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DEFICIÊNCIA PODEREM ANDAR DE SKATE.

CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA ANDANDO DE SKATE COM EQUIPAMENTOS ADAPTADOS.
• CONVERSE COM OS COLEGAS.
A) VOCÊ JÁ AJUDOU UM COLEGA A REALIZAR ALGUMA ATIVIDADE? COMO SE SENTIU?
B) VOCÊ ACHA QUE IDEIAS COMO A DO SKATEANIMA SÃO IMPORTANTES? POR QUÊ? Respostas pessoais.
Com base nas respostas dadas nesta primeira etapa, apresentar e incentivar os estudantes a realizar os itens a e b.
VÍDEO. O SKATE como evidência do potencial humano | Stevan Pinto | TEDxLaçador. 2024. Vídeo (10min50s). Publicado pelo canal TEDx Talks.
Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=3YEwLeVpdEE. Acesso em: 10 out.2025.
SITE. CIVIAM. Projeto Skate Anima –iniciativa transformadora nasceu de um pedido em uma sessão de fisioterapia. Disponível em: civiam.com. br/projeto-skate-anima. Acesso em: 10 out. 2025.
LÍNGUA PORTUGUESA
VOCÊ E SEUS COLEGAS VÃO CRIAR UM CARTAZ SOBRE A IMPORTÂNCIA DE INCLUIR TODOS NAS BRINCADEIRAS.
• FORME UM GRUPO COM TRÊS COLEGAS.
Produção pessoal.
1. CONVERSEM SOBRE O QUE PODE TER NO CARTAZ DE VOCÊS PARA MOSTRAR A IMPORTÂNCIA DE BRINCARMOS JUNTOS, SEM DEIXAR NINGUÉM DE FORA.
2. ESCOLHAM UM TÍTULO E O ESCREVAM NO CARTAZ.
3. FAÇAM DESENHOS OU COLEM IMAGENS PARA REPRESENTAR SUAS IDEIAS.
4. DEPOIS, APRESENTEM O CARTAZ PARA A TURMA E ACOMPANHEM A APRESENTAÇÃO DOS DEMAIS COLEGAS.
5. POR FIM, ORGANIZEM COM TODA A TURMA UMA EXPOSIÇÃO NO MURAL DA ESCOLA, E APRESENTEM SEUS DESENHOS PARA A COMUNIDADE ESCOLAR.
ESSES SÃO OS CARTAZES QUE OS ESTUDANTES DO 1o ANO D ESTÃO PENDURANDO NOS CORREDORES DA ESCOLA COM A AJUDA DA PROFESSORA CELMA.
BNCC
• EF01GE02

DIALOGANDO COM LÍNGUA PORTUGUESA
Professor, o desenvolvimento da seção favorece o desenvolvimento das competências gerais 4, 8, 9 e 10, ao utilizar diferentes linguagens para a expressão e o compartilhamento de informações; conhecer-se e cuidar da própria saúde mental, reconhecendo emoções; exercitar a empatia
e agir pessoal e coletivamente com autonomia e responsabilidade. Além disso, esta proposta interdisciplinar contribui para o desenvolvimento das habilidades EF15LP09, EF15LP10 e EF15LP11 de Língua Portuguesa.
Apresentar a proposta de atividade como uma continuidade das reflexões em torno da inclusão das crianças em brincadeiras.
Sugerir que os estudantes façam um cartaz para divulgar o que eles
sabem e pensam a respeito da importância de incluir todos nas brincadeiras.
Orientar a formação dos grupos de trabalho, reservando um momento para que os estudantes organizem a apresentação.
Ao fim de cada apresentação, realizar a socialização dos pontos de destaque.
Montar um mural com os trabalhos da turma para comunicar à comunidade escolar as aprendizagens em torno do tema.
Mímica
A mímica é uma brincadeira clássica e ajuda a trabalhar as emoções dos pequenos. Além disso, ela traz outros benefícios interessantes, como: melhora a coordenação motora, ajuda na sociabilização, potencializa a expressão, aprimora a concentração e a imaginação.
Você pode pedir para uma criança escolher uma expressão e fazer uma mímica que representa o sentimento. Em seguida, os outros participantes devem adivinhar qual é o sentimento que está sendo compartilhado naquele momento. [...].
VEJA 4 brincadeiras para trabalhar emoção com crianças. Árvore. Disponível em: https://www.arvore. com.br/blog/brincadeiras -para-trabalhar-emocao. Acesso em: 10 out. 2025.
• EF01GE08
• EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
Perguntar aos estudantes se conhecem a brincadeira da caça ao tesouro e verificar o que eles sabem a respeito.
Incentivá-los a expressar o que sabem sobre as regras da brincadeira e questionar se eles já brincaram de caça ao tesouro ou vivenciaram situações similares.
Ajudar os estudantes a localizar os brinquedos em cada ilustração. Essa abordagem pode contribuir com o desenvolvimento da habilidade EF01MA11 de Matemática, a competência geral 4 e a competência específica 4 de Geografia.
Geografia através das brincadeiras
Para o ensino de Geografia Regional pensamos em trabalhar com brincadeiras regionais, pois, cada região reserva comidas, danças, músicas, sotaques típicos, essa cultura regional não é diferente quando se trata de brincadeiras, essas trazem consigo características culturais, políticas e econômicas diferentes da nossa e que podem ser facilmente percebidas pelos alunos. Destacamos aqui as brincadeiras com argila que são comuns em determinadas regiões e incomum em outras até mesmo pela dificuldade em encontrar esse material em abundância. Temos ainda os brinquedos que possuem nomes diferentes dependendo da
Este conteúdo envolve noções de cartografia.
OUTRA BRINCADEIRA MUITO DIVERTIDA É A CAÇA AO TESOURO.
NELA, AS CRIANÇAS FORMAM GRUPOS E CADA GRUPO ESCOLHE UM OBJETO PARA SER O TESOURO.
NO LUGAR ONDE ACONTECE A BRINCADEIRA, OS GRUPOS ESCOLHEM ONDE SEU TESOURO SERÁ ESCONDIDO.
DEPOIS, CADA GRUPO FAZ UM MAPA COM DICAS PARA QUE OS OUTROS GRUPOS TENTEM ENCONTRAR O TESOURO ESCONDIDO.
1. OBSERVE O MAPA DO TESOURO QUE GAIA E SEU GRUPO DESENHARAM.



• NO MAPA, CONTORNE OS ELEMENTOS QUE ESTÃO PERTO DO TESOURO.
Os estudantes deverão contornar os itens 3 (balanço) e 4 (árvore).
118
região, como a boneca de pano também conhecida como bruxa.
No ensino de Geografia [...], podemos fazer brincadeiras em espaços abertos em contato com a natureza, como caça ao tesouro, fotografia e desenhos para que seja feita análise de tipos de rochas encontradas, perfis de solo, vegetação e insetos típicos, processos de erosão e sedimentação etc. [...]
Ressaltamos ainda as brincadeiras influenciadas pelas estações do ano
chamadas de sazonais, e os brinquedos tradicionais que recebem uma “roupagem” moderna como ex. pião/bayblade e outros brinquedos que se transformam ao longo do tempo.
OLIVEIRA, Íris Salles de. Geografia através das brincadeiras. Ipa Brasil. Disponível em: https://www.ipabrasil.org/post/ geografia-atrav%C3%A9s-das-brincadeiras. Acesso em: 10 out. 2025.
2. ESTA É A IMAGEM DO PARQUINHO ONDE O TESOURO FOI ESCONDIDO.
A) CONTORNE A IMAGEM DO TESOURO.

B) O QUE É O TESOURO?
Uma caixa de brinquedos.
3. AGORA VAMOS BRINCAR DE CAÇA AO TESOURO.
A) COM A PROFESSORA, DECIDAM O LUGAR DA ESCOLA ONDE SERÁ A BRINCADEIRA.
B) COM SEU GRUPO, ESCOLHA O OBJETO QUE SERÁ O TESOURO E COMPLETE A FRASE A SEGUIR: Resposta pessoal.
NOSSO TESOURO VAI SER: .
C) ESCOLHAM O ESCONDERIJO PARA O TESOURO.
D) IDENTIFIQUEM OS ELEMENTOS PERTO DO TESOURO, COMO CADEIRAS, MESAS, UM ARMÁRIO, UMA ÁRVORE, UM BANCO, UMA LIXEIRA ETC.
E) ESCOLHAM TRÊS ELEMENTOS PRÓXIMOS DO ESCONDERIJO PARA INCLUIR NO MAPA DO TESOURO QUE VOCÊS VÃO CRIAR.
BNCC
• EF01GE08
• EF01GE09
ENCAMINHAMENTO
A abordagem da atividade 2 favorece o desenvolvimento do pensamento espacial e da alfabetização cartográfica por meio do uso de referenciais espaciais para identificar a localização do tesouro; agora, na visão oblíqua.
Na atividade 3 , os estudantes aplicam esses conteúdos com a elaboração do mapa do tesouro. Organizar com antecedência a atividade 3. Se necessário, reservar o uso do espaço em que a caça ao tesouro da turma será realizada após a discussão proposta no item a Apresentar aos estudantes cada uma das etapas, explicando que tudo será feito em grupos.
Montar os grupos e explicar cada uma das etapas pausadamente. Reservar um momento para resolver as dúvidas da turma. Neste momento, recomenda-se garantir a alternância e o respeito aos turnos de fala. Mediar as discussões e permitir a escuta ativa e respeitosa na turma e nos grupos de trabalho é essencial.
Esconde-esconde objetos
Jeito de brincar Uma das crianças é escolhida para esconder um objeto em uma sala, enquanto as outras esperam do lado de fora. Quando o objeto já está escondido, as outras crianças voltam à sala e vão procurá-lo, guiadas pela pessoa que escondeu. Ela deve dizer “está quente”, quando uma criança se aproxima do objeto escondido, ou “está frio” quando ela se afasta. Quem encontrar o objeto marca ponto e o esconde na próxima rodada.
Esconde-esconde objetos. Folha de S.Paulo. Disponível em: https:// mapadobrincar.folha.com. br/brincadeiras/esconder/ 294-esconde-esconde -objetos. Acesso em: 10 out. 2025.
IBGE. Meu 1 o atlas . 4. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012.

ENCAMINHAMENTO
Explicar como os estudantes devem compor o mapa do tesouro seguindo as orientações descritas no livro.
O desenho deve ser feito individualmente, comparado aos demais mapas dos colegas de grupo e corrigido em seguida (atividade 4).
Entregar as folhas de papel avulsas para que cada grupo construa o mapa do tesouro corrigido (atividade 5).
Na data marcada fazer uma roda de conversa para que os estudantes expressem suas impressões sobre o que aprenderam ao longo das atividades e façam sugestões para aprimorar a proposta.
Nas vivências espaciais com as crianças, nas trocas de experiências, nas narrativas por elas contadas, aprendemos a ouvi-las, sentir suas presenças, suas formas, saberes e sabores do brincar, de ser e estar no mundo. Aprendemos que a sensibilidade da criança é ímpar e que elas nos dão outras formas de ler o mundo, aprendemos “a dar atenção às desimportâncias”, pois as crianças, o tempo todo, nos convidam a perceber e sentir cada espaço. [...]
No ato de brincar, a criança vai conhecer-se, explorar espaços em tempos diferentes, relacionar e experienciar, conviver com seus pares e adultos escutando e manifestando suas necessidades, desejos e construções por meio da linguagem escrita ou oral.
F) NO ESPAÇO A SEGUIR, FAÇA UM RASCUNHO DO MAPA DO TESOURO.
• PARA COMEÇAR, FAÇA UM X NO LUGAR ONDE ESTÁ O TESOURO.
• DEPOIS, DESENHE OS ELEMENTOS ESCOLHIDOS COMO DICAS PARA AJUDAR OS COLEGAS DOS OUTROS GRUPOS A ENCONTRAR O TESOURO. Produção pessoal.
4. COM SEU GRUPO, CONVERSE SOBRE SEUS DESENHOS, COMPARANDO AS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS. APROVEITEM PARA VERIFICAR O QUE É NECESSÁRIO CORRIGIR.
5. POR FIM, DESENHEM O MAPA CORRIGIDO EM UMA FOLHA AVULSA, COLOQUEM OS NOMES DE VOCÊS E ENTREGUEM PARA A PROFESSORA.
Participará de momentos de aprendizagens utilizando seu corpo por meio de expressões e movimentos. Ao movimentar-se, criará espacialidades manifestando a subjetividade, conhecendo e convivendo com o outro, formando o nós. Ao conviver com o outro, vai expressar-se manifestando tudo o que está ao seu redor como os traços, as cores, os sons e as imagens. [...]
A Geografia se faz presente nesse campo de experiência quando trabalha o social, a interação da criança com os outros, a construção da identida -
de, o compartilhamento dos espaços, as regras de convívio, a valorização das diferenças e o convívio com elas. Brincando, a criança desenvolve todos esses elementos e muita criatividade.
ACAUAN, Andrea Tieppo; COSTELLA, Roselane Zordan. Os saberes e os sabores do brincar com a geografia na infância. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/hand le/10183/232026. Acesso em: 10 out. 2025.
AS FESTAS SÃO MOMENTOS DE COMEMORAÇÃO. EM UMA FESTA, PODEMOS BRINCAR, COMER E ESTAR COM PESSOAS QUE AMAMOS.
ALGUMAS FESTAS ACONTECEM EM FAMÍLIA. OUTRAS, NA ESCOLA. E OUTRAS, AINDA, ACONTECEM NA COMUNIDADE.
GERALMENTE, AS FESTAS FAMILIARES OCORREM DENTRO DE CASA OU EM ESPAÇOS SÓ PARA CONVIDADOS. UM EXEMPLO SÃO AS FESTAS DE ANIVERSÁRIO.
DO QUE VOCÊ GOSTA MAIS NESSE TIPO DE FESTA?

FAMÍLIA REUNIDA EM FESTA DE ANIVERSÁRIO. RIO DE JANEIRO, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2024.
BNCC
• EF01HI08
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Você considera o aniversário uma data importante?
• Vocês têm fotografias de seu último aniversário?
• Quem aparece na fotografia cantando parabéns?
Em seguida, sugere-se:
• Ouvir e cantar com as crianças a canção Aniversário, do grupo Palavra Cantada:
VÍDEO . PALAVRA Cantada | Aniversário. 2014. Vídeo (2min32s).
Publicado pelo canal Palavra Cantada Oficial. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=-S6LN XT55VA. Acesso em: 10 dez. 2025.
O trabalho com este capítulo contribui para o desenvolvimento da
habilidade EF01HI08 e do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo.
TEXTO DE APOIO
Datas comemorativas
Queiramos ou não, as datas são suportes da memória. Elas podem ser entendidas como formas de registros do tempo que se ligam à memória dos indivíduos e das sociedades e se tornam marcos [...] transformadas em comemorações, passam a ter poder, a ser referências [...].
Assim, propomos aqui que as efemérides sejam, sim, comemoradas na escola, mas de uma nova maneira. Para definir quais datas devem ser consideradas, é importante que o professor de História adote os seguintes procedimentos:
Discutir com o grupo de professores o planejamento de História e decidir quais são as datas mais importantes para serem trabalhadas com os alunos.
Escolher datas de modo que não se repitam as mesmas do 1o ao 5o ano.
[...]
Colaborar com seus conhecimentos históricos para ajudar os demais professores a contextualizar historicamente as datas comemorativas (entender suas origens, suas diferentes leituras feitas por distintos grupos sociais e/ou em diferentes épocas, sua importância ou não para a história e a sociedade brasileira). [...]
FERMIANO, Maria Belintane; SANTOS, Adriane Santarosa. Ensino de História para o Fundamental 1: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2014. p. 177-178.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. ROSA, Sonia. É o aniversário do Bernardo! São Paulo: DCL, 2015.

VÍDEO. MUNDO BitaParabéns do Bita [clipe infantil]. 2016. Vídeo (2min43s). Publicado pelo canal Mundo Bita. Disponível em: https:// www.youtube.com/wa tch?v=cGs1QA2bLdw. Acesso em: 10 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Como “nasceu” o Parabéns
A música mais cantada em todo o mundo foi criada nos Estados Unidos em 1875 pelas irmãs Mildred e Patrícia Hill, professoras primárias da cidade de Louisville, no estado de Kentucky.
Elas compuseram uma pequena quadra chamada “Morning to all” (Bom dia para todos) para cantar com os alunos pela manhã, antes do início das aulas.
Após cinco décadas, em 1924, uma editora de música norte-americana lançou o livro de partituras “Celebration Songs” e “pegou emprestada” a melodia das irmãs para criar uma música que seria cantada em festas de aniversários. Assim, nasceu o “Happy Birthday To You” (Feliz Aniversário para Você). A letra original era composta de um verso apenas, em que
AS FESTAS DE ANIVERSÁRIO SÃO CELEBRADAS, GERALMENTE, COM A FAMÍLIA E OS AMIGOS. NESSAS FESTAS, COMEMORAMOS O DIA DO NASCIMENTO DE UMA PESSOA. ESTA É OLÍVIA. ELA ESTÁ NO PRIMEIRO ANO.
COM A AJUDA DA PROFESSORA, LEIA O CONVITE DA FESTA DE ANIVERSÁRIO DA OLÍVIA.

AMIGOS, VENHAM COMEMORAR MEU ANIVERSÁRIO.
DATA: 6 DE MARÇO. HORÁRIO: 15:00
LOCAL: RUA DAS ROSAS, No 9 ESPERO VOCÊS!
A) QUEM ESTÁ SENDO CONVIDADO?
X AMIGOS. OLÍVIA.
B) CONTORNE NO CONVITE O DIA E O MÊS DA FESTA.
havia a repetição por quatro vezes do “happy birthday to you”, sendo acrescentado o nome do aniversariante na terceira repetição no lugar do “to you”. A popularização mundial da música ocorreu em 1933, quando uma peça teatral da Broadway utilizou a canção. [...]
RODRIGUES, Márcio. “O pessoal canta errado a letra”, diz neta da autora do ‘Parabéns a Você’. G1, 31 mar. 2014. Disponível em: https://midiamax.uol.com. br/geral/2014/o-pessoal-canta-errado-a -letra-diz-neta-da-autora-do-parabens-a -voce. Acesso em: 10 out. 2025.
LÍNGUA PORTUGUESA COM
QUANDO VAMOS FAZER UMA FESTA, PODEMOS MANDAR CONVITES PARA AS PESSOAS SABEREM O QUE SERÁ COMEMORADO, ONDE E QUANDO.
VAMOS FAZER UM CONVITE BEM BONITO PENSANDO EM SEU PRÓXIMO ANIVERSÁRIO.
1. CRIE A LISTA COM AS CONVIDADAS E OS CONVIDADOS. Resposta pessoal.
TEXTO DE APOIO
A alfabetização surge a partir da necessidade de comunicação, desenvolvimento [...] e é definida como a aquisição do código escrito, isto é, a capacidade de codificação e decodificação, bem como a aplicação dos signos escritos de forma interpretativa e participativa no meio social, esse processo pode ser vinculado às transformações sociais, culturais e econômicas de uma sociedade.
2. AGORA, COM A AJUDA DA PROFESSORA, PREENCHA UM DOS CONVITES. O PRIMEIRO ESPAÇO A SER PREENCHIDO É SEMPRE O NOME DA PESSOA CONVIDADA. O ÚLTIMO, É O NOME DE QUEM CONVIDA.
Nomes dos convidados
VENHAM COMEMORAR COMIGO O MEU ANIVERSÁRIO.
DATA:
HORÁRIO: :
LOCAL:
BNCC
• EF01HI08
DIALOGANDO COM LÍNGUA PORTUGUESA
ESPERO VOCÊS!
Nome do aniversariante
Inicialmente, propor um diálogo acerca do gênero textual convite:
• Para que serve um convite? Quem o escreve? A quem se destina? Em que situações ele costuma ser feito?
Pode-se propor que, além da pro-
27/10/25 20:30
dução do convite para o próximo aniversário, o estudante organize uma lista de convidados, de brincadeiras, de doces e salgados para a festa, ampliando a possibilidade de realização de atividades escritas.
A leitura e a escrita do convite de aniversário possibilitam a articulação com Língua Portuguesa e o desenvolvimento da habilidade
Os gêneros textuais são, portanto, atividades orais e escritas presentes no cotidiano, e é no intuito de ampliar a comunicação que se cria estratégias e recursos no uso da língua falada ou escrita. Essa prática apresenta-se como principal responsável pelo desenvolvimento de leitura e escrita [...]
[...] ao introduzir os gêneros textuais nas práticas pedagógicas incorporando a ludicidade, o processo torna-se mais envolvente, estimulando não apenas a aprendizagem, mas também o prazer na leitura. A abordagem lúdica na apresentação dos gêneros textuais contribui para a compreensão e internalização dos conteúdos, permitindo que os(as) estudantes se tornem protagonistas ativos em sua própria jornada de aprendizado.
SOBRAL, Conceição Maria Alves; AMORIM, Daiana de Mendonça; SANTOS, Tairini Vieira dos. A diversidade dos gêneros textuais no processo de alfabetização e letramento nos Anos Iniciais: um relato de experiência da práxis pibidiana. Revista Elite. v. 1 n. 6, 2024. Disponível em: https://www.revistas.uneb. br/index.php/elite/article/ view/22357. Acesso em: 10 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Professor, o cordel a seguir é sugestão para trabalho em sala de aula.
Feliz aniversário
Hoje é dia de festa
Festa justa e merecida
Pois comemoramos seu aniversário
Nesta data tão querida
Esperamos que esta homenagem
Seja jamais esquecida.
[...]
Aniversariar é uma amostra
Das maravilhas de bem viver
[...]
E todos juntos cantamos
Parabéns para você! PESSOA, Toinha. Feliz aniversário. Recanto das Letras. Disponível em: https://www.recantodasle tras.com.br/cordel/3457067.
Acesso em: 10 out. 2025.
3. QUE BRINCADEIRAS VÃO ACONTECER NA SUA FESTA DE ANIVERSÁRIO? ESCREVA O NOME DELAS E DESENHE UMA.
Por exemplo: pula-pula, piscina de bolinhas, pega-pega, pebolim, dança da cadeira.
4. JUNTE AS LETRAS DE COR AZUL E ESCREVA O QUE NÃO PODE FALTAR EM UM ANIVERSÁRIO. Parabéns.
5. PINTE A QUANTIDADE DE QUADRADOS IGUAL AO NÚMERO DE ANOS QUE VOCÊ VAI FAZER. Resposta pessoal.
• VIVIANA, RAINHA DO PIJAMA, DE STEVE WEBB. SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2006.
VIVIANA RESOLVE CONVIDAR OS ANIMAIS PARA UMA FESTA MUNDIAL DO PIJAMA PARA DESCOBRIR QUE ROUPA ELES VESTEM PARA DORMIR. NESSE LIVRO, VOCÊ PODE CONHECER MAIS SOBRE CONVITES.

1. Junte as sílabas da mesma cor e descubra os nomes de alimentos presentes em uma festa infantil.
PI BO JU CO PO CO CA BA XI NHA
BRI DA GA LO DEI LA JU CA BA RO
Respostas: Pipoca, bolo, jujuba, cocada, coxinha, bala, brigadeiro.
NA ESCOLA
NA ESCOLA, OCORREM FESTAS E COMEMORAÇÕES COMO O DIA DA ESCOLA, O DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE, O DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA, ENTRE OUTRAS.
MUITAS PESSOAS AFRICANAS FORAM ESCRAVIZADAS E TRAZIDAS PARA O BRASIL PARA TRABALHAR. ESSAS PESSOAS E SEUS DESCENDENTES TRABALHARAM POR MAIS DE 300 ANOS, MAS SEMPRE RESISTIRAM À ESCRAVIZAÇÃO.
UM DOS PRINCIPAIS LÍDERES DA LUTA PELA LIBERDADE E CONTRA A ESCRAVIZAÇÃO FOI ZUMBI DOS PALMARES.

HOMENAGEM AO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA NA ESCOLA MUNICIPAL PASTOR ALCEBÍADES FERREIRA DE MENDONÇA, NO QUILOMBO DE SOBARA, MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, 2015.
EM 1971, O POETA NEGRO OLIVEIRA SILVEIRA PROPÔS HOMENAGEAR ESSE HERÓI NEGRO, TRANSFORMANDO O 20 DE NOVEMBRO, DIA DA MORTE DE ZUMBI, EM UM DIA PARA SE REFLETIR SOBRE A LUTA DOS NEGROS POR LIBERDADE E RESPEITO.
EM SALVADOR, NO ESTADO DA BAHIA, EM 1978, A COMUNIDADE NEGRA PROPÔS QUE ESSA DATA FOSSE O DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA. O 20 DE NOVEMBRO FOI TRANSFORMADO ENTÃO
EM UM DIA PARA SE REFLETIR SOBRE O RACISMO E SOBRE A IMPORTÂNCIA DE COMBATER ESSE MAL.
BNCC
• EF01HI08
ENCAMINHAMENTO
Destacar que o dia 20 de novembro é uma data que tem grande importância histórica e social, pois evidencia a luta contra o racismo e valoriza a memória de Zumbi dos Palmares e da resistência do movimento negro no Brasil. O conteúdo desta e da próxima página contribui para o desenvolvimento
RACISMO: SISTEMA DE OPRESSÃO QUE NEGA DIREITOS IGUAIS PARA TODOS. NO BRASIL, PESSOAS NEGRAS FORAM E CONTINUAM SENDO VÍTIMAS DE RACISMO.
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da competência específica 1 de História e mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal Multiculturalismo, além de coadunar com a Lei no 10.639/2003 e a Lei no 11.645/2008, que dispõe sobre a História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
|
LIVRO. KAYODÊ. Zumbi, o pequeno guerreiro. São Paulo: Coletivo Quilombhoje, 2015.
TEXTO DE APOIO
Literatura decolonial para as crianças
A literatura funciona como importante ferramenta à disposição do conhecimento [...]. A contribuição da herança africana por meio da literatura possui potencial [...] porque a compreensão do mundo é maior que a compreensão ocidental do mundo. Trata-se de construir aprendizados focados na busca de reconhecimento das diferentes realidades e da história do Brasil, aquela contada pelos oprimidos, escravizados, colonizados.
[...] A literatura para crianças e jovens, pautada no pensamento decolonial, é capaz de permitir o desenvolvimento da consciência crítica para compreender o mundo em suas diversas formas, bem como ter autonomia para transformá-lo. Assim, uma literatura engajada, de cunho decolonial, contribui ao reconhecimento da multiplicidade de formas de vida que compõem o povo brasileiro, possibilitando a construção de cidadania focada na emancipação.
COSTA, Anna Maria Ribeiro Fernandes Moreira da et al. Chico Rei e Zumbi dos Palmares, de Renato Lima: Heróis negros na literatura infantil brasileira contemporânea. Humanidades & Inovação, Palmas, v. 7, n. 22, p. 163-176, set. 2020. Disponível em: https://revista.unitins.br/ index.php/humanidadesei novacao/article/view/3929. Acesso em: 10 out. 2025.
| PARA O PROFESSOR
SITE . Personalidades
Notáveis Negras. Fundação Cultural Palmares. Disponível em: https:// www.gov.br/palmares/ pt-br/departamentos/ fomento-a-cultura/per sonalidades-notaveis -negras-1. Acesso em: 10 out. 2025.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . MEU nome é Maalum. 2023. Vídeo (7min53s). Cultne.TV Disponível em: https:// cultne.tv/temas/7/fil mes/video/224/meu_ nome_e_maalum. Acesso em: 10 out. 2025.
LIVRO. CRUZ, Eliana Alves; RIBEIRO, Estevão. Gênios Da Nossa Gente – Personalidades Negras. Rio de Janeiro: Malê Editora, 2024.

TEXTO DE APOIO
Desde que nascem, as crianças absorvem o que está a seu redor. Isso vale não só para o que veem e ouvem dentro de casa, mas para o que está nas ruas, escolas, nos parques e clubes que frequentam. [...]
Não é raro ouvir de adultos negros experiências de racismo vividas ainda na educação básica. Exclusão de brincadeiras, comentários maldosos, apelidos envolvendo aspectos raciais
NO BRASIL, EM 2023 UMA LEI TRANSFORMOU O DIA 20 DE NOVEMBRO EM FERIADO NACIONAL. A DATA É COMEMORADA
EM MUITAS ESCOLAS NO BRASIL TODO.
PESSOAS NEGRAS IMPORTANTES NA LUTA CONTRA O RACISMO
CONHEÇA ALGUMAS PESSOAS NEGRAS QUE SE DESTACARAM
NA LUTA CONTRA O RACISMO E A FALTA DE OPORTUNIDADES IGUAIS PARA TODOS NO BRASIL.

OLIVEIRA SILVEIRA FOI POETA, PROFESSOR E PROPÔS HOMENAGEAR ZUMBI DOS PALMARES TODOS OS ANOS NO DIA 20 DE NOVEMBRO.
NASCIDO EM 13 DE MAIO DE 1881, LIMA BARRETO SE TORNOU UM DOS MAIS IMPORTANTES ESCRITORES BRASILEIROS.

SUELI CARNEIRO É DOUTORA EM EDUCAÇÃO E ESCREVE SOBRE COMO O RACISMO AFETA AS CRIANÇAS.
são vividos com muito sofrimento. [...]
Seja qual for o motivo que afasta as crianças do debate racial, uma coisa é certa: se queremos construir uma sociedade mais justa, em que todos tenham acesso às mesmas oportunidades, é preciso envolver os pequenos nessa conversa desde cedo, em casa e na escola.
6 a 11 anos
As crianças dessa idade já conseguem conversar sobre seus sentimentos e estão ansiosas por respostas. Elas também estão mais expostas a informações


DJAMILA RIBEIRO É FILÓSOFA E COMBATE O RACISMO ATRAVÉS DOS SEUS ESCRITOS. SÃO PAULO, 2024.
que podem achar difíceis de processar. Comece procurando descobrir o que elas sabem.
Seja curioso – ouvir e fazer perguntas é o primeiro passo. Por exemplo, você pode perguntar o que elas têm ouvido entre os amigos, na televisão e nas redes sociais.
Converse abertamente – Responda com franqueza e coração aberto aos questionamentos, preocupações e sentimentos das crianças em relação a temas como racismo, diversidade e inclusão. Se tiver dúvidas sobre algum
AS FESTAS DA COMUNIDADE SÃO, GERALMENTE, REALIZADAS EM ESPAÇOS ABERTOS E ACESSÍVEIS A TODOS QUE QUISEREM PARTICIPAR.

APRESENTAÇÃO DE UM GRUPO DE JONGO. O JONGO É UMA DANÇA DE RODA DE ORIGEM AFRICANA COM ACOMPANHAMENTO DE TAMBOR. CAMPOS DOS GOYTACAZES, RIO DE JANEIRO, 2019.
1. CADA COMUNIDADE, CADA POVO TEM SUAS PRÓPRIAS
FESTIVIDADES E MODOS DE COMEMORAR. DIGA O NOME DE UMA FESTA DA COMUNIDADE ONDE VOCÊ VIVE. Resposta pessoal.
2. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO PARA ILUSTRAR A FESTA. Produção pessoal.
assunto, convide-o a pesquisar juntos a resposta. Isto fará com que elas percebam você como alguém em quem podem confiar e recorrer quando precisam desabafar ou ouvir um conselho. Conversando com crianças e jovens sobre racismo. Plenarinho. Disponível em: https://plenarinho.leg.br/index. php/2020/07/conversando-com -criancas-e-jovens-sobre-racismo. Acesso em: 10 out. 2025.
BNCC
• EF01HI08
| PARA O PROFESSOR
ARTIGO. SANTOS, Rosselvelt José; KINN, Marli Graniel. Festas: tradições reinventadas nos espaços rurais dos cerrados de Minas Gerais. Espaço & Cultura, Rio de Janeiro, UERJ, n. 26, p. 58-71, jul./dez. 2009. Disponível em: https://www.e-publicacoes. uerj.br/espacoecultura/article/down load/3555/2475/13623. Acesso em: 10 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
O jongo na comunidade de Campos dos Goytacazes
O jongo é uma expressão cultural popular de matriz africana [...] encontrada no Sudeste brasileiro. Conhecido como caxambu, batuque ou tambor, é uma prática cultural [...] composta pela dança em roda acompanhada do toque de tambores. Há, comumente, a presença de um ou mais tambores, sendo, no geral, três, conhecidos pelo nome angoma, cuíca e candongueiro, todos conhecidos pelo tamanho e pela sonoridade. [...] Patrimônio familiar e traço identitário [...] de cidadania [...] [está] presente em comunidades negras, tanto da zona rural como das periferias do Sudeste brasileiro. [...]
O município de Campos dos Goytacazes está localizado na região Norte do Estado do Rio de Janeiro, foi colonizado no século XVII [...] [e] demandou uma ampla e forçosa migração de mão de obra de africanos e seus descendentes escravizados, havendo, assim, forte influência da cultura afro-brasileira na cidade. Dentre as heranças culturais afro-brasileiras da cidade está o jongo, praticado principalmente por aqueles que trabalhavam nas usinas de cana-de-açúcar e, na contemporaneidade, por comunidades negras que residem em zonas periféricas, estando [...] fortemente associado às escolas de samba e capoeira de Campos.
PEREIRA, Júlia Dias; CEZAR, Lilian Sagio. Mestra Noinha e o terreiro de jongo enquanto um lugar de memória. Teoria e Cultura, Juiz de Fora, v. 18, n. 1, 1 jul. 2023. DOI: 10.34019/2318101X.2023.v18.40186. Disponível em: https:// periodicos.ufjf.br/index. php/TeoriaeCultura/article/ view/40186/26068. Acesso em: 24 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
Apresentar as festas Bumba meu Boi e Boi-Bumbá para os estudantes.
Informar que as festas do boi estão presentes em alguns estados, como Maranhão, Pará, Amazonas, Ceará, Pernambuco e Piauí.
Comentar que os grupos que participam da festa cantam toadas (músicas feitas para essa celebração), acompanhadas de matracas, zabumbas, maracás, pandeirões, entre outros instrumentos. Além das músicas, há danças típicas dos povos que deram origem a essa festa, como africanos e indígenas.
O conteúdo desta dupla de páginas contribui para o desenvolvimento da competência específica 1 de História e mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo (Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras). Além disso, a abordagem evidencia a cultura, a história e a imagem afro-brasileira e dos povos do campo, reconhecendo seus saberes, tradições, corpos e modos de organização social, que coaduna com as Leis no 10 639 e no 11 645.
O BUMBA MEU BOI E O BOI-BUMBÁ SÃO IMPORTANTES FESTAS DE COMUNIDADES POPULARES NO BRASIL.
O BUMBA MEU BOI DO ESTADO DO MARANHÃO REÚNE DANÇA, MÚSICA, TEATRO, ARTESANATO, ALÉM DE DIFERENTES MODOS DE BRINCAR. O BUMBA MEU BOI MISTURA FESTA, ARTE E FÉ E MESCLA TRADIÇÕES INDÍGENAS, AFRICANAS E EUROPEIAS EM TERRITÓRIO BRASILEIRO.

APRESENTAÇÃO DE UM GRUPO DE BUMBA MEU BOI EM UMA PRAÇA DE BREJÕES, BAHIA, 2025.
LIVRO. MELLO, Roger. Bumba meu boi-bumbá. São Paulo: Global, 2018.

VÍDEO. BRINCANTES e brincadeiras com o bumba meu boi do Maranhão. 2016. Vídeo (1min50s). Publicado pelo canal Território do Brincar. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=ZA2UY vqtlbE. Acesso em: 10 out. 2025.
A FESTA DO BOI-BUMBÁ ACONTECE ESPECIALMENTE NO ESTADO DO AMAZONAS, COM DESTAQUE PARA A CIDADE DE PARINTINS. NESSA CIDADE, EM UM ESPAÇO ENORME, CHAMADO BUMBODRÓMO, OCORRE O FESTIVAL DE PARINTINS, UM ESPETÁCULO GRANDIOSO QUE ATRAI PESSOAS DE TODO O BRASIL.
ESTUDIOSOS AFIRMAM QUE O BOI-BUMBÁ TEM ORIGEM NA RESISTÊNCIA DOS POVOS INDÍGENAS E AFRICANOS À COLONIZAÇÃO PORTUGUESA.

APRESENTAÇÃO DO BOI CAPRICHOSO NO FESTIVAL DE PARINTINS. PARINTINS, AMAZONAS, 2024.
BNCC
• EF01HI08
TEXTO DE APOIO
Boi-Bumbá do Amazonas: Patrimônio Cultural
[...] Os modos de brincar o Boi são diferentes dependendo da região do país. Em cada contexto há variações e denominações próprias, além de ocorrer em distintas épocas do ano. Seja qual for a vertente, o folguedo se estabeleceu de forma marcante na região amazônica
129
e, a cada apresentação, faz o coração dos brincantes e de quem assiste pulsar mais forte. [...]
O folguedo ou a brincadeira do Boi teria chegado na Amazônia por meio das missões jesuíticas, em seu esforço de catequização ao longo do século XVII, retomando tradições presentes no Mediterrâneo europeu e agregando influências indígenas e negras. Já no período de migração para a região amazônica, por conta da exploração das seringueiras e da produção da borracha, essas manifestações da brincadeira do
Boi também receberam referências de outras regiões do país, principalmente nordestinas. [...]
O Festival Folclórico de Parintins [...] ocorre anualmente na última semana de junho. Durante três noites, dois grupos de Boi-Bumbá, o Garantido e o Caprichoso, se revezam em apresentações de caráter competitivo, no espaço conhecido como Bumbódromo.
O local, assim chamado em alusão ao Sambódromo do Rio de Janeiro (RJ), se pinta nas cores do Boi e milhares de pessoas se dividem entre as duas arquibancadas – uma vermelha, do Garantido; e outra azul, do Caprichoso –enquanto um corpo de jurados avalia a performance dos grupos e decide pelo grande campeão. INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN). Boi Bumbá do Amazonas agora é Patrimônio Cultural do Brasil. 31 out. 2018. Disponível em: http://por tal.iphan.gov.br/noticias/ detalhes/4887. Acesso em: 10 out. 2025.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. FESTA de Parintins na TV Rá Tim Bum - Garantido e Caprichoso. 2018. Vídeo (1min). Publicado pelo canal TV Rá Tim Bum. Disponível em: https://www. youtube.com/watch? v=vx5r6FPPSEQ. Acesso em: 10 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
A abordagem presente na página favorece o desenvolvimento do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo e a competência geral 6.
| PARA O PROFESSOR
VÍDEO . BUMBA Meu
Boi - Patrimônio da Humanidade. 2019. Vídeo (10min51s). Publicado pelo canal Bruno Saphira. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=t05af5i QDsA. Acesso em: 10 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Professor, o texto a seguir é uma sugestão para trabalhar com os estudantes.
“Parintins é uma cidade localizada no Estado do Amazonas e faz fronteira com o estado do Pará. O lugar é uma ilha, conhecida como Tupinambrana, descoberta em 1796. É o palco da maior manifestação cultural do Norte brasileiro, o Festival Folclórico de Parintins. A festa acontece em junho no bumbódromo, um tipo de estádio com capacidade para 35 mil pessoas e que tem o formato de uma cabeça de boi. A festa dura três noites, o Boi Garantido (de cor vermelha) e o Boi Caprichoso (de cor azul) fazem as suas apresentações. Ao final, é escolhido o que teve a melhor performance e enredo e que foi o mais bonito.
O Festival de Parintins começou a ser realizada em 1965 e hoje é regulamento por lei municipal, segundo a qual a festa será sempre realiza-
TANTO NO BUMBA MEU BOI QUANTO NO BOI-BUMBÁ HÁ
ALGUNS PERSONAGENS EM COMUM, PRINCIPALMENTE O BOI. PORÉM HÁ TAMBÉM DIFERENÇAS. UM EXEMPLO É QUE
DURANTE O BOI-BUMBÁ DE PARINTINS HÁ UMA COMPETIÇÃO
ENTRE DOIS GRUPOS: O BOI CAPRICHOSO E O BOI GARANTIDO.
• CUBRA O PONTILHADO E PINTE CADA BOI DE UMA COR. DEPOIS, CRIE UMA LEGENDA ESCREVENDO O NOME DE CADA BOI ABAIXO DA IMAGEM.
• DO AUTO DO NOSSO BOI, DE BEL CARVALHO. SÃO PAULO: TRANÇA EDIÇÕES, 2022. NO LIVRO, A AUTORA CONTA COMO FOI A SUA INFÂNCIA NO MARANHÃO E SUA CULTURA. ELA EXPLICA MAIS DETALHES SOBRE O BOI E ESCREVE A SUA VERSÃO DO AUTO DO BOI, NOME DADO À PEÇA DE TEATRO QUE ACOMPANHA TODO O BRINCAR DO BUMBA MEU BOI.
da na última semana do mês de junho, nos dias 28, 29 e 30. A música que acompanha toda a festa é a toada e cerca de 400 ritmistas tocam ao mesmo tempo. As letras das canções trazem os sons das florestas e de diversos pássaros. As pessoas pintam suas casas com as cores do boi para o qual torcem, evidenciando assim a importância que o festival tem para a comunidade.”
FESTA do Boi Garantido e Caprichoso. Turminha MPF. Disponível em: https://tur minha.mpf.mp.br/explore/cultura/folclore/ copy_of_festa-do-boi. Acesso em: 10 out. 2025.

O CARNAVAL É UMA FESTA QUE ACONTECE EM VÁRIOS
LUGARES DO BRASIL E DO MUNDO.
EXISTEM DIVERSOS MODOS DE COMEMORAR O CARNAVAL EM NOSSO PAÍS. NESSA FESTA, OS RITMOS E AS DANÇAS SÃO
MUITO IMPORTANTES E VARIAM DE UM LUGAR PARA OUTRO.

BANDEIRA DA ESCOLA DE SAMBA ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA. RIO DE JANEIRO, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2023.

BANDEIRA DA ESCOLA DE SAMBA BEIJA-FLOR DE NILÓPOLIS. RIO DE JANEIRO, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2017.
CADA UMA DAS BANDEIRAS MOSTRADAS NAS IMAGENS É DE UMA ESCOLA DE SAMBA PERTENCENTE A UMA COMUNIDADE DO RIO DE JANEIRO. A BEIJA-FLOR, POR EXEMPLO, PERTENCE À COMUNIDADE DE NILÓPOLIS. NO CARNAVAL, AS COMUNIDADES COMPETEM PARA VER QUEM FAZ A MELHOR APRESENTAÇÃO.
NO CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO PREDOMINA O SAMBA, RITMO SURGIDO NAS COMUNIDADES AFRO-BRASILEIRAS DA BAHIA E DO RIO DE JANEIRO E QUE SE TORNOU MUITO POPULAR NO BRASIL.
REPRODUÇÃO DA CAPA DO DISCO SEJA SAMBISTA TAMBÉM, DE 1984, DO GRUPO FUNDO DE QUINTAL, UM DOS GRUPOS DE SAMBA MAIS QUERIDOS E RESPEITADOS DO BRASIL.

BNCC
• EF01HI08
ENCAMINHAMENTO
Pode-se introduzir o tema da página perguntando aos estudantes:
• O que vocês sabem sobre o Carnaval?
• Já assistiram aos desfiles das escolas de samba na televisão?
• Já viram o desfile de trios elétricos nos estados do Nordeste?
• Já usou alguma fantasia no carnaval ou em uma festa na escola?
Professor, leia o que se diz sobre o Carnaval:
Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente europeia. A comemoração carnavalesca data do início da colonização, sendo uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos mais tarde, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de
forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade.
ORIGEM do Carnaval. Biblioteca do Cetens –UFRB. Disponível em: https://ufrb.edu.br/bibliote cacetens/noticias/28-origem -do-carnaval#:~:text=A%20 comemora%C3%A7%C3% A3o%20carnavalesca%20 data%20do,o%20seu%20 desenvolvimento%20e% 20originalidade.
Acesso em: 10 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
O Fundo de Quintal nasceu no final dos anos 1970, no Rio de Janeiro, especificamente no bairro de Cacique de Ramos, um reduto de sambistas e carnavalescos. O grupo surgiu a partir das famosas rodas de samba realizadas no bloco carnavalesco Cacique de Ramos. Entre seus fundadores estão Bira Presidente, Ubirany, Sereno, Jorge Aragão, Almir Guineto e Neoci (filho do célebre sambista João da Baiana).
A inovação e a originalidade do grupo foram marcadas pelo uso de instrumentos como o banjo, o tantã e o repique de mão, que deram uma nova sonoridade ao samba. A história do surgimento do grupo se deu fora da época do carnaval, quando resolveram organizar rodas de samba na sede do Cacique de Ramos. [...] O grande diferencial dessas rodas era sua renovada forma de cantar sobre o cotidiano, fincada na tradição do Partido Alto carioca.
CALIXTO, Vitória Louise. Grupo Fundo de Quintal: a transformação do samba e o estilo musical como resistência da cultura negra. 2024. Monografia (Bacharelado em Jornalismo) –Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2024.
BNCC
• EF01HI08
• EF01CI02
ENCAMINHAMENTO
As atividades 1 e 2 oportunizam a mobilização da habilidade EF01CI02. Ao resolvê-la,
sugere-se:
Orientar os estudantes a ilustrar de forma criativa as silhuetas com fantasias de Carnaval, estimulando a imaginação e a expressão artística.
Solicitar que nomeiem as partes do corpo humano cobertas pelas fantasias desenhadas. Como ampliação, também solicitar que nomeiem as partes do corpo humano que permaneceram descobertas. Utilizar esse momento para avaliar o aprendizado dos estudantes sobre conceitos estudados na unidade 1.
Solicitar que mostrem aos colegas seus desenhos, que podem comparar semelhanças e diferenças entre as fantasias desenhadas.
DE APOIO
Dicas para produzir fantasias de Carnaval e brinquedos a partir de material reciclado
Fantasia de astronauta: Embalagens de refrigerantes podem se transformar em um colorido foguete. A dica é pintar os itens com tinta guache e uni-las com a ajuda de fita dupla face. Para a cauda, aposte em papel crepom vermelho para representar o fogo.
Máscara de bichos: Um verdadeiro zoológico pode surgir a partir de
1. UMA DAS CARACTERÍSTICAS DO CARNAVAL É O USO DE FANTASIAS E ENFEITES NO CORPO.
• DESENHE E PINTE UMA FANTASIA BEM COLORIDA DE CARNAVAL PARA CADA UMA DAS CRIANÇAS. DEPOIS, ESCREVA O NOME DA FANTASIA QUE VOCÊ CRIOU.
A FANTASIA DELA É DE: Resposta pessoal, de acordo com a produção de cada estudante.
pratos de plásticos, tinta, cartolina e muita imaginação. Basta pintar os pratos e recortar a cartolina para formar olhos, focinho, boca e outras características de cada animal. As crianças também podem usar canetas hidrográficas para dar um acabamento caprichado. Instrumentos musicais: Os pequenos foliões farão muito barulho com chocalhos produzidos com tampinhas plásticas de garrafa PET e tubos de PVC. Neste brinquedo, os pais devem ajudar na hora de perfurar a parte central das tampas e a parte superior
dos canos. Depois, as crianças auxiliam passando as tampas pelo barbante que unirá ao tubo. Aí é só amarrar as pontas do barbante e começar a festa. Dicas para produzir fantasias de Carnaval e brinquedos a partir de material reciclado Bem Paraná. Disponível em: https://www.bemparana.com.br/cultura/di cas-para-produzir-fantasias-de-carnaval-e -brinquedos-a-partir-de-material-reciclado. Acesso em: 10 out. 2025.
A FANTASIA DELE É DE:
Resposta pessoal, de acordo com a produção de cada estudante.
2. CONTORNE AS PARTES DO CORPO DAS CRIANÇAS QUE AS FANTASIAS COBRIRAM.
Respostas pessoais.
PÉS BRAÇOS
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• EF01HI08 • EF01CI02
ATIVIDADES
Leia o texto a seguir.

Blocos, troças, bonecos gigantes… No Carnaval de Olinda, todos os ritmos e expressões têm espaço nas ladeiras e ruas históricas da Cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. Na Terça-Feira Gorda, o desfile dos bonecos gigantes é uma das grandes atrações, transformando as ladeiras em uma imensa passarela, que encanta públicos de todas as idades.
Olinda. Cultura PE. Disponível em: https://www.cultura.pe.gov.br /pagina/carnaval/polos/olinda.
Acesso em: 10 out. 2025.
A cada Carnaval, novos personagens surgem no carnaval de Olinda em forma de bonecos gigantes.
Vamos criar um boneco? Pesquise um boneco que já existe em Olinda ou invente seu próprio personagem. Com a ajuda de um adulto, separe materiais, como isopor, papelão, canudo de papel higiênico, garrafa PET, pedaços de tecido, tintas, canetinhas. Depois de pronto, o professor fará uma exposição dos bonecos produzidos.
TEXTO DE APOIO
Professor, o texto a seguir contém algumas sugestões de como trabalhar o Carnaval com os estudantes.
Contação de história
Faça uma roda com os alunos e conte um pouco da história do carnaval para que eles entendam como surgiu e quando chegou ao Brasil. Ao final, é também interessante conversar com as crianças sobre os carnavais que já passaram. Pergunte se elas gostam de comemorar, quais fantasias já usaram e quais músicas mais gostam.
Confecção de confetes ecológicos
Para confeccionar os confetes ecológicos, você irá precisar apenas de folhas secas e um furador de papel. Junto com a criançada, use o furador para cortar as folhas secas em formato redondo. BARBOSA, Rita. Atividades de Carnaval: 30 ideias e modelos para imprimir. Educador. Disponível em: https://educador.com.br/ati vidades-de-carnaval-2024. Acesso em: 10 out. 2025.
TEXTO
A preservação da memória nas comunidades negras
O Afoxé [é] [...] um sistema de preservação da memória dos ancestrais cultuados nas comunidades.
[...] Tendo em vista que o racismo no Brasil é estrutural e [...] que as violências, somadas a microagressões cotidianas, impactam a qualidade e expectativa de vida da população, atividades que propõe resgatar a contribuição negra para a história do Brasil são de suma importância.
[...] A construção de um ensino que oriente para uma formação que desenvolva a integridade e o respeito à pluralidade é um caminho possível de garantir a produção de um imaginário diversificado e simbólico que possa assegurar democraticamente os direitos da humanidade no espaço escolar.
ALVES, Maria Disnei Souza. “O enunciado que faz acontecer”: o afoxé como instrumento didático e difusor do conhecimento histórico no ensino básico. Anais do IV Seminário Internacional de História e Educação, v. 4, n. 1, 2024. Disponível em: https://revis tas.ceeinter.com.br/anaisse minariodehistoriaeeduca ca/article/view/1617/1353. Acesso em: 10 out. 2025.
| PARA O ESTUDANTE
| E O PROFESSOR
VÍDEO. Os RITMOS do carnaval são patrimônio cultural brasileiro. 2016. Vídeo (1min27s). Publicado pelo canal Iphan. Disponível em: https:// www.youtube.com/wat ch?v=J2Fz8X5_cSg. Acesso em: 10 out. 2025.
3. OBSERVE AS IMAGENS E COMPLETE AS LACUNAS PARA CONHECER OUTROS RITMOS E DANÇAS DO CARNAVAL BRASILEIRO.



ESSE RITMO É TRADICIONAL NA CIDADE DO RECIFE, NO ESTADO DE PERNAMBUCO. SEUS CRIADORES SE INSPIRARAM NA CAPOEIRA. POR ISSO, ALGUNS PASSOS INCLUEM SALTOS E PIRUETAS.
F R E V O
ESSE RITMO TEM ORIGEM NO ESTADO DA BAHIA E FOI CRIADO POR AFRICANOS ESCRAVIZADOS E SEUS DESCENDENTES.
A F O X É
ESSE RITMO É TRADICIONAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO, E MISTURA ELEMENTOS AFRICANOS E INDÍGENAS.
M A R A C A T U
A) QUAIS DESSES RITMOS VOCÊ JÁ CONHECIA? Resposta pessoal.
B) QUAL DESSES RITMOS É MAIS COMUM NO LUGAR ONDE VOCÊ MORA? Resposta pessoal.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. PASSOS de Frevo: O Baú da Camilinha. 2017. Vídeo (1min27s). Publicado pelo canal O baú da Camilinha. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=pSA ZuaGEnaI. Acesso em: 10 out. 2025.
LIVRO. VICENTE, Valéria. Brincando Maracatu. Recife: Bagaço, 2017.

AS FESTAS JUNINAS, TAMBÉM CONHECIDAS COMO FESTAS DE SÃO JOÃO, FORAM TRAZIDAS PARA O BRASIL PELOS PORTUGUESES. AO LONGO DO TEMPO, GANHARAM ELEMENTOS DAS CULTURAS INDÍGENAS E AFRICANAS E SE TRANSFORMARAM EM UMA FESTA POPULAR QUERIDA EM TODO O BRASIL E A MAIOR DO NORDESTE.
HÁ DUAS FESTAS DE SÃO JOÃO QUE SE TORNARAM GRANDES ESPETÁCULOS: O SÃO JOÃO DE CAMPINA GRANDE, NO ESTADO DA PARAÍBA, E O SÃO JOÃO DE CARUARU, NO ESTADO DE PERNAMBUCO. OBSERVE AS IMAGENS.

FESTA DE SÃO JOÃO EM CAMPINA GRANDE, PARAÍBA, 2009.
BNCC
• EF01HI08
ENCAMINHAMENTO

APRESENTAÇÃO DE UM GRUPO NA FESTA DE SÃO JOÃO DE CARUARU, PERNAMBUCO, 2025.
vências.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . FESTA de São João | ZiS. 2018. Vídeo (2min55s). Publicado pelo canal Zis é o Canal (Música para Crianças). Disponível em: https:// www.youtube.com/wa tch?v=eU9MdTES5pk. Acesso em: 10 out. 2025.
LIVRO. BRITO, Ronaldo
Correia de; LIMA, Assis. Bandeira de São João. São Paulo: Alfaguara, 2012.

Professor , recomenda-se começar o trabalho perguntando aos estudantes: O que vocês pensam dessas festividades? Do que gostam e o que mudariam para torná-las mais bacanas? Fazer uma roda de conversa e comentar as contribuições que eles trouxerem.
Verificar se eles conhecem alguma canção tradicional junina, como “Pula a fogueira” ou “Capelinha de Melão”. Cantar com a turma. Depois, pedir aos estudantes para representar em desenho uma festa junina que eles tenham vivenciado. Organizar uma exposição dos desenhos na sala de aula e um momento para os estudantes explicarem as ideias representadas nos desenhos e compartilhar suas vi -
• EF01HI02
• EF01HI08
• EF01GE01
ENCAMINHAMENTO
Orientar a resolução das atividades propostas, que podem ser feitas individualmente ou em pequenos grupos, com a discussão de ideias. Acompanhar o trabalho dos estudantes e resolver as dúvidas. Incentivá-los a buscar as respostas em suas experiências e em fontes confiáveis de informação.
Na atividade 1 , ler para a turma a adivinha e incentivar os estudantes a pensar no nome do alimento. Orientá-los na escrita da palavra (item a) e no desenho do alimento (item b). Se necessário, mostrar uma foto do alimento para eles usarem como fonte de inspiração para o desenho.
REVISTA. Datas comemorativas. São Paulo: Panini, 2011. (Coleção Saiba Mais com a Turma da Mônica).

1. ACOMPANHE A LEITURA QUE A PROFESSORA VAI FAZER DA ADIVINHA PARA DESCOBRIR O NOME DE UM ALIMENTO MUITO POPULAR NAS FESTAS JUNINAS. TEM DENTE, TEM CABELINHO
MAS NÃO TEM PAI, NEM TEM FILHO
ELE É BEM AMARELINHO
O QUE É, ENTÃO?
MARI BIGIO. ADIVINHAS JUNINAS. DISPONÍVEL EM: https://maribigio.com/2021/05/12/adivinhas-juninas/. ACESSO EM: 18 JUL. 2025.
A) ESSE ALIMENTO É O M I L H O.
B) DESENHE E PINTE ESSE ALIMENTO COM AS CORES QUE ELE TEM.
Os estudantes deverão desenhar uma espiga de milho in natura
LTDA.
EDITORA
© MAURICIO DE SOUSA
As comidas Juninas nas diferentes regiões do Brasil
Pela região Norte é possível encontrar diversos pratos salgados e doces como cuscuz, mingau de milho,
tapioca, vatapá, caruru, maniçoba, bolo de macaxeira e tacacá nas barracas de comida típica da Festa Junina.
[...] Já no Nordeste [...] o milho é o grande protagonista das receitas e a base para pratos como bolo, mungunzá, curau, pipoca e pamonha, além do próprio cozido ou assado. Para as crianças, inclusive, o milho cozido em miniporções não tem erro!
Indo para o Centro-Oeste encontramos arroz-doce, bolo de amendoim, broa de fubá, cocada, pé de moleque, empadão, quentão, pamonha e sopa paraguaia também conhecida como bolo de milho salgado.
No Sul tem o [...] arroz carreteiro com charque, churrasco e salsichão. [...] O Sudeste é uma mistura de todas as regiões e costuma ter feijão tropeiro, quentão, cuscuz paulista, pão de queijo, sanduíche de pernil, pastel, caldinho de feijão, pé de moleque, paçoquinha, pipoca, bolo de milho e canjica. [...]
SÃO PAULO PARA CRIANÇAS. Comidas típicas de Festa Junina e Julina: conheça os principais pratos e docinhos de cada região do Brasil. São Paulo, 8 jun. 2022. Disponível em: https://saopauloparacrian cas.com.br/blog/comidas-tipicas-de-festa-ju nina/. Acesso em: 9 set. 2025.
As atividades 2 e 4 permitem compreender que um mesmo alimento pode ser preparado e consumido de diversas maneiras, além de possibilitar a formação da identidade cultural de cada estudante à medida que tem contato com os elementos tradicionais da sua região.
2. PESQUISE E ESCREVA NOMES DE COMIDAS QUE PODEM SER FEITAS COM O ALIMENTO QUE VOCÊ DESENHOU.
Curau, pamonha, sorvete, bolo, suco, canjica, mungunzá, entre outros.
A) ESCREVA O NOME DE CADA ALIMENTO ABAIXO DA IMAGEM DELE.
As imagens mostram o alimento e os principais ingredientes de cada um deles. É possível explorar essa informação com os estudantes, destacando como um mesmo
B) MARQUE UM X NOS ALIMENTOS VOCÊ JÁ EXPERIMENTOU E DE QUE GOSTA.
alimento pode ser preparado de várias maneiras, como é o caso principalmente do milho, presente em três das quatro imagens.


Canjica/mungunzá.


4. QUAIS SÃO AS COMIDAS TÍPICAS DAS FESTAS JUNINAS DA COMUNIDADE ONDE VOCÊ MORA?
Resposta pessoal, de acordo com a região onde os estudantes vivem. Esta atividade quer contribuir para retomar e consolidar o conceito de comunidade e ajudar os estudantes a formar o conceito de região.
BNCC
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• EF01HI08
• EF01GE01
ENCAMINHAMENTO
As atividades 2 e 3 permitem compreender que um mesmo alimento pode ser preparado e consumido de diversas maneiras, além de possibilitar a formação da identidade cultural de cada criança por
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meio do contato com os elementos tradicionais da sua região.
Na atividade 2, orientar os estudantes a pesquisar nomes de comidas que podem ser feitas com esse alimento. A pesquisa pode ser feita em livros e outros meios de comunicação impressos, ou na internet. Sugerimos que se faça uma pesquisa na escola para os estudantes entrevistarem outros integrantes da comunidade escolar. As perguntas
podem ser simples e a pesquisa, rápida. Sugerimos duas perguntas:
• Você sabe qual é o alimento mais importante da festa junina e qual é o nome desse alimento?
• Quais comidas podem ser feitas com esse alimento?
Após a pesquisa, fazer a tabulação dos dados. A tabulação pode ser feita com uma contagem na lousa, em voz alta, ou representada em gráfico de colunas (barras). Ao final, compartilhar as descobertas na turma.
Na atividade 3, discutir com os estudantes o que cada foto representa e os nomes dos alimentos. Depois, auxiliá-los na escrita das palavras. Concluir a atividade verificando quais alimentos os estudantes provaram, quais sensações tiveram ao provar, como eles explicam o sabor dos alimentos conhecidos e como poderiam fazer para indicar que outras pessoas provem esses alimentos.
Na atividade 4, conversar com os estudantes sobre os alimentos e comidas típicos das festas juninas realizadas em sua comunidade. Orientar os estudantes a fazerem desenhos dessas comidas em pequenos grupos e montar um mural coletivo com essas criações.
VOCÊ LEITOR!
Professor, nesta seção, trabalhar com a leitura compartilhada da música apresentada. Explorar a ideia das rimas, explicando do que se trata ou retomando com a turma o seu significado.
Nas palavras destacadas, orientar os estudantes a sublinhar as rimas com cores diferentes (uma cor para as palavras que terminam com ÃO e outra cor para as palavras que terminam com ADE).
TEXTO DE APOIO
As brincadeiras de festa junina envolvem movimentos corporais variados, que ajudam a desenvolver a coordenação motora, o equilíbrio, a força e até mesmo a noção de espaço.” [...]
Veja como cada brincadeira estimula o desenvolvimento motor das crianças [...]:
Corrida de Saco: fortalece as pernas e melhora o equilíbrio já que exige da criança controle e noção de espaço. Essa brincadeira também estimula a resistência muscular e a capacidade de manter o foco, já que o desafio requer atenção constante para evitar quedas e tropeços.
Pescaria: ela trabalha de forma lúdica a coordenação olho-mão, já que exige precisão nos movimentos para pegar o peixe com a vara. Essa atividade é muito boa para o refinamento dos pequenos músculos das mãos e dos dedos, habilidades fundamentais para a escrita e outras atividades manuais dos pequenos.
ALÉM DAS COMIDAS TÍPICAS, TODAS AS FESTAS JUNINAS BRASILEIRAS TÊM DANÇAS E MUITA MÚSICA.

1. ACOMPANHE A LEITURA DA PROFESSORA E CONHEÇA UMA MÚSICA TRADICIONAL DE FESTAS JUNINAS.

SÃO JOÃO ANTIGO
SÃO JOÃO!
TINHA TANTA POESIA
SÃO JOÃO!
TINHA MAIS ANIMAÇÃO
MAIS AMOR, MAIS EMOÇÃO


EU NÃO SEI SE EU MUDEI
OU MUDOU O SÃO JOÃO
VOU PASSAR O MÊS DE JUNHO
NAS RIBEIRAS DO SERTÃO
ONDE DIZEM QUE A FOGUEIRA
INDA AQUECE O CORAÇÃO
PRA DIZER COM ALEGRIA
MAS CHORANDO DE SAUDADE
NÃO MUDEI NEM SÃO JOÃO
QUEM MUDOU FOI A CIDADE
SÃO JOÃO. COMPOSITORES: LUIZ GONZAGA E ZÉ DANTAS. 1958.

Dança de quadrilha: esse é um verdadeiro treino para o cérebro e o corpo já que as crianças precisam memorizar passos, acompanhar o ritmo da música e sincronizar seus movimentos com os dos coleguinhas. Esse tipo de brincadeira não apenas desenvolve a coordenação motora e o senso de ritmo, mas também fortalece os laços de amizade e o espírito de equipe, pois ensina sobre colaboração, respeito às regras e confiança no outro.
Saiba como as brincadeiras de festa junina estimulam o desenvolvimento das
crianças. O Globo. Disponível em: https:// oglobo.globo.com/ela/noticia/2025/06/06/ saiba-como-as-brincadeiras-de-festa-ju nina-estimulam-o-desenvolvimento-das -criancas.ghtml. Acesso em: 10 out. 2025.

IMAGEM DE LUIZ GONZAGA EM 1961, PUBLICADA NA REVISTA O CRUZEIRO.
LUIZ GONZAGA, TAMBÉM CONHECIDO COMO O REI DO BAIÃO, É UM DOS COMPOSITORES DA CANÇÃO SÃO JOÃO ANTIGO
NASCIDO NO ESTADO DE PERNAMBUCO, ELE APRENDEU SOZINHO A TOCAR SANFONA E TAMBÉM CANTAVA. CRIOU MUITAS CANÇÕES QUE
FIZERAM E AINDA FAZEM A ALEGRIA DAS FESTAS JUNINAS EM TODO O BRASIL.
A) A LETRA DESSA CANÇÃO TEM ALGUMAS RIMAS, OU SEJA, PALAVRAS QUE TERMINAM COM UM SOM PARECIDO. RELEIA AS PALAVRAS DESTACADAS DE AZUL E DE VERMELHO NO TEXTO. DEPOIS, LIGUE CADA PALAVRA COM SUA RIMA, COMO NO EXEMPLO.
CORAÇÃO
SAUDADE
B) COMO VOCÊ DESCOBRIU AS RESPOSTAS?
CIDADE
EMOÇÃO
2. RODA DE CONVERSA. A QUADRILHA É UMA DANÇA TÍPICA DE FESTAS JUNINAS. VOCÊ JÁ DANÇOU QUADRILHA?
CONTE COMO FOI.
Resposta pessoal.
1. b) Espera-se que os estudantes mencionem que compararam o final das palavras e ligaram as que tinham o som final parecido ou que se basearam no destaque colorido das palavras no texto, ligando aquelas que tinham a mesma cor.
BNCC
• EF01HI08
ENCAMINHAMENTO
Apresentar à turma a biografia resumida do músico Luiz Gonzaga. Orientar os estudantes a observar a fotografia. Ler o boxe que acompanha a fotografia.
Levar canções de Gonzaga para a turma escutar e, caso seja possível, apresentar a canção “São João Antigo”, citada no Livro do Estudante.
Na atividade 2 , organizar uma roda de conversa para os estudantes compartilharem suas experiências sobre uma dança típica das festas juninas: a quadrilha.
Após a discussão, mostrar cenas de quadrilhas juninas, como apresentações escolares, demonstrações em festas tradicionais e concursos de quadrilhas.
Explicar aos estudantes que a quadrilha junina foi reconhecida em 2024 como patrimônio cultural nacional, junto com o forró e as escolas de samba.
Contar à turma sobre o campeonato brasileiro de quadrilhas juninas, realizado todos os anos no território nacional.
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Outras sugestões são “Asa Branca”, “O Xote das Meninas”, “Pagode Russo” e “A Vida do Viajante’, que ele canta com o filho, Gonzaguinha.
As músicas podem ser na voz de Luiz Gonzaga ou regravações para mostrar que elas fazem parte do vasto repertório da música popular brasileira.
Depois, orientar a resolução das atividades, resolvendo as dúvidas e compartilhando as contribuições dos estudantes com a turma.
REPORTAGEM. Ferraz, A. Da aristocracia ao arraial: conheça a história inesperada das quadrilhas juninas até virarem a alma do São João. G1, 8 jun. 2025. Disponível em: https://g1.globo. com/pe/pernambuco/ sao-joao/sao-joao-de -pernambuco-2025/ noticia/2025/06/08/ da-aristocracia-ao-ar raial-conheca-a-histo ria-inesperada-das-qua drilhas-juninas-ate-vira rem-a-alma-do-sao-jo ao.ghtml. Acesso em: 9 out.2025.
ARTIGO. Góes, L. M., Damaceno Filho, A. R., & Rocha, L. B. Oficina pedagógica: quadrilha junina no ensino de geografia. Geografia, Londrina, v. 18, n. 2, p. 193-199, 2009. Disponível em: https:// ojs.uel.br/revistas/uel/in dex.php/geografia/art icle/view/3480. Acesso em: 10 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
O conteúdo desta e da próxima página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo
Professor, retomar o percurso de estudo das festas realizadas em comunidades abordadas até este momento. Em seguida, apresentar a ideia de que existem outras festividades nas quais povos diferentes se encontram.
Perguntar aos estudantes se eles já ouviram falar desse tipo de festa e verificar suas hipóteses e conhecimentos prévios.
Apresentar à turma os exemplos dos jogos dos povos indígenas explicitados nas páginas 140 e 141.
HÁ TAMBÉM FESTIVIDADES EM QUE DIFERENTES POVOS SE REÚNEM PARA COMEMORAR JUNTOS. UM EXEMPLO SÃO OS JOGOS MUNDIAIS DOS POVOS INDÍGENAS; OUTRO SÃO OS JOGOS INDÍGENAS DO XINGU.
CONHEÇA EXEMPLOS DESSES JOGOS.

MULHERES INDÍGENAS JOGANDO FUTEBOL NOS JOGOS INDÍGENAS DO XINGU. QUERÊNCIA, MATO GROSSO, 2022.
NATAÇÃO NOS JOGOS INDÍGENAS DO XINGU. QUERÊNCIA, MATO GROSSO, 2022.


Celebrar e não competir
[...] As práticas esportivas indígenas, baseadas em tradições ancestrais que perpassam gerações, têm desempenhado um papel relevante na integração e no convívio das comunidades autóctones ao longo da história. As manifestações corporais representam não apenas formas de atividade fí -
sica e de competição, mas também elementos de expressão cultural que fortalecem os laços entre as etnias e preservam seus rituais milenares. Essas práticas ganharam crescente visibilidade nacional a partir de 1996, com a realização da primeira edição dos Jogos dos Povos Indígenas, sediados em Goiânia (GO). Esse marco histórico contribuiu para o reconhecimento do esporte como meio de promover a diversidade cultural das etnias brasileiras e de valorizar a riqueza das tradições indígenas do país [...].
CORRIDA COM TORA DURANTE OS JOGOS MUNDIAIS DOS POVOS INDÍGENAS. PALMAS, TOCANTINS, 2015.
Os jogos têm como lema a frase “Celebrar e não competir”. Esse princípio norteador das competições esportivas dos povos autóctones vem sendo rigorosamente observado ao longo de suas doze edições, ocorridas em diversos estados brasileiros. [...]
NETO, Gabriel Gervasio. Jogos indígenas: histórico e perspectivas. In: Agenda Brasileira, nº 8 – Povos Indígenas (Agenda Brasileira, ano 5, no 8, 2024), Câmara dos Deputados: Edições Câmara, Brasília, 2024. Disponível em: https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdca mara/42054. Acesso em: 10 set. 2025.

CABO DE GUERRA DURANTE OS JOGOS MUNDIAIS DOS POVOS INDÍGENAS. PALMAS, TOCANTINS, 2015.
1. VOCÊ JÁ PRATICOU ALGUM DOS ESPORTES MOSTRADOS NAS IMAGENS? SE SIM, QUAL?
Resposta pessoal.
2. PERGUNTARAM A PAULO, INDÍGENA DO POVO GUARANI, O QUE É JOGO. ELE RESPONDEU:
JOGO É QUANDO VOCÊ “PRATICA [ESPORTE] COM AMOR” [...], NÃO IMPORTA SE GANHAR OU NÃO, O OBJETIVO É CELEBRAR, ISSO PRA MIM QUE É JOGO.
JOSÉ NEY DO NASCIMENTO SANTOS. REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE PRATICADO POR INDÍGENAS [RECURSO ELETRÔNICO]. 2015. TESE (DOUTORADO EM EDUCAÇÃO) – FACULDADE DE EDUCAÇÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, SALVADOR, 2015. DISPONÍVEL EM: https://repositorio. ufba.br/bitstream/ri/23447/1/TESE-JOS%c3%89%20NEY%20DO%20NASCIMENTO%20SANTOS.pdf
ACESSO EM: 17 SET. 2025.
• PARA PAULO, O PRINCIPAL OBJETIVO DE UM JOGO É: VENCER A COMPETIÇÃO.
X COMEMORAR COM OUTROS PARTICIPANTES.
BNCC
• EF01HI08
ENCAMINHAMENTO
Perguntar aos estudantes se eles já ouviram falar sobre os jogos apresentados nesta página e na anterior e o que sabem a respeito. Interpretar coletivamente as imagens e os textos que as acompanham. Caso considerar oportuno, mostrar reportagens disponíveis na in-
ternet a respeito desses jogos. Há muitas notícias e vídeos disponíveis. Fazer uma seleção prévia do material que você considerar mais adequado para uso pedagógico. Orientar a resolução das atividades. Na atividade 1 , ajudar os estudantes a pensar nas brincadeiras e nos jogos que já praticaram e se eles teriam relação com jogos indígenas. Auxiliar na escrita da resposta individualmente.
Na atividade 2 , ler com a turma o exercício e conversar sobre o depoimento reproduzido. Em seguida, orientar os estudantes na resolução do exercício. Para concluir esta etapa, pode-se organizar uma vivência da turma com alguns jogos indígenas: torneio de peteca, que pode ser produzida com os estudantes em algumas aulas, ou cabo de guerra são exemplos de práticas viáveis para o ambiente escolar.
| PARA O
VÍDEO. CORRIDA da tora | Brincadeira indígena Guarani | Série AUÊ 2T. 2021. Vídeo (2min4s). Publicado pelo canal Parabolé. Disponível em: https://www.you tube.com/watch?v=Ok 6Z0WNBM9A. Acesso em: 10 out. 2025.
VÍDEO. ENCHER garrafa | Brincadeira em aldeia indígena Guarani | Série AUÊ 2ª temporada. 2021. Vídeo (2min4s). Publicado pelo canal Parabolé. Disponível em: https:// www.youtube.com/wat ch?v=al8BF1JBhUg. Acesso em: 10 out. 2025.
| PARA O PROFESSOR
TEXTO. ALIANÇA PELA INFÂNCIA. Edição Brincar Cooperativo: repertório de brincadeiras e jogos. Semana da Infância, Cultura de Paz, 2021. Disponível em: https://aliancapelain fancia.org.br/wp-con tent/uploads/2021/10/ book-digital-5.pdf. Acesso em: 10 out. 2025.
MAIS UM PASSO
Essa seção tem como objetivo a construção de um brinquedo com objetos do cotidiano que possam ser reusados. Nessa proposta, é possível estimular a criatividade dos estudantes e promover reflexões sobre a origem, o descarte e o uso consciente dos materiais, em consonância com as habilidades EF01CI01 e EF01GE06 , bem como com o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Meio ambiente. A abordagem coaduna também com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Ambiental (Resolução CNE/CEB n o 2/2012) e a competência específica 8 de Ciências da Natureza.
Para realizá-la, é importante organizar previamente a coleta de diferentes tipos de sucata trazidos de casa (garrafas plásticas, caixas de papelão, tampinhas, rolos de papel, latas limpas, entre outros). Orientar os estudantes a trazer os objetos limpos, lavados previamente com água e sabão, e em boas condições de uso.
Alertar os estudantes para não trazerem objetos que possam oferecer riscos à saúde, como itens perfurantes ou cortantes, garantindo que a atividade seja segura para todos.
Na etapa de planejamento da atividade 1,
CRIANDO BRINQUEDO COM MATERIAIS REAPROVEITADOS
VOCÊ JÁ USOU ALGUM MATERIAL QUE SERIA DESCARTADO
NA LIXEIRA PARA TRANSFORMÁ-LO EM ALGO NOVO?
COM NOSSA IMAGINAÇÃO, NÓS PODEMOS REUTILIZAR E TRANSFORMAR MUITOS MATERIAIS EM BRINQUEDOS.
ATIVIDADES
1. COM A AJUDA DA PROFESSORA, FORME UM GRUPO COM COLEGAS. VOCÊS VÃO CRIAR UM BRINQUEDO REUTILIZANDO
MATERIAIS QUE SERIAM DESCARTADOS.
A) JUNTOS, ESCOLHAM O BRINQUEDO QUE O GRUPO VAI
CONSTRUIR E ESCREVA O NOME DELE.
Resposta pessoal.
B) DE QUAIS MATERIAIS VOCÊS VÃO PRECISAR? ESCREVAM UMA LISTA COM OS MATERIAIS NECESSÁRIOS.
COM A LISTA PRONTA, CONTORNE OS MATERIAIS QUE SÃO REAPROVEITADOS.
propor que os estudantes pensem no brinquedo que gostariam de construir (por exemplo, uma boneca, um carrinho, entre outros).
Sugerir que manuseiem, comparem e descrevam os objetos trazidos, identificando características como cor, textura, resistência e maleabilidade. A compreensão dessas propriedades será fundamental para a construção do brinquedo, pois permitirá escolher os materiais mais adequados para cada parte, garan-
tindo que o brinquedo seja seguro, funcional e durável.
Aproveitar a oportunidade para conduzir uma conversa que promova a consciência ambiental da turma.
Refletir sobre a importância de reusar materiais, considerando a origem e o descarte dos objetos, e destacando os possíveis impactos ambientais.
CONSTRUIR
2. AGORA, CONSTRUAM O BRINQUEDO.

O BRINQUEDO QUE ELES CRIARAM FOI UM ROBÔ À BASE DE MATERIAIS REAPROVEITADOS.
REFLETIR
O GRUPO DE LANA DECIDIU REAPROVEITAR DOIS ROLOS DE PAPEL HIGIÊNICO, QUATRO CANUDOS, PAPELÃO E DOIS COPOS PLÁSTICOS.

3. PREENCHA O QUADRO.
O BRINQUEDO FICOU COMO VOCÊ IMAGINOU?
COM ESSES MESMOS MATERIAIS, VOCÊ PODERIA CRIAR OUTRO BRINQUEDO?
COLABOREI COM O GRUPO?
• POR QUE É IMPORTANTE REUTILIZAR MATERIAIS QUE
Espera-se que os estudantes reconheçam a
SERIAM DESCARTADOS? importância do reaproveitamento de materiais. Com base nas respostas, a professora poderá sondar os conhecimentos da turma sobre a importância de produzir menos resíduos sólidos.
BNCC
• EF01CI01
• EF01GE06
ENCAMINHAMENTO
Na atividade 2, explicar a importância e a função de cada integrante no grupo. Falar sobre participação e colaboração para o funcionamento do grupo e a conclusão da proposta. Ler as ilustrações e os textos que
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as acompanham e conversar com a turma.
Organizar um momento de vivência da turma para testar e avaliar os brinquedos criados. Para isso, montar estações de trabalho e organizar um rodízio para que todos os estudantes experimentem todos os brinquedos.
Na atividade 3, promover a autoavaliação da proposta com os
estudantes. A leitura pode ser realizada coletivamente, mas a resolução das questões precisa ser individual.
Depois, fazer uma roda de conversa para que os estudantes comuniquem suas impressões e aprendizagens. Se considerar oportuno, é possível propor à turma a valorização do resgate de brincadeiras tradicionais.
BNCC
• EF01HI05
• EF01GE02
Professor , as atividades da seção Retomando visam consolidar o conhecimento adquirido no trabalho com a unidade, com base em uma avaliação formativa, permitindo verificar a aprendizagem e a fixação dos conteúdos, bem como o desenvolvimento das habilidades sugeridas.
• Orientar a resolução das atividades.
• Atentar para possíveis dificuldades apresentadas pelos estudantes.
• Observar a progressão das aprendizagens da turma, verificando se o ritmo de desenvolvimento atendeu ao conjunto dos estudantes.
• Verificar quais estudantes tiveram mais dificuldade com o conteúdo da unidade, visando perceber as necessidades de recuperação de aprendizagens.
• MARQUE B PARA BRINQUEDO E BR PARA BRINCADEIRA.






[...] muitas ruas não podem ainda ser consideradas seguras para o brincar. [...] a infraestrutura é bastante precária em muitos municípios: calçadas estreitas, com manutenção insuficiente ou inexistente, escassez de faixas de pedestre e sinalização semafórica, iluminação pública ruim, entre outros problemas. No Brasil, existe uma prática comum em diversas cidades que são as “ruas de lazer”. Trata-se do fechamento de ruas para o trânsito, aos domingos e feriados, para destiná-las ao brincar das crianças e a atividades ao ar livre, proporcionando aprendizado, saúde, amizade e alegria para crianças, adultos e idosos, e contribuindo para a evolução da vida comunitária. Para criar uma rua de lazer, os membros da comunidade precisam estar engajados, os órgãos públicos acessíveis aos indivíduos, e alguns cavaletes devem ser providenciados. Em algumas cidades, já existem leis e regras explícitas, basta apenas que a comunidade se mostre interessada. Em outras, é preciso garantir uma legislação que defina os procedi-
mentos e planejamento do trânsito. A rua é basicamente “amiga do carro”. Ficou evidente que os moradores encontraram maneiras de impedir o trânsito, pelo menos por algumas tardes.
MEYER, Bernhard; ZIMMERMANN, Stefanie. Cidades para brincar e sentar: uma mudança de perspectiva para o espaço público. São Paulo: Instituto Alana, 2020. p. 80-83. Disponível em: https://crian caenatureza.org.br/wp-content/uplo ads/2020/12/Livro-Cidade-para-Brincar-e -Sentar-v-final-_-pag-dupla.pdf. Acesso em: 10 out.2025.
2. c) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes expliquem que a madeira é mais leve e flexível do que o metal e o vidro. Essas características ajudam a pipa a ser levada pelo vento e voar no céu.
2
MUITAS PIPAS SÃO FEITAS DE PAPEL DE SEDA, UM TIPO DE PAPEL FINO.
A) QUAL CARACTERÍSTICA DO PAPEL DE SEDA AJUDA A PIPA A VOAR NO CÉU?
X O PAPEL DE SEDA É LEVE.
O PAPEL DE SEDA É COLORIDO.
B) A MAIOR PARTE DAS PIPAS POSSUEM VARETAS FINAS E FLEXÍVEIS QUE AJUDAM A DAR SUPORTE AO SEU VOO. ESCOLHA O TIPO DE MATERIAL QUE VOCÊ UTILIZARIA PARA ESSAS VARETAS.
METAL X MADEIRA VIDRO
C) EXPLIQUE A UM COLEGA OS MOTIVOS QUE LEVARAM VOCÊ A ESCOLHER ESSE MATERIAL.
3 COM A AJUDA DA PROFESSORA, LEIA O TEXTO A SEGUIR.
BURACO
AS CRIANÇAS DA REGIÃO AMAZÔNICA
FAZEM ESSA BRINCADEIRA COM CAROÇOS DE TUCUMÃ, QUE É UMA PALMEIRA TÍPICA. ELES FUNCIONAM COMO BOLINHAS DE GUDE [...]

15 BRINCADEIRAS POPULARES DE TODAS AS REGIÕES. DISPONÍVEL EM: https://www.dentrodahistoria.com.br/blog/entretenimento-e-diversao/brincadeiras-e -atividades/15-brincadeiras-populares-de-regioes/. ACESSO EM: 18 SET. 2025.
A) QUAL É O NOME DA BRINCADEIRA DO TEXTO?
Buraco.
B) PARA SE DIVERTIR COM ESSA BRINCADEIRA, AS CRIANÇAS USAM:
BOLAS DE GUDE. X CAROÇOS DE TUCUMÃ.
BNCC
• EF01HI05
• EF01CI01
• EF01GE02
• EF01GE06
ENCAMINHAMENTO
A atividade 2 oportuniza a mobilização das habilidades EF01CI01 e EF01GE06. Ao realizar essa atividade, sugere-se:
a diversidade da língua portuguesa e a compreender como a cultura e o contexto regional influenciam a forma de falar.
• Promover uma discussão sobre as características dos diferentes materiais utilizados na produção das pipas. Por exemplo, o papel de seda é leve e flexível, facilitando o voo, enquanto a madeira oferece resistência.
• Destacar também materiais que não seriam adequados para a produção de pipas, como materiais muito pesados, que poderiam dificultar o voo, como o metal.
• Orientar que a prática de soltar pipas deve ser realizada sempre na presença de adultos responsáveis.
• Destacar a necessidade de escolher locais seguros e adequados, longe de redes elétricas, ruas movimentadas e outros perigos, reforçando os cuidados necessários para que a brincadeira seja divertida e segura para todos.
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• Destacar que a variação nos nomes da pipa é um exemplo de regionalismo, mostrando como o mesmo objeto pode receber diferentes nomes em regiões distintas, enriquecendo o vocabulário e refletindo aspectos culturais locais.
• Apresentar outros exemplos de regionalismos, como geladinho, sacolé e chupe-chupe, para o mesmo tipo de doce, ou macaxeira, aipim e mandioca para a mesma raiz. Esses exemplos ajudam a valorizar
Para a atividade 3 , recomenda-se propor a leitura e a interpretação coletiva do texto. Depois, acompanhar a resolução dos exercícios e atuar na resolução das dúvidas. A abordagem da atividade favorece o desenvolvimento das habilidades EF01HI05 e EF01GE02.
• EF01HI05
• EF01GE02
ENCAMINHAMENTO
Uma porta de entrada para o trabalho com esta página pode ser orientar os estudantes a observar a imagem e, então, perguntar:
• O que vocês veem?
• Quais dessas brincadeiras vocês conhecem? Quais desses brinquedos vocês conhecem? Vocês já brincaram com algum deles?
• Vocês acham que toda brincadeira precisa de um brinquedo?
Listar na lousa os brinquedos e as brincadeiras representados na pintura e dialogar sobre aqueles que são mais e menos conhecidos pelos estudantes. A apreciação da pintura de Militão dos Santos favorece o desenvolvimento da competência geral 3.
Na atividade 5, problematizar com a turma as situações cotidianas que envolvem brincadeira, auxiliando os estudantes na resolução das questões e na escrita das respostas.
| PARA O PROFESSOR VÍDEO . MILITÃO dos Santos. 2017. Vídeo (7min10s). Publicado pelo canal Andréa Domingues. Disponível em: https://www.youtu be.com/watch?v=aTL _9vjrqrk. Acesso em: 10 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
A criança quando chega à escola já traz a sua leitura de mundo, pois ela tem
4 OBSERVE A IMAGEM ABAIXO. NELA, O ARTISTA RETRATA BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS DO PASSADO QUE CONTINUAM A EXISTIR NO PRESENTE.

MILITÃO DOS SANTOS. BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS. 2009. ÓLEO SOBRE TELA, 40 CM × 50 CM.
A) CONTORNE TRÊS BRINCADEIRAS RETRATADAS NESSA IMAGEM.
Resposta pessoal.
B) MARQUE UM X NAS BRINCADEIRAS DO PASSADO OBSERVADAS NA IMAGEM QUE CONTINUAM SENDO BRINCADAS NO PRESENTE.
5 RESPONDA: Respostas pessoais.
A) DO QUE VOCÊ BRINCA?
B) ONDE VOCÊ BRINCA?
C) DE QUAIS BRINCADEIRAS VOCÊ MAIS GOSTA?
D) VOCÊ PREFERE BRINCAR SOZINHO OU COM AMIGOS? X BOLA
um conhecimento prévio influenciado pela família, na qual foi colocada diante de imagens que devem ser decifradas. Por exemplo, ao assistir televisão, ela toma uma posição diante do que está vendo; quando sai à rua, vê-se diante de carros, placas e pessoas que oferecem várias informações que, querendo ou não, acaba absorvendo. [...].
Desse modo, por estarem sempre em contato com as imagens em seu dia a dia, as crianças possuem uma carga de conhecimento prévio já inserido em sua mente, que faz a diferença
quando elas são colocadas diante de imagens que precisam ser lidas. Isso significa que cada criança vai entender a imagem a partir de sua vivência, explicando-a partindo das suas poucas experiências, e assim nenhuma leitura será parecida [...].
DINIZ, Maria Vitória Costa. A leitura de imagem no processo de ensino-aprendizagem da educação infantil. Construir notícias. Disponível em: https://www.cons truirnoticias.com.br/a-leitura-de-imagem -no-processo-de-ensino-aprendizagem-da-e ducacao-infantil. Acesso em: 10 out. 2025.

NARUÊ E SUA IRMÃ LAILA BRINCAM COM BLOCOS.

NÁGILA ADORA BRINCAR COM CATAVENTO.

MARIANA GOSTA DE BRINCAR COM SUA BONECA.

CAIO ÀS VEZES PREFERE BRINCAR SOZINHO COM SEU CARRINHO.
• EF01CI01
• EF01GE06
ATIVIDADES
A atividade 6 favorece a mobilização das habilidades EF01CI01 e EF01GE06 . Para aprofundar sua temática, sugere-se:
• Retomar com os estudantes os exemplos de brinquedos estudados na unidade, perguntando de que materiais são feitos.
• Construir coletivamente uma tabela simples na lousa, com duas colunas: Brinquedos e Materiais.
• Preencher a tabela com as respostas dos estudantes, avaliando a correspondência entre brinquedo e material citados. É possível que alguns brinquedos sejam feitos de mais de um tipo de material (como bonecas de plástico e de pano; ou carrinhos de plástico e de madeira). Nesses casos, preencher todas as possibilidades citadas.
Propor que os estudantes descrevam, em duplas, algumas características desses materiais (ex.: o plástico é leve; o pano é maleável; a madeira é rígida; o papel é leve e pode ser dobrado; entre outras).
Discutir com a turma como a escolha do material influencia o uso do brinquedo e quais atitudes podem contribuir para o uso mais consciente e sustentável.
Se considerar pertinente e adequado à realidade da turma, é possível aprofundar a origem dos materiais. Para isso, sugere-se projetar em sala de aula o vídeo indicado em Para o estudante. Durante a projeção, fazer pausas para explicar cada trecho do vídeo e sanar eventuais dúvidas quanto aos novos conceitos apresentados.
VÍDEO . A ORIGEM dos materiais. Classificação dos materiais para crianças. Naturais e artificiais. 2023. Vídeo (2min39s). Publicado pelo canal Smile and Learn - Português. Disponível em: https:// www.youtube.com/wat ch?v=EKdwpa7RaAs. Acesso em: 10 out. 2025.
O trabalho com os conteúdos, os conceitos e as atividades desta unidade pretende ajudar o estudante a reconhecer seus papéis e suas responsabilidades na família, na escola e na comunidade, bem como os papéis desempenhados por diferentes sujeitos nesses mesmos espaços. Os estudantes são estimulados a conhecer histórias da família e da escola, identificar mudanças e permanências nas formas de organização familiar.
Além disso, contribui para que o estudante reconheça e respeite regras e hábitos que regem cada um desses ambientes e conheça as histórias de famílias e da escola. Assim, convém destacar, ao longo da unidade, os lugares onde a convivência, os hábitos e as regras ocorrem. O trabalho com esta unidade ganha especial importância em um contexto de crescimento da intolerância por conta da orientação sexual de uma pessoa e de variadas formas de violência contra a mulher.
Os pré-requisitos para a plena realização das atividades e o alcance dos objetivos pedagógicos são:
• desenvolvimento das habilidades EF01HI01 e EF01HI02, que auxiliam a criança a perceber aspectos do seu crescimento por meio de registros pessoais

e familiares e/ou da comunidade e a perceber a interconexão entre eles;
• o desenvolvimento da habilidade EF01GE01 , que favorece aos estudantes reconhecer as características dos próprios lugares de vivência;
• a aceleração do processo de alfabetização iniciado na Educação Infantil por meio de atividades específicas, em especial as da seção Dialogando com Língua Portuguesa.
• EF01HI02
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
• EF01HI07
• EF01CI01
• EF01GE01
• EF01GE03
• EF01GE04
• EF01GE07
• Competências gerais da Educação Básica: 1 e 10.
• Identificar mudanças e permanências nas formas de organização familiar.
• COM BASE NA OBSERVAÇÃO DAS IMAGENS DESTA PÁGINA E DA PÁGINA ANTERIOR, RESPONDA:
1. AS FAMÍLIAS SÃO IGUAIS OU DIFERENTES?
2. QUANTAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO
FAMILIAR SÃO MOSTRADAS NAS IMAGENS? Seis.
3. QUAIS SÃO ELAS?
Família formada por pai, mãe e filhos; por pai e filho; por mãe e filhos; por avô, avó e netas; por duas mães e filhos; família indígena extensa. Diferentes.
RETRATOS DE DIFERENTES FAMÍLIAS.

• Conhecer e diferenciar papéis e responsabilidades associados à família, à escola e à comunidade.
• Valorizar atitudes que demonstrem cooperação e solidariedade entre os grupos de convívio.
• Trabalhar a habilidade de observar e descrever.
• Perceber as diferenças entre os ambientes doméstico, escolar e da comunidade, bem como as regras que os regem.
Pedir aos alunos para observarem os diversos arranjos familiares mostrado nesta página e na anterior; e, depois, perguntar a eles:
• As famílias são iguais?
• Com qual dessas famílias a sua se parece? Considerar que a diversidade de arranjos familiares tem crescido e é necessário respeitá-la, evitando comentários que possam causar constrangimento ou dor. Em seguida, sugere-se:
• Refletir com as crianças sobre as várias configurações familiares.
• Pedir que leiam a legenda, garantindo que todos conseguiram entender o que está escrito. Família pode ser definida como um grupo de pessoas que vivem ou não sob um mesmo teto e mantêm laços de afetividade e solidariedade; podem possuir laços de consanguinidade ou não. Importante enfatizar a existência de diferentes arranjos familiares.
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• Apropriar-se de histórias de famílias e da escola e os papéis de diferentes sujeitos nesses espaços.
• Classificar resíduos em recicláveis e orgânicos e identificar as lixeiras corretas para o descarte de cada tipo de resíduo.
• Refletir sobre atitudes cotidianas voltadas à proteção da natureza.
• Reconhecer e comparar os lugares de vivência.
• Solicitar aos alunos para circularem a ilustração da família que mais se parece com a deles.
• Destacar a importância da família nas nossas vidas. Caso a família do aluno seja diferente das famílias ilustradas e ele não quiser falar sobre o assunto, respeitar seu direito de silenciar.
ENCAMINHAMENTO
• Conversar com os estudantes sobre a ideia de família. Família pode ser definida como um grupo de pessoas que vivem ou não sob o mesmo teto e mantêm laços de afetividade e solidariedade; podem possuir laços de consanguinidade ou não. É importante enfatizar a existência de diferentes arranjos familiares. Recomendamos atenção especial para os novos arranjos familiares, a fim de garantir um ambiente de respeito e acolhimento em sala de aula. Reforçar que existem diferentes modelos de família e devemos respeitar todos eles.
• Em seguida, sugere-se:
• Assistir com os estudantes ao vídeo a seguir.
VÍDEO. NOSSA família. 2018. Vídeo (2min1s). Publicado pelo canal Mundo Bita. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=s48phnrk Z5w. Acesso em: 10 set. 2025.
• Solicitar a cada estudante que conte brevemente como é composta a família dele.
• De forma a ampliar os procedimentos de leitura, promover retomadas ao texto, com base em cada questão, para que os estudantes localizem as informações que respondem às perguntas.
Se for possível projetar os versos da canção “Nossa família”, a atividade de leitura possibilita o desenvolvimento da habilidade EF12LP18 de Língua Portuguesa.
FAMÍLIA É UM GRUPO DE PESSOAS QUE VIVEM OU NÃO NA MESMA CASA E MANTÊM LAÇOS DE AMOR E CONFIANÇA.
LEIA O TEXTO A SEGUIR COM ATENÇÃO.
LILI PERGUNTOU:
— MÃE, EXISTEM MUITAS FAMÍLIAS DIFERENTES, NÃO ERA MAIS FÁCIL SE TODAS FOSSEM IGUAIS?
— PODE SER QUE SIM, LILI, MAS NÃO SERIA MAIS CHATO?
— PERGUNTOU SUA MÃE. — E SE TODOS OS SEUS BRINQUEDOS
FOSSEM IGUAIS, OU SE SUAS ROUPAS FOSSEM SEMPRE AS MESMAS, OU AINDA, E SE TODOS OS SEUS AMIGUINHOS
FOSSEM IGUAIS A VOCÊ?
— NOSSA, MÃE, SERIA CHATO MESMO — RESPONDEU LILI. [...]
— HÁ DIVERSIDADE EM CADA
FAMÍLIA, LILI, E NÃO IMPORTAM AS DIFERENÇAS QUANDO TODOS SE AMAM E SE RESPEITAM — CONCLUIU A MÃE DE LILI.
LILI ABRAÇOU FORTE SUA MÃE [...].
VANESSA SARAIVA BELÉM. FAMÍLIA SEMPRE FAMÍLIA. AQUIRAZ: ITEVA, 2016. P. 18.
REPRODUÇÃO DA CAPA DO LIVRO FAMÍLIA SEMPRE FAMÍLIA, DE VANESSA SARAIVA BELÉM. 150
O convívio familiar é o primeiro ambiente de socialização do indivíduo, dentro do contexto de uma educação informal. Neste tipo de educação a criança possui suas crenças e costumes adquiridos e repassados a ela pelos pais e demais membros da família com quem convive. Já no ambiente escolar, o professor dá continuidade nos aprimores da vida. Nesse recinto educacional, a criança dos anos iniciais do ensino fundamental além de aprender a norma culta necessária à vida prática, aprende também a socialização que a vida em comunidade

requer através de trocas de experiências, ou seja, a criança não só aprende como também desenvolve valores sociais importantes, dentre eles: o respeito, a compreensão e a solidariedade, o saber ouvir e falar. Conviver, relacionar-se com o próximo e trabalhar em equipe são habilidades adquiridas que só se consume quando intermediada pelo outro.
SOUSA, Viviane. A interação família-escola os anos iniciais do ensino fundamental. Cadernos da Fucamp, v. 20, n. 49, p. 152-173, 2021. Disponível em: https://share.google/p6wqfiJxxJPWezyWG. Acesso em: 26 set. 2025.
1. SOBRE AS FAMÍLIAS, LILI PERGUNTOU PARA SUA MÃE: “NÃO ERA MAIS FÁCIL SE TODAS FOSSEM...”:
DIFERENTES?
X IGUAIS? ALEGRES? DIVERTIDAS?
2. PARA A MÃE DE LILI, SE AS FAMÍLIAS FOSSEM IGUAIS, SERIA:
MELHOR. X CHATO. ANIMADO. TRISTE.
3. NO TEXTO, DIVERSIDADE QUER DIZER:
X DIFERENÇAS.
SEMELHANÇAS.
4. O TÍTULO DO LIVRO, FAMÍLIA SEMPRE FAMÍLIA, SIGNIFICA QUE:
X A FAMÍLIA É IMPORTANTE.
TODAS AS PESSOAS VIVEM COM A FAMÍLIA.
CONTE AOS COLEGAS COMO É SUA FAMÍLIA. FALE DE MODO A SER OUVIDO PELOS COLEGAS E COM GESTOS ADEQUADOS.
• VOCÊ CONCORDA QUE NÃO IMPORTAM AS DIFERENÇAS QUANDO TODOS SE AMAM E SE RESPEITAM?
AUTOAVALIAÇÃO
OS COLEGAS CONSEGUIRAM ESCUTAR O QUE EU DISSE?
PRONUNCIEI AS PALAVRAS CORRETAMENTE? FIZ GESTOS ADEQUADOS?
Respostas pessoais.
SIM NÃO
ATIVIDADES
• Material: revistas, tesouras com pontas arredondadas, cola, cartolinas.
Procure em revistas e jornais fotografias de diferentes famílias. Traga para a sala de aula e monte com os colegas e o professor uma “exposição fotográfica” com o título: “Famílias!”.
ENCAMINHAMENTO Professor , na seção Escutar e falar propor uma roda de conversa para os estudantes contarem as histórias de suas famílias.
EF01HI04
ENCAMINHAMENTO
Professor, a interdisciplinaridade favorece a conexão entre diferentes áreas do conhecimento, tornando o processo de aprendizagem mais significativo e integrado. O conteúdo da página visa estimular o raciocínio matemático usando como fonte a organização familiar do estudante.
Auxiliar os estudantes a realizar as atividades.
LIVRO. ROCA, Elisenda; BONILLA, Rocio. Uma grande família. Barcarena: Jacarandá Editora, 2020.
TEXTO DE APOIO
O desenvolvimento da prática pedagógica, empregando a interdisciplinaridade, permite a efetivação de uma interação dinâmica entre as disciplinas, por meio do estabelecimento de conexões diversas, tendo, entre os objetivos que consegue abranger, o de tornar o processo de ensino-aprendizado mais dinâmico, facilitando ao aluno exercer uma conduta mais ativa na construção de seus próprios conhecimentos. Ao adotar essa perspectiva, o professor pode contribuir para que o aprendiz entenda que o conhecimento disciplinar não é algo estanque ou centrado em si mesmo, mas sim um elemento em constante construção, possibilitando que seu
COMPARAR O TAMANHO DAS FAMÍLIAS
ALGUMAS FAMÍLIAS SÃO GRANDES, OUTRAS, PEQUENAS.
1. PINTE A QUANTIDADE DE PESSOAS QUE MORAM NA SUA CASA NOS QUADRADOS. DEPOIS, ESCREVA O NÚMERO QUE REPRESENTA ESSA QUANTIDADE. Resposta pessoal.
2. REÚNA-SE COM DOIS COLEGAS. PERGUNTE QUANTAS
PESSOAS MORAM NA CASA DE CADA UM DELES E PINTE NOS QUADRADOS ESSA QUANTIDADE. DEPOIS ESCREVA O NÚMERO QUE REPRESENTA ESSA QUANTIDADE. Respostas pessoais.
emprego, quando conectado com outros saberes curriculares, tenha uma significação maior, cuja aplicação não se restringe às atividades da disciplina, mas extrapola o ambiente escolar para contemplar a realidade social em que aquele está inserido.
ROCHA. Márcia Raquel. O ensino de Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental numa perspectiva interdisciplinar. 2013. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciência e Tecnologia) – Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia, Universidade Federal do Paraná, Ponta Grossa, 2013. Disponível em: https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/ 1/1244/1/PG_PPGECT_M_Rocha%2C%20M%C3%A1rcia%20 Raquel_2012.pdf. Acesso em: 26 set. 2025.
3. ESCREVA O NOME DE QUEM TEM A MAIOR FAMÍLIA.
Resposta pessoal.
4. ESCREVA O NOME DE QUEM TEM A MENOR FAMÍLIA.
Resposta pessoal.
5. EM COMPARAÇÃO COM AS FAMÍLIAS DOS COLEGAS, SUA FAMÍLIA É: Resposta pessoal.
GRANDE. PEQUENA. ENORME.
6. CONVERSE COM OS COLEGAS E A PROFESSORA SOBRE SUA FAMÍLIA E AS COISAS QUE VOCÊS COSTUMAM FAZER JUNTOS.
• RESPONDA:
Resposta pessoal. A atividade permite que os estudantes compartilhem seus arranjos familiares, consolidando a compreensão de que as famílias são diferentes em vários aspectos, como em relação à quantidade de membros e aos hábitos.
TODAS AS FAMÍLIAS SÃO IGUAIS?
SIM, TODAS AS FAMÍLIAS SÃO IGUAIS.
X NÃO, AS FAMÍLIAS SÃO DIFERENTES UMAS DAS OUTRAS.
BNCC
• EF01HI06
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . MUNDO Bita – Cheirinho de Família. 2022. Vídeo (3min31s). Publicado pelo canal Mundo Bita. Disponível em: https://www.youtu be.com/watch?v=wvdFqSGLUMQ. Acesso em: 26 set. 2025.
ATIVIDADES
Leia o texto a seguir.
Professor, a leitura do texto da seção +Atividades pode ser uma oportunidade para trabalhar diferentes arranjos familiares, como famílias com padrastos e madrastas. Comentar que é comum as pessoas usarem o sobrenome para identificar o grupo familiar: “Família Silva”, “Família Azevedo” etc. Explorar o título e solicitar aos alunos que levantem hipóteses sobre como é essa família. Pode-se solicitar que produzam uma ilustração, oferecendo aos alunos a oportunidade de conhecer uma forma de registro/levantamento de hipóteses. A leitura de texto literário possibilita a articulação com Língua Portuguesa e o desenvolvimento da habilidade: (EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas.
A minha mãe se chama Tusnila (ela e minha tia Cosmila são irmãs). Minha mãe está grávida! O bebê vai se chamar Dusdimila. O pai da bebê é o Nunco, o novo marido da minha mãe. Eu chamo ele de pai, mas ele não é meu pai de verdade. O meu pai mesmo é o Neurônio Klaun, que já foi casado com a minha mãe e agora é casado com a Neleca. A Neleca é a mãe dos meus dois irmãozinhos.
FURNARI, Eva. Drufs. São Paulo: Moderna, 2016. p. 18-19.
• EF01HI02
• EF01HI04
• EF01HI06
ENCAMINHAMENTO
Explorar a imagem da página. Propor as seguintes perguntas norteadoras:
• Vocês conseguem saber quem é a mãe de Lucas sem ler a legenda?
• E a avó de Lucas, quem é?
• Em sua opinião, a família dele é numerosa?
• Sua família é maior ou menor que a dele?
Ler o texto com os estudantes e, depois, incentivá-los a fazer inferências.
Mediar a resolução das atividades sobre a família de Lucas. Depois, verificar se as hipóteses levantadas estavam corretas.
Neste momento, é importante explorar os laços de afeto presentes nas famílias.
As atividades do livro exploram as relações de parentesco. Pode-se aprofundar o assunto propondo atividades sobre outros arranjos familiares.
Pedir a cada estudante que conte brevemente como é composta a família dele.
Reforçar que existem diferentes modelos de família e devemos respeitar todos eles.
Nossa família
Na minha família,
Todo domingo tem feijoada
Também tem violão
E a gente canta sempre
LUCAS É UM MENINO QUE TEM UMA FAMÍLIA NUMEROSA. O NOME DA MÃE DELE É DULCE E O DA AVÓ É CLARICE. O IRMÃO DE DONA DULCE, O TIO DE LUCAS, SE CHAMA LÁZARO. ELE TEM DOIS FILHOS: THAÍS E PEDRO. ESTE ANO LUCAS GANHOU UM IRMÃO ADOTIVO QUE SE CHAMA CARLOS.
1. RESPONDA:
A) O QUE CLARICE É DE LUCAS?
Avó.
B) O QUE O IRMÃO DA MÃE DE LUCAS É DELE?
Tio.
C) O QUE THAÍS E PEDRO SÃO DE LUCAS?
Primos.
D) O QUE CARLOS É DE LUCAS?
Irmão.
E) O QUE CLARICE É DE CARLOS?
Avó.
A mesma canção
[…]
A família dela gosta da praia
Nos feriados dos dias de verão
As titias levam picolé de limão
[…]
Seja do jeito que for Com quanta gente tiver
Família é amor
É pro que der e vier.
NOSSA família. 2018. Vídeo (2min45s). Publicado pelo canal Mundo Bita.
Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=s48phnrkZ5w. Acesso em: 10 set. 2025.
1. Pinte de amarelo as palavras que rimam com violão.
2. Pinte de cor-de-rosa as palavras que começam com a letra P.
3. Pinte de azul a palavra que rima com amor.
Respostas: 1. Canção, verão, limão. 2. Praia, picolé, pro. 3. For.
2. ESCREVA, NA IMAGEM A SEGUIR, ALGUNS NOMES DE PESSOAS DE SUA FAMÍLIA QUE MORAM EM SEU CORAÇÃO. Resposta pessoal.
• COMPARTILHE COM OS COLEGAS O NOME DE UMA DESSAS PESSOAS E CONTE UMA LEMBRANÇA ESPECIAL QUE VOCÊ
VIVEU COM ELA. Resposta pessoal.
3. COMPLETE AS LACUNAS COM OS GRAUS DE PARENTESCO.
A) O PAI DE MINHA MÃE É MEU avô
B) A FILHA ADOTIVA DE MEU PAI E MINHA MÃE É MINHA
irmã .
C) O FILHO DE MINHA TIA É MEU primo .
D) A IRMÃ DE MINHA MÃE É MINHA tia
E) O IRMÃO DE MEU PAI É MEU tio .
BNCC
• EF01HI02
• EF01HI04
• EF01HI06
ENCAMINHAMENTO
Mediar a resolução das atividades sobre a família de Lucas.
Depois, verificar se as hipóteses levantadas estavam corretas.
Neste momento, é importante explorar os laços de afeto presentes nas famílias.
TEXTO DE APOIO
155
27/10/25 13:26
Família: compromisso de cuidado mútuo
Podemos dizer que a família é o primeiro grupo social que pertencemos, e que este agrupamento varia conforme o tempo, o espaço, a conjuntura, o mercado de trabalho, enfim, conforme as transformações da sociedade e do mundo do trabalho como um todo.
[...]
As famílias constituem como atores fundamentais no provimento de ser-
viços, de proteção social aos indivíduos frente aos riscos e vulnerabilidades em que estão expostos; tem função sexual, reprodutiva, econômica, social, cultural e educacional. Trata-se de um espaço de distribuição de recursos materiais, econômicos, de afetividade, cuidados, herança e construção de valores, de cultura e de troca de saberes. É um espaço permeado de conflitos, de socialização dos seus membros; é fonte de referências morais, de vínculos afetivos e sociais; de identidade grupal, bem como de mediação das relações dos seus membros com outras instituições sociais, com a comunidade e com o Estado.
[...]
Família pode ser constituída por grupo de pessoas com ou sem consanguinidade que convivem ou não no mesmo teto. Pode se configurar ainda como associação de pessoas que escolhem conviver por razões afetivas e assumem um compromisso de cuidado mútuo.
CAPUTI, Leslie. Família Contemporânea: uma instituição social de difícil definição. In: GEPEFA (org.). I Encontro de Pesquisas sobre Famílias Franca: Unesp Franca, 2012. v. 1. p. 1-14. (E-book). Disponível em: https:// www.franca.unesp.br/ Home/stae/eixo5_009.pdf. Acesso em: 11 mar. 2025.
O desenvolvimento da seção favorece a mobilização do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo (Educação em Direitos Humanos).
TEXTO DE APOIO
Leis e símbolos de acessibilidade
LEIS DE ACESSIBILIDADE
Lei nº 12.764 – Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista
Lei nº 10.048 – Atendimento Prioritário
Lei nº 13.146 – Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência
Lei nº 10.436 – Lei da Língua Brasileira de Sinais
Lei nº 10.098 – Acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida
Lei nº 11.126 – Lei do Cão-guia
Lei nº 8.742 – Lei do BPC
SÍMBOLOS DE ACESSIBILIDADE:




LEIA O TEXTO A SEGUIR.
MAMÃE FALOU QUE LOGO O MEU IRMÃOZINHO IA CHEGAR.
[...] NÃO ERA UM BEBÊ, NÃO ERA PEQUENO, ERA MAIOR DO QUE EU! E NÃO PODIA ANDAR!
MAMÃE EXPLICOU QUE O JOÃO ERA MEU IRMÃO DO CORAÇÃO, POR ISSO JÁ CHEGOU GRANDE.
QUER SABER? [...]
A GENTE BRINCA, CONVERSA, ASSISTE [À] TV, VAI AO CINEMA, VAI À ESCOLA… FAZEMOS MUITAS COISAS JUNTOS. SOMOS AMIGOS.
ANGEL BARCELOS. MEU IRMÃO NÃO ANDA, MAS PODE VOAR BELO HORIZONTE: AUTÊNTICA, 2013. P. 9-15.

1. NA IMAGEM ACIMA, CONTORNE A CRIANÇA QUE ESTÁ CONTANDO A HISTÓRIA.
156






Neurodiversidade
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Símbolos de acessibilidade: você sabe quais são os símbolos de acessibilidade e o significado de cada um? Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, São Paulo, nov. 2021. Disponível em: https://prefeitura.sp.gov.br/web/pessoa _com_deficiencia/w/noticias/262211. Acesso em: 10 set. 2025.
2. O IRMÃO DESSA MENINA É:
X MAIOR DO QUE ELA.
DO MESMO TAMANHO QUE ELA.
MENOR DO QUE ELA.
3. Resposta pessoal. Aproveitar a oportunidade para ajudar os estudantes a entender a noção de “irmão adotivo”. Uma estratégia pode ser perguntar se algum deles tem “irmão do coração” e, em caso afirmativo, pedir a ele que conte a história aos colegas.
3. RODA DE CONVERSA. DEBATA COM OS COLEGAS E A PROFESSORA: O QUE QUER DIZER IRMÃO DO CORAÇÃO?
4. CONTORNE A FIGURA QUE MOSTRA COMO É O CONVÍVIO ENTRE OS IRMÃOS DA HISTÓRIA.
Considerar caso algum estudante contorne o emoji com os corações e questionar os motivos dele.






• GEORGINA MARTINS. MINHA FAMÍLIA É COLORIDA. SÃO PAULO: EDIÇÕES SM, 2015. O LIVRO CONTA A HISTÓRIA DE ÂNGELO E SUA FAMÍLIA DIFERENTE E COLORIDA.
TEXTO DE APOIO
Desmistificar a adoção
[...] A adoção implica, sobretudo, em um processo longo e progressivo de adaptação de uma criança ou adolescente ao convívio com uma nova família.
[...] O termo preparação tem sido frequentemente associado a informar, levar conhecimento, esclarecer, desmistificar, revelar os mitos e preconceitos que cercam o tema da adoção e dar condições para que a família possa ter êxito na construção dos novos vínculos.

Dessa forma, preparar – tanto a criança ou adolescente a ser adotado como a família adotante – seria dotar os sujeitos envolvidos de conhecimento sobre essa nova forma de se viver em família e a oportunidade de se construírem laços familiares não consanguíneos.
RODRIGUES, Ana Clara Fusaro; HUEB, Martha Franco Diniz. O impacto emocional de se tornar irmão pela adoção: um estudo de caso coletivo. Contextos Clínicos, São Leopoldo, v. 12, n. 3, p. 333-348, set./dez. 2019. Disponível em: https://pep sic.bvsalud.org/pdf/cclin/v12n3/v12n3a04. pdf. Acesso em: 10 set. 2025.
VÍDEO. TURMA DA Mônica – Pessoas com deficiência. 2020. Vídeo (1min8s). Publicado pelo canal Controladoria-Geral da União. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=_Y2eIi5HlDw. Acesso em: 26 set. 2025. LIVRO. JAMES, Juliana. Ser diferente é legal. São Paulo: Literare, 2022.

• EF01HI02
• EF01HI04
EF01HI06
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com esta dupla de páginas favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI06 e da competência específica 4 de História e mobiliza os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) Cidadania e civismo (Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso) e Multiculturalismo (Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras).
Caso considerar oportuno, selecionar trechos do Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003) para ler para os estudantes (disponível em: htt ps://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/2003/ l10.741.htm; acesso em: 13 out. 2025).
Ler com os estudantes o texto da página. Em seguida, perguntar:
• Você gosta de ouvir histórias?
• Já ouviu histórias de pessoas mais velhas de sua família ou comunidade?
• O que você aprendeu ouvindo histórias contadas por essas pessoas?
• Muitas pessoas dizem que o idoso não tem sido respeitado na nossa sociedade. Você concorda?
Comentar que nas comunidades indígenas e quilombolas o idoso é considerado um guardião do saber, que ajuda e orienta o seu povo.
AS AVÓS SÃO AS MÃES DE NOSSOS PAIS. E OS AVÔS SÃO OS PAIS DE NOSSOS PAIS. QUANDO ELES COMPLETAM 60 ANOS, SÃO CONSIDERADOS IDOSOS.
PESSOAS IDOSAS SÃO MUITO RESPEITADAS NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS E ENTRE OS POVOS INDÍGENAS.
ELAS SÃO CONSIDERADAS PESSOAS COM SABERES E CONHECIMENTOS DIGNOS DE SEREM APRENDIDOS POR TODA A COMUNIDADE.

IDOSO INDÍGENA CONTA HISTÓRIAS PARA AS CRIANÇAS GUARANI NA ALDEIA PINDO-TE, PARIQUERA-AÇU, SÃO PAULO.
PESSOAS IDOSAS PARTICIPAM DA COMUNIDADE EM POSIÇÃO DE DESTAQUE.
IDOSA EM POSIÇÃO DE DESTAQUE EM FESTA DA COMUNIDADE QUILOMBOLA DOS ARTUROS, CONTAGEM, MINAS GERAIS.

A velhice em uma cultura de respeito
[...] Lembro de uma vez em que o Ailton Krenak contou, no programa Roda Viva, uma experiência de diálogo com um taxista de São Paulo, que ficou chocado com o fato de ele não ter aposentadoria. O taxista ficou inconformado, preocupado, revoltado com o fato de Krenak não ter se aposentado. Entretanto, o próprio Krenak respondeu: “Fique tranquilo, isso não é um problema para mim e para o meu
povo. O meu povo nunca me deixaria passar necessidade”.
A fala do Ailton Krenak envolve duas questões. Uma [...] é a do senso de coletividade; e a outra é a que me proponho a explanar um pouco agora: a do ancião. No Ocidente criou-se a cultura da desimportância da velhice, bem como da sua infantilização. Não é pouco comum encontrarmos pessoas se referindo a idosos dizendo que têm uma criança em casa; isso expressa não só a ideia de tutelamento do idoso como a noção de que idoso não informa/não
O DIREITO À SAÚDE TAMBÉM É UM DIREITO DA PESSOA IDOSA.
TÉCNICO DE ENFERMAGEM
MEDICANDO UMA IDOSA DO POVO WAURÁ APÓS CONSULTA MÉDICA. GAÚCHA DO NORTE, MATO GROSSO, 2025.
ATIVIDADES

1. ESCREVA O NOME DE UMA PESSOA IDOSA DA SUA CONVIVÊNCIA.
Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar o nome de avós e avôs, ou mesmo bisavós e bisavôs ou de outros idosos da comunidade.
• RODA DE CONVERSA. COMPARTILHE COM OS COLEGAS E A PROFESSORA ALGO QUE VOCÊ TENHA APRENDIDO COM ESSA PESSOA IDOSA. Resposta pessoal.
2. COM UM ADULTO DA SUA FAMÍLIA, RECORTE E COLE A IMAGEM DE UMA PESSOA IDOSA TENDO SEUS DIREITOS RESPEITADOS. USEM UMA TESOURA COM PONTAS ARREDONDADAS. Produção pessoal.
LIVRO . MUNDURUKU, Daniel. A velha árvore. Brasília: Salesiana, 2006.

VÍDEO. MMFDH – lança o documentário “O Índio Velho: memória ancestral”. 2019. Vídeo (7min7s). Publicado pelo canal do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. Disponível em: https:// www.youtube.com/wa tch?v=lHvvhc-TSxI&t 161s. Acesso em: 26 set. 2025.
ensina (como o Ocidente também lê suas crianças: elas serão algo um dia; enquanto crianças, elas não são). [...]
Não há relatos de comunidades indígenas ou povos africanos que tenham desenvolvido asilos. Seria um grande absurdo para esses povos pegar o seu ancião/sua anciã e colocá-lo/a distante, num lugar de ausência cotidiana de acesso comunitário. Isso porque, nessas culturas, o ancião é o sujeito mais importante do grupamento social; trata-se do sábio, um livro vivo diante dos olhos da comunidade. Então, não faria
sentido criar um asilo e isolar essa pessoa de tamanha sabedoria, com um conhecimento tão fundamental para o crescimento dos seus.
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Reside aqui também a tranquilidade do Ailton Krenak: enquanto ancião de uma comunidade, ele sabe da sua relevância e tem consciência de que nada faltaria para ele no seu contexto vivencial, pois o que as pessoas ali querem e necessitam é que ele viva o máximo possível.
[...] Julgo que as explicações sobre a cultura do individualismo e da desim-
portância da velhice já são suficientes para você compreender que o Ocidente produz um modo de produção e reprodução da existência que não é o único possível no mundo; existem outros modos de ser, estar e se relacionar.
CARINE, Bárbara. Como ser um educador antirracista. São Paulo: Planeta Brasil, 2023. p. 94-96.
EF01HI07
ENCAMINHAMENTO
Iniciar o trabalho com esta página dupla pedindo aos estudantes para observarem as fotografias detalhadamente e perguntar a eles:
• Que pistas indicam qual fotografia é antiga e qual fotografia é atual?
Para auxiliar a turma nas descobertas, perguntar:
• De que cor são as fotografias?
• Que tipo de roupas as pessoas fotografadas usam?
• Quantos filhos tem cada família fotografada?
• O que mudou e o que permaneceu nas formas de organização familiar?
O trabalho com esta página e a seguinte quer contribuir para o desenvolvimento da habilidade EF01HI07, principalmente.
Leia o poema a seguir:
Minha família
Eu vou escrever em versos
Para poder demonstrar O nome de meus irmãos Eu vou aqui revelar São todos nomes bonitos
E quero apresentar. A mais velha é Eugenite. Depois nasceu Elcione. Eurícide veio mais tarde. Também veio Eliane. Eulina, Eugênio e Eleusa. Mais tarde chegou Ernane. [...]
MINHA família. Recanto das Letras. Disponível em: https//www.recantodasle tras.com.br/cordel/2163379. Acesso em: 29 jun. 2021.
NOS ANOS 1950, ERA COMUM AS FAMÍLIAS TEREM MUITOS FILHOS.

IMAGEM DE FAMÍLIA DOS ANOS 1950 COM MUITOS FILHOS.

A DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE FILHOS É UMA MUDANÇA
OCORRIDA NA FAMÍLIA AO LONGO DO TEMPO. MAS OCORRERAM TAMBÉM PERMANÊNCIAS: A FAMÍLIA ERA E CONTINUA SENDO MUITO IMPORTANTE NA FORMAÇÃO DE UMA CRIANÇA.
1. Para que o poeta escreveu o poema?
2. Quantos irmãos o poeta tem?
3. Responda:
a) Qual é a irmã mais velha?
b) Quem é o mais novo?
4. Elcione é mais nova ou mais velha que Eurícide?
5. O que todos os irmãos têm em comum?
6. Na sua família há pessoas com
nomes que começam com a mesma letra que o seu? Se sim, quem?
Respostas: 1. Para apresentar os nomes dos irmãos. 2. Oito. 3. a) Eugenite. 3. b) Ernane. 4. Mais velha. 5. Nomes que começam com a letra E. 6. Resposta pessoal.
1. OBSERVE AS IMAGENS COM ATENÇÃO.


e permanências que caracterizam as vivências familiares ao longo do tempo e as semelhanças e diferenças que marcam essas vivências em diversos grupos humanos e em diferentes contextos geográficos. Tais percepções são fundamentais para o reconhecimento e a valorização da pluralidade cultural. [...] A diversidade das organizações familiares está presente na sala de aula, com as distintas histórias pessoais e familiares dos alunos, o que não permite que se trate do assunto com base em um tipo ideal e abstrato de família, que sirva de modelo de comparação. [...]
A) COMO É FORMADA A FAMÍLIA 1?
B) COMO É FORMADA A FAMÍLIA 2?
1. a) A família é formada por muitas pessoas, possivelmente pai, mãe, filhos e netos.
1. b) A família é formada por mãe, pai e filha.
C) QUE DIFERENÇAS VOCÊ PERCEBE ENTRE AS DUAS FAMÍLIAS?
D) COMPLETE A FRASE. COMPARANDO ESSAS FAMÍLIAS, PERCEBE-SE QUE A FAMÍLIA DA IMAGEM 1 TEM
mais FILHOS QUE A FAMÍLIA DA IMAGEM 2.
E) QUAL DAS DUAS FAMÍLIA É MAIS ANTIGA?
X FAMÍLIA DA IMAGEM 1
FAMÍLIA DA IMAGEM 2 .
BNCC
• EF01HI06 • EF01HI07 • EF01GE01
ENCAMINHAMENTO
Pedir aos estudantes que tragam fotografias antigas de sua família. Explorar os detalhes das fotografias trazidas pela turma e comparar com as fotografias do livro. Essa é uma ótima oportunidade para as crianças reconhecerem as diferentes origens das famílias que vivem no Brasil.
1. c) Os estudantes podem apontar ao menos duas diferenças: a quantidade de filhos na imagem 1 e o casamento interracial na imagem 2.
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Em relação ao número de filhos que aparecem nas fotografias, perguntar: por que o número de filhos diminuiu?
Registrar no quadro razões como: a entrada da mulher no mercado de trabalho; o custo da alimentação, da moradia e do transporte etc.
TEXTO DE APOIO
Família e cidadania
No estudo de História, a criança deve ser orientada a considerar as mudanças
Cabe ao professor, diante das distintas realidades familiares dos alunos, esclarecer que não existe um tipo de família desejável ou ideal e valorizar os aspectos diretamente relacionados às funções da família, que pode ou não ser definida por laços de parentescos. Tais funções fundamentam o reconhecimento do direito de toda criança a ter uma família e, assim, desfrutar de afeto na convivência familiar, cabendo aos familiares lhe oferecer amplo apoio emocional; a ser cuidada pela família, que deve protegê-la e satisfazer suas necessidades básicas, assegurando-lhe a sobrevivência; [...] que tem o dever de prepará-la moralmente e de socializá-la para que assuma um comportamento participativo e responsável na comunidade.
CAMPOS, Helena Guimarães. A história e a formação para a cidadania nos anos iniciais do Ensino Fundamental. São Paulo: Livraria Saraiva, 2012. p. 47-49.
• EF01HI06
• EF01HI07
• EF01GE01
A atividade favorece o desenvolvimento do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo (Vida familiar e social) e da habilidade EF01HI07 , ao identificar mudanças e permanências nas formas de organização familiar. Além disso, fornece subsídios para o desenvolvimento da habilidade EF01HI06 , neste momento com enfoque no trabalho com o aspecto história da família.
O trabalho com a página favorece o desenvolvimento da habilidade EF01GE01. Para isso, perguntar aos estudantes sobre os lugares onde cada família foi retratada, comparando-os com os próprios lugares de vivência.
Ao explorar as figuras planas, a atividade contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01MA14, de Matemática.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. BULLARD, Lisa. Minha família : amor e carinho, dar e doar. São Paulo: Hedra Educação/Marieta Editora, 2012.



A) CONTORNE A FAMÍLIA COM A MENOR QUANTIDADE DE PESSOAS.

B) LIGUE CADA FIGURA GEOMÉTRICA AO SEU NOME.
RETÂNGULO
CÍRCULO
QUADRADO
TRIÂNGULO
C) CALCULE:
QUANTAS PESSOAS HÁ NO TOTAL DAS FAMÍLIAS ATUAIS, REPRESENTADAS NAS IMAGENS 1 E 2?
7 pessoas.
D) MARQUE A RESPOSTA CORRETA.
AS FAMÍLIAS DO PASSADO ERAM MENOS NUMEROSAS
QUE AS DO PRESENTE.
X AS FAMÍLIAS DO PASSADO ERAM MAIS NUMEROSAS
QUE AS DO PRESENTE.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO . O’HARA, Mo; GREY, Ada. Mais pessoas para me amar: família de tudo que é jeito! São Paulo: Melhoramentos, 2018.

BNCC
• EF01HI06
• EF01HI07
ENCAMINHAMENTO
A atividade favorece o desenvolvimento do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo e da habilidade EF01HI07 , ao identificar mudanças e permanências nas formas de organização familiar. Além disso, fornece subsídios para o desenvolvimento da habilidade EF01HI06 , neste momento com enfoque no trabalho com o aspecto história da família.
Ao explorar as figuras planas, a atividade contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01MA14, de Matemática.
27/10/25 13:26
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
• EF01GE04
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• O que é respeito para você?
• Você age com respeito com sua família?
• Aguarda sua hora de falar?
• Escuta seus familiares?
• Respeita as regras da casa?
• Colabora nas tarefas da casa?
• Se fosse para resumir sua família em uma palavra, qual seria? Em seguida, sugere-se:
• Ler o texto da página para a turma.
• Chamar a atenção para a família ilustrada na página, evidenciando os diferentes aspectos das personagens e frisando que, além das características físicas, cada pessoa é única em opiniões, gostos e preferências.
• Comentar que o exercício da empatia nesses momentos pode ajudar na manutenção da harmonia familiar.

NO NOSSO DIA A DIA, CONVIVEMOS A MAIOR PARTE DO TEMPO COM A FAMÍLIA, OS COLEGAS DE ESCOLA OU AS PESSOAS DA NOSSA COMUNIDADE.
A FAMÍLIA É O PRIMEIRO GRUPO SOCIAL COM O QUAL CONVIVEMOS. É EM FAMÍLIA QUE COMEÇAMOS A APRENDER A IMPORTÂNCIA DO CARINHO, DA ATENÇÃO, DO RESPEITO, DA COLABORAÇÃO, DE ESCUTAR E DE FALAR NA NOSSA VEZ. CADA PESSOA É ÚNICA. POR ISSO, É COMUM PESSOAS DE UMA MESMA FAMÍLIA TEREM PONTOS DE VISTA DIFERENTES E ATRITOS SURGIREM ENTRE ELAS.

MAS, SE APRENDERMOS A PEDIR DESCULPAS E A PERDOAR, A PAZ RETORNA.
LEMBRE-SE DE QUE VOCÊ TAMBÉM ERRA E QUER SER PERDOADO.
https://www.youtube. com/watch?v=Yc76Z_ xzPws. Acesso em: 11 set. 2025.
ATIVIDADES
1. COMPLETE A FRASE DE ACORDO COM O TEXTO DA PÁGINA ANTERIOR.
Do carinho, da atenção, do respeito, da colaboração, de escutar e de falar.
2. ASSOCIE CADA IMAGEM A UMA ATITUDE FAVORÁVEL AO CONVÍVIO FAMILIAR.




BNCC
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . EXERCÍCIOS em família. 2020. Vídeo (48s). Publicado pelo
canal De Criança para Criança. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=C69NHu-5qKk. Acesso em: 11 set. 2025.
LIVRO. NEUFELD, Carmem Beatriz; FERREIRA, Isabela Maria Freitas; MAL-

TONI, Juliana. A arte de conviver: com Gustavo, o cão. Novo Hamburgo: Sinopsys, 2016.

| PARA O PROFESSOR
VÍDEO. FALAR e ser ouvido – 7 Experiências Fundamentais. 2020. Vídeo (2min34s). Publicado pelo canal Laboratório de Educação. Disponível em:
TEXTO DE APOIO
O que é respeito?
Respeito: sentimento de apreço e consideração pelo outro. É de grande importância para a interação social. Respeitando o outro, estamos colocando em prática a cidadania.
Direito à convivência familiar
A lei garante o direito à convivência familiar e comunitária. A convivência familiar e comunitária é um direito fundamental de crianças e adolescentes garantido pela Constituição Federal (artigo 227) e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em seu artigo 19, o ECA estabelece que toda criança e adolescente tem direito a ser criado e educado por sua família e, na falta desta, por família substituta. O direito à convivência familiar e comunitária é tão importante quanto o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito e à liberdade. A nossa constituição diz que a “família é a base da sociedade” (art. 226) e que compete a ela, ao Estado, à sociedade em geral e às comunidades “assegurar à criança e ao adolescente o exercício de seus direitos fundamentais” (art. 227). TURMINHA do Ministério Público Federal. A lei garante o direito à convivência familiar e comunitária. Brasília, DF: MPF, [s. d.]. Disponível em: https://turminha. mpf.mp.br/explore/ direitos-das-criancas/ convivencia-familiar-ecomunitaria/a-lei-garanteo-direito-a-convivenciafamiliar-e-comunitaria. Acesso em: 11 set. 2025.
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
Podem-se fazer os seguintes questionamentos aos estudantes:
• Quando surge algum problema em casa, você costuma dialogar com sua família?
• Se algo o incomoda, você busca ouvir os seus familiares para eles o ajudarem com essa questão?
• Ao mesmo tempo, se algum familiar lhe pedir ajuda, você se dispõe a ajudar?
• Você colabora com a organização da casa? Em seguida, sugere-se:
• Ouvir as respostas dos estudantes atentamente.
• Explicar que o convívio familiar deve ser pautado por respeito mútuo; que atritos sempre acontecem por haver diferentes pontos de vista, mas que o diálogo é fator essencial para que se dissipem desentendimentos.
• Comentar que colaborar com a organização da casa contribui para a vivência coletiva.

UMA PALAVRA MÁGICA NO AMBIENTE FAMILIAR É DIÁLOGO: DIZER O QUE VOCÊ PENSA SEM AGREDIR E ESCUTAR O QUE OS FAMILIARES DIZEM.
ESCUTAR COM O CORAÇÃO, A MENTE E OS OLHOS BEM ABERTOS, E NÃO APENAS PARA ESPERAR SUA VEZ DE FALAR.
COLABORAR COM OS ADULTOS, EVITANDO DEIXAR O QUARTO DESARRUMADO, ENTRAR EM CASA COM OS PÉS SUJOS, RECLAMAR DE TER DE ACORDAR E DE FAZER A LIÇÃO DE CASA, ENTRE OUTRAS ATITUDES.
TER GESTOS DE CARINHO COM OS FAMILIARES ALEGRA QUEM RECEBE E ANIMA A RETRIBUIR.

BNCC
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
1. ESCREVA NO DIAGRAMA A PALAVRA MÁGICA NO AMBIENTE FAMILIAR. PARA ISSO, LEIA AS DICAS A SEGUIR.
PRIMEIRA LETRA DE
ÚLTIMA LETRA DE
6. TERCEIRA LETRA DE 7. PRIMEIRA LETRA DE ATIVIDADES



LETRA INICIAL DE 4. PRIMEIRA LETRA DE

APARECE DUAS VEZES NA PALAVRA



2. VOCÊ COSTUMA DIALOGAR COM SUA FAMÍLIA? EM CASO AFIRMATIVO, DÊ UM EXEMPLO.Resposta pessoal.
TEXTO DE APOIO
É importante conversar
O diálogo é o que nos conecta com as crianças. Por ele temos acesso ao seu mundo, e a conversa é uma peça fundamental para a sua formação social e emocional. É no ambiente familiar que a criança aprende. Com interações e exemplos, as crianças conseguem entender o que aprendem, o que pensam, e o que sentem.
Escute. Escutar é ser solidário, se colocar na posição do outro e entender seu ponto de vista.
Investigue com a criança. Procure ter uma disposição em levantar os “por quês”, a curiosidade é uma porta para se manter conectado às descobertas das crianças.
Fale. Falar das suas próprias experiências pode ajudar a criança a se abrir também, criando um espaço seguro entre elas e os adultos.
Compreenda. Procure ouvir atentamente e não fazer julgamentos, demonstrando empatia e paciência pela criança. Evite tons duros e acusações, pois isso pode afastar a criança.
• Explorar a recitação do alfabeto, estabelecendo associações entre grafemas e fonemas.
• Solicitar aos estudantes que localizem, no alfabeto, a letra inicial dos nomes de cada uma das figuras representadas e que a registrem. De forma a tornar perceptível a necessidade da presença de vogais, pode-se solicitar a eles que localizem e registrem, primeiro, apenas as consoantes (imagens 1, 4 e 6), questionando se é possível formar palavras apenas com essas letras. Pode-se, ainda, propor que descubram novas palavras com as letras da palavra diálogo (dia, logo, gola, lago, entre outras).
A atividade de formação de palavras derivadas de letras contidas em outras palavras possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01LP07 de Língua Portuguesa.
HORA da Conversa. Serviço-Escola de Psicologia PUC Campinas. Disponível em: https://www. puc-campinas.edu.br/wpcontent/uploads/2021/02/ Cartilha_Hora-daConversa.pdf. Acesso em: 25 out. 2025.
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
• EF01GE04
Professor, o trabalho com esta e as próximas páginas favorece o desenvolvimento do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo.
• Comentar que o serviço de casa é exaustivo e pouco valorizado. Dividir as tarefas de arrumação e limpeza e cooperar para manter a casa limpa e organizada são importantes regras de convivência, que ajudam a diminuir o estresse e a conservar a saúde dos adultos. Repartir tarefas é uma atitude de amor e respeito pelos adultos da família.
• Organizar os estudantes em seis grupos e pedir que conversem sobre uma das cenas, contando o que está acontecendo. Determinar o tempo para esta atividade.
• Orientar os estudantes a organizar a conversa, de forma que haja turnos de fala e que as habilidades de escuta e de fala sejam desenvolvidas por todos. Após o tempo determinado, pedir a cada grupo que exponha para os demais as descobertas realizadas.
A atividade de exploração oral possibilita a articulação com Língua Portuguesa e contribui para o desenvolvimento da habilidade EF15LP04.
AS CRIANÇAS TÊM RESPONSABILIDADES EM UMA CASA. OBSERVE AS CENAS.
NÃO CHORE, IRMÃOZINHO.


FILHO, ME AJUDE A PÔR A MESA?
PODE SER DEPOIS?
1. O QUE O MENINO ESTÁ FAZENDO NA CENA 1?
Ajudando a guardar os alimentos no armário.
2. E NA CENA 2, O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
A irmã está tentando acalmar o irmão.
3. NA CENA 3, AS CRIANÇAS ESTÃO GUARDANDO OS BRINQUEDOS. VOCÊ GUARDA SEUS BRINQUEDOS?
Resposta pessoal.
4. VOCÊ JÁ AGIU COMO O MENINO DA CENA 4? CONSIDERA ESSA ATITUDE CORRETA? Resposta pessoal.
Montando um quadro de tarefas
• Material necessário: cartolina ou papel kraft, caneta, cordão.
Que tal montar um painel fora da sala de aula chamado “Dicas para fazer a sua parte na divisão de tarefas em casa”?
Podemos amarrar uma caneta e divulgar para todos da comunidade escolar que eles podem contribuir escrevendo novas dicas.
Criando cantos lúdicos
Que tal criar cantos lúdicos na sala de aula? Por exemplo, canto da leitura, canto da cozinha, canto do escritório, canto da mecânica, canto da beleza. Nesses lugares, só vamos realizar atividades relacionadas ao nome do canto. Professor, a ideia desta atividade é a construção das noções de divisão de espaço, respeito ao outro e organização.
Produção pessoal.
5. ACHE O CAMINHO PARA COLOCAR CADA OBJETO NO LUGAR CERTO. USE PARA AS ROUPAS SUJAS, PARA OS BRINQUEDOS E PARA O MATERIAL ESCOLAR.





BNCC
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
• EF01GE04
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . ARRUMAR a bagunceira. 2014. Vídeo (3min37s). Publicado pelo canal Palavra Cantada Oficial. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=Rq6gyrXAG5g. Acesso em: 11 set. 2025.
Cuidando dos brinquedos
1. Quando você brinca, você mesmo arruma seus brinquedos?
2. Cuida para que eles não quebrem?
Respostas: 1 e 2. Respostas pessoais.



A rotina e a participação da criança na vida familiar
A criação e a manutenção de rotinas familiares constituem um processo dinâmico, considerando as especificidades biológica, psicológica e social de cada fase de desenvolvimento infantil.
Durante os primeiros anos da infância, as crianças começam a participar mais ativamente na vida diária familiar, onde rotinas e rituais fornecem um contexto para o seu desenvolvimento.
Rotinas familiares como as conversas nos momentos das refeições ou a leitura de histórias infantis na hora de dormir promovem ligações emocionais e trazem boas consequências à saúde mental das crianças, além de contribuírem para o enriquecimento de seu vocabulário, a construção de habilidades sociais e o desenvolvimento escolar, por oportunizarem o envolvimento da criança nas atividades em díade ou em grupo. [...]
Neste sentido, é possível compreender como rotinas familiares podem regular a saúde, [e as] refeições, por exemplo, são um tipo de rotina e de ritual as -
sociado à saúde e [ao] bem-estar.
FERNANDES, Gisele Cristina Manfrini; BOEHS, Astrid Eggert; RUMOR, Pamela Camila Fernandes. Rotinas e rituais familiares: implicações para o cuidado. Ciência, Cuidado e Saúde, v. 10, n. 4, p. 867868, 2012. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/ index.php/CiencCuidSaude/ article/download/18334/pdf/. Acesso em: 11 set. 2025.
BNCC
• EF01HI02
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
• EF01GE01
• EF01GE04
• Chamar a atenção para dois aspectos importantes no convívio escolar: o respeito ao outro e a organização.
• Destacar que o Decreto n o 5.296/2004 torna obrigatória nas escolas a existência de rampas de acesso para pessoas em cadeira de rodas e pessoas com mobilidade reduzida.
Professor, sempre que possível, utilizar as palavras mágicas em sala de aula, relacionando as situações ao uso de cada uma delas. As palavras e expressões perdão, desculpe-me, tudo bem, pode passar, quer ajuda, me empresta? e até logo são exemplos que podem ser usados.
Solicitar aos estudantes que citem outros exemplos. Ouvir as ideias da turma e criar um debate acerca das palavras sugeridas, exemplificando situações em que elas podem ser usadas.
Sugere-se, também, que essas palavras fiquem expostas em sala de aula (em um banner, cartaz), como forma de valorizá-las e relembrá-las sempre que necessário.
ESTUDANTES, PROFESSORES E OUTROS FUNCIONÁRIOS, PAIS OU RESPONSÁVEIS PELOS ESTUDANTES: SÃO ESSAS PESSOAS QUE DÃO VIDA À ESCOLA.

ESSAS PESSOAS CIRCULAM, CONVERSAM, BRINCAM, TROCAM CONHECIMENTOS, ENFIM, CONVIVEM UMAS COM AS OUTRAS NO AMBIENTE ESCOLAR.
É NA ESCOLA ONDE APRENDEMOS HISTÓRIA, GEOGRAFIA, CIÊNCIAS, MATEMÁTICA, LÍNGUAS E ESPORTES. É NELA, TAMBÉM, QUE APRENDEMOS A CONVIVER.
AS PALAVRAS MÁGICAS PARA UM AMBIENTE ESCOLAR SAUDÁVEL SÃO:
BOM DIA! BOA TARDE! COM LICENÇA!
POR FAVOR!
OBRIGADO(A)! ATÉ AMANHÃ!
LIVRO. MACLAINE, James. A Escola de Boas Maneiras da Senhorita Rita Barueri: Usborne, 2018.

AUDIOLIVRO. A ESCOLA de boas maneiras da senhorita Rita. 2025. Audiolivro (19min21s). Publicado pelo canal Histórias da Tia Karlota. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=bF4sYbSIdpc. Acesso em: 11 set. 2025.

A ESCOLA É UM LUGAR IMPORTANTE NA NOSSA VIDA. NELA, CADA UM TEM UM PAPEL E VÁRIAS RESPONSABILIDADES.
CONSERVAR O MOBILIÁRIO E O PRÉDIO ESCOLAR.

DEVOLVER O LIVRO QUE PEGAR EMPRESTADO.
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FAZER AS TAREFAS DA ESCOLA.

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Pode-se iniciar a aula perguntando:
• Vocês têm sido responsáveis na escola?
• Vocês têm esperado a sua vez de falar?
• Vocês têm respeitado o lugar de cada um na fila?
• Vocês têm respeitado os funcionários
da escola?
• Como devemos tratar as pessoas no espaço escolar?
• Suas atitudes têm ajudado a conservar o espaço escolar limpo e organizado?
Em seguida, sugere-se:
• Estimular os estudantes a observar as imagens desta página e da seguinte com atenção.
• Comentar as atitudes das crianças nas imagens.
• Valorizar as atitudes que demons-
tram cooperação e solidariedade.
• Refletir com os estudantes sobre o papel de cada um para o bom funcionamento da escola.
• Desenvolver a noção de que a atitude de cada um de nós afeta o bem-estar de todos. Essa abordagem favorece o desenvolvimento da competência geral 10.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. O QUE pensam as crianças – #Responsabilidade. 2015. Vídeo (2min). Publicado pelo canal Superinteressante. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=r6BwYGtgTyg. Acesso em: 11 set. 2025.
Toda palavra tem um significado
O que a palavra responsabilidade significa para você? Escreva uma frase dizendo o que é ser responsável.
Exemplo: “Ser responsável é...”
Resposta pessoal.
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• EF01HI02
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• EF01GE04
• Promover um momento para a leitura, em duplas ou trios, de cada uma das cinco regras, presentes na página anterior e nesta.
• Estimular os estudantes a se auxiliarem, bem como a apoiarem-se nas imagens, durante a leitura, e a localizar (e sublinhar) palavras conhecidas/ memorizadas.
Ao final da leitura, devem partilhar com os colegas as descobertas e descobrir se essas regras são seguidas pelos integrantes do grupo (e, se não são, como podem se comprometer a segui-las).
Pode-se propor que escrevam, em duplas ou trios, regras de convivência que consideram importantes e que não estão contempladas nas páginas.
Professor , pode-se aproveitar esta dupla de páginas para estimular atitudes como escuta, cooperação, respeito, preservação do patrimônio escolar, entre outras, pois são comportamentos importantes para a formação cidadã.
A atividade de leitura de regras de convivência possibilita a articulação com Língua Portuguesa e contribui para o desenvolvimento da habilidade EF12LP10.

JOGAR O LIXO NO CESTO.
RESPEITAR OS FUNCIONÁRIOS E COLABORAR COM ELES.

Respostas pessoais. Aproveitar esta dupla de páginas para incentivar atitudes como escuta ativa, cooperação, respeito, preservação do patrimônio escolar, entre outras, que são muito importantes para a formação cidadã.
1. RESPONDA. VOCÊ:
A) CUIDA DA CARTEIRA EM QUE SENTA?
SIM. NÃO.
B) AJUDA A MANTER O CHÃO DA ESCOLA LIMPO?
SIM. NÃO.
C) DEVOLVE OS OBJETOS QUE PEDE EMPRESTADO?
SIM. NÃO.
D) COLABORA COM OS FUNCIONÁRIOS DA ESCOLA?
SIM. NÃO.

MAURICIO DE SOUSA. A TURMA DA MONICA: CUIDE BEM DA SUA ESCOLA. BARUERI: MAURICIO DE SOUSA EDITORA, 2001. P. 16.
• NOS QUADRINHOS, A PALAVRA MONITOR SIGNIFICA:
PEÇA DE COMPUTADOR SEMELHANTE A UMA TELEVISÃO.
X AQUELE QUE AJUDA PROFESSORES E ESTUDANTES.
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• EF01GE04
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Vocês têm o costume de ler histórias em quadrinhos? Se sim, quais?
• De quais vocês mais gostam?
• Tem algum personagem que vocês admiram? Se sim, por quê?
• Sabiam que, além de divertir, as his-
tórias em quadrinhos podem ensinar coisas importantes?
Em seguida, sugere-se:
• Ler com os estudantes a história em quadrinhos.
• Pedir a eles que localizem cada uma das personagens da HQ e, caso saibam, digam os nomes.
• Perguntar à turma em que ambiente estão essas personagens.
• Explicar a função do monitor: ajudar o professor em sala de aula, orientar os estudantes na realização das
atividades, incentivar a boa convivência e os cuidados com a sala de aula, entre outras.
• Explicar que a escola está inserida em uma comunidade.
• Evidenciar que cada um de nós tem papel importante no cuidado com a escola, sendo responsabilidade de todos preservá-la em bom estado.
• Criar um debate sobre o aprendizado trazido pela leitura.
• Permitir que os estudantes se expressem livremente, expondo suas ideias.
A atividade de leitura de histórias em quadrinhos contribui para o desenvolvimento da habilidade EF15LP14 de Língua Portuguesa.
TEXTO DE APOIO
O uso de história em quadrinhos em sala de aula
Palavras e imagens, juntos, ensinam de forma mais eficiente. [...] Ampliação da familiaridade com a leitura de histórias em quadrinhos, propiciada por sua aplicação em sala de aula, possibilita que muitos estudantes se abram para os benefícios da leitura, encontrando menor dificuldade para concentrar-se nas leituras com finalidade de estudo.
Os quadrinhos enriquecem o vocabulário dos estudantes – as histórias em quadrinhos são escritas em linguagem de fácil entendimento, com muitas expressões que fazem parte do cotidiano dos leitores.
BARBOSA, Alexandre et al Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2008. p. 22-23.
• EF01HI03
• EF01HI04
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• EF01GE07
ENCAMINHAMENTO
• Comentar a importância de respeitar e valorizar todos os funcionários igualmente, as equipes da secretaria, da limpeza, da disciplina e os professores, que exercem um papel central na escola.
• A abordagem do conteúdo desta e da próxima página propicia o desenvolvimento da habilidade EF01GE07, com ênfase na descrição das atividades de trabalho com relação ao cotidiano das pessoas que movimentam a escola e que também, geralmente, fazem parte da comunidade onde a escola está localizada.
PARA O PROFESSOR
E O ESTUDANTE
VÍDEO. “TAMBÉM somos educadoras”. 2019. Vídeo (2min25s). Publicado pelo canal Fundação Lemann – Português. Disponível em: https://www. youtube.com/watch? v=pwpEAF07UzI. Acesso em: 11 set. 2025.
OS TRABALHADORES DA ESCOLA SÃO MUITO IMPORTANTES PARA QUE ELA FUNCIONE BEM.
1. ESCREVA O PRINCIPAL LOCAL DE TRABALHO DE CADA FUNCIONÁRIO.
EU SOU GABRIEL, O MERENDEIRO. MEU TRABALHO É PREPARAR OS ALIMENTOS PARA OS ESTUDANTES.
EU SOU A ALINE, A PORTEIRA. MEU TRABALHO É CONTROLAR A ENTRADA E A SAÍDA DE PESSOAS.
EU SOU O CARLOS, O AUXILAR DE LIMPEZA. MEU TRABALHO É MANTER A ESCOLA LIMPA E ORGANIZADA.

LIVRO. VASSALLO, Márcio. A professora encantadora. Belo Horizonte: Abacatte, 2010.
EU SOU O RENATO, O SECRETÁRIO. MEU TRABALHO É CUIDAR DOS DOCUMENTOS DA ESCOLA.
SECRETARIA


PROFESSORES.

ESTUDANTES.

PAIS E RESPONSÁVEIS DE ESTUDANTES.

GUARDA DA ESCOLA.

DIRETORA.

SECRETÁRIA.

EQUIPE DA LIMPEZA.

EQUIPE DA COZINHA.
3. O BOM FUNCIONAMENTO DA ESCOLA DEPENDE:
DOS ESTUDANTES.
DOS PROFESSORES.
TEXTO DE APOIO
Os vários profissionais da educação
[...] a educação escolar comporta vários profissionais além dos professores. Vale ressaltar que os funcionários [...] são também educadores. [...] [...]
[...] A perspectiva de educação [...] direcionada à formação integral dos estudantes [...] é fruto do trabalho integrado de todos os profissionais atuantes na escola.
[...]
[...] podemos dizer que todo e qualquer funcionário de escola passa a ter uma
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Pode-se propor aos estudantes que, organizados em grupos, entrevistem um funcionário da escola.
Por exemplo: porteiro, merendeiro, bibliotecário, professor.
a) Qual é o seu nome?
b) Há quanto tempo você trabalha na escola?
c) Como é seu dia a dia?
d) Por que você acha seu trabalho importante?
e) Você considera os estudantes da nossa escola respeitosos?
Depois, apresentem a entrevista para a turma. Produção pessoal.
DA COMUNIDADE.
X DE TODOS.
ação formativa diante do trabalho desempenhado dentro da escola. [...]
papel de sua escola na construção de uma sociedade melhor, assumirá uma ideia de escola inclusiva para todos, consegue construir, reconhecer e identificar sua identidade profissional educativa; coopera na elaboração, criação, execução e avaliação da melhor proposta pedagógica condizente de sua escola de forma democrática, bem como uma melhor interação com a comunidade escolar para fomentar mais qualidade [...] no processo de ensino aprendizagem [...].
27/10/25 13:27
[...] o maior tamanho e a maior complexidade das escolas de educação infantil, ensino fundamental e médio resultaram, nos últimos anos, em um crescimento exponencial da presença, além dos professores, de diversos trabalhadores e trabalhadoras nas mais variadas funções fora da docência.
[...]
[...] podemos dizer que um funcionário de educação reconhecido profissionalmente, pessoalmente e valorizado por seu trabalho [...] consegue identificar o
Martins, A. do R., Bach Neto, B., & Rodrigues, J. P. P. (2019). O funcionário de escola e sua importância como educador no contexto de uma escola (Relato técnico). Unicentro. Disponível em: https://sguweb.unicentro. br/app/webroot/arquivos/ atsubmissao/Relato_T_ cnico_Aparecida_Benjami_ Joao_Paulo_OK_6_1.pdf . Acesso em 24 out. 2025.
BNCC
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
• EF01GE04
Professor, pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Vocês conhecem os personagens dessa história em quadrinhos?
• Sabem quem é o garoto loiro?
• O que está acontecendo no quadrinho 1?
• E no quadrinho 2?
• E no quadrinho 3?
• Qual sentimento esses quadrinhos provocam em vocês?
• Que mensagem o autor dos quadrinhos quis passar?
Em seguida, sugere-se:
• Pedir aos estudantes que observem atentamente os quadrinhos.
• Comentar que o garoto loiro é Humberto, um personagem da Turma da Mônica.
• Observar os quadrinhos individualmente, chamando a atenção dos estudantes para o cenário, os objetos e os personagens presentes em cada um deles.
• Pedir aos estudantes que atentem às atitudes de Humberto: o que ele está fazendo? Ele está triste? Feliz? Atento? Distraído?
• Solicitar aos estudantes que resumam em uma palavra as atitudes de Humberto. Professor, sugerimos acatar todas as palavras ditas. Espera-se que eles digam solida-
A CONVIVÊNCIA NA COMUNIDADE DEPENDE DE CADA UM E DE TODOS NÓS. A HISTÓRIA A SEGUIR É UM EXEMPLO DE RESPONSABILIDADE COM A COMUNIDADE.



DE SOUSA. HUMBERTO: ÀS VEZES O SILÊNCIO TEM MUITO A DIZER. DISPONÍVEL EM: https://www.facebook.com/turmadamonica/photos/ por-mais-amor-e-solidariedade-/2046046388860148/. ACESSO EM: 26 JUL. 2025.
1. MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA. O QUE O MENINO ESTÁ FAZENDO:
A) NA CENA 1?
X CONDUZINDO A COLEGA QUE USA CADEIRA DE RODAS.
CONVERSANDO COM A COLEGA QUE USA CADEIRA DE RODAS.
riedade, gentileza, bondade, amor, entre outras.
• Relacionar o tema da HQ ao cotidiano dos estudantes: vocês já fizeram atos de gentileza? Quais? Já presenciaram alguém fazendo? Vocês consideram importante ter atitudes como a de Humberto? Por quê?
• Explorar cada uma das imagens e as frases que correspondem a elas (e que estão contidas na atividade 1).
B) NA CENA 2?
BRINCANDO DE ATRAVESSAR A RUA.
X AJUDANDO UMA PESSOA IDOSA A ATRAVESSAR A RUA.
C) NA CENA 3?
X CARREGANDO COMPRAS DE UMA MULHER.
LEVANDO AS SACOLAS CONTRARIADO.
2. NAS TRÊS CENAS, O MENINO ESTÁ:
X FELIZ. TRISTE.
3. AS TRÊS CENAS SE PASSAM NO ESPAÇO:
FAMILIAR.
ESCOLAR.
X COMUNITÁRIO.
4. COPIE AS PALAVRAS ESCRITAS NOS QUADRINHOS, NA ORDEM DA ESQUERDA PARA A DIREITA.
Às vezes... O silêncio... Tem muito a dizer!
5. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que gestos e atitudes são práticas que podem representar mais do que palavras.
5. INTERPRETE. O QUE O AUTOR DA TIRINHA QUIS DIZER COM A FRASE “ÀS VEZES O SILÊNCIO TEM MUITO A DIZER!”?
6. REFLITA E OPINE. É POSSÍVEL DIZER MUITO SEM USAR PALAVRAS? Resposta pessoal. A intenção aqui é levar os estudantes a perceber que, com atitudes, é possível dizer muito, sem proferir uma palavra sequer.
Ser cidadão
[...] O termo cidadania envolve aquele que a põe em prática, o “cidadão”, [...]. Dificilmente haverá cidadania sem que, em seu cerne, existam cidadãos respeitosos e honestos.
O comportamento de respeito ao próximo [...] garante a civilidade nas relações, por meio do cumprimento dos direitos de
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• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01HI06
• EF01GE04
Professor, na atividade 1, sugerimos comentar que o menino age (ajuda) com boa vontade, e não por obrigação ou contrariado. A atividade de associação entre imagens e frases possibilita o desenvolvimento da habilidade EF15LP04 de Língua Portuguesa. Essa temática possibilita o trabalho com o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Cidadania e civismo.
Humberto é um personagem que não se comunica verbalmente. Se considerar oportuno, explorar com os estudantes diferentes formas de comunicação — como gestos, expressões faciais, desenhos e sinais —, promovendo a inclusão e o respeito às diversas formas de expressão em sala de aula.
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todos os habitantes e dos deveres cabíveis ao cidadão e ao Estado.
27/10/25 13:27
FAGUNDES, Mateus Miranda; ZANELLA, Michele; TORRES, Tatiana Lucena. Cidadão em foco: representações sociais, atitudes e comportamentos de cidadania. Psicologia: teoria e prática, Rio do Sul, v. 14, n. 1, p. 55-69, 2012. Disponível em: https:// pepsic.bvsalud.org/pdf/ptp/v14n1/ v14n1a05.pdf. Acesso em: 11 set. 2025.
• EF01HI04
• EF01GE01
• EF01GE03
Professor, nesta e nas próximas páginas, buscamos explorar tanto as noções de espaço público e espaço privado quanto a comparação dos lugares de vivência da turma com os da personagem Faiolá.
Lugares de vivência
Estudar Geografia é uma oportunidade para entendermos o mundo em que vivemos […].
Nos primeiros anos do ensino fundamental devemos considerar como as crianças podem perceber e observar os seus lugares de vivência, isso significa que é interessante estudar o real, a realidade com elas, mas sem desconsiderar que faz parte do universo infantil o imaginário e o simbólico. [...]
[…]
o processo de alfabetização em geografia, nos primeiros anos de escolarização ou na educação infantil, começa no momento em que as crianças reconhecem lugares e identificam objetos e fenômenos organizados em espaços vividos, concebidos e percebidos. [...]
[…]. As crianças podem por meio das atividades de pesquisa identificar diferentes lugares com traços do passado e do presente e, ainda, articulando com as situações vividas e hábitos culturais já observados em culturas diferentes da sua. Daí se concretiza a relação espaço-tempo, sociedade-natureza, tendo a linguagem cartográfica como procedimento que
AS IMAGENS DESTA PÁGINA E DA PÁGINA SEGUINTE MOSTRAM LUGARES ONDE FAIOLÁ COSTUMA ESTAR NO SEU DIA A DIA. OBSERVE AS IMAGENS.




materializa o espaço vivido por meio dos mapas mentais ou trajetos dos lugares vivenciados pelas crianças.
[...]
Callai, H. C.; Cavalcanti, L. de S.; Castellar, S. M. V. O estudo do lugar nos anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Revista Terra Livre, ano 28, v.1, n.38, p. 79-98, jan.–jun. 2012. Disponível em: https://publicacoes.agb.org.br/terralivre/ article/download/461/436. Acesso em: 24 out. 2025.
Professora, a intenção pedagógica destas atividades é colaborar para que os estudantes possam ir formando a noção de lugares de vivência.



1. AS CENAS 1, 2, 3 E 4
LUGARES DO DIA A DIA DE FAIOLÁ. EM QUE LUGAR E COM QUEM FAIOLÁ ESTÁ:
A) NA CENA 1?
Faiolá está no jardim da escola com seus colegas e professora.
B) NA CENA 2?
Ela está na Associação Amigos do Bairro, participando de uma aula de dança com outras crianças.
C) NA CENA 3?
Ela está em uma praia participando de uma aula de capoeira com outras pessoas.
D) NA CENA 4?
Faiolá está com seu irmão e seus pais jantando em casa.
DE APOIO
O lugar no/do mundo
[...] O lugar é a porção do espaço apropriável para a vida — apropriada através do corpo — dos sentidos — dos passos de seus moradores, é o bairro, é a praça, é a rua, e nesse sentido poderíamos afirmar que não seria jamais a metrópole ou mesmo a cidade lato sensu a menos que seja a pequena vila ou cidade — vivida/conhecida/reconhecida em todos os cantos. [...] CARLOS, Ana Fani A. O lugar no/do mundo. São Paulo: Hucitec, 1996. p. 20-21.
29/10/25 02:37
• EF01GE01
Professor, a intenção pedagógica destas atividades é colaborar para que os estudantes possam formar a noção de lugares de vivência. Caso considerar oportuno, explicar aos estudantes que, ao estudar Geografia, lugar é o espaço onde realizamos atividades do dia a dia e que faz parte de quem somos. Então, ao pensar no lugar onde vivemos, podemos nos lembrar também dos sentimentos que temos por ele, das experiências que vivenciamos quando estamos nele e com quem as compartilhamos.
Nesse contexto, é importante considerar que a palavra lugar tem uso comum e faz parte do vocabulário cotidiano das pessoas. A essa palavra são atribuídos diferentes significados: alguns deles são espaço físico, localização, local, posição em uma competição, situação ou circunstância. Por isso, entender o significado desse conceito em Geografia torna-se ainda mais importante. Lugar é o espaço vivido, aquele no qual atuamos e agimos no dia a dia. O lugar tem uma dimensão relacional em que acontecem as trocas, as relações entre pessoas e atividades, os afetos, a comunicação, a construção social, psicológica, econômica, política, cidadã. As práticas de cidadania são construídas e consolidadas na dimensão dos lugares.
• EF01HI04
• EF01GE01
• EF01GE03
As atividades da dupla de páginas contribuem para o desenvolvimento da habilidade EF01GE01, ao propor a análise de ilustrações que se referem a diferentes lugares frequentados pela personagem Faiolá; ao analisá-las, o aluno precisa pensar sobre as diferentes características desses lugares, como as distintas atividades praticadas em ambientes como a casa e a escola, por exemplo. A partir dessas reflexões, o estudante é conduzido a pensar nos próprios lugares de vivência.
Para complementar a atividade de desenho dos lugares que os estudantes frequentam, pode-se propor a eles que saiam, acompanhados de um responsável, para explorar os lugares de vivência com intencionalidade.
Nessa saída, é importante que os estudantes sejam instruídos a anotar ou fazer desenhos das construções, das árvores e de outros elementos presentes nos lugares de vivência.
Essa atividade visa fornecer subsídios para que desenvolvam a atividade 2.
TEXTO DE APOIO
Enquanto sistemas de representação diferentes, desenho e escrita evoluem por caminhos distintos, mas, segundo Pillar [Analice Dutra], mantendo interações.
DURANTE O SEU DIA A DIA, FAIOLÁ ESTÁ EM DIFERENTES LUGARES E CONVIVE COM DIFERENTES PESSOAS.
1. LIGUE O QUE FAIOLÁ FAZ NOS LUGARES ONDE ELA ESTÁ AO FAZER.
APRENDE A LER, ESCREVER E PENSAR
JOGA CAPOEIRA




2. NO DIA A DIA, FAIOLÁ FREQUENTA DIFERENTES LUGARES. E VOCÊ, QUE LUGARES FREQUENTA? DESENHE DOIS DESSES LUGARES DO SEU DIA A DIA.
Produção pessoal.
A partir do momento em que a criança percebe que seus rabiscos servem para representar objetos, e que é ela quem estabelece a relação entre ambos, inicia-se a construção de um amplo sistema gráfico de representação, no qual engendram-se a escrita e outras formas de representação gráfica, como os mapas.
Em suma, se, num primeiro momento, “a criança desenha para se divertir” (Luquet [George-Henri]), em seguida, outra razão aparece: a necessidade
de apropriar-se de um sistema de representação. Desde bem pequenas, as crianças percebem que desenho e escrita são formas de dizer coisas. Por esses meios elas podem “dizer” algo, podem representar elementos da realidade que observam e, com isso, ampliar seu domínio e influência sobre o ambiente. Portanto elas buscam, cada vez mais, dominar formas gráficas eficazes, atingindo os estágios que Luquet denominou realismo intelectual e realismo visual.
4. Diferenças: a praça é um lugar de todos onde as pessoas se encontram para conversar, caminhar, brincar, praticar esportes. A praça geralmente tem jardim, brinquedo, árvores e pistas para caminhar. Já a casa é um lugar só nosso, onde comemos, dormimos, tomamos banho e convivemos com a família. Semelhanças: tanto a praça quanto a casa são lugares onde podemos conversar, conviver, brincar e aprender. Enfim, são importantes lugares de vivência.
A PRAÇA É UM DOS LUGARES AONDE BIANCA VAI COM FREQUÊNCIA. OBSERVE.

1. O QUE BIANCA ESTÁ FAZENDO NA IMAGEM ACIMA?
Bianca está brincando de bola com os amigos e a amiga.
2. NA IMAGEM, MARQUE 1 NAS PESSOAS CONVERSANDO, 2 NA PESSOA LENDO UM LIVRO, 3 NA MULHER E SEU CACHORRO E 4 NA MÃE E SEU BEBÊ.
3. CONTORNE OS ANIMAIS QUE VEMOS NA PRAÇA.
4. A PRAÇA É UM LUGAR PARA SER USADO POR TODAS AS PESSOAS, APONTE DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS ENTRE A PRAÇA ONDE BIANCA BRINCA E O LUGAR ONDE FAIOLÁ JANTA COM A FAMÍLIA.
O desenho de crianças é, então, um sistema de representação. Não é cópia dos objetos, mais uma interpretação do real, feita pela criança, em linguagem gráfica. Considerando o desenho dessa forma, pode-se ir além dos estágios do desenho infantil, e analisá-lo como expressão de uma linguagem, da qual a criança se apropria ao tornar visíveis suas impressões, socializando suas experiências.
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2010. p. 27.
29/10/25 02:37
BNCC
• EF01HI04
• EF01GE01
• EF01GE03
ENCAMINHAMENTO
Explorar as noções de usos do espaço público, identificando semelhanças e diferenças desses usos para o lazer e diferentes manifestações, propiciando o desenvolvimento da habilidade
EF01GE03.
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01GE04
Professor , além de trabalhar a interdisciplinaridade, a seção propocia a mobilização da competência geral 1, ao valorizar os conhecimentos historicamente construídos e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Quando vocês pensam em regras de convivência, o que vem à mente de vocês?
• Algo difícil de praticar? Algo simples?
• Vocês sabiam que cumprimentar as pessoas ao chegar em um ambiente é uma importante regra de convivência?
• Além dessa, quais outras regras de convivência vocês conhecem?
• Vocês praticam essas regras no dia a dia?
Em seguida, como encaminhamento, sugere-se:
• Explicar que a adoção de regras de convivência vai melhorar tanto o ambiente familiar quanto o comunitário.
TEXTOS DE APOIO
O que é convivência?
Convivência: ação de conviver, ou seja, viver junto. Pela convivência, é possível aprender com o outro.
EM CASA, NA ESCOLA OU NA COMUNIDADE, PRECISAMOS RESPEITAR AS PESSOAS PARA CONVIVER EM HARMONIA. PARA ISSO EXISTEM AS REGRAS DE CONVIVÊNCIA. OBSERVE AS IMAGENS.


Convivendo em paz com as pessoas, podemos conhecer diferentes maneiras de pensar e agir, tornando mais humana, justa e igualitária nossa sociedade.
A boa convivência sempre enriquece nosso aprendizado.

POR FAVOR, AQUI É O FINAL DA FILA? SIM, É AQUI MESMO.

• LILIANA IACOCCA E MICHELE IACOCCA. EU & OS OUTROS: MELHORANDO AS RELAÇÕES. SÃO PAULO: ÁTICA, 2019.
NESSE LIVRO CHEIO DE PERGUNTAS, VOCÊ VAI REFLETIR SOBRE SUAS ATITUDES E CONHECER DICAS PARA CUIDAR OU MELHORAR SUAS RELAÇÕES NA FAMÍLIA, NA ESCOLA E NA COMUNIDADE.
BNCC
• EF01HI03
• EF01HI04
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• EF01GE04
VÍDEO. CONVIVÊNCIA para crianças. Respeito, gentileza, resolução de conflitos, responsabilidade. 2024. Vídeo (4min5s). Publicado pelo canal Smile and Learn – Português. Disponível em: https://www.you tube.com/watch?v=3bQvNjmKAvA. Acesso em: 29 set. 2025.

Regras de convivência são atemporais, nunca saem de moda. Precisamos delas para vivermos em harmonia social, são bases para o respeito mútuo.
[As] principais regras de convivência são:
· Compartilhar;
· Tratar o próximo da mesma forma que deseja ser tratado;
· Cumprimentar;
· Esperar com paciência;
· Não gritar;
· Não bater ou brigar com os outros;
· Ser educado;
· Respeitar o pensamento das outras pessoas;
· Pedir desculpas;
· Dizer por favor e obrigado.
Valores e princípios:
Além das principais regras de convivência, outras regras devem ser levadas em consideração durante o desenvolvimento da criança:
· Não mentir;
· Respeito ao próximo;
· Cuidar do ambiente [em] que vive;
· Respeitar os mais velhos;
· Não exigir coisas desnecessárias;
· Ouvir com atenção;
· Aceitar ser corrigido;
· Entender suas responsabilidades.
ARAÚJO, Izaura. Regras de convivência para crianças – Valores e princípios. Escola educação, 14 set. 2019. Disponível em: https://escolaeducacao.com. br/regras-de-convivencia -para-criancas/. Acesso em: 29 set. 2025.
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Explorar a ideia de que a escola é um espaço de convivência e socialização, onde eles aprendem a interagir com diferentes pessoas.
Destacar que cada criança tem formas próprias e válidas de se relacionar e que esses momentos de interação são importantes para seu desenvolvimento social e emocional.
Reforçar, por fim, que, para conviver bem, é necessário seguir regras de convivência, como dar bom-dia, pedir licença e agradecer.
A atividade de leitura de histórias em quadrinhos possibilita o desenvolvimento da habilidade: (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias).
1. LEIA A TIRINHA.

• EM QUAIS LUGARES DEVEMOS DIZER COM LICENÇA, DESCULPE, POR FAVOR, MUITO OBRIGADO(A) E DE NADA?
X EM CASA.
X NA ESCOLA.
X NA COMUNIDADE.
2. COMPLETE AS FRASES.
A) QUANDO ESTAMOS ATRASADOS E QUEREMOS ENTRAR NA
SALA DE AULA, DIZEMOS: com licença .
B) QUANDO PISAMOS NO PÉ DE ALGUÉM SEM QUERER,
DIZEMOS: desculpe .
C) QUANDO PEDIMOS ALGO A ALGUÉM, DIZEMOS: por favor .
D) QUANDO RECEBEMOS UM PRESENTE DE ALGUÉM, DIZEMOS: obrigado(a) .
1

1. PESQUISE E ESCREVA O NOME DA CRIANÇA DESSA TIRINHA.
Armandinho.
2. NAS CENAS 1 E 2, A MÃE ESTÁ:
X RECLAMANDO COM O FILHO.
AVISANDO O FILHO.
3. NA CENA 2, O FILHO: CONCORDOU COM A MÃE.
X DISCORDOU DA MÃE.
4. NA CENA 3, O QUE O FILHO DIZ QUE ARRUMA? Desculpas.
5. CONVERSE COM UM COLEGA E OPINEM SOBRE A RESPONSABILIDADE DE CADA PESSOA EM UMA CASA.
Resposta pessoal.
6. VOCÊ TEM ARRUMADO OS BRINQUEDOS DEPOIS DE BRINCAR?
Resposta pessoal.
BNCC
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• EF01GE04 VOCÊ LEITOR!
• Propor a leitura da tirinha de Armandinho.
• Perguntar: com quem Armandinho está falando? Nas três cenas, Armandinho está com o mesmo semblante?
• Dialogar com as crianças sobre as respostas de Armandinho.
• Promover um debate para que os estudantes percebam os diferentes significados. Pode-se propor que registrem, no caderno, os dois significados para a palavra (desculpas com o sentido de arrependimento; desculpas com o sentido de explicação para não fazer algo); pode-se, ainda, solicitar aos estudantes que ilustrem os dois significados.
A atividade de leitura de histórias em quadrinhos possibilita o desenvolvimento da habilidade EF15LP14 de Língua Portuguesa.
A atividade 4 retoma reflexões propostas anteriormente sobre o significado das palavras, sendo de fundamental importância para a compreensão do humor presente na tirinha.
| PARA O ESTUDANTE LIVRO . RIOS, Rosana. Palavras mágicas. São Paulo: Salamandra, 2020.

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TEXTO DE APOIO
Regras de convivência na escola
Conviver é um exercício diário de cidadania.
[...] Para as crianças, em especial, as normas de relacionamento com o meio são mais bem exercidas na escola, onde o ato de dividir o mesmo espaço é mais intenso. A escola é o espaço onde o ápice da interação social da criança acontece. [...] As diferenças estão ali, lado a lado com seu grau de entendimento sobre o mundo.
[...]
Algumas regras básicas auxiliam na compreensão genérica da criança acerca do ambiente escolar, tais como:
• Chegar à escola no horário; [...]
• Prestar atenção às explicações do professor;
• Obedecer aos professores;
• Não jogar lixo no chão; [...]
• Não conversar sem necessidade; [...]
• Caprichar nas atividades de sala;
• Respeitar os colegas. Essas regras [...] vão criando na criança os nortes fundamentais para entender que deve existir uma organização para o bem comum. Aos poucos, as normas passam a se tornar atitudes [...].
OBJETIVO Sorocaba. Cotidiano: a importância das normas de convivência para o bem-estar na escola.
A ESCOLA TAMBÉM TEM REGRAS PRÓPRIAS QUE TODO ESTUDANTE DEVE RESPEITAR.

RESPEITAR OS HORÁRIOS.
NÃO FURAR A FILA.


ESCUTAR COM ATENÇÃO.
G1, 15 mar. 2018. Disponível em: https://g1.globo.com/sao-paulo/ sorocaba-jundiai/especial-publicitario/ objetivo-sorocaba/conduzindo-o -melhor-de-voce/noticia/cotidiano -a-importancia-das-normas-de -convivencia-para-o-bem-estar -na-escola.ghtml. Acesso em: 11 mar. 2025.

PEDIR LICENÇA PARA PASSAR.
ESPERAR A VEZ PARA FALAR.

BNCC
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Sugere-se propor outra roda de conversa, além daquela presente no Livro do Estudante.
• Perguntar aos estudantes se eles se lembram de alguma situação em que foi desrespeitada alguma regra na escola.
• Questionar: você estava presente? Concordou com isso? Você viu ou escutou? Como se sentiu?
• Permitir que os estudantes se expressem livremente, valorizando as respostas de cada um.
• Consolidar o aprendizado sobre regras de convivência, frisando que elas são indispensáveis no convívio escolar.
• RODA DE CONVERSA. COM A AJUDA DA PROFESSORA, CONVERSEM SOBRE A IMPORTÂNCIA DAS REGRAS DE CONVIVÊNCIA. A SEGUIR, CRIEM UMA LISTA DE REGRAS PARA O BOM CONVÍVIO NA ESCOLA. DEPOIS FIXEM ESSA LISTA NO MURAL DA ESCOLA.
Espera-se que os estudantes indiquem regras que colaborem
com o bom convívio, como jogar lixo na lixeira, respeitar os professores e os horários das aulas, respeitar os colegas, não correr na sala, não gritar, ouvir a professora e os colegas com atenção, não rabiscar a carteira ou as paredes, entre outras possibilidades.
Criando regras de convivência
Com os estudantes organizados em grupos, escrever em pequenos pedaços de papel palavras como: respeitar, cuidar, jogar, escutar, organizar, esperar, furar, arrumar, levantar, limpar. Em seguida, os papéis serão colocados em um saquinho, e cada grupo sorteará um.
Com a palavra sorteada, os grupos deverão criar uma regra de convivência. Ao criar regras de convivência, a ati-
vidade favorece o desenvolvimento da habilidade EF01GE04. Desenhar a escola Leia o texto a seguir com atenção.
27/10/25 13:27
A seguir, em uma folha avulsa, faça um desenho bem bonito para representar a escola descrita nos versos que você leu.
A escola em que eu estudo É um lugar muito feliz. Todo dia, vamos juntos, Eu, a Cida e o Luis.
[…]
Com minha professora. Aprendo a ler [e] a contar. Brinco de faz de conta Sei escrever e pintar.
[…]
MUNIZ, Flávia. Minha escola é mais legal. Mensagens com Amor. Disponível em: https://www.mensa genscomamor.com/mensa gem/201804. Acesso em: 11 set. 2025.
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Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Vocês sabem o que é um aviso?
• Lembram-se de ter lido um aviso sobre algo importante? O que ele dizia?
• Em quais locais públicos normalmente há avisos que informam ou lembram algo importante? Em hospitais? Bibliotecas? Na escola?
• E, na sala de aula, vocês já viram algum aviso? Qual?
• Vamos ler o aviso da professora Mirela? Em seguida, sugere-se:
• Solicitar a leitura do aviso e promover uma conversa sobre ele: questionar se é um texto que costumam receber, se costumam escrever, se os familiares escrevem.
• Trabalhar a finalidade do gênero aviso e sua organização (nome do destinatário, mensagem, nome do emissor).
As atividades desta página possibilitam a articulação com Língua Portuguesa e o desenvolvimento da habilidade EF12LP04.
TEXTO DE APOIO
O gênero textual aviso O gênero textual aviso é muito utilizado no ambiente escolar com a finalidade de transmitir informações diversas. No aviso, geralmente o texto é breve e a linguagem clara. Sendo um texto expositivo informativo, o aviso procura comunicar, informar, sobre algo
AVISO É UMA MENSAGEM CURTA QUE INFORMA OU LEMBRA AS PESSOAS SOBRE UM ASSUNTO.

AVISO AOS ESTUDANTES DO PRIMEIRO ANO ANTES DE IR EMBORA, VEJA SE VOCÊ GUARDOU TODO O SEU MATERIAL ESCOLAR NA MOCHILA.
PROFESSORA MIRELA
1. QUEM ESCREVEU O AVISO?
Professora Mirela.
2. PARA QUEM O AVISO FOI ESCRITO?
X PARA OS ESTUDANTES DO PRIMEIRO ANO.
PARA TODOS OS ESTUDANTES.
3. O AVISO FOI ESCRITO PARA: AGRADECER. X LEMBRAR.
4. A PROFESSORA AVISOU OS ESTUDANTES PARA SE LEMBRAREM DE GUARDAR:

ou alguém aos membros da sociedade por onde ele circula. Na estrutura do gênero, observam-se algumas características quanto à linguagem e algumas apresentações mais formais do que outras.
Devido ao seu caráter informativo, é muito utilizado por todas as comunidades discursivas a exemplo do comércio, da indústria, do serviço público e da rede bancária, das universidades, dentre outros contextos de uso. Como assevera Bakhtin (2003, p. 279), “cada campo de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de

enunciados”. Dessa forma, o aviso que circula no comércio apresenta elementos distintos de um aviso em uma comunidade acadêmica.
SENAC Brasil. O uso do aplicativo WhatsApp como ferramenta de apoio ao ensino e à aprendizagem de Língua Portuguesa. Senac Brasil, [20--]. Disponível em: https://www.pe.senac.br/congresso/ anais/2022/pdfs/O%20uso%20do%20aplica tivo%20WhatsApp%20como%20ferramen ta%20de%20apoio%20ao%20ensino%20 e%20à%20aprendizagem%20de%20 Língua%20Portuguesa.pdf. Acesso em: 11 mar. 2025.
5. ONDE OS ESTUDANTES DEVEM GUARDAR O MATERIAL?


6. QUANDO OS ESTUDANTES DEVEM VERIFICAR SE GUARDARAM TODO O MATERIAL? NO INÍCIO DAS AULAS. X NO FINAL DAS AULAS.
AGORA, VAMOS ESCUTAR E FALAR SOBRE O AVISO DA PROFESSORA MIRELA. CADA UM DEVE FALAR DE MODO A SER OUVIDO PELOS COLEGAS E COM GESTOS ADEQUADOS.
• VOCÊ TEM CUIDADO DO SEU MATERIAL ESCOLAR? JÁ O ESQUECEU NA SALA DE AULA? SE SIM, CONTE AOS COLEGAS O QUE ACONTECEU.
• QUE DICA VOCÊ PODE DAR AOS COLEGAS PARA QUE SE LEMBREM DE GUARDAR O MATERIAL ESCOLAR AO FINAL DAS AULAS?
Respostas pessoais.
OS COLEGAS CONSEGUIRAM ESCUTAR O QUE EU DISSE?
PRONUNCIEI AS PALAVRAS CORRETAMENTE? FIZ GESTOS ADEQUADOS?
BNCC
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ENCAMINHAMENTO
Na seção Escutar e falar, oportunizar o momento para partilha de experiências pessoais sobre o uso dos materiais escolares. Se não houver tempo hábil para a participação de todos, propor o trabalho
incentivar a participação das crianças por meio de atividades como conversas, discussões, poesia, dramatizações, fantoches, leitura de histórias, entrevistas, músicas, reconto de histórias, trava-língua, debates, exposições orais, de forma a possibilitar que a criança se torne mais comunicativa e tenha uma interação maior com o grupo. [...]
A roda de conversa [...] deve ser uma estratégia rotineira [...] nas séries iniciais do Ensino Fundamental [...]. Na roda o professor consegue dispor várias situações de trabalho com a oralidade. A participação na roda permite que as crianças aprendam a olhar e a ouvir os colegas, trocando experiências e aprendendo as atitudes corretas de ouvinte e de falante. [...] o Referencial Curricular Nacional considera que a roda de conversa é o momento privilegiado de diálogo e intercâmbio de ideias.
em pequenos agrupamentos. Não deixe de promover o registro autoavaliativo, que é um importante instrumento de autorregulação, no caso, do tom de voz, da clareza das informações e da postura comunicativa.
A roda de conversa
O trabalho com a oralidade assume um importante papel no processo educativo. [...] O professor deverá [...]
Por meio desse exercício cotidiano as crianças podem ampliar suas capacidades comunicativas, como a fluência para falar, perguntar, expor suas ideias, dúvidas e descobertas, ampliar seu vocabulário e aprender a valorizar o grupo como instância de troca e aprendizagem [...].
CHAER, Mirella Ribeiro; GUIMARÃES, Edite da Glória Amorim. A importância da oralidade: educação infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental. Pergaminho – Revista do Centro Universitário de Patos de Minas, Patos de Minas, n. 3, p. 71-88, nov. 2012. p. 76. Disponível em: https://www2.ufjf.br/labor/ files/2018/06/PP-A -import%C3%A2ncia -da-oralidade-EI-e-S%C3%A 9ries-Iniciais-do-EF-CHAER -Mirella-Ribeiro.1.pdf. Acesso em: 11 set. 2025.
PORTUGUESA
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Vocês têm algum sonho?
• Qual?
• Conhecer um lugar?
Ter um animal de estimação? Ganhar uma festa de aniversário?
• Pois bem, vocês vão conhecer Malala, uma garota paquistanesa que sonhava em estudar e se tornar “doutora”. Será que o sonho dela se tornou realidade?
Na atividade 1, sugere-se que seja realizada uma roda de conversa, ou seja, um momento de descontração e liberdade, em que os estudantes se expressem. É interessante valorizar o momento de troca de ideias e exposição do pensamento dos estudantes. Nesse momento, eles podem ser organizados em círculo para facilitar o diálogo e a interação. Se o professor desejar, pode fazer o registro de algumas falas na lousa. É importante valorizar a contribuição dos estudantes. Além da troca de ideias e da interação, é uma atividade que envolve a reflexão, o raciocínio e a associação de ideias.
Na atividade 2 , sugere-se evidenciar que Malala vivia em uma sociedade em que as mulheres não possuíam os mesmos direitos que os homens, inclusive o de estudar.
A ESCOLA É UM IMPORTANTE LUGAR DE CONVIVÊNCIA NO NOSSO DIA A DIA. MAS EM ALGUNS LUGARES DO MUNDO, FREQUENTAR A ESCOLA NÃO É UM DIREITO GARANTIDO PARA TODAS AS CRIANÇAS.
1. VOCÊ CONHECE A MALALA? ELA É AUTORA DE VÁRIOS LIVROS. VEJA A CAPA DE UM DOS LIVROS DELA. Respostas pessoais.

ESTA É A CAPA DO LIVRO MALALA E SEU LÁPIS MÁGICO
• OBSERVE A CAPA DO LIVRO DE MALALA. PERCEBEU QUE ELA ESTÁ SEGURANDO UM LÁPIS MÁGICO? QUAIS MÁGICAS SERÁ QUE ESSE LÁPIS É CAPAZ DE FAZER?
2. NO LOCAL ONDE MALALA NASCEU, AS MENINAS NÃO PODIAM
FREQUENTAR A ESCOLA. CONVERSE COM OS COLEGAS E A PROFESSORA E ESCREVAM UM PEQUENO TEXTO COLETIVO CONTANDO SE VOCÊS ACHAM CERTO PROIBIR CRIANÇAS DE APRENDEREM E O PORQUÊ.
MALALA TINHA O SONHO DE ESTUDAR E LUTOU PARA ELA E AS OUTRAS MENINAS TEREM ESSE DIREITO EM SEU PAÍS, O PAQUISTÃO. POR SUA LUTA PELA EDUCAÇÃO, ELA RECEBEU O PRÊMIO NOBEL DA PAZ COM APENAS 17 ANOS.
3. NO DIA EM QUE MALALA GANHOU O PRÊMIO NOBEL DA PAZ, ELA DISSE:
UM LIVRO, UMA CANETA, UMA CRIANÇA E UM PROFESSOR PODEM MUDAR O MUNDO.

4. RODA DE CONVERSA. CONVERSEM, CRIEM E ESCREVAM UMA FRASE SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA NA VIDA DE VOCÊS.
Resposta pessoal.
| PARA O PROFESSOR
VÍDEO . MULHERES Fantásticas #1 | Malala Yousafzai. 2019. Vídeo (1min22s). Publicado pela TV Globo. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=aIUvH5b0A_8. Acesso em: 11 set. 2025.
ÁUDIO. MALALA e seu lápis mágico | Malala Yousafzai. 2024. Vídeo (7min10s). Publicado pelo canal Histórias da Tia Karlota. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=H7UkoGDhaAs. Acesso em: 11 set. 2025.
13:27
VÍDEO. QUEM é Malala? 2017. Vídeo (5min59s). Publicado pelo canal Fafá conta histórias. Disponível em: https:// youtu.be/Ai6Rpvyk8fM. Acesso em: 11 set. 2025.
| PARA O ESTUDANTE LIVRO . YOUSAFZAI, Malala; Ilustrações de Mariam Quraishi. Meu nome é Malala. Tradução de Lígia Azevedo. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2024.
• Comentar que, mesmo diante das dificuldades, Malala seguiu firme em seu propósito de estudar e sua força vinha do desejo de mudar o mundo.
• Informar que, em 2020, aos 22 anos, Malala se formou em Filosofia, Política e Economia pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

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ENCAMINHAMENTO
• Pedir aos estudantes que observem atentamente as imagens da página.
• Reiterar que vivemos em comunidade e, para que essa convivência seja harmoniosa, as regras precisam ser respeitadas.
• Perguntar: vocês já viram notícias sobre enchentes? Muitas vezes, o lixo descartado em locais inapropriados e de forma incorreta pode ocasioná-las.
• Outra situação: geralmente, na frente das escolas, há uma faixa de pedestres e placas com limite de velocidade para que os estudantes se locomovam com segurança. O que ocorreria se um motorista não respeitasse essas regras?
| PARA A FAMÍLIA
VÍDEO. O QUE descartar nos ecopontos de SP. 2016. Vídeo (3min1s). Publicado pelo canal SP
Cidade Gentil. Disponível em: https://www.you tube.com/watch?v=Sq 6DXNReIKg. Acesso em: 11 mar. 2025.
VÍDEO. COMO atravessar a rua – Eu amo aprender – Canções educacionais. 2016. Vídeo (2min40s). Publicado pelo canal
PlayKids Brasil. Disponível em: https://www.you tube.com/watch?v=ER -moO7AVEc. Acesso em: 11 mar. 2025.
TEXTO DE APOIO
Criança cidadã
Reflita sobre qual o papel de cada pessoa em casa, na escola e [na comunidade]. [...] [Na comunidade] [...]
NA COMUNIDADE TAMBÉM EXISTEM REGRAS QUE TODOS OS MEMBROS DEVEM RESPEITAR.
OBSERVE ESTAS IMAGENS.

NÃO PISAR NA GRAMA.
ATRAVESSAR NA FAIXA DE PEDESTRES.


• Só jogue lixo no lixo! Rua não é lixeira;
• Conheça os sinais de trânsito e respeite-os quando for brincar na rua ou atravessar a faixa de pedestre;
• Respeite e conserve os lugares públicos. Não pise na grama, não piche as paredes, nem estrague os telefones públicos, por exemplo. Alguns bens proporcionam comodidade e lazer a todos e devem ser preservados; [...]
Na escola [...]
• Respeite os seus educadores, colegas e funcionários;
• Cuide do espaço físico da escola (salas, pátio, auditório, biblioteca, quadras…) e
MANTER O AMBIENTE LIMPO.
dos bens materiais (carteiras, quadros, computadores…); [...]
Em casa;
• Pergunte a seus pais como pode ajudá-los em casa. [...];
• Tenha responsabilidade e cuidado com seus brinquedos, móveis, roupas, materiais escolares e com a limpeza e organização do seu quarto e da sua casa [...].
CÂMARA DOS DEPUTADOS. Criança cidadã. Plenarinho, 6 jan. 2017. Disponível em: https://plenarinho.leg.br/ index.php/2017/01/crianca-cidada/ Acesso em: 11 mar. 2025. Adaptado.
PRECISAMOS CUIDAR DO AMBIENTE E, PARA ISSO, TAMBÉM PRECISAMOS SEGUIR ALGUMAS REGRAS.
A IMAGEM A SEGUIR MOSTRA ALGUMAS ATITUDES FAVORÁVEIS AO AMBIENTE.
• RODA DE CONVERSA. IDENTIFIQUE NA IMAGEM ATITUDES FAVORÁVEIS AO AMBIENTE. DEPOIS, COM A AJUDA DA PROFESSORA, CONVERSE SOBRE ESSAS ATITUDES E DE QUE MANEIRA ELAS PODEM AJUDAR A CUIDAR DO AMBIENTE.

Espera-se que os estudantes identifiquem crianças plantando árvores; pessoa recolhendo fezes do seu animal de estimação; criança descartando resíduo na lixeira; pipoqueiro varrendo o chão.
Nesta atividade, propõem-se a análise e a reflexão sobre práticas de boa convivência com a natureza no ambiente escolar. Desenvolvimento da atividade:
Junto aos estudantes, explorar os espaços comuns da escola (pátio, refeitório, corredores, jardim, quadra) em busca de situações que demonstram cuidado com a natureza (por exemplo, regar plantas do jardim) e situações que poderiam ser
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melhoradas (por exemplo, papéis jogados no chão).
Realizar o registro das observações em um caderno (o registro pode ser feito pelo professor em uma folha de papel).
Reunir a turma para conversar sobre os resultados encontrados, de modo a propor ações que favoreçam o cuidado com a natureza no cotidiano escolar.
• EF01HI03
• EF01GE04 • EF01HI04
A temática deste tópico possibilita o trabalho com o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Meio ambiente e contribui para o desenvolvimento das competências específicas 5 e 8 de Ciências da Natureza.
Para iniciar a aula, sugere-se:
• Organizar a turma em roda de conversa e orientar a análise da imagem, destacando as ações representadas, como: o plantio de árvores; a recolha de dejetos de animais de estimação durante o passeio fora de casa; o descarte de resíduos na lixeira.
Na sequência, é possível fazer algumas perguntas que busquem relacionar a imagem ao cotidiano dos estudantes, tais como:
• Quais dessas ações você pratica (ou já praticou) no seu dia a dia?
• Qual é a importância de realizar essas ações?
• Que outras ações podem ser feitas para ter uma boa convivência com a natureza?
Como finalização, sugere-se:
• Promover uma reflexão sobre a importância dos cuidados com a natureza, tanto para sua proteção quanto para a boa convivência no espaço comum.
• Pedir aos estudantes que façam um desenho que represente o assunto discutido.
• Construir coletivamente um mural na sala de aula com os desenhos dos estudantes.
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01CI01
• EF01GE04
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com esta página pode ser feito da seguinte maneira:
• Apresentar, de forma simples, o conceito de reciclagem, explicando que se trata do processo de transformar materiais usados em novos produtos. Destacar que, para que isso aconteça, é necessário separar corretamente os resíduos, que serão coletados e enviados para locais apropriados, como cooperativas ou usinas de reciclagem.
• Enfatizar o papel de cada pessoa nesse processo, reforçando que a separação correta dos resíduos é uma responsabilidade de todos. Explique que cada cidadão pode colaborar descartando os materiais recicláveis de maneira adequada, garantindo que estejam limpos, secos e livres de contaminações, o que facilita o reaproveitamento.
• Conduzir um momento de reflexão coletiva sobre como a reciclagem ajuda a cuidar da natureza, ao reduzir a quantidade de resíduos gerados e diminuir o uso de recursos naturais que seriam utilizados na produção de novos materiais.
Destaca-se que o termo “lixo” foi utilizado em alguns momentos em
CUIDAR DO AMBIENTE TAMBÉM É DAR O DESTINO CORRETO A TUDO QUE DESCARTAMOS. UMA MANEIRA DE FAZER ISSO É IDENTIFICAR OS MATERIAIS RECICLÁVEIS, COMO O PAPEL, O VIDRO, O METAL E O PLÁSTICO.
A RECICLAGEM ACONTECE
QUANDO UM MATERIAL UTILIZADO É TRANSFORMADO PARA SER USADO NOVAMENTE. ALGUNS TIPOS DE PAPEL E PLÁSTICO PODEM SER TRANSFORMADOS EM NOVOS OBJETOS.

OS MATERIAIS ORGÂNICOS, COMO PARTES DE PLANTAS, CASCA DE OVO E RESTOS DE COMIDA, NÃO DEVEM SER DESCARTADOS MISTURADOS COM OS MATERIAIS RECICLÁVEIS.
respeito à faixa etária dos estudantes, por ser mais familiar e de fácil compreensão. No entanto, é importante explicar que esse termo costuma se referir àquilo que não tem mais serventia para uma pessoa e foi, então, descartado. Quando há possibilidade de reaproveitamento, o termo mais adequado é “resíduos sólidos”, que podem ser classificados em:
• Recicláveis, que podem ser transformados em novos produtos, como papel, plástico, vidro e metal;
• Orgânicos, que incluem restos de alimentos, cascas de frutas e folhas, e que podem ser reaproveitados na compostagem, gerando adubo para plantas.
Além deles, existem materiais que não apresentam possibilidade de reaproveitamento ou reciclagem, como fraldas descartáveis e papel higiênico usado. Estes são classificados como rejeitos.
LIXEIRAS PARA COLETA DE MATERIAIS RECICLÁVEIS
PARA FACILITAR A COLETA DE MATERIAIS RECICLÁVEIS
EXISTEM ALGUMAS LIXEIRAS COLORIDAS E COM O SÍMBOLO QUE VOCÊ CONHECEU NA PÁGINA ANTERIOR. CADA COR INDICA UM TIPO DE MATERIAL QUE DEVE SER DESCARTADO.
ATIVIDADES
1. COMPLETE AS PALAVRAS E DESCUBRA O NOME DOS MATERIAIS QUE DEVEM SER JOGADOS EM CADA LIXEIRA.

P A P E L M E T A L P L Á S T I C O O R G Â N I C O
2. RODA DE CONVERSA. SOB ORIENTAÇÃO DA PROFESSORA, CONVERSEM SOBRE A IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM E DO USO DE LIXEIRAS PRÓPRIAS PARA ISSO. AO FINAL DA CONVERSA, ELABOREM UM CARTAZ DA TURMA SOBRE O ASSUNTO.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam a importância da reciclagem como atitude responsável com o ambiente e mencionem a importância das lixeiras no processo de separação, coleta e envio dos materiais reciclados para os lugares adequados.
BNCC
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01CI01
• EF01GE04
A temática da página colabora para o desenvolvimento da competência específica 4 de Ciências da Natureza ao avaliar implicações socioambientais na proposição de alternativas aos desafios do mundo atual. Também possibilita o trabalho do Tema Contemporâneo Transversal
(TCT) Meio ambiente e a mobilização da habilidade EF01CI01 , relacionada ao modo como diferentes materiais são descartados.
Ao iniciar a aula, sugere-se:
• Promover uma reflexão sobre a importância de descartar os resíduos em lixeiras, e não no chão, evitando o mau cheiro e a poluição do ambiente.
• Se considerar oportuno, explicar que o acúmulo de resíduos no ambiente
pode favorecer a proliferação de animais que transmitem doenças às pessoas, como os mosquitos. Destacar, por exemplo, a dengue, cujo mosquito transmissor se reproduz em recipientes que acumulam água parada.
Na sequência, sugere-se:
• Orientar a análise da imagem, explicando o significado das cores das lixeiras.
• Exemplificar resíduos produzidos no cotidiano escolar (por exemplo: papéis usados, embalagens plásticas, restos de lanche, folhas secas, entre outros), destacando em qual das lixeiras eles podem ser descartados.
• Alertar os estudantes sobre o descarte de vidro, explicando que esse material, quando quebrado, pode apresentar partes cortantes ou perfurantes, oferecendo risco de acidentes. Destacar que o vidro nunca deve ser descartado solto, pois pode machucar as pessoas que recolhem ou manipulam o lixo. Orientar que o vidro seja embrulhado em papel grosso ou papelão, ou acondicionado em caixas bem fechadas.
Ao final da roda de conversa, propõe-se a construção de um cartaz, o que colabora para o desenvolvimento da competência específica 6 de Ciências da Natureza.
BNCC
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01CI01
• EF01GE04
Nesta atividade, propõe-se a produção de papel reciclado, permitindo aos estudantes compreender, de maneira prática, como é possível reaproveitar materiais que seriam descartados.
Materiais:
• Papéis usados (jornais, folhas de caderno, rascunhos);
• Bacia com água;
• Liquidificador;
• Peneira ou moldura com tela;
• Colher ou espátula;
• Panos ou jornais para a secagem.
Procedimentos:
De modo geral, os procedimentos envolvem rasgar o papel, bater a mistura de papel e água no liquidificador, espalhar a polpa na peneira e secar a nova folha. Sugere-se seguir o passo a passo indicado no vídeo tutorial disponível em: https://www. youtube.com/watch?v= FfD8MrA3d7o (acesso em: 23 set. 2025).
Destaca-se que a manipulação do liquidificador deve ser feita apenas pelo professor, de modo a garantir a segurança dos estudantes.
Ao final, sugere-se utilizar as folhas produzidas em outras atividades na sala de aula.
Atividades para reflexão:
• Por que é importante reciclar materiais?
• Como você pode ajudar nesse processo?

Vermelho (plástico): sacola de plástico, garrafa de água, embalagem de produto de limpeza. Azul (papel): folhas de papel usadas, caixa de papelão. Amarelo (metal): lata de alimento, lata de bebida. Verde (vidro): copo, garrafa. Marrom (orgânico): casca de banana, maçã, casca de ovo.
LIVRO . BUCHWEITZ, Donaldo. As cores da reciclagem . São Paulo: Ciranda Cultural, 2022.

4. NUMERE AS REGRAS DE CONVIVÊNCIA DE ACORDO COM O AMBIENTE EM QUE ELAS OCORREM.



BNCC
• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01GE04
ENCAMINHAMENTO
• Orientar os estudantes no preenchimento da atividade.
• Promover uma leitura coletiva das palavras em destaquede forma que os estudantes respondam, ao mesmo tempo, a cada uma das opções.
• Debater as questões quando houver dúvidas.



Regras de cada ambiente
Copie no caderno as frases e complete-as com as palavras a seguir. cama • aprendemos convivência • pedestres
a) Escola é onde .
b) Ao acordar, devo arrumar a minha .
c) Escola é um lugar de .
d) Devo atravessar a rua na faixa de .
e) Qual das palavras que você escreveu tem menos letras?
f) Qual delas tem mais letras?
Respostas: a) aprendemos; b) cama; c) convivência; d) pedestres; e) cama; f) convivência.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. RANDO, Silvana. Bibo na escola. São Paulo: Brinque-Book, 2023.
É importante que os estudantes identifiquem que há diferenças entre os variados ambientes em que vivem (doméstico, escolar e comunitário), reconhecendo as especificidades dos hábitos e das regras que os regem. Essa abordagem favorece o desenvolvimento da habilidade EF01GE04.

• EF01HI03
• EF01HI04
• EF01GE04
Professor , pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Vocês conhecem as personagens dessa história em quadrinhos?
• Vocês sabem quem é o garoto que aparece em todos os quadrinhos?
• O que está acontecendo no quadrinho 1?
• E no quadrinho 2?
• E no quadrinho 3?
• Que sentimento esses quadrinhos provocam em vocês?
• Que mensagem o autor da história quis passar?
Em seguida, sugere-se:
• Pedir aos estudantes que observem atentamente os quadrinhos.
• Observar os quadrinhos individualmente, chamando a atenção dos estudantes para o cenário, os objetos e as personagens presentes em cada um deles.
• Pedir aos estudantes que atentem para as atitudes de Jeremias: o que ele está fazendo? Ele está triste? Feliz? Atento? Distraído?
• Solicitar aos estudantes que resumam em uma palavra as atitudes de Jeremias.
Sugerimos acatar todas as palavras ditas. Espera-se que eles digam solidariedade, gentileza, bondade, amor, entre outras.
• Relacionar o tema da história em quadrinhos ao cotidiano dos
A CONVIVÊNCIA NA COMUNIDADE DEPENDE NÃO SOMENTE DE CADA UM DE NÓS, MAS TAMBÉM DA UNIÃO DE TODOS. LEIA A HISTÓRIA A SEGUIR, UM EXEMPLO DE RESPONSABILIDADE COM A COMUNIDADE.

estudantes: vocês já realizaram atos de gentileza? Se sim, quais? Já presenciaram alguém fazendo? Vocês consideram importante ter atitudes como a de Jeremias? Por quê?
• Explore cada uma das imagens e as frases (nos balões) que correspondem a algumas delas.
A atividade de associação entre imagens e frases possibilita a articulação com Língua Portuguesa e contribui para o desenvolvimento da habilidade EF15LP04.
NO QUADRINHO 2?
Está jogando o lixo no cesto.
2. E NOS QUADRINHOS 4 E 6, O QUE ELE ESTÁ FAZENDO?
Está ajudando pessoas. Reforçar que, na cena 4, Jeremias está conduzindo uma criança que usa cadeira de rodas e, na cena 6, está ajudando uma idosa a atravessar a rua enquanto carrega a sacola dela.
3. AS SETE CENAS DA HISTÓRIA ACONTECEM EM QUAL ESPAÇO?
FAMILIAR.
ESCOLAR.
X COMUNITÁRIO.
4. PARA ONDE JEREMIAS ESTAVA INDO?
CASA.
X ESCOLA. PADARIA.
5. EM GRUPO, CONVERSEM, REFLITAM E PROPONHAM OUTRAS ATITUDES QUE DEMONSTREM RESPONSABILIDADE COM A COMUNIDADE. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes indiquem atitudes como respeitar as pessoas.
199
de solução para um mesmo problema e as consequências das escolhas em cada possibilidade. FERREIRA, Cleia da Silva; ROSA, Maria A. Lima Piai. Literatura infantil e a construção de valores morais. In: SEMANA DA EDUCAÇÃO, 16.; SIMPÓSIO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO, 6., 2015, Londrina. Anais […]. Londrina: UEL, 2015. p. 429-441. p. 431.
Dia mundial da gentileza
Reproduzir o curta-metragem Dia Mundial da Gentileza , produzido para o Programa de Voluntariado de Exchangers e divulgado pelo canal Portal Kairós.
BNCC
• EF01HI03 • EF01HI04 • EF01GE04
TEXTO DE APOIO
Diálogo e empatia no desenvolvimento da criança
A vida social é construída por interdependência. Principalmente numa sociedade complexa como a ocidental, não dá para pensar a vida social sem um sistema de cooperação e colaboração entre seus membros. Essas relações estão na base das regras sociais e morais. A partir do diálogo, das trocas
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de informações com outras crianças e com os adultos, a criança “inicia um processo de discussão em que busca a compreensão do pensamento do outro, ao mesmo tempo em que tenta se fazer compreender” [...] E para conseguir êxito nesta tentativa ela precisa deixar de lado seu egocentrismo e exercitar a capacidade de se pôr no lugar do outro. Ela precisa aprender a pensar a partir da perspectiva do outro. A partir dessa capacidade imaginativa, sua linguagem e pensamento vão se desenvolvendo cada vez mais, e a criança vai percebendo as diversas possibilidades
VÍDEO. DIA Mundial da Gentileza 2025. 2018. Vídeo (2min18s). Publicado pelo canal Portal Kairós. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=A6P Wu3EH7Xw. Acesso em: 11 mar. 2025. Após assistirem ao vídeo, pedir aos estudantes que desenhem uma atitude que eles consideram uma gentileza. Depois, expor esses desenhos em sala de aula e ouvir os estudantes sobre a exposição, perguntando, por exemplo, de quais desenhos eles gostaram mais e por quê. Produção pessoal.
MAIS UM PASSO
Professor, o trabalho com esta seção favorece a contextualização dos conteúdos estudados com o cotidiano da turma por meio de uma atividade prática.
A atividade visa potencializar e consolidar o aprendizado de que as famílias são diferentes.
Além de desenvolver as noções de memória, pertencimento e identidade, a atividade com álbum de família nos abre um leque de possibilidades para o trabalho em sala de aula. As fotografias relacionam-se diretamente às narrativas; nesse contexto, propõem-se alguns questionamentos: onde a fotografia foi tirada, quando, por quê, se existem objetos de outros tempos e de tempos atuais, exercitando, assim, a educação do olhar.
Os álbuns de fotografias de famílias são considerados patrimônios que, geralmente, passam de geração em geração e são revisitados de tempos em tempos.
Para a confecção do álbum, orientar os estudantes a utilizar tesoura com pontas arredondadas.
AS FOTOGRAFIAS SÃO
REGISTROS QUE AJUDAM A CONTAR A NOSSA HISTÓRIA E A HISTÓRIA DE NOSSA FAMÍLIA.
COM A PROFESSORA E OS COLEGAS, VOCÊ VAI MONTAR UM ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS COM AS FAMÍLIAS DA TURMA.
MATERIAL

FAMÍLIA DE PESSOAS DO POVO YANOMAMI VENDO ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS. BARCELOS, AMAZONAS, 2010.
• FOTOGRAFIAS DOS FAMILIARES QUE MORAM COM VOCÊ.
• PAPEL-CARTÃO PARA A CAPA DO ÁLBUM.
• FOLHAS DE PAPEL SULFITE.
• TESOURA COM PONTAS ARREDONDADAS.
• COLA.
• CANETINHAS COLORIDAS OU LÁPIS DE COR.
MODO DE FAZER
1. CADA ESTUDANTE VAI LEVAR FOTOGRAFIAS DA FAMÍLIA E PODERÁ FAZER ATÉ DUAS PÁGINAS DO ÁLBUM.
2. ESCREVA SEU NOME NA PARTE SUPERIOR DA FOLHA DE PAPEL SULFITE.
3. COLE AS FOTOGRAFIAS NA FOLHA DE PAPEL SULFITE.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . EU. 2000. Vídeo (4min8s). Publicado pelo canal Palavra Cantada Oficial. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=GBMQF JXaYLA&list=RDGBMQFJXaYLA&start_ radio=1. Acesso em: 25 out. 2025.
4. ESCREVA ABAIXO DA FOTOGRAFIA O NOME DOS FAMILIARES E O GRAU DE PARENTESCO COM VOCÊ. EXEMPLOS: IRMÃO ANTÔNIO; TIA LAURA; VÔ ARNALDO.
5. JUNTOS, ESCOLHAM O TÍTULO DO ÁLBUM.

6. A PROFESSORA VAI RECORTAR O PAPEL-CARTÃO PARA FAZER A CAPA E ESCREVER NELA O TÍTULO DO ÁLBUM.
1. COM O ÁLBUM PRONTO, APRESENTE AOS COLEGAS AS FOTOGRAFIAS DE SUA FAMÍLIA E COMPARTILHE UMA LEMBRANÇA VIVIDA COM OS FAMILIARES REPRESENTADOS.
2. IDENTIFIQUE AS SEMELHANÇAS E AS DIFERENÇAS ENTRE AS FAMÍLIAS.
1. COM BASE NAS IMAGENS E NAS HISTÓRIAS QUE VOCÊ
ESCUTOU, COMPARE:
• QUAIS FAMÍLIAS SÃO MAIORES? QUAIS SÃO MENORES?
• QUAIS TÊM MAIS PESSOAS IDOSAS? QUAIS TÊM MAIS CRIANÇAS?
2. QUAL DAS HISTÓRIAS QUE VOCÊ ESCUTOU FOI A MAIS DIVERTIDA?
3. ESCREVA UMA SEMELHANÇA E UMA DIFERENÇA QUE VOCÊ
OBSERVOU ENTRE A SUA FAMÍLIA E A FAMÍLIA DOS COLEGAS.
Resposta pessoal.
Os estudantes poderão mencionar a quantidade de pessoas, os graus de parentesco de quem vive na mesma casa, os hábitos, entre outras possibilidades. Aproveite a oportunidade para analisar o desenvolvimento dos estudantes na elaboração de textos, auxiliando-os sempre que necessário.
TEXTO DE APOIO
Uma caixa: muitas memórias!
Organizar ou rever álbuns de fotos antigas ou fotos digitais, como aquelas do celular, é uma boa oportunidade de revisitar o passado e relembrar momentos vividos que marcaram e fizeram parte da história, constituindo a identidade da família.
Em cada imagem há uma história que pode ser resgatada e compartilhada com os bebês, em casa, e com a família toda. Esta é uma maneira de aproximar e fortalecer os vínculos
familiares e de manter viva a história. [...]
Além de um álbum com fotos ou um livro do bebê, as memórias da família também podem ser guardadas de outra forma, como em uma caixa com objetos importantes, que marcaram um momento do bebê ou da família, por exemplo uma roupa, bicho de pelúcia, brinquedo, objetos que tenham sons, que guardam cheiros ou que remetam a sabores.
PREFEITURA DE GOIÂNIA. Secretaria Municipal de Educação. Uma caixa: mui-
VÍDEO. MINHA família. 2012. Vídeo (8min36s). Publicado pelo canal Quintal da Cultura. Disponível em: https:// youtu.be/1ZM5EUcv 2js. Acesso em: 25 out. 2025.
VÍDEO . QUANDO eu Crescer — Bumerangue (Part. Blubell). 2019. Vídeo (3min15s). Publicado pelo canal Renan Inquérito. Disponível em: https://www.you tube.com/watch?v=np TKl0B5sfk. Acesso em: 11 set. 2025.
tas memórias! Disponível em: https://sme.goiania. go.gov.br/conexaoescola/ educacao_infantil/uma -caixa-muitas-memorias/. Acesso em: 25 out. 2025.
BNCC
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Professor, as atividades da seção Retomando visam consolidar o conhecimento adquirido no trabalho com a unidade, com base em uma avaliação formativa, permitindo verificar a aprendizagem e a fixação dos conteúdos, bem como o desenvolvimento das habilidades sugeridas.
• Orientar a resolução das atividades.
• Atentar para dificuldades diante da resolução das atividades.
• Observar a progressão das aprendizagens da turma, verificando se o ritmo de desenvolvimento atendeu ao conjunto dos estudantes.
• Verificar quais estudantes tiveram mais dificuldade com o conteúdo da unidade, visando perceber as possíveis necessidades de recuperação de aprendizagens no desenvolvimento das habilidades sugeridas, para, assim, pensar em estratégias de remediação das lacunas e dificuldades.
ATIVIDADES
Leia a tirinha a seguir.
1 LEIA COM ATENÇÃO.
CADA FAMÍLIA É DE UM JEITO. ÀS VEZES, UM CASAL SE SEPARA, [...] ÀS VEZES, O AVÔ OU A AVÓ MORAM JUNTOS COM
OS FILHOS; TEM GENTE QUE TEM MUITOS FILHOS, COMO A FAMÍLIA DO CATAPIMBA; OS PAIS DELE TÊM TRÊS FILHOS [...].
A FAMÍLIA DO CALOCA É DIFERENTE: O PAI E A MÃE SÃO
SEPARADOS: O PAI MORA EM OUTRA CIDADE E O CALOCA NÃO TEM IRMÃOS [...].
RUTH ROCHA. A FAMÍLIA DE MARCELO. SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2009. P. 6-8.
A) AS FAMÍLIAS DE CATAPIMBA E CALOCA SÃO:
PARECIDAS UMA COM A OUTRA.
X DIFERENTES UMA DA OUTRA.
B) QUAL DAS FAMÍLIAS REPRESENTADAS NAS IMAGENS SE PARECE MAIS COM A FAMÍLIA DE CATAPIMBA?


C) ESCREVA UM TÍTULO PARA O TEXTO.
Resposta pessoal. Os estudantes poderão sugerir títulos que indiquem que cada família é única ou que cada família é de um jeito.

a) O que Armandinho está fazendo no quadrinho 1?
[ x ] Lendo em voz alta.
[ ] Olhando para o sapinho.
b) O que Armandinho quis dizer com “meu lar é onde minha família está”?
[ ] Minha família está em todo lugar.
[ x ] Minha família é meu lar.
2 LEIA A TIRINHA. DEPOIS, ASSINALE A RESPOSTA CORRETA.

A) A FAMÍLIA DA MÔNICA LAVA O QUINTAL COM ÁGUA:
X JÁ USADA. DA TORNEIRA.
B) A FAMÍLIA DA MÔNICA LAVA A LOUÇA:
UM POUCO DE CADA VEZ. X DE UMA ÚNICA VEZ.
C) ECONOMIZAR ÁGUA EM CASA É BOM: APENAS PARA A FAMÍLIA.
X PARA TODA A COMUNIDADE.
D) COMPLETE A FRASE.
MÔNICA ESTÁ GUARDANDO A LOUÇA. GUARDAR A
LOUÇA É: C O L A B O R A R .
3 COMPLETE AS FRASES A SEGUIR.
A) O PRIMEIRO GRUPO SOCIAL COM O QUAL CONVIVEMOS É A .
BNCC
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• EF01GE04
ENCAMINHAMENTO
Ao realizar a atividade 2 sugere-se:
• Promover uma contextualização inicial, destacando a importância da água para as pessoas (consumo, higiene pessoal, cuidados com a casa, etc.).
• Realizar a leitura da tirinha em conjunto com a turma e auxiliar na resolução das atividades. Aproveitar a oportunidade para:
• Discutir formas de economizar água em casa e na escola, como fechar a torneira enquanto escova os dentes, tomar banhos mais curtos, reaproveitar a água da chuva para lavar as calçadas ou os veículos (outras podem ser encontradas no Texto de apoio).
B) O LUGAR ONDE APRENDEMOS A NOS RELACIONAR COM COLEGAS, FUNCIONÁRIOS E PROFESSORES É A
escola
• Propor a construção de um cartaz que exemplifique uma dessas ações. Os estudantes podem fazer desenhos ou colagens.
A água é um recurso fundamental para a sobrevivência do ser humano. Ainda que 70% do planeta Terra seja coberto por água, apenas 1% desse volume é considerado potável. [...]
Abaixo você confere [...] dicas para um consumo consciente da água:
1- Deixe a torneira fechada ao escovar os dentes, fazer a barba e ao passar sabão na louça. [...]
2- Priorize banhos curtos. Cinco minutos são suficientes para fazer a limpeza do corpo e, enquanto você passa sabonete, o registro deve ser fechado. [...]
comunidade
C) TODOS NÓS VIVEMOS EM UMA .
203
3- Evite duchas de alta pressão. Elas possuem uma vazão grande, de 20/30 litros por minuto. [...]
4- Organize a louça antes de lavá-la. Utilize uma bacia para deixar os utensílios de molho, para amolecer a sujeira, lave toda a louça e enxágue tudo de uma única vez. [...]
5- Espere juntar uma quantidade de roupas suficiente para lavar. [...]
6- No jardim, evite regar as plantas nos horários de sol forte. Regar o gramado ou o jardim antes das 10 horas da manhã e depois das 7 horas da noite previne o excesso de evaporação. [...]
• Expor o cartaz na escola, destacando a importância de economizar água no cotidiano.
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7 - Use a vassoura para limpar o quintal, a calçada ou as áreas comuns de prédios e empresas [...].
8 - Use um balde e um pano para limpar o carro. [...]
DEPARTAMENTO NACIONAL de Obras Contra as Secas. Consumo consciente da água é base para um futuro sustentável. Gov.br, 13 jan. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/ dnocs/pt-br/assuntos/noticias/ consumo-consciente-da-agua-e -base-para-um-futuro-sustentavel. Acesso em: 23 set. 2025.
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TEXTO DE APOIO
Primeiras experiências de socialização
Até começarem a frequentar instituições escolares, geralmente por volta dos 3 anos de idade, muitas crianças têm um convívio muito limitado com outras.
Principalmente se compararmos com o que acontecia há décadas atrás, pois a queda da taxa de natalidade diminuiu o número de irmãos e primos. Esse fato reforça o papel e importância da escola como um espaço de convivência e interação social.
Mas como se dá o encontro da criança com o mundo para além do que lhe foi apresentado em casa e qual o papel do professor nesse processo?
Antes de tudo, a primeira tarefa dos educadores é entender que as crianças têm modos próprios, válidos e interessantes de se relacionar entre si e perceber a beleza dos momentos de interação entre elas.
“Os adultos precisam se convencer de que crianças já são pessoas, não que serão apenas no futuro”, explica a professora Maria Letícia Barros Pedroso, coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa Sociologia da Infância e Educação Infantil da Universidade de São Paulo.
BERNARDO, Nairim. Socialização na Educação infantil: o que acontece quando uma criança encontra a outra. Nova Escola, 21 maio 2019. Disponível em: https://novaescola.org. br/conteudo/17447/ socializacao-na-educacao -infantil-o-que-acontece -quando-uma-crianca -encontra-a-outra. Acesso em: 25 out. 2025.
4 COMPLETE A FRASE COM AS PALAVRAS DOS QUADROS.
COMUNIDADE CRIANÇA FAMÍLIA
CADA criança É ÚNICA, E SUA HISTÓRIA
ESTÁ LIGADA À DE SUA família E À DE SUA
comunidade .
5 OBSERVE AS IMAGENS COM ATENÇÃO.


• MARQUE UM X NAS RESPOSTAS CORRETAS. ESSAS PALAVRAS DEVEM SER USADAS:
X NO ESPAÇO FAMILIAR.
X NO ESPAÇO ESCOLAR.
X NO ESPAÇO COMUNITÁRIO.
1. ARRUMAR A CAMA.
2. JOGAR O LIXO NO CESTO.
3. ORGANIZAR OS BRINQUEDOS.
4. LEVANTAR A MÃO ANTES DE FALAR.
5. DIZER “BOM DIA”, “BOA TARDE” OU “BOA NOITE”.
6. ATRAVESSAR NA FAIXA DE PEDESTRE.
7. CUIDAR DO MATERIAL ESCOLAR.
8. APAGAR A LUZ AO SAIR DE UM ESPAÇO.
9. ESCUTAR A PROFESSORA COM ATENÇÃO.
BNCC
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ENCAMINHAMENTO
• Orientar os estudantes no preenchimento do quadro.
• Promover uma leitura coletiva dos tópicos de forma que os estudantes respondam, ao mesmo tempo, a cada uma das opções.
• Debater as questões quando houver dúvidas. É importante que os estudantes identifiquem que há diferenças entre os variados ambientes em que vivem (doméstico, escolar e comunitário), reconhecendo as especificidades dos hábitos e das regras que os regem.
A abordagem dos conteúdos e atividades desta unidade incentiva os estudantes a conhecer histórias e características de diferentes tipos de escola e moradia, reconhecendo sua organização e seus espaços. Ao tratar das moradias, exploram-se sua função como abrigo e proteção, inclusive diante das variações do tempo atmosférico, os materiais utilizados em sua construção e os profissionais envolvidos. São introduzidas as condições que influenciam o tempo atmosférico e suas relações com a alimentação, as vestimentas e as atividades cotidianas. Por fim, ao abordar as mudanças ao longo do dia, destacam-se os períodos da manhã, tarde e noite e as diferentes atividades realizadas por pessoas e outros seres vivos nesses momentos. Essa sequência permite ampliar a compreensão sobre os lugares e os ritmos que compõem o cotidiano dos estudantes. Os pré-requisitos para a realização plena dessas atividades e o atingimento dos objetivos pedagógicos são:
• o desenvolvimento do bloco conceitual semelhanças e diferenças, que buscamos fazer tendo como base diferentes escolas, moradias e rotinas.
• o engajamento dos estudantes no processo de alfabetização iniciado na Educação Infantil por meio de atividades específicas, em especial as da seção Dialogando com Língua Portuguesa

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• Competências gerais da educação básica: 4 e 7.
• Descrever os lugares de vivência: moradia, escola, entre outros.
• Trabalhar o bloco conceitual semelhanças e diferenças tendo como objeto de estudo os lugares de vivência dos estudantes.
• Evidenciar a importância da escola na vida de uma criança.
• Identificar mudanças e permanências nas formas de organização no ambiente escolar.

• OBSERVE A IMAGEM COM ATENÇÃO.
A) EM QUE LUGAR AS CRIANÇAS ESTÃO?
B) COMO VOCÊ DESCOBRIU ISSO?
C) A ENTRADA DE SUA ESCOLA SE PARECE COM ESSA?
As crianças estão no pátio de uma escola. Resposta pessoal.
b) Resposta pessoal. Algumas possíveis justificativas dadas pelos estudantes são: na imagem podem-se ver um porteiro do lado esquerdo, uma menina com mochila se despedindo da mãe, um pai entrando de mãos dadas com o filho.
• Conhecer os diferentes tipos de moradias.
• Reconhecer os períodos de um dia: manhã, tarde e noite, e descrever atividades humanas realizadas em cada um deles.
• Identificar atividades de diferentes seres vivos (como animais e plantas) realizadas durante o dia e durante a noite.
• Apresentar as diferentes formas de trabalho desempenhadas pelas pessoas da comunidade.
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• Evidenciar o fato de que todo tipo de trabalho deve ser feito com responsabilidade, respeitando-se o meio ambiente.
• Incentivar o consumo consciente.
• Explicar como a sociedade pode colaborar para a conservação do meio ambiente.
Pode-se iniciar uma sensibilização chamando a atenção para o papel da escola em nossas vidas e perguntando:
• O que é a escola para você?
• Qual é a importância dela na sua vida?
• Você se lembra de algo que aprendeu este ano e que foi importante no seu dia a dia?
A escola, assim como o ambiente familiar, é um importante espaço de socialização da criança. É onde ela vai conviver e trocar sensações, experiências e conhecimentos com outras pessoas da sua idade, em um ambiente voltado à aprendizagem permanente.
Pode-se iniciar uma aula dialogada perguntando:
• Já conheceram ou viram na televisão uma escola indígena?
Em seguida, sugere-se:
• Estimular as crianças a se deterem na primeira imagem, destacando que o professor é um indígena lecionando crianças indígenas.
• Na segunda imagem, chamar atenção para a vista externa da escola, pedindo que se atentem ao seu formato circular.
• Comentar que as escolas indígenas contribuem para o fortalecimento da identidade desses povos, já que, nelas, além da língua, os estudantes aprendem saberes e técnicas de seus povos. Em 1999, o MEC estabeleceu o ensino bilíngue da história e da ciência dos povos indígenas.
PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . ESCOLA indígena valoriza costumes com ensino da língua tradicional. 2022. Vídeo (2min54s). Publicado pelo canal Fundação Nacional dos Povos Indígenas (oficial). Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=dRGm9YTlUxs. Acesso em: 11 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
ESTUDAR É UM DIREITO DE TODA CRIANÇA. HÁ PELO BRASIL DIFERENTES TIPOS DE ESCOLA. VAMOS CONHECER ALGUNS?
NAS ESCOLAS INDÍGENAS, OS ESTUDANTES APRENDEM MATÉRIAS COMUNS A TODAS AS ESCOLAS DO BRASIL, ALÉM DE ESTUDAR A HISTÓRIA E OS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS DO POVO DELES.
OBSERVANDO OS ADULTOS E ESCUTANDO OS MAIS VELHOS, ELES APRENDEM, POR EXEMPLO, COMO CURAR UMA FERIDA, PESCAR, CAÇAR E COZINHAR. APRENDEM TAMBÉM AS LENDAS E AS CANÇÕES DA COMUNIDADE.
EM RELAÇÃO À LÍNGUA, ELES APRENDEM NÃO APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA, MAS TAMBÉM A LÍNGUA DE SEU POVO.
BAHIA, 2024.

PROFESSOR KAYAPÓ LECIONA EM SUA LÍNGUA. SÃO FÉLIX DO XINGU, PARÁ, 2016.

to, vatapá, maniçoba, carne na chapa, tacacá, galinha caipira e até bolo de macaxeira.
A palavra Oiapoque, quer dizer “rio da cobra grande” [...]
Adoro minha escola. Principalmente a biblioteca. Lá tem livros que eu amo. Um deles é de fotos da floresta. Fico besta com aquele tanto de verde e de rios bonitos. As fotos me fazem sonhar. Nossa escola tem uma mistura muito legal de gente. Tem criança indígena, cubana, haitiana, venezuelana… e todo mundo se entende bem.
[...] tem uma merenda deliciosa: riso-
Meu nome é Keicy. Vivo no Oiapoque, a última cidade no Norte do Brasil. Aqui é onde pessoas de muitos lugares diferentes se encontram. A gente escuta muitas línguas sendo faladas na rua: francês, espanhol, criolo, além das línguas maternas, Arawak e Karib.
ALCÂNTARA, Araquém. Amazônia das crianças. São Paulo: TerraBrasil, 2023.
ATIVIDADES
• LEIA UM TRECHO DO POEMA A SEGUIR.
UKATANA, A GRANDE ESCOLA
NA ALDEIA A EDUCAÇÃO
É UM ATO SIMPLES DE SER
SE APRENDE COM O ANCIÃO
QUE A VIDA É UM BEM VIVER [...]
PEGAR PEIXE DE ANZOL VENDO A ÁGUA SE AGITAR
APRENDER O ABC DA NATUREZA PARA CUIDAR, AMAR E CONSERVAR. [...]

MÁRCIA WAYNA KAMBEBA. UKATANA, A GRANDE ESCOLA. RECANTO DAS LETRAS, 2020. DISPONÍVEL EM: https://www.recantodasletras.com.br/poesias-de-natureza/7055812.
ACESSO EM: 26 AGO. 2025.
A) PESQUISE O SIGNIFICADO DA PALAVRA ANCIÃO E ESCREVA-O A SEGUIR.
Pessoa idosa, aquela que tem idade avançada.
B) NA ALDEIA, QUEM ENSINA QUE “A VIDA É UM BEM VIVER”?
X OS ANCIÕES. OS JOVENS.
C) ENTRE OS INDÍGENAS, AS CRIANÇAS APRENDEM COM OS MAIS VELHOS:
Comentar que as crianças indígenas aprendem a pescar pescando, a caçar caçando e a cozinhar cozinhando.
X A PESCAR. A PILOTAR.
D) OS MAIS VELHOS ENSINAM AS CRIANÇAS INDÍGENAS A CUIDAR, AMAR E CONSERVAR A: LÍNGUA PORTUGUESA. X NATUREZA.
BNCC
• EF01HI04 • EF01HI06 • EF01GE01
ENCAMINHAMENTO
Pode-se começar o trabalho com essa página lendo o texto em voz alta e incentivando os estudantes a interpretar cada uma das estrofes.
• Na primeira estrofe, destacar o papel relevante do ancião entre os povos originários.
• Na segunda, apontar uma característica marcante dos povos indígenas, qual seja, o respeito à natureza.
Disponível em: https:// educacaointegral.org. br/reportagens/edu cacao-indigena-olhar -integral-para-os-sa beres-tradicionais-e-do -territorio. Acesso em: 11 out. 2025.
Texto sobre a educação escolar indígena, com exemplos de como isso ocorre em diferentes cidades do Brasil.
TEXTO. OS PRINCÍPIOS e as particularidades das escolas indígenas brasileiras. Laboratório de Educação, 19 abr. 2019. Disponível em: https:// labedu.org.br/principios -particularidades-esco las-indigenas-brasileiras. Acesso em: 11 out. 2025. Texto que explica o que é a educação indígena e como se dá a aplicação da BNCC em várias regiões do Brasil.
| PARA O ESTUDANTE VÍDEO . MUNDO Munduruku. 2023. Vídeo (4min24s). Publicado pelo canal Quanta Cultura. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=7Me0A 2zODZ4. Acesso em: 11 out. 2025.
1. No nosso país, temos diferentes tipos de escola.
a) Na escola indígena, as crianças aprendem: ( ) somente a língua portuguesa.
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Vale notar que, não por acaso, imagens recentes de satélite comprovam que muitas das áreas mais conservadas do Brasil são habitadas pelos povos originários.
|
TEXTO. MATUOKA, Ingrid. Educação escolar indígena: olhar integral para os saberes tradicionais e do território. Centro de Referências em Educação Integral, 20 ago. 2018.
( ) somente a língua indígena de seu povo. ( x ) a língua portuguesa e a língua indígena de seu povo.
b) Na escola indígena, as crianças estudam: ( x ) matérias comuns a outras escolas.
( x ) história e conhecimento do seu povo. ( ) somente como caçar e pescar.
PORTUGUESA
O trabalho com a dupla de páginas mobiliza os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) Meio ambiente e Multiculturalismo
Nesta página, a intenção é apresentar uma líder indígena às crianças a que esta obra se destina.
Levá-las a escutar uma voz indígena, facilitando a elas a percepção de que temos coisas importantes a aprender com a visão de mundo e os saberes ancestrais de uma líder indígena que se destaca na luta em defesa da floresta.
Ler o que essa líder diz sobre si mesma:
[...] eu sou Maria Helena Gavião, território Governador. E Maria Helena Gavião é uma guerreira também que já nasceu nessa luta, nessa batalha, e a gente vem nessa luta há tanto tempo que a gente está, assim, mulher indígena está dentro dessa luta juntamente com os homens, então a gente já se define como mulher guerreira e resistente, e é isso que a gente é, Maria Helena é dessa forma.
MOREIRA, Nádia Xavier. Entrevista com Edilena Krakati e Maria Helena Gavião. Disponível em: https://www.maxwell.vrac. puc-rio.br/63665/63665.PDF.
Acesso em: 17 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
“As florestas precisam das pessoas, assim como as pessoas precisam das florestas”. Essa é a síntese de novo estudo do Instituto Socioambiental (ISA), que comprova com dados o papel fundamental de Povos Indígenas e Tradicionais como guardiões das florestas do Brasil.
MARIA HELENA GAVIÃO É UMA MULHER INDÍGENA DO POVO GAVIÃO. ELA VIVE NA TERRA INDÍGENA GOVERNADOR, NO ESTADO DO MARANHÃO.
JUNTO DE OUTRAS
MULHERES INDÍGENAS, MARIA
HELENA BUSCA DEFENDER A FLORESTA. NO TEXTO A SEGUIR, ELA CONTA COMO SE SENTE QUANDO ESTÁ NA FLORESTA.

A GENTE SENTE A ENERGIA DA MATA, DA FLORESTA. É MUITO FORTE E MUITO BOM. POR ISSO QUE A GENTE TEM QUE PRESERVAR. SEM ESSE CONHECIMENTO A GENTE NÃO VIVE. E ISSO É PASSADO DE GERAÇÃO PRA GERAÇÃO. SEM FLORESTA, A GENTE NÃO TEM VIDA. É NOSSA CASA, NOSSA HISTÓRIA, NOSSA ORIGEM… TUDO DEPENDE DA FLORESTA! [...] SEM ÁGUA, COMO VAMOS VIVER? E O QUE É MAIS VITAL , TÁ TUDO SENDO AMEAÇADO, DESTRUÍDO, TODO DIA.
PATRÍCIA BONILHA. MULHERES INDÍGENAS DEBATEM MUDANÇAS CLIMÁTICAS PARA GARANTIR PROTEÇÃO TERRITORIAL. GREENPEACE, 21 JUN. 2019. DISPONÍVEL EM: https://www.greenpeace. org/brasil/blog/mulheres-indigenas-debatem-mudancas-climaticas-para-garantir-protecao-territorial/. ACESSO EM: 2 SET. 2025.
VITAL: QUE SE RELACIONA COM A VIDA; QUE É MUITO IMPORTANTE.
Os resultados mostram que os Povos Indígenas e Tradicionais são responsáveis, juntos, pela proteção de um terço das florestas no Brasil. Nos últimos 35 anos, somente as Terras Indígenas protegeram 20% do total de florestas nacionais. [...]
Atualmente, 40,5% das florestas brasileiras estão protegidas no sistema nacional de áreas protegidas, que engloba Terras Indígenas, Territórios Quilombolas e Unidades de Conservação. No entanto, as áreas protegidas com presença de Povos Indígenas e populações tradicionais – Terras
Indígenas, Territórios Quilombolas, Reservas Extrativistas e Reservas de Desenvolvimento Sustentável – protegem um terço, cerca de 30,5% das florestas no Brasil. ARAGÃO, Tainá. Estudo comprova que Povos Indígenas e Tradicionais são essenciais para a preservação das florestas. Instituto Socioambiental, 9 ago. 2022. Disponível em: https://www.socioambiental.org/noticias -socioambientais/estudo-comprova-que -povos-indigenas-e-tradicionais-sao -essenciais-para. Acesso em: 17 out. 2025.
1. DE ACORDO COM O TEXTO, O QUE É IMPORTANTE PARA A VIDA DE TODOS? MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.
A CIDADE. X A FLORESTA. A FAZENDA.
2. PARA A AUTORA DO TEXTO, POR QUE PRECISAMOS CUIDAR DA FLORESTA?
PORQUE ELA É BONITA.
PORQUE ELA É GRANDE.
X PORQUE SEM ELA NÃO TEMOS VIDA.
3. NO TEXTO, LEMOS AS PALAVRAS AMEAÇADO E DESTRUÍDO. O QUE O SOM DESSAS DUAS PALAVRAS TEM EM COMUM?
As duas palavras terminam com a sílaba “do”.
4. RELEIA O TRECHO A SEGUIR:
MARIA HELENA DIZ QUE A FLORESTA “É NOSSA CASA, NOSSA HISTÓRIA, NOSSA ORIGEM…”.
VOCÊ NOTOU QUE AO FINAL DESSA FRASE TEM “TRÊS PONTINHOS”? PARA QUE SERVE ESSE SINAL?
Nesta frase, as reticências indicam que a personagem (Maria Helena) tinha mais coisas a dizer sobre a floresta.
1. O texto a seguir é um exemplo de fonte escrita. Leia e faça o que se pede.
Kabá Darebu
Meu nome é Kabá Darebu.
Tenho 7 anos e sou do povo Munduruku. Meu povo vive na Floresta Amazônica e gosta muito da natureza.
Meu avô me disse que ela é a nossa grande mãe. [...]
Meu povo vive em casas feitas de barro, cobertas com folhas de palmeiras.
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É gostoso morar nesta casa porque de dia fica bem ventilada e à noite ela é bem fresquinha.
Na nossa língua nós a chamamos UKA’A.
Assim é minha casa... [...]
Quando existe um monte de casas juntas nós chamamos de aldeia.
Assim é minha aldeia...
Perto da aldeia tem sempre um rio onde a gente brinca.
Mamãe está sempre comigo: Brincando, trabalhando na roça. [...]
E quando papai chega da caça ou da pesca, eu corro logo para o colo dele... [...]
Enquanto isso mamãe tá fazendo a comida. Às vezes, papai consegue caçar bastante coisa: macaco, tatu, cutia, paca e capivara. [...]
MUNDURUKU, Daniel. Kabá Darebu. São Paulo: Brinque-Book, 2002. p. 3.
a) Como é o nome do povo do menino Kabá e onde ele vive?
b) Como o avô do menino Kabá vê a Floresta Amazônica?
c) O povo de Kabá fala a mesma língua que a gente?
d) Que trabalhos a mamãe de Kabá faz e quais são feitos pelo papai?
Respostas:
a) O nome do povo é Munduruku e ele vive na Floresta Amazônica.
b) Ele a vê como uma “grande mãe”.
c) N ão; ele fala outra língua.
d) A mamãe trabalha na roça e faz comida; o papai caça e pesca.
2. Na nossa sociedade também é assim: alguns trabalhos são feitos somente por homens e outros somente por mulheres?
Resposta: Não; em nossa sociedade, as mulheres podem fazer os trabalhos feitos tradicionalmente por homens. Professor , comentar que hoje há mulheres que pilotam aviões, ocupam posto de general, dirigem caminhões, táxis etc.
BNCC • EF01HI06
O trabalho com a dupla de páginas mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo. Pode-se iniciar o trabalho com as seguintes perguntas norteadoras:
• O que há de diferente em uma escola quilombola? As salas de aula? O conteúdo? A localização?
• Vocês conhecem alguma música de origem africana?
• Já presenciaram alguma apresentação de dança africana?
• Já ouviram falar de rainhas e reis africanos?
• Sabem quem são os griôs?
Em seguida, sugere-se:
• Comentar que as escolas quilombolas visam manter vivas a cultura e a história dos seus antepassados.
• Destacar que a cultura dos países da África e de seus descendentes é rica e está presente em danças, músicas, religião, arte, filosofia, ciência e também na língua que falamos: o português brasileiro.
• Pedir aos estudantes que observem as duas imagens da página, salientando que os griôs são personagens importantes da história africana porque é por meio deles que os conhecimentos desses povos são transmitidos de geração para geração.
• Explicar que griôs é o termo usado para homens e griotes, para mulheres.
• Destacar que os griôs são símbolos de resistência e que, por meio da tradição oral, mantêm viva a memória, elemento indispensável à construção da identidade de um povo.
ESCOLAS QUILOMBOLAS SÃO AQUELAS LOCALIZADAS EM COMUNIDADES FORMADAS POR DESCENDENTES DE AFRICANOS QUE RESISTIRAM À ESCRAVIZAÇÃO E FORMARAM QUILOMBOS.
NAS ESCOLAS QUILOMBOLAS, AS CRIANÇAS APRENDEM MATÉRIAS COMUNS A TODAS AS ESCOLAS DO BRASIL, ALÉM DE HISTÓRIAS, DANÇAS E MÚSICAS DE ORIGEM AFRICANA.
NAS SOCIEDADES TRADICIONAIS DA ÁFRICA, AS PESSOAS IDOSAS SÃO VISTAS COM ADMIRAÇÃO E RESPEITO. LÁ, HÁ OS GRIÔS E AS GRIOTES, QUE SÃO HOMENS E MULHERES
QUE GUARDAM E TRANSMITEM AS HISTÓRIAS, TÉCNICAS E MÚSICAS DE SEU POVO.
ESSES GUARDIÕES DAS TRADIÇÕES AFRICANAS E AFRO-BRASILEIRAS TAMBÉM EXISTEM EM NOSSO PAÍS.

A GRIOTE GAMBIANA SONA
JOBARTEH SE APRESENTA NA CIDADE DE SÃO PAULO, EM 2023.
TEXTO DE APOIO
Para início de discussão, é importante ressaltarmos as diferenças entre educação quilombola e educação escolar quilombola. A primeira, segundo Soares (2020, p. 140) “é aquela desenvolvida pelos sujeitos quilombolas, conforme as especificidades históricas e culturais do lugar onde vivem”. Nesse sentido, é uma educação passada de geração em geração por meio das tradições e diferentes culturas presentes em cada comunidade quilombola. Já a educação escolar quilombola, se trata do saber institucionalizado, que é praticado nas escolas e regulamentado pela Resolução CNE/CEB no 8,

PROFESSOR KABENGELE MUNANGA, UM CONHECEDOR PROFUNDO DAS TRADIÇÕES AFRO-BRASILEIRAS.
de 20 de novembro de 2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola na Educação Básica. Então, a educação escolar nos quilombos visa a formação do cidadão oriundo de comunidades de remanescentes quilombolas, baseada na valorização dos saberes, culturas e no modo de vida tradicionais de sua comunidade.
GONÇALVES, Cleisson Santos et al. O ensino de Geografia para remanescentes de quilombo: desafios e possibilidades. Disponível em: https://www. falaprofessor2023.agb.org.br/resources/anais/9/ fp2023/1693434554_ARQUIVO_007bf88ee63bee 3345677d33de6e48f5.pdf. Acesso em: 11 out. 2025.
| PARA O ESTUDANTE
• OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR COM ATENÇÃO.

A) QUEM SÃO AS PESSOAS QUE VEMOS NA IMAGEM?
São estudantes e uma professora de uma escola quilombola.
B) QUANTAS PESSOAS VEMOS NA IMAGEM?
Doze pessoas.
ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA TEREZA CONCEIÇÃO DE ARRUDA. NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO, MATO GROSSO, 2020.
c) A PROFESSORA ESTÁ AO CENTRO, À DIREITA OU À ESQUERDA DA IMAGEM?
Ao centro da imagem.
D) NA IMAGEM, VEMOS:
X UMA SALA DE AULA. UMA SALA DE UMA CASA.
E) O QUE VEMOS NA IMAGEM É UMA:
ESCOLA INDÍGENA. X ESCOLA QUILOMBOLA. ESCOLA DO CAMPO.
Professor, a temática das escolas indígena, quilombola e do campo mobiliza as competências específicas 4 e 5 de História, ao interpretar expressões de diferentes sujeitos, culturas e povos, analisando, de modo introdutório, o movimento de populações, levando em conta o respeito e a solidariedade.
Pode-se iniciar o trabalho pedindo para as crianças observarem a imagem com atenção. A seguir, perguntar:
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• O que vemos na imagem? Em que lugar essas pessoas estão? O que estão fazendo? Qual é o sentimento que elas transmitem? Estão tristes? Felizes?
• Sabiam que a comunidade quilombola dá grande importância para a história de seus antepassados?
• Sabiam que nas escolas quilombolas as crianças aprendem também sobre os problemas e as necessidades da sua comunidade no presente?
VÍDEO. DIRETO da boca da África | Quintal da Cultura. 2018. Vídeo (13min47s). Publicado pelo canal Quintal da Cultura. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=pBNTR mA6VCE. Acesso em: 11 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Camões com dendê
Se as vozes dos quatro milhões de africanos trazidos para o Brasil ao longo de mais de três séculos não fossem abafadas na nossa História, hoje saberíamos que eles, apesar de escravizados, não ficaram mudos.
Participaram da configuração do português brasileiro e são responsáveis pelas diferenças que afastaram o português do Brasil do de Portugal. Aquelas vozes são perceptíveis [...] e se revelam [...] nas centenas de palavras que enriquecem o patrimônio linguístico do português do Brasil. São palavras portadoras de elementos culturais compartilhados por toda a sociedade brasileira, no âmbito da recreação (samba, capoeira), dos instrumentos musicais (berimbau, cuíca, agogô), da culinária (mocotó, moqueca), [...] das doenças (caxumba), da flora (dendê, maxixe, jiló), da fauna (camundongo, minhoca) [...], dos ornamentos (miçanga, balangandã) [...], da família (caçula, babá) [...], das relações pessoais de carinho (xodó, dengo, cafuné) [...], do mando (bamba, capanga), do comércio (quitanda [...], maracutaia). [...] CASTRO, Yeda Pessoa. Camões com dendê. Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 7, n. 78, mar. 2012.
EF01GE01
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Na escola do campo se aprendem as mesmas coisas que na da cidade?
Em seguida, sugere-se:
• Explicitar aos estudantes o que as crianças do campo aprendem.
• Explicar que moradores do campo possuem saberes e técnicas próprios e importantes para todos nós.
• Comentar que, além dos componentes curriculares comuns, as escolas do campo trabalham temas específicos e muito úteis a quem vive no campo, a exemplo de como lidar com plantas e animais.
| PARA O PROFESSOR
VÍDEO . ESCOLA do campo muda modo de alunos olharem a vida. 2019. Vídeo (1min). Publicado pelo canal Prefeitura de Arapiraca. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=E3LqHEiO-Yo. Acesso em: 11 out. 2025. Vídeo sobre um projeto de ensino em escola no campo.
TEXTO DE APOIO
As escolas do campo O Artigo 28, da LDB, diz que:
Na oferta de educação básica para a população rural, os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias à sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região, especialmente:
NAS ESCOLAS DO CAMPO, ALÉM DAS MATÉRIAS COMUNS, AS CRIANÇAS APRENDEM SOBRE O TRABALHO COM A TERRA E COM OS ANIMAIS.
LEIA O QUE DIZ A MENINA MAYARA, ESTUDANTE DE UMA ESCOLA RURAL.

PROFESSOR E ESTUDANTES EM AULA DE PRÁTICAS AGRÍCOLAS.
“É MUITO BOM APRENDER A PREPARAR O SOLO, ADUBAR O SOLO, E DEPOIS A GENTE PLANTA”.
JÁ O MENINO PAULO HENRIQUE LEVA PARA CASA OS
ENSINAMENTOS QUE APRENDE NA ESCOLA. ELE DIZ: “MEU PAI, VAMOS TENTAR FAZER ISTO, EU VI NO COLÉGIO E EU ACHO QUE PODE DAR CERTO”.
MARCUS MESQUITA. EDUCAÇÃO NO CAMPO OFERECE CONHECIMENTO A ALUNOS DA ZONA RURAL DO TOCANTINS. GOVERNO DO TOCANTINS, 8 MAIO 2014. DISPONÍVEL EM: https://www.to.gov.br/secom/ noticias/educacao-no-campo-oferece-conhecimento-a-alunos-da-zona-rural-do-to/4klb2vw4wn97. ACESSO EM: 26 AGO. 2025.
I – conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural;
II – organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas;
III – adequação à natureza do trabalho na zona rural. [...]
[...] Na Escola do Campo, nos diversos níveis, vários aspectos podem ser trabalhados, como por exemplo identificar quais os povos do campo existem em cada região e como se constitui a identi-
dade de cada um destes povos. É importante, ainda, identificar: as diferenças de gênero, de etnia, de religião, de geração; os diferentes jeitos de produzir e de viver; os diferentes modos de olhar o mundo; os diferentes modos de conhecer a realidade e de resolver os problemas.
QUEIROZ, João Batista Pereira de. A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo. Revista NERA, Presidente Prudente, ano 14, n. 18, p. 37-45, jan./jul. 2021.
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ATIVIDADES
1. A MENINA MAYARA DISSE QUE É BOM APRENDER A TRABALHAR:
X NA AGRICULTURA. NA INDÚSTRIA.
2. O MENINO PAULO HENRIQUE:
APRENDE COM O PAI A GOSTAR DA ESCOLA.
X ENSINA AO PAI O QUE APRENDEU NA ESCOLA.
3. VOCÊ JÁ ENSINOU A SEUS PAIS OU FAMILIARES ALGO QUE APRENDEU NA ESCOLA?
Resposta pessoal. Sugerimos ouvir o que os estudantes têm a falar sobre esse assunto.
4. MARQUE UM X NO QUE OS ESTUDANTES DO CAMPO FAZEM NA ESCOLA.
X ESTUDAM.
X PRATICAM ESPORTE.
X APRENDEM A CUIDAR DE PLANTAS E ANIMAIS.
X ALIMENTAM-SE.
X BRINCAM.
5. ESCREVA OS TIPOS DE ESCOLA QUE VOCÊ CONHECE OU QUE JÁ ESTUDOU.
ESCOLA
ESCOLA
ESCOLA
INDÍGENA
QUILOMBOLA
DO CAMPO
Professor, além das escolas aqui apresentadas, podem-se incluir também as escolas multisseriadas.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. AGUIAR, Maria Alice. Quer conhecer minha escola? Juiz de Fora: Franco, 2010.
O livro é um convite a conhecer uma escola bem diferente.
Cuidados com a horta escolar
Para que a hortaliça produzida na horta escolar mantenha uma boa qualidade, são necessários cuidados em cada uma das seguintes etapas: durante a produção, enquanto a hortaliça ainda está ligada à planta, na hora da colheita e na pós-colheita (transporte, armazenamento e consumo).
Durante a produção, é indispensável o cuidado para evitar ferimentos na superfície das hortaliças e contaminações por micro-organismos. Para isso, precisamos atentar para que o esterco utilizado
como adubo esteja curtido e a água usada para molhar as plantas seja limpa. As mãos e os utensílios dos que manipulam a horta também devem ser sempre adequadamente lavados e limpos. Durante a colheita e a pós-colheita não se pode descuidar! As hortaliças, em geral, são constituídas de bastante água, o que as fazem mais frágeis e sujeitas a amassos ou ferimentos, que podem ser porta de entrada para apodrecimento causado por fungos e bactérias que degradam o alimento mais rapidamente. Não queremos que isso ocorra; por isso, devem ser manuseadas com muito cuidado. Além disso, fatores como a condição de colheita, o ponto de colheita, o tempo entre colheita e consumo, o manuseio, o acondicionamento e o processamento interferem na conservação das hortaliças.
REYES, C. P. et al. Hortas Pedagógicas: Manual prático para instalação. Brasília, DF: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Hortaliças, 2019. Disponível em: https://mds. gov.br/webarquivos/MDS/2_ Acoes_e_Programas/Acesso_a_Alimentos_e_a_Agua/ Programa_Nacio nal_de_Agricultura_Urba na_e_Peri_Urbana/Arquivos/ Hortas-Pedagogicas-Manual -Pratico-para-Instalacao.pdf. Acesso em: 25 out. 2025.
IRALA, Clarissa Hoffman; FERNANDEZ, Patrícia Martins. Manual para Escolas: A Escola promovendo hábitos alimentares saudáveis. Observatório da alimentação escolar, 2001. Disponível em: https:// alimentacaoescolar.org. br/acervo/manual-para -escolas-a-escola-promo vendo-habitos-alimen tares-saudaveis/. Acesso em: 27 out. 2025.
VOCÊ LEITOR!
• Promover a leitura do poema em voz alta, pedindo que cada estudante leia um verso.
• Indagar: há alguma palavra no poema que vocês não conhecem o significado?
Professor, essa pode ser uma oportunidade para incentivar o uso do dicionário.
• Aproveitar este texto literário, levando em conta suas especificidades, como fonte para construção do conhecimento histórico escolar.
• Após a leitura, explorar, oralmente, a compreensão textual: escrever três informações na lousa (sendo duas verdadeiras e uma falsa) e solicitar aos estudantes que leiam e comentem. Exemplos:
• A escola também é lugar de brincar.
• A escola do poema fica na cidade.
• A escola é lugar de aprender.
Espera-se que os estudantes localizem a informação que não condiz com as informações do texto.
Pode-se pedir aos estudantes que grifem as palavras ou os versos que ajudaram a localizar a informação falsa. A leitura de poema possibilita o desenvolvimento da habilidade EF12LP18 de Língua Portuguesa.
LUGAR PRA APRENDER
UM CANTINHO PRA BRINCAR
OS AMIGOS SEMPRE AO LADO
UMA ESCOLA PARA AMAR
SER DO CAMPO, SER HUMILDE
QUERER MUITO APRENDER
COMPREENDER O SEU LUGAR
DAS COISAS DO SEU VIVER
É NO CAMPO QUE ELE VIVE A ZONA RURAL É SEU ESPAÇO
SUA ESCOLA QUERIDA
É SUA ESCOLHA E SEU ABRAÇO

JUCIARA BRITO. É AQUI QUE EU QUERO FICAR... (UM CORDEL RETRATANDO A EDUCAÇÃO NO CAMPO). RECANTO DAS LETRAS, 22 MAIO 2012. DISPONÍVEL EM: www.recantodasletras.com.br/cordel/3682333. ACESSO EM: 26 AGO. 2025.
SITE. OITO estratégias para trabalhar a compreensão da leitura. Instituto Alfa e Beto , 9 nov. 2015. Disponível em: https://www.alfaebe to.org.br/oito-estrategias-para-tra balhar-a-compreensao-da-leitura. Acesso em: 11 out. 2025.
LIVRO. SANTOS, Fabio Cardoso dos; MORAES, Fabiano. Alfabetizar letrando com a literatura infantil. São Paulo: Cortez, 2013.

1. O POEMA FALA SOBRE UM ESTUDANTE:
DA CIDADE.
X DO CAMPO.
2. NO POEMA, O SIGNIFICADO DE COMPREENDER O SEU LUGAR SIGNIFICA:
X COMPREENDER A VIDA NO CAMPO.
COMPREENDER SUA ESCOLA QUERIDA.
3. CADA LINHA DO POEMA É UM VERSO. QUANTOS VERSOS TEM O POEMA?
Doze versos.
4. ESCREVA UMA FRASE COM AS PALAVRAS DO QUADRO.
EU ESCOLA AMIGOS
Resposta pessoal. Algumas respostas possíveis são: “Na escola eu faço muitos
amigos”; “Eu tenho amigos na escola”; “Eu vou à escola com meus amigos”.
LIVRO . JOSÉ, Elias. Uma escola assim, eu quero pra mim . São Paulo: FTD, 2008. O livro conta a história de uma escola que mudou com a chegada de uma nova professora.

Seminário . Dividir a turma em grupos e fornecer uma folha de papel grande para cada grupo (cartolina ou Kraft).
• Solicitar que cada grupo registre e depois apresente para a turma informações sobre as escolas.
Grupo 1: escolas quilombolas; Grupo 2: escolas indígenas; Grupo 3: escolas do campo; Grupo 4: a própria escola.
Ao final da apresentação – que pode conter ilustrações, legendas, pequenos textos ou lista de palavras (decidir com os estudantes) –, realizar uma roda de conversa sobre semelhanças e diferenças entre essas escolas.
BNCC
• EF01HI04
• EF01HI06
• EF01GE01
Pedir aos estudantes que observem com atenção a imagem da página.
Pode-se perguntar:
• Onde fica a entrada principal da escola?
• Onde fica o refeitório?
E a biblioteca?
• Em que parte da escola fica a quadra?
• Onde ficam os banheiros?
• Como sair do refeitório e ir para quadra?
Promover um passeio pela escola. Antes de inicá-lo, sugere-se informar aos estudantes que os espaços da escola que eles vão visitar são chamados de dependências.
Ao final da visita, solicitar aos estudantes que escrevam os nomes das dependências da escola (quadra, cantina, refeitório, biblioteca, salas de aula, quadra, entre outros) ou a representem por meio de desenhos.
Em uma folha avulsa, desenhe uma dependência da sua escola: sala de aula, pátio, biblioteca, quadra, entre outras.
Você pode acrescentar também pessoas (colegas, professores, funcionários).
Lembre-se de colocar seu nome no desenho.
Professor, sugere-se apresentar os desenhos em um mural na sala de aula, para que os estudantes identifiquem semelhanças e diferenças nas formas como cada
A ESCOLA TEM DIFERENTES ESPAÇOS E CADA UM DELES TEM UMA FUNÇÃO. OBSERVE A IMAGEM E COMPLETE OS QUADRADOS COM O NOME DOS ESPAÇOS DA ESCOLA.

um deles enxerga as dependências existentes na escola.
TEXTO DE APOIO
Qual é o lugar da geografia nas séries iniciais?
Aprender a pensar o espaço. E, para isso, é necessário aprender a ler o espaço, “que significa criar condições para que a criança leia o espaço vivido” [...].
Fazer essa leitura demanda uma série de condições, que podem ser resumidas na necessidade de se realizar uma alfabetização cartográfica, e esse “é um
processo que se inicia quando a criança reconhece os lugares, conseguindo identificar as paisagens” [...]. Para tanto, ela precisa saber olhar, observar, descrever, registrar e analisar. [...]
É no cotidiano da própria vivência que as coisas vão acontecendo e, assim, configurando o espaço, dando feição ao lugar. Um lugar que “não é apenas um quadro de vida, mas um espaço vivido, isto é, de experiência sempre renovada, o que permite, ao mesmo tempo, a reavaliação das heranças e a indagação sobre o presente e o futuro. A existência naquele espaço exerce um papel revelador sobre o mundo”.
1. QUANTOS DESTES ESPAÇOS EXISTEM EM SUA ESCOLA? ESCREVA AS QUANTIDADES EM CADA QUADRADO.
SALAS DE AULA
QUADRA
Resposta pessoal.
BANHEIRO
JARDIM
2. ESCREVA O NOME DE CADA OBJETO. DEPOIS, RELACIONE-O AO ESPAÇO DA ESCOLA ONDE ELE COSTUMA SER USADO.







Compreender o lugar em que se vive encaminha-nos a conhecer a história do lugar e, assim, a procurar entender o que ali acontece. Nenhum lugar é neutro, pelo contrário, os lugares são repletos de história e situam-se concretamente em um tempo e em um espaço fisicamente delimitado. As pessoas que vivem em um lugar estão historicamente situadas e contextualizadas no mundo. Assim, o lugar não pode ser considerado/entendido isoladamente. O espaço em que vivemos é o resultado da história de nossas vidas. Ao mesmo tempo em que ele é o palco onde se sucedem os fenômenos, ele é também ator/autor, uma
BNCC • EF01GE01 • EF01GE09
Vamos criar um Museu de material escolar? Verifiquem com seus familiares se eles têm algum objeto escolar do tempo em que eram crianças e se poderiam emprestar por um dia, podendo ser uniforme, caneta, boletim, caderneta, caderno. Vamos montar na entrada da sala um pequeno museu com esses materiais. Precisamos também escrever as legendas das peças.
VÍDEO. ANA no colégio ‒ A rotina da escola ‒Contos para crianças. 2019. Vídeo (5min26s). Publicado pelo canal Smile and Learn ‒ Português. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=yt-EO_ MRBCM. Acesso em: 11 out. 2025.
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vez que oferece condições, põe limites, cria possibilidades.
CALLAI, Helena Copetti. Aprendendo a ler o mundo: a geografia nos anos iniciais do ensino fundamental. Cad. Cedes, Campinas, v. 25, n. 66, p. 227-247, maio/ago. 2005. Disponível em: https://www.scielo. br/j/ccedes/a/7mpTx9mbrLG 6Dd3FQhFqZYH/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 11 out. 2025.
• EF01GE01
• EF01GE08
• EF01GE09
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . VAMOS para a Escola ‒ Animaguel (Volta às Aulas / Música Infantil). 2019. Vídeo (2min34s). Publicado pelo canal Animaguel. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=68C0yB4HceI. Acesso em: 11 out. 2025.
LIVRO. PALETTA, Francisco Carlos; VERGUEIRO, Waldomiro de Castro Santos; PALETTA, Fátima Aparecida Colombo. Biblioteca, um lugar mágico. Ilustrações de: Fernando Ventura. São Paulo: ECA-USP, 2019. Disponível em: https://www.livro sabertos.abcd.usp.br/ portaldelivrosUSP/cata log/view/406/359/1448. Acesso em: 17 out. 2025. REPRODUÇÃO/ECA-USP

TEXTO DE APOIO
A conjugação desenho, escrita e oralidade, nos permite conhecer as feituras do espaço – maneiras de fazer de crianças praticantes no/do/com o espaço. [...]
Na vida cotidiana as feituras do espaço dos sujei-
A ESCOLA É UM LUGAR DE NOSSO DIA A DIA E ONDE APRENDEMOS MUITO, DENTRO E FORA DA SALA DE AULA. NA ESCOLA CONVIVEMOS COM PROFESSORES, OUTROS FUNCIONÁRIOS E COLEGAS.
OBSERVE O CAMINHO QUE RICARDO FAZ DA ENTRADA DA ESCOLA ATÉ CHEGAR À SALA DE AULA DO 1o D, ONDE ESTUDA.
• INDIQUE NA IMAGEM, COM SUA COR PREFERIDA, O CAMINHO FEITO POR RICARDO.

VOU ATÉ O PORTÃO. ENTRO NA ESCOLA. SUBO A RAMPA E SIGO EM FRENTE ATÉ A MINHA SALA DE AULA, QUE É A TERCEIRA SALA À DIREITA.
tos praticantes criam territorialidades e fabricam novas formas de organização social – ambiências resultantes de suas relações e interações com o espaço, expressão de suas experiências no e com o lugar. As ambiências estão implicadas numa rede de afetos e de significados que constitui em práticas espaciais singulares.
No que se refere à função alfabetizadora da Geografia, as ambiências das crianças devem ser validadas como possibilidade de produção de saber. Para Rego (2003) as ambiências podem
se constituir em objeto catalisador de transformações.
“O significado do termo ambiência deseja remeter, no presente caso, a uma noção de espaço geográfico como um sistema composto por relações sociais articuladas a relações fisicosociais, espaço condicionador da existência humana [...]. O espaço vivido pode ser entendido como a rede de manifestações da cotidianidade desse sistema em torno das intersubjetividades que são, por sua vez, as redes nas quais se constituem as existências individuais [...] ambiências: conjuntos dentro de con-
UM DOS ESPAÇOS DA ESCOLA ONDE PASSAMOS MAIS TEMPO É A SALA DE AULA. ELA PODE SER ORGANIZADA DE MANEIRAS DIFERENTES.
NA SALA DE AULA DO PEDRO, A PROFESSORA ORGANIZA A TURMA EM RODA. OBSERVE A IMAGEM.

• CONTORNE DE AZUL A CRIANÇA QUE ESTÁ À DIREITA DE PEDRO E DE VERDE A CRIANÇA QUE ESTÁ À ESQUERDA DELE.
junto de vasos comunicantes, formando a ideia de teceduras concêntricas nas quais, no centro, localizam-se em cada situação sujeitos coletivos/individuais em comunicação com a geografia das redes em torno, condicionando essas redes e sendo condicionados por elas [...].”
Entendendo as ambiências como feituras do espaço podemos afirmar que estas se constituem no conteúdo alfabetizador da geografia – as ambiências não se referem apenas à descrição de uma condição de vida ou de um lugar, estão implicadas em redes de subjetividades que produzem
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sentido às experiências espaciais cotidianas: morar, estudar, trabalhar, se divertir, viver, naquele lugar específico.
[...]
PÉREZ, Carmen Lúcia. Leituras cotidianas e espaços praticados: imagens do conhecimento do mundo. Uma reflexão teórico-metodológica sobre a função alfabetizadora da geografia nos anos iniciais da educação fundamental. Disponível em: http://28reuniao.anped.org.br/textos/GT13/ gt131241int.pdf. Acesso em: 11 out. 2025.
• EF01GE01
• EF01GE08
• EF01GE09
| PARA O PROFESSOR
TEXTO . BASÍLIO, Ana Luiza. Organização de estudantes na sala de aula não deve ser fixa, mas mudar conforme intenção pedagógica. Centro de Referências em Educação Integral, 8 fev. 2017. Disponível em: https://educacaoin tegral.org.br/reporta gens/organizacao-de-es tudantes-na-sala-de -aula-nao-deve-ser-fixa -mas-mudar-conforme -intencao-pedagogica. Acesso em: 12 set. 2025.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. ROCHA, Ruth. A escola do Marcelo. São Paulo: Salamandra, 2012.

NA SALA DE AULA DE IARA, A PROFESSORA ORGANIZA A TURMA EM FILEIRAS. OBSERVE A IMAGEM.

1. FAÇA UM X NA CRIANÇA QUE ESTÁ À DIREITA DE IARA.
2. A CARTEIRA DE RODRIGO ESTÁ: À DIREITA DA CARTEIRA DE FÁBIO.
ATRÁS DA CARTEIRA DE DOMÊNICA.
X ATRÁS DA CARTEIRA DE DANDARA.
Produção pessoal.
BNCC
• EF01GE01 • EF01GE08 • EF01GE09
TEXTO DE APOIO
Os mapas vivenciais das crianças
As múltiplas linguagens infantis são reduzidas a sua capacidade de produzir desenhos [...], pouco – ou quase nada – são percebidos como documentos históricos e geográficos, marcadores de existências e capacidades de deixar rastros. [...] Tomar a história e a geografia como obras de coragens amorosas
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[...] nos interessa, inclusive em suas expressões nos espaços escolares. [...] [Em] uma geo-cartografia onde os mapas vivenciais constituem uma produção didática [...], os significados produzidos pelas crianças, as lógicas representativas que elas desenvolvem na tentativa de encontrar respostas são de máxima importância, revelando, de maneira vigorosa, como elas vivenciam, questionam, interpretam e representam a realidade e seus relacionamentos com ela. São mapas das crianças.
LOPES, J. J. Moreira; COSTA, B. M. F.; AMORIM, C. C. Mapas vivenciais: possibilidades para a Cartografia Escolar com as crianças dos anos iniciais. Revista Brasileira de Educação em Geografia, v. 6, n. 11, p. 237-256, 2016. Disponível em: https://revistaedugeo. com.br/revistaedugeo/arti cle/view/381. Acesso em: 11 out. 2025.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO . ROCHA, Ruth. Meus lápis de cor são só meus . São Paulo, Global, 2022.

REPRODUÇÃO/GLOBAL EDITORA
NO DIA A DIA NA ESCOLA, USAMOS DIVERSOS MATERIAIS ESCOLARES.
1. ESCREVA O NOME DE CADA MATERIAL





2. CONTORNE OS MATERIAIS ESCOLARES QUE VOCÊ MAIS USA.
Resposta pessoal.
Vamos fazer uma lista de materiais escolares? Escolha seis materiais escolares que você costuma usar na escola. Depois, escreva o nome desses materiais na primeira coluna. A seguir, escreva a lista dos mesmos materiais em ordem alfabética.
Lista de materiais escolares
Lista de materiais escolares em ordem alfabética
VOCÊ JÁ REPAROU QUE CONSEGUIMOS VER DETALHES DIFERENTES DOS OBJETOS DEPENDENDO DO PONTO DE VISTA QUE OS OBSERVAMOS?
• LIGUE OS PARES DE OBJETOS A SEGUIR OBSERVADOS DE PONTOS DE VISTA DIFERENTES.

BNCC
• EF01GE06
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com as visões frontal (de frente), oblíqua (do alto e de lado) e vertical (do alto, exatamente de cima para baixo) é fundamental para a alfabetização cartográfica, tendo em vista que as plantas e os mapas são construídos na visão vertical.
Introduzimos a noção de pontos de vista cientes de que esse conceito será desenvolvido e aprofundado no 2o ano. Essa abordagem favorece a mobilização da competência geral 4 e da competência específica 4 de Geografia para o Ensino Fundamental.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. BITA e a Escola em LIBRAS ‒ Álbum Completo. 2025. Vídeo (20min22s). Publicado pelo canal Mundo Bita. Disponível em: https:// www.youtube.com/wa tch?v=mFaTvHHCTFs. Acesso em: 18 out. 2025.
LIVRO . GUIMARÃES, Telma. No meu caderno tem ... São Paulo: Ciranda Cultural, 2022.

LIVRO . ALMEIDA, Rosângela Doin de (org.). Cartografia escolar . São Paulo: Contexto, 2007.
LIVRO. CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos; COSTELLA, Roselane Zordan. Brincar e cartografar com os diferentes mundos geográficos: a alfabetização espacial. 2. ed. Porto Alegre: ediPUCRS, 2016.
BNCC
• EF01GE01
• EF01GE08
• EF01GE09
Leia o texto a seguir. A ESCOLA DE JUNINHO
A escola é lugar de aprender
E também de fazer amigos.
Amo tanto a minha escola
Que viver sem ela eu não consigo!
Na minha escola aprendo
A ler, a escrever e a brincar.
Coisas novas todo dia, Eu aprendo sem parar. No final das aulas, Volto para casa feliz. E, ao dormir, sonho com aquilo
Que na minha escola eu fiz.
Texto dos autores.
1. Assinale as atividades que Juninho faz na escola.
(x) Fazer amigos.
( ) Fazer chocalhos.
( ) Cantar.
(x) Ler.
(x) Brincar.
( ) Desenhar.
(x) Escrever.
( ) Nadar.
2. Quais atividades ele faz e você também faz?
( ) Ler.
( ) Escrever.
( ) Desenhar.
( ) Brincar.
A resposta é pessoal.
OBSERVE A IMAGEM E VEJA O CAMINHO QUE TAINÁ FAZ DE CASA ATÉ A ESCOLA.

1. MARQUE UM X NOS LOCAIS POR ONDE TAINÁ PASSA PARA CHEGAR ATÉ A ESCOLA.
CASA DE MILENA
PONTE
CASA DE PAULO X CASA DE JÚLIA
2. NO CAMINHO PARA A ESCOLA TAINÁ PASSA POR UM LAGO. ESSE LOCAL ESTÁ DO LADO DIREITO OU DO LADO ESQUERDO DE TAINÁ?
O lago fica do lado direito de Tainá quando ela vai para a escola.
3. TAINÁ PODE IR PARA A ESCOLA POR OUTRO CAMINHO. TRACE NA IMAGEM DA PÁGINA ANTERIOR ESSE CAMINHO.
4. POR ONDE TAINÁ PASSARÁ SE ELA FOR PARA A ESCOLA PELO CAMINHO QUE VOCÊ TRAÇOU?
Ela passará pela ponte e pela mangueira (árvore).
5. QUAL DOS CAMINHOS É MAIS CURTO PARA TAINÁ CHEGAR ATÉ A ESCOLA?
O caminho mais curto é aquele que passa pela casa de Júlia.
6. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DO CAMINHO QUE VOCÊ FAZ DE CASA ATÉ A ESCOLA. OBSERVE E ANOTE OS ELEMENTOS QUE AJUDAM A LEMBRAR DO CAMINHO, COMO UMA PRAÇA, UM RIO, UMA FARMÁCIA. VERIFIQUE SE ESSES ELEMENTOS FICAM A SUA DIREITA OU A SUA ESQUERDA. NÃO SE ESQUEÇA DE COLOCAR O SEU NOME NO DESENHO. Produção pessoal.
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• EF01GE01
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TEXTO DE APOIO A importância do desenho na alfabetização cartográfica
O desenho é uma das linguagens comumente utilizadas durante a infância. Através dele, a criança se comunica, expressa suas emoções e representa os signos da cultura em que está inserida. Portanto, o ato de desenhar evidencia uma necessidade vital da criança de atuar perante o mundo [...]. No contexto escolar, o desenho mostra-se um poderoso instrumento no ensino de todos os componentes curriculares, sobretudo na abordagem de conteúdos da Geografia, favorecendo o desenvolvimento do letramento e da alfabetização geográfica. [...] Portanto, [...] nos primeiros anos do ensino básico, os professores, devem valorizar essa característica e articular sua prática de ensino sincronizada com o espaço vivido dos seus alunos. [...]
GUIMARÃES, Vanessa Bastos Mendonça. A importância do desenho na geografia escolar dos anos iniciais. 2022. Disponível em: https://repo sitorio.unesp.br/server/api/ core/bitstreams/c5c cbaa7-8484-4e61-97d9-4b c10100abe0/content. Acesso em: 11 out. 2025.
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• EF01HI06
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com a dupla de páginas contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01HI06.
Pode-se introduzir uma aula dialogada sobre o assunto perguntando aos estudantes:
• Como eram as escolas antigamente?
• Meninos e meninas sempre estudaram na mesma classe?
• Será que as matérias eram as mesmas que estudamos hoje?
Em seguida, como encaminhamento, sugere-se:
• Informar que, antigamente, havia classes só de meninas e classes só de meninos.
• Comentar que, antigamente, existiam matérias que, com o passar do tempo, foram extintas, como Caligrafia, Canto Orfeônico e Trabalhos Manuais.
| PARA O PROFESSOR
VÍDEO. COMO eram as escolas antigamente. 2017. Vídeo (9min17s). Publicado pelo canal
Revista Conhecimentos Gerais. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=s_c20zU jk1I. Acesso em: 11 out. 2025.
Reportagem sobre como eram as escolas no passado, seus costumes e objetos.
ASSIM COMO A FAMÍLIA, A ESCOLA MUDOU AO LONGO DO TEMPO.
COMPARE AS SALAS DE AULA DESTA DUPLA DE PÁGINAS. NA IMAGEM 1, VEMOS UMA SALA DE AULA DO PASSADO. JÁ NA IMAGEM 2, VEMOS UMA SALA DE AULA DO PRESENTE.

Escolas centenárias do estado de São Paulo narram a memória do ensino paulista
Uma volta ao passado e a costumes que já não existem mais. É essa a sensação ao entrar pelo portão central da Escola Estadual Romão Puiggari, no bairro do Brás, em São Paulo. O piso de ladrilhos e as portas de madeira escura, apesar de não serem mais os mesmos de sua inauguração, em 1898, mantêm as características originais do prédio construído por Ramos de Azevedo.
Assim como o colégio do Brás, [...] mais de 80 escolas estaduais de São Paulo são centenárias. O valor histórico dessas e de outras construções do início do século XX fez com que mais de 120 unidades escolares da rede fossem tombadas pelo Conselho do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT). Grande parte delas reflete as inspirações neoclássicas e o padrão das edificações da Primeira República, características marcantes dessa fase da arquitetura paulista.
BNCC

ESTUDANTES EM SALA DE AULA EM UMA ESCOLA ATUAL. RIO DE JANEIRO, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2022.
1. COMPLETE: O QUE MUDOU?
A) NA IMAGEM 1, VEMOS UMA SALA SÓ DE meninos ;
NA IMAGEM 2, UMA SALA DE meninas
E meninos
B) NA IMAGEM 1, VEMOS CARTEIRAS PARA duas PESSOAS;
NA IMAGEM 2, CARTEIRAS PARA uma PESSOA.
C) NA IMAGEM 1, VEMOS ESTUDANTES USANDO PALETÓ E gravata ;
NA IMAGEM 2, ESTUDANTES DE camisetas .
O Primeiro Grupo Escolar do Brás, hoje conhecido como E. E. Romão Puiggari, foi construído para atender os imigrantes espanhóis, italianos e portugueses que moravam no bairro. “Eles diziam que queriam aprender o brasileiro na escola”, conta Maria Luíza Pedreira, ex-aluna e hoje professora da escola. [...] ainda hoje a escola recebe alunos de diferentes países como Bolívia e Coreia, filhos dos trabalhadores e donos das oficinas de costura que se instalaram na região. Na história do prédio há relatos de poucas alterações na estrutura origi-
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nal, entre elas a substituição da escadaria original de madeira, destruída em um incêndio em 1926. O que realmente mudou foram os arredores da escola e os costumes da comunidade. Andrea Severino, diretora e também ex-aluna, conta que na época em que estudou por lá era costume as mães acompanharem seus filhos até o portão de entrada. “Havia também um túnel, que passava por debaixo da Avenida Rangel Pestana, para que os estudantes atravessassem em segurança”, comenta.
• EF01HI06
Jogo da memória Professor, criar 6 cartões pequenos de cartolina, 3 deles com informações sobre escolas antigas e os 3 outros com informações sobre escolas atuais, por exemplo:
• Salas de meninos e meninas
• Salas só para meninos
• Salas só para meninas
• Carteira individual
• Carteira para dois Outra diferença a ser mostrada é a que diz respeito a uniformes para meninas e uniformes para meninos. Atualmente, essa diferença é menos acentuada. Em muitas escolas, os estudantes usam camisetas, calça e tênis. Em seguida, conduzir a atividade.
Vamos brincar de Jogo da memória? Formaremos dois grupos, um de meninos e outro de meninas. Os cartões vão ser colocados no centro.
Um menino vira o cartão e lê o que está escrito. Depois, pergunta para as meninas: isso é de uma escola do passado ou do presente?
Em seguida, é a vez de as meninas perguntarem para os meninos.
SÃO PAULO (Estado). Escolas centenárias do estado de São Paulo narram a memória do ensino paulista. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, São Paulo, 12 set. 2011. Disponível em: https://www.educacao. sp.gov.br/escolas-centena rias-do-estado-de-sao-pau lo-memoria-do-ensino-no -inicio-do-seculo-xx. Acesso em: 12 set. 2025.
• EF01HI02
EF01HI06
EF01GE01
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com a página contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01HI06.
LIVRO. BRÍGIDO, Saskia. Uma escola encantada . Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2011. Nessa obra, o leitor é convidado a brincar com personagens dos contos de fadas, fazendo um exercício imaginativo de criar uma escola ideal.

Mudar o nome de espaços públicos e reescrever histórias
A maioria das figuras históricas que dá nome a escolas, ruas e outros espaços públicos não é escolhida pela população, ou nem ao menos reconhecida por ela. [...]
“Nomes, praças, monumentos, ruas, tudo isso tem a ver com a ideia de lugar de memória, que é uma forma de comemoração pública. Quando espaços públicos [recebem o nome de] escravagistas, isso é feito com objetivo, com o poder que essa história hegemônica ainda tem. [...]
Em paralelo, movimentos negros e antirracistas sempre questionaram
2. COM A AJUDA DA PROFESSORA, FAÇAM UMA PESQUISA
SOBRE A SUA ESCOLA. DEPOIS, RESPONDAM:
Respostas pessoais.
A) O NOME DA ESCOLA MUDOU AO LONGO DO TEMPO?
SIM. NÃO.
B) A COR DA ESCOLA MUDOU?
SIM.
C) O PRÉDIO DA ESCOLA ERA:
MENOR DO QUE É AGORA.
MAIOR DO QUE É AGORA.
DO MESMO TAMANHO.
D) SOBRE SUA ESCOLA, ESCREVAM:
• O QUE CONTINUA IGUAL EM RELAÇÃO AO QUE ERA ANTES?

• O QUE MUDOU EM RELAÇÃO AO QUE ERA ANTES?
Incentivar os estudantes a observar o número de salas de aula, o local da cantina, da quadra, a localização da escola no bairro, entre outras informações obtidas na pesquisa. Se possível, conseguir com a comunidade ou na internet uma imagem antiga da escola para compará-la, com a turma, a uma imagem atual.
monumentos que glorificam figuras relacionadas ao período escravagista. [...]
“Ao mesmo tempo, homenagear escolas com nomes como Carolina Maria de Jesus ajuda na reconstrução da história das vítimas diretas e indiretas desses processos. [...]”
GARCIA, Cecília. Mudar o nome da escola: um processo participativo de reescrita da História. Educação e Território, 1 dez. 2020. Disponível em: https://educacaoeterri torio.org.br/reportagens/mu dar-o-nome-da-escola-um-processo-partici pativo-de-reescrita-da-historia/?migrado=_ portal_aprendiz. Acesso em: 12 set. 2025.

CRIANÇA RIMA COM EDUCAÇÃO
ATENÇÃO, MUITA ATENÇÃO!
CRIANÇA RIMA COM EDUCAÇÃO
NÃO DÊ BOBEIRA, NÃO
ESCUTE O QUE LHE DIZ ESSA CANÇÃO
VEM, VAMOS EMBORA
TÁ NA HORA DA ESCOLA, ENTÃO
VÊ SE NÃO ENROLA
SEMPRE É TEMPO DE APRENDER
EU QUERO VER QUEM SE ORGANIZA RAPIDINHO
FICA MUITO CHEIROSINHO
DE CABELO ARRUMADINHO
NÃO SE DEMORE
VESTE LOGO ESSE UNIFORME A MOCHILA NOS CONFORMES
TUDO PRONTO PRA ESTUDAR
[...]


CRIANÇA RIMA COM EDUCAÇÃO. 2024. VÍDEO (3MIN20S). PUBLICADO PELO CANAL MUNDO BITA. DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=Ee-f0rB-bgk. ACESSO EM: 26 AGO. 2025.
1. RELEIA OS POEMA E PINTE COM A MESMA COR AS PALAVRAS QUE RIMAM.
Os estudantes podem pintar as palavras: atenção, educação, não, canção, então; rapidinho, cheirosinho, arrumadinho; uniforme, conformes.
2. O QUE SIGNIFICA O VERSO “CRIANÇA RIMA COM EDUCAÇÃO”?
3. QUAL É A MENSAGEM DA CANÇÃO?
X CRIANÇA DEVE IR PARA A ESCOLA.
CRIANÇA GOSTA DE BRINCAR.
BNCC
• EF01HI04
VOCÊ CIDADÃO!
O trabalho com a página contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01HI04.
ATIVIDADES
Leia a história da escola de Maria Júlia.
A minha escola é muito antiga. Aqui, estudaram os meus pais e os meus tios.
2. Espera-se que os estudantes mencionem a importância da educação na vida de uma criança ou que se trata de um direito de toda criança.
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Perguntei para o meu tio Ademir como era a nossa escola quando ele era criança. Ele me contou que a escola era bem diferente: os estudantes se sentavam de dois em dois e não existia sala de informática lá. Ah... ele me contou também que não tinha biblioteca.
Eu perguntei se ele gostava da escola, ele respondeu que sim. Daí eu disse que fiquei muito feliz por agora existir uma biblioteca na escola, porque a biblioteca é o meu lugar favorito! Elaborado pelos autores.
1. A escola de Maria Júlia é antiga ou recente?
2. Quem contou a história da escola para ela?
3. Como a escola de Maria Júlia era no passado?
4. Segundo o texto, qual espaço da escola é o preferido de Maria Júlia?
Respostas: 1. É antiga.
2. O tio dela, Ademir.
3. As carteiras eram para dois estudantes, e não havia sala de informática nem biblioteca.
4. A biblioteca.
BNCC
• EF01GE06
• EF01HI04
• EF01CI01
O trabalho com o capítulo visa contribuir para o desenvolvimento das habilidades EF01HI04, com enfoque na identificação das diferenças entre os variados ambientes de vivência; EF01CI01, ao comparar características de diferentes materiais empregados na construção de moradias; e EF01GE06, ao descrever e comparar diferentes tipos de moradia, considerando técnicas e materiais utilizados em sua produção; principalmente.
Professor, recomenda-se promover uma roda de conversa e debater com os alunos o tema moradia. Chamamos de casa ou moradia a habitação construída pelo ser humano com a função de proteger, dar conforto e segurança ao indivíduo e à família. A seguir, sugere-se:
• Comentar com os alunos que não importa o tamanho, o tipo nem as técnicas e materiais utilizados na sua construção; o que realmente importa é que ela abrigue nossa família.
• Debater o modo de vida dos habitantes de diferentes moradias. Lembrar que as moradias estão associadas ao lugar onde foram erguidas, às condições econômicas das pessoas e às matérias-primas ali existentes.
A MORADIA É UM ESPAÇO SÓ NOSSO. NELA COMEMOS, TOMAMOS BANHO, DESCANSAMOS, NOS PROTEGEMOS DO FRIO, DO CALOR INTENSO, DAS CHUVAS E CONVIVEMOS COM PARENTES E AMIGOS.
EXISTEM DIFERENTES TIPOS DE MORADIA. OBSERVE AS IMAGENS.

CASA TÉRREA. PASSO FUNDO, RIO GRANDE DO SUL, 2025.

EDIFÍCIO RESIDENCIAL. JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, 2021.
| ESTAMPA DE CAMISETA
• Material: lixa de parede, giz de cera colorido, camiseta branca, ferro de passar.
a) Com um giz de cera colorido, desenhe o cômodo de que você mais gosta em uma lixa de parede.
b) Depois coloque a lixa com o desenho virado para baixo sobre uma camiseta branca.

SOBRADO. RIO DE JANEIRO, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2024.

MORADIA RURAL. SÃO SEBASTIÃO DA GRAMA, SÃO PAULO, 2025.
c) Peça a um adulto para passar o ferro quente sobre a lixa e decalcar o desenho na camiseta. Seu desenho ficará estampado na camiseta.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. MUNDO Bita ‒ Nossa Casa [clipe infantil]. 2018. Vídeo (3min12s). Publicado pelo canal Mundo Bita. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=N837uUhxudo. Acesso em: 12 set. 2025.

MORADIA CAIÇARA. ILHA DIANA, EM SANTOS, SÃO PAULO, 2023.

SOBRADOS NA COMUNIDADE DE SANTA MARTA. RIO DE JANEIRO, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2016.

• RESPONDA.
MORADIA INDÍGENA. GAÚCHA DO NORTE, MATO GROSSO, 2025.
a) Casa térrea. Os estudantes também podem mencionar a casa caiçara, a indígena e a rural como moradias com um só andar.
A) QUAL É O NOME DO TIPO DE MORADIA COM UM SÓ ANDAR?
B) QUAL É O NOME DO TIPO DE MORADIA COM DOIS
ANDARES OU MAIS? Sobrado e prédio residencial.
C) QUAL DESSAS MORADIAS SE PARECE MAIS COM A SUA?
Resposta pessoal.
D) AS MORADIAS DO LUGAR EM QUE VOCÊ VIVE SÃO
PARECIDAS OU DIFERENTES UMAS DAS OUTRAS?
Resposta pessoal. Geralmente as moradias são diferentes umas das outras, mas há conjuntos habitacionais e condomínios formados por moradias parecidas umas com as outras.
[...] os espaços em que brincamos, a casa em que crescemos, os amigos que fizemos nos parques, os lugares de culto, educação e festas tradicionais, todos formam nossa noção de identidade e memória coletiva. Compartilhamos percepções dos ambientes com nossos contemporâneos, e trocamos informações de continuidade e/ou modificações físicas e culturais dos lugares com as outras gerações. A noção de identidade fornecida pelos lugares, permite ao mesmo tempo nos sentirmos pertencentes a eles, como eles nos pertencem. Assim, acreditamos que podemos
Procuramos apresentar uma variedade de moradias existentes no Brasil a fim de que crianças de diferentes origens e lugares se vejam representadas. Buscar ter sempre um olhar cuidadoso, pois as moradias dos estudantes podem ser muito diferentes umas das outras, mas são, antes de mais nada, o lar onde dormem, comem, brincam, se banham etc.
BNCC • EF01CI01
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. ROCHA, André Santos da; CHALOUB, Pedro Da Poian. Os tipos de casas. São Paulo: Martins Fontes, 2021.

interferir e, mais do que tudo, que vale a pena interferir na rotina e nos rumos desses lugares [...].
Portanto, os lugares nos quais se vive a infância influenciam a percepção das crianças, suas interações sociais, subjetividade, identidade e contribuem para o desenvolvimento de seus potenciais. [...]
SILVA, Raquel Benato Rodrigues da. Infância e ocupação habitacional: o olhar da criança para sua moradia. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponi veis/47/47131/tde-11122023-161447/publico/Dissertacao_ corrigida.pdf. Acesso em: 2 out. 2025.
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Você já observou que cada moradia indígena mostrada nesta página tem um formato diferente?
• De onde os povos indígenas extraem o material para fazer suas moradias?
• Que semelhanças e diferenças você consegue identificar entre uma moradia indígena e a sua?
• O que os indígenas nos ensinam sobre o respeito à natureza?
Responder a essas perguntas tendo como base o texto de apoio. O trabalho com a dupla de página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo e contribui para o desenvolvimento das habilidades EF01HI04 e EF01GE06. | PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . OCA dos índios Mehinakus na Fazenda Catuçaba. Vídeo (1min29s). Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=BOa4v05n dKc. Acesso em: 2 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
[...] Entre os grupos indígenas há muitas formas de conceber e construir as casas, pois cada grupo tem um jeito diferente de pensar e de se relacionar com o ambiente onde vive. A casa é sempre parte da cultura de um povo.
A maneira como ela é usada, dividida e construída reflete o jeito que os moradores têm de organizar o mundo. Além disso, as construções variam muito de acordo com o modo de vida, o clima, o tipo de ambiente e os materiais de que os grupos dispõem para a construção.
NO BRASIL, EXISTEM DIVERSOS POVOS INDÍGENAS. ESSES POVOS SÃO
CONHECIDOS POR SEU RESPEITO À NATUREZA.
CADA POVO
INDÍGENA TEM SEU
MODO DE PENSAR, DE VIVER E DE CONSTRUIR MORADIAS.
NAS TERRAS INDÍGENAS A ORGANIZAÇÃO DAS MORADIAS NO ESPAÇO DEPENDE DOS COSTUMES DE CADA POVO. CONHEÇA ALGUNS EXEMPLOS.
AS MORADIAS DO POVO ENAEWENÊ-NAWÊ SÃO ORGANIZADAS EM FORMATO DE RODA. O CENTRO DA ALDEIA É O LUGAR ONDE
ACONTECEM RITUAIS, JOGOS E FESTAS.

INDÍGENA DO POVO WAURÁ CONSTRUINDO MORADIA COM MADEIRA E UMA PLANTA CHAMADA SAPÊ. GAÚCHA DO NORTE, MATO GROSSO, 2024.

MORADIAS EM ALDEIA DO POVO ENAEWENÊ-NAWÊ. JUÍNA, ESTADO DE MATO GROSSO, 2020.
[...]
As formas das casas variam segundo os costumes de cada grupo: podem ser circulares, retangulares, pentagonais, ovais... O formato das aldeias também muda de acordo com o povo. O contato com os não indígenas influenciou em muitas mudanças ocorridas tanto no formato de aldeias e casas, quanto no material utilizado para a construção em algumas sociedades indígenas.
[...]
Os Yawalapiti vivem na parte sul do Parque Indígena do Xingu, conhecida como Alto Xingu. Como todas as aldeias da região,
a aldeia yawalapiti tem a forma de um círculo, com as casas dispostas ao redor de um espaço central, local de uso masculino, onde está localizada a casa dos homens.
[...] O espaço interno normalmente é organizado assim: há o espaço da cozinha; o depósito de alimentos que fica no centro da casa, e um outro, em frente à porta de entrada, onde os visitantes são recebidos e as danças realizadas. Os moradores dormem em redes que são amarradas nas laterais da casa. À noite, a casa é fechada com portas feitas de madeira e palha e pequenas fogueiras são acesas abaixo das redes. [...] Os Karajá têm suas aldeias localizadas

AS MORADIAS DO POVO MAKU SÃO ORGANIZADAS EM FILEIRAS, UMA EM FRENTE À OUTRA.
MORADIAS EM ALDEIA DO POVO MAKU. SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA, AMAZONAS, 2021.
JÁ O POVO MARUBO FAZ UMA MORADIA GRANDE, NO CENTRO DA ALDEIA, ONDE A COMUNIDADE CONVIVE E PASSA A MAIOR PARTE DO DIA. EM VOLTA DELA, HÁ CASAS INDIVIDUAIS PARA CADA FAMÍLIA, USADAS PARA GUARDAR PERTENCES E VIVER COM PARENTES MAIS PRÓXIMOS.

MORADIA GRANDE NO CENTRO DE UMA ALDEIA MARUBO. VALE DO JAVARI, AMAZONAS, 2024.
• OBSERVANDO AS IMAGENS DESTA PÁGINA E DA PÁGINA ANTERIOR, PODE-SE DIZER QUE CADA POVO INDÍGENA TEM UM MODO PRÓPRIO DE VIVER E DE CONSTRUIR MORADIAS? EXPLIQUE COM SUAS PALAVRAS.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que sim, pois as moradias indígenas são construídas de acordo com os costumes de cada povo.
nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Pará e Tocantins. [...] suas casas têm um formato retangular ou quadrado, o piso é de terra batida e o telhado é feito de madeira ou da palha da palmeira babaçu. As paredes são de palha e não há janelas. A ventilação, a iluminação e a saída da fumaça acontecem através das frestas da palha. Não há divisões internas nas casas e os espaços são separados apenas com esteiras, cada uma delimitando onde a família dorme à noite e trabalha ou descansa durante o dia.
CASAS. Povos Indígenas no Brasil Mirim. Disponível em: https://mirim.org/pt-br/como -vivem/casas. Acesso em: 18 out. 2025.
• EF01HI04
• EF01GE06
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com a dupla de páginas mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo (Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras).
VÍDEO. A VIDA em um antigo quilombo. Vídeo (6min54s). 2017. Publicado pelo canal Repórter Eco. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=CINg2z 3bhP4. Acesso em: 16 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Bioconstrução e permacultura nas comunidades tradicionais
Há uma crescente preocupação em torno de ações que degradam o meio ambiente, principalmente quando relacionadas à utilização de recursos naturais.
O setor da construção civil, por exemplo:
• utiliza 33% do consumo global de energia;
• emite 39% dos gases que causam o efeito estufa.
Dessa forma, a busca por alternativas sustentáveis dentro do setor tem se tornado cada vez mais comum. Técnicas como a bioconstrução – utilizada para criações de projetos preocupados ecologicamente com o meio ambiente –são uma boa alternativa.
Bioconstrução
Desde sua concepção até a entrega do projeto final, o foco é utilizar materiais e métodos de construção de menor impacto ambiental. [...] A técnica da bioconstrução se atrela aos princípios [de] construções mais sustentáveis e que não agridam o meio ambiente. O propósito é que haja uma maior integração e harmonia entre o homem e a natureza.
Permacultura
É o planejamento e a execução de ocupações humanas sustentáveis, introduzindo práticas ancestrais a novos conhecimentos de diversas áreas, principalmente nas ciências agrárias, engenharia, arquitetura e ciências sociais, todas abordadas sob a ótica da ecologia. [...]
NO BRASIL HÁ MUITAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS. ASSIM COMO ACONTECE COM OS INDÍGENAS, OS QUILOMBOLAS TÊM GRANDE RESPEITO PELA NATUREZA E LUTAM PARA PRESERVAR SUAS TERRAS E OS COSTUMES DE SEUS ANTEPASSADOS.
OS QUILOMBOLAS USAM DIFERENTES MATERIAIS PARA FAZER SUAS MORADIAS.
QUILOMBOLAS TAMBÉM PODE SER DE DIFERENTES MANEIRAS, COMO EM RODA OU EM FILEIRAS.

EM ALGUMAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS HÁ UM ESPAÇO COMUNITÁRIO CENTRAL COMPARTILHADO POR TODOS. UNIÃO DOS PALMARES, ALAGOAS, 2022.
“[...] É um conhecimento que conecta a ancestralidade com as tecnologias, que conversa uma linguagem moderna, que fala de uma forma não só sustentável, mas de regeneração, pois é o que estamos precisando hoje.”
SEBRAE. Permacultura e a técnica da bioconstrução: entenda quais são os benefícios do planejamento de ambientes sustentáveis. Disponível em: https://sebrae.com.br/ Sebrae/Portal%20Sebrae/Arquivos/ebook_ permacultura-tecnica-da-bioconstrucao.pdf. Acesso em: 12 set. 2025. E-book.
so a ser utilizado, ela é pensada como parte da comunidade.
[...]
1. COMPLETE A PALAVRA E DESCUBRA UMA CARACTERÍSTICA COMUM ÀS COMUNIDADES QUILOMBOLAS.
S O L I D A R I E D A D E
2. MARQUE AS CARACTERÍSTICAS COMUNS A COMUNIDADES QUILOMBOLAS E POVOS INDÍGENAS.
X ORGANIZAÇÃO EM RODA DAS MORADIAS.
POUCA IMPORTÂNCIA DADA À TERRA.
X RESPEITO À NATUREZA.
X ORGANIZAÇÃO EM FILEIRAS DAS MORADIAS.
3. COMO AS CONSTRUÇÕES SÃO ORGANIZADAS NA COMUNIDADE ONDE VOCÊ MORA? FAÇA UM DESENHO.
Produção pessoal. 237
ATIVIDADES
MAQUETE
• Material: caixas de papelão de diferentes tamanhos, tinta guache, tesoura, lápis preto, cola, retalhos de papéis diversos e EVA. Em grupo, confeccionar com caixas de papelão os modelos de moradias que conhecem. Depois, montar uma exposição no pátio da escola para que todos possam conhecer esse trabalho.
Construir com respeito à natureza
27/10/25 14:42
“Devíamos admitir a natureza como uma imensa multidão de formas, incluindo cada pedaço de nós, que somos parte de tudo”, diz Ailton Krenak, renomado líder indígena, no seu livro Ideias para adiar o fim do mundo. A cultura dos povos originários não entende humanidade e meio ambiente como coisas separadas ou superiores uma à outra, mas sim, como partes de um todo. [...] A natureza não é vista como um recur-
As habitações tradicionais dos Guarani [por exemplo] [...] geralmente têm sua estrutura principal feita com troncos de árvores conectados com cipó. Para sua vedação utiliza-se o pau a pique com taipa, para a cobertura, caibros de madeira e folhas de palmeira e, completando a edificação, o piso de terra apiloada.
Esta paleta de materiais naturais e regionais indica que não se trata apenas de saber que eles existem, mas sim, de dominar a geografia e a biologia para entender onde, quando e como obtê-los. A palha, por exemplo, apresenta um procedimento sociológico minucioso para sua retirada a fim de não danificar a palheira e, posteriormente, a próxima colheita. GHISLENI, Camilla. Materiais e técnicas de construção dos povos indígenas brasileiros como futuro para a arquitetura. ArchDaily Brasil, 13 set. 2022. Disponível em: https:// www.archdaily.com.br/ br/987464/materiais-e-tec nicas-de-construcao-dos-po vos-indigenas-brasileiros -como-futuro-para-a-arqui tetura?utm_source=chatgpt. com. Acesso em: 12 set. 2025.
• EF01CI01
• EF01GE06
ENCAMINHAMENTO
Para trabalhar a página, sugere-se:
• Organizar a turma em um grande círculo e orientar a análise das imagens que mostram diferentes tipos de moradia, pedindo aos estudantes que apontem semelhanças e diferenças entre as construções, considerando o formato, o tamanho, as cores e outras características que considerar pertinentes.
• Solicitar que tentem identificar de que materiais as moradias das imagens são feitas, como tijolos, blocos de concreto e cimento (casas de alvenaria), barro (casas de pau a pique), madeira e palha, auxiliando-os na resolução das atividades da página seguinte.
Após esse momento, é possível:
• Apresentar mais informações sobre os materiais de cada moradia, relacionando-os com sua origem, explorando parte da habilidade EF01CI01
Alguns materiais são extraídos diretamente da natureza, como a madeira e a palha, enquanto outros passam por transformações. Por exemplo, o tijolo é feito a partir de argila, que é moldada e queimada em altas temperaturas.
Como sugestão de ampliação, pode-se organizar uma conversa sobre as características
AS MORADIAS VARIAM DE ACORDO COM O LUGAR, A ÉPOCA EM QUE SÃO CONSTRUÍDAS E OS MATERIAIS USADOS NA SUA CONSTRUÇÃO. CONHEÇA ALGUNS EXEMPLOS.

MUITAS MORADIAS NO BRASIL SÃO DE ALVENARIA, ISTO É, FEITAS COM TIJOLOS OU BLOCOS, FERRO E CIMENTO.
MORADIA DE ALVENARIA. PARAISÓPOLIS, MINAS GERAIS, 2025.

ESTE TIPO DE MORADIA TEM O NOME DE PALAFITA E É CONSTRUÍDA SOBRE ESTACAS DE MADEIRA PARA PROTEGER SEUS MORADORES NAS ÉPOCAS DE CHEIA DOS RIOS.
MORADIA DE PALAFITA À BEIRA DO RIO GUAMÁ. BELÉM, PARÁ, 2017.

A CASA DE PAU A PIQUE OU TAIPA É FEITA COM BAMBU, MADEIRA, CIPÓ E BARRO.
INDÍGENA DA ETNIA GUARANI CONSTRUINDO MORADIA DE TAIPA. TERRA INDÍGENA RIBEIRÃO SILVEIRA, EM BERTIOGA, SÃO PAULO, 2021.
dos materiais utilizados na construção das moradias, considerando durabilidade, proteção contra chuva, conforto térmico, entre outras. Por exemplo, casas de barro tendem a ser mais frescas (oferecendo maior conforto térmico) que casas de cimento. Caso a sugestão seja realizada, é importante conduzir o assunto com respeito, lembrando que diferentes tipos de moradia refletem condições culturais, econômicas e regionais diversas. É importante valorizar todos
os tipos de moradia, evitando julgamentos e promovendo compreensão sobre a diversidade de habitações no Brasil. O objetivo da atividade não é classificar as casas em “melhor” ou “pior”, mas conhecer diferentes tipos de moradia e reconhecer os materiais utilizados na sua construção.
1. OBSERVE OS MATERIAIS USADOS PARA FAZER ESTAS TRÊS MORADIAS. LIGUE A IMAGEM DE CADA MORADIA A UM MATERIAL USADO NA SUA CONSTRUÇÃO. ATIVIDADES

MORADIA NA SERRA DA VALÉRIA, PARINTINS, AMAZONAS, 2025.

INDÍGENA DA ETNIA XAVANTE EM FRENTE A MORADIA NA TERRA INDÍGENA PARABUBURE, MATO GROSSO, 2022.

CASA, BRASIL, 2020.


EUROVECTOR/DEPOSITPHOTOS/ FOTOARENA


2. CONVERSE COM UM ADULTO E MARQUE UM X NOS MATERIAIS USADOS NA CONSTRUÇÃO DA SUA MORADIA. Resposta pessoal.
MADEIRA
CIMENTO FERRO
Localizada a cem metros do mar, a “Casa de Sal”, feita com garrafas de vidro recolhidas do lixo em Itamaracá, no Grande Recife, está de pé há quase quatro anos. [...] a produtora de moda Maria Gabrielly Dantas, responsável pela obra ao lado da mãe, a educadora ambiental Edna Dantas, disse que, no início, os vizinhos desconfiavam da empreitada, pensando que o imóvel ia desabar. [...]
De acordo com a produtora de moda sustentável, ela e Edna fizeram, sozinhas,
uma boa parte da obra, incluindo as paredes e os espaços internos da casa, que tem sete cômodos. Já os vizinhos ajudaram, principalmente, na montagem do piso e do telhado, feito com material reutilizado.
As garrafas entraram no lugar dos tijolos, sendo posicionadas de forma vertical nas paredes. Foram utilizadas oito mil, ao todo. [...]
A “Casa de Sal” propõe um caminho para se repensarem os modelos de habitação no contexto de mudanças climáticas. E uma resposta para isso, na visão
de Edna, está no estilo de vida de populações ancestrais indígenas e africanas que possuem uma relação mais próxima com a natureza.
“A partir da hora em que eu conheço o território de Itamaracá, especialmente a Praia do Sossego, vejo um território com muita magia e muito potente. É um território muito rico, que carrega muita ancestralidade [...]. A gente necessita, sim, de um olhar para esses resíduos dentro da pauta da habitação. Porque a gente ainda investe muito dinheiro em habitações tradicionais e já tem um conhecimento muito rico dentro das nossas comunidades”, comentou a educadora socioambiental.
Além do vidro, foram utilizados para a base da construção outros materiais mais tradicionais, como barro, areia, cimento e madeira. [...]
FERRAZ, Artur. Como mãe e filha fizeram casa com garrafas de vidro tiradas do lixo: ‘Todo mundo chamava a gente de doida’. G1 PE, 17 jul. 2025. Disponível em: https://g1.globo. com/pe/pernambuco/noti cia/2025/07/17/como -mae-e-filha-fizeram-casa -com-garrafas-de-vidro-ti radas-do-lixo-todo-mundo -chamava-a-gente-de-doida. ghtml. Acesso em: 10 out. 2025.
Pode-se despertar o interesse dos estudantes pelo assunto perguntando:
• Alguém da turma tem um parente que trabalha construindo ou reformando casas?
• Se sim, o que ele faz? Pedreiro, mestre de obras, pintor, encanador, eletricista, azulejista, projetista, engenheiro ou outra profissão?
• Você considera esse trabalho importante para uma comunidade?
Professor, aproveitar o trabalho com este tema para combater o preconceito existente contra profissões como ajudante de pedreiro, pedreiro, entre outras. E ressaltar que todos os profissionais são igualmente importantes em uma obra.
As mulheres que trabalham na construção civil
“Cada vez mais mulheres se destacam e conquistam espaços na construção civil. Há muitos esforços e ações para promover a igualdade de gênero e combater o machismo nesse setor. Muitas empresas têm implementado políticas e programas para promover a diversidade e a inclusão”.
As afirmações são de Flávia Lopes Augusto Sampaio, supervisora do Serviço Social do Seconci-SP (Serviço Social da Construção), no artigo “A Mulher na Construção Civil” [...].
Segundo a assistente social, “como em muitos ambientes de trabalho,


PROJETISTA

em alguns canteiros de obras ainda há assédio moral e um ambiente machista. Uma técnica de segurança que conversou conosco relatou que às vezes as mulheres precisam ser mais incisivas e impor limites, para evitar algumas situações”.
“A conquista de novos campos de trabalho e a efetivação do gênero em diversas áreas é de suma relevância para a evolução da mulher em sociedade. Isso contribui com a independência financeira, a sua subsistência, quebras de tabus e ciclos de violências a que muitas mulheres ainda são submetidas.


A inserção da mulher na construção civil é mais um instrumento para a igualdade de gênero”, destaca Flávia.
MARKO, Rafael. Mulheres conquistam mais espaços na construção civil. Sinduscon-SP, 7 mar. 2024. Disponível em: https://sindusconsp.com.br/mulheres-con quistam-mais-espacos-na-construcao-civil/. Acesso em: 12 set. 2025.
• LEIA O QUE CADA TRABALHADOR ESPECIALIZADO FAZ. EM SEGUIDA, ENCONTRE NO CAÇA-PALAVRAS O NOME DADO A CADA UM DESSES PROFISSIONAIS.
A) PLANEJA COMO A MORADIA VAI SER. Projetista
B) CONSTRÓI A BASE E ERGUE AS PAREDES DA MORADIA. Pedreiro
C) INSTALA E FAZ REPAROS NA FIAÇÃO E NAS TOMADAS DA MORADIA. Eletricista
D) INSTALA OS CANOS PARA A ÁGUA E O ESGOTO. Encanador
E) APLICA TINTA NAS PAREDES E NO TETO, PARA EMBELEZAR E PROTEGER A MORADIA. Pintor
F) ASSENTA AZULEJOS. Azulejista
Z
ATIVIDADES 241
X
Q
W I O P G W V X N O C A B
K U W P I N T O R I S U X
M L R U Z X C V B N Ç P B
Q Z E L E T R I C I S T A
E N C A N A D O R Y U P V
M S S Q B I X A L Q P M C
Z P E D R E I R O I X N P
TEXTO DE APOIO
Professor , o poema a seguir é uma sugestão para trabalho em sala de aula.
O operário em construção
Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
27/10/25 14:42
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião [...]
De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão
[...]
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão –
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário
Um operário em construção.
[...]
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.
DE MORAES, Vinicius. O operário em construção.
Disponível em: https://www. viniciusdemoraes.com.br/ br/poesia/texto/224/o-opera rio-em-construcao. Acesso em: 16 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com as páginas contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01HI04.
• Pedir às crianças para fecharem os olhos e se lembrarem da sua moradia.
• Informar que cada parte de uma moradia é chamada de cômodo.
Perguntar:
• Como são as moradias do lugar onde vocês vivem?
• Elas são todas iguais?
• Se a resposta for não, em que são diferentes?
Professor , se considerar oportuno, apresentar às crianças as seguintes definições:
• Casa: construção de formatos e tamanhos variados, de um ou dois andares, que serve geralmente à habitação;
• Apartamento: cada uma das unidades de um edifício de habitação com áreas de uso comum.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. NUNO, Fernando. O quintal da minha casa. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2021.

OS ESPAÇOS OU AS PARTES DE UMA MORADIA SÃO CHAMADOS DE CÔMODOS.
OBSERVE A IMAGEM DESTE SOBRADO VISTO DE FRENTE E SEM AS PAREDES E JANELAS.

VÍDEO. MUNDO Bita – Nossa Casa [clipe infantil]. 2018. Vídeo (3min12s). Publicado pelo canal Mundo Bita. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=N837uUhxudo. Acesso em: 18 out. 2025.
1. ESCREVA O NOME DE CADA CÔMODO DO SOBRADO VISTO NA IMAGEM DA PÁGINA ANTERIOR.
1. Quarto
2. Banheiro 3. Quarto
Sala
Cozinha
2. LIGUE O OBJETO AO CÔMODO DA CASA ONDE ELE GERALMENTE ESTÁ.








LIVRO. CRISTALDI, Maria. A casa de cada um. São Paulo: Peirópolis, 2023.

VÍDEO. A CASA na Árvore | Turma da Mônica. 2019. Vídeo (7min). Publicado pelo canal Turma da Mônica. Disponível em: https://www. youtube.com/watch? v=z9DsW4ln2xs. Acesso em: 12 set. 2025.
VÍDEO. SALA | Objetos da casa | Vocabulário para crianças. 2021. Vídeo (2min38s). Publicado pelo canal Smile and Learn ‒ Português. Disponível em: https:// www.youtube.com/wa tch?v=x0p3DZ315Ks. Acesso em: 16 out. 2025.
Iniciar a aula perguntando:
• Vocês gostam de poesia?
Ler o poema, convidando os alunos a ouvir com atenção.
Em seguida, sugere-se:
• Conversar sobre o poema e valorizar a fala das crianças. Depois da leitura, perguntar:
• Vocês gostaram?
• O que entenderam desse poema?
• Comentar que ter uma moradia é um direito universal de toda criança, seja de qualquer lugar do mundo.
• Retomar a ideia de que a casa abriga, protege contra o frio, a chuva, o sol intenso e ajuda as pessoas a se recomporem para enfrentar os desafios do dia a dia. Depois, refletir com os alunos sobre o que é possível fazer para enfrentar o problema de existirem pessoas vivendo nas ruas sem moradia.
ATIVIDADES
1. Vamos ler o poema “Casinhas de bichos” e refletir sobre os tipos de casas que os animais constroem de acordo com suas necessidades e o material de que dispõem. Casinhas de bichos Vejam só como os bichos Vão ensinando a gente: pra ter casa bonita, basta que se invente!
[...]
Repare só como faz o esperto passarinho, que cata palha por palha. Para fazer o seu ninho.
LAR
NO DICIONÁRIO, A PALAVRA LAR SIGNIFICA “LUGAR ONDE VIVE UMA FAMÍLIA”.
LEIA O POEMA A SEGUIR.
COMO É O SEU LAR?
PEQUENO OU GRANDE?
PERTO OU DISTANTE?
O QUE IMPORTA É QUE NO
SEU LAR TENHA AMOR AOS MONTES.

1. RESPONDA: SUA CASA FICA PERTO OU DISTANTE DA ESCOLA ONDE VOCÊ ESTUDA?
Resposta pessoal. Professora, comentar que perto ou distante depende do lugar onde a pessoa
está e do lugar aonde quer chegar.
2. PARA A POETISA, O QUE MAIS IMPORTA É O LAR:
SER GRANDE. SER PERTO. X TER AMOR.
3. NO POEMA, A PALAVRA GRANDE RIMA COM: Distante.
A aranha não se acanha. Com seu novelo de linha, trança onde quer sua teia, Escolhe quem quer por vizinha.
[...]
Levando massa no bico, Trabalhando o dia inteiro, joão-de-barro faz casa
Como se fosse pedreiro
[...]
Há casas de todo tipo. Há casas de todo jeito.
Pra quem tem o seu cantinho Não há lugar mais perfeito.
[...]
ALCOFORADO FILHO, Hardy Guedes. Casinhas de bichos. Ilustrações de Mariângela Haddad. São Paulo: Scipione, 1997. p. 3, 5, 10, 20.
2. Desenhar, em uma folha de papel avulsa, o que mais gostou no poema. Depois, vamos afixar os desenhos em um mural na sala e convidar a comunidade escolar para apreciar os desenhos em um dia não letivo.
LEIA O TEXTO COM ATENÇÃO.
TODA CRIANÇA PRECISA SABER QUE DEVE TER UM LUGAR PARA VIVER.
E, PARA MERECER, BASTA NASCER. TEM O DIREITO DE TER, TODA A GAROTADA, UMA MORADA.
TODO FILHO, AFILHADO, SOBRINHO E NETO DEVEM PISAR EM CHÃO FIRME, COM PAREDES NOS LADOS, ATRÁS E NA FRENTE, E TER SOBRE A CABEÇA, ALÉM DE CABELO E AFETO, UM TETO. [...] DO MESMO JEITO QUE TODO BOTÃO
PRECISA DE UMA CASA PARA SE ENCAIXAR, SEJA NUMA CASINHA, SEJA NUM CASARÃO, O CERTO É TODA CRIANÇA TER ONDE MORAR, UM LAR.
FLAVIO DE SOUZA. DIREITOS UNIVERSAIS DAS CRIANÇAS E DOS JOVENS. SÃO PAULO: FTD, 2015. P. 15.
1. CONTORNE A FRASE QUE DIZ QUE MORADIA É DIREITO DE TODAS AS CRIANÇAS.

2. MARQUE UM X NO QUE O AUTOR QUIS DIZER COM “UM TETO”.
UM TELHADO.
UMA CASA. X
3. AUTOR COMPARA O “BOTÃO” QUE PRECISA DE UMA CASA A: UMA MORADIA.
UMA CRIANÇA. X
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO . BLASCO, Martín. A casa interminável . São Paulo: Mundo Mirim, 2012.

Dois irmãos, Lola e Yafar, queriam construir uma casa bem grande e diferente de todas que conheciam. Mas, a cada cômodo que construíam, lembravam-se de coisas que queriam guardar na casa e, por isso, construíam mais cômodos.
27/10/25 20:40
VÍDEO. A CASA ‒ Vinicius de Moraes (videoclipe). 2014. Vídeo (2min16s). Publicado pelo canal Drone Minson. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=jb5z-_TyJfw. Acesso em: 12 set. 2025.
Vídeo feito para a música de Vinicius de Moraes e Toquinho, em que a casa é desfeita e refeita de acordo com a letra cantada.
A literatura infantil como ferramenta pedagógica
[...] a literatura infantil tem um papel importante no trabalho pedagógico do professor em sala de aula, servindo de recurso no desenvolvimento da linguagem oral, do lúdico e para despertar o gosto pela leitura. Como um recurso metodológico, a literatura infantil serve para trabalhar diversos conceitos e valores importantes à formação e ao convívio social das crianças. Serve como base para diferentes projetos pedagógicos que podem envolver diferentes áreas do currículo escolar, através de atividades de aprendizagem e brincadeiras. A contagem das histórias infantis cria um ambiente propício para exercitar a imaginação, gerando um ambiente em que os personagens, o ambiente narrado nas histórias, os objetos, os sons se aproximam da realidade das crianças e servem para que elas possam relacioná-los com seu cotidiano, mostrando como lidar em situações reais do dia a dia, tais como preservação ambiental, cuidado com os animais, respeito aos colegas, alimentação saudável etc.
O início da escolarização é um período em que a criança precisa se ambientar no novo espaço, que é diferente do familiar. Ela passa a ficar em contato com um mundo novo e é preciso lhe oferecer o contato com inúmeras possibilidades de atividades lúdicas, práticas e afetivas que contribuam para o seu desenvolvimento.
MARTINS, Rosa Elisabete Militz Wypyczynski. O uso da literatura infantil no ensino de Geografia nos anos iniciais. Geo UERJ, Rio de Janeiro, n. 27, p. 64-79, 2015. Disponível em: https:// www.e-publicacoes.uerj.br/ geouerj/article/view/11909. Acesso em: 2 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com as páginas contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01GE11. A atividade desta página incentiva o estudante a exercitar o olhar tendo em vista a leitura de imagens relativamente simples. Exercita também a observação e a inferência, habilidades importantes na educação histórica e geográfica.
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO. TAUBMAN, Andrea Viviana; RAMOS, Anna Claudia. O dia mais frio do ano. Rio de Janeiro: Rocquinho, 2021.

LIVRO. CASTRO, Cleber Marques de; MORGADO, Vânia Nunes. Com que roupa vai a Val? Uberlândia: Instituto Alfa e Beto, 2018.
OS SERES HUMANOS CONSTRUÍRAM SUAS PRIMEIRAS
MORADIAS PARA SE ABRIGAR E SE PROTEGER DO FRIO, DO CALOR, DA CHUVA, DO VENTO E DE OUTROS SERES VIVOS. E AINDA HOJE É ASSIM.
• OBSERVE AS IMAGENS E LIGUE CADA MORADIA AO TEXTO SOBRE ELA.



CASA AREJADA E ILUMINADA. PROTEGE AS PESSOAS EM LUGARES QUENTES.
CASA QUE PROTEGE AS PESSOAS DO FRIO E DA NEVE.
CASA CONSTRUÍDA SOBRE ESTACAS PARA PROTEGER DA ENTRADA DE ÁGUA QUANDO OS RIOS FICAM MUITO CHEIOS.
POR MEIO DA OBSERVAÇÃO PODEMOS PERCEBER COMO ESTÁ O TEMPO ATMOSFÉRICO EM DETERMINADO MOMENTO E LUGAR.
OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR.

ALEXANDRE BECK. ARMANDINHO. [S. L.], 19 JUN. 2017. TUMBLR: @TIRASARMANDINHO. DISPONÍVEL EM: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/chuva. ACESSO EM: 25 OUT. 2025.
1. O QUE VEMOS:
2. Sim, o menino percebeu a mudança de tempo atmosférico, pois está de guarda-chuva para se proteger da chuva.
A) NO PRIMEIRO QUADRINHO. Vemos o sol sorrindo no céu.
B) NO SEGUNDO QUADRINHO. Nuvens se formando.
C) NO TERCEIRO QUADRINHO. Nuvens bem escuras.
D) NO QUARTO QUADRINHO.
O menino está com um guarda-chuva para se proteger da chuva.
2. OBSERVANDO O QUADRINHO NÚMERO QUATRO, É POSSÍVEL
CONCLUIR QUE O MENINO PERCEBEU A MUDANÇA DE TEMPO ATMOSFÉRICO? COMO VOCÊ CHEGOU A ESSA CONCLUSÃO?
3. OLHE PELA JANELA DA SALA DE AULA OU DA SUA CASA E RESPONDA: Resposta pessoal.
FAZ FRIO?
ESTÁ NUBLADO?
FAZ CALOR?
ESTÁ ENSOLARADO?
VENTA?
ESTÁ CHOVENDO?
ENCAMINHAMENTO
Atividade 3. A atividade propicia o desenvolvimento da competência geral 7 e a competência específica 6 de Geografia ao mobilizar os conteúdos estudados para construir argumentos.
Professor, pode-se pedir para um estudante ler em voz alta o texto a seguir, estimulando o desenvolvimento da habilidade de leitura e de interpretação de um texto.
A chuva tamborila no telhado
Cada pingo uma nota Às vezes l-e-n-t-a
Noutras miúda Às vezes tempestade Noutras chuviscos.
RITA, Maria. Chuva. In: MORCELLI, Amélia; RITA, Maria; PY, Maria das Graças. Poemas para brincar Disponível em: https:// www.ufsm.br/app/uploads/ sites/414/2019/01/Poemas -Para-Brincar.pdf. Acesso em: 11 out. 2025.
Professor, sobre o uso de tirinhas, um tipo de texto multissemiótico, leia o trecho a seguir. O Eixo Leitura compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/ espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: fruição estética de textos e obras literárias; pesquisa e embasamento de trabalhos escolares e acadêmicos; realização de procedimentos; conhecimento, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; sustentar a reivindicação de algo no contexto de atuação da vida pública; ter mais conhecimento que permita o desenvolvimento de projetos pessoais, dentre outras possibilidades. Leitura no contexto da BNCC é tomada em um sentido mais amplo, dizendo respeito não somente ao texto escrito, mas também a imagens estáticas (foto, pintura, desenho, esquema, gráfico, diagrama) ou em movimento (filmes, vídeos etc.) e ao som (música), que acompanha e cossignifica em muitos gêneros digitais. O tratamento das práticas leitoras compreende dimensões inter-relacionadas às práticas de uso e reflexão […].
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/lingua-portuguesa. Acesso em: 17 out. 2025.
A apresentação da Geografia quanto aos processos naturais relacionados ao clima, à geomorfologia, à biogeografia e à hidrografia, reconhecendo a multiescalaridade desses processos, é iniciada desde a educação infantil para que os estudantes, paulatinamente, durante a vida escolar, compreendam que os elementos da natureza são inter-relacionados. Isso significa que, por exemplo, a altitude do relevo pode estar relacionada a um tipo climático, a uma drenagem específica das águas dos rios e, consequentemente, a uma formação vegetal. Do mesmo modo, um tipo de clima pode estar relacionado a um tipo de solo, que por sua vez dá origem a uma formação vegetal, entre muitos outros exemplos.
O trabalho desenvolvido no 1 o ano com o tempo atmosférico e o clima é um exemplo de base conceitual contextualizada ao cotidiano dos estudantes, principalmente por meio da reflexão sobre as roupas e os alimentos consumidos no dia a dia, abordagem que desenvolve as habilidades EF01GE10 e EF01GE11
AS ROUPAS QUE USAMOS SERVEM PARA NOS DEIXAR CONFORTÁVEIS E NOS PROTEGER. POR ISSO, É IMPORTANTE USARMOS ROUPAS ADEQUADAS AO TEMPO ATMOSFÉRICO E ESTARMOS PREPARADOS PARA AS VARIAÇÕES DE TEMPERATURA
E DE UMIDADE NO AMBIENTE.
• OBSERVE A VARIAÇÃO DO TEMPO DURANTE UM DIA.


CONTORNE DE VERMELHO A CRIANÇA QUE ESTÁ VESTIDA DE MODO MAIS ADEQUADO AO TEMPO NO PERÍODO DA MANHÃ E CONTORNE DE AZUL A CRIANÇA QUE ESTÁ VESTIDA DE MODO MAIS ADEQUADO AO TEMPO NO PERÍODO DA TARDE.




VOCÊ JÁ VIU OU OUVIU ALGUMA NOTÍCIA INFORMANDO QUE VAI CHOVER OU FAZER MUITO CALOR NO LUGAR ONDE VOCÊ VIVE? ESSAS INFORMAÇÕES PODEM NOS AJUDAR A ADEQUAR NOSSA ALIMENTAÇÃO AO TEMPO ATMOSFÉRICO.
1. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR. ESCREVA A LETRA F NOS ALIMENTOS MAIS CONSUMIDOS EM DIAS FRIOS, E A LETRA Q NOS MAIS CONSUMIDOS EM DIAS QUENTES.




F Q Q
2. ESCREVA O NOME DE UM ALIMENTO QUE VOCÊ E SUA
FAMÍLIA COSTUMAM COMER QUANDO OS DIAS ESTÃO MAIS FRIOS.
Resposta pessoal.
3. ESCREVA O NOME DE UM ALIMENTO QUE VOCÊ E SUA
FAMÍLIA COSTUMAM COMER QUANDO OS DIAS ESTÃO MAIS QUENTES.
Resposta pessoal.
BNCC
• EF01GE10
ORIENTAÇÕES
Se considerar oportuno, ampliar a conversa sobre mudanças repentinas no tempo, por exemplo, a elevação ou a diminuição da temperatura ao longo do dia, como em casos em que é necessário sair de casa com um casaco pela manhã, mas à tarde seria mais adequado usar uma camiseta de manga curta.
27/10/25 14:42
VÍDEO. QUAL é a diferença entre tempo e clima? 2022. Vídeo (2min3s). Publicado pelo canal INMET. Disponível em: https://www.youtube.com/watch? v=JzxkK0X-Se8. Acesso em: 5 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Pode-se observar a importância do tempo e do clima para o desenvolvimento da sociedade no nosso cotidiano: na saúde, na alimentação, no vestuário, na moradia, no lazer, na economia, enfim,
para nossa sobrevivência na Terra. O clima é uma sucessão das condições do tempo e já passou por diversas fases no planeta Terra, influenciando a formação de muitos ambientes (secos, úmidos, glaciais, etc.). Assim, é importante compreendermos e ensinarmos como funciona a dinâmica atmosférica, a fim de subsidiarmos tomadas de decisões e desenvolvimentos tecnológicos.
As observações sensíveis do tempo são corpóreas e, deste modo, a partir da capacidade de observar e de registrar na memória as impressões sobre o estado momentâneo da atmosfera (calor, frio, ensolarado, nublado, chuvoso, ventando, etc.), o ser humano vai colecionando dados e fatos relativos ao comportamento do tempo atmosférico do lugar onde vive ou visita. Assim podemos dizer que “somos uma estação meteorológica ambulante”, utilizando as sensações corpóreas que nos permitem conviver com as variações dos tipos de tempo. Uma estação meteorológica possui um conjunto de aparelhos que quantificam o comportamento físico da atmosfera, ou seja, traduzem em números as sensações que o corpo humano qualifica a todo o momento.
FRANÇA JUNIOR, Pedro; MALYSZ, Sandra Bazzo; LOPES, Claudivan Sanches. Práticas de ensino em climatologia: observação sensível do tempo atmosférico. Revista Brasileira de Climatologia, ano 12, v. 19, jul.-dez. 2016. Disponível em: https://ojs.ufgd. edu.br/rbclima/article/ view/13924/7205. Acesso em: 11 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
Ao iniciar a aula, sugere-se:
• Perguntar aos estudantes se já ouviram a expressão “previsão do tempo” e o que sabem sobre ela.
• Perguntar se eles ou seus familiares consultam a previsão do tempo antes de sair de casa e de que forma isso impacta suas atividades (por exemplo, decidir se vão levar guarda-chuva, vestir um casaco ou escolher determinado calçado).
• Perguntar se eles imaginam para quais atividades humanas ou profissões a previsão do tempo é importante e por quê.
A partir dessa conversa inicial, pode-se realizar a atividade proposta na dupla de páginas, incentivando os estudantes a usar lápis de cor e a criatividade para representar as condições do tempo descritas pela repórter em cada situação.
Ao finalizar a atividade, sugere-se a realização da seção Mais um passo. Nessa seção, são exploradas algumas figuras que costumam ser utilizadas para ilustrar a previsão do tempo. O tópico fornece subsídios teóricos que podem colaborar para o desenvolvimento da habilidade EF01GE10. Destaca-se que os termos tempo e clima costumam ser confundidos,
SABER SE AMANHÃ VAI CHOVER OU FAZER SOL PODE AJUDAR NA ESCOLHA DAS ROUPAS E DOS ALIMENTOS PARA O DIA SEGUINTE. SABER SOBRE O TEMPO ATMOSFÉRICO AJUDA TAMBÉM QUEM TRABALHA NA AGRICULTURA A CUIDAR DAS PLANTAÇÕES.
A PREVISÃO DO TEMPO É FEITA POR PROFISSIONAIS QUE ESTUDAM, POR EXEMPLO, AS NUVENS, O VENTO, A UMIDADE E AS MUDANÇAS DE TEMPERATURA. ESSE CONHECIMENTO PERMITE AOS PROFISSIONAIS PREVER AS CONDIÇÕES DO TEMPO.
1. NA TELEVISÃO E NA INTERNET, NOTÍCIAS SOBRE A PREVISÃO DO TEMPO SÃO ACOMPANHADAS DE PEQUENAS FIGURAS QUE INDICAM COMO O TEMPO ATMOSFÉRICO ESTARÁ NOS PRÓXIMOS DIAS.
DESENHE UMA FIGURA PARA EXPRESSAR A PREVISÃO DO TEMPO ANUNCIADA PELA APRESENTADORA EM CADA UM DOS ESPAÇOS
A SEGUIR. Resposta pessoal.
HOJE A PREVISÃO É DE UM DIA QUENTE, DE SOL, COM POUCAS NUVENS!
HOJE O DIA COMEÇA NUBLADO. PODE CHOVER À TARDE E ESFRIAR.
e, por vezes, tratados como sinônimos. No entanto, tempo refere-se às condições atmosféricas de um local em um determinado momento, ou em um curto intervalo de tempo, como um dia ou uma semana. Já o clima diz respeito às condições meteorológicas médias de um local durante um longo período.
Isso posto, tem-se que a previsão do tempo diz respeito às condições atmosféricas em um mesmo dia ou para alguns dias seguintes de um
determinado local, considerando fatores como temperatura, chuva (precipitação), ventos, umidade do ar e pressão atmosférica.
HOJE A PREVISÃO É DE PANCADAS DE CHUVA
DURANTE TODO O DIA.
HOJE A PREVISÃO É DE TEMPORAL, COM VENTOS FORTES, RAIOS E TROVÕES!
2. RODA DE CONVERSA. VOCÊ JÁ SE ANIMOU A FAZER
UMA ATIVIDADE AO SABER QUE O DIA SEGUINTE SERIA ENSOLARADO? E O CONTRÁRIO, TAMBÉM JÁ ACONTECEU? COM A ORIENTAÇÃO DA PROFESSORA, CONTE O CASO AOS COLEGAS E EXPLIQUE COMO VOCÊ SE SENTIU. DEPOIS, ESCREVA NO ESPAÇO A SEGUIR UMA FRASE PARA EXPLICAR POR QUE A PREVISÃO DO TEMPO É IMPORTANTE NO NOSSO DIA A DIA.
Resposta pessoal. Professora, independentemente de os estudantes expressarem sentimentos de alegria ou tristeza com o fato ocorrido, ajude-os a compreender a importância da previsão do tempo para a tomada de uma decisão, como a de levar o guarda-chuva para a escola, e, assim, evitar se molhar e possivelmente ficar doente.
BNCC
• EF01GE10
| PARA O PROFESSOR
VÍDEO. Explicando o Tempo – Saiba como se mede a chuva. 2015. Vídeo (4min48s). Publicado pelo canal Climatempo. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=gZSCrirZ5c4. Acesso em: 11 out. 2025.
VÍDEO. Você sabe como a previsão do tempo é feita? Climatempo. Disponível
três vezes ao dia. Esses dados são recebidos, processados e enviados para a Sede em Brasília-DF que, por sua vez, armazena os dados em um banco de dados oficial, os processa, os integra e os envia por satélite para todo o mundo.
A partir desses dados, são feitas simulações em supercomputadores, que os processam em modelos numéricos desenvolvidos para avaliar como se comportará o tempo num intervalo de até 174 horas à frente.
Contudo, essas informações não são suficientes para a realização da previsão do tempo. Imagens de satélite também são utilizadas para elaborar a previsão de curto prazo. Essas imagens podem ser geradas a cada 10 minutos, de hora em hora ou a cada 3 horas. [...]
Além disso, também são utilizados radares meteorológicos, que fornecem as condições meteorológicas reinantes num espaço de tempo e numa área menor que a dos modelos numéricos.
27/10/25 14:42
em: https://www.youtube.com/shorts/ r5EFUsA6W5M. Acesso em: 5 out. 2025.
A previsão do tempo no INMET se baseia em dados atmosféricos (precipitação, ventos, umidade relativa do ar, pressão atmosférica, entre outros) observados em estações meteorológicas, em modelos numéricos de previsão, em imagens de satélite e em radares meteorológicos. [...]
As estações automáticas captam dados a cada hora. As estações convencionais,
Os meteorologistas do INMET que trabalham em centros de previsão do tempo realizam a análise desses dados e das informações por eles geradas por meio das cartas de superfície, dos modelos numéricos, das imagens de satélites, dos radares, entre outros, na elaboração e comunicação da previsão do tempo e de avisos meteorológicos para todo o Brasil. [...]
INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Sobre meteorologia. Disponível em: https://portal.inmet. gov.br/sobre-meteorologia. Acesso em: 14 out. 2025.
• EF01CI05
• EF01CI06
• EF01GE05
ENCAMINHAMENTO
O capítulo busca ajudar a criança a formar as noções de ritmos naturais (dia e noite, variação de temperatura e umidade) e estabelecer comparações entre a sua realidade e a das outras crianças. O capítulo também busca auxiliar a criança a compreender que as atividades de outros animais e alguns processos que ocorrem nas plantas podem variar conforme os períodos do dia.
Para dar início a uma aula dialogada, sugere-se:
• Solicitar aos estudantes que contem como dividem o dia.
• Pedir para registrarem sua rotina diária em uma cartolina usando canetinhas coloridas. E, em duplas produtivas, solicitar que cada estudante compare sua rotina à do colega.
• Ampliar a reflexão sobre o tema perguntando aos estudantes em que período do dia eles estudam e em que período brincam.
• Ouvir e comentar as respostas dos estudantes às atividades. Socializar o conhecimento produzido.
Professor, evidenciar para o estudante que a divisão do dia em manhã, tarde e noite é uma forma de organizar o tempo. O trabalho com este capítulo ajuda a desenvolver as noções temporais de anterioridade e posterioridade.
COSTUMAMOS ORGANIZAR UM DIA EM TRÊS PERÍODOS: MANHÃ, TARDE E NOITE

EM
AMANHECER EM JOÃO PESSOA, PARAÍBA, 2022.


LIVRO. MUNDURUKU, Daniel. O sumiço da noite. São Paulo: Caramelo, 2019.

NOITE EM JOÃO PESSOA, PARAÍBA, 2023.
Peça a um dos responsáveis por você para escrever as atividades que ele ou ela faz nos períodos da manhã, da tarde e da noite. Anote e depois compare esses cotidianos com o seu, identificando semelhanças e diferenças entre eles.
OBSERVE OS ELEMENTOS DA PAISAGEM NAS IMAGENS A SEGUIR: O CÉU, AS CRIANÇAS, AS PLANTAS E OS ANIMAIS.
IMAGEM 1 – MANHÃ

IMAGEM 2 – NOITE

1. PERCEBEU QUE A IMAGEM 1 MOSTRA UM LUGAR DE DIA E A IMAGEM 2 MOSTRA O MESMO LUGAR À NOITE? Resposta pessoal.
2. QUE DIFERENÇAS VOCÊ PERCEBE ENTRE ELAS? PREENCHA O QUADRO A SEGUIR COM AS INFORMAÇÕES PEDIDAS.
IMAGEM 1
NO CÉU O Sol brilhando
NO CAMPO Pessoas trabalhando
NO PASTO Ovelhas acordadas
EM FRENTE À CASA
BNCC
Crianças brincando e uma mulher
• EF01CI05 • EF01CI06 • EF01GE05
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com esta página pode ser organizando em dois momentos. No primeiro momento, sugere-se:
• Orientar a análise das imagens individualmente, de modo que os estudantes compreendam os elementos representados em cada uma delas. Para isso, podem ser feitas perguntas como:
IMAGEM 2
Lua no céu escuro
Não há trabalhadores
Ovelhas dormindo
Não há pessoas
• Existem animais representados nessa imagem? Quais?
• O que os animais estão fazendo nessa cena?
• Há pessoas na imagem? Em caso positivo, o que elas estão fazendo?
• Em que período do dia a cena se passa?
• Que elementos da imagem ajudaram você a chegar a essa conclusão?
Em relação a esta última pergunta, é possível que os estudantes justifiquem
apontando o Sol como o astro visível durante o dia (manhã ou tarde) e a Lua como o astro visível durante a noite. No entanto, é importante destacar que, dependendo da fase do ciclo lunar, a Lua pode não ser visível no céu no período noturno ou até mesmo ser visível durante o dia.
No segundo momento, sugere-se:
• Orientar a comparação entre as imagens, reconhecendo semelhanças e diferenças entre elas, o que possibilita a realização da atividade proposta na página.
Criar na lousa três colunas e escrever no alto de cada uma delas, “MANHÔ, “TARDE” e “NOITE”.
• Escolher dois estudantes e perguntar sobre a rotina deles no dia em que a aula está acontecendo.
• Anotar na lousa a sequência de atividades. Incentivar na turma a percepção das diferenças e semelhanças na rotina dos dois estudantes.
• A organização das palavras e expressões na lousa possibilita o desenvolvimento da habilidade EF12LP17 de Língua Portuguesa.
|
VÍDEO . DE Onde Vêm o Dia e a Noite? #Episódio 8. 2015. Vídeo (4min36s). Publicado pelo canal De Onde Vem?. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=Nux_3P Vdo9U. Acesso em: 11 out. 2025.
• EF01CI05
• EF01CI06
EF01GE05
| PARA O ESTUDANTE
MÚSICA. PEQUENO Cidadão ‒ De Noitinha. 2012. Vídeo (4min4s). Publicado pelo canal Pequeno Cidadão. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?
v=1CZEoMyt5-0. Acesso em: 13 set. 2025.
LIVRO. BULLARD, Lisa. Meu dia: manhã, tarde e noite. São Paulo: Marieta, 2024.

TEXTO DE APOIO
O desenvolvimento da noção temporal [...] É apenas [...] com a alfabetização e com o aprendizado da matemática, que os mais jovens começam a desenvolver a noção temporal que nós, adultos, temos. Afinal, “o número é um ritmo, tem um tempo, o que vem antes e o que vem depois”, explica a psicopedagoga e psicodramatista Claudia Feldman. [...]
AS IMAGENS A SEGUIR MOSTRAM CAUÊ EM DIFERENTES PERÍODOS DO DIA.
1. A CENA 1 SE PASSA: X DE DIA. DE NOITE.
1. Espera-se que os estudantes mencionem elementos como o Sol, a claridade no céu, o gesto do menino se espreguiçando.
COMO VOCÊ CHEGOU A ESSA CONCLUSÃO?
2. E A CENA 2 SE PASSA: DE DIA. X DE NOITE.
COMO VOCÊ CHEGOU A ESSA CONCLUSÃO?
2. Espera-se que os estudantes apontem elementos como a Lua, as estrelas, o céu escuro, o menino dormindo.
O brincar e a experiência corporal também são bastante valiosos nesse sentido. O subir e descer de um escorregador, o tempo certo de chutar uma bola ou até o ritmo de uma cantiga: tudo isso é aprendizado de conceitos abstratos, como trás e frente, longe e perto, que contribuem para essa relação com o tempo. [...] E é claro que aprendemos a lidar com o tempo durante toda a vida. [...] A questão é que, para as crianças, referências concretas trazidas pelos mais velhos fazem parte de uma “noção organizadora” que pode trazer segurança a elas, além de ser extremamente importante para o seu desenvolvimento.
CORTÉS, Luísa. Ontem, hoje e amanhã: como desenvolver a noção de tempo das crianças? Blog Companhia das Letras, 17 nov. 2022. Disponível em: https://www. companhiadasletras.com.br/BlogPost/6437/ ontem-hoje-e-amanha-como-desenvolver-a -nocao-de-tempo-das-criancas. Acesso em: 14 out. 2025.
[...] Essa referência pode vir na forma de uma simples comunicação. [...] Nomear manhã, tarde, noite, hora, dia, só um minutinho, tudo isso traz a concretude para alguns dos conceitos mais abstratos que inventamos enquanto sociedade.
3. IDENTIFIQUE OS PERÍODOS DO DIA EM QUE VOCÊ REALIZA CADA
ATIVIDADE DESCRITA A SEGUIR. PREENCHA OS QUADRADOS COM AS LETRAS DA LEGENDA.
LEGENDA
CONSIDERE QUE CADA ATIVIDADE É REALIZADA UMA VEZ POR DIA. DICA
M: ATIVIDADE REALIZADA PELA MANHÃ.
T: ATIVIDADE REALIZADA À TARDE.
N: ATIVIDADE REALIZADA À NOITE.
DORMIR
TOMAR BANHO
JANTAR
IR À ESCOLA
ALMOÇAR
LIÇÃO DE CASA BRINCAR ACORDAR
4. RODA DE CONVERSA. PENSE EM UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO. ELE PODE SER SEU OU DE ALGUÉM QUE VOCÊ CONHECE. ELE FAZ ATIVIDADES DE DIA E À NOITE. COM A ORIENTAÇÃO DA PROFESSORA, CONVERSE COM OS COLEGAS
SOBRE A ROTINA DOS ANIMAIS: CACHORRO, GATO, PASSARINHO, COELHO, PEIXE. DEPOIS, VOCÊ VAI ESCOLHER UM ANIMAL E FAZER UM DESENHO DELE DORMINDO, COMENDO, PASSEANDO, BRINCANDO, LATINDO, MIANDO... COLOQUE O NOME DO ANIMAL NO DESENHO. DEPOIS, PENDURE SEU DESENHO EM UM VARAL E O APRESENTE AOS COLEGAS.
BNCC
1. Leia a tirinha a seguir e responda o que se pede.






Resposta pessoal. 255
• EF01CI05 • EF01CI06 • EF01GE05
ENCAMINHAMENTO
• Resolver as atividades em duplas produtivas, de modo que um colega ajude o outro.
• Comentar as respostas às perguntas desta página e refletir com os estudantes sobre a rotina deles.
• Perguntar aos estudantes se eles têm conseguido cumprir seus compromissos escolares.
29/10/25 03:09
• As atividades 3 e 4 oportunizam a mobilização da habilidade EF01CI06, relacionada às atividades dos seres vivos em diferentes períodos do dia.
a) Você já ouviu a expressão “não vejo a hora”? Sabe o que essa expressão significa?
b) Na tirinha, o sentido da palavra “vejo” é:
( ) olhar para algo. ( ) enxergar. ( ) pensar.
c) O que está impedindo Armandinho de ver o relógio?
d) A que horas as suas aulas se iniciam?
e) A que horas as suas aulas terminam?
Respostas:
a) Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes concluam que, quando dizemos “não vejo a hora”, queremos dizer que estamos ansiosos para que algo aconteça.
b) Enxergar.
c) A cabeça do pai dele, que está em frente ao relógio.
d) Resposta pessoal. Professor, orientar os estudantes sobre os horários da escola.
e) Resposta pessoal.
• EF01CI06
• EF01GE05
ENCAMINHAMENTO
Ao iniciar a aula, sugere-se fazer algumas perguntas para levantar o conhecimento prévio dos estudantes sobre a atividade dos animais em diferentes períodos do dia:
• O que vocês imaginam que os animais fazem durante o dia?
• E durante a noite? É possível que os estudantes respondam que os animais se alimentam e se movimentam durante o dia, mas dormem à noite, considerando a tendência do comportamento humano. Diante dessa situação, explicar que nem todos os animais seguem o mesmo padrão, apresentando e exemplificando animais diurnos e noturnos.
Após a introdução, sugere-se:
• Separar previamente imagens de animais diurnos (como galinha, borboleta, cachorro) e de animais noturnos (como muitas corujas, morcego) e apresentá-las aos estudantes.
• Questionar os estudantes sobre quais desses animais eles já viram, em que momento do dia e o que eles estavam fazendo (se alimentando, descansando etc.).
• Solicitar que os estudantes classifiquem esses animais, separando-os conforme os que são ativos durante o dia e os que são ativos durante a noite.
OS ANIMAIS E AS PLANTAS TÊM UMA ROTINA PRÓPRIA. ALGUNS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE O DIA E OUTROS, DURANTE A NOITE.
OS ANIMAIS QUE SE ALIMENTAM E SE LOCOMOVEM MAIS DURANTE O DIA SÃO CHAMADOS DE ANIMAIS DIURNOS.
OS ANIMAIS QUE SE ALIMENTAM E FICAM MAIS ATIVOS DURANTE A NOITE SÃO CHAMADOS DE ANIMAIS NOTURNOS

O BEIJA-FLOR REALIZA SUAS ATIVIDADES PREFERENCIALMENTE DE DIA.

A JAGUATIRICA REALIZA SUAS ATIVIDADES PREFERENCIALMENTE DE NOITE.
Pesquise e escreva o nome de dois animais que são mais ativos no período do dia e dois que são mais ativos no período da noite. Possíveis respostas: galinha, cachorro, beija-flor e sagui são exemplos de animais diurnos; muitas corujas, morcego e jaguatirica são exemplos de animais noturnos.

O SAGUI REALIZA SUAS ATIVIDADES PREFERENCIALMENTE DE DIA.

O MORCEGO REALIZA SUAS ATIVIDADES PREFERENCIALMENTE DE NOITE.
AS PLANTAS TAMBÉM PODEM SER DIURNAS OU NOTURNAS.


AS FLORES DO MANDACARU DESABROCHAM À NOITE.
ATIVIDADES
1. COMPLETE AS FRASES

AS FLORES DO PAU-BRASIL DESABROCHAM DURANTE O DIA.
A) O BEIJA-FLOR E O SAGUI ALIMENTAM-SE DURANTE O DIA.
diurnos
PORTANTO, SÃO ANIMAIS .
noturnos
B) A JAGUATIRICA E O MORCEGO SÃO ANIMAIS , OU SEJA, SÃO MAIS ATIVOS DURANTE A NOITE.
2. PESQUISE UM ANIMAL NOTURNO E UMA PLANTA DIURNA. DEPOIS, RECORTE UMA IMAGEM DE CADA UM, COLE NOS ESPAÇOS A SEGUIR E ESCREVA O NOME DELES.
ANIMAL NOTURNO
Produção pessoal.
BNCC
• EF01CI06
ENCAMINHAMENTO
Ao iniciar a aula, pode-se perguntar:
• Quais atividades são realizadas por uma planta ao longo de um dia?
• Elas se alimentam em um período do dia e dormem em outro, como os animais?
Na sequência, sugere-se:
• Explicar, de forma simples, que as plantas também realizam atividades
PLANTA DIURNA
27/10/25 14:42
durante o dia, mas que essas atividades são diferentes das dos animais. Por exemplo, diferentemente dos animais, as plantas não dormem. Além disso, elas produzem o próprio alimento por meio da fotossíntese, processo que depende da presença de luz.
• Destacar que algumas plantas com flores têm abertura diurna (se abrem durante o dia). Já outras têm abertura noturna (se abrem à noite). Se considerar adequado à realidade da turma, explicar que alguns animais
noturnos, como os morcegos, visitam plantas cujas flores se abrem durante a noite para se alimentar do néctar (material açucarado) produzido por elas. Ao visitá-las, esses animais podem ajudar na reprodução das plantas.
• Se possível, separar previamente imagens de plantas cujas flores se abrem durante o dia (girassol, margarida, hibisco, tulipa) e de plantas cujas flores se abrem à noite (dama-da-noite, flor-da-lua, jasmim-noturno), e apresentá-las aos estudantes.
• Questionar os estudantes se já viram algumas delas em casa, no jardim da escola ou em praças, valorizando suas experiências pessoais.
• Finalizar explicando que as atividades dos seres vivos, mesmo que de maneiras diferentes, estão ligadas aos ciclos do dia e da noite.
1. Observe os animais e as plantas listadas abaixo e circule aqueles que são diurnos.
Dama-da-noite
Coruja Girassol
Galinha Borboleta Morcego Cachorro Hibisco
2. Desenhe uma flor que você viu aberta durante o dia, no caminho da escola.
Respostas:
1. Plantas diurnas: girassol e hibisco. Animais diurnos: galinha, borboleta e cachorro.
2. Resposta pessoal.
ENCAMINHAMENTO
Ao iniciar a aula, propor perguntas como:
• Será que todos os seres vivos têm o mesmo tempo de vida?
• Quem vive mais: uma árvore, uma borboleta ou uma pessoa?
Na sequência, sugere-se:
• Explicar que os seres vivos têm ciclos de vida, que envolvem nascer, crescer, se reproduzir e morrer.
• Explicar que a duração do ciclo de vida de cada tipo de ser vivo é variável: alguns vivem dias, outros semanas, meses ou anos.
Ao explorar os exemplos de seres vivos e seu tempo de vida ilustrados, sugere-se apresentar curiosidades sobre cada um deles, de modo a despertar o interesse e a atenção dos estudantes.
Com relação às efêmeras, pode-se citar:
• A maior parte de sua vida ocorre na água, como larva (ou ninfa), período em que se alimenta e cresce.
• Sua fase adulta é muito curta. Alguns tipos de efêmeras vivem apenas algumas horas após atingir a fase adulta, tempo no qual buscam parceiros para se reproduzir.
• A palavra efêmera significa justamente algo que dura pouco, refletindo o caráter transitório de sua fase adulta.
OBSERVE AS IMAGENS E LEIA OS TEXTOS ATENTAMENTE.
EFÊMERA É UM INSETO QUE VIVE, NO MÁXIMO, UM DIA.

A MARIPOSA-LUNA É UM ANIMAL QUE VIVE POR APROXIMADAMENTE UMA SEMANA.

Com relação às mariposas-lunas, pode-se comentar que:
• São insetos noturnos.
• Durante a fase larval (lagarta), passam bastante tempo se alimentando e crescendo.
• Possuem fase adulta relativamente curta, geralmente de alguns dias a uma semana, dedicada principalmente à reprodução.
• São conhecidas por suas asas grandes e de coloração pálida, muitas
vezes com círculos que se parecem com “olhos”, que ajudam a afugentar eventuais predadores (animais que se alimentam delas).
• São nativas da América do Norte.
O PEIXE PIRÁ-BRASÍLIA VIVE POR ALGUNS MESES EM POÇAS DE ÁGUA, PRÓXIMO A RIOS E RIACHOS.

PIRÁ-BRASÍLIA.
O BABAÇU É UMA ÁRVORE QUE VIVE CERCA DE 100 ANOS

ATIVIDADES
1. QUAL SER VIVO VIVE MAIS?
O babaçu.
2. QUAL SER VIVO TEM O MENOR TEMPO DE VIDA?
MATA DE PALMEIRAS BABAÇU. PEDRO DO ROSÁRIO, MARANHÃO, 2024.
• É uma palmeira que cresce em diferentes estados brasileiros, como Maranhão, Pará e Tocantins.
• Cada cacho do babaçu pode ter centenas de cocos.
• Muitas famílias vivem da coleta e do uso do babaçu, especialmente as quebradeiras de coco.
O Texto de apoio apresenta mais informações sobre as quebradeiras de coco-babaçu, possibilitando o trabalho com o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multiculturalismo.
TEXTO DE APOIO
A efêmera.
3. RODA DE CONVERSA. COM A AJUDA DA PROFESSORA, CONVERSE SOBRE AS INFORMAÇÕES DOS TEXTOS QUE VOCÊ USOU PARA RESPONDER AS PERGUNTAS 1 E 2. Resposta pessoal.
BNCC
• EF01CI05
ENCAMINHAMENTO
Com relação ao pirá-brasília, pode-se citar:
• É um peixe pequeno, que mede até cerca de 5 centímetros (para representar o tamanho do peixe aos estudantes, pode-se fazer um traço de 5 centímetros na lousa com o auxílio de uma régua).
27/10/25 20:50
• Esse peixe vive só na região de Brasília, em poças e brejos formados durante a estação de chuvas.
• Ao se reproduzirem, esses peixes enterram seus ovos no barro. Os ovos conseguem sobreviver por longos períodos, mesmo quando a água seca. A eclosão dos ovos só ocorre na próxima estação chuvosa. Com relação ao babaçu, pode-se comentar que:
[...] As quebradeiras de coco-babaçu abrem os cocos para extrair um punhado de amêndoas que contêm embriões de futuras palmeiras. Os cocos são pequenos [...] Do casco, produz-se carvão; das amêndoas, extraem-se óleos e leite de coco; da polpa interna – o chamado mesocarpo –, obtém-se uma farinha nutritiva para pães, bolos e suplementos vitamínicos. E, das folhas das palmeiras, são feitos artesanatos e telhados para as casas. A luta dessas mulheres de origem quilombola, afrodescendente e indígena pelo direito de preservar a tradição, que garante a sobrevivência de seus corpos e de uma cultura ancestral, vai além da habilidade de quebrar cocos. [...]
DOMINGUEZ, Soledad. Mulheres quebradeiras de coco-babaçu pedem respeito à legislação que protege a atividade ancestral. Infoamazonia, 30 abr. 2024. Disponível em: https://info amazonia.org/2024/04/30/ mulheres-quebradeiras-de -coco-babacu-pedem-res peito-a-legislacao-que-pro tege-a-atividade-ancestral. Acesso em: 11 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
Ao iniciar a aula, sugere-se retomar o tempo de vida dos seres vivos, assunto explorado nas páginas anteriores.
Na sequência, explorar o conteúdo desta página, realizando a leitura do texto com os estudantes e auxiliando-os na resolução das atividades. Se possível, nesse momento, apresentar aos estudantes um calendário impresso para trabalhar a sucessão dos dias e dos meses ao longo de um ano. Nessa dinâmica, podem-se fazer algumas perguntas, como:
• Qual dia da semana antecede a terça-feira?
• Qual dia da semana vem depois do sábado?
• Qual mês antecede fevereiro?
• Qual mês vem depois de outubro?
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. MESES do ano ‒ Crianças Inteligentes. 2016. Vídeo (2min4s). Publicado pelo canal Crianças Inteligentes. Disponível em: https:// www.youtube.com/wa tch?v=SVhC0_9M05I. Acesso em: 11 out. 2025.
O SER HUMANO TAMBÉM É UM SER VIVO E CRIOU MODOS DE CONTAR E DIVIDIR O TEMPO. UM DELES DIVIDE O TEMPO EM DIAS, SEMANAS, MESES E ANOS.
UMA SEMANA TEM SETE DIAS. SÃO ELES:
DSTQQSS
DOMINGO SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA
QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA
SÁBADO
GERALMENTE UM ANO TEM 365 DIAS E É DIVIDIDO EM 12 MESES. OS MESES DO ANO SÃO:
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL MAIO JUNHO
JULHO AGOSTO SETEMBRO
OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO
OS MESES PODEM TER 30 OU 31 DIAS, MENOS O MÊS DE FEVEREIRO, QUE PODE TER 28 OU 29 DIAS.
1. ALICE FAZ ANIVERSÁRIO EM JANEIRO E MIGUEL FAZ ANIVERSÁRIO 5 MESES DEPOIS DELA. EM QUE MÊS MIGUEL FAZ ANIVERSÁRIO?
Junho.
2. RESPONDA:
A) QUANTOS DIAS TEM UMA SEMANA? 7
B) EM QUANTOS DIAS DA SEMANA VOCÊ NÃO VAI PARA
A ESCOLA? 2
C) FAÇA A CONTA PARA SABER EM QUANTOS DIAS DA SEMANA VOCÊ VAI PARA A ESCOLA.
Vocês sabem quais colegas fazem aniversário neste mês? Vamos descobrir e escrever no caderno os nomes dos aniversariantes do mês. Caprichem na letra!
• Material: 12 tabuletas com os nomes dos meses do ano.
Espera-se que os estudantes efetuem uma conta de subtração: 7 – 2 = 5.
1. As tabuletas com os meses do ano serão sorteadas entre os estudantes.
2. Ao sinal do professor, cada estudante que estiver com uma tabuleta deve levantá-la, respeitando a ordem cronológica: primeiro janeiro, depois fevereiro, e assim sucessivamente, até completar a sequência dos 12 meses do ano.
EM DETERMINADOS MESES DO ANO, PODE FAZER MAIS CALOR OU MAIS FRIO, PODE CHOVER MAIS OU CHOVER MENOS.
COM A MUDANÇA DO TEMPO ATMOSFÉRICO AO LONGO DO ANO, O CULTIVO DE ALGUNS ALIMENTOS VARIA.
POR ISSO, EXISTEM FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS QUE SÓ ESTÃO DISPONÍVEIS EM DETERMINADOS MESES.
O UMBU É A FRUTA DO UMBUZEIRO. DURANTE OS MESES MAIS SECOS, A ÁRVORE DO UMBUZEIRO
PERDE SUAS FOLHAS. MAS, QUANDO RETORNA O TEMPO DE CHUVA, ELA GERA FLORES E FRUTOS.



1. COM UM ADULTO, PESQUISE UMA PLANTA USADA COMO ALIMENTO NO LUGAR ONDE VOCÊ VIVE. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DA PLANTA E ESCREVA EM QUAIS MESES DO ANO ELA PODE SER ENCONTRADA.
2. LEVEM O DESENHO DA ATIVIDADE 1 PARA A ESCOLA. COM A AJUDA DA PROFESSORA, ORGANIZEM UMA EXPOSIÇÃO. Produção pessoal.
BNCC
• EF01CI05
ENCAMINHAMENTO
O conteúdo da página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Saúde.
Ao iniciar a aula, sugere-se fazer algumas perguntas buscando despertar o interesse dos estudantes para o assunto a ser estudado, como:
• Vocês possuem o hábito de comer frutas, legumes e verduras diariamente? Quais vocês consomem com mais frequência? Quais são seus favoritos?
• Vocês já foram com adultos de sua família a quitandas, feiras ou supermercados para comprar frutas, legumes e verduras?
• Vocês já notaram, ou ouviram familiares comentarem, que a disponibilidade desses alimentos muda em certas épocas do ano – por exem-
plo, quando algumas frutas ficam mais difíceis de encontrar?
Após essa conversa inicial, é possível:
• Explicar que muitos alimentos de origem vegetal estão disponíveis apenas em certas épocas do ano, pois sua produção depende do ciclo natural das plantas e das condições climáticas.
• Destacar que alguns alimentos, por outro lado, podem ser produzidos em períodos mais curtos, ou mesmo em ambientes com condições controladas, o que permite que estejam disponíveis durante todo o ano.
A época de cultivo dos alimentos
A maioria dos alimentos pode ser encontrada durante todo o ano, mas existe uma época ideal, em que apresentam melhor qualidade e melhores preços. É a época em que as condições naturais são ótimas para que o alimento se desenvolva, sem grandes interferências [...] Quando um alimento é produzido na época favorável a ele, menos esforços precisam ser feitos para que ele nasça em excelentes condições de sabor, nutrientes, aparência e preço. Por outro lado, quando o agricultor produz um alimento fora da sua safra, ele é obrigado a recorrer a mais insumos para melhorar a produção, como água, trator, mão de obra, adubo, agrotóxico… [...]
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Alimentos da estação. Restaurante Universitário. Brasília: UnB, 2022. Disponível em: https:// ru.unb.br/index.php/ali mentos-da-estacao. Acesso em: 14 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
O conteúdo da página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Meio ambiente (Educação ambiental).
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO . COMO cuidar do meio ambiente? –10 dicas para cuidar do meio ambiente. 2020. Vídeo (3min44s). Publicado pelo canal Smile and Learn ‒ Português. Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=Ekbd_hS QOhc. Acesso em: 11 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Por que comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente?
A cada 5 de junho, desde 1974, comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente, data para refletir sobre os problemas ambientais mais urgentes para o planeta. [...] Desde a sua criação, esse dia tornou-se uma plataforma global para conscientizar e promover ações diante da chamada tripla crise planetária: aquecimento global, perda de biodiversidade e poluição […]
Embora a primeira celebração mundial tenha sido realizada em 5 de junho de 1974, a data tem sua origem dois anos antes, em 1972, quando a ONU a designou como Dia Mundial do Meio Ambiente.
A denominação ocorreu durante o primeiro dia da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, sediada em Estocolmo, na Suécia, e promovida
LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR. DEPOIS, RESPONDA.
ESCOLAS ESTADUAIS CELEBRAM O DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE
EM IBATÉ [NO ESTADO DE SÃO PAULO], A ESCOLA
ESTADUAL ANDRÉ DONATONI REALIZA EM SEU DIA A DIA A COLETA SELETIVA DE LIXO E A ARRECADAÇÃO DE TAMPINHAS DE GARRAFA [...].
DE SEGUNDA A SEXTA, ALÉM DA ARRECADAÇÃO [...], FORAM REALIZADAS OFICINAS DE HORTA [...] E [...] REAPROVEITAMENTO DE CADERNOS E PAPÉIS PARA [...] CONFECÇÃO DE JOGOS, COMO PIÃO, PEBOLIM, DAMA E JOGO DA VELHA [...].
ESCOLAS ESTADUAIS CELEBRAM O DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE COM PROJETOS ECOLÓGICOS. GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, 2022. DISPONÍVEL EM: https://www.educacao.sp.gov.br/ escolas-estaduais-celebram-o-dia-mundial-meio-ambiente-com-projetos-ecologicos. ACESSO EM: 5 SET. 2025.

pelo governo sueco. “Os impactos ambientais causados pelo homem no meio natural se tornaram um problema urgente tanto para os países desenvolvidos quanto para os em desenvolvimento, e esses problemas precisam da cooperação internacional para serem resolvidos”, destaca a Declaração de Estocolmo. [...]
Também em 1972, por meio de outra resolução, a Assembleia Geral da ONU criou o Pnuma, cuja função é avaliar as condições e tendências ambientais mundial, regional e nacional;
desenvolver e fornecer aos países as ferramentas e tecnologias ambientais; e fortalecer as instituições para uma gestão ambiental consciente.
POR QUE comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente? National Geographic, 6 jun. 2025. Disponível em: https://www. nationalgeographicbrasil.com/meio-am biente/2022/06/por-que-comemoramos-o -dia-mundial-do-meio-ambiente. Acesso em: 11 out. 2025.
1. A ESCOLA ESTADUAL ANDRÉ DONATONI CELEBROU:
O DIA DA ESCOLA.
A FESTA DA PRIMAVERA.
X O DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE.
2. OFICINAS DE HORTA SERVEM PARA:
X ENSINAR A PLANTAR E CUIDAR DAS PLANTAS.
FABRICAR LEGUMES E FOLHAS ARTIFICIAIS.
3. COMPLETE O NOME A SEGUIR E DESCUBRA UM ALIMENTO QUE PODE SER PLANTADO NA HORTA DA ESCOLA.
C E N O U R A
A) AGORA, DESENHE ESSE ALIMENTO NO ESPAÇO A SEGUIR.
3. b) O plantio da cenoura pode variar conforme a região e o cultivar, ou seja, o tipo da cenoura. Contudo, o tempo de colheita após o plantio é de 80 a 120 dias. 263
B) COM A AJUDA DE UM ADULTO, PESQUISE E ESCREVA NO CADERNO:
• EM QUANTOS MESES ESSE ALIMENTO PODE SER COLHIDO DEPOIS DE PLANTADO.
• UM BENEFÍCIO DESSE ALIMENTO PARA NOSSO CORPO.
A cenoura contribui para a saúde dos olhos. A cenoura possui betacaroteno, uma substância que o corpo transforma em vitamina A, importante para visão.
BNCC
• EF01HI08
ENCAMINHAMENTO
O alimento explorado na atividade 3 é a cenoura. Destaca-se que a cenoura é um tipo de raiz que funciona como reserva de nutrientes. Ela se destaca por ser rica em carotenoides, um grupo de pigmentos naturais responsáveis pelas tonalidades que variam do amarelo ao vermelho em muitas plantas.
27/10/25 14:42
A variedade de cenoura mais comumente encontrada no Brasil é alaranjada, mas há outros tipos, que são mais arroxeadas ou mais avermelhadas.
Além da cenoura, outros alimentos, como abóbora, manga e mamão, também são fontes de carotenoides. Esses compostos possuem propriedades antioxidantes e podem ser convertidos em vitamina A pelo organismo. A vitamina A, por sua vez, desempenha diferentes funções no
organismo, como a manutenção da visão e o fortalecimento do sistema imunológico, responsável pelas defesas do corpo.
A deficiência de vitamina A pode ocasionar alguns problemas de saúde. Para aprofundar o assunto, ver o material indicado em Para o professor.
Converse com seus familiares sobre uma receita que vocês costumam preparar que utiliza a cenoura como ingrediente. Peça ajuda de um adulto da família para escrever essa receita em seu caderno (ingredientes e modo de preparo). Em sala de aula, o professor fará a leitura da receita aos seus colegas.
SITE . EMBRAPA. Cenoura. Disponível em: https://www.embrapa. br/agencia-de-informa cao-tecnologica/culti vos/cenoura. Acesso em: 11 out. 2025.
SITE . BRASIL. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. Deficiência de vitamina A . Disponível em: https://bvsms.saude. gov.br/deficiencia-de -vitamina-a-2/. Acesso em: 11 out. 2025.
• EF01GE03
1. Pesquise os nomes das ruas da cidade que ficam abertas para pedestres aos domingos para a prática de atividades de lazer. Na próxima aula, conte para os colegas e marque um encontro com eles para uma diversão garantida num final de semana. Divirtam-se!
2. Vamos fazer uma rua de lazer nas imediações da escola? Vale tentar! Para isso, precisamos entrar em contato com a prefeitura e pedir a autorização. Que tal fazermos isso na semana da criança?
3. Vamos transformar a quadra da escola em rua de lazer por um dia? Para isso, vamos combinar com as outras turmas a participação de todos os estudantes. Cada um de vocês traz sua contribuição para os demais estudantes brincarem.
TEXTO DE APOIO
Lugares públicos de lazer
A noção de espaço público remete a um local pertencente ao poder público, que deve estar disponível para a população ocupar e usufruir. De uma forma ampla, é entendido como um lugar do qual todos somos donos e pelo qual todos somos responsáveis. No Brasil, aparentemente, existe uma dificuldade quanto a esse entendimento ou, até mesmo, um desconhecimento do conceito. Apesar disso, esses locais são ocupados de
LAZER É O TEMPO LIVRE QUE UMA PESSOA TEM PARA USAR COMO ELA QUISER: COMER, DORMIR, BRINCAR, ENTRE OUTRAS ATIVIDADES.
• NA IMAGEM, O QUE AS CRIANÇAS ESTÃO FAZENDO PARA SE DIVERTIR?
Jogando vôlei, futebol, ensaiando ginástica rítmica, dançando balé, brincando na cama elástica e na piscina de bolinhas, participando de uma roda de capoeira, pintando e ensaiando um peça de teatro.
AS CENAS MOSTRADAS NA IMAGEM SE PASSAM NA CIDADE DE SALVADOR, BAHIA.

diversas formas, por comércio ambulante, festividades, atividades de arte e cultura, manifestações religiosas, práticas esportivas etc.
O artigo 6o da Constituição Federal do Brasil institui o lazer como um dos direitos sociais básicos, junto da educação, saúde, trabalho e segurança. O poder público tem a incumbência de utilizar o espaço público para a promoção de lazer, mas não só isso, também administrar esses locais de modo a envolver outras atividades de arte e cultura, religiosidade, esportes etc. No
entanto, ainda falta a identificação, por parte da população, de como e de quem deve ocupar e usufruir desses ambientes. [...] MAIA, Tiago. A importância do entendimento e ocupação do espaço público. UFOP, 19 jul. 2023. Disponível em: https:// ufop.br/noticias/em-discussao/importancia -do-entendimento-e-ocupacao-do-espaco -publico. Acesso em: 25 out. 2025.
MUITAS CRIANÇAS USAM SEU TEMPO LIVRE PARA REALIZAR ATIVIDADES COMO JOGAR FUTEBOL, VOLEIBOL, CAPOEIRA, BRINCAR DE PULA-PULA, TOCAR, CANTAR, INTERPRETAR, DESENHAR, PINTAR, PRATICAR LUTAS MARCIAIS, COMO O JUDÔ, ENTRE OUTRAS.
1. RESPONDA:
A) VOCÊ JÁ PRATICOU ALGUMA DAS ATIVIDADES CITADAS NO TEXTO? QUAL OU QUAIS?
Resposta pessoal.
B) DE QUAL ATIVIDADE VOCÊ GOSTOU MAIS?
Resposta pessoal.
2. DESENHE O QUE VOCÊ FAZ DURANTE SEU TEMPO DE LAZER.
Produção pessoal.
BNCC
• EF01HI04
• EF01GE03
TEXTO DE APOIO
O direito ao lazer
O brincar e a recreação são direitos fundamentais para o desenvolvimento infantil, reconhecidos internacionalmente desde 1959, com o artigo 31 da Convenção dos Direitos da Criança da ONU [e] na Constituição Federal de 1988. [...]
265
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[...] A professora [...] do Instituto de Psicologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Juliana Prates, explica que quando se fala em falta de acesso ao brincar é preciso ter em mente que isso está relacionado à ideia da ausência de uma estrutura. “A ausência de um parque, de um lugar seguro, de casas sem espaço para criança poder explorar, o constrangimento físico das crianças que ficam o tempo inteiro presas no colo em lugares muito pequenos. Se a gente imaginar uma escola que não tem espaço para as crianças
correrem livremente desenvolvendo suas habilidades físicas, a gente pode dizer que isso obviamente tem Impacto”, destaca.
Juliana aponta a importância da presença de políticas públicas que favoreçam ambientes promotores do desenvolvimento infantil, que reconheçam a necessidade das crianças em brincar, a exemplo do parque, do espaço verde e dos locais de lazer. Além da promoção da acessibilidade em todos os espaços e o reconhecimento da atenção com os cuidadores que possam interagir com essas crianças.
ALBUQUERQUE, Jean. Direito de brincar: crianças das periferias sofrem com escassez de espaços recreativos. Alma Preta, 13 jul. 2024. Disponível em: https://almapreta.com.br/ almapretinha-conteudo/di reito-de-brincar-criancas -das-periferias-sofrem-com -escassez-de-espacos-recre ativos/. Acesso em: 11 out. 2025.
SITE. INSTITUTO DATA FAVELA. O brincar nas favelas brasileiras. Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, 18 maio 2022. Disponível em: https:// biblioteca.fmcsv.org.br/ biblioteca/pesquisa-brin car-nas-favelas-brasilei ras/. Acesso em: 11 out. 2025.
• EF01HI04
• EF01GE03
ENCAMINHAMENTO
Para favorecer a interface com Ciências, pode-se perguntar aos estudantes:
• Quem já visitou um parque ou um jardim com muitas plantas?
• Com quem vocês foram e o que fizeram nesse local?
Na sequência, sugere-se:
• Explicar que jardins botânicos, além de serem espaços de lazer (onde as pessoas podem passear, brincar e descansar), também são importantes para proteção da natureza.
• Apresentar imagens de diferentes jardins botânicos, destacando áreas de trilhas, lagos, árvores e flores, bem como espaços para convivência. Destacar os diferentes profissionais que podem ser encontrados trabalhando em jardins botânicos. Por exemplo, nos jardins botânicos podem existir:
• Jardineiros, responsáveis pelo cuidado das plantas e dos jardins; biólogos, que estudam os diferentes tipos de plantas; guias, que promovem visitas guiadas e oficinas educativas; seguranças e funcionários administrativos, que auxiliam na organização e gestão do espaço. Já nos parques podem existir:
• Guardas ou vigilantes, responsáveis pela segurança dos visitantes; monitores de lazer e esporte, que organizam atividades recreativas; vendedores ambulantes ou funcionários de lanchonetes, que oferecem alimentos e bebidas.
PRAÇAS E PARQUES TAMBÉM SÃO LUGARES DE LAZER E DESCANSO. NELES PODEMOS BRINCAR, FESTEJAR, PRATICAR ESPORTES E ESTAR COM AMIGOS E FAMILIARES.
AOS SÁBADOS E DOMINGOS AS PRAÇAS E OS PARQUES COSTUMAM FICAR MAIS CHEIOS E MOVIMENTADOS, POIS SÃO
OS DIAS DE LAZER E DESCANSO.


É importante valorizar todos os profissionais que atuam nesses espaços, reconhecendo como suas funções contribuem para a manutenção, a organização e o bom funcionamento dos jardins botânicos e dos parques.
Se houver um parque ou jardim botânico na cidade, organizar uma saída pedagógica para observação de plantas e animais. Caso não exista um local desse tipo na região, a atividade

APRESENTAÇÃO DO BOI DE MAMÃO NO PARQUE ECOLÓGICO COMUNITÁRIO ILHA DAS CONCHAS. FLORIANÓPOLIS, SANTA CATARINA, 2025.
APRESENTAÇÃO DE ARTISTAS DE CIRCO. CAMPINAS, SÃO PAULO, 2025.

APRESENTAÇÃO DE DANÇA DE RUA. ESPANHA, 2020.
pode ser realizada em um espaço alternativo, como o jardim da escola ou uma praça próxima, propondo um piquenique que favoreça a observação da natureza e a integração do grupo.
Durante a visita, pedir que cada estudante faça um registro simples da experiência, como um desenho das plantas, animais ou paisagens que mais chamaram sua atenção.
Para encerrar, promover uma conversa coletiva sobre atitudes de cuidado com esses ambientes, destacando a
A RUA, AS PRAÇAS E OS PARQUES SÃO PARA USO DE TODAS AS PESSOAS. POR ISSO, ESSES ESPAÇOS SÃO CHAMADOS DE ESPAÇOS PÚBLICOS, ISTO É, ESPAÇOS DE TODOS. E, SE SÃO ESPAÇOS DE TODOS, NÓS TODOS TEMOS DE CUIDAR DELES.
1. LEIA O TEXTO A SEGUIR.
LOCAL DE ENCONTROS, CONVÍVIO […], A PRAÇA DA JABUTICABA [EM CONTAGEM, MINAS GERAIS], UM DOS ESPAÇOS PÚBLICOS MAIS [...] QUERIDOS [...] SERÁ REVITALIZADA. […]
MORADORA DA REGIÃO, RONILDA INÁCIO TORRES LOPES [DISSE]. “[...]GANHAMOS UM ESPAÇO PARA FAZER PASSEIOS COM A FAMÍLIA, ONDE NOSSAS CRIANÇAS PODEM BRINCAR. VER QUE ESSE LOCAL FICARÁ MAIS BONITO, MAIS ORGANIZADO […] É EMOCIONANTE”, DESTACOU.
MILLA SILVA. ESPAÇO DE LAZER E ENCONTROS, PRAÇA DA JABUTICABA SERÁ REVITALIZADA SEGUINDO PROJETO ORIGINAL. PREFEITURA DE CONTAGEM. DISPONÍVEL EM: https://www.portal. contagem.mg.gov.br/portal/noticias/0/3/77194/espaco-de-lazer-e-encontros-praca-da-jabuticaba-serarevitalizada-seguindo-projetooriginal. ACESSO EM: 12 OUT. 2025.
A) QUAL É A FRUTA QUE DÁ NOME À PRAÇA?



B) PROCURE E ESCREVA O SIGNIFICADO DA PALAVRA REVITALIZADA
Professora, compartilhe com os estudantes a ideia de que revitalizar significa realizar uma
série de ações planejadas para dar nova vida a um lugar.
C) O QUE SIGNIFICA DIZER QUE A PRAÇA É UM
Significa dizer que a praça é um espaço de todos nós.
importância de não jogar lixo no chão, respeitar as plantas e manter uma convivência harmoniosa com colegas e outros visitantes.
| PARA O ESTUDANTE
VÍDEO. NINA RESOLVE. Uma aventura no Jardim Botânico. 2021. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=hbv47Zg3duU. Acesso em: 20 set. 2025.
BNCC
• EF01HI04
• EF01GE03
TEXTO DE APOIO
a ideia de pertencimento. Dessa maneira, é necessária a compressão desse espaço público enquanto ambiente cultural e formador na dinâmica das identidades e memórias da cidade.
[...] É importante que o estado e a comunidade trabalhem de maneira conjunta, a fim de elaborar políticas que valorizem as praças como patrimônio, e, especialmente, como local de troca cultural, a ponto de permitir aos usuários diversos tipos de vivências com este espaço, uma vez que essas experiências são fundamentais para a construção de suas identidades e memórias.
[...] Trata-se, pois, do lugar onde se concretizam as relações sociais de modo aberto e plural na cidade, a ponto de os acontecimentos e as ações que acontecem em seu meio poderem transformá-la.
27/10/25 14:42
A praça é um espaço público de vivência
[...] A praça aparece como um espaço público de vivência, dinamicidade, de troca e de diálogo capaz de agregar as mais variadas culturas e costumes de seus usuários, exprimindo um sentido de identidade e memória coletiva e gerando
[...] O espaço público representa [...] os lugares de troca, de diálogos, de vivência e convivência e, principalmente, de reflexão, e são passíveis de dar visibilidade a todos os seus usuários, abarcando, como dito, uma concepção muito mais ampla do que ser apenas um lugar para o uso cotidiano nas cidades. Ou seja, sua essência está na maneira de como é utilizado pelos atores sociais, como estes desenvolvem suas práticas sociais e se relacionam com ele.
LUZ, Emanuely Ferreira dos Reis; CUTRIM, Kláutenys Dellene Guedes; LUZ, Mariely Ferreira dos Reis. A praça como espaço de identidade e memória da cidade. Revista Memória em Rede, Pelotas, v. 15, n. 28, jan./jun. 2023. Disponível em: https://periodicos.ufpel. edu.br/index.php/Memoria/ article/view/20953/14868. Acesso em: 18 out. 2025.
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com a imagem desta página, em que vemos diferentes pessoas realizando atividades ao mesmo tempo, favorece a construção da ideia de “simultaneidade”, uma das dimensões do Tempo, categoria central da História.
Sugere-se construir a ideia de simultaneidade pedindo aos estudantes para refletirem nas frases a seguir:
• Quando um músico toca, a cantora interpreta.
• Enquanto as crianças se divertem na praça, o jardineiro cuida das flores.
• Em ambos os casos, pessoas estão fazendo atividades diferentes ao mesmo tempo. Esse trabalho também é importante para desenvolver nos estudantes o respeito pelos profissionais que mantêm em funcionamento a escola, a praça, o parque, onde ele estuda, se diverte e aprende.
TEXTO DE APOIO
A importância de conversar com as crianças sobre trabalho
Desde cedo, as crianças demonstram curiosidade sobre o mundo ao seu redor, e as profissões dos adultos são um dos temas que mais despertam seu interesse.
“O que você faz?”, “Onde você trabalha?” são perguntas frequentes e se engana quem acha que é apenas uma curiosidade boba das crianças.
Muito pelo contrário: essas perguntas mostram o
2. OBSERVE A IMAGEM DE UMA FESTA E RESPONDA.

A) AS CRIANÇAS ESTÃO SE DIVERTINDO?
Sim, estão brincando, comendo pipoca, dançando.
B) HÁ TRABALHADORES NA IMAGEM? Sim.
C) QUANTOS E QUAIS SÃO ELES?
São 5 trabalhadores: cozinheira, cozinheiro, DJ, pipoqueiro e garçom.
VOCÊ NOTOU QUE PARA AS CRIANÇAS SE DIVERTIREM
PRECISA HAVER PESSOAS TRABALHANDO?
PARA O DJ TOCAR, É PRECISO TER ENERGIA ELÉTRICA E, SE FALTAR, É PRECISO CHAMAR O ELETRICISTA.
desejo das crianças de compreenderem como a sociedade funciona e quais papéis as pessoas desempenham nela.
E isso é maravilhoso!
Isso porque o diálogo sobre o tema também contribui para o desenvolvimento do senso de responsabilidade e cidadania, ao mostrar a importância de cada trabalho para o bem-estar da comunidade. [...]
A intenção não é impor qualquer tipo de pressão para que as crianças “escolham o que querem ser quando crescer”. Longe disso! O objetivo é simplesmente expandir seus horizontes e mostrar a diversidade
de possibilidades que o mundo oferece, aumentando seu repertório sociocultural. Conversar sobre profissões com as crianças desde cedo, então, traz muitos benefícios e é indicado pela Base Nacional Curricular Comum, a BNCC. A BNCC sugere que, logo no primeiro ano do Ensino Fundamental, as crianças já tenham contato com atividades de trabalho relacionadas com o dia a dia da sua comunidade.
Sendo assim, conversar sobre profissões com as crianças é importante para:
• Estimular a curiosidade e o conhecimento sobre o mundo;
TODA COMUNIDADE DEPENDE DO TRABALHO DE MUITOS PROFISSIONAIS, ENTRE ELES O ELETRICISTA.
O ELETRICISTA FAZ REPAROS, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE LÂMPADAS, TOMADAS E DA FIAÇÃO DAS CASAS DA COMUNIDADE. A PROFISSÃO DE ELETRICISTA É ARRISCADA E EXIGE O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO, COMO: LUVAS DE BORRACHA, VISEIRA PARA SE PROTEGER DE FAÍSCAS E CINTOS DE SEGURANÇA, NO CASO DE TRABALHO EM ALTURA. OUTRAS PROFISSÕES, COMO AS DE BOMBEIRO, ENFERMEIRO E POLICIAL, TAMBÉM EXIGEM O USO DE EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS.
ELETRICISTA REALIZANDO MANUTENÇÃO NA FIAÇÃO PÚBLICA. SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, 2021.

• Desenvolver o respeito pelo trabalho dos outros;
• Ampliar o vocabulário e a compreensão de diferentes contextos sociais;
• Incentivar a imaginação e a criatividade;
• Ajudar a construir uma visão mais inclusiva e diversa da sociedade.
RODRIGUES, Karoline. Como falar sobre profissões com as crianças? Leiturinha, 1o maio 2025. Disponível em: https:// leiturinha.com.br/blog/como-falar -sobre-profissoes-com-as-criancas/. Acesso em: 12 set. 2025.
• EF01GE07
ENCAMINHAMENTO
Pode-se iniciar o trabalho com a página perguntando aos estudantes:
• Imaginem-se assistindo a um filme na televisão pelo qual vocês esperaram ansiosamente. Ou, então, assistindo a uma final da Copa do Mundo de futebol. Ou chegando em casa para tomar um banho quente. E se, em todas essas situações, faltasse energia elétrica?
• Em quem vocês pensariam para resolver esse problema?
• E se faltasse energia nas residências de toda a comunidade?
• Quais problemas isso acarretaria para a vida das pessoas?
Em seguida, como encaminhamento, sugere-se:
• Escutar os comentários tecidos pelos estudantes.
• Comentar que o trabalho do eletricista é essencial para a comunidade, tendo em vista que a energia elétrica é indispensável em serviços essenciais, como educação, saúde e segurança. Professor , é importante uma escuta atenciosa para que os estudantes falem dos mais diversos trabalhos, suas características e importância para a comunidade. Perguntar às crianças:
• O que aconteceria se não houvesse o eletricista para nos socorrer em caso de blackout?
• Que atividades deixaríamos de fazer se não tivéssemos luz à noite?
• O que faríamos se não tivéssemos energia para conservar alimentos, ler, jogar videogame , usar o computador etc.?
ENCAMINHAMENTO
Conversar sobre profissões que surgiram em virtude do desenvolvimento da informática, como a de web designer , e sobre o desaparecimento de outras, como a de datilógrafo, pelo mesmo motivo.
A leitura do Texto de apoio com os estudantes pode ajudá-los a construir a noção dos profissionais que trabalham à noite para atender a população.
VÍDEO . DIA do Trabalho. 2012. Vídeo (9min10s). Publicado pelo canal Quintal da Cultura. Disponível em: https://youtu.be/2Dqz SUwXBrw. Acesso em: 25 out. 2025.
TEXTO DE APOIO
Os trabalhadores noturnos
Mesmo quando estamos dormindo, a cidade não para. Vários profissionais trabalham durante a madrugada para garantir que a cidade continue funcionando e que a população tenha acesso aos serviços necessários. Em outros países, o dia já começou e as pessoas estão em plena atividade.
O jornalista é um profissional que pode acabar trocando o dia pela noite. Isso acontece porque as informações não dormem e os sites , por exemplo, precisam ser alimentados o tempo todo. Aí, muitos jornalistas que trabalham nessa área passam a noite e a madrugada trabalhando
1. LEIA O QUADRO A SEGUIR. DESCUBRA E ESCREVA O NOME DE CADA PROFISSÃO.
ELETRICISTA ENFERMEIRO
O QUE FAZ
REALIZA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E REPAROS.
APLICA MEDICAÇÃO, INJEÇÕES, MEDE A PRESSÃO E A TEMPERATURA, ENTRE OUTROS.
REALIZA SALVAMENTO
EM TERRA, NA ÁGUA E EM ALTURAS E PRESTA PRIMEIROS SOCORROS.
MONTA E FAZ MANUTENÇÃO EM COMPUTADORES PESSOAIS E DE EMPRESAS.
BOMBEIRO
TÉCNICO EM INFORMÁTICA
IMPORTÂNCIA PARA A COMUNIDADE PROFISSÃO
GARANTE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SEGURAS E FAZ REPAROS NAS RESIDÊNCIAS DA COMUNIDADE.
CUIDA DA SAÚDE DAS PESSOAS DA COMUNIDADE COM OS MÉDICOS.
AJUDA A COMUNIDADE EM CASO DE INCÊNDIO, ALAGAMENTO E ACIDENTES.
AJUDA A COMUNIDADE A ACESSAR A INTERNET E AS REDES SOCIAIS PARA ESTUDAR, TRABALHAR E SE DIVERTIR.
para que, no início do dia, as notícias estejam prontas.
A segurança na cidade deve existir 24 horas por dia. Por isso, os policiais, seguranças de estabelecimentos comerciais, vigias de rua e porteiros muitas vezes trabalham de acordo com turnos e plantões. Enquanto dormimos, eles trabalham para garantir a segurança da nossa cidade, rua ou condomínio.
Para quem trabalha na área da saúde, como médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem, pode não haver outra opção a não ser trabalhar
Eletricista
Enfermeiro
Bombeiro
Técnico em informática
durante a noite. Esses profissionais enfrentam turnos e plantões nos hospitais para atender a população que precisa de atendimento médico quando a maioria das pessoas ainda está dormindo.
YAZBEK, Letícia. Enquanto estamos dormindo, o que acontece na cidade? Recreio, 12 fev. 2021. Disponível em: https://recreio. com.br/noticias/mapa-mundi/o-que-acon tece-na-cidade-enquanto-dormimos.phtml. Acesso em: 19 out. 2025.
“[...] TODOS OS DIAS QUANDO ENTRO EM SALA VEJO AQUELES ROSTINHOS
BUSCANDO CONHECIMENTO E A CADA ETAPA QUE EVOLUEM ME SINTO RADIANTE. É MUITO GRATIFICANTE PODER CONTRIBUIR COM [O] CRESCIMENTO DE CADA UM. [...] AMO SER PROFESSORA.”

MAYCON MILIORINI. EU TENHO ORGULHO DE SER PROFESSOR. SPREADING, 16 OUT. 2017. DISPONÍVEL EM: https://www.spreading.com.br/eu-tenho-orgulho-de-ser-professor/. ACESSO EM: 15 OUT. 2025.
Ela é professora.
B) APÓS A LEITURA DO TEXTO É POSSÍVEL DIZER QUE ELA GOSTA MUITO DO TRABALHO QUE EXERCE. COPIE UM TRECHO DO TEXTO QUE CONFIRMA ISSO.
Resposta possível: “É muito gratificante poder contribuir com [o] crescimento de cada um.
[...] Amo ser professora”.
C) EM SUA OPINIÃO É IMPORTANTE GOSTAR DO TRABALHO QUE SE FAZ? POR QUÊ?
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam sim e justifiquem dizendo que, quando gostam do trabalho que fazem, as pessoas são felizes e desempenham melhor suas tarefas.
3. RODA DE CONVERSA. VAMOS CONVERSAR SOBRE OS TRABALHOS REALIZADOS NA SUA COMUNIDADE. CADA ESTUDANTE CITA UM TRABALHO E, DEPOIS DESTA PRIMEIRA RODADA, FALA SOBRE A IMPORTÂNCIA DELE PARA A COMUNIDADE.
BNCC
• EF01GE07
ATIVIDADES
Leia o que funcionários da escola escreveram sobre o que fazem no trabalho.
Judite (auxiliar de limpeza)
Eu varro os corredores.
Limpo as carteiras e cadeiras. Lavo os banheiros. Cuido da limpeza da escola.
b) Escreva uma frase explicando o que acontecerá se Judite ficar doente e não tiver uma substituta.
Respostas possíveis: os corredores da escola, as carteiras e as cadeiras ficarão sujos.
Os cestos de lixo ficarão cheios, o que pode atrair ratos e baratas.
c) Explique por que o trabalho de Antônia é importante.
Porque ela é responsável pela alimentação dos estudantes e dos funcionários da escola. Por exemplo, sem ela, as crianças não teriam merenda.
271
Antônia (merendeira)
27/10/25 20:42
Eu lavo, descasco e corto frutas. Tempero e cozinho carnes. Preparo lanches e sucos.
Sirvo lanches, almoço e jantar aos estudantes e funcionários da escola.
a) Qual das funcionárias acima realiza o trabalho mais importante?
( ) Judite.
( ) Antônia.
(X) As duas realizam trabalhos importantes.
ENCAMINHAMENTO
Valorizar os catadores de material reciclado comentando os benefícios que o trabalho deles traz para o ambiente.
Observar a lixeira da sua sala depois do recreio e combinar com a turma maneiras de diminuir o volume do lixo.
Propor aos estudantes trazer suco em garrafinhas reaproveitáveis, colocar os alimentos em potes retornáveis e usar garrafa de água reutilizável em vez de copos descartáveis, entre outras atitudes.
A roda de conversa favorece o desenvolvimento da competência específica 7 de Geografia.
1. Vamos fazer uma pesquisa pela escola para observar como são as lixeiras e se a escola pratica a coleta seletiva. Registrem as observações com escrita e desenhos.
2. Se não houver a coleta seletiva, que tal fazer um bilhete para a coordenação sugerindo a adoção dessa prática?
ENTRE OS MUITOS TRABALHADORES DO NOSSO PAÍS, ESTÃO AS CATADORAS E OS CATADORES DE RESÍDUOS SÓLIDOS. ELES REALIZAM UM TRABALHO IMPORTANTE: SEPARAM MATERIAIS QUE PODEM SER REUTILIZADOS E RECICLADOS.
ASSIM, AJUDAM A PROTEGER A NATUREZA E A DEIXAR O MUNDO MAIS LIMPO.
UM EXEMPLO É DONA GERALDA. HÁ MAIS DE 30 ANOS, ELA RECOLHE MATERIAIS RECICLÁVEIS. ALÉM DISSO, CRIOU A ASMARE (ASSOCIAÇÃO DE CATADORES DE PAPEL, PAPELÃO E MATERIAIS REAPROVEITÁVEIS).
O TRABALHO DE DONA GERALDA É TÃO IMPORTANTE QUE ELA GANHOU UM PRÊMIO DA UNESCO, UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL QUE
VALORIZA PESSOAS QUE AJUDAM A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA, A CULTURA E O MEIO AMBIENTE.

1. RODA DE CONVERSA. COM A ORIENTAÇÃO DA PROFESSORA, CONVERSEM SOBRE A IMPORTÂNCIA DAS CATADORAS E DOS CATADORES. JUNTOS, CRIEM E ESCREVAM FRASES SOBRE O IMPORTANTE TRABALHO FEITO POR ESSES PROFISSIONAIS.
Resposta pessoal. O objetivo é retomar e aprofundar a ideia de que todos os trabalhos, seja o de uma catadora, seja o de uma médica, são igualmente importantes, assim como reconhecer a importância das catadoras e catadores nos cuidados com o ambiente.
Catadores de materiais recicláveis
Os catadores de matérias reutilizáveis e recicláveis desempenham papel fundamental na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), com destaque para a gestão integrada dos resíduos sólidos.
De modo geral, atuam nas atividades da coleta seletiva, triagem, classificação, processamento e comercialização dos resíduos reutilizáveis e recicláveis, contribuindo de forma significativa para a cadeia produtiva da reciclagem.
Sua atuação, em muitos casos realizada sob condições precárias de trabalho, se dá individualmente, de forma autônoma e dispersa [...] como também, coletivamente, por meio da organização produtiva em cooperativas e associações.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Catadores de materiais recicláveis. Disponível em: https://antigo.mma.gov.br/ cidades-sustentaveis/residuos-solidos/cata dores-de-materiais-reciclaveis.html. Acesso em: 11 out. 2025.
2. LEIA O POEMA A SEGUIR.
O COPO CAIU DA MESA, E NO CHÃO SE QUEBROU.
NINGUÉM DESCALÇO AQUI!
BEM ALTO MAMÃE FALOU.
COM CALMA, JUNTOU OS CACOS
EM UM PACOTE BEM FECHADO.
ESCREVEU UM AVISO:
VIDRO QUEBRADO. TOME CUIDADO!
ASSIM ELA GARANTIU

QUE O CATADOR NÃO FICASSE MACHUCADO.
A) POR QUE A MÃE TEVE CUIDADO AO EMBALAR O VIDRO?
X PARA QUE NINGUÉM SE MACHUCASSE.
PARA GUARDAR O COPO QUEBRADO EM CASA.
B) O QUE O POEMA ENSINA?
QUE NÃO SE DEVE QUEBRAR O VIDRO.
X QUE É IMPORTANTE DESCARTAR O VIDRO
COM SEGURANÇA.
3. RODA DE CONVERSA. TER CUIDADO AO DESCARTAR
OBJETOS QUE PODEM FURAR OU CORTAR AS PESSOAS, COMO O VIDRO, É UMA MANEIRA DE AJUDAR AS CATADORAS
E OS CATADORES A NÃO SE MACHUCAREM. COM A AJUDA DA PROFESSORA, CRIEM UMA CAMPANHA PARA CONSCIENTIZAR A COMUNIDADE DAQUILO QUE VOCÊS APRENDERAM
NESTA PÁGINA. Produção pessoal.
BNCC
• EF01CI01
• EF01GE07
ENCAMINHAMENTO
Na atividade 2, sugere-se:
• Realizar a leitura do texto e orientar a análise da imagem, correlacionando as informações expressas em cada um desses recursos.
• Auxiliar na resolução das atividades, avaliando a competência leitora dos estudantes.
27/10/25 20:51
• Organizar os estudantes em um grande círculo para a roda de conversa.
Na roda de conversa, é possível explorar outros cuidados importantes relacionados ao descarte do lixo, de modo a garantir a segurança dos catadores e a proteção do ambiente.
Além do vidro, é importante chamar a atenção às embalagens metálicas, como latas, que também podem ser cortantes e provocar acidentes se
não forem devidamente acondicionadas. Esses materiais devem ser embalados de forma segura, por exemplo, dentro de caixas ou garrafas plásticas, para reduzir os riscos de ferimentos durante o manuseio.
Outro exemplo é a atenção ao descarte de produtos químicos e medicamentos. Esses materiais nunca devem ser misturados ao lixo comum, pois podem prejudicar a saúde dos catadores, além de provocar a contaminação do solo e da água. O destino correto para medicamentos vencidos ou em desuso, bem como para pilhas e baterias, são os pontos de coleta específicos. Assim, evita-se que esses produtos ofereçam perigo às pessoas e contaminem o ambiente.
• Orientar os estudantes a compartilharem essas orientações com seus familiares. Conversar em casa sobre os cuidados no descarte do lixo ajuda a ampliar a conscientização. Após a roda de conversa, sugere-se:
• Orientar a construção de um cartaz de campanha. O cartaz pode ser elaborado em grupos e conter desenhos ou colagens que representem os cuidados necessários ao descartar o lixo e a valorização do trabalho dos catadores. Essa atividade oportuniza o desenvolvimento da competência específica 6 de Ciências da Natureza.
BNCC
• EF01CI05
• EF01GE10
• EF01GE11
MAIS UM PASSO
A seção possibilita a contextualização dos conteúdos estudados ao dia a dia dos estudantes, propiciando um aprendizado significativo.
Nesta seção, há o desenvolvimento da competência específica de Geografia 5 , que versa sobre a mobilização de conhecimentos da Geografia para a investigação do mundo natural, e da competência específica 2 de Ciências da Natureza, ao envolver os estudantes com práticas científicas, como observação, coleta e análise de dados.
Além dos conteúdos relacionados às habilidades EF01CI05, EF01GE10 e EF01GE11, a seção favorece o emprego de representações da realidade por meio de símbolos, contribuindo para a alfabetização cartográfica.
O trabalho com os símbolos relacionados aos elementos meteorológicos fornece importantes subsídios para a posterior representação de outros fenômenos geográficos em representações cartográficas, facilitando a compreensão da
TODOS OS DIAS, POR UMA SEMANA, OBSERVE AS CONDIÇÕES DO TEMPO ATMOSFÉRICO ONDE VOCÊ MORA.
PARA ISSO É PRECISO OBSERVAR O CÉU E PERCEBER SE ELE ESTÁ:




ALÉM DISSO, PERCEBA A CADA DIA SE VOCÊ ESTÁ SENTINDO:

legenda dos mapas e das plantas.
Pode-se solicitar aos estudantes que criem um símbolo, tomando por base os símbolos presentes nessa página, para representar cada dia da semana observado.
OBSERVAR O TEMPO
1. ANOTE SUAS OBSERVAÇÕES MARCANDO UM X NO QUADRO A SEGUIR.
VOCÊ PODE MARCAR MAIS DE UMA OPÇÃO A CADA DIA.
ENSOLARADO COM CHUVA NUBLADO COM VENTO CALOR FRIO
DOMINGO
SEGUNDA-FEIRA
TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA
QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA
SÁBADO
ANALISAR AS ANOTAÇÕES
2. OBSERVE SUAS ANOTAÇÕES E REGISTRE.
• AS CONDIÇÕES DO TEMPO, DURANTE A SEMANA:
Resposta pessoal.
MUDARAM MUITO.
MUDARAM UM POUCO.
PERMANECERAM IGUAIS TODOS OS DIAS.
CONCLUIR
3. COM UM COLEGA, COMPARE SUAS ANOTAÇÕES E RESPONDA:
• VOCÊ E O COLEGA PERCEBERAM O TEMPO AO LONGO DA SEMANA DO MESMO MODO?
Resposta pessoal.
SIM. NÃO.
BNCC
Produção pessoal. 275 27/10/25 14:42
• EF01GE10 • EF01GE11
ENCAMINHAMENTO
Recomenda-se organizar a observação coletiva do tempo atmosférico com os estudantes diariamente por uma semana. Essa tarefa pode ser realizada no horário que for mais conveniente para a rotina da turma.
Para as condições do tempo observadas, devem considerar se o
dia está ensolarado (com nenhuma ou poucas nuvens), nublado (com muitas nuvens, que impedem a passagem da luz solar), com chuva (garoa, pancadas ou chuva intensa) e/ou com ventos. Ressaltar que uma opção não exclui a outra, podendo ser marcada mais de uma alternativa conforme as condições observadas.
Além das condições do tempo, também devem perceber se sentem frio ou calor. Lembrá-los de
que essas percepções são individuais.
Caso considere oportuno, orientar a turma a realizar a atividade em casa, com a supervisão de um adulto responsável, que pode auxiliar no registro das condições do tempo. • Alertar os estudantes para não olharem para o Sol, pois isso pode causar sérios problemas de visão.
Outra sugestão é organizar um quadro coletivo na lousa ou em uma folha de papel pardo a ser preenchido pelo estudante ajudante do dia, caso essa prática ocorra, ou por um estudante sorteado.
Se considerar oportuno, sugerir que os estudantes registrem, no caderno, o tipo de roupa utilizada em cada dia, relacionando-a às condições do tempo observadas. Essa proposta oportuniza a mobilização da habilidade EF01GE11
Ao final das observações, reservar um momento da aula para a conversa sobre os resultados. Estimular os estudantes a compartilharem suas observações e compará-las com as dos colegas. Nesse momento, conduzir uma conversa coletiva para que percebam que, mesmo morando na mesma região, as condições do tempo podem variar de um lugar para outro.
• EF01HI04
• EF01GE01
ENCAMINHAMENTO
Professor , com as atividades desta seção, pretendemos oferecer recursos para avaliação somativa. Junto às demais avaliações realizadas, elas contribuem para mensuração da eficácia do processo de ensino-aprendizagem neste ciclo.
TEXTO DE APOIO
O aprendizado das crianças indígenas
As crianças indígenas [...] aprendem muita coisa com seus pais e parentes mais próximos, como os irmãos e os avós. Os conhecimentos podem ser transmitidos durante as atividades do dia a dia ou em momentos especiais, durante os rituais e as festas.
É principalmente na relação com seus parentes que as crianças aprendem. [...] Dessa maneira vão entendendo qual a sua importância na comunidade.
[...] A maioria das aldeias fica dentro de Terras Indígenas, assim cada Terra pode ter uma ou mais escolas. Isso vai depender de seu tamanho e da situação de cada comunidade.
[...] podem se misturar em alguns momentos, mas a escola tem como foco ensinar a escrever, ler, fazer conta, entre outros conhecimentos importantes [...].
Os povos indígenas têm direito a ter uma escola diferenciada, isto é, uma escola que ensine conteúdos que se relacionem com a cultura e a língua de cada povo. [...] Nos anos 90 surgiram novos
1 NO NOSSO PAÍS TEMOS DIFERENTES TIPOS DE ESCOLA.

ESCOLA DO POVO WAURÁ NA ALDEIA PIYULAGA. GAÚCHA DO NORTE, MATO GROSSO, 2019.
A) NA ESCOLA INDÍGENA, AS CRIANÇAS APRENDEM:
SOMENTE A LÍNGUA PORTUGUESA.
SOMENTE A LÍNGUA INDÍGENA DE SEU POVO.
X A LÍNGUA PORTUGUESA E A LÍNGUA INDÍGENA DE SEU POVO.
B) NA ESCOLA INDÍGENA, AS CRIANÇAS ESTUDAM:
X MATÉRIAS COMUNS A OUTRAS ESCOLAS.
X HISTÓRIA E CONHECIMENTO DO SEU POVO.
SOMENTE COMO CAÇAR E PESCAR.
C) ESCREVA NO QUADRO QUAL É A ESCOLA QUE ESTAMOS ESTUDANDO.
I N D Í G E N A
modelos de escola indígena preocupados em respeitar as diferentes culturas, especialmente as línguas. Assim, a escola passou a ser um espaço que estimula e fortalece o uso das línguas indígenas. [...] Esse novo modelo de educação ajuda a valorizar a língua indígena, e também todo o modo de ser do grupo [a] que a criança pertence, isso porque ela aprende conteúdos que se referem à sua vida e à vida de sua comunidade.
POVOS INDÍGENAS NO BRASIL – MIRIM. Jeitos de aprender. Disponível em: https:// mirim.org/pt-br/como-vivem/aprender. Acesso em: 11 out. 2025.
2
LEIA O TEXTO COM A AJUDA DE UM ADULTO.
ESCOLA DO CAMPO
ASSIM COMO EM QUALQUER ESCOLA, HAVIA CONTEÚDOS [...] A SEREM TRABALHADOS QUE PROFESSORAS DESENVOLVIAM COM BASTANTE CARINHO. PORÉM, PERCEBI QUE A ESCOLA DO CAMPO POSSUÍA PARTICULARIDADES [...].
O LUGAR NOS PROPORCIONAVA EXPERIÊNCIAS [...] COMO A POSSIBILIDADE DE ESTUDAR, POR EXEMPLO, SOBRE ÁRVORES, FOLHAS OU FLORES, PODENDO OLHAR E TOCAR DIVERSOS TIPOS [...]. ALÉM DE, POR VEZES, PARARMOS ATIVIDADES PARA OBSERVARMOS ALGUM ANIMAL QUE APARECESSE COMO AVES, MACACOS, LAGARTOS, ENTRE OUTROS, GERANDO AINDA MAIS CONHECIMENTO.
BIANCA MATTARA. ESCOLA DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA TRANSFORMADORA. AUTOSSUSTENTÁVEL, 8 OUT. 2020. DISPONÍVEL EM: https://autossustentavel.com/ 2020/10/escola-do-campo-uma-experiencia-transformadora.html.

ACESSO EM: 15 OUT. 2025.
A) O QUE AS ESCOLAS DO CAMPO TÊM EM COMUM COM A MAIORIA DAS ESCOLAS DO BRASIL?
X MATÉRIAS COMO CIÊNCIAS, HISTÓRIA E GEOGRAFIA.
OS PASSEIOS PARA CONHECER O CAMPO.
B) O QUE AS ESCOLAS DO CAMPO TÊM DE DIFERENTE DA MAIORIA DAS ESCOLAS DO BRASIL?
MATÉRIAS COMO CIÊNCIAS, HISTÓRIA E GEOGRAFIA.
X AS CRIANÇAS ESTUDAM OBSERVANDO ANIMAIS E PLANTAS.
277
TEXTO DE APOIO
Escolas rurais: a importância de garantir educação no campo
No Brasil, milhões de crianças e adolescentes vivem em áreas rurais e dependem das escolas rurais para ter acesso à educação. [...]
As escolas rurais desempenham um papel essencial na garantia do direito à educação, pois evitam que crianças e adolescentes precisem percorrer longas distâncias até os centros urbanos para estudar.
Quando essas escolas fecham, cresce o risco de evasão escolar e abandono dos estudos. [...]
A educação no campo também tem um papel fundamental na preservação da cultura rural. [...]
UNIÃO BRASILEIRA DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS (UBES). Escolas rurais: a importância de garantir educação no campo. UBES, 17 mar. 2025. Disponível em: https://www.ubes.org. br/2025/escolas-rurais-a-im portancia-de-garantir-edu cacao-no-campo/. Acesso em: 10 out. 2025
BNCC
• EF01HI04 • EF01GE01
ENCAMINHAMENTO
O trabalho com esta página mobiliza o Tema Contemporâneo Transversal (TCT) Multicullturalismo (Diversidade cultural).
29/10/25 03:15
TEXTO DE APOIO
A missão da biblioteca escolar
A biblioteca escolar promove serviços de apoio à aprendizagem e livros aos membros da comunidade escolar, oferecendo-lhes a possibilidade de se tornarem pensadores críticos e efetivos usuários da informação, em todos os formatos e meios. As bibliotecas escolares ligam-se às mais extensas redes de bibliotecas e de informação, em observância aos princípios do Manifesto UNESCO para Biblioteca Pública.
A biblioteca escolar é parte integral do processo educativo. Para o desenvolvimento da [...] competência na leitura e escrita e no uso da informação, no ensino e aprendizagem, na cultura e nos serviços básicos da biblioteca escolar, é essencial o cumprimento dos seguintes objetivos:
• apoiar e intensificar a consecução dos objetivos educacionais definidos na missão e no currículo da escola;
• desenvolver e manter nas crianças o hábito e o prazer da leitura e da aprendizagem, bem como o uso dos recursos da biblioteca ao longo da vida;
• oferecer oportunidades de vivências destinadas à produção e uso da informação voltada ao conhecimento, à compreensão, imaginação e ao entretenimento; [...]
• prover acesso em nível local, regional, nacional e global aos recursos existentes e às oportunidades que expõem os aprendizes a diversas ideias, experiências e opiniões;
3 OBSERVE A IMAGEM. ELA MOSTRA UM AMBIENTE DA ESCOLA.
QUE AMBIENTE É ESSE?
REFEITÓRIO.
SALA DE AULA.
PÁTIO.
X BIBLIOTECA. 4 ESCREVA O NOME DOS OBJETOS QUE VOCÊ UTILIZA NA ESCOLA:








•

Borracha, caderno, caneta,
• organizar atividades que incentivem a tomada de consciência cultural e social, bem como de sensibilidade;
• trabalhar em conjunto com estudantes, professores, administradores e pais, para o alcance final da missão e objetivos da escola; [...].
MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR. Disponível em: https:// www.ifla.org/wp-content/uploads/2019/05/ assets/school-libraries-resource-centers/pu blications/school-library-manifesto-pt-brazil. pdf. Acesso em: 19 out. 2025.
LIVRO. MORAES, Fabiano; VALADARES, Eduardo; AMORIM, Marcela Mendonça. Alfabetizar letrando na biblioteca escolar. São Paulo: Cortez, 2016.

5
RESOLVA O DIAGRAMA:
A) LOCAL DA MORADIA COM PLANTAS E FLORES.
B) LOCAL DA MORADIA QUE USAMOS PARA DORMIR.
C) PARTE DA MORADIA ENTRE UM CÔMODO E OUTRO.
D) LOCAL DA MORADIA ONDE ASSISTIMOS À TELEVISÃO.
E) LOCAL DA MORADIA ONDE LAVAMOS A ROUPA.
F) LOCAL DA MORADIA ONDE COZINHAMOS.
G) LOCAL DA MORADIA ONDE TOMAMOS BANHO.
A) J A R D I M
B) Q U A R T O
C O R R E D O R D) S A L A

E) L A V A N D E R I A
F) C O Z I N H A
G) B A N H E I R O LÉO FANELLI/
6 ESCREVA PALAVRAS QUE INDICAM AS PARTES DE UMA MORADIA. AS PALAVRAS DEVEM COMEÇAR COM AS SÍLABAS QUE ESTÃO NOS QUADRADOS.
CO Cozinha
BA Banheiro
SA Sala
TEXTO DE APOIO
JAR Jardim
QUIN Quintal
QUAR Quarto
“Moradia é dignidade”: vice-secretária-geral da ONU defende habitação adequada como base para a paz e o desenvolvimento [...]
Habitação não é apenas um teto sobre a cabeça. É um direito humano fundamental e a base sobre a qual se constrói a paz.
Desenvolvimento sustentável e paz sustentável são inseparáveis. Hoje, em um mundo cada vez mais urbanizado, quase 3 bilhões de pessoas vivem em condições inadequadas, em assentamentos informais, moradias superlotadas ou sem nenhum abrigo.
[…]
Costumamos dizer que “lar é onde o coração está”.
Nosso trabalho pela habitação está no coração dos ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável] — e, quando garantimos moradia adequada, criamos condições para que todos os outros objetivos prosperem.
Sabemos que, quando as pessoas têm acesso a moradia segura, adequada e acessível:
• As crianças têm melhor desempenho na escola.
• Trabalhadores são mais produtivos.
• A saúde melhora drasticamente.
• O acesso ao trabalho digno se amplia.
• As comunidades tornam-se mais resilientes às forças que alimentam o conflito e a divisão.
• E, embora a moradia não elimine a violência baseada em gênero dentro de casa, ela reduz a exposição de mulheres e meninas à violência em espaços públicos.
A realidade é que a ambição da Agenda 2030 de não deixar ninguém para trás começa com algo tão fundamental quanto um lar seguro.
Até 2030, 60% da população mundial viverá em cidades, chegando a quase 70% até 2050.
[...]
O primeiro lugar onde as oportunidades nascem, ou são negadas, não é na escola ou no escritório. É em casa.
Vamos garantir não apenas abrigo, mas soluções duradouras que ofereçam segurança e caminho para a prosperidade. Não apenas quatro paredes e um teto — mas a chance de viver com dignidade.
MOHAMMED, Amina J. “Moradia é dignidade”: vice-secretária-geral da ONU defende habitação adequada como base para a paz e o desenvolvimento. Brasília, DF: Nações Unidas no Brasil, 22 jul. 2025. Transcrição do discurso da vice-secretária-geral da ONU na abertura do Diálogo de Alto Nível sobre Habitação Adequada para Todas as Pessoas de 2025. Disponível em: https://brasil.un.org/ pt-br/298509-%E2%80%9Cmoradia-%C3%A9-dig nidade%E2%80%9D-vice -secret%C3%A1ria-geral -da-onu-defende-habita% C3%A7%C3%A3o-adequa da-como-base-para. Acesso em: 10 out. 2025.
BNCC
• EF01GE04
• EF01GE09
A professora pediu que os estudantes fizessem desenhos representando suas moradias e sua família. Paula entregou o desenho a seguir para a professora. Observe-o com atenção.
7 OBSERVE A IMAGEM E DEPOIS RESPONDA AO QUE SE PEDE.

• ESCREVA POR QUE É IMPORTANTE AJUDAR NAS TAREFAS DE CASA.
Resposta pessoal.

a) A moradia de Paula é:
( ) um apartamento. ( ) uma casa. ( ) uma oca. b) No desenho de Paula, o dia está ( ) chuvoso.
( ) nublado. ( ) ensolarado.
Resposta: a) uma casa. b) ensolarado. ALCHENA/SHUTTERSTOCK.COM
8 LEIA O TEXTO.
MORO [...] EM UMA CASA AZUL E LARANJA, QUE TEM UM QUINTAL CHEIO DE AMORAS. DA MINHA JANELA VEJO MUITAS ÁRVORES E ACORDO COM O BARULHO DOS PASSARINHOS.
LORENA KAZ. MINHA CASA. RIO DE JANEIRO: FONTANAR, 2018. P. 33.
• NO ESPAÇO A SEGUIR, USE SUA IMAGINAÇÃO E DESENHE A CASA DESCRITA NO TEXTO.
Produção pessoal.
9 OBSERVE A IMAGEM. COMO ESTÁ O TEMPO ATMOSFÉRICO NESSE DIA? CONTE AOS COLEGAS POR QUE VOCÊ ACHA ISSO.

O dia está ensolarado. Os estudantes podem justificar a resposta por meio da descrição do céu e das atividades que as pessoas estão fazendo na cena.
BNCC
• EF01HI04
• EF01GE01
• EF01GE06
| PARA O ESTUDANTE
LIVRO . DAYNES, Katie. O livro dos porquês : clima. Ilustrações: Marie-Eve Tremblay. Londres: Usborne, 2019.

TEXTO DE
Nossos antepassados sempre observavam a dinâmica atmosférica terrestre, pois diversas práticas humanas essenciais à sua sobrevivência eram condicionadas por ela. Por meio das sensações corpóreas e, por meio do olhar atento dos “sinais da natureza”, identificavam a possibilidade de chover, esfriar ou esquentar; conseguiam prever a formação de tempestades, de geadas e até mesmo determinar, com certa precisão, as horas do dia.
Estas práticas ainda ocorrem, mas com menor intensidade e realizadas por poucas pessoas e em menos lugares. Atualmente, nas estações climatológicas e meteorológicas existem vários aparelhos tecnológicos (inclusive satélites) que são utilizados pelos meteorologistas para disponibilizar dados mais precisos sobre a condição do tempo atmosférico (com maior precisão para até cinco dias), e sobre a tendência da variação do tempo e clima para os próximos dias, meses e até anos. No entanto, as observações sensíveis, que são as que o corpo humano percebe, não são dispensadas e constituem um importante meio de complementar as previsões do tempo atmosférico. Quando necessitam de informações do tempo, a maioria das pessoas busca o que já está pronto, disponibilizado na internet ou em jornais, deixando, assim de observar como é a dinâmica natural da circulação atmosférica, de entender o porquê destes fenômenos, quais os sinais da natureza. Passam a depender das máquinas para viver sem ao menos conhecer como que nossas sensações podem nos dar informações sobre os processos atmosféricos terrestres. O tempo e o clima exercem muita influência sobre nossas vidas e, por isso, é necessário nosso entendimento sobre sua dinâmica.
FRANÇA JUNIOR, Pedro; MALYSZ, Sandra Bazzo; LOPES, Claudivan Sanches. Práticas de ensino em climatologia: observação sensível do tempo atmosférico. Revista Brasileira de Climatologia, ano 12, v. 19, jul./dez. 2016. Disponível em: https://revistas.ufpr. br/revistaabclima/article/ view/42455/29398. Acesso em: 19 out. 2025.
• EF01CI05
• EF01CI06
ENCAMINHAMENTO
Orientar os estudantes a realizar a pesquisa proposta na atividade 10 com a ajuda de um adulto de sua família. A pesquisa proposta é uma oportunidade para incentivar o uso de tecnologias de informação de forma responsável e significativa, em conformidade à competência específica 6 de Ciências da Natureza.
Observe as imagens a seguir.


a) Escreva, no caderno, os nomes dos animais vistos nas imagens.
b) Classifique os animais em noturnos ou diurnos.
c) No caderno, desenhe um desses animais no momento do dia em que são mais ativos. Respostas:
a) Galinha e morcego.
b) G alinha – Diurno. Morcego – Noturno.
c) Pessoal.
10 VIMOS QUE OS ANIMAIS DIURNOS SÃO AQUELES QUE FICAM MAIS ATIVOS DURANTE O DIA. OS ANIMAIS NOTURNOS SÃO AQUELES QUE FICAM MAIS ATIVOS À NOITE.
PESQUISE COM A AJUDA DE UM ADULTO E DESENHE, A SEGUIR, UM EXEMPLO DE ANIMAL DIURNO E UM DE ANIMAL NOTURNO.


LIVRO. CARUSO, Carla. Bichos da noite. Belo Horizonte: Dimensão, 2020.

11
LEIA O POEMA A SEGUIR.
O MOTORISTA
O COMANDANTE DO TRANSPORTE, É RESPONSÁVEL PELA VIDA.
CONDUZ COM SUA MÃO FORTE, A SUA MISSÃO É DE VIDA.
LHE EXIGE CRIATIVIDADE, PACIÊNCIA, ENERGIA E AMOR.
CONTRIBUI COM A COLETIVIDADE, MOTORISTA O TRABALHADOR.

A SOCIEDADE AVANÇANDO, E ELE CONDUZINDO. COM IMPORTÂNCIA ATUANDO, NO VITAL CONTRIBUINDO. É DECISIVO PRO IR E VIR, ELE É O NOSSO BOM CONDUTOR.
COM CONSCIÊNCIA NO SEGUIR, MOTORISTA O TRABALHADOR.
[...]
OCEANIRA CONCEIÇÃO AZUIR. O MOTORISTA. OVERMUNDO, 25 ABR. 2008. DISPONÍVEL EM: http://www.overmundo.com.br/banco/o-motorista. ACESSO EM: 13 OUT. 2025.
A) EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO BEM BONITO DO MOTORISTA EXERCENDO SUA PROFISSÃO. Produção pessoal.
B) AGORA, CRIE UMA ESTROFE (FORMADA POR DETERMINADO NÚMERO DE VERSOS QUE APRESENTAM OU NÃO RIMA) SOBRE UMA PROFISSÃO. Resposta pessoal.
MONTE SEU PORTFÓLIO – COM A ORIENTAÇÃO DA PROFESSORA, JUNTE OS TRABALHOS QUE VOCÊ FEZ DURANTE O ANO: DESENHOS, RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS FEITAS NO LIVRO, PROVAS, ATIVIDADES DA SEÇÃO RETOMANDO, REGISTROS DE PARTICIPAÇÃO EM SEMINÁRIOS, PESQUISAS E BILHETES DA PROFESSORA DIZENDO “PARABÉNS!” OU O QUE VOCÊ TEM DE MELHORAR.
ENCAMINHAMENTO
Professor, o portfólio é uma ferramenta avaliativa que permite acompanhar o desenvolvimento de cada estudante de forma contínua. Esse instrumento permite observar o percurso individual, avanços, dificuldades e conquistas ao longo de um processo, envolvendo o estudante na escolha e na organização de suas produções escolares. Reservar momentos periódicos, ao final de cada unidade ou projeto, para orientar os estudantes na seleção dos
materiais que vão compor o portfólio e para conversar sobre o que aprenderam e como se sentiram durante as atividades, prática que favorece a autoavaliação. O portfólio pode reunir diferentes registros: desenhos, produções escritas, textos autorais, reescritas, registros de autoavaliação e trabalhos interdisciplinares que expressem aprendizagens.
Além disso, é recomendável incluir observações, comentários e bilhetes que reconheçam o esforço e o progresso de cada estudante.
TEXTO DE APOIO
O uso da poesia na alfabetização
O uso da poesia na alfabetização e letramento nos anos iniciais do ensino fundamental é de grande relevância, pois o ensino através de jogos poéticos e brincadeiras com rimas facilita a aprendizagem das crianças. Do ponto de vista didático, as atividades poéticas permitem que as crianças adquiram diversas habilidades em relação aos aspectos cognitivos, sociais e físicos. O docente, responsável pela sistematização do processo de alfabetização e letramento do educando, precisa incluir em sua prática de ensino atividades poéticas que atraem a atenção dos estudantes, oportunizando-lhes aprender de uma forma dinâmica e prazerosa. A poesia é uma ferramenta pertinente para alfabetizar e letrar as crianças.
SILVA, Adriana do Socorro de Oliveira e. A poesia como ferramenta lúdica no processo de alfabetização e letramento nos anos iniciais do ensino fundamental. REBENA ‒ Revista Brasileira de Ensino e Aprendizagem, v. 9, p. 379390, 2024. Disponível em: https://rebena.emnu vens.com.br/revista/article/ view/267. Acesso em: 19 out. 2025.
• EF01CI05
• EF01CI06
ENCAMINHAMENTO
Para realizar a atividade 1, sugere-se separar em dois momentos: Resolução do item a:
• Retomar oralmente a sequência dos dias da semana (e, se desejado, os meses do ano).
• Ler pausadamente o texto sobre as ações de Ezequiel, conduzindo a atividade para que os estudantes identifiquem o dia correspondente e avaliando a compreensão leitora. Resolução do item b:
• Orientar os estudantes a copiar e preencher no caderno um quadro com suas atividades da manhã e da tarde (e, se desejar, da noite).
• Depois, conversar sobre os dias da semana de que mais gostam e os motivos.
• Finalizar com um desenho da atividade favorita.
1. Celina é uma menina que estuda à tarde. Enumere as tarefas feitas por ela na ordem em que ocorrem:
a) Celina almoça. (1)
b) Celina no recreio. (3)
c) Celina na sala de aula. (2)
d) Celina na saída da escola. (4)
e) Celina dorme. (6)
f) Celina assiste a um desenho. (5)
2. Leia o bilhete que Pedro escreveu para sua filha.
1 ESTE É O EZEQUIEL. LEIA O QUE ELE NOS CONTA SOBRE O SEU DIA A DIA.

OI, TUDO BEM? SOU O EZEQUIEL E TENHO 8 ANOS. EU ESTUDO À TARDE. NAS MANHÃS DE SEGUNDA E QUINTA, FAÇO AULA DE INGLÊS, E ÀS QUARTAS, AULA DE MÚSICA. AJUDO MINHA MÃE NAS TAREFAS DE CASA ÀS TERÇAS E SEXTAS. AOS FINAIS DE SEMANA, GOSTO DE JOGAR BOLA NO CAMPINHO PERTO DE CASA.
A) ESCREVA NOS QUADRADOS O NÚMERO QUE CORRESPONDE À ATIVIDADE QUE EZEQUIEL REALIZA DURANTE A SEMANA.
1 ESTUDAR
2 AULA DE MÚSICA
3 AULA DE INGLÊS
4 AJUDAR A MAMÃE
5 JOGAR BOLA
Filha,
B) E VOCÊ, COMO É SUA SEMANA? COPIE O QUADRO
ANTERIOR NO CADERNO. DEPOIS, PREENCHA-O ESCREVENDO O NOME DAS ATIVIDADES QUE FAZ EM CADA
Resposta pessoal. Orientar os estudantes na construção do quadro.
DIA DA SEMANA. É preciso deixar espaços de tamanho suficiente para que eles possam escrever suas atividades, como brincar, estudar, entre outras atividades.
Busquei sua irmã no clube. Depois fui ao supermercado comprar salada. E agora terminei o almoço de vocês. Assim que chegar da escola, coma direitinho! Papai.
a) Quem escreveu o bilhete? Pedro.
b) Para quem ele escreveu? Escreveu para sua filha.
c) O que Pedro fez antes de ir ao supermercado?
Buscou sua outra filha no clube.
d) O que ele fez depois de ir ao supermercado?
Voltou para casa e fez almoço.
e) Em que período do dia Pedro realizou essas atividades?
(X) Manhã. ( ) Tarde. ( ) Noite.
f) Como você chegou a essa conclusão? Pedro informa no bilhete que terminou de fazer o almoço.
2 A HISTÓRIA DE CADA PESSOA ESTÁ RELACIONADA À HISTÓRIA DE SUA: X FAMÍLIA. COMUNIDADE.
FAMÍLIA E COMUNIDADE.
3 ESCREVA UMA RESPONSABILIDADE SUA: Respostas pessoais.
A) NA FAMÍLIA:
B) NA ESCOLA:
C) NA COMUNIDADE:
4 OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR E FAÇA O QUE SE PEDE.
• PINTE A ESCOLA DE LARANJA
• PINTE DE VERDE A CASA QUE ESTÁ À DIREITA DA ESCOLA.
• PINTE DE AZUL A CASA QUE ESTÁ À ESQUERDA DA ESCOLA.
TEXTO DE APOIO
A rotina no desenvolvimento infantil
[...] Poderia se dizer que a rotina é uma sistematização de certas atividades que devem acontecer em determinados momentos e espaços que proporciona à criança segurança, respeito, aprendizado, disciplina, independência, além de incentivar seu desenvolvimento social.
[...] A rotina é [...] instrumento pedagógico e facilitador da aprendizagem [e a] [...] flexibilidade é um elemento importante da rotina quando utilizada como instrumento pedagógico. [...]
COUTINHO, Lídia M. S. B.; OLIVEIRA, Solene C. R. de; FIGUEIREDO, Ariane B. de. A rotina na educação infantil: revisão de literatura. Disponível em: https:// josif.ifsuldeminas.edu.br/ ojs/index.php/anais/article/ download/270/291/4185. Acesso em: 11 out. 2025.
[...] é necessário reconhecer que alfabetização - entendida como a aquisição do sistema convencional de escrita - distingue-se de letramento - entendido como o desenvolvimento de comportamentos e habilidades de uso competente da leitura e da escrita em práticas sociais: distinguem-se tanto em relação aos objetos de conhecimento quanto em relação aos processos cognitivos e linguísticos de aprendizagem e, portanto, também de ensino desses diferentes objetos. Tal fato explica por que é conveniente a distinção entre os dois processos. Por outro lado, também é necessário reconhecer que, embora distintos, alfabetização e letramento são interdependentes e indissociáveis: a alfabetização só tem sentido quando desenvolvida no contexto de práticas sociais de leitura e de escrita e por meio dessas práticas, ou seja, em um contexto de letramento e por meio de atividades de letramento; este, por sua vez, só pode desenvolver-se na dependência da e por meio da aprendizagem do sistema de escrita.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento: caminhos e descaminhos. Revista Brasileira de Educação, n. 25, p. 5–17, jan./abr. 2004.
LIVRO. SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2018.

5 CONTORNE DE:
O QUE FOR BRINQUEDO.
O QUE FOR BRINCADEIRA.
Vermelho: boneca, robô, bambolê, bola. Azul: esconde-escconde, pega-pega.
BONECA ENCONDE-ESCONDE BAMBOLÊ
ROBÔ PEGA-PEGA BOLA
6 MARQUE UM X NAS RESPOSTAS CORRETAS.
A) AS FAMÍLIAS SÃO:
TODAS IGUAIS.
X DIFERENTES UMAS DAS OUTRAS.
B) A FAMÍLIA É FORMADA:
SOMENTE POR PESSOAS QUE MORAM NA MESMA CASA.
X POR PESSOAS QUE MORAM OU NÃO NA MESMA CASA.
7 CONTORNE NO ALFABETO AS LETRAS QUE FORMAM A PALAVRA FAMÍLIA.



8 EM GRUPO. SEMINÁRIO. COM A AJUDA DE UM ADULTO, CADA GRUPO VAI ENTREVISTAR UM PROFISSIONAL DA COMUNIDADE. PERGUNTE A ELA OU ELE:
A) O QUE O SENHOR OU A SENHORA FAZ NO SEU TRABALHO?
B) QUE INSTRUMENTOS DE TRABALHO O SENHOR OU A SENHORA UTILIZA?
C) COMO O TRABALHO DO SENHOR OU DA SENHORA CONTRIBUI COM A NOSSA COMUNIDADE?
GRAVEM A ENTREVISTA E DEPOIS ESCREVAM AS RESPOSTAS DOS ENTREVISTADOS NO CADERNO. DEPOIS, APRESENTEM AOS COLEGAS EM UM SEMINÁRIO AS DESCOBERTAS QUE VOCÊS FIZERAM. Produção pessoal.
9 ALGUMAS DATAS COMEMORATIVAS SÃO:
21 DE SETEMBRO - DIA DA ÁRVORE
15 DE OUTUBRO - DIA DO PROFESSOR
25 DE DEZEMBRO - DIA DE NATAL
31 DE DEZEMBRO - FESTA DE ANO-NOVO
• AGORA, ESCREVA À ESQUERDA DO QUADRO, AS DATAS COMEMORADAS EM FAMÍLIA E, À DIREITA, AS DATAS COMEMORADAS NA ESCOLA.
FAMÍLIA
Dia de Natal
TEXTO DE APOIO
Dia Mundial do Braille [...] 4 de janeiro é o Dia Mundial do Braille.
O Dia Mundial do Braille foi declarado pela Assembleia Geral em novembro de 2018.
O objetivo é aumentar a conscientização da importância do sistema como meio de comunicação para que todas as pessoas que não enxergam ou com alguma dificuldade para enxergar tenham seus direitos humanos respeitados.
ESCOLA
27/10/25 20:52
O braille é um sistema de escrita e leitura tátil.
Os símbolos alfabéticos e numéricos usam seis pontos para representar cada letra e número. O sistema também tem símbolos científicos, matemáticos e musicais.
São seis pontos em relevo dispostos na vertical que levam a dezenas de combinações.
O braile foi inventado no século 19 pelo francês Louis Braille, que ficou cego na infância e criou o próprio sistema ainda na adolescência.
VÍDEO . DIA nacional da língua brasileira de sinais (libras). 2025. Vídeo (4min36s). Publicado pelo canal TV Câmara Caraguatatuba. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=k-A7To zk6Hw. Acesso em: 24 out. 2025.
ONU. Nações Unidas celebram Dia Mundial do Braille neste 4 de janeiro. ONU News, 4 jan. 2025. Disponível em: https://news.un.org/ pt/story/2025/01/1843026. Acesso em: 24 out. 2025.
BRASIL. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO.
RESÍDUOS SÓLIDOS: CUIDAR DA GENTE E DO MEIO AMBIENTE. BRASÍLIA, DF: MTE, 2025. DISPONÍVEL EM: https://segurancaesaudenasescolas.trabalho.gov.br/ storage/publications/110/68bb12d8105d8.pdf. ACESSO EM: 20 OUT. 2025.
CARTILHA COM ORIENTAÇÕES SOBRE TIPOS DE RESÍDUO SÓLIDO E FORMAS CORRETAS DE DESCARTE. TAMBÉM HÁ SUGESTÕES PARA O USO CONSCIENTE DOS MATERIAIS.
FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES. DADOS ABERTOS.
GOV.BR, [S. L.], 3 NOV. 2022. DISPONÍVEL EM: https:// www.gov.br/palmares/pt-br/acesso-a-informacao/ dados-abertos. ACESSO EM: 7 SET. 2025.
SITE COM INFORMAÇÕES SOBRE AS COMUNIDADES REMANESCENTES DE QUILOMBOS.
FUNDAÇÃO NACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS. TERRAS INDÍGENAS: DADOS GEOESPACIAIS E MAPAS.
GOV.BR, [S. L.], 11 NOV. 2020. DISPONÍVEL EM: https:// www.gov.br/funai/pt-br/atuacao/terras-indigenas/ geoprocessamento-e-mapas. ACESSO EM: 7 SET. 2025.
SITE COM INFORMAÇÕES E DADOS SOBRE AS TERRAS INDÍGENAS DO BRASIL.
HICKMAN, CLEVELAND P. ET AL. PRINCÍPIOS INTEGRADOS DE ZOOLOGIA. 16. ED. RIO DE JANEIRO: GUANABARA KOOGAN, 2019.
LIVRO QUE APRESENTA AS CARACTERÍSTICAS
ANATÔMICAS, FISIOLÓGICAS E COMPORTAMENTAIS DOS ANIMAIS, INCLUINDO HÁBITOS DIURNOS E NOTURNOS DE ALGUNS DELES.
IBGE. ATLAS GEOGRÁFICO ESCOLAR. 9. ED. RIO DE JANEIRO: IBGE, 2023.
ATLAS COM DIVERSOS MAPAS DO BRASIL E DO MUNDO.
MUNDURUKU, DANIEL. HISTÓRIAS DE ÍNDIO ILUSTRAÇÕES DE LAURABEATRIZ. 2. ED. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2016.
LIVRO COM DIVERSAS INFORMAÇÕES SOBRE OS POVOS INDÍGENAS.
MURRAY, ROSEANA. COLO DE AVÓ. ILUSTRAÇÕES DE ELISABETH TEIXEIRA. SÃO PAULO: BRINQUE-BOOK, 2017.
LIVRO COM DIVERSAS HISTÓRIAS DIVERTIDAS QUE ACONTECEM NA CASA DAS AVÓS.
REECE, JANE B. ET AL. BIOLOGIA DE CAMPBELL. 10. ED. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2015.
LIVRO QUE TRAZ UMA SÍNTESE ABRANGENTE E DETALHADA DOS PRINCIPAIS RAMOS DA BIOLOGIA, INCLUINDO A ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA E A ZOOLOGIA.
ROMEU, GABRIELA; PERET, MARLENE. LÁ NO MEU QUINTAL: O BRINCAR DE MENINAS E MENINOS DE NORTE A SUL. FOTOGRAFIAS DE SAMUEL MACEDO. ILUSTRAÇÕES DE KAMMAL JOÃO. SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS, 2019.
LIVRO SOBRE BRINCADEIRAS DE MENINAS E MENINOS DE DIVERSAS REGIÕES DO BRASIL.
ROSS, JURANDYR L. SANCHES (ORG.). GEOGRAFIA DO BRASIL. 5. ED. SÃO PAULO: EDUSP, 2005. OBRA DE DIVERSOS AUTORES SOBRE ASPECTOS FÍSICO-NATURAIS, DA POPULAÇÃO, DA INDUSTRIALIZAÇÃO E DO ESPAÇO RURAL BRASILEIROS.
SANTOS, JOSÉ. CRIANÇAS DO BRASIL: SUAS HISTÓRIAS, SEUS BRINQUEDOS, SEUS SONHOS. ILUSTRAÇÕES DE CLÁUDIO MARTINS. SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS, 2009.
LIVRO QUE REÚNE A HISTÓRIA DE VINTE E SETE CRIANÇAS DE DIFERENTES LUGARES DO BRASIL, COM DIFERENTES MODOS DE VIDA.
SANTOS, TIAGO MOREIRA DOS. TERRAS INDÍGENAS PROTEGEM A FLORESTA. TERRAS INDÍGENAS NO BRASIL, SÃO PAULO, [2024?]. DISPONÍVEL EM: https:// terrasindigenas.org.br/pt-br/faq/tis-e-meio-ambiente ACESSO EM: 7 SET. 2025.
ARTIGO SOBRE A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE POR DIFERENTES POVOS INDÍGENAS NO BRASIL.
TORTORA, GERARD J.; DERRICKSON, BRYAN. PRINCÍPIOS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA. 14. ED. RIO DE JANEIRO: GUANABARA KOOGAN, 2016.
LIVRO QUE APRESENTA DETALHES ANATÔMICOS E FISIOLÓGICOS DO CORPO HUMANO.
ZAKZUK, MAÍSA. EU ESTOU AQUI: CRIANÇAS QUE DEIXARAM SEUS PAÍSES PARA COMEÇAR UMA NOVA VIDA NO BRASIL. ILUSTRAÇÕES DE DAIANE DA MATA. SÃO PAULO: PANDA BOOKS, 2019.
LIVRO SOBRE CRIANÇAS DE DIVERSOS LUGARES DO MUNDO QUE, POR DIFERENTES MOTIVOS, IMIGRARAM PARA O BRASIL.
Esta coleção interdisciplinar para o 1o e o 2o ano do Ensino Fundamental tem alguns pilares de sustentação, que listamos a seguir.
O desenvolvimento da competência leitora e escritora é responsabilidade de todas as áreas de conhecimento, e não somente do componente curricular de Língua Portuguesa. Sabendo-se que a leitura possibilita o acesso a conteúdos e conceitos de todas as áreas, a tarefa de ensinar a ler e a escrever deve ser vista como parte integrante de um curso interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Ao receberem um tratamento adequado, os textos e as imagens deixam de servir só para ilustrar ou exemplificar determinado tema e passam a ser materiais a serem interrogados, confrontados, comparados e contextualizados.
Ao escrever os dois volumes desta coleção, procuramos oportunidades de desenvolver habilidades de leitura e de escrita nos estudantes, por meio de um trabalho planejado com diferentes tipos de texto e com uma diversidade de linguagens (a fotográfica, a pictórica, a dos quadrinhos, a da charge, a da literatura, a dos jornais, entre outras).
Boa parte do que os estudantes aprendem nas aulas é resultado da leitura (de textos e imagens), daí a importância de familiarizá-los também com os procedimentos de leitura, específicos, diferenciados e adequados a cada um desses registros. Sem adentrarmos na discussão teórica sobre o assunto, é importante lembrar que imagem e texto possuem estatutos diferentes e demandam tratamentos e abordagens diferenciados.
Com esse objetivo, estimulamos a leitura de diferentes gêneros de texto e exploramos de forma sistemática a leitura e a interpretação de imagens fixas. Além disso, incentivamos a escrita, inclusive porque ler e escrever são competências interdependentes e complementares. Daí termos usado, nesta coleção, diferentes tipos de textos, como históricos, de divulgação científica, literários, biográficos, depoimentos, entrevistas, notícias, obras de arte, fotografias, desenhos, charges, tiras de quadrinhos, tabelas, cartazes de propaganda, entre outros.
É esse trabalho sistemático e planejado que permitirá aos estudantes, leitores e escritores, com a mediação do professor, conquistar autonomia para ler e contextualizar textos e imagens. Nesta coleção, além da importância dada à leitura e à interpretação, buscamos estimular o desenvolvimento da competência escritora.
Esta coleção foi elaborada com o propósito de promover a articulação dos saberes já apropriados pelos estudantes ao desenvolvimento das competências e habilidades definidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esse documento define as aprendizagens essenciais ‒ sendo elas de ordem cognitiva, socioemocional e ética ‒ a que todos os estudantes devem ter direito ao longo da Educação Básica.
A BNCC está respaldada em um conjunto de marcos legais. Um deles é a Constituição de 1988, que, em seu Artigo 210, já determinava: “serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais” (Brasil, 1988).
Outro marco é a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei no 9.394/96), que, no inciso IV de seu Artigo 9o, afirma que caberá à União:
[...] estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação básica comum.
BRASIL. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Presidência da República, [2009]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso em: 29 ago. 2025.
A LDB determina também que as competências e diretrizes são comuns, e os currículos são diversos. Essa relação entre o básico-comum e o que é diverso está presente no Artigo 26 da LDB, que diz:
[...] Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.
BRASIL. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Presidência da República, [2025]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso em: 30 jul. 2025.
Disso decorre que o currículo a ser construído deve, então, ser contextualizado. Entende-se por contextualização: a inclusão e a valorização das diferenças regionais, ou mesmo locais, e o atendimento à diversidade cultural. Esses são os fundamentos das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, de 2010, que estabeleceram marcos comuns para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental e demais níveis do Ensino Básico tendo por base a LDB.
Outro marco legal em que a BNCC se apoia é a Lei n o 13.005, de 2014, que promulgou o Plano Nacional de Educação (disponível em: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2014/lei-13005-25-junho -2014-778970-publicacaooriginal-144468-pl.html; acesso em: 29 ago. 2025). Isso é coerente com o fato de que o foco da BNCC não é o ensino, mas a aprendizagem como estratégia para impulsionar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades.
A busca por equidade na educação demanda currículos diferenciados e afinados com as inúmeras realidades existentes no país. A equidade leva em conta também a variedade de culturas constitutivas da identidade brasileira. Além disso, reconhece a diversidade de experiências que os estudantes trazem para a escola e as diferentes maneiras que eles têm de aprender.
A busca por equidade visa também incluir grupos minoritários, como indígenas, ciganos, quilombolas e o das pessoas que não tiveram a oportunidade de frequentar uma escola. Também se compromete com estudantes com algum tipo de deficiência, reconhecendo a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas, conforme estabelecido na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei no 13.146/15).
A BNCC e os currículos estão afinados com os marcos legais citados nesta apresentação e têm papéis complementares. Para cumprir tais papéis, o texto introdutório da BNCC propõe as seguintes ações:
• contextualizar os conteúdos dos componentes curriculares [...];
• decidir sobre formas de organização interdisciplinar dos componentes curriculares [...];
• selecionar e aplicar metodologias e estratégias didático-pedagógicas [...];
• conceber e pôr em prática situações e procedimentos para motivar e engajar os alunos nas aprendizagens;
• construir e aplicar procedimentos de avaliação formativa de processo ou de resultado [...];
• selecionar, produzir, aplicar e avaliar recursos didáticos e tecnológicos [...];
• criar e disponibilizar materiais de orientação para os professores [...];
• manter processos contínuos de aprendizagem sobre gestão pedagógica e curricular [...].
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: MEC, 2018. p. 16-17. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 24 out. 2025.
A implementação da BNCC deve levar em conta, então, os currículos elaborados por estados e municípios, bem como por escolas. No aspecto pedagógico, os conteúdos curriculares deverão estar a serviço do desenvolvimento de competências. Competência pode ser definida como possibilidade de utilizar o conhecimento em situações que requerem sua aplicação para tomar decisões pertinentes.
Não é demais lembrar que a elaboração de currículos com base em competências está presente em grande parte das reformas curriculares de diversos países do mundo. Essa é também a abordagem adotada nas avaliações internacionais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que coordena o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês).
Alinhados à preocupação com o desenvolvimento global do estudante, as dez competências gerais presentes na BNCC subsidiaram a produção desta coleção interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia. Além delas, a coleção foi elaborada a fim de cumprir com as competências específicas de cada área do conhecimento.
Os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) presentes na BNCC desafiam os estudantes a se posicionarem diante de questões urgentes e decisivas para seu desenvolvimento socioemocional, intelectual e como cidadãos. Os TCTs se interligam às competências gerais e específicas e, ao mesmo tempo, estimulam a reflexão e o debate sobre desafios do dia a dia dos estudantes, contribuindo para que desenvolvam seu projeto de vida e preparando-os para que atuem com consciência e autonomia na comunidade em que vivem. Os TCTs incentivam os estudantes a refletir e a agir para melhorar o meio ambiente, a adotar o consumo consciente, a lidar com o próprio dinheiro, a cuidar de sua saúde, com atenção à alimentação, a respeitar as regras de trânsito, a reconhecer e valorizar a diversidade cultural existente no Brasil, e a usar a ciência e a tecnologia para solucionar problemas e em defesa da humanidade. Assim, eles se relacionam com importantes direitos e normas da legislação brasileira, com destaque para:
• Direitos das crianças e adolescentes (Lei no 8.069/90);
• Educação para o trânsito (Lei no 9.503/97);
• Estatuto da Pessoa Idosa (Lei no 10.741/03);
• Preservação do meio ambiente (Lei no 9.795/99);
• Educação alimentar e nutricional (Lei no 11.947/09);
• Educação em direitos humanos (Decreto no 7.037/09).
Vale dizer também que, no atual contexto, o enfrentamento desses temas por todos é necessário e urgente, daí serem chamados de contemporâneos; além disso, os TCTs podem e devem ser trabalhados por diferentes componentes curriculares, daí serem chamados de transversais. Os TCTs não integram nenhuma área de conhecimento em especial, mas atravessam todas elas e se conectam à realidade dos estudantes. Os TCTs são 15 e estão agrupados em seis macroáreas temáticas (meio ambiente, economia, saúde, cidadania e civismo, multiculturalismo, ciência e tecnologia), como pode ser observado no organograma a seguir.
Meio ambiente
Ciência e tecnologia
Ciência e tecnologia
Multiculturalismo
Diversidade cultural
Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
Educação ambiental Educação para o consumo
Temas
Contemporâneos
Transversais na BNCC
Cidadania e civismo
Vida familiar e social Educação para o trânsito
Educação em direitos humanos
Direitos da criança e do adolescente
Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso
Economia
Trabalho
Educação financeira
Educação fiscal
Saúde Saúde
Educação alimentar e nutricional
EDITORIA DE ARTE
Fonte: BRASIL. Ministério da Educação. Temas Contemporâneos Transversais na BNCC. Brasília, DF: MEC, 2019. p. 7.
A alfabetização pode ser entendida como um processo que abarca desde a aquisição do código alfabético até o uso social da língua e das diferentes linguagens, nas mais diversas práticas sociais cotidianas. Dispostos a participar do processo de formação de leitores/escritores e do debate teórico que embasa esse esforço, fazemos nossas as palavras inscritas em um documento oficial:
O ensino tradicional de alfabetização em que primeiro se aprende a “decifrar um código” a partir de uma sequência de passos/etapas, para só depois se ler efetivamente, não garante a formação de leitores/ escritores.
[...]
Por outro lado, é importante destacar que apenas o convívio intenso com textos que circulam na sociedade não garante que os alunos se apropriem da escrita alfabética, uma vez que essa aprendizagem não é espontânea e requer que o aluno reflita sobre as características do nosso sistema de escrita. [...]
SANTOS, Carmi Ferraz; MENDONÇA, Márcia (org.). Alfabetização e letramento: conceitos e relações. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 18.
Por isso, decidimos nesta coleção contribuir tanto com a alfabetização do estudante quanto com sua inserção em práticas multiletradas, pois sabemos que é isso que vai ajudá-lo a se comunicar, refletir, propor, opinar e se posicionar diante de situações desafiadoras, preparando-se para o exercício da cidadania. Daí a nossa decisão de inserir uma seção, ao longo de toda a coleção, denominada Dialogando com Língua Portuguesa, cujo objetivo é ajudar o estudante na aquisição do sistema de escrita alfabética e a desenvolver-se no que diz respeito ao letramento e ao multiletramento.
Textos de diferentes gêneros e formatos (escritos, visuais, híbridos), bem como propostas de escrita com diferentes propósitos, contribuem para a formação do leitor e do produtor textual competente. Entende-se por leitor competente aquele que é capaz de realizar leituras com diferentes propósitos (para estudar, para buscar informações, para se divertir, para seguir instruções, entre outros) e compreendê-las; e por escritor competente aquele que consegue se comunicar (verbalmente ou por escrito), fazer-se compreender. Vale ressaltar que a produção oral também precisa ser considerada produção textual e que rodas de conversa, saraus, seminários, entre outros, precisam ser ensinados no espaço escolar.
Articulado ao que determina a BNCC, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada estabelece como objetivo “Garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2 o ano do ensino fundamental (meta 5 do PNE)” (Brasil, 2023, p. 7). É com esse compromisso que esta coleção foi concebida.
Partindo do reconhecimento da alfabetização como processo discursivo, que atribui sentido e significado ao que se lê e escreve, sempre em diálogo com a realidade da criança, e respeitando o compromisso de apoiar o professor na alfabetização dos estudantes, os livros desta coleção oferecem, também, suporte para o avanço nos conhecimentos linguísticos relativos à escrita alfabética e atividades articuladas em torno da problematização dos objetos de conhecimento das Ciências da Natureza e Ciências Humanas.
A alfabetização e o letramento são compreendidos como processos interligados e progressivos, sendo fundamental garantir experiências significativas que favoreçam a interação da criança com a linguagem escrita, ampliando gradativamente sua compreensão do sistema alfabético e o desenvolvimento da fluência leitora e da autonomia na produção escrita. Esse processo ocorre de forma integrada ao fortalecimento da oralidade, da escuta atenta e da produção textual, favorecendo a compreensão e a expressão de ideias.
Alinhados ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, assumimos a compreensão da multidimensionalidade do processo de alfabetização, organizando o material de forma progressiva e adequada às etapas de desenvolvimento. Assim, no 1o e no 2o ano, as propostas incluem desde atividades de leitura apoiadas por indícios visuais e contextuais até experiências de escrita autônoma, garantindo suportes ajustados às necessidades da fase inicial da alfabetização.
Fizemos também um esforço para adotar práticas lúdicas, contextualizadas e culturalmente significativas, levando em conta a enorme extensão do território brasileiro e a diversidade cultural de nossa população. Buscamos, ainda, incorporar trechos da história dos povos indígenas e dos afro-brasileiros contadas por eles próprios e mostrar aos estudantes imagens positivas desses povos e nas mais variadas situações.
Sobretudo, esta coleção reafirma o princípio de que toda criança é capaz de aprender e que a alfabetização é um direito humano fundamental, constituindo-se como base para a formação crítica, ética e cidadã. Afinal, ler, interpretar e escrever são condição para o exercício da cidadania.
O Pisa é um exame que busca medir o conhecimento e a habilidade em leitura, matemática e ciências de estudantes com 15 anos de idade. Ele é organizado pela OCDE e ocorre a cada três anos.
Na primeira edição do Pisa, em 2000, o Brasil obteve 396 pontos em leitura; na sexta, ocorrida em 2015, atingiu a casa dos 407 pontos. Na edição de 2018, a média dos estudantes brasileiros foi a 413 pontos, um pequeno avanço em relação ao exame de 2015. Depois, em 2022, a média dos estudantes brasileiros foi a de 410 pontos em leitura. É certo que houve uma melhoria desse indicador em relação à primeira edição, quando o resultado do Brasil foi de 396 pontos, mas essa elevação, segundo critérios da OCDE, não é estatisticamente relevante. Portanto, a situação de dificuldade com a competência leitora entre nossos estudantes tem permanecido estável por muito tempo, por isso o assunto merece atenção.
Sabendo que o Pisa constrói as questões das provas de leitura com o objetivo de medir a compreensão e a interpretação de textos e imagens e o grau de autonomia dos estudantes para compreender a realidade e reconhecê-la por meio da representação gráfica, conclui-se que nossos estudantes precisam muito desenvolver tanto a competência leitora quanto a escritora. Daí a ênfase que demos a esse trabalho desde os Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Nesta coleção, o estudante é visto como protagonista na construção do saber científico, histórico e geográfico escolar. Daí a nossa decisão de escutar a voz do estudante, valorizar suas falas e suas produções. O estudante não é um vaso em que se plantam as flores desejadas, mas um sujeito ativo que, desde cedo, entra em contato com diferentes linguagens e tem de responder a diferentes estímulos: textuais, imagéticos, sonoros, gestuais, entre outros.
Podemos distinguir três competências fundamentais nos seguintes níveis:
• Nível básico: se desenvolvem por meio de atividades como ler, identificar, observar, localizar, descrever, nomear, perceber, entre outras.
• Nível operacional: se desenvolvem por meio de atividades como associar, relacionar, comparar, compreender, interpretar, justificar, representar, entre outras.
• Nível global: se desenvolvem por meio de atividades como avaliar, analisar, aplicar, construir, concluir, deduzir, explicar, inferir, julgar, resolver, solucionar, entre outras.
A articulação entre esses três níveis de competências é decisiva no processo de ensino-aprendizagem e está no cerne da nossa proposta didático-pedagógica. Em uma postura ativa, os estudantes experimentam novas formas de se relacionar com a aprendizagem, desenvolvendo autonomia e responsabilidade a partir do entendimento da aplicabilidade social do que se aprende.
Dentre as diversas práticas pedagógicas na escola que favorecem o protagonismo dos estudantes, destacamos também a diversificação do ambiente de aprendizagem. A organização dos estudantes de diferentes formas na sala de aula ou fora dela, privilegiando espaços diversificados (como a biblioteca, o jardim, o pátio, o entorno da escola, um museu etc.), deve ser feita sempre de acordo com a intencionalidade pedagógica e de modo a contemplar as especificidades da turma e o protagonismo estudantil, tendo o professor como mediador do conhecimento, e não como seu exclusivo detentor:
[…]
Para escolher entre os arranjos possíveis, é preciso estar atento ao tipo de característica que cada um deles pode atribuir ao momento da atividade:
Em fileiras: a organização, mais comumente utilizada, atende às propostas pedagógicas centradas no professor. Andrea, por exemplo, descarta esse modelo em sua condução. “Ela impede o contato com o outro, interdita o olhar e condena a uma relação solitária com o conhecimento”, coloca.
Em U: a dinâmica pode ser utilizada quando a interação do professor ainda se faz necessária; aos estudantes, por outro lado, permite mais interação e possibilidades de trocas durante a aprendizagem. Pode ser utilizada na condução de atividades individuais, que prezam por contextos coletivos.
Em roda ou círculo: essa organização se aproxima mais das propostas educativas dialógicas, sobretudo as que entendem o professor como mediador da aprendizagem. Nela, o docente deixa seu lugar de destaque e passa a compor com o grupo dos estudantes. Outra alternativa é organizar a roda ou o círculo no chão da sala de aula ou qualquer outro espaço para que os estudantes vivenciem outras dinâmicas corporais.
Em grupos: As carteiras podem ser agrupadas quando a atividade se centra no debate e produção coletiva. Na sala de aula, essa organização permite ao professor ter um olhar mais atento do todo e inclusive caminhar entre os grupos, fazendo interferências ou orientações durante a atividade.
BASÍLIO, Ana Luiza. Organização de estudantes na sala de aula não deve ser fixa, mas mudar conforme intenção pedagógica. Centro de Referências em Educação Integral, 8 fev. 2017. Disponível em: https://educacaointegral.org.br/ reportagens/organizacao-de-estudantes-na-sala-de-aula-nao-deve-ser-fixa-mas-mudar-conforme-intencao-pedagogica/. Acesso em: 21 ago. 2025.
A seguir, é apresentada uma sugestão de matriz de planejamento de rotina. Ela é um recurso importante para a organização da aula, pois cria uma rotina previsível, otimiza o tempo e os recursos, além de facilitar o atendimento de estudantes com diferentes ritmos de aprendizagem. Cabe destacar que essa é uma sugestão, a qual deve ser adaptada de acordo com a realidade de cada escola e turma.
Momento
Acolhida Variável Recepção dos estudantes Criar um ambiente acolhedor. Roda de conversa, música etc.
Ativação de saberes
Variável Correção de tarefa, revisão de conteúdo etc. Identificar conhecimento prévio e defasagens.
Avaliação diagnóstica, jogos etc.
Desenvolvimento de conteúdo Variável Apresentação e discussão do conteúdo
Prática Variável Realização de atividades ou seções
Socialização Variável Correção das atividades e compartilhamento dos resultados
Encaminhamento Variável Retrospectiva da aula e revisão de estudo
Introduzir ou ampliar o estudo de conceitos.
Desenvolver habilidades e competências.
Lousa, atividades dinâmicas, vídeos etc.
Atividades individuais ou em grupo, jogos, brincadeiras etc.
Estimular a reflexão e a troca de ideias. Lousa, roda de conversa, correção cruzada etc.
Avaliar se os objetivos da aula foram alcançados.
Avaliação formativa ou de resultado, questionário, debate etc.
O planejamento detalhado de uma sequência didática busca garantir a coerência no processo de ensino e aprendizagem e a efetividade dos objetivos definidos. Além disso, é recomendado assegurar que os estudantes sejam os protagonistas da ação.
A seguir, é apresentada uma sugestão de matriz de planejamento de sequência didática, que deve ser adaptada de acordo com cada turma e conteúdo a ser desenvolvido.
Etapa Objetivo
Definições preliminares
Seleção e organização dos conteúdos
Recursos didáticos
Cronograma
Planejamento das aulas
Execução e monitoramento
Socialização e avaliação
Escolher o tema e os objetivos.
Definir os conteúdos abordados.
Elencar os recursos didáticos a serem utilizados.
Estabelecer um cronograma.
Definir o que será realizado em cada aula.
Assegurar o alinhamento ao tema e aos objetivos definidos.
Verificar se os objetivos definidos foram atingidos.
Descrição
Definir um tema central e detalhar os objetivos a serem atingidos, indicando as competências e habilidades da BNCC a serem desenvolvidas.
Delimitar os conteúdos, indicando os capítulos do Livro do Estudante e outros materiais a serem estudados.
Listar e providenciar os recursos didáticos necessários em cada etapa, como materiais manipuláveis, instrumentos, jogos etc.
Detalhar o cronograma de acordo com cada etapa a ser realizada, incluindo a quantidade de aulas necessárias.
Descrever de maneira detalhada o trabalho previsto em cada aula, incluindo atividades e outras práticas dos estudantes.
No desenvolvimento das aulas, fazer os ajustes necessários ao ritmo da turma e realizar os registros sobre a participação individual e coletiva dos estudantes.
Avaliar a realização da sequência didática, a participação dos estudantes e o desenvolvimento da aprendizagem.
Sabe-se que o processo de construção do conhecimento é dinâmico e não linear; portanto, avaliar a aprendizagem implica avaliar também o ensino oferecido. É importante que toda a avaliação esteja relacionada aos objetivos propostos e, para atingi-los, é indispensável que os estudantes aprendam mais e melhor. Assim, os resultados de uma avaliação devem servir para reorientar a prática educacional, e nunca como um meio de estigmatizar os estudantes.
Para pensar a avaliação, cuja importância é decisiva no processo de ensino-aprendizagem, lançamos mão das reflexões de César Coll e dos PCNs (entre 1995 e 1997). Para César Coll, a avaliação pode ser definida como uma série de atuações que devem cumprir duas funções básicas: diagnosticar necessidades dos estudantes e verificar se os objetivos foram alcançados.
Para tanto, César Coll recomenda o uso de três tipos de avaliação: diagnóstica, formativa e somativa.
A avaliação diagnóstica busca verificar os conhecimentos prévios dos estudantes e possibilita a eles a tomada de consciência de suas limitações (imprecisões e contradições dos seus esquemas de conhecimento) e da necessidade de superá-las. A seção O que sabemos? busca oferecer subsídios para esse tipo de avaliação no início do ano letivo.
A avaliação formativa visa avaliar o processo de aprendizagem. Pode ser feita por meio da observação sistemática do estudante, com a ajuda de planilhas de acompanhamento (ficha ou instrumento equivalente em que se registram informações úteis ao acompanhamento do processo). Cada professor deve adequar a planilha de acompanhamento às suas necessidades. A seção Retomando busca oferecer subsídios para esse tipo de avaliação ao final das unidades. Ao longo deste Livro do Professor, as sugestões da seção +Atividades também podem servir ao propósito da avaliação formativa.
A avaliação somativa procura medir os resultados da aprendizagem dos estudantes confrontando-os com os objetivos que estão na origem da intervenção pedagógica, a fim de verificar se estes foram ou não alcançados ou até que ponto o foram. Ao final do Livro do Estudante, há a seção O que aprendemos, na qual você encontrará atividades que contribuem para essa avaliação.
Note que os três tipos de avaliação estão interligados e são complementares, podendo se desdobrar em processos com diferentes propostas. Nesta coleção, há atividades variadas, e cada uma delas pode servir a um desses propósitos avaliativos. Por meio deles, o professor colhe elementos para planejar; o estudante toma consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades; a escola identifica os aspectos das ações educacionais que necessitam de maior apoio.
A avaliação deve visar ao processo educativo como um todo, e não ao êxito ou fracasso dos estudantes. Recomendamos que se empreguem na avaliação:
a) observação sistemática: visa trabalhar as atitudes dos estudantes. Para isso, pode-se utilizar o diário de classe ou instrumento semelhante para fazer anotações. Exemplo: você pediu que os estudantes trouxessem material sobre a questão do meio ambiente, e um estudante, cujo rendimento na prova escrita não havia sido satisfatório, teve grande participação na execução dessa tarefa; isso deverá ser levado em consideração na avaliação daquele bimestre. A observação sistemática será fundamental, por exemplo, nas atividades distribuídas ao longo dos capítulos, nas seções Você cidadão! e Escutar e falar, por exigirem dos estudantes espírito associativo e realização de produções variadas.
b) análise das produções: busca estimular a competência do estudante na produção, leitura e interpretação de textos e imagens. Sugerimos levar em conta toda a produção, e não apenas o resultado de uma prova, e avaliar o desempenho em todos os trabalhos (pesquisa, relatório, história em quadrinhos, releitura de obras clássicas, prova etc.). Note que, para o estudante escrever ou desenhar bem, é necessário que ele desenvolva o hábito.
c) atividades específicas: visam estimular, sobretudo, a objetividade do estudante ao responder a um questionário ou expor um tema. Exemplo de pergunta: Pode-se dizer que, no dia 22 de abril de 1500, o Brasil foi descoberto? Resposta: Não, pois as terras que hoje formam o Brasil já eram habitadas por milhões de indígenas quando a esquadra de Cabral aqui chegou. Complemento da resposta: 22 de abril foi o dia em que Cabral tomou posse das terras que viriam a formar o Brasil para o rei de Portugal.
d) autoavaliação: visa ajudar o estudante a ganhar autonomia e a desenvolver a autocrítica. O estudante avalia suas produções e a recepção de seu trabalho entre os outros estudantes, bem como a comunicação de seus argumentos e resultados de trabalho.
Confira a seguir diferentes estratégias de avaliação que podem ser adaptadas à sua realidade escolar e às necessidades dos estudantes.
a) Portfólio: é uma mostra de exemplos de produções de estudantes em determinado período. Pode ser entendida como coletânea de trabalhos (produção escrita, oral, visual, apresentação em slides, quadrinhos, entre outros) que contribuem para o desenvolvimento de habilidades, atitudes e conhecimentos. O texto a seguir é de Carolina de Castro Nadaf Leal, doutora em Educação e psicopedagoga.
Sousa C. (1994, p. 89) ressalta que “a avaliação deve ser utilizada com o apoio de múltiplos instrumentos de coleta de informações”. É nesse contexto que se inclui o portfólio como instrumento capaz de superar uma avaliação excludente, classificatória e seletiva, permitindo ao aluno e professor se apropriarem de uma avaliação formativa, com vistas a orientar e organizar o processo de ensino-aprendizagem.
[…] De acordo com [as educadoras Shores e Grace (2001, p. 43)], dois portfólios nunca podem ser iguais, porque os alunos são diferentes e suas atividades também devem ser diferentes. Acrescentam ainda que uma avaliação realizada por meio de portfólio encoraja a reflexão e a comunicação por todos os envolvidos no processo educativo: professores, alunos, famílias e outros.
Ao individualizar as experiências da aprendizagem, o portfólio permite que cada criança possa crescer no seu próprio potencial máximo; possibilita a cada professor determinar do seu próprio ritmo, encorajando seu desenvolvimento profissional; e acompanha o trabalho da criança através de diferentes domínios das aprendizagens.
LEAL, Carolina de Castro Nadaf. Avaliar por portfólio nos anos iniciais do ensino fundamental. In: COLÓQUIO INTERNACIONAL EDUCAÇÃO, CIDADANIA E EXCLUSÃO – DIDÁTICA E AVALIAÇÃO, 4., 2015, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro, 2015. p. 4-5. Disponível em: https://editorarealize.com.br/editora/anais/ceduce/2015/TRABALHO_EV047 _MD1_SA4_ID1816_06062015204218.pdf. Acesso em: 12 ago. 2025.
b) Seminário: é um gênero oral, com o objetivo de expor conhecimentos sobre determinado assunto. Ajuda no desenvolvimento da competência discursiva.
Em um seminário, os estudantes, sob orientação do professor, investigam um tema e o expõem oralmente (Bezerra, 2003).
c) Sarau: no início, os saraus eram eventos que ocorriam no entardecer, promovidos pela nobreza no século XIX. Atualmente, os saraus são eventos populares nas periferias das cidades brasileiras e contam histórias e vivências dos habitantes dessas periferias. O texto a seguir é da professora Mara Mansani. Em 2014, ela recebeu o Prêmio Educador Nota 10, da Fundação Victor Civita, na área de Alfabetização.
Como organizar um sarau
O primeiro passo é apresentá-lo para os alunos. Explique o que é, como pode ser feito, apresente algumas experiências em vídeo e conversem sobre as impressões. Depois, faça um convite para que façam um sarau.
Coletivamente, definam quais serão as apresentações, o local e a duração. Também combinem como irá funcionar, se haverá convidados, quando serão os ensaios e tudo que for necessário para se preparar para o grande dia.
[...]
Em sala de aula, mesmo quando as crianças não leem e escrevem convencionalmente, pode começar propondo que apresentem textos que sabem de memória, tradicionais da cultura oral, como parlendas, trava-línguas, versinhos, poemas, entre outros.
Para as próximas vezes que levar a proposta, pode ampliar as possibilidades e explorar diferentes manifestações artísticas de diferentes culturas, como uma dança, uma declamação, uma performance teatral, entre outras. O sarau também pode ser temático. Já pensou que incrível pode ser a experiência de um sarau que explore a arte e cultura africana?
Esse evento pode acontecer só com sua turma, com todos os alunos do ciclo de alfabetização, com toda a escola ou com a participação das famílias. Não há um único formato para o sarau. O que não podemos perder de vista é o caráter democrático da expressão popular de todos e para todos.
SOUSA, Mara Mansani. Como organizar saraus na alfabetização. Nova Escola, 4 jul. 2022. Disponível em: https:// novaescola.org.br/conteudo/21288/como-organizar-saraus-na-alfabetizacao. Acesso em: 19 ago. 2025.
d) Roda de conversa: um recurso bastante comum no ensino escolar nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental é a roda de conversa. Além de fomentar a criticidade e a autonomia dos estudantes, as rodas de conversa favorecem o desenvolvimento das habilidades socioemocionais, a construção de vínculos interpessoais e a construção de uma cultura de paz. O texto a seguir discute a importância dessa prática no desenvolvimento cognitivo, ético e socioemocional dos estudantes.
Outro aspecto relevante da roda de conversa é sua contribuição para o clima escolar e para a cultura de paz. Ao permitir que os conflitos sejam abordados de forma aberta, respeitosa e construtiva, essa metodologia ajuda a prevenir situações de violência, bullying e discriminação. A escuta ativa e o reconhecimento das emoções e necessidades do outro criam um ambiente de empatia, solidariedade e cooperação. A roda torna-se, assim, um instrumento potente para a promoção de relações saudáveis, para o fortalecimento do senso de pertencimento e para a valorização da diversidade no espaço escolar.
[...]
A roda de conversa, como estratégia pedagógica, emerge em um cenário educacional que demanda práticas mais dialógicas, humanizadoras e centradas no estudante. [...] Ela valoriza o diálogo como instrumento de aprendizagem e promove a participação ativa dos estudantes no processo educativo, oferecendo um espaço seguro para a expressão de ideias, sentimentos, dúvidas e conhecimentos. Esse espaço, quando bem conduzido, é capaz de fomentar o pensamento crítico, a empatia e a construção coletiva do saber, aspectos essenciais para uma formação cidadã e integral.
MANTOVANI, Girlene Nascimento da Silva. Roda de conversa. Revista Evolução Brasil-Angola, ano VI, n. 59, p. 99-106, jun. 2025. Disponível em: https://primeiraevolucao.com.br/index.php/R1E/article/download/725/753. Acesso em: 15 set. 2025.
e) O trabalho com entrevistas: o texto a seguir aborda o trabalho com entrevistas, relacionado especialmente ao tratamento de fontes orais em sala de aula.
A oficina de entrevistas visa lidar com a produção e tratamento de fontes orais em sala de aula, com o intuito de sensibilizar o olhar do aluno para com a preservação da memória de grupos locais, ausentes nas grandes narrativas históricas. [...]
Um dos objetivos da História e da educação patrimonial é levar o aluno a construir a noção de identidade; para tanto, é necessário estabelecer relações entre identidades individuais (quem sou eu, como sou) e identidades sociais (quem somos nós, o que caracteriza nossa sociedade, e que papel representamos nessa sociedade). [...]
SILVA, Taiane Vanessa da; OLIVEIRA, Felipe Augusto Leme de; ALEGRO, Regina Célia. Oficina de entrevistas: memórias na sala de aula. In: SEMINÁRIO DE PESQUISA DO PPGHS – XIII SEMANA DE HISTÓRIA – I ENCONTRO DAS ESPECIALIZAÇÕES EM HISTÓRIA. 1., 2012, Londrina. Anais […]. Londrina: UEL, 2012.
Sabemos que os Anos Iniciais têm papel central na formação dos estudantes, sendo esperada dessa fase da escolarização não apenas a alfabetização como também a manutenção e o desenvolvimento do gosto e da curiosidade por aprender, tão presentes na infância.
Nesse contexto, a perspectiva interdisciplinar apresenta-se como uma possibilidade de potencializar o cumprimento desses objetivos, uma vez que ela oferece uma visão integrada e holística dos conhecimentos, propiciando sua aquisição de forma mais ampla e significativa e estimulando a curiosidade dos estudantes.
Embora seja amplamente aceita a ideia da importância da interdisciplinaridade, ainda são grandes os desafios para sua efetiva e eficiente implementação, exigindo de cada um de nós, educadores: abertura permanente ao diálogo, disposição para pesquisar saberes com os quais não estamos familiarizados e atitude reflexiva a respeito de nossas práticas pedagógicas cotidianas.
A interdisciplinaridade nos Anos Iniciais
Quais são os desafios e possibilidades que existem ao se trabalhar em sala de aula de forma interdisciplinar nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental? [...] O educador pode despertar nos seus alunos a transformação do olhar deles sobre si, sobre sua condição e o contexto em que vivem. [...] São bastante oportunas as colocações [...] sobre o tipo de ensino que de fato impulsiona o desenvolvimento das capacidades dos alunos. [...]
“Para além dos modismos, ultimamente a interdisciplinaridade tem sido vinculada como um dos aspectos fundamentais de uma educação de qualidade”. [...] A interdisciplinaridade é um importante desafio para a didática, pois requer um estabelecimento de diálogos entre as diversas áreas do conhecimento promovendo um ensino que integre diferentes conteúdos com caráter interdisciplinar, superando a disciplinaridade, que agrega apenas conteúdo.
Com a intenção de utilizar conhecimentos distintos de outras disciplinas, a interdisciplinaridade na perspectiva escolar não tem a presunção de criar novas disciplinas isoladas, mas utilizar dos conhecimentos para resolver problemas concretos ou perceber um determinado fenômeno sob um ponto de vista com outra concepção. [...] A interdisciplinaridade como aquela que resolverá todos os problemas inerentes à educação, mas sim, ela apresenta características e possibilidades que podem transformar o ensinar e o aprender através de um ensino planejado, reflexivo e colaborativo.
OLIVEIRA, Bianca Érica et al. A interdisciplinaridade nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: discussões sobre desafios e possibilidades. In: KOCHHANN, A.; SOUZA, J. O.; OLIVEIRA, H. M. (org.). Ensino e Educação: práticas, desafios e tendências. Campina Grande: Licuri, 2023. p. 140-173. Em nossa coleção, buscamos propiciar oportunidades de conexão entre os diferentes componentes curriculares que compõem as áreas do conhecimento, com a integração dos saberes como parte fundamental do processo de aprendizagem, trabalho evidenciado na seção Dialogando com…. Sem perder os conceitos, conteúdos e objetivos próprios de cada componente curricular, partimos de temáticas relevantes aos estudantes dos Anos Iniciais para desenvolver as competências e habilidades propostas pela BNCC para as áreas de conhecimento de Ciências da Natureza e de Ciências Humanas. Assim, buscamos oferecer caminhos para que o professor possa desenvolver nos estudantes capacidades intelectuais que lhes possibilitem pensar e elaborar conhecimentos para serem aplicados ao longo de sua vida.
Vivemos em uma civilização da imagem. Uma grande quantidade de imagens é posta, diariamente, diante dos olhos dos nossos estudantes em velocidade crescente; sua transformação em fonte para o conhecimento da História pode, com certeza, ajudar na formação de um leitor atento, autônomo e crítico. Um leitor capaz de perceber que a imagem não reproduz o real; ela congela um instante do real “organizando-o” de acordo com determinada estética e visão de mundo. Um leitor capaz de receber criticamente os meios de comunicação; capaz, enfim, de perceber que a imagem efêmera que a mídia está veiculando como verdadeira pode ser – e quase sempre é – a imagem preferida, a que se escolheu mostrar!
Esse fato não passou despercebido pelos professores que, reconhecendo o potencial pedagógico das imagens, começaram a utilizá-las com frequência no ensino dos diferentes componentes curriculares. Elencamos a seguir alguns cuidados necessários ao trabalhar com elas.
Ao se decidir pelo uso de imagens fixas na sala de aula, o professor deve levar em conta que essa prática pedagógica requer vários cuidados, alguns dos quais listamos a seguir.

Misto de arte e ciência, técnica e cultura, a imagem é polissêmica; até um simples retrato admite várias interpretações. Exemplo disso é ver um álbum de fotografias em família: uma mesma fotografia que desperta alegria ou satisfação nos avós poderá ser causa de inibição ou vergonha para os netos.
Outro exemplo: Mona Lisa, certamente o quadro mais conhecido do mundo, pode ser tomado como exemplo dessa característica da imagem. Já se afirmou que, se estivermos melancólicos, tendemos a ver melancolia no sorriso enigmático da personagem retratada; se estivermos alegres, ela nos parecerá contente; ou seja, ela expressa os nossos sentimentos no momento em que a vemos.
O que torna mais escorregadio o terreno para quem se decide pelo uso de imagens na sala de aula é justamente o fato de a imagem possuir um efeito de realidade, ou seja, a capacidade de se parecer com a própria realidade.
Se apresentarmos ao estudante a imagem de Dom Pedro I e a de Dom Pedro II e perguntarmos qual deles é o pai e qual é o filho, muitos dirão, provavelmente, que Dom Pedro I é filho de Dom Pedro II. Sobre a construção das imagens de Dom Pedro I, como jovem, e de Dom Pedro II, como velho, observou uma estudiosa:
[...] A ilustração do pai jovem e do filho velho tem causado certa perplexidade aos jovens leitores e falta a explicação do aparente paradoxo. A imagem de um D. Pedro II velho foi construída no período pós-monárquico e demonstra a intenção dos republicanos em explicar a queda de uma monarquia envelhecida que não teria continuidade. É interessante destacar a permanência dessas ilustrações na produção atual dos manuais, reforçando uma interpretação utilizada pelos republicanos no início do século XX, mesmo depois de variadas pesquisas e publicações historiográficas sobre os conflitos e tensões do período.
BITTENCOURT, Circe (org.). O saber histórico na sala de aula. 12. ed. São Paulo: Contexto, 2017. p. 80. (Repensando o Ensino).
SÁ, Simplício Rodrigues de. Retrato de Dom Pedro I 1826. Óleo sobre tela, 76 cm × 60 cm.


AMÉRICO, Pedro. Dom Pedro II na abertura da Assembleia Geral. 1872. Óleo sobre tela, 288 cm × 205 cm.
Vivemos um tempo em que se busca reduzir o acontecimento à sua imagem em vez de explicá-lo e contextualizá-lo historicamente, isto é, uma época em que querem nos fazer crer que ver é sinônimo de conhecer. No entanto, é preciso que se repita à exaustão: “eu vi” não significa “eu conheço”. Assim, ver no noticiário televisivo um episódio de conflito no Oriente Médio não significa conhecer aquele conflito, seus motivos, seu contexto, o teatro de operações etc.
Um equívoco recorrente quando o assunto é imagem é a afirmação de que ela fala por si mesma. Como lembrou uma ensaísta:
É ilusório pensar-se que as imagens se comuniquem imediata e diretamente ao observador, levando sempre vantagem à palavra, pela imposição clara de um conteúdo explícito. Na maioria das vezes, ao contrário, se calam em segredo, após a manifestação do mais óbvio: por vezes, [...] em seu isolamento, se retraem à comunicação, exigindo a contextualização, única via de acesso seguro ao que possam significar. Por outro lado, são difíceis de se deixarem traduzir num código diverso como o da linguagem verbal.
LEITE, Miriam Moreira. Retratos de família: leitura da fotografia histórica. São Paulo: Edusp, 1993. v. 9. p. 12. (Texto e Arte).
De fato, a imagem é captada pelo olho, mas traduzida pela palavra. Tomá-la como fonte para o conhecimento da História envolve vê-la como uma representação, uma estratégia, uma linguagem com sintaxe própria. Para obter as informações a partir dela, é indispensável desnaturalizá-la e contextualizá-la, interrogando-a com perguntas, como: por que, por quem, em que contexto foi produzida. É indispensável, enfim, perceber que a imagem não reproduz o real. Ela congela um instante do real, “organizando-o” de acordo com determinada estética e visão de mundo.
O trabalho com imagens pode ajudar no desenvolvimento de uma condução pedagógica interdisciplinar e, também, da competência de ler e escrever a partir do registro visual, bem como estimular as habilidades de observar, descrever, sintetizar, relacionar e contextualizar. Além disso, contribui decisivamente para a “educação do olhar”, para usar uma expressão cunhada por Circe Bittencourt.
Com base nas reflexões de alguns estudiosos e na nossa experiência didática, e cientes de que essa tarefa não é das mais fáceis, propomos a seguir alguns procedimentos para introduzir a leitura de imagens fixas na sala de aula:
Passo número 1. Apresentar ao estudante uma imagem (fotografia, pintura, gravura, caricatura etc.) sem qualquer legenda ou crédito. Em seguida, pedir a ele que observe a imagem e, antes de qualquer coisa, descreva livremente o que está vendo. A intenção é permitir que o estudante associe o que está vendo às informações que já possui, levando em conta, portanto, seus conhecimentos prévios. Nessa leitura inicial, o estudante é incentivado a identificar o tema, as personagens, suas ações, posturas, vestimentas, calçados e adornos, os objetos presentes na cena e suas características, o que está em primeiro plano e ao fundo, se é uma cena cotidiana ou rara. Enfim, estimular no estudante o senso de observação e a capacidade de levantar hipóteses e traçar comparações.
Passo número 2. Buscar juntamente com os estudantes o máximo de informações internas e externas à imagem.
Para obter as informações internas (quando o destaque forem as pessoas), fazer perguntas como: Quem são? Como estão vestidas? O que estão fazendo? Quem está em primeiro plano? E ao fundo? etc. Já quando o destaque for um objeto, perguntar: O que é isto? Do que é feito? Para que serve ou servia? Onde se encontra?
Quanto às informações externas, perguntar: Quem fez? Quando fez? Para que fez? Em que contexto fez?
Passo número 3. De posse das informações obtidas na pesquisa, pedir ao estudante que, ele mesmo, produza uma legenda para a imagem. A legenda pode ser predominantemente descritiva, explicativa, analítica e/ou ainda conter uma crítica.
Professor, na produção da legenda pelo estudante, trabalharemos principalmente as habilidades de observar, descrever, associar, relacionar, sintetizar e, por fim, contextualizar; levar os estudantes a contextualizar o oceano de imagens que seus olhos absorvem a todo instante numa velocidade crescente talvez seja um dos maiores desafios dos professores da Educação Básica.
Por fim, uma pergunta: por que trabalhar com imagens em sala de aula?
Trabalhamos com imagens em sala de aula com três propósitos:
a) educar o olhar;
b) contribuir para a formação ou consolidação de conceitos;
c) estimular a competência escritora.
Na nossa prática docente, nós, professores, habitualmente propomos um texto, o interrogamos e, assim, incentivamos o alunado a escrever a partir dele. O que estamos propondo é continuar estimulando a escrita a partir de um texto, mas, ao mesmo tempo, levar o alunado a escrever também a partir da imagem (um texto para ela, sobre ela, a partir dela).
A seguir, tratamos de alguns conhecimentos específicos dos componentes de Ciências da Natureza, História e Geografia. Oferecemos, também, uma espécie de glossário com conceitos-chave dos componentes curriculares integrantes desta coleção. Eles podem ser úteis ao trabalho do professor na preparação de suas aulas.
Os objetivos do ensino de Ciências no século XXI não se restringem ao aprendizado de conceitos científicos. Eles abrangem também a capacidade de compreender, interpretar, aplicar e avaliar informações científicas em diferentes contextos do cotidiano, preparando os estudantes para lidar com situações complexas e tomar decisões fundamentadas.
[…] Como refere Chassot (2000) a Educação em Ciência deve dar prioridade à formação de cidadãos cientificamente cultos, capazes de participar ativamente e responsavelmente em sociedades que se querem abertas e democráticas. [...] Esclareça-se desde já que o sentido que aqui se dá a “cientificamente culto” vai ao encontro do expresso por Hodson (1998) ou seja, um conceito multidimensional envolvendo simultaneamente três dimensões: aprender Ciência (aquisição e desenvolvimento de conhecimento conceitual); aprender sobre Ciência (compreensão da natureza e métodos da Ciência, evolução e história do seu desenvolvimento bem como uma atitude de abertura e interesse pelas relações complexas entre Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente); aprender a fazer Ciência (competências para desenvolver percursos de pesquisa e resolução de problemas). [...]
CACHAPUZ, António; PRAIA, João; JORGE, Manuela. Da educação em ciência às orientações para o ensino das ciências: um repensar epistemológico. Ciência & Educação, v. 10, n. 3, p. 363-381, 2004. Disponível em: https://www.scielo.br /j/ciedu/a/dJV3LpQrsL7LZXykPX3xrwj/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 1 set. 2025.
Essa abordagem favorece o letramento científico, um dos compromissos da área de Ciências da Natureza determinados pela BNCC.
[...] ao longo do Ensino Fundamental, a área de Ciências da Natureza tem um compromisso com o desenvolvimento do letramento científico, que envolve a capacidade de compreender e interpretar o mundo (natural, social e tecnológico), mas também de transformá-lo com base nos aportes teóricos e processuais das ciências.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: MEC, 2018. p. 321. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 24 out. 2025.
Dessa forma, entende-se que o letramento científico não se limita à acumulação de informações, mas envolve a articulação entre conhecimento, habilidades e atitudes que permitem aos estudantes atuar de forma crítica, ética e consciente. Ele promove a capacidade de interpretar dados, avaliar evidências, resolver problemas complexos e participar de forma ativa na sociedade, integrando teoria e prática em um processo contínuo de investigação e reflexão. Desse modo, o ensino de Ciências da Natureza assume um papel importante na formação de cidadãos capazes de compreender o mundo em suas múltiplas dimensões e de intervir nele de maneira responsável.
Nesse cenário, o papel do professor se configura como mediador do conhecimento. Mais do que transmitir conteúdos, ele deve criar oportunidades que integrem teoria e prática, valorizem os saberes prévios dos estudantes e estimulem a investigação e o pensamento crítico. Isso exige planejamento intencional, observação constante, reflexão sobre a própria prática e capacidade de ajustar estratégias pedagógicas às necessidades e potencialidades de cada turma.
Assim, dá-se ênfase ao protagonismo estudantil, incentivando a participação ativa, a autonomia e a responsabilidade de cada estudante na construção de seu aprendizado. Contudo, é importante ressaltar que essa valorização não diminui a importância do papel do professor; ao contrário, transforma-o, conferindo ao professor uma função central como mediador e orientador do processo de ensino-aprendizagem.
Na visão positivista da História, o documento era visto, sobretudo, como prova do real. Aplicada ao livro escolar, essa forma de ver o documento assumia um caráter teleológico – o documento cumpria uma função bem específica: ressaltar, exemplificar e, sobretudo, dar credibilidade à argumentação desenvolvida pelo autor. Na sala de aula, isso se reproduzia: o documento servia para exemplificar, destacar e, principalmente, confirmar a fala do professor durante a exposição.
Com a Escola dos Annales, fundada pelos historiadores franceses Lucien Fèbvre e Marc Bloch, adveio uma nova concepção de documento que nasceu da certeza de que o passado não pode ser recuperado tal como aconteceu, e que a sua investigação só pode ser feita a partir de problemas colocados pelo presente. Essa nova corrente historiográfica, que se formou a partir da crítica ao positivismo, propôs um número tão grande e significativo de inovações que o historiador Peter Burke referiu-se a essa corrente como “a Revolução Francesa da historiografia”.
Contrapondo-se à escola positivista, tributária do pensamento do filósofo alemão Leopold von Ranke, que via o documento como prova do real e capaz de falar por si mesmo, a Escola dos Annales propunha uma ampliação e um novo tratamento a ser dado ao documento. Eis o que diz Jacques Le Goff, um dos teóricos da nova história:
[...] A História Nova ampliou o campo do documento histórico; ela substituiu a história de Langlois e Seignobos [historiadores franceses, por meio dos quais a história metódica, mais conhecida como positivista, chegou ao seu auge na segunda metade do século XIX], fundada essencialmente nos textos, no documento escrito, por uma história baseada numa multiplicidade de documentos: [...] figurados, produtos de escavações arqueológicas, documentos orais, etc. Uma estatística, uma curva de preços, uma fotografia, um filme, ou para um passado mais distante, um pólen fóssil, uma ferramenta, um ex-voto são, para a história nova, documentos de primeira ordem. [...]
LE GOFF, Jacques. A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1990. p. 28-29.
Porém, se por um lado é consensual entre os historiadores que estamos vivendo uma “revolução documental”, a reflexão sobre o uso de documentos em sala de aula merece, a nosso ver, uma maior atenção. Com base nas reflexões daqueles que pensaram o assunto e na nossa experiência docente, recomendamos que, ao trabalhar com documentos na sala de aula, o professor procure:
a) evitar ver o documento como “prova do real”, procurando situá-lo como ponto de partida para construir aproximações em torno do episódio focalizado;
b) ultrapassar a descrição pura e simples do documento e apresentá-lo aos estudantes como matéria-prima de que se servem os historiadores na sua incessante pesquisa;
c) considerar que um documento não fala por si mesmo. É necessário levantar questões sobre ele e a partir dele. Um documento sobre o qual não se sabe por quem, para quê e quando foi escrito é como uma fotografia sem crédito ou legenda: tem pouca serventia para o historiador;
d) levar em conta que todo documento é um objeto material e, ao mesmo tempo, portador de um conteúdo;
e) considerar que não há conhecimento neutro: um documento tem sempre um ou mais autores, e ele(s) tem (têm) uma posição que é necessário saber identificar.
Visto por esse ângulo, o trabalho com documentos tem pelo menos três utilidades:
• facilita ao professor o desempenho de seu papel de mediador. A sala de aula deixa de ser o espaço onde se ouvem apenas as vozes do professor ou a do autor do livro didático (tido muitas vezes como narrador onisciente que tudo sabe e tudo vê) para ser o lugar onde ecoam múltiplas vozes, incluindo as vozes de pessoas que presenciaram os fatos focalizados;
• possibilita ao estudante desenvolver um olhar crítico e aperfeiçoar-se como leitor e produtor de textos históricos;
• diminui a distância entre o conhecimento acadêmico e o saber escolar, uma vez que o estudante é convidado a se iniciar na crítica e na contextualização dos documentos, procedimento importante para a educação histórica.
As representações do espaço geográfico e do território, entre as quais se destacam os mapas, constituem-se recursos comunicativos de conteúdos espaciais dotados de simbologia, métodos de elaboração e
linguagem próprios. Cabe ao componente curricular de Geografia oferecer as oportunidades e os meios didático-pedagógicos para que os estudantes se apropriem dessa linguagem e saibam se comunicar por ela.
Em 1986, Simielli defendeu, em sua Tese de Doutorado, que esse processo de aquisição de conhecimentos específicos da Cartografia no contexto escolar seria denominado alfabetização cartográfica. A aprendizagem em torno do desenvolvimento das habilidades que versam sobre a linguagem cartográfica é a finalidade primeira desse processo, que compreende desde saber ler, interpretar e interferir em um documento cartográfico até elaborar algumas representações espaciais com base na observação e na interpretação do espaço vivido, concebido ou percebido.
A autora também explica que a formação de leitores críticos e mapeadores conscientes envolve habilidades do raciocínio geográfico, como localizar, analisar, correlacionar e sintetizar, distribuídas, ampliadas e aprofundadas ao longo de toda a escolarização básica.
Os conhecimentos conceituais envolvidos na alfabetização cartográfica consistem em:
• tipos de visão/ponto de vista (horizontal ou frontal, oblíqua e vertical);
• imagem bidimensional e tridimensional;
• alfabeto cartográfico (pontos, linhas e áreas) e legenda;
• proporção e escala (gráfica e numérica);
• orientação espacial;
• projeções cartográficas.
Esses conceitos começam a ser abordados nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental por meio de atividades vinculadas à representação dos lugares de vivência e das paisagens próximas à experiência de mundo dos estudantes. Com o avanço em direção ao Ensino Médio, tornam-se mais amplas e mais abstratas. Portanto, o trabalho realizado nas aulas desde os primeiros anos da vida escolar é essencial para que, ao final da Educação Básica, os estudantes sejam proficientes nessa linguagem.
Para isso, esta coleção favorece a construção do conhecimento geográfico por meio da linguagem cartográfica, sendo ela um elemento estruturador que permite relacionar conteúdos, conceitos, localidades e fatos. O objetivo, considerando a faixa etária dos estudantes, é favorecer o entendimento não apenas de parte, mas também da totalidade do território, de modo a compreender as relações espaçotemporais que caracterizam a organização e a produção do espaço geográfico. Como vimos, é partindo do espaço vivido, incluindo o repertório cultural dos estudantes, que trabalhamos a representação espacial por meio do desenho para, paulatinamente, alfabetizar os estudantes cartograficamente.
Natureza, ambiente e meio ambiente: esses conceitos acabam sendo, muitas vezes, utilizados como sinônimos. No entanto, apresentam diferenças, que podem variar conforme a referência consultada.
De modo geral, entende-se que a natureza se refere ao mundo natural em seu sentido mais amplo, englobando os organismos e o espaço em que vivem. Frequentemente, associa-se à natureza aquilo que é natural, ou seja, livre da interferência humana.
O meio ambiente pode ser entendido como o conjunto de condições que cercam e influenciam uma espécie. No caso dos seres humanos, corresponde ao meio ambiente humano, formado pelas relações entre as pessoas e o espaço em que vivem. Cada espécie possui seu próprio meio ambiente, e a soma desses diferentes meios ambientes constitui o que chamamos de ambiente.
O ambiente pode assumir diferentes significados, dependendo do contexto no qual é utilizado. Ele é um termo mais abrangente. Dentro da Ecologia, ele corresponde ao conjunto de condições físicas, químicas e biológicas que sustentam os seres vivos, como clima, solo, água e outros organismos. Em um sentido mais amplo, o ambiente representa a totalidade das relações entre os elementos naturais e sociais, incluindo as interações humanas com a natureza e as transformações resultantes dessas relações.
Biodiversidade: frequentemente, a biodiversidade é confundida com a simples diversidade de espécies em determinada região. No entanto, esse conceito é mais abrangente, correspondendo à variedade da vida em todas as suas formas, níveis e combinações, englobando desde os genes até os ecossistemas.
Pode-se compreender a biodiversidade em três níveis: genética (variação genética entre indivíduos ou populações e dentro de uma mesma espécie); de espécies (variedade de espécies existentes em uma região ou um ecossistema); e de ecossistemas (variedade de hábitats, comunidades biológicas e as interações ocorridas nos ecossistemas).
Conservação e preservação: a proteção do ambiente pode ser entendida por meio de duas correntes teóricas: o conservacionismo e o preservacionismo. O conservacionismo defende o uso sustentável
dos recursos naturais, buscando equilibrar as necessidades humanas com a manutenção dos ecossistemas, de modo que a exploração ocorra sem comprometer a disponibilidade para as gerações futuras. Já o preservacionismo preconiza a proteção integral da natureza, mantendo determinadas áreas livres da ação humana.
A dicotomização dessas correntes ganhou força quando os debates ambientais passaram a ocupar espaço nas políticas públicas e nas discussões acadêmicas, sobretudo a partir do século XIX, com o avanço da industrialização e seus impactos. Esse embate conceitual refletiu na criação de diferentes modelos de áreas protegidas: de um lado, unidades voltadas à conservação, assumindo uso controlado dos recursos; e de outro, áreas destinadas à preservação absoluta, longe da interferência humana. Até hoje, tais visões influenciam diretamente a formulação de legislações ambientais e a gestão de espaços naturais.
Sustentabilidade: a sustentabilidade consiste na integração equilibrada das dimensões ambiental, social e econômica, visando atender às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações. Esse conceito está alinhado a um modelo de desenvolvimento que busca conciliar a conservação dos recursos naturais (dimensão ambiental), a promoção da justiça social (dimensão social) e o crescimento econômico (dimensão econômica).
Saúde: por muito tempo, a saúde foi concebida apenas em termos físicos, isto é, como a ausência de doenças. No entanto, desde 1946, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a incluir também aspectos mentais e sociais na definição do conceito.
História: Marc Bloch define a História como estudo das sociedades humanas no tempo. Para ele:
O historiador nunca sai do tempo..., ele considera ora as grandes ondas de fenômenos aparentados que atravessem, longitudinalmente, a duração, ora o momento humano em que essas correntes se apertam no nó poderoso das consciências.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou O ofício de historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. p. 135.
Seguindo a trilha aberta por Bloch, o historiador Holien Bezerra afirma que a História busca desvendar “as relações que se estabelecem entre os grupos humanos em diferentes tempos e espaços”.
BEZERRA, Holien Gonçalves. Ensino de História: conteúdos e conceitos básicos. In: KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2007. p. 42.
Tempo: conceito-chave em História, o tempo é uma construção humana, e a percepção da passagem do tempo é uma construção cultural ‒ varia de uma cultura a outra. As principais dimensões do tempo são: duração, sucessão e simultaneidade. Isso pode ser trabalhado em aula apresentando-se as diferentes maneiras de vivenciar e apreender o tempo e de registrar a duração, sucessão e simultaneidade dos eventos – tais conteúdos tornam-se, portanto, objetos de estudos históricos. O tempo que interessa ao historiador é o tempo histórico, o tempo das transformações e das permanências; o tempo histórico não obedece a um ritmo preciso e idêntico como o do relógio e/ou dos calendários; por isso, o historiador considera diferentes temporalidades/durações: a longa, a média e a curta duração.
Cronologia: sistema de marcação e datação com base nas regras estabelecidas pela ciência astronômica, que tenta organizar os acontecimentos numa sequência regular e contínua.
Cultura:
Entende-se por cultura todas as ações por meio das quais os povos expressam suas “formas de criar, fazer e viver” (Constituição Federal de 1988, art. 216). A cultura engloba tanto a linguagem com que as pessoas se comunicam, contam suas histórias, fazem seus poemas, quanto à forma como constroem suas casas, preparam seus alimentos, rezam, fazem festas. Enfim, suas crenças, suas visões de mundo, seus saberes e fazeres. Trata-se, portanto, de um processo dinâmico de transmissão, de geração a geração, de práticas, sentidos e valores, que se criam e recriam (ou são criados e recriados) no presente, na busca de soluções para os pequenos e grandes problemas que cada sociedade ou indivíduo enfrentam ao longo da existência.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (Brasil). Patrimônio Cultural Imaterial: para saber mais. 3. ed. Brasília, DF: Iphan, 2012. p. 7. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/cartilha_1__parasabermais_web.pdf. Acesso em: 15 set. 2025.
Patrimônio cultural:
Constituem patrimônio histórico brasileiro os bens de natureza material e imaterial [...] nos quais se incluem: I – as formas de expressão; II – os modos de criar, fazer e viver; III – as criações científicas, artísticas e tecnológicas; IV – as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; V – os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, ecológico e científico.
ORIÁ, Ricardo. Memória e ensino de História. In: BITTENCOURT, Circe (org.). O saber histórico na sala de aula. 2. ed. São Paulo: Contexto, 1998. p. 134. (Repensando o Ensino).
Identidade: pode ser definida como a construção do “eu” e do “outro” e a construção do “eu” e do “nós”, que tem lugar nos diferentes contextos da vida humana e nos diferentes espaços de convívio social. Essa construção baseia-se no reconhecimento de semelhanças/diferenças e de mudanças/permanências. Sobre o assunto, disse uma ensaísta:
Um dos objetivos centrais do ensino de História, na atualidade, relaciona-se à sua contribuição na constituição de identidades. A identidade nacional, nessa perspectiva, é uma das identidades a serem constituídas pela História escolar, mas, por outro lado, enfrenta ainda o desafio de ser entendida em suas relações com o local e o mundial.
A constituição de identidades associa-se à formação da cidadania, problema essencial na atualidade, ao se levar em conta as finalidades educacionais mais amplas e o papel da escola em particular.
BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2012. p. 121.
A construção de identidades está relacionada também à memória.
Memória: Segundo Pedro Paulo Funari, em Antiguidade clássica (Campinas: Editora da Unicamp, 2013. p. 16.): “A memória [...] é uma recriação constante no presente, do passado enquanto representação, enquanto imagem impressa na mente”. Memória pode ser definida, então, como o modo pelo qual os seres humanos se lembram ou se esquecem do passado; já a História pode ser vista como a crítica da memória. Em sociedades complexas, como a que vivemos, a memória coletiva cede lugar aos lugares de memória, como museus, bibliotecas, espaços culturais, galerias, arquivos ou a uma “grande” história, a história da nação. A memória nos remete à questão do tempo.
Cidadania: o conceito de cidadania – chave na nossa proposta de ensino de Ciências Humanas e Ciências da Natureza – tem como base as reflexões dos historiadores Carla Bassanezi Pinsky e Jaime Pinsky:
Afinal, o que é ser cidadão?
Ser cidadão é ter direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei: é, em resumo, ter direitos civis. É também participar no destino da sociedade, votar, ser votado, ter direitos políticos. Os direitos civis e políticos não asseguram a democracia sem os direitos sociais, aqueles que garantem a participação do indivíduo na riqueza coletiva: o direito à educação, ao trabalho, ao salário justo, à saúde, a uma velhice tranquila. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais. [...]
PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi. História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2010. p. 9.
A compreensão da cidadania numa perspectiva histórica de lutas, confrontos e negociações, e constituída por intermédio de conquistas sociais de direitos, pode servir como referência para a organização dos conteúdos de História desta coleção. Vale lembrar ainda que os conceitos possuem uma história, e que esta variou no tempo e no espaço. Cientes disso, evitamos visões anacrônicas, a-históricas ou carregadas de subjetividade.
Espaço: é o conceito mais importante da Geografia e também o mais debatido. Entre as múltiplas visões sobre o conceito, a principal discussão recai sobre o espaço como palco, no qual fenômenos sociais se desenvolvem e fenômenos naturais são observados; o espaço como resultado de uma série de interações entre tempo, natureza e sociedade; e o espaço como meio interativo, como agente no processo de transformação da realidade em que vivemos. Para o geógrafo baiano Milton Santos (1926-2001), o espaço consiste em um “conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ações” (2002, p. 64). Objetos e ações são categorias que não podem ser analisadas de forma isolada para a compreensão do espaço geográfico, pois somente em conjunto é possível vincular a intercambialidade da materialidade existente e das relações sociais desenvolvidas.
Território: remete ao espaço apropriado e controlado por agentes sociais, políticos, Estados nacionais e intranacionais, e a como as relações de poder se desenvolvem. Segundo Milton Santos, o território não pode ser compreendido apenas como um recorte físico, mas sobretudo como “território usado”. Nessa perspectiva, os estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental podem perceber o território, ainda que de maneira introdutória, como um campo de disputas e pelas relações de poder, isto é, o local onde são evidenciadas as desigualdades sociais e as estratégias de sobrevivência que condicionam o cotidiano dos lugares.
Já para o geógrafo franco-estadunidense Michael Storper (1954-), o território é “um espaço de coordenação econômica”, no qual instituições, convenções sociais e práticas produtivas se entrelaçam, gerando arranjos específicos de organização espacial. Essa abordagem é necessária, sobretudo no Ensino Fundamental, pois indica que o território não é fruto apenas de conflitos, mas também de cooperações e inovações diante das pressões exercidas por agentes globais. Vale notar que os territórios não são estáticos, mas produzidos e transformados de acordo com os interesses dos poderes hegemônicos e das resistências locais.
O conceito de território, portanto, mobilizado com base em diferentes autores, oferece ao professor instrumentos para trabalhar temas como cidadania, desigualdades socioespaciais, poder político e desenvolvimento regional, todos conectados com a realidade vivida pelos estudantes.
Paisagem: esse conceito, bastante desenvolvido ao longo dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, é elemento-chave para os estudos geográficos, alimentado diretamente pela percepção do horizonte dos estudantes. A principal tradição vem da escola francesa, em que o conceito foi historicamente concebido como expressão visível da superfície terrestre, conforme os estudos de Paul Vidal de la Blache (1845-1918), nos séculos XIX e XX. Nos debates mais recentes, o conceito foi ampliado por novas abordagens que ultrapassam a visão apenas descritiva ou naturalista.
Na Geografia brasileira, Milton Santos elevou a paisagem como “expressão material das formas espaciais em constante transformação”, sempre integrada ao espaço geográfico e às práticas sociais. Os trabalhos de Dirce Suertegaray (1951-) e Álvaro Heidrich, por sua vez, ressaltam a paisagem como categoria crítica, capaz de revelar desigualdades e contradições do espaço geográfico. Essas leituras contemporâneas permitem ampliar a compreensão dos estudantes, ao destacar que a paisagem é, ao mesmo tempo, material, simbólica e política.
Região: esse conceito é comumente utilizado como instrumento de diferenciação de partes de um território, passíveis de classificações e hierarquizações, para ajudar a entender a diversidade do espaço geográfico. Na França, Paul Vidal de la Blache entendia região como expressão da relação entre o meio natural e os gêneros de vida. Já no século XX, o conceito foi marcado pela “diferenciação de áreas”, interpretação elaborada pelo estadunidense Richard Hartshorne (1899-1992).
No Brasil, o conceito foi influenciado pela tradição francesa e pela lógica do planejamento estatal, sobretudo, nos estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos anos 1940. Posteriormente, autores como Antonio Carlos Robert Moraes (1954-2015) e Manuel Correia de Andrade (1922-2007) problematizaram a ideia de região como construção histórica, política e social. Milton Santos trouxe contribuições centrais ao associar região ao conceito de “meio técnico-científico-informacional”, destacando como o processo de globalização redefine constantemente as regionalizações. Atualmente, o conceito de região é compreendido de forma mais fluida e relacional, e pode ser analisado diante dos variados contextos. Autores como Rogério Haesbaert (1958-) discutem o fenômeno da multiterritorialidade, apontando que as regiões não são apenas espaços homogêneos ou recortes administrativos, mas articulações de fluxos, redes e poderes, em constante redefinição.
Essas abordagens contemporâneas mostram que a região deve ser compreendida não apenas como recorte ou delimitação cartográfica, mas como categoria crítica que ajuda a entender dinâmicas de integração, desigualdade e identidade que atravessam as unidades temáticas do Ensino Fundamental. Lugar: com a ascensão da globalização e do neoliberalismo, o conceito de lugar foi alçado a uma das mais altas categorias de análise. Nos Estados Unidos, Edward Soja (1940-2015) relacionou lugar às noções de espacialidade e justiça espacial. David Harvey (1935-), em sua crítica à globalização, reforçou a importância do lugar como espaço de resistência frente às dinâmicas hegemônicas do capital.
No Brasil, o lugar tem sido amplamente discutido como categoria de análise ligada à vivência, identidade e resistência. Autores como Marcelo Lopes de Souza (1963-) têm enfatizado o lugar como espaço de ação política e insurgência cidadã, relacionando-o aos movimentos sociais urbanos. Em Por uma outra globalização (2001), Milton Santos descreve o lugar como um ponto de encontro entre sistemas de objetos, como as infraestruturas urbanas, e sistemas de ações, como as práticas sociais. Dessa forma, o lugar pode ser identificado simultaneamente pela sua característica singular, por meio das identidades e vivências, mas também por sua universalidade, pois está conectado a processos que são globais.
Trabalhar o conceito de lugar facilita a aproximação dos estudantes com o cotidiano e o pertencimento, pois é onde o global se territorializa. A BNCC valoriza esse ponto ao indicar que a Geografia deve desenvolver a identidade e a vivência dos estudantes, mostrando como eles participam ativamente do espaço em que vivem.
Natureza: o conceito foi ressignificado conforme os paradigmas científicos e as transformações sociais. Na tradição europeia clássica, autores como Alexander von Humboldt (1769-1859) e Carl Ritter (1779-1859), no século XIX, viam a natureza como objeto de descrição e contemplação, numa perspectiva marcada pelo determinismo. Posteriormente, a Geografia francesa propôs uma leitura possibilista, reconhecendo que a ação humana tem papel fundamental na organização do espaço.
No debate contemporâneo europeu, autores como o escocês Neil Smith (1954-2012) criticaram a separação moderna entre sociedade e natureza, defendendo que a natureza é socialmente produzida. Essa leitura ajuda a compreender a natureza tanto como condição material quanto como resultado de relações de poder, incluindo desigualdades ambientais, exploração de recursos e impactos das mudanças climáticas.
Na Geografia brasileira, Milton Santos coloca a natureza como parte constitutiva do espaço geográfico, articulada aos sistemas técnicos e às práticas sociais (2002). Outros geógrafos, como Antonio Carlos Robert Moraes, problematizaram a ideia de “natureza natural” e mostraram que, na modernidade, ela é sempre mediada pela ação social, política e econômica, especialmente pelo modo de produção capitalista.
É essencial considerar as contribuições dos povos originários, que oferecem uma visão distinta da relação com a natureza, não sendo esta um objeto externo, mas parte de um cosmos integrado em que humanos, animais, plantas, rios e montanhas possuem agência e espiritualidade. Pesquisadores como Ailton Krenak (1953-) e Eduardo Viveiros de Castro (1951-) trazem essas perspectivas para o diálogo acadêmico, mostrando como a natureza pode ser entendida como sujeito, e não como recurso. Essas perspectivas favorecem ao ensino de Geografia tratar a natureza como uma dimensão viva, cultural e política.
Desde 1981, o mais destacado dos movimentos sociais de defesa dos direitos das populações negras no Brasil já reivindicava a inserção da História da África e dos afro-brasileiros nos currículos escolares, o que, por si só, evidencia sua importância nas conquistas posteriores envolvendo legislação e Estado. Nas décadas seguintes, o Movimento Negro manteve-se ativo e, juntamente com seus aliados da sociedade civil, conseguiu uma grande conquista em 2003, quando, coroando uma luta de décadas, foi promulgada a Lei no 10.639/2003, que tornou obrigatório o estudo da história e da cultura afro-brasileiras.
A Lei no 11.645/2008 modificou a Lei no 10.639/2003 e acrescentou a obrigatoriedade de também estudar história e cultura dos povos indígenas no Ensino Fundamental e no Ensino Médio das escolas públicas e particulares.
Então, perguntamos: é por obediência à lei que se deve estudar a temática afro e a temática indígena?
Não só, pois, além de obedecer à lei, há outras razões para se trabalharem a temática afro e a indígena na escola que contribuem para a construção da cidadania e que merecem ser explicitadas:
a) o estudo da matriz afro e indígena é fundamental à construção de identidades;
b) esse trabalho atende a uma antiga reivindicação dos movimentos indígenas e dos movimentos negros: “o direito à história”;
c) o estudo dessas temáticas contribui para a educação voltada à tolerância e ao respeito ao “outro” e, assim sendo, é indispensável a toda a população brasileira, seja ela indígena, seja afro-brasileira ou não.
Cabe lembrar também que a população indígena (1 693 535 mil pessoas, segundo o Censo do IBGE 2022) vem crescendo e continua lutando em defesa de seu direito à cidadania plena. Já os afro-brasileiros (pardos e pretos, segundo o IBGE) constituem cerca de metade da população brasileira. Além disso, todos os brasileiros, independentemente da cor ou da origem, têm o direito e a necessidade de conhecer a diversidade étnico-cultural existente no território nacional. Sobre esse assunto, o historiador Itamar Freitas disse:
Em síntese, nossos filhos e alunos têm o direito de saber que as pessoas são diferentes. Que o mundo é plural e a cultura é diversa. Que essa diversidade deve ser conhecida, respeitada e valorizada. E mais, que a diferença e a diversidade são benéficas para a convivência das pessoas, a manutenção da democracia, e a sobrevivência da espécie. [...]
FREITAS, Itamar apud OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). História: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação: Secretaria de Educação Básica, 2010. p. 161. (Explorando o Ensino, v. 21).
Apresentamos a seguir uma ação pedagógica implementada no âmbito do Festival Afro-Arte, realizado anualmente desde 2010 nas escolas do município de Maracanaú (CE). A proposta desse festival é colaborar para um projeto pedagógico que promova o respeito à diversidade e à diferença, em perspectiva interdisciplinar.
O Álbum Cultura, Memória e Identidade é um mostruário da expressão cultural escolhida pelo grupo mobilizador da escola para representá-la nas próximas etapas de seleção e participação da culminância do IX Festival Afro-Arte: Expressões Culturais Afro-brasileiras no Ambiente Escolar. No álbum pode conter todos e quaisquer materiais complementares úteis para uma avaliação detalhada do trabalho realizado na escola. Referimo-nos a tudo aquilo que pode ilustrar e acrescentar informações à experiência; tais como: as atividades desenvolvidas pelos alunos, registros escritos, fotográficos, registros em vídeos, áudio e outras formas de registro que demonstrem como é a expressão e o que a constitui, como cores, sons, figurino, instrumentos, objetos utilizados, o envolvimento dos alunos e comunidade escolar.
Considerando a diversidade de expressões culturais possíveis, não há um modelo padrão para a confecção do álbum. Cada escola irá definir a melhor forma de documentar a expressão cultural selecionada, usando sua criatividade, mas informando de modo bastante preciso como ela é e como se apresenta na região. A ficha de identificação da expressão cultural será anexada ao álbum.
Para a construção do álbum (Portfólio), os passos são:
• Fotografar, filmar e gravar a expressão cultural selecionada.
• Arquivar, separadamente, as fotos, produções textuais de diversos gêneros (dissertação, cordel, poesias...) e gravação.
• Selecionar o material que fará parte do álbum.
• Definir a forma de apresentação dos registros.
• Organizar o álbum de forma ordenada e lógica.
• Preencher e anexar a ficha de identidade da expressão cultural.
Monitorando e avaliando
Durante todo o processo, as ações desenvolvidas serão monitoradas e avaliadas pelos/as participantes, podendo ser redirecionadas, sempre que necessário. No final, uma avaliação geral também pode ser feita, para dimensionar os resultados alcançados, as dificuldades, as ações futuras, os ganhos relacionados ao trabalho desenvolvido em torno da valorização dos conhecimentos e da cultura afro-brasileira na comunidade escolar do município.
A mobilização cultural pode se transformar em uma ação forte e poderosa de educação das relações étnico-raciais, bem como as atividades do IX Festival Afro-Arte no Ambiente Escolar no município de Maracanaú. É muito importante que esta mobilização contribua para o desenvolvimento de políticas públicas que afirme direitos historicamente negados, ao mesmo tempo em que desmobilizem preconceitos, desigualdades e discriminação de toda ordem. Por isso, é fundamental que todo o processo seja documentado e o material produzido colocado à disposição da comunidade escolar em feiras culturais nas escolas, bibliotecas e demais lugares públicos no município, inclusive na internet.
É preciso também monitorar os efeitos gerados e dar continuidade à mobilização cultural nesta proposta. Essas medidas pretendem estabelecer uma cultura de respeito à diversidade de afirmação dos direitos de todas as pessoas no Brasil, independente da etnia ou cor da pele.
GRANGEIRO, Ilza (coord.); BRAGA, Marigel; LIMA, Glaudia de; MIRANDA, Marcos; MURILO, Sérgio. Guia metodológico para preparação do IX Festival Afro-Arte: expressões culturais afro-brasileiras no ambiente escolar. Maracanaú: Secretaria Municipal de Educação; Diretoria de Educação; Coordenadoria de desenvolvimento curricular, 2018. p. 9-10.

DE SOUZA BRAGA
Detalhe do cartaz de divulgação do Projeto Saias que Contam, que é parte do Festival Afro-Arte, da EMEIEF Construindo o Saber, em Maracanaú, (CE). A ilustração, do artista Marigel Braga, apresenta personagens sem traços faciais definidos. Essa escolha convida a criança a se ver representada na cena, esboçando sua própria identidade nos personagens, que celebram a ancestralidade africana e a união por meio da arte, da dança e da música.
O objetivo desta seção é apoiar o professor em sua prática cotidiana, além de fornecer subsídios para a reflexão sobre questões atuais que competem à escola e às infâncias.
O Pensamento Espacial (Spatial Thinking) é um conceito interdisciplinar que perpassa por várias áreas do conhecimento como Matemática, Geografia, Psicologia Cognitiva, Engenharia, Medicina, Artes Visuais e pela Arquitetura (NRC, 2006). O relatório do NRC (2006) tornou-se referência para pesquisadores estadunidenses e ganhou notoriedade mundial ao apresentar textos desenvolvidos por investigadores de diversos campos científicos, com a finalidade de identificar as bases constituintes do Pensamento Espacial.
O relatório define Pensamento Espacial como aquele constituído por três elementos principais: “conceitos espaciais, formas de representação e processos de raciocínio, atuantes em sistema amálgama” (NRC, 2006, ix; tradução nossa). Pensamos espacialmente quando operamos com um ou mais conceitos espaciais, como posição, dist â ncia, localização, direção. As formas de representação do espaço podem ser internas, aquelas que constituem na capacidade de criação e manipulação de imagens mentais, como também externas, ou seja, as representações físicas como fotografias, mapas, maquetes, blocos-diagramas e gráficos. Os processos cognitivos definem a cognição envolta na mobilização de conceitos e representações espaciais, como também possibilitam o avanço da informação espacial para o conhecimento espacial (Duarte, 2017).
[...] Perceber e locomover-se no espaço, reorganizar móveis em um cômodo, percorrer um trajeto baseando-se em informações fornecidas por outra pessoa, se configuram ações espaciais, as quais demandam um pensamento que considere localização, distância, direção, proporção. Contudo, tal pensamento não se constitui, em nossa concepção, um Raciocínio Geográfico. Este último [...] pressupõe e exige ações que articulem outros componentes para além da mera localização, distância, direção e proporção.
O mesmo podemos afirmar em relação à criação de imagens mentais, que são formadas sobre locais, figuras, objetos, sistemas biológicos (respiração, digestão, circulação). Não há aqui, pois, uma especificidade geográfica, mas, reconhecemos que tudo isso envolve um Pensamento Espacial. A localização cotidiana de pessoas, espaços e objetos é uma ação do senso comum, que não exige a operação com instrumentos de trabalho, conceitos, competências e aptidões específicas da Geografia (Gomes, 2017). Há nessas ações deslocamentos e movimentos, ou seja, substantivos que constituem o fazer geográfico caso estejam associados a uma ordem de pensamento decorrente de um conhecimento científico – a ciência geográfica.
SILVA, Patrícia Assis. Pensamento espacial e raciocínio geográfico: aproximações e distanciamentos. Signos Geográficos, Goiânia, v. 4, p. 5-6, 2022. Disponível em: https://revistas.ufg.br/signos/article/download/73869/39044. Acesso em: 16 set. 2025.
[...] A inclusão escolar possibilitou que a pessoa com deficiência tivesse seu direito à educação como qualquer pessoa, com convívio social com alunos da mesma faixa etária e adquirissem conhecimentos de maneira acessível a sua individualidade.
[...] [para promover essa inclusão,] pode ser necessária a utilização tanto de atividades adaptadas às originalmente propostas, como de atividades complementares. [...] entretanto, deverão ser adequadas às necessidades individuais dos alunos e o professor deve estar atento às peculiaridades que cada um apresenta.
[…]
1. Tipos de mudanças:
a) Procedimentos de avaliação (provas orais, escritas, observação, caderno...);
b) Organização, ou disposição física da sala (em U, V, em círculo...), assim como no uso de outros espaços (biblioteca, audiovisuais, contexto da escola...);
c) Temporalidade (dedicar mais tempo a um conteúdo, facilitar tempo extra em uma prova...);
d) Agrupamentos (trabalho individual, pequeno grupo, em duplas, grupos flexíveis);
e) Metodologia didática (apresentação de conteúdos, exposição do professor, trabalhos dos alunos...), assim como a realização de atividades alternativas (com diferentes níveis de profundidade), ou complementares (para praticar conteúdos não dominados);
f) Uso de materiais (recursos extras, xerocópias);
2. A avaliação deve propor:
g) A seleção de conteúdos adequados aos interesses e características dos alunos, necessários para seu desenvolvimento no mercado de trabalho; realistas, já que poderão contextualizá-los de forma mais imediata e próxima possível em seu meio;
h) O desenho das atividades de ensino-aprendizagem, partindo dos conhecimentos prévios de cada aluno; [...]
3. Outros tipos de mudanças:
i) Conteúdos (prioridades, modificação, ou incorporação de outros novos);
j) Os objetivos (prioridades, modificação, ou incorporação de outros novos);
k) Os critérios de avaliação (prioridades, modificação, ou incorporação de outros novos).
[...] existem inúmeras possibilidades para utilizar a adaptação de atividade como metodologia de ensino de modo a contribuir com o processo de ensino-aprendizagem dos alunos com deficiência, de forma a garantir um ensino de qualidade a todos, respeitando suas especificidades e potencializando suas habilidades.
LIMA, Daísa Milaine Rezende; LAMONIER, Elisângela Leles. A importância da adaptação de atividades no ambiente escolar para estudantes com deficiência. Instituto Federal Goiano, p. 2-13, 3 nov. 2022. Disponível em: https://repositorio.ifgoiano.edu.br/handle/prefix/3193. Acesso em: 16 set. 2025.
O texto a seguir é da doutora em Educação e vencedora do Prêmio Jabuti de Educação, Bárbara Carine. Leia-o com atenção.
A velhice em uma cultura de respeito
[...] Outro lugar de reflexão importante para compreendermos o que vem a ser a cosmopercepção ocidental e sabermos que ela não é o único modo de ser e estar no mundo como crescemos acreditando é o entendimento da velhice. Lembro de uma vez em que o Ailton Krenak contou, no programa Roda Viva, uma experiência de diálogo com um taxista de São Paulo, que ficou chocado com o fato de ele não ter aposentadoria. O taxista ficou inconformado, preocupado, revoltado com o fato de Krenak não ter se aposentado. Entretanto, o próprio Krenak respondeu: “Fique tranquilo, isso não é um problema para mim e para o meu povo. O meu povo nunca me deixaria passar necessidade”.
A fala do Ailton Krenak envolve duas questões. Uma já sinalizamos aqui, que é a do senso de coletividade; e a outra é a que me proponho a explanar um pouco agora: a do ancião. No ocidente criou-se a cultura da desimportância da velhice, bem como da sua infantilização. Não é pouco comum encontrarmos pessoas se referindo a idosos dizendo que têm uma criança em casa; isso expressa não só a ideia de tutelamento do idoso como a noção de que idoso não informa/não ensina (como o ocidente também lê suas crianças: elas serão algo um dia; enquanto crianças, elas não são).
Nesse sentido, precisamos de lugares para idosos nos transportes públicos, de filas de prioridade em bancos, precisamos criar a obrigatoriedade e o constrangimento do cuidado, caso contrário o idoso no ocidente é um embuste social, um problema, é visto como um peso para a sociedade, essa população economicamente inativa.
Não há relatos de comunidades indígenas ou povos africanos que tenham desenvolvido asilos. Seria um grande absurdo para esses povos pegar o seu ancião/sua anciã e colocá-lo/a distante, num lugar de ausência cotidiana de acesso comunitário. Isso porque, nessas culturas, o ancião é o sujeito mais importante do grupamento social; trata-se do sábio, um livro vivo diante dos olhos da comunidade. Então, não faria sentido criar um asilo e isolar essa pessoa de tamanha sabedoria, com um conhecimento tão fundamental para o crescimento dos seus.
Reside aqui também a tranquilidade do Ailton Krenak: enquanto ancião de uma comunidade, ele sabe da sua relevância e tem consciência de que nada faltaria para ele no seu contexto vivencial, pois o que as pessoas ali querem e necessitam é que ele viva o máximo possível.
Eu poderia trazer outros exemplos para explicar o que é cosmopercepção, poderia falar do nosso entendimento de infância, da nossa relação com a natureza, da nossa noção de tempo, da nossa relação com o dinheiro, poderia explicitar uma série de entendimentos ocidentais limitados e limitadores acerca desses aspectos. Contudo, julgo que as explicações sobre a cultura do individualismo e da desimportância da velhice já são suficientes para você compreender que o ocidente produz um modo de produção e reprodução da existência que não é o único possível no mundo; existem outros modos de ser, estar e se relacionar.
Nessa perspectiva, as práticas pedagógicas da Escola Afro-brasileira Maria Felipa buscam seguir majoritariamente a ordem das agências africanas e indígenas, situando-se nas cosmo-percepções desses povos. É por isso que as práticas antirracistas, que são aquelas que orbitam em torno de um problema de agência ocidental, acabam não sendo o eixo central da nossa escola, mas elas estão presentes.
CARINE, Bárbara. Como ser um educador antirracista. São Paulo: Planeta Brasil, 2023. p. 94-96.
Trabalhos de campo e saídas pedagógicas consistem em metodologias ou estratégias de ensino que remetem à ideia da educação integral, uma vez que sua estrutura está assentada na complexidade e na amplitude de olhares sobre um fenômeno ou área de estudo por meio da articulação de saberes e da interdisciplinaridade. Trata-se, efetivamente, de buscar a superação provocada pelo isolamento e pela verticalização do currículo escolar.
Os trabalhos de campo e as saídas pedagógicas favorecem o desenvolvimento das habilidades de observação e descrição, por exemplo, que favorecem a elaboração de propostas para alterar o espaço.
Esse tipo de atividade mobiliza um amplo espectro de conteúdos procedimentais e atitudinais que, somados aos conteúdos conceituais, propiciam aos estudantes o movimento integral em busca da construção do conhecimento que tanto a educação formal persegue.
Embora tais estratégias costumem despertar interesse e resultar na aprendizagem significativa, porque promovem a aprendizagem in loco, é necessário ter antecipação, planejamento, organização e disponibilidade para a resolução de problemas.
Considerando sua natureza interdisciplinar, trabalhar em equipe é fundamental. Portanto, é importante garantir as etapas descritas a seguir para a colocar esse tipo de proposta em prática.
• Estruturar os objetivos de aprendizagem (gerais e específicos dos componentes envolvidos).
• Organizar previamente o roteiro de estudo e a estrutura necessária para a saída, incluindo as autorizações dos responsáveis e da escola.
• Planejar as atividades que serão realizadas e os tipos de registro que os estudantes farão em campo.
• Organizar e trabalhar regras e combinados com os estudantes.
• Preparar os estudantes para atuar em campo.
• Estruturar o produto final do estudo, verificando se a proposta inicial o contempla.
• Realizar avaliações diagnósticas e formativas durante o processo.
É igualmente importante pensar e planejar o trabalho com estudantes que tenham qualquer tipo de necessidade específica quanto à acessibilidade, à adaptação ou que demandem algum ajuste na proposta, na perspectiva da equidade e da educação inclusiva.
Um relatório global da Unesco (2023) apontou que a tecnologia pode ter um impacto negativo se for usada de modo inadequado e excessivo. A presença de dispositivos, como celulares, em sala de aula, pode ser um elemento de distração, dificultando a gestão da sala de aula e impactando negativamente o foco e a produtividade dos alunos. Além disso, aponta que o uso intensivo de tecnologia tende a reduzir as oportunidades de interação social entre estudantes, o que é crucial para o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais. O documento também destaca que o tempo excessivo em frente às telas tem sido associado a impactos negativos na saúde física e mental dos estudantes [...].
[...]
A limitação do uso de celulares em escolas passou a se estender a todos os estabelecimentos públicos e privados de ensino da educação básica brasileira, a partir da aprovação da Lei Federal no 15.100/2025, que “dispõe sobre a utilização, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais nos estabelecimentos públicos e privados de ensino da educação básica”.
[…]
Apesar das inúmeras possibilidades de utilização das tecnologias no apoio à aprendizagem, é importante estabelecer os limites, para que não haja prejuízos ao estímulo de outras competências e habilidades essenciais para o pleno desenvolvimento do estudante.
[...]
O convívio no ambiente escolar tem um papel relevante no desenvolvimento de habilidades como empatia, diálogo, resolução de conflitos de forma cooperativa e o respeito ao outro e aos direitos humanos. Por isso, há que se cuidar para que um uso intensivo das tecnologias, de forma individual pelo estudante e sem um propósito pedagógico, não venha a prejudicar o convívio com os demais colegas, professores e a comunidade escolar como um todo.
BRASIL. Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Crianças, adolescentes e telas: guia sobre usos de dispositivos digitais. Brasília, DF: SECOM/PR, 2024. E-book. Disponível em: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/uso-de-telas-por-criancas-e-adolescentes /guia/guia-de-telas_sobre-usos-de-dispositivos-digitais_versaoweb.pdf. Acesso em: 24 out. 2025.
Cada um dos dois livros desta coleção possui as seguintes seções:
As atividades desta seção visam contribuir para a avaliação diagnóstica.
Imagens lúdicas de situações cotidianas para a maioria das crianças, acompanhadas de questões, animam os estudantes a falar o que sabem ou imaginam saber. Com esse diálogo inicial, busca-se motivá-los para o estudo do tema da unidade, incentivando-os a observar, identificar, associar, comparar, relacionar, entre outras habilidades.
No corpo do capítulo, buscamos adotar uma linguagem e um tamanho de letra e de entrelinhamento adequados aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Preocupados com a distância entre o conhecimento produzido na universidade e o que chega à sala de aula, por meio do livro escolar, buscamos também fundamentar o texto didático com produções e pesquisas qualificadas das áreas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza.
Seção que busca incentivar a expressão oral e a competência argumentativa dos estudantes, bem como trabalhar a escuta como elemento básico do diálogo. Assim, além do desenvolvimento de novas competências linguísticas, as propostas promovem uma postura inclusiva e tolerante com perspectivas divergentes.
Sabe-se que as atividades são vertebrais no trabalho de construção do saber escolar. Sabe-se também que aprender Ciências da Natureza, História e Geografia, bem como qualquer componente curricular, depende da leitura e da escrita. Por isso, oferecemos à leitura textos jornalísticos, literários, jurídicos, historiográficos, testemunhais etc., além de diversos tipos de imagem: ilustrações, fotografias, charges, pinturas, tirinhas, quadrinhos etc.
As atividades desta coleção visam, sobretudo, auxiliar o estudante a pensar, a contextualizar o que vê e ouve, a capacitar-se para o exercício da cidadania, e também a desenvolver a leitura e a escrita, competências complementares e interdependentes.
VOCÊ
A seção visa alargar a capacidade de ler e interpretar, bem como ampliar o repertório da criança no tocante a termos e conceitos importantes no estudo das Ciências da Natureza e das Ciências Humanas.
VOCÊ ESCRITOR!
A escrita é uma prática e se aprende a escrever, escrevendo. Com o propósito de estimular a produção escrita, propomos a escrita de diferentes textos ao longo da coleção. Assim, ajudamos na formação de estudantes capazes de criar, interpretar e escrever pequenos textos, além de ler e interpretar imagens, com o objetivo de educar o olhar, construir ou consolidar conceitos e desenvolver a competência escritora.
VOCÊ
Busca incentivar o estudante a estabelecer relações entre passado e presente, a debater questões atuais e urgentes, e a se posicionar, preparando-o para o exercício da cidadania.
Esforçamo-nos para adotar uma perspectiva interdisciplinar. Para ajudar nessa tarefa, criamos a seção Dialogando com…. As atividades dessa seção incentivam o estudante a desenvolver habilidades e competências em interface com Língua Portuguesa e com Matemática.
A seção oferece atividades para revisão dos temas da unidade. Elas dão subsídios para a avaliação formativa e para o monitoramento da aprendizagem.
Ao final do ano letivo, as atividades da seção encerram o livro e oferecem subsídios para a avaliação somativa.
Os quadros a seguir podem subsidiar o seu planejamento, a depender do cronograma da escola, por meio de uma sugestão de organização dos conteúdos em propostas bimestrais, trimestrais e semestrais a serem desenvolvidas no ano letivo.
1.
Cada pessoa é única
• Trabalhar a construção da identidade e o conhecimento da história de vida de cada criança.
• Salientar a ideia de que as pessoas são diferentes entre si fisicamente e em gostos ou preferências.
• Ressaltar a importância do nome e do sobrenome de uma pessoa.
• Explicar que os apelidos nem sempre são carinhosos e podem ofender e entristecer a pessoa apelidada.
• Chamar a atenção para o fato de que o sobrenome indica a origem da família a que cada um pertence.
• Preparar os estudantes para o exercício da cidadania, trabalhando com os temas diversidade e respeito.
• Identificar e valorizar características físicas humanas.
• Comparar características físicas entre os colegas, valorizando a diversidade existente e o respeito às diferenças.
• Ajudar a caracterizar seus gostos e preferências e estimular o respeito às preferências alheias.
Gerais: 8, 9 e 10
EF01HI02
EF01HI03
EF01CI04
2. Conhecendo nosso corpo
3. Tempo, corpo e espaço
• Reconhecer e nomear as principais partes do corpo humano, explicando suas funções básicas.
• Criar mapa do corpo, exercitando referenciais espaciais.
• Localizar elementos considerando referenciais espaciais.
• Explorar noções espaciais tendo o próprio corpo como referência.
• Explorar as noções de passado, presente e futuro.
• Justificar a importância dos cuidados com a saúde.
Geral: 4
Específicas de Ciências da Natureza: 7 e 8
Específica de Geografia: 4
Geral: 2
Específicas de Ciências da Natureza: 1, 3 e 5
Específicas de Geografia: 3
Específicas de História: 2 e 6
EF01CI02
EF01CI04
EF01GE08
EF01GE09
Cidadania e civismo Saúde
1.
Brincar é muito bom
• Trabalhar o conceito de brinquedo e de brincadeira.
• Diferenciar brinquedo de brincadeira.
• Identificar os materiais de que são feitos diferentes objetos, com destaque para brinquedos, e comparar suas características.
• Explicar que os objetos sofrem transformações ao longo do tempo.
• Refletir sobre a importância ambiental de reutilizar objetos.
• Relacionar a forma de brincar com a situação social, ambiental, cultural e tecnológica de diferentes períodos da história.
• Perceber semelhanças e diferenças.
• Contribuir com o processo de alfabetização dos estudantes.
Gerais: 1, 5 e 7
Específicas de Ciências da Natureza: 2 e 8
Específicas de Geografia: 1, 2 e 6
Específicas de História: 3 e 7
EF01HI01
EF01HI02
EF01HI04
EF01CI02
EF01CI03
EF01CI04
EF01CI05
EF01GE03
EF01GE05
EF01GE06
EF01GE08
EF01GE09
EF01GE11
EF01HI02
EF01HI03
EF01HI05
EF01CI01
EF01GE01
EF01GE02
EF01GE03
EF01GE06
Cidadania e civismo
Multiculturalismo
Ciência e tecnologia
Saúde
Cidadania e civismo
Ciência e tecnologia
Meio ambiente
Multiculturalismo
2. Brincadeiras pelo Brasil e pelo mundo
• Trabalhar o conceito de brinquedo e de brincadeira.
• Diferenciar brinquedo de brincadeira.
• Identificar os materiais de que são feitos diferentes objetos, com destaque para brinquedos, e comparar suas características.
• Explicar que os objetos sofrem transformações ao longo do tempo.
• Refletir sobre a importância ambiental de reutilizar objetos.
• Relacionar a forma de brincar com a situação social, ambiental, cultural e tecnológica de diferentes períodos da história.
• Perceber semelhanças e diferenças.
• Contribuir com o processo de alfabetização cartográfica dos estudantes.
3. Festas e comemorações
• Trabalhar o conceito de brinquedo e de brincadeira.
• Diferenciar brinquedo de brincadeira.
• Identificar os materiais de que são feitos diferentes objetos, com destaque para brinquedos, e comparar suas características.
• Explicar que os objetos sofrem transformações ao longo do tempo.
• Refletir sobre a importância ambiental de reutilizar objetos.
• Relacionar a forma de brincar com a situação social, ambiental, cultural e tecnológica de diferentes períodos da história.
• Perceber semelhanças e diferenças.
1.
Viver em família
2. Convivência: família, escola e comunidade
• Identificar mudanças e permanências nas formas de organização familiar.
• Trabalhar a habilidade de observar e descrever.
• Apropriar-se de histórias de famílias e da escola e os papéis de diferentes sujeitos nesses espaços.
• Classificar resíduos em recicláveis e orgânicos e identificar as lixeiras corretas para o descarte de cada tipo de resíduo.
• Refletir sobre atitudes cotidianas voltadas à proteção da natureza.
• Reconhecer e comparar os lugares de vivência.
• Conhecer e diferenciar papéis e responsabilidades associados à família, à escola e à comunidade.
• Valorizar atitudes que demonstrem cooperação e solidariedade entre os grupos de convívio.
Gerais: 4, 8, 9 e 10
Específica de Geografia: 4
Específica de História: 1
Gerais: 3 e 6
Específica de Ciências da Natureza: 8
Específica de História: 1
EF01HI05
EF01GE02
EF01GE08
EF01GE09
3. Regras de convivência
• Perceber as diferenças entre os ambientes doméstico, escolar e da comunidade, bem como as regras que os regem.
Específica de História: 4
EF01HI02
EF01HI05
EF01HI08
EF01CI01
EF01CI02
EF01GE01
EF01GE02
EF01GE06
Cidadania e civismo Multiculturalismo
Geral: 10
EF01HI02
EF01HI04
EF01HI06
EF01HI07
EF01GE01
Cidadania e civismo
Meio ambiente
Multiculturalismo
Cidadania e civismo
Multiculturalismo
EF01HI02
EF01HI03
EF01HI04
EF01HI06
EF01GE01
EF01GE03
EF01GE04
EF01GE07
Geral: 1
Específicas de Ciências da Natureza: 4, 5, 6 e 8
EF01HI02
EF01HI03
EF01HI04
EF01HI06
EF01HI07
EF01CI01
EF01GE01
EF01GE04
Cidadania e civismo
Meio ambiente
1. As escolas são diferentes
• Descrever os lugares de vivência: moradia, escola, entre outros.
• Trabalhar o bloco conceitual semelhanças e diferenças tendo como objeto de estudo os lugares de vivência dos estudantes.
• Evidenciar a importância da escola na vida de uma criança.
• Identificar mudanças e permanências nas formas de organização no ambiente escolar.
• Identificar atividades de diferentes seres vivos (como animais e plantas) realizadas durante o dia e durante a noite.
• Apresentar as diferentes formas de trabalho desempenhadas pelas pessoas da comunidade.
• Evidenciar o fato de que todo tipo de trabalho deve ser feito com responsabilidade, respeitando-se o meio ambiente.
• Incentivar o consumo consciente.
• Explicar como a sociedade pode colaborar para a conservação do meio ambiente.
Geral: 4
Específicas de História: 4 e 5
Específica de Geografia: 4
2. Moradias
3.
O dia a dia e os ritmos da natureza
• Conhecer os diferentes tipos de moradias.
Geral: 7
Específica de Geografia: 6
EF01HI02
EF01HI04
EF01HI06
EF01GE01
EF01GE06
EF01GE08
EF01GE09
Meio ambiente
Multiculturalismo
• Reconhecer os períodos de um dia: manhã, tarde e noite, e descrever atividades humanas realizadas em cada um deles.
Específicas de Geografia: 5 e 7
Específicas de Ciências da Natureza: 2 e 6
EF01HI04
EF01CI01
EF01GE06
EF02GE07
EF01GE10
EF01GE11
EF01HI04
EF01HI08
EF01CI01
EF01CI05
EF01CI06
EF01GE01
EF01GE03
EF01GE04
EF01GE05
EF02GE06
EF01GE07
EF01GE09
EF01GE10
EF01GE11
Multiculturalismo
Meio ambiente
Multiculturalismo Saúde
ABUD, Kátia Maria; SILVA, André Chaves de Melo; ALVES, Ronaldo Cardoso. Ensino de História. São Paulo: Cengage Learning, 2010. (Coleção Ideias em Ação).
Livro-texto com propostas de atividades didáticas e miniprojetos baseados no uso de documentos históricos como recursos educacionais.
A FORMAÇÃO de representações mentais na condição da cegueira. Instituto Federal da Paraíba, 10 jun. 2019. Disponível em: https:// www.ifpb.edu.br/assuntos/fique-por-dentro/a-formacao-derepresentacoes-mentais-na-condicao-da-cegueira. Acesso em: 20 ago. 2025.
Descreve o modo como pessoas com deficiência visual criam representações mentais.
AMARANTE, Dirce Waltrick do. Pequena biblioteca para crianças: um guia de leitura para pais e professores. São Paulo: Iluminuras, 2013. A autora comenta na obra uma eclética biblioteca de livros infantis –como a adaptação de Poe por Clarice Lispector, mitos indígenas e a iniciação em Shakespeare por Charles e Mary Lamb.
ARAMIAN, C. Budakian; MOURA, M. Felix; SILVA, L. Goulart. Evolução da concepção de natureza e relação homem/meio: análise de unidades de conservação na América Latina. Revista Geográfica de América Central, v. 2, p. 1-15, jul./dez. 2011. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/4517/451744820499.pdf. Acesso em: 23 out. 2025.
Discute diferentes formas de manejo das unidades de conservação, articulando essas práticas a reflexões teóricas sobre as correntes conservacionista e preservacionista.
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma aprendizagem inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2017.
Apresenta fundamentos e aplicações de metodologias ativas no ensino.
BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos 4. ed. São Paulo: Cortez, 2014.
A obra aborda o ensino de História e convida o docente para a reflexão sobre seu papel na formação básica.
BITTENCOURT, Circe (org.). O saber histórico na sala de aula São Paulo: Contexto, 2017. (Repensando o Ensino).
O livro convida à reflexão sobre os conteúdos e métodos no ensino de História.
BLACHE, Paul Vidal de la. Princípios de geografia humana. Lisboa: Cosmos, 1954.
Aborda os princípios fundamentais da geografia humana.
BRASIL. Ministério da Educação. Guia da Avaliação Contínua da Aprendizagem: do que é avaliado aos resultados alcançados. Brasília, DF: MEC, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/ pt-br/crianca-alfabetizada/pdf/CNCAGuiadaAvaliaoContnua.pdf. Acesso em: 20 out. 2025. Material do Ministério da Educação sobre a Avaliação Contínua da Aprendizagem.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: https:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 24 out. 2025. Base Nacional Comum Curricular para consulta. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Saberes e práticas da inclusão: avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais. 2. ed. Brasília, DF: SEESP/MEC, 2006. (Série Saberes e Práticas da Inclusão). Disponível em: http://portal. mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/avaliacao.pdf. Acesso em: 27 abr. 2017. Livro desenvolvido pelo Ministério da Educação e pela Unesco que aborda práticas de educação voltadas aos estudantes com deficiência. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Biodiversidade e áreas protegidas. Gov.br, [202-?]. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/acesso-a-informacao/perguntasfrequentes/biodiversidade-e-areas-protegidas. Acesso em: 23 out. 2025. Apresenta a definição e a origem do conceito de biodiversidade, acompanhadas de reflexões sobre as formas de protegê-la.
CACHAPUZ, António; PRAIA, João; JORGE, Manuela. Da educação em ciência às orientações para o ensino das ciências: um
repensar epistemológico. Ciência & Educação, v. 10, n. 3, p. 363-381, 2004. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ciedu/a/ dJV3LpQrsL7LZXykPX3xrwj/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 1 set. 2025.
Artigo que promove discussões epistemológicas sobre o ensino de Ciências.
CAMPOS, Helena Guimarães. A história e a formação para a cidadania: nos anos iniciais do Ensino Fundamental São Paulo: Livraria Saraiva, 2012.
A obra aprofunda o debate sobre o papel do ensino de História para a construção da cidadania.
CASTELLAR, Sônia; VILHENA, Jerusa. Trabalhando com um projeto educativo sobre a cidade. Ensino de Geografia. São Paulo: Cengage Learning, 2012. (Coleção Ideias em Ação).
O capítulo desenvolve estratégias para realização de um projeto educativo sobre a cidade para desenvolver o ensino de Geografia.
CORRÊA, Roberto Lobato. O espaço: ensaio sobre a construção do espaço geográfico. São Paulo: Ática, 1986.
Discute a construção do espaço geográfico por meio de diferentes abordagens teóricas.
CURRIE, Karen et al. Meio ambiente: interdisciplinaridade na prática. Campinas: Papirus, 2002.
O livro aborda a temática meio ambiente e auxilia no desenvolvimento dos Temas Contemporâneos Transversais Educação Ambiental e Educação para o Consumo.
DULLEY, Richard Domingues. Noção de natureza, ambiente, meio ambiente, recursos ambientais e recursos naturais. Agric. São Paulo, São Paulo, v. 51, n. 2, p. 15-26, jul./dez. 2004. Disponível em: https://www.academia.edu/38178641/No%C3%A7%C3%B5es_de_ natureza_meio_ambiente?. Acesso em: 23 out. 2025.
O artigo apresenta a visão de diferentes autores sobre os conceitos de natureza, ambiente, meio ambiente, recursos ambientais e recursos naturais.
FERREIRA, Martins. Como usar a música na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2002.
Elaborado para ser utilizado por todos os componentes curriculares, a obra orienta o educador sobre a inserção da música como ferramenta pedagógica na sala de aula.
FONSECA, Selva Guimarães. Fazer e ensinar História: anos iniciais do Ensino Fundamental. Belo Horizonte: Dimensão, 2015. Livro que analisa o papel da História nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
HAESBAERT, Rogério. O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. Discute o conceito de desterritorialização e a multiterritorialidade no contexto contemporâneo.
HARTSHORNE, Richard. The Nature of Geography. Ithaca: The Association of American Geographers, 1939. Examina os fundamentos da Geografia como ciência.
HARVEY, David. A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume, 2005.
Aborda a produção capitalista e suas consequências sociais.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 33. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.
O livro aborda propostas de educação mediadora e acompanhamento individualizado dos estudantes adequadas à realidade da sala de aula.
HUMBOLDT, Alexander von. Cosmos : sketch of a physical description of the universe. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1997 [1850].
Oferece uma descrição física do universo, integrando diferentes saberes científicos.
LENCIONE, Sandra. Região e Geografia. São Paulo: Edusp, 2014. Explora a história do pensamento geográfico do conceito de região. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2018.
A obra aborda a avaliação do ponto de vista teórico e faz uma reflexão crítica sobre as práticas avaliativas.
MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. 21. ed. São Paulo: Annablume, 2007. Faz uma abordagem crítica da história do pensamento geográfico. NEVES, Iara Conceição Bitencourt et al. (org.). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas Porto Alegre: UFRGS, 2011. O livro defende a tese de que ler e escrever é um compromisso de todos os componentes curriculares e não somente de Língua Portuguesa.
QUEIROZ, Ricardo Moreira de et al. A caracterização dos espaços não formais de educação científica para o ensino de Ciências. Areté: Revista Amazônica de Ensino de Ciências, Manaus, v. 4, n. 7, p. 12-23, ago./dez. 2011. Disponível em: https://periodicos.uea.edu. br/index.php/arete/article/view/20/17. Acesso em: 1 set. 2025. Artigo que discorre sobre espaços não formais de aprendizagem.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2006. Discute as relações entre técnica, tempo, razão e emoção na produção do espaço geográfico.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 10. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. Analisa impactos sociais, econômicos e culturais da globalização.
SILVA, Rondineli Ribeiro; VALADARES, Juarez Melgaço; MOURÃO, Raquel Pacheco. O uso de imagens como ferramenta educacional nas aulas de Ciências. Revista Multidisciplinar de Educação e Meio Ambiente, v. 4, n. 3, 2023. Disponível em: https://ime.events/ coneamb2023/pdf/29280. Acesso em: 1 set. 2025.
Apresenta discussões sobre o uso de imagens no ensino de Ciências.
SIMIELLI, Maria Elena Ramos. O mapa como meio de comunicação: implicações no ensino de Geografia do primeiro grau. 1986. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 1986. Discute implicações didáticas e metodológicas para o ensino da cartografia escolar.
SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à gestão urbanos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003. Apresenta uma análise crítica dos processos de planejamento e gestão urbanos.
SUERTEGARAY, Dirce Maria Antunes; HEIDRICH, Álvaro Luiz (org.). Paisagem e ambiente no pensamento geográfico. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. Reúne reflexões sobre paisagem e ambiente no pensamento geográfico.
TORRESI, Susana I. Córdoba; PARDINI, Vera L.; FERREIRA, Vitor F. O que é sustentabilidade? Química Nova, São Paulo, v. 33, n. 1, p. 1, 2010. Editorial. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S010040422010000100001. Acesso em: 23 out. 2025.
Apresenta reflexões que embasam a definição de sustentabilidade.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Constitution of the World Health Organization. Geneva: WHO, 1946. Disponível em: https:// apps.who.int/gb/bd/PDF/bd47/EN/constitution-en.pdf?ua=1. Acesso em: 23 out. 2025.
Apresenta a constituição da OMS e traz a definição de saúde. VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
Seleção dos ensaios de Vigotski, editada por pesquisadores da obra dele.
CASTRO, Eduardo Viveiros de. Metafísicas canibais. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
Obra que propõe a decolonização do pensamento, introduzindo o perspectivismo e o multinaturalismo ameríndios para afirmar a diversidade de visões de mundo.
COELHO, Luciano Silveira. Aprendizagem pelos “fazeres-sentidos”: as práticas cotidianas das crianças Pataxó. Curitiba: Appris Editora, 2024. O livro nos leva ao universo das crianças Pataxó, seus afazeres cotidianos, papéis da aldeia e aprendizados. Escrito por Luciano Silveira da UFMG em pesquisa realizada na Terra Indígena Fazenda Guarani. DORRICO, Trudruá; NEGRO, Mauricio (org.). Originárias: uma antologia feminina de literatura indígena. Ilustrações de Mauricio Negro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2023. Antologia que apresenta textos de doze mulheres indígenas. GOMES, Mércio Pereira. Os índios e o Brasil: passado, presente e futuro. São Paulo: Contexto, 2012. Panorama da questão indígena no Brasil, da colonização até o presente.
KAMBEBA, Márcia Wayna. O lugar do saber ancestral. São Paulo: Uk’a Editorial, 2021. Obra da liderança indígena Márcia Wayna Kambeba que traz aos leitores os saberes de seu povo pela poesia.
KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. Tradução de Beatriz Perrone-Moisés. Prefácio de Eduardo Viveiros de Castro. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Meditações e testemunhos sobre a destruição da floresta amazônica – e o que é necessário para parar esse processo.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. Ensaio sobre a concepção ocidental de “humanidade”, sua relação com a natureza e como os povos originários são importantes interlocutores para discutir (a existência) do futuro do planeta.
MUNDURUKU, Daniel. Histórias de índio . Ilustrações de Laurabeatriz. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2013. A narrativa entrelaça um conto da cultura Munduruku com experiências pessoais do autor no “mundo dos brancos”. Além disso, traz desenhos produzidos por crianças indígenas e fotografias de aldeias Munduruku. SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1o e 2o graus. São Paulo: Global, 2004. Reflexão crítica sobre a necessidade de questionar estereótipos, promover o respeito à alteridade e apontar caminhos para a educação plural. WITTMANN, Luisa Tombini (org.). Ensino (d)e história indígena. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015. (Coleção Práticas Docentes). Reunião de pesquisas acadêmicas sobre a temática indígena, o livro é um aliado para a implementação da Lei no 11.645/08.
CARNEIRO, Sueli. Escritos de uma vida São Paulo: Pólen Livros, 2019. No livro, Sueli Carneiro aborda a experiência da mulher negra enquanto síntese de duas opressões: raça e gênero.
GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Organização de Flavia Rios e Márcia Lima. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
Coletânea de ensaios da intelectual brasileira Lélia Gonzalez.
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005.
O livro aborda a história contemporânea da África com o intuito de orientar o trabalho em sala de aula desconstruindo estereótipos.
LOPES, Nei. Dicionário da antiguidade africana. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
Em verbetes, o intelectual Nei Lopes apresenta importantes conceitos a partir de uma perspectiva afro-orientada.
MACEDO, José Rivair. História da África São Paulo: Contexto, 2013. O livro oferece uma visão ampla e respeitosa da história e cultura africana, superando estereótipos e abordagens eurocêntricas.
PINHEIRO, Bárbara Carine Soares. Como ser um educador antirracista. São Paulo: Planeta do Brasil, 2023.
A pesquisadora Bárbara Carine apresenta, define e discute importantes conceitos como pacto da branquitude, racismo estrutural, cotas raciais e educação emancipatória.
REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do Levante dos Malês em 1835. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. Importante pesquisa historiográfica sobre a Revolta dos Malês. REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. O livro aborda importantes narrativas historiográficas sobre diversos quilombos brasileiros.
RIBEIRO, Djamila. Pequeno manual antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. No livro, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro evidencia que a luta contra o racismo é um dever de todos e todas.
SCHWARCZ, Lilia M.; GOMES, Flávio dos S. (org.). Dicionário da escravidão e liberdade: 50 textos críticos. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
Na obra, organizada em textos curtos cujos títulos estão em ordem alfabética, os pesquisadores abordam como a escravidão – abolida há mais de 130 anos – marca, tristemente, nosso cotidiano ainda hoje.
SILVA, Alberto da Costa e. A África explicada aos meus filhos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.
O livro aborda ditos, histórias e canções do continente africano.
