

O MAIOR MANDAMENTO
Ame Deus e o próximo
Planeje suas atividades
Hoje, não amanhã
Foco na esperança viva
A perspectiva eterna

Volume 27, Número 2

CONTATO PESSOAL
reconhecendo as prioridades de deus
Ao organizar meu dia, costumo lembrar da promessa em Provérbios 16:3: “Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos”. Muitas vezes, porém, acabo invertendo as palavras e consagrando meus planos ao Senhor para que as minhas obras prosperem. Pela experiência, aprendi que ambas as formulações têm valor, pois nossas obras nascem de pensamentos, ideias e responsabilidades que precisam ser planejados — e esses planos, por sua vez, necessitam ser colocados em prática.
O Senhor me mostrou que devo priorizar minhas atitudes. Busco, de fato, a Sua orientação? Estou verdadeiramente comprometido em seguir os preceitos da Sua Palavra? Não sei explicar exatamente como isso se dá, mas percebo que, quando oro e peço ao Senhor que guie meus pensamentos, os acontecimentos do dia fluem de maneira mais leve. Sinto-me mais preparado para enfrentar desafios inesperados. Muitas vezes, inclusive, um “evento não planejado” acaba se revelando o ponto alto do meu dia.
O princípio de estabelecer prioridades é o tema desta edição da Contato. A maioria de nós leva uma vida bastante estruturada, e aqueles mais organizados costumam manter agendas que consultam regularmente para cumprirem suas responsabilidades. No entanto, há momentos em que o Senhor pode nos chamar a sair da rotina para vivermos uma aventura inesperada. Talvez Ele nos confie uma missão especial ou simplesmente deseje que passemos um tempo de qualidade em Sua presença.
O missionário e escritor Norman Grubb iniciava o dia com uma oração pouco convencional: “Bom dia, Senhor. Eu Te amo! Quais são os Teus planos para hoje? Inclua-me neles. Obrigado, Deus. Amém.” Que privilégio é colocar cada dia nas mãos de Deus! Quem pode imaginar que aventuras Ele preparou para nós, quando Lhe permitimos conduzir e guiar nossos passos?
Cada dia pode começar repleto de expectativas: o que o Senhor preparou para mim hoje? Do simples e rotineiro ao surpreendente e empolgante, Deus deseja ser parte ativa da nossa vida. E, como ensina o versículo citado, quando entrego a Ele meus pensamentos e planos, posso descansar na certeza de que me orientará. “Reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3:6).
Que o Senhor guie você na definição de suas prioridades neste mês e todo o ano!
Gabriel e Sally García
Equipe Editorial da Contato

Para mais informações sobre a Contato, visite nossa página ou escreva-nos.
www.activated.org/pt revistacontato.mail@gmail.com
© 2026 Contato. Todos os direitos reservados.
Diagramação por Gentian Suçi.
A menos que indicado o contrário, todas as referências às Escrituras na Contato foram extraídas da Biblia Sagrada, Nova Versão Internacional®, NVI® Copyright © 1993, 2000 por Biblica, Inc.™

PLANEJE SUAS ATIVIDADES

Recentemente, lembrei-me de uma canção que eu costumava cantar quando criança, chamada “Hoje, Não Amanhã”. É uma história muito bem escrita sobre um homem cheio das melhores intenções. Ela começa assim: Ele planejava ser tudo o que um mortal poderia ser, Amanhã.
Ninguém seria mais bondoso ou mais corajoso do que ele, Amanhã.
A história relata todos os grandes e maravilhosos atos que ele planejava realizar no dia seguinte: ajudar um amigo enfermo, socorrer os pobres de sua cidade que enfrentavam dificuldades, escrever cartas importantes, implementar mudanças necessárias. Mas, a cada vez, encontrava uma desculpa para adiar — sempre para o amanhã.
Era uma pena, ele admitia, mas estava ocupado hoje
E não tinha um minuto para parar no caminho.
Mais tempo para os outros, ele teria, dizia, Amanhã.
Então, depois de desperdiçar seu tempo, morreu — como um dia acontecerá a todos nós —, deixando para trás apenas a montanha de coisas que pretendia realizar... amanhã. Aquele homem poderia ter feito a diferença, se ao menos tivesse tido a disposição de concretizar algumas das grandes obras que sempre dizia que faria no dia seguinte.
E então a canção declara:
1. Tradução livre da letra baseada no poema Tomorrow, de Edgar A. Guest (1881–1959).
O amanhã nunca chega, Pois, ao nascer, torna-se hoje.
Quanta verdade há nisso! Quem espera por uma ocasião mais favorável, por uma oportunidade mais evidente ou por um momento menos atribulado para ajudar alguém corre o risco de jamais colocar em prática as boas ações que tanto deseja realizar.
A última estrofe da canção é simplesmente bela: Não adie o bem que pode fazer hoje

Para aliviar o fardo de alguém pelo caminho da vida. Muitos precisam do seu doce amor e, veja bem, Eles precisam hoje, Não amanhã.1
Se nos concentrarmos apenas nas coisas do aqui e do agora, talvez nunca encontremos tempo para investir naquilo que possui valor eterno. Lamentavelmente, são justamente essas realidades eternas que tantas vezes acabam relegadas à lista do “faço amanhã”. A vida parece sempre repleta de urgências — trabalho, compromissos sociais, família, responsabilidades — que ocupam todos os espaços e nos prendem a tarefas que, em muitos casos, não deixam consequências duradouras. Mas, ao lermos a Bíblia e cultivarmos nosso relacionamento com Jesus, passamos a discernir com mais clareza quais são as nossas verdadeiras prioridades celestiais. E, uma vez que as reconhecemos, cabe a nós dedicar-lhes o nosso tempo — hoje, e não amanhã!
Amy Joy Mizrany é missionária em tempo integral na África do Sul com a organização Helping Hand. No tempo livre, ensina violino. ■
Por Amy Joy Mizrany
O MAIOR MANDAMENTO: AME
Por Peter Amsterdam

Nos Evangelhos segundo Mateus, Marcos e Lucas, encontramos o relato de um especialista da Lei que se aproximou de Jesus com a seguinte pergunta: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Jesus respondeu: “‘Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’” (Mateus 22:35–40).
O mandamento de amar a Deus com todo o coração, com toda a alma e com todo o entendimento, citado por Jesus, encontra-se em Deuteronômio 6:5 e expressa a ideia de devoção total ao Senhor. Nos relatos de Marcos e Lucas, acrescenta-se ainda uma quarta dimensão: amar a Deus também com todas as forças. E Marcos conclui
afirmando: “Não existe mandamento maior do que estes” (Marcos 12:30–31).
Esses relatos nos ensinam que o amor a Deus e o amor ao próximo — que juntos constituem os maiores de todos os mandamentos — devem nortear nossa vida, prioridades, relacionamentos, decisões e ações. Olhar mais de perto para esses dois mandamentos pode nos ajudar a compreender com maior profundidade esses elementos essenciais da nossa fé.
Amar Deus
Nós, cristãos, somos chamados a amar a Deus com todo o nosso ser — coração, alma, entendimento e forças — e a “buscar, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça” (Mateus 6:33). Temos o privilégio de viver um
relacionamento pessoal e íntimo com Ele, que é, em Sua essência, um ser relacional. Quando a Bíblia afirma que “Ele nos amou primeiro” (1 João 4:19) revela o convite para respondermos com um amor pleno, intenso e sem reservas.
De Gênesis a Apocalipse, percebemos que o desejo de Deus é se relacionar com os seres humanos. Em Gênesis, lemos como a bela comunhão que Ele mantinha com Adão e Eva foi rompida pela desobediência deles, resultando na queda (Gênesis 3:1–19). Sendo santo, Deus já não podia preservar aquela mesma proximidade.
Em Seu grande amor, porém, Deus traçou um plano para restaurar o que havia sido perdido e nos trazer de volta a Si. Esse amor pelos seres humanos que Ele criou era tão profundo que levou Seu único Filho, Jesus, a sacrificar a própria vida na cruz, para eliminar a distância entre Deus e a humanidade ( João 3:16).
Para nos ajudar a compreender a profundidade de Seu amor, a Bíblia recorre à analogia do casamento, como se estivéssemos unidos a Ele em matrimônio espiritual: “Pois o seu Criador é o seu marido, o Senhor dos Exércitos é o seu nome” (Isaías 54:5), e “Assim como o noivo se alegra por sua noiva, assim o seu Deus se alegrará em você” (Isaías 62:5). Essas metáforas matrimoniais expressam a união de coração, mente e espírito que o Senhor deseja estabelecer com cada um de nós. Em resposta, somos chamados a amá-lO com todo o nosso ser e a colocá-lO no centro de nossas vidas.
Nosso amor por Deus e nossa gratidão pelo sacrifício de Jesus devem nos levar a nos aproximar dEle (Tiago 4:8) e fortalecer continuamente nosso relacionamento com o Senhor. Fazemos isso dedicando tempo à oração, ao louvor, à adoração, ao estudo diligente da Sua Palavra e à conformação de nossas vidas
à Sua vontade e aos princípios que Ela nos ensina. Como cristãos, somos chamados a cultivar esse amor com todo o nosso coração, alma, entendimento e forças.
Amar o próximo
O mandamento de amar o próximo como a si mesmo tem origem no Antigo Testamento, em Levítico 19:18. No Evangelho segundo Lucas, lemos que, após Jesus afirmar que amar o próximo é um dos maiores mandamentos, um perito da Lei o desafiou perguntando: “E quem é o meu próximo?”. Em resposta, Jesus contou a parábola do bom samaritano, ilustrando de forma contundente que amar o próximo vai muito além de nossos amigos e de nossa comunidade: abrange também estranhos, estrangeiros e exige compaixão e cuidado para com todos os necessitados (Lucas 10:25–35).
A base para nós, cristãos, amarmos o próximo está em reconhecer que cada pessoa é preciosa para Deus, independentemente de idade, etnia, gênero, nacionalidade, condição econômica, crença religiosa, filiação política ou qualquer outra diferença. Como declara a Escritura: O Senhor é bom para todos; a sua compaixão alcança todas as suas criaturas (Salmo 145:8–9). Somos chamados a enxergar cada pessoa criada por Deus através dos Seus olhos de amor — sem preconceito, discriminação, críticas ou ideias preconcebidas. O amor incondicional do Senhor não reconhece barreiras de status, raça ou credo, e deve orientar nossas atitudes em relação ao próximo. Nossa missão, como seguidores de Cristo, é refletir esse mesmo amor que


Jesus derrama sobre nós, manifestando-o em palavras e ações.
Jesus elevou ainda mais o padrão do amor ao próximo no Sermão do Monte, quando ordenou: “Amem os seus inimigos” (Mateus 5:43–45). E acrescentou: “Se fizerem o bem apenas aos que lhes fazem o bem, que recompensa receberão? Até os pecadores agem assim” (Lucas 6:33).
A mensagem é inequívoca: se nosso amor se limita a beneficiar apenas aqueles que podem retribuir, não há diferença entre nós e qualquer pessoa que age movida por interesse ou simples reciprocidade.
Jesus nos chama a amar de uma forma que transcende o amor natural e a bondade comum — um amor maior, extraordinário. O amor que Ele pregou e demonstrou, e que nós, perdoados de nossos pecados, somos chamados a cultivar, é um amor bondoso, generoso, misericordioso, abnegado e redentor. Como escreveu o apóstolo Paulo: “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5:8).
Ninguém está excluído do mandamento divino de amar — não importa em que etapa da vida esteja ou o quanto pareça distante de Deus. Não somos chamados a aprovar tudo o que alguém faz nem a concordar com suas crenças, estilo de vida ou escolhas. Essa pessoa pode viver alheia aos padrões morais de Deus ou até em pecado grave, mas, ainda assim, Deus a ama — e nós também devemos amá-la. As Escrituras ensinam que todo ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus, e afirmam, que o amor provém de Deus e que Ele é amor (1 João 4:7–8).
Os mandamentos de amar a Deus e amar ao próximo constituem a base do nosso discipulado. Como cristãos, somos chamados, antes de tudo, a amar o Senhor com tudo o que somos, colocando-O no centro da nossa vida, das nossas decisões e ações.
O estudo da Sua Palavra nos orienta em nossas escolhas, aprofunda nossa relação com Ele e fortalece nossa fé. O amor por Cristo — que entregou a vida por nós — nos impulsiona a amá-lO e adorá-lO intensamente, com todo o coração, e a cultivar um relacionamento íntimo e constante com Ele.
Por sermos seguidores de Jesus, somos chamados a imitar o exemplo que Ele nos deixou de amor, compaixão e misericórdia para com o próximo — e isso também é central para o nosso testemunho diante daqueles que ainda não O conhecem como Salvador. Que possamos nos comprometer, todos os dias e de todas as formas possíveis, a amar o nosso próximo e a ser testemunhas vivas do amor de Deus para com as pessoas que Ele coloca em nosso caminho.
Que o amor de Cristo seja a motivação em tudo o que fizermos, “pois estamos convencidos de que [...] Ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5:14–15).
Peter Amsterdam e sua esposa, Maria Fontaine, são diretores da Família Internacional, uma comunidade cristã. Adaptado do artigo original. ■
RAÍZES
Por Uday Paul

Gosto muito de jardinagem e aprendi o quanto as raízes são vitais para as plantas. Quando pego uma muda e a coloco diretamente no solo, raramente ela brota; quase sempre acaba murchando rapidamente. Mas, se antes a coloco na água, em poucos dias começam a surgir raízes no caule. Então, quando finalmente a planto na terra, ela se firma e cresce. As raízes são, de fato, a diferença entre a vida e a morte.
A Bíblia utiliza a imagem das raízes em diversas analogias. Depois de recebermos Jesus como nosso Salvador, somos chamados a permanecer enraizados e edificados nEle, firmes na fé (Colossenses 2:6–7). Estar enraizado em Jesus significa permanecer em Sua Palavra, pois Ele mesmo é a Palavra ( João 1:1). Aquele que encontra prazer na Palavra de Deus é comparado a uma árvore plantada junto a riachos, com raízes em solo fértil, que dá fruto no tempo certo (Salmo 1:2–3). Produzir bons frutos significa tanto manifestar em nossa vida um caráter piedoso (Gálatas 5:22–23) quanto conduzir outras pessoas a Jesus (Provérbios 11:30).
Na parábola do semeador, Jesus fala sobre sementes que caíram em terreno pedregoso e brotaram rapidamente, porque o solo era raso. Mas, quando o sol apareceu, as plantas se queimaram e secaram, pois não tinham raízes. Esse solo representa o coração daqueles que não permitem que a Palavra de Deus se aprofunde em
suas vidas e, por isso, desistem quando chegam os tempos de provação. Já o bom solo simboliza os corações que recebem a Palavra, permitem que ela crie raízes e, assim, produzem fruto abundante para a glória de Deus (Mateus 13:3–8, 18–23).
A forma mais eficaz de eliminar completamente uma planta é arrancá-la pela raiz. Na parábola do joio, Jesus conta a história de um agricultor que semeou boa semente em seu campo. Porém, durante a noite, um inimigo veio e lançou joio no meio do trigo. Com o tempo, o problema tornou-se visível, mas, como as duas plantas se parecem muito nas primeiras fases de crescimento, o agricultor decidiu deixá-las crescer juntas até a colheita. Somente então seria possível separá-las com clareza, distinguindo o trigo do joio.
Jesus explica que Ele mesmo plantou Seus filhos no campo do mundo, mas que o diabo também semeou os seus. No tempo da colheita — isto é, no retorno de Jesus, no fim dos tempos —, o Senhor enviará Seus anjos para arrancar pela raiz todos os que praticam o mal. Então, os filhos de Deus resplandecerão como o sol no Reino de seu Pai (Mateus 13:24–30, 37–43).
Que possamos todos frutificar no pedaço do campo deste mundo onde Deus nos plantou.
Uday Paul é escritor freelancer, voluntário e professor radicado em Uganda. ■
CRESCENDO NA NOSSA CAMINHADA COM DEUS
aprendemos a confiar em Jesus em cada circunstância que enfrentamos.
Lembre-se: Deus não é um ser sobrenatural distante que apenas nos aconselha de longe. Ele deseja ter com cada um de nós um relacionamento pessoal e íntimo. E nos deixou a promessa: se nos aproximarmos dEle, Ele também Se aproximará de nós (Tiago 4:8).
É claro que isso nem sempre é fácil. A vida constantemente nos bombardeia com distrações e afazeres. Há tantas atividades capazes de consumir todo o nosso tempo — filhos, trabalho, responsabilidades, internet, redes sociais e até mesmo
Por G.L. Ellens

Nos últimos meses, tenho me esforçado para dar prioridade a Deus todas as manhãs — e isso tem feito toda a diferença. Passar tempo com Ele logo cedo é algo poderoso e essencial, pois nos prepara para enfrentar tudo o que o dia trouxer, seja bom ou ruim.
Percebi que tentar administrar meu dia sem antes consagrá-lo ao Senhor em oração é como tentar dirigir um carro com a suspensão danificada. Os especialistas em automóveis afirmam que isso jamais é uma boa ideia: além de tornar o percurso desconfortável, o veículo se torna instável e difícil de controlar.
Começar o dia com o Senhor nos concede uma perspectiva renovada e cheia de gratidão para tudo o que vem depois. Isso não apenas transforma o nosso dia, mas, com o tempo, molda toda a nossa vida. Assim,

Quando Deus ocupa o primeiro lugar, tudo o mais encontra o seu lugar — ou simplesmente perde o espaço em nossas vidas. O amor pelo Senhor passa a governar o uso do nosso tempo, as afeições que nutrimos, os interesses que buscamos e a ordem de nossas prioridades.
— Ezra Taft Benson
Quando nos unimos a Cristo, deixamos de ser o centro da nossa própria vida. Ele passa a ocupar esse lugar. Já não vivemos apenas para nós mesmos, mas para um propósito maior: viver para Jesus.
— Billy Graham
Devemos nos certificar de que cada ação e cada escolha estejam em sintonia com a vontade de Deus. Tudo aquilo que recebe nossa maior atenção inevitavelmente se tornará a força motriz da nossa existência. — Lysa TerKeurst
Se você ainda não recebeu Jesus como Salvador, pode fazer isso orando assim: Senhor Jesus, creio que Você é o Filho de Deus e que morreu na cruz por mim, para que, por meio do Seu sacrifício, eu possa viver para sempre com Você, no céu. Peço que perdoe os meus pecados. Abro a porta do meu coração para Você. Encha-me com o Seu Espírito Santo e ajude-me a viver de uma forma que O glorifique. Guie minha vida e ajude-me a segui-lO. Oro em Seu nome. Amém.
compromissos da igreja. Em certos momentos, parece que a última coisa em que conseguimos pensar é parar para nos conectar com Deus.
Talvez seja hora de realinhar prioridades. Negligenciar o tempo com Deus é como viajar em um carro com a suspensão comprometida — estaremos menos preparados para enfrentar os solavancos e sobressaltos da vida. Por isso, seja qual for o custo, precisamos reservar esse tempo a sós com Ele.
Vou compartilhar algumas práticas que têm me ajudado. Em vez de iniciar minha oração apresentando pedidos, começo louvando a Deus. Ler a Bíblia ou um devocional e cantar um cântico de adoração é uma excelente forma de começar. Em seguida, escrevo em meu diário de gratidão ao menos cinco coisas do dia anterior pelas quais sou grata.
Tenho percebido também que, assim como em qualquer relacionamento, a comunicação precisa acontecer nos dois sentidos. Não posso simplesmente falar tudo o que quero sem ouvir a outra parte. Isso se aplica igualmente à nossa relação com o Senhor. Se estivermos dispostos a ouvir, Ele nos falará. Muitas vezes, quando faço silêncio, recordo um versículo ou me vêm palavras de consolo e ânimo. Pode ser apenas uma frase, duas ou três, mas já é o suficiente. É belo, reconfortante e me dá a perspectiva necessária para o dia — ou até mesmo direção para algo específico que me preocupa.
Lembre-se: Deus deseja comunhão conosco. Ele já fez tudo o que era preciso para torná-la possível. Perdoou nossos pecados ao custo de Seu próprio Filho. Deu-nos a Sua Palavra e o privilégio inestimável de passar tempo em Sua presença. Portanto, façamos disso uma prioridade! Coloquemos Deus em primeiro lugar!
G.L. Ellens é missionária, professora aposentada e escritora freelancer. Vive no Sudeste Asiático há quase três décadas. ■
Respostas Às Suas Perguntas
PENSEI QUE A MEIA IDADE SERIA MELHOR
P: Achei que, quando meus filhos crescessem e saíssem de casa, eu finalmente teria tempo para fazer algumas coisas que sempre sonhei. Mas, na realidade, percebo que termino o dia cansada e chego ao fim da semana exausta. Às vezes me pergunto: será que, a partir daqui, é só ladeira abaixo?
R: A meia-idade certamente exige alguns ajustes, mas não — não significa que seja apenas ladeira abaixo.
A diminuição da resistência física faz parte do curso natural da vida. Mas Deus pode usar esse e outros desafios dessa fase para nos desacelerar e nos levar a refletir sobre a vida e as prioridades. Nesse processo, Seu desejo é que nos voltemos para Ele (Salmo 46:1).

Como em qualquer outra fase da vida, Deus está pronto para ajudá-lo e capacitá-lo a enfrentar os novos desafios. A Bíblia promete: “Ele fortalece ao cansado e dá grande vigor ao que está sem forças” (Isaías 40:29). Na meia-idade, muitas vezes essa força se manifesta por meio da maturidade e da sabedoria adquiridas com a experiência.
O Senhor deseja que você continue a desenvolver essa força de espírito e de caráter — algo que acontece quando O envolvemos cada vez mais em nossos pensamentos e atividades diárias. No que diz respeito a metas e prioridades, Ele também o ajudará a ordená-las. Se buscar a Sua orientação, Ele a concederá (Provérbios 3:5–6; Tiago 1:5). E mais: pode até abrir caminhos para que alguns daqueles sonhos antigos se realizem, concedendo também a força necessária para alcançá-los.
Se você ainda não tem o hábito de levar seus problemas e preocupações a Deus em oração, pedindo Sua força e direção, talvez não saiba bem por onde começar. Aqui vão alguns passos simples: diga ao Senhor que está abrindo espaço para Ele, e Ele irá ao seu encontro (Tiago 4:8). Converse com Ele como conversaria com um amigo. Dedique tempo ao estudo da Bíblia e reflita sobre como aplicar os princípios da Sua Palavra. Reserve, diariamente, um momento para oração, comunhão com Deus e leitura bíblica — e verá seu relacionamento com Ele se fortalecer.
Viver a meia-idade dessa maneira pode transformá-la na fase mais feliz e gratificante de toda a sua vida!
Uma das promessas mais fundamentais da Bíblia e que pode servir como excelente ponto de referência nesta fase da vida está em Romanos 8:28: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”. Se você ama a Deus e compreende o quanto Ele o ama, pode ter certeza de que Ele sempre tem em mente o que é melhor para você — e que até mesmo os desafios da meia-idade podem ser usados para o seu crescimento espiritual. Assim, você será capaz de enxergar sua vida com os olhos da fé, não se prendendo às dificuldades, mas às novas possibilidades que Ele abrirá diante de você. — Maria Fontaine ■
FOCO
NA
ESPERANÇA VIVA
Por Marie Alvero

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor, herança guardada nos céus para vocês” (1 Pedro 1:3–4).
Pedro realmente sabia falar com entusiasmo sobre a sua esperança viva. Todo esse capítulo nos convida a voltar nossa atenção para as coisas celestiais. É uma das muitas passagens que me fazem parar e refletir: será que essa mesma alegria transborda do meu coração quando falo sobre o céu? Há tantas distrações, tantas pequenas vitórias e derrotas aqui na terra que, por vezes, acabo me esquecendo disso.
Este capítulo coloca todas as coisas em perspectiva.
Está sofrendo? — Deus está aperfeiçoando a sua fé.
Está ansioso? — Lance seus cuidados sobre Ele.
Está sendo tentado a viver como o mundo? — Não ceda, pois Deus já o abençoou e o chamou.
A vida terrena é passageira, mas você foi resgatado para pertencer a Deus por toda a eternidade.
Quando começo a perder de vista a minha esperança viva, releio este capítulo. É impossível não perceber
a alegria, a importância e o valor que Pedro dava à perspectiva eterna. Sua recompensa e seu verdadeiro sucesso estavam firmemente enraizados em viver para Jesus nesta vida e em estar plenamente com Ele na próxima.
As experiências de Pedro foram diferentes das minhas. Ele realmente andou com Jesus — talvez por isso lhe fosse mais fácil manter o foco. Ou, quem sabe, tenha sido tão desafiador para ele quanto é para mim. O que importa é que essa visão foi registrada para nós nesta carta. É um capítulo ao qual recorro sempre que me sinto perdida, quando minhas prioridades entram em conflito. Pedro amava Jesus de tal maneira que O colocava acima de tudo, e eu também quero ser assim.
“Mesmo não o tendo visto, vocês o amam; e apesar de não o verem agora, creem nele e exultam com alegria indescritível e gloriosa, pois vocês estão alcançando o alvo da sua fé, a salvação das suas almas” (1 Pedro 1:8–9).
Marie Alvero foi missionária na África e no México. Atualmente vive uma vida feliz e atarefada com o marido e os filhos no centro do Texas, EUA. ■
REALINHANDO PRIORIDADES
Por Simon Bishop

Jesus fez declarações fortes sobre o dinheiro nos Evangelhos (Mateus 6:24) — não porque fosse contra ele em si, mas porque sabia que o amor ao dinheiro possui um poder de influência capaz de nos desviar do caminho de Deus.
Um episódio da Bíblia ilustra bem a força dessa atração. Quando os israelitas começaram a conquistar a Terra Prometida, após a vitória milagrosa sobre a cidade de Jericó, Deus ordenou que ninguém tomasse ouro, prata ou qualquer bem precioso encontrado ali.
No entanto, um homem chamado Acã, dominado pela cobiça, escondeu uma barra de ouro, algumas moedas de prata e tecidos valiosos. No início, parecia que nada havia acontecido. Mas, na batalha seguinte — contra uma cidade muito menor que Jericó —, Israel sofreu derrota e perdeu 36 soldados. Quando Josué perguntou ao Senhor a razão daquele fracasso, Deus revelou que havia desobediência e ganância no meio do povo.
Por fim, Acã confessou seu pecado. Contudo, suas ações movidas pela cobiça haviam custado a vida de 36 pessoas e a derrota de toda a nação. Como consequência, foi condenado à morte e executado (Veja Josué 7). Hoje, esse exemplo pode parecer extremo, sobretudo em uma cultura em que o materialismo exerce tanta influência e o desejo por posses é frequentemente visto
como virtude. No entanto, a Palavra nos adverte em Hebreus 13:5: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: ‘Nunca o deixarei, nunca o abandonarei’”.
O Senhor é fiel para prover o que realmente precisamos, e por isso não devemos permitir que a ganância nos domine.
A história de Acã nos mostra que, embora a riqueza e os bens materiais possam trazer certo conforto e estabilidade, quando adquiridos da maneira errada acabam trazendo tristeza e sofrimento. Se nos deixarmos fascinar ou obcecar pelas coisas, corremos o risco de cair na infelicidade, no endividamento e até na ruína financeira.
Algo que tem me ajudado, quando sinto vontade de adquirir alguma coisa, é esperar um pouco antes de decidir, evitando agir por impulso. Muitas vezes, com o tempo, o desejo desaparece, minhas prioridades ficam mais claras, percebo que não preciso daquele item ou que não posso assumir o custo — e, às vezes, até encontro algo melhor nesse meio-tempo. Nem sempre é errado atender a um desejo, mas precisamos nos esforçar para permanecer livres do domínio que as “coisas” podem exercer sobre nós.
Simon Bishop realiza trabalho missionário e humanitário em tempo integral nas Filipinas. ■
COISAS

dos eletrônicos: assim que um novo modelo de TV, laptop ou celular é lançado, quase todo mundo deseja ter um. E, como resultado, aparelhos ainda em perfeito estado acabam esquecidos no armário ou na garagem, junto com todo o resto.
Mas o problema não está apenas no acúmulo em si. Quando temos coisas demais, acabamos perdendo a noção do valor do que possuímos. Jesus nos alertou sobre isso quando disse: “Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens” (Lucas 12:15).
Por Martin McTeg
Sou um pouco ressabiado com “coisas”. Há pessoas que acumulam tanto que já não conseguem colocar mais nada na garagem ou no armário — e, por isso, acabam alugando depósitos para guardar os excessos. Recentemente, ao me mudar de casa, precisei decidir o que fazer com muitas das coisas que havia guardado desde a mudança anterior. Foi então que percebi: eu mesmo tinha me tornado um acumulador!
Muito disso é reflexo da cultura materialista em que vivemos. Sempre que ligamos a TV ou acessamos a internet, somos bombardeados por anúncios das últimas novidades que supostamente “precisamos” comprar — e, de fato, essas propagandas funcionam. Basta ver o caso
Outro ponto é que, enquanto algumas pessoas possuem muito mais do que precisam, outras não têm sequer o básico para viver. Triste realidade, não é?
Se você se identifica com esse “problema de excesso” — como foi o meu caso —, não se preocupe: há cura, ao menos no nível pessoal. Basta olhar com atenção para tudo o que possui, separar o que realmente usa e precisa, e doar o restante a uma instituição de caridade ou a um vizinho ou amigo em necessidade. Afinal, como Jesus disse a um certo jovem rico: “Venda tudo o que você tem e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu” (Lucas 18:22).
O resultado certamente vai deixá-lo feliz. Sua casa parecerá maior, mais organizada, e sua vida, menos sobrecarregada.
E não se esqueça do que Jesus disse: “Há maior felicidade em dar do que em receber” (Atos 20:35). Quando entregamos de bom grado nossos bens excedentes, acumulamos as bênçãos de Deus — tanto para esta vida quanto para a eternidade.
Martin McTeg foi voluntário e missionário, hoje é aposentado, e vive nos Estados Unidos. ■

TESOURO VERDADEIRO E DURADOURO
Por Marie Knight
Vivemos em um mundo que valoriza resultados instantâneos em praticamente todas as áreas da vida — mas, muitas vezes, essas conquistas desaparecem tão rapidamente quanto chegam. Com a tecnologia na ponta dos dedos, fazemos compras em segundos. Nas redes sociais, pessoas dizem e fazem coisas — muitas vezes superficiais ou até absurdas — em troca de um instante passageiro de fama. Relacionamentos, por sua vez, tornaram-se quase descartáveis; com um simples deslizar de dedo, encontra-se alguém novo. Parece que muitos adotaram a postura de viver apenas o momento, sem pensar no futuro — muito menos na eternidade.
Jesus disse: “Não se preocupem com o amanhã” (Mateus 6:34). Como o contexto do capítulo mostra, Ele
não estava apenas tratando da ansiedade cotidiana, mas nos chamando a não valorizar excessivamente as coisas deste mundo e a depositar nossa confiança em Deus.
No mesmo capítulo, Jesus também declarou: “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (Mateus 6:19–21).
É esse tesouro no céu que permanecerá para sempre, muito além de qualquer coisa pela qual tanto lutamos aqui na terra.
A maneira de acumularmos tesouros no céu é investindo no Reino de Deus.
A Bíblia nos mostra formas claras de fazer isso:
“Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento” (Mateus 22:37).
“Ame o seu próximo como a si mesmo” (Mateus 22:39).
“Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos do seu Pai que está nos céus” (Mateus 5:44–45).
O amor é parte essencial do nosso tesouro no céu, pois está escrito em 1 João 4:7–11: “Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. [...]. Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros”.
Com o amor de Deus no coração, você encontrará um tesouro verdadeiro e duradouro — não apenas no céu, mas também em seu dia-a-dia!
Marie Knight é voluntária e missionária em tempo integral nos Estados Unidos. ■

COMO É O AMOR DE DEUS?
Por Rosane Cordoba
O exemplo que pais e avós dão aos mais jovens permanece com eles por toda a vida.
Meus pais sempre ajudaram quem podiam e o faziam com um coração alegre. Ensinaram-nos o valor da família. Ajudavam e cuidavam dos próprios pais e irmãos sempre que necessário. Mas houve uma ocasião em que a disposição do coração deles me marcou de forma especial.
Havia uma família grande na nossa rua. Os filhos mais velhos haviam estudado com as minhas irmãs. Em determinado momento, a filha mais velha, já independente e morando fora, engravidou. Ela era solteira. O pai, já idoso, cuidava da mãe, que estava doente. Então, minhas irmãs perguntaram à minha mãe se aquela moça poderia ficar conosco por um ou dois meses depois do nascimento do bebê. E minha mãe, sendo a alma bondosa que era, prontamente concordou.
Poucos dias depois, mãe e bebê chegaram do hospital. Ela foi acolhida como filha e irmã por todos nós, tornando-se parte da família durante os meses em que esteve conosco. Eu, sendo a caçula, nunca tinha visto de perto os cuidados com um bebê tão pequeno — fiquei encantada com tudo aquilo.
Logo, a jovem voltou a trabalhar como designer. Alguns anos depois, comprou um apartamento em frente à casa da minha mãe e, sempre que eu ia visitá-la, via a garotinha. Pude acompanhar seu crescimento até se tornar uma adolescente maravilhosa e, depois, uma jovem adulta.
Aquilo foi o Evangelho vivido diante dos meus olhos — estender a mão a alguém em necessidade. Vi o amor e o cuidado refletidos na atitude dos meus pais, e o brilho nos olhos da minha mãe por poder ajudar aquela jovem.
E não é exatamente isso o que Jesus fez por nós, só que em uma escala infinitamente maior? Ele viu a nossa necessidade e desceu à terra para nos ensinar a viver e, depois, morreu por nós na cruz, para que pudéssemos ser libertos do pecado e fazer parte, para sempre, da Sua gloriosa família! Esse é o amor de Deus.
Rosane Cordoba vive no Rio de Janeiro. É escritora freelancer, tradutora e produtora de material infantil voltado para a fé e para a formação de caráter. ■

Com Amor, Jesus
O maior desses é o amor
O amor é o maior de todos os mandamentos e parte essencial da Minha natureza divina (1 João 4:8). Quando o Meu Espírito habita em você, começa a transformá-lo à Minha imagem (2 Coríntios 3:18). O amor é fruto da presença do Meu Espírito na sua vida (Gálatas 5:22–23), e se manifesta cada vez que você faz a sua parte para cultivá-lo e praticá-lo no dia a dia. Isso começa ao priorizar o seu relacionamento Comigo e buscar, em primeiro lugar, o Reino de Deus (Mateus 6:33).
Você vive o mandamento de amar o próximo por meio de ações bondosas e amorosas ao longo do dia. Amar significa procurar intencionalmente oportunidades para compartilhar a Minha esperança e o Meu amor, tanto em palavras quanto em ações (Colossenses 3:16–17). Cada vez que você se importa com alguém e transforma essa preocupação em atitude, está refletindo o Meu amor e aproximando outros de Mim.
Tudo o que você faz para investir no Meu Reino — ao amar e cuidar das pessoas, compartilhar o testemunho, orar e praticar atos de compaixão — produzirá fruto. Prometi que, ao dar, para Mim e para outros, você receberá bênçãos abundantes: boa medida, calcada, sacudida e transbordante (Lucas 6:38). Portanto, continue compartilhando generosamente com os outros o amor que recebeu gratuitamente de Mim (Mateus 10:8).