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Psicanálise, memória, história e política_Amostra

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Psicanalista, membro efetivo do CEPdePA/Serra, com funções de transmissão da psicanálise. Mestra em Psicanálise: clínica e cultura pela UFRGS e autora do livro O filicídio na teoria psicanalítica e seus (des)enlaces na cultura brasileira.

O livro Psicanálise, memória, história e política, ao longo de seus 13 capítulos, percorre o desafio de que esses pontos se entrecruzem e abram vias para que a escuta contemple os efeitos da dor de nosso tempo. Bárbara de Souza Conte

Valéria Quadros Psicanalista. Membro pleno do CEPdePA/Serra, com funções de transmissão da psicanálise e re­presentação junto ao Movimento Articulação das Entidades Psicanalíticas Brasileiras.

Capa_Knevitz_P3.indd Todas as páginas

Psicanalista. Membro pleno da Sigmund Freud Associação Psicanalítica e afiliada ao Instituto SIG Psicanálise & Política

PSICANÁLISE

Psicanálise, memória, história e política

Samanta Antoniazzi

Celebrar e colocar à prova o vigor da psicanálise é o desafio deste livro. Os quarenta anos de existência do CEPdePA/Serra reafirmam o compromisso de (re)pensar a psicanálise frente aos movimentos humanos de conservação e sexualidade, de vida e de morte, de repetição e de transformação. Alerta à escuta, que não é neutra, mas sim abstinente, já que, como cidadãos e profissionais, somos objetos e testemunhas de manifestações simbólicas e dos atos destrutivos.

Organizadoras

PSICANÁLISE

Psicanalista, membro efetivo do CEPdePA/Serra, com funções de transmissão da psicanálise. Mestra em Psicanálise: clínica e cultura pela UFRGS. Coautora dos livros O tempo sombrio que nos afeta e Desambiguar Lacan de Freud.

Nunes | Antoniazzi | Quadros

Luciana Nunes de Nunes

Luciana Nunes de Nunes Samanta Antoniazzi Valéria Quadros

Psicanálise, memória, história e política

Este livro se insere na proposta institucional de publicação bianual do CEPdePA/Serra. Pensar a psicanálise em suas interseções com a história e a política emerge de uma dupla via: de um lado, a celebração dos quarenta anos de fundação de nossa instituição, marcados pelas transmissão, pesquisa e clínica psicanalíticas; de outro, por indagações que se desdobram a partir do letramento racial, dos estudos de gênero e da decolonialidade, que demandam revisitar os fundamentos psicanalíticos a partir de novas questões, considerando os contextos histórico e político nos quais nossa teoria emerge, e os caminhos pelos quais ela se transforma. Ambos os aspectos convergem na formação de analistas.

28/11/2025 11:51


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Psicanálise, memória, história e política_Amostra by Editora Blucher - Issuu