

MESQUITA


20 DIÁLOGOS
22 MÚSICA
CONCERTOS DE ANO NOVO COM A ORQUESTRA DE CÂM ARA DE CASCAIS E OEIRAS
28 TEATRO & DANÇA
36
DESPORTO
29 EXPOSIÇÕES
38 ROTEIRINHO
43 CURSOS
45 CIÊNCIA & INOVAÇÃO
46 SAÚDE
02
DESTAQUE
12 IN PATRIMÓNIO
04
ENTREVISTA
14
OS NOSSOS SABORES
15 LEITURAS
GRUPOS DE LEITORES

47 E AINDA...
ACONSELHAMOS A CONFIRMAÇÃO PRÉVIA DA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES AGENDADAS. O MUNICÍPIO LAMENTA, DESDE JÁ, OS EVENTUAIS TRANSTORNOS CAUSADOS POR ADIAMENTOS OU REAGENDAMENTOS.
48 ANTEVISÃO
35 ANOS DE CARREIRA DE TERESA CARDOSO MENEZES GALA LÍRICA
Depois do êxito da primeira récita apresenta-se em reprise este espetáculo único. Do riso à lágrima, a soprano Teresa Cardoso Menezes irá continuar a celebrar os seus 35 anos de carreira, ao lado dos seus ilustres convidados, num desfilar de personagens improváveis, percorrendo um repertório transversal, da Ópera (Carmen de Bizet; Barbiere di Siviglia de Rossini) à Broadway (The Phanthom of the Opera, My Fair Lady) passando pela canção portuguesa (fado, Lágrima), espanhola (Granada), brasileira (Tico-tico no Fubá), entre muitas outras surpresas. Uma gala lírica imperdível para todos os gostos, dos 8 aos 80. Com Teresa Cardoso de Menezes (soprano), Rui Baeta (barítono), Francisco Sassetti (piano) e João Matos (violoncelo).
11 JAN.
Domingo / 18h00 / Auditório Municipal Ruy de Carvalho . Carnaxide Entrada gratuita, limitada aos lugares disponíveis.
INFORMAÇÕES
dca@oeiras.pt
Cantou em locais como o Teatro Nacional São Carlos, Fundação Calouste Gulbenkian, Festival Internacional de Música de Macau, tendo sido acompanhada por orquestras como a Royal Philarmonic Orchestra of London, Orq. Ópera Nacional da China, Orq. Gulbenkian, Orq. Sinfónica Portuguesa, Orq. Nacional Porto, sob a direção de Michael Zilm, Michel Corboz, Giuliano Carella, Patrick Summers, M. Ivo Cruz, N. Lalov, L. Barros, e atuado ao lado de Sumi Jo, Anna Tomowa-Sintow, Vincenzo Bello, António Rosado, João Paulo Santos, Nicholas McNair, Rão Kyao...
A sua versatilidade artística e vocal tem permitido interpretar um alargado repertório, desde a Ópera (La Bohéme, Don Giovanni, Carmen, Rigoletto,
PROGRAMA I PARTE
“Casta D iva” – Norma - Bellini
“Deh vieni alla finestra” – Don Giovanni - Mozart
“Una furtiva Lágrima” –L’elisir d’amore” - Donizetti
“Largo al factotum” – Il barbieri di Siviglia - Rossini
“Tico-tico no Fubá”Zequinha Abreu
“Toreador” – Carmen - Bizet
“Habanera” – Carmen - Bizet
II PARTE
Ariadne auf Naxos, Parsifal, Rainha Louca - A. Delgado…), Opereta (A Viúva Alegre, o Morcego), Oratória (Exsultate, Jubilate - Mozart, Requiem Alemão - Brahms…), da Canção Erudita (os Rückert Lieder e a 4ª Sinfonia de Mahler, Os Sonetos de Petrarca de Liszt,...) ao mundo dos Musicais da Broadway (The Sound of Music, Les Miserables, West Side Story, My Fair Lady...) chegando à Canção Popular.
É criadora de vários espetáculos inéditos, nomeadamente Clássicos Divertidos – Comédia Musical e de Melodias do Mundo – da Ópera ao Fado, onde desenvolve a sua faceta mais teatral, percorrendo o drama e a comédia, numa variedade de estilos.
“Duetto di due Gatti” - Rossini
“I Could have danced all night” – My Fair Lady - Lerner / Lowe
“If I were a rich man” – Fiddler on the roof - S. Harnick / J. Bock
“Dawn” - Fra ncisco Sassetti
“Whish ing you were somehow”– The Phantom of the Opera - Lloyd Webber
“All I ask of you” – The Phantom of the Opera - Lloyd Webber
“Le C ygne” – Carnaval des animaux - Camille SaintSaens
“Lágri ma” - Amália Rodrigues / Carlos Gonçalves
“A marilli” - Caccini
“Ah! Quel diner” – La Pèrichole - Offenbach
“Granada” - Agustin Lara
Extra: “Nessun Dorma” –Turandot - Puccini

DIOGO MESQUITA

“Cuido do Auditório José de Castro como se fosse a minha casa”

Diogo Mesquita nasceu e cresceu em Oeiras.
A entrada no ensino secundário, em Ciências, não foi fácil. Queria ser professor de educação física e só pensava no porquê de estar a “estudar o quartzo e o feldspato”. Numa conversa com o primo, a vida de Diogo mudou de rumo em direção às artes e ao teatro.
Aprendeu, desafiou-se, interpretou várias personagens e dobrou tantas outras. Quem não se lembra de Remy, o rato cozinheiro dentro do chapéu em Ratatouille? Ou de Nick Wilde, a raposa de Zootrópolis? Passou também pela publicidade e pela televisão e admite ter “tido a felicidade de poder nadar em várias piscinas.”
Agora, aventura-se pelo Auditório José de Castro, em Paço de Arcos. Com a Quartel 41 a gerir o espaço, o auditório vai ganhar nova vida, com espetáculos que prometem cativar públicos de várias idades.
Como é que o teatro entrou na sua vida?
Não tenho ninguém da família que seja ator. Estava a conversar com um primo meu sobre os estudos, que não estavam a correr bem e ele disse: “Há ali uma Escola em Cascais, vai lá, explora”. Fui sozinho. Inscrevi-me para uma audição. Deram-me um texto do Hamlet para fazer, uma cena. Fui decorar para casa e depois tive uma entrevista com o Carlos Avilez e outros professores da escola, professores incríveis, que moldaram a minha vida para sempre. E fiquei. Ao final dos três anos, recebi o Prémio Zita Duarte. Fui conside-
rado o melhor aluno homem.
Depois, fiquei um ano no Teatro Experimental de Cascais a fazer projetos com o Carlos Avilez e quando termina penso: “Não sou ninguém, porque as pessoas só me conhecem em Cascais. Os teatros estão em Lisboa. Tenho de me fazer à vida. Como é que isto agora acontece?” Começa, então, a relação com as agências, criar contactos e confiança profissional, que é sermos vistos e bem vistos, com dignidade. Conotarem-me com o adjetivo de “profissional”. O talentoso é um bocadinho perigoso, porque há muita coisa que faz o talento.
De que forma a entrada na Escola Profissional de Teatro de Cascais impactou o seu percurso?
O intuito da Escola é começarmos a habitar um teatro, perceber como é que os atores funcionam, qual é o nosso espaço, qual é o espaço em cena, o respeito que há e isso eu devo ao mestre Carlos Avilez, que foi o meu pai teatral, obviamente. Estamos a falar de uma pessoa com um conhecimento e uma sabedoria e uma profundidade que já não se faz, a verdade é essa. Este tipo de faróis ou baluartes, que eram referências e que nós olhávamos e conseguíamos traçar uma linha na direção daquela luz, essas luzes estão-se a apagar todas, não é? De repente, começamos a andar um bocadinho mais à deriva no oceano. Aprendia-se só de tomar um café com o Carlos Avilez, porque ele respirava teatro desde que acordava até que dormia. Para ele e para mim há um lado profano, sagrado no palco. Tem de haver um respeito diferente. Não é posarmos a mochila num canto e entrarmos no palco. O tempo é outro, o espaço é outro, a respiração é outra. O Carlos Avilez disse-me várias vezes: “Diogo, estás a pisar o mesmo sítio que uma Mirita Casimiro, uma Amélia Rey Colaço já pisou”. Tem de haver respeito pela história, por esses ícones.
Passou por vários projetos e criou uma companhia de teatro em Cascais, a Palco 13.
Sim, com um conjunto de amigos, com muita vontade, mas poucas condições. Eu venho da base. Limpava-se o palco, pregava-se pregos, ia-se buscar paletes à chuva, limava-se as madeiras, construía-se o cenário.
É fácil das coisas acontecerem, porque parece que não é trabalho e é bom quando assim é, mas o reconhecimento vem de todos os projetos onde nós entramos e a possibilidade de termos um grupo de pessoas, onde podemos fazer, sem justificar, o que nós quisermos, da forma como quisermos,
com as interpretações que nós quisermos dar, há uma sensação de liberdade incrível, porque a partir do momento em que nós entramos no mercado, há uma falsa liberdade. Somos condicionados em muitos setores.
Isto não é uma profissão, é uma opção de vida, eu optei por viver assim. Nesta permanente inquietação, nesta permanente angústia. A não satisfação é constante. O boicote a nós próprios é constante e permanente. Portanto, é nessa zona que eu habito sempre. É nessa zona que eu me estou sempre a destruir e a reconstruir.
Onde é que se reconstrói?
Com família, com amor. Consigo habitar no caos, quando tenho um lado estável e inquebrável, onde eu volto a mim. Olho para a minha filha, brinco com ela. Adoro cozinhar. É uma terapia, para mim, ir para a cozinha. Fazer uma refeição é uma coisa de partilha. Estamos a presentear o outro com o amor que projetámos naquela comida e naquele momento. Gosto de habitar nesse sítio. É nesse sítio que me reconstruo.
Foi fazendo coisas muito diferentes ao longo do seu percurso.
Muito diferentes, sim, e onde aprendi bastante. Ser ator não é um pentáculo, é um decatlo. Temos de fazer dez modalidades ao mesmo tempo e quanto melhor for a nossa performance nessas modalidades, o todo vai, obviamente, beneficiar com isso.
E como é que o Diogo se prepara para desafios tão distintos?
Com os contributos que me dão: “Diogo, a temática da peça é esta, gostava que fizesses isto, os atores são estes, os primeiros ensaios são de leitura para nos ouvirmos uns aos outros. Olha, nesta cena acho isto. Tu achas o quê?” Começarmos a criar uma homogeneidade de ideias para que
todos consigamos passar as mesmas imagens. Eu não posso estar a fazer uma cena a pensar numa coisa e outro ator a pensar noutra, porque o todo fica desencontrado. A nossa função é fazer com que o público viva uma história diferente nesse momento e o nosso papel é fazer com que ele mergulhe naquela história. De que forma? Criando imagens, referências, pensamentos, dúvidas, reflexões para que ele se identifique. As pessoas perguntam “Como é que vocês decoram aquele texto?” Não é decorar um texto, é um conjunto, uma história. Nós criamos imagens na nossa cabeça e fazemos aquela viagem todos os dias de forma igual. Eu sei que daqui vou para ali, a personagem vai ver aquilo, vai cheirar aquilo, porque tenho de imaginar a ambiência, a densidade, a tensão…, mas, claro, há variáveis. Há a variável do humano, do ator, se almoçou, se apanhou trânsito, chuva, se estacionou bem o carro, se morreu alguém, se está alguém doente, se pagou as finanças, se tem comida no frigorífico. No entanto, a nossa função é chegar ao teatro e deixar esses problemas lá fora.
É a magia do teatro.
Claro, como um mágico. O mágico também tem os truques preparados, o bom é que não se note. Nós também temos os nossos truques preparados. É impossível sofrermos todos os dias a fazer um espetáculo, há truques para isso. Cada um tem o seu, não há uma fórmula. Há uma série de contingências que fazem com que isto seja bastante variável e aí é que está o bonito do teatro e da vida.
O público, quando vai ao circo, não vai para ver o homem passar na corda bamba de uma ponta à outra. Vai para ter a sensação de o ver cair. No teatro acontece a mesma coisa. As pessoas vão ver para sentir a adrenalina da possível falha a qualquer momento, a qualquer segundo, do tapete estar constantemente a ser tirado. Nós temos esse lado perverso da satisfação
da falha, da satisfação do fracasso. Não o nosso, o do outro. Há um lado vampírico.
Tem alguma superstição?
Tento não ter, mas gosto de rotinas. Entro no teatro, chego quatro horas mais cedo, vou beber o meu café. Começo a baixar o ritmo. Depois, vou ver a roupa. O fecho funciona, os botões estão todos. Vou ao palco ver se os meus adereços estão todos no sítio. Olho para as luzes. Começam a chegar os meus colegas. Começo a sentir a energia deles para nos realinharmos todos. Isso é espontâneo, está no invisível. No dia a seguir, tento fazer igual. Porquê? Porque não tenho de pensar. De repente, crio essa rotina. Sei que aquilo funcionou, correu bem. Descansa-me a cabeça saber que tenho a roupa organizada, que tenho os adereços no sítio.
Trabalho por pontos: O texto está sabido, a relação com as luzes está, as minhas contracenas estão bem trabalhadas, a minha relação com o texto também, as minhas marcações estão completamente dominadas, a expressão corporal. Portanto, se souber exatamente aquilo que vou fazer para cima do palco essas inseguranças são cada vez menores. Esse simples facto de ter um domínio total e absoluto sobre os meus processos, os meus adereços, a minha construção dá-me um descanso incrível, porque só depende de mim, não estou a depender dos outros e os outros são falíveis, eu tento não ser.
Além de ator, é também dobrador. Porquê as dobragens?
A imagem conota-nos muito com o projeto, não é? Se fizer um projeto marcante, em que sou um professor, tenho de ter um desmame de imagem, tem de haver essa desintoxicação da imagem para conseguirmos criar outro. A voz não, a voz é uma coisa mais flexível, mais imediata, não nos conota tanto, porque ela vai acompanhada de um boneco.
Os filmes de animação não são feitos apenas para as crianças, os adultos que as acompanham captam também outras mensagens. Se fizermos um produto só com as cores primárias, estamos a sectorizar o nosso público. Se pusermos vários degradês na nossa paleta, as cores primárias continuam lá, as crianças continuam a ver essas, mas os adultos vão conseguir ver os degradês. O teatro também funciona um bocadinho assim para tentarmos chegar a vários públicos, a várias linguagens.
Um grande marco no seu percurso como dobrador foi dar voz a Remy, o rato cozinheiro de Ratatouille. Sim, foi um dos primeiros projetos. Se fosse agora, tenho a certeza que me divertiria muito mais e sofreria muito menos, porque era muito novo na altura, mas é uma sensação incrível. Tem o efeito graffiti. Nós morremos, mas ficamos cá. Aquelas pessoas que fazem graffiti querem, de certa forma, perpetuar-se um bocadinho, deixar qualquer coisa. Isso é antológico. Qualquer coisa de mim vai cá ficar, vai ficar para os meus netos. E ainda por cima, é um filme da Disney, portanto, há uma chancela de qualidade.
Com a inteligência artificial cada vez mais presente, a voz humana continua a ser insubstituível?
Quando somos mais novos, o coração bate a uma velocidade e à medida que vamos envelhecendo, o coração vai desacelerando. Essas nuances, a respiração, a forma como nós olhamos e interpretamos o cair da chuva, o nascer do sol, é uma coisa tão particular. Tem a ver com uma história única que é a minha e que nunca se vai repetir. Nós somos uma equação única.
A inteligência artificial vai-se basear em padrões, em receitas montadas e nós não somos uma receita montada, somos uma receita constantemente volátil, instável, inquieta, com sensações, reações. Como
é que se passa isto para um algoritmo? É impossível.
Aquilo que escolhi fazer para a minha vida não é compatível com avatares, nem com robôs. Se calhar, ainda bem que essa inteligência artificial aparece, porque as pessoas vão sentir mais necessidade de terem contacto com humanos. E onde é que vão estar? No teatro, nos concertos...
Estamos no Auditório José de Castro. Como é que nasceu a Quartel 41 e que papel vai desempenhar aqui?
A Quartel 41 nasceu da necessidade de habitarmos culturalmente no concelho. Ainda por cima, um concelho de excelência, onde nasci e vivi.
Acho que há espaço para todos, portanto, achei que cabia, perfeitamente, a Quartel 41 na minha vida, com as ideias que tenho, com aquilo de que gosto, gostava de fazer, quero fazer e vou fazer e que é extremamente pertinente ao concelho, à atualidade, a este espaço e a esta comunidade que, aos poucos, estou a conhecer. Foi um espaço muito desejado pela comunidade, uma comunidade superatenta, com interesses culturais bastante latentes, com iniciativa, com projetos. Precisava-se de um espaço para dar razão aos projetos e às ideias que tinham e têm e eu estou aqui também para acrescentar a essas ideias, dinamizá-las, encaixá-las no auditório, porque me parecem pertinentes, úteis e que se enquadram perfeitamente na estética e na linguagem que eu gostava de trabalhar.
Quais são os planos para o futuro deste espaço?
Estou numa fase de perceber a comunidade. De que forma é que o Diogo, com 42 anos, pode acrescentar a esta geração, aprender com ela e perceber se eles também querem perceber-me a mim para os dois arranjarmos um meio termo.
Por sua vez, tentar, ao máximo, que os projetos que sejam colocados no José de Cas-
tro vão ao encontro da linguagem inicial, profissional, digna, porque quero que o espaço seja visto assim. Fazer uma programação cuidada leva tempo e trabalho, mas quero que o espaço ganhe uma vida autónoma. Obviamente, que precise de mim, mas que vá precisando menos, porque se ele ganhar essa vida, às tantas, é gerir, é calendarizar.
Estou em constante comunicação com a Câmara Municipal de Oeiras. Tem sido um prazer enorme, tenho sido ouvido em todas as ocasiões e também ouço. Tem havido sempre um diálogo muito correto, muito preocupado do trabalho ser conjunto. Não me largaram aqui e isso é bom sentir, porque a possibilidade da falha reduz-se.
Há muitas ideias para se trabalhar e a Quartel 41, que, neste momento, gere este incrível espaço, não tem de ficar limitado a um espaço físico também. O concelho tem um potencial imenso.
Que projetos podemos esperar?
Em abril, vamos ter um infantil e o “Blackbird”, que vai regressar.
Há projetos que vão chegar sem eu ir à procura. Portanto, também estou a criar uma primeira publicidade do que é que venho para aqui fazer. Estou aqui para ser um catalisador desses projetos, para lhes dar essa identidade. Tenho de ser coerente naquilo em que acredito. Há públicos para tudo. Há ideias para tudo. As minhas são estas.
As coisas fazem-se aos poucos. Vai-se testando, errando, repensando, refazendo. Espero continuar com a mesma alegria e com a mesma vontade e espero que o espaço seja contaminado por isso, porque se eu estiver bem, o espaço vai estar incrível. Cuido deste auditório como se fosse a minha casa.

DIOGO MESQUITA
EM 10 RESPOSTAS

Qual é a sua banda sonora favorita de sempre?
“Cinema Paraíso”, Ennio Morricone.
Que personagem ainda não dobrou, mas gostava de o fazer?
D’Artacão.
Qual é a chave para uma boa dobragem?
É ouvir. Ouvir tudo, os bonecos, o produto, o diretor, o técnico.
Se pudesse encarnar uma personagem, qual seria?
Adolf Hitler. Gostava de perceber aquela cabeça. Acho que é um desafio incrível fazer-se uma personagem assim.
Dobrar personagens ou ser a personagem?
Ser. Dobrar é a forma. Ser é outro sítio. Mergulha-se. Vai-se ao lado perverso, ao lado contorcido e aprende-se a amar assim, porque nós temos de amar as nossas personagens, se não elas não saem bem, não saem da zona da verdade. O meu trabalho é largar esse olhar crítico e aprender a entender a personagem.
Qual é a sua comida portuguesa favorita?
Bacalhau cozido com todos.
Qual é o seu lugar de refúgio?
Continua a ser a minha mãe. Enquanto eu tiver os braços dela, é um refúgio físico. Depois, o refúgio transformar-se-á.
Se não fosse ator, que profissão teria?
Teria seguido desporto ou uma carreira militar.
Quem mais o inspira?
A minha filha.
Que livro recomenda aos leitores do roteiro cultural 30 Dias?
Se queremos inspirar e colocar as pessoas num lugar de empatia e de amor, “O Principezinho”, de Antoine de Saint-Exupéry.
ANTÓNIO REBELO DE ANDRADEIDENTIDADE, HERANÇA E PERTENÇA
Aação preponderante de António Rebelo de Andrade (1696 - 1763) sobre Oeiras, assim como a dedicação com que abraçou a causa de erguer a atual Igreja de Nossa Senhora da Purificação, na primeira metade do século XVIII, fez de si uma das figuras de maior relevo do panorama histórico, cultural e religioso deste município. O seu legado, aclamado pela memória e por um povo, não se cinge à obra física que nos deixou, a sua herança é, acima de tudo, identitária, consubstanciando-se na essência de uma conceção de “cultura”, e privilegiando muito mais do que um simples conjunto de ações beneméritas, iniciando, deste modo, e talvez inadvertidamente, a criação de uma verdadeira linha de mecenato, em Oeiras.
Durante a sua superintendência, sob empréstimo, despendeu de uma elevada verba para a conclusão da Igreja Matriz, assim como para a sua recuperação, no
pós-Terramoto. Sabe-se que terá efetivamente oferecido 1.800$898 durante todo o processo, assim como as pinturas, o sino, um novo sacrário entalhado e dourado a ouro, a pia batismal, a balaustrada, entre outros elementos. Em pleno século XVIII, António Rebelo de Andrade comporta-se, em Oeiras, como se de um mecenas da Renascença se tratasse.
É importante referir que no século XVIII, o mecenato em Portugal desempenhou um papel decisivo na afirmação de uma identidade cultural enraizada no esplendor artístico e na renovação do património. Impulsionados, quer pelo desejo de prestígio, quer por um verdadeiro sentimento de benevolência, os grandes senhores investiram em palácios, igrejas, jardins e coleções de arte que materializavam o poder e o gosto da elite. Este apoio permitiu o florescimento de oficinas de talha dourada, pintura,
A ação preponderante de António Rebelo de Andrade (1696-1763) sobre Oeiras, assim como a dedicação com que abraçou a causa de erguer a atual Igreja de Nossa Senhora da Purificação, na primeira metade do século XVIII, fez de si uma das figuras de maior relevo do panorama histórico, cultural e religioso deste município.

azulejaria e arquitetura, consolidando uma linguagem visual própria que, ainda hoje, marca o imaginário patrimonial português. Mais do que simples patronos, aristocratas e burgueses endinheirados, tornaram-se agentes culturais, canalizando recursos e sensibilidades que moldaram a memória artística do país e reforçaram o sentimento de continuidade histórica.
Naturalmente, a população não ficou indiferente ao interesse e fulgor que o Superintendente depositou nesta empresa. A qualidade arquitetónica do templo era inegável e a gratidão inesgotável. Assim, à época, numa reunião magna, instituiu-
-se, por doação, três tribunas do lado direito da galeria, para que este, sua família, herdeiros e sucessores, pudessem assistir às celebrações com a maior comodidade e honra possível.
António Rebelo de Andrade encontra-se sepultado na Igreja de Nossa Senhora da Purificação, espaço que ajudou a edificar e engrandecer e que ainda hoje o acolhe, bem perto, também, da antiga Quinta de Nossa Senhora do Egipto, atualmente Centro Cultural Palácio do Egito, local onde residiu e que se tornou, também, um dos seus projetos pessoais mais queridos.

CANTINA DO BARÃO
A Cantina do Barão nasce no coração da antiga Fábrica da Pólvora de Barcarena, onde outrora se fabricava fogo e hoje se cozinha a memória. Entre paredes carregadas de história, o chef Miguel Garcia recria a cozinha portuguesa com irreverência, respeito e imaginação, como se tivesse encontrado receitas esquecidas num velho baú do Barão. Aqui servem-se pratos de raiz tradicional, reinventados com técnica, humor subtil e muito sabor. É uma cantina no nome, mas na alma é um lugar onde o passado se senta à mesa com o presente… e fica para sobremesa.
Segunda a quarta / 12h00 às 15h00
Quinta a domingo / 12h00 às 15h00 e 19h00 às 22h00
Preço médio da refeição 30€/por pessoa
GRUPOS DE LEITORES
Leituras de excertos e apreciação de obras, por um grupo de leitores previamente inscritos e moderada por um técnico da biblioteca.

DESGRAÇA
DE J. M. COETZEE
13 E 20 JAN.
Terças / 18h00 / Biblioteca Municipal de Oeiras
O CASAL FELIZ DE NAOISE DOLAN 19 JAN.
Segunda / 18h00 / Biblioteca Municipal de Carnaxide

A
MORTE DE IVAN ILIITCH DE LEV TOLSTÓI

MODERAÇÃO DA ESCRITORA SUSANA MOREIRA MARQUES. 21 JAN.
Quarta / 18h30 / Biblioteca Municipal de Algés
FLORES PARA ALGERNON DE DANIEL KEYES 29 JAN.
Quinta / 18h00 / Biblioteca Municipal de Barcarena
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Bibliotecas Municipais
Algés - tel. tel. 210 977 480/1, susana.l.serrano@oeiras.pt
Barcarena - tel. 210 977 440, ana.f.silva@oeiras.pt
Carnaxide - tel. 210 977 430, josefina.melo@oeiras.pt
Oeiras - tel. 214 408 329, maria.rijo@oeiras.pt

SILENT BOOK CLUB -
CLUBE DO LIVRO SILENCIOSO
Convidamos amigos e estranhos a uma reunião num ambiente acolhedor e informal. Durante 1h, cada um lê o seu livro em silêncio e, no final, quem o desejar, pode – ou não – trocar ideias e pensamentos sobre o que se encontra a ler, num período de 15 a 30 minutos. O que se pretende é que se desfrute de livros e amigos, sendo que todos os leitores são bem-vindos, sendo aceites e-books, audiolivros, livros didáticos, BD, etc.
17 JAN.
Sábado / 11h00 / Livraria Municipal Verney . Oeiras
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt

LANÇAMENTO
DO LIVRO “MADEIRO, FOLIO DE POESIA V”
Apresentação do projeto de criação poética, coordenado pela Câmara Municipal de Penamacor que, há 5 edições cruza poetas do espaço ibérico a propósito de um dos ancestrais da nossa identidade: O Madeiro. 17 JAN.
Sábado / 15h00 / Livraria Municipal Verney . Oeiras
INFORMAÇÕES tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt

CLEVA - CORO DE LEITURA EM VOZ ALTA ABERTURA
DE 10 NOVAS INSCRIÇÕES
O CLEVA, Coro de Leitura em Voz Alta de Oeiras, dinamizado pela Andante e apoiado pelo Município de Oeiras, vai abrir 10 novas inscrições para 2026. Um coro de vozes leitoras para ler livros e construir novos universos sonoros.
A PARTIR DE 20 JAN.
(sessões quinzenais) Terças / 17h30h às 20h00
Livraria Municipal Verney . Oeiras
QUIZ LITERÁRIO
Considera-se um bom leitor ou mesmo um perito em literatura? Venha colocar à prova, com muito humor e boa disposição, os seus conhecimentos sobre livros, escritores, prémios literários, e outras curiosidades do mundo da literatura. Com prémio surpresa para todos os participantes.
23 JAN.
Sexta / 21h00 / Biblioteca Municipal de Oeiras
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES (gratuitas e por ordem de chegada) livraria.verney@oeiras.pt

FERNANDO PESSOA E LUIZ DE CAMÕES,
POR RICARDO BELO DE MORAIS
Primeiro de seis encontros com Ricardo Belo de Morais, escritor e investigador, autor de várias obras que têm como referente Fernando Pessoa. A influência de Camões em Pessoa é clara e notória – especialmente em “Mensagem”, o único livro em português que o poeta publicou em vida. Pelo meio, ficaram múltiplas ligações pessoanas com o “pai” que se venera, o fantasma que intimida e o herói que é preciso destronar. Fernando Pessoa teve, toda a vida, em Camões, uma figura tutelar. E é isso mesmo que vamos perceber, neste primeiro de seis encontros “Fernando Pessoa et al.”

24 JAN.
Sábado / 15h00 / Livraria Municipal Verney . Oeiras Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
INFORMAÇÕES
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
GRUPOS DE LEITORES MINISTÉRIO DOS LIVROS
Um grupo de leitores para quem gosta de partilhar ideias e opiniões sobre livros, especialmente de géneros como o policial e o thriller, a fantasia e até o terror. Também com partilha de sugestões de leitura e quizes. As sessões são na última segunda-feira do mês, presencialmente na Biblioteca Municipal de Carnaxide e online no nosso canal do Discord. Em Janeiro, o livro discutido será Falsas Memórias, de Blake Crouch.
Para maiores de 16 anos.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES tel. 210 977 340, ana.cruz@oeiras.pt

26 JAN.
Segunda / 18h00 / Biblioteca Municipal de Carnaxide e online no Discord

MAP OEIRAS | MOSTRA DE ARTES DA PALAVRA
CLUBE DA PALAVRA #12
SESSÃO DE APRESENTAÇÃO CLUBE DA PALAVRA 2026 C/ MICROFONE ABERTO
COM ANABELA GALHARDO COUTO
A sessão abre com a apresentação da filosofia e modo de funcionamento do Clube da Palavra, seguida da divulgação da programação e do calendário para 2026. Depois, chega o momento mais esperado: o “Microfone Aberto”, um espaço para partilha e celebração da palavra lida. Os participantes do Clube são convidados a ler pequenos textos ou excertos que os inspirem, sejam criações próprias ou obras de autores que admiram. Cada leitura terá a duração máxima de 3 minutos, garantindo um ritmo dinâmico e envolvente para todos.
Os primeiros 10 participantes a chegar receberão grátis o livro “Toda a Gente Tem Um Plano”, de Bruno Vieira Amaral, que será tema da sessão seguinte.
24 JAN.
Sábado / 18h00 / Templo da Poesia . Parque dos Poetas

CAFÉ DOS POETAS #37 POESIA E ROMANTISMO

Em Janeiro, o Café dos Poetas mergulha nas águas profundas e passionais do Romantismo, o movimento literário que celebrou o eu, a liberdade e as emoções intensas. Nesta sessão, revisitam-se as vozes que marcaram esta época, de Almeida Garrett, Alexandre Herculano, e Soares de Passos em Portugal, ao panorama internacional com Victor Hugo, Lord Byron, e a mestria sombria de Edgar Allan Poe. Através da palavra dita explora-se a estética romântica, onde o sentimento prevalece sobre a razão, numa viagem poética com três convidados e um moderador acompanhados pela música surpreendente de Filipe Valentim.
Com Fernando Pinto do Amaral, Rita Tormenta, Maria de Lourdes Rosado (Luchapa), Nuno Miguel Guedes.
29 JAN.
Quinta / 21h30 / Templo da Poesia . Parque dos Poetas
TERTÚLIA
ATENÇÃO AOS OUTROS FADO, FLAMENCO E CANÇÃO NAPOLITANA COORD.
MANUEL BARÃO DA CUNHA
Abordagem às afinidades entre os géneros poético-musicais, fado, flamenco e canção napolitana, sublinhando a herança da música árabe em todos eles, documentadas com exemplos de música gravada, imagens fixas e vídeos. Figuras referidas - D. Pedro de Bragança, Trio Odemira, Camarón de la Isla, Manolo el Malagueño, Niña de la Puebla, Juanito Valderrama, Cecilia Bartoli, Argentina.
7 JAN.
Quarta / 14h30 / Livraria Municipal Verney . Oeiras Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
INFORMAÇÕES tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
COM AUTORES DO 25 DE NOVEMBRO AOS NOSSOS DIAS
Espaço de conversa sobre obras literárias, artísticas ou científicas com os seus criadores, estudiosos ou divulgadores. Ou sobre temas de interesse para a comunidade. Raquel Varela e Adriano Zilhão serão os convidados desta sessão.

8 JAN.
Quinta / 21h15 / Biblioteca Operária Oeirense, Rua Cândido dos Reis, 119 . Oeiras
Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
INFORMAÇÕES
tel. 962 050 304 (segunda a sexta, 15h00 às 19h00)
CICLO CULTURA, DEMOCRACIA E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ
3ª SESSÃOCRIAR CUMPLICIDADES, CONSTRUIR COMUNIDADES
Actuar, ver e pensar o mundo de hoje a partir do local para o universal é o que se propõe neste ciclo. A Biblioteca Operária Oeirense tem sido, desde 1933, um cadinho dessa reflexão e acção e por isso se começou por ela. Esta sessão abordará os propósitos que têm guiado a BOO, em particular desde fim dos anos 70, início de 80, com a criação de vários grupos e que se mantêm actuais nos dias de hoje.
Com Domingos Morais, João Pedro Galveias e Madalena Mota.
8 JAN.
Quinta / 21h15 / Biblioteca Operária Oeirense, Rua Cândido dos Reis, 119 . Oeiras Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
INFORMAÇÕES
tel. 962 050 304 (segunda a sexta, 15h00 às 19h00)



CLÁSSICOS EM OEIRAS
ORQUESTRA DE CÂMARA
DE CASCAIS E OEIRAS

CONCERTOS DE ANO NOVO
A Natureza sempre foi uma fonte inesgotável de inspiração para artistas, pintores, poetas e compositores. É difícil permanecermos indiferentes perante uma paisagem deslumbrante, ao ouvir o canto dos pássaros ou o murmúrio das águas que percorrem uma ribeirinha. Muitos de nós deixam-se encantar pelas cores vibrantes das flores da primavera e pelas tonalidades que o outono pinta nas folhas das árvores. Essa beleza transforma-se em música nas mãos dos compositores, que, através das notas e melodias, nos conduzem a viagens e experiências inesquecíveis.
Este ano, porém, é a preocupação com o futuro do nosso planeta – e com os efeitos negativos da ação humana sobre a Natureza – que serve de tema e fio condutor do concerto. Com a ajuda de Rossini, Tchaikovsky, Debussy, Strauss, entre outros, daremos voz ao nosso amor pela Mãe Natureza e ao apelo urgente pela sua proteção e preservação.
Com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, dirigida pelo maestro Nikolay Lalov. 2 E 3 JAN.
Sexta / 21h30 / Sábado / 18h00 / Auditório Municipal Ruy de Carvalho. Carnaxide
Aconselhado para maiores de 6 anos. Interdito a menores de 3 anos. BILHETES (5€)
À venda nos postos municipais e rede Ticketline.
Aconselhado para maiores de 6 anos. Interdito a menores de 3 anos. Não se efetuam reservas. Não é permitida a entrada após o início do concerto.
NATAL EMCANTOS
Concertos de Natal na realizado pelo Coro Novus Cantus, com destaque para os cânticos com melodias tradicionais portuguesas e os “carols”, de origem anglo-saxónica.
3 E 4 JAN.
Sábado e domingo / 16h00 / Igreja de Nossa
Senhora da Conceição . Outurela
Entrada gratuita, limitada aos lugares existente.
INFORMAÇÕES
novus.cantus.pt@gmail.com
Concerto do Cramol e do grupo coral convidado, o Rancho Folclórico Flores da Beira, também sediado no concelho de Oeiras. Depois do concerto, saída para a rua para cantar as janeiras com o público.
Organização da Biblioteca Operária Oeiras e Cramol.
4 JAN.
Domingo / 16h00 / Igreja Matriz de Oeiras Entrada livre.
INFORMAÇÕES
tel. 965 538 576 (Margarida Silva), 962 343 967 (Cristina Rosa)
RECITAL
“A MORTE E A DONZELA”
Um dos mais emblemáticos quartetos de cordas, “A Morte e a Donzela” foi escrito por Schubert num dos períodos mais difíceis da sua vida, o que explica o carácter intenso da obra. O título deriva do lied homónimo de 1817, cujo motivo serve de base ao segundo andamento. O programa inclui ainda uma obra de Ermanno Wolf-Ferrari, assinalando os 150 anos do seu nascimento.
E. Wolf-Ferrari (150 anos) - Quarteto de Cordas em Lá menor
F. Schubert - Quarteto “A Morte e a Donzela”
Com solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.
24 JAN.
Sábado / 18h00
Auditório Municipal Maestro César Batalha . Oeiras
BILHETES 5€
À venda nos postos municipais e rede Ticketline.
tel. 214 408 565, carlos.pinto@oeiras.pt
CONCERTO COMENTADO MÚSICA DO TEMPO DE MARQUÊS DE POMBAL
Este programa tem como finalidade a formação e fidelização do público no âmbito da música erudita, apresentando-o de forma pedagógica e inspirado em arquétipos que continuam a ser exemplos e referências mundiais. Em Janeiro, obras de A. Marcello e T. Albinoni, com Sofia Brito (oboé) e Mariana Soares (piano) e comentários a cargo do maestro José Soares.
11 JAN.
Domingo / 17h00 / Auditório da Biblioteca Municipal de Barcarena Entrada livre, sujeita à lotação da sala, com distribuição de senhas a partir das 16h00. Não é permitida a entrada após as 17h00. M/6 anos.


CONCERTO DE HOMENAGEM A DINIS COSTA
Músicos e amigos reúnem-se para um concerto de homenagem à vida e ao talento do pianista Dinis Costa.
6 JAN.
Terça / 21h00 / Teatro Municipal Amélia Rey Colaço . Algés M/6 anos.
INFORMAÇÕES E RESERVAS tel. 919 714 919, cda.reservas@gmail.com
CORO COMUNITÁRIO
“A CAPELA E O POVO”
O Coro Comunitário de Oeiras, criado no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, vai retomar os ensaios em janeiro. A iniciativa é aberta a todos os munícipes a partir dos 15 anos, com ou sem formação musical, e pretende reunir vozes de diferentes gerações em torno da memória da democracia, do cancioneiro popular e de novas criações coletivas. O calendário para o primeiro semestre de 2026 inclui sessões a 17 e 31 de janeiro, 14 de fevereiro, 7, 14 e 28 de março, 11 e 18 de abril, terminando com um ensaio geral a 23 de abril.
17
E 31 JAN.
Sábados / 10h00 às 13h00 / Auditório da Escola Secundária Luís de Freitas Branco . Paço de ArcosCarnaxide
CONCERTO PELE
Pele é um concerto a solo do músico, compositor e perfomer José Grossinho que cruza guitarra eléctrica com electrónica em tempo real. O projeto parte da exploração da relação entre o som tocado e o som processado, combinando técnicas instrumentais com manipulação digital ao vivo.
20 JAN.
Terça / 21h00 / Teatro Municipal Amélia Rey Colaço . Algés M/6 anos.
INFORMAÇÕES E RESERVAS geral@emnsc.pt
BILHETES (10€) bol.pt
INFORMAÇÕES dca@oeiras.pt

CONCERTO DE CRISTOVÁM
Depois de conquistar reconhecimento internacional mantendo-se fiel à autenticidade do indie-folk, Cristóvam apresenta o álbum Desert of Fools. Um concerto que cruza emoção, simplicidade e entrega genuína, e que celebra a canção como ponto de encontro e a vulnerabilidade como lugar de força.

17 JAN.
Sábado / 21h30
Auditório Municipal Ruy de Carvalho . Carnaxide
CONCERTO DE FRANCISCO SASSETTI - “HOME”

Já são mais de três décadas que Francisco Sassetti conta quando quer medir a sua relação, que é muito profunda, com o piano. Este novo trabalho a solo, marca uma nova etapa da sua vida, mostrando-o também como compositor, abrindo as portas para um lado mais íntimo e secreto da sua personalidade.
24 JAN.
Sábado / 21h30
Auditório Municipal Ruy de Carvalho Carnaxide
Rita Carmo
CONCERTO “DANÇA DE RODA”, DE MIGUEL TAPADAS
Este projecto nasce da necessidade de trazer à luz criações originais que partem das influências da terra e da ancestralidade, e se concretizam num encontro do jazz com a música tradicional e erudita. O foco é, também, a renovação de um universo inequivocamente português dentro do jazz. Com Miguel Tapadas(piano), Rui Pereira (bateria), Miguel Menezes (contrabaixo), António Pinto (guitarra) e Cláudio Silva (trompete).
ADIADO.
NOVA DATA A ANUNCIAR


CONCERTO
Uma das artistas mais versáteis e acarinhadas pelo público português, Rita Ribeiro apresenta-se neste espetáculo, com o fadista Jorge Baptista da Silva, interpretando fados, canções, marchas, temas de revistas e filmes. Com acompanhamento de Tiago Pirralho (acordeão) e Luís Ribeiro (guitarra).
ADIADO.
NOVA DATA A ANUNCIAR
BILHETES (10€)
Cristovám: 10€ plateia, 8€ balcão
Miguel Tapadas: 10€ plateia, 8€ balcão
Francisco Sassetti: 10€ plateia e balcão
Cantigas da Rua: 10€ plateia e balcão
INFORMAÇÕES
tel. 214 430 799, 214 408 582/24, paulo.afonso@oeiras.pt
H2M1 PARTE 6 – O INÍCIO
Uns dizem que foi há 6 mil anos outros há cerca de 4,5 milhões de anos, que surgiram os primeiros de entre os primeiros! Dos primeiros, nenhum deles sabe quem é ao certo, portanto pouco importa que um seja Salvador e outro seja Bernardo. Tinha tudo para ser uma comédia porreirinha, de humor inteligente, daquele que os eruditos gostam (ah e tal, ri, mas saí a pensar…), mas não é.
Texto de Pedro Almeida Ribeiro e encenação de Carlos d`Almeida Ribeiro. Com Carlos d’ Almeida Ribeiro e Lourenço Henriques.
ATÉ 31 JAN.
Sextas e sábados / 21h30 Auditório do Teatro Independente de Oeiras . Oeiras M/16 anos.
BILHETES 15 a 18€
INFORMAÇÕES tel. 214 406 878, bilheteira@teatrodeoeiras.com

CONCURSO DE TEATRO
FALA-ME DISSO - 6ª EDIÇÃO
Muito mais do que um concurso, é uma oportunidade de formação que aproxima os jovens ao teatro e lhes permite descobrir mais sobre si mesmos e sobre o universo da representação, de forma gratuita e com artistas profissionais. Para alunos do 3º ciclo de escolas de Oeiras.
17 JAN. (1ª AUDIÇÃO).
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES cda.formacao@gmail.com
Sábado Teatro Municipal Amélia Rey Colaço . Algés

GRAÇA MORAIS
APRESENTAÇÃO PÚBLICA DA OBRA DE GRAÇA MORAIS EM HOMENAGEM AOS PRESOS POLÍTICOS DA PRISÃO DE CAXIAS. O Município de Oeiras pretende recordar e homenagear os milhares de presos políticos da Prisão de Caxias, até 25 de Abril de 1974. Nesse sentido será erigido um painel de azulejos de 6 por 20 metros que reproduz a obra que agora se apresenta no Palácio Anjos, de autoria de Graça Morais. Apresentação pública da obra de Graça Morais em homenagem aos presos políticos da prisão de Caxias
A PARTIR DE 30 JAN.
Terça a domingo 11h00 às 18h00 (última entrada 17h30) Encerra às segundas e feriados e nas tolerâncias de ponto Palácio Anjos. Algés
INAUGURAÇÃO 29 JAN.
Quinta / 18h00 Palácio Anjos . Algés
ENTRADA GRATUITA.
João Krull
WORLD PRESS CARTOON OEIRAS 2025
Desde 2005 que o World Press Cartoon é um dos mais prestigiados eventos internacionais dedicados ao desenho de humor, caricatura e cartoon editorial e, após 17 edições, é com uma enorme satisfação que o Município de Oeiras, em 2025, acolhe mais uma nova edição. Fundado por António Antunes – reconhecido cartoonista português –, este certame anual tem como principal objectivo distinguir a excelência e a qualidade dos trabalhos publicados na imprensa mundial, funcionando como um barómetro da liberdade de expressão e da vitalidade do jornalismo satírico.
Mais do que uma competição, o World Press Cartoon é uma plataforma de reflexão sobre o papel do desenho de imprensa na sociedade contemporânea.
O evento destaca a importância da sátira como ferramenta de análise, comentário e, em muitos casos, de denúncia, sublinhando a sua relevância num mundo em constante mudança.
Ao longo dos anos, o World Press Cartoon consolidou-se como um ponto de encontro para artistas, jornalistas e entusiastas do género, provenientes de todas as partes do globo que, juntos, contribuem para a valorização e reconhecimento de uma forma de arte que perdura pela sua capacidade de captar a essência dos tempos.
É um tributo à inteligência, à criatividade e, acima de tudo, à coragem dos que usam o lápis e o humor para nos fazer pensar.
EXPOSIÇÃO
ATÉ 8 FEV.
Terça a domingo 11h00 às 18h00 (última entrada 17h30) Encerra às segundas e feriados e nas tolerâncias de ponto Palácio Anjos. Algés
BILHETES
à venda na Tickteline e Palácio Anjos, 12€ não residentes, 6€ residentes, com descontos aplicáveis.
Domingos até às 14h00 entrada gratuita.
INFORMAÇÕES
tel. 214 111 400/3, panjos@oeiras.pt


CAIXA NEGRA JOANNA LATKA
CICLO CAIXAS
PARA GUARDAR A MEMÓRIA
Joanna Latka é a terceira artista deste ciclo expositivo, projeto que reflete e problematiza a ideia de um possível arquivo da existência humana através do convite a diferentes artistas para o exercício de a partir do seu reportório identitário trabalharem a relação entre Território, Identidade e Memória.
Terça a domingo 11h00 às 18h00 (última entrada 17h30) Encerra às segundas e feriados e nas tolerâncias de ponto Palácio Anjos. Algés
INFORMAÇÕES
tel. 214 111 400/3, panjos@oeiras.pt


PROGRAMAÇÃO
SERVIÇO EDUCATIVO
Atividades paralelas às exposições*
VISITAS ORIENTADAS
para público geral e grupos organizados. Dinamizado por Associação FOmE
É preciso fazer um desenho?
público adulto
10 E 24 JAN.
Público geral
Sábados / 12h00
Valor de entrada na exposição
14 JAN.
Grupos organizados
Quarta / 14h30
ATELIERS PARA FAMÍLIAS
Dinamizado por Associação FOmE
Ai que exagero
Para famílias com crianças a partir dos 4 anos
10 JAN.
Sábado / 11h00 / Gratuito
Workshop de Malabarismo
Dinamizado por Pedro Gouveia
Para famílias com crianças a partir dos 6 anos
24 JAN.
Sábado / 11h00 / Gratuito
* Mediante inscrições.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
tel. 214 111 403
VISITAS ESCOLARES*
Dinamizado por Apigmenta
Cidade Dançante
Para famílias com crianças a partir dos 5 anos.
17 JAN.
Sábado / 11h00 / Gratuito
Noticias Inventadas
Para famílias com crianças a partir dos 6 anos.
31 JAN.
Sábado / 11h00 / Gratuito
A programação escolar é desenvolvida de forma a proporcionar visitas específicas para cada ciclo de estudos. As escolas públicas do concelho de Oeiras deverão fazer as marcações através da plataforma Oeiras Educa, www.oeiraseduca.pt. Para as restantes escolas, visitas às quartas 10h00, marcações através do email se.panjos@oeiras.pt
RESISTÊNCIA E LIBERDADE,
TANTAS HISTÓRIAS PARA CONTAR
Os indivíduos e movimentos sociais empenhados na resistência ao regime desafiaram as formas convencionais de ver e agir da sua época através de múltiplas ações em múltiplos contextos. Nesta exposição mostramos 42 pessoas que conheceram a prisão de Caxias porque reagiram a uma sociedade desigual e repressiva, tentando ações de solidariedade e de protesto. Ações normais de cidadania numa sociedade democrática, mas perigosas numa ditadura. Fizeram-no apesar da repressão violenta da liberdade e pagaram com a prisão e tortura pelas suas atividades. Mas foram construindo as condições que eclodiram na revolução de 25 de Abril. Hoje ao celebrar-se a vitória, é necessário resgatar a memória da resistência, da luta. Restam destes dias histórias de vida que importa reconhecer publicamente. Esta iniciativa tensiona devolver a narrativa aos seus protagonistas, num esforço coletivo de exposição e passagem de conhecimento entre gerações.

ACTIVIDADES
PARALELAS
ENCONTROS À QUINTA *
“Luta Armada”
Terceira sessão do ciclo Conversas sobre Resistência e Liberdade, cujo tema será a “Luta Armada”. Moderação do jornalista Mário Galego.
22 JAN.
Quinta / 21h00 (visita à exposição)
21h30 (conversa na Livraria Municipal Verney)
* Mediante inscrições.
INSCRIÇÕES (GRATUITAS)
tel. 214 408 781, ccpegipto@oeiras.pt

ATÉ 25 ABR.2026
Terça a sábado / 11h00 às 17h00 Centro Cultural Palácio do Egipto. Oeiras Encerra aos domingos, segundas e feriados (exceto 25 Abril) Entrada livre.
VISITA GUIADA *
28 JAN.
Quarta / 15h00
LISBOA E
OUTROS
ENCONTROS, EXPOSIÇÃO DE PINTURA DE CARMO ALMEIDA
A mostra reúne um conjunto de obras que atravessam o percurso íntimo e artístico da pintora, propondo um diálogo entre a luz de Lisboa, cidade que a moldou, e as geografias afetivas que foi colhendo ao longo das suas viagens.
8 A 25 JAN.
Dias úteis / 10h00 às 13h00 e 14h30 às 17h30 / fins de semana / 14h30 às 17h30 Palácio dos Aciprestes, Av. Tomás Ribeiro, 18 . Linda-a-Velha
CONCURSO DE FOTOGRAFIA
MARQUÊS DE POMBAL E A SUA IMPORTÂNCIA NO CONCELHO DE OEIRAS
Exposição das fotografias vencedoras do concurso de fotografia, organizado pelo Grupo de Amigos do Museu da Pólvora Negra.
4 DEZ. A 31 JAN.
Praça do Sol . Fábrica da Pólvora de Barcarena
1º PRÉMIO - O FORTE DO SURFISTA, DE LUÍS SARMENTO

CONTA-ME A HISTÓRIA PROGRAMA DE VISITAS AOS JARDINS
DO PALÁCIO DO MARQUÊS DE POMBAL
As visitas orientadas e encenadas ao Jardim do Palácio Marquês de Pombal estão de volta! O programa oferece várias formas únicas de explorar este importante património do nosso concelho: as visitas orientadas para quem deseja conhecer mais sobre a história e uma visita encenada que promete uma verdadeira viagem no tempo.
VISITA
ORIENTADA
O ENGENHO DO AZEITE - SUSTENTABILIDADE E TECNOLOGIA NO TEMPO DO MARQUÊS
No decorrer desta visita teremos oportunidade de conhecer o Lagar de Azeite, um importante núcleo patrimonial. E além da explicação do funcionamento dos engenhos, os mesmos serão contextualizados nas perspetivas etnológica e histórica.
17 JAN.
Sábado / 11h00 às 12h00 / Palácio Marquês de Pombal . Oeiras Conceção e orientação de Etnoideia. Para maiores de 6 anos, jovens e adultos.
BILHETES (2€)
Ticketline, ligue 1820 (24 horas) INFORMAÇÕES
tel. 214 408 529 / 214 408 303 / servicoeducativo.palacio@oeiras.pt

CORTA-MATO ESCOLAR CONCELHIO
Uma prova de corrida dirigida a alunos de todos os ciclos de ensino dos Agrupamentos de Escolas Públicas do Município de Oeiras, com o objetivo de apuramento para o Corta-Mato Escolar Nacional. A edição deste ano contará com a participação de cerca de 800 alunos, selecionados pelos melhores resultados nos corta-matos escolares.
14 JAN.
Quarta / 9h00 às 12h00 / Centro Desportivo Nacional do Jamor

TROFÉU CM OEIRAS - CORRIDAS DAS
LOCALIDADES
Um programa de atletismo pioneiro e histórico no panorama nacional, que inicia agora a sua 43ª edição. Na edição passada, contou com 8600 participantes e com uma média de 800 atletas por prova. Tem por objetivo a generalização da prática desportiva através da corrida, sendo uma competição municipal com 10 provas, abertas a todos.
GRANDE PRÉMIO DE VALÊJAS
25 JAN.
Domingo / 9h30

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES (GRATUITAS) https://trofeu.oeiras.pt
XADREZ NA FÁBRICA DA PÓLVORA
10h30 às 18h30 - Prática livre, tabuleiro gigante 14h30 às 18h00 - Torneio aberto a jogadores federados e não federados
18 JAN.
Domingo / Fábrica da Pólvora de Barcarena
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES axportugal@gmail.com
YOGA
Quintas / 12h50
Sextas / 19h15
Domingos / 11h15 e 16:30
AERIAL YOGA
Quintas / 20h15 Domingos / 12h15
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
tel. 919 132 843, www.yogaloversproject.com
YOGA PARA EMPRESAS
O yoga para empresas é uma excelente atividade para grupos de trabalho. Dias e horas a agendar diretamente com as empresas.
ROTEIRINHO A
C TIVIDA D E S
F A MÍLI A S
BIBLIOTECAS MUNICIPAIS
ALGÉS, BARCARENA, CARNAXIDE E OEIRAS
CRIA N Ç AS
LIVRARIA MUNICIPAL VERNEY
OEIRAS
PASSA A PALAVRA CONTOS*
Nestas sessões, os Narradores vão partilhar histórias com os mais pequenos, pais e avós. Histórias contadas com muita expressividade e através de jogos de palavras, caça-palavras, charadas e quebra-cabeças. Para crianças a partir dos 4 anos e suas famílias.
3 JAN.
Sábado / 15h30 / Biblioteca Municipal de Oeiras
17 JAN.
Sábado / 15h30 / Biblioteca Municipal de Barcarena

SALA ABERTA-BIBLIOTECAS *

O Centro Sagrada Família, através da metodologia
Aprender, Brincar, Crescer, vai explorar com as famílias histórias cativantes com atividades sensoriais para os mais pequeninos. (Trazer roupa extra) Para crianças até aos 4 anos, acompanhadas por 1 adulto.
10 JAN.
Sábado / 11h00 / Biblioteca Municipal de Algés
24 JAN.
Sábado / 11h00 / Biblioteca Municipal de Oeiras

OFICINA DO BRINCAR *
Oficina do brincar com os livros, papel, cores, tesoura...
Vamos ler, escutar, criar, brincar, jogar
Para crianças dos 2 aos 4 anos e suas famílias.
15 E 29 JAN.
Quintas / 17h30 / Biblioteca Municipal de Oeiras

ESPETÁCULO BUBU *
Espetáculo de promoção da leitura para bebés com a atriz Cristina Paiva, a partir do livro “Io, Alice e il buio buio” de Alessandra Racca, música de Joaquim Coelho e ilustrações de Mafalda Milhões.
A nossa curiosidade à descoberta do escuro, entre a poesia e a leveza. Um espetáculo para quem ama o escuro, mas também para quem prefere a luz, um espetáculo para todos. Atividade desenvolvida por Andante Associação (duração: 30 min).
Para bebés dos 6 aos 36 meses, acompanhados por 1 adulto.
17 JAN.
Sábado / 10h00 / Biblioteca Municipal de Algés
Para crianças dos 3 aos 5 anos, acompanhadas por 1 adulto
17 JAN.
Sábado / 10h00 / Biblioteca Municipal de Algés
ESPETÁCULO DE MARIONETAS “ALGUMA COISA” *
A história de um homem que passa os seus dias entre as tarefas do campo e a companhia dos seus amigos: as galinhas, as vacas e os peixes. Um certo dia o homem recebe uma carta que o desafia a construir alguma coisa que o tire do chão, que o aproxime das nuvens e o possa levar para uma nova jornada.
Espetáculo desenvolvido por Fábio Supérbi (duração: 45 min), para crianças dos 4 aos 12 anos, acompanhadas por 1 adulto.
17 JAN.
Sábado / 10h30 / Biblioteca Municipal de Carnaxide

BIBLIOTECAS MUNICIPAIS
ALGÉS, BARCARENA, CARNAXIDE E OEIRAS
LIVRARIA MUNICIPAL VERNEY
OEIRAS

WORKSHOP DE MODELAÇÃO EM BARRO *
Vem aprender as mais diversas técnicas para trabalhar o barro e cria as tuas próprias peças com diferentes cores, formas e texturas, tirando o melhor partido de ferramentas e materiais. Para crianças dos 8 aos 12 anos, acompanhadas por 1 adulto.
17 E 31 JAN.
Sábado / 11h00 / Livraria Municipal Verney
HÁ JOGOS DE MESA NA BIBLIOTECA *
Para jogar na biblioteca, com a ludotecária Antonella Gilardi a dinamizar, ou depois, levando os jogos da Biblioteca emprestados para casa e jogar com a família e amigos. Para crianças a partir dos 4 anos e suas famílias.
17 JAN.
Sábado / 15h30 às 17h30 / Biblioteca Municipal de Oeiras
OFICINA DE NARRAÇÃO ORAL *
Momento para dar um mergulho de mãos dadas com contos tradicionais e/ou autorais, poesias, músicas que nos inspiram e queremos partilhar..
Atividade desenvolvida por Rosa Gonçalves (duração: 90 min), para crianças dos 6 aos 12 anos, acompanhadas por 1 adulto.
24 JAN.
Sábado / 15h30 / Biblioteca Municipal de Algés
(*) Mediante inscrições.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES (gratuitas)
Bibliotecas Municipais
Algés . tel. 210 977 480/1, isabel.machado@oeiras.pt, vera.nunes@oeiras.pt
Barcarena . tel. 210 977 440, ofelia.silva@oeiras.pt, ana.f.silva@oeiras.pt
Carnaxide . tel. 210 977 430, anabela.alves@oeiras.pt, carla.a.alexandra@oeiras.pt
Oeiras . tel. 214 406 342, carla.diniz@oeiras.pt, anabela.francisco@oeiras.pt
Livraria Municipal Verney . tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt


MÚSICA
CONCERTOS DIDÁTICOS
PARA PAIS & FILHOS
F. Schubert - Quarteto “A Morte e a Donzela”
Com solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras. Direção artística do maestro Nikolay Lalov.
18 JAN.
Domingo / 11h00 / Auditório Municipal José de Castro . Paço de Arcos
Entrada gratuita, limitada aos lugares disponíveis.
PATRIMÓNIO
PALÁCIO MARQUÊS DE POMBAL
Espaço singular e representativo da arquitetura e da paisagem setecentista, o Jardim do Palácio Marquês de Pombal comporta em si múltiplas valências de exploração, que passam pela sua rica e diversificada biodiversidade, pela paisagem e pelo seu importante legado histórico-patrimonial.
DESCOBERTAS NO JARDIM - KITS DE EXPLORAÇÃO

Estes kits contêm todo o material necessário para a realização de atividades em várias zonas deste jardim, propondo descobri-lo de forma autónoma, criativa, lúdica e didática.
Para famílias com crianças dos 5 aos 10 anos (kit vermelho e amarelo) e para jovens e adultos (kit azul).
Venda exclusiva na loja do Palácio Marquês de Pombal 5€

GUIA FAMILIAR
DESCOBRIR E COLORIR - O PATRIMÓNIO DOS JARDINS
Um mapa, muitas pistas e várias surpresas. Este é o mote para o jogo de pista que se propõe e que permitirá conhecer de forma divertida o jardim do Palácio.
Para famílias com crianças dos 7 aos 11 anos Disponível na loja do Palácio Marquês de Pombal 2€

3 GUIAS DE EXPLORAÇÃO LIVRE FÁBRICA DA PÓLVORA DE BARCARENA
AVENTURAS NA FÁBRICA DA PÓLVORA
Era uma vez uma menina chamada Bárbara, que vivia presa numa torre… Visita o museu da Fábrica e descobre este e muitos outros mistérios!
O PATRIMÓNIO DA ÁGUA NA FÁBRICA DA PÓLVORA
Descobre a Fábrica e a importância da água na sua e na vossa história, com muitos desafios e enigmas pelo caminho.
ÀS VOLTAS NA FÁBRICA
São 12 os locais da Fábrica que vais ficar a conhecer. Pelo caminho terás várias missões, quebra-cabeças e desafios para ultrapassar.
Terça a sábado / 11h00 às 17h00
Para famílias/grupos com crianças dos 7 aos 12 anos. Guia + caixa de lápis coloridos 1,50€
INFORMAÇÕES tel. 210 977 422/3/4, fabricadapolvora@oeiras.pt
IX JORNADAS DE HISTÓRIA, FILOSOFIA
E PATRIMÓNIO
HERMÉTICO - “ENCANTAMENTO”
DO MUNDO. SIMBOLOGIAS E SIGNIFICADOS

Após o “desencantamento do mundo” identificado por Max Weber, as últimas décadas revelam um claro “regresso ao sagrado”, visível na busca espiritual e na valorização de tradições estéticas e culturais. Estas Jornadas propõem um percurso da Idade Média à atualidade, mostrando como a arte funciona como via de ligação ao transcendente. Dos bestiários medievais à pintura modernista, a criação artística expressa a sede de sentido e abre portas ao inefável. A arte ultrapassa o figurativo e oferece acesso a significados transformadores.
IX JORNADAS DE HISTÓRIA, FILOSOFIA E PATRIMÓNIO HERMÉTICO“ENCANTAMENTO” DO MUNDO. SIMBOLOGIAS E SIGNIFICADOS
14H30 ABERTURA
Paulo Mendes Pinto: “(Des)escrever a realidade: signos, escritas e símbolos”
Nuno Rocha: “O sonho, o símbolo e a iniciação”
15H30
Luís Urbano Afonso: “Imaginários e mentalidade na iluminura medieval”
Maria Adelina Amorim: Comunicação a anunciar.
Nuno André: “O Encantamento das Sombras: Estéticas do Mal e o Retorno do Mistério no Mundo Desencantado”
17H00
Carlos Possolo: “Alfons Mucha, génio simbolista”
Marco Fraga da Silva: “Simbologia na Banda Desenhada”
Olga Sotto: “A arte e a inquietação, que atravessam o desejo do encantamentoa dimensão dramática entre o sensível e o inteligível”
Henrique Tigo: “Uma nova Babel perante os desafios da comunicação”
18H30 ENCERRAMENTO
Mário Simões: “O símbolo como tomada de consciência”
31 JAN.
Sábado / Livraria Municipal Verney . Oeiras
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
SESSÕES DE LITERACIA INFORMÁTICA PARA ADULTOS
Sessões presenciais, individuais ou a pares, onde os participantes definem as competências informáticas a adquirir, nomeadamente aprender a usar a aplicação pressreader para leitura de jornais e revistas online, usar a BiblioLED para aceder a livros digitais e a audiolivros, usar a Inteligência Artificial (como o chatGPT), transferir documentos do e-mail para o PC, criar conta no zoom, aceder às redes sociais facebook e instagram, etc..
9, 16, 23 E 30 JAN.
Sextas / 14h00 às 17h00
Biblioteca Municipal de Oeiras
15, 22 E 29 JAN.
Quintas / 10h00 às 13h00
Biblioteca Municipal de Carnaxide
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES (GRATUITAS) tel. 210 977 430, marta.silva@oeiras.pt
14, 21 E 28 JAN.
Quartas / 10h00 às 13h00
Biblioteca Municipal de Algés
RUMO AO TEU FUTURO - JOB SHADOWING DE INVESTIGAÇÃO LABORATORIAL
Iniciativa aberta a todos os estudantes de licenciatura que desejem compreender o que significa ser investigador e fazer ciência no quotidiano. Esta atividade proporciona a oportunidade de acompanhar, durante um dia, o trabalho de um investigador do Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa, permitindo viver de perto a experiência da rotina laboratorial e conhecer o ambiente de um instituto de investigação.
22 JAN.
Quinta / 10h00 às 17h00 / ITQB NOVA
INSCRIÇÕES
https://forms.office.com/e/XJSz1wuskd

OEIRAS EXPERIMENTA
PROJETO
CIÊNCIA + CIDADÃ
Um projeto que tem como missão dinamizar um laboratório vivo na Quinta de Cima do Marquês de Pombal, em Oeiras, com a participação ativa de cidadãos. De momento, estão a decorrer projetos de investigação científica inovadores relacionados com o estudo de culturas agrícolas climaticamente inteligentes para a produção alimentar sustentável. São exemplos destas culturas o chícharo, o sorgo, o arroz em não alagamento, entre outros cereais.
INFORMAÇÕES
oeirasexperimenta@itqb.unl.pt


EXPOSIÇÃO
PELO OLHAR DA CIÊNCIA
Uma exposição itinerante que envolve a participação de investigadores do ITQB NOVA, GIMM e CBR, como Cláudia Malta, Catarina Pimentel, Ozhan Ozkaya, Karina Xavier, Ângela Pinheiro, Cristina Silva Pereira, Mónica Martins, Inês Cardoso Pereira, Jaakko Lehtimäki, Caren Norden, Raquel Carvalho e Paula Duque. Os pósteres que a compõem foram desenvolvidos pela designer Sofia Luís, utilizando imagens científicas da narrativa fotográfica publicada na edição de março de 2023 da revista CAIS, dedicada à ciência e às mulheres na Ciência.
TODOS OS DIAS.
10h00 às 18h00 / Atrium - Câmara Municipal de Oeiras Entrada livre.
INFORMAÇÕES oci@oeiras.pt

SAÚDE
CAFÉ MEMÓRIA DE OEIRAS
Ponto de encontro para pessoas com problemas de memória e seus familiares.
24 JAN.
Sábado / 10h00 às 12h00 Fórum Apoio, Rua Margarida Palla, 23A . Algés
e ainda...
CROAMO
DE PORTAS ABERTAS
Uma oportunidade para visitar cães e gatos à guarda do CROAMO - Centro de Recolha Oficial de Animais do Município de Oeiras, interagir e até adotar se essa for a sua intenção.
10 JAN.
Sábado / 10h00 às 12h00 CROAMO Av. Diogo Lopes de Sequeira, 21. Porto Salvo
INFORMAÇÕES
tel. 214 408 280, ubeafs@oeiras.pt

antevisão

“Era uma vez nos Jardins do Marquês - O Carnaval” chega em fevereiro com o encanto do século XVIII, onde a elegância dos antigos bailes de máscaras renasce em cada detalhe. Entre luminárias, folias e personagens misteriosas, os jardins transformam-se num verdadeiro cenário de Palácio. Junte-se a esta celebração única e viva a magia de um Carnaval como nos tempos nobres. Entrada gratuita.
14 E 15 FEV.
Sábado e domingo
Jardins do Palácio Marquês de Pombal . Oeiras
ERA UMA VEZ NOS JARDINS DO MARQUÊS - O CARNAVAL FESTIVAL DO ROMANCE HISTÓRICO
INFORMAÇÕES
tel. 214 430 799, turismo.palacio@oeiras.pt
Inserido na programação do “Era uma vez… nos Jardins do Marquês – O Carnaval”, o Festival do Romance Histórico decorre nos dias 14 e 15 de fevereiro, afirmando-se como um espaço de encontro entre a literatura, a história e a imaginação.
Ao longo de dois dias, o festival propõe uma viagem por diferentes épocas e acontecimentos históricos, através do olhar de escritores que transformam o passado em narrativa viva. Conversas com autores, apresentações de livros e momentos de partilha com o público convidam à reflexão sobre a forma como a ficção histórica reinterpreta a memória coletiva, questiona identidades e aproxima leitores de contextos históricos. Integrado num ambiente festivo e familiar, próprio do Carnaval, o Festival do Romance
Histórico dialoga com o espírito do “Era uma vez…” ao valorizar o poder das histórias, da palavra escrita e da criatividade, cruzando rigor histórico com liberdade narrativa. Trata-se de uma proposta cultural que reforça o papel da literatura como ferramenta de conhecimento, fruição e participação cultural, num cenário emblemático como os Jardins do Marquês.
#269 JANEIRO 2025
Diretor Isaltino Morais Direção Executiva Carla Rocha, Gaspar Manuel Matos, Nuno Martins Editores Carlos Filipe Maia, Sónia Correia Entrevistas Joana Margarida Fialho, Sónia Correia Fotografia Carlos Santos, Carmo Montanha, Mafalda Azevedo Execução Gabinete de Comunicação Paginação e arranjo gráfico Flúor Studio Concepção silvadesigners Impressão Lidergraf Tiragem 92.500 exemplares Registo ISSN 0873-6928 Depósito Legal 108560/97 Distribuição gratuita Contactos Largo Marquês de Pombal 2784-501 Oeiras / 214 408 300 / sonia.correia@oeiras.pt / 30dias@oeiras.pt / www.oeiras.pt

