Descubra também detalhes sobre os próximos passos da atriz
| 2026
Vejo a autoprodução como uma escolha artística muito consciente. Entendi que esperar não combinava com a urgência que eu sentia de viver personagens e contar histórias. Nós atores somos atletas da emoção, precisamos estar sempre ativos
AMANDA AZEVEDO
al: artista fala sobre o sucesso de suas criações e a coragem de assumir o controle da própria carreira
O Juh lança “Mariana” como gesto de memória e reflexão ambiental
Poucos dias após a data que marca sete anos do rompimento da barragem em Brumadinho, ocorrido em 2019, o cantor e compositor O Juh, natural de Montes Claros, no norte de Minas Gerais, lança o single “Mariana”, trabalho que transforma inquietação em memória O lançamento chega em todas as plataformas digitais, acompanhado de clipe oficial Com uma trajetória que soma mais de 700 mil plays apenas no Spotify, o artista apresenta uma obra que convida à reflexão sensível sobre as tragédias que ocorreram em seu estado natal
No novo trabalho, O Juh parte de uma vivência que é ao mesmo tempo pessoal, profissional e humana Formado em Engenharia Ambiental pela UNESP, o artista reflete sobre os impactos do rompimento da barragem em Mariana, em 2015, episódio que marcou profundamente o país “Além de artista, a minha formação faz com que crimes ambientais dessa dimensão não sejam algo distante para mim O rompimento evidenciou escolhas que colocaram interesses econômicos acima da vida, da água e dos territórios”, relembra.
Escrita em 2015, logo após o desastre, “Mariana” nasceu de um estado imediato de choque e inquietação O artista conta que a composição surgiu da necessidade de elaborar o impacto daquele momento sem abrir mão da delicadeza “Sempre que algo acontece ao meu redor e me choca, eu transformo isso em canção Eu sentia a necessidade de colocar para fora o impacto daquele descaso, sem perder a leveza e o brilho que ‘Mariana’ precisava carregar, que é essa ideia de força e reconstrução que também estava ali”, explica
Com produção musical de Théo Silva e mix e master assinada por Ricardo Camera, a canção também se estrutura como uma provocação ética diante da repetição das tragédias ambientais no Brasil A pergunta que atravessa a música ‘quanto vale?’ ecoa como um questionamento sobre a tentativa de transformar perdas irreparáveis em números. “A canção foi inspirada pela repetição das tragédias e pela
sensação de que, com o passar dos anos, a dor vai sendo normalizada”, reflete O Juh
Ao revisitar a faixa anos depois de tê-la escrito, o artista percebeu que a canção seguia urgente “A decisão de lançar ‘Mariana’ vem do entendimento de que certas histórias não podem ser silenciadas pelo tempo Lançar essa música é um gesto de memória e responsabilidade”, finaliza.
Foto: Shervin Lainez
Foto: André Filipe
Midas Music com “Filho de Ketu”, single que traduz o macumba beat
Depois de quase um ano sem lançamentos, Zeus retorna aos apps de música com o single “Filho de Ketu”, marcando sua estreia pela Midas Music e o início de um novo ciclo artístico A faixa se apresenta como um manifesto sonoro e conceitual, onde o macumba beat de Zeus funde rap, pop e reggaeton a ritmos de matriz africana, criando uma ponte potente entre espiritualidade, cultura urbana e ancestralidade.
“‘Filho de Ketu’ fala sobre entender que Deus é o mesmo para todos Zambi é um só, o que muda é a forma como cada cultura enxerga e se relaciona com essa força”, explica Zeus A canção faz referências diretas às espiritualidades africana, indígena e afro-brasileira, transitando pela vivência periférica e pelo samba - gênero que, segundo o artista, “carrega naturalmente essa energia ancestral”
A figura de Zé Pilintra, guia espiritual muito presente na Lapa, no Rio de Janeiro, surge como um dos principais símbolos da narrativa. “Ele representa a simplicidade, a boemia, o lado bom da vida e a resiliência diante das dificuldades. É um arquétipo que traduz muito do que eu queria comunicar com essa música”, conta o artista Essa simbologia também aproxima a faixa da chamada malandragem carioca, funcionando como um elo entre saberes tradicionais e a linguagem da música urbana contemporânea
trazem um toque de ijexá e muita brasilidade para a música”, resume Zeus
Sonoramente, “Filho de Ketu” aposta no gênero macumba beat, fundindo rap, pop e reggaeton e que ganha identidade própria ao incorporar atabaques, agogôs e outras referências rítmicas de matriz afro. “Esses elementos
O processo criativo seguiu um caminho intuitivo “Costumo compor quase tudo em freestyle, buscando inspiração direta da espiritualidade Eu entro no estúdio e deixo a música fluir, sem a necessidade de escrever antes”, revela Essa abordagem também
reflete o momento de rebranding vivido pelo artista, que atualmente trabalha ao lado de Rick Bonadio em um álbum com 17 faixas, previsto para lançamento em 2026 A nova fase de Zeus também conta com a gestão de Luiz Tarandach, experiente profissional do mercado do entretenimento, que passa a assumir o empresariamento do artista neste ciclo.
Foto: Reprodução / Midas Music
“Eu acredito muito nesse disco. Tudo tem seu tempo: ao longo dos últimos anos construí uma comunidade sólida, e agora o desafio é levar essa galera para as plataformas, usando conteúdo e presença constante nas redes Na hora certa, a mensagem chega”, afirma Zeus sobre a expectativa para o lançamento
Como desdobramento audiovisual, o artista aposta em esquetes verticais e conteúdos curtos nas redes sociais, conectando o público diretamente às plataformas de streaming Parte das imagens foi gravada na Brasilândia, comunidade da zona norte de São Paulo. “Registrar esses materiais é sempre divertido, porque cada personagem representa um pedaço da minha personalidade. A ideia é conectar com o povão e mostrar que raiz de terreiro não precisa de luxo ou vaidade para caminhar pela caridade”, destaca
Com uma presença digital expressiva e milhões de visualizações acumuladas em conteúdos que abordam espiritualidade, comportamento e cultura urbana, Zeus vem se consolidando como uma das vozes mais singulares da nova cena musical brasileira, dialogando especialmente com o público jovem e periférico.
Com uma presença digital massiva, Zeus soma atualmente mais de 4 milhões de seguidores nas redes sociais, reunindo cerca de 1,9 milhão no Instagram, 2 milhões no TikTok e mais de 500 mil inscritos no YouTube, números que refletem o alcance e a força de sua comunicação direta com o público jovem e periférico, especialmente por meio de conteúdos que dialogam com espiritualidade, cultura urbana e identidade afrobrasileira
Estrela da Casa Brenno Casagrande lança
“Açaí no Pote” e faz releitura de “Coração de Bola”
Um dos nomes em ascensão da nova MPB, Brenno Casagrande, apresenta ao público o lançamento do novo capítulo do “Na Sala do Casa” O EP reúne dois registros e traduz com sensibilidade sua identidade artística, conectando canção autoral, afeto, memória e brasilidade A faixa inédita “Açaí no Pote”, chega com feat de Denny Denan, da Timbalada, e a releitura de “Coração de Bola” – um clássico da música baiana –, dialogam entre si ao revelar diferentes camadas da trajetória de Brenno As faixas vêm acompanhadas de clipe que traduzem visualmente a atmosfera íntima do projeto “Na Sala do Casa”, com um olhar contemporâneo sobre o feminino às raízes familiares que moldaram sua formação musical
Composta por Brenno Casagrande em parceria com Daniel Caon, Vinicius Poeta e Shylton Fernandes, “Açaí no Pote” traduz a essência do artista ao retratar, de forma poética, a figura da mulher livre, forte e conectada à própria verdade “Gosto de gravar músicas que me representam, cantar coisas em que acredito”, afirma o cantor, conhecido por exaltar o universo feminino em suas composições. A faixa carrega influências da MPB, da brasilidade e da musicalidade baiana, com produção de Iago Dias, que assina um arranjo orgânico e contemporâneo. Com participação especial de Denny Denan, da Timbalada, o projeto reforça o elo entre as duas faixas do EP, que se encontram na mesma essência:
Foto: Reprodução / For Music canções que atravessam o tempo, conectam gerações e reafirmam a potência da música brasileira feita com identidade, afeto e raiz
Essa mesma conexão com a Bahia e com a emoção atravessa “Coração de Bola”, composição de Paulo Jorge, pai de Brenno, em parceria com JAU, gravada originalmente em 1995 pela Timbalada e consagrada como um clássico Ao revisitá-la, o artista estabelece um diálogo direto entre passado e presente, prestando uma homenagem à própria história, às raízes familiares e à força atemporal da música baiana. Lançada no ano de seu nascimento, a canção ocupa um lugar especial em sua trajetória afetiva e artística. O clipe chega nesta sexta-feira no canal oficial do artista no YouTube
NA SALA DO CASA:
No projeto autoral, Brenno apresentou ao público o EP 01 –lançado no dia 12 de dezembro de 2025, marcando a primeira parte do projeto reunindo as faixas “Mil Saudades”, “Sereia” e “Passarinho” –com participações de Hanii e Juceir Jr As canções abriram o projeto, que terá uma sequência aprofundando temas como afeto, memória e as raízes que atravessam sua identidade musical.
O audiovisual do projeto, gravado em ambiente íntimo e acolhedor, amplia esse conceito de proximidade e verdade, priorizando a emoção da performance ao vivo Agora, o artista chega com a segunda parte, com Açaí no Pote” e “Coração de Bola”
Foto: Rodolfo Tavares
Produzido por Rick Bonadio, single “O Tempo e a Distância” marca estreia de Pingguim na Midas Music
O cantor e compositor Pingguim lança em todos os aplicativos de música, o single “O Tempo e a Distância”, marcando seu primeiro lançamento pela Midas Music, com produção de Rick Bonadio. A faixa inaugura uma nova etapa artística na carreira do músico e apresenta um retrato honesto sobre lucidez emocional, amadurecimento e recomeços A faixa chega acompanhada de um videoclipe, que estará disponível no canal oficial do artista no YouTube a partir de 06 de fevereiro
“O Tempo e a Distância” fala sobre escolher a paz, mesmo quando isso implica partir, encerrar ciclos e atravessar a solidão como passagem “É uma música sobre lucidez emocional e recomeço Sobre entender que insistir dói mais do que seguir em frente”, explica Pingguim. A letra nasce de vivências reais e não romantiza a dor, mas também não foge dela: “É sobre amadurecer, se responsabilizar pelas próprias escolhas e seguir com mais consciência”
Musicalmente, o single transita com naturalidade entre rap e rock moderno, combinando peso, groove, atitude e emoção “O rap traz a narrativa, a palavra crua; o rock entra com energia, intensidade e explosão emocional”, define o artista O resultado é uma canção urbana e direta, alinhada ao rap rock brasileiro contemporâneo, mas com identidade própria, sem apego nostálgico ao passado.
O processo de composição aconteceu como um desabafo organizado, anterior a qualquer intenção comercial. “A letra nasceu de vivências pessoais, reflexões e decisões que precisaram ser tomadas”, conta Pingguim A produção no Midas trouxe refinamento sem descaracterizar
a essência: “O Rick (Bonadio) potencializou a força da mensagem, ajustou a sonoridade e ajudou a transformar essa verdade crua em uma música forte, atual e pronta para chegar ao público”.
A inspiração vem da própria vida, de relações que já não faziam sentido, da pressão das aparências e da necessidade de se afastar do caos para preservar a saúde emocional “É sobre entender que amar não pode
ser sinônimo de sofrimento Partir, às vezes, é um ato de coragem”, afirma
Para Pingguim, o lançamento representa um marco simbólico. “É o nascimento oficial de um projeto mais maduro, alinhado com quem eu sou hoje”, diz. A expectativa é grande, mas consciente: “Essa música fala de algo muito humano e universal, e acredito que as pessoas vão se identificar”
Foto: Reprodução / Midas Music
Antônio Carlos & Jocafi lançam o single “Tá Com Medo Por Quê?”
Faixa antecipa o álbum Antonio Carlos & Jocafi JID026, colaboração com Adrian Younge e Ali Shaheed Muhammad pelo selo Jazz Is Dead
Os mestres baianos Antônio Carlos & Jocafi apresentam hoje o single “Tá Com Medo Por Quê?”, segundo lançamento de Antonio Carlos & Jocafi JID026, álbum que chega em 3 de abril de 2026 pelo selo Jazz Is Dead A faixa reafirma a força criativa do duo ao unir reflexão social, lirismo direto e uma sonoridade que conecta a tradição da música brasileira ao soul analógico contemporâneo.
Escrita a partir de conversas entre os artistas e o produtor Adrian Younge, “Tá Com Medo Por Quê?” aborda de forma frontal temas como racismo, medo e resistência no mundo atual Com arranjos sofisticados e pulsantes, a música traduz inquietações coletivas em uma narrativa musical intensa, que equilibra emoção, consciência social e identidade cultural
“Essa música foi escrita depois que conhecemos o Adrian Conversamos muito sobre o racismo nos Estados Unidos, e essa canção é uma forma de lutar contra isso”, afirma Antônio Carlos.
O single faz parte do álbum Antonio Carlos & Jocafi JID026, fruto do encontro entre o lendário duo de Salvador, Bahia, e os produtores Adrian Younge e Ali Shaheed Muhammad, cofundadores da série Jazz Is Dead Apresentados por Beto Barreto, do Baiana System, os músicos criaram uma conexão imediata que resultou em sessões intensas em Los Angeles, nas quais novas músicas surgiram de forma intuitiva, guiadas pela improvisação e pelo processo
totalmente analógico que define o projeto
Com mais de cinco décadas de trajetória, Antônio Carlos & Jocafi são responsáveis por alguns dos capítulos mais importantes da música popular brasileira Desde o álbum de estreia Muita Zorra! (1971), que revelou o clássico “Você Abusou”, a dupla construiu uma obra marcada pela fusão entre samba, funk, MPB e tradições afrobrasileiras, influenciando gerações e tendo suas composições gravadas por nomes como Clara Nunes, Gal Costa, Maria Creuza e Sérgio Mendes
Em JID026, essa herança encontra a estética analógica e cinematográfica de Adrian Younge e
a visão musical de Ali Shaheed Muhammad, criando um diálogo entre Salvador e o cenário global “O amor do Adrian pelo Brasil é maior do que o de muitos brasileiros”, comenta o duo, destacando a profundidade com que o produtor estuda e respeita os ritmos, histórias e sentimentos da cultura brasileira
“Tá Com Medo Por Quê?” antecipa um álbum que celebra a cultura da Bahia como espaço de memória, resistência e invenção. Ao mesmo tempo em que olha para o presente, a faixa reafirma a relevância contínua de Antônio Carlos & Jocafi como vozes essenciais da música brasileira, capazes de transformar vivência, crítica social e afeto em canções atemporais
Foto: Reprodução / For Music
MC Luanna fala sobre empoderamento e liberdade sexual no novo single "Esconde Sua Namorada"
Uma das maiores vozes do rap nacional, MC Luanna começa o ano com tudo. A artista lança seu novo single "Esconde Sua Namorada", que traz uma mensagem de empoderamento e liberdade sexual Com uma sonoridade boombap e uma produção que mistura o clássico e o contemporâneo, a música fala sobre autoestima, desejo e a luta contra estigmas, especialmente sobre a bissexualidade
A faixa chega acompanhada de videoclipe que propõe uma reflexão sobre liberdade e controle social O projeto audiovisual se constrói como um manifesto político sobre sexualidade, controle social e liberdade de existência A obra acompanha MC Luanna em dois espaços simbólicos centrais: o ambiente hostil, marcado por regras implícitas, hierarquias familiares e repressão moral, e o espaço público, onde seu corpo pode finalmente tensionar e desafiar essas normas
No jantar familiar, silêncios, gestos e olhares revelam a violência sutil de uma sociedade heteronormativa, que exige adequação, contenção e apagamento Como mulher preta e bissexual, Luanna ocupa esse espaço como corpo disruptivo, alvo de julgamentos que atravessam gênero, raça e desejo Ao romper com esse cenário, a narrativa se desloca para encontros que expõem a diversidade dos afetos e das relações, evidenciando o contraste entre a norma imposta e a liberdade possível
“Mais do que trazer um relato pessoal, quero trazer uma reflexão coletiva sobre quem pode amar, desejar e existir sem pedir permissão”, diz a artista.
Foto: @vinimarqu
Da Cruz lança o álbum de Urban AfroBrazilian Music “Som Sistema”
A banda da afro-brasileira Mariana Da Cruz, que mora em Berna, está criando um novo gênero no mundo da música Da Cruz explora suas raízes africanas e brasileiras de forma musical no novo álbum “Som Sistema”. Mas ela não faz isso voltando às tradições musicais, e sim com base nos mais recentes desenvolvimentos da música negra moderna O trabalho com onze faixas já está disponível nas plataformas digitais
O espectro vai do Amapiano sulafricano ao Baile Funk brasileiro, passando pelo Shatta caribenho e vários estilos de nova música africana de boate Há traços do Kuduro angolano ou do Trap brasileiro A partir desses elementos, Da Cruz criou uma música brasileira autônoma e contemporânea, com caráter de canção e mensagem marcante. Tematicamente, este álbum trata dos efeitos de longo prazo do colonialismo, das atuais mudanças sociais, da apropriação de terras dos povos indígenas no Brasil ou simplesmente do amor e da redenção em tempos tensos Resumindo: a banda faz música club negra contemporânea que não exige que você desligue o cérebro
Desde o ano passado, Da Cruz está chamando a atenção para esse trabalho com os singles: “Chata” “Uma Hora Mais”, “Rolexxx”, “Tudo Bem Mais Complicado” e “Nosso País” As faixas ganharam repercussão e estão sendo tocadas em grandes rádios pelo mundo (KEXP, KCRW Radio France International e muitas outras)
Foto: Ane Hebeisen
Foto: Ane Hebeisen
Bloco Brasília Amarela celebra 30 anos dos
Mamonas
Assassinas em dois shows no Rio
“Você é meu xuxuzinho!’’, ‘’Pra mode a gente se amar’’, ‘’Money, que é good nós não have’’ Essas frases marcaram a década de 90 e duram até hoje na memória de todos Para matar a saudade, cantar e se divertir, surgiu o Brasília Amarela Lançado em 2014 pelo produtor e empresário Caio Bucker, o bloco relembra e homenageia os sucessos dos Mamonas Assassinas num show com os clássicos da banda em versões de samba, samba-enredo, marchinha, frevo, baião, ijexá, funk, entre outros ritmos
Com 10 anos de carreira, comemorados no último carnaval, o Brasília Amarela lança uma super programação para 2026, ano que marca os 30 anos dos Mamonas Assassinas A agenda começa com o Ensaio Oficial no Teatro Rival, dia 05 de Fevereiro, com ingressos a partir de R$20. Durante a folia, o Desfile Oficial, no dia 16 de Fevereiro (segunda de Carnaval), no Largo de São Francisco, no Centro do Rio, para um público estimado em 20 mil pessoas
Cássia Eller, Barão Vermelho e Rita
O show, que não se limita ao carnaval, é uma grande performance Para o carnaval 2026, o enredo do bloco será: “Rock Retrô is Very Porreta!", uma homenagem também ao melhor do rock retrô (anos 80, 90 e 2000) Os Mamonas Assassinas sempre beberam da fonte do rock nacional e internacional, com músicas bem humoradas, críticas sociais e sátiras do cotidiano No repertório, além de Mamonas Assassinas, artistas como Titãs, Os Paralamas do Sucesso,
Lee É uma oportunidade de reviver esses clássicos e apresentá-los para a nova geração
"Mamonas é alegria, é nostalgia, é liberdade E o Carnaval é tudo isso também Daí a ideia de unir os dois e criar um bloco em homenagem a eles Agora, em 2026, iremos apresentar um show que canta e homenageia também o melhor do rock retrô, pois é de onde eles vieram e beberam dessa fonte. No ano que marca-se os 30 anos dos Mamonas,
nada mais justo do que começar pelo começo de tudo", afirma Caio Bucker O bloco já se apresentou em locais como Circo Voador, Fundição Progresso, Armazém do Píer Mauá e Teatro Odisseia; em eventos como Jogos Jurídicos, Engenharíadas, Malaka; além de passagens por programas de televisão, como Encontro com Fátima Bernardes, na Rede Globo; e Balanço Geral, na Record
Foto: Gabi Netto e Caiano Midan
Mixdgroove lança “É o Groove”, single que traduz a essência rítmica do projeto
O que faz o corpo balançar, cria conexão imediata e transforma música em experiência É a partir dessa premissa que Mixdgroove, projeto liderado por Marquinhos Amaral, apresenta o single “É o Groove”, disponível em todas as plataformas digitais A canção também ganha um clipe de estúdio, que será lançado no domingo seguinte, às 12h, no YouTube “É difícil definir exatamente o que é groove Explicações teóricas falam de células rítmicas que se repetem, mas nessa música eu resumo dizendo que é o que faz o corpo balançar, aquela sensação boa quando a gente ouve uma música que gosta”, explica Marquinhos Amaral. A faixa nasce justamente desse lugar intuitivo, onde ritmo e prazer caminham juntos
A sonoridade de “É o Groove” bebe diretamente do funk e do soul dos anos 1980, com referências que passam por Tim Maia, Toni Tornado, James Brown e Michael Jackson, sem abrir mão da brasilidade característica do projeto “Não podia faltar a mistura brasileira com uma ‘escola de samba’ à la Mixdgroove em uma parte”, conta Marquinhos Já na letra, a inspiração vem da memória familiar. “Falo dos bailes que rolavam na minha família, que eu não vivi, mas sempre ouvi as histórias. Quando eles vão aos shows, sempre mostram como era, com passinhos e muita animação”, afirma o músico que é primo de artistas do pagode nacional como Rodriguinho (ex-Travessos), Mr Dan e Gaab
Tendo o termo “groove” já no próprio nome do projeto, o single também funciona como uma espécie de
resumo de toda a proposta apresentada até aqui “Acho que essa música serve como uma explicação do que é a Mixdgroove”, afirma o músico, que ao longo dos últimos anos vem consolidando uma trajetória autoral marcada por misturas rítmicas, identidade brasileira e liberdade criativa
Com 18 músicas já lançadas, a Mixdgroove entra em 2026 com planos de ampliar sua presença nos palcos e fortalecer o repertório autoral ao vivo. “A vontade é estar mais presente nos shows autorais e, quem sabe, gravar uma session ao vivo com essas músicas”, finaliza Marquinhos Amaral.
Foto: Priscila Policastro
Beatrice estreia o novo single visceral “Instinto Incontrolável”
O que acontece quando um sentimento é tão real que beira o surreal? É essa a pergunta que a cantora e compositora BEATRICE responde em “Instinto Incontrolável”, single que inaugura seu novo momento na música A faixa transita entre o desejo latente e a entrega absoluta, explorando as facetas mais viscerais e mágicas da paixão humana Unindo o romantismo clássico do pop oitentista à energia do universo biker, o novo som já está disponível em todas as plataformas digitais e ganha um videoclipe no próximo dia 06 de fevereiro, no YouTube da artista
A canção carrega uma carga emocional profunda por ser a primeira escrita pela artista para o seu namorado, Allef Borges, empresário da Allero Eventos. Segundo BEATRICE, a faixa nasceu da urgência de traduzir uma paixão que parece surreal: “‘Instinto Incontrolável’ é uma música muito especial e íntima pra mim. Ela nasceu de um sentimento intenso, de uma paixão que parece até um sonho, como se eu estivesse vivendo algo surreal de tão bonito” Na letra, ela deposita um pedido sincero ao cantar para não ser deixada em “outro amanhã”, revelando que estar longe dele significaria se afastar de tudo o que está vivendo no presente
A composição nasceu de um episódio inusitado de isolamento e silêncio Durante uma queda de energia em sua residência, sem celular e na companhia apenas de seu cachorro, Harley, BEATRICE viu a inspiração fluir de forma arrebatadora “Quando ele chegou em casa, eu recebi ele com a primeira música que fiz pra ele Ele ficou tão feliz que me incentivou na hora a produzir. Aquilo me deu ainda mais certeza. Em outubro de 2025, procurei meu produtor musical, Hitch, e dei início a esse novo projeto”, conta a artista.
A sonoridade carrega um dream pop, harmonizando influências do cenário alternativo com o vigor do pop contemporâneo e o nostálgico anos 80 A faixa é construída sobre uma atmosfera leve e etérea, onde camadas sonoras suaves se sobrepõem para criar um clima de sonho, sem perder a conexão com o pop atual
Foto: Marcela Travassos
BELLI lança EP Mo
BELLI lança o EP Mormaço Vol 1 O projeto chega às plataformas com três faixas inéditas e traz como destaque “Blindado”, composição assinada por ÉoCROSSS, Lua Novaes, Junior Lord e a própria BELLI.
“Blindado” parte de um término assumido, mas marcado por lembranças intensas. A letra revisita memórias de um relacionamento que terminou sem recorrer à melancolia “Essa música tem nostalgia, sensualidade e clima de verão Na verdade, o EP inteiro fala sobre virar a página sem
Foto: Lucas Muylaert
M Ú S I C A
Em "antes que você vá", GIULIA BE tenta
descobrir onde o amor deu errado
GIULIA BE dá sequência ao álbum trilíngue e homônimo com a faixa “antes que você vá”, que já está disponível em todas as plataformas digitais Acompanhada de um videoclipe, a canção mergulha no momento em que os sinais de um fim começam a se tornar impossíveis de ignorar.
“antes que você vá”, escrita por GIULIA em parceira com Dany Marinho, acompanha a trajetória de um relacionamento ao longo do tempo: dos momentos de afeto ao desgaste, quando os olhares mudam e o “eu te amo” já não soa da mesma forma, passando pelas brigas, término e luto pelo que se perdeu
“A letra traduz esse lugar de incerteza e de busca por respostas Eu digo no refrão: 'antes que você vá, me explica onde é que eu errei' Porque nem todo término precisa ter um culpado, às vezes a gente só quer entender”, explica GIULIA BE
A produção de “antes que você vá” ficou a cargo de Paul Ralphes, parceiro de longa data da artista desde os tempos de “Menina Solta” Com uma trajetória sólida na música brasileira, o produtor já colaborou com nomes como Skank, Jota Quest, Caetano Veloso, Lulu Santos, Ivete Sangalo e Tiago Iorc, trazendo à faixa um equilíbrio entre delicadeza emocional e batidas pop.
“Uma curiosidade é que ‘antes que você vá’ dialoga diretamente com ‘eu me amo mais’, música que lancei em 2020 Nela eu estava no lugar de quem decide ir embora Agora, eu me coloco na posição de quem percebe a mudança antes do adeus Acho bonito ter esses dois lados da história na minha discografia”, completa a artista Sob a direção criativa de Olivia Mucida, Lennyn Salinas e da própria GIULIA BE, o videoclipe de “antes que você vá” apresenta diferentes momentos de um relacionamento vividos no mesmo ambiente A passagem do tempo é sugerida por um calendário, onde as imagens se congelam, marcando os dias que passam e as emoções que se transformam
sua trajetória: o inglês, ligado à vivência entre Brasil e Estados Unidos; o espanhol, associado à intensidade emocional; e o português, conectado às origens e à memória afetiva
“São músicas que fui colecionando ao longo dos últimos anos Algumas escrevi há 9 anos e outras que compus há apenas 4 meses São retalhos de histórias extremamente pessoais, nem sempre sobre mim, que revelam uma abundância interna de opiniões e estilos musicais Por isso dei o meu nome para o projeto, pois ele é o maior reflexo dos processos que acontecem no meu cérebro diariamente”, explica GIULIA
Com “antes que você vá”, GIULIA retoma os lançamentos que integrarão sua proposta mais ambiciosa até aqui: um álbum composto por 21 músicas e 21 clipes, previsto para o primeiro semestre deste ano. No final de 2025, a artista apresentou as primeiras faixas duas em cada idioma Cada língua ocupa um papel específico em
Parte do casting global da Sony Music, sob o selo internacional da gravadora e com apoio direto do executivo Afo Verde, a artista conduz um projeto que combina alcance global, consistência estética e direção autoral. “GIULIA BE” foi construído lado a lado com o irmão Dany Marinho e produtores que já trabalharam com nomes como Rihanna, Lana Del Rey, Bad Bunny, Sabrina Carpenter e Madonna
Foto: Rafael Fernandes
Foto: Jonathan Wolpert
DAY LIMNS dá continuidade à “Era Solar” com "Imagina", single em parceria inédita com Giana Mello
Consolidada como a mente por trás de hits de Anitta e Luísa Sonza, DAY LIMNS está pronta para subverter as próprias regras. Conhecida pela densidade do rock, a artista inicia 2026 sob uma nova luz. Ela apresenta “Imagina”, uma colaboração magnética com o fenômeno digital Giana Mello
A faixa não é apenas um lançamento; é a continuação da “Era Solar” iniciada no single “Sol” Se antes DAY explorava a visceralidade das guitarras, agora ela canaliza sua intensidade para frequências quentes, mergulhando no Afrobeat e no pop urbano A união com Giana traz o equilíbrio perfeito entre a credibilidade lírica de DAY e a estética visual hipnótica de uma das maiores potências das redes sociais atuais.
Sonoridade: entre o suor e o pôr do sol
Produzida pelos vencedores do Grammy Latino, Los Brasileros, “Imagina” foi desenhada para ser a trilha sonora do “pós-praia” Esqueça as distorções: aqui, o protagonista é um baixo pulsante e uma atmosfera sinestésica
“‘Imagina’ não é sobre fatos, é sobre projeção É aquela tensão de verão onde o desejo vive na ambiguidade do que não foi dito”, explica DAY
A letra foge do óbvio e aposta na fantasia, capturando a eletricidade dos afetos que florescem sob altas temperaturas. É música para o trajeto da festa, para o encontro inesperado e para a liberdade do corpo.
Visual: realismo e química inegável
O videoclipe, assinado por DVpex (Locationwave), abandona roteiros engessados em favor de uma estética documental Gravado no Rio de Janeiro, o registro captura a crueza do verão
Para Giana
o resultado é quase hipnótico: “Nada foi muito calculado, tudo foi sentido É uma música magnética, feita para anestesiar e envolver”
O clipe provoca o espectador, transitando habilmente entre o romance de verão e a cumplicidade artística absoluta
Foto: Rafael Fernandes
Foto: Reprodução / Music Press
Mello,
Mariana Volker lança “Desassossego”, terceiro single do
A cantora e compositora carioca Mariana Volker dá sequência ao seu novo álbum “delícia delícia”, marcando uma virada estética em sua carreira “Desassossego” chega traduzindo um momento mais vibrante e envolvente da artista, mesclando ritmos envolventes e uma atmosfera que convida ao movimento e à experiência sensorial
A faixa se apoia em uma combinação de violão, percussões orgânicas e camadas rítmicas sutis, criando um ambiente sonoro denso e sedutor, dialogando com a MPB atual e com a música contemporânea, estabelecendo pontes com fortes artistas como Céu, Marisa Monte, Curumin e Manu Chao – tanto pela liberdade estética, quanto pela mistura de referências.
A letra acompanha o fluxo de pensamento imerso em uma madrugada solitária atravessada pela ausência e pelo desejo por uma paixão distante, onde a vulnerabilidade e a entrega caminham juntas, permitindo sentir o risco da paixão e transformando esse estado de suspensão emocional em narrativa “Desassossego” soa como uma declaração sensual e enigmática, um convite a mergulhar nos delírios, silêncios e segredos do desejo”, comenta Mariana Volker Com “Desassossego”, Mariana Volker aprofunda o universo de “delícia delícia” e antecipa a atmosfera do álbum, consolidando uma fase em que a artista aposta na liberdade criativa e na potência do afeto como motor de sua música
álbum “delícia delícia”
Foto: Carolina Vianna
Após 22 milhões de streams em 2025, BALARA apresenta o álbum “Acusticamente – Volume 1”
A trajetória de BALARA (identidade artística de Luccas Trevisani) vive um momento de consagração Vindo de um ano explosivo apontado pelo Spotify Wrapped 2025 onde acumulou 22 milhões de streams, 3,5 milhões de ouvintes e alcance em 164 países , o artista se prepara para mostrar sua face mais orgânica e intimista. A cantor acaba de apresentar, em todas às plataformas de música e no Youtube, o álbum “Acusticamente – Volume 1”
O projeto chega embalado pela excelente repercussão do single “Mais Além”, uma colaboração tocante com o duo MAR ABERTO
A faixa, que já ultrapassa a marca de meio milhão de streams nas plataformas digitais, serve como cartão de visita para esta nova fase, onde a voz e o violão assumem o protagonismo, despindo as canções de excessos para revelar o que elas têm de mais essencial: a emoção
“Acusticamente – Volume 1” não é apenas um compilado de versões desplugadas; é o marco inicial de uma “nova era” na carreira solo de BALARA. O álbum é a primeira parte de um trabalho ambicioso. A obra transita entre sucessos autorais agora ressignificados e o frescor de novos arranjos que bebem na fonte do Pop, Rock, MPB, Folk e Reggae Influências que vão de Coldplay e Oasis a Legião Urbana e Skank são perceptíveis na atmosfera criada, onde a sofisticação mora na simplicidade
A intimidade como narrativa
A proposta central do disco é quebrar a barreira entre o artista e o ouvinte Produzido majoritariamente por Jeff Pina e Luccas Trevisani, o álbum preserva a verdade da performance ao vivo, temperada por arranjos acústicos elaborados que ampliam a profundidade das letras.
“Esse disco é sobre proximidade. A ideia é que, ao escutar, cada pessoa tenha a sensação
Foto: Calli Fernandes
de estar sentada na minha frente, ouvindo histórias cantadas, sem pressa e sem filtros”, define BALARA Essa busca pelo orgânico se reflete visualmente O projeto audiovisual foi gravado no interior de São Paulo sob a direção de Isadora Baptista (conhecida por trabalhos com grandes marcas e artistas como Bia Marques e Julia Smith). Em um desafio logístico e artístico impressionante, a equipe registrou diversas f i i di tili d it á i
MPB, reforçando a vocação do artista para pontes musicais entre gerações
A transição para a carreira solo se consolida aqui não como uma ruptura com a sonoridade dos primeiros álbuns, mas como uma expansão natural da sua verdade artística. Após a “era acústica”, o planejamento aponta para uma turnê dedicada ao formato e um novo álbum de inéditas previsto para 2027.
C “A ti t V l 1” BALARA id
Amanda, você faz parte de uma geração de atrizes que não espera mais o telefone tocar, você escreve, dirige e produz suas próprias oportunidades. Em que momento exato você percebeu que precisava assumir as rédeas da criação para manter sua "atriz viva"?
Foi quando entendi que esperar não combinava com a urgência que eu sentia de viver personagens e contar histórias. A virada aconteceu na pandemia, o silêncio e a pausa me deixaram criativamente inquieta. Comecei a escrever, me conectar com temas que me atravessavam, experimentar formatos, criei minha primeira série vertical nessa época e atuei em uma peça online. Hoje vejo a autoprodução como uma escolha artística muito consciente. Criar meus próprios projetos virou também um campo permanente de prática de atuação. Me torna uma artista mais completa, confiante, preparada e com
Fotografias: Cris Cintra
mais bagagem É onde me exercito, nós atores somos atletas da emoção, precisamos estar sempre ativos Criar me traz consistência em uma profissão de muita inconstância Além disso, é a maneira mais potente que tenho pra me conectar com o público que hoje me acompanha e troca comigo
Sua série “Histórias de Quase Amor pra Quem Tem Pressa” é um fenômeno. Como é o processo de roteirização para o formato vertical? Como você consegue equilibrar a "pressa" dos algoritmos com a profundidade emocional que o público busca?
Realmente esse é o grande desafio atual de nós artistas, seja na internet, no cinema, na televisão Está todo mundo se adaptando ao novo ritmo, mas acredito que quem se destaca é quem consegue bancar a história que acredita, porque no fim, um bom storytelling, faz as pessoas ficarem, não terem pressa, e pedirem por mais
Que felizmente foi o nosso caso Existe uma sede por narrativas honestas, mesmo que breves A profundidade não está na duração e sim na intenção e inovação
Porque hoje na internet tá todo mundo com as mesmas referências, seguindo trends, replicando conteúdos, mas se você quer se destacar, precisa fazer uma combinação única sua de tudo que você consome Meu processo criativo sempre começa pela história O que está urgente em mim, e no público agora Quando encontro o conteúdo, escolho o formato que melhor sustenta essa narrativa e o vertical pede precisão e intenção Mas sempre começo no conflito, no comportamento humano, e então adapto com os artifícios e ganchos que precisam para prender a atenção Mas é isso, tem vários projetos nesse formato que possuem diferentes identidades artísticas Os meus flertam mais com o cinema Na estética, no roteiro, na atuação Tem muitos projetos por aí com muitos números, mas você olha os comentários, nem sempre são positivos Então, depende do objetivo de cada um.
Você transita entre a doçura da Luíza em De Volta aos 15 e o suspense denso de Reflexos, exibido no Screamfest. Como foi viver esse universos dramáticos tão distintos? Houve um desejo consciente de desconstruir a imagem juvenil e leve da Luíza através do terror, ou o suspense é um lugar onde você sempre se sentiu confortável, mas que o público só está conhecendo agora?
para construir a delicadeza também preciso para sustentar o desconforto dessas outras histórias No fundo todas as personagens partem de questões humanas profundas, o que muda é a forma que essas questões vão se manifestar, de acordo com o tônus do projeto A Luiza tinha uma linguagem mais próxima a mim, principalmente quando nova Já o suspense me exigiu outro corpo, outra respiração, outro controle de energia e profundidade emocional Estou bem feliz que esses projetos novos que fiz também estão ganhando um destaque muito bom, caramba, chegamos no TCL em Los Angeles!! Surreal!! Maior festival do gênero
Tenho olhado para esses projetos mais densos não como ruptura de imagem e sim como expansão de repertório. A mesma sensibilidade e escuta que preciso
Amanda em "Séries de Quase Amor Pra Quem Tem Pressa"
Amanda em "Séries de Quase Amor Pra Quem Tem Pressa"
Amanda em "Reflexos"”
Amanda em "Reflexos"”
A Luíza gerou uma conexão enorme com o público jovem pela nostalgia. Já a Rita (de Histórias de Quase Amor) conecta pela 'ansiedade do agora'. Você sente que o público amadureceu junto com você? Como é perceber que aquela fã que te via na Netflix agora é a mesma que discute relacionamentos modernos nos comentários dos seus vídeos curtos?
Adorei esse paralelo A Luiza criou um vínculo forte mesmo com o público que me acompanha, e agora ele continua com as minhas novas personagens, isso me deixa muito feliz A Rita é fruto do presente, ela vive as contradições, a ansiedade, a complexidade das relações, é fácil de se conectar e se identificar A verdade é que as duas personagens seguem uma jornada de se
compreender, se arriscar, ultrapassar barreiras passadas, com carisma, entusiasmo, e é apaixonante acompanhar personagens assim.
Você mencionou que chega aos quase 30 anos sem pressa e com mais coragem. Como essa maturidade cronológica tem influenciado a escolha dos seus papéis, especialmente em projetos que abordam temas urgentes como o feminicídio?
Hoje eu sinto menos ansiedade de estar em todos os lugares. Não fico mais tão refém do tempo como se eu tivesse perdendo oportunidade. Essa maturidade faz com que eu tenha mais clareza para onde eu quero caminhar, o que eu preciso fazer pra chegar lá, com quem eu quero estar, que histórias eu quero contar. Com isso também consigo olhar para os projetos com mais intensidade, entrega, responsabilidade, e assim contribuir da melhor forma que eu puder. E agora que eu também tenho os meus, consigo apreciar ainda mais os roteiros e convites que chegam pra mim sabe, aquela pessoa tá me convidando pra entrar no universo dela e dar vida aquilo, é uma honra. Esse projeto novo de feminicídio foi isso. É um dos assuntos que mais me pegam pessoalmente e espero que chegue em quem tem que chegar.
Seu próximo passo foca nas amizades femininas na vida adulta, em parceria com outras duas atrizes. Por que você sente que falar sobre a rede de apoio entre mulheres é o “próximo ângulo do amor" que precisa ser explorado agora?
Eu queria muito falar sobre as amizades adultas femininas porque é justamente a fase que eu estou vivendo. Inclusive, esse projeto é baseado em conversas reais, rs. Eu tenho uma relação muito forte com as minhas amigas, e isso pra mim também é amor. Queria ampliar o significado dessa palavra, através dessas relações de mulheres que seguem em todas as nossas fases e conhecem nossas versões mais sinceras. É um projeto com drama, humor, afeto e complexidade. Hoje a gente tem uma comunidade de mulheres muito engajadas em conteúdos sobre o tema, dos quais eu também consumo, vai ser mais uma forma de habitarmos e falarmos de assuntos bem atuais. Estou bem animada!
Em 2020, com o Call com Cleo, você já explor vertical quando o mercado ainda o via como amador. Hoje, vemos grandes plataform festivais premiando microdramas. Como é para trás e perceber que aquela sua 'ap solitária de quatro anos atrás hoje se tornou linguagem consolidada e respeitada audiovisual brasileiro?
É curioso ver todo esse movimento, eu empolgante. Na época o Call com Cleo nasceu mais de inquietação artística do que de estratégi realmente me deu uma bagagem e experiência qu tem sido muito valorizada. Eu não sabia, mas f projeto piloto para hoje eu entregar essas outras com bem mais propriedade Acho que todo movimento do vertical nos mostra como a capa que temos de nos reinventar, é muito maior d conseguimos vislumbrar, e isso é incrível Sig movimento me redescobrindo, reinven questionando Para nós artistas, só queremos es para seguir contando histórias e exercendo nosso
Para fechar, você define o formato vertical uma "troca quase confessional". Em um m tão editado e cheio de filtros, o que a Am Azevedo artista busca confessar através das histórias que a Amanda pessoa física ainda g para si?
A Amanda artista verbaliza e habita o principalmente a Amanda pessoa física que discorda e o que também ainda não sabe resolver
entender Eu gosto de transformar comportamentos ordinários que observo, em história A insegurança disfarçada de independência O medo de não ser escolhida A ansiedade por conexão real A dificuldade de sustentar o silêncio O desejo de performar O receio de mudar de rota, enfim A Amanda artista que é sincera, maluca, contraditória, intensa Hoje é a minha melhor e mais sincera forma de expressão, onde mais entrego minha vulnerabilidade e opinião Ainda mais com as redes sociais em que tudo parece mais indireto, recortado, muita coisa fica no “não dito”, então as minhas personagens vão lá e vão trazer a tona Mas também sei que há muito interesse do meu público de conhecer mais sobre a Amanda pessoa física, não só através das personagens mesmo que através delas a gente esteja criando muita intimidade, rs Esse ano estarei mais presente revelando as duas Amandas, prometo!!
Christian Chávez transforma o Brasil em palco
central de sua nova era artística com turnê histórica
O Brasil assume protagonismo absoluto na nova fase de Christian Chávez O cantor e ator mexicano, ícone da música pop latina e eterno integrante do fenômeno RBD, retorna ao país com a “Christian Chávez Para Siempre Tour”, turnê concebida como marco artístico e simbólico de sua carreira solo, que estreia nos próximos dias e promete transformar cada apresentação em um acontecimento singular.
Realizada pela Opus Entretenimento, uma das maiores plataformas de shows e espetáculos ao vivo do país, a turnê foi desenhada especialmente para palcos teatrais, privilegiando proximidade, densidade emocional e uma narrativa cuidadosamente construída As primeiras apresentações desta tour acontecem em quatro importantes capitais brasileiras:
27/01 - Teatro RioMar - Fortaleza
28/01 - Teatro RioMar - Recife
06/02 - Teatro Bradesco - São Paulo
07/02 - Teatro Opus Città - Rio de Janeiro
Os últimos ingressos estão à venda em uhuu.com e nos pontos de venda autorizados. Mais informações nos serviços abaixo.
Esta série de shows do projeto consolida o Brasil como território-chave desta nova etapa criativa A relação de Christian Chávez com o público brasileiro atravessa gerações, desde o fenômeno global Rebelde até sua consolidação como artista solo, e se traduz agora em um espetáculo que combina maturidade artística, liberdade criativa e forte carga emocional
No palco, o artista conduz o público por uma experiência intensa e envolvente, costurando sucessos da carreira solo, referências fundamentais
da cultura pop latino-americana e momentos decisivos de sua trajetória O roteiro do espetáculo foi pensado como um encontro entre passado, presente e futuro, capaz de dialogar tanto com fãs históricos
quanto com uma nova geração que acompanha sua evolução artística
A concepção cênica, desenvolvida especificamente para teatros,
reforça o caráter intimista do show sem abrir mão de impacto visual O repertório equilibra canções solo, elementos emblemáticos associados à era RBD e surpresas que ampliam a força narrativa da apresentação, resultando em um espetáculo vibrante, sensível e profundamente pessoal.
Foto: Leon Leiden
O eixo conceitual da turnê se conecta ao lançamento da faixa inédita “Para Siempre”, que dá nome ao projeto. A canção, apresentada como síntese desse novo momento, dialoga com o romantismo que marcou uma geração, mas sob uma estética contemporânea e autoral, refletindo um artista em plena maturidade criativa O single amplia a expectativa em torno dos shows e reforça o caráter de grande acontecimento desta turnê
Declaradamente ligado ao Brasil, país que frequentemente descreve como um lugar onde se sente em casa, Christian Chávez transforma esta série de apresentações em um gesto de reconhecimento e afeto A “Christian Chávez Para Siempre Tour” nasce, assim, como um grande feito artístico: uma celebração de identidade, permanência e conexão genuína com um público que sempre esteve no centro de sua história
Foto: Leon Leiden
O show de estreia esgotado: o artista encantou o público do Teatro RioMar Fortaleza, veja fotos!
O cantor deu início à turnê na noite desta terça-feira (27), com show sold out no Teatro RioMar, em Fortaleza A apresentação marcou a estreia da aguardada “Christian Chávez Para Siempre Tour” no país e reafirmou a forte conexão do artista com o público brasileiro
No palco, Christian apresentou um espetáculo que reflete sua fase mais madura, íntima e autoral, sem deixar de revisitar os sucessos que atravessaram gerações durante sua trajetória com o RBD O repertório foi construído como uma narrativa emocional, conduzindo o público por diferentes momentos de sua carreira e de sua vida artística.
O setlist destacou músicas autorais que evidenciam a liberdade criativa do artista, como Sexy Boy, Almas Transparentes, En Donde Estás, Eterna Soledad, Sacrilegio e I
Wanna Be The Rain, além de canções de forte carga emocional como Si Mañana Me Voy, Si Te Hablara de Él, La Pregunta, Para Siempre e Libertad
Um dos pontos altos da noite foi o reencontro com o repertório do RBD, quando Christian emocionou a plateia ao interpretar sucessos como Tu Amor, Un Poco de Tu Amor, Solo Quédate en Silencio, Aún Hay Algo, Bésame Sin Miedo e o clássico absoluto Rebelde, transformando o teatro em um grande coro coletivo.
A estreia em Fortaleza consolidou a proposta da turnê, um espetáculo que conecta passado, presente e futuro, dialóga com diferentes gerações e entrega uma experiência intensa, pessoal e profundamente afetiva para os fãs
Concebida como um marco artístico e simbólico de sua carreira solo, a “Christian Chávez Para Siempre Tour” promete transformar cada apresentação em um acontecimento único
Foto: Camila de Almeida
Júlia e Rafaela estreiam na trilha sonora de “Coração Acelerado” com a inédita “Medo”
A música “Medo”, na voz da dupla sertaneja Júlia e Rafaela, está em destaque na trilha sonora da nova novela da Globo, Coração Acelerado (2026). Composta por Samuel Deolli, Felipe Viana, Lary, Renno e Bia Frazzo, a canção aborda um amor profundo e cheio de inseguranças, refletindo o receio de perder a pessoa amada
A faixa foi apresentada ao público em janeiro deste ano durante o programa “Encontro com Patrícia Poeta”, quando as artistas anunciaram a grande novidade: a inclusão da música na novela A presença de Júlia e Rafaela na trilha representa um marco para a dupla e reforça o espaço da música sertaneja feminina na televisão brasileira
Ontem à noite, Coração Acelerado registrou recorde de audiência, e Medo teve destaque especial, tocando duas vezes em cenas emocionantes, incluindo o beijo dos protagonistas Agrado e João Raul A repercussão entre os fãs nas redes sociais foi imediata, consolidando ainda mais o sucesso da dupla
Com essa conquista, Júlia e Rafaela seguem ampliando sua presença no cenário musical nacional, mostrando que a música sertaneja feminina tem cada vez mais espaço nos principais programas e novelas do país
Foto: Ber Sardi
Marcelo Mesquita faz participação especial na novela “Coração Acelerado”
Começando o ano com o pé direito! O influencer e comunicador
Marcelo Mesquita, conhecido por seu trabalho no universo sertanejo, marcou presença no episódio exibido na última sexta-feira, 23, da novela “Coração Acelerado”, produção da TV Globo que retrata o cenário da música sertaneja.
Na participação especial, Marcelo aparece comentando uma cena com João Raul (Filipe Bragança), protagonista da trama, durante um momento romântico em que o personagem canta na rádio para Agrado (Isadora Garcia), a quem acredita ser seu primeiro e único amor, enquanto tenta encontrá-la novamente
Para Marcelo, fazer parte da produção fez todo sentido por sua ligação com o sertanejo: “Fiquei muito feliz em participar dessa história Como alguém que vive o universo sertanejo, me conectei imediatamente com a trama, que mostra não só o palco, mas muito do que acontece por trás da música”.
A participação de Marcelo Mesquita na novela representa um marco importante em sua trajetória profissional, ampliando ainda mais sua presença na televisão e consolidando sua imagem como uma voz relevante dentro do universo da música e entretenimento Mais do que uma aparição especial, o convite simboliza o reconhecimento de um trabalho construído com autenticidade, paixão e conexão real com a música.
Foto: Divulgação
Luísa Locher mergulha na ambição e nos segredos de sua primeira grande vilã, Edna Ferraz
No universo acelerado dos microdramas verticais, onde o público decide em segundos se fica ou se passa para o próximo vídeo, as vilãs ganharam um novo fôlego Luísa Locher é o rosto por trás de uma das figuras instigantes desse formato atualmente: a ambiciosa Edna Ferraz Em Troca de Noivos, sucesso do aplicativo Sua Novela, a atriz deixa de lado as personagens convencionais para mergulhar em uma trama de poder, traição e segredos familiares.
Dar vida à primeira grande antagonista da carreira trouxe para Luísa uma liberdade criativa rara Longe das amarras das "mocinhas", ela explora em Edna uma mulher que não pede desculpas por sua ambição Para a atriz, a vilania é um campo fértil para desafiar estereótipos femininos, permitindo uma entrega emocional sem censuras que tem prendido a atenção de milhares de espectadores
A recepção do público é o grande termômetro desse sucesso Entre o "ranço" imediato e a torcida inesperada para que a vilã retorne "como uma fênix", Luísa celebra o fato de sua atuação nunca passar despercebida. Gravada pela Otzi Studios em São Paulo, a produção reforça o amadurecimento da artista, que destaca a importância de um ambiente de confiança e troca no set para potencializar a criatividade e o resultado final da obra
Nesta entrevista, Luísa Locher reflete sobre o prazer de interpretar as nuances de uma mulher de moralidade questionável e sua admiração pela convicção inabalável da personagem De olho no futuro, ela compartilha o entusiasmo com a fase atual da carreira e antecipa que 2026 será um ano de muitos projetos e surpresas, reafirmando sua versatilidade em um audiovisual que se reinventa a cada tela. Confira:
Foto: Divulgação
Como vem sendo dar vida à Edna?
Foi um processo muito prazeroso e, ao mesmo tempo, desafiador A Edna é uma personagem muito forte e convicta, mas o que mais me interessou foi mergulhar na mulher por trás dessa força e convicção Dar vida a ela foi entrar em uma personagem que está disposta a enfrentar o que for necessário para conseguir o que quer
Como foram as gravações com a equipe e elenco?
Foi uma delícia Toda a equipe e o elenco estavam muito envolvidos e entusiasmados com o projeto Como a novela foi gravada pela Otzi Studios e eu já havia trabalhado com eles anteriormente, me senti realmente em casa Esse ambiente de confiança e troca deixou o set muito leve e, ao mesmo tempo, muito potente criativamente
Divulgação
Se você pudesse definir o final da Edna, qual seria?
Spoiler Já temos um final (risos) Então não posso contar para não estragar a experiência de quem ainda vai assistir Mas posso dizer que o público pode conferir tudo no app Sua Novela, onde já está disponível
Quais os próximos passos da carreira?
Como tem sido o retorno das mulheres que assistem à série? Elas chegam a torcer pela vilã em algum momento ou a relação é de puro "ranço"?
Já escutei de tudo (risos). Tem quem sinta ranço, mas também tem muita gente pedindo a volta da Edna como uma fênix (risos). Acho muito interessante observar essa divisão, porque mostra que a personagem provoca. Quando uma vilã desperta sentimentos tão diferentes, é sinal de que ela não passa despercebida e isso, para mim, é muito rico
O que a Luísa Locher mais admira na Edna Ferraz, apesar de todas as atitudes manipuladoras dela?
A convicção. A Edna acredita profundamente no que faz e no que defende. Mesmo discordando das escolhas dela, vejo uma força muito grande nela.
Eu tenho muita convicção de que 2026 será um ano de muitos projetos e muitas surpresas Ainda não posso revelar muita coisa, mas estou muito contente com os caminhos que esse ano tem me guiado e com as oportunidades que estão surgindo
Do chroma key ao pódio global: série brasileira Queen Lear termina 2025 em terceiro lugar na Web Series World Cup
A série brasileira Queen Lear encerrou 2025 em 3º lugar na Web Series World Cup, uma das mais competitivas vitrines internacionais de séries digitais independentes Quase 500 séries, de 43 países e 6 continentes, participaram da competição deste ano, tornando a colocação entre as três melhores, um feito de grande destaque global para a produção carioca realizada pelo Canal Demais e que conta com o protagonismo de Claudia Alencar e Mariana Lewis
A equipe criativa por trás de Queen Lear afirma estar profundamente feliz com o resultado, que posiciona a série entre as produções digitais mais reconhecidas do mundo em 2025 Queen Lear está atualmente disponível no Amazon Prime Video no Reino Unido e nos Estados Unidos Inspirada em Rei Lear, de William Shakespeare, a trama é uma releitura contemporânea em 10 episódios ambientada no Brasil. A série acompanha uma poderosa mulher carioca que comanda uma milícia criminosa no Rio de Janeiro e decide dividir seu império entre as filhas, decisão que desencadeia consequências devastadoras A tragédia clássica encontra o Brasil contemporâneo em uma narrativa
sobre poder, lealdade e traição.
Além da ambição narrativa, Queen Lear se destaca por sua abordagem inovadora de produção A série foi filmada majoritariamente com um iPhone, inteiramente em chroma key, e posteriormente finalizada no Unreal Engine, onde foi criada uma versão digital em 3D da cidade do Rio de Janeiro Nenhum recurso de IA foi utilizado em nenhuma etapa do projeto
Esse processo virtual permitiu à equipe realizar cenas e planos abertos, como vistas aéreas da cidade, sequências de helicóptero e tempestades no alto das montanhas, que seriam inviáveis financeiramente para uma produção independente de baixo orçamento
O reconhecimento marca o segundo ano consecutivo em que a equipe
termina como a melhor série da América Latinana Web Series World Cup Em 2024, sua série anterior, Ivanov, encerrou o ano como a melhor série do Brasil e da América Latina, segundo a mesma competição
O diretor e criador Quentin Lewis fala sobre as conquistas: “É uma grande honra ver Queen Lear receber reconhecimento de tantos festivais ao redor do mundo”, afirma Quentin Lewis, diretor e criador da série Ele ainda completa: “Foi uma produção muito caseira. Filmamos praticamente tudo com um iPhone, inteiramente em chroma key, e depois levamos para o Unreal Engine, onde compusemos tudo dentro de uma recriação digital do Rio de Janeiro Isso nos permitiu criar cenas e planos de exposição que seriam proibitivamente caros de outra forma”
Ju Rosario: de artista de rua em Niterói a solista do Cirque du Soleil em Londres
A trajetória de Ju Rosario é a prova de que a arte de rua pode ser a base para os maiores palcos do planeta. Hoje solista de uma das companhias mais prestigiadas do mundo, o Cirque du Soleil, a niteroiense vive o auge de uma carreira construída com resiliência, iniciada com uma caixa de som na Praia de Icaraí e passagens marcantes pelo teatro musical e pela televisão brasileira
O ponto de virada começou em 2021 Ju, que sempre conciliou a música com outros trabalhos para suporte financeiro, decidiu abrir suas próprias portas “Peguei minha caixa de som e fui às ruas da minha cidade, na praia de Icaraí e cantei. Naquele dia ganhei 5 reais. Mas estava tão feliz de estar começando a me jogar”, relembra a artista
A experiência nas ruas, embora gratificante, impunha desafios diários: Ju chegava a cantar por duas horas sob o sol de 40 graus, competindo com ruídos urbanos, muitas vezes sem público O esforço, no entanto, rendeu frutos Nas ruas, ela foi convidada para integrar grandes companhias de teatro de Niterói, onde protagonizou clássicos como “A Bela e a Fera” e “Saltimbancos”, além de dirigir vocais no Theatro Municipal da cidade. Em 2023, sua voz ganhou projeção nacional ao emocionar os 100 jurados do programa Canta Comigo, da Record TV. Brasilidade em cena mundial
e explorando ritmos do Brasil. "Tenho trazido a musicalidade e harmonia vocal que só os brasileiros têm para levar um pouco do nosso país para o mundo", completa
“Tem sido enriquecedor cantar para tantas pessoas diferentes, conviver com pessoas de diversas culturas e integrar o casting de uma das maiores companhias de entretenimento do mundo”, afirma Ju, que recentemente também viveu a alegria de ter o filho na plateia do teatro londrino, reforçando que a arte é capaz de levar beleza e esperança pro mundo
O salto internacional começou com uma inscrição para o banco de talentos do Cirque du Soleil em 2023
Após uma audição ao vivo no Rio de Janeiro, a confirmação veio em 2025,
quando foi selecionada para ser a solista de OVO
No espetáculo, Ju carrega a responsabilidade de ser uma das poucas vozes brasileiras e de interpretar canções que remetem aos ritmos do país, algumas inclusive em português. "Em pensar que há 3 anos eu cantava nas ruas e hoje estou como solista fazendo uma turnê mundial, é incrível de acreditar", reflete.
Como o espetáculo OVO é uma criação da coreógrafa Deborah Colker e possui profunda inspiração na cultura nacional, Ju utiliza sua voz para reforçar essa identidade, cantando partes do repertório no próprio idioma
Atualmente, cumpre temporada no icônico Royal Albert Hall, em Londres, onde se apresenta até o início de março. Para ela, estar ali é um marco simbólico: “Quando entrei no Royal e pisei no palco um misto de sentimentos veio à minha mente e coração Me passou na cabeça a minha trajetória, fazendo animação de festas, cantando nas ruas e algumas vezes me apresentando nos shoppings E sou grata porque essa trajetória me trouxe até aqui A minha base é sólida”, comenta
A temporada em solo britânico eleva a trajetória de Ju Rosario a um novo patamar de reconhecimento. Para a artista, a magnitude do palco londrino é o ápice de uma jornada construída com autonomia e dedicação. “Tudo que aprendi com o que vivi me faz ser grata por cantar onde outros grandes artistas se apresentaram, inclusive uma das minhas cantoras favoritas: Adele É como estar vivendo um sonho!”, finaliza
Foto: Luis Vizu
Foto: Matthew Rood
Gabriel G recebe M Ykegaya
novo epis de “Se ess música fo um prato, seria?”
Música e comida ca na cultura brasileira websérie “Se essa m prato, qual seria?” com a nutricionista Nina episódio parte de um apresentar uma represente suas emoçõ atmosferas
Todas as terças-fei disponibilizado no Instagram do cantor (@gabrielgonti) e no perfil “Música e Prato” Nesta semana a música escolhida foi “Partilhar”, de Rubel, para harmonizar com a Mjadra, prato típico do Oriente Médio
“Nossa ideia é fazer receitas criativas e de fácil reprodução, conectando público, memória, cultura e arte. As músicas escolhidas ganham uma nova camada sensorial ao serem traduzidas em alimentos que despertam a memória, o afeto e o pertencimento”, conta Gabriel
Em uma cozinha charmosa, daquelas que convidam à conversa sem pressa, em uma casa acolhedora no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro, o casal recebeu a chef paranaense Michele Ykegaya para o novo episódio Formada em gastronomia, Michele tem descendência japonesa e viveu dois anos no Japão onde aprofundou
seus conhecimentos culinários e culturais Hoje, atua como criadora de conteúdo digital, compartilhando sabores, lifestyle e dicas que traduzem sua paixão pela cozinha e pelo viver bem
"Comecei a compartilhar minhas receitas de forma despretensiosa nas redes sociais e, depois de viralizar, decidi me dedicar 100% a essa atividade. Minha cozinha é afetiva, prática e fácil para o dia a dia " , comenta Michele
E foi essa mesma praticidade que Michele que levou para o quadro “Se essa música fosse um prato, qual seria?” Com origens no Iraque, a Mjadra simboliza fartura e partilha, sendo uma receita versátil que pode acompanhar carnes e saladas
“O astral da Michele é leve e divertido Ela teve o cuidado de pensar
em uma receita saudável com atenção total à qualidade nutricional Ela preparou um arroz de lentilha com cebola caramelizada que ficou muito gostoso, esse momento foi realmente especial " , declara Nina
Mais do que apresentar uma receita, “Se essa música fosse um prato, qual seria?” transforma a cozinha em palco e a mesa em ponto de encontro, onde cada episódio guarda histórias e convida a comunhão, exatamente como diz o refrão da canção: “Eu quero partilhar, a vida boa com você!”
Inspirado por esse espírito de partilha e abundância, Gabriel Gonti começa o ano cheio de projetos e novidades, entre eles o lançamento do seu primeiro álbum audiovisual, ampliando ainda mais esse diálogo íntimo com as artes que marcam sua trajetória
Foto: Dona Isa
Grupo de comédia “Os Três Porquinhos” leva
estrelado pelos comediantes Estevam Nabote, Victor Ahmar e Vini Maga, chega ao Rio de Janeiro e Região Metropolitana em fevereiro com apresentações em São Gonçalo (04/02), Rio de Janeiro – capital (05 e 06/02) e Niterói (07/02). A curta temporada promete sessões marcadas por humor imprevisível, interação direta com o público e formatos que mudam a cada noite
Foto: Luis Vizu
No palco, os três comediantes somam estilos distintos Estevam Nabote, veterano do stand-up desde 2012, traz a experiência de quem já integrou projetos como Porta dos Fundos e Tô de Graça Victor Ahmar, também roteirista, é conhecido por um humor que equilibra constrangimento e inteligência Já Vini Maga, representante da nova geração, se destaca por transformar
situações cotidianas em comédia acessível e identificável
A montagem aposta em um formato dinâmico que mistura standup comedy, música, imitações e participação ativa da plateia. Com humor moderno, limpo e afiado, o espetáculo transita entre o popular e o nonsense, criando uma experiência única: nenhum show é igual ao outro
O projeto vem ganhando destaque no circuito nacional após apresentações de sucesso no Teatro Sabesp Frei Caneca, em São Paulo, em dezembro de 2025, e no Teatro Caritas, em janeiro de 2026, reforçando o potencial do espetáculo como uma das apostas atuais da comédia brasileira
Agenda
São Gonçalo – RJ 04/02 (terça-feira) | 20h
Espaço Cultural Panorama
Rio de Janeiro – RJ 05/02 (quarta-feira) | 20h
Teatro Miguel Falabella
Rio de Janeiro – RJ 06/02 (quinta-feira) | 21h
Teatro dos Grandes Atores
Niterói – RJ 07/02 (sexta-feira) | 20h
Centro Cultural Cauby Peixoto
Classificação: 14 anos
Duração: 75 minutos
Foto: Non Stop
Mariana Xavier chega ao Teatro da Ilha com a aclamada comédia “Antes do Ano que Vem”
funcionária do local, resolve atender as ligações e auxiliar os pedidos de ajuda que surgem na Noite de Ano Novo. Este é o ponto de partida de “Antes do Ano que Vem”, monólogo cômico estrelado por Mariana Xavier, que chega ao Teatro da Ilha para apenas duas sessões nos dias 30 e 31 de janeiro, sexta e sábado, às 20h
Foto: Luis Vizu
Com texto de Gustavo Pinheiro escrito especialmente para a atriz emprestar toda a sua versatilidade para um vasto leque de personagens e situações, o espetáculo tem direção de Ana Paula Bouzas e Lázaro Ramos
O solo já foi visto por 50 mil espectadores e percorreu 24 cidades brasileiras
O espetáculo é mais uma realização
da Trampo Produções e da WB Produções, dos produtores associados Bruna Dornellas, Mariana Xavier e Wesley Telles
Desde março de 2022, “Antes do Ano que Vem” fez temporadas lotadas no Rio de Janeiro, em São Paulo e percorreu as cinco regiões do Brasil com apresentações em Manaus, Vitória, Maceió, Brasília, Curitiba, Teresina, Salvador, Aracaju, Belo Horizonte, São Luíz, Porto Alegre, Campinas, São José dos Campos, Uberlândia, Pelotas, Caxias do Sul, São Francisco do Sul, São Lourenço do Oeste, Niterói, Joinville e São Bento do Sul
Humor para falar de saúde mental, autocuidado e acolhimento
O embrião do espetáculo surgiu da necessidade de falar sobre questões fundamentais da vida contemporânea, como solidão,
empatia e a ditadura da felicidade imposta pelas redes sociais, temas que atingem frontalmente a saúde mental de uma parcela imensa da população.
- A peça se passa justamente na noite de Réveillon, quando há um aumento significativo no número de ligações com pedidos de ajuda Datas como esta, de “felicidade obrigatória”, fazem aflorar ainda mais as emoções de quem não está lá muito satisfeito com a própria vida - conta Mariana, que vem rodando o Brasil com a peça e levantando este debate, além de espalhar uma mensagem de acolhimento e esperança
- Acredito muito na comédia como ferramenta não só de entretenimento, mas de crítica e reflexão. Acredito também no poder transformador da empatia e é através dela que esperamos que o público