JANEIRO – MARÇO DE 2020 VOL. 23. NO. 1
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UM ATO DE
Dynamic Steward
Januar y - March 2020
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O DYNAMIC STEWARD POR DENTRO 16 O QUE É PACTO?
3 DAR E ADORAR 7 MORDOMIA A MENSAGEM DOS TRÊS ANJOS 10 DISCÍPULO VERDADEIRO OU PSEUDO DISCÍPULO?
21 MINHA RESPOSTA À SUA GRAÇA 24 ISSO COMPUTA PARA VOCÊ? 27 É MEU DINHEIRO OU NOSSO DINHEIRO?
13 GENEROSIDADE, PROSPERIDADE E BÊNÇÃO DE CAUSA PARA EFEITO
30 ADORANDO A DEUS COM SEUS BENS
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MUITO ALÉM DE MÚSICAS, SERMÕES E ORAÇÕES!
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ocê conhece o hino que os magos cantaram para o bebê Jesus? Você conhece a oração que eles fizeram ao recém-nascido? Você consegue se lembrar das palavras com as quais José e Maria se dirigiram a eles durante sua visita? Em lugar algum dos evangelhos encontramos essa informação. Conhecendo o propósito de sua visita, este silêncio é surpreendente e possivelmente significativo! Os magos viajaram centenas de quilômetros durante vários dias com um claro propósito: encontrar “aquele que havia nascido, o rei dos judeus e adorá-lo” (Matt. 2:2 NVI). Se você tivesse que falar sobre sua última experiência de adoração, a respeito do que você falaria? Alguns mencionariam a qualidade do sermão. Outros comentariam a apresentação do coral e alguns relembrariam a sessão de oração. Todos estes são elementos essenciais de adoração. Interessante, o registro dos magos em Belém silencia sobre esses detalhes importantes. O foco está noutros lugares: “Chegando à casa, eles viram a criança com sua mãe Ma-
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ria e inclinando-se o adoraram. Depois eles abriram seus tesouros e presentearam-no com presentes de ouro, incenso e mirra” (Matt. 2: 11). Dar foi a parte crítica de sua adoração. Dar como um ato de adoração é o nosso tema guarda-chuva para este número atual do Mordomo Dinâmico. Coralie escreve sobre a função de doar na adoração Adventista: o incentivo, o propósito e a teologia da doação. Baxen apresenta a Mensagem dos Três anjos que gira em torno de adoração como fundamental à nossa mensagem de Mordomia. Através da bela analogia dos fãs de futebol, Reyes nos convida a avaliar nosso papel como parte do time de Deus. Desfrute dos outros artigos e faça crescer seu ministério para levar outros a se engajar na adoração completa. Desejos de coração para 2020!
JANEIRO A MARÇO DE 2020
— Editor Aniel Barbe
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DAR e UM PACOTE INSEPARÁVEL
CRÉDITO: FREEPIK
ALAIN G. CORALIE
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ivemos numa época onde muitos adoram o dinheiro. É sua última fonte de segurança, identidade e propósito na vida. No entanto, nesta mesma época, Deus convida seu povo a adorá-lo com seu dinheiro. Isso significa que, como seguidores de Cristo, não somos chamados a adorar a Deus apenas com nossos lábios através dos cantos, da oração e da pregação. Somos chamados a adorar a Deus através de bens materiais também. Dar não é uma opção para o adorador. Porque dízimos e ofertas são elementos essenciais do culto a Deus. Ellen White resume o princípio básico da doação cristã na adoração corporativa, da seguinte maneira: “Pertencemos a Deus; somos Seus filhos e filhas - Seus pela criação e Seus pelo dom de Seu Filho unigênito, para a nossa redenção. “Não sois de vós mesmos... fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” I Cor. 6:19 e 20. A mente, o coração, a vontade, e as afeições per-
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tencem a Deus; do Senhor é o dinheiro que manuseamos. Todo bem que recebemos e desfrutamos resulta da benevolência divina. Deus é o liberal doador de todo bem, e deseja que, da parte de quem recebe, haja reconhecimento dessas dádivas que proveem todas as necessidades do corpo e da alma1” Por que devemos adorar a Deus com nossos dons? Para que finalidade nós damos nossos dízimos e ofertas? O que nós expressamos através desses dons? Vamos considerar ligeiramente o incentivo, propósito e a teologia por trás do ato de dar no culto corporativo com referência especial aos escritos de Ellen White. INCENTIVO
O que nos motiva a dar no culto divino? O que tem a ver nossos relacionamento com Deus que resulta em trazermos nossos bens monetários a ele cada sábado? Primeiro, nossa
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O reconhecimento explícito do amor e cuidado de Deus permeia o ato de doar.
doação é uma resposta ao sentimento do coração pela graça de Deus para conosco. Como adoradores somos constantemente lembrados de que não damos meramente para sustentar a organização da igreja. A doação crista não deve ser vista simplesmente como uma resposta às necessidades financeiras da igreja, mas como uma expressão de adoração ao criador pelo seu cuidado providencial. Dar é fundamentalmente uma expressão de nosso amor e louvor a Deus pela sua incrível graça. Através de nossos dízimos e ofertas, nós expressamos sua soberania indisputável sobre nossa vida. Através de nossas ofertas voluntárias nós expressamos nosso amor por aquele que primeiro nos amou. Segundo, doando nós reconhecemos Deus como o doador e perdoador. Deus é o autor “de todo bem e dom perfeito” (Tiago 1:17, NVKJ), e “dá a todos liberalmente e sem lançar em rosto” (vs. 5). Declarar a Deus como doador é considerar seu supremo dom, Jesus Cristo, que em troca desafia seus seguidores a dar livremente porque também receberam livremente. (Mat. 10:8). Deus também é o Perdoador. Em Cristo, Deus prove à humanidade sua única fonte de perdão e reconciliação. Isso quer dizer que dar não pode ser visto como uma maneira de manipular a Deus através da qual nós podemos trocar dinheiro pelas suas bênçãos. O ato de doar, como qualquer outra parte da adoração Adventista é motivado pela própria autodoação de Deus. O supremo dom de Deus é o maior incentivo para doarmos. Doando, nós demonstramos tangivelmente que fomos agarrados
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pela graça maravilhosa de Deus e que nós pertencemos a ele como seus filhos redimidos. Terceiro, dar é uma resposta às bênçãos de Deus. Dar é um testemunho eficiente de que Deus é a fonte de toda bênção. Os dízimos e ofertas são dados durante o culto na igreja como uma afirmação autoritária que Deus têm continuamente abençoado seu povo. Nós damos em apreço à bondade de Deus e em gratidão pelas suas abundantes bênçãos. Dando, nós reconhecemos que “o grande e infinito Deus não vive para si mesmo, mas para beneficiar e abençoar cada ser e cada objeto de sua criação2”. Deus constantemente dá e nos convida também para corresponder doando. Em um artigo escrito em 1881, Ellen White introduz este ponto com ironia: Quando nosso benfeitor celestial se esquece de atender nossas necessidades, quando se esquece de ser gracioso, e nenhum de seus dons flui para nossos depósitos, nossos graneleiros, e nossos celeiros – então podemos defender uma desculpa para retermos nossas ofertas3”. Assim, nossa doação é um sinal de apreciação pelo tratamento providencial de Deus para conosco. Como tal, nós não damos para receber mais de Deus em troca, nós devolvemos a Deus porque já recebemos muito dele. PROPÓSITO
Com que finalidade os adoradores dão durante o serviço de culto? Quais são as razões por trás do ato de dar? Pode-se notar que os adoradores dão pelas seguintes razões: 1) É um ato de adoração. 2) Isso promove a missão da igreja. 3) É uma boa mordomia.
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Primeiro, dar é uma ato de adoração. Ellen White é clara: “O sistema de dízimos e ofertas tinha a intenção de impressionar a mente dos homens com uma grande verdade, que Deus é a fonte de toda bênção para suas criaturas, e que a ele é devida a gratidão do homem pelos bons dons de sua providência4”. Através da doação nós damos louvores e graças a Deus pela sua excelência e bondade. Dar é uma expressão tangível de amor e submissão a Deus, uma resposta à sua generosidade. É a resposta alegre do coração pela bondade de Deus. É a devolução ritual de uma porção que Deus inicialmente nos deu. Segundo, O povo de Deus dá apoio à obra de Deus, especialmente “sustentando os obreiros do evangelho em seu trabalho5”. Como Adventistas, nós compartilhamos da visão que “Deus tornou a proclamação do evangelho dependente de nossos labores e dos dons de seu povo6”. Cada vez que damos, devemos assim fazer com a firme convicção de que estamos concretamente apoiando a proclamação do evangelho e o avanço da missão da igreja no mundo. No entanto, como adoradores, precisamos sempre ter em mente que nossa doação não é para a igreja, mas para Deus. Isso implica que os líderes da igreja são responsáveis a Deus e ao corpo de Cristo pela maneira como eles usam o dinheiro de Deus. Assim, dar não é apenas uma maneira visível de expressar nosso louvor e ações de graça, é também uma maneira de assinalar tangivelmente nosso comprometimento de participar com Deus em sua missão de salvar o perdido. Terceiro, Nós damos durante a adoração corporativa porque cremos na mordomia cristã. Nós entendemos que Deus fez o mundo para o desfrute e cuidado do povo que ele criou e redimiu. Nós reconhecemos que, como mordomos de Deus, somos responsáveis a Deus pelo uso da variada graça com a qual ele tem nos confiado. Reconhecendo a total propriedade de Deus sobre nossa vida, nós dedicamos tudo que temos a ele, incluindo nossos dízimos
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e ofertas. Isso significa que o ato de doar é um ato de dedicação e adoração. Ao doar nós afirmamos que toda a vida deve ser vivida sob o governo de Cristo. Tal doação é uma expressão de nossa total dedicação a Deus. Assim, doar é um reposicionamento semanal da vida e das posses à liderança de Cristo. “O próprio ato de dar expande o coração do doador e liga-o mais completamente ao redentor do mundo7”. Doando, nós nos aproximamos mais de Cristo e nos tornamos mais semelhantes a Deus9, e desenvolvemos um caráter para o céu10. Como Adventistas, nós reconhecemos o dízimo como “santo ao Senhor” (veja Lev.27:30,32 NVI). É devolvido a ele como dele próprio. Além disso, nós vemos nossas ofertas como uma oportunidade de expressar nossa gratidão e amor a Deus pelo seu constante cuidado. A devolução dos dízimos e doação das ofertas não é um pensamento atrasado dentro do contexto Adventista de adoração. Os adoradores devem preparar sua doação em casa e trazê-la no sábado com o coração alegre. TEOLOGIA
Reconhecimento explícito do amor e cuidado de Deus permeia o ato de doar. Um pressuposto fundamental dessa ação litúrgica é que Deus, o Criador, Redentor e mantenedor de seu povo, merece total adoração. A razão básica para a oferta, além do financiamento de rotina do pessoal da igreja, as atividades e da missão é responder à generosidade de Deus na sua criação, na redenção e na providência. Fidelidade em dar reflete a natureza de nosso Pai celestial. Deus é fiel ao prover para seu povo, e ele manifesta isto supremamente cumprindo sua promessa ao enviar o Messias. Sua fidelidade cobre o reino inteiro da vida cristã. Doando, nós reconhecemos que Deus é um provedor fiel, porque é de sua natureza dar. Ele é compromissado em abençoar seu povo. “Jesus é Senhor” é uma afirmação do coração na adoração cristã. Na verdade, o ato de dar flui dessa afirmação central. Tanto a criação como a nova
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criação em Cristo são dons de Deus. Cristo se ofereceu como sacrifício e convida seus redimidos a se oferecerem como sacrifício vivo ((Rom. 12:1, 2). Sua reivindicação do reino de Deus agora é liturgicamente expressa na oferta em que a igreja reconhece a conexão vital que existe entre sua profissão de fé e suas ações concretas. Esse papel crucial de Jesus Cristo em nosso ato de dar é destacado por Ellen White: “Todas as bênçãos precisam vir por meio de um Mediador. Agora todo membro da família humana está inteiramente entregue nas mãos de Cristo, e tudo que possuímos - quer seja o dom de dinheiro, de casas, de terras, de faculdades de raciocínio, de força física, ou de talentos intelectuais - nesta vida presente, e as bênçãos da vida futura, é colocado em nosso poder como tesouros de Deus a serem aplicados fielmente para benefício do homem. Todo dom é assinalado pela cruz e traz a imagem e a inscrição de Jesus Cristo. Todas as coisas provêm de Deus. Desde os menores benefícios até a maior bênção, tudo flui através do único Conduto - uma mediação sobre-humana salpicada com o sangue cujo valor é inestimável porque era a vida de Deus em Seu Filho11”.
no horizonte da vitória final e escatológica de Cristo. CONCLUSÃO
Doar é uma demonstração de nosso cristianismo e da verdadeira adoração a Deus. Como estamos agora reconciliados com Deus, nós damos grande prioridade à alegre e livre devolução de nossos dízimos e doação de nossas ofertas12. Ao doarmos com um coração grato, Deus nos abençoa de acordo com isso13. Realmente, adorar é doar e doar é adorar. Cristo exige nosso coração completamente e nossas afeições não divididas14. Ele não pode aceitar nossos dons a menos que eles venham do coração15. Doar expressa nossa total ligação com Deus que é o âmago da verdadeira adoração.
Alain Coralie é o secretário executivo da Divisão África Centro Oriental. Ele está feliz casado com Caroline e é o pai orgulhoso de uma filha Audrey-Joy. Seu MTh (Oxford) e PhD (Bristol) focaram na teologia da adoração.
1 Ellen G. White, Conselhos sobre Mordomia, p. 72. 2 White, Registro da União Associação Australasiana, June 1, 1900. 3 White, The Review and Herald, Jan. 4, 1881. 4 White, The Review and Herald, Sept. 10, 1889.
Dentro dessa perspectiva, Deus está envolvido do princípio ao fim. A oferta não é um movimento unilateral da igreja para Deus. Ao contrário, Deus sempre move primeiro antes da igreja responder através da doação na adoração. Dar é uma mordomia de graça divina. Está implícito na devolução do dízimo e na doação de ofertas que Deus realmente recebe esses dons. No entanto, é a igreja que usa esses dons para o avanço do reino de Deus. Se é Deus quem recebe e a igreja quem usa as ofertas, então há uma íntima ligação entre a ação divina e a humana no propósito salvífico para a humanidade. A igreja é o instrumento para a extensão do reino de Deus na terra. A doação fiel e generosa dos dízimos e das ofertas facilita a proclamação e atualização do reino de Deus
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5 White, Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 249. 6 White, Atos dos Apóstolos, p. 74. 7 White, The Review and Herald, Oct. 31, 1878. 8 White, Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 405. 9 White, Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 255. 10 White, The Review and Herald, May 16, 1893. 11 White, Fé e Obras, p. 22. 12 White, Manuscrito 159, 1899; Conselhos sobre Mordomia, pág. 66; The Review and Herald, December 26, 1882; Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 238. 13 White, Serviço Cristão, pp. 90, 175; Testemunhos para a Igreja, vol. 5, pp. 267, 268; Testemunhos para a Igreja, vol. 3, pp. 304, 305. 14 White, Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 160. 15 White, Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 169.
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MORDOMIA A MENSAGEM DOS TRÊS ANJOS
ENSLIN BAXEN
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m nosso mundo contemporâneo nós observamos crescente materialismo, crescente corrupção, e gritante exploração do pobre pelos poderosos. Uma avalanche constante de anúncios na Mídia Social, televisão, rádio, outdoors e revistas promovem a autogratificação às custas de tudo mais. Essa atitude mundana para com a vida parece estar ganhando terreno no princípio da generosidade e altruísmo. A bíblia diz que nos últimos dias, as pessoas, embora dizendo ser piedosas amarão a si mesmas, o dinheiro, e o prazer mais do que amam a Deus (2 Tim. 3:1-5). Isso vai contra a própria essência da Mordomia. Mordomia bíblica reconhece nosso relacionamento com Deus como dono de todos os recursos, quer sejam material ou espiritual e vê as pessoas humanas como gestores de seus recursos. Como a mensagem de Deus para esses últimos dias serve como antidoto para o egocentrismo? AS TRÊS MENSAGENS ANGÉLICAS SÃO O ÚLTIMO CHAMADO DE DEUS AO MUNDO
Imediatamente após essas mensagens (veja Apoc.14:6-13), nós encontramos a colheita da terra, que é a segunda vinda de Jesus descrita em Apocalipse 14:14-20. Deus é mostrado fazendo tudo que pode para salvar o perdido antes do fechamento da porta da graça. Interessante que essas mensagens enfatizam o aspecto vital de mordomia, adequadas para nos tornar fieis mordomos nesta geração UM MORDOMO VOADOR
Durante a primeira e a segunda guerras mundiais, pombos foram usados para levar
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mensagens da linha de frente aos quarteis. Em muitos casos a vida dos soldados foram salvas por esses pombos mensageiros, alguns deles receberam medalhas pelo seu serviço fiel. “Cher Ami” foi um desses pombos que com sucesso completou 12 missões. Na sua última missão ele perdeu um pé e um olho mas mesmo assim entregou sua mensagem1. O primeiro anjo é visto “voando no meio do céu tendo o evangelho eterno” (Rev. 14:6). Isso descreve os filhos de Deus como mordomos entregando a correspondência do céu. A mensagem é o evangelho eterno. Esse evangelho eterno aponta para Jesus que se humilhou de proprietário para mordomo e foi fiel até a morte na cruz (Fil. 2:5). Ellen White faz a sublime afirmação: “Pendendo sobre a cruz Cristo era o Evangelho2”. A hora do “juízo de Deus” (Apoc.14:7) nos lembra que todos nós devemos dar conta a Deus de nossa mordomia, incluindo nossa fidelidade no soerguimento do evangelho eterno. A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO E OS CINCO ITENS DA MORDOMIA
A mensagem do primeiro anjo foca na adoração. O tipo de adoração recomendada é uma que ressoa com cinco itens de Educação sobre Mordomia: Verdade – À Igreja remanescente de Deus tem sido confiada para ser mordomos da verdade, não para possuir a verdade, mas para proclamá-la. Ellen White insiste na nossa fidelidade ao dever quando ela aconselha: A nós tem sido confiada a obra de proclamar a última mensagem de misericórdia a ser dada ao nosso mundo – a mensagem que deve preparar um povo para estar em pé no
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dia de Deus. Reconhecemos nossa responsabilidade? Estamos agindo nossa parte na proclamação da mensagem? O tempo presente está sobrecarregado com interesses eternos. Nós devemos desenvolver a norma da verdade diante de um mundo que perece no erro. Deus chama os homens a se unir sob a bandeira ensanguentada de Cristo, dar a mensagem ao povo, multiplicar as reuniões campais em diferentes localidades, advertir as cidades e enviar a advertência perto e longe nas estradas e nos atalhos do mundo3” Tempo – O chamado para adorar ao Criador, (Apoc.14:7) é um eco do quarto mandamento (Exod.20:8-11), ordenando-nos a nos lembrar do sábado, lembrar do criador de ambos tempo e espaço. “De nenhum talento que nos deu requererá ele a mais estrita conta do que do nosso tempo... Não temos tempo a perder, nem tempo para nos dedicar a prazeres egoístas, nem tempo para condescender com o pecado. É agora que devemos formar caracteres para a futura vida imortal. É agora que devemos nos preparar para o juízo investigativo4” Templo – Há um convite para glorificar a Deus. O apóstolo Paulo define nosso corpo como o local para glorificar a Deus, como o templo do Espírito Santo (I Cor.6:19). A esse respeito, de acordo com I Cor. 10:31, nossa ingestão – aquilo que comemos ou bebemos – deveria glorificar a Deus. Um estilo de vida não sadio não apenas impacta nossa qualidade e extensão de vida mas também é determinante de nossa vida como adorador de Deus. Tesouros – O chamado para adorá-lo (Apoc.14:7) inclui adorá-lo com nossos dízimos e nossas ofertas. A ligação é tornada clara na bíblia quando ela diz “Dai ao Senhor glória devida ao seu nome, trazei ofertas e vinde diante dele. Oh, adorai ao Senhor na beleza da sua santidade! (I Crôn.16:29 NVI). Nossa adoração a
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Deus não pode compensar roubá-lo de dízimos e ofertas, porque ambos pertencem ao mesmo pacote Talentos – A habilidade para pregar o evangelho eterno é um talento dado por Deus. Há diferentes maneiras de pregar o evangelho para as quais o Espírito Santo nos dá diversos dons espirituais (I Cor.12:28-30; Efés.4:11). Os vários dons que o Espírito Santo nos dá são “para aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo” (Efés. 4:12, VKJ). MORDOMO CAÍDO
O segundo anjo anuncia que Babilônia caiu. A razão dada é “porque ela fez todas as nações beberem do vinho da ira de sua fornicação” (Rev. 14:8, NKJV). O vinho contribui para a queda de Babilônia. Vinho representa falsidade e engano (Miq.2:11; Isa. 28:7). Aqueles mordomos que se recusam a voar com e pela verdade cairão pelo engano. Ellen White confirma este ponto de vista: Satanás, em cooperação com seus anjos e com os homens maus exercerão todo os esforços para ganhar a vitória e parecer ser bem-sucedido. Mas deste conflito, verdade e justiça sairão triunfante na vitória. Aqueles que creram na mentira serão derrotados, porque os dias de apostasia estarão terminados5”. O inimigo sabia que os aliados estavam usando pombos-correios para comunicar a verdade da situação no campo de batalha. O inimigo atirava nos pombos enquanto eles voavam para que eles caíssem, assim evitando que a mensagem fosse entregue. Eles capturaram outros pombos e substituíram as verdadeiras mensagens por falsas mensagens. Esses pombos eram soltos para enganar e distrair os quarteis. A palavra de Deus é a norma da verdade (Isa.8:20). Nosso dever como mordomos é ter fé na palavra de Deus e obedecer a palavra de Deus. Não sejam enganados induzidos pelo
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inimigo para se apostatar do movimento remanescente de Deus. O Espírito de Profecia nos assegura que “É tão certo que temos a verdade como é certo que Deus vive, e satanás, com todas suas artimanhas e seu poder infernal, não pode mudar a verdade de Deus em mentira. Enquanto o grande adversário tenta seu máximo tornar de nenhum efeito a palavra de Deus, a verdade deve sair como uma lâmpada que ilumina6”. MORDOMO FIEL
A mensagem do terceiro anjo pronuncia as terríveis consequências para aqueles que recusam ser mordomos de Deus conforme descrita na mensagem do primeiro anjo. O problema central será a adoração da besta e receber a marca da besta. Apocalipse 13 nos dá mais compreensão do que forçará muitos crentes a abandonar a verdade pela mentira. João, com visão profética inspirada, revela: “Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.” (Rev. 13:16, 17, NVKJ). Será o amor ao dinheiro, a cobiça de posses materiais e a confiança em coisas deste mundo que levarão muitos a se apostatar. Satanás até apresentou a Jesus a mesma tentação no deserto. Ele prometeu dar a Jesus o mundo se ele o adorasse (Mat.4:8,9). Jesus sabia que o mundo não era propriedade de satanás. Ele não tomou o caminho mais fácil, mas permaneceu fiel a Deus. Portanto, é vital para nós confiar em Deus como o proprietário de tudo. Isso nos levará à fidelidade nos dízimos e nas ofertas sob todas as circunstâncias. Resistam à tentação de usar o dízimo e as ofertas de Deus para pagar suas dívidas. Não incorram em nenhum débito com Deus. A mensagem dos três anjos conclui com uma nota triunfante descrevendo os mordomos que resistiram. Ela descreve esses fieis
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como aqueles que guardam os mandamentos e têm a fé de Jesus. O apóstolo Paulo em I Coríntios 4:1,2 confirma o que Deus quer de seus mordomos dizendo: “Portanto, que todos nos considerem servos de Cristo e encarregados dos mistérios de Deus. O que se requer desses encarregados é que sejam fiéis”. (NVI). Mordomos fieis que sabem, pregam e sustentam o evangelho eterno participarão da recompensa da vida eterna. Escolha ser um mordomo mais fiel do que pombos esvoaçantes que voavam através das zonas de conflito para entregar a mensagem. Persevere através da oposição do inimigo, reconhecendo que a batalha não é nossa, mas do Senhor. Não aceite uma mensagem falsificada que possa levar você e outros, através de sua influência, a perder a batalha. Não permita que as balas do engano do inimigo o façam cair. Um dia em breve Jesus virá e todos os mordomos fieis de Deus voarão para o lar para ouvir o elogio: “Bem está, bom e fiel mordomo”
Enslin Baxen foi um Cientista Médico antes de receber o chamado para um ministério pastoral de tempo integral. Ele é casado com Lee-Ann e tem um filho e uma filha adolescentes. Atualmente ele está completando seu MDiv na Universidade Adventista da África, no Quênia. Ele pastoreia um distrito com várias igrejas em Johannesburg, África do Sul.
1 “Pombo de Guerra” Wikipedia, acessada 7 de Novembro, 2019, https://en.wikipedia.org/wiki/War_pigeon. 2 Ellen G. White, Manuscript Releases, vol. 21, n.d., p. 37. 3 White, Review and Herald, Apr. 18, 1912, par. 3. 4 White, Christ’s Object Lessons, p. 342. 5 White, Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 393. 6 White, Maranata, p. 127.
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DISCÍPULO VERDADEIRO OU PSEUDO DISCÍPULO? Em Lealdade ao capitão do time
Tony Reyes
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e você foi criado em Monterrey, no México, como eu fui, você se preocupava muito com futebol. E se você se preocupava com futebol e morava em Monterrey, então você apoiava um dos dois times: CF Monterrey ou Clube Tigre — mas não ambos. Embora ambos fossem times locais, um fã que não pudesse decidir não era um fã de modo algum aos olhos da maioria das pessoas, mas um pseudo fã. Eu tomei minha decisão pelo CF Monterrey em 1990, quando tinha 13 anos de idade. Meu primo adulto mais velho, Poncho, me convidou para um jogo entre CF Monterrey e os Milionários da Colômbia. Um de seus amigos havia desistido no último minuto e era uma oferta que eu não podia recusar. Quando chegou o dia do jogo, Poncho e seus amigos chegaram numa caminhonete pick up totalmente decorada com motivos do CF Monterrey, tanto as pessoas como o carro.
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Uma vez dentro do estádio, o jogo começou. Nós batemos palmas, gritamos, cantamos e até cumprimentamos pessoas que não conhecíamos e que provavelmente nunca mais as veremos novamente. Naquele momento, quando nos alegrávamos com a vitória do Monterrey por dois gols, nós éramos uma família. Naquela noite eu me tornei um autoproclamado fanático pelo CF Monterrey. Desde aquele ano o CF Monterrey me tem trazido tanto alegrias quanto tristezas. Mas minha lealdade nunca vacilou, e até hoje eu uso a camisa do CF Monterrey com orgulho. Se você quer se relacionar instantaneamente comigo, pergunte-me sobre meu time de futebol favorito. A ADORAÇÃO DE UM VERDADEIRO DISCÍPULO
Neste ponto você pode estar pensando: “Bela história, Tony! Mas o que tem a ver com Discipulado e Mordomia? Bem, discipulado e mordomia – ambos aspectos da adoração cristã – é muito mais parecido com futebol do que você possa imaginar. Em Monterrey, nós não amamos apenas futebol. Nós amamos um dos dois times locais de futebol, mas não ambos. O mesmo é verdade para os cristãos com respeito a Cristo e o mundo. Deus não quer pseudo discípulos mais do que os clubes de futebol de Monterrey querem pseudo fãs. Deus quer discípulos que sejam invariavelmente leais a ele, e a bíblia torna claro que os discípulos de Deus são distinguidos pela sua adoração.
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CRÉDITO: GETTY IMAGES
Qual é a natureza da adoração que distingue um verdadeiro discípulo de um pseudo discípulo? Primeiro, os verdadeiros adoradores de Deus nada deixam para trás. Eles não compartilham sua adoração com alguma outra coisa que não seja Deus, assim como o verdadeiro fã dos times de futebol locais de Monterrey também não torcem para outro time. Segundo, o verdadeiro adorador de Deus adora a Deus com ações que tornam sua lealdade óbvia a um mundo expectante. Assim como os verdadeiros fãs do CF Monterrey usam as cores do time e enfeitam os veículos com motivos do time, os adoradores cristãos tornam sua lealdade óbvia todas as vezes que eles interagem com outras pessoas na fala ou na ação e talvez mais importante, em como eles dispõem de seus bens no mundo. Uma das coisas mais importantes que distinguem os verdadeiros discípulos do pseudo discípulo é o reconhecimento que tudo que possuem vem de Deus, e também sua disposição de pôr tudo completamente à disposição de Deus. No Velho Testamento essa disposição era expressa através do sacrifício. Adoração pelo sacrifício vinha primeiro, não no fim, como nós vemos em Gênesis 8:20. A primeira coisa que Noé fez quando ele saiu da Arca foi construir um altar ao Senhor e, tomando alguns dos animais limpos e aves limpas, ele sacrificou como uma oferta queimada sobre o altar. Tais atos de sacrifício eram adoração para os crentes do Velho Testamento, como se vê em Gênesis 22:5 (NVI), onde Abraão diz a seus servos “Fiquem aqui com o jumento enquanto Eu e o menino vamos mais além. Nós adoraremos e depois voltaremos até vocês.
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EXCLUSIVIDADE DE ADORAÇÃO
Assim nós vemos a partir destes exemplos que a adoração não era uma ideia, ou mesmo um sentimento, mas antes uma ação – uma ação que salta do reconhecimento do adorador da glória de Deus, da dependência absoluta e devedora do adorador a Ele. Outra coisa importante a notar sobre a verdadeira adoração do verdadeiro Deus é que ela é radicalmente exclusiva. “O Criador do Universo é o verdadeiro Deus e o único objeto de adoração. Nenhum homem, nenhum anjo é digno de adoração. Esta é prerrogativa unicamente de Deus. A criação é um dos aspectos distintivos do verdadeiro Deus em contraste com falsas divindades (Jer. 10:11, 12)1. Somente Deus merece nossa adoração. Nossa adoração não tem valor se for compartilhada com alguém ou com alguma coisa mais. A TOTALIDADE DA ADORAÇÃO
A natureza absoluta e total da verdadeira adoração é vista nos sacrifícios feitos pelos crentes do Velho Testamento. Quando apresentavam sacrifícios a Deus durante os tempos do Velho Testamento, a pessoa deitava totalmente a oferta sobre o altar, simbolizando a entrega de sua vida a Deus. O Apóstolo Paulo explica a relevância disso para os crentes do Novo Testamento: “Portanto, irmãos, rogo pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês” (Rom. 12:1 NIV). O que o apóstolo está dizendo é, se nós não temos entregado nossa vida como um todo (sendo mais claros, incluindo tudo que Deus nos tem dado: tempo, talento, tesouro) não temos realmente adorado – mesmo que passemos pelos rituais de frequência à igreja e a aparência da vida cristã. Deus diz que ele quer que apresen-
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temos nossa vida diante dele. Ele chama a isso de nosso culto adequado e verdadeiro. Nós vemos que a verdadeira adoração não é apenas assunto de lealdade, mas primeiro e acima de tudo, um assunto do coração. ONDE ESTIVER NOSSO TESOURO…
Como eu visito mais de 170 igrejas e grupos na Associação de Potomac e incentivo nossos membros a entregar seus corações a Jesus, eu tenho tomado consciência de que a doação de dízimos e ofertas é talvez o momento mais revelador e polarizador no serviço do sábado. Eu vejo várias reações, indo de alegria e ansiedade a turbulência interior e evasão. Algumas pessoas parecem que se lembram da necessidade de adequada hidratação e correm para o bebedouro. Outros lembram-se do texto ou do telefonema urgente ao qual devem responder naquele exato momento. Nada revela a verdadeira natureza do nosso relacionamento com Deus mais do que o que fazemos com nosso dinheiro. Em sentido muito real, nosso dinheiro é a nossa vida. Pense nisso: pelo menos um terço do nosso tempo é gasto adquirindo-o, um terço realmente de nossa vida. Nosso trabalho, mesmo que nem sempre possa parecer significante, faz uso dos nossos talentos dados por Deus para ganhar aquele dinheiro. Nós usamos a força física e a energia que temos recebido de Deus para pôr nosso tempo e nossos talentos em uso. Finalmente, como diz o velho provérbio, “Você tem que gastar dinheiro pra ganhar dinheiro”. Quanto você gasta no transporte indo e vindo do trabalho, por exemplo? Em Mateus 6:21, Jesus diz “ “Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração”. Alguém poderia facilmente dizer “Onde está o seu tesouro, aí estará sua vida também”.
nossos tesouros - no celeiro de Deus ou no de Satanás; e tudo o que não é dedicado ao serviço de Deus é contado do lado de Satanás, e vai fortalecer sua causa. Determinou o Senhor que os meios a nós confiados sejam usados na edificação de Seu reino. Seus dons são confiados aos Seus mordomos para que com eles negociem cuidadosamente, e Lhe devolvam os rendimentos na salvação de almas. Tais almas, por seu turno, se tornarão mordomos de confiança, cooperando com Cristo para promover os interesses da causa de Deus2) Existem dois campos (ou times se você preferir) solicitando a entrega da vida. De um lado, Deus, o Criador e Redentor, do outro, o mundo, a carne, e o diabo. Quando devolvemos nossos dízimos e ofertas estamos dizendo a Deus, “Eu confio e Te obedeço com a minha vida”, e estamos nos entregando a ele como o verdadeiro e único objeto de adoração. Então, onde está sua vida? Ao que ou a quem você está entregando-a? Você está tentando apoiar dois times? Você é um pseudo fã? Ou está o selo de Deus impresso em tudo que você é e em tudo que você possui, como (por exemplo) as cores do CF Monterrey nas roupas e nos veículos dos fãs verdadeiramente dedicados? Se você ainda está tentando decidir, Deus está chamando você para entregar tudo que você é e tem a ele. Confia nele. Ele vai fazer mais e melhor. Você pode querer fazer isso e pode estar imaginando qual é o primeiro passo. Tente devolver com alegria dízimos e ofertas fieis! Como disse Deus em Malaquias 3:10, “Ponham-me à prova”, diz o SENHOR dos Exércitos, e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las”. Tony Reyes tem trabalhado durante os últimos 11 anos junto com membros da igreja e com administradores em vários aspectos da Mordomia. Atualmente ele serve como diretor de Mordomia na Associação de Potomac.
ESCOLHA UM TIME!
Ellen White afirma, “Há apenas dois lugares no Universo onde poderemos colocar
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1 The SDA Bible Commentary, vol. 7, p. 828. 2 Ellen G. White, Counsels on Stewardship, p. 35.
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GENEROSIDADE, PROSPERIDADE E BÊNÇÃO DE CAUSA PARA Provando os motivos do coração LAURENTIU IONESCU
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E
m nosso mundo contemporâneo, a palavra “prosperidade” com frequência está associada com o quando de dinheiro ou valores em ações a pessoa tem. Há hoje muitos meios de fazer nosso dinheiro crescer que é quase impossível para uma pessoa comum ter controle do conhecimento necessário. Palavras novas e exóticas como “bitcoin” ou “cryptomoeda” regularmente aparecem nas conversas de todos os dias. Não há virtualmente no mundo de hoje um local onde o dinheiro não esteja envolvido. Se nos últimos tempos as transações financeiras eram simplesmente (comprar, vender, trocar, mercado), hoje é um cenário complexo que deve ser descrito com fórmulas matemáticas ao invés de palavras. Em nosso mundo de hoje, o dinheiro se movimenta não apenas de mão em mão, como em tempos passados, mas de conta pra conta, de servidor para servidor, encripitado, envolto em códigos binários, em velocidade inimaginável, com efeitos dramáticos. Voltando das nuvens, o dinheiro afeta nosso mundo dividindo-o em primeiro, segundo e terceiro mundos. Há especialista que parecem entender completamente como esse mecanismo complexo funciona e como manipular para produzir
vantagens e dividendos. Muitas vezes o verbo chave é “investir”. Investimentos nem sempre funcionam como se espera, assim todos os anos há surpresas, altos e baixos na moeda que no mundo real se traduzem em pobreza e riqueza. Alguns especialistas são vistos como gênios financeiros, outros como golpistas, dependendo do que fizeram recentemente. Nas últimas décadas, houve um aumento de “especialistas” prometendo métodos infalíveis para garantir prosperidade financeira. O EVANGELHO DA PROSPERIDADE
A teologia da prosperidade (TP) é uma crença religiosa sustentada por alguns cristãos que afirmam que a bênção financeira e o bem estar físico são sempre da vontade de Deus para eles e que a fé, discurso positivo, doação para causas religiosas aumentarão sua própria riqueza. Esta teologia vê a bíblia como um concerto entre Deus e o ser humano, em
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outras palavras, se as pessoas têm fé em Deus, Ele proverá segurança e prosperidade financeira. O centro de tal teologia é a crença de que Deus quer que seu fiel povo tenha uma vida próspera, o que significa que eles serão financeiramente ricos, fisicamente sadios e individualmente felizes. Esse tipo de estilo de vida cristão coloca o bem estar do crente no centro da oração e transforma o criador em alguém que faz seus desejos e pensamentos se tornar realidades. O perigo com esse tipo de religião antropocentrista, que coloca o ser humano e seu bem estar no centro é que transforma Deus em um poder a nosso serviço, a igreja em um supermercado de fé e a religião em um fenômeno pragmático, sensacionalista e utilitário. A ORIGEM
Embora esta teologia possa parecer nova, ela traz uma semelhança suspeita com a religião Romana pagã, refletindo o contrato social no coração do Império Romano. “Os inominados contratos eram caracterizados na antiga Roma da seguinte maneira: “dot ut des”, (Eu lhe dou para que você me dê); “dot ut facias” (Eu dou para que você faça); “facio ut des” (Eu faço e você dá); “facio ut facias” (eu faço e você faz) O princípio do “do ut des” (Eu lhe dou e você me de)1 Os dons oferecidos pelo individuo assumem a forma de um sacrifício com a expectativa de que Deus devolverá alguma coisa de valor que em troca provocará gratidão e sacrifícios adicionais em um círculo perpétuo2. É uma religião compensatória na qual o propósito é resolver crises usando a divindade. O mecanismo interno assume os seguintes estágios: 1. Crises: O ser humano é capaz de resolver o problema 2. Iniciativa humana: O ser humano se aproxima do templo (divindade) para resolver o problema
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3. Oferta/sacrifício como depósito: A divindade agora está endividada 4. Resposta Divina: O Homem está endividado 5. Sacrifício como agradecimento: O débito é cancelado 6. Crise resolvida: Fim do concerto A análise de alguns serviços de adoração dos pregadores da TP revelam um mecanismo semelhante que pode ser sistematizado conforme segue: 1. Seres humanos em necessidade econômica: Um resultado do pecado e falta de fé 2. Iniciativa de fé: Arrependimento significa ter fé nas promessas de Deus 3. Ofertas/doações: O crente tem que doar uma grande soma de dinheiro como evidência de sua fé em Deus 4. Resposta Divina: Deus abençoará a fé do crente resolvendo seus problemas econômicos. 5. Agradecimento e repetição do sacrifício: Se o crente recebe uma bênção material, o crente precisa continuar repetindo a oferta, para que as bênçãos continuem vindo. Se uma resposta não for dada isso significa que houve falta de fé e o sacrifício precisa ser repetido, desta vez com fé adicional 6. Dar para receber: Uma estratégia cristã de estilo de vida. O crente precisa continuar doando para que o sucesso na vida espiritual possa ser alcançado. Uma análise simples do conceito da TP mostra problemas teológicos com o sistema. Primeiro, o propósito do plano de salvação de Deus não contempla redenção financeira, mas redenção moral. Jesus promete perdão de pecados, não a restauração de contas bancárias. Segundo, o deslocamento antropocêntrico enfatiza a generosidade e doações como a causa para bênçãos. Desta maneira, Deus se torna
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num conduto de bênçãos, não a fonte das bênçãos. O conceito bíblico é que Deus e sua graça são fonte de bênçãos para o fiel e para o infiel. “Mas eu digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos (Matt. 5:44, 45, NVI). Terceiro, A TP induz a ideia de um relacionamento compensatório entre ações humanas e a graça divina EVANGELHO DA PROSPERIDADE OU EVANGELHO DE CRISTO?
Embora os promotores da TP baseiem seu Sistema no Velho Testamento, não há uma ligação conceitual com a visão bíblica de Mordomia. Uma exegese séria do texto bíblico demonstra que no Velho Testamento a prosperidade não era ligada à ideia de ofertas dos adoradores oferecidas para Deus, mas com obediência e fidelidade em consideração ao Criador. Se há uma ligação entre bênçãos, generosidade e ofertas, isso é totalmente diferente da proposta da TP. A TP torna o ofertar a causa das bênçãos. Ao contrário, no mudo bíblico, bênçãos são causas de agradecimentos e doações. O sistema de dízimos e de ofertas é baseado em um tipo de relacionamento de adoração, não de troca. O cerne do sistema de mordomia bíblica é resumido na pergunta retórica do salmista: Como posso retribuir ao SENHOR toda a sua bondade para comigo?” (Ps. 116:12, KJV). Está claro que a resposta esperada não é expressa em termos de compensação ou de troca, mas em uma atitude de adoração e fidelidade a Deus, que é o propósito da mordomia bíblica. “Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR” (Sal. 116:13, KJV). O contraste entre a teologia da prosperidade e a teologia bíblica é evidente. Enquanto a primeira vê a doação como um tipo de investimento em antecipação de
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um dividendo futuro, a teologia bíblica vê a doação como a reação, o resultado da contemplação das bênçãos de Deus no passado. É a diferença entre investir e devolver. No início deste artigo, eu mencionei que nós frequentemente medimos a prosperidade em termos de dinheiro. Isso cria uma falsa perspectiva que é quantitativamente medida, que promove um modelo de troca tipo mercado onde o objetivo é Investir, Ganhar, Acumular. O modelo bíblico promove uma perspectiva diferente. Prosperidade é um tipo de relacionamento. Dar não significa perder, mas significa ADORAR, DOAR, GRAÇA, AJUDAR. A tentativa de definir o relacionamento de causa e efeito entre generosidade e bênção não é uma tarefa fácil. Nós enfrentamos dois sistemas mutuamente em oposição: Um propõe generosidade como causa para prosperidade e bênçãos. Em outras palavras “do ut des” (dar para receber). O outro propõe bênçãos como a causa da prosperidade e da generosidade. Em outras palavras “Eu dou porque recebi”. Não é uma decisão fácil de tomar. É escolher entre dividendos e adoração. Antes de tomar uma decisão, precisamos lembrar que a matemática do céu tem seu próprio paradoxo. “É mais abençoado dar do que receber” (Atos 20:35, KJV). Precisamos nos lembrar que “o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rom. 14:17, KJV). Laurentiu Gabriel Ionescu nasceu na Romênia em 17 de maio de 1974. Ele descobriu a Igreja Adventista do Sétimo Dia e foi batizado em 1990. Ele trabalhou na Romênia e na Argentina como pastor e professor na Faculdade de Teologia. Ele atualmente trabalha como pastor em Zaragoza, na Espanha, e como diretor associado no departamento de Mordomia na União Espanhola.
1 Arturo Orgaz, Dicionário de direito e ciências sociais, (Córdoba: Ed. Assandri, 1961), p. 129. 2 Jörg. Rüpke, Religião dos Romanos, ed. Richard Gordon, (Malden, MA: Polity Press, 2007), p. 139.
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O QUE É PACTO? Uma oferta agradável a Deus.
Marcos Faiock Bomfim
receber qualquer renda (Pro.3:9), logo após o dízimo. O fato de que a entrada ou o aumento precede a promessa contradiz qualquer teologia que sugira ofertar como meio de comprar o favor de Deus. Como é proporcional ao rendimento, baseado em porcentagem, não é esperado por Deus quando não há entradas (2 Cor. 8:12). Ele é sempre o primeiro a dar. Um pouco mais: Em Malaquias 3:8-10, dízimos e ofertas são vistos como de igual importância e são obrigatórios. Não trazer qualquer um deles é roubar a Deus. A conclusão parece inevitável que a oferta mencionada em Malaquias 3:8-10 difere da oferta voluntária. E o fato de que ela é mencionada junto com o dízimo indica que ambos estão sob o mesmo sistema, como é a oferta mencionada em Provérbios 3:9,10. Logo, pelo menos três características semelhantes para ambos, dízimo e Pacto, (oferta regular e sistemática) são esperados:
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acto é um nome usado para uma oferta sistemática e regular, uma oferta que é diferente da oferta voluntária (veja tabela abaixo). Mas se ela é regular e sistemática, com que frequência deveria ser dada e que sistema deveria ser adotado? Regularidade: De acordo com a bíblia, a regularidade de dar deveria ser determinada pela regularidade de receber (Prov. 3:9). Como isso pode ser considerado a maneira mais básica e fundamental de doar, qualquer outro tipo de doação deveria ser realizado além desse e adicional a esse. Sistema: O Sistema é proporcional à entrada, ou baseado em porcentagem (1 Cor. 16:1; Deut. 16:17). Isso quer dizer que a quantidade será alterada conforme a entrada é modificada. Ellen White diz: “No sistema bíblico de dízimos e ofertas, as quantias pagas por diferentes pessoas certamente vão variar muito, visto serem proporcionais às rendas1”.
1. regularidade (após qualquer renda) 2. proporcionalidade (uma proporção da entrada) e
É considerado tão importante e tão obrigatório quanto o dízimo (Mal. 3:8-10). Não devolver o Pacto também é considerado como desonestidade contra Deus. Deve ser dado assim que
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ALGUNS PRINCÍPIOS SOBRE O PACTO
3. (entrega (levadas ao depósito) Ellen White também apoia a ideia que dízimos e ofertas estão sob o mesmo Sistema. E esse Sistema inclui o conceito de dar em proporção à
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renda. Na afirmação previamente citada neste artigo, ela diz: No Sistema bíblico (palavra no singular) de dízimos e ofertas (ambos sob o mesmo Sistema) o total pago por diferentes pessoas certamente pode variar grandemente uma vez que são proporcionais à renda2” em outra citação, ela chega ao ponto de dizer que esta oferta, juntamente com o dízimo, não é voluntária, mas parte “de nossa obrigação”. Este pensamento, de acordo com Malaquias 3:8-10, confere a ideia de que não trazer dízimos e ofertas tem consequências morais e espirituais. Aqui está a citação: “Essa questão de dar não é deixada ao impulso. Deus nos deu instrução a esse respeito. Especificou os dízimos e ofertas como sendo a medida de nossa obrigação. E Ele deseja que demos regular e sistematicamente3”. Uma das razões para dar ofertas sob o sistema baseado em porcentagem é que ele reconhece a Deus como o Iniciador do processo de doação. É necessário que o adorador reconheça e meça a bênção antes de calcular a porcentagem dela a ser dada. Portanto, o ato humano nunca precede a doação de Deus. O que Rodriguez diz sobre o dízimo pode bem ser aplicado ao Pacto: “É sempre uma resposta e nunca um prelúdio4”. Uma outra razão pela qual deveríamos dar ofertas regularmente e sistematicamente é que “o egoísmo é o mais forte e o mais geral dos impulsos humanos5”. Portanto, diz Ellen White, “em nossos labores e dons para a causa de Deus, não é seguro ser controlado por sentimentos e impulsos6”. Por essa razão ela também adverte que “Dar ou trabalhar quando são despertadas as nossas simpatias, e reter nossas dádivas ou serviço quando as emoções não são estimuladas, é rumo não sábio e perigoso6” A mensageira de Deus termina esse parágrafo dizendo que “Devem os cristãos agir guiados por princípios fixos, seguindo o exemplo de abnegação e de sacrifício-próprio do Salvador7”.
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COMPARANDO DÍZIMO, PACTO E OFERTAS VOLUNTÁRIAS RECURSOS/ OFERTAS
DÍZIMO
PACTO
OFERTA VOLUNTÁRIA
Regularidade
Determinado pela renda
Determinado pela renda
Esporádico
Sistema
Proporcional à renda
Proporcional à renda
De acordo com o impulso do coração
Durante a vida
Circunstancialmente quando movido pelo Espírito
Obrigatória
Durante a vida
Porcentagem
Escolhido Pré determina- pelo adorador, do por Deus guiado pelo Espírito (...%)
Livre
Possibilidde de Ajuste na Porcentagem
Não
Sim
Livre
Entregue a
Casa do Tesouro
Casa do Tesouro
Local escolhido pelo adorador
Recebedor Final
Alcance local, regional e Internacional
Alcance local, regional e Internacional (sugestão)
Escolhido pelo adorador
COMO SE TORNAR UM PACTUANTE:
Vote: prometa, proponha (2 Cor. 9:7) a regularidade, a porcentagem, e o período de validade (termos) de sua oferta. Decide diante de Deus dar em resposta à sua doação. Dê como ele lhe dá e não de acordo com seus impulsos, sentimentos ou simpatia aos apelos, ou ao seu coração que pode ser enganoso (Jer.17:9) Sistema: Decida dar uma porcentagem específica ou proporcional a todas as rendas ou aumento que o Senhor providenciar (I Cor. 16:1; Deut. 16:17). Diferente do dízimo, cuja porcentagem é estabelecida por Deus, o adorador pode propor essa porcentagem “no seu coração” (2 Cor. 9:7).
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Duração: Assim como é com o dízimo, a oferta se espera que seja durante a vida inteira do cristão. Mas como a porcentagem pode ser ajustada ou aumentada periodicamente, é importante estabelecer essa periodicidade. Alguns decidem estabelecer sua porcentagem por um ano, ajustando-a no final do período de acordo com as bênçãos de Deus. Escolha a porcentagem: Em oração, peça ao Espírito Santo para guiá-lo ao decidir a porcentagem da renda que você prometerá dar como oferta regular (Pacto). Você pode escrevê-la aqui (.................%) na presença de Deus, ou na tábua do seu coração.
devorem suas colheitas, e as videiras nos campos não perderão o seu fruto”, diz o SENHOR dos Exércitos” (Mal. 3:10, 11 NVI). “O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus.” (Phil. 4:19 NVI). “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.” (1 Pet. 5:7 NKJV).
Pastor Marcos Faiok Bomfim é o diretor do Ministério de Mordomia na Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, em Silver Spring, Maryland, USA
Ponha Deus Primeiro: Devolva seu Pacto imediatamente após o dízimo (Mat.6:33; Mal.3:8-10) e antes de gastar sua renda. 1 Ellen G. White, Conselhos sobre Mordomia, p. 73 (itálicos acrescentados).
INCENTIVOS PARA COMEÇAR:
2 Idem. (Itálicos acrescentados).
“Provem e vejam como o SENHOR é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia! Temam o SENHOR, vocês que são os seus santos, pois nada falta aos que o temem” (Ps. 34:8, 9).
3 White, conselhos sobre Mordomia, pp. 80, 81.
“Os leões podem passar necessidade e fome, mas os que buscam o SENHOR de nada têm falta (Ps. 34:10 NVI).
6 Idem.
“Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado nem seus filhos mendigando o pão” (Ps. 37:25 NVI).
4 Angel M. Rodriguez, Stewardship Roots: Toward a theology of Stewardship, tithe, offerings, p. 46. Silver Spring, MD: Stewardship Ministries Department of the General Conference of the Seventh-day Adventists. 5 White, Conselhos sobre Mordomia, p. 25. 7 Ibidem. 8 “Ele especificou dízimos e ofertas como a medida de nossa obrigação. E ele deseja que demos regularmente e sistematicamente… Depois que o dízimo for separado, que as ofertas sejam providas “como Deus o tem feito prosperar”. White, Conselhos sobre Mordomia, pp. 80, 81.
“Honre o SENHOR com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho” (Prov. 3:9, 10 NVI). “Ponham-me à prova”, diz o SENHOR dos Exércitos, “e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las. Impedirei que pragas
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NOTÍCIAS
REUNIÃO DE MORDOMIA NA UNIÃO UCRANIANA
No alto à Esquerda: Reunião com diretores de Mordomia da União Ucraniana. No Alto ao centro: Oleg Kharlamov, Diretor do Ministério de Mordomia da Divisão Euro-Ásia (DEA), e Serhii, o diretor da União Ucraniana estavam entusiasmados! No alto à direita: Vitalina, uma habilidosa tradutora e seu marido com Marcos Bomfim, diretor do Ministério de Mordomia da CG.
GERAÇÃO DE JOVENS PARA CRISTO (DIVISÃO NORTE AMERICANA)
Em baixo à esquerda: História das crianças durante os serviços da igreja. Em baixo à direita: Culto normal.
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DEUS SEMPRE
TREINAMENTO DE MORDOMIA EM NOVA CALEDÔNIA (SPD)
Treinamento sobre Mordomia em Nova Caledônia dirigido pelo Pastor Aniel Barbe e Christina Hawkins.
WORKSHOPS SOBRE MORDOMIA E PROGRAMAS DE TREINAMENTO (SUD)
No alto à esquerda: Workshops sobre Mordomia e programa de treinamento 2019 na Associação de Manipur, Setor de Garo, Região de Assam, Região de Nagaland e região de Arunachal Pradesh. Em baixo à esquerda: União Centro Oriental da Índia. No alto à direita: União Centro Sul da Índia em . Belguam. Em baixo à direita: União Nordeste da Índia.
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EDIFICANDO SUA IGREJA
MINHA RESPOSTA À
SUA
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“Onde estiver seu coração aí estará também seu tesouro”.
DON MCFARLANE
S
e nós fôssemos limitados a ter apenas um livro da bíblia ao invés de 66 e se eu tivesse que escolher qual livro seria, sem hesitar, eu escolheria o livro de Romanos. Ele explica o evangelho em termos que uma pessoa da rua pode entender e descrever em cadências cheias de esperança a extravagante graça de Deus, a insondável profundidade de amor pelos pecadores e a extensão até onde ele foi e está preparado a ir para salvar a humanidade dos destroços do pecado. Um estudo de Romanos tem levado a muitos grandes reavivamentos cristãos através dos séculos, sendo o mais
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notável a Reforma, dirigida por Martinho Lutero e aquela dirigida por João Wesley. Martinho Lutero considerava Romanos “o mais claro de todos os evangelhos” e Wesley disse que seu coração estava “estranhamente aquecido” por ele. “Meu coração está estranhamente aquecido” é um sentimento com o qual eu posso me identificar. Quando era jovem adolescente, eu tinha uma visão rancorosa de Deus que era o resultado de minha visão dele como injusto por considerar-me como pecador por causa do pecado de Adão. Por que deveria eu ser designado pecador quando não tive parte na transgressão de Adão? Adão legou-me desobediência, injustiça e morte eterna sem que eu tivesse participado de seu pecado. Injusto, injusto eu concluí. Amadurecendo na minha compreensão das escrituras, eu concluí que Deus pôde se mostrar justo apenas provendo-me a obediência, a justiça e a vida eterna sem meu envolvimento no processo.
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EDIFICANDO SUA IGREJA
MEU MOMENTO EUREKA
Ao ler Romanos pela primeira vez com entendimento, eu tive um momento Eureka maravilhoso. Eu descobri que em Jesus Deus me providenciou perfeita obediência, perfeita justiça e perfeita vida eterna sem meu envolvimento no processo. Tudo que é exigido de mim é aceitação pela fé do que Cristo realizou pela humanidade (Rom. 5:18, 19). Como resultado de entender a mensagem de Paulo em romanos, quatro coisas importantes mudaram na minha vida: minha visão negativa de Deus, minha compreensão limitada do que constituía o evangelho, a maneira que eu me via e como via os outros e minha motivação para adorar a Deus. Minha adoração a Deus deixou de ser uma rotina diária ou semanal que me fazia sentir bem comigo mesmo e fazia aqueles próximos de mim ficar impressionados com a profundidade da minha piedade. Ao invés disso a adoração se tornou uma resposta ativa à graça maravilhosa de Deus e a sua ação em justificar-me não se baseando na minha bondade ou no meu valor, mas na base da bondade e do valor de Jesus. UM DÉBITO CANCELADO
Um Lord Inglês, Congleton (1805 – 1883), usou uma ilustração vívida e eficiente para ensinar as pessoas que viviam em suas terras a verdade sobre a graça de Deus1. Quase todos os inquilinos estavam atrasados com o aluguel. Alguns estavam tão atrasados que tinham medo de serem expulsos de suas casas. Um dia eles notaram que um aviso foi postado pelo seu senhor em todas as suas terras prometendo perdão do aluguel a qualquer inquilino que fosse se encontrar com o Lord Congleton em seu escritório das 10 horas até o meio dia de um determinado dia em particular. Os inquilinos ficaram desconfiados dessa promessa de Congleton e passaram os dias que antecediam tentando descobrir que pegadinha ele estava preparando. No dia designado
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Congleton sentou-se em seu escritório esperando a resposta dos inquilinos à sua generosa oferta, mas eles ainda estavam do lado de fora discutindo a oferta. Perto do meio dia um homem que sem dúvida estava atrasado entrou correndo no escritório de Congleton para reclamar o perdão prometido —Você realmente espera que seu débito seja perdoado?, perguntou Congleton —Na verdade, eu espero. —E por que você espera? —Porque sua excelência prometeu —E você acredita na promessa? —Claro que acredito, meu senhor —Por que? —Por que sua excelência não enganaria um pobre homem —Mas você é um homem bom, não é, produtivo e trabalhador? Disse Congleton —Meu senhor, seu aviso nada dizia sobre eu ser bom —E então, acreditando no aviso e não vendo condições atreladas você veio buscar a quitação? — Sim, meu Senhor. Congleton preencheu o recibo e entregou ao homem que balançou-o acima da cabeça e gritou “Eu sabia que sua excelência não nos enganaria! Deus o abençoe! Ele estava indo em direção à porta para mostrar o recibo aos outros inquilinos, mas Congleton pediu-lhe que ficasse ali dentro até que desse meio dia, porque a promessa de perdão era baseada na fé. Ao meio dia o homem correu para fora acenando seu recibo: “Eu consegui, minha dívida está perdoada”. O QUE ENVOLVE ADORAÇÃO
Minha adoração está na resposta à minha dívida cancelada por Jesus. Eu estou Livre! Estou disposto a me entregar e tudo que tenho como resposta. Uma espécie desse tipo de adoração se encontra em todos os quatro evange-
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lhos (Matthew 26:6-13; Mark 14:3-9; Aqueles que creem que o emMinha adoração preendimento mais importante Luke 7:36-50; John 12:1-8). Um faestá na resposta nesta terra é o esforço de Deus para riseu por nome de Simão convidou à minha dívida Jesus à sua casa para um jantar. Ennos resgatar do pecado e proverquanto a festa estava em andamen-nos a esperança e um propósito na cancelada por to, uma mulher, identificada por João Jesus. Eu estou vida, livremente darão seu tempo, como Maria, irmã de Lázaro, lavou os energia, intelecto, dinheiro e a si Livre! Estou pés de Jesus com suas lágrimas, enmesmos para o avanço de sua caudisposto a me xugou-os com seu cabelo e ungiu os sa. Eles colocarão seu tesouro onde entregar e tudo pés e a cabeça de Jesus com um perestá seu coração e darão em resposque tenho como fume caro. Se na verdade essa muta ao ato extravagante de Deus de lher era irmã de Lázaro, ela era uma salvá-los de seu pecado. Eles tamresposta. discípula de Jesus cujo coração foi bém darão como resposta de uma movido a prestar homenagem àqueinquietação em partilhar sua expele que tinha despertado sua vida com riência de liberdade em Cristo com esperança e tinha estendido a mão para resga- tantos quanto possível. Como os leprosos fatá-la de qualquer coisa que a tivesse prendido. mintos que encontraram comida declararam, Jesus tinha mudado sua vida de uma maneira “O que estamos fazendo não está certo. Este é tão positiva e dramática que ela se sentia cons- um dia de boas novas e nós estamos guardando trangida a dar a ele seu tudo em troca. Alguns para nós mesmos3”. Precisamos repartir essas dos presentes ficaram indignados com suas boas novas com outros. ações. A ira deles era dupla. Primeiro se ressentiram do fato de uma mulher ter ministrado a Jesus da maneira que ela havia feito. Que Originalmente da Jamaica, Don McFarlane trabalhou mulher ousada! Segundo, eles lamentavam tal como pastor, diretor de departamento e administrador da perfume caro ser desperdiçado nos pés de Jeigreja na União Britânica e na Divisão TransEuropeia durante 33 anos. Durante os últimos sete anos ele tem sido sus. Pra que esse desperdício? “Porque esse perpastor para administração e ministério dos adultos na fume poderia ser vendido por muito dinheiro e Igreja Adventista do Sétimo dia de Sligo, em Washington. dado aos pobres”. Maria entendeu o que é adoração. O perfu- 1 Lord Congleton, Brethren Archive, brethrenarchive.org. me caro era possivelmente seu bem mais pre- 2 Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 563. cioso. Mas tendo provado da água refrescante 3 II Reis 7:9, NVI. da graça de Deus, ela não podia fazer outra coisa a não ser dar tudo que tinha e tudo que guardou para Jesus. Ela não reteve. Não é isso o que significa a verdadeira adoração? Maria entendeu que onde seu coração estava, ali estava também seu tesouro e ela estava disposta a dá-lo todo a Jesus. “Poucos apreciam tudo o que Cristo é para eles. Se o fizessem, o grande amor de Maria seria expresso, a unção seria livremente concedida. O perfume caro não seria chamado de desperdício. Nada seria considerado tão caro para ser dado a Jesus, nenhuma negação própria, nenhum sacrifício grande demais para ser suportado por sua causa2”.
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“Mas, acima de tudo, coloque a obra de Deus em primeiro lugar e faça o que ele quer. Então as outras coisas serão suas também1” (Mat. 6:33,). “Que a ideia esteja sempre presente de que é com a Propriedade do Senhor que você está lidando. A vontade de Deus nestamatéria é lei2”
ISSO COMPUTA PARA
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uitos poucos sabiam o que era androide em 1965 quando a família ficcional Robinson estreou na série televisiva PERDIDOS NO ESPAÇO. Esta série de ficção científica apresentava o Robô Class M-3 modelo B-9 à sua audiência durante o mesmo período em que a corrida espacial da vida real para chegar à lua estava acontecendo no final da década de 1960. Em 2016, um Robô chamado Sophia recebeu cidadania da Arábia Saudita. Hoje os seres humanos estão mais cientes do que é um Androide por causa dos Smartphone nas nossas mãos, nos bolsos e nas bolsas. Há mais de 2,5 bilhões de aparelhos Androides no mundo hoje. Os usuários de Smartphones Androides falam no seu aparelho e esperam respostas inteligentes. Os Androides vêm de um longo caminho desde 1965 quando Perdidos no Espaço apresentou o Robô ficcional que podia falar e interagir com seres humanos. Mas mesmo este primeiro personagem Androide fictício de vez em quando dizia “Isso não computa” para indicar que o Robô não entendeu o que estava acontecendo.
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DEUS SEMPRE
VOCÊ É MAIS ESPERTO DO QUE UM ANDROIDE?
O PLANO DE DEUS E O NOSSO PLANEJAMENTO
No contexto da doação planejada, um amiEu creio que a maioria dos cristãos acredita go recentemente fez uma observação desafia- que Deus os ama e que eles podem confiar que dora: Eu acho interessante que com algumas Deus sempre busca o melhor para eles e suas pessoas reconhecer a Deus como proprietário famílias. Como nossas ações se reconciliam de todas as coisas que eles têm enquanto estão com nosso conhecimento intelectual desse imvivendo é inquestionável, mas diante da sua portante princípio, não apenas de mordomia, morte eles deixam totalmente Deus fora de seu mas de fé em um Deus que amou este mundo planejamento. Se Deus possui tudo agora, por o suficiente para morrer por toda a humanidaque não possuiria tudo diante da morte? Deus de? Pode esse mesmo Deus ser confiado com fica com as dores de cabeça da propriedade. Eu 100% de nossas vidas, incluindo nossos planefico com com as alegrias da participação. Eu não jamentos de bens imobiliários? questiono seus julgamento ou seus pedidos. Como líderes no ensino de mordomia aos Que privilégio ter meu plano dos bens imobi- nossos membros, um dos princípios primários liários planejados em suas mãos3”. Esse comen- que ensinamos é que Deus possui tudo, (veja tário me dasafiou a perguntar a Deut. 10:14; Salm. 24:1, 50:12, vários grandes grupos ao redor Como nossas ações 89:11; I Cor. 10:26). Uma vez do mundo se alguém tinha um que Deus possui tudo, nós sose reconciliam com testamento e seu último desejo mos apenas Mordomos do que nosso conhecimento assinados como um plano para Deus nos confiou. Isso inclui intelectual desse suas famílias. Ninguém levannossa fé, valores, dons espiriimportante princípio, tava as mãos. tuais, talentos, tempo, tesounão apenas de Todos os cristãos adventisro (posses), relacionamentos tas do sétimo dia que são fieis mordomia, mas de fé e famílias. Tudo isso pertence mordomos ensinam e concora Deus e Deus nos confiou a em um Deus que amou dam que Deus é o primeiro em este mundo o suficiente tarefa de gerenciar sabiamentodas as áreas da vida. Deus te essas suas posses. Poderia para morrer por toda a pode ser confiável 100% do ser o caso que a maneira que humanidade? tempo. Mas nós confiamos too mundo nos ensina planejar talmente em Deus em todas as não é a maneira que Deus quer áreas de nossa vida hoje? Todos que planejemos? A cultura, os os cristãos batizados fazem o voto de confiar costumes e as tradições afastam Deus do pricompletamente em Deus e de colocá-lo no pri- meiro lugar? Tenho visto afirmado por alguns meiro lugar de suas vidas. Isso quer dizer que em todos os países do mundo que já visitei que tudo que somos e possuímos é sempre confiado “Não é nosso costume dar presentes planejados a Deus. Se nós somos fieis, nós seguimos os pla- em nossa cultura”. Eu certamente entendo que nos de Deus para nossa vida e para nossa famí- cada área do mundo vai abordar a doação plalia. No entanto, alguns poucos cristãos têm um nejada de uma maneira diferente. Isso deve ser plano de sempre pôr Deus em primeiro lugar. esperado. Mas os indivíduos em todas as parComo o androide de Perdidos no Espaço às ve- tes do mundo têm a oportunidade de escolher zes dizia, “Isso não computa”. Por que tão pou- fazer um plano que supra as necessidades de cos cristãos não planejam proteger suas posses suas famílias e também honre a Deus pondo-o com as quais Deus os confiou na terra? em primeiro lugar.
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Colocando Deus em primeiro lugar, nós pomos em desvantagem nossas famílias? É assim que a bíblia responde essa pergunta: “Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente5” (I Tim. 5:8, NVI). Deus é o primeiro em nossa vida e o que vem em primeiro lugar para Deus é cuidar das necessidades legítimas de nossa família. Como cristãos Adventistas do Sétimo Dia nós deveríamos ser reformadores em nosso planejamento imobiliário de doações planejadas. Que seja sempre mantido em mente que o atual sistema egoísta de dispor dos bens não é plano de Deus, mas projeto do homem. Os cristãos deveriam ser reformadores6”. Então, como Deus gostaria de ver os seres humanos planejando seus bens? “Deus deseja que Seus seguidores disponham pessoalmente de seus bens, enquanto isto lhes seja possível. Dirá alguém: “Temos porventura de renunciar a tudo que consideramos nossa propriedade?” Pode isto
não nos ser exigido ainda, mas devemos estar prontos a fazê-lo por amor de Cristo7”. Os Serviços Planejados & Doação de Fé exploram as maneiras pelas quais os cristãos podem ser reformadores e honrá-Lo fielmente em nossos planos imobiliários. O objetivo é o envolvimento total dos membros como o cristão fiel que sempre coloca Deus em primeiro, último e sempre na vida dele ou dela.
Dennis R. Carlson é o diretor de Serviços Planejados & Doação de Fé na Conferência Geral
1 Citações da Escritura são da versão Inglesa contemporânea. Copyright © American Bible Society 1991, 1995. Usada com Permissão 2 Ellen G. White, Conselhos sobre Mordomia, p. 328. 3 Wayne Searson, Spokane, WA, USA (Source) 4 Textos creditados a NKJV são da New King James Version. Copyright © 1979, 1980, 1982 by Thomas Nelson, Inc. Usado com Permissão. Todos direitos Reservados 5 Textos creditados to BBE são da The Bible in Basic English, 1965. Published in the United States by E. P. Dutton & Co., New York. First printed 1949. 6 White, Conselhos sobre Mordomia, p. 328.
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7 ––Ibid., p. 324
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CAPACITAR MEMBROS
É MEU DINHEIRO OU NOSSO DINHEIRO? O SIGNIFICADO DE UNIDADE MURVIN C AMATCHEE
1- Edificar com sabedoria
A
2- Estabelecer pela compreensão
degradação da relação do casamento em nossa sociedade está se tornando alarmante. Estudos feitos para rastrear a fonte do fracasso no casamento demonstraram que as finanças costumam ser um fator importante. Isso implica que finanças sólidas são importantes para o sucesso de um casamento. É por isso que a comunicação sobre qualquer coisa relacionada ao dinheiro é essencial entre os parceiros do casamento. A falta de cooperação nessa área levará a uma maior probabilidade de fracasso do casamento. Prov. 24:3, 4 nos dá o princípio da comunicação que deveria ser aplicada entre os parceiros casados: “Com sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida. Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável” (NVI). Esses dois versos descrevem a progressão ideal que precisa acontecer na vida de um casal. Esta progressão é descrita por estas três virtudes: sabedoria, compreensão e conhecimento. Notamos aqui que esta progressão culmina com a promessa de “riquezas preciosas e agradáveis”. Existe aqui uma alusão direta à prosperidade, ao viver abundante, e até a paz e a estabilidade financeira. O conselho do rei Salomão em Provérbios deveria ser aplicado a todos os aspectos do relacionamento de casado. No entanto, está claro que as três virtudes que ele enfatiza são particularmente cruciais com respeito à gestão financeira. Cada virtude tem um papel particular do qual são gerados esses três princípios:
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3- Ser cheio de riquezas pelo conhecimento CONSTRUIR COM SABEDORIA
Tanto o marido como a esposa trarão sua própria maneira de lidar com finanças para o casamento. Desacordo nesse aspecto eventualmente causarão alguma forma de tensão. É por isso que o conselho de Salomão é agir sabiamente. É nesta fase que o bom juízo deveria prevalecer. Antes do casamento, você pode estar satisfeito com a maneira que você gerencia suas finanças pessoais. Mas isso não significa que sua abordagem anterior será ótima dentro do casamento. Ambos parceiros casados devem olhar individualmente para a maneira que eles gerenciam suas finanças e o impacto que eles acham que isso terá na sua vida de casado. Idealmente, este exercício deve ser feito antes do casamento, durante o período do namoro, onde as seguintes perguntas devem ser feitas e respondidas: 1. Estou eu pronto para dizer que o que eu estou ganhando não é mais meu dinheiro, mas “nosso dinheiro”? 2. Estou eu pronto para dizer que as dívidas do meu parceiro se tornarão também minhas dívidas? 3. Estou pronto para repriorizar minhas despesas com base nas necessidades do casal, e não nas minhas necessidades ou desejos individuais?
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CAPACITAR MEMBROS
rendas devem ser postas dentro de um cesto comum. É quando o casal fala do “nosso dinheiro” e não do “meu dinheiro” ou do “seu dinheiro”. Há três cenários possíveis: A
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Ambos os par- Rendimento ceiros recebem do parceiro X aproximada$ 4.000,00 mente a mesma quantia
Uma resposta negativa a uma que seja dessas perguntas pode resultar em uma parceria financeira problemática dentro do casamento. Não apenas deveria cada parceiro saber sua posição pessoal neste aspecto, mas eles deveriam saber também a posição de seu futuro cônjuge. É por isso que boa comunicação e total transparência financeira entre os dois parceiros é imprescindível, não apenas durante o casamento mas essencialmente antes do casamento. ESTABELECER PELA COMPREENSÃO
O verbo “estabelecer” destaca a noção de permanência e solidez. É nessa fase que a necessidade de boa comunicação e total transparência financeira entre os dois parceiros se tornam essenciais. Isso é o que levará à boa compreensão. Ambas as partes precisam conversar abertamente sobre dinheiro e ser completamente transparentes e ao mesmo tempo de mente aberta. Esta é a fase quando o casal trabalha com números juntos e chegam a um acordo sobre gestão financeira. Primeiro Passo: Mudar do “meu dinheiro” para “nosso dinheiro” idealmente, todas as
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B
C
Rendimento do Nossas entraparceiro Y das $ 4.200,00
$ 8.200,00
Um parceiro ganha mais do que o outro
Rendimento do Rendimento do Nossas entraparceiro X parceiro Y das
Somente um dos dois parceiros ganha dinheiro
Rendimento do Rendimento do Nossas entraparceiro X parceiro Y das
$ 4.000,00
$4.000,00
$ 2.000,00
$ 0,00
$ 6.000,00
$ 4.000,00
Qualquer que seja o cenário no qual você se encontra, deveria haver um ajuste completo ao fato de que sua renda não é mais o que se encontra na coluna A ou B. Note que em nenhum desses três cenários há uma diminuição de renda do indivíduo. Na maioria dos casos, haverá um aumento, como está indicado na coluna C. A diferença é que ao invés de ser a única pessoa gerenciando o dinheiro, você terá um parceiro com você pra fazer isso. Mas isso também significa que os dois parceiros serão responsáveis um pelo outro. Segundo Passo: O Pacificador: O próximo passo é decidir como e onde distribuir sua renda. Isso é quando você vai elaborar seu orçamento mensal. Vamos dizer que você se depara as seguintes necessidades para seu orçamento (veja Mordomo Dinâmico, 2º trimestre de 2019) NECESSIDADE N.1
NECESSIDADE N.2
Missão de Deus
Poupança
20%
20%
NECESSIDADE N.3 Habitaçã o 30%
NECESSIDADE N.4 Despesas de manutenção 30%
Para o casal, o orçamento agora terá um papel adicional que ele não tinha para eles
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TERRENO SÓLIDO
como solteiros. O orçamento será o pacificador enquanto ambos os parceiros: 1. Elaboram o orçamento juntos 2. Concordam totalmente sobre a maneira que o dinheiro será distribuído 3. Se comprometem em seguir estritamente o orçamento 4. Concordam que qualquer modificação importante deverá ser feita por acordo mútuo 5. Entendem que o orçamento está sempre certo, uma vez que concordaram sobre ele Os casais que têm tido sucesso no seu casamento são aqueles que aplicaram os princípios de relacionamento que levam a harmonia financeira. Quando regras são definidas e limites são estabelecidos, eles ajudam na manutenção do compromisso do casamento e na boa comunicação. Isso vai facilitar a compreensão de que ambos os parceiros têm privilégios e responsabilidades iguais quando tem a ver com controle das finanças. SER CHEIO DE RIQUEZAS PELO CONHECIMENTO
“Tragam o dízimo todo ao depósito do templo, para que haja alimento em minha casa. Ponham-me à prova”, diz o SENHOR dos Exércitos, “e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las”. Deus promete paz financeira aos que o colocam em primeiro lugar (veja Mordomo Dinâmico, 2019). Mas, muitas vezes, a realização da promessa de Deus é dificultada pela falta de bons comportamentos financeiros, que podem ser o resultado da falta de conhecimento. Casais que estão almejando um casamento bem sucedido devem buscar conhecimento financeiro com o objetivo de se tornar financeiramente alfabetizados para ter boa compreensão nas seguintes áreas: a. Criar e seguir um orçamento e a importância de poupar (veja Mordomo Dinâmico, 1º e 2º trimestre de 2019). b. O correto uso do cartão de crédito e entender as taxas de juros (veja Dynamic Steward, 3º trimestre de 2019). c. Livrar-se das dívidas.
Sempre deve haver um acordo mútuo para as decisões tomadas pelo casal. No entanto, os casais podem concordar em tomar inadvertidamente decisões erradas ou mesmo às vezes deliberadamente. Conhecimento é o fator chave que ajuda evitar tais situações. Deus, através de seu profeta, diz que “seu povo é destruído por falta de conhecimento” (Oseias 4:6). Ele quer que cada pessoa e todas as pessoas conheçam sua palavra porque, como diz o salmista, “é lâmpada para os meus pés e uma luz para os meus caminhos” (Salm.119:105 NVI). Em qualquer aspecto de nossa vida, a palavra de Deus não deve ser negligenciada e isso é verdade mesmo quando tem a ver com o gerenciamento de nossos recursos financeiros. Recorrer à
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palavra de Deus é demonstrar completa confiança em Deus. É por isso que em Malaquias 3:10 Deus diz:
d. Investir e poupar para a aposentadoria. O conhecimento da palavra de Deus e de suas promessas deveriam nos motivar a adquirir conhecimento sobre princípios financeiros, tanto antes como durante o casamento. Salomão não poderia ter colocado isso mais claro quando ele diz que “pelo conhecimento as câmaras se enchem com toda riqueza preciosa e agradável”. Murvin Camatchee, MBA, MDiv, é nativo da República de Mauricio. Atualmente, ele é o pastor principal das igrejas adventistas de College Drive e The Ridge, na Associação dos Estados do Golfo, Estados Unidos. Antes de vir para os Estados Unidos, Murvin era o tesoureiro e secretário executivo da Associação das Ilhas Maurício
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CANTO DAS CRIANÇAS
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ADORANDO A DEUS COM SEUS
POR GAIL BROECKEL
T
rês macacos compartilhavam uma árvore na floresta. O macaco Banana sempre colhia bananas. O macaco Milho sempre colhia milho. O macaco Coco sempre colhia coco. O macaco Banana fazia pães, pudim e vitaminas. Ele tentava todos os métodos que conseguia pensar para tornar suas refeições mais interessantes. Ele estava ficando cansado de bananas. O macaco Milho fazia milho na espiga, salada de milho e molho de milho. Ele fazia hora extra para criar menus que fossem apetitosos. Ele estava muito cansado de comer a mesma coisa dia após dia. O macaco Coco fazia cookies de coco, pão de coco e sorvete de coco. Não importava o que fizesse ele desejava ter alguma coisa a mais. Um dia um primo do macaco Banana visitou-o do outro lado do rio. Seu nome era macaco Flor.
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Ele olhou para a pilha de bananas, de milho e de coco. O macaco Flor então disse: “Vocês já tentaram combinar seu alimento pondo seus ingredientes juntos ou trocando os itens de modo que você não coma a mesma coisa todos os dias? Se vocês tiverem apenas um tipo de comida, como vocês vão desenvolver suas papilas gustativas? Parece que se vocês trabalharem juntos, vocês poderão compartilhar suas posses individuais e ter uma boa refeição recompensadora a cada dia”. Meu pai costumava contar essa história pra mim e para meu irmão quando estávamos em crescimento. Ele tinha o dom de contar histórias. Em Primeiro Pedro 4:10,11 (NVI) se lê: “Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. Se alguém fala, faça-o como quem transmite a palavra de Deus. Se alguém serve, faça-o com a força que Deus provê, de
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CANTO DAS CRIANÇAS
forma que em todas as coisas Deus seja glorificado mediante Jesus Cristo, a quem sejam a glória e o poder para todo o sempre. Amém”. Às vezes podemos achar que não temos um dom para dar a Deus como adoração. Você não precisa ter um grau especializado e anos de experiência para ter um dom. Tudo que você precisa é desejar adorar a Deus com um talento que ele já lhe deu. Bondade é um dom que a maioria das pessoas já tem. Você tem um pet que significa muito pra você? Você com certeza o alimenta todos os dias, leva-o para caminhar e escova seu pelo. Bondade é um maneira de mostrar quanto você se preocupa com os outros. Mesmo sendo você mesmo, você pode mostrar a alguém que ele é importante e que você seria um bom amigo. Gálatas 6:2 (NVI) lemos: “Levem os fardos pesados uns dos outros e assim cumpram a lei de Cristo”. Você pode usar seu dom da bondade para ajudar alguém a se sentir melhor sobre si mesmo. Você já viu alguém sentado na cafeteria ou no recreio? Não custa muito fazer uma pessoa se sentir melhor. Você poderá dizer “olá” ou se oferecer para jogar algum jogo com a pessoa. Você pode reunir alguns de seus amigos com você e tomar um lanche com a pessoa que está sentada sozinha. Muitas pessoas só querem se sentir amadas e aceitas. Não ter muitos amigos ou não ter o dom de fazer amigos pode causar tristeza. Se você tiver o dom da bondade, você pode ajudar aos que estão ao seu redor. Adoração não acontece apenas na igreja. Seu comportamento pode ser um bom ou mau exemplo para os outros. Se você for uma boa pessoa, você poderá influenciar os que que estão ao seu redor sendo apenas quem você é. Talvez seu dom seja hospitalidade. Você pode fazer os outros serem bem vindos na sua casa ou em um jogo de bola ou numa festa. Atos 16:33, 34 fala de um carcereiro que levou pessoas para sua casa e deu uma refeição para elas. O simples ato da hospitalidade lhe trouxe alegria.
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Você pode receber alegria ajudando os outros. Quando você fizer disso uma prática, você ficará impressionado com a forma como seus dons podem não apenas tornar felizes aqueles que estão ao seu redor, mas também suas bênçãos aumentarão. Deus fica feliz quando você usa seus dons para ajudar os outros. Seu dom pode ser gerenciar pessoas ou eventos. Você pode ser o capitão do seu time de Baseball. Você poderia ser um grande exemplo para seu grupo apenas sendo um bom atleta ou um líder. Se alguém não marca um ponto, tudo bem. Se seu time ganha ou perde, lembre-se que é mais legal não ser um perdedor dolorido ou um vencedor orgulhoso. Se você ganhar se você vencer, dê um aperto de mão, abrace seus colegas de equipe e diga a eles que jogo incrível eles jogaram. Se você perder, cumprimente a outra equipe e diga-lhe como você está feliz por ter tido a oportunidade de jogar com um grupo tão habilidoso. Espírito esportivo pode ser o seu dom. Pense nos atletas que têm dado graças a Deus e que o servem apenas sendo jogadores decentes. Quando você usa os dons com os quais Deus o abençoou, você está adorando-o. Você pode não estar numa igreja ou segurando uma bíblia, mas ainda assim você está adorando-o. Seus dons podem ser criatividade ou arte. Bob Ross era uma famoso pintor que falava com uma voz gentil enquanto criava suas obras de arte. Ross apresentou o programa de televisão “A Alegria de Pintar” de 1983 a 1994. Ele tinha a habilidade de pegar uma tela e fazer um lindo pô-de-sol, um jardim ou outra criação para as pessoas desfrutarem. Eu acho que seu talento verdadeiro era o amor. Ele era tão popular porque ele podia fazer o desenho de uma linha reta parecer interessante. Ele explicava o que estava fazendo com seu pincel, e ele ia fazendo comentários divertidos enquanto criava maravilhosas obras de arte. Minha família ainda assiste às suas exibições. Nós gostamos de acrescentar comen-
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tários enquanto ele pinta um quadro. Seus programas não são apenas para artistas. Seu trabalho tinha a ver com a comunidade, contar histórias, e fazer qualquer um se sentir como se estive realizando alguma coisa. Filipenses 2:3 (NVI) diz: “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos” Bob Ross sempre era legal e nunca orgulhoso. Ele costumava fazer graça consigo mesmo. Ele faleceu em 1995. Suas apresentações permanecem populares e várias escolas de arte por todo país espalham seu estilo. Se você usar seus dons de criatividade, você pode não apenas construir uma carreira, mas pode ajudar os outros. Você pode estar imaginando, “qual é o meu dom?” Eu não consigo sequer acertar uma bola ou entender minha tarefa de matemática. Como posso adorar a Deus com meus dons? Para responder essas perguntas eu preciso perguntar a você: O que o faz feliz? O que você gosta de fazer que traz a você alegria? Você gosta de cozinhar com um de seus pais ou de seus avós? Quando ela era jovem, a chefe Amy Riolo costumava cozinhar com sua avó. Seu objetivo era apenas passar tempo de qualidade com alguém que ela amava. Sua avó compartilhava as receitas e lhe mostrava como preparar pratos italianos especiais. Amy assumiu sua paixão para cozinhar e transformou isso numa carreira profissional. Ela já publicou nove livros de receitas. Ela leva alunos em viagens culinárias e dá aulas de culinária em universidades e empresas. Dessa maneira, Amy estava basicamente compartilhando sua paixão por cozinhar com a avó e se alimentar de forma mais saudável, e agora ela tem patrocinadores em todo o mundo e é uma chef e autora de sucesso. Ela é bondosa com todos que encontra. Isso vem naturalmente para ela. I Coríntios 10:31 (NVI) diz: “Assim, quer vocês comam, quer bebam, quer façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus”.
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Seu dom não precisa ser complicado. Se você é uma pessoa jovem, ainda vivendo em casa, você pode gostar de ajudar sua família organizar a garagem ou lavar a louça após a refeição. Seu dom pode ser a organização. Você pode começar ajudando a manter a casa organizada. Tire o lixo, arrume sua cama, limpe a lixeira sem que lhe peçam. Tome a iniciativa de fazer por si mesmo. As bênçãos virão. Seus pais ficaram orgulhosos de você. As visitas ficarão impressionadas de quão organizada é sua casa. Seu gato vai adorá-lo por ajudá-lo a ter uma área limpa. Primeiro Coríntios 14:10 diz: “Tudo seja feito decentemente e com ordem”. Você pode usar seus talentos quando você está levando os pratos sujos para a pia, ajudando seu professor a arrumar a sala de aula ou dobrando as roupas lavadas em casa. Se seus pais lhe derem dinheiro pelo uso de seus dons para ajudar em casa, por que não começar o hábito de honrar a Deus e agradecer a Ele por Seu dom, pensando nele primeiro e devolvendo o dízimo e oferecendo ofertas do dinheiro que recebe por sua ajuda? Um dom é um presente. Grande ou pequeno, você tem alguma coisa especial. Pergunte aos seus pais ou aos membros da família qual é o seu dom. Fale com seus amigos. Pergunte-lhes quais as três coisas que eles gostam em você. Tome esses dons e use-os para fazer outras pessoas felizes. Se você leva alegria para alguém, você leva alegria para Deus. Você estará usando seus dons. E você não precisa fazê-lo sozinho. Trabalhar juntos é o melhor de todos os dons.
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Gail Broeckel é formada no Shenandoah Valley Academy e na Washington Adventist University, onde ela serve no conselho dos ex-alunos. Ela é gerente de mídia social e de marcas registradas. Ela trabalhou para a Associação de Potomac, no Washington Adventist Hospital, no Columbia Union College, e na ADRA Internacional.
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VÍDEOS SEMANAIS DÍZIMOS E OFERTAS
CADA SÁBADO, UMA NOVA HISTÓRIA INSPIRANDO SUA IGREJA PARA SEMPRE COLOCAR DEUS EM PRIMEIRO LUGAR. INÍCIO EM 4 DE JANEIRO DE 2020.
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