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CORPOCIDADE
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V I S U U
CORPOCIDADE Revista VISU.AU 1ª edição Brasil. Paraná. Curitiba. 2019
Curadoria Giulia Viana Julio Cesar B. da Silva Lucas Ferrari Marcos Eduardo Scopel Vítor Morandin
revistavisuau@gmail.com @visu.au revistavisuau visu.au
SUMÁRIO
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QUEM SOMOS TEMA DESAFIO CALENDÁRIO INSTRUÇÕES DÚVIDAS FREQUENTES ANEXOS
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SOMOS VISU.AU
VISU.AU é um espaço sinérgico de visões, no qual a ótica arquitetônica e urbanística configura um ambiente de escape artístico.
A Revista VISU.AU busca emergir dentro do contexto acadêmico como um plataforma de apresentações e debates acerca de diferentes perspectivas. A partir de visões embasadas em nossa área de formação e suas vertentes, as simples folhas desse meio se transformam em um ambiente para a expressão artística, desejando impulsionar o posicionamento estudantil, áreas de debates e discussões, e por consequência, a vivência acadêmica.
Curadoria Giulia Viana Julio Cesar B. da Silva Lucas Ferrari Marcos Eduardo Scopel Vítor Morandin
02 Manifesta-se então, a necessidade de controle do homem sobre o ordenamento espacial. Desde a gênese do planejamento urbano, que nasceu em bases cartesianas e racionais, estabelece-se uma intenção utópica dos planejadores sobre como um lugar deveria ser ocupado. Somado a tais intenções, as cidades passaram por um processo de metropolização, o qual levou a maiores escalas e distâncias, transferindo a posição do homem em relação à paisagem para um segundo plano.
Blade Runner, 1982, Ridley Scott
CORPOCIDADE O espaço urbano, antes mais sensorial, com sua diversidade de texturas, odores e cores, passou a uma certa uniformização funcional e formal, criando cidades-cenário, as quais não passam de um pano de fundo para a vida humana, que ocorre independente a esta. As transformações da cidade, em paralelo a sua própria espetacularização, passaram a atender interesses alheios ao homem, levando a uma desumanização do espaço.
Depois do amor, 1975. Madelon Vriesendorp
Resistindo a tais transformações surge a figura do flâneur, aquele que anda sem rumo, que vagueia, que caminha em um passo contemplativo. O corpo é essência desta figura, que passa a ver a cidade como espaço autêntico, capaz de seduzir e causar prazer. Os olhos, então, passam a enxergar novos visuais, as pernas começam a agir à deriva da cidade, em um movimento não-coreografado, o tato procura decifrar novos sentidos da vida urbana.
Superstudio, 1971. Twelve Ideal Cities
CORPOCIDADE Sendo assim, os acasos urbanos passam a agir contra a cegueira da cidade. Não só pelas observâncias do ato de flanar, mas também pela necessidade de fazer parte do todo, a cidade torna-se um livro aberto, no qual é o homem que modifica a realidade ao seu redor, usa e desfruta do ambiente, estreitando seus laços com a urbe. Dessa forma, os praticantes das cidades agem como atualizadores dos projetos urbanos e, por consequência, do próprio urbanismo.
Metropolis, 1927, Fritz Lang
03 A visu.au propõe uma reflexão sobre o poetizar urbano, derivando-se da relação do corpo e a cidade. Mais que uma reflexão, buscamos que se aproveitem as tantas experiências que o “errar” pelos planos e descontinuidades podem proporcionar. Becos, vielas, texturas, ruídos, desuniformidade... Diante de tantas normas e padrões urbanisticos, como se intrepretam os pontos fora da curva? Seriam eles apenas distúrbios normativos ou uma necessidade de expressão e liberdade? O meio urbano passou a ser uma imagem? Um poema? Uma resenha? Qual a relação do seu corpo com o meio urbano o qual você vive? Como expressar a cidade? Como projetar todas as suas complexidades, mudanças, prospectivas em uma tela em branco?
REFERÊNCIAS: Paola Berenstein Jacques. Elogio aos errantes. Breve histórico das errâncias urbanas. Arquitextos, São Paulo. <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.053/536>. Cassio E. Viana Hissa, Maria Luísa Magalhães. Cidade-Corpo. Revista da Universidade Federal de Minas Gerais, 2016
04 23.09
EDITAL
Lançamento do edital e início das inscrições
16.10
INSCRIÇÕES
Prazo final para inscrição dos participantes
23.10
ENTREGA
Entrega das propostas dos participantes ou equipes
30.10
VISU.AU
Divulgação das propostas e postagem da revista
*Calendário pode sofrer alterações, sendo essas postadas através das redes sociais.
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EDITAL Em cada edição, será lançado um edital com um texto reflexivo acerca do tema escolhido, com o intuito de embasar o participante, assim como gerar uma provocação para que seja formatada a sua visão em relação a temática. Além disso, o edital também divulgará referências textuais e visuais.
VISÃO Após a leitura do edital, o participante estará livre para representar a sua visão ou reflexão sobre o tema, apresentando-a dentro de qualquer técnica de sua escolha, seja ela uma fotografia, colagem manual, digital, desenho,
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pintura - vale tudo! Além disso, será disponível um espaço para a produção de um pequeno texto que auxilie o leitor no entendimento da obra.
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PARTICIPAÇÃO Por meio das redes sociai encotra-se o ambiente de inscrição. Após tal etapa, o espaço para a formatação da obra estará disponível para download através de um link compartilhado. Dentro do arquivo há um tutorial que deve ser seguido de acordo com a formatação da revista. É neste arquivo que sua obra deve ser criada, bem como as informações padrões.
ENVIO O envio do arquivo acontece por email, dentro do prazo estabelecido pelo edital.
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VISU.AU PRONTO ! Após a seleção dos trabalhos mais relevantes, a revista será diagramada e postada virtualmente, junto a outras reflexões de autores convidados. Sua obra e visão estarão disponíveis para que outros acadêmicos explorem e reflitam.
06 1. Como faço para me inscrever na revista e receber o arquivo editavél? Um pequeno formulário para inscrição se encontra em nossas redes sociais, após a inscrição você receberá um link para o download do arquivo contendo o espaço para a obra. 2. Posso desenhar a mão livre? Claro. A revista engloba visões de todas as maneiras, croquis, colagens manuais, maquetes volumétricas, diagramas a mão livre, aquarelas, marcadores... a técnica é livre, e sempre será! Seja livre para expressar sua visão colocando-a dentro do arquivo que foi recebido após a sua inscrição. 3. As obras podem ser entregues em formato PDF ou AI (arquivo illustrator)? As obras devem ser entregues em formato PDF, obedecendo as formatações da revista* e resolução mínima de 300 dpi**. *Observação: os textos devem obrigatoriamente estarem de acordo com o padrão, sendo eles: fonte “Roboto Slab Light”, tamanho da fonte 3mm, espaçamento entrelinhas 3,6 mm, escrita em minúsculo, formatação de parágrafo justificado, cor “rgb web” R=51, G=51, B=51, com exceção, para eventuais textos dentro do “espaço editável - arte”. **Observação: Preze para a qualidade de seu arquivo, arquivos com imagens de baixa qualidade serão enviados para revisão ou, de acordo com o prazo, não serão implantados na revista.
4. Qual o número máximo de integrantes para enviar uma obra? As obras podem ser realizadas individualmente ou em parcerias de até 3 (três) pessoas.
5. Como funcionará a seleção para a capa da revista? Para cada edição contáremos com um(a) arquiteto(a) que ajudará no processo de selação da obra da capa. 6. Posso contribuir com algum conteúdo que extrapole o formato proposto pela curadoria? Claro, a revista busca abrir um espaço de expressão aberto e dinâmico, sendo assim, venha conversar com a gente e expor sua ideia. Contatos: revistavisuau@gmail.com @visu.au revistavisuau visu.au 7. Como funcionará a seleção das obras? A curadoria da edição fará a seleção das obras que se mostrarem mais relevantes , levando em conta parâmetros estéticos e conceituais. Os trabalhos escolhidos serão publicados na edição da revista, ao lado da obra de maior destaque, a qual irá compor a capa da edição da revista. No entanto, produções que se demonstrarem ofensivas, apresentando discursos de ódio, homofobia, racismo ou qualquer outro tipo de discriminação, além de não exporem padrões mínimos de qualidade, serão descartadas e não serão publicadas.
8. Há como contribuir para as próximas edições? Sim. Haverá espaços para debates e sugestões acerca das temáticas dos próximos editais, reforçando, assim, a ideia central da revista de ser um espaço de discussões. 9. Haverá alguma taxa de inscrição? Não. A participação é livre e gratuita! 10. A revista está vinculada a alguma entidade? Não. A VISU.AU partiu da iniciativa de um grupo de estudantes interessados em abrir espaços para reflexões e debates, extrapolando os limites da academia. Sendo assim, estamos abertos a pessoas de qualquer instituição ou área de conhecimento.
07 O anexo abaixo é uma imagem ilustrativa de como se encontra o arquivo que será enviado após a inscrição. Assim, tem-se em cinza claro o “Espaço editável - Perfil” sendo um espaço para as informações de nome do participante e sua instituição de ensino. Abaixo se tem um espaço destinado as informações da obra realizada com o título, técnica utilizada e uma pequena descrição se caso necessário. Em cinza escuro encontra-se o “Espaço editável - Obra”.
42 cm 1 cm
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33,5 cm
1,5 cm
5 cm
1,5 cm
MARGEM Inserir seu nome Instituição de Ensino
Título Técnica
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MARGEM
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26,7 cm 1,5 cm
29,7 cm
Espaço para descrever a obra
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21 cm Quebra de página. Folha A4
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