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Vilas Magazine | Ed 332 | Setembro de 2026 | 15 mil exemplares

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lSite: www.vilasmagazine.com.br lFacebook: VilasMagazine lInstagram: @vilasmagazine

A revista de Lauro de Freitas & Região

Ano 28 | Edição 332 | Setembro de 2026

Republicanos. CNPJ Candidato: 68.237.985/0001-07. valor da veiculação: R$ 1.680,00

TIAGO PACHECO

Parque Ecológico de Vilas do Atlântico passa por mapeamento; ampliação do espaço inclui novas trilhas Motorista: sua aposentadoria pode ter novas possibilidades

Se você é motorista, caminhoneiro, rodoviário ou cobrador, essa informação é importante. Pág. 13

Carta Aberta à prefeita Débora Regis Pág. 6

Dia Mundial da Limpeza 2026:

Maior evento ambiental do planeta será celebrado na praia do Surf, em Vilas do Atlântico. Pág. 11


Registros & Notas Accioli Ramos

JUBILEU DE OURO

Integrante destacado do grupo de bacharéis das turmas de 1976/77, o advogado Eliano Barroso de Souza celebrou os 50 anos de formatura pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia. A organização do evento foi assinada pela desembargadora Joanice Guimarães e teve jantar comemorativo oferecido por Cícero Sena, formando da turma e diretor do grupo de hotéis Portobello.

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10 restaurantes de Lauro de Freitas integram o Festival Tempero Bahia Lauro de Freitas se prepara para estrear no circuito do Festival Tempero Bahia, com dez restaurantes participantes na 9ª edição do evento, que acontece de 17 a 27 de setembro. A participação dos estabelecimentos coloca a gastronomia local em evidência e amplia as possibilidades de moradores e visitantes conhecerem diferentes experiências à mesa no município. Com o tema “Biomas da Bahia – Mata Atlântica”, o festival celebra os sabores e ingredientes que fazem parte da identidade baiana, conectando gastronomia, cultura e território. Em Lauro de Freitas, a programação reúne estabelecimentos de diferentes regiões do município, fortalecendo a presença da cidade no circuito gastronômico baiano. Integram a programação os restaurantes Santa Fé Pizzaria, Di Mainha, Quingoma, Botecaria, Mariposa, Caranguejo Vilas, Rainha da Feijoada, Villas Beach, Raízes e Torre de Pizza. A participação reforça a diversidade do cenário gastronômico da cidade e contribui para ampliar a visibilidade dos estabelecimentos e profissionais que movimentam o setor no município. A iniciativa também se conecta ao potencial turístico da cidade, estimulando a circulação de moradores e visitantes. A programação completa da 9ª edição do Festival Tempero Bahia e outras informações sobre o evento podem ser consultadas no site oficial (www. temperooficial.com.br/bahia), e no perfil oficial do Tempero Bahia no Instagram, @temperooficial_.


80 anos A artista plástica Meiriluci Gonçalves Rocha de Oliveira celebrou, em 8 de agosto, suas bem vividas 8 décadas ao lado das amigas que, juntas, formam o grupo Irmandade. Essa conquista notável, Meiriluci compartilha com a companhia do marido, Isaías Bitencourt de Oliveira, médico veterinário e biólogo. DIVINA CLAUDINHA Amigos que tem o privilégio de privar dos prazerosos e descontraídos encontros de confraternização na residência do casal Peixinho e Stela, em Vilas do Atlântico, são brindados com sabores divinos, perfeitos para acompanhar a variada carta de bebidas que desfilam pela farta mesa na agradável e confortável área de lazer da casa. A responsável tem identidade: Claudinha (acima, entre os anfitriões), mestre da boa comida, daquelas que nos fazem fechar os olhos, sorrir e agradecer pelo carinho dedicado no preparo.

CONFRARIA DO DEDÉ Sempre na última quarta-feira do mês, amigos

que formam a Confraria do Dedé se reúnem em almoço de confraternização em locais previamente selecionados, onde o mais importante é a qualidade das comidas e a simplicidade do ambiente. Um desses recantos é o Restaurante da Cida, que funciona em um sítío na Cascalheira. Comandado há 16 anos pela dona, cujo nome batiza o lugar, os sabores caseiros remetem a lembranças dos almoços bem apurados do interior, destaques para a galinha caipira, ensopado de carneiro, sarapatel, rabada, entre outros. Os encontros primam pela descontração, se estendem até o entardecer, e se completam com a "saideira" no Boteco do Dedé, sede da confraria.

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TIAGO PACHECO

Parque Ecológico de Vilas do Atlântico passa por mapeamento para expansão de trilhas TIAGO PACHECO

A

Prefeitura de Lauro de Freitas, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA), está fazendo o mapeamento topográfico do Parque Ecológico de Vilas do Atlântico. A iniciativa integra os estudos técnicos para o projeto de ampliação e modernização do espaço verde, visando oferecer infraestrutura mais completa, segura e acessível para toda a comunidade. De acordo com o secretário da pasta, Brígido Neto (abaixo), a equipe da SEMMA trabalha com precisão para analisar uma área total estimada em 90 mil metros quadrados. “O mapeamento é um pontapé inicial para a ampliação do parque. Esse estudo preliminar minucioso desenhará com exatidão as diretrizes do projeto executivo final”, explica. A primeira fase do projeto cumpre, além do papel estratégico de ordenamento territorial, a missão de fiscalização da área. Os dados topográficos coletados ajudarão a identificar com clareza os limites do parque. Integração, Lazer e Acessibilidade O gestor explica que o objetivo principal do mapeamento é permitir a abertura de novas rotas ecológicas, permitindo que os visitantes desbravem áreas hoje escondidas e intocadas da reserva florestal. O projeto busca estreitar o contato direto da comunidade com a fauna e a flora nativas do ecossistema baiano. Levantamento topográfico será fundamental para orientar o desenvolvimento da nova estrutura da trilha ecológica. O projeto prevê a criação de um percurso integrado com ciclovia, pista para cooper e uma área totalmente inclusiva, para garantir que pessoas com deficiência (PcD) ou mobilidade reduzida também possam usufruir da área verde com autonomia e segurança.

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SALVA sugere batizar o espaço como Parque Ecológico Jaime de Moura Ferreira Na revisão do projeto original, a SALVA, com o então diretor de Planejamento, o saudoso Jaime de Moura Ferreira, ex-diretor do BANEB e fundador do Rotary Club de Lauro de Freitas, e o então presidente da Oscip Rio Limpo, Humberto Pinto de Carvalho, ex-superintendente da Receita Federal na Bahia, propuseram que o Parque Ecológico de Lauro de Freitas, em Vilas do Atlântico, fosse orientado para funcionar como uma sala de aula a céu aberto, voltada para educação ambiental, estudos de ciências, biologia e tivesse ampliada sua trilha ecológica e identificadas espécies da sua flora ainda exuberante. O diretor da SALVA, Márcio Costa, recentemente encaminhou a sugestão, proposta mais do que justa e merecida por tudo que representou o cidadão Jaime de Moura Ferreira, um dos pioneiros na comunidade de Vilas do Atlântico, e seu exercício da generosidade humana exemplar, para batizar o espaço como Parque

Vejo duas pessoas que merecem estar com seus nomes perpetuados nesse projeto: JAIME DE MOURA FERREIRA, incansável rotariano, defensor de melhor qualidade para nossa comunidade, e EDMUNDO PEREIRA FILHO, o melhor secretário de planejamento que essa cidade já teve. Essa é a opinião de um cidadão apaixonado por Vilas do Atlântico. Otávio Pimentel, empresário e ex-prefeito de Lauro de Freitas.

Ecológico Jaime de Moura Ferreira, reconhecimento que muito lhe honraria. Fica então a sugestão aos eminentes vereadores de Lauro de Freitas. Fernando Borba, presidente da Oscip RioLimpo. Meus amigos de Lauro de Freitas, em especial os moradores de Vilas do Atlântico. Consultado pelo editor da Vilas Magazine, veículo de comunicação que presta um serviço de altíssima utilidade pra nossa comunidade, sobre a sugestão de batizar o Parque Ecológico de Vilas do Atlântico com o nome de Jaime de Moura Ferreira. A consulta feita a mim se deve, primeiro, como morador muito antigo de Lauro de Freitas (quase jurássico). Segundo porque, quando gestor do município, na década de 90, foi projetado esse parque através da Secretaria de Planejamento, magnificamente dirigida por uma das mentes mais brilhantes que conheci em toda minha vida, o arquiteto Edmundo Pereira Filho. u

JAIME DE MOURA FERREIRA

Na maioria das edições da Vilas Magazine, ao longo de 28 anos de circulação ininterrupta na região, nossas páginas foram enriquecidas e nossos leitores brindados com artigos assinados por Jaime de Moura Ferreira, sempre em defesa de ações ambientais, da ética e da correição nos procedimentos como cidadão, exemplar ao longo de sua vida. Como figura destacada do Rotary Club de Lauro de Freitas, idealizou, desenvolveu e liderou campanhas memoráveis que deixaram marcas indeléveis na cidade, disseminando fortes exemplos de cidadania. Por tudo que representou na cidade, entendemos ser mais que justa a sugestão de batizar o parque ecológico de Vilas do Atlântico com seu nome. Accioli Ramos, diretor-editor da Vilas Magazine.

Parque Ecológico - 30 anos

O Parque Ecológico de Vilas do Atlântico foi inaugurado em 19 de abril de 1996 na gestão do prefeito Otávio Pimentel, em uma manhã festiva de sábado, comandada pelo grande maestro Fred Dantas. Tenho orgulho de ter dado esse presente ao município, durante a minha gestão como presidente local do PV – Partido Verde, legenda que consegui através do ambientalista, sociólogo, vereador por Salvador e presidente da legenda estadual, Juca Ferreira, que mais tarde viria a assumir o Ministério da Cultura. Companheiro de lutas estudantis no conturbado final da década de 1960, Juca me confiou a legenda, que segundo ele, já havia sido tentada por outros políticos. Fomos procurados pelo secretário municipal de Planejamento e Turismo, o saudoso Edmundo Pereira Filho, eu e o também saudoso professor e padre Raimundo Augusto de Oliveira, secretário do PV, no sentido de pleitearmos junto ao deputado federal pelo partido do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira, uma emenda para a implantação do parque e outra para saneamento básico da Itinga. De imediato telefonamos para o parlamentar, que de pronto aceitou o pedido. Apesar do nome, devido à sua localização, o Parque Ecológico de Vilas do Atlântico é um patrimônio de todo o município. Gildasio Freitas, historiador e escritor

DOAÇÃO DE CAIO MÁRIO VIEIRA MARQUES. CPF 126.710.455-49. VALOR: R$ 1.000,00

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significar fechamento ao diálogo. A proCassiano Santana Da iniciativa privada à vida capostanãoédevem conversar também com quem pensa diferente e buscar pontos de convergência em temas cotidianos população. Para ele, uma cidade é construída por pública, liderança consolidada em Lauro de Freitas dapessoas de diferentes origens, crenças e pensamentos.

A

ntes de entrar para a política, Cassiano Santana já havia construído em Lauro de Freitas aquilo que considera sua relação mais importante com a cidade: a de morador. Há mais de 20 anos no município, constituiu vínculos pessoais, profissionais e empresariais que, com o passar do tempo, acabaram abrindo caminho para sua participação na vida pública. Empresário e ligado ao setor produtivo, Cassiano traz também uma influência política familiar. Seu pai exerceu mandato de vereador e chegou à presidência da Câmara Municipal de Cruz das Almas. Ainda assim, durante muitos anos, o filho preferiu permanecer distante das disputas eleitorais e concentrado na atividade empresarial. A mudança começou entre 2022 e 2023. Incentivado por um grupo de amigos, passou a considerar a possibilidade de transformar em participação política algumas das ideias que já defendia nas conversas sobre desenvolvimento, geração de oportunidades, educação, cidadania e qualidade de vida. Foi nesse período que, por intermédio de um amigo em comum, aproximou-se do prefeito de Salvador, Bruno Reis, e, na sequência, de Igor Dominguez, então integrante da administração da capital. O contato com o empresário Teobaldo Costa também contribuiu para sua inserção no novo grupo político que começava a se organizar em Lauro de Freitas. Em 2024 veio o primeiro teste nas urnas. Filiado ao União Brasil, Cassiano candidatou-se a vereador e

Carta Aberta Prezada prefeita Débora Regis Acompanhamos com atenção e expectativa o projeto de gestão proposto para nosso município, cujo lema central fundamenta-se na promessa de "mudança" e renovação. Torcemos muito por isso. Entendemos que administrar uma cidade exige um complexo equilíbrio de prioridades, que vão desde a infraestrutura básica até a saúde e a educação. No entanto, causa-nos preocupação constatar que, em meio a essa busca por transformação, o setor cultural e a preservação da história local têm sido relegados ao esquecimento. Uma verdadeira mudança não se consolida apenas com obras de concreto ou reformas administrativas; ela se reflete, essencialmente, na forma como uma

conquistou 1.036 votos, terminando a eleição na condição de suplente. Na mesma campanha, integrou o movimento que apoiou a candidatura de Débora Régis à Prefeitura de Lauro de Freitas. A experiência eleitoral não encerrou sua participação política. Ao contrário, ampliou sua presença junto a empresários, profissionais liberais, lideranças comunitárias e diferentes setores da sociedade laurofreitense. Cassiano procura construir sua atuação a partir de uma direita moderada, distante de radicalismos e baseada em princípios que associa à família, à liberdade, ao empreendedorismo, à responsabilidade social e à fé cristã. Católico, entende que convicção religiosa e posição polítigestão valoriza a identidade do seu povo. A cultura não é um gasto supérfluo, tampouco um mero entretenimento para momentos de lazer. É uma força econômica vital, geradora de emprego, renda e inclusão social. Quando a administração municipal ignora os artistas locais, os palcos independentes, os artesãos e as manifestações tradicionais, ela sufoca a própria alma da comunidade e enfraquece o sentimento de pertença dos cidadãos. De igual modo, o descaso com o patrimônio histórico do município representa uma perda irreparável. A história de uma cidade é o alicerce sobre o qual o seu futuro deve ser construído. Permitir que monumentos se deteriorem, que arquivos públicos fiquem inacessíveis ou que a memória dos pioneiros seja esquecida é o oposto de avançar; trata-se de um retrocesso silencioso. Sem memória, não

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Nas eleições deste ano, sua posição política está definida. Em Lauro de Freitas, Cassiano apoia Igor Dominguez para deputado estadual e Cibele de Teobaldo para deputada federal. Na disputa majoritária, integra o grupo de ACM Neto para o Governo da Bahia e apoia João Roma e Ângelo Coronel para o Senado. Mais do que a composição eleitoral, porém, Cassiano busca consolidar uma identidade própria no município. A experiência empresarial, a história familiar, a fé e a passagem pelas urnas em 2024 formam os pilares de uma trajetória política ainda recente, mas que começa a ocupar espaço no cenário local. Para quem entrou na política quase por insistência dos amigos, o desafio agora é transformar representatividade em presença permanente na vida da cidade — mantendo o diálogo com o setor empresarial, mas ampliando pontes com comunidades, jovens, trabalhadores e diferentes segmentos de Lauro de Freitas. Em uma síntese de sua visão sobre a participação pública, Cassiano costuma defender que a transformação do município passa pela formação cidadã e pela união de diferentes setores da sociedade: “Educação para a construção da cidadania. Juntos vamos transformar Lauro de Freitas.” há identidade, e sem identidade, qualquer promessa de desenvolvimento torna-se vazia. Governar para o futuro exige sensibilidade para reconhecer a riqueza do passado e o potencial do presente. Esperamos, portanto, que sua administração compreenda o valor estratégico da cultura e da história, abrindo canais reais de diálogo com a comunidade artística e implementando políticas públicas. Que a filha da terra faça a renovação anunciada. Afinal, a mudança mais duradoura e legítima é aquela que cuida de sua gente por inteiro: do asfalto que pisam à história que carregam no peito. Fernando Borba, presidente da Oscip RioLimpo.


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Acessibilidade

Sua residência está preparada para a longevidade? Rosiane Sanches, arquiteta e urbanista (CAU/BA), patologista das construções, pós-graduanda em acessibilidade arquitetônica e urbanística, docente SENAI, técnica em edificações, membro ADPAT Brasil. arquiteta.rosianesanches@gmail.com @rosianesanchesarquiteta

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ão estamos preparados para envelhecer, nem para ver o outro envelhecer. Para pensar em uma vida mais longeva, não basta apenas observar a fisiologia do envelhecimento, a saúde do corpo ou a capacidade funcional; é imprescindível olhar também para o ambiente em que vivemos. Como está sua residência hoje? Está acolhendo ou criando barreiras? Estamos envelhecendo; e também nossos pais, irmãos, tios e amigos. Então, é primordial o cuidado no local que habitamos, pois as barreiras arquitetônicas podem estar em nossas casas sem que percebamos os riscos de acidentes ou as dificuldades de uso e acesso, principalmente para pessoas com 60 anos ou mais e com deficiência. Portanto, é fundamental analisar a interação entre o indivíduo e os espaços. A adaptação de uma residência ao longo da vida prolonga nossa qualidade

de vida, garantindo dignidade e trazendo benefícios nos aspectos físico, sensorial, cognitivo e social. No contexto do envelhecimento, a população idosa no Brasil é estimada em cerca de 34,1 milhões, IBGE (2024)¹. Além disso, as previsões da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que cerca de 28% das pessoas idosas sofrem ao menos uma queda por ano, em média 9 milhões de ocorrências no país². Diante do exposto, um exemplo de risco no lar que muitas vezes passa despercebido está nos pisos com desníveis sutis ou escorregadios, podendo ocasionar tropeço ou queda, sobretudo para pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência. Esses dados reforçam a importância de investir em prevenção e cuidado, pois uma simples adequação no ambiente é capaz de fazer uma grande diferença na segurança e na autonomia de uma pessoa. Essa visão sustenta minha atuação profissional e a campanha

“Um Olhar Consciente para a Pessoa Idosa”, da qual sou idealizadora. Desde 2019, convido profissionais de diferentes áreas da saúde para ressaltar o significado do envelhecimento ativo e saudável; ampliar a conscientização sobre os cuidados com o corpo, prevenção de quedas e o ambiente residencial para uma vida longeva e com qualidade. A arquitetura e a acessibilidade voltadas à longevidade devem ser consideradas desde a concepção do projeto. Entretanto, quando falamos de edificações existentes, é possível identificar obstáculos por meio de uma avaliação de riscos e, a partir dela, planejar adequações essenciais para tornar o ambiente mais seguro e acessível. A campanha também atua em atividades que fortalecem a promoção da vida: geroarquitetura, psicogerontologia, psicoarquitetura e engenharia diagnóstica, além de palestras, artigos científicos, lives e podcasts. Uma residência planejada para acompanhar as diferentes fases da vida pode, em vez de criar barreiras, favorecer o convívio e proporcionar mais autonomia, conforto, segurança e bem-estar. Quem ama cuida, e prevenir é cuidar; é para todas as pessoas e uma responsabilidade de todos. A arquitetura que pensa na longevidade não projeta apenas espaços para o futuro. Ela cuida da qualidade de vida no presente.

NOTAS 1 - https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/45343-ibge-mostra-que-um-a-cada-quatro-idosos-trabalhava-em-2024 2 - https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-pessoa-idosa

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Nossa missão é devolver aos empresários o que o caos financeiro lhes tirou: a paz, a liberdade de escolha, orgulho de ver a empresa crescer e a saúde financeira

Não criamos a Financeirar para analisar planilhas, preencher relatórios ou ensinar fórmulas matemáticas frias. A Financeirar existe por um motivo muito maior: porque nenhum empresário merece ver o sonho da sua vida se transformar em prisão. Sabemos exatamente o que é ver um dono de negócio trabalhar de domingo a domingo, faturar alto, e ainda assim deitar a cabeça no travesseiro com o aperto no peito, sem saber para onde o dinheiro foi ou como vai pagar as contas do mês seguinte. Isso não é falta de esforço. É falta de inteligência financeira estratégica. Nossa missão é devolver aos empresários o que o caos financeiro lhes tirou: a paz, a liberdade de escolha, o orgulho de ver a empresa crescer e a saúde financeira para desfrutarem a vida ao lado de quem amam. Não prometemos apenas organizar a casa; nos comprometemos com o lucro real no bolso e com uma entrega que gera até três vezes mais resultado do que o valor investido na gente. Acreditamos que uma empresa financeiramente saudável transforma uma família, fortalece uma comunidade e muda o destino de uma vida. Quem somos Raquel Montanha, especialista em finanças com 15 anos de experiência, administradora e pós-graduada em Controladoria. Autora do livro "Bora Financeirar?!" e com passagem pelo Shark Tank Brasil, Raquel é uma das vozes mais ativas da nova gestão financeira no país, listada como uma das sete referências nacionais em finanças pela Conta Azul. Sua trajetória é marcada pela liderança no associativismo empresarial, tendo atuado de forma

Declaro meu apoio a

cibele de teobaldo

marcante na Associação dos Jovens Empreendedores da Bahia (AJE-BA) e na Confederação Nacional de Jovens Empresários (CONAJE). É a força estratégica e a especialista à frente da Financeirar, traduzindo o universo dos números em resultados práticos, rápidos e extremamente lucrativos para os negócios. Carlos Eduardo Montanha, consultor estratégico & operações, o pilar de sustentabilidade, processos e bastidores da Financeirar. Com 19 anos de experiência no ambiente bancário, Carlos atua lado a lado na operação garantindo que o planejamento financeiro saia do papel e se transforme em rotina diária dentro das empresas. Com visão analítica e foco em execução perfeita, ele estrutura a casa, alinha os processos de controle e garante o acompanhamento rigoroso dos indicadores para que o negócio cresça com pé no chão, previsibilidade e segurança de longo prazo.

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para deputada federal Apoio Cibele de Teobaldo para Deputada Federal porque acredito em mulheres com experiência e compromisso verdadeiro com as pessoas. Cibele conhece de perto a realidade de nossa gente e tem uma trajetória construída nos seus 40 anos de serviço público, na saúde, na educação e no cuidado com a população. Acredito que precisamos de uma representante que tenha presença, diálogo e coragem para defender os interesses da nossa cidade em Brasília. Meu apoio é pela confiança em sua história, na sua capacidade e na certeza de que Cibele pode fazer a diferença. É uma MULHER PREPARADA para representar Lauro de Freitas e a Bahia. Anete Pardo, cidadã de Lauro de Freitas

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Reprodução

O PESO DE VIVER MUITO.

Já fez o seu dever? Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta dela

H

á uma nova religião circulando por aí: a longevidade. Vivemos fascinados pela ideia de chegar aos 90, aos 100, aos 110. Celebramos a nova régua do tempo como quem descobre uma terra prometida. Nas redes sociais, envelhecer virou quase um privilégio estético: cabelos brancos charmosos, corpos sarados, viagens, vinhos, sexo, pilates, skincare, trilhas, empreendedorismo depois dos 60 e aquela frase perigosíssima: a idade está apenas na cabeça. Não. A idade também está na conta bancária. No plano de saúde. Na solidão de uma terça-feira à noite. Na memória que falha. Na filha que mora em outro país. No filho que trabalha 12 horas por dia e não consegue cuidar de ninguém. No cuidador que custa uma fortuna. No aluguel que sobe. No remédio que não cabe no orçamento. Precisamos falar do peso de viver muito. Porque viver muito é uma conquista extraordinária – mas pode também ser uma operação logística, financeira, emocional e familiar de proporções gigantescas. A medicina ampliou o prazo de validade. A sociedade, porém, ainda não aprendeu a financiar, cuidar e acolher esse novo tempo. Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta dela. E não estou falando apenas de dinheiro. Estou falando de planejamento. Quem pretende viver até os 90 precisa começar a pensar nisso muito antes dos 70. Precisa construir patrimônio, cuidar do corpo, cuidar da cabeça, cultivar amizades, aprender a pedir ajuda, organizar documentos, discutir herança, pensar em moradia, entender como funcionará seu cuidado futuro e, sobretudo, construir uma rede. Porque ninguém envelhece sozinho. Mesmo quando mora sozinho.

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Original de Kika Gama Lobo ( @kikagamalobo ), criadora de conteúdo para a maturidade. Reproduzido da edição de 18/8/26 da revista VEJA Rio ( https://vejario.abril.com.br/coluna/kika-gama-lobo/o-peso-de-viver-muito/ )

A grande mentira contemporânea é essa fantasia de independência absoluta. Como se envelhecer bem significasse não precisar de ninguém. Como se pedir ajuda fosse fracasso. Como se uma mulher de 82 anos pudesse resolver tudo pelo celular, marcar consulta pelo aplicativo, autorizar procedimento por biometria, conversar com robô de atendimento e ainda sorrir para a câmera dizendo que está “vivendo sua melhor fase”. Estamos criando uma geração de longevos sem rede. Filhos moram longe. Famílias diminuíram. Casamentos terminam. Amigos morrem. As pessoas mudam de cidade, de país, de continente. A vida profissional exige mobilidade. A economia exige produtividade. E o cuidado – esse trabalho invisível que durante séculos foi empurrado para as mulheres da família – ficou caro. Muito caro. A chamada economia do cuidado está se transformando em um dos grandes desafios deste século. Cuidador, enfermagem, residência assistida, fisioterapia, acompanhamento médico, alimentação adequada, transporte, adaptação da casa. Tudo custa dinheiro. E quem não tem? Quem não construiu uma reserva? Quem depende exclusivamente de um benefício previdenciário? Quem pagou plano de saúde durante décadas e agora descobre que o preço ficou quase incompatível com sua renda? Quem tem 78 anos e uma filha em Lisboa? Quem tem 91 e nenhum filho? A longevidade não é democrática. E essa talvez seja uma das frases mais importantes que precisamos dizer neste momento. Não existe um único envelhecimento. Existe o envelhecimento de quem tem dinheiro e o de quem não tem. O de quem mora perto dos filhos e o de quem mora sozinho. O de quem tem plano de saúde e o de quem depende exclusivamente do SUS. O de quem envelhece com amigos, amor e propósito e o de quem envelhece empilhando perdas. Na internet, entretanto, parece que todos envelhecemos iguais. Uma espécie de Disney grisalha. Todo mundo ativo. Todo mundo desejável. Todo mundo viajando. Todo mundo fazendo musculação. Todo mundo começando uma segunda carreira. Todo mundo sexualmente potente, emocionalmente resolvido e financeiramente organizado. É bonito. É inspirador. E é profundamente insu-

ficiente. Porque existe uma indústria poderosa vendendo a ideia de que envelhecer bem é uma questão de atitude. Tome colágeno. Faça exercício. Medite. Coma proteína. Tenha propósito. Faça terapia. Viaje. Ame. Dance. Ótimo. Mas quem paga? Quem prepara a comida? Quem leva ao hospital? Quem fica quando a autonomia começa a escorrer pelas frestas? A romantização da velhice pode ser tão cruel quanto o próprio preconceito contra os velhos. Porque ela transforma uma questão coletiva em responsabilidade individual. Se você envelhecer mal, a culpa será sua. Não se cuidou. Não guardou dinheiro. Não fez terapia. Não se exercitou. Não teve propósito. Ora, façam-me o favor. É claro que escolhas individuais importam. Autocuidado importa. Saúde mental importa. Educação financeira importa. Resiliência importa. Mas sorte também importa. Genética importa. Classe social importa. Acesso à saúde importa. Políticas públicas importam. O problema é que não estamos preparados para essa vida. Precisamos urgentemente de uma nova cartilha do bem viver. E ela deveria começar na adolescência. Não para ensinar adolescentes a “envelhecer”, mas para ensinar que o tempo tem consequências. Educação financeira deveria falar de longevidade. Educação emocional deveria falar de perdas, solidão e dependência. A escola deveria discutir cuidado. A sociedade deveria discutir moradia para idosos. As cidades deveriam ser pensadas para quem tem mobilidade reduzida. O mercado de trabalho deveria considerar carreiras mais longas. O sistema de saúde deveria se preparar para uma população que viverá décadas depois da aposentadoria. E as famílias deveriam conversar sobre dinheiro, cuidado, herança, moradia e decisões de fim de vida antes da emergência. A pergunta, portanto, não deveria ser apenas: “Como viver mais?” Essa pergunta já está velha. A pergunta que precisamos fazer agora é: “Como vamos sustentar os anos que conquistamos?” Porque chegar aos 100 pode ser maravilhoso. Mas chegar aos 100 sem dinheiro, sem vínculos, sem assistência, sem saúde mental e sem uma rede de cuidado pode transformar o tão celebrado presente da longevidade em uma longa travessia de abandono. Não quero uma sociedade obcecada por acrescentar anos à vida. Quero uma sociedade preparada para sustentar a vida que esses anos acrescentaram. Até quando vamos romantizar envelhecer sem discutir o preço de continuar vivo? Porque viver muito é maravilhoso. Desde que a gente consiga viver — e não apenas durar.


Dia Mundial da Limpeza 2026:

Lauro de Freitas se mobiliza para o maior evento de voluntariado ambiental do planeta

Ação na Praia do Surf, em Vilas do Atlântico, busca sensibilizar a população sobre a poluição marinha e promover a educação ambiental na prática

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o sábado, 19 de setembro, de 8h às 13h, Lauro de Freitas será palco de mais uma edição do Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day). A mobilização global, que reúne milhões de voluntários em todo o mundo para combater a poluição plástica nos oceanos, terá como ponto de encontro na cidade a Praia do Surf, em Vilas do Atlântico. O evento é liderado pelo projeto de educação ambiental “Essa Praia Também é Minha!”, que atua na região desde 2022 sensibilizando a comunidade sobre os impactos do lixo descartado incorretamente, sobretudo os plásticos e microlixos que afetam a vida marinha. Em 47 ações já realizadas, o projeto

ultrapassa a marca de 3,5 toneladas de resíduos recolhidos ao longo de 6 km de orla contínua (nas praias de Ipitanga, Vilas do Atlântico e Buraquinho), mobilizando mais de 1.800 voluntários, além de inspirar gincanas e atividades pedagógicas nas escolas do município. "Acreditamos que esta é uma grande oportunidade de oferecer a todos uma experiência prática de cooperação, cidadania e educação ambiental, fomentando não só o desenvolvimento sustentável, mas também o senso de coletividade. Vamos juntos cuidar da nossa única casa, o planeta Terra! Lembremos: não existe Planeta B", ressalta Rodrigo Chetto, idealizador do projeto e líder do Instituto Limpa Brasil no município.

Dia Mundial da Limpeza 2026 em Lauro de Freitas (World Cleanup Day) ● Quando: 19/9/2026 (sábado), das 8h às 13h ● Onde: Praia do Surf (rua Praia de Paquetá, Vilas do Atlântico) ● Atividades: Mutirão de limpeza de praia, triagem de microlixo, conscientização ambiental e arrecadação de tampinhas plásticas e lacres para projetos sociais parceiros. ● Inscrições gratuitas: limpezadepraia.com.br ● Apoio aos voluntários: Estrutura completa com fornecimento de luvas, sacos de lixo, camisas/coletes de identificação, água e lanche de frutas da estação. ● Bônus: Traga suas tampinhas plásticas e lacres de alumínio para ajudar na campanha de castração de animais em situação de rua, promovida pela REMCA.

O leitor pergunta O que mudou realmente em Lauro de Freitas? Faço essa pergunta mais como provocação do que como expectativa de resposta. Até agora, a mudança mais visível parece ter sido mesmo a troca da paleta de cores: do vermelho para o azul. E na cultura, o que mudou? Acabaram com a independência da pasta e juntaram cultura, esporte e juventude. Sim, é uma decisão de gestão. Mas uma decisão dessa dimensão, que mexe diretamente com a política cultural da cidade, merecia pelo menos uma discussão mais ampla com artistas, produtores, coletivos e lideranças culturais. Porque, na prática, a sensação é de que a cultura ficou no banco de reservas. O esporte, com sua enorme demanda, vai ocupando espaço, atenção e energia. E o

gestor, "coitado" (que historicamente não é militante esportivo e nem cultural, igual ao seu antecessor do time vermelho, que também não era da área cultural), parece viver no modo "apagar incêndio", tentando dar conta de tudo ao mesmo tempo. Só tem um problema: quando todo mundo precisa de atenção, alguma área acaba ficando para depois. E tenho a impressão de que, nessa conta, a cultura está pagando a conta. Lauro de Freitas tem artistas, grupos, mestres, patrimônio, memória, espaços culturais e uma produção que não nasceu ontem. Cultura não pode ser tratada como um apêndice administrativo ou como aquilo que sobra depois que todas as outras demandas forem resolvidas.

No fim, fica a pergunta incômoda: mudamos apenas as cores ou mudamos, de fato, a forma de pensar e fazer política cultural em

Lauro? Porque trocar o vermelho pelo azul é fácil. Difícil mesmo é mudar a política. Márcio Wesley, jornalista, professor e conselheiro municipal de cultura de Lauro de Freitas.

Setembro de 2026 | Vilas Magazine | 11


Deyvid Bacelar "Sem Petrobras forte e sem refinarias estatais, a indústria petroquímica quebra"

P

rotocolado em 24/8, na 2ª Vara de Falências e normalmente durante a negociação. Bacelar lembra que ainda em 2025 o conselho da Recuperações Judiciais de São Paulo, o pedido de recuperação extrajudicial da Braskem para Braskem aprovou investimento de R$ 4,2 bilhões para reestruturar dívidas de cerca de US$ 10,9 bilhões – elevar a capacidade da central petroquímica do Rio de R$ 56,5 bilhões em créditos financeiros sujeitos à Janeiro em 220 mil toneladas de eteno por ano, projeto condicionado a acordo de fornecimenreestruturação, dentro de um passivo to de longo prazo com a Petrobras total de R$ 187 bilhões – é o fato e inserido no megaprojeto de R$ 33 econômico mais grave deste final de bilhões da estatal – R$ 26 bilhões na agosto de 2026 e recoloca no centro integração Reduc-Boaventura e R$ 4 do debate o papel da Petrobras como bilhões da Braskem – lançado com âncora da reindustrialização. Lula e Magda Chambriard. Segundo o sindicalista e candidato Crise da maior “Quando a Petrobras foi fatiada e a deputado federal, Deyvid Bacelar, petroquímica da a Refinaria Landulpho Alves (RLAM) ex-coordenador-geral da Federação privatizada sob a fake news de que Única dos Petroleiros (FUP) e conse- América Latina expõe a concorrência baixaria preço, deilheiro do presidente Lula, "a crise da fracasso do modelo Braskem não é operacional, mas resulxamos a indústria química baiana tado do desmonte da cadeia integrada privatista defende com o segundo derivado de petróleo mais caro do país e sem garantia de de refino e petroquímica ao longo dos integração com refino Sem Petrobras forte, governos Temer e Bolsonaro". para salvar empregos matéria-prima. a petroquímica quebra. Com Petro“A posição de caixa da Braskem bras forte, gera emprego”, afirma. foi severamente afetada pelos pre- no Brasil O sindicalista, que articula a volta ços baixos no setor petroquímico e por um desastre relacionado às suas minas de sal em da RLAM para a Petrobras – “uma questão de curto praAlagoas”, avalia Bacelar, ressaltando também que esse zo, para ontem” – e que teve importância fundamental endividamento financeiro vai persistir, caso a empresa na retomada das atividades das Fábricas de Fertilizantes não consiga manter fornecedores e clientes operando Nitrogenados (Fafen), em Camaçari, e em Laranjeiras

Placa na portaria principal de Vilas do Atlântico reforça proibição da comercialização de animais em vias públicas Placa educativa instalada pela Prefeitura de Lauro de Freitas, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) e da Superintendência de Proteção e Direito Animal (SPDA), faz parte das ações de orientação e fiscalização que vêm sendo realizadas na região. O local é historicamente conhecido pela ocorrência do comércio irregular de animais, situação que há anos motiva reclamações e mobilização de moradores e integrantes da causa animal. A proibição, entretanto, não é recente. A lei muni- A partir da esquerda: Rosangela Umbelina cipal nº 1.618, de 3 de junho de 2016, (médica veterinária da SPDA), Hendrik Aquino (superintendente da SPDA), Amanda Alconhecida como Lei REMCA, instituiu a cântara (vice-presidente da REMCA), Ludmila Política Pública de Proteção Animal no Prazeres (coordenadora do departamento de município e determina expressamente, Fiscalização e Proteção Animal da SPDA) e em seu artigo 7º, inciso 14, a proibição Eveli Brito (presidente da REMCA) de comercializar animais em via pública em qualquer hipótese. A iniciativa representa também um exemplo da aproximação entre poder público e sociedade civil organizada na proteção animal. Dez anos após a publicação da Lei REMCA, uma reivindicação histórica ganha visibilidade justamente em um dos pontos onde o problema se tornou mais conhecido em Lauro de Freitas. 12 | Vilas Magazine | Setembro de 2026

(SE), quer ampliar a integração refino-petroquímica, garantindo etano da Petrobras para a Braskem, como já acordado no RJ. Além disso, defende o controle 100% público da empresa, com injeção de capital do BNDES e Fundo da Marinha Mercante. “Vamos nos mobilizar para garantir a preservação de empregos de qualidade, na contramão da precarização. Só o complexo Reduc-Boaventura prevê 38 mil empregos”, destaca. Na Bahia, segundo Bacelar, o Polo de Camaçari depende diretamente da Braskem. “Se a recuperação extrajudicial fracassar e virar judicial, o efeito cascata atinge o setor petroquímico e a fábrica de fertilizantes Fafen, vital para reduzir os 90% de importação de fertilizantes do Brasil”, frisa. Por isso ele vem defendendo a necessidade de uma bancada de trabalhadores no Congresso Nacional. “Precisamos ter no Congresso deputados comprometidos com o desenvolvimento socioeconômico do país, que defendam as empresas estatais e a nossa soberania”, ressalta. Para Bacelar, é fundamental também a construção de uma refinaria verde na Bahia e a consolidação do programa Gás do Povo, que ele ajudou a viabilizar enquanto foi membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS) do governo Lula. O programa saltou de 5,6 milhões para 15,5 milhões de famílias com botijão gratuito.

Utilidade Pública

Defesa Civil de Lauro de Freitas disponibiliza novo número de WhatsApp para atendimento

A Prefeitura de Lauro de Freitas, por meio da Secretaria Municipal de Segurança, Defesa Civil e Ordem Pública (SSPLF), informa à população os novos canais oficiais de comunicação para atendimento e chamados de emergência. A atualização tem como objetivo proporcionar mais agilidade e eficiência no suporte aos cidadãos. Em casos de risco de desabamento, alagamentos, quedas de árvores e demais situações de perigo, os moradores podem acionar a Defesa Civil pelo novo número de WhatsApp, (71) 936183864; pelo número fixo, (71) 3190-5949, pelo e-mail defesacivil. ssplf@laurodefreitas.ba.gov.br ou ainda, pelo tridígito 199. O órgão mantém atendimento 24 horas/dia, em regime de plantão. Além do atendimento às ocorrências, a Defesa Civil segue atuando de forma preventiva nas áreas de risco do município, com ações voltadas à proteção da população e à redução de possíveis impactos causados por situações de emergência. A população é orientada a salvar os contatos da Defesa Civil e acioná-los sempre que necessário.


CONTEÚDO PATROCINADO

Motorista: sua aposentadoria pode ter novas possibilidades Se você é motorista, caminhoneiro, rodoviário ou cobrador, essa informação é importante para você. Ao julgar a ADI 6309, o STF decidiu que a idade mínima não deve ser exigida para a aposentadoria especial de trabalhadores expostos a condições prejudiciais à saúde.

O que isso significa na prática?

u Não é mais preciso atingir a idade

mínima de 55, 58 ou 60 anos prevista anteriormente

v O tempo de trabalho continua sendo necessário: são 15, 20 ou 25 anos, dependendo de cada caso

w É preciso comprovar as condições de

trabalho, com documentos, como o PPP e, quando necessário, o LTCAT

E tem mais: o STJ, no Tema Repetitivo nº 1.307, reconheceu que o trabalho de motoristas de ônibus, caminhoneiros e cobradores também pode ser analisado pela penosidade. Para isso, é necessário comprovar essa condição por perícia e outras provas técnicas. Ou seja: as decisões podem fazer diferença na hora de analisar o direito à aposentadoria especial, mas cada caso precisa ser avaliado individualmente. Se você trabalha ou já trabalhou como motorista, caminhoneiro, rodoviário ou cobrador, procure um especialista em Direito Previdenciário para analisar seu caso.

Eddie Parish é advogado, professor e sócio do Parish & Zenandro Advogados, escritório especializado em Causas contra o INSS e Aposentadoria do Servidor Público. É mestre em Direito Público, pela UFBA – Universidade Federal da Bahia; Secretário-Geral da Comissão Especial de Direito Previdenciário da OAB Bahia; Membro do Tribunal de Ética da OAB/BA; e Membro Consultor da Comissão Especial de Direito Previdenciário da OAB Nacional. Professor convidado de Direito Processual Civil e de Seguridade Social de pós-graduação, em diversas instituições de ensino e membro dos Institutos Brasileiros de Direito Processual e de Direito Previdenciário.

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Espaço Aberto

HUMANO, SER DESUMANO: a inversão de valores predomina Alderico Sena, especialista em gestão de pessoas e ex-assessor do Instituto Anísio Teixeira. www.aldericosena.com

A

té os anos 1980, a educação familiar ensinava, de maneira mais presente, a ser solidário e a respeitar o próximo. Aprendíamos também que, para vencer na vida, era necessário estudar, ser perseverante, profissional, ousado, comprometido e responsável. No mundo moderno, se você quer conhecer um verdadeiro amigo, deixe de atender aos seus interesses. É nesse momento que, muitas vezes, descobrimos quem realmente está ao nosso lado. A partir dos anos 1990, entretanto, mudanças profundas no comportamento social contribuíram para a disseminação da ideia de que “tudo pode”, independentemente das consequências. A postura deseducada, desrespeitosa, individualista, antiética, antiprofissional, despolitizada e descomprometida tornou-se um dos fatores que alimentam a ambição desmedida, a busca pelo poder e pelo capital, a corrupção, a violência e a péssima prestação de serviços à sociedade no setor público. Quando uma geração deixa de respeitar o próximo, o professor e o meio ambiente, é necessário que sociedade, família e governo revejam suas responsabilidades, inclusive aquelas previstas no artigo 225 da Constituição Federal, que estabelece o dever de defender e preservar o meio ambiente para as presentes e futuras gerações. Muitas pessoas afirmam que “o ser humano está difícil” e que “ninguém mais confia em ninguém”. Mas precisamos fazer uma pergunta: o que cada ser humano está fazendo, diariamente, para transformar seu próprio comportamento? Afinal, quem cria e também pode transformar a realidade é o próprio ser humano. A juventude é frequentemente criticada e rotulada como “geração Z”. Mas essa geração é filha de qual geração? Antes de apontar o dedo para os

jovens, precisamos refletir sobre os exemplos que lhes foram transmitidos pela família, pela escola, pela sociedade e pelas instituições. O mau-caratismo, a falta de ética e o desprezo pelo profissionalismo alcançaram famílias, sociedade e os três poderes, onde autoridades, em alguns casos, deixam-se envolver por ambição, poder e capital. A cidadania perde a confiança nos poderes diante da má conduta de autoridades no exercício de suas atribuições institucionais. O homem precisa ser, para ter, exercendo profissionalmente três pilares fundamentais: caráter, competência e compromisso com as causas que assume. A sociedade está cruel consigo mesma. Vivemos intranquilos, assustados e com medo de ir e vir diante do elevado grau de violência, principalmente contra a mulher, à criança, ao idoso e também no trânsito. Enquanto isso, gastamos mais energia com reclamações, julgamentos, mentiras, fake news, inverdades e hipocrisias do que na defesa de maiores investimentos em educação, capacitação profissional, valorização dos professores, saúde e segurança. São essas ferramentas que podem contribuir para uma sociedade mais justa, segura e preparada para construir a paz e o bem-estar dos brasileiros. Preservar a natureza é preservar a vida. E nem mesmo a natureza vem sendo respeitada e preservada diante da ambição humana. A natureza é sábia, abundante e paciente. Mas a paciência tem limites, enquanto a ambição do homem, muitas vezes, parece não ter. Nesse confronto, o ser humano destrói, polui, ocupa e transforma, enquanto a natureza reage às agressões que sofre. Preservar o meio ambiente não é um favor à natureza: é uma necessidade para a sobrevivência e a qualidade de vida das próprias gerações presentes e futuras.

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14 | Vilas Magazine | Setembro de 2026

Na vida, educação e honestidade têm valor. A honestidade é uma virtude, mas também exige coragem e compromisso. Para muitos, é mais fácil mentir, omitir ou concordar para não desagradar do que dizer a verdade e defender aquilo que consideram correto. Mas, afinal, o que é honestidade? Honestidade é agir de acordo com princípios morais, reconhecer a verdade, assumir responsabilidades e construir relações baseadas na confiança. Ser honesto também significa reconhecer os próprios erros, pedir desculpas quando necessário e aceitar as consequências das próprias ações. A honestidade gera confiança, e a confiança é uma das bases de qualquer relacionamento humano. Para ser confiável, é preciso, antes de tudo, ser honesto consigo mesmo. O mundo está cheio de pessoas de mau-caráter, desonestas e hipócritas, mesmo quando afirmam serem absolutamente honestas. Essa contradição exige autorreflexão, autoconsciência e coragem para olhar para dentro de si e reconhecer que o comportamento de cada indivíduo também contribui para a sociedade que temos. O cidadão digno, que valoriza a moral, a ética e os bons princípios, precisa esforçar-se para permanecer honesto. A honestidade é uma virtude das grandes almas. Nem todos conseguem praticá-la integralmente, porque dizer a verdade e defender o que é correto muitas vezes exige coragem. É mais fácil mudar o discurso conforme a conveniência e agir em benefício próprio do que defender aquilo que é justo. Esses comportamentos contribuem para a degradação humana, o retrocesso socioeconômico, a corrupção e a violência. Por isso, o eleitor brasileiro precisa valorizar a educação como investimento para o futuro e, nas eleições de 4 de outubro de 2026, pesquisar a conduta e analisar as propostas dos candidatos antes de votar. O voto consciente exige responsabilidade, informação e reflexão. Sem educação, caráter e responsabilidade cidadã, não há verdadeiro desenvolvimento para o Brasil. Dê valor ao seu voto e a você, eleitor. Pense em um Brasil melhor para as futuras gerações. Acredito que somente a educação forma cidadãos, o caráter constrói nações e a cidadania fortalece a democracia. Pense nisso e faça a sua parte!

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Carreiras

Gestão e/de Carreira: Primavera no trabalho Bartholomeu Rebouças é administrador, mestre e doutor. Mentor em Consultoria Organizacional e especialista em Carreiras. Diretor da EvoEstágios Salvador e RMS.

Começo com um trecho (adaptado) da canção “Sol de Primavera”, cantada por Flávio Venturini, que diz: “Quando entrar setembro E a boa nova andar nos campos... Sol de primavera... A lição sabemos de cor Só nos resta aprender Aprender” E é sobre aprendizagem (e aprendizagem organizacional) que falaremos no artigo desta edição. Onde você trabalha? Nos diversos cursos e palestras que tenho ministrado, na Bahia ou fora daqui, tenho observado que, em muitos casos, a imagem da empresa onde as pessoas trabalham influencia diretamente nos seus comportamentos sociais. De fato, o comportamento assumido pelos colaboradores que tenham suas demandas sociais atendidas (aí incluídas as relativas a tarefas desafiantes, chefes leais, capacitação permanente e a possibilidade real de encarar o futuro como um desafio prazeroso), reflete a identificação com os vários ambientes do trabalho, relatados como agradáveis e que propiciam o crescimento pessoal e profissional necessário ao sucesso. Por outro lado, empregados que atuam em organi-

zações que tenham sua imagem comprometida, quer interna ou externamente (por agredirem a natureza, por exemplo, ou ainda não cumprirem com os princípios éticos da sociedade) são renitentes em exteriorizar, em suas apresentações, o nome da empresa, substituindo, em grande parte das vezes, por uma descrição genérica, entendida como o bairro ou endereço, ou ainda informando ser atividade em “home office” apenas, demonstrando a não identificação com a organização. Projetos: Pessoal e Empresarial Uma análise mais pormenorizada, obtida em processos de interação social maior, pode revelar algumas distorções ou falta de clareza na relação do indivíduo com a organização, consubstanciada em ações como a da não identificação do projeto da empresa (muitas vezes desconhecido, ou até mesmo inexistente), com o projeto pessoal de vida do trabalhador. A parte visível do seu "eu", muitas vezes é vista apenas como um fornecedor, uma mão de obra, alocando o seu tempo e trabalhando diariamente como se cumprisse uma trajetória em busca da felicidade remota e futura (normalmente vista para quando sair daquela empresa). Assim os dias, semanas, meses e anos vão passando, sem que haja qualquer ímpeto à mudança, condicionando, simultaneamente, chefes e subordinados,

fornecedores e clientes, até que um dia.... bem, um dia chega um concorrente mais ativo (que não precisa nem ser muito melhor, basta ser melhor e diferente) e o caos se instala. Melhorando a imagem da empresa Se a imagem da empresa (assim como o salário) não propicia satisfação, sendo um fator meramente higiênico (no sentido defendido por Herzberg, em 1959 e ainda válido), pode-se imaginar a falta de hábito na contribuição para os tempos futuros. Empregados que não contribuem sistematicamente com ideias, tendo condições de expô-las, mesmo que não sejam implementadas, quando (e se) chamados a contribuir, dificilmente o farão, pelo fato de estarem desacostumados e não se sentirem em condições de enxergar qualquer inovação, desde a sua vida pessoal, quanto mais para influenciar a imagem e a trajetória da empresa. Afinal a não identificação entre os projetos pessoais e empresariais constitui fator de afastamento, quando não de conflito, demonstrado de forma objetiva quando lhe é feita a questão central da interação de novas pessoas a grupos sociais distintos: - onde você trabalha? A maneira como o empregado se prepara para responder a tal pergunta, em meros 15 segundos, demonstra a identificação (ou não) já referida e reflete como a imagem (projetada para dentro) da organização consegue realmente afetar positiva ou negativamente os trabalhadores. Imagem organizacional, portanto, deve ser um projeto primeiramente interno na empresa, com os empregados lhe dando suporte e sustentação, quando expostos (e todos estão, quer queiramos ou não) a questões como a proposta acima. Que tenhamos orgulho em falar sobre o nosso trabalho e carreira, pois “A lição sabemos de cor; Só nos resta aprender; aprender” Convém refletir sobre isso. Que tenhamos um setembro fértil, com trabalho prazeroso e produtivo.

O eterno problema de comunicação nas empresas

O diretor levará a banda para o pátio da fábrica.

Do presidente para o gerente Na próxima sexta-feira, aproximadamente às 17h, o cometa Halley estará nesta área. Trata-se de um evento que ocorre somente a cada 76 anos. Assim, por favor, reúnam os funcionários no pátio da fábrica, todos usando capacete de segurança, quando explicarei o fenômeno a eles. Se estiver chovendo, não poderemos ver o raro espetáculo a olho nu - sendo assim, todos deverão dirigir-se ao refeitório, onde será exibido um filme-documentário sobre o cometa Halley.

Do mestre para o funcionário Todo mundo nu, sem exceção, deve estar com os seguranças no pátio da fábrica na próxima sexta-feira, às 17h, pois o manda-chuva (o diretor) e o sr. Halley, guitarrista famoso, estarão lá para mostrar o raro filme “Dançando na Chuva”. Caso comece a chover mesmo, é para ir pro refeitório de capacete na mesma hora. O show será lá, o que ocorre a cada 76 anos.

Do gerente para o supervisor Por ordem do diretor-presidente, na sexta-feira, às 17h, o cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover, por favor, reúnam os funcionários, todos de capacete de seguran-

ça, e os encaminhem ao refeitório, onde o raro fenômeno terá lugar, o que acontece a cada 76 anos a olho nu. Do supervisor para o chefe de produção A convite do nosso querido diretor, o cientista Halley, 76 anos, vai aparecer nu no refeitório da fábrica usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre o problema da chuva na segurança. O diretor levará a demonstração para o pátio da fábrica. Do chefe de produção para o mestre Na sexta-feira, às 17h, o diretor, pela primeira vez em 76 anos, vai aparecer no refeitório da fábrica para filmar o Halley nu, o cientista famoso e sua equipe. Todo mundo deve estar lá de capacete, pois será apresentado um show sobre a segurança na chuva.

Aviso para todos Na sexta-feira, o chefe da diretoria vai fazer 76 anos, e liberou geral pra festa, às 17h no refeitório. Vai estar lá, pago pelo manda-chuva, Bill Halley e Seus Cometas. Todo mundo deve estar nu e de capacete, porque a banda é muito louca e o rock vai rolar solto até no pátio, mesmo com chuva.

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Lauro de Freitas alcança 2° lugar na cobertura da vacinação antirrábica O município de Lauro de Freitas alcançou uma marca histórica na saúde pública e no bem-estar animal. Entre janeiro e o fim de agosto de 2026, 16.423 animais, entre cães e gatos, foram vacinados contra a raiva. O resultado desse esforço garantiu à cidade o 2º lugar no cumprimento da meta de vacinação antirrábica, com 75,4% de cobertura da meta anual. O desempenho é fruto de um planejamento estratégico executado pela Secretaria Municipal de Saúde (SESA), por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que vem intensificando as ações de vacinação e ampliando a proteção da população e dos animais contra a raiva. Para cobrir a vasta população de pets do município, as equipes de saúde implementaram um modelo de atendimento descentralizado, que incluiu grandes mobilizações nos chamados "Dias D", o uso de postos volantes em bairros periféricos e ações de vacinação de porta em porta nas áreas de difícil acesso. O superintendente da Superintendência de Vigilância à Saúde (SUVISA) e médico-veterinário, José Mário Benedicts Souza Soares, destaca o empenho coletivo por trás do índice atingido. “Esse resultado ganha ainda mais força considerando que a cidade possui uma estimativa de 22.153 cães e gatos, mais de três vezes o número estimado para Itaparica, e

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Guia Médico l Saúde & Bem-estar este desempenho é fruto do trabalho, compromisso e dedicação dos servidores do CCZ. A etapa ainda não terminou, e temos muito mais para avançar”, contou. Mesmo com o encerramento do período oficial da campanha intensiva, a imunização contra a raiva continua disponível de forma rotineira no município. Animais a partir dos três meses de idade podem ser vacinados, é necessário apresentar o cartão de vacina do pet (caso o animal não tenha, um novo documento será emitido na hora além disso o animal deve estar saudável e sob a condução responsável de um adulto.

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Setembro de 2026 | Vilas Magazine | 21


Tábua das Marés l setembro e outubro de 2026 1º/9 - Terça-feira 0h55..... Baixa...0,31m 6h16..... Alta.....2,34m 12h19... Baixa...0,31m 18h36... Alta.....2,17m 2/9 - Quarta-feira 0h38..... Baixa...0,43m 7h01..... Alta.....2,17m 12h59... Baixa...0,49m 19h17... Alta.....2,01m 3/9 - Quinta-feira 1h25..... Baixa...0,58m 7h55..... Alta.....1,97m 13h47... Baixa...0,71m 20h17... Alta.....1,84m 4/9 - Sexta-feira 2h36..... Baixa...0,72m 9h08..... Alta.....1,80m 15h06... Baixa...0,90m 21h49... Alta.....1,73m 5/9 - Sábado 4h25..... Baixa...0,77m 10h53... Alta.....1,75m 17h21... Baixa.. 0,94m 23h29... Alta.....1,78m 6/9 - Domingo 6h08..... Baixa...0,63m 12h25... Alta.....1,87m 18h51... Baixa...0,78m 7/9 - Segunda-feira 0h49..... Alta.....1,97m 7h16..... Baixa...0,41m 13h32... Alta.....2,06m 19h46... Baixa...0,58m 8/9 - Terça-feira 1h46..... Alta.....2,19m 8h04..... Baixa...0,20m 14h19... Alta.....2,23m 20h25... Baixa...0,40m 9/9 - Quarta-feira 2h31..... Alta.....2,38m 8h49..... Baixa...0,05m 15h02... Alta.....2,36m 21h02... Baixa...0,26m 10/9 - Quinta-feira 3h12..... Alta.....2,52m 9h27..... Baixa.-0,04m 15h40... Alta.....2,43m 21h40... Baixa...0,17m 11/9 - Sexta-feira 3h53..... Alta.....2,59m 10h02... Baixa.-0,05m 16h14... Alta.....2,44m 22h10... Baixa...0,14m 12/9 - Sábado 4h27..... Alta.....2,57m 10h38... Baixa...0,01m 16h49... Alta.....2,40m 22h46... Baixa...0,17m 13/9 - Domingo 5h02..... Alta.....2,49m 11h08... Baixa...0,13m

17h17... Alta.....2,31m 23h14... Baixa...0,25m 14/9 - Segunda-feira 5h38..... Alta.....2,35m 11h40... Baixa...0,29m 17h51... Alta.....2,20m 23h46... Baixa...0,36m 15/9 - Terça-feira 6h10..... Alta.....2,16m 12h06... Baixa...0,47m 18h19... Alta.....2,05m 16/9 - Quarta-feira 0h14..... Baixa...0,51m 6h47..... Alta.....1,96m 12h36... Baixa...0,67m 18h57... Alta.....1,89m 17/9 - Quinta-feira 0h49..... Baixa...0,68m 7h27..... Alta.....1,75m 13h10... Baixa...0,87m 19h42... Alta.....1,73m 18/9 - Sexta-feira 1h38..... Baixa...0,85m 8h36..... Alta.....1,57m 14h08... Baixa...1,05m 20h57... Alta.....1,60m 19/9 - Sábado 3h12..... Baixa...0,97m 10h32... Alta.....1,51m 16h36... Baixa...1,12m 22h47... Alta.....1,60m 20/9 - Domingo 5h40..... Baixa...0,91m 12h10... Alta.....1,63m 18h14... Baixa...0,99m 21/9 - Segunda-feira 0h08..... Alta.....1,73m 6h42..... Baixa...0,75m 13h04... Alta.....1,80m 19h02... Baixa...0,81m 22/9 - Terça-feira 1h02..... Alta.....1,92m 7h21..... Baixa...0,57m 13h46... Alta.....1,98m 19h38... Baixa...0,63m 23/9 - Quarta-feira 1h44..... Alta.....2,10m 7h57..... Baixa...0,39m 14h16... Alta.....2,14m 20h10... Baixa...0,45m 24/9 - Quinta-feira 2h17..... Alta.....2,26m 8h29..... Baixa...0,23m 14h51... Alta.....2,27m 20h44... Baixa...0,30m 25/9 - Sexta-feira 2h55..... Alta.....2,40m 9h02..... Baixa...0,10m 15h19... Alta.....2,37m 21h16... Baixa...0,18m 26/9 Sábado 3h27..... Alta.....2,50m

9h38..... Baixa...0,01m 15h55... Alta.....2,44m 21h53... Baixa...0,10m 27/9 - Domingo 4h02..... Alta.....2,56m 10h10... Baixa.-0,01m 16h25... Alta.....2,45m 22h25... Baixa...0,07m

Espaço do Leitor

OUTUBRO 1º/10 - Quinta-feira 0h21..... Baixa...0,36m 6h47..... Alta.....2,13m 12h40... Baixa...0,57m 19h02... Alta.....2,00m

5/10 - Segunda-feira 6h01..... Baixa...0,59m 12h17... Alta.....1,91m 18h36... Baixa...0,77m 6/10 - Terça-feira 0h32..... Alta.....2,04m 7h01..... Baixa...0,41m 13h12... Alta.....2,08m

Rua do vale tudo

Entende-se por rua, uma via pública destinada à circulação de carros e pessoas mas no caso da rua Praia de Tubarão, atrás do Posto Shell, em Vilas do Atlântico, uma dúzia de food trucks, fixos, mais outros tantos, nos fins de semana, ocupam, sem cerimônia, com mesas e cadeiras, toda a sua extensão. No pouco espaço que sobra, carros estacionados, de todas as maneiras e em todos os espaços, bloqueiam o fluxo de carros, nos dois sentidos, impedindo o direito de ir e vir dos moradores do loteamento Eco Vilas, cujo único acesso se dá por essa, que no passado se chamava RUA e que servia para tal. Não bastasse esse caos, tais food trucks utilizam botijões de gás, acomodados a centímetros de distância de um posto de combustível que armazena mais de 100 mil litros de substância altamente inflamável, em tanques subterrâneos. O combustível está sob a pista mas os vapores estão sobre a pista. Resumindo: tudo o que se vê, são food trucks, produzindo comida, debruçados sobre um posto, abastecendo veículos. Que as autoridades competentes desbloqueiem essa rua e que zelem pela nossa segurança. Associação Moradores do Lot. Eco Vilas.

Os pombos e seus males

28/9 - Segunda-feira 4h42..... Alta.....2,55m 10h47... Baixa...0,03m 17h01... Alta.....2,42m 23h02... Baixa...0,11m 29/9 - Terça-feira 5h17..... Alta.....2,47m 11h19... Baixa...0,15m 17h36... Alta.....2,32m 23h40... Baixa...0,20m 30/9 - Quarta-feira 6h01..... Alta.....2,33m 11h59... Baixa...0,33m 18h14... Alta.....2,18m

Alerta para a população de pombos, que vem crescendo de maneira exponencial, nos últimos meses, nos arredores da rua Praia de Tubarão, em Vilas do Atlântico, trazendo risco à nossa saúde e despesas para aqueles que tem que dedetizar suas casas e colocar telas no telhado para coibir a presença dessa praga. Sobre os pombos, vale ressaltar que são aves que transmitem vários tipos de doenças, como salmoneloses (intoxicação alimentar), psitacose (febre dos papagaios), histoplasmose (infecção fúngica) e a criptococose (infecção pulmonar), além de doenças alérgicas e até a meningite. O fungo está presente no intestino dos pombos, ou seja, também está DOAÇÃO DE JOÃO FELIPE DE SOUZA LEÃO. CPF 039.057.565-87. VALOR: R$ 1.000,00 nas fezes. Quando depositadas na natureza, elas se dissolvem, com o sol, a chuva e o 2/10 - Sexta-feira 19h21... Baixa...0,59m vento, fazendo com que o fungo viaje pelo ar e seja respirado, 1h16..... Baixa...0,54m 7/10 - Quarta-feira chegando até o pulmão e, de lá, podendo ir para o cérebro. Essas 7h47..... Alta.....1,91m 1h23..... Alta.....2,24m 13h34... Baixa...0,81m 7h46..... Baixa...0,25m doenças são transmitidas, pelo ar, ao simples bater das asas dos 20h08... Alta.....1,82m 13h57... Alta.....2,22m pombos, ou pela inalação das suas fezes, mesmo quando eles não 3/10 - Sábado 20h01... Baixa...0,42m estão por perto. Isso quer dizer que não precisa ter contato com 2h38..... Baixa...0,70m 8/10 - Quinta-feira os pombos para que a contaminação seja efetivada. A lei da boa 9h12..... Alta.....1,76m 2h06..... Alta.....2,39m vizinhança, conhecida como a lei dos 3 “S”, consiste em assegurar 15h14... Baixa...0,99m 8h23..... Baixa...0,14m ao seu vizinho: Silêncio, Segurança e Saúde. Violar essa lei é crime. 21h47... Alta.....1,75m 14h34... Alta.....2,31m De acordo com o artigo 1.277 do Código Civil de 2002: “O proprie4/10 - Domingo 20h36... Baixa...0,29m tário ou possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as 4h29..... Baixa...0,73m interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos 10h59... Alta.....1,76m Fonte: Banco Nacional de Da­­­­dos Oceanográficos da Di­­ que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha”. 17h23... Baixa...0,95m re­toria de Hi­­drografia e Na23h23... Alta.....1,85m Marcelo Rudge. Vilas do Atlântico. vegação da Marinha do Brasil.

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A revista de Lauro de Freitas & Região

Publicação mensal de propriedade da EDITAR - Editora Accioli Ramos Ltda. Av. Praia de Pajussara, 294, Station Coworking, Vilas do Atlântico, Lauro de Freitas. Bahia. CEP 42708-720. Tel.:/Whatsapp: 71 9 8899-2439. Diretor-Editor: Carlos Accioli Ramos (diretoria@vilasmagazine.com.br). Dire­to­ra: Tânia Ga­zi­neo Accioli Ramos. Gerente de Negócios: Álvaro Accioli Ramos (comercial@vilasmagazine.com.br). Gerente de Produção e Distribuição: Thiago Accioli Ramos. Financeiro: Miriã Morais Gazineo (financeiro@vilasmagazine.com.br). Tratamento de imagens e CTP: Joao Wenceslau de Lima Neto/SP. Redação: Thiara Reges (jornalista freelancer). Colaboradores: Hendrik Aquino, Paulo Maneira, Alderico Sena, Waldeck Ornelas, Bartholomeu Rebouças, Márcio Wesley. Tiragem desta edição: 15 mil exemplares. Im­pressão: OESP Gráfica (SP).

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