¡Proletarios/as de todos los países, uníos!
¡Unidad y Lucha!
nº 419 M-2588-2013 redaccion@unidadylucha.es
Órgano del Comité Central del Partido Comunista de los Pueblos de España · PCPE
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A LUTA CONTRA A OTAN, UMA PRIORIDADE PARA O MOVIMENTO COMUNISTA EM EUROPA Desde a derrota temporária da URSS e do campo socialista europeu, quando se proclamou o fim da história por parte dos estandartes do neoliberalismo, a hegemonia do imperialismo de EE. UU. e da entidade sionista de Israel em todo o planeta foi incontestável. Uma longa série de intervenções militares, bombardeio com drones, ocupação e anexação de terras, sanções e bloqueios unilaterais, golpes de Estado, roubo de recursos naturais e depósitos de bens de terceiros países (petróleo, ouro, etc.), assassinatos de líderes políticos, domínio absoluto da sua propaganda mediática, hackeo de sistemas informáticos, golpes suaves e impeachments, e todo o tipo de guerras multidimensionais, ao serviço da acumulação privada dos lucros dos grandes monopólios internacionais e do domínio dos chamado ocidente coletivo, o bloco ocidental imperialista (EE. UU., Israel, a UE e seus parceiros internacionais). Apenas 20 anos bastaram para que a crise geral do capitalismo, pelo seu caráter estrutural, mostrasse o esgotamento dessa ordem capitalista internacional. Esgotamento que levou à substituição dos EE. UU. pela China como a principal potência comercial mundial alguns anos atrás. E se pode ver refletido hoje depois das importantíssimas mudanças geopolíticas que estão ocorrendo na África, com as mobilizações contra o poder do neocolonialismo ocidental, bem como com as recentes reaproximações entre países da Ásia Ocidental, anteriormente em conflito. Mas, principalmente, o declínio dessa dominação tem-se refletido na ativação da economia de guerra pelos países da OTAN e na reação violenta de seu aparato militar terrorista, recorrendo novamente ao fascismo na guerra da OTAN contra a Rússia. O imperialismo, como uma cobra venenosa quando é pisada, contorcese furiosamente para atacar com os métodos mais violentos, devido à queda progressiva da taxa de ganho do capital. E através da agressão militar pretende evitar o que a sua decadência lhe impede ganhar no campo económico, recorrendo mesmo ao holocausto nuclear se for necessário, enquanto cada vez mais setores populares são empurrados para a pobreza para financiar a sua barbárie.
Avançar na ação política conjunta das forças anti-imperialistas europeias Ante este panorama, a luta contra a OTAN deve ser uma tarefa prioritária de coordenação para os Partidos Comunistas da Europa, que enfrentam um agravamento sem precedentes das condições objetivas revolucionárias. Devemos estar à altura da nossa responsabilidade histórica e elaborar acordos de coordenação e ação que permitam avançar amplamente o movimento anti-imperialista contra a OTAN e as bases dos EE. UU., dando passos concretos para avançar na formação de uma Frente Mundial Anti-imperialista. Uma articulação de acordos táticos, que nos permita fazer mais favorável à classe operária internacional e aos povos do mundo a correlação de forças frente a reação, do fascismo e de todas as expressões do capital. Caso contrário, enfrentaremos a barbárie absoluta, o colapso ambiental planetário e a destruição de milhões de vidas, a serviço do ganho do capital.
NÃO À OTAN, NÃO ÀS BASES POR UMA FRENTE MUNDIAL ANTI-IMPERIALISTA Hoje mais que nunca: SOCIALISMO OU BARBÁRIE! VENCEREMOS! Francisco Valverde, Diretor de Unidad y Lucha