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Quarta-feira
25 DE MARÇO DE 2015
DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI
ANO XVII - N0 2840 R$ 1,00
www.tribunadovale.com.br
NORTE PIONEIRO
Safra da soja aumenta 46% Antônio de Picolli
POLÍTICA
Diego Garcia prestigia aniversário de 18 anos do PHS „
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AGRONEGÓCIO
Capal pode investir em Ibaiti „
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EDITAL NA PÁGINA: C1
Chuva na hora certa garantiu qualidade dos grãos da soja cultivada no Norte Pioneiro durante a safra 2014/2015
Chuva na hora certa e no lugar certo mudou o panorama da soja no Norte Pioneiro, que aponta um crescimento na produção de 46%. A seca no ano passado prejudicou a qualidade do grão e consequentemente a produtividade das lavouras caiu. Outro fato positivo do plantio deste ano, é o aumento da área ocupada com a oleaginosa. Na safra 2014/2015 foram reservados 152.515 hectares contra 147 mil hectares do ciclo anterior. Até o final da colheita a expectativa é colher 471 mil toneladas de soja no Norte Pioneiro, contra 324 mil da safra passada. „
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FEIRA
Efapi começa hoje com show da dupla Jads e Jadson
A 43ª edição da Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial do Norte Pioneiro- Efapi – no Parque de Exposições Alício Dias dos Reis, em Santo Antônio da Platina, começa hoje com show da dupla sertaneja universitária Jads&Jadson. Ainda há ingresso disponível. Na área VIP, o valor é R$ 80, e na pista R$ 60. A meia entrada custa R$ 30. A abertura oficial está marcada para às 19h30, com a presença do presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Mounir Chaowiche, representando o governador Beto Richa, além de prefeitos, vices e vereadores da região. „
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CENTRO EDUCACIONAL
Lar Jesus Adolescente completa 24 anos fazendo muito com pouco
Antônio de Picolli
Lar atende 300 crianças e adolescentes com contra-turno escolar e oficinas
Criado em 1991, o Lar Jesus Adolescente, em Santo Antônio da Platina completa hoje 24 anos e atende 300 crianças e adolescentes com apenas R$ 24 mil, recurso repassado pela prefeitura. A entidade foi criada pelo frei Jaime Manfrin, pároco da época e pelo Conselho Pastoral Paroquial. Hoje, 10 professores trabalham no contraturno escolar. „
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A-2 Opinião
“
TRIBUNA DO VALE Quarta-feira, 25 de março de 2015
Portanto, paga Cid se falou o que não sabia ou são punidos aqueles de quem ele sabe irregularidades.” Editorial
“
A fumaça dos seus tormentos subirá pelos séculos dos séculos. Não terão descanso algum, nem de dia nem de noite, esses que adoram a besta e a sua imagem, e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do seu nome”
A RTIGO
E DITORIAL
*Padre David Francisquini
Picaretas ou achacadores, eis a questão O ex-ministro Cid Gomes, da Educação, que discutiu com os parlamentares e se retirou da sessão onde compareceu convocado para explicar suas declarações de que “a Câmara tem de 300 a 400 achacadores”, deverá ser processado pelo que disse. Como não ocupa mais o posto de ministro, os congressistas não podem convocá-lo outra vez. Mas como quem acusa tem o ônus da prova, será chamado a sustentar o que disse e, não o fazendo, poderá ser processado, condenado e tornar-se inelegível para as próximas eleições. O político brasileiro vive um momento de grande fragilidade. Malfeitos como os mensalões, os cartéis, as propinas e outras operações que desviaram dinheiro público e de organizações estatais para o custeio de campanhas eleitorais ou a compra de apoio HORÁRIO DE FECHAMENTO
22:10
parlamentar aos projetos e interesses do governo, deformam a imagem da classe perante a opinião pública. A declaração de Cid Gomes caiu como um petardo nesse instante crítico e os deputados, para salvar a própria imagem, o levarão aos tribunais para que, lá, seja coagido a fazer o que não fez na sessão da Câmara: explicar-se e, na medida do possível, desculpar-se pelo ataque. Pela gravidade do dito, se os parlamentares não o acionarem judicialmente, estarão vestindo a carapuça do erro, que é grave e não pode ser varrido para baixo do tapete. O quadro de hoje é muito diferente do vivido em setembro de 1993, quando o então ex-deputado Luiz Inácio Lula da Silva, que exerceu o mandato de 1987 a 91, disse que na Câmara “há uma maioria de 300 pi-
caretas que defendem apenas seus interesses”. A frase, dita no Amazonas, foi repetida Brasil afora e o próprio autor, dias depois, desconversaria, dizendo que “o resto (dos deputados) é gente boa, que vota por convicção ideológica e não por fisiologismo”. Nada lhe aconteceu e, no ano seguinte, quando concorreria à presidência da República (e perderia para FHC), ainda foi brindado com a música “Luiz Inácio e os 300 Picaretas”, interpretada pelo conjunto Paralamas do Sucesso, que restou proibida por ação do Ministério Publico Federal, a pedido da Câmara dos Deputados. Cid precisa se precaver para não ter suspensa precocemente sua vida política. Se não tiver provas do que disse, beba o cálice amargo de desmentir-se a admitir ter cometido excesso. Mas se
C HARGE
tiver, que as apresente logo e ajude a extirpar os malfeitores do Poder Legislativo. Poderá também chamar Lula como testemunha pois, mesmo em momentos diferentes, o ex-presidente também viu problemas naquela casa legislativa. Se fizer tudo direitinho, o ex-ministro poderá, até, reivindicar o direito de ganhar, de algum artista de sucesso, uma composição musical análoga à que brindou Lula há 21 anos. Algo com “Cid Gomes e os 300 ou 400 achacadores” Mas o importante, a essa altura dos acontecimentos é, com base nas denuncias ,apurar, identificar os autores, os crimes cometidos, e punir exemplarmente todos os achacadores e picaretas. O Brasil moderno não admite duvidas. Portanto, paga Cid se falou o que não sabia ou são punidos aqueles de quem ele sabe irregularidades.
servir de justificativa para os equívocos cometidos, quase sempre de forma deliberadamente proposital. Milhões de pessoas nas ruas num domingo não foram suficientes para evitar que os partidos triplicassem o repasse do fundo partidário, que, de nenhuma forma deveria existir, devido aos partidos se constituírem como pessoas jurídicas de direito privado como qualquer outra. Para piorar, querem aprovar o financiamento público de campanha, já que o culpado pela corrupção é o financiamento privado, não os corruptos e corruptores. É a chamada corrupção das políticas pública. Para acabar com essa corrupção legalizada, as manifestações precisam ser intensificadas e com longas pautas de reivindicações. Pedro Cardoso da Costa é bacharel em direito
*Sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria - Cardoso Moreira-RJ
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A RTIGO Pedro Cardoso
Manifestações populares são positivas Não ter foco se tornou a principal crítica à multidão que foi às ruas em 2013. De lá para cá houve pequenas manifestações, mas nada impactante, como foi a de domingo, 15 de março de 2015 que, agora, padece pelo excesso de reivindicações. Fala-se em foco errado, grupos difusos, terceiro turno. Governo e oposição fazem a análise que melhor lhes convém à defesa dos seus ideários. Acusam o povo de ser alienado por atender à convocação e de ter a consciência de quem vai a uma festa. Como se fosse possível qualquer tipo de agrupamento humano sem alguém para puxar e organizar. A adesão de milhões só ocorreu porque o povo está saturado, com sede e muita vontade de externar seu repúdio ao modelo de gestão administrativa, no momento representado pela presidenta Dilma Rousseff.
Não se trata de reprovação apenas à presidenta. Ela torna-se o alvo principal por ter sido eleita recentemente com um discurso totalmente inverso às suas ações, mas o povo está descontente com os agentes públicos em geral. Ainda que algumas pessoas não se predisponham a ir às ruas, todos gritam internamente por melhorias na Saúde, Educação e Segurança, tendo em vista serem as áreas genericamente mais relevantes. No entanto, o leque de insatisfação é muito maior. Ninguém desconhece que as estradas, ruas e calçadas estão em estado de calamidade. Assim como hospitais, postos de saúde, rede de esgoto, saneamento básico em geral, rios poluídos, transporte público e tudo está em calamidade e de conhecimento público há décadas. São tantas as carências, que dificulta a vida do cidadão comum fazer suas preferências.
TRIBUNA DO VALE
O Diário da nossa região - Fundado em agosto de 1995 Editora Jornal Tribuna do Vale LTDA CNPJ 01.037.108/0001-11 Matriz: Travessa Audi 35, Centro Santo Antônio da Platina, PR Fone/Fax: 43 3534 . 4114
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Não há contestação quanto a insatisfação ser generalizada. E nenhum político deve apontar o dedo já que vai sobrar para todos à medida que a população perceber que as autoridades só se coçam quando ela vai às ruas. Há muitos perigos nessa travessia. Alguns jornalistas criticam as pessoas por não se fazerem presentes em reuniões e debates nas casas legislativas. Uma falácia mais maldosa do que ingênua. As pessoas trabalham, estudam e têm suas obrigações diárias. Não têm tempo de sobra para tutelarem as decisões dos parlamentares. É como se a ausência autorizasse a praticarem suas estripulias com o dinheiro público. É presumido que estejam capacitados a desempenharem as funções para as quais foram eleitos. Deve haver vigilância e cobrança sempre. Mas a ausência do público não pode
Representação: MERCONET Representação de Veículos de Comunicação LTDA Rua Dep. Atílio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR Fone: 41-3079-4666 ¦ Fax: 41-3079-3633 Vendas Assinatura Anual R$ 200,00 Semestral R$ 100,00
Inferno: os tempos mudaram? Imaginemos um teólogo em cujo espírito germinasse uma ideia nova sobre uma doutrina já consagrada e sempre ensinada na Igreja Católica, qual seja a da existência do inferno e de sua eternidade. Era de se supor que ele bem poderia colocar em risco seu futuro e cair no ostracismo. Em não longínquo passado o ex-frei Leonardo Boff foi condenado pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé e reduzido ao silêncio por defender erros teológicos. Ele voltou a ensinar o erro ao afirmar, a respeito de um poeta pernambucano prestes a morrer, que Deus não condena ninguém para sempre. Ora, a fé nos assegura que o fogo do inferno e os tormentos dos condenados são eternos. Não se trata de opiniões controvertidas entre os teólogos e estudiosos. A eternidade do inferno é uma verdade de fé que nenhuma autoridade pode mudar — nem sequer o Papa —, pois está expressa nas próprias Sagradas Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. As Escrituras opõem-se à ideia de que o inferno não seja eterno ao afirmar: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno” (Mt 25, 41). De onde se segue que, se o fogo é eterno, também o é o suplício do condenado. Não haveria razão para Deus ter criado um fogo eterno se não fosse para castigar eternamente os condenados. Em outro lugar nas Escrituras pode-se ler: “Irão estes para o fogo eterno” (idem 46). “Ir para a geena, para o fogo inextinguível, onde o seu verme não morre e o fogo não se apaga” (Mc 9, 43 a 44). No Apocalipse 14, 11 está escrito: “A fumaça dos seus tormentos subirá pelos séculos dos séculos. Não terão descanso algum, nem de dia nem de noite, esses que adoram a besta e a sua imagem, e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do seu nome”. Uma pena que não fosse eterna — e durasse pouco — faria com que o inferno deixasse de ser inferno e Deus deixasse de ser Deus. Ao meditar sobre a eternidade do inferno, Santo Afonso Maria de Ligório nos sugere multiplicar todos os milhões de anos em infinitas vezes. O resultado dessa multiplicação mostraria que o inferno estaria apenas começando… Uma coisa é a bondade de Deus, que persegue o pecador para convertê-lo, afastá-lo do mau caminho, concedendo-lhe graças, dons, e até mesmo castigos. Outra coisa é a bondade e a misericórdia da Igreja, sempre de coração aberto e mãos estendidas para receber e perdoar o pecador convertido. Não podemos confundir esse pecador com aquele que não abandona o seu mau procedimento e morre empedernido. Se assim viveu e morreu foi por sua própria culpa. Escolheu livre e espontaneamente o lugar que se chama inferno. Deus dá o prêmio aos bons e o castigo aos maus. Como Deus é eterno, também eternos são o prêmio e o castigo. Deus deixaria de ser Deus se fosse apenas misericordioso e não desse o prêmio e o castigo de acordo com as obras. Deus é misericordioso porque justo. Esta eternidade é de fé, porque revelada por Deus, e não uma simples opinião. “Apartai-vos de Mim malditos para o fogo eterno. Irão estes ao suplício eterno. Pagarão a pena da eterna perdição. Todos serão assolados pelo fogo” (Mt 25, 41. 46; 1Ts1,8; Mc 9,48). Assim como o sal conserva o alimento, o fogo do inferno atormenta os condenados, mas ao mesmo tempo tem a propriedade do sal ao conservar-lhes a vida. “Ali o fogo consome de tal modo — disse São Bernardo — que conserva sempre”. Santo Afonso ensina:“O poço não fecha a sua boca, porque se fechar a abertura em cima, se abrirá em baixo para devorar os réprobos”. Continua ele: “Enquanto vivo, o pecador pode ter alguma esperança, mas, se a morte o surpreender em pecado, perderá toda esperança” (Pr 11,7). Continua ainda mais: “Se os condenados pudessem ao menos embalar-se em alguma enganosa ilusão que aliviasse o seu desespero horrível… Afinal, um infeliz delinquente condenado à prisão perpétua também procura alívio em seu pesar, na esperança remota de evadir-se e obter assim a liberdade. Mas o condenado não pode sequer ter a ilusão de que um dia poderá sair de sua prisão! Não, no inferno não há esperança. O desgraçado réprobo terá sempre diante de si a sentença que o obriga a gemer perpetuamente nesse cárcere de sofrimentos.” “Uns para a vida eterna, e outros para o opróbrio que terão sempre diante dos olhos” (Dn 12,2). Para Santo Afonso, o réprobo não sofre somente a pena de cada instante, mas sofre a cada instante a pena da eternidade. Eis o que está escrito no Eclesiastes: “Quando as nuvens estiverem carregadas, derramarão chuvas sobre a terra. Se a árvore cair para a parte do meio dia, ou para a do norte, em qualquer lugar onde cair, ficará” (Ecl. 11, 3). Tal é a sorte do justo e do pecador: ficará para sempre, no Céu ou no inferno.
NESTA EDIÇÃO TEM
CADERNO PRINCIPAL - OPINIÃO - POLÍTICA - GERAL - CIDADES - COTIDIANO - ESPORTES - AGRONEGÓCIO
*Padre David Francisquini
Impressão e Fotolito: Editora Jornal Tribuna do Vale Fone/Fax : 43 3534 . 4114
Circulação: Abatiá ¦ Andirá ¦ Arapoti ¦ Bandeirantes ¦ Barra do Jacaré ¦Cambará ¦ Carlópolis ¦ Conselheiro Mairink ¦ Figueira¦Guapirama ¦ Ibaiti ¦ Itambaracá ¦ Jaboti ¦ Jacarezinho Jaguariaíva ¦ Japira ¦ Joaquim Távora ¦ Jundiaí do Sul ¦ Pinhalão ¦ Quatiguá ¦ Ribeirão Claro ¦ Ribeirão do Pinhal ¦ Salto do Itararé ¦Santana do Itararé¦ Santo Antônio da Platina ¦ São José da Boa Vista ¦ Sengés ¦ Siqueira Campos ¦Tomazina ¦ Wenceslau Bráz
Filiado a Associação dos Jornais Diário do Interior do Paraná
* Os artigos assinados não representam necessariamente a opinião do jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
Cidades A-3
TRIBUNA DO VALE
Quarta-feira, 25 de março de 2015
LAR FAZ MUITO COM POUCO
CENTRO EDUCACIONAL»Criado em 1991, o Lar Jesus Adolescente completa hoje 24 anos, atende 300 crianças e adolescentes com apenas R$ 24 mil Antônio de Picolli
Antônio de Picolli
Lar beneficia 300 crianças e adolescentes carentes com oficinas, cursos e reforço escolar Dayse Miranda
Com apenas R$ 24 mil mensais – repassados pela prefeitura – a diretora do C e nt ro E du c a c i ona l L ar Je sus Ad ol e s c e nte, i r mã Gi r l e n e S c a l fon i c ons e g u e f a z e r “m i l a g r e”, o u seja, manter 300 crianças e adolescentes carentes com uma série de atividades. Hoje, 25, o Lar completa 24 anos. Ele foi criado através da dedicação e força de vontade de frei Jaime Manfrin, pároco da época e do Conselho Pastoral Paroquial. Além de manter o estabelecimento de ensino com pouco dinheiro, o trabalho merece reconhecimento pela dedicação dos funcionários e voluntários. Ao todo são 10 professores que trabalham no contraturno escolar, oferecendo reforço nas matérias que as crianças têm maior dificuldade. Além disso, há uma professora encarregada de trabalhar com alunos que possuem dislexia (dificuld a d e d e apre n d i z a d o ) e voluntários que frequentam o local uma vez por semana. C om auxílio do d í z i m o e d a s p a rc e r i a s , são realizadas cinco oficinas: informática, teatro, pintura, artesanato e corte e costura. Além disso, são
ofe re c i d a s , ai n d a , au l a s de canto, música, dança, curso bíblico, alfabetização de alunos e curso de cabelereiro. O trabalho incansável d a s Ir m ã s Fr a n c i s c a n a s Angelinas e da equipe multidisciplinar, reflete diretamente na qualidade do ensino, contribuindo para a vida social das crianças e adolescentes. As merendeiras encarregadas pela alimentação diária dedicam todo seu carinho e amor a eles para proporcionar um alimento saudável, nutritivo e saboroso. “Muitos tem apenas esta refeição no dia, eles já chegam ao Lar pedindo para lanchar, por isso fazemos tudo com muito carinho e dedicação”, disse Irmã Girlene. C om esp aço amplo, a irmã revela o que cada cantinho traz de benefícios p ara os estudantes. Orgulhosa pela conquista, c ont a q u e a c on s t r u ç ã o d a qu adra p oliesp or t iva coberta trouxe muita alegria ao Lar. Já o reforço do contraturno escolar é feito justamente para oferecer um melhor aprendizado. Com as salas abarrotadas (aproximadamente 40 alunos), as professoras se dedicam a ajudar os alunos a res olverem os de veres
de cas a. As of icinas s ão voltadas para o aprendizado prático, pinturas de panos de prato, telas, corte e costura e entre outros. Os t r ab a l h o s re a l i z a d o s nas oficinas são vendidos e a renda revertida para que o próprio L ar possa dar sequência ao trabalho diário com as crianças e adolescentes. “Queremos prop orcionar um f uturo melhor a to dos. Nossa equipe está de parabéns, todos atuam com a maior dedicação”. Em comemoração aos 24 anos de história, o Lar Jesus Adolescente vai promover um dia de gincana com os alunos. Ao longo do ano, ao invés de comemorar o Dia dos Pais ou Dia das Mães, o Lar optou em realizar o Dia da Família, p o rq u e mu i t a s c r i a n ç a s não são criadas pelos pais. O L ar t amb ém promove anualmente a Festa Junina e o Jantar do Lar. “As festas abertas ao público tem o objetivo de angariar fundos para dar continuidade aos nossos trabalhos”, finalizou a irmã. Criador do Lar parabeniza pelos 24 anos O criador do Lar Jesus Adoles cente f rei Jaime Manfrin, parabeniza o Lar Je sus Ad ol e s c e nte p el o s
Trabalhos realizados em oficinas são revertidos para arrecadar fundos ao Lar
seus 24 anos de existência, mas principalmente às crianças e adolescentes que fazem parte desta rotina, a s Ir m ã s , f u n c i o n á r i o s , benfeitores, colaboradores e voluntários que dão continuidade ao seu trabalho com tanto carinho, dedicação. Frei Jaime mora hoje na Grécia e afirmou que no aniversário de 25 anos do Lar, estará presente comemorando os seus 50 anos
“
Queremos proporcionar um futuro melhor a todos. Nossa equipe está de parabéns, todos atuam com a maior dedicação”
d e s a c e rd ó c i o. “Q u and o iniciei meu trabalho, plantei uma semente e nunca pensei que o Lar se tornaria esta grande árvore”. Sua iniciativa de criação do Lar surgiu através de duas f rases sagradas: “Vencer o mal com o bem” e “Por onde não há amor,
merecerá o amor”. Ele afirma que s eu trabalho foi apenas plantar uma semente, para que os outros dessem continuidade. A ideia surgiu quando ele se deparou com as crianças jogando bola no pátio da igreja e pensou o porquê não poderia criar um espaço para eles, aproximando-os de Jesus. Seus primeiros passos foi conseguir um terreno por meio de doação, feito por uma devota, dona Imaculada do bairro Taquaral (zona rural). Assim começou a edificação d e u m h u m i l d e p r é d i o, que hoje não existe mais. “Nossa maior dificuldade era arrecadar fundos para custear material e mão de obra”. Com o apoio do Conselho Paroquial, aprovou-se a iniciativa e através da providência e pela Comunidade Católica de Santo Antônio da Platina começou a nova construção. Ao longo dos 24 anos a obra foi crescendo e ganhando p a rc e r i a s c om o d a P re feitura Municipal. “ Todo começo é um parto, e todo parto é doloroso. Lembro que os primeiros tempos não foram fáceis. Eram 120 crianças que com o tempo foram cres cendo, e hoj e são 300”.
Para frei Jaime, o trabalho que vem sendo realizado supera suas expectativas. Ele recorda-se do tempo em que celebrava missas com as crianças e afirma que o Lar é uma obra de amor. “Um sonho realizado, talvez o mais belo”. Frei Jaime conta que o amor é operativo e caritativo: “O mundo, os pobres, necessitam de misericórdia , de ternura de compaixão. Assim como nos ensina o Papa Francisco”, diz. Fre i Jai m e ai n d a n ã o teve a oportunidade de criar outros projetos como o L ar, mas confessa que j á s on h ou e m c ons t r u i r outro no Paraguai, porém, a s c i rc u ns t ân c i a s n ã o o animaram. “Ficou o sonho, talvez outros possam realizar”, disse. O f re i d e s t a c o u q u e gostaria de lembrar as palavras de outro frei quando chegou ao Brasil em 1975: “Dizia-me que as "obras sociais" são responsabilidade do governo, e não da Igreja. Este mesmo f rei, muito sábio e inteligente vinte anos mais tarde dizia-me "O lar Jesus Adolescente é o cartão de visita da Paróquia, o orgulho dos católicos, e da bela cidade de Santo Antônio da Platina”, finalizou.
»AGRONEGÓCIO
»ABATIÁ
Homem tem moto Capal negocia investimentos em Ibaiti tomada em assalto narodovia PR-436
DIVULGAÇÃO/CAPAL
Fernanda Ferraz/Assessoria Capal
Luiz Guilherme Bannwart
Um motociclista de Cornélio Procópio foi assaltado na manhã de segunda-feira (24), na PR-436, no trecho entre Bandeirantes e Abatiá. A vítima contou aos policiais que havia se deslocado de Cornélio Procópio com destino ao patrimônio Nossa Senhora da Candelária, em Bandeirantes, e que após deixar o local foi abordado na rodovia por dois homens, um deles armado com um revólver. Um dos suspeitos usava capacete para esconder o rosto, e o comparsa apenas uns
óculos, e segundo o motociclista, ambos aparentavam idade entre 20 a 25 anos. Depois de anunciarem o assalto, os suspeitos roubaram R$ 230 em dinheiro, o celular e a moto da vítima, uma Honda Titan Mix, placa ASG-6619, de Cornélio Procópio. Os suspeitos estavam em uma Honda Today de cor prata, e fugiram no sentido a Abatiá. A PM fez buscas pelos suspeitos em toda a região, mas os assaltantes não foram localizados. O caso foi repassado à Polícia Civil para ser investigado.
O prefeito de Ibaiti Roberto Regazzo (PSDB), o Betão, recebeu a visita em seu gabinete, de gerentes da empresa Capal (Cooperativa Agroindustrial ), da cidade de Arapoti. O encontro aconteceu na semana passada. O gerente industrial Lourenço Teixeira, Marcelo Alvarez Ferreira, gerente da Unidade e o encarregado Jefferson Copeti estiveram visitando a cidade e em conversa com o prefeito falaram da potencialidade do município e através de levantamentos das Secretarias municipais de Agricultura, Indústria e Comércio estudam a possibilidade de futura instalação da empresa no município de Ibaiti.
Prefeito Betão, assessores e os representantes da Capal
Betão ofereceu todo apoio à cooperativa e se colocou à disposição no que precisarem para que invistam em Ibaiti. Acompanharam a visita, Valdir Aparecido de Souza,
da Secretaria de Agricultura e João de Barros, do Indústria e Comércio.A Capal atua na agricultura, pecuária de leite e suinocultura, abrangendo uma grande área entre
Paraná e São Paulo, atende cerca de 1.900 associados. Para atender a demanda de seu público, a Capal mantém posto de combustíveis e fábrica de ração, em Arapoti.
TRIBUNA DO VALE
A-4 Política
Quarta-feira, 25 de março de 2015
Lei Geral fomenta desenvolvimento de municípios do Norte Pioneiro SEBRAE»Municipalização da legislação promove crescimento de negócios de pequeno porte que geram empregos, renda e tributos, aquecendo a economia local Antônio de Picolli/Arquivo
Antônio de Picolli/Arquivo
Capello: “Lei Geral gerou cultura empreendedora” Da Assessoria
Além de desenvolver a economia brasileira, os pequenos negócios interferem também na promoção das cidades onde estão inseridos. Daí a importância da criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/2006), em vigor desde 2006, que prevê melhores condições para o crescimento dos pequenos negócios nos âmbitos federal, estadual e municipal. A legislação é dividida em nove eixos temáticos: mercado; desburocratização; crédito; tributação; associativismo; educação empreendedora; acesso à justiça; inovação; e microempreendedor individual. Na opinião do consultor do Sebrae/PR, Odemir Capello, a Lei Geral é resultado do reconhecimento da importância das micro e pequenas empresas na economia brasileira. “A valorização desses empreendimentos no Brasil é recente. O Estatuto Nacional da Microempresa e
Empresa de Pequeno Porte, também chamado de Lei Geral, consolida a preocupação do poder público em fortalecer o setor que responde por 60% dos empregos com carteira assinada no País”, afirma. A Lei Complementar 123 também foi regulamentada no âmbito municipal para melhorar a efetividade de políticas de desenvolvimento empresarial. Para promover um debate permanente em torno do assunto, cada cidade ganhou um Comitê Gestor, apoiado pelo Sebrae/ PR, por meio da criação do Programa Cidade Empreendedora. Odemir Capello explica que o Programa promove a articulação entre os atores do desenvolvimento local, além de propor, implementar e executar ações efetuadas em conjunto entre poder público e sociedade civil, focadas no crescimento dos negócios de pequeno porte. Os articuladores são chamados de agentes de desenvolvimento e atuam no Comitê
Gestor, cujo papel é discutir as políticas públicas no município. Além do agente de desenvolvimento, fazem parte do Comitê Gestor representantes das prefeituras, membros das classes empresariais e lideranças locais. “Cada cidade tem necessidades específicas e cabe ao Comitê Gestor fazer um diagnóstico e trabalhar para melhorar o ambiente para empreender naquela localidade. A equação do desenvolvimento passa por empresas mais fortes e preparadas e pela construção de um ambiente favorável aos negócios, que é o foco do trabalho do Comitê Gestor”, informa Capello. Para ele, a promulgação da Lei Geral e, consequentemente, a criação do Programa Cidade Empreendedora, ampliaram a discussão de políticas públicas, gerando uma cultura empreendedora no País. “Os planos de desenvolvimento estabelecidos pelos Comitês Gestores contribuem para a melhoria do ambiente de negócios no município e para a multiplicação de microempresas, empresas de pequeno porte, incluindo os negócios dos microempreendedores individuais e dos produtores rurais. Para nós, o fato é um avanço nas políticas públicas”, enfatiza Capello. Transformação Segundo a agente de desenvolvimento Angélica Cristina Cordeiro Moreira, uma das integrantes do Comitê Gestor em Cambará, no Norte Pioneiro do Paraná, a implementação da Lei Geral trouxe mudanças efetivas para os empreendedores. A desburocratização na abertura de novas empresas é uma das metas do Comitê Gestor de Cambará. Uma das ações para facilitar o acesso à informação foi a abertura da Sala do Empreendedor. “No local também é possível tirar dúvidas e participar de treina-
mentos para melhorar a gestão dos empreendimentos”, relata Angélica. A Sala do Empreendedor em Cambará também abriga o Banco do Empreendedor, que oferece crédito orientado para micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais. “Todos esses fatores aumentam o nível de confiança da população e incentivam a abertura de novos negócios”, analisa Odemir Capello. Em 2015, a Prefeitura de Cambará também colocou em prática o web tributos, onde os empreendedores podem aproveitar as facilidades da internet para a emissão de guias de pagamento de taxas para a retirada de alvarás, notas fiscais, certidões negativas, entre outros. Em breve, os empreendedores de Cambará também irão receber atendimento diferenciado na Prefeitura. Já está em aprovação na Câmara de Vereadores um projeto que prevê a criação da Secretaria de Desenvolvimento, Inovação e Tecnologia. “A intenção é oferecer um departamento mais adequado para atender os empresários de pequenos negócios. O aumento dos microempreendedores individuais no município incentivou a criação de uma nova secretaria”, conta Angélica. Compras públicas Uma das ações mais expressivas realizadas pelo Comitê Gestor é a atuação junto aos empresários locais para a adesão aos processos licitatórios como uma estratégia para desenvolver a micro e pequena empresa e, consequentemente, aquecer a economia local. Para Angélica, a compra pública é uma ferramenta para aumentar a lucratividade dos negócios de pequeno porte em razão do volume expressivo nas vendas. “Estamos sensibilizando os empresários e capacitando-os para que eles
Pavan Filho: parque industrial vai aumentar oferta de empregos
participem e tenham condições de vencer os processos licitatórios para aumentar a circulação da moeda no município”, enfatiza Angélica Moreira. Geração de empregos Na cidade de Jacarezinho, que também está localizada no Norte Pioneiro, uma das ações mais importantes do Comitê Gestor é a criação de um Parque Industrial. O objetivo principal é incentivar a atividade industrial para aumentar os índices de empregabilidade no município, segundo Homero Pavan Filho, secretário de Comércio, Indústria, Turismo e Serviços de Jacarezinho. Com o apoio das consultorias do Sebrae/PR, o plano de construir um Parque Industrial já saiu do papel. “Já escolhemos três áreas prioritárias para a construção do Parque Industrial e já fizemos ofertas para dois proprietários dos terrenos. Estamos aguardando agora o desfecho das negociações para decidir o local onde o empre-
endimento será construído”, esclarece Pavan Filho. Além da estrutura física, o projeto do Parque Industrial inclui plano de marketing e mudanças na legislação - que em breve estarão em aprovação na Câmara de Vereadores - para atrair novas indústrias. “Os terrenos serão vendidos a preço de custo para as indústrias, que ainda irão ganhar descontos proporcionais à geração de empregos na cidade. Os industriais também terão benefícios tributários e poderão recorrer ao Programa Paraná Competitivo, do governo do Estado”, explica o secretário. O Paraná Competitivo é um programa de incentivo fiscal vinculado a projetos de implantação, expansão ou reativação de estabelecimento industrial, com a finalidade de atrair novos investimentos, gerar emprego e renda, promover a descentralização regional e a preservação ambiental no Estado.
» PHS 18 ANOS
Deputado Diego Garcia prestigia aniversário de 18 anos do PHS William Bilches
O Partido Humanista da Solidariedade (PHS) celebrou 18 anos de fundação na última sexta-feira, 20. A sessão solene, realizada no Plenário Ulysses Guimarães, reuniu lideranças do partido de todo o país, em Brasília. No evento, o deputado federal Diego Garcia (PHS-PR) recebeu uma medalha de honra e um diploma ao mérito solidarista. “É com muito orgulho que faço parte deste partido. Também comemoro quatro anos de filiação. Agradeço tudo o que o PHS tem me proporcionado, especialmente, ao presidente estadual, Valter Viana, que acreditou na minha candidatura. No Paraná, já montamos um planejamento estratégico para o crescimento do partido. A família PHS tem que crescer”, destacou o deputado Diego Garcia durante discurso na solenidade. Coube ao presidente Nacional do PHS, Eduardo Machado, presidir a cerimônia. “Estamos em uma nova fase e um momento de especial sucesso para o partido. É com muito orgulho que faço parte desta família 31
e que dirijo esse partido, há quase três anos, com a valiosa participação dos solidaristas espalhados por todo o Brasil”, salientou. Eduardo Machado e o secretário-geral Nacional, Luiz França, entregaram as medalhas e diplomas aos deputados federais Adail Carneiro, Carlos Andrade, Diego Garcia, Kaio Maniçoba e Marcelo Aro. O deputado distrital Lira também foi homenageado. “Unidos, conseguimos atingir o que era apenas um sonho do PHS, nos últimos anos. Temos, hoje, uma Bancada Federal forte e representativa na Câmara dos Deputados. Parte da meta foi atingida. Participamos, hoje, das principais decisões que movem o Brasil”, disse o presidente. Vice-Líder do PHS O deputado federal Diego Garcia é vice-líder do PHS. Na semana passada, o parlamentar liderou as atividades do partido na Câmara dos Deputados. Na terça-feira, 17, ele participou da reunião que definiu a pauta da semana ao lado do presidente da Casa, Eduardo Cunha, e dos demais líderes de partido, substituindo o presidente nacional,
Divulgação
Diego Garcia recebeu uma medalha de honra e um diploma ao mérito solidarista
Eduardo Machado. No mesmo dia, o deputado retomou as atividades da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que teve a participação do ministro de Relações Institucionais, Pepe Vargas. O objetivo da FPA é estimular a ampliação de políticas públicas para o desenvolvimento do agronegócio nacional. Na quarta-feira, 18, Diego Garcia foi indicado relator do
Projeto de Lei 6583/2013 que será discutido pela Comissão Especial do Estatuto da Família. Durante sessão, ele agradeceu o convite do presidente Sóstenes Cavalcanti (PSD/RJ) e prometeu transparência na relatoria. O PL, de autoria do deputado Anderson Ferreira, institui o Estatuto da Família e dispõe sobre direitos da família, e as diretrizes das políticas públicas voltadas
para a valorização e apoio à entidade familiar. O parlamentar também participou de uma reunião realizada pela Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), para conhecer as ações propostas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Representantes da direção da Agência apresentaram o papel e as funções do órgão. “Além dessa
reunião, também participei de outra sessão, na qual aprovamos uma série de medidas para os trabalhos deste ano. A CSSF também analisou vários requerimentos e Projetos de Lei”, acentuou Diego Garcia. O senador Romário promoveu um evento em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down (21 de março), na quinta-feira, 19, com o apoio da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Além do deputado, outras autoridades também participaram do ato que teve o tema “Um caminho para a inclusão”. Neste fim de semana, Diego Garcia pregou na Paróquia São Sebastião, de Sengés (Pr), e na casa de uma integrante do movimento da Renovação Carismática Católica (RCC), em Jacarezinho. “Foram dois dias produtivos. No sábado, preguei no seminário de vida do Espírito Santo, em Sengés. Já no domingo, participei de um louvor em comemoração ao aniversário de uma grande amiga, Regina Braz. Nos próximos finais de semana, vou pregar em outras paróquias”, acrescentou.
TRIBUNA DO VALE Quarta-feira, 25 de marรงo de 2015
Atas & Editais A-5
TRIBUNA DO VALE
A-6 Atas & Editais
Quarta-feira, 25 de março de 2015
RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA
DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - MDE
DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL
MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL
ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
JANEIRO A DEZEMBRO DE 2014
NOVEMBRO A DEZEMBRO DE 2014 Página: 1 /
Lei 9.394/96, Art. 72 - Anexo X
3
RECEITAS DE ENSINO RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (Caput do art. 212 da constituição)
PREVISÃO INICIAL
PREVISÃO ATUALIZADA (a)
1 - RECEITA DE IMPOSTOS
167.401,51
1.220.100,11
89,65
453.871,36
48.367,60
380.282,45
83,79
1.1.1 - IPTU
225.617,39
225.617,39
35.962,63
266.952,37
118,32
1.1.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do IPTU
1.039,08
1.039,08
33,56
77,94
7,50
225.931,74
225.931,74
12.358,12
112.658,39
49,86
1.1.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do IPTU
1.283,15
1.1.5 - ( - ) Deduções da receita do IPTU
1.283,15
13,29
593,75
Até o Bimestre
0,00
No Bimestre
(a) 60.070,73
2.693.145,81
0,00
0,00
0,00
(-) Incentivos Fiscais a Contribuinte por Instituições Financeiras
0,00
0,00
0,00
0,00
4.125.688,93
60.070,73
2.693.145,81
1.432.543,12
(3.137.888,93)
(60.070,73)
(2.693.145,81)
(444.743,12)
0,00
0,00
486.128,17
104,36
47.657,47
486.128,17
104,36
1.2.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do ITBI
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.2.3 - Dívida ativa do ITBI
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
DESPESA DE CAPITAL LÍQUIDA (II)
1.2.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do ITBI
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
APURAÇÃO DE REGRA DE OURO (I - II)
1.2.5 - ( - ) Deduções da receita do ITBI
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.3 - Receita resultante do imposto sobre serviços de qualquer natureza - ISS
293.236,14
1.3.1 - Imposto sobre serviços de qualquer natureza - ISS
293.236,14
70.993,13
335.305,93
293.230,96
70.979,00
335.223,66
114,32
5,18
5,18
14,13
82,27
1.588,22
0,00
0,00
0,00
0,00
1.3.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do ISS
0,00
0,00
0,00
0,00
(a - b)
(b)
4.125.688,93
0,00 47.657,47
465.840,77
293.230,96
Saldo a Realizar
Até o Bimestre
(-) Incentivos Fiscais a Contribuinte
0,00 465.840,77
465.840,77
1.3.3 - Dívida ativa do ISS
987.800,00
DESPESAS EMPENHADAS
DOTAÇÃO ATUALIZADA
DESPESAS DE CAPITAL
(a - b)
0,00
46,27
0,00 465.840,77
1.3.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do ISS
1
Saldo a Realizar
(b) 987.800,00
DESPESAS
1.2.1 - ITBI
1.432.543,12 0,00
114,35
0,00 0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.4 - Receita resultante do imposto de renda retido na fonte - IRRF
147.938,11
147.938,11
383,31
18.383,56
12,43
DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ
1.4.1 - IRRF
147.938,11
147.938,11
383,31
18.383,56
12,43
Prefeito Municipal
1.4.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do IRRF
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.4.3 - Dívida ativa do IRRF
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.4.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do IRRF
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.4.5 - ( - ) Deduções da receita do IRRF
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.5 - Receita resultante do imposto de renda retido na fonte - ITR
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.5.1 - ITR
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.5.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do ITR
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.5.3 - Dívida ativa do ITR
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.5.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do ITR
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.5.5 - ( - ) Deduções da receita do ITR
No Bimestre
(a) RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO(I)
1.2 - Receita resultante do imposto sobre transmissão inter vivos - ITBI
1.3.5 - ( - ) Deduções da receita do ISS
RECEITAS REALIZADAS
ATUALIZADA
Até bimestre (b)
1.360.886,38
453.871,36
1.1.3 - Dívida ativa do IPTU
PREVISÃO
RECEITAS
% (c)=(b/a)
RECEITAS REALIZADAS No bimestre
1.360.886,38
1.1 - Receitas resultantes do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana - IPTU
Página: 1 /
LRF, Art. 53, § 1º, Inciso I - Anexo XI
MARCELO CORINTH Contador
CÂMARA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária JANEIRO A DEZEMBRO de 2014
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2 - RECEITAS DE TRANSFERÊNCIAS CONTITUCIONAIS E LEGAIS
15.661.096,29
15.661.096,29
3.483.157,98
16.183.193,68
103,33
2.1 - Cota-parte FPM
11.862.655,23
11.862.655,23
2.644.071,23
12.171.740,85
102,61
LRF, Art. 48 – Anexo 14
2.1.1 - Parcela referenta à CF. art. 159, I, alínea 'b'
11.402.633,03
BALANÇO ORÇAMENTÁRIO No Bimestre Até o Bimestre RECEITAS Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Atualizadas Déficit Orçamentário 517852,78 Saldos de Exercícios Anteriores Despesas Dotação Inicial 1079000 Créditos Adicionais Dotação Atualizada 1079000 Despesas Empenhadas 94291,97 517852,78 Despesas Liquidadas 94291,97 517852,78 Superávit Orçamentário DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO No Bimestre Até o Bimestre Despesas Empenhadas 94291,97 517852,78 Despesas Liquidadas 94291,97 517852,78 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL Até o Bimestre Receita Corrente Líquida 22204866,75 RECEITAS E DESPESAS DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA No Bimestre Até o Bimestre Regime Geral de Previdência Social Receitas Previdenciárias Realizadas(I) Despesas Previdenciárias Liquidadas(II) Resultado Previdenciário (III) = (I - II) Regime Próprio de Previdência dos Servidoresl Receitas Previdenciárias Realizadas(IV) Despesas Previdenciárias Liquidadas(V) Resultado Previdenciário (VI) = (IV - V) Meta Fixada no Resultado Apurado RESULTADOS NOMINAL E PRIMÁRIO % em Relação a Meta (b/a) AMF da LDO (a) até o Bimestre (b) Resultado Nominal 0 0,00% Resultado Primário -517852,78 0,00% Saldo Cancelamento Pagamento Inscrição à Pagar RESTOS A PAGAR POR PODER E MINISTÉRIO PÚBLICO até o Bimestre até o Bimestre RESTOS A PAGAR PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Ministério Público RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Ministério Público 0 TOTAL 0 0 Limites Constitucionais Anuais Valor Apurado DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MANUTENÇÃO E % Mínimo à Aplicar até o Bimestre % Aplicado até o Bimestre DESENVOLVIMENTO DO ENSINO no Exercício Mínimo Anual de <18% / 25%> das Receitas de Imposto em MDE 25,00 0,00 Min. Anual de 60% FUNDEB na Rem. do Mag. c/ Ens. Fund. Med. 0,00 0,00 Min. Anual de 60% FUNDEB na Rem. do Mag. c/ Ed. Inf/Ens. Fund. 60,00 0,00 Complementação da União ao FUNDEB 0,00 0,00 RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL Valor Apurado até o Bimestre Saldo à Realizar Receita de Operações de Crédito 0 0 Despesa de Capital Líquida 0 0 PROJEÇÃO ATUARIAL DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA 30º Exercício Exercício 10º Exercício 20º Exercício Regime Geral de Previdência Social Receitas Previdenciárias(I) Despesas Previdenciárias(II) Resultado Previdenciário(I - II) Regime Próprio de Previdência dos Servidores Receitas Previdenciárias(IV) Despesas Previdenciárias(V) Resultado Previdenciário(IV - V) RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS Valor Apurado até o Bimestre Saldo à Realizar Receita de Capital Resultante da Alienação de Ativos Aplicação dos Recursos de Alienação de Ativos Limites Constitucionais Anuais Valor Apurado DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE % Mínimo à Aplicar até o Bimestre % Aplicado até o Bimestre no Exercício Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde 0,00 0,00
11.402.633,03
2.127.118,92
11.654.788,54
102,21
460.022,20
460.022,20
516.952,31
516.952,31
112,38
2.978.595,42
2.978.595,42
718.935,46
3.082.679,38
103,49
2.1.2 - Parcela referenta à CF. art. 159, I, alínea 'd' 2.2 - Cota-parte ICMS 2.3 - ICMS-Desoneração - LC. nº 87/1996
33.753,81
2.4 - Cota-parte IPI-Exportação
33.753,81
6.567,99
26.271,96
77,83
67.081,22
67.081,22
9.907,07
50.629,25
75,47
2.5 - Cota-parte ITR
192.623,36
192.623,36
60.682,35
252.585,88
131,13
2.6 - Cota-parte IPVA
526.387,25
526.387,25
42.993,88
599.286,36
113,85
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
17.021.982,67
17.021.982,67
3.650.559,49
17.403.293,79
102,24
2.7 - Cota-parte IOF-Ouro (100 %) 3 - TOTAL DA RECEITA BRUTA DE IMPOSTOS (1+2)
RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO
PREVISÃO INICIAL
PREVISÃO ATUALIZADA (a)
4 - RECEITA DA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE OUTROS RECURSOS VINCULADOS AO ENSINO
% (c)=(b/a)
RECEITAS REALIZADAS No bimestre
Até bimestre (b)
6.281,03
6.281,03
299,82
6.918,00
110,14
5 - RECEITAS DE TRANSFERÊNCIAS DO FNDE
599.930,12
678.160,52
62.740,87
687.220,71
101,34
5.1 - Transferências do salário-educação
330.420,43
330.420,43
57.590,37
349.644,21
105,82
5.2 - Outras transferências do FNDE
266.311,17
344.541,57
4.457,22
334.823,28
97,18
3.198,52
3.198,52
693,28
2.753,22
6 - RECEITAS DE TRANSFERÊNCIAS DE CONVÊNIOS
112.688,83
493.788,79
14.627,82
111.768,96
6.1 - Transferências de convênios
5.3 - Aplicação financeira dos recursos do FNDE
108.348,08
489.448,04
10.473,24
94.259,21
19,26
4.340,75
4.340,75
4.154,58
17.509,75
403,38
6.2 - Aplicação financeira dos recursos de convênios 7 - RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO
0,00
8 - OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO 9 - 9.394/96, TOTAL DAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO (4+5+6+7+8) Lei Art.RECEITAS 72 - Anexo ADICIONAIS X
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
718.899,98
1.178.230,34
77.668,51
86,08 22,63
0,00
0,00
0,00
0,00
805.907,67 Página:
2 /68,403
FUNDEB RECEITAS DO FUNDEB
PREVISÃO INICIAL
PREVISÃO ATUALIZADA (a)
% (c)=(b/a)
RECEITAS REALIZADAS No bimestre
Até bimestre (b)
10 - RECEITAS DESTINADAS AO FUNDEB
1.484.570,00
1.484.570,00
593.240,95
3.133.626,92
10.1 - Cota-parte FPM destinada ao FUNDEB - (20% de 2.1)
1.163.903,00
1.163.903,00
425.423,72
2.330.958,39
200,27
249.686,00
249.686,00
143.787,05
616.535,64
246,92
10.3 - ICMS-Desoneração destinada ao FUNDEB - (20% de 2.3)
3.519,00
3.519,00
1.313,58
5.254,32
149,31
10.4 - Cota-parte IPI-Exportação destinada ao FUNDEB - (20% de 2.4)
5.874,00
5.874,00
1.981,42
10.040,28
170,93
10.2 - Cota-parte ICMS destinada ao FUNDEB - (20% de 2.2)
10.5 - Cota-parte ITR destinada ao FUNDEB - (20% de 2.5)
6.920,00
50.517,07
730,02
54.668,00
54.668,00
8.598,74
120.321,22
220,09
11 - RECEITAS RECEBIDAS do FUNDEB
4.389.107,13
4.389.107,13
911.022,57
4.288.163,13
11.1 - Transferências de recursos do FUNDEB
4.371.505,04
4.371.505,04
908.637,99
4.274.676,42
10.6 - Cota-parte IPVA destinada ao FUNDEB - (20% de 2.6)
11.2 - Complementação da união ao FUNDEB
DESPESAS DO FUNDEB
DOTAÇÃO INICIAL
13.1 - Com educação infantil
97,79
0,00
0,00
0,00
0,00
17.602,09
2.384,58
13.486,71
76,62
2.886.935,04
2.886.935,04
315.397,04
1.141.049,50
39,52
DOTAÇÃO ATUALIZADA (d)
2.640.000,00
97,70
0,00
DESPESAS LIQUIDADAS LIQUIDADAS No bimestre
13 - PAGAMENTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO
12.136,44
17.602,09
11.3 - Receita de aplicação financeira dos recursos do FUNDEB 12 - RESULTADO LÍQUIDO DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB (11.1 - 10) = ACRÉSCIMO RESULTANTE DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB
6.920,00
211,08
3.353.247,28
789.024,08
Até bimestre (e)
% INSCRITAS EM RESTO A PAGAR (g)=((e+f)/ d) NÃO x100 PROCESSADOS (f)
3.344.633,87
4.326,36
99,87
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
13.2 - Com ensino fundamental
2.640.000,00
3.353.247,28
789.024,08
3.344.633,87
4.326,36
99,87
14 - OUTRAS DESPESAS
1.744.107,13
1.744.107,13
93.517,88
901.690,02
4.745,96
51,97
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
14.2 - Com ensino fundamental
1.744.107,13
1.744.107,13
93.517,88
901.690,02
4.745,96
51,97
15 - TOTAL DAS DESPESAS COM FUNDEB (13+14)
4.384.107,13
5.097.354,41
882.541,96
4.255.396,21
83,48
14.1 - Com educação infantil
DEDUÇÕES PARA FINS DE LIMITE DO FUNDEB PARA PAGAMENTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO
Valor
16 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE DE RECURSOS DO FUNDEB
41.972,42
17 - DESPESAS CUSTEADAS COM SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR DO FUNDEB
(62.034,71)
18 - TOTAL DAS DEDUÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE DO FINDEB (16+17)
(20.062,29)
19 - MÍNIMO DE 60% DO FUNDEB NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO COM EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL ((13-18) / (11) X 100)%
78,46
CONTROLE DA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS NO EXERCÍCIO SUBSEQUENTE
Valor
20 - RECURSOS RECEBIDOS DO FUNDEB NO EXERCÍCIO ANTERIOR QUE NÃO FORAM UTILIZADOS
(67.805,63)
21 - DESPESAS CUSTEADAS COM O SALDO DO ITEM 20 ATÉ O 1º TRIMESTRE DO EXERCÍCIO
(67.805,63)
MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - DESPESAS CUSTEADAS COM A RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS E RECURSOS DO FUNDEB RECEITAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE
PREVISÃO INICIAL
PREVISÃO ATUALIZADA (a)
4.255.495,67
DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DOTAÇÃO INICIAL
% (c)=(b/a)
RECEITAS REALIZADAS No bimestre
22 - IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS DESTINADAS À MDE (25% DE 3)
4.255.495,67
4.350.823,45
LUIZ MARCELO DE SOUZA Contador
DOTAÇÃO ATUALIZADA (d)
% INSCRITAS EM RESTO A PAGAR (g)=((e+f)/ d) NÃO Até bimestre (e) x100 PROCESSADOS (f)
No bimestre 0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
24 - ENSINO FUNDAMENTAL
7.051.308,27
7.130.821,74
1.337.596,69
5.871.264,22
220.172,60
85,42
24.1 - Despesas custeadas com recursos do FUNDEB
4.384.107,13
5.097.354,41
882.541,96
4.246.323,89
4.745,96
83,40
24.2 - Despesas custeadas com outros recursos de impostos
2.667.201,14
2.033.467,33
455.054,73
1.624.940,33
215.426,64
90,50
25 - ENSINO MÉDIO
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
26 - ENSINO SUPERIOR
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00 DOTAÇÃO INICIAL
0,00
0,00
DOTAÇÃO ATUALIZADA (d)
Alcidio Balduino de Souza Junior Controlador Interno
0,00
Página: 3 /
MUNICIPIO DE RIBEIRAO DO PINHAL - PODER LEGISLATIVO CAMARA MUNICIPAL DE RIBEIRAO DO PINHAL - PR RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL Emissão:
ATE O 3 QUADRIMESTRE DE 2014
5.000,00
5.000,00
0,00
7.135.821,74
1.337.596,69
% INSCRITAS EM RESTO A PAGAR (g)=((e+f)/ d) NÃO Até bimestre (e) x100 PROCESSADOS (f) 0,00
58.594,56
1.171,89
6.150.031,38
86,19
DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL
R$ 1,00
LRF, art. 48 – Anexo 07
3
DESPESAS LIQUIDADAS
7.056.308,27
DESPESA COM PESSOAL Despesa Total com Pessoal – DTP LIMITE MAXIMO ( incisos I, II e III, do art. 20 da LRF) - 6,00% Limite Prudencial (parágrafo único, art. 22 da LRF) – 5,70%
438990,49 1334580,27 1267851,25
1,97 % 6 % 5,7 % SUFICIÊNCIA INSCRIÇÃO EM ANTES DA RESTOS A PAGAR INSCRIÇÃO EM NÃO RESTOS A PAGAR PROCESSADOS NÃO PROCESSADOS 0,03
RESTOS A PAGAR
1.141.049,50
31 - DESPESAS CUSTEADAS COM A COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO
35.038,71
32 - RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE = (50h)
13.486,71
33 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO ACRÉSCIMO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEB DO EXERCÍCIO ANTERIOR
(67.805,63)
34 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR DE OUTROS RECURSOS DE IMPOSTOS
(184.248,11)
35 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO
41.972,42
36 - CANCELAMENTO, NO EXERCÍCIO, DE RAP INSCRITOS COM DISP. FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO
SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (II) Fonte:
% SOBRE A RCL
VALOR
Valor
30 - RESULTADO LÍQUIDO DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB = (12)
Page 1 de 1 Homologado
ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
LIQUIDADAS No bimestre
28 - OUTRAS 29 - TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE (23+24+25+26+27+28)
CICERO ROGERIO SANCHES Presidente
DESPESAS LIQUIDADAS LIQUIDADAS
0,00
DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
VALOR APURADO NO EXERCÍCIO CORRENTE
102,24
23.1 - Despesas custeadas com recursos do FUNDEB
27 - ENSINO PROFISSIONAL NÃO INTEGRADO AO ENSINO REGULAR Lei 9.394/96, Art. 72 - Anexo X
DESPESAS DE CARATER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP Total das Despesas / RCL (%)
Até bimestre (b)
912.639,87
23 - EDUCAÇÃO INFANTIL
23.2 - Despesas custeadas com outros recursos de impostos
R$ 1,00
CAMARA MUNICIPAL DE RIBEIRAO DO PINHAL
0,00
37 - TOTAL DAS DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (30+31+32+33+34+35+36)
979.493,60
38 - TOTAL DAS DESPESAS PARA FINS DE LIMITE (23+24-37)
4.891.770,62
39 - MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS EM MDE (38/3) X 100 %
28,11
OUTRAS INFORMAÇÕES PARA CONTROLE OUTRAS DESPESAS CUSTEADAS COM RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO
DOTAÇÃO INICIAL
DOTAÇÃO ATUALIZADA (d)
DESPESAS LIQUIDADAS LIQUIDADAS No bimestre
40 - DESPESAS CUSTEADAS COM APL FINAN DE OUTROS RECURSOS DE IMP 41 - DESPESAS CUSTEADAS COM A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-
Até bimestre (e)
0,00
0,00
0,00
0,00
333.618,95
454.828,56
82.252,14
307.941,38
42 - DESPESAS CUSTEADAS COM OPERAÇÕES DE CRÉDITO
% INSCRITAS EM RESTO A PAGAR (g)=((e+f)/ d) NÃO x100 PROCESSADOS (f) 0,00
0,00
8.218,58
69,51
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
43 - DESPESAS CUSTEADAS COM OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO
388.552,91
407.835,32
14.239,69
189.381,32
868.034,22
259,28
44 - TOTAL OUTRAS DESP CUSTEADAS COM REC ADICIONAIS PARA FINAN DO
722.171,86
862.663,88
96.491,83
1.373.575,50
159,22
7.778.480,13
7.998.485,62
1.434.088,52
7.523.606,88
94,06
45 - TOTAL GERAL DAS DESPESAS COM MDE (29+44)
RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO 46 - RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
SALDO ATÉ BIMESTRE
CANCELADOS EM 2014 (g)
68.851,70
Luiz Marcelo de Souza Contador
Cicero Rogerio Sanches Presidente ESTADO DO PARANA - MUNICÍPIO DE RIBEIRAO DO PINHAL ANEXO 17 da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964 DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA FLUTUANTE - CONSOLIDADO EXERCÍCIO DE 2014
(art. 123 da Lei nº 4.320/1964)
em R$ MOVIMENTO DO EXERCÍCIO
0,00
(a)
FLUXO FINANCEIRO DOS RECURSOS DO FUNDEB
Valor 232.184,84
48 - (+) INGRESSOS DE RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE
4.274.676,42
49 - (-) PAGAMENTOS EFETUADOS ATÉ O BIMESTRE
3.965.044,86
50 - (+) RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE 51 - SALDO FINANCEIRO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO ATUAL
13.486,71 555.303,11
RECEITAS
SALDO DO EXERCÍCIO
TÍTULOS
47 - SALDO FINANCEIRO DO FUNDEB EM 31/12/2013
INSCRIÇÃO (b)
ATIVO FINANCEIRO REALIZAVEL RESPONSABILIDADES FINANCEIRAS CREDITOS A RECEBER POR REEMBOLSO DE SALARIO FAMILI (CAMARA)
Prefeito Municipal
Contador
Luiz Marcelo de Souza Contador
BAIXA (d)
CANCELAMENTO (e)
542,52 542,52
542,52 542,52
32.906,17 176,25 433,47 29.527,53 1.411,88
3.093,65 67.548,95 67.548,95
Subtotal: Subtotal: TOTAL
MARCELO CORINTH
DESPESAS
RESTABELECIMENTO (c)
32.906,17 176,25 433,47 29.527,53 1.411,88
Subtotal: PASSIVO FINANCEIRO DEPOSITOS ISS (CAMARA) INSS - RETIDO EM FOLHA DE PAGAMENTO - CAMARA MUNIC (CAMARA) CONSIGNAÇÃO - SINDICATO (CAMARA) CONSIGNAÇAO - EMPR. BANCO DO BRASIL (CAMARA) CONSIGNAÇAO - EMPRESTIMO SICREDI (CAMARA) IRRF - RETIDO EM FOLHA DE PAGAMENTO (CAMARA) RENDIMENTO DE ACOES - C/C 5393-7 (CAMARA) RENDIMENTO DE APLICACOES - C/C 5393-7 (CAMARA)
TOTAL GERAL
DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ
Alcidio Baldoino S Junior Controle Interno
3.093,62 67.548,92 67.548,92
68.091,47 TOTAL (b+c)
Cicero Rogerio Sanches Presidente
0,03 0,03 0,03
68.091,44 68.091,47 TOTAL (d+e)
SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE (a+(b+c)- (d+e) )
0,03 68.091,44
Alcidio Baldoino S Junior Controle Interno
0,03
Atas & Editais A-7
TRIBUNA DO VALE
Quarta-feira, 25 de março de 2015
MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA DEMOSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL NOVEMBRO A DEZEMBRO DE 2014
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2
LRF, Art. 52, inciso II, alínia "c" - Anexo II DESPESAS EMPENHADAS FUNÇÃO / SUBFUNÇÃO
INICIAL
DESPESAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS (I)) LEGISLATIVA AÇÃO LEGISLATIVA
ATUALIZADA (a)
No bimestre (b)
DESPESAS LIQUIDADAS
Até o bimestre (c)
No bimestre (d)
Até o bimestre (e)
% (e / total e)
Saldo a liquidar (a - e)
% (e / a)
23.716.000,00
26.424.634,88
3.787.326,07
20.804.560,37
4.151.717,73
19.469.327,69
100,00
73,68
6.955.307,19
1.079.000,00
1.079.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.079.000,00
1.079.000,00
1.079.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.079.000,00
3.647.281,00
4.351.587,23
333.138,70
3.730.324,08
348.118,31
2.840.060,10
14,59
65,26
1.511.527,13
3.047.281,00
4.037.999,84
315.459,86
3.472.952,02
326.763,61
2.582.688,04
13,27
63,96
1.455.311,80
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
560.000,00
231.396,59
17.678,84
175.811,73
21.354,70
175.811,73
0,90
75,98
55.584,86
ADMINISTRAÇÃO DE RECEITAS
40.000,00
82.190,80
0,00
81.560,33
0,00
81.560,33
0,42
99,23
630,47
1.149.000,00
1.388.769,41
145.692,19
713.333,98
217.080,20
636.149,09
3,27
45,81
752.620,32
ADMINISTRAÇÃO GERAL
105.000,00
104.081,33
20.889,96
94.163,86
34.884,36
93.363,86
0,48
89,70
10.717,47
ASSISTÊNCIA À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE
235.000,00
237.797,46
15.599,06
86.022,11
15.217,54
85.640,59
0,44
36,01
152.156,87
ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL
ASSISTÊNCIA SOCIAL
ASSISTÊNCIA COMUNITÁRIA SAÚDE ATENÇÃO BÁSICA VIGILÂNCIA SANITÁRIA TRABALHO RELAÇÃO DE TRABALHO EDUCAÇÃO
809.000,00
1.046.890,62
109.203,17
533.148,01
166.978,30
457.144,64
2,35
43,67
589.745,98
3.879.609,43
5.317.506,20
830.361,18
4.531.540,00
907.442,26
4.429.910,08
22,75
83,31
887.596,12
3.649.609,43
5.087.506,20
830.361,18
4.420.529,75
907.442,26
4.318.899,83
22,18
84,89
768.606,37
230.000,00
230.000,00
0,00
111.010,25
0,00
111.010,25
0,57
48,27
118.989,75
4.682.029,44
4.062.209,70
974.248,46
3.992.606,33
966.440,68
3.950.396,64
20,29
97,25
111.813,06
4.682.029,44
4.062.209,70
974.248,46
3.992.606,33
966.440,68
3.950.396,64
20,29
97,25
111.813,06
7.778.480,13
8.111.487,84
1.245.972,40
6.605.397,82
1.444.007,57
6.410.732,05
32,93
79,03
1.700.755,79
AÇÃO LEGISLATIVA
5.000,00
5.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
5.000,00
7.773.480,13
8.106.487,84
1.245.972,40
6.605.397,82
1.444.007,57
6.410.732,05
32,93
79,08
1.695.755,79
90.000,00
14.139,00
0,00
13.033,70
0,00
13.033,70
0,07
92,18
1.105,30
90.000,00
14.139,00
0,00
13.033,70
0,00
13.033,70
0,07
92,18
1.105,30
964.600,00
1.410.787,59
68.128,16
756.002,24
81.779,51
739.195,99
3,80
52,40
671.591,60
ADMINISTRAÇÃO GERAL
630.000,00
728.320,67
53.128,16
643.485,32
59.424,51
626.971,67
3,22
86,08
101.349,00
SERVIÇOS URBANOS
334.600,00
682.466,92
15.000,00
112.516,92
22.355,00
112.224,32
0,58
16,44
570.242,60
85.000,00
173.000,00
108.131,49
172.552,69
106.275,71
166.020,51
0,85
95,97
6.979,49
85.000,00
173.000,00
108.131,49
172.552,69
106.275,71
166.020,51
0,85
95,97
6.979,49
110.000,00
118.593,20
37.912,67
87.381,55
31.972,67
81.441,55
0,42
68,67
37.151,65
110.000,00
118.593,20
37.912,67
87.381,55
31.972,67
81.441,55
0,42
68,67
37.151,65
25.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
25.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
110.000,00
281.554,71
43.740,82
202.387,98
48.600,82
202.387,98
1,04
71,88
79.166,73
ENSINO FUNDAMENTAL CULTURA DIFUSÃO CULTURAL URBANISMO
GESTÃO AMBIENTAL CONTROLE AMBIENTAL AGRICULTURA EXTENSÃO RURAL INDÚSTRIA PROMOÇÃO INDUSTRIAL DESPORTO E LAZER DESPORTO COMUNITÁRIO RESERVA DE CONTINGÊNCIA RESERVA DE CONTINGÊNCIA
110.000,00
281.554,71
43.740,82
202.387,98
48.600,82
202.387,98
1,04
71,88
79.166,73
116.000,00
116.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
116.000,00
116.000,00
116.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
116.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
23.716.000,00
26.424.634,88
3.787.326,07
20.804.560,37
4.151.717,73
19.469.327,69
100,00
73,68
6.955.307,19
DESPESAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS (III)) TOTAL
DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ
MARCELO CORINTH
Prefeito Municipal
Contador
MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA DEMOSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2014
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1
LRF, Art. 53, inciso I - Anexo III EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES
ESPECIFICAÇÃO
Previsão
01/2014
02/2014
03/2014
04/2014
05/2014
06/2014
07/2014
08/2014
09/2014
10/2014
11/2014
12/2014
2.328.132,70
2.381.999,06
1.731.792,89
2.298.543,93
2.126.351,01
1.310.481,10
2.316.248,28
1.839.496,95
1.801.169,04
2.158.337,02
2.001.534,10
3.082.545,28
25.376.631,36
25.422.020,68
107.609,29
101.256,68
72.669,80
49.160,59
62.738,92
49.370,98
104.572,45
78.963,98
169.095,56
271.391,73
77.787,45
86.379,53
1.230.996,96
1.311.037,57
0,00
330,27
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
21.101,90
96.733,69
112.823,88
21.600,43
14.362,20
266.952,37
225.617,39
ISS
23.331,61
30.657,82
19.297,23
25.900,70
25.662,90
19.241,73
29.161,90
27.809,96
24.947,81
38.233,00
33.486,12
37.492,88
335.223,66
ITBI
66.647,68
46.231,70
16.831,57
14.398,44
28.585,42
21.793,78
67.668,80
25.785,22
38.368,56
112.159,53
19.989,30
27.668,17
486.128,17
465.840,77
485,95
5.261,88
116,36
229,77
461,91
3.525,43
1.289,50
844,48
985,73
4.799,24
127,77
255,54
18.383,56
147.938,11
17.144,05
18.775,01
36.424,64
8.631,68
8.028,69
4.810,04
6.452,25
3.422,42
8.059,77
3.376,08
2.583,83
6.600,74
124.309,20
178.410,34
10.158,21
10.830,40
11.156,10
13.112,57
10.616,89
10.934,18
9.012,85
11.733,50
5.224,31
5.656,46
7.570,20
5.376,62
111.382,29
63.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
10.158,21
10.830,40
11.156,10
13.112,57
10.616,89
10.934,18
9.012,85
11.733,50
5.224,31
5.656,46
7.570,20
5.376,62
111.382,29
63.000,00
RECEITAS CORRENTES (I) Receita tributária IPTU
IRRF Outras receitas tributárias Receita de contribuições Previdenciária Outras contribuições Receita patrimonial
TOTAL
atualiza 2014
293.230,96
28.363,95
18.056,75
19.078,45
20.410,95
23.110,92
23.806,53
26.675,64
25.036,06
25.085,71
26.366,89
26.138,48
28.859,78
290.990,11
224.228,11
Receita agropecuária
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Receita industrial
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
4.956,56
4.227,40
3.348,72
3.977,80
4.715,46
3.311,80
3.630,43
3.756,20
1.519,25
5.207,14
3.522,40
3.591,13
45.764,29
71.526,51
2.162.983,28
2.231.778,94
1.601.138,21
Receita de serviços Transferências correntes
2.189.963,74
2.012.617,95
1.211.562,61
2.114.696,24
1.711.301,40
1.585.172,97
1.830.972,67
1.877.872,31
2.856.504,35
23.386.564,67
23.165.133,54
1.226.203,62
1.309.406,12
776.733,24
886.510,24
1.181.383,89
470.303,62
1.176.587,01
924.399,23
810.313,22
765.829,43
1.013.673,18
1.630.398,05
12.171.740,85
11.862.655,23
Cota parte do ICMS
243.539,50
208.415,17
232.439,82
242.961,57
245.110,92
228.497,47
232.087,43
229.031,15
261.666,61
239.994,28
268.880,64
450.054,82
3.082.679,38
2.978.595,42
Cota parte do IPVA
33.832,36
146.629,95
66.853,09
60.621,80
60.964,39
52.027,24
53.062,05
36.173,74
25.291,56
20.836,30
18.827,13
24.166,75
599.286,36
526.387,25
Cota parte do ITR
5.640,84
337,81
450,23
0,00
107,82
0,00
248,87
2.217,00
3.922,50
178.978,46
49.738,84
10.943,51
252.585,88
192.623,36
Transferências da LC 87/1996
2.189,33
2.189,33
0,00
2.189,33
2.189,33
2.189,33
2.189,33
2.189,33
2.189,33
2.189,33
2.189,33
4.378,66
26.271,96
33.753,81
Transferências da LC 61/1989
4.276,00
3.686,72
3.602,39
3.928,10
4.272,45
4.069,30
4.180,41
4.309,10
4.055,08
4.342,63
4.986,67
4.920,40
50.629,25
67.081,22
Transferências do FUNDEF
355.546,73
395.088,96
318.132,08
339.342,63
360.673,62
319.030,11
316.284,83
312.492,31
317.069,58
332.377,58
356.544,66
552.093,33
4.274.676,42
4.371.505,04
Outras transferências correntes
291.754,90
166.024,88
202.927,36
654.410,07
157.915,53
135.445,54
330.056,31
200.489,54
160.665,09
286.424,66
163.031,86
179.548,83
2.928.694,57
3.132.532,21
8.643,26
101.833,87
Cota parte do FPM
Outras receitas correntes
14.061,41
(-)Renúncias/restituições/descontos DEDUÇÕES (II) Contrib. plano previdência servidor
15.848,89
24.401,61
21.918,28
12.550,87
11.495,00
57.660,67
8.705,81
15.071,24
18.742,13
310.933,04
587.094,95
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
303.515,32
334.132,88
216.015,65
239.242,09
298.805,63
151.417,29
293.670,86
239.663,79
221.487,52
242.434,94
271.659,05
321.581,90
3.133.626,92
1.484.570,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Servidor
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Patronal
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
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0,00
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0,00
0,00
0,00
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0,00
0,00
0,00
303.515,32
334.132,88
216.015,65
239.242,09
298.805,63
151.417,29
293.670,86
239.663,79
221.487,52
242.434,94
271.659,05
321.581,90
3.133.626,92
1.484.570,00
2.024.617,38
2.047.866,18
1.515.777,24
2.059.301,84
1.827.545,38
1.159.063,81
2.022.577,42
1.599.833,16
1.579.681,52
1.915.902,08
1.729.875,05
2.760.963,38
22.243.004,44
23.937.450,68
Compensação financ. entre regimes previd. Dedução da receita para formação do FUNDEF RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (I-II)
DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ
MARCELO CORINTH
Prefeito Municipal
Contador
cmyb
A-8 Agronegócio
TRIBUNA DO VALE Quarta-feira, 25 de março de 2015
Clima colabora e safra de soja no Norte Pioneiro aumenta 46%
Antônio de Picolli
COLHEITA»70% da soja da região já foi colhida; em poucos dias começa plantio do milho safrinha Gladys Santoro
A seca no ano passado prejudicou a qualidade da soja plantada na região e consequentemente a produtividade das lavouras caiu. Este ano, a chuva apareceu na hora certa e o resultado é uma produção 46% maior que a safra 2013/2014. No entanto, muito do bom resultado da safra deste ano está relacionada com o aumento da área ocupada com a oleaginosa. Na safra 2014/2015 foram reservados 152.515 hectares contra 147 mil hectares do ciclo anterior. Até o final da colheita a expectativa é colher 471 mil toneladas de soja no Norte Pioneiro, contra 324 mil da safra passada.
Segundo o economista do Departamento de Economia Rural (Deral), órgão ligado à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), com sede em Jacarezinho, José Antônio Gervásio, a produção por hectare em 2014 foi de 2.205 quilos e este ano, a média é de 3.088 quilos por hectares. “A diferença não é apenas na quantidade, mas também na qualidade. A seca do ano passado prejudicou a qualidade dos grãos. Já este ano, a chuva garantiu uma colheita de boa qualidade”, disse salientando que esse fator reflete diretamente na comercialização e preço do produto. “Mais uns 10 dias e toda a soja de nossa
região estará colhida e boa parte dela já foi vendida. A saca de 60 quilos está custando cerca de R$ 60”, calcula. Gervásio explica que uma safra como a desse ano tende a aquecer a economia. “Em poucos dias inicia-seo plantio do milho safrinha e no final de abril e começo de maio começa o ciclo do trigo. Essa movimentação gera trabalho para as pessoas e renda garantida aos produtores. Tudo isso reflete diretamente no comércio, que vem se ressentindo da crise financeira que o País está atravessando. O sucesso no campo tende a aquecer o comércio nas cidades”, comentou. Paraná Segundo informações da
Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), em todas as regiões do estado, a colheita da soja avançou 13 pontos percentuais e atingiu 3,3 milhões de hectares, que corresponde a 66% da área plantada de 5,071 milhões de hectares. Apesar do avanço, os trabalhos ainda estão atrasados em relação a esta mesma época do ano passado, quando as máquinas haviam colhido 74% do terreno. Mas, se comparado à média de cinco anos, o indicador atual está acima do histórico, que é de 57%. As estimativas são do Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimen-
Colheita da soja no Norte Pioneiro deve ser concluída em 10 dias
to do Paraná. Segundo o Deral, a colheita foi concluída nos 464,5 milhões de hectares cultivados na região de Toledo, no oeste paranaense, a quarta maior produtora do Estado. Os trabalhos atingiram 95% dos 618 milhões de hectares plantados na região de Cam-
po Mourão, que lidera a produção estadual.Na avaliação do Deral, 84% da soja a ser colhida está em condições consideradas boas, 14% média e 2% ruim. Em relação ao estágio das lavouras, 64% está em fase de maturação, 33% em frutificação e outros 3% em floração.
»FEIRA
Efapi começa hoje com show de Jads e Jadson Gladys Santoro
A dupla sertaneja universitária Jade & Jadson abre hoje, 25, a 43ª Exposição Feira Agropecuária do Norte Pioneiro, em Santo Antônio da Platina, no Parque de Exposições Alício Dias dos Reis. O convite para a área vip (em frente ao palco) custa R$ 80 e na pista R$ 60. Até a tarde de ontem, 24, ainda havia ingressos disponíveis, inclusive no camarote, que te m c ap a c i d a d e p ar a 1 0 pessoas e custa R$ 1,1 mil. Para o show de Vitor & Leo, na sexta-feira, os convites já estão esgotados. Por volta às 19h30, acon-
Divulgação
tece a abertura oficial do e v e nt o, c om a pre s e n ç a confirmada do presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Mounir Chaowiche, representando o governador Beto Richa, além de prefeitos, vices e vereadores da região. A 43ª Efapi vai até o dia 29. Além dos shows cobrados – Jad e Jadson, e Vitor & Leo - há outros atrativos musicais gratuitos,como no dia 26, animação da banda Jair Supercap, dia 28, Anadark e Madame Dollores, Show da dupla sertaneja universitária Jads e Jadson abre a 43ª Efapi hoje dia 29, Roda de Viola e Vó Zaíra. mas pode-se escolher o paO primeiro leilão “Ami- realizados. Os próximos O estacionamento custa cote para todos os dias no gos da Rural”, e o segundo acontecerão amanhã e no R$ 20 por dia para carros, valor de R$ 70. de touros Charolês já foram dia 28. Outra atração que deverá levar um número maior de visitantes ao recinto é o Ita Center Park. Segundo o d i re tor f i nanc e i ro d a Sociedade Rural do Norte Pioneiro, entidade organizadora da feira, Fábio Auersvald, o parque é de Goiás e reconhecido nacionalmente pela qualidade e diversidade de brinquedos. “É o mesmo que vai atuar na Exposição de Londrina”, disse Este ano, os visitantes também poderão conhecer a Casa do Carneiro, que
ficará aberta aos interessados na criação de ovinos. “É uma maneira de incentivar a produção de ovinos na nossa região”, comentou Fábio. Para quem quiser ver a cidade do alto poderá fazer um p ass eio p anorâmico com helicópteros de uma empresa de Curitiba autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ainda durante os cinco
“
Show da dupla sertaneja universitária Jads e Jadson abre a 43ª Efapi hoje”
dias do evento, serão oferecidas várias atividades, como o projeto Cowboy, com a equipe de rodeio Rozeta, na Pista de Julgamentos. De acordo com Auersvald, o projeto pretende revelar novos e pequenos talentos: “Haverá rodeios de carneiros, mini pôneis, e mini touros, tudo com acompanhamento profissional”, afirmou.
Serviços de Encomendas da Emp. Princesa do Norte As encomendas transportadas em ônibus não aguardam lotação e seguem no primeiro horário, Inúmeras viagens cobrem diariamente mais de 150 cidades nos Estados de São Paulo, Paraná,Minas Gerais, Goiás, Sta Catarina e Distrito Federal .
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