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Sexta-feira

30 DE JANEIRO DE 2015

ANO XVII - N0 2804 - R$ 1,00

DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI

www.tribunadovale.com.br

INQUÉRITO

Vítima diz que recebeu proposta dePMparamentiremdepoimento Arquivo

Uma ação desastrosa da Polícia Militar que quase terminou em tragédia continua rendendo desdobramentos enquanto o inquérito que apura as circunstâncias que envolvem o caso não é concluído. Uma das vítimas da perseguição a um suspeito revelou em depoimento à Polícia Civil que o aspirante da PM, Felipe Zanato teria proposto a ela que mentisse em seu depoimento para incriminar o motorista do Fiat Tipo perseguido pela polícia na noite de 31 de julho.

Policiais militares reviram interior do Citroen C4 por busca de projétil: cena alterada

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Elaine Cristina da Silva prestou depoimento na semana passada e reafirmou que Zanato teria feito uma proposta para que ela fosse liberada rapidamente. De acordo com a vítima, o aspirante teria sugerido a ela que dissesse em depoimento ainda na sede da 4ª Companhia da PM em Santo Antônio da Platina que o motorista do Tipo, que tem seu nome mantido em sigilo por determinação judicial, empunhava um revólver durante a perseguição policial.

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INVESTIGAÇÃO

Escola de Trânsito leva ações Depoimentos garantem que garoto educativas para mais de 40 mil alunos estava em bicicleta e pegava rabeira „

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A-2 Opinião

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TRIBUNA DO VALE Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Não é di•cil achar respostas para o baixo índice de confiança demonstrado pelos industriais.” Editorial

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O colonialismo é apenas causa ocasional do que acontece hoje” Luiz Felipe Pondé

E DITORIAL

Confiança da indústria em baixa A desesperança com relação ao futuro próximo do Brasil mais uma vez se evidenciou com a divulgação, na semana passada, d o Índ i c e d e C on f i anç a do Empresário Industrial (Icei), elaborado mensalmente pela C onfederação Nacional da Indústria (CNI). O índice relativo a janeiro de 2015, de 44,4%, é o mais baixo da série histórica iniciada em 1999 – 0,8 ponto percentual mais b ai xo qu e o afe r i d o e m dezembro de 2014. Explique-se desde logo o significado desses números: menos da metade dos empresários industriais pesquisados confia que seus negócios têm potencial para prosperar no corrente ano, a maioria encara com pessimismo o por vir de um

ambiente econômico que favoreça o crescimento de su as at iv id ades. Para s e te r ai n d a m ai or cl are z a em relação aos resultados d a p es quis a, lembremos dois dados importantes: o índice histórico médio de confiança aferido pelo Icei é de 56,9% – e qualquer taxa inferior a 50 é a representação do pessimismo. Não é difícil achar respostas para o baixo índice de confiança demonstrado pelos industriais. A primeira delas diz respeito à errática política econômica empreendida já desde o início de seu governo, em 2011, pela presidente Dilma Rousseff. Desde então, o p aí s ve m a ss i st i n d o a uma sucessão de improvisos cujos efeitos, fugazes, têm como resultado desor-

C HARGE

ganização e insegurança. Os exemplos são muitos, e citemos apenas dois dos mais emblemáticos: as desonerações pontuais e a voluntariosa e desastrada decisão de baixar as tarifas de energia elétrica. Enquanto o governo se apoiava na propaganda para infundir na sociedade a falsa impressão de que vivíamos um tempo de prosperidade, os números teimavam em mostrar o contrário: desequilíbrio gigantesco das contas públicas, inflação em alta, pedaladas contábeis, crescimento próximo do zero. As evidências do caos, denunciadas pela oposição e pelos mais respeitados analistas, não impediram a reeleição de Dilma Rousseff. Somente após a posse para o novo mandato é que

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a presidente deu sinais de que o que dizia durante a campanha não resistiria à dura realidade, que agora precisa ser enfrentada com os mesmos remédios amargos que antes combatera: cortes orçamentários, elevação da carga tributária, alta dos juros, supressão de direitos dos trabalhadores e t ant a s out r a s “m a l d a des” cont idas no p acote anunciado por seu novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy – aliás, é preciso lembrar que a pesquisa da CNI foi feita antes da divulgação do mais recente aumento de impostos. Isto é, se ao longo dos últimos anos o empresariado já encontrava razões para reduzir investimentos em seus negócios, o novo ambiente econômico im-

plantado de supetão trata de empurrar para baixo o que restava de confiança em dias melhores no curto prazo. O ministro reconhece que o país se manterá em ritmo recessivo e que as medidas anunciadas, que obrigatoriamente reduzirão o consumo, logicamente reduzirão t a mb é m a pro du ç ã o. E , portanto, temos à frente um cenário de crescimento das taxas de desemprego.Num ambiente destes, quem há de investir? Este é o recado que nos passam os índices negativos de confiança aferidos pela pesquisa da CNI. Eles se constituem em apenas mais um componente do conjunto de fatores psicológicos que se soma a fatos tão concretos como a incapacidade do país de oferecer melhor infraestrutura,

o risco iminente de apagão energético, o agravamento da crise hídrica, a contenção das exportações, a baixa das cotaçõ es no mercado de commodities estratégicas e tantas outras mazelas. É tudo de quanto precisamos p ara explic ar p or que o Brasil se tornou tão pouco atrativo para os capitais não especulativos e para a livre iniciativa. Disto se conclui que, de participante e indutor do crescimento econômico e social, o governo mais tem atrapalhado, tanto quando erra sistematicamente como quando só nos oferece o cálice amargo dos remédios de emergência sem, em contrapartida, ser convincente para alimentar a crença de que dias melhores virão.

A RTIGO Luiz Felipe Pondé

Bonitinhos, pacifistas e jihadistas

A RTIGO Adolfo Sachsida*

Outro aumento de credibilidade como esse e estaremos todos mortos! Em 2000 a carga tributária era de 30% do PIB. Em 2014, esse número deve ser de aproximadamente 37% do PIB. Acaso a credibilidade do governo aumentou? Acaso a situação fiscal do país teve uma melhora? No Brasil, aumento de impostos não melhora a situação fiscal de longo prazo, apenas aumenta os gastos do governo. Um ajuste fiscal sério precisa entender o parágrafo acima: aumentar impostos é, quando muito, uma solução passageira. Tal aumento esconde da população a real causa do desequilíbrio fiscal em nosso país: a explosão do gasto público. Esse é o real inimigo da credibilidade e da solvência fiscal. O governo brasileiro precisa urgentemente de grandes reformas macroeconômicas, e o aumento de impostos serve apenas para varrer a sujeira para debaixo do tapete. Para deixar o argumento claro, basta lembrarmos que em 1997, as despesas de Execução Financeira da União somavam 12,9% do PIB. Em 2012 esse valor

tinha mais que dobrado, atingindo 26,5% do PIB. De maneira geral, ocorreu um aumento contínuo de despesas ao longo de todo o período. Se olharmos a série a partir de 2003, temos que o crescimento da despesa é expressivo, com as despesas crescendo perto de 0,5% do PIB ao ano. Ao optar por aumentar impostos, o governo escolhe não discutir as causas do problema fiscal atual. Entre tais causas temos uma situação previdenciária insustentável no longo prazo. Qualquer medida séria, que busque realmente resolver o problema fiscal, precisa apresentar profundas modificações no sistema previdenciário. Entre tais medidas, duas são fundamentais: acabar com a aposentadoria por tempo de serviço; e aumentar a idade mínima para aposentadoria (igualando também a idade para homens e mulheres). Uma reforma tributária que reduza tanto a carga tributária quanto a complexidade dos impostos também é necessária. Uma ampla redução do gasto público,

TRIBUNA DO VALE

O Diário da nossa região - Fundado em agosto de 1995 Editora Jornal Tribuna do Vale LTDA CNPJ 01.037.108/0001-11 Matriz:: Travessa Audi 35, Centro Santo Antônio da Platina, PR Fone/Fax: 43 3534 . 4114

Diretor Responsável Benedito Francisquini - MTB 262/PR tribunadovale@tribunadovale.com.br tribunadovale@uol.com.br

tirando o governo de locais onde ele não é mais necessário, e fortalecendo a presença da iniciativa privada em setores-chave da economia, também é vital. Por fim, um amplo processo de privatizações é fundamental nesse período de transição, fortalecendo o caixa do governo e possibilitando uma transição suave. Aumentar impostos é a maneira de o governo ganhar tempo e não fazer o dever de casa. Usando de uma analogia futebolística, equivale a um jogador demorar para bater o lateral; sim, ganha-se tempo, mas a real causa da derrota permanece intocada. Chega da solução fácil e errada, chega de varrer a sujeira para debaixo do tapete. Aumentar impostos é a solução errada para o equilíbrio fiscal de longo prazo no Brasil. Pior que isso: ao maquiar a origem do verdadeiro problema, essa falsa solução apenas aumenta o custo do verdadeiro ajuste que, cedo ou tarde, terá de ser feito. Adolfo Sachsida é doutor em Economia.

Muita gente pensa que jihadistas são vítimas e que devemos ceder à pressão e obedecê-los. Fofo, não? Por que é tão difícil aceitarmos que nossa espécie gosta de matar? Isso não significa que isso seja “bonito”. Há anos leio sobre pré-história, e isso mudou minha visão de mundo. Um dos efeitos é ver os fatos contra uma cadeia gigantesca de tempo. O mundo não começou com o capitalismo. Novidade? Para alguns parece ser. Passado alguns dias dos ataques terroristas em Paris, podemos catalogar algumas conclusões. Antes de tudo, percebemos que a “intelligentsia especializada” continua rezando na cartilha besta da opressão X oprimidos e colocando o jihadismo na conta do colonialismo do século 19 e do preconceito. Sabemos, também, que o grupo terrorista Hamas condenou o ataque à revista, mas não o assassinato dos quatro judeus franceses. Logo, para o Hamas, matar judeus é OK. E mais: muita gente acha que devemos ceder à pressão dos jihadistas e obedecê-los. Fofo, não? Todo mundo que acha jihadista vítima social devia passar uns dias com eles. Quanta bobagem! Os jihadistas não vão mudar de ideia porque alguma pacifista de Facebook crê que tomando uma cerveja na Vila Madalena tudo ficará bem. Aliás, aos pacifistas, desejo um inventário bem difícil por um apartamento na Praia Grande. Quando isso acontecer, o pacifismo se afogará no ódio pela irmã que disputa o belo imóvel. Em filosofia, existe uma coisa que se chama “causa ocasional”. Causa ocasional

Representação: MERCONET Representação de Veículos de Comunicação LTDA Rua Dep. Atílio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR Fone: 41-3079-4666 ¦ Fax: 41-3079-3633 Vendas Assinatura Anual R$ 200,00 Semestral R$ 100,00

Impressão e Fotolito: Editora Jornal Tribuna do Vale Fone/Fax : 43 3534 . 4114

é aquilo que “aproveitando” um processo que lhe precede, transforma algo em real num dado momento. O colonialismo é apenas causa ocasional do que acontece hoje. Onde estava o colonialismo nas Cruzadas? Onde estava o colonialismo quando o Império Otomano massacrou centenas de milhares de pessoas por cerca de 500 anos? Repito: o colonialismo é apenas causa ocasional na nova onda de violência entre muçulmanos e europeus. Entretanto, essa violência não é fruto primeiro do colonialismo, mas sim do fato de que grupos humanos se matam seja lá por que causa for, e europeus e muçulmanos se matam há séculos. O colonialismo funciona para os bonitinhos como justificativa do jihadismo. Os povos invadem uns aos outros desde a pré-história. Onde estava o colonialismo 50 mil anos atrás? Já sei, dirão os bonitinhos que lá também havia “opressor e oprimido”. Sapiens sapiens opressor, neandertais oprimidos? Quem é o opressor na Nigéria? O Boko Haram ou as pessoas que eles matam a rodo? E entre os Estado Islâmico e o tanto de gente que ele degola ou transforma em escravo? Quem era o oprimido no combate entre turcos otomanos e cristãos nos séculos 15 e 16? Outro absurdo é dizer que o terrorismo islâmico na Europa é uma importação do conflito israelo-palestino. Isso, aliás, é o que os jihadistas querem, pensando que o Ocidente rifará o Estado de Israel em troca de poder tomar café em Paris em paz. Para os jihadistas, Israel

é um estado cruzado. Logo, é o contrário do que os “especialistas” dizem: o conflito israelo-palestino é que é parte do atavismo que envolve europeus e islâmicos, desde as cruzadas, chegando ao império turco, à sua falência e a seu espólio. Em muitos países de maioria muçulmana, cristãos são perseguidos. No Irã, por exemplo, é comum que pastores sejam presos por pregar o cristianismo, porque é proibido converter muçulmanos a outra religião. Cadê os bonitinhos que não “denunciam o preconceito” aqui? Pergunto aos bonitinhos: quem é o opressor e o oprimido aqui? Ou no caso de cristãos amedrontados no Níger? Dirão os bonitinhos que o cristianismo é uma religião de brancos ricos. Mesmo que no Níger os cristãos sejam negros e pobres? A defesa boba que a esquerda faz do jihadismo (fingindo que não faz, falando de “respeito ao outro” ou de “preconceito”) é mais uma prova de que a intelligentsia acadêmica está morta.Sabemos, também, que após o jihadismo matar tanta gente no Oriente Médio, no Paquistão e na África, ninguém nunca ter feito manifestação nenhuma é prova de que essa gente é bucha de canhão mesmo. Essa gente pode morrer de baciada que não atrapalha nosso “queijos e vinhos”. Quem o jihadismo não pode matar mesmo é gente chique. Luiz Felipe Pondé, escritor, filósofo e ensaísta, é doutor em Filosofia pela USP e professor do Departamento de Teologia da PUC-SP e da Faculdade de Comunicação da FAAP

Circulação: Abatiá ¦ Andirá ¦ Arapoti ¦ Bandeirantes ¦ Barra do Jacaré ¦Cambará ¦ Carlópolis ¦ Conselheiro Mairink ¦ Figueira¦Guapirama ¦ Ibaiti ¦ Itambaracá ¦ Jaboti ¦ Jacarezinho Jaguariaíva ¦ Japira ¦ Joaquim Távora ¦ Jundiaí do Sul ¦ Pinhalão ¦ Quatiguá ¦ Ribeirão Claro ¦ Ribeirão do Pinhal ¦ Salto do Itararé ¦Santana do Itararé ¦ Santo Antônio da Platina ¦ São José da Boa Vista ¦ Sengés ¦ Siqueira Campos ¦Tomazina ¦ Wenceslau Bráz

Filiado a Associação dos Jornais Diário do Interior do Paraná

* Os artigos assinados não representam necessariamente a opinião do jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.


Cidades A-3

TRIBUNA DO VALE Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Comandante da Rotam pediu para eu mentir em depoimento

INQUÉRITO»Vítima de ação desastrosa da PM diz em depoimento que aspirante pediu que incriminasse motorista perseguido pela polícia Arquivo

Luiz Guilherme Bannwart

Uma ação desastrosa da Polícia Militar que quase terminou em tragédia continua rendendo desdobramentos enquanto o inquérito que apura as circunstâncias que envolvem o caso não é concluído. Uma das vítimas da perseguição a um suspeito revelou em depoimento à Polícia Civil que o aspirante da PM, Felipe Zanato teria proposto a ela que mentisse em seu depoimento para incriminar o motorista do Fiat Tipo perseguido pela polícia na noite de 31 de julho. Elaine Cristina da Silva prestou depoimento na semana passada e reafirmou que Zanato teria feito uma proposta para que ela fosse liberada rapidamente. De acordo com a vítima, o aspirante teria sugerido a ela que dissesse em depoimento ainda na sede da 4ª Companhia da PM em Santo Antônio da Platina que o motorista do Tipo, que tem seu nome mantido em sigilo por determinação judicial, empunhava um revólver durante a perseguição policial. Segundo ela, com a versão sugerida pelo policial, tudo seria concluído mais rápido. “Ele me disse: ‘diga que você

Policiais tentam localizar projétil no interior do Citroen

viu o cara do Tipo com o revólver na mão, que assim você vai embora mais cedo, o cara (o motorista do Tipo) será preso e o nosso trabalho termina mais rápido, e assim fica bom para todo mundo’”. Para a vítima, a proposta do aspirante foi algo que ela jamais pensou que pudesse ouvir de um policial. “Questionei o PM. O correto não

é sempre falar a verdade? Depois disso ele silenciou-se por alguns segundos e saiu”, relembra. Elaine da Silva foi vítima de uma perseguição da PM ao motorista do Tipo. Ela e uma amiga estavam dentro do seu veículo, um Citroen C4 que estava estacionado na rua Wenceslau Braz, no centro da cidade, quando o Tipo

»S.A.PLATINA

em fuga atingiu uma caçamba estacionária no cruzamento com a rua 19 de Dezembro, sendo perseguido por uma viatura da Polícia Militar. Durante a perseguição foram feitos disparos e um dos tiros atingiu o vidro traseiro do veículo de Elaine, se alojando no estofamento do banco do motorista, exatamente onde a vítima estava sentada. Ao

perceber que seu carro foi atingido, Elaine ligou imediatamente para a PM e foi orientada a se dirigir até a sede da 4ª Cia para registrar a ocorrência. “Quando cheguei na Companhia a porta estava fechada. Liguei novamente para ser atendida. Em seguida chegaram as viaturas e os policiais já começaram a procurar o projétil dentro

do meu carro. Em nenhum momento falaram em perícia. Depois de algum tempo chegou um policial sem farda e também mexeu no carro, e em poucos minutos achou algo que disse ser parte do projétil que atingiu o vidro e o banco em que eu estava. Fui ser liberada somente por volta das 10 horas da manhã seguinte”, conta. Elaine da Silva disse que está à disposição da Justiça e que não teme uma possível acareação com o aspirante para esclarecer as acusações. “Na semana passada prestei novo depoimento e voltarei quantas vezes for preciso para colaborar com a Justiça. Eu falo a verdade! Se o delegado achar necessário colocar eu e o aspirante frente a frente reafirmo tudo o que disse no depoimento e a vocês (imprensa). Se o comandante agiu daquela forma, como são preparados os policiais? Ninguém vê isto?”, questionou. Outro lado O aspirante Felipe Zanato disse por telefone que não participou da perseguição e que se recorda muito pouco da ocorrência. O militar negou as acusações e informou que não está mais lotado no 2º Batalhão, em Jacarezinho.

»S.A.PLATINA

Vereadores aprovam três Após perseguição, ex-marido projetos em sessão extraordinária quebra para-brisa a socos Luiz Guilherme Bannwart

Antônio de Picolli

Para-brisa do carro ficou completamente destruído Dayse Miranda

Sessão foi realizada na manhã de ontem (30); segunda votação acontece hoje Luiz Guilherme Bannwart

As s ess õ es ordinár ias na C âmar a d e Ve re a d o res de Santo Antônio da Platina s erão retomadas somente a partir do dia 06 de fevereiro. No entanto, na manhã de quinta-feira (29), os parlamentares se reuniram para votar três projetos importantes, em sessão extraordinária, que ainda terão que passar por segunda votação em plenário na manhã de hoje (30). C om a ausência dos vereadores Aguinaldo Roberto Carmo (PSB) e José Pereira de Godoy (DEM), a b a n c a d a ap r o v o u p o r

unanimidade os projetos de Lei 01/2015, 02/2015 e 03/2015, que, respectivamente permite a equiparação salarial aos servidores mu n i c ip a i s , f i x a e m R $ 958,89 com jornada de 20 horas os salários dos prof issionais do mag istér io público e concede ao Executivo a organização administrativa do município. O presidente da Câmara de Vereadores, Valdir Domingos de Souza (PSB), d e s t a c ou qu e ap e s ar d o recesso nas sessões ordinárias os trabalhos internos já voltaram ao normal e as votações em caráter emergencial serão reali-

zad as em s ess õ es ext raordinárias. “O regimento determina que as sessões ordinárias sejam retomadas no dia 6 de fevereiro. Porém, os servidores já estão trabalhando e faremos quantas sessões extraord i n ár i a s fore m pre c i s a s para aprovar projetos que venham somar para o bem d o mu n i c ípi o. As c r ít i cas são importantes para chegarmos a um denominador comum, mas temos q u e c a m i n h a r u n i d o s”, disse Souza. A s egunda s essão extraordinária na Câmara de Vereadores está marcada para as 8 horas de hoje.

Uma tentativa de agressão chamou atenção dos platinenses na tarde desta quinta-feira, 29. Duas mulheres se deslocavam da cidade de Joaquim Távora para Santo Antônio da Platina por volta as 12h30 em um veículo Prisma de cor prata com placas de Quatiguá. Durante o trajeto na PR-092, o ex-marido da condutora, que estava em uma Saveiro de cor

vermelha, também com placas de Quatiguá, jogou o carro contra o dela, na tentativa de tirá-la da estrada. A condutora que conseguiu escapar da perseguição na rodovia. Porém, ao chegar a Santo Antônio da Platina, o ex-marido arremessou uma furadeira contra elas, acertando a porta traseira do veículo. Quando a condutora parou, o indivíduo desferiu vá-

rios socos até destruir o para-brisa, inclusive ameaçando a ex-mulher de morte. Desesperadas com a situação, ambas correram e buscaram por socorro em uma loja de materiais de construção, onde chamaram pela Polícia Militar. O ex-marido fugiu e até o fechamento desta edição ainda não havia sido localizado para prestar esclarecimentos. Nenhuma das denunciantes ficou ferida.

»CAMBARÁ

PM prende suspeito de tráfico de drogas Luiz Guilherme Bannwart

Diego Alves da Silva, 20, foi preso pela Polícia Militar na tarde de quarta-feira (28), suspeito de tráfico de drogas, em Cambará. A PM recebeu uma de-

núncia relatando que Silva estaria vendendo drogas no bairro Estação e foi até o endereço, onde abordou o suspeito em sua casa e localizou porções de maconha escondidas no interior de um tijolo e em sofá.

Na casa, os policiais também recuperaram quatro pássaros silvestres que for am e nt re g u e s à Pol í c i a Ambiental. Silva recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.


A-4 Geral

TRIBUNA DO VALE Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Deputados aumentam salĂĄrios em 26% PARANĂ ÂťReajuste segue o aprovado pelo Congresso no ďŹ m de 2014. Impacto serĂĄ de R$ 285 mil mensais Amanda Audi/Gazeta do Povo

Em meio à crise nas finanças do estado, os 54 deputados do Paranå passarão a receber R$ 25.322,25 mensais a partir de fevereiro – aumento de 26,3% sobre a remuneração do mês anterior. O ato foi publicado no Diårio Oficial da Assembleia Legislativa de ontem (27). O reajuste Ê o mesmo aprovado pelo Congresso Nacional no fim do ano passado, que elevou os salårios de deputados federais, senadores e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para R$ 33,7 mil. Como o aumento representa cerca de R$ 5,3 mil a mais por mês para cada parlamentar, o impacto na folha da Assembleia do Paranå Ê estimado em R$ 285 mil mensais. Pela Constituição, deputados estaduais podem receber, no måximo, 75% d a re mu n e r a ç ã o d e u m parlamentar da esfera fe-

deral. Uma lei estadual, porĂŠm, suprimiu esse limite e fixou a remuneração na Alep no teto. O texto da lei 15.432/2007 diz que a remuneração dos membros da Assembleia Legislativa ĂŠ “fixada em 75% do que perceberem, em espĂŠcie, os deputados federaisâ€?. Para o deputado Plauto MirĂł (DEM), 1Âş SecretĂĄrio da Casa, seria possĂ­vel estabelecer um reajuste mais baixo, para gerar economia. Mas, segundo ele, o valor estĂĄ dentro da lei e ĂŠ “naturalâ€? que a Assembleia adote o me s mo p orc e ntu a l d e reajuste utilizado pelo Congresso. “Nos Ăşltimos anos, a Assembleia tem demonstrado que age dentro do que a opiniĂŁo pĂşblica deseja e quer dos governantes. Fez o seu dever de casaâ€?, afirmou Plauto. O atual presidente da C asa, Valdir Rossoni (PSDB), nĂŁo foi localizado. Segundo a assessoria de imprensa da Assembleia, os

Arquivo

Pela Constituição, deputados estaduais podem receber, no måximo, 75% da remuneração de um parlamentar da esfera federal

deputados costumam devolver cerca de 40% dos repasses do Executivo, o que representa aproximadamente R$ 600 milhþes nos últimos quatro anos. O aumento dos salårios, portanto, seria encaixado no Orçamento –

estimado em R$ 636 milhþes para 2015. O valor repassado Ê fixado pelo Executivo. AlÊm do subsídio, os deputados do estado tambÊm têm direito a R$ 31,5 mil mensais para despesas como alimentação e correio, entre

outros, e R$ 78,5 mil mensais para contratar atÊ 23 comissionados. No País De acordo com um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgado no

fim do ano passado, todas as 27 Assembleias Legislativas do Brasil jĂĄ aprovaram leis para elevar salĂĄrios atĂŠ o teto constitucional. O custo dos aumentos no paĂ­s foi estimado em R$ 72,8 milhĂľes por mĂŞs.

ÂťINVESTIGAĂ‡ĂƒO

Garoto estava em bicicleta e pegava rabeira em caminhĂŁo Luiz Guilherme Bannwart

O delegado da 38ª Delegacia Regional de Polícia, Tristão Antônio Borborema de Car valho, responsåvel pelas investigaçþes sobre a morte do menino Samuel da

Silva Alexandre, 12, informou na tarde de ontem (29), que testemunhas revelaram em depoimento que o garoto estava em uma bicicleta e que pegava rabeira quando se desequilibrou e caiu sob o rodado de um caminhĂŁo, em

Santo Antônio da Platina. O acidente ocorreu na tarde do dia 22, na rua Antônio de Castro Vilas Boas, próximo à praça do conjunto Doutor Jamidas, e resultou na morte instantânea da vítima. De acordo com o laudo

do Instituto MĂŠdico Legal (IML) com sede em Jacarezinho, o garoto caiu sob o rodado no momento em que o caminhĂŁo carregado c om t ij ol o s p ass av a p or um redutor de velocidade (lombada) e teve parte

da cabeça arrastada pelos pneus do veículo. O delegado explicou que diante dos depoimentos das testemunhas e do resultado emitido pelo Instituto MÊdico Legal (IML) fica esclarecido que o aci-

dente foi uma fatalidade e que o motorista nĂŁo teve culpa, e sendo assim ele nĂŁo serĂĄ indiciado. TristĂŁo de Carvalho disse que o inquĂŠrito policial deve ser concluĂ­do nos prĂłximos dias.

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NÂş 911 - 28 de janeiro de 2015

Seed suspende distribuição de aulas em todo Estado Presidente da entidade esteve na Seed para protocolar ofício de agendamento A direção estadual da APP 6LQGLFDWR HVWHYH QD 6HFUHWDULD GD Educação (Seed) na última terça e TXDUWD IHLUD H SDUD EXVFDU informaçþes sobre o cancelamenWR GD GLVWULEXLomR GH DXODV SDUD SURIHVVRUHV DV 366 QDV HVFRODV GR (VWDGR 1R GLD QHQKXPD FKH¿D recebeu os(as) diretores(as) da enWLGDGH DOHJDQGR HVWDU HP UHXQL}HV 1D TXDUWD IHLUD SHOD PDQKm R SUHVLGHQWH GD $33 SURIHVVRU +HUPHV /HmR HVWHYH QRYDPHQWH QD 6HHG DFRPSDQKDGR GR VHFUHWiULR GH $VVXQWRV 0XQLFLSDLV SURIHVVRU &HOVR -RVp GRV 6DQWRV GD VHFUHWiULD (GXFDFLRQDO SURIHVVRUD :DONtULD 2OHJDULR 0D]]HWR H GR 'HSXWDGR (VWDGXDO 3URIHVVRU /HPRV 37

1D RFDVLmR IRUDP LQIRUPDGRV de que a distribuição de aulas foi VXVSHQVD GHYLGR D UHDGHTXDo}HV QD HVWUXWXUD GDV HVFRODV $LQGD VHJXQGR D VHFUHWDULD QmR Ki SUHYLVmR GH TXH XPD HPSUHVD UHDOL]H D FRQWUDWDomR GHVWHV DV SUR¿VVLRQDLV H TXH D SUySULD 6HHG DWUDYpV GRV 1~FOHRV 5HJLRQDLV GH (GXFDomR IDUi HVWD GLVWULEXLomR DVVLP TXH DXWRUL]DGD ³5HDILUPDPRV D LPSRUWkQFLD da distribuição de aulas aos PSS o TXDQWR DQWHV DVVLP FRPR D SRVVH GRV QRYRV FRQFXUVDGRV R TXH SRVVLELOLWD VXD SDUWLFLSDomR QD VHPDQD SHGDJyJLFD 2 DWUDVR QHVWHV SURFHVVRV interfere diretamente no dia-a-dia GD HVFROD SUHMXGLFDQGR R SURFHVVR GH DSUHQGL]DJHP H D RUJDQL]DomR GDV XQLGDGHV HVFRODUHV´ D¿UPD R SURIHVVRU +HUPHV /HmR 6REUH DV GHPDLV SDXWDV HPHUJHQFLDLV GD FDWHJRULD FRPR R SDJDPHQWR GH GH IpULDV +HUPHV D¿Umou que a APP busca informaçþes H UHDOL]D DV FREUDQoDV SDUD TXH D

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Editais de convocação Assembleia Regional Extraordinåria dos Educadores(as) de Jaguariaíva $ SUHVLGHQWH GD $33 6LQGLFDWR 3RQWD *URVVD FRQYRFD RV DV HGXFDGRUHV DV GR PXQLFtSLR GH -DJXDULDtYD SDUD DVVHPEOHLD H[WUDRUGLQiULD D VHU UHDOL]DGD QR GLD GH IHYHUHLUR GH jV K HP SULPHLUD FRQYRFDomR H K HP VHJXQGD FRQYRFDomR QR DXGLWyULR GR &ROpJLR (VWDGXDO 5RGULJXHV $OYHV UXD ([SHGLFLRQiULR V Q -DJXDULDtYD ¹ 35 SDUD WUDWDU GD VHJXLQWH SDXWD ,QIRUPHV 0RELOL]DomR (OHLomR SDUD VXEVWLWXLomR GR D UHSUHVHQWDQWH GH 0XQLFtSLR SDUD PDQGDWR VERA ROSI LOPES DE MORAIS Presidente do Núcleo Sindical de Ponta Grossa

Assembleia Regional ExtraordinĂĄria dos Educadores(as) de Palmeira $ SUHVLGHQWH GD $33 6LQGLFDWR 3RQWD *URVVD FRQYRFD RV HGXFDGRUHV DV GR PXQLFtSLR GH 3DOPHLUD SDUD DVVHPEOHLD H[WUDRUGLQiULD D VHU UHDOL]DGD QR GLD GH )HYHUHLUR GH jV K HP SULPHLUD FRQYRFDomR H K HP VHJXQGD FRQYRFDomR QR &ROpJLR $JUtFROD *HW~OLR 9DUJDV 35 NP 3DOPHLUD Âą 35 SDUD WUDWDU GD VHJXLQWH SDXWD ,QIRUPHV 0RELOL]DomR (OHLomR SDUD VXEVWLWXLomR GR D UHSUHVHQWDQWH GH 0XQLFtSLR SDUD PDQGDWR

‡ $WUDVR GR SURFHVVR GH GLVWULEXLomR GH DXODV LQWHUIHUH GLUHWDmente no dia a dia da escola SDXWD ILQDQFHLUD VHMD FXPSULGD ³)RPRV jV VHFUHWDULDV GH (GXFDomR H GH $GPLQLVWUDomR GR (VWDGR D ¿P de buscar maiores detalhes sobre RV SDJDPHQWRV 1R HQWDQWR HVWi

PXLWR GLItFLO FRQVHJXLU TXDOTXHU LQIRUPDomR 1HVWD WDUGH FRQWLQXDUHPRV R GHEDWH SDUD FREUDU D HIHWLYDomR GRV FRPSURPLVVRV ¿QDQFHLURV GR JRYHUQR FRP D FDWHJRULD´ D¿UPRX

VERA ROSI LOPES DE MORAIS Presidente do NĂşcleo Sindical de Ponta Grossa

Organizando a luta! A Assembleia Estadual serĂĄ dia 07 de fevereiro, em Guarapuava. Participe!

Direção da APP reúne-se com Secretårio da Educação Durante a reunião, direção cobrou cumprimento de itens emergenciais da pauta 1D ~OWLPD VH[WD IHLUD XPD FRPLVVmR IRUPDGD SHOR SUHVLGHQWH GD $33 6LQGLFDWR SURIHVVRU +HUPHV 6LOYD /HmR SHOD VHFUHWiULD GH ¿QDQoDV SURIHVVRUD 0DUOHL )HUQDQGHV GH &DUYDOKR H SHOR VHFUHWiULR GH DVVXQWRV MXUtGLFRV SURIHVVRU 0iULR 6pUJLR )HUUHLUD IH] XPD UHXQLmR

FRP R QRYR VHFUHWiULR GH (GXFDomR )HUQDQGR ;DYLHU )HUUHLUD $OpP GR VHFUHWiULR HVWDYDP SUHVHQWHV R H[ VHFUHWiULR 3DXOR 6FKPLGW D FKHIH GH 5HFXUVRV +XPDQRV &\UFH %HUQDGHWH GD 6LOYD H D 6XSHULQWHQGHQWH (OLDQH 5RFKD Tratou-se de uma reuniĂŁo iniFLDO GH DSUHVHQWDomR HP TXH D GLUHomR GD $33 UHDÂżUPRX TXHVW}HV HPHUJHQFLDLV GD SDXWD $ FRPLVVmR LQVLVWLX TXH R QmR SDJDPHQWR GH IpULDV H UHVFLVmR GRV FRQWUDWRV 366 LPSDFWDUmR QR LQtFLR GR DQR OHWLYR H FREURX XPD PDQLIHVWDomR GR JRYHU-

QR SDUD RV SUy[LPRV GLDV 2XWURV LWHQV FREUDGRV UHJXODUL]DomR GR UHSDVVH GR IXQGR URWDWLYR SDJDPHQWR VDODULDO GR FRQMXQWR GRV DV VHUYLGRUHV DV QR ~OWLPR GLD ~WLO GR PrV UHSDVVH GR DX[LOLR DOLPHQWDomR SDUD RV DV IXQFLRQiULRV DV GH HVFROD SDJDPHQWR GDV SURJUHVV}HV H SURPRo}HV GH DV SURIHVVRUHV DV H IXQFLRQiULRV DV Âą FHUFD GH 5 PLOK}HV ,QVLVWLX VH DLQGD QR FXPSULPHQWR GR UHDMXVWH GH VDOiULRV GRV DV SURIHVVRUHV DV FRQIRUPH tQGLFH QDFLRQDO GH

Ao tratar de questþes emerJHQFLDLV GH QRVVD SDXWD D GLUHomR IRL HQIiWLFD HP WUDGX]LU R TXDGUR GH GHVFRQWHQWDPHQWR GD FDWHJRULD TXH YHP GHVGH R GHVFXPSULPHQWR GH LWHQV DFRUGDGRV GXUDQWH D JUHYH GH ¹ HQWUH HOHV R SURMHWR GH SDJDPHQWR SRU PDLRU KDELOLWDomR GRV DV 366 H FRQWDJHP GR WHPSR 366 SDUD DYDQoR QD FDUUHLUD GRV DV SURIHVVRUHV DV HIHWLYRV DV SDVVDQGR SHOR ³SDFRWDoR´ GH ¿QDO GH DQR ¹ FRP D SHQDOL]DomR DRV jV VHUYLGRUHV DV DSRVHQWDGRV DV TXH UHFHEHP DFLPD GR WHWR GR ,166 H

DJRUD UHFHQWHPHQWH RV GHFUHWRV DVVLQDGRV GXUDQWH D SRVVH GR JRYHUQDGRU 3URIHVVRU +HUPHV UHLWHURX ³SUHFLVDPRV UHWRPDU R WUDEDOKR LPSRUWDQWH GH FRPLVV}HV FRPR GR FDUJR GH KRUDV GR FRQFXUVR SDUD funcionårios e os debates acerca GR QRYR PRGHOR GH DWHQGLPHQWR j VD~GH´ Posse dos(as) novos(as) concursados(as): KRXYH D VLQDOL]DomR GR VHFUHWiULR GD HIHWLYDomR GD SRVVH GRV DV QRYRV DV FRQFXUVDGRV FRQIRUPH FDOHQGiULR SUHYLVWR SDUD R LQtFLR GR DQR OHWLYR (P UHOD-

omR jV RUGHQV GH VHUYLoR IRL LQVLVWLGR QD SRVVLELOLGDGH GH VXD RIHUWD 3RU ÂżP D FRPLVVmR UHIRUoRX DR QRYR VHFUHWiULR TXH R QmR FXPSULPHQWR GRV LWHQV HPHUJHQFLDLV GD SDXWD LQVWDXUDUi QD HVFROD XP FOLPD GHVIDYRUiYHO TXH VH UHĂ€HWLUi GXUDQWH D VHPDQD SHGDJyJLFD EHP FRPR QR LQtFLR GDV DXODV $ FDWHJRULD VDEHUi DYDOLDU HVWDV TXHVW}HV GXUDQWH D $VVHPEOHLD GR GLD GH IHYHUHLUR HP *XDUDSXDYD 3RU LVVR LQVLVWLX QD UHDOL]DomR GH RXWUR GHEDWH QRV SUy[LPRV GLDV RQGH RV LWHQV DTXL WUDWDGRV H RXWURV VHMDP UHWRPDGRV


Geral A-5

TRIBUNA DO VALE Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 PREFEITURA DO MUNICIPIO DE CAMBARÁ ESTADO DO PARANÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO 2.014/SEMESTRAL JULHO-DEZEMBRO RREO – Anexo IV (LRF, Art. 53, inciso II)

R$ 1,00 RECEITAS REALIZADAS PREVISÃO INICIAL

RECEITAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS - RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições dos Segurados Pessoal Civil Ativo Inativo Pensionista Pessoal Militar Ativo Inativo Pensionista Outras Receitas de Contribuições Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Outras Receitas Patrimoniais Receita de Serviços Outras Receitas Correntes Compensação Prevenciária do RGPS para o RPPS Demais Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens, Direitos e Ativos Amortização de Empréstimos Outras Receitas de Capital (-) DEDUÇÕES DA RECEITA RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS - RPPS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS - RPPS (III) = (I+II) RREO – Anexo IV (LRF, Art. 53, inciso II)

PREVISÃO no Semestre até o Semestre até o Semestre ATUALIZADA 2013 2014

2.520.000,00 2.520.000,00 1.320.000,00 1.320.000,00 1.320.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.200.000,00 0,00 1.200.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

2.520.000,00 2.520.000,00 1.320.000,00 1.320.000,00 1.320.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.200.000,00 0,00 1.200.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

2.393.737,31 2.393.737,31 1.582.878,92 1.582.878,92 1.582.878,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 810.858,39 0,00 810.858,39 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

4.235.128,85 4.235.128,85 2.292.739,32 2.292.739,32 2.292.739,32 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.942.389,53 0,00 1.942.389,53 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

2.150.222,30 2.150.222,30 1.215.908,07 1.215.908,07 1.215.908,07 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 934.314,23 0,00 934.314,23 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

2.328.000,00 4.848.000,00

2.328.000,00

971.248,67

1.154.514,25

1.814.332,71

4.848.000,00

3.364.985,98

5.389.643,10

3.964.555,01 R$ 1,00

DESPESAS EMPENHADAS DOTAÇÃO INICIAL

DESPESAS

DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS - RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (IV)

DOTAÇÃO ATUALIZADA no Semestre até o Semestre 2014

2.533.000,00 303.000,00 263.000,00 40.000,00 2.230.000,00 2.230.000,00 1.400.000,00 800.000,00 30.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

ADMINISTRAÇÃO Despesas Correntes Despesas de Capital PREVIDÊNCIA Pessoal Civil Aposentadorias Pensões Outros Benefícios Previdenciários Pessoal Militar Reformas Pensões Outros Benefícios Previdenciários Outras Despesas Previdenciárias Compensação Previdenciária do RPPS para o RGPS Demais Despesas Previdenciárias DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS - RPPS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (V)

2.533.000,00 303.000,00 263.500,00 39.500,00 2.230.000,00 2.230.000,00 1.400.000,00 800.000,00 30.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

855.205,67 7.914,17 7.914,17 0,00 847.291,50 847.291,50 500.681,21 346.610,29 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

até o Semestre 2013

1.660.209,96 41.260,17 41.260,17 0,00 1.618.949,79 1.618.949,79 1.272.339,50 346.610,29 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

1.568.397,64 43.320,52 43.320,52 0,00 1.525.077,12 1.525.077,12 1.089.416,24 435.660,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

11.000,00

11.000,00

0,00

0,00

0,00

TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS - RPPS (VI) = (IV + V)

2.544.000,00

2.544.000,00

855.205,67

1.660.209,96

1.568.397,64

RESULTADO PREVIDENCIÁRIO - RPPS(VII)=(III-VI)

2.304.000,00

2.304.000,00

2.509.780,31

3.729.433,14

2.396.157,37

APORTES DE RECURSOS PARA O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO SERVIDOR

PREVISÃO ATUALIZADA

PREVISÃO INICIAL

TOTAL DOS APORTES PARA O RPPS Plano Financeiro Recursos para Cobertura de Insuficiências Financeiras Recursos para Formação de Reserva Outros Aportes para o RPPS Plano Previdenciário Recursos para Cobertura de Déficit Financeiro Recursos para Cobertura de Déficit Atuarial Outros Aportes para o RPPS

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

RECEITAS REALIZADAS no Semestre até o Semestre até o Semestre 2014 2013

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

RESERVA ORÇAMENTÁRIA DO RPPS

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 Continua 1/3 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA

VALOR

0,00

BENS E DIREITOS DO RPPS

PERÍODO DE REFERÊNCIA

MÊS ANTERIOR

CAIXA BANCOS CONTA MOVIMENTO INVESTIMENTOS OUTROS BENS E DIREITOS

2014

0,00 16.901.804,48 0,00 0,00

2013 0,00 15.775.609,76 0,00 0,00

0,00 19.369.161,84 0,00 0,00

RECEITAS REALIZADAS RECEITAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS - RPPS

RECEITAS CORRENTES (VIII) Receita de Contribuições Pessoal Civil Ativo Inativo Pensionista Pessoal Militar Ativo Inativo Pensionista Para Cobertura de Déficit Atuarial Em Regime de Débitos e Parcelamentos Receita Patrimonial Receita de Serviços Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL (IX) Alienação de Bens Amortização de Empréstimos Outras Receitas de Capital (-) DEDUÇÕES DA RECEITA (X) TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS (XI) = (VII + IX + X)

PREVISÃO INICIAL

PREVISÃO ATUALIZADA

no Semestre

até o Semestre 2014

até o Semestre 2013

2.328.000,00 2.328.000,00 1.728.000,00 1.728.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 400.000,00 200.000,00 0,00 0,00

2.328.000,00 2.328.000,00 1.728.000,00 1.728.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 400.000,00 200.000,00 0,00 0,00

971.248,67 971.248,67 859.538,55 859.538,55 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 111.710,12 0,00 0,00

1.154.514,25 1.154.514,25 982.577,71 982.577,71 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 171.936,54 0,00 0,00

1.814.332,71 1.814.332,71 1.639.964,75 1.639.964,75 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 174.367,96 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

2.328.000,00

2.328.000,00

971.248,67

1.154.514,25

1.814.332,71

DESPESAS EMPENHADAS DESPESAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS - RPPS

DOTAÇÃO INICIAL

DOTAÇÃO ATUALIZADA no Semestre

até o Semestre 2014

até o Semestre 2013

ADMINISTRAÇÃO (XII) Despesas Correntes Despesas de Capital

11.000,00 11.000,00 0,00

11.000,00 11.000,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS (XIII) = (XII)

11.000,00

11.000,00

0,00

0,00

0,00

FON TE: Sistema Elotech Gestão Pública, Unidade Responsável PREFEITURA DO MUNICIPIO DE CAMBARÁ, emitido em 28/jan/2015 as 16h e 24m.

JOAO MATTAR OLIVATO PREFEITO

Este Relatório poderá sofrer alterações após consolidação do TCE-PR.

FABIO AUGUSTO DE OLIVEIRA MORAIS CONTROLE INTERNO

DION AUGUSTO DOS SANTOS TÉCNICO CONTABIL -CRC - PR064352/P-3

TIM vai patrocínar Atlético-PR e Coritiba FUTEBOL»Operadora estampará sua marca da dentro da numeração das camisas dos times e oferecerá produtos exclusivos para os torcedores dos clubes Da Assessoria

A TIM segue ampliando sua plataforma de futebol para aproximar ainda mais os torcedores dos seus times do coração. A operadora, agora, chega ao Paraná e anuncia contrato de patrocínio com os dois maiores times do Estado: Atlético Paranaense e Coritiba. O anúncio representa a retomada de parceria, já que a operadora apoiou os dois times em 2001. A logomarca da TIM ficará exposta dentro do número das camisas de jogo, formato de patrocínio pioneiro no futebol brasileiro e que valoriza um dos elementos mais importantes do uniforme. Os uniformes já com a logo da empresa entrarão em campo em fevereiro, durante o Campeonato Paranaense de 2015. “Essas duas novas parcerias reforçam nossa presença no Paraná – onde somos líderes de mercado – e são fundamentais em nossa plataforma de apoio ao esporte mais popular do país. A TIM é uma empresa que, através dos seus serviços e da sua tecnologia, potencializa a vida dos seus clientes e entrou no mundo do futebol não somente com o foco em patrocínio, mas para aproximar ainda mais os torcedores dos seus clubes antes, durante e após as partidas. Esse era um patrocínio muito esperado pelos paranaenses e estamos felizes em nos juntar às duas maiores torcidas do Estado”, afirma o diretor da TIM no

Paraná, Carlos Eduardo Spezin Lopes. Além das camisas de jogo, a TIM também colocará sua marca uniformes de treino, no backdrop dos clubes, em placas de publicidade e nos Centros de Treinamento. Os novos contratos, válidos por um ano, preveem ainda a autorização para realização de ações promocionais com as torcidas e o lançamento das ofertas TIM Torcedor, que permite aos clientes receber notícias diárias, alertas de gols, entre outros conteú-

“

A nossa proposta não se encerra em apenas estampar esta marca de sucesso em no uniforme.”

dos totalmente gratuitos. O consumidor poderá comprar um TIMChip pré-pago “uniformizado” do Atlético Paranaense ou Coritiba ou aderir através do call center. A previsão de lançamento é março de 2015. “Estamos muito orgulhosos em retomar o contato com a TIM. A nossa proposta não se encerra em apenas estampar esta marca de sucesso em no uniforme. Queremos estabelecer uma comunicação via TIM entre os nossos

torcedores. Mais do que isso, ter a esperança de paz entre as torcidas, pois é o único patrocinador dos dois clubes, decisão que fortalece o futebol do Paraná”, ressalta Luiz Sallim Emed, vice-presidente do Clube Atlético Paranaense. “O Coritiba encontrou na TIM uma empresa parceira que nos trará receita e, em contrapartida, estará unindo sua marca de credibilidade a nossa marca centenária, construída e fortalecida por uma torcida apaixonada e dedicada. A operadora entendeu e valorizou nossas tradições ao atender ao interesse de nossa torcida com uma concessão que poucos empresas fariam, que foi a mudança das cores de sua logomarca”, destaca Rogério Portugal Bacellar, presidente do Coritiba. Com os novos contratos, Atlético Paranaense e Coritiba passam a fazer parte do grupo de times patrocinados pela TIM em sua plataforma de futebol, criada em 2010. O objetivo da companhia é buscar uma maior aproximação com os consumidores por meio do esporte mais popular do Brasil, além de permitir que os torcedores estejam mais perto dos seus clubes do coração. Além dos clubes paranaenses, atualmente, a TIM mantém contrato de patrocínio com outros dez grandes clubes do Brasil: Atlético Mineiro, Bahia, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Vasco e Vitória.

»S.A.PLATINA

Dois são presos pela PM com crack e maconha Luiz Guilherme Bannwart

Duas pessoas foram presas pela Polícia Militar na quarta-feira (28), acusadas de tráfico de drogas, em Santo Antônio da Platina. Durante a manhã, por volta das 11h30, após várias denúncias recebidas, a PM foi até a quadra de esportes no Povoado da Platina, onde abordou Patrick Leonardo de Camargo, 18, que confessou que vendia drogas no local. Em seguida, Camargo levou os policiais até uma mata em uma propriedade rural no povoado, onde escondia enterradas as porções de droga que comercializava. No local foram localizadas 53 ‘buchas’ de maconha. O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido à 38ª Delegacia Regional de Polícia, onde foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. No final da tarde, por volta das 18h30, um rapaz de 19 anos foi preso pela PM na vila Coelho com seis porções de crack. A droga e o suspeito foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil.

Droga encontrada pela Policia Militar


A-6 Atas & Editais

TRIBUNA DO VALE Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 MUNICÍPIO DE CAMBARÁ ESTADO DO PARANÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO 2.014/SEMESTRAL JULHO-DEZEMBRO

MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA DEMOSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2014 Página: 1 /

LRF, Art. 53, inciso III - Anexo VII

RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I)

1

RECEITAS REALIZADAS

Previsão atualizada

RECEITAS PRIMÁRIAS

Jan à Dez 2014

No Bimestre

Jan à Dez 2013

15.476.093,11

2.369.746,80

10.791.763,57

10.101.932,53

288.804,28

77.924,41

242.556,34

226.011,68

37.994,01

46.882,51

57.712,21

55.060,92

105.584,26

43.177,34

Receita tributária IPTU

46.500,00

ISS

51.000,00

11.759,34

ITBI

50.000,00

62.251,68

IRRF

54.735,58

1.042,68

3.619,08

34.403,30

Outras receitas tributárias

86.568,70

2.563,97

37.646,78

46.487,61

0,00

(-)Deduções da receita tributária

306,74

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita previdenciária

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras receitas de contribuições

0,00

0,00

0,00

0,00

(-)Deduções da receita de contribuições

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita de contribuição

Receita patrimonial líquida Receita patrimonial (-)Aplicações financeiras

0,00

0,00

0,00

0,00

93.255,40

28.844,59

178.052,39

71.474,05

93.255,40

(-)Deduções da Receita patrimonial

28.844,59

0,00

178.052,39 0,00

0,00

2.252.056,46

10.469.670,00

9.624.719,92

7.654.822,70

1.276.271,37

6.992.873,52

6.511.083,70

ICMS

3.143.504,42

755.273,42

3.238.514,16

2.828.177,77

215.846,67

23.458,44

205.488,82

122.513,16

4.009.952,08

197.053,23

32.793,50

162.945,29

163.162,96

39.765,93

79.537,23

251.200,93

13.000,00

36,52

3.311,05

6.188,01

150.162,96

39.729,41

76.226,18

245.012,92

0,00

0,00

0,00

0,00

Convênios Outras transferências correntes Demais receitas correntes Dívida Ativa Diversas receitas correntes (-)Deduções das demais receitas correntes

3.687.133,04

159.547,55

1.619.922,40

973.520,67

Operações de crédito(III)

0,00

0,00

0,00

0,00

Amortizações de empréstimos (IV)

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITAS DE CAPITAL(II)

Alienação de ativos (V) Transferências de capital Convênios

35.000,00

0,00

66.980,00

0,00

3.652.133,04

159.547,55

1.552.942,40

973.520,67

2.898.133,04

159.547,55

1.179.553,60

973.520,67

754.000,00

0,00

373.388,80

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras transferências de capital Outras receitas de capital RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI)=(II-III-IV-V) RECEITA PRIMÁRIA TOTAL (VII)=(I+VI)

3.652.133,04

159.547,55

1.552.942,40

973.520,67

19.128.226,15

2.529.294,35

12.344.705,97

11.075.453,20

DESPESAS PRIMÁRIAS DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e encargos sociais

Jan à Dez 2014

No Bimestre

9.750.684,52

0,00

6.523.051,30

1.182.212,03

5.330.367,56

0,00

36.000,00

6.345,51

29.279,57

0,00

646.532,62

4.391.037,39

0,00

11.967.863,14

1.828.744,65

9.721.404,95

0,00

5.116.541,09

750.418,60

2.528.515,22

0,00

5.004.976,09

732.861,55

2.420.050,34

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Concessão de empréstimos (II)

0,00

0,00

0,00

0,00

Aquisição de título de capital já integralizado (III)

0,00

0,00

0,00

0,00

Demais inversões financeiras

0,00

0,00

0,00

0,00

111.565,00

17.557,05

108.464,88

0,00

5.004.976,09

732.861,55

2.420.050,34

38.130,00

0,00

0,00

17.010.969,23

2.561.606,20

12.141.455,29

0,00

2.117.256,92

(32.311,85)

203.250,68

11.075.453,20

-

-

5.936.534,23

DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES ()=(VIII-I) DESPESAS DE CAPITAL (I) Investimentos Inversões financeiras

Amortização da dívida (IV) DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL FISCAIS (V)=(I-II-III-IV) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (VI) DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (VIII)=(+V+VI) RESULTADO PRIMÁRIO (VII - XVIII)

0,00

SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES

0,00

0,00

DESPESAS EXECUTADAS Até o Período

DOTAÇÃO ATUALIZADA

SALDO A EXECUTAR

LIQUIDADAS

0,00 0,00

INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (f) 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

DESPESAS (d)

(e)

APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS (II) Despesas de Capital Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida Despesas Correntes dos Regimes de Previdência Regime Geral da Previdência Social Regime Próprio dos Servidores Públicos

(g) = (d - (e+f)) 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

Exercício Anterior (h)

SALDO FINANCEIRO A APLICAR

1.835.090,16

5.444.811,84

Outras despesas correntes

SALDO A REALIZAR (c) = (a - b)

do Exercício (i) = (Ib - (IIe + IIIf))

Saldo Atual (j) = (IIIh + IIIi)

Jan à Dez 2013

12.003.863,14

Juros e encargos da dívida (I)

RECEITAS REALIZADAS (b)

RECEITAS DE CAPITAL - ALIENAÇÃO DE ATIVOS (I)

DESPESAS EMPENHADAS

Previsão atualizada

R$ 1,00 PREVISÃO ATUALIZADA (a)

RECEITAS

71.474,05

0,00

15.024.125,87

FPM

Transferências correntes

RREO – ANEXO XI (LRF, art. 53, § 1º, inciso III )

0,00

VALOR(III)

0,00

0,00

0,00 0,00

JOAO MATTAR OLIVATO PREFEITO

FABIO AUGUSTO DE OLIVEIRA MORAIS CONTROLE INTERNO

DION AUGUSTO DOS SANTOS TÉCNICO CONTABIL -CRC - PR- 064352/P-3

Este Relatório poderá sofrer alterações após consolidação do TCE-PR.

-

DESCRIMINAÇÃO DA META FISCAL

VALOR

META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA

0,00

CÂMARA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária

CAMARA MUNICIPAL DE RIBEIRAO DO PINHAL

JANEIRO A DEZEMBRO de 2014

RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL R$ 1,00

LRF, Art. 48 – Anexo 14

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO No Bimestre Até o Bimestre RECEITAS Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Atualizadas Déficit Orçamentário 517852,78 Saldos de Exercícios Anteriores Despesas Dotação Inicial 1079000 Créditos Adicionais Dotação Atualizada 1079000 Despesas Empenhadas 94291,97 517852,78 Despesas Liquidadas 94291,97 517852,78 Superávit Orçamentário DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO No Bimestre Até o Bimestre Despesas Empenhadas 94291,97 517852,78 Despesas Liquidadas 94291,97 517852,78 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL Até o Bimestre Receita Corrente Líquida 22204866,75 RECEITAS E DESPESAS DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA No Bimestre Até o Bimestre Regime Geral de Previdência Social Receitas Previdenciárias Realizadas(I) Despesas Previdenciárias Liquidadas(II) Resultado Previdenciário (III) = (I - II) Regime Próprio de Previdência dos Servidoresl Receitas Previdenciárias Realizadas(IV) Despesas Previdenciárias Liquidadas(V) Resultado Previdenciário (VI) = (IV - V) Meta Fixada no Resultado Apurado RESULTADOS NOMINAL E PRIMÁRIO % em Relação a Meta (b/a) AMF da LDO (a) até o Bimestre (b) Resultado Nominal 0 0,00% Resultado Primário -517852,78 0,00% Saldo Cancelamento Pagamento Inscrição RESTOS A PAGAR POR PODER E MINISTÉRIO PÚBLICO à Pagar até o Bimestre até o Bimestre RESTOS A PAGAR PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Ministério Público RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Ministério Público 0 TOTAL 0 0 Limites Constitucionais Anuais Valor Apurado DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MANUTENÇÃO E % Mínimo à Aplicar até o Bimestre % Aplicado até o Bimestre DESENVOLVIMENTO DO ENSINO no Exercício Mínimo Anual de <18% / 25%> das Receitas de Imposto em MDE 25,00 0,00 Min. Anual de 60% FUNDEB na Rem. do Mag. c/ Ens. Fund. Med. 0,00 0,00 Min. Anual de 60% FUNDEB na Rem. do Mag. c/ Ed. Inf/Ens. Fund. 60,00 0,00 Complementação da União ao FUNDEB 0,00 0,00 RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL Valor Apurado até o Bimestre Saldo à Realizar Receita de Operações de Crédito 0 0 Despesa de Capital Líquida 0 420000 PROJEÇÃO ATUARIAL DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA 30º Exercício Exercício 10º Exercício 20º Exercício Regime Geral de Previdência Social Receitas Previdenciárias(I) Despesas Previdenciárias(II) Resultado Previdenciário(I - II) Regime Próprio de Previdência dos Servidores Receitas Previdenciárias(IV) Despesas Previdenciárias(V) Resultado Previdenciário(IV - V) RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS Valor Apurado até o Bimestre Saldo à Realizar Receita de Capital Resultante da Alienação de Ativos Aplicação dos Recursos de Alienação de Ativos Limites Constitucionais Anuais Valor Apurado DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE % Mínimo à Aplicar até o Bimestre % Aplicado até o Bimestre no Exercício Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde 0,00 0,00

DESPESAS DE CARATER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP Total das Despesas / RCL (%)

DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL Janeiro/2014 a Dezembro /2014 RGF – ANEXO 01 (LRF, art. 55, inciso I, alínea "a")

R$ 1,00 DESPESAS EXECUTADAS (Últimos 12 Meses)

DESPESA COM PESSOAL

438.990,49 438.990,49

Pessoal Ativo Pessoal Inativo e Pensionistas Outras Despesas de Pessoal Decorrentes de Contratos de Tercerização ( § 1º do art. 18 da LRF ) DESPESA NÃO COMPUTADAS ( § 1º do art. 19 da LRF) (II) Indenizações por Demissão e Incentivos a Demissão Voluntária Decorrentes de Decisão Judicial Despesas de Exercícios Anteriores Inativos e Pensionistas com Recursos Vinculados Despesas com Recursos Vinculados - Acórdão TCE/PR 1509/06 Convocação Extraordinária ( Inciso II, § 6º, art. 57 da CF ) Acórdão TCE/PR 1568/06 Pensionistas I.R.R.F. Instrução Normativa TCE/PR 56/2011 Despesas com Recursos Vinculados Pensionistas I.R.R.F.

DESPESA LÍQUIDA COM PESSOAL (III) = (I - II)

438.990,49

DESPESA TOTAL COM PESSOAL - DTP (IV) = (IIIa + IIIb)

438.990,49

APURAÇÃO DO CUMPRIMENTO DO LIMITE LEGAL

TOTAL

RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL (V)

22.204.866,75

% DA DESPESA TOTAL COM PESSOAL - DTP sobre a RCL (VI) = (IV / V) * 100

1,98

LIMITE MAXIMO ( incisos I, II e III, do art. 20 da LRF) -

6,00 %

1.332.292,01

LIMITE PRUDENCIAL ( § único do art. 22 da LRF) -

5,70 %

1.265.677,40

90,00 %

1.199.062,81

LIMITE DE ALERTA ( inciso II do § 1º do art. 59 da LRF) -

Fonte:

CAMARA MUNICIPAL DE RIBEIRAO DO PINHAL

LUIZ MARCELO DE SOUZA

CICERO ROGERIO SANCHES

Alcidio Balduino de Souza Junior

Contador

Presidente

Controlador Interno

VALOR APURADO NO EXERCÍCIO CORRENTE

TRAJETÓRIA DE RETORNO AO LIMITE DA DESPESA TOTAL COM PESSOAL 2º Quadrimestre de2014

LUIZ MARCELO DE SOUZA Contador

CICERO ROGERIO SANCHES Presidente

Alcidio Balduino de Souza Junior Controlador Interno

Limite Máximo (a) 6,00 %

MUNICÍPIO DE CAMBARÁ ESTADO DO PARANÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL Emissão:

JANEIRO A DEZEMBRO 2.014/SEMESTRAL JULHO-DEZEMBRO

% DTP (b) 55,00 %

RECEITAS

RECEITAS REALIZADAS Até o Semestre (b)

771.491,80

Limite (e) = (b - d) 38,67 %

% DTP (f) 1,98 %

RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DISPONIBILIDADE DE CAIXA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

SALDO NÃO REALIZADO (c) = (a - b)

8.077,96

Redutor Mínimo de 1/3 do Excedente (d) = (1/3 * c) 16,33 %

CAMARA MUNICIPAL DE RIBEIRAO DO PINHAL

R$ 1,00 PREVISÃO ATUALIZADA (a)

3º Quadrimestre de 2014 % Excedente (c) = (b - a) 49,00 %

Page 1 de 1 Homologado

RREO – ANEXO IX (LRF, art.53, § 1º, inciso I)

RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (I)

INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

EMPENHADAS DESPESA BRUTA COM PESSOAL (I)

JANEIRO A DEZEMBRO DE 2014

763.413,84

LRF, art . 55, Inciso III, alínea "a" - Anexo V

R$ 1,00

Page 1 de 1

ssão:

DISPONIBILIDADE DE CAIXA BRUTA (a) -2679,39

DESPESAS EXECUTADAS Até o Semestre DOTAÇÃO ATUALIZADA (d)

DESPESAS

EMPENHADO (e)

12.784.321,29

DESPESAS DE CAPITAL

9.505.254,22

INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (f) 1.024,10

SALDO NÃO EXECUTADO (g) = (d - (e+f))

0000000001 - Recursos do Tesouro (Descentralizados)

(-) Incentivos Fiscais a Contribuinte por Instituições Financeiras

RESULTADO PARA APURAÇÃO DA REGRA DE OUROS (III) = (I -II)

0000000094 - Retencoes em Carater Consignatario 12.784.321,29

9.505.254,22

-12.012.829,49

DISPONIBILIDADE Homologado DE CAIXA LÍQUIDA (c) = (a - b) 0

1.024,10

3.278.042,97

-9.498.200,36

-2.514.629,13

0

0

0

2679,42

0

2679,42

TOTAL DOS RECURSOS NÃO VINCULADOS (II)

0,03

0,03

TOTAL (III) = (I + II)

0,03

0,03

FON TE: Sistema Elotech Gestão Pública, Unidade Responsável PREFEITURA DO MUNICIPIO DE CAMBARÁ, emitido em 28/jan/2015 as 16h e 54m.

JOAO MATTAR OLIVATO PREFEITO

FABIO AUGUSTO DE OLIVEIRA MORAIS CONTROLE INTERNO

DION AUGUSTO DOS SANTOS TÉCNICO CONTABIL -CRC - PR- 064352/P-3

REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES¹ Luiz Marcelo de Souza

Este Relatório poderá sofrer alterações após consolidação do TCE-PR.

-2679,39

3.278.042,97

(-) Incentivos Fiscais a Contribuinte

DESPESA DE CAPITAL LÍQUIDA (II)

DESTINAÇÃO DE RECURSOS 0000000000 - Fonte não Cadastrada

OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS (b)

Contador

Cicero Rogerio Sanches

Alcidio Baldoino S Junior

Presidente

Controle Interno


Atas & Editais A-7

TRIBUNA DO VALE Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

29/01/2015 13:36

Prefeitura Mun.Santo Antonio da Platina - PR Relatório Resumido da Execução Orçamentária Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Janeiro a Dezembro 2014/Bimestre Novembro-Dezembro RREO - ANEXO VII(LRF, Art.53, inciso V)

R$ 1,00 RESTOS A PAGAR PROCESSADOS E NÃO PROCESSADOS LIQUIDADOS

RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

Inscritos

PODER/ÓRGÃO

Inscritos Pagos

Em Exercícios

Em 31 de

Anteriores

dezembro de 2013

Cancelados

Saldo

Liquidados

Em Exercícios

Em 31 de

Anteriores

dezembro de 2013

Pagos

Cancelados

Saldo

RESTOS A PAGAR(EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIOS)(I) EXECUTIVO GOVERNO MUNICIPAL

706,39

29.279,56

29.910,95

75,00

-

622,00

21.456,05

20.327,28

20.327,28

1.750,77

-

SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO

190,00

20.936,88

20.936,88

190,00

-

1.242,58

53.520,66

49.030,16

49.030,16

5.143,08

590,00

SECRETARIA DE FINANÇAS

3.916,08

SECRETARIA MUNICIPAL DA FAZENDA

824,43

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE

-

85.862,53

PROCURADORIA MUNICIPAL

2.275,56

52,92

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA MUNICIPAL ASSISTÊNCIA SOCIAL

3.916,08

3.916,08

89.529,11

4.425,77

85.862,53

-

-

-

2.250,06

25,50

-

-

-

-

-

-

52,92

-

-

21.789,53

-

12.714,86

1.352,00 -

3.916,08

12.714,86

-

-

-

-

-

-

12.114,47 -

-

-

148.771,56

12.756,08

-

387.036,80

459.348,21

615.218,23

615.218,23

209.959,96

12.995,69

12.995,69

56,50

-

601,07

16.372,68

10.143,71

10.143,71

6.830,04

34.268,79

-

-

-

SEC.MUN.EDUC.,CULT., ESPORTE E RECREAÇAO

91.175,13

SECRETARIA MUN. DE ASSISTENCIA SOCIAL

284,58

SECRETARIA MUN. AGRIC.E MEIO AMBIENTE

-

SECRETARIA MUN.EDUC.CULT.ESP. RECREAÇÃO

-

1.190.394,49

1.223.156,32

31.706,52

-

1.232.780,11

-

-

-

31.706,52

-

-

-

-

-

65.734,84

-

7.753,08

-

-

-

79.952,02

57.294,03

284,58

-

10.862,40

1.119,27

-

-

79.952,00

0,02

10.862,40

-

547.511,24

4.851.216,25

-

-

-

3.318.397,59

636.768,80

-

17.174,32

-

-

182.666,12

-

17.174,32

21.206,82

-

960.856,43

-

53.920,73

-

-

960.856,43

-

-

-

146.052,51

-

1.385,97

1.352,00

56,50 34.268,79

SEC.MUN.PLANEJAMENTO SERV.OBRAS PÚBLICAS

935,53

15.475,13

SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE

SEC.MUN.PLANEJAENTO, SERV.OBRAS PÚBLICAS

20.406,73

-

-

SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO

-

110.046,94

-

36.746,41

-

65.734,84

-

7.753,08

3.318.397,59

1.353.058,51

179.760,15

SECRETARIA MUN. DE EDUCAÇÃO E CULTURA

25.042,72

-

25.042,72

-

-

-

-

-

-

-

-

SECRETARIA MUN.DE EDUCACAO E CULTURA

28.776,27

-

28.776,27

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

60.330,14

-

-

-

-

-

52.902,40

10.044,12

54.271,35

54.271,35

4.675,17

4.000,00

1.817.344,87

6.036.531,47

5.058.133,93

5.058.133,93

1.952.030,67

843.711,74

SECRETARIA MUN.DESENVOLVIMENTO ECONOMICO

-

SECRETARIA MUN.INDUSTRIA, COM. E TURISMO

-

SUBTOTAL

-

297.493,87

-

14.208,87

14.208,87

1.637.849,04

1.758.583,39

15.157,90

161.601,62

60.330,14

-

LEGISLATIVO LEGISLATIVO MUNICIPAL SUBTOTAL TOTAL(I)

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

297.493,87

1.637.849,04

1.758.583,39

15.157,90

161.601,62

1.817.344,87

6.036.531,47

5.058.133,93

5.058.133,93

-

1.952.030,67

843.711,74

RESTOS A PAGAR(INTRA-ORÇAMENTÁRIOS) (II) EXECUTIVO -

211,70

-

Anteriores-

-

-

-

-

SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRACAO

SECRETARIA MUNICIAL DE ADMINISTRACAO

211,70 Anteriores 4.000,00

dezembro de 2013 -

-

4.000,00

-

-

dezembro de 2013 -

-

-

-

-

SUBTOTAL

4.211,70

-

-

4.211,70

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LEGISLATIVO LEGISLATIVO MUNICIPAL SUBTOTAL TOTAL(II)

4.211,70

TOTAL(III) = (I)+(II)

301.705,57

1.637.849,04

4.211,70

1.758.583,39

19.369,60

161.601,62

1.817.344,87

6.036.531,47

5.058.133,93

5.058.133,93

-

1.952.030,67

843.711,74

FONTE: PRONIM RF - Responsabilidade Fiscal, Gabinete do Chefe do Executivo Municipal, 28/Jan/2015, 14h e 00m. MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA DEMOSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2014

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1

LRF, Art. 53, inciso I - Anexo III EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES

ESPECIFICAÇÃO RECEITAS CORRENTES (I) Receita tributária

01/2014

02/2014

04/2014

05/2014

1.217.686,92

1.235.970,83

03/2014 872.325,64

1.113.079,55

1.176.223,49

06/2014

9.833,53

8.602,96

8.427,62

07/2014

08/2014

Previsão 11/2014

12/2014

734.503,76

1.112.956,05

970.934,36

09/2014 904.426,63

10/2014 921.965,95

1.139.892,60

1.670.976,82

13.070.942,60

TOTAL

atualiza 2014 17.612.348,51

11.913,44

15.647,55

71.022,05

6.902,36

242.556,34

288.804,28

11.539,11

25.052,33

45.541,92

12.821,38

15.252,09

308,08

839,69

313,29

168,45

9.373,40

18.713,24

3.958,62

1.392,16

1.642,52

977,82

306,74

0,00

37.994,01

46.500,00

ISS

5.796,08

3.429,35

699,82

4.977,30

6.077,90

4.923,11

3.185,33

6.361,83

4.787,38

5.714,77

5.219,75

6.539,59

57.712,21

51.000,00

ITBI

130,00

1.790,00

2.854,00

2.254,15

3.920,13

14.569,96

3.130,00

5.156,00

3.218,65

6.309,69

62.251,68

0,00

105.584,26

50.000,00

IPTU

IRRF Outras receitas tributárias Receita de contribuições

115,16

265,10

186,23

182,98

162,98

516,53

312,63

294,58

353,98

186,23

679,91

362,77

3.619,08

54.735,58

3.484,21

2.278,82

4.374,28

3.956,23

5.517,92

6.819,08

2.234,80

2.047,52

1.910,91

2.459,04

2.563,97

0,00

37.646,78

86.568,70 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Previdenciária

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras contribuições

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

12.742,73

9.892,81

10.884,87

16.484,02

18.751,77

17.240,04

15.044,26

14.329,00

19.434,82

14.403,48

13.343,25

15.501,34

178.052,39

93.255,40

Receita agropecuária

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita industrial

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita de serviços

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

1.000,00

Receita patrimonial

Transferências correntes

0,00

1.189.933,51

1.212.100,24

847.761,30

1.079.664,36

1.126.673,64

665.063,68

1.079.835,39

941.068,53

872.632,19

891.729,31

1.034.414,05

1.629.920,44

12.570.796,64

17.067.125,87

Cota parte do FPM

735.722,18

785.643,68

466.040,24

531.906,15

708.830,33

328.943,66

668.543,02

554.639,54

476.835,69

459.497,66

608.203,92

978.238,84

7.303.044,91

7.775.672,70

Cota parte do ICMS

255.872,37

218.949,33

244.188,30

255.241,87

257.499,85

240.046,68

243.818,10

240.607,32

274.892,32

252.124,60

282.470,97

472.802,45

3.238.514,16

3.143.504,42

Cota parte do IPVA

11.964,00

35.420,87

13.664,04

12.011,80

10.643,46

9.316,58

12.849,13

4.909,04

4.715,63

2.946,90

3.099,33

6.180,59

127.721,37

141.608,43

500,12

17,63

0,00

149,97

0,00

0,00

0,00

304,06

2.700,34

12.043,80

1.742,55

1.512,66

18.971,13

5.000,00

2.299,93

2.299,93

0,00

2.299,93

2.299,93

2.299,93

2.299,93

2.299,93

2.299,93

2.299,93

2.299,93

4.599,86

27.599,16

45.000,00

Cota parte do ITR Transferências da LC 87/1996 Transferências da LC 61/1989 Transferências do FUNDEF Outras transferências correntes Outras receitas correntes (-)Renúncias/restituições/descontos DEDUÇÕES (II) Contrib. plano previdência servidor

4.015,41

4.353,47

3.784,51

4.126,67

4.488,44

4.275,12

4.391,73

4.260,04

4.562,13

5.238,71

5.169,10

64.534,01

72.047,79

58.014,05

61.881,71

79.697,62

44.252,02

57.677,17

56.985,57

57.820,29

60.611,80

65.018,88

100.678,82

779.219,73

830.000,00

115.025,49

93.367,54

62.070,16

212.046,26

63.214,01

35.929,69

90.256,31

76.796,17

4.526,90

49.107,95

97.642,49

66.339,76

60.738,12

1.022.533,95

53.192,23

5.077.211,23

49.129,09

5.177,15

5.374,82

5.251,85

5.392,06

5.745,75

6.658,12

5.255,02

284,74

446,18

185,61

21.113,25

18.652,68

79.537,23

162.162,96

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

206.639,09

214.155,00

150.353,32

166.265,53

201.270,47

121.792,57

198.681,98

161.457,10

155.011,11

146.694,91

199.883,82

241.302,39

2.163.507,29

2.043.000,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Servidor

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Patronal

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

4.564,29

4.818,03

4.818,03

4.818,03

4.818,03

4.818,03

4.818,03

0,00

0,00

0,00

19.272,12

9.636,06

62.380,65

0,00

202.074,80

209.336,97

145.535,29

161.447,50

196.452,44

116.974,54

193.863,95

161.457,10

155.011,11

146.694,91

180.611,70

231.666,33

2.101.126,64

2.043.000,00

1.011.047,83

1.021.815,83

721.972,32

946.814,02

974.953,02

612.711,19

914.274,07

809.477,26

749.415,52

775.271,04

940.008,78

1.429.674,43

10.907.435,31

15.569.348,51

Compensação financ. entre regimes previd. Dedução da receita para formação do FUNDEF RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (I-II)


cmyb

A-8 Cidades

TRIBUNA DO VALE Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Escola de Trânsito do DER leva ações educativas para mais de 40 mil alunos

AEN

TRÂNSITO»Unidade atua em parceria com as secretarias municipais de Educação, que disponibiliza os professores Da Agência Estadual

Mais de 47 mil alunos de escolas públicas e particulares, a maioria crianças de 5 e 6 anos, receberam no ano passado os projetos educativos da Escola de Trânsito do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR). De forma lúdica, as crianças aprenderam sobre comportamento seguro no trânsito, com uso do cinto de segurança, cuidados no passeio de bicicleta, na travessia de ruas e a atenção à sinalização. No ano passado foram atendidas 900 escolas. A escola atua em parceria com as secretarias municipais de Educação, que disponibiliza os professores. Além disso, participam policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual. Aprendendo e vivendo O objetivo aulas é ensinar aos alunos sobre mobilidade, trânsito, acessibilidade e segurança. Os temas cinto de segurança, sinalizações, uso da bicicleta de forma segura, como andar e circular em calçadas, travessias e ponto cego

são apresentados no curso “Aprendendo e... Vivendo!”, que também orienta as crianças sobre os riscos existentes nas ruas. Outros temas também são abordados pela Escola de Trânsito, como a “Turma do Chaves no Trânsito” e o teatro João e Maria. “A intenção é deixar os assuntos mais leves para as crianças

“

A intenção é deixar os assuntos mais leves para as crianças de 5 e 6 anos, através de arte com educação”

de 5 e 6 anos, através de ar te com e ducação”, explica a Coordenadora de Educação no Trânsito do DER-PR, Maria Lúcia Alvis Kutianski. Semana do Trânsito A escola também oferece a Semana Nacional de Trânsito, que são palestras, blitz

Objetivo aulas é ensinar aos alunos sobre mobilidade, trânsito, acessibilidade e segurança

educativa, teatro e aula prática sobre cidadania e segurança no trânsito. As cidades que recebem as atividades são Curitiba, Cascavel, Francisco Beltrão, Londrina, Maringá e Ponta Grossa. Mais de R$ 2 milhões Neste ano, a Escola de Trânsito do DER-PR completa 39 anos. Desde sua criação, mais de dois milhões de paranaenses, entre estudantes, professores e pessoas da comunidade já

foram atendidos com ações de educação no trânsito. Programação Para 2015, a Escola de

Trânsito estará agendando visitas a partir de março. Esse ano o DER-PR pretende orientar também pessoas

da 3° idade e alunos da Educação Especial, além das escolas que já são atendidas pelo projeto.

Antônio de Picolli

Pinguela em pleno século 21 Em pleno século 21, alguns moradores de Santo Antônio da Platina – com 44mil habitantes - ainda dependem de uma ponte improvisada (foto) para fazer a travessia do Ribeirão Boi Pintado. O local fica no prolongamento da via de acesso ao Hospital Nossa Senhora da Saúde entre as ruas Afonso Pena e Deputado José J. C. Silveira, na Vila Sales. A ponte improvisada com troncos, sem proteção e estreita tem causado preocupação dos moradores, pois muitos se arriscam na travessia, inclusive com carrinhos de bebê. O único local para travessia segura dos residentes fica distante 300 metros do local.

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