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Sexta-Feira

ANO XXII - N0 3529 R$ 1,00

DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI

02 DE FEVEREIRO DE 2018

www.tribunadovale.com.br

ABATIÁ

Bandidos aterrorizam família durante assalto Bandidos armados provocaram pânico na família de um comerciante de Abatiá na madrugada desta quinta-feira (1º). Os c r i m i n o s o s re n d e ram a mulher e o filho do empresário dentro de sua própria casa, onde permaneceram até que ele chegasse de sua lanchonete no centro da cidade, após o trabalho.De acordo com a PM, o comerciante 

DESENVOLVIMENTO

Usina Chavantes completa 48 anos de operação 

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contou que por volta da 1h10 dois homens morenos e de estatura baixa, um deles vestindo blusa de moletom vermelha e o outro uma blusa de cor clara, ambos encapuzados, entraram em sua casa, rend e r a m s u a mu l h e r e filho de colo do casal, a agrediram e amarram em um dos quartos da residênc i a . Os a ss a lt ante s exigiam dinheiro.

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ECONOMIA

Repasses do Estado aos municípios somam R$1,3 bilhão em 2017 

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A-2 Atas & Editais

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TRIBUNA DO VALE

O cotidiano é prova da inconveniência de o poder público manter empresas estatais, pois a maioria delas dá prejuízo.” Editorial

“

Sexta-feira, 02 de fevereiro de2018 Com o tempo, essa palavra tornou-se também o sinônimo de um processo de seleção e também um ritual de passagem entre o mundo da rua e o mundo do conhecimento acadêmico, a Universidade. Estamos falando do vestibular. ”

A RTIGO

E DITORIAL

Daniel Medeiros

O patrimônio público ocioso O governo de São Paulo deu, nesta terça-feira (30-01), o primeiro passo para resolver o problema dos 5 mil imóveis de sua propr i e d a d e qu e h oj e estão ociosos ou abandonados, causam problemas urbanos ou servem para a invasão e exploração indevida por terceiros. Contratou uma empresa do ramo imobiliário que vai vender, permutar, alugar ou estabelecer p arc e r i as c om e mpre endimentos que possam utilizar esses prédios e áreas públicas. O primeiro lote é composto por 267 propriedades – prédios comerciais, residenciais, terrenos, barracões e ginásios, 188 delas na capital e as demais em 57 cidades do interior. C o m o d e s e nv o l v i -

mento tecnológico e a mud anç a de hábitos e sistemas, o Estado deixou de prestar muitos ser viços e suas sedes tornaram-se ociosas. Por falta de administração adequada, esses imóveis, além de deixar de cumprir uma finalidade pública, tornaram-se problemas. Com a venda, além de dar-lhes uma destinação, o poder público retornará ao erário os recursos no passado despendidos para a sua compra e instalação. O fenômeno – é importante lembrar – não se restringe ao estado de São Paulo; estende-se a todas as unidades da federação, nas esferas federal, estadual e municipal. O órgão público nunca foi um bom administrador

do próprio patrimônio. São milhares os prédios e terrenos pertencentes à União, estados e municípios que hoje estão abandonados quando, pelo menos, o valor de sua alienação poderia aliviar um pouco as d i f i c u l d a d e s d o c o f re público. Dois exemplos gritantes são as ferrovias – hoje integrantes do patrimônio federal – que possuem muitas estações, armazéns, pátios, unidades administrativas, oficinas e terrenos ao longo de suas linhas, hoje deficitárias e s u but i l i z a d a s . Ta m b é m s a lt am a o s ol ho s os prédios do INSS que, em razão das mudanças tecnológicas, hoje estão vazios e se deteriorando, muitos deles localizados

em áreas altamente inflacionadas. O cotidiano é prova da inconveniência de o p o d e r públ i c o mante r empresas estatais, pois a maioria delas dá prejuízo. Elas tiveram razão de existir quando a sociedade necessitava dos serviços de infraestrutura e a iniciativa privada ainda não era capaz de executá-los. Hoje, a conve n iê nci a é pr iv at i zar tudo e concentrar o poder estatal no licenciamento e fiscalização. A grande tarefa de desmontagem do estado-empresário e seu cabide de empregos p o d e r i a c om e ç ar p e l a alienação dos milhares de imóveis ociosos. Isso, se vier a ocorrer, representará um salto do país rumo à modernidade...

A RTIGO Edson José Ramon

Autoridade de menos Inegavelmente o mundo vive tempos de mudanças rápidas, e por vezes radicais. Mudanças causadas pelo avanço da tecnologia são as mais percebidas e rapidamente incorporadas pela sociedade. Neste caso, o exemplo mais vigoroso é o surgimento dos smartphones, usados freneticamente por todos, com efeito avassalador na alteração do comportamento das pessoas. Mas há uma mudança si lencios a que s e prenuncia no s eio da s ociedade, e que se desenvolve em nome dos d i re it o s i n d i v i du ai s e da liberdade de express ã o, d o p ol it i c am e nte correto e da autonomia das pessoas. Refiro-me à falta de resp eito, ao descompromisso com o convívio social, à falta de educação das pessoas, com absoluto desprezo pelas regras. Este comportamento ganha corpo e s e av o l u m a n o s e i o da sociedade brasileira, sem que ninguém saiba onde poderá desaguar. Ele começa ingenuamente em casa, com pais que não impõem sua autoridade sobre filhos e deixam de estabelecer limites. Quem ainda não assistiu a cenas lamentáveis de crianças de tenra idade confrontando seus pais quando algo lhes é negado? É frequente ver crianças protagonizando espetáculos deploráveis por

receber um simples não – e, pior, sem receber qualquer reprimenda. Essa perda de autoridade vai de casa para a escola. Professores de ensino fundamental e médio relatam histórias impressionantes de alunos desobedientes que não compreendem por que devem se submeter a regras banais de salas de aula, como ficar sentado, não utilizar celular, prestar atenção, não conversar e respeitar o professor. Nas redes pública e privada, há professores que simplesmente desistem de ministrar aulas, tamanha a desatenção e bagunça dos alunos, limitando-se a passar o conteúdo no quadro e tentando explicá-lo para os poucos que se interessam pela matéria. Já está estabelecido por regramento formal que o aluno não pode ser admoestado com vigor e nem punido, o que dá aos bagunceiros carta branca para barbarizar. A velha e boa suspensão dos tempos antigos, ou a expulsão nos casos mais agudos, não existem mais. Aos poucos se extingue também a reprovação, o que logo permitirá que alunos saiam semialfabetizados, mesmo depois de vários anos na escola. No Paraná, os diretores de escolas públicas são escolhidos pela comunidade escolar, predominantemente pelos alunos. E quem eles escolhem? Os mais tolerantes,

TRIBUNA DO VALE

O Diário da nossa região - Fundado em agosto de 1995 TV Editora e Gráfica - Eireli - ME CNPJ 28.454.259/0001-21 Matriz: Gilberto Madureira, 111, Jardim Oliveira Reis - Santo Antônio da Platina, PR - Fone/Fax: 43 3534 . 4114

Daniel Medeiros

Diretor Responsável Benedito Francisquini - MTB 262/PR tribunadovale@tribunadovale.com.br tribunadovale@uol.com.br

amigos dos alunos. A pergunta é: qual o futuro dessa geração? A resposta é uma só, e já estamos assistindo aos resultados dessa barbárie. Menos cidadãos felizes, bem resolvidos e produtivos; em contraponto, infelicidade, mão de obra sem qualificação, salários menores e aumento da criminalidade, além da “morte” da língua portuguesa, com predomínio da linguagem coloquial inculta e absoluta falta de conjugação dos verbos, onde a primeira, segunda e terceira pessoas do plural são substituídas pelo indefectível “a gente”, singularizando todos os verbos pronunciados posteriormente. “E assim a gente vai levando. É nóis!” O país que promete igualdade de oportunidade para to dos, confor me est ab elecido na Constituição de 1988, é cada vez mais desigual em razão da avassaladora ignorância intelectual d e s u a ge nt e . E m ve z de melhorar a educação para todas as pessoas, estabelecemos cotas para afrodescendentes e alunos de escolas públicas, porque estes não têm a condição educacional de quem veio de boas escolas privadas. Isso necessariamente puxa para baixo a qualidade do ensino sup e r i or, qu e p or su a vez forma profissionais menos qualificados, com

reflexos em todas as áreas de atividade. E st am o s v ive n c i an do o obscurantismo no Brasil em pleno século 21. Enquanto isso, nos países mais organizados, menos permissivos, que premiam a meritocracia e não a mediocridade, v ive - s e o i lu m i n is mo. Formam-se cidadãos melhores, cientistas, estudiosos, que respeitam regras, pessoas que progridem e fazem crescer a economia e a nação. Este Brasil pede socorro, que só pode vir na forma de regras mais rígidas, no respeito à hierarquia, às instituições, aos mais velhos, às leis e regulamentos. Caso contrário, continuaremos a ser o Brasil da corrupção, do jeitinho, da tolerância, onde se espera que o governo venha salvar os pobres. O país dos incultos, ignorantes ou dos intelectuais que cortejam os pobres e os ideais da esquerda, mas que passam suas férias no primeiro mundo, desfrutando da organização, do respeito ao próximo e da segurança que eles oferecem. É hora de repensar o Brasil e de restabelecer a autoridade. Edson José Ramon, empresário, é presidente do Instituto Democracia e Liberdade (IDL) e ex-presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP).

Representação: MERCONET Representação de Veículos de Comunicação LTDA Rua Dep. Atílio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR Fone: 41-3079-4666 ¦ Fax: 41-3079-3633 Vendas Assinatura Anual R$ 200,00 Semestral R$ 100,00

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Entrar na universidade: uma reflexão sobre o processo de acesso ao ensino superior

Nos países de clima frio, em muitas residências, as pessoas entram e deixam suas pesadas roupas em um estreito corredor que dá acesso à sala. É o vestíbulo. Desde sempre é assim. Com o tempo, essa palavra tornou-se também o sinônimo de um processo de seleção e também um ritual de passagem entre o mundo da rua e o mundo do conhecimento acadêmico, a Universidade. Estamos falando do vestibular. É, de fato, uma interessante apropriação do termo. Afinal, para os jovens, o ingresso na vida adulta é sempre uma mudança importante e os rituais dessa passagem servem para marcar a memória desse acontecimento. Principalmente porque não é fácil. O caminho é estreito. Vale também lembrar que, no início das universidades italianas, nos séculos XI -XII, os jovens que eram aceitos em suas salas de aula tinham os cabelos raspados, por uma questão de higiene. Aí vemos como há costumes que continuam a fazer sentido. E outros não. E então, temos hoje os vestibulares. Para alguns cursos, como a Medicina, por exemplo, a concorrência é altíssima e o desempenho nas provas deve beirar a perfeição. E, para isso, há todo um preparo. Que pode levar anos. O sonho de ingressar em uma universidade de qualidade é algo que muitos pais alimentam para seus filhos desde os primeiros anos de escolarização. E tentam prepara-los desde muito jovens para esse momento. A lógica é simples; poucas vagas e muita procura leva à necessidade da seleção. E seleção exige preparo. Aliás, temos na palavra “seleção" outra apropriação interessante. País do futebol que somos, sabemos que a “Seleção" é só para os melhores. E quantos disputam as poucas vagas que um time oferece para jogar uma Copa do Mundo? E vem o outro lado: estresse, angústia, sofrimento e, muitas e muitas vezes, a desilusão. O que leva muita gente a discutir se isso é realmente necessário. Por que provas tão longas e extenuantes, em tempos tão exíguos, com tão poucas vagas? Uma reflexão importante: selecionar é necessário. Não seria se o número de vagas fosse igual ao de pretendentes. Imagine um time de futebol com cinco mil jogadores! A pergunta, então, é: como fazer uma boa seleção? Há muitas faces para essa questão. Para muitos, as provas são boas porque condicionam, em um efeito cascata, o ensino Médio e o Fundamental. Por outro lado, muitos educadores criticam essa vinculação, afirmando que a Educação das crianças e jovens não pode estar voltada para o vestibular, mas para a preparação para a vida. Ao longo dos anos, porém, a inclusão da Redação, depois as provas discursivas, os temas vinculados à cidadania, provocaram mudanças nos conteúdos, na formação dos professores e no jeito de se relacionarem com os estudantes que os aproximou bastante das importantes questões… da vida. Enfim, uma polêmica. Penso que os vestibulares deveriam ser mais ousados. E, para isso, os professores universitários deveriam voltar seus olhos para o Ensino Médio, conhecer melhor esses jovens, e projetar avaliações para mobiliza-los em relação aos valores que a Universidade quer ver expressos neles. Provas que exijam conhecimentos sociais, artísticos, históricos, por exemplo. Mas também o grau de contato com os avanços das ciências. E tudo isso permeado pela língua, por meio da qual esses outros conhecimentos se expressam. Ler e escrever. Compreender e interpretar. Argumentar e propor, com fundamentos e criatividade. Quem não gostaria de um jovem com essas qualidades? E então por que não selecioná-los com base nesses parâmetros? Mas há outras experiências que as Universidades poderiam estimular. Envolvimento comunitário, trabalho voluntário, propostas sociais locais, participação nas discussões do planejamento da cidade, entrevistas individuais e em grupo. Ou seja, selecionar um jovem que pensa e que age. Entrar na Universidade não é um fim. É uma escolha. As escolas devem, realmente, preparar para a vida. Mas para os que querem colocar nas suas vidas essa escolha, os vestibulares devem estar à altura desse ritual de passagem. Como na época que sonhávamos trocar os shorts pelas calças compridas, a lancheira pelo dinheiro para comprar na cantina, a carona com a mãe acenando na porta pela passagem do ônibus. Como sentar na mesa dos adultos. Quem já viveu tudo isso, entenderá. *Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor de História do Brasil no Curso Positivo. Circulação: Abatiá ¦ Andirá ¦ Arapoti ¦ Bandeirantes ¦ Barra do Jacaré ¦Cambará ¦ Carlópolis ¦ Conselheiro Mairink ¦ Figueira¦Guapirama ¦ Ibaiti ¦ Itambaracá ¦ Jaboti ¦ Jacarezinho Jaguariaíva ¦ Japira ¦ Joaquim Távora ¦ Jundiaí do Sul ¦ Pinhalão ¦ Quatiguá ¦ Ribeirão Claro ¦ Ribeirão do Pinhal ¦ Salto do Itararé ¦Santana do Itararé¦ Santo Antônio da Platina ¦ São José da Boa Vista ¦ Sengés ¦ Siqueira Campos ¦Tomazina ¦ Wenceslau Bráz

Filiado a Associação dos Jornais Diário do Interior do Paraná

* Os artigos assinados não representam necessariamente a opinião do jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.


Região A-3

TRIBUNA DO VALE

Sexta-feira, 02 de fevereiro de 2018

Repasses do Estado aos municípios somam R$1,3 bilhão em 2017

ECONOMIA  No ano passado, o Governo do Estado destinou R$ 1,3 bilhão para os 399 municípios do Paraná, entre financiamentos e recursos a fundo perdido AEN

O governador Beto Richa diz que as cidades têm prioridades diferentes e que o Estado personalizou as ações, de acordo com as necessidades de cada uma. “Já fui prefeito e conheço muito bem as demandas e os desafios das prefeituras para responder aos anseios da população. Por isso, a gestão no Governo do Estado é municipalista”, afirma Richa. Ele lembra que, a esses repasses diretos, se somam os investimentos do Estado em melhoria no atendimento à saúde nos municípios, apoio aos hospitais públicos e filantrópicos, assistência social, expansão do saneamento, melhoria nas escolas, recuperação de estradas. “Tudo contribui para melhorar a vida nas cidades, que é onde as pessoas vivem. Apoiar as prefeituras é a forma mais eficiente de o Estado expandir sua presença e chegar até o cidadão.” O montante de R$ 1,3 bilhão refere-se apenas às liberações feitas durante encontros do governador Beto Richa com os prefeitos, realizados ao longo do ano, a maioria no Palácio Iguaçu e alguns em cidades do interior. Esses repasses diretos se deram por meio de secretarias de Estado. O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, explica que montante é pulverizado, den-

tro das necessidades estabelecidas pelo município. “O governo libera os recursos, os prefeitos discutem com a comunidade os projetos a serem executados. Isso permite investir bem e gastar menos”, explicou Rossoni. Só pela pasta de Desenvolvimento Urbano o total destinado aos municípios chegou a R$ 1,2 bilhão – somando financiamentos e verbas a fundo perdido –, usados para obras de infraestrutura e instalação de barracões industriais, além de equipamentos rodoviários e veículos. “É de grande importância para a população local, em especial o recurso que não precisará ser devolvido aos cofres estaduais. Os municípios precisam efetivamente deste apoio, que garante mais qualidade de vida às pessoas, beleza à cidade e valorização dos imóveis dos cidadãos”, diz o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano, João Carlos Ortega. Dentro do Programa Sistema Integrado de Coleta Seletiva (Reciclo Paraná), foram assinados convênios com o Instituto Águas Paraná para compra de caminhões adequados para a coleta seletiva. No total, 234 veículos foram entregues a cerca de 200 municípios do Estado. O valor total investido foi de R$ 65,6 milhões. Além disso, o Águas Para-

Montante de R$ 1,3 bilhão refere-se apenas às liberações feitas durante encontros de Richa com prefeitos

ná também repassou 44 mil metros de tubos de concreto, de diversos diâmetros, para obras de saneamento e drenagem do Programa de Controle de Erosão. O investimento foi de R$ 6 milhões. Foram beneficiados 126 municípios. O Águas Paraná também investiu R$ 5 milhões na compra de conjuntos completos para limpeza urbana, com equipamentos, carrinhos e lixeiras para 20 municípios do Estado.

 IDOSO

Conselhos Municipais atuam para a efetivação de direitos IPARDES

O Paraná atualmente conta com 11,2 milhões de habitantes, sendo que 9,2% da população é constituída por pessoas com 65 anos de idade ou mais. Até 2040, no entanto, esse percentual mais que dobrará, chegando a 19,9% do total de habitantes. A projeção é do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes) e está associada a diversos fatores, como o declínio das taxas de natalidade e a ampliação da expectativa de vida. Essa alta na faixa de idosos, também verificada nacionalmente, se reflete na necessidade cada vez maior de políticas públicas e serviços voltados especificamente a essa parcela da população. Nesse sentido, ganham cada vez mais importância os Conselhos Municipais do Idoso, instâncias de deliberação sobre as políticas públicas dedicadas a esse grupo e que, de acordo com o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003), devem desempenhar importantes formas de atuação na defesa dos direitos dos idosos. “Os conselhos são fundamentais porque são espaços em que a sociedade civil tem participação direta, inclusive para apresentar demandas que considerem importantes nessa área aos gestores públicos, influenciando até mesmo o quanto isso representa nos orçamentos dos Municípios”, disse a procuradora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos do Idoso e da Pessoa com Deficiência, Rosana Beral-

di Bevervanço. No Paraná, dados da Secretaria da Família e Desenvolvimento Social apontam que em 361 cidades esses conselhos já foram instalados, o que representa uma cobertura de 90% em relação à totalidade dos municípios paranaenses. O número posiciona o estado como o primeiro do país nesse quesito – o segundo estado melhor qualificado é São Paulo, que possui abrangência de 83%. A promotora de Justiça Melissa Cachoni Rodrigues, que também atua no Caop de Defesa dos Direitos do Idoso e da Pessoa com Deficiência destaca que, ainda que a maior parte das cidades estejam em conformidade com a exigência legal, a não existência dos conselhos em alguns municípios pode ocasionar prejuízos importantes para a população idosa. “Considerando que esses colegiados também devem ser formuladores da política pública local para a população idosa, o prejuízo em não contar com eles é bastante sério. Além disso, outros papéis importantes do Conselho deixam de ser desempenhados, como a fiscalização de entidades de atendimento, a promoção de campanhas educativas e o estímulo ao envelhecimento digno e ativo”, afirma. Sem conselho, sem recursos Um dos aspectos negativos relacionados à inexistência dessas unidades é a impossibilidade do recebimento, por parte do município, de recursos para investimentos na área. Isso porque, possuir o órgão instalado é requisito para que as prefeituras recebam apoio financeiro do

Fundo Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa (Fipar), administrado pela Secretaria da Família e Desenvolvimento Social (SEDS) e que tem a destinação de seu orçamento deliberada pelo Conselho Estadual dos Direitos do Idoso (Cedi). “Sem essa verba, há perda substancial para o município porque projetos para a melhoria da vida de idosos deixam de ser implementados”, pondera a procuradora de Justiça Rosana Beraldi Bevervanço. Outra exigência para acessar os recursos do Fipar é a criação de fundos e planos municipais direcionados à população idosa. Segundo levantamento da SEDS, existem atualmente 268 fundos e 153 planos municipais constituídos. Além da importância para o acesso aos recursos públicos, é papel dos conselhos municipais zelar pelo cumprimento dos direitos dos idosos, o que deve ocorrer a partir de atuação articulada com outros órgãos do poder público. “A atuação do conselho confere legitimidade social para o trabalho do Executivo e funciona como um espaço de fiscalização e cobrança diante da gestão municipal”, afirma Melissa. Outras atribuições definidas pelo Estatuto do Idoso são a organização de conferências municipais periódicas, o recebimento e encaminhamento de denúncias de violência praticada contra idosos, o recebimento da inscrição dos programas de Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) no Conselho e a fiscalização da adequação das ILPIs às normas legais. “É um verdadeiro espaço para o debate público sobre o tema”, diz a promotora de Justiça.

Os convênios com a Secretaria de Estado da Agricultura somaram R$ 31,2 milhões. As prefeituras compraram veículos e equipamentos agrícolas, como carretas, ensiladeiras, semeadeiras, tratores, pulverizadores. Também fizera pavimentação de estradas rurais com pedras irregulares. Os recursos contemplaram 200 municípios. Também foram firmados convênios com a Secretaria de

Estado de Esporte e Turismo para a construção de academias ao ar livre. Em 2017, a secretaria repassou R$ 23,5 milhões a cerca de 250 municípios do Paraná. Além destas, por convênios com a Secretaria da Infraestrutura e Logística, foram destinados aos municípios, no ano passado, R$ 156,88 milhões para pavimentação de estradas rurais e vias urbanas (que são de responsabilidade

das prefeituras) e construção, modernização e ampliação de 41 pontes. Os municípios também receberam no ano passado R$ 114,2 milhões para investimentos exclusivamente em assistência social. O recurso é da Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, repassado pela modalidade fundo a fundo (direto dos fundos estaduais para os fundos municipais), sem burocracia e com agilidade.

 DIAGNÓSTICO

Diagnóstico de Inovação Gratuito para Indústrias de Santo Antônio e Região Sistema Fiep

Ontem, 1º de fevereiro, o Sistema FIEP iniciou a 4ª edição da Bússola da Inovação para empresários ou gestores das indústrias de Santo Antônio da Platina e Região realizam uma nova avaliação de suas práticas de inovação. Após o preenchimento de algumas questões, essa ferramenta entrega um diagnóstico imediato e personalizado, resultado da reflexão do participante sobre sua realidade

de negócio.É importante frisar que a Bússola sai a custo zero para a empresa, com total subsídio pelo Sistema Fiep. O propósito é promover a cultura de inovação, sensibilizando as indústrias para a questão e indicando alguns passos iniciais para aumentar a produtividade e competitividade. Para o sistema FIEP é fundamental conhecer a realidade de inovação das indústrias paranaenses. A Bússola é um instrumento ideal para isso. Com os resultados o Sistema Fiep

pode melhorar ainda mais os seus serviços de inovação com base na prática, no dia-a-dia dos problemas organizacionais. Assim, suas soluções técnicas e tecnológicas e os Institutos Senai de Tecnologia e Inovação poderão melhor atender a indústria e alavancar seu desenvolvimento. Para participar desta importante iniciativa e receber gratuitamente um diagnóstico de inovação, as indústrias podem acessar agora o site http:// bussoladainovacao.org.br/


A-4 Cidades

TRIBUNA DO VALE

Sexta-feira, 02 de fevereiro de 2018

Acervo do Salão de Artes Plástica de Jacarezinho passa por restauração

PARCERIA O Salão de Artes Plásticas de Jacarezinho é um dos mais antigos do Paraná Da Assessoria

Uma parceria entre o Centro de Letras, Comunicação e Artes da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), o Conjunto Amadores de Teatro (CAT), o SESC e a Prefeitura tem realizado, desde abril de 2017, um trabalho de recuperação do acervo do Salão de Artes Plásticas de Jacarezinho. Guardado nas dependências do CAT, o acervo reúne cerca de 150 obras, algumas delas de 1960, quando o Salão começou a ser realizado na cidade. A ideia de desenvolver o projeto para recuperação das obras surgiu em 2016, quando a mestranda Juliana Carolina da Silva, na época, acadêmica de História da UENP, procurou o CAT para realizar um Projeto de Iniciação Científica com bolsa do CNPq sob orientação da professora-doutora Luciana Brito, que tinha por objetivo realizar levantamento sobre os artistas de Jacarezinho e região. “Foi assim que tive acesso ao acer vo. Fiquei impressionada com a quantidade e a qualidade das obras”, destaca Juliana. A partir da realização do trabalho, a estudante percebeu que algumas obras estavam bastante danificadas pelo tempo. Outras, sem identificação do artista e do ano em que foram expostas. “Foi aí que começamos a conversar sobre a necessidade de fazer algo a respeito”, lembra. Criado no começo de 2017 e coordenado pela professora Luciana Brito, o projeto de Extensão “Salão de Artes de Jacarezinho: diálogo entre a memória, arte, pre-

servação e ensino”, conta com a participação de três bolsitas do Programa Universidade Sem Fronteiras, da SETI, e dois do Programa de Bolsas de Extensão Universitária (PIBEX), da Fundação Araucária. O Projeto prevê, além da catalogação, um trabalho de limpeza e restauração das obras. “Temos uma parceria com o Museu Paranaense. Os alunos fizeram estágio junto aos profissionais que trabalham no museu, para que pudessem aprender técnicas de limpeza e restauração de obras”, disse Luciana Brito. Ela destaca ainda que o projeto vai muito além do trabalho manual para recuperar as obras. “A ideia é resgatar a memória do Salão de Artes Plásticas de Jacarezinho. Por isso, realizamos oficinas e palestras sobre artes junto à comunidade. E ainda queremos, ao final de todo esse trabalho, fazer uma grande exposição desse acervo à comunidade já que muitos desconhecem a existência dessas obras”, acentua. Uma ação conjunta com outro projeto do Universidade Sem Fronteiras deverá ampliar ainda mais o acesso ao acervo, adianta Luciana Brito sobre uma parceria com o projeto “Não apague minha memória”, que é coordenado pelo professor José Reinaldo Merlin, do Campus Luiz Meneghel. “Por meio desse projeto maravilhoso, iremos criar um museu virtual do Salão de Artes de Jacarezinho, o que possibilitará transcender limites geográficos e contribuir ainda mais para a valorização do Salão local”, complementa. Para Geraldo Silva, con-

Geraldo Silva, conselheiro do Conjunto Amadores de Teatro fala sobre uma das obras do acervo a bolsista do projeto

selheiro do CAT e profundo conhecedor do acer vo, o projeto vem ao encontro de um sonho antigo. “Eu sempre me perguntava se conseguiríamos alguém para fazer esse trabalho de reparo das obras. E então, quando alguns alunos da UENP apareceram perguntando sobre o acervo, vi que essa era a oportunidade de firmar uma parceria”, conta. O Salão de Artes Plásticas de Jacarezinho é um dos mais antigos do Paraná e atraía artistas de vários lugares do país, lembra seu Geraldo. “As obras que estão aqui são parte da história da nossa cidade e da nossa gente. Não podemos deixar que isso caia no esquecimento. Felizmente encontramos pessoas dispostas a preservar essa memó-

EDUCAÇÃO

Alunos da Rede Municipal vão receber kit de material escolar Da Assessoria

As aulas da Rede Públic a Mu n i c ip a l d e Andirá começam no dia 19 de fevereiro e as crianças terão um importante incentivo proporcionado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação: o kit de material escolar. Lápis, cadernos de desenho, cadernos brochurão 96 e 48 folhas, apontador, borracha, lápis de cor grande, tinta guache, giz de cera, cola, tinta guache, massa de modelar, tes oura, régua, canet as, pasta com elástico, pincel (os kits são formados por turma). Todo o material necessário para o desenvolvimento das aulas no dia a dia a prefeitura passa agora a disponibilizar em kits para cada um dos mais de dois mil alunos. Uma conquista importante para poder incentivar os estudos e, também, minimizar as despesas com material escolar, preocupação dos pais todo início de ano. De acordo com a Secretária Municipal de Educação Laudicea Mello Pereira, a prefeitura vai disponibilizar o material básico da melhor qualidade. Ela informou, ainda, que além deste

ria”, disse Geraldo Silva. Para a diretora do CAT e técnica de atividades do SESC de Jacarezinho, Elaine Sartori Diniz Stramare, a parceria entre diversas instituições deu certo e os resultados estão sendo positivos. “Eu fico muito feliz em ver tanta gente reunida pela causa do nosso acervo. Todos ajudando, cada um a seu modo, para que a memória da nossa cidade seja mantida. Só tenho a agradecer a UENP, que tem se mostrado uma parceira valorosa na promoção da cultura da nossa região”, enfatiza. O diretor do Campus de Jacarezinho, Fábio Antonio Neia Martini, reconhece no projeto em andamento uma instância de valorização da arte local. “Esse projeto

brilhante tem contribuído de maneira expressiva para valorização da arte, por meio do processo de reconhecimento do valor artístico, histórico e cultural do Salão de Artes de Jacarezinho. Dessa forma, parabenizo a professora Luciana Brito e os estudantes que compõe o projeto pelo importante trabalho realizado”, finaliza o diretor. O projeto conta com a colaboração dos professores-doutores Janete Leiko Tanno e Márcio Luiz Carreri, do colegiado de História da UENP. Treinamento e exposições As bolsistas Juliana Carolina da Silva e Camila Pereira de Souza receberam, no mês de setembro de 2017, treinamento de

conservação de acervo no Museu Paranaense. Durante os dias de capacitação, as bolsistas puderam realizar a conservação de pintura, executando desde a desmontagem à catalogação de acervos. “O treinamento foi maravilhoso, aprendemos a higienizar, catalogar e também a realizar pequenos reparos nos documentos mais desgastados”, relata Juliana. Durante esses nove meses, além dos trabalhos com o acervo do CAT, o projeto tem contribuído para realização de exposições e oficinas na UENP. O diretor de cultura da UENP, James Rios enaltece a importância do projeto e a parceria firmada com a PROEC. “Salvaguardar a memória do Salão de Artes de Jacarezinho será certamente

RIBEIRÃO CLARO

Reforma do Matadouro Municipal deve iniciar nas próximas semanas

Prefeita Ione com equipe da Educação Municipal

material básico, a Prefeitura também já está abastecendo todas as escolas com outros tipos de materiais como, su l f ite, ap o st i l as p ar a a educação infantil, materiais pedagógicos, entre outros itens complementares. A secretária disse que os pais p o dem f ic ar t ranqui los, pois o material fornecido pela prefeitura e os que as escolas estão adquirindo agora, são suficientes para o desenvolvimento pleno das aplicações pedagógicas. Ainda assim as escolas também fizeram uma lista complementar com alguns materiais, para os pais que quiserem adquirir para que os filhos também tenham em cas a, como é o cas o de dicionár ios, liv ro de

história, ábaco, estojo, etc. São sugestões de materiais adicionais feitas pelas escolas, mas os pais não são obrigados a adquirir. Como foi realizado no ano p ass ado, este ano a Prefeitura também vai conceder novamente o uniforme escolar. Tênis, shorts, camisetas, agasalhos, meias; iniciativa importante para também ajudar as famílias que antes tinham que disponibilizar recursos todo início de ano, para a aquisição. Agora é gratuito. A S e cret ár i a dest acou que assim que os alunos retornarem ao período letivo, no próximo dia 19, já começam a tirar as medidas do corpo para a confecção dos novos uniformes.

Processo de Licitação para reforma do matadouro terá início nos próximos dias Da Assessoria

A Reforma do Matadouro Municipal de Ribeirão Claro está programada para iniciar nas próximas semanas, assim que o processo licitatório for concluído. A prefeitura recebeu em dezembro de 2017 a primeira parcela da verba que será usada para custear a obra, orçada em R$ 409 mil. O valor foi liberado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento com o apoio do deputado estadual Evandro Junior, em atendimento à solicitação

feita pelo prefeito Mario Augusto Pereira. Com a conclusão da obra, que prevê a instalação de uma câmara fria, será possível conquistar novos mercados além do município e melhorar a segurança alimentar da população local, com a oferta de serviços de qualidade e controle em higiene e sanidade por parte do Estado. Segundo o vice-prefeito e Secretário de Agricultura, João Carlos Bonato, a reforma demandará uma série de adequações às normas sanitárias recomendadas que,

depois de concluídas, poderá credenciar o município de Ribeirão Claro a se integrar ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi), do governo federal, que permite a venda de produtos fabricados localmente para outras regiões do Estado e do País. “Projeto de valor grande com acompanhamento de vários órgãos de, mas já estamos com a licitação em trâmite e a obra deve começar em alguns dias”, explicou. “Vamos informar à população cada passo da reforma”, concluiu o secretário.


Região A-3

TRIBUNA DO VALE

Sexta-feira, 02 de fevereiro de 2018

Bandidos aterrorizam família durante assalto

ABATIÁ  Roubo aconteceu na madrugada desta quinta-feira; moradores foram amarrados, agredidos e ameaçados pelos criminosos Antônio de Picolli/Arquivo

S.A.PLATINA

Assaltante leva celular e R$ 700 de mercado Da Redação

Um homem armado com um revólver calibre .38, cromado, assaltou um mercado na tarde de quarta-feira (31), na Vila Ribeiro, em Santo Antônio da Platina. De acordo com a Polícia Militar, o assaltante era de cor branca, alto, estava com uma camisa branca enrolada na cabeça, vestia blusa de moletom de cor vermelha e calça cinza. Ele rendeu a funcionária do caixa, e fugiu a pé sentido ao bairro jardim Santa Cruz levando um celu-

lar Samsung J5 e a quantia de R$ 700 em dinheiro. Câmeras de segurança da empresa registraram o assalto, e as imagens ajudaram a PM a identificar o suspeito. Trata-se do mesmo autor de um furto ocorrido no Jardim Saúde e de um roubo a uma padaria da cidade. Os policiais foram até o endereço do suspeito, porém, seu pai informou que ele está há oito dias fora de casa. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o assalto.

SIQUEIRA CAMPOS

Polícia prende casal e recupera dinheiro furtado de empresa

A PM fez patrulhamento em Abatiá e nas rodovias da região, mas nenhum suspeito foi preso até o momento Da Redação

Bandidos armados provocaram pânico na família de um comerciante de Abatiá na madrugada desta quinta-feira (1º). Os criminosos renderam a mulher e o f i l ho do empres ár io dentro de sua própria casa, onde o permaneceram até que ele chegass e de su a lanchonete no centro da cidade, após o trabalho.

De acordo com a PM, o comerciante contou que por volta da 1h10 dois homens morenos e de estatura baixa, um deles vestindo blusa de moletom vermelha e o outro uma blusa de cor clara, ambos encapuzados, entraram em sua casa, renderam sua mulher e filho de colo do casal, a agrediram e amarram em um dos quartos da residência. Os assaltantes exigiam dinheiro.

Quando o empresário chegou à casa de madrugada ele também acabou rendido pelos bandidos, que o amarraram e o ameaçaram junto à família para que entregasse o dinheiro. “Fiquem tranquilos que não vai acontecer nada com ninguém. Estamos aqui porque a fita foi dada”, teria comentado um dos assaltantes. A dupla fugiu a pé levando do comerciante a quantia

aproximada de R$ 4 mil. Pouco tempo depois ele conseguiu se soltar e comunicou o roubou à Polícia Militar. Equipes de Abatiá, Ribeirão do Pinhal e Santo Antônio da Platina participaram do patrulhamento para localizar os assaltantes. Porém, nenhum suspeito foi preso até o momento. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o crime

CONTRABANDO

Carreta de Joaquim Távora transportava 30 mil maços de cigarro do Paraguai

Casal foi flagrado com R$ 4,7 mil furtados da empresa Da Redação

Só noticias

Flagrante ocorreu durante uma fiscalização de rotina da PRF na BR-163, em Mato Grosso Da Redação

Um a c a r r e t a M e r c e des B enz, com placas de Joaquim Távora (PR), foi apreendida na manhã desta quinta-feira (1º) p ela

Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Mato Grosso. O veículo transportava 30,6 m i l p a c ote s d e c i g ar ro s contrabandeados do Paraguai. O flagrante ocorreu durante uma fiscalização

de rotina da PRF na BR163, em Itiquira. O motorista disse aos patrulheiros que pegou a carga em Campo Grande (MS) e que a entregaria em Rondonópolis (MT). O homem, no

entanto, não revelou quanto receberia pelo serviço. A carreta com a carga contrabandeada e o motorista foi encaminhada à Delegacia da Polícia Federal.

Uma ação conjunta entre as polícias militar e civil resultou na prisão de um casal acusado de furtar uma empresa no bairro Nações, em Siqueira Campos, na noite de quinta-feira (31). De acordo com as investigações, câmeras de segurança

gravaram os suspeitos furtam dinheiro da empresa e, através das imagens foi possível identifica-los. O casal foi localizado e recebeu voz de prisão. Com os suspeitos, os policiais recuperaram R$ 4,7 mil furtados da empresa. Eles foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil.


A-6 Atas & Editais MUNCÍPIO DE CAMBARÁ – PR PREGÃO PRESENCIAL 06/2018 Homologo para todos os fins de direito, o objeto do procedimento licitatório REGISTRO DE PREÇO PARA AQUISIÇÃO DE MATERIAL ASFALTICO, a empresa ASFALTOS DO PARANA INDUSTRIALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA EPP - CNPJ 20.755.193/0001-06, com o valor de R$ 260.550,00, CASA DO ASFALTO DISTRIB. IND. E COM. ASFALTO LTDA - CNPJ 06.218.782/0001-16, com o valor de R$ 100.700,00 e CBB INDUSTRIA E COM. DE ASFALTOS E ENG. LTDA - CNPJ 82.381.815/000122, com o valor de R$ 607.600,00. Cambará, 01 de fevereiro de 2018. JOSE SALIM HAGGI NETO PREFEITO PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMBARÁ PORTARIA No 33/2018 O Excelentíssimo Senhor José Salim Haggi Neto, Prefeito Municipal de Cambará, Estado do Paraná, usando de suas atribuições legais, que lhe são conferidas por lei, com fulcro no art. 41 da Lei nº 1.191/2001 e no Processo Administrativo nº 299/2018, R E S O L V E: Art. 1º. Designar o servidor Nilton Custódio, RG 19.338.607 SSP/SP, ocupante do cargo de Fiscal, para substituir a servidora Maria Estela Delamura, RG 3.642.260-2 SSP/PR, no cargo de Diretor do Departamento de Tributação, a partir do dia 01/02/2018. Parágrafo único. A substituição de que trata o caput deste artigo é decorrente de afastamento por motivo de saúde do substituído e perdurará até que o mesmo retorne as suas atividades normais. Art. 2º. O substituto fará jus ao recebimento durante a substituição, da remuneração correspondente ao cargo do substituído, na proporção dos dias de efetiva substituição. Parágrafo único. Durante a substituição, o substituto perderá o vencimento de seu cargo efetivo, salvo se optar pela sua manutenção em detrimento do recebimento da remuneração do cargo em comissão. Art. 3º. A presente Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Cambará-PR, em 01 de fevereiro de 2018. José Salim Haggi Neto PREFEITO MUNICIPAL DE CAMBARÁ MUNCÍPIO DE CAMBARÁ – PR PREGÃO PRESENCIAL 11/2018 OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM SEGURO DE VEICULOS ABERTURA: 20/02/2018 AS 09h LOCAL: AV. BRASIL, 1.229, CENTRO, CAMBARÁ - PR. DISPONIBILIDADE DO EDITAL: REQUISITADO, GRATUITAMENTE, PELO E-MAIL: municipiocambara@gmail.com e Portal Transparência. Cambará, 01 de fevereiro de 2018. JOSE SALIM HAGGI NETO PREFEITO PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL Errata - Setor Convênios - Edição ANO XXII- N° 3528 Onde se lê: TERMO DE COLABORAÇÃO Nº DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA - RECURSOS SAS-FMASPACI Nº 02/2018, QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL E A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE RIBEIRÃO DO PINHAL, PARA OS FINS QUE ESPECIFICA. Leia-se: TERMO DE COLABORAÇÃO Nº 02/2018 DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA - RECURSOS FUNDEB, QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL E A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE RIBEIRÃO DO PINHAL, PARA OS FINS QUE ESPECIFICA. Ribeirão do Pinhal, 01 de fevereiro de 2018. PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL Errata - Setor Convênios- Edição ANO XXII- N° 3528 Onde se lê: TERMO DE COLABORAÇÃO Nº DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA - RECURSOS SAS-FMASPACI Nº 01/2018, QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL E A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE RIBEIRÃO DO PINHAL, PARA OS FINS QUE ESPECIFICA. Leia-se: TERMO DE COLABORAÇÃO Nº 01/2018 DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA - - RECURSOS SASFMASPACI, QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL E A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE RIBEIRÃO DO PINHAL, PARA OS FINS QUE ESPECIFICA. Ribeirão do Pinhal, 01 de fevereiro de 2018. PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL Errata - Setor Convênios- - Edição ANO XXII- N° 3528 Onde se lê : TERMO DE COLABORAÇÃO Nº DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA - RECURSOS SAS-FMASPACI Nº 02/2018, QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL E A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE RIBEIRÃO DO PINHAL, PARA OS FINS QUE ESPECIFICA. Leia-se: TERMO DE COLABORAÇÃO Nº 03/2018 DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA - 3 % RECURSOS TESOURO MUNICICPAL, QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL E A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE RIBEIRÃO DO PINHAL, PARA OS FINS QUE ESPECIFICA. Ribeirão do Pinhal, 01 de fevereiro de 2018.

PREFEITURA DO MUNICIPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL ESTADO DO PARANÁ 2º TERMO ADITIVO AO TERMO DE COLABORAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA – RECURSO SAS-FMASPACI Nº 03/2017 FIRMADO ENTRE O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL E O LAR SÃO VICENTE DE PAULO EM 10 DE MARÇO DE 2017. De um lado, o MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL, CNPJ/MF sob nº. 76.968.064/0001-42, neste ato representado por seu Prefeito Municipal, WAGNER LUIZ OLIVEIRA MARTINS, brasileiro, casado, portador do RG 107.734.56-2 e CPF 052.206.749-27,doravante denominado CONCEDENTE,, e de outro lado o LAR SÃO VICENTE DE PAULO, CNPJ/MF 77.426.922/0001-90, neste ato representada por seu Presidente JOÃO LUIZ CORINTH, brasileiro, portador do RG 1.212.798 e CPF: 237.339.009-44, doravante denominada CONVENENTE. Resolvem celebrar o presente TERMO ADITIVO, alterando cláusulas, em conformidade com as normas legais vigente: CLÁUSULA PRIMEIRA: Altera as cláusulas: cláusula terceira: DO VALOR: O valor do presente Termo de Colaboração é de R$ 27.740,00(vinte e sete mil, setecentos e quarenta reais), cujo valor já liberado pelo Ministério do Desenvolvimento social e repassado para conta específica da convenente. parágrafo único: CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO ORDEM DAS PARCELAS REPASSADAS PELO MDS dez/2015 jul/ago/set/out/nov/ /2016 dez/jan/2017 Fev/2017

VALOR R$ R$ 8.760,00 R$ 2.920,00 R$ 1.460,00

DESEMBOLSO março de 2017 setembro de 2017 outubro de 2017

mar/2017 R$ 1.460,00 novembro de 2017 abr/mai/jun/jul/2017 R$ 5.840,00 dezembro de 2017 ago/set/out/nov/dez de 2017 R$ 7.300,00 dezembro de 2017 Total: R$ 27.740,00 cláusula oitava: DO PRAZO DE VIGÊNCIA E ALTERAÇÕES: A vigência deste Termo de Colaboração será a partir da data de sua assinatura encerrando-se em 28/02/2018, podendo ser alterado e ou prorrogado de acordo com a lei, por tempo até a conclusão final dos repasses e utilização dos recursos, desde que não implique em alteração de seu objeto, devendo a proposta de alteração ser apresentada em prazo não inferior a 60 (sessenta) dias do término da vigência, mediante acordo prévio entre os partícipes, constituindo-se as alterações ajustadas em Termos Aditivos, que deste serão partes integrantes para todos os efeitos e direitos. CLÁUSULA SEGUNDA: DA RATIFICAÇÃO Ficam ratificadas as demais cláusulas e condições constantes no termo originário, não modificados no todo ou em parte, pelo presente Termo Aditivo. CLÁUSULA TERCEIRA: DA PUBLICAÇÃO A publicação do presente termo será no Diário Oficial do Município e no site oficial do Município. E, por estarem assim, justas e acordadas, firmam este termo em duas vias de igual forma e teor, na presença das testemunhas abaixo, para que produza os devidos e legais efeitos. Ribeirão do Pinhal, 27 de janeiro de 2018. ________________________ Wagner Luiz Oliveira Martins Prefeito Municipal

________________________________ João Luiz Corinth Presidente do Lar São Vicente de Paulo de Ribeirão do Pinhal

TRIBUNA DO VALE

Sexta-feira, 02 de fevereiro de 2018 CÂMARA MUNICIPAL DE TOMAZINA PORTARIA N.º 01/2018 O Exmo. Sr. ADALBERTO SANCHES DA SILVA, presidente da Câmara Municipal de Tomazina, no uso de suas atribuições legais e consoante o Regimento Interno desta Casa, bem como, a Lei Orgânica Municipal e a Resolução n°01/2011. RESOLVE Adiar, excepcionalmente, em razão das reformas estruturais na Sede do Plenário, a data de início da Sessão Legislativa de 2018 para o dia 19 de fevereiro de 2018. Art. 2° Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. Cumpra-se. Registre-se. Publique-se. Gabinete do Presidente, 01/02/2018. ADALBERTO SANCHES DA SILVA PRESIDENTE

PREFEITURA DO MUNICIPIO DE CAMBARA Estado do Paraná Exercício:

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2018

Decreto nº 2095/2018 de 01/02/2018 Ementa: Abre Crédito Adicional Suplementar e da outras providências.

O Prefeito Municipal de CAMBARÁ, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e das que lhe foram conferidas pela Lei Orçamentária nº 1688/2017 de 15/12/2017. Decreta: Artigo 1º - Fica aberto no corrente Exercício o Crédito Adicional Suplementar, no Orçamento Geral do Município, no valor de R$ 57.500,00 (cinqüenta e sete mil quinhentos reais), destinado ao reforço das seguintes Dotações Orçamentárias. Suplementação 07.000.00.000.0000.0.000. 07.002.00.000.0000.0.000. 07.002.10.301.0007.2.012. 337 - 3.3.90.40.00.00

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE ATENCAO BASICA DA SAUDE 00303 SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - PESSOA JURIDICA COMUNICAÇÃO - PESSOA JURÍDICA Total Suplementação:

57.500,00 57.500,00

Artigo 2º - Para atender o disposto no Artigo 1º deste Decreto, servirá como recurso o Cancelamento de Dotações Orçamentárias, conforme discriminação abaixo, de acordo com o Artigo 43, § 1º, Inciso III da Lei Federal nº 4.320/64. Redução PREFEITURA DO MUNICIPIO DE CAMBARA 07.000.00.000.0000.0.000. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE Estado do Paraná 07.002.00.000.0000.0.000. FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE 07.002.10.301.0007.2.012. ATENCAO BASICA DA SAUDE Exercício: 333 - 3.3.90.39.00.00 00303 2018 OUTROS SERVIÇOS DE TERCEIROS - PESSOA JURÍDICA Total Redução:

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57.500,00 57.500,00

Artigo.3º - A criação da dotação orçamentária e/ou suplementação, visa atender despesas não consignadas no Orçamento para o exercício de 2018. Ficando igualmente alterados o PPA e a LDO, em execução no exercício de 2018 , conforme demonstrado no QDD deste entidade. Artigo 4º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Edifício da Prefeitura Municipal de CAMBARÁ , Estado do Paraná, em 01 de fevereiro de 2018.

JOSE SALIM HAGGI NETO Prefeito Municipal

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TRIBUNA DO VALE

Sexta-feira, 02 de fevereiro de 2018 Divulgação

Usina Chavantes completa 48 anos de operação

DESENVOLVIMENTO Sob a gestão da CTG Brasil, unidade localizada no rio Paranapanema é uma das maiores usinas paulistas Da Assessoria

Um dos mais importantes aproveitamentos hidrelétricos do rio Paranapanema, com 414 MW de capacidade instalada, a usina Chavantes completa 48 anos no dia 6 de fevereiro. Sob a gestão da CTG Brasil – a segunda maior geradora de energia privada do país – o empreendimento localizado entre Chavantes (SP) e Ribeirão Claro (PR) produz energia capaz de abastecer

uma cidade com cerca de 700 mil habitantes. Instalada no Médio Paranapanema, intermediando as hidrelétricas Jurumirim (acima, na cabeceira do rio) e Salto Grande (abaixo), Chavantes se destaca por seu reservatório de grande acumulação, com capacidade de armazenar 3,04 bilhões de metros cúbicos de água. Esta espécie de ‘caixa d’água’ contribui para a regularizar a vazão média do rio, co-

laborando no controle de cheias e de secas, e assegura outros usos da água para a população. Em Chavantes fica a Vila Técnica, base de diversas equipes da CTG Brasil responsáveis pela operação e manutenção das oito usinas sob a gestão da companhia no rio Paranapanema, prestando suporte administrativo e tecnológico, e realizando os programas socioambientais. A UHE Chavantes é re-

sultado de um projeto cuja execução demandou 12 anos de trabalhos. Na fase inicial da construção foi denominada “Usina Itararé”, mas teve o nome alterado posteriormente para “Usina Xavantes”, até chegar à nova grafia, em 1990. Turismo Além do desenvolvimento econômico e tecnológico, a instalação da usina Chavantes fomentou o turismo em municípios paranaenses e paulistas banhados pelo re-

servatório – um lago límpido de 419 quilômetros quadrados de área, com bordas que se estendem por 1.085 quilômetros. Cidades como Piraju (SP), Ribeirão Claro e Carlópolis (PR) aproveitam as belezas naturais e a boa qualidade da água para atrair banhistas às suas praias de água doce, praticantes de esportes náuticos e da pesca esportiva, oferecendo boas opções de lazer junto à natureza. Visite a usina A CTG Brasil mantém um

RESERVATÓRIO RECEBE 160 MIL PEIXES

Para comemorar o aniversário da usina Chavantes, a CTG Brasil realiza, nos dias 5 e 6 de fevereiro, duas solturas de peixes, totalizando 160 mil alevinos no reservatório. A primeira atividade acontece na segunda-feira, às 14h, quando a companhia coloca 80 mil exemplares das espécies piapara e piau-três-pintas, na Floresta Municipal das Corredeiras, em Piraju (SP). Na tarde seguinte, 80 mil peixes serão soltos nas proximidades da balsa situada no município de Fartura (SP).

Em março, o reservatório Chavantes receberá mais 50 mil novos peixes, no Balneário de Ribeirão Claro (PR). As ações fazem parte do cronograma anual de peixamento da CTG Brasil, que até dezembro irá soltar 1,5 milhão de novos peixes no Paranapanema. Nesta primeira etapa, mais de 1 milhão de alevinos estão sendo colocados em pontos estratégicos dos reservatórios sob a gestão da companhia ao longo do rio. CTG Brasil - Criada em 2013, a CTG Brasil é uma subsidiária 100%

programa de visitação de suas usinas, por meio do qual é possível a grupos, especialmente de estudantes, realizar visitas monitoradas à usina Chavantes. O agendamento é feito pelo e-mail comunicacao@ ctgbr.com.br. A hidrelétrica também é a primeira usina da companhia a ‘abrir as portas’ para visitas virtuais. Pelo site www.energiaquegeraenergia. com.br é possível fazer um tour 360º pelas instalações da unidade.

Divulgação

controlada pela China Three Gorges Corporation. Com investimentos em 17 usinas hidrelétricas e 11 parques eólicos, o portfólio da CTG Brasil hoje tem uma capacidade total instalada de 8,27 GW. Segunda maior geradora privada de energia do país, a CTG Brasil conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com a matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.


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