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Sabado e Domingo
11 E 12 DE FEVEREIRO DE 2017
ANO XXII - N0 3296 R$ 1,00
DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI
www.tribunadovale.com.br Antônio de Picolli
Assembleia de hoje vai decidir se professores vão iniciar greve na semana que vem
EDUCAÇÃO
Assembleia pode decidir hoje greve dos professores
Marcado para iniciar na quarta-feira 15, o ano letivo da Rede Estadual de Ensino pode ser comprometido por uma nova greve dos professores. Ontem, o cons elho do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (APP Sindicato), estava reunido em Maringá preparando a assembleia da categoria que
vai acontecer hoje, também em Maringá, com representantes de todo o Estado. Segundo o presidente da unidade da APP Sindicato de Jacarezinho, professor Nilton Stain, a assembleia vai discutir três formas de protesto contra o governo. “Podemos fazer um indicativo de greve, marcar uma série de manifesta-
ções. ou mesmo, já marcar uma nova greve. Temos essas três modalidades de protestos para decidir na assembleia”, disse salientando ainda, que qu a lqu e r profe ss or presente pode dar sua opinião, que será avaliada p ela maior ia. “Tanto a favor quanto ao contrário ou qualquer outra sugestão será ouvida”, afirmou.
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SAÚDE
ECONOMIA
CRIATIVIDADE
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Governo lança campanha de orientação sobre a febre amarela SIQUEIRA CAMPOS
Bandidos esfaqueiam idoso e roubam R$ 14 mil
Aumento de operações aéreas mostra confiança no Paraná
Projeto Vista a sua Imaginação é novidade nas confecções
CAMBARÁ
Inaugurada escola municipal Inês Panichi
Divulgação
Dois homens armados com um revólver e uma faca assaltaram três idosos na madrugada desta sexta-feira (10), na zona rural de Siqueira Campos. Durante o roubo, um dos bandidos esfaqueou uma das vítimas de 87 anos. A dupla de criminosos fugiu levando R$ 14 mil em dinheiro dos moradores. PÁG. A5
FAST-FOOD
Empresário confirma instalação de franquia da Subway em Santo Antônio
O empresário de Cornélio Procópio Arthur Orcioli garantiu ontem, 10, que vai instalar em Santo Antônio da Platina uma franquia Subway. Orcioli já possui um fast-food e disse que despertou interesse pela cidade devido ao seu desenvolvimento regional e por se tratar de um município polo comercial e gastronômico do Norte Pioneiro. PÁG. A3
AGRICULTURA
Frio alonga ciclo da soja e atrasa colheita no PR PÁG. A5
Inauguração reuniu comunidade escolar e autoridades municipais e estaduais
Inaugurada na manhã de ontem, a Escola Municipal Inês Panichi Hamzé, em Cambará. O evento reuniu a comunidade escolar e autoridades como os deputados estaduais, Pedro Lupion (Democratas), e Luiz Claudio Romanelli (PSB), recepcionados pelo prefeito José Salim Haggi Neto (PMDB). Na obra foram investidos R$ 2.250 milhões. A escola funcionava em dualidade com o Colégio Estadual Lucy Requião. O novo estabelecimento vai abrigar alunos do ensino fundamental e anos iniciais. O prefeito, os deputados, professores e equipe do Núcleo Regional da Educação, com sede em Jacarezinho, também visitaram as obras em andamento do Colégio Estadual Silvio Tavares, que foi parcialmente destruído por um incêndio em 2015. PÁG. A4
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A-2 Opinião
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TRIBUNA DO VALE
Isso não significa, é claro, que policiais não possam fazer chegar aos governos estaduais suas insatisfações e reivindicações.” Editorial
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Sabado e domingo, 11 e 12 de fevereiro de 2017
A capacidade militar deixou de ser aferida por tonelada e passou a ser medida em bytes, sem que isso fosse combinado com os russos. Aí, eles perderam o jogo.”
A RTIGO
E DITORIAL
Longe das ruas Cidadãos indefesos e a polícia “fascista” longe das ruas. O que é o sonho de muitos ideólogos se mostrou, na vida real, o pesadelo da população do Espírito Santo, que desde o último sábado convive com um caos generalizado digno daquilo que se convencionou chamar de “Estados falidos”, aqueles onde já não existe o império da lei. Os homicídios dispararam – a Grande Vitória já conta 90 mortes só neste período, contra quatro em todo o mês de janeiro –, assaltos e saques ocorrem a qualquer hora do dia, os serviços de educação e saúde foram interrompidos, o transporte público deixou de circular. Só a chegada das Forças Armadas e da Guarda Nacional trouxe de volta algum grau de normalidade, embora muitos estabelecimentos comerciais sigam fechados e sair à rua continue sendo uma aventura não apenas em Vitória, mas em várias outras cidades do estado. Esse caos só se instalou por um misto de esperteza e irres-
ponsabilidade dos policiais militares daquele estado, que, descontentes com salários, condições de trabalho e benefícios, mas impossibilitados de fazer greve por determinação do artigo 142 da Constituição Federal, colocaram suas famílias para “impedir” a saída das viaturas dos quartéis. Trata-se, na prática, de “greve branca”, rapidamente reconhecida pelo desembargador Robson Albanez, da Justiça capixaba, que determinou o fim dos piquetes nas portas dos batalhões sob pena de multa às associações de PMs, cujos representantes reagiram com afirmações como “o policial militar quer trabalhar, mas a família pode se manifestar”, dita por um major ao portal noticioso G1. Difícil acreditar. Existe uma razão muito simples para a legislação proibir os policiais militares e os membros das Forças Armadas de fazer greve: são essas categorias as responsáveis pela manutenção da lei e da ordem; sem elas, o próprio Estado
Democrático de Direito corre risco. Por isso, a vedação constitucional está longe de ser uma arbitrariedade; ela é uma garantia de que o Estado terá à disposição o poder de coerção necessário para coibir o crime e a ilegalidade, permitindo que a sociedade funcione adequadamente. Se os policiais militares tivessem a possibilidade legal de fazer greve, na prática ganhariam o direito de fazer a sociedade de refém, deixando-a completamente indefesa diante de ameaças à vida, à saúde e ao patrimônio dos cidadãos – justamente o que está ocorrendo agora no Espírito Santo e já aconteceu em outros estados, como Pernambuco e Bahia, onde PMs desafiaram a lei em 2014. Isso não significa, é claro, que policiais não possam fazer chegar aos governos estaduais suas insatisfações e reivindicações. Devem fazê-lo, no entanto, cientes de que seu trabalho tem um caráter essencial que torna sua realização absolutamente
Friedmann Wendpap
necessária. Em vez disso, essa necessidade está sendo vista como fator de chantagem: sabedores do quão importante é seu papel, os PMs ameaçam governos temerosos de perder capital político se deixarem o caos se instalar. Episódios como a “greve branca” de policiais no Espírito Santo são mais um sintoma do déficit democrático de que temos tratado em várias outras ocasiões: uma erosão às vezes sutil, às vezes explícita, do respeito pelos direitos dos outros, soterrados por vontades pessoais, de um pequeno grupo ou de determinada classe. O bem comum deixa de ser um objetivo a ser perseguido, e direitos fundamentais como o de poder sair às ruas com tranquilidade ou manter seu negócio funcionando são praticamente abolidos em nome do interesse de uma categoria. Urge recuperar a noção de que nem mesmo os melhores ideais e as reivindicações mais nobres justificam a negação do direito alheio.
A RTIGO Cláudio Slaviero
Brasil S/A Li uma pesquisa de um instituto de opinião que mostra que quase 50% d o s br as i l e i ro s , home ns e mulheres dos diversos segmentos sociais e faixa etária, com curso superior, disseram preferir votar em um candidato que não seja político de carreira. Especulam que o empresário Roberto Justus possa ser este candidato. Outros deverão aparecer. O efeito Trump repercute por aqui. Mas já imaginaram como s e r i a o “s o n h o” d e u m c andid ato indep endente – poder governar sem ser submisso a partidos ou às velhas raposas de sempre? Sem ter de jogar o velho e sujo jogo político? Fiquei imaginando como seria um governo sob meu comando se, como candidato independente, fosse eleito presidente do Brasil em 2018. Claro que teria de compor com o Congresso. Mas, como candidato independente e com o respaldo popular, governaria como se o país fosse uma empresa privada, Brasil S/A. Como toda e qualquer empresa bem estruturada, seguiria os princípios da governança corporativa, baseados na transparência e na ética, com pessoas competentes e comprometidas com resultados positivos e superavitários, e em benefício da nação. Começaria com a redução drástica de ministérios, com ministros fichas-limpas, competentes, idône os, com compromiss o
ap e n a s c om o p aí s , n ã o com grupos políticos ou com seu próprio umbigo. Todos os cargos de conf i anç a d e i x ar i am d e s e r assaltados por grupos ou partidos políticos. Apenas p e s s o a s c ap a z e s s e r i a m contratadas para postos-chave. Acabaria com esse toma-lá-dá-cá, o balcão de negócios. Reduziria drasticamente toda e qualquer mordomia ou supérf luo. Os aviões “exclusivos” seriam os primeiros a serem vendidos. E xig ir i a o f im de expressões ridículas e falsas dos cong ressist as, como usar “Vossa Excelência”. Eles deveriam se comp or t ar como civ i lizados e s e chamar ap e nas p or “ v o c ê” o u , n o m á x i m o, “senhor(a)”. Veria quem efetivamente trabalha e quem apenas coloca o paletó na cadeira ou nunca aparece para trabalhar, e faria uma varredura em todos os cargos e salários públicos. Outra varredura seria feita em todas as aposentadorias, uma auditoria para acabar com abusos e excessos. Nada de distinção entre aposentadoria do setor público e privado. Incentivaria a economia at ravés da livre concorrência e do livre mercado, e reduziria a burocracia ao máximo para abrir ou fechar empresas. Estimularia a estrutura para que os empregos gerados não fossem ilusões passageiras. Acabaria também com
TRIBUNA DO VALE
O Diário da nossa região - Fundado em agosto de 1995 Editora Tribuna do Vale LTDA CNPJ 01.037.108/0001-11 Matriz: Mário Marcondes Marques,38 VIla Claro - Santo Antônio da Platina, PR Fone/Fax: 43 3534 . 4114
Friedmann Wendpap
Diretor Responsável Benedito Francisquini - MTB 262/PR tribunadovale@tribunadovale.com.br tribunadovale@uol.com.br
subsídios injustos. Incentivaria o planejamento, com combate total à inflação e a devolução da dignidade aos brasileiros. Sairia do Mercosul, uma opção de atraso, e de parcerias com países ditatoriais, que levam nosso dinheiro para investir em infraestrutura em suas fronteiras; nossas necessidades de infraestrutura são enormes. A co op eração seria com países desenvolvidos, ricos e democráticos. Diminuiria as embaixadas, usinas de mamatas e sorvedouro de dinheiro público. Ins t a l ar i a c om itê s d e not áveis com amplo conhecimento, sem influência política, nas áreas que n e c e s s it am d e re for m a s a s e re m i mp l e m e nt a d a s – reforma trabalhista, política, tributária, previdenciária e do Judiciário, entre outras. Acabaria com as bolsas-esmolas, com as quais muitos malandros vivem à custa do Estado e dos demais bras i l e i ro s . Far i a o m e s m o com as tais cotas. Isso é racismo velado; afinal, n ã o s om o s to d o s i g u ai s perante a lei? Apenas os competentes e preparados teriam vez. Diminuiria a idade mínima para os jovens responderem por seus atos, assim como para trabalhar mais cedo. Fortaleceria o Exército e aparelharia as p olíci as p ara s erem implacáveis contra o crime e o tráfico de drogas. Valorizaria os professores e os
remuneraria bem, dentro de suas competências. Aceitaria as greves. Mas t o d a e qu a l qu e r p ar a l i sação provocaria dias de salários descontados dos participantes. E nem pensar em quebra-quebra: o s p a r t i c ip a nt e s s e r i a m duramente reprimidos e responsabilizados por seus atos. Da mesma maneira c om i nv a s õ e s a pré d i o s públicos ou a propriedades privadas. Acabaria com a festa dessa imensidão de sindicatos e ONGs que não ajudam em nada, e igualmente são sorvedouro de dinheiro para benefícios de alguns poucos. A Justiça teria a obrigação de se tornar mais célere, sem esperar as ações prescreverem. Melhoraria as condições dos presídios, proporcionado condições mais dignas àqueles que pagassem por suas penas. S aú d e , e d u c a ç ã o, s e gurança e infraestrutura seriam prioridades do meu governo, de forma concreta e não só em discursos. Seria um governante democrático, mas enérgico, sem mimimis. E extinguiria o t a l “ j eit in ho brasi leiro”, praga nacional e coisa de malandro que quer viver nas costas dos outros. Enfim, restauraria o orgulho dos brasileiros, para possibilitar que fosse realmente um “país do futuro”. Cláudio Slaviero é empresário e ex-presidente da Associação Comercial do Paraná.
Representação: MERCONET Representação de Veículos de Comunicação LTDA Rua Dep. Atílio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR Fone: 41-3079-4666 ¦ Fax: 41-3079-3633 Vendas Assinatura Anual R$ 200,00 Semestral R$ 100,00
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Cem anos de ilusão A Revolução Russa ainda trepida em muitas almas como acontecimento de anteontem. É verdade, o seu epílogo ocorreu no Natal de 1991, ontem. Vista como processo que durou 70 anos e não apenas como ato de um único dia em outubro de 1917, provoca vívidas cisões passionais por falta de distanciamento histórico. Por isso, as plagas atrasadas presenciam, em 2017, acerbos debates entre quem pretende reencenar o script revolucionário e os que entendem ter sido apenas mais uma miragem. Por isso, análises frias, conectadas aos fatos, tendem a ser repudiadas pelos passionais. Eu aceito o perigo e vou em frente. Dos muitos aspectos existentes, opto por analisar a confusão entre o fim da Guerra Fria, a débâcle da URSS e a perda de élan do marxismo na parte civilizada do mundo. São três eventos muito próximos no tempo e correlacionados, mas não são a mesma coisa. A míngua da crença no marxismo redundou na eleição de Gorbachov para a chefia da União Soviética; a pobreza econômica da União Soviética a fez perder a capacidade de manter o equilíbrio do terror nuclear que caracterizava a Guerra Fria; as fragilidades do centro de poder ensejaram a ressurreição das nacionalidades aprisionadas pela mão imperial da Rússia, e essas secessionaram o Estado federal soviético. É possível imaginar situação na qual a URSS ficasse parecida com a China atual e não sumisse (literalmente) do mapa. O império com maior extensão territorial e poder militar da história ruiu sem estrondo, apenas com gemidos, usando a expressão de Theodore Dalr ymple. Todos os outros impérios europeus findaram com muito sangue. A França praticou carnificinas na Indochina e Argélia. O Reino Unido espalhou guerras para manter colônias. Portugal reteve Angola e Moçambique sob jugo militar até os anos 70. B élgica, Holanda, Espanha, Itália, em maior ou menor grau tamb ém foram metróp oles de longínquas colônias tropicais, das quais exauriam a seiva. Nessa perspectiva, a União Soviética era apenas a face política e jurídica de mais um império europeu. Alcançava as adjacências da Rússia, sem possessões ultramarinas. Porém, do ponto de vista dos povos bálticos, dados de brinde pelos nazistas a Stalin, dos ucranianos e da franja islâmica a sudeste de Moscou, o czar e o secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética tinham o mesmo efeito prático: subordinação. Extinto o império, os pobres do início perceberam-se pobres no fim. IDH 0,62 do Tajiquistão e 0,80 da Rússia. Aquele, similar ao IDH dos grotões do Brasil; esta, semelhante a São Paulo. Os 70 anos de camaradagem comunista não equalizaram a distribuição da riqueza. Vamos aos três fatos. A debilidade intelectual do marxismo-leninismo é tão óbvia que o espanto não ocorre pela perda de adeptos, mas sim por ter conseguido fiéis. Coisa da natureza humana: ideias que mexem com emoções tendem a ser atraentes, ainda que sejam racionalmente estúpidas, como obser vou o prêmio Nobel de Economia Daniel Kahneman, no livro R ápido e Devagar. Mais hora menos hora essa religião laica, crente na força metassocial do materialismo histórico, iria se tornar démodé. A vitória norte-americana na Guerra Fria também foi se desenhando a partir da aceleração tecnológica dos anos 60. A URSS fazia blindados, mísseis, aviões fantásticos, mas não gerou a internet, a Microsoft, Google, Apple, IBM etc. A capacidade militar deixou de ser aferida por tonelada e passou a ser medida em bytes, sem que isso fosse combinado com os russos. Aí, eles perderam o jogo. A estupefação, quase incredulidade, persiste ante a implosão da URSS. Serhi Plokhy, em obra intitulada O Último Império; os últimos dias da União Soviética, narra e analisa os estertores da federação dos “povos amigos do socialismo”, dizendo que o Ocidente não almejava o fim do Estado soviético, entre outros motivos por medo da fragmentação em micropotências nucleares. Todos foram surpreendidos pela evaporação daquilo que parecia tão sólido. Pena que na intelligentsia brasileira o vapor da su bl i m a ç ã o d a U R S S s i r v a p ar a e mb a ç ar a v i s ã o, prolongando a ilusão de quem no hospício é Lenin, não Napoleão. Fr i e d m an n We n dp ap é d outor an d o e m D i re ito Internacional Público pela Universidade de Lisboa. Circulação: Abatiá ¦ Andirá ¦ Arapoti ¦ Bandeirantes ¦ Barra do Jacaré ¦Cambará ¦ Carlópolis ¦ Conselheiro Mairink ¦ Figueira¦Guapirama ¦ Ibaiti ¦ Itambaracá ¦ Jaboti ¦ Jacarezinho Jaguariaíva ¦ Japira ¦ Joaquim Távora ¦ Jundiaí do Sul ¦ Pinhalão ¦ Quatiguá ¦ Ribeirão Claro ¦ Ribeirão do Pinhal ¦ Salto do Itararé ¦Santana do Itararé ¦ Santo Antônio da Platina ¦ São José da Boa Vista ¦ Sengés ¦ Siqueira Campos ¦Tomazina ¦ Wenceslau Bráz
Filiado a Associação dos Jornais Diário do Interior do Paraná
* Os artigos assinados não representam necessariamente a opinião do jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
Geral A-3
TRIBUNA DO VALE
Sabado e domingo, 11 e 12 de fevereiro de 2017
Lançada campanha que orienta população sobre a febre amarela
ORIENTAÇÃOObjetivo é esclarecer quem precisa se vacinar e explicar que não há, neste momento, necessidade de vacinação geral de toda a população Ministério da Saúde
“Infor mação p ara todos e vacina para quem precisa”. Esse é o slogan da campanha informativa contra a febre amarela que o Ministério da Saúde lançou nesta sexta-feira (10). Além de esclarecer quem precisa s e vacinar neste momento, a c amp an ha irá explicar à população em geral que não há necessidade de vacinação de to d o s . A re c om e n d a ç ã o é para aqueles que vivem ou irão viajar para áreas afetadas pela febre amarela. Nesse caso, as peças orientam a pessoa a procurar a unidade de saúde mais próxima para tomar a vacina. Inicialmente, a c amp an h a s e r á d i r i g i d a aos estados do Rio Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais, com duração de um mês. Em um segundo momento, deverá ser estendida a outros estados. A campanha será veiculada em carros de som, spot de rádios, filmes para T V e mobiliário urbano, como outdoor e cartazes nas paradas de ônibus. Have r á t amb é m m e ns a gens para redes sociais e para sites específicos de viagem, além de encaminhamento de informações e m apl i c at ivo s d e m e n s age ns c omo Wh at s App para moradores das regiões de risco. Os cartazes e folhetos também estarão disponíveis para os estados ou municípios que desejem reproduzir este material.
Vacinação– A vacinação de rotina é ofertada em 19 estados do país com recomendação para imunização. Neste momento, também precisam se vacinar pessoas que vão viajar ou vivem nas regiões que e s t ã o re g i s t r an d o c a s o s da doença: leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, oeste da Bahia, além do noroeste do Rio de Janeiro que está localizado na divisa com áreas que têm registros de casos. Atualmente, o es quema de vacinação da febre amarela é de duas doses, tanto para adultos quanto para crianças. As crianças devem receber as vacinas aos nove meses e aos quatro anos de idade. Assim, a proteção está garantida para o resto da vida. Dos seis aos nove meses de idade incompletos – a vacina está indicada somente em s itu a ç ã o d e e m e r g ê n c i a epidemiológica ou viagem para área de risco. Para adultos, que não tomaram as doses na infância, a orientação é uma dose da vacina e outra de reforço, dez anos depois da primeira. As recomend a ç õ e s s ã o ap e n a s p ar a as pessoas que vivem ou v i aj am p ara as áre as de recomendação da vacina. A população que não vive na área de recomendação ou não vai se dirigir a ess as áre as, não pre cis a buscar a vacinação neste momento. Quem perdeu o cartão d e v a c i n a ç ã o d e v e pro -
Divulgação
Governo está incentivando a vacinação para pessoas que moram em áreas de risco
curar o ser viço de saúde que costuma frequentar e tentar resgatar o histórico. Caso isso não seja possível, a recomendação é iniciar o esquema normalmente. Portanto, pessoas a partir de cinco anos de idade que nu nc a for am v a c i na d as , ou s em comprovante de vacinação devem receber a primeira dose da vacina e u m r e f o r ç o, d e z a n o s depois. Vale destacar que a situação de saúde deve ser informada ao profissional de saúde, para que seja possível avaliar se há contraindicação. A vacina é contraindica-
da para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para áre a d e r is c o, o mé d i c o deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos, levando em conta o risco de eventos adversos. Os viajantes que forem se dirigir a uma área com recomendação de vacina -
tanto estrangeiros quanto b r a s i l e i ro s – e q u e n ã o completaram o es quema de duas doses, a recomendação é que seja vacinado pelo menos dez dias antes da viagem, que é o tempo que a pessoa leva para c r i ar ant i c or p o s e f i c ar d e v i d a m e nt e prot e g i d a . Quem tomou a primeira dose há menos de dez anos não precisa adiantar o reforço. Outra recomendação é que a vacina para febre amarela não deve ser aplicada ao mesmo tempo que a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo,
rubéola e caxumba) ou te t r a v i r a l ( qu e prote ge contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Se a criança tiver alguma dose do C a lend ár io Naciona l de Vacinação em atraso, ela pode tomar junto com a febre amarela, com exceção da tríplice viral ou tetra viral. A criança que não recebeu a vacina para febre amarela nem a tríplice viral ou tetra viral e for atualizar a situação vacinal, a orientação é receber a dose de febre amarela e agendar a proteção com a tríplice viral ou tetra viral para 30 dias depois.
CASOS Até ontem, 10, foram confirmados 230 casos da doença. Ao todo, foram registrados 1.170 casos suspeitos, sendo que 847 permanecem em investigação e 93 foram descartados. Dos 186 óbitos notificados, 79 foram confirmados, 104 ainda são investigados e 3 foram descartados. Os estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Rio Grande
do Norte e Tocantins possuem casos em investigação. Desde o início deste ano, o Ministério da Saúde tem enviado doses extras da vacina contra a febre amarela aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença, além de outros localizados na divisa com áreas que tenham notificado casos. No total, 9,9 milhões de
doses extras foram enviadas para cinco estados: Minas Gerais (4,5 milhões), Espírito Santo (2,5 milhões), São Paulo (1,2 milhão), Bahia (900 mil) e Rio de Janeiro (850 mil). O quantitativo é um adicional às doses de rotina do Calendário Nacional de Vacinação, enviadas mensalmente aos estados.
ECONOMIA
FAST-FOOD
Horário de verão Empresário confirma instalação de franquia da Subway em Santo Antônio termina no próximo dia 19 de fevereiro Divulgação
Dayse Miranda, especial para Tribuna do Vale
O empresário de Cornélio Procópio Arthur Orcioli garantiu ontem, 10, que vai instalar em Santo Antônio da Platina uma f ranquia Subway. E le já possui um fast-food e disse que despertou interesse pela cidade devido ao seu desenvolvimento regional. Por se tratar de um município polo comercial e gastronômico para o Norte Pioneiro, decidiu investir no empreendimento. Sem poder informar detalhes, Orcioli comentou que ainda não definiu o local e nem fechou contrato comos proprietários da área onde pretende construir, mas acredita que após concluir a documentação, a construção levará em média quatro meses. A Subway é uma das maiores empresas de fast-food com mais de 39 mil unidades no mundo.
Agência Brasil
Quem sente os efeitos do horário de verão no organismo com mais facilidade já pode se preparar, pois no próximo dia 19 de fevereiro, na virada de sábado para domingo, os relógios das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país ganharão uma hora a mais. É o fim do horário de verão, e para amenizar seus efeitos, especialistas recomendam que se antecipe a
Franquia foi confirmada pelo empresário Arthur Orcioli
hora de dormir, para assim entrar no novo fuso horário de forma menos impactante. Evitar comidas e bebidas estimulantes durante a noite, como café, refrigerante e até mesmo bebidas alcoólicas é outra recomendação. O horário de verão entrou em vigor no dia 16 de outubro do ano passado, e de acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), a mudança de horário deve ter trazido um ganho de R$ 147,5 milhões.
A-4 Região
TRIBUNA DO VALE
Sabado e domingo, 11 e 12 de fevereiro de 2017
Lupion reitera compromisso com outras duas escolas de Cambará EDUCAÇÃODeputado visitou, ainda, a escola Silvio Tavares e disse que vai intermediar junto ao ministro, aquisição de mobiliário Da Assessoria
O deput ado est adu a l, Pedro Lupion (Democratas) esteve nesta sexta-feira (10), em Cambará participando da inauguração do novo prédio da Escola Municipal Inês Pan i ch i Ham z é . Ao l a d o d o pre f e it o mu n i c ip a l Jo s é Salim Haggi Neto (PMDB)
“
Hoje assumi com a diretora o compromisso de me reunir, novamente em Brasília, com o ministro da Educação Mendonça Filho (Democratas) para viabilizar o mobiliário e equipamentos necessários para reequipar o colégio”
e d o d e put a d o e s t a du a l Lu i z C l au d i o R omanel l i (PSB), Lupion reiterou o c o mp r o m i s s o a s s u m i d o pelo governo Beto Richa, que viabilizou mais de R$ 2.250 milhões, por meio do Serviço Social Autônomo Paranacidade, para construção da nova instalação. “A Escola Municipal Inês P a n i c h i Ha m z é , q u e a t é então tinha dualidade com o Colégio Estadual Lucy Requião, vai abrigar com mais qualidade e segurança alunos do ensino fundam e nt a l e an o s i n i c i ai s”,
enfatizou Lupion. De acordo com o deputado, ele também vai recorrer ao governo estadual para viabilizar a reforma do Colégio Estadual Carolina Lupion.”Acertamos com o prefeito Neto que ele providenciará a doação do prédio que hoje abriga o colégio, que é municipal, para o estado. Assim poderemos intermediar junto à Secretaria Estadual de Educação, a reforma tão necessária ao Carolina Lupion. O deputado também visitou o Colégio Estadual Silvio Tavares que foi acometido em 2015, por umincêndio que destruiu grande parte da instituição. O colégio atualmente passa por uma reforma e tem previsão para ser entregue em julho deste ano. Na época, a diretora do estabelecimento, Maria AngelaCegatteexpôs ao deputado a necessidade de reequipar o colégio para que os alunos possam voltar às salas de aula. Em julho do ano pass a d o o p a r l a m e nt a r e s teve em Brasília reunido com o ministro para viabilizar a reconstrução do Silvio Tavares. “Hoje assumi com a diretora o compromisso de me r e u n i r, n o v a m e n t e e m Brasília, com o ministro d a E du c a ç ã o Me n d on ç a Filho (Democratas) para viabilizar o mobiliário e equipamentos necessários para reequipar o colégio”, destaca o deputado. A diretora se comprometeu em fazer um inventário geral dos materiais, equipamentos e mobiliários necessários para reequipar o colégio para que os alunos possam retornar às salas de aula.
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Visita de Pedro Lupion e equipe do Núcleo Regional ao Colégio Silvio Tavares Divulgação
Prefeito Neto, deputados Lupion e Romanelli na inauguração da escola Inês Panichi
Relembre o caso
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As encomendas transportadas em ônibus não aguardam lotação e seguem no primeiro horário, Inúmeras viagens cobrem diariamente mais de 150 cidades nos Estados de São Paulo, Paraná,Minas Gerais, Goiás, Sta Catarina e Distrito Federal .
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Há dois anos o Colégio Sílvio Tavares foi acometido por um incêndio que destruiu grande parte da instituição. Logo que o fato ocorreu, o deputado Pedro Lupion recorreu ao governo estadual para buscar, o mais breve possível, a recuperação da instituição. Inúmeras reuniões foram realizadas na secretaria estadual para buscar a celeridade no tramite que envolve todo o processo de recuperação da instituição de ensino. O parlamentar destaca a conquista. “Após várias audiências e intermediações junto ao governo recebemos essa grande notícia. O “Silvio Tavares” está entre os maiores colégios da região. Alunos, professores e funcionários têm sofrido com a destruição dessa importante instituição de ensino para toda comunidade”, comentou. Em julho de 2016,Lupion esteve em Brasília acompanhado da secretária estadual de Educação, Ana Seres, para reunião com o ministro da Educação Mendonça Filho (Democratas) para tratar de diversos assuntos de interesse do Paraná, entre eles a recuperação do Colégio Silvio Tavares. De acordo com o parlamentar a empresa vencedora da licitação, responsável pela obra , foi aVarpec Engenharia Ltda. A obra foi orçada em R$1.246.700,00 milhão.
Transtornos
Após o incêndio que destruiu o piso superior do imóvel, a direção do Colégio precisou transferir alunos e até mesmo parte da área administrativa para outros prédios. A prefeitura cedeu um espaço em uma escola municipal, mas de acordo com a direção, embora o socorro tenha sido útil, o outro estabelecimento não é apropriado para receber crianças porque tem escadas. O Colégio Silvio Tavares atende cerca de 1.2 mil alunos em três período. A obra vai ser ampla e deve abranger a cobertura do prédio, piso, paredes, parte hidráulica e elétrica. Na parte inferior, apesar de ter sido menos atingida pelo incêndio, também apresentou problemas como infiltrações, que deverão ser corrigidos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incêndio foi causado por uma pane elétrica.
Cidades A-5
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Aumento de operações aéreas mostra confiança do empresariado no Paraná
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MAIS VOOS A Latam Airlines, enviou nesta semana um comunicado ao governador Beto Richa informando o aumento das operações no Paraná AEN
A Latam Airlines, um dos principais grupos aéreos da América L atina, enviou nesta semana um comunicado ao governador Beto Richa informando o aumento das operações no Paraná. Ainda no primeiro semestre deste ano duas novas rot as d a comp an hi a (Foz do Iguaçu-Curitiba e Londrina-São Paulo/Guarulhos) passam a operar no Estado. No ano passado, a Azul Linhas Aéreas também começou a funcionar no Paraná, com investimento de R$ 1,3 milhão do governo estadual. O aumento das operações das companhias nacionais mostra a confiança do setor empresarial no Paraná, de acordo com o gove r na d or B e to R i cha . “O incentivo fiscal para a atração das indústrias e os investimentos em infraestrutura feitos durante nosso governo foram fatores que transformaram o Paraná em um Estado que oferece condições para quem quer investir com segurança e
tranquilidade“, disse o governador. “A geração de empregos e o fortalecimento das cadeias produtivas são o retorno de nossas políticas econômicas”, acrescentou. O incentivo às empres as é d ado p or meio de programas como o Paraná Competitivo, coordenado p el a Agê nc i a Par aná d e Desenvolvimento (APD). O projeto, cujo objetivo é atrair companhias locais, nacionais e internacionais para o Estado, captou cerca de R$ 50 bilhões de investimento desde 2011, ano em que foi criado. Hoje, há outros 100 projetos em andamento com intenções de investimentos de cerca de R$ 8 bilhões. Para o gerente de desenvolvimento econômico e empresarial da Agência Paraná de Desenvolvimento, Jean Carlos Alberini, o projeto Paraná Competitivo é uma porta de entrada para as empresas. “ Temos um trabalho de prospecção de novos investimentos através de abordagem direta, ferramentas e uma série de medidas, como dilação de prazos para recolhimento
A Latam Airlines enviou um comunicado ao governador informando o aumento das operações no Paraná
d o IC M S , susp e ns ã o d o p a g am e nto d e IC M S n a importação de máquinas e equipamentos para a produção e investimentos para melhoria da infraestrutura e capacitação profissional”, conta. A capacidade do Estado de atrair investimentos foi reconhecida, inclusive, pelo jornal Financial Times (periódico britânico), considerado uma das mais importantes publicações sobre investimento direto do mundo. De acordo com o rela-
tório “Estados Sul-Americanos do Futuro” - edição 2016/2017, publicado pelo grupo britânico em março de 2016, o Paraná tem a melhor estratégia para a atração de investimentos da América do Sul, ficando a frente de cidades como Bogotá, São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro em um ranking que tomou como base dados de 28 estados. Infraestrutura– Nos últimos anos, além do programa de incentivo fiscal, o governo estadual fez muitos
investimentos. Só em 2016. por exemplo, foram R$ 5,79 bilhões, montante 104% superior ao aplicado em 2015 (R$ 2,83 bilhões), segundo levantamento da Secretária de Estado da Fazenda. Esses investimentos resu lt ar am e m re c on he c i mento nacional. O Porto de Paranaguá, por exemplo, é o mais eficiente do Brasil, segundo o governo federal. Já a Companhia Paranaense de Energia (Copel) foi eleita em 2016, pela quarta vez em seis anos, como a melhor
distribuidora de energia da América Latina. Em 2015, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) ganhou o Prêmio Valor 1000, do jornal Valor Econômico, e foi considerada a melhor empresa do setor de água e saneamento do Brasil. O Instituto Trata Brasil, que avalia o desempenho das companhias de saneamento nas 100 maiores cidades do país, também colocou cinco cidades paranaenses entre as 20 com melhor saneamento.
SIQUEIRA CAMPOS
AGRICULTURA
Frio alongo ciclo da soja Bandidos esfaqueiam e atrasa colheita no Paraná idoso e roubam R$ 14 mil Antônio de Picolli
Luiz Guilherme Bannwart
Dois homens armados com um revólver e uma faca assaltaram três idosos na madrugada desta sexta-feira (10), na zona rural de Siqueira Campos. Durante o roubo, um dos bandidos esfaqueou uma das vítimas de 87 anos. A dupla de criminosos fugiu levando R$ 14 mil em dinheiro dos moradores. De acordo com a polícia, o crime aconteceu por volta
Apesar do atraso, as lavouras paranaenses seguem em excelentes condições de desenvolvimento Assessoria Agronegócios
Os trabalhos de colheita da soja no Paraná estão bastante atrasados este ano. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado (Seab), apenas 6% da área plantada com a oleaginosa foi colhida até o momento. No início de fevereiro do ano passado, o porcentual era de 17%. O agrônomo do Deral, Hugo Godinho, explica que o atraso na colheita do produto se deve ao frio intenso e atípico registrado em dezembro de 2016 em todo o Estado. As baixas temperaturas alongaram o
ciclo de desenvolvimento das plantações.Apesar disso, as lavouras paranaenses seguem em excelentes condições de desenvolvimento e o horizonte é promissor para o Estado, segundo maior produtor de grãos do Brasil. “O que está vindo da colheita, está sendo muito bem. Há uma preocupação ou outra na região Oeste do Estado, mas de forma geral a expectativa é animadora”, destaca o agrônomo. Ele acrescenta ainda que hoje a tendência é de que o Paraná supere a projeção atual para a safra de soja. A estimativa da Seab aponta que os paranaenses vão colher 18,3 milhões de toneladas nesta
temporada. Se confirmado, o volume ficará 11% acima do registrado no ano passado, quando os campos renderam 16,5 milhões de toneladas. Na próxima terça-feira (14/02), será lançada nova estimativa para o Estado. Segunda safra O problema é que o atraso na colheita da soja impede a entrada da segunda safra em campo. O milho, principal grão cultivado na sequencia da soja, ainda não ganhou um quarto da área prevista até o momento. De acordo com o Deral, 10% foram plantados, contra 30% cultivados no início de fevereiro do ano passado.
das 3 horas no bairro Gabiroba. Os assaltantes invadiram a casa, e renderam um homem de 78 anos que teve a arma de fogo apontada para a cabeça. Os bandidos reviraram o quarto, e encontraram o dinheiro guardado em uma caixa de sapatos. Em seguida, os criminosos renderam a irmã da vítima, de 86 anos, e seu primo de 87 anos. Enquanto eles reviravam o outro cômodo em busca de objetos de valor,
o idoso de 87 anos gesticulou com um dos braços para dizer que não havia mais dinheiro na casa e acabou golpeado em uma das mãos pelo assaltante. A vítima então disse que gritaria pelo nome de seu vizinho, e os criminosos acabaram fugindo levando as economias dos aposentados. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Siqueira Campos, e está sendo investigado.
A-6 Geral
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Mudança no ensino médio precisa de adaptação e leva tempo, dizem escolas
Antônio de Picolli
MEDIDASAplicação da proposta depende de recursos e adaptação das redes de ensino e deve chegar às salas de aula a partir de 2019 Das Agências
Entre a apresentação da proposta de reformulação do Ensino Médio pelo governo federal e a aprovação da medida pelo Congresso, passaram-se menos de cinco meses. Já o caminho da polêmica reforma até a aplicação no sistema de ensino não deve seguir o mesmo ritmo. Mesmo considerada necessária por entidades que representam as escolas particulares, as instituições temem que o prazo para planejar e implementar o novo modelo seja curto. Isso porque a reforma passará a valer um ano após a aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que definirá o que o aluno deve aprender em cada etapa, o que fará com que ela chegue às salas de aula a partir de 2019, como projeta a secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, responsável pela elaboração da normativa na pasta. “A base [BNCC] é um documento que serve de referência nacional e é obrigatório a todos os Estados. Uma vez aprovada, os sistemas de ensino terão um ano e meio para fazer adaptações”, aponta a secretária executiva. Mudanças A presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amábile Pácios, lembra que qualquer mudança na proposta pedagógica tem impacto imediato na planilha de custo e o tempo para fazer essa análise e implementação é curto. Segundo ela, o mais prudente seria que a imple-
mentação da reforma do ensino médio fosse feita em 2021, já que as instituições ainda vão ter de submeter as mudanças pedagógicas à aprovação das secretarias estaduais da Educação. “As secretarias vão conseguir se debruçar sobre as propostas de todas as escolas em um ano?”, questiona. O texto aprovado para a reforma divide o conteúdo em duas partes, em cada um dos três anos: 60% para disciplinas comuns, a serem definidas pela BNCC, e 40% para que o aluno aprofunde conhecimentos em uma área (Linguagens, Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Ensino Profissional). Arthur Fonseca, diretor da Associação Brasileira das Escolas Particulares (Abepar), que reúne colégios tradicionais de São Paulo, disse ver com otimismo que a BNCC vá definir a maior parte do que será ensinado. “Porque hoje quem define são os vestibulares, o Enem”, explica. Ele também disse que as escolas vão precisar se planejar para oferecer os percursos formativos. “Escola particular não é a mesma coisa, cada uma oferece uma metodologia, uma proposta, um serviço, um preço.” Para Amábile, é possível que colégios menores façam parcerias entre si, já que não vão ter condições de oferecer todas as opções de percurso formativo. Rede estadual Para José Renato Nalini, secretário paulista da Educação, a pasta já tem estudos para a implementação da reforma, mas as mudanças serão dis-
Escolas vão precisar se planejar para oferecer os percursos formativos
cutidas nos próximos anos. “Vamos aprender com experiências já bem-sucedidas, fazer experimentações e voltar atrás caso seja necessário”, aponta. Para Nalini, outra mudança positiva com a reforma é a possibilidade de contratação de professores de “notório saber” para o ensino técnico profissionalizante. Já o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp), afirma que essa contratação leva a uma “desregulamentação da profissão, institucionalizando o ‘bico’”. Outro temor dos estados é o de que o aporte prometido pelo governo federal para aplicação do ensino integral, por exemplo, não seja suficiente para suprir os custos. No Rio Grande do Sul, o secretário da Educação, Luís Antônio Alcoba de Freitas, prevê dificuldades diante de um cenário de crise financeira e parcelamento de salários. “Essa discussão está muito presente entre os
secretários. Existe a necessidade de contarmos com mais recursos”, aponta. O presidente Michel Temer disse que deve sancionar a lei que trata da reforma do ensino médio nos próximos dias. O ministro da Educação Mendonça Filho afirmou que o texto da reforma ficou como o governo desejava e disse que a BNCC está em fase de elaboração. O governo quer aprová-la até dezembro. Debate A decisão do governo de propor a reforma via medida provisória, que tem um rito abreviado de tramitação, ascendeu críticas de educadores no país. Parte deles reclama que não houve espaço e nem tempo para discussão de um tema tão sensível. “A comunidade escolar pode ficar mais tranquila porque as mudanças não serão aplicadas de uma hora para outra, mas, infelizmente, não se tratou de uma reforma de-
batida com a sociedade. Para se fazer uma reformulação na área da educação, é preciso que haja um processo de discussão para que as pessoas emprestem a sua adesão à medida”, lembra o coordenador de pesquisas do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), Antônio Augusto Gomes Batista. Na avaliação dele, esta é uma reforma que pensa somente a curto prazo, como se todos os problemas [da educação] estivessem no ensino médio. STF A reforma do ensino médio ainda deve passar pelo crivo do Supremo Tribunal Federal, que vai decidir se a matéria é constitucional. Em 2016, a proposta foi contestada pelo PSOL e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. Relator das ações, o ministro Edson Fachin já liberou o julgamento pelo plenário. Cabe à presidente da Corte,
ministra Cármen Lúcia, definir a data, ainda sem previsão. Em dezembro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já enviou parecer pela inconstitucionalidade da medida provisória. Entre os argumentos, ele identificou a falta de urgência “concreta” para a proposta transcorrer via medida provisória, que não seria o “instrumento adequado para reformas estruturais em políticas públicas”. “O projeto é de difícil aplicabilidade. Muito foi falado, mas, de fato, pouco foi discutido. O aspecto que porventura seria mais positivo é o da extensão da carga horária. Mas, simplesmente expandir a carga horária reproduzindo o que existe hoje nas escolas é estimular o mais do mesmo. Se a escola é desinteressante hoje, ela será somente mais desinteressante”, pontua Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
SINDUSCON
MUNICÍPIOS
Construção demite 1,08 milhão de trabalhadores desde 2014
AMP firma parceria com Escola de Gestão
Das Agências
A construção civil demitiu 1,08 milhão de trabalhadores no país desde outubro de 2014, quando iniciou o declínio do número de empregados. Os dados foram divulgad o s p e l o Si ndu s C on - SP ( Si n d i c ato d a Indú st r i a d a C onst r uç ão Civ i l do Estado de São Paulo), em parceria com a Fundação Getulio Vargas. Segundo o estudo, há 27 meses havia 3,57 milhões de trabalhadores na construção. Em dezembro no ano passado, o t ot a l c a iu p a r a 2 , 4 8 9 milhões, a 27ª queda consecutiva. O setor fechou 2016 com 414 mil vagas, uma queda de 14,33% em relação a dezembro de 2015. Em rel aç ão a novembro, houve queda de 3,63%. Entre os estados, o s q u e m a i s d e m it i r a m no ano passado foram São Pau lo (-97.696), R io de Janeiro (-77.726), Minas G e r ais ( - 3 7 . 6 9 4 ) , B a h i a (-23.772) e Pará (-21.374). E m 2 0 1 6 , o s s e g me nto s
Antônio de Picolli
Setor fechou 2016 com 414 mil vagas, uma queda de 14,33% em relação a dezembro de 2015
que mais apresentaram queda foram imobiliário (17,14%), inf raestr utura (-13,96%) e preparação de terreno (13,68%). Números em queda No Estado de São Paulo, houve queda de 2,70% no emprego em dezembro na comparação
com novembro (redução de 18,7 mil vagas). O número de trabalhadores foi de 694,6 mil em novembro, ante 675,9 mil em dezembro. Em 12 meses, são menos 91.899 trabalhadores no setor. Para o presidente do Sindicato da Indústria
d a C onst r u ç ã o C iv i l d o Estado de São Paulo, José Romeu Ferraz Neto, a tendência é de mais cortes de emprego para os próximos meses. Ele defende que o governo adote medidas emergenciais para estimular a construção civil.
Da Assessoria
O presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Ricardo Ortina, formalizou parceria com a Escola de Gestão do Paraná para ofertar cursos e seminários aos servidores dos 399 municípios do Estado. As ações fazem parte do Programa de Aprendizagem para Resultados, desenvolvido pela Escola de Gestão, com financiamento do BIRD (Banco Mundial), voltado ao desenvolvimento de competências essenciais de gestão pública. O programa conta com 11 trilhas de conhecimento. Para cada uma delas, está previsto um conjunto de cursos e seminários, nas modalidades presencial e à distância, que abordam diversas áreas como: gestão estratégica voltada para resultados, modelagem de indicadores, monitoramento e avaliação, gestão de projetos, gestão de processos, gestão de pessoas para resultados, gestão da cadeia de suprimentos, orçamento para resultados,
gestão de serviços públicos, dentre outros. De acordo com o presidente da AMP, Ricardo Ortina, a parceria com a Escola de Gestão é muito importante e terá papel decisivo nas administrações públicas municipais. “Será uma ferramenta crucial para garantir que os prefeitos, secretários e técnicos dos municípios se qualifiquem mais e possam, desta maneira, oferecer serviços cada vez melhores para os moradores das suas cidades. Por esta razão, a iniciativa merece parabéns e tem todo apoio da AMP”, destacou. Demandas prioritárias A diretora da Escola de Gestão, Francine Lia Wosniak, afirma que por meio da parceria com a AMP será possível identificar as demandas prioritárias das prefeituras e das microrregiões, customizando ações de capacitação estratégicas vinculadas às reais demandas e necessidades municipais. “Os governos locais sofrem crescentes pressões no sentido de adequar suas instituições e modos de agir às expectativas do mundo contemporâneo.
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Equipes da UENP retornam de Tocantins
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PROJETO RONDONAcadêmicos e professores retornaram de expedição após 15 dias na Região Norte Da ASSESSORIA
Após mais de 15 dias de atividades, as duas equipes que representaram a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) no Projeto Rondon – “Operação Tocantins” - retornaram de viagem no domingo, 5. Iniciada em 20 de janeiro, a operação mobilizou 32 instituições de ensino superior para o em tor no d e at iv i d a d e s qu e buscassem contribuir para o d e s e nv o l v i m e nt o s u s tentável de comunidades carentes, em 16 municípios do Tocantins. O trabalho realizado pelos rondonistas da UENP foi dividido em dois conjuntos de ações. O “Conjunto A”, coordenado pelo professor Luiz Fabiano Zanatta e pela professora Ellen de Souza Marquez, desenvolveu oficinas nas áreas de Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde, no município d e P r e s i d e nt e Ke n n e d y. Já no C onjunto B, co ordenado pelas professoras Mar i z a Ford e l l on e R o s a Cruz e Léia Regina Souza Alcântara, os acadêmicos realizaram oficinas nas á r e a s d e C o m u n i c a ç ã o, Te c n o l o g i a e P r o d u ç ã o, Meio Ambiente e Trabalho, em Brejinho de Nazaré. Para o profess or Luiz
Fabi ano Z anatt a, o Projeto Rondon vai além do slogan ‘Lição de vida e de cidadania’. “Esse Projeto é a melhor oportunidade para que acadêmicos e professores possam ressignificar suas vidas. Ressignificando verdades absolutas, saberes academicistas, formas d e v i v e r, d e s i g u a l d a d e s sociais, entre outras questões”, ressalta o professor. “O Projeto Rondon pode s e r c ompre e nd i d o c omo uma tatuagem humana na vida de todos os rondonistas que dele participam. E que estará impregnada por símbolos, cores, sabores, dores, amores e inúmeros aprendizados”, diss e Fabiano. Já a profe ss or a Mar i za Fordellone conta que, ap e s a r d a s d i f i c u l d a d e s enfrentadas, os resultados alcançados foram surpreendentes. “A nossa equipe trabalhou unida e com i s s o c on s e g u i m o s re a l i zar a nossa proposta com garra e louvor. Uma equip e com muita vontade e sensibilidade. Tivemos muito trabalho sim, mas também tivemos momentos de ternura e emoção à flor da pele”, partilha. A professora destacou ainda a recepção aos rondonistas e a participação maciça de toda a população. “Capacitamos muita gente. Mais de
Professores e acadêmicos da UENP com membros da comunidade de Brejinho de Nazaré em Tocatins
1.800 certificados foram entregues. Algumas oficinas como o de artesanato tiveram mais de 100 inscritos. Isso foi realmente surpreendente”, conta a professora. A rondonista Lorena Br ito, acadêmica de Economia, que ajudou a d e s e nvo l v e r at i v i d a d e s em Brejinho de Nazaré, dest aca o Projeto Rondon como a experiência mais humana que um aluno pode ter. “Fiquei encantada com os carinhos, os olhares sinceros e a humildade. Após cada d i a d e of i c i n a s , e u m e
PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ERRATA No Decreto nº 1050 de 09/02/2017 publicado na Edição 3295 pág.A7 de 10/02/2017: onde se lê: Fica exonerada a pedido, do quadro de servidores públicos municipais, a partir de 12/08/2016. Leia-se: a partir de 10/02/2017. Prefeitura Municipal de Barra do Jacaré, aos 11 de fevereiro de 2017. Adalberto de Freitas Aguiar Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ DECRETO nº 1051, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2017. SÚMULA: Dispõe sobre exoneração a pedido de servidora cargo efetivo que abaixo especifica e dá outras providências. ADALBERTO DE FREITAS AGUIAR, Prefeito Municipal de Barra do Jacaré, Estado do Paraná, no exercício das funções inerentes a seu cargo, Considerando a solicitação contida no pedido de exoneração, protocolado pela servidora sob nº 7232 em 10 de fevereiro de 2017; DECRETA: Art. 1.º - Fica exonerada a pedido, do quadro de servidores públicos municipais, a partir de 13/02/2017, a Srª ALDA MARIA AGUIAR CRUZ, cargo efetivo de Agente Social, lotada no Dept Mun do Bem Estar Social, nomeada desde 01/02/2002, através da portaria nº 004 de 01 de fevereiro de 2002. Art. 2.º - Revogam-se as disposições em contrário. Prefeitura Municipal de Barra do Jacaré, em 10 de fevereiro de 2017 ADALBERTO DE FREITAS AGUIAR Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ PORTARIA nº 060 de 09 de fevereiro de 2017. SUMULA: Dispõe sobre nomeação de Cargo em Comissão que abaixo especifica e dá outra providencias. O Prefeito Municipal de Barra do Jacaré, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e conforme artigo 22 e anexo VI do QCC - Quadro de Cargos em Comissão da Lei Municipal 564/2015. RESOLVE: Art. 1º – NOMEAR a partir de 09 de fevereiro de 2017, o Sr VALDEMIR APARECIDO NUNES, portador de cédula de identidade RG nº 7.036.464-6 SESP/PR e inscrito no CPF/MF nº 016.955.819-38, para exercer na Secretaria Municipal de Viação, Obras e Serviços Públicos-Dept de Viação e Serviços Rodoviários, o cargo em comissão de Diretor do Dept de Viação e Serviços Rodoviários, Símbolo CC-03 – QCC (Quadro de Cargos em Comissão desta Prefeitura Municipal). Art. 2º – A presente portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Registre-se Publique-se. Prefeitura Municipal de Barra do Jacaré, em 09 de fevereiro 2017. ADALBERTO DE FREITAS AGUIAR Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ PORTARIA Nº. 061/2017. O Prefeito Municipal de Barra do Jacaré, Estado do Paraná, usando de suas atribuições legais, e considerando o resultado final do Concurso Público Edital nº 01/2015 de 05/10/2015, realizado em 29/11/2015, homologado pelo Edital nº 11/2016 de 12/02/2016, Edital de convocação nº 032/2017 de 06/02/2017 e considerando rigorosamente a ordem de classificação: RESOLVE: Art. 1º - NOMEAR a partir de 13/02/2017, a Srª ANA PAULA MARQUES RAMOS, portadora de CTPS nº 93981/00058/PR, de cédula de identidade RG nº 6.904.494-8 SESP/PR, inscrita no CPF/MF nº 037.107.999-37, para exercer a função de PROFESSOR, em virtude de ter sido habilitada em Concurso Público (14ª colocada), com carga horária de 20 horas semanais, sob o Regime de Trabalho Estatutário e Regime Previdenciário RGPS, nível A01, conforme art.17 e anexo IV do Quadro de Carreira e Salários do Magistério Público Municipal. Art. 2º - A servidora admitida no caput do art. 1º será submetida a Estágio Probatório, de acordo com o Cap. III Art 19 a 22 da Lei 374/2010 (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Magistério Público Municipal de Barra do Jacaré- PR, podendo haver rescisão do contrato de trabalho por conduta tipificada como falta grave ou por insuficiência de desempenho, verificadas em processo com direito a ampla defesa e ao contraditório. Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Prefeitura a Municipal de Barra do Jacaré, 10 de fevereiro de 2017. ADALBERTO DE FREITAS AGUIAR Prefeito Municipal
perguntava: 'quem sou eu para essas pessoas?' Cheguei a conclusão de que sou alguém que pôde dar algumas coisas que qualquer um precisa e poucos s ão cap azes: voz, ol hos, ouvidos e amor”, relat a. “S ó t e n h o a g r a d e c e r a o Projeto, à UENP, à equipe e a comunidade de Brejinho de Nazaré, porque depois do Rondon o espelho continua o mesmo, mas meu reflexo não mais”. A acadêmica de Letras, S u e l l e n A r c a nj o, p a r t i cipante da Operação em Presidente Kennedy, conta que o Rondon lhe proporcionou uma troca imensa de experiências. “O Projeto Rondon é, sem dúvida, a maior e a melhor experiência que pude ter na vida. Agora, posso dizer como os outros rondonistas: 'é impossível descrever o que se vive durante a Operaç ã o ' . Si m , é i mp o ss ível, pois é um misto de emoções intensas que nos cerca durante to das as açõ es”,
partilha. Já para a acadêmica de D i r e i t o, B r e n d a Q u e r i no, participar do Projeto Rondon foi a decisão mais certa e a oportunidade mais incrível que teve na vida. “Tive a sorte de ouvir histórias, conhecer sonhos, viver o amor e todo o carinho nos olhos daquelas crianças e o sorriso das mais diversas figuras incríveis que conhecemos. Tive a op or tu n i d a d e d e aprender e vivenciar essa exp eriência inexplicável e impagável. S ó tenho a agradecer a todos os professores, a equipe e todo o pessoal que se empenhou tanto para que esse sonho fosse possível. O meu desejo maior é viver o Rondon hoje e sempre, onde quer que eu esteja”. Projeto Rondon É uma ação interministerial do Governo Federal realizada em coordenação c om o s G ov e r n o s E s t a dual e Municipal que, em parceria com as Institui-
ções de Ensino Superior, reconhecidas pelo Minist é r i o d a E du c a ç ã o, v i s a a somar esforços com as lideranças comunitárias e com a população, a fim de contribuir com o desenvolvimento local sustentável e na construção e promoção da cidadania. O Projeto Rondon prior iza, assim, des envolver ações que tragam benefícios permanentes para as comunidades, principalmente as relacionadas com a melhoria do bem-estar social e a capacitação da gestão pública. Busca, ainda, consolidar no universitário brasileiro o sentido de responsabilidade social coletiva em prol da cidadania, do desenvolvimento e da defesa dos interesses nacionais, contribuindo na sua formação acadêmica e prop orc i onand o - l he o conhecimento da realidade brasileira. Na UENP, o Projeto é gerenciado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC).
ECONOMIA
Produtos mais consumidos no carnaval têm tributação de até 76%, mostra IBPT Da Agência Brasil
C a d a ve z qu e u m fo lião toma uma caipirinha, 76,66% do valor da bebida vão para o governo, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que fez um levantamento sobre a tributação dos produtos mais consumidos no carnaval. A lista inclui de bebidas a fantasias e spray de espuma. De acordo com a entidade, as bebidas têm a carga de impostos mais alta: além dos 76,66% da caipirinha, o chope tem 62,2% de tributação, e a lata ou garrada de cerveja, 55,6%. Segundo o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, os percentuais altos estão ligados ao princípio da seletividade na definição dos impostos. “Quanto menos e s s e n c i a l o pro dut o for para a população, mais tributado ele será”, explicou. Para quem quer pular o car naval fant asiado, a
parcela de imposto pode chegar a 45,96% se a escolha for um colar havaiano. As más caras de plástico têm 43,93% de impostos embutidos e as fantasias de tecido, 36,41%. Outros itens típicos
“
Quanto menos essencial o produto for para a população, mais tributado ele será”
desta época, os confetes e serpentinas são tributados em 43,83%. Já 45,94% do preço dos sprays de espuma vão para os impostos. A lista do IBPT também incluiu passagens aéreas, tributadas em 22,32%;
e pacotes para assistir a desfiles de escolas de samba – com hospedagem, transporte e ingresso – que chegam a ter 36,28% de impostos. Vendas Segundo Toni Haddad, presidente do Polo Centro Rio, entidade que reúne empresários do comércio popular do Rio de Janeiro, a carga tributária de itens como fantasias e adereços influencia muito o preço dos produtos. Apesar disso, o setor espera aumento nas vendas este ano. Nas duas últimas semanas, segundo Haddad, a busca por itens relacionados ao carnaval começou a aumentar. “Houve uma melhora bem interessante”. A venda de fantasias, acessórios e camisetas personalizadas, por exemplo, cresceu cerca de 25% em relação ao mesmo período de 2016. “E o restante do comércio pega carona com isso também.”
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Greve dos professores pode adiar início do ano letivo
EDUCAÇÃOAssembleia que decidirá o rumo dos protestos dos professores ocorre hoje em Maringá Da Redação
Marc a d o p ar a i n i c i ar na quarta-feira 15, o ano letivo da Rede Estadual de Ensino pode ser comprometido por uma nova greve dos professores. Ontem, o conselho do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (APP Sindicato), estava reunido em Maringá preparando para a assembleia da categoria qu e v a i a c ont e c e r h oj e , também em Maringá, com representantes de todo o Estado. Segundo o presidente da unidade da APP Sindicato de Jacarezinho, professor Nilton Stain, a assembleia vai discutir três formas de protesto contra o governo. “Podemos fazer um indic at ivo d e g re ve, m arc ar uma série de manifestações. ou mesmo, já marcar u m a n ov a g re ve. Te m o s essas três modalidades de protestos para decidir na
assembleia”, disse salientando ainda, que qualqu e r profe ss or pre s e nte pode dar sua opinião, que será avaliada pela maioria. “Tanto a favor quanto ao contrário ou qualquer outra sugestão será ouvida”, disse. Liminar Um dos motivos de revolta dos professores contra o governo do Estado é alteração do sistema de distribuição de aulas que havia sido feita pela Secretaria de Estado da Educação. O sindicato conseguiu na Justiça uma liminar que suspende a resolução do governo que dava priorid ade na dist r ibuiç ão de aulas aos professores que ficassem mais tempo nas escolas. Para o sindicato, a medida pune profissionais que tiraram licença saúde no ano passado e por esse motivo ficaram menos tempo nas escolas. C om a liminar, f icam
Arquivo
Início das aulas está marcado para quarta-feira, mas greve pode impedir
mantidas as regras anteriores, que favorecia os professores com melhor colocação no plano de carreira. A resolução do governo já causou fechamento de alguns núcleos regionais
CRIATIVIDADE
d a E d u c a ç ã o, n o i n í c i o deste mês. Esta semana, o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, e a secretária de Estado da Educação, professora Ana Seres, além do procurador-
- ge r a l d o E st a d o, Pau l o Rosso, se reuniram com representantes do sindicato. Na ocasião, Rossoni pediu aos sindicalistas para não optarem pela greve e tornou a dizer que o go-
verno não vai voltar atrás e que medidas severas estão sendo tomadas em várias áreas, não apenas na educação, para garantir o pagamento dos salários dos servidores públicos.
PROFESSORES
Projeto Vista a sua Imaginação é Governo Estadual faz apelo a novidade no ramo de confecções sindicato para evitar greve Dayse Miranda, especial para Tribuna do Vale
A crise financeira que predomina em todo território brasileiro tem acuado o comércio e a indústria, e fazendo com que os setores aguardem uma estabilização do mercado para novos investimentos. Mas esse fato parece não ter assustado o ramo de confecções em Santo Antônio da Platina, que tem apostado no diferencial para atrair clientes por meio de uma ideia americana. O projeto “Vista sua Imaginação” foi lançado na semana passada na empresa Baby Duck Confecções. As crianças usam a criatividade para fazer o desenho da estampa do vestido. Incrivelmente o vestido é customizado por uma estampa idêntica à reproduzida no papel. De acordo com o gerente de Marketing Vitor Leite, a peça pode ser adquirida através do site w w w.minharoupinha.com.br. Basta imprimir o template disponível para pintar de acordo com o tamanho da criança. Estão disponíveis vestidos dos tamanhos 2 ao 16 e na próxima semana serão lançadas para meninos regatas com as mesmas medidas e blusinhas para adultos do PP ao GG. A e mp r e s a t e m a f i nalidade de oferecer um produto que demonstre a criatividade de cada pessoa. “Adotamos essa ideia americana, já que outras empresas no Brasil também já oferecem, e lançamos no dia 3 de fevereiro. O vídeo nas redes sociais tem milhares de visualizações. Estamos otimistas em relação às vendas”, comentou o leite. Para adquirir o produto, basta baixar e imprimir o template disponível no site
AEN
O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, e a secretária de Estado da Educação, professora Ana Seres, e o procurador-geral do Estado, Paulo Rosso, receberam a direção do sindicato dos professores para uma reunião no Palácio Iguaçu, no final da tarde desta quarta-feira (08). Rossoni fez um apelo aos sindicalistas para que a categoria, que tem assembleia marcada para este sábado (11), não deflagre nova greve, pois mais de 1 milhão de estudantes da rede estadual serão prejudicados. O início das aulas está marcado para o próximo dia 15. “O governo não tem como avançar nas negociações. Temos que ter responsabilidade fiscal e orçamentária e não
vamos recuar nas medidas que estamos adotando. Tudo que estamos fazendo, em várias áreas, e não só na educação, é no sentido de preservar o pagamento do salário dos servidores públicos”, disse Rossoni. O secretário disse que o cenário econômico não é bom e a arrecadação do Estado não está se comportando conforme a previsão orçamentária. Ele reforçou, contudo, que as portas continuam abertas, independente da decisão que será tomada pela categoria, para o diálogo com o magistério. “Se fizerem ou não a greve, nós vamos continuar conversando. Mas greve não traz recurso novo e prejudica muita gente”, ressaltou Rossoni. “Vivemos um momento de crise que exige o sacrifício de todos. Se não seguirmos firmes e
determinados podemos cair na irresponsabilidade fiscal”, completou. Rossoni afirmou que os prefeitos paranaenses também estão preocupados com a possibilidade de greve em razão do gasto com o transporte escolar, que pode aumentar caso haja paralisação neste momento e o ano letivo seja alongado. “Por isso, o apelo é em nome dos paranaenses”, disse o chefe da Casa Civil. A secretária Ana Seres reforçou que as medidas tomadas pelo governo em relação à distribuição de aulas e à hora-atividade têm amparo legal. Ela destaca que as duas greves de 2015 geraram prejuízo próximo aos R$ 100 milhões aos cofres públicos. “Mas a maior preocupação é com o pedagógico, com nossos estudantes”, disse.
Do papel para a roupa, vestido “eu que fiz” é lançamento na Baby Duck
de acordo com o tamanho, juntar os materiais da arte, podendo usar lápis de cor, c anet in has, g iz de cera, canetas, gliter, lantejoulas, tinta guache, cola colorida e até objetos. Deixar a criança soltar a imaginação. Após o desenho pronto, a empresa recomenda fazer uma foto com boa resolução e iluminação antes de enviar seguindo as seguintes indicações: encontrar uma área bem iluminada. Uma ideia que funciona muito bem é ambiente de luz natural. Evitar flash da câmera. Enquadrar bem o desenho dentro da captura do celular, evitando bordas desnecessárias. Fotografar no ângulo correto, exatamente de frente (na parede) ou de cima. Se ficar muito
longe ou qualidade muito ruim poderá ser solicitada uma nova fotografia. É fundamental evitar o papel muito amassado, porque a impressão pode captar estes detalhes. Muito cuidado com sombras ao fotografar, porque elas ficam aparentes na impressão. Escrever o nome da criança em letras grandes e legíveis. Aos interessados, por um valor adicional, é possível solicitar um vestido para a boneca com o mesmo desenho (boneca estilo Bebê R e b or n t am an ho M ) . O vestido é feito em malha Dry Fit 100% poliéster estampado frente e verso com 1 estampa. Prazo de entrega é de 15 dias úteis após o envio do desenho, mais o valor do frete.
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