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Copyright© Tirant lo Blanch Brasil Editor Responsável: Aline Gostinski Diagramação e Capa: Carla Botto de Barros CONSELHO EDITORIAL CIENTÍFICO: Eduardo Ferrer Mac-Gregor Poisot Presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Investigador do Instituto de O49 Miranda de Oliveira, Pedro Investigações Jurídicas da UNAM - México

Introdução aos recursos cíveis / Pedro Miranda de Oliveira. – 1.ed.- São Paulo : Tirant lo Blanch, 2021. Catedrático de Direito Penal da p. Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Brasil 806 Juarez Tavares

Luis López Guerra

Magistrado do Tribunal Europeu Direitos Humanos. Catedrático de Direito Constitucional da ISBN: de 978-65-5908-111-0 Universidade Carlos III de Madrid - Espanha

Owen M. Fiss

1. Processo civil. 2. Recursos cíveis. Catedrático Emérito de Teoria de Direito da Universidade de Yale - EUA 3. Sistema recursal. I. Título.

Tomás S. Vives Antón

Catedrático de Direito Penal da Universidade de Valência - Espanha

O49

CDU: 347.91/.95

Miranda de Oliveira, Pedro Introdução aos recursos cíveis [livro eletrônico] / Pedro Miranda de Oliveira. – 1.ed.- São Paulo : Tirant lo Blanch, 2021. 1 KB; livro digital ISBN: 978-65-5908-114-1 1. Processo civil. 2. Recursos cíveis. 3. Sistema recursal. I. Título. CDU: 347.91/.95

É proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, inclusive quanto às características gráficas e/ ou editoriais. A violação de direitos autorais constitui crime (Código Penal, art.184 e §§, Lei n° 10.695, de 01/07/2003), sujeitando-se à busca e apreensão e indenizações diversas (Lei n°9.610/98). Todos os direitos desta edição reservados à Tirant Empório do Direito Editoral Ltda.

Todos os direitos desta edição reservados à Tirant lo Blanch. Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2909 - sala 44 Jardim Paulista, São Paulo - SP CEP: 01401-002 www.tirant.com/br - editora@tirant.com.br Impresso no Brasil / Printed in Brazil


Pedro Miranda de Oliveira

INTRODUÇÃO AOS

RECURSOS CÍVEIS

2021


Dedico esta obra às minhas três meninas: Carol, Isadora e Rebeca


NOTA DO AUTOR

No ano de 2001, bem no início de minha carreira, tive a oportunidade de publicar um livro despretensioso intitulado O Novo Sistema Recursal Cível Brasileiro. Naquela época já se sustentava que havia no Brasil um novo sistema recursal quando comparado com o regime original previsto no Código Buzaid, contendo novas premissas e novos objetivos. A implementação daquele novo sistema recursal foi confirmada posteriormente pelo advento da Emenda Constitucional 45/2004 e das leis que a sucederam. Para se ter uma noção da magnitude da reforma, dos 70 artigos do CPC/1973 que compunham o Título X do Processo de Conhecimento, “Dos Recursos”, 47 foram, de alguma forma, alterados, com o recebimento de nova redação ou com o acréscimo de parágrafos. Em relação ao texto original, apenas 23 dispositivos permaneceram intactos. Eis que, após longa tramitação no Congresso Nacional e muito debate no meio jurídico, foi aprovado o Código de Processo Civil de 2015 e, com ele, a introdução de um novíssimo sistema recursal, que deu nome à minha última obra, cujas quatro edições estão esgotadas. O sistema era para ter ficado mais simples, mas a verdade é que isso não ocorreu, sobretudo por conta do advento da Lei 13.256/2016, que alterou o Código antes mesmo de entrar em vigor. O tempo passa e, em março de 2021, o CPC/2015 completou 5 anos de vigência. Nesse período, muito se escreveu e inúmeras decisões foram proferidas pelo Poder Judiciário sob a égide da nova legislação. A doutrina também amadureceu e muitos temas foram consolidados pela jurisprudência, notadamente pelo Superior Tribunal de Justiça, cuja função maior é dar a última palavra acerca da interpretação do direito federal. Temos hoje, portanto, uma fotografia mais nítida do atual sistema recursal brasileiro. Esse cenário estimulou-me, em meio à pandemia de 2020, a consolidar boa parte dos meus estudos numa obra única, que possa facilitar a compreensão do operador do direito. Para tanto, muitos pontos foram escritos pela primeira vez, outros tantos foram reescritos, sempre com os olhos voltados para o tripé formado pela legislação, doutrina e jurisprudência.


INTRODUÇÃO AOS RECURSOS CÍVEIS

E assim nasceu o Introdução Aos Recursos Cíveis, estruturado em 6 seções que abrigam os 38 capítulos. Essa organização em seções, por certo, facilitará a consulta da obra, a saber: (i) teoria geral dos recursos, (ii) recursos em espécie, (iii) ordem dos processos nos tribunais, (iv) sistema de precedentes e meios de impugnação, (v) outros incidentes nos tribunais e (vi) sucedâneos recursais. Pode parecer que nada ficou de fora, mas é apenas uma introdução. Agradecendo à editora pela calorosa acolhida, esta é minha contribuição apresentada à comunidade jurídica brasileira, com o intuito de que seja um instrumento capaz de estimular o estudo dos recursos cíveis, tema de inegável importância para os profissionais do direito que atuam perante os tribunais. Ilha de Santa Catarina, verão de 2021. Pedro Miranda de Oliveira

6


SUMÁRIO

NOTA DO AUTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

Seção I TEORIA GERAL DOS RECURSOS 1. NOÇÕES PRELIMINARES SOBRE OS RECURSOS . . . . . . . . . . . . . . . . 26 1.1 1.2 1.3

Conceito de recurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 Natureza jurídica dos recursos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 Diferenças entre recursos, ações impugnativas autônomas e sucedâneos recursais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30

2. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SISTEMA RECURSAL . . . . . . . . . . . . . . . 35 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7

Breve histórico dos recursos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 O Regulamento 737 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 O CPC/1939 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 O CPC/1973 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40 As reformas do CPC/1973 e o novo sistema recursal brasileiro . . . . . . . . 41 O sistema recursal que antecedeu o CPC/2015 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 O novíssimo sistema recursal previsto no CPC/2015 . . . . . . . . . . . . . . . 47 2.7.1 2.7.2 2.7.3

Pontos de retrocesso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 Pontos de estagnação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 Pontos de avanço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50

3. PRONUNCIAMENTOS JUDICIAIS SUJEITOS A RECURSO . . . . . . . . . 53 3.1

No primeiro grau de jurisdição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54

3.2

Nos tribunais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61

3.1.1 Sentença . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 3.1.2 Decisão interlocutória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 3.1.3 Decisão parcial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 3.2.1 Acórdão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 3.2.2 Decisão monocrática do relator: decisão-sentença e decisão interlocutória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 3.2.3 Decisão monocrática do Presidente ou Vice-Presidente do tribunal . 64


INTRODUÇÃO AOS RECURSOS CÍVEIS

4. PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO PROCESSO CIVIL NO ÂMBITO RECURSAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 4.1

Princípios constitucionais do processo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66

4.2

Os princípios constitucionais do processo no âmbito recursal e o due process of law . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 Princípio da isonomia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74 Princípio da ampla defesa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 Princípio do contraditório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 Princípio do juiz natural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 Princípio do duplo grau de jurisdição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 Princípio da inafastabilidade do controle jurisdicional . . . . . . . . . . . . . . 78 Princípio da publicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79 Princípio da motivação das decisões judiciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 Prevalência do princípio da efetividade no sistema que antecedeu o CPC/2015 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81

4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 4.10 4.11

4.1.1 4.1.2

A questão dos princípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 Os princípios do processo na Constituição Federal . . . . . . . . . . . . . 70

5. PRINCÍPIOS GERAIS DOS RECURSOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 5.1 5.2 5.3 5.4

Princípio da taxatividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 Princípio da singularidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86 Princípio da correspondência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 Princípio da fungibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 5.4.1 5.4.2 5.4.3

A fungibilidade recursal no CPC/1939 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 A fungibilidade recursal no CPC/1973 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 A fungibilidade recursal no CPC/2015 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96 5.4.3.1 5.4.3.2

5.4.3.3

5.5

Fungibilidade por admissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 Fungibilidade por conversão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99 5.4.3.2.1 Embargos de declaração e agravo interno . . . . . . . . . . 100 5.4.3.2.2 Recurso extraordinário e recurso especial . . . . . . . . . . 103 Inaplicabilidade da fungibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106 5.4.3.3.1 Contrarrazões de apelação e apelação adesiva . . . . . . . 106 5.4.3.3.2 Fim da dualidade entre agravo interno e agravo regimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107

Princípio da primazia do julgamento do mérito recursal . . . . . . . . . . . . 108 5.5.1 5.5.2

Formalismo excessivo no processo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 Previsão do novo princípio no CPC/2015 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109 5.5.2.1 5.5.2.2 5.5.2.3

Regra geral: contraditório pleno e correção do vício . . . . . . . . 111 Regra específica: desconsideração de vício formal não grave . . . 111 Óbice ao avanço da jurisprudência ofensiva . . . . . . . . . . . . . . . 112

6. JUÍZO DE ADMISSIBILIDADE E JUÍZO DE MÉRITO . . . . . . . . . . . . . 114 6.1 8

Juízo de admissibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114


SUMÁRIO

6.2 6.3

Juízo de mérito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 Juízo de admissibilidade e a prevalência da jurisprudência ofensiva . . . . . 120

7. REQUISITOS DE ADMISSIBILIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 122 7.1

7.2

Requisitos intrínsecos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123 7.1.1 Cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123 7.1.2 Legitimidade para recorrer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124 7.1.2.1 7.1.2.2 7.1.2.3 7.1.2.4 7.1.2.5

Legitimidade recursal da parte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 Legitimidade recursal do terceiro prejudicado . . . . . . . . . . . . . 127 Legitimidade recursal do Ministério Público . . . . . . . . . . . . . . 130 Legitimidade recursal do advogado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 Ilegitimidade recursal dos auxiliares da justiça . . . . . . . . . . . . . 133

7.1.3.1 7.1.3.2

Sucumbência formal e sucumbência material . . . . . . . . . . . . . 135 Interesse recursal sobre a fundamentação e sobre o dispositivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 Ausência de impugnação e fundamentação suficiente . . . . . . . 141

7.1.3

Interesse em recorrer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134

7.1.4

Inexistência de fato extintivo ou impeditivo do direito de recorrer 142

7.1.3.3

7.1.4.1 Desistência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 7.1.4.2 Renúncia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 7.1.4.3 Aquiescência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146

Requisitos extrínsecos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 7.2.1

Regularidade formal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 7.2.1.1 7.2.1.2 7.2.1.3

7.2.1.4 7.2.1.5

Os nomes e a qualificação das partes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 A exposição de fato e do direito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149 As razões do pedido de reforma ou de decretação de nulidade da decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150 O pedido de nova decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153 Aplicação do princípio da primazia do mérito recursal . . . . . . 155 7.2.1.5.1 Ausência de peças obrigatórias no agravo de instrumento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156 7.2.1.5.2 Preliminar de repercussão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . 158 7.2.1.5.3 Ausência de procuração (revogação da Súmula 115 do STJ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159 7.2.1.5.4 Não juntada do acórdão paradigma do recurso especial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159 7.2.1.5.5 Recurso apócrifo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160 7.2.1.5.6 Assinatura digitalizada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161 7.2.1.5.7 Cópia reprográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162

7.2.2 Tempestividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162 7.2.2.1 7.2.2.2 7.2.2.3 7.2.2.4 7.2.2.5 7.2.2.6

Prazo de quinze dias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164 Interrupção do prazo pela oposição de embargos de declaração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164 Interrupção do prazo quando forem interpostos embargos de divergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 Prazo em dobro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Abertura do prazo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 Aplicação do princípio da primazia do mérito recursal . . . . . . 173

9


INTRODUÇÃO AOS RECURSOS CÍVEIS

7.2.2.6.1 Tempestividade do recurso prematuro . . . . . . . . . . . . 7.2.2.6.2 Desnecessidade de ratificação do recurso (revogação da Súmula 418 do STJ) . . . . . . . . . . . . . . 7.2.2.6.3 Carimbo do protocolo ilegível . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.2.2.6.4 Apresentação da certidão de feriado local . . . . . . . . . .

173 174 176 176

7.2.3 Preparo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178 7.2.3.1 7.2.3.2 7.2.3.3 7.2.3.4

7.2.4

Regra geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178 Recursos isentos de preparo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181 Partes isentas de preparo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182 Aplicação do princípio da primazia do mérito recursal . . . . . . 184 7.2.3.4.1 Insuficiência do valor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184 7.2.3.4.2 Mitigação da regra do preparo imediato (ausência de pagamento e pagamento em dobro) . . . . . . . . . . . 185 7.2.3.4.3 Equívocos no preenchimento da guia . . . . . . . . . . . . 186

Depósito do valor da multa (embargos de declaração e agravo interno) . 187

8. EFEITOS DOS RECURSOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 8.1 8.2 8.3 8.4 8.5 8.6 8.7

Efeito obstativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 Efeito devolutivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 Efeito regressivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 Efeito translativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 Efeito suspensivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198 Efeito expansivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199 Efeito substitutivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201

9. MODALIDADE ADESIVA DE INTERPOSIÇÃO DE RECURSO . . . . . 203 9.1 Recurso principal e recurso subordinado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203 9.2 Nomenclatura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 9.3 Breve histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 9.4 Natureza jurídica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 9.5 Amplitude da adesividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 9.6 Preclusão consumativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209 9.7 Outros requisitos peculiares da via adesiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211 10. RECURSOS NO PROCESSO DE EXECUÇÃO E NAS FASES DE LIQUIDAÇÃO E CUMPRIMENTO DA SENTENÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 10.1 A regra geral do parágrafo único do art. 1.015 do CPC/2015 . . . . . . . . 215 10.2 Recorribilidade das decisões proferidas na liquidação de sentença . . . . . 216 10.2.1 10.2.2

Decisões interlocutórias na liquidação de sentença . . . . . . . . . . . . 217 Decisão que julga a liquidação de sentença . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219

10.3.1 10.3.2 10.3.3

Decisões interlocutórias no cumprimento da sentença . . . . . . . . . 221 Decisão que recebe a impugnação ao cumprimento da sentença . . 223 Decisão que julga a impugnação ao cumprimento da sentença . . . 224

10.3 Recorribilidade das decisões proferidas no cumprimento da sentença . . 221

10


SUMÁRIO

10.4 Recorribilidade das decisões proferidas na execução de título executivo extrajudicial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 10.4.1 10.4.2 10.5 10.5.1 10.5.2 10.5.3 10.5.4

Decisões interlocutórias na execução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 Decisão que extingue a execução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227 Recorribilidade das decisões proferidas nos embargos à execução . . 228 Decisões interlocutórias nos embargos à execução . . . . . . . . . . . . . 228 Decisão que rejeita liminarmente os embargos à execução . . . . . . . 229 Decisão que recebe os embargos à execução . . . . . . . . . . . . . . . . . 230 Decisão que julga os embargos à execução . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231

Seção II RECURSOS EM ESPÉCIE 11. APELAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233 11.1 Cabimento: sentença e decisão interlocutória não recorrível de imediato . . . 233 11.2 Contrarrazões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 11.2.1 11.2.2

Natureza jurídica: defesa e recurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 Fungibilidade entre contrarrazões da apelação e apelação adesiva? . . . 236

11.4.1 11.4.2

Efeito suspensivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239 Efeito devolutivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241

11.3 Procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236 11.4 Efeitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239 11.5 Julgamento imediato da apelação (teoria da causa madura) . . . . . . . . . . 242 11.5.1 11.5.2 11.5.3

A regra do § 3º do art. 1.013 do CPC/2015 . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 Hipóteses de cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 Outros casos de supressão de grau previstos no sistema processual civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244 11.5.4 Constitucionalidade do dispositivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 11.5.5 Causa madura para julgamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247 11.5.6 Julgamento ex officio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248 11.5.7 Inexistência de reformatio in pejus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249

11.6 A (in)eficácia do negócio processual de irrecorribilidade de sentença . . . 250 11.6.1 11.6.2 11.6.3

Flexibilização do procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251 Validade do negócio processual de irrecorribilidade da sentença . . 252 A sentença e seus vícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 257

11.6.4

(In)eficácia do negócio processual de irrecorribilidade da sentença . . . . 259

11.6.5

Eficácia da sentença proferida na vigência da cláusula de irrecorribilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266

11.6.3.1 11.6.3.2

Errores in judicando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 258 Errores in procedendo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259

11.6.4.1 Eficácia do negócio: errores in judicando . . . . . . . . . . . . . . . . . 261 11.6.4.2. Ineficácia do negócio: errores in procedendo . . . . . . . . . . . . . . . 262 11.6.4.2.1 Sentença sem fundamentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 11.6.4.2.2 Sentença infra, extra e ultra petita . . . . . . . . . . . . . . . 265 11.6.4.2.3 Embargos de declaração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266

11


INTRODUÇÃO AOS RECURSOS CÍVEIS

12. AGRAVO DE INSTRUMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268 12.1 Cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 269 12.1.1

12.1.2 12.1.3 12.1.4 12.1.5 12.1.6 12.1.7 12.1.8 12.1.9 12.1.10 12.1.11 12.1.12 12.1.13 12.1.14 12.1.15

Decisão interlocutória que verse sobre tutela provisória (CPC, art. 1.015, I) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 269 Decisão interlocutória que verse sobre mérito do processo – decisão parcial de mérito (CPC, art. 1.015, II) . . . . . . . . . . . . . . . 270 Decisão interlocutória que verse sobre rejeição da alegação de convenção de arbitragem (CPC, art. 1.015, III) . . . . . . . . . . . . . . 272 Decisão interlocutória proferida no incidente de desconsideração da personalidade jurídica (CPC, art. 1.015, IV) . . . . . . . . . . . . . . 272 Decisão interlocutória que verse sobre rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou acolhimento do pedido de sua revogação (CPC, art. 1.015, V) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 273 Decisão interlocutória que verse sobre exibição ou posse de documento ou coisa (CPC, art. 1.015, VI) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274 Decisão interlocutória que verse sobre exclusão de litisconsorte (CPC, art. 1.015, VII) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275 Decisão interlocutória que verse sobre rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio (CPC, art. 1.015, VIII) . . . . . . . . . . . . 276 Decisão interlocutória que verse sobre admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros (CPC, art. 1.015, IX) . . . . . . . . . . . . . 276 Decisão interlocutória que verse sobre concessão, modificação ou revogação do efeito suspensivo aos embargos à execução (CPC, art. 1.015, X) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277 Decisão interlocutória que verse sobre redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373, § 1º (CPC, art. 1.015, XI) . . . . . . . 278 Decisões interlocutórias proferidas na fase de liquidação de sentença ou de cumprimento de sentença, no processo de execução e no processo de inventário (CPC, art. 1.015, parágrafo único) . . . . . . . . . . 278 Decisão parcial sem resolução do mérito (CPC, art. 1.015, XIII c/c art. 354, parágrafo único) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280 Decisão interlocutória que verse sobre reconsideração do sobrestamento de processos repetitivos no primeiro grau – petição de distinguishing (CPC, art. 1.015, XIII c/c art. 1.037, § 13, I) . . . . . . 281 Quando houver urgência decorrente da inutilidade do julgamento da questão no recurso de apelação (Tema 988 do STJ) 282

12.2 Procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 284 12.2.1 12.2.2

Interposição, regularidade formal e distribuição do agravo . . . . . . 284 Poderes do relator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287 12.2.2.1

12.2.2.2 12.2.2.3 12.2.2.4 12.2.2.5 12.2.2.6

Intimar o agravante para sanar vício ou complementar a documentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 288 Não conhecer (inadmitir) do agravo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 289 Negar ou dar provimento ao agravo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290 Apreciar o pedido de antecipação da tutela provisória recursal . . . 291 Intimar o agravado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 292 Ouvir o Ministério Público . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .293

12.2.3

Resposta do agravado e julgamento do agravo . . . . . . . . . . . . . . . . 293

12.3.1

Efeito suspensivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296

12.3 Efeitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 12


SUMÁRIO

12.3.2

Efeito ativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296

12.4.1 12.4.2 12.4.3 12.4.4 12.4.5 12.4.6 12.4.7 12.4.8 12.4.9 12.4.10

Remessa necessária por instrumento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300 (Im)possibilidade de retratação do juiz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 302 Possibilidade de interposição pela via adesiva . . . . . . . . . . . . . . . . 303 Impugnação das interlocutórias não agraváveis . . . . . . . . . . . . . . . 305 Efeito suspensivo automático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 A regra do julgamento imediato pelo tribunal (teoria da causa madura) . . . 308 Sustentação oral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 309 Complementação do julgamento por maioria . . . . . . . . . . . . . . . . 310 Honorários sucumbenciais em grau recursal . . . . . . . . . . . . . . . . . 312 Cabimento de ação rescisória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313

12.4 O regime especial do agravo de instrumento contra decisão parcial (com ou sem resolução de mérito) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 298

13. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315 13.1 Origem e finalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315 13.2 Cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317

13.2.1 Omissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 13.2.2 Contradição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 321 13.2.3 Obscuridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 13.2.4 Erro material . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323

13.3 Fungibilidade entre agravo interno e embargos de declaração . . . . . . . . 324 13.4 Efeitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325 13.4.1 13.4.2 13.4.3 13.4.4

Efeito devolutivo (regressivo e translativo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325 Efeito suspensivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326 Efeito interruptivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327 Efeito modificativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327

13.5.1 13.5.2 13.5.3

Regularidade formal, prazo e dispensa de preparo . . . . . . . . . . . . . 328 Resposta do embargado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329 Publicidade e contraditório: inclusão em pauta e prévia intimação das partes nos embargos de declaração com efeito modificativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330

13.5 Procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328

13.6 Embargos de declaração e princípio da complementariedade . . . . . . . . 331 13.7 Embargos de declaração e prequestionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 332 13.8 Multa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 335 14. AGRAVO INTERNO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337 14.1 Importância do agravo interno no novíssimo sistema recursal . . . . . . . . . 337 14.2 Natureza jurídica e nomenclatura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338 14.3 Cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 14.3.1 14.3.2

Qualquer decisão monocrática do relator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 Decisões do Presidente ou Vice-Presidente de tribunal local na análise dos recursos excepcionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340 14.3.2.1

Decisão que nega seguimento a recurso extraordinário que discuta questão constitucional à qual o STF não tenha reconhecido a existência de repercussão geral . . . . . . . . . . . . . 341

13


INTRODUÇÃO AOS RECURSOS CÍVEIS

14.3.2.2 14.3.2.3

14.3.2.4 14.3.2.5 14.3.2.6

Decisão que nega seguimento a recurso extraordinário interposto contra acórdão que esteja em conformidade com entendimento do STF exarado no regime de repercussão geral 343 Decisão que nega seguimento a recurso (RE ou REsp) interposto contra acórdão que esteja em conformidade com entendimento do STF ou do STJ exarado no regime de recursos repetitivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Decisão que sobresta recurso (RE ou REsp) que verse sobre controvérsia de caráter repetitivo ainda não decidida pelo STF ou pelo STJ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 346 Decisão que indefere o requerimento de exclusão da decisão de sobrestamento e inadmissão do recurso extraordinário intempestivo (no regime de repercussão geral) . . . . . . . . . . . . .348 Decisão que indefere o requerimento de exclusão da decisão de sobrestamento e inadmissão do recurso (RE ou REsp) repetitivo intempestivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 349

14.4 Interposição conjunta de agravo interno e AREsp ou ARE . . . . . . . . . . 349 14.5 Fungibilidade entre agravo interno e embargos de declaração . . . . . . . . 351 14.6 Prazo e preparo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352 14.7 Impugnação específica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352 14.8 Resposta do agravado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 14.9 Inclusão em pauta e prévia intimação das partes . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354 14.10 Sustentação oral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354 14.11 Vedação à reprodução dos fundamentos existentes na decisão monocrática . . . 355 14.12 Multa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 355 14.13 Depósito do valor da multa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356 15. ECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 357 15.1 Origem, nomenclatura e finalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 357 15.2 Confronto e semelhanças entre o recurso ordinário constitucional e a apelação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360 15.3 Competência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362 15.4 Cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362 15.4.1 15.4.2 15.4.3 15.4.4

Decisão denegatória em mandado de segurança . . . . . . . . . . . . . . 363 Decisão denegatória em habeas data . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 Decisão denegatória em mandado de injunção . . . . . . . . . . . . . . . 365 Decisão proferida em causas internacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 366

15.5.1 15.5.2

Efeito devolutivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 366 Efeito suspensivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 367

15.5 Efeitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 366

15.6 Procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 368 15.6.1 Interposição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369 15.6.2 Procedimento no juízo a quo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370 15.6.3 Procedimento no juízo ad quem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371 15.6.4 Julgamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371

14


SUMÁRIO

16. RECURSO ESPECIAL E RECURSO EXTRAORDINÁRIO . . . . . . . . . 372 16.1 Recursos ordinários e recursos excepcionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 372 16.2 Cabimento e requisitos específicos de admissibilidade . . . . . . . . . . . . . . 373 16.3 Causa decidida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 374 16.4 Interposição do recurso e regularidade formal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375 16.5 Demonstração da divergência jurisprudencial no recurso especial . . . . . 377 16.6 Desconsideração de vício formal não grave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377 16.7 Suspensão dos processos no IRDR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 379 16.8 Concessão de efeito suspensivo: mecanismo processual e competência . . . 379 16.9 Local de interposição do recurso e oferecimento das contrarrazões . . . . 380 16.10 Juízo de admissibilidade bipartido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 381 16.11 Fim do regime de retenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 382 16.12 Interposição conjunta de recurso especial e recurso extraordinário . . . . 382

16.12.1 Duplo fundamento e obrigatoriedade da interposição conjunta . . 383 16.12.2 Processamento dos recursos interpostos simultaneamente . . . . . . . 384

16.13 Fungibilidade entre recurso especial e recurso extraordinário . . . . . . . . 385

16.13.1 Objetivo da nova regra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 385 16.13.2 Princípio da fungibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 385 16.13.3 Remessa do recurso especial para o STF quando a matéria for constitucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 386 16.13.4 Vedação à ofensa reflexa da Constituição Federal existente no regime anterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 387 16.13.5 Fungibilidade e fim da vedação à ofensa reflexa no CPC/2015 . . . 388

16.14 Viabilidade de recurso excepcional adesivo cruzado . . . . . . . . . . . . . . . 388 16.15 Efeito devolutivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 390

16.15.1 Tribunais Superiores como Cortes de rejulgamento . . . . . . . . . . . . 390 16.15.2 Ampla devolução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 391 16.15.3 Efeito translativo nos recursos excepcionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 392

16.16 Flexibilização do procedimento e a viabilidade de recurso extraordinário per saltum. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393

16.16.1 Flexibilização do procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 16.16.2 Recurso per saltum . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 396 16.16.3 Viabilidade do recurso extraordinário per saltum . . . . . . . . . . . . . . 398 16.16.3.1 Aplicação da flexibilização do procedimento aos recursos . . . . 398 16.16.3.2 Esgotamento das vias ordinárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400 16.16.3.2.1 Decisão de última instância . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 401 16.16.3.2.1 Decisão de única instância . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 402 16.16.3.3 O preenchimento dos demais requisitos do recurso extraordinário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 403

16.16.4 Inviabilidade do recurso especial per saltum . . . . . . . . . . . . . . . . . 405

17. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL E EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 406 17.1 Agravo nos autos do processo (CPC/1973) e agravo em recurso especial ou extraordinário (CPC/2015) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 406 15


INTRODUÇÃO AOS RECURSOS CÍVEIS

17.2 Cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 407 17.2.1

17.2.2 17.2.3 17.2.4

Decisão que inadmite recurso (RE ou REsp) por ausência de algum requisito de admissibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 409 Decisão que inadmite recurso (RE ou REsp) interposto contra acórdão que esteja em conformidade com entendimento do STF exarado em sede de controle concentrado de constitucionalidade . 409 Decisão que inadmite recurso (RE ou REsp) interposto contra acórdão que esteja em conformidade com enunciado de súmula vinculante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 410 Decisão que inadmite recurso (RE ou REsp) interposto contra acórdão que esteja em conformidade com enunciado de súmula do STF e do STJ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 411

17.3 Interposição do recurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 412 17.4 Interposição conjunta de agravo interno e AREsp ou ARE . . . . . . . . . . 412 17.5 Isenção de custas e aplicação do regime de repercussão geral e dos recursos especiais repetitivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 414 17.6 Prazo para interposição do recurso e oferecimento das contrarrazões . . . 414 17.7 Seguimento do agravo em recurso especial ou extraordinário . . . . . . . . 415 17.8 Processamento dos agravos interpostos simultaneamente . . . . . . . . . . . 415 17.9 Julgamento conjunto e sustentação oral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 416 18. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 417 18.1 Nomenclatura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 417 18.2 Finalidade do recurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 417 18.3 Natureza jurídica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418 18.4 Cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418 18.4.1 18.4.2 18.4.3 18.4.4 18.4.5

Aspectos gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418 Acórdão paradigma oriundo de julgamentos de recursos e ações de competência originária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 420 Aplicação do direito material ou do direito processual . . . . . . . . . . 420 Acórdão paradigma da mesma turma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 421 Demonstração da divergência jurisprudencial . . . . . . . . . . . . . . . . 421

18.5 Procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 422 18.6 Resultado do julgamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 424 18.7 Interrupção de prazo para interposição de recurso extraordinário . . . . . 425 18.8 Desnecessidade de ratificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 425

Seção III ORDEM DOS PROCESSOS NOS TRIBUNAIS 19. PROCEDIMENTO DOS RECURSOS NOS TRIBUNAIS . . . . . . . . . . . 428 19.1 Registro do feito e distribuição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 428 19.2 Poderes do relator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 429 19.3 Publicação da pauta de julgamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430 16


SUMÁRIO

19.4 Sessão de julgamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 432 19.4.1 19.4.2 19.4.3

19.4.4 19.4.5

Abertura do julgamento e leitura do relatório . . . . . . . . . . . . . . . . 432 Sustentação oral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 433 Deliberação dos magistrados: ordem da votação, pedido de vista e modificação do voto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 434 Julgamento ampliado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 Proclamação do resultado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 439

19.5 Publicação do acórdão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 440

20. PODERES GERAIS DO RELATOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442 20.1 Dirigir e ordenar o processo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 446 20.2 Determinar e conduzir a produção de prova . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 448 20.3 Converter o julgamento em diligência para produção de prova . . . . . . . 450 20.4 Determinar a realização ou a renovação do ato processual . . . . . . . . . . . 452 20.5 Conceder prazo ao recorrente para que seja sanado vício ou complementada a documentação exigível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 453 20.6 Homologar autocomposição das partes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 457 20.7 Analisar o pedido de concessão do benefício da Justiça Gratuita . . . . . . 458 20.8 Apreciar o pedido de antecipação da tutela recursal . . . . . . . . . . . . . . . . 461 20.9 Conceder prazo às partes para manifestação sobre fato novo ou questão de direito ainda não debatida nos autos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465 20.10 Determinar a intimação do Ministério Público . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 467 20.11 Não conhecer (inadmitir) de recurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468 20.11.1 Recurso inadmissível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 470 20.11.2 Recurso prejudicado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 471 20.11.3 Recurso infundado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 472

20.12 Negar provimento ou dar provimento a recurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . 473 20.12.1 20.12.2 20.12.3 20.12.4

Com base em súmula vinculante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 478 Com base em súmula dos Tribunais Superiores . . . . . . . . . . . . . . . 481 Com base em súmula do próprio tribunal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 481 Com base em entendimento firmado pelos Tribunais Superiores em julgamento de recursos repetitivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 483 20.12.5 Com base em entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485 20.12.6 Com base em entendimento firmado em incidente de assunção de competência (IAC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 20.12.7 Com base em fundamento não previsto expressamente no art. 932 do CPC/2015 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488 20.12.7.1 Com base em entendimento firmado pelo STF em controle concentrado de constitucionalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 494 20.12.7.2 Com base em entendimento firmado pelo STF em controle difuso de constitucionalidade (julgamento de recurso extraordinário no regime de repercussão geral) . . . . . . . . . . . . 496 20.12.7.3 Com base em entendimento firmado pelo plenário ou órgão especial do tribunal ao qual o relator estiver vinculado . . . . . . 499

20.13 Inaplicação: negar ou dar provimento a recurso com base em “jurisprudência dominante” ou “jurisprudência consolidada” . . . . . . . . 500 17


INTRODUÇÃO AOS RECURSOS CÍVEIS

20.14 Decidir o incidente de desconsideração da personalidade jurídica instaurado originariamente perante o tribunal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 505 20.15 Atuar nas questões relacionadas ao sobrestamento de recursos . . . . . . . . 505

20.15.1 Sobrestar recurso que verse sobre controvérsia de caráter repetitivo . . . 505 20.15.2 Intimar as partes da decisão de sobrestamento . . . . . . . . . . . . . . . 507 20.15.3 Decidir o requerimento de distinguishing referente ao sobrestamento do recurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 507

20.16 Julgar embargos de declaração opostos contra decisão monocrática . . . . 508 20.17 Exercer outras atribuições estabelecidas no regimento interno do tribunal . . 509 21. PODERES DO PRESIDENTE OU VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL LOCAL NA ANÁLISE DOS RECURSOS EXCEPCIONAIS . . 510 21.1 Realizar o juízo de seguimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 514 21.1.1 21.1.2 21.1.3

Negar seguimento a recurso extraordinário que discuta questão constitucional à qual o STF não tenha reconhecido a existência de repercussão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 514 Negar seguimento a recurso extraordinário interposto contra acórdão que esteja em conformidade com entendimento do STF exarado em regime de repercussão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 516 Negar seguimento a recurso (RE ou REsp) interposto contra acórdão que esteja em conformidade com entendimento do STF ou do STJ exarado em regime de julgamento de recursos repetitivos . . . . . 516

21.2 Encaminhar o processo de volta ao órgão julgador para realização do juízo de retratação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 517 21.3 Atuar nas questões relacionadas ao sobrestamento de recursos (RE ou REsp) . 518 21.3.1

21.3.2

Sobrestar recurso (RE ou REsp) que verse sobre controvérsia com repercussão geral ou caráter repetitivo ainda não decidida pelo STF ou pelo STJ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 518 Excluir da decisão de sobrestamento e inadmitir o recurso (RE ou REsp) que tenha sido interposto intempestivamente . . . . . . . . 519

21.4 Selecionar o recurso (RE ou REsp) como representativo de controvérsia constitucional ou infraconstitucional . . . . . . . . . . . . . . . . 520 21.5 Realizar o juízo de admissibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 520 21.5.1

21.5.2 21.5.3 21.5.4

Inadmitir recurso (RE ou REsp) por ausência de requisito de admissibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 522 Inadmitir recurso (RE ou REsp) interposto contra acórdão que esteja em conformidade com entendimento do STF exarado em sede de controle concentrado de constitucionalidade . . . . . . . . . . 523 Inadmitir recurso (RE ou REsp) interposto contra acórdão que esteja em conformidade com enunciado de súmula vinculante . . . 524 Inadmitir recurso (RE ou REsp) interposto contra acórdão que esteja em conformidade com enunciado de súmula do STF e do STJ . . . . . . . 525

21.6 Remeter o recurso (RE ou REsp) ao respectivo Tribunal Superior (STF ou STJ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 525 21.7 Apreciar o pedido de tutela provisória recursal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 527

18


SUMÁRIO

Seção IV SISTEMA DE PRECEDENTES E MEIOS DE IMPUGNAÇÃO 22. A FORÇA DAS DECISÕES JUDICIAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 529 22.1 Precedentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 532 22.2 Jurisprudência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 536 22.3 Súmula (força persuasiva) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 539 22.4 Súmula vinculante (força obrigatória) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 540

22.4.1 Vinculação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 541 22.4.2 Função . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 543

23. INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DEMANDAS REPETITIVAS . . . 546 23.1 Natureza jurídica e previsão legal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 546 23.2 Microssistema de solução de casos repetitivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 548 23.3 Cabimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550 23.4 Delimitação da questão comum . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 551 23.5 Procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 557 23.5.1 23.5.2

23.5.3 23.5.4 23.5.5 23.5.6

Admissão do IRDR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 557 Suspensão dos processos pendentes que envolvem a mesma temática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 558 Intimação das partes da decisão que suspendeu os processos pendentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 560 Análise do pedido de distinguishing . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 560 Requisição de informações, oitiva das partes interessadas e realização de audiência pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 561 Julgamento efeitos da decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 562

24. INCIDENTE DE ASSUNÇÃO DE COMPETÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . 564 24.1 Natureza jurídica e previsão legal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 564 24.2 Procedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 566 24.2.1

24.2.2 24.2.3 24.2.4

Admissão do IAC e suspensão dos processos pendentes que envolvem a mesma temática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 567 Análise do pedido de distinguishing . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 568 Requisição de informações, oitiva das partes interessadas e realização de audiência pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 568 Julgamento e efeitos da decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 569

25. CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE E OBJETIVAÇÃO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 570 25.1 Controle de constitucionalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 570 25.1.1 25.1.2

Sistema difuso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 575 Sistema concentrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 579

25.2 Objetivação do recurso extraordinário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 585

19


INTRODUÇÃO AOS RECURSOS CÍVEIS

26. O PAPEL DO STF NO NOVÍSSIMO SISTEMA PROCESSUAL . . . . . 590 26.1 O Supremo Tribunal Federal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 590

26.1.1 Corte Constitucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 590 26.1.2 Competência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 593

26.2 A crise do STF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 595 26.3 Última tentativa de superação da crise e o verdadeiro papel do STF . . . 597 27. REPERCUSSÃO GERAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 600 27.1 Requisito específico do recurso extraordinário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 600 27.2 Decisão (ir)recorrível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 601 27.3 Elementos caracterizadores da repercussão geral: relevância + transcendência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 602 27.4 Fim da preliminar formal de repercussão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 602 27.5 Presunção de existência de repercussão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 603 27.6 27.7 27.8 27.9

27.5.1 27.5.2

Presunção absoluta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 603 Presunção relativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 605

Presunção de inexistência de repercussão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 607 Manifestação do amicus curiae . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 607 Suspensão/sobrestamento dos processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 609 Requerimento para inadmissão do recurso e cabimento de agravo em recurso extraordinário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 609 27.10 Inadmissibilidade dos recursos extraordinários suspensos/sobrestados no tribunal de origem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 610 27.11 Prazo de um ano para julgamento e preferência do leading case . . . . . . . 610 27.12 Publicidade da decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 611 28. EFETIVIDADE DO BINÔMIO REPERCUSSÃO GERAL E SÚMULA VINCULANTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 612 28.1 A Emenda Constitucional 45/2004 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 612 28.2 Segurança jurídica, previsibilidade, unidade do direito e princípio da isonomia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 613 28.3 O binômio repercussão geral e súmula vinculante . . . . . . . . . . . . . . . . . . 620 28.3.1 28.3.2 28.3.3 28.3.4

Diferenças entre os institutos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 621 Segurança jurídica versus efetividade do processo . . . . . . . . . . . . . 622 Prevalência da segurança jurídica e da efetividade do processo . . . . 625 A aplicação dos dois institutos conjuntamente . . . . . . . . . . . . . . . 627

28.4 Melhor aproveitamento dos dois institutos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 631 29. SUSPENSÃO DE PROCESSOS COM TEMA DE REPERCUSSÃO GERAL RECONHECIDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 636 29.1 A problemática da suspensão de processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 636 29.2 Os impactos provocados pela suspensão de processos com tema de repercussão geral reconhecida em âmbito nacional . . . . . . . . . . . . . . . . 637 20


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