PORTFÓLIO DE ARQUITETURA

+55 (11) 99900-9893
thedgv@usp.br
Arquitetura e Urbanismo | FAUUSP
São Paulo, SP | Brasil

+55 (11) 99900-9893
thedgv@usp.br
Arquitetura e Urbanismo | FAUUSP
São Paulo, SP | Brasil
Arquitetura e Urbanismo | 8o sem. em curso
Universidade de São Paulo
Ensino Médio Integrado | Técnico em eletrônica
Instituto Federal de São Paulo
2021 - atual
2016 - 2019
20h semanais | São Paulo, SP
Freelancer | Cantallops Vicente Arquitectes
20h totais | Barcelona, Espanha Estágio | DOLCE Arquitetura
Monitor voluntário | Geometria Descritiva
FAUUSP Prof. Fernando Kurokawa
Voluntario em construções vernaculáres
Igatú, BA - Chapada Diamantina
Monitor com bolsa PEEG | Construção 2
FAUUSP Prof. José Baravelli
Diretor de Modalidade e atleta | Voleibol Masculino
Atlética FAUUSP
Out. de 2024 - atual
Jan. de 2025
1o sem. 2022 e 24
1o sem. 2023
2o sem. 2022
2022 - 2023
AutoCAD | Rhino
SketchUp Rhino + Grasshoper
Vray | Enscape
Photoshop | InDesign
QGis
Desenho 2D
Modelagem 3D e paramétrica
Renderização
Imagem e diagramação
Mapas
Idiomas
Português
Inglês | Espanhol
Italiano | Catalão
Nativo Avançado
Intermediário
Ano: 2025.1
Localização: St. Adrià de Besòs, Barcelona - ES
Freelancer para Cantallops Vicente Arquitetes Trabalho individual
Durante uma viagem à Barcelona, nas férias de verão de 2025, surgiu a oportunidade de produzir uma maquete para o escritório de arquitetura catalão chamado Cantallops Vicente Arquitetes e aceitei o desafio. O novo edifício da Universidade Politécnica de Catalunia (UPC) Campus Diagonal Besòs abriga diferentes usos, como oficinas e laboratórios de investigação, articulados por um pátio bioclimático central e abraçados por uma fachada de pele orgânica que protege todo o volume. O projeto ganhou o concurso convocado pela INCASÒL e as obras estão previstas para terminar em finais de 2026.
Recebi os arquivos das plantas, cortes e elevações, que limpei e organizei para facilitar a etapa seguinte: a modelagem 3D. A escala da maquete foi definida em 1:300 e o material foi papelão creme. Adotei uma lógica construtiva baseada em um núcleo central, que determinaria a altura das lajes conforme o pé-direito. Após a fixação das lajes, adicionei os pilares, feitos de varetas de 2 mm de diâmetro, garantindo estabilidade estrutural. Dessa forma, reduziria imprecisões no encaixe das peças. Então, fiz o abatimento de cada peça e organizei os desenhos 2D em lâminas para enviar ao corte a laser. Com cola branca, estilete e paciência, a maquete foi ganhando forma, e ao final de dois dias, estava completa.
marcos acayaba
Ano: 2024.1
Prof. Igor Lacroix
Projeto em grupo
Dentro de cinco projetos disponibilizados pelos professores, o grupo optou por investigar a residência Ricardo Baeta do arquiteto Marcos Acayaba. O projeto da casa, localizada em Iporanga , foi encomendada em 1991 com as premissas de ter o menor impacto possível no terreno e o mínimo de remoção de árvores.
A geometria é composta de uma malha triângular que organiza os espaços a partir de módulos hexagonais . Pilares posicionados nos vértices de cada hexágono sustentam as lajes distribuindo os esforçõs com mãos-francesas.
Contando com peças relativamente pequenas produzidas de forma artesanal a obra foi executada com pouca dificuldade na montagem, o que foi essencial dada a complexidade do terreno.
Além da esrtutura toda em madeira maciça, outro material muito presente na edificação é o vidro , principal responsável pela vedação do conjunto. Por dificuldades orçamentárias, a caixilharia foi repensada para baratear sua execução. A solução encontrada foi realizar sulcos em montantes de madeira para apoiar e deslizar as vidraça, despensando a necessidade de caixilharia metálica.
Após decuparmos todo o edifício, realizamos um modelo físico na escala 1:20 da estrutura. Utilizamos madeira compensada e MDF na máquina à laser.
Também fazia parte do exercício escolher um detalhe construtivo para reproduzir numa escala mais próxima da realidade. Decidimos pelo triângulo modular e fizemos um modelo em 1:2 respeitando cada detalhe dos encaixes entre as peças.
Ano: 2024.1
AUT 0186 | Construção do Edifício 3
Profa. Fabiana Lopes
Projeto em grupo
A proposta do trabalho desta disciplina foi de realizar um estudo preliminar de alvenaria estrutural, terraplanagem, contenções, vigas baldrames, vedações internas e o sistema de cobertura para um projeto desenvolvido pelo grupo com o programa arquitetônico de ateliê de arte.
Nos foi fornecido um terreno fictício num lote de 5 metros de frente e 25 metros de fundo com um aclive regular de 5% de declividade, além de muitos outros parâmetros urbanisticos e características do entorno imediato.
A partir disto nosso grupo criou este projeto que buscou valorizar o trabalho do artista ao mesmo tempo que lhe dá privacidade para seu trabalho criativo. Abrimos a fachada com uma grande porta de vidro e um brise de grades metálicas.
Também aproveitamos ao máximo o terreno ao usar suas características ao nosso favor. Tanto sua planta alongada quanto sua inclinação foram levadas em conta.
A respeito dos materiais, optamos por dois protagonistas: o concreto e o aço . Além de esteticamente esta combinação ser ótima, essa é a harmonia perfeita para um espaço de trabalho como um ateliê.
Com um projeto bem resolvido, que se conversava em seus diferentes campos construtivos e arquitetônicos, foi um trabalho natural produzir as peças solicitadas pelo exercício.
Quintal da frente
Espaço de exposições
1 2
4
3
Após fazer o primeiro cálculo do índice de esbeltez considerando uma espessura de 20cm,
Assim, decidimos utilizar a disposição mostrada no diagrama, gerando conjuntos de 2 blocos que trabalham com uma espessura total de 40 cm.
modulação na composição estrutural do projeto, que fosse proporcional à largura e altura dos muros (usando os blocos escolhidos, a modulação é de 20 cm).
eficientes no repartimento das cargas verticais. Desenhando as quatro primeiras fatias, geramos deslocamentos de blocos que melhoram o repartimento dessas cargas nos muros.
índice de esbeltez1 = 700cm / 19cm = 36,84 > 24 (precisa de armamento)
Alvenaria estrutural
índice de esbeltez2 = 700cm / 38cm = 18,42 < 24 (não precisa de armamento)
A escolha dos blocos da família 39 surgiu da vontade de gerar uma modulação na composição estrutural do projeto, que fosse proporcional à largura e altura dos muros (usando os blocos escolhidos, a modulação é de 20 cm).
dos blocos da família 39 surgiu da vontade de gerar uma modulação na composição estrutural do projeto, que proporcional à largura e altura dos muros (usando os blocos escolhidos, a modulação é de 20 cm).
DESENHO DE 2 FIADAS
Embora soubéssemos que esta escolha implica uma perda de 20 cm de espaço de uso livre interior, pondreamos que o fato de não precisar do uso de armação nas paredes estruturais, configura uma redução nos custos e na quantidade de material na construção do ateliê. Além disso, a percebemos como uma melhoria do projeto a nível arquitetônico, gerando um sistema na estrutura vertical, que se apoia na utilização do bloco de concreto, reduzindo o uso de materiais alternativos.
DESENHO DE 3 FIADAS
Após fazer o primeiro cálculo do índice de esbeltez considerando uma espessura de 20cm, concordamos em achar uma disposição dos blocos que permitisse reduzir o uso de armamento. Assim, chegamos na solução mostrada no diagrama, gerando conjuntos de 2 blocos que trabalham com uma espessura total de 40 cm.
DESENHO DE 4 FIADAS
Dessa forma, nossos muros de 7 metros são gerados da seguinte forma:
inteiro surgiu da vontade de gerar uma modulação na composição estrutural do projeto, que dos muros (usando os blocos escolhidos, a modulação é de 20 cm).
Após fazer o primeiro cálculo do índice de esbeltez considerando uma espessura de 20cm, concordamos em achar uma disposição dos blocos que permitisse reduzir o uso de armamento. Assim, decidimos utilizar a disposição mostrada no diagrama, gerando conjuntos de 2 blocos que trabalham com uma espessura total de 40 cm.
Disposição dos blocos pensados para aumentar o índice de esbeltez da parede
índice de esbeltez1 = 700cm / 19cm = 36,84 > 24 (precisa de armamento)
índice de esbeltez2 = 700cm / 38cm = 18,42 < 24 (não precisa de armamento)
uma modulação na composição estrutural do projeto, que blocos escolhidos, a modulação é de 20 cm).
o primeiro cálculo do índice de esbeltez considerando uma espessura de 20cm, concordamos em achar uma dos blocos que permitisse reduzir o uso de armamento. Assim, decidimos utilizar a disposição mostrada no gerando conjuntos de 2 blocos que trabalham com uma espessura total de 40 cm.
esbeltez1 = 700cm / 19cm = 36,84 > 24 (precisa de armamento) esbeltez2 = 700cm / 38cm = 18,42 < 24 (não precisa de armamento)
composição estrutural do projeto, que modulação é de 20 cm).
Embora soubéssemos que esta escolha implica uma perda de 20 cm de espaço de uso livre interior, pondreamos que o fato de não precisar do uso de armação nas paredes estruturais, configura uma redução nos custos e na quantidade de material na construção do ateliê.
índice de esbeltez considerando uma espessura de 20cm, concordamos em achar uma
36,84 > 24 (precisa de armamento)
Embora soubéssemos que esta escolha implica uma perda de 20 cm de espaço de uso livre interior, pondreamos que o fato de não precisar do uso de armação nas paredes estruturais, configura uma redução nos custos e na quantidade de material na construção do ateliê. Além disso, a percebemos como uma melhoria do projeto a nível arquitetônico, gerando um sistema na estrutura vertical, que se apoia na utilização do bloco de concreto, reduzindo o uso de materiais alternativos.
Além disso, entendemos essa mudança como uma melhoria do projeto a nível arquitetônico , gerando um sistema na estrutura vertical, que se apoia na utilização do bloco de concreto, reduzindo o uso de materiais alternativos.
permitisse reduzir o uso de armamento. Assim, decidimos utilizar a disposição mostrada no blocos que trabalham com uma espessura total de 40 cm.
18,42 < 24 (não precisa de armamento) escolha implica
uso livre interior, precisar do uso de configura uma
soubéssemos que esta escolha implica de 20 cm de espaço de uso livre interior, pondreamos que o fato de não precisar do uso de nas paredes estruturais, configura uma nos custos e na quantidade de material construção do ateliê. Além disso, a percebemos melhoria do projeto a nível arquitetônico, um sistema na estrutura vertical, que se utilização do bloco de concreto, reduzindo materiais alternativos.
considerando uma espessura de 20cm, concordamos em achar uma armamento. Assim, decidimos utilizar a disposição mostrada no uma espessura total de 40 cm. armamento) armamento)
quantidade de material
20cm, concordamos em achar uma
Tipologias das fiadas das paredes estruturais
Porém, essa solução nos obriga a pensar nas quatro primeiras fiadas de cada muro para gerar o deslocamento dos blocos melhorando, assim, o repartimento dos esforços nos muros.
Dessa forma, nossos muros foram separados em 6 tipologias diferentes nomeadas de A à F, cada qual com suas quatro diferentes fiadas.
Esquema gráfico de volumetria de solo em estado natural a ser escavado.
Esquema gráfico de volumetria de solo em estado natural a ser escavado e movimentações de terra.
ETAPA 1_ terreno original
ETAPA 1 _ terreno original
ETAPA 5_ corte
ETAPA 2_ corte do solo a ser exportado para bota-fora por 5 caminhões
ETAPA 2 _ corte do solo a ser exportado para bota-fora por 5 caminhões
ETAPA 3_ corte
ETAPA 3 _ corte
ETAPA 4_ aterro
ETAPA 4 _ aterro
ETAPA 5 _ corte
ETAPA 6_ aterro
ETAPA 6 _ aterro
ETAPA 7_ aterro
ETAPA 7 _ aterro
As excavaç õ es v ã o ser realizadas simultaneamente à construç ã o das paredes estruturais e dos muros de contanç ã o.
As escavações foram pensadas para serem realizadas simultaneamente à construção das paredes estruturais e dos muros de contenção
Telha metálica Rufo
Perfil de alumínio Policarbonato
Perfil de terminação
Viga de aço
Esquadria da janela Janela
Perfil de base Calha
Viga de aço
Bloco de concreto
isolamento poliestireno expandido
Rufo
Perfil de alumínio Policarbonato
Rufo
Telha metálica
Perfil de alumínio
Pingadeira Concreto
Viga de aço
Bloco de concreto