Defensor público de Nova York defende proteção a imigrantes e reforço das leis de cidade-santuário
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DEPORTAÇÕES
Estudantes da Universidade de Connecticut vivem clima de medo com intensificação das deportações nos EUA
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Connecticut discute lei que pode proibir prisões do ICE em escolas, hospitais e playgrounds
Legisladores do estado de Connecticut estão analisando uma série de projetos de lei que podem impor algumas das restrições mais rígidas do país às operações de imigração realizadas por agentes
Legisladores do estado de Connecticut estão analisando uma série de projetos de lei que podem impor algumas das restrições mais rígidas do país às operações de imigração realizadas por agentes federais. As propostas, debatidas nesta semana, proibiriam detenções em
diversos locais considerados sensíveis, como escolas, hospitais e playgrounds. As medidas têm como alvo principalmente ações conduzidas pelo Departamento de Imigração (ICE, sigla em inglês) e pela U.S. Border Patrol
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Exposição inédita em NY reúne artistas brasileiras para discutir direitos reprodutivos das mulheres
Artista brasileiro expõe obras na Quinta Avenida em Nova York
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Tempo Sexta:
Ledyard, CT
Mt.Vernon, NY
Myrtle Beach, SC
(19°/03°)
Obra The Bull, por Hermes Santos
Defensor público da cidade de Nova York, Jumaane D. Williams
Imagem divulgada nas redes sociais
Imagem ilustrativa
NApresentadora, Comendadora e Escritora
Ângela Brodbéck
esta semana, a personalidade é a apresentadora, comendadora e escritora Ângela Brodbéck que é destaque nacional e internacional pelo trabalho que desenvolve. Ângela Brodbéck lança em Zurique a Antologia Internacional “Mulheres que mudaram o Destino”.
A Escritora brasileira radicada na Suíça, reúne 60 coautoras de diferentes países em um projeto que celebra superação, coragem e protagonismo feminino. No dia 20 de maio de 2026, Zurique será palco de um dos mais significativos encontros literários da comunidade brasileira e internacional na Europa. Residente na Suíça há mais de três décadas, Ângela é fundadora e presidente do Espaço Internacional da Mulher, associação oficialmente registrada em Zurique, dedicada ao fortalecimento, à infor-
mação e à conexão de mulheres brasileiras e lusófonas no exterior. Sua atuação une literatura, cultura e impacto social.
A caminhada de Ângela Brodbéck é marcada por resiliência e reconstrução. Autora da autobiografia “Filha do Nordeste Brasileiro”, atualmente em processo de adaptação para minissérie, ela construiu sua trajetória transformando experiências desafiadoras em propósito. Superou o câncer de mama, enfrentou a depressão e desenvolveu ao longo dos anos um trabalho consistente sobre a valorização da mulher e combate à violência feminina por meio da palavra. Para acompanhar o trabalho de Ângela, acesse o Instagram @angela.brodbeck e confira uma entrevista exclusiva para nossa equipe no canal do YouTube GRTTV Broadcast. Nossa equipe a deseja, mais SUCESSO!
ENTRETENIMENTO
Da redação
Os grupos do Telegram são semelhantes aos grupos do WhatsApp, mas oferecem mais recursos, ferramentas e suporte para até 200.000 usuários.
Como resultado, é frequentemente usado como um fórum de discussão.
Outra grande funcionalidade dos grupos do Telegram é o chat de voz, uma audioconferência da qual todos os membros do grupo podem participar, proporcionando mais um método de interação.
Os grupos de telegramas podem ser privados, mas também podem ser públicos. Neste caso, qualquer pessoa pode participar.
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brasileira e promover uma divulgação ainda maior da cultura brasileira nos EUA, o jornal Brazilian Times criou um grupo neste aplicativo e já conquistou centenas de pessoas.
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seus parceiros e clientes, o grupo divulga notícias relacionadas à imigração, polícia, eventos e tudo que engloba os brasileiros que vivem neste país.
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Centenas apoiam projetos de lei que limitam ações do ICE e criam “espaços seguros” para imigrantes em Connecticut
Centenas de pessoas participaram de uma audiência pública no Legislativo de Connecticut para apoiar uma série de projetos de lei que buscam limitar operações de fiscalização migratória no estado e estabelecer mecanismos de responsabilização para agentes federais. O debate ocorreu na segunda-feira no Legislative Office Building, em Hartford (Connecticut), e reuniu representantes de organizações de defesa dos imigrantes, educadores, líderes religiosos e autoridades públicas.
Entre as propostas discutidas está o Projeto de Lei do Senado 91, apresenta-
do pelo governador Ned Lamont. A medida prevê conceder ao Inspetor-Geral do estado autoridade para investigar incidentes envolvendo uso de força por agentes federais, incluindo oficiais de imigração. O texto também propõe a criação de “áreas protegidas”, como escolas, hospitais e locais de culto religioso, onde pessoas não poderiam ser detidas com base em infrações civis, incluindo pedidos de detenção migratória.
Durante a audiência, membros de organizações como CT Students for a Dream, Husky 4 Immigrants e Comunidades Sin Fronteras relataram que muitas famí-
lias imigrantes vivem com medo de operações de fiscalização. A diretora da coalizão Connecticut for All, Norma Martinez HoSang, afirmou que espaços comunitários devem permanecer seguros para a população.
Segundo ela, famílias devem poder frequentar igrejas, participar de eventos comunitários ou procurar serviços de saúde sem receio de encontrar agentes de imigração nas proximidades.
O debate ocorre em um contexto de mudanças na política federal. Em janeiro de 2025, o governo do então presidente Donald Trump revogou uma orientação que
limitava prisões de imigrantes em locais considerados sensíveis, como escolas e igrejas. Na época, o Departamento de Segurança Interna afirmou que a alteração impediria que criminosos utilizassem esses locais para evitar a prisão.
Educadores também relataram impactos nas escolas.
Professores do sistema público de New Haven disseram que alguns estudantes deixaram de frequentar as aulas por medo de que seus pais fossem detidos. A superintendente da rede escolar, Madeline Negron, destacou que houve queda no número de matrículas de alunos multilíngues neste ano.
“Quando os estudantes têm medo de que seus pais possam ser detidos durante a ida à escola, isso afeta diretamente sua capacidade de aprender”, escreveu a educadora em depoimento apresentado aos parlamentares.
Profissionais da área da saúde também manifestaram preocupação. A ativista Camila Bortolleto, da organização Husky 4 Immigrants, afirmou que muitos imigrantes evitam procurar atendimento médico por receio de serem abordados por autoridades. Médicos alertaram que isso pode agravar doenças e levar pacientes a procurar ajuda apenas em situações de emergência.
Nem todos os parlamentares concordaram com as propostas. O deputado republicano Craig Fishbein questionou até que ponto o estado deveria limitar a atuação das autoridades de imigração e argumentou que alguns imigrantes que entram
ilegalmente no país também cometem crimes. Já o deputado Patrick Callahan afirmou que agentes federais estão apenas cumprindo leis aprovadas pelo Congresso. Por outro lado, o senador democrata Gary Winfield defendeu a necessidade de um sistema de imigração que respeite direitos individuais. Ele também criticou a falta de reformas migratórias no Congresso e contestou a ideia de que a maioria das pessoas presas pelo ICE seja formada por criminosos perigosos.
Outro ponto central do debate foi a responsabilização de agentes federais. O inspetor-geral de Connecticut, Eliott Prescott, declarou apoiar o projeto do governador e afirmou que seu escritório possui estrutura para investigar casos de uso de força envolvendo autoridades federais.
Além disso, os participantes defenderam um segundo projeto, o SB 397, que permitiria que cidadãos processem agentes federais por violações de direitos constitucionais por meio do gabinete do procurador-geral do estado. A proposta também prevê retirar a chamada imunidade qualificada em casos de agressão ou prisão indevida contra pessoas que estejam filmando operações policiais.
Se aprovadas, as medidas colocariam Connecticut ao lado de estados como Califórnia, Massachusetts, Maine e Illinois, que já adotaram legislações semelhantes para regular a atuação de agentes federais de imigração em seus territórios.
Camila Bortolleto, Husky 4 Immigrants e Comunidades Sin Fronteras
UM ACIDENTE DE
Você sofreu TRABALHO?
ICE acusa congressista de NJ de espalhar “medo e desinformação” após operação em oficina
Da redação
Autoridades federais de imigração dos Estados Unidos criticaram declarações feitas pela deputada federal Bonnie Watson Coleman sobre uma ação policial realizada em fevereiro em uma oficina mecânica na cidade de Trenton, no estado de Nova Jersey. Segundo o U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE), as afirmações da parlamentar contribuíram para espalhar “medo e desinformação” na comunidade.
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sista. De acordo com a agência, a operação foi conduzida por parceiros federais com base em um mandado criminal emitido pela Justiça, e não se tratou de uma batida liderada pelo órgão de imigração.
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A operação ocorreu em 20 de fevereiro em um estabelecimento identificado como Agudo’s Repair Shop, localizado no condado de Mercer. Em publicações nas redes sociais, Watson Coleman afirmou que agentes de imigração teriam coberto câmeras de segurança e detido diversas pessoas sem apresentar mandado judicial durante a ação.
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Segundo autoridades, a ação tinha como principal alvo Eduardo Reyes, cidadão da Guatemala que estaria vivendo ilegalmente nos Estados Unidos e era procurado por diversas acusações criminais, incluindo agressão agravada, crimes envolvendo armas, atropelamento com fuga do local e colocar a vítima em perigo. Após sua prisão, o ICE informou que registrou uma ordem de detenção migratória contra o suspeito.
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O ICE, no entanto, contestou a versão apresentada pela congres-
Durante a operação, outros dois homens também foram detidos: Cristian Moreno-Posso, cidadão colombiano com ordem final de deportação emitida em outubro de 2024, e Jorge Luis Lemus Urliz, cidadão guatemalteco que, segundo autoridades, teria entrado no país
- Acidentes de construção e trabalho
- Acidentes na área de framing no trabalho
- Acidentes fatais
sem inspeção migratória. Ambos permanecem sob custódia.
Um grupo de defesa de imigrantes, Resistencia en Accion NJ, apresentou uma versão diferente do ocorrido. Segundo a organização, imagens das câmeras de segurança da oficina mostrariam agentes imobilizando um dos trabalhadores com o rosto contra uma prateleira e, posteriormente, cobrindo a câmera com uma caixa de papelão
ao perceberem que estavam sendo gravados.
As autoridades de imigração, por sua vez, afirmaram que nenhuma câmera foi coberta e que não houve uma “batida” em oficina mecânica, reiterando que os agentes apenas executaram um mandado criminal autorizado por um tribunal.
Arthur J. Wilson Jr., diretor interino do escritório regional de Operações de Fiscalização e Remoção
do ICE em Newark, criticou políticos que apoiam políticas de cidade-santuário.
“Infelizmente, alguns políticos de cidades-santuário em Nova Jersey distorcem a autoridade legal clara do ICE estabelecida pelo Congresso, recorrendo ao alarmismo e à desinformação, mesmo após receberem os fatos”, declarou o oficial. Até o momento, o gabinete da deputada Watson Coleman não havia divulgado resposta oficial às declarações do ICE. A polêmica ocorre em meio ao debate nacional sobre políticas migratórias e operações de fiscalização em comunidades imigrantes.
Autoridades federais afirmaram ainda que as operações de imigração devem se intensificar nos próximos meses após a aprovação do One Big Beautiful Bill Act, legislação que, segundo o ICE, prevê aumento de 120% no efetivo da agência e novos recursos para centros de detenção.
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Deputada federal Bonnie Watson Coleman
Exposição inédita em NY reúne artistas brasileiras para discutir direitos reprodutivos das mulheres
Da redação
No dia 27 de março de 2026, a instituição cultural Apexart, em Nova York, inaugura a exposição inédita “O útero também é um punho”, projeto que reúne obras de artistas brasileiras e propõe uma reflexão ampla sobre os direitos reprodutivos das mulheres. A mostra foi o único projeto do Brasil selecionado entre 658 propostas inscritas de diferentes países, em um processo de curadoria rigoroso conduzido pela instituição, que há mais de três décadas promove iniciativas artísticas internacionais.
Com curadoria de Talita Trizoli e Renata Freitas, a exposição apresenta cerca de 30 obras produzidas por dez artistas brasileiras e uma argentina radicada no Brasil, utilizando diversos suportes, como pintura, desenho, escultura, instalação, vídeo e performance. Além da mostra principal, o projeto contará com uma programação pública paralela, incluindo performances, visitas guiadas, oficinas e rodas de conversa.
Participam da exposição as artistas Guillermina Bustos, Leíner Hoki, Leticia Ranzani, Liane Roditi, Ludmilla Ramalho, Mariana Feitosa, Natali Tubenchlak, Raffaella Yacar, Renata Freitas, Rikia Amaral e Rosa Bunchaft, integrantes do coletivo G.A.F. (Grupo de Acompanhamento Feminista).
Vindas de diferentes estados brasileiros — como Pernambuco, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo —, as artistas trazem perspectivas diversas sobre um tema que atravessa contextos sociais, raciais e culturais.
Segundo as curadoras, a proposta da exposição vai além do debate sobre a continuidade ou interrupção de uma gestação. “Dis-
cutir direitos reprodutivos envolve também questões como acesso à educação, transporte público, saúde, educação sexual nas escolas, métodos contraceptivos seguros, atendimento médico digno, licença-maternidade e condições que permitam uma parentalidade responsável”, afirmam.
Apesar da relevância do tema na sociedade contemporânea, as curadoras destacam que ele ainda aparece de forma limitada nas artes visuais. Para elas, a exposição busca justamente preencher essa lacuna. “Apesar de sua urgência, a justiça reprodutiva permanece amplamente ausente na arte contemporânea brasileira, frequentemente silenciada por censura e resistência institucional”, ressaltam.
O título da mostra faz referência ao poema “O útero é do tamanho de um punho”, da poeta brasileira Angélica Freitas, considerado um clássico da poesia feminista contemporânea. O texto aborda temas como aborto e violência contra o corpo feminino, comparando o útero a uma unidade de medida e a uma dimensão simbólica da corporeidade feminina. Inspiradas por essa ideia, as curadoras buscaram destacar na exposição as ambivalências da experiência da feminilidade e suas limitações institucionais.
Entre os trabalhos apresentados está “Autonomia condicional”, da artista Guillermina Bustos, um jogo eletrônico interativo que coloca o público diante de decisões relacionadas a uma gravidez indesejada, considerando variáveis sociais e temporais que influenciam a escolha.
A artista Natali Tubenchlak apresenta obras da série “Prenhe”, que relaciona imagens de animais grávidos com corpos in-
fantis, além da serigrafia inédita “Necrófagos”, inspirada em uma fotografia premiada que retrata uma mulher amamentando. Já na videoperformance “Sua vaca!”, Ludmilla Ramalho aborda a objetificação do corpo materno ao sobrepor um crânio bovino ao próprio rosto enquanto amamenta sua filha.
A relação entre maternidade e animalidade também aparece na pintura “Efeito Bruce”, de Rikia Amaral, que aborda um fenômeno biológico observado em roedores e chimpanzés relacionado ao aborto espontâneo em situações de estresse ambiental. A artista também apresenta a escultura “Sekhmet”, inspirada na deusa egípcia homônima.
A artista Rosa Bunchaft expõe o conjunto “Tribunal da família: a Costela de Adão e a Vara”, composto por pequenas cianotipias que exploram experiências pessoais relacionadas às Varas de Família e à chamada Lei da Alienação Parental. Já em “Como a dama do mar”, um autorretrato, a artista aparece grávida, flutuando no oceano.
Outras obras tratam diretamente da experiência do
aborto ou da maternidade.
Na instalação “O alívio”, Raffaella Yacar utiliza materiais como veludo, seda, argila e água gelificada do rio Limmat, na Suíça, para criar uma composição simbólica relacionada ao aborto espontâneo. Já nas aquarelas “Existência anulada”, Mariana Feitosa apresenta manchas em tecido que sugerem a presença de um corpo grávido que se dissolve.
A artista Leticia Ranzani, que enfrentou episódios de depressão pós-parto, apresenta desenhos feitos sobre fotografias de seus próprios filhos, refletindo sobre a dissolução da identidade feminina diante das expectativas sociais da maternidade.
Na instalação “Licença poética”, Renata Freitas utiliza lençóis hospitalares para criar uma estrutura de camadas translúcidas que ocupam o espaço expositivo. A obra reflete sobre o controle institucional e o poder de decisão das mulheres sobre seus próprios corpos.
Já Liane Roditi apresenta obras centradas na presença física do corpo, como a pintura “Sucção”, que mostra mãos em movimento incerto sobre fundo ter-
roso, e a videoperformance “Desvio”, em que um líquido vermelho escorre pelas pernas da artista em direção ao chão branco.
A exposição também traz reflexões sobre formas alternativas de maternidade. A artista Leíner Hoki explora possibilidades de maternagem em relações homoafetivas e apresenta uma releitura da obra “A Fazedora de Anjos” (1908), de Pedro Weingartner.
Programação pública amplia debate
Além da exposição, o projeto contará com uma programação aberta ao público. No dia da abertura, 27 de março, às 18h, as curadoras realizarão uma visita guiada com transmissão ao vivo pelo Instagram. Em seguida, às 19h30, Renata Freitas apresentará a performance “Desdobrável, eu sou”, em que transfere a escultura em forma de manto para outro participante, explorando simbolicamente o peso das estruturas sociais impostas às mulheres.
No dia 28 de março, às 17h, Liane Roditi realizará uma performance na qual oculta e revela o corpo sob camadas de tecido. Já em
1º de abril, às 16h, Leíner Hoki conduzirá uma oficina de gravura utilizando carimbos presentes em sua obra “Angel Makers”. A programação se encerra em 21 de maio, com uma roda de conversa que reunirá as pesquisadoras e curadoras Carolina Filippini e Diana Iturralde, que discutirão as obras sob a perspectiva dos direitos reprodutivos no Brasil.
Sobre a instituição Fundada em 1994, a Apexart é uma instituição artística educacional dedicada a apoiar curadores e artistas independentes. Ao longo de mais de 30 anos, já realizou 269 exposições em 39 países, promovendo a visibilidade de mais de 1.200 artistas. Seu programa de bolsas e exposições prioriza processos de seleção transparentes e descentralizados, buscando ampliar o acesso e a diversidade no campo da arte contemporânea.
Serviço
Exposição: “O útero também é um punho”
Abertura: 27 de março de 2026, das 18h às 20h
Período: até 23 de maio de 2026
Local: Apexart
Endereço: 291 Church St., Nova York
Funcionamento: terça a sábado, das 11h às 18h
Entrada: gratuita
Programação pública
• 27 de março, 18h – visita guiada com as curadoras
• 27 de março, 19h30 – performance “Desdobrável, eu sou”, de Renata Freitas
• 28 de março, 17h – performance de Liane Roditi
• 1º de abril, 16h – oficina de gravura com Leíner Hoki
• 21 de maio, 16h – roda de conversa com Carolina Filippini e Diana Iturralde
Imagem ilustratva
Festival em Nova York reúne imigrantes e ativistas no 10º Women’s Strike NYC Fest
Da redação
Oparque Maria Hernandez Park, no bairro de Bushwick, em Nova York, ficou lotado no último domingo durante a realização do 10º Women’s Strike NYC Fest, evento organizado pelo Undocumented Women’s Fund. A iniciativa marcou as celebrações do Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras, combinando manifestações políticas, apresentações culturais e atividades comunitárias.
Realizado anualmente, o festival reúne organizações comunitárias e ativistas que defendem acesso universal a serviços sociais, com foco especial no apoio a mulheres imigrantes. O slogan deste ano — “Care beats hate. Our love melts ICE” (“O cuidado vence o ódio. Nosso amor derrete o ICE”) — orientou a programação, que incluiu performances artísticas, música e apresentações culturais.
Entre as atrações estavam o grupo de dança tradicional Alt Tlachinolli, dedicado à dança Conchera, a banda de protesto Rude Mechanical Orchestra e o projeto musical “Thank God for
Abortion”.
Para Ximena, fundadora do Undocumented Women’s Fund e uma das principais organizadoras do evento, ocupar espaços públicos com arte e cultura é uma forma de resistência política.
“Celebrar nossas línguas, culturas e formas de arte popular, ao mesmo tempo em que destacamos as lutas das organizações de base, torna tudo ainda mais poderoso”, afirmou.
Segundo a organizadora, o festival também busca resgatar o caráter popular e trabalhista do movimento feminista, que, segundo ela, tem sido cada vez mais comercializado ou apropriado por interesses políticos e econômicos.
A iniciativa se inspira em mobilizações realizadas em diversos países da América Latina no dia 8 de março, conhecido como 8M, quando milhares de mulheres participam de greves e manifestações contra violência de gênero, desigualdade econômica e restrições ao acesso ao aborto.
“É um grande dia de ação coletiva. Sempre tentamos honrar essa tradição”, explicou Ximena.
Senhora Letícia
Conselheira e curandeira espiritual LEITURAS DAS CARTAS DE TARÔ e LEITURA DAS MÃOS
Especialista em reunir amores perdidos e promover o perdão verdadeiro
Trago seu amor de volta, arrependido e pedindo perdão
Tenho o poder de realizar a amarre eterno
O que eu uno, ninguém desfaz
Embora o Undocumented Women’s Fund seja o principal organizador, o evento contou com a participação de diversas entidades e movimentos sociais da cidade, incluindo a Planned Parenthood e membros da Democratic Socialists of America.
Segundo Olivia, representante do grupo NYC for Abortion Rights, a organização do festival é conduzida por voluntários e lideranças comunitárias.
“É um evento totalmente liderado por organizações de base e sustentado por trabalho voluntá-
ENTRETENIMENTO
rio”, afirmou.
Durante o encontro, diversas entidades montaram estandes informativos para oferecer orientação e recursos comunitários, incluindo serviços relacionados a educação, saúde reprodutiva, apoio a imigrantes e direitos trabalhistas.
Outro tema central do evento foi o papel do trabalho de cuidado — frequentemente associado às mulheres. Rosanna, integrante da New York State Nurses Association, destacou que profissões como a enfermagem continuam
sendo majoritariamente femininas.
“Quase 90% dos enfermeiros e enfermeiras são mulheres”, afirmou.
Ela também mencionou uma recente greve de 41 dias de enfermeiros em Nova York, relacionada a disputas sobre benefícios e condições de trabalho em hospitais privados da cidade.
Durante discursos no palco, organizadores também criticaram políticas federais relacionadas à imigração e aos direitos das mulheres. Segundo Ximena, o evento busca apresentar uma alternativa política baseada no que ela chamou de “feminismo socialista e ética do cuidado”.
“No décimo aniversário do Women’s Strike Fest em Nova York, a necessidade de apresentar uma visão afirmativa contra o fascismo e a política do terror é mais urgente do que nunca”, declarou. O festival marcou uma década de mobilizações do movimento na cidade e reforçou a presença de organizações feministas, trabalhistas e de direitos dos imigrantes nas manifestações do 8 de março em Nova York.
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Da redação
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Projeto de lei na Carolina do Sul que amplia cooperação policial com o ICE
Da redação
Um projeto de lei em tramitação no Legislativo da Carolina do Sul está provocando intenso debate sobre imigração e segurança pública no estado. A proposta, identificada como H. 4764, pretende obrigar agências policiais locais a firmar acordos de cooperação com o Departamento de Imigração (ICE, sigla em inglês) para auxiliar na aplicação das leis federais de imigração.
Organizações de direitos civis e parte da população se posicionaram contra a medida. Segundo a American Civil Liberties Union (ACLU), mais de mil moradores da Carolina do Sul já enviaram mensagens a parlamentares estaduais pedindo a rejeição do projeto.
A discussão ocorre em meio à divulgação de um relatório da ACLU intitulado “Deputized for Disaster”, que analisa a expansão de acordos de cooperação entre forças policiais locais e autoridades federais de imigração em todo o país.
Nos Estados Unidos, a fiscali-
zação de imigração normalmente é responsabilidade de agências federais. No entanto, a Seção 287(g) da Lei de Imigração e Nacionalidade permite que o ICE treine policiais locais para identificar, deter e iniciar processos de deportação de pessoas suspeitas de estarem no país sem status legal.
De acordo com o relatório, entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, o número de acordos desse tipo na Carolina do Sul saltou de três para 37. Entre os participantes estão a agência estadual responsável pela patrulha rodoviária, escritórios de xerifes de diversos condados e até departamentos de polícia de pequenas cidades.
A expansão, segundo a ACLU, foi impulsionada por pressão de autoridades estaduais e por incentivos financeiros de curto prazo oferecidos pelo governo federal durante o mandato do presidente Donald Trump.
Em nível nacional, cerca de 77,2 milhões de pessoas — aproximadamente 32% da população dos EUA — vivem hoje em condados com agências policiais participantes do programa 287(g).
O relatório afirma que a ampliação desses acordos pode alterar o foco das forças policiais locais, deslocando recursos que normalmente seriam dedicados à segurança comunitária para atividades relacionadas à fiscalização migratória.
Segundo a ACLU, isso pode transformar abordagens policiais rotineiras em operações de con-
trole de imigração, aumentando o risco de perfilamento racial e reduzindo a confiança da população nas autoridades. Um exemplo citado ocorreu em novembro de 2025, no condado de Charleston. Durante uma operação de dois dias, policiais estaduais realizaram paradas de trânsito em apoio a uma ação do ICE. Testemunhas relataram que
os agentes pareciam abordar principalmente motoristas que aparentavam ser latinos.
Outro ponto levantado pelo relatório diz respeito aos possíveis impactos financeiros para governos locais. Muitas agências dependem de recursos federais temporários vinculados a programas aprovados pelo Congresso, o que pode gerar dificuldades caso esses repasses não sejam renovados.
Além disso, especialistas alertam que a participação em operações de imigração pode expor municípios e condados a processos judiciais por violações de direitos civis, especialmente em casos envolvendo detenções indevidas ou discriminação.
Para críticos do projeto H. 4764, obrigar todas as agências policiais a aderirem ao programa pode ampliar esses riscos e aprofundar tensões entre comunidades imigrantes e autoridades locais. O debate sobre a proposta continua no Legislativo estadual e deve mobilizar tanto defensores de uma política migratória mais rígida quanto organizações que defendem a proteção de direitos civis.
Policiais e agentes do ICE trabalharão juntos
Estudantes da Universidade de Connecticut vivem clima de medo com intensificação das deportações nos EUA
Da redação
studantes da University of Connecticut (UConn) que pertencem a famílias imigrantes afirmam estar vivendo um período de ansiedade e incerteza diante da intensificação das políticas de deportação promovidas pelo governo do presidente Donald Trump. A nova estratégia federal prevê ampliar operações de imigração com a meta de deportar até 1 milhão de pessoas por ano, segundo autoridades do governo.
No campus da universidade, estudantes relatam que o aumento das operações do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) tem provocado medo
constante entre jovens cujas famílias vivem nos Estados Unidos sem documentação regular.
Alguns alunos afirmam que passaram a evitar viagens, manter contato frequente com familiares e acompanhar de perto mudanças nas políticas migratórias, temendo detenções inesperadas.
Entre os estudantes afetados está Emerson Zecena, cofundador do capítulo da organização Connecticut Students for a Dream na UConn. Filho de uma imigrante guatemalteca, ele diz que vive preocupado com a segurança da mãe.
“É triste ter que pensar que, se minha mãe não
responde uma mensagem, talvez tenha sido detida ou parada pela polícia e esteja sendo processada para deportação”, afirmou.
Zecena conta que envia mensagens para a mãe constantemente e sente pânico quando não recebe resposta imediata.
Diante do clima de apreensão, ele ajudou a organizar no campus uma apresentação sobre “Conheça seus direitos”, conduzida por advogados que explicaram aspectos da legislação migratória e orientaram estudantes sobre como agir em abordagens de agentes federais.
Durante a apresentação, advogados explicaram pontos da chamada Laken Riley Act, aprovada no início de 2025. A lei estabelece regras mais rígidas para detenção de imigrantes sem documentação que sejam acusados ou admitam envolvimento em crimes como furto em lojas, arrombamento, agressão a policiais ou outros delitos graves.
Segundo especialistas, a legislação pode dificultar a concessão de fiança para imigrantes detidos, mesmo em casos em que as acusações sejam posteriormente retiradas.
Biden que restringiam ações de imigração em chamados “locais sensíveis”, como escolas, hospitais e universidades.
Em comunicado divulgado em janeiro de 2025, a administração da UConn informou que a polícia universitária não questiona estudantes sobre status migratório e não realiza detenções baseadas apenas na suspeita de que alguém esteja no país sem documentação.
por senha para membros do comitê consultivo de estudantes indocumentados, após preocupações de professores e alunos sobre a divulgação pública de seus nomes.
Para muitos estudantes, o impacto das políticas migratórias é direto e pessoal.
Uma aluna de enfermagem identificada apenas como Giselle disse temer que seus pais — imigrantes do Peru e do Equador — sejam deportados. Segundo ela, o medo tem feito com que os pais evitem sair de casa.
“Eles têm medo de ir ao mercado ou até de buscar meu irmão. Às vezes, a única saída é passar no drive-thru e voltar direto para casa”, contou.
Outro evento no campus, chamado “Migrant Teach -In”, reuniu estudantes e líderes religiosos para discutir direitos constitucionais e experiências de imigrantes detidos. A irmã Mary Jude Lazarus, diretora do Escritório para Ministério Hispânico da Diocese de Norwich, relatou o caso de um imigrante guatemalteco que permaneceu cinco meses detido pelo ICE após confirmar a identidade de um parente procurado por agentes federais.
Grupos estudantis como UndocuHuskies, que representa estudantes sem documentação na universidade, também passaram a questionar a administração sobre a existência de espaços seguros no campus.
No primeiro dia do novo mandato de Trump, o Departamento de Segurança Interna revogou diretrizes da era
A universidade também ressaltou que, de acordo com a lei federal de privacidade educacional, conhecida como FERPA, não pode compartilhar informações sobre horários de aula ou localização de estudantes.
Agentes federais também não podem entrar em espaços privados do campus sem um mandado judicial, como dormitórios estudantis, escritórios de professores ou áreas clínicas.
Mesmo assim, organizações estudantis afirmam que passaram a ter mais cautela ao divulgar atividades.
“Não sabemos quem pode ter intenções prejudiciais. Precisamos garantir que nossos encontros ocorram em locais onde os estudantes estejam protegidos”, disse Aleena Chaudry, copresidente do grupo UndocuHuskies.
A universidade também criou um portal protegido
Já Ryan, estudante brasileiro e integrante do grupo UndocuHuskies, afirma que sua maior preocupação é com o pai, que vive há duas décadas nos Estados Unidos e trabalhou em diversas áreas, incluindo construção civil e contabilidade.
“Ele sempre trabalhou duro e pagou impostos. Eu não gostaria que todo esse esforço fosse simplesmente perdido”, disse.
O clima de incerteza também afeta estudantes internacionais. Sophie, refugiada da Ucrânia, disse que cancelou uma viagem para visitar familiares na Europa por medo de não conseguir retornar aos Estados Unidos.
“Se eu sair do país, preciso estar preparada para não voltar. É muito difícil viver aqui sem saber quando poderei ver minha família novamente”, afirmou.
Para muitos estudantes da universidade, o debate sobre imigração deixou de ser apenas político e se tornou uma realidade cotidiana marcada por medo, vigilância constante e incerteza sobre o futuro.
Imagem ilustrativa
Nova regra sobre licenças para imigrantes pode agravar falta de motoristas de ônibus escolares em Long Island
Da redação
Uma decisão recente que suspende a emissão e renovação de licenças comerciais para imigrantes com residência temporária nos Estados Unidos pode aprofundar ainda mais a escassez de motoristas de ônibus escolares em Long Island, no estado de Nova York. Representantes do setor afirmam que centenas de profissionais poderão perder o direito de dirigir, colocando em risco a operação do transporte escolar na região.
A medida foi adotada pelo Departamento de Veículos Motorizados de Nova York (DMV), que anunciou a suspensão “por tempo indeterminado” do programa que permitia a imigrantes com status temporário obter ou renovar a Commercial Driver’s License (CDL), licença necessária para conduzir ônibus escolares e veículos de grande porte. A decisão ocorreu após mudanças nas diretrizes federais promovidas pela administração do presidente Donald Trump, que passaram a restringir o acesso de imigrantes com vistos temporários a esse tipo de habilitação.
A nova política poderá ter impacto direto em empresas
de transporte escolar que já enfrentam dificuldades para contratar motoristas. Segundo Thomas Smith, diretor de operações da Suffolk Transportation Services — maior fornecedora de ônibus escolares do condado de Suffolk — a empresa pode perder cerca de 150 de seus 1.600 motoristas por causa da mudança.
“Já é difícil encontrar profissionais hoje. Com essa medida, a situação vai ficar ainda mais complicada”, afirmou Smith. “É triste, porque são pessoas que trabalham bem e contribuem para a comunidade.”
A escassez de motoristas pode gerar efeitos em cadeia em distritos escolares da região. Entre os cenários considerados pelas empresas e pelas autoridades educacionais está a possibilidade de alterar horários de entrada nas escolas para que um número menor de ônibus consiga atender diferentes unidades ao longo da manhã.
O governo federal justificou a mudança alegando preocupações com segurança nas estradas envolvendo motoristas estrangeiros. O Departamento de Transportes dos Estados Unidos advertiu que Nova York poderia perder mais de 73
milhões de dólares em financiamento federal para rodovias caso não cumprisse integralmente as determinações relacionadas ao programa de licenças para motoristas estrangeiros.
A decisão foi reforçada após uma auditoria da Federal Motor Carrier Safety Administration indicar que alguns estados estariam renovando licenças comerciais de imigrantes mesmo após a expiração de seus status temporários. Como consequência, autoridades federais exigiram que Nova York suspendesse o programa e revisasse as licenças já emitidas.
Representantes de em-
presas de transporte e sindicatos criticaram a medida, afirmando que ela penaliza trabalhadores que residem legalmente no país. Carolyn Rinaldi, vice-presidente do sindicato Amalgamated Transit Union Local 1181, que representa cerca de 3 mil trabalhadores em Long Island, afirmou que muitos motoristas estão assustados e revoltados com a possibilidade de perder o emprego.
“Isso simplesmente não faz sentido. Estamos falando do sustento dessas pessoas”, disse.
Segundo Paul Mori, presidente da New York School Bus Contractors Association, cerca de 5% dos mo-
toristas de ônibus escolares do estado podem perder suas licenças. Em Long Island, onde aproximadamente 20 mil profissionais atuam na área, isso poderia representar cerca de mil trabalhadores fora do setor.
Além da perda imediata de motoristas, empresas também temem o impacto na formação de novos profissionais. Programas de treinamento para obtenção da CDL, que dependem em parte de imigrantes interessados na profissão, já registram queda no número de candidatos.
Educadores da região alertam que a decisão pode agravar um problema que
já vinha se intensificando desde a pandemia de COVID-19, quando muitos motoristas deixaram a profissão em busca de outras oportunidades, como entregas para empresas de logística ou trabalho em aplicativos de transporte.
Para Bob Vecchio, diretor executivo da Nassau-Suffolk School Boards Association, os distritos escolares podem ser obrigados a buscar alternativas caso a escassez de motoristas aumente. Entre as opções discutidas estão a consolidação de rotas, horários de início escalonados para as aulas e até incentivos salariais para atrair novos profissionais.
Enquanto isso, líderes educacionais afirmam que continuam monitorando a situação. Marie Testa, presidente do Conselho de Superintendentes do Condado de Nassau, destacou que garantir o transporte seguro dos alunos continuará sendo prioridade.
“A segurança dos estudantes e a garantia de que eles cheguem à escola continuam sendo nossas principais preocupações”, afirmou. “Sempre que enfrentamos desafios como esse, trabalhamos juntos para encontrar soluções que permitam manter o sistema funcionando.”
Imagem ilustrativa
Artista brasileiro Hermes Santos expõe obras na coletiva Beyond Translations em NY
Oartista brasileiro Hermes Santos apresenta quatro trabalhos na coletiva Beyond Translations, em cartaz entre os dias 6 e 13 de março na Saphira & Ventura Gallery, localizada na região da Fifth Avenue, um dos endereços mais emblemáticos e prestigiados do circuito artístico internacional. A mostra reúne artistas de diferentes países e tem curadoria de Alcinda Saphira, destacando produções contemporâneas que dialogam com múltiplas linguagens, culturas e diferentes formas de expressão visual.
Na exposição, Santos apresenta as obras “The Bull”, “Struggling”, “Ne-
bulosa” e “A Gota”, trabalhos que exploram imagens de força, movimento e tensão. As peças chamam atenção pelo uso marcante de contrastes visuais, composições simbólicas e uma atmosfera intensa, característica presente em grande parte da produ-
ção recente do artista. Em suas obras, Hermes busca provocar reflexões sobre energia, transformação e os conflitos presentes na experiência humana, convidando o público a uma leitura sensível e interpretativa das imagens. Nos últimos anos, o
artista tem incorporado recursos tecnológicos ao seu processo criativo, aproximando ferramentas digitais de uma pesquisa estética voltada à expressividade e à construção de atmosferas densas e envolventes.
Esse diálogo entre técnica contemporânea e sensibilidade artística tem contribuído para ampliar o alcance de sua obra e despertar interesse em diferentes públicos, colecionadores e galeristas, tanto no Brasil quanto no exterior. A participação em Nova York representa um momento significativo na
SERVIÇO
trajetória internacional de Santos e antecede uma sequência de exposições previstas para os meses de abril e maio em países da Europa. A agenda reforça o processo de expansão da carreira do artista fora do Brasil, consolidando sua presença em novos circuitos culturais, feiras de arte e galerias internacionais.
Para Hermes Santos, essa fase simboliza um período importante de amadurecimento e reconhecimento profissional. “Vejo esse momento como resultado de um processo contínuo de evolução artística e de inserção gradual em
novos mercados e espaços de arte”, afirma o artista.
Mais do que um evento isolado, a mostra em Nova York faz parte de uma estratégia de presença global que busca ampliar a visibilidade de sua produção em diferentes países.
“Sinto que estou vivendo uma fase madura e especial do meu trabalho, um ponto de encontro entre consistência artística e reconhecimento internacional”, conclui Santos, que segue investindo na internacionalização de sua obra e no diálogo com diferentes públicos ao redor do mundo.
Obra The Bull, por Hermes Santos
Connecticut discute lei que pode proibir prisões do ICE em escolas, hospitais e playgrounds
Da redação
Legisladores do estado de Connecticut estão analisando uma série de projetos de lei que podem impor algumas das restrições mais rígidas do país às operações de imigração realizadas por agentes federais. As propostas, debatidas nesta semana, proibiriam detenções em diversos locais considerados sensíveis, como escolas, hospitais e playgrounds.
As medidas têm como alvo principalmente ações conduzidas pelo Departamento de Imigração (ICE, sigla em inglês) e pela U.S. Border Patrol, após meses de confrontos e críticas sobre a atuação de agentes federais em operações migratórias.
Se aprovados, os projetos ampliariam significativamente as áreas onde detenções seriam proibidas. Entre
COMUNIDADE
os locais que passariam a ser considerados zonas protegidas estão escolas, campi universitários, creches, centros recreativos, playgrounds, templos religiosos e instalações médicas — incluindo hospitais e centros de tratamento para dependência química.
Uma das propostas foi apresentada pelo governador Ned Lamont, que defende a criação de regras mais claras para proteger espaços voltados à educação, saúde e convivência comunitária.
“Quando penso em uma escola, penso em educação. Quando penso em um hospital, penso em cuidado”, disse o estudante Japhet Gonzalez, durante audiência pública no Legislativo estadual. “Não deveríamos ter que adiar uma consulta médica por medo de que aquela possa ser a última vez que
veremos nossa família.”
As propostas também preveem penalidades para agentes que descumprirem as novas regras. Policiais — incluindo agentes federais, estaduais ou locais — poderiam enfrentar multas ou até acusações criminais caso realizem detenções em áreas proibidas.
Além disso, parlamentares democratas querem introduzir outras medidas de transparência. Entre elas estão a proibição do uso de máscaras por agentes durante operações, a obrigatoriedade de identificação visível com nome e distintivo ao interagir com o público e a autorização para que o procurador-geral do estado mova ações judiciais por violações de direitos civis.
Outro ponto importante das propostas permitiria que investigadores estadu-
ais tivessem acesso a locais de incidentes envolvendo agentes federais. A medida surge após autoridades de Minnesota relatarem que o Federal Bureau of Investigation (FBI) negou acesso a evidências relacionadas a um tiroteio fatal envolvendo agentes federais.
Defensores das novas regras afirmam que as mudanças são necessárias diante do aumento das operações
migratórias no país. Durante a audiência, o ativista Seth Garben, da organização Danbury United for Immigrants, alegou que confrontos envolvendo agentes federais têm causado mortes e feridos nos últimos anos.
O líder da maioria no Senado estadual, Bob Duff, afirmou que o objetivo das propostas é reforçar proteções constitucionais.
“Pela primeira vez na
história americana, o Poder Executivo está utilizando agentes de imigração contra cidadãos e residentes sem respeitar direitos fundamentais, como a proteção da Quarta Emenda contra buscas e apreensões sem mandado judicial”, declarou Duff. Connecticut já havia adotado medidas semelhantes no passado. Em outubro, o estado proibiu prisões dentro de tribunais após dois homens serem detidos por agentes federais em um estacionamento do tribunal de Stamford. Caso os projetos sejam aprovados, Connecticut poderá se tornar um dos estados com as regras mais rigorosas dos Estados Unidos em relação às operações de imigração, ampliando o embate político entre autoridades estaduais e o governo federal sobre os limites da aplicação das leis migratórias.
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Falta de informação e idioma atrasam tratamento de perda auditiva em idosos
Da redação
Aperda auditiva é uma das condições crônicas mais comuns no mundo, especialmente entre pessoas acima de 60 anos. Apesar disso, muitos idosos procuram ajuda apenas quando a dificuldade de comunicação já está avançada. Durante 15 anos de atuação clínica no Rio de Janeiro, Adriana Medeiros Rolim de Freitas atendeu mais de 500 pacientes com perda auditiva, sendo a grande maioria idosos. Segundo ela, o padrão de atraso na busca por tratamento era recorrente.
“Grande parte dos pacientes chegava ao consultório apenas após anos convivendo com a dificuldade, o que torna a adaptação mais complexa e impacta a qualidade de vida.” Ao longo de sua carreira no
Brasil, Adriana organizou campanhas preventivas em espaços públicos, oferecendo triagens auditivas e palestras educativas. Em 5 de novembro de 2012, participou de uma entrevista no programa Bom Dia Rio, da Rede Globo, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, reforçando a im-
portância da prevenção.
Ao observar a realidade da comunidade imigrante nos Estados Unidos, ela identificou um novo obstáculo: a barreira do idioma. “Muitos idosos deixam de procurar avaliação ou terapia porque não conseguem se comunicar no sistema de saúde. Isso pode levar ao iso-
lamento social e até contribuir para declínio cognitivo.”
A especialista defende maior conscientização, triagens preventivas e acesso linguístico adequado como pilares fundamentais para melhorar a saúde auditiva da comunidade.
“A prevenção continua sendo o melhor caminho.”
ATENDE NJ, NY E PA
IMIGRAÇÃO
Defensor público de NY defende proteção a imigrantes e reforço das leis de cidade-santuário
Da redação
Odefensor público da cidade de Nova York, Jumaane D. Williams, defendeu nesta segunda-feira (9) a manutenção e o fortalecimento das políticas de proteção aos imigrantes durante uma audiência do Comitê de Imigração do Conselho Municipal de Nova York. A sessão ocorreu em meio a críticas às recentes operações de fiscalização migratória realizadas pelo U.S. Immigration and Customs Enforcement.
Em seu discurso, Williams argumentou que as leis de cidade-santuário ajudam a tornar Nova York mais segura ao permitir que imigrantes denunciem crimes, colaborem como testemunhas e acessem serviços públicos sem medo de deportação.
“Apesar de todo o alar-
mismo em torno das cidades-santuário, essas leis nos tornam mais seguros. Elas permitem que imigrantes denunciem crimes, sirvam como testemunhas e acessem escolas e serviços municipais sem medo”, afirmou o defensor público.
A audiência ocorreu poucos dias após a detenção de uma estudante da Universidade Columbia por agentes federais de imigração. O episódio, segundo Williams, reforça preocupações sobre a forma como operações migratórias vêm sendo conduzidas em instituições de ensino e outros espaços considerados sensíveis.
Durante a sessão, o defensor público criticou o que classificou como ações agressivas de fiscalização migratória, citando casos de detenções realizadas em tri-
bunais e nas proximidades de audiências de imigração.
Segundo ele, essas práticas podem desencorajar pessoas a comparecer a processos legais ou denunciar crimes, prejudicando o funcionamento do sistema de justiça.
“Quando o ICE detém pessoas que compareceram legalmente a uma audiência de imigração, isso desestimula o cumprimento da lei”, disse.
Williams também alertou para a importância de proteger locais considerados sensíveis, como escolas, hospitais, abrigos e locais de culto, onde a presença de agentes de imigração pode gerar medo entre comunidades imigrantes. O defensor público também mencionou divergências entre administrações municipais sobre
o tema. Ele criticou uma decisão do ex-prefeito Eric Adams que permitiu ao ICE estabelecer um escritório na prisão de Rikers Island e que teria manifestado interesse em ampliar a colaboração entre autoridades municipais e agências federais de imigração.
Por outro lado, Williams elogiou a posição do atual prefeito Zohran Mamdani, que recentemente assinou
uma ordem executiva reafirmando o compromisso da cidade com as proteções aos imigrantes.
Apesar disso, ele afirmou que ainda é necessário monitorar possíveis vulnerabilidades no acesso de imigrantes a serviços municipais.
De acordo com Williams, Nova York abriga mais de três milhões de imigrantes, cuja presença é parte fundamental da diversidade e da
identidade da cidade. Para o defensor público, governos locais precisam atuar para proteger direitos civis e humanos diante de políticas federais mais rígidas.
“Devemos agir onde o governo federal recuou. As agências municipais existem para servir às pessoas que vivem e trabalham na cidade de Nova York, não para apoiar operações de imigração duvidosas, perigosas e dispendiosas”, afirmou. Após a audiência, Williams informou que participaria de uma coletiva de imprensa na Universidade Columbia, marcando um ano de um caso anterior envolvendo a detenção de um estudante pela imigração, episódio que também gerou debate sobre a atuação federal em ambientes universitários.
Defensor público da cidade de Nova York, Jumaane D. Williams
Líderes religiosos e ativistas realizam vigília contra possível centro de detenção do ICE em NY
Da redação
Líderes religiosos, defensores dos direitos dos imigrantes e moradores da região do Hudson Valley, no estado de Nova York, realizaram na sextafeira uma vigília em protesto contra a possível criação de um centro de detenção de imigrantes em um antigo armazém industrial. A manifestação ocorreu em frente ao prédio que anteriormente abrigava uma unidade da rede Pep Boys, localizado em 29 Elizabeth Drive, na cidade de Chester.
O protesto aconteceu mesmo após o U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) afirmar recentemente que não pretende avançar com o projeto “neste momento”.
A mobilização ganhou força depois que uma repor-
tagem do The Washington Post revelou que o governo federal estaria analisando a conversão de mais de 20 armazéns nos Estados Unidos em centros de detenção para imigrantes, incluindo o prédio em Chester. De acordo com o plano divulgado, a instalação poderia abrigar até 1.500 pessoas e estaria ligada a investimentos associados ao empresário e ex-conselheiro de Donald Trump, Carl Icahn. Oposição política
A proposta provocou forte reação de autoridades locais e estaduais, incluindo o deputado federal Pat Ryan e o executivo do condado de Orange, Steve Neuhaus. O legislativo do condado aprovou por unanimidade (21 votos a 0) uma resolução formal contra a instalação do centro de detenção.
Centenas de moradores também compareceram ao prédio do governo local para protestar contra a possível instalação da unidade.
Dan Getman, morador da cidade de Accord e um dos organizadores da vigília, afirmou que decidiu mobilizar a comunidade após tomar conhecimento da proposta.
“Fiquei profundamente revoltado com a ideia de um ‘armazém humano’ no Hudson Valley. Senti que precisava fazer algo”, disse.
Mensagens contraditórias
A vigília também reflete a confusão gerada por declarações divergentes do ICE sobre o futuro do armazém. No mês passado, a agência chegou a afirmar que havia adquirido o imóvel, mas retirou a declaração cinco dias depois, alegando que a
informação havia sido divulgada por engano e sem aprovação adequada.
Posteriormente, o gabinete do deputado estadual
Brian Maher informou que, após contato com autoridades federais, recebeu a garantia de que o projeto não avançará no local de Chester neste momento.
Mesmo assim, muitos moradores dizem continuar desconfiados, citando a recente compra de outro armazém pela agência na cidade de Roxbury, em Nova Jersey.
“É muito difícil saber em que acreditar quando tantas declarações contraditórias são divulgadas”, afirmou Lisa Baker, integrante da organização Rural & Migrant Ministry.
Preocupação com condições e impacto social
Antes da vigília, participantes se reuniram em um centro comunitário local e seguiram em caravana de veículos até o armazém
abandonado. Muitos carros exibiam cartazes com mensagens como “Lembre-se da sua humanidade” e “Ame o seu próximo”.
No local, líderes religiosos conduziram orações e discursos. A reverenda Sarah Henkel, pastora presbiteriana da região, afirmou que o espaço não possui infraestrutura adequada para funcionar como centro de detenção.
“Não há garantia de que as pessoas seriam mantidas em condições humanas. O local também apresenta problemas ambientais, como falta de água e infraestrutura sanitária adequada”, disse. Relatos de famílias afetadas Durante o evento, participantes também compartilharam experiências pessoais relacionadas à imigração.
Maria Martinez, consultora legislativa da organização Rural & Migrant Ministry, relembrou que seus pais foram detidos pelo ICE em
A NOVA ERA CHEGOU
2013 e permaneceram em centros de detenção por até duas semanas.
Ela contou que sua mãe relatou condições difíceis durante a custódia, incluindo situações em que mulheres aguardavam exames médicos sendo identificadas apenas por números. O reverendo Richard Witt, diretor executivo da organização, afirmou que a possibilidade de um centro de detenção na região tem aumentado o medo entre comunidades imigrantes locais.
“Muitas pessoas vivem com grande medo pela segurança de suas famílias. Há pessoas com receio até de sair de casa”, afirmou.
Mobilização continuará Durante a vigília, os participantes acenderam velas e leram os nomes de pessoas que morreram sob custódia do ICE ou durante operações da agência neste ano. O ato terminou com uma oração coletiva.
Mesmo com a incerteza sobre o futuro do projeto, os organizadores afirmaram que pretendem continuar mobilizados.
“Vamos continuar realizando essas vigílias semanalmente. Enquanto esse armazém permanecer como uma possível opção para um centro de detenção, estaremos atentos”, disse Gittel Evangelist, diretora de comunicação da Rural & Migrant Ministry.
Imagem ilustrativa
Expo Brazil NYC chega à segunda edição conectando negócios, cultura e oportunidades em New York
Da redação
Acomunidade brasileira nos Estados Unidos já tem encontro marcado para um dos eventos mais relevantes de empreendedorismo e cultura no exterior. A segunda edição da Expo Brazil NYC será realizada no dia 21 de março, reunindo empresários, investidores, artistas e profissionais de diversos setores em uma vitrine dedicada à força do Brasil fora do país.
Com o lema de ser “a primeira e única feira brasileira em Nova York”, a exposição propõe uma imersão que vai além do networking corporativo. A iniciativa busca integrar negócios, identidade cultural e inovação em um mesmo espaço, fortalecendo conexões estratégicas dentro e fora da comunidade imigrante.
O evento acontece das 12h às 18h, no Astoria World Manor, tradicional espaço para convenções localizado no bairro de Astoria, no
Queens — região que concentra uma expressiva presença de brasileiros e latino-americanos.
A Expo Brazil NYC nasce com a proposta de impulsionar marcas e empreendedores brasileiros que atuam nos Estados Unidos. Startups, empresas consolidadas, prestadores de serviço e criadores independentes terão a oportunidade de apresentar produtos, fechar parcerias e ampliar a presença no mercado norte-americano.
A programação prevê exposição de serviços criativos, produtos
inovadores e experiências gastronômicas com sabores autênticos do Brasil — estratégia que une promoção comercial e valorização cultural.
Segundo os organizadores, o objetivo é mostrar a diversidade e a capacidade empreendedora brasileira, destacando negócios que vêm ganhando espaço em áreas como tecnologia, beleza, alimentação, marketing, eventos e serviços especializados.
Apesar do foco empresarial, a feira também se posiciona como
um evento cultural aberto ao público geral. A proposta é oferecer uma experiência imersiva que celebre a identidade brasileira por meio de gastronomia típica, música e manifestações culturais, exposição de marcas autorais e interação entre comunidade e investidores.
A iniciativa reforça o papel da cultura como ponte de negócios e integração social no exterior.
A segunda edição conta com apoio de patrocinadores ligados aos setores de serviços, bem-estar
e consultoria empresarial, além de empresas que atuam diretamente com o público imigrante.
A organização é assinada pela Gabriela Events, produtora especializada em eventos voltados à comunidade brasileira nos Estados Unidos e em iniciativas de conexão empresarial internacional.
Com o crescimento constante da população brasileira em Nova York e arredores, eventos como a Expo Brazil NYC ganham relevância estratégica. Mais do que uma feira, a exposição se consolida como plataforma de visibilidade, geração de negócios e fortalecimento institucional da comunidade.
Ao reunir cultura, empreendedorismo e networking em um único ambiente, a Expo Brazil NYC reforça o protagonismo brasileiro no cenário econômico e social nova-iorquino — ampliando pontes entre o Brasil e o mercado americano.
Grupo de artistas plásticos e professores há décadas destacados no panorama cultural mineiro: Thaís Helt, Marco Túlio Resende, Nely Rosa e Cláudia Renault (sobrinha do acadêmico Abgard Renault, que foi membro da Academia Brasileira de Letras). Com eles, a exponencial, quase centenária pintora e escultora Maria Helena Andrés.
Celina Lima Magalhães, então assessora da Escola Guignard, o professor e artista plástico Roy Slade, diretor da Cranbrook Academy of Arts, e a artista plástica Marina Nazareth. Em jantar que ofereci a autoridades artísticas no Clube Nacional na Cidade Jardim, em Belo Horizonte. Na época, funcionava sob o comando da competente restauranteur Sônia Garzon. Foto de Miro Sopeña
Obra de Maria Tereza Penna: poeta e artista plástica ecológica. Ativista em prol dos Direitos Humanos e da Natureza. Participamos juntos, lutando pelos Direitos dos Artistas, durante uma Conferência Municipal de Política Cultural da PBH. Com a Conselheira Simone Zanol, das Artes Plásticas, votamos e aprovamos o retorno da Lei que obriga toda construção a ter uma obra de arte de artista mineiro. Porém, a moção foi encaminhada à Câmara Municipal de Vereadores de BH, e, lá, desapareceu! Veja Arnaldo Godoy, criador do COMUC - Conselho Municipal de Política Cultural de Belo Horizonte.
Gabriel Garcia Marquez (Nobel), escritor e jornalista colombiano, um dos mais importantes escritores da América Latina. Dele, recomendo “Cem anos de Solidão” e “Cândida Erêndira e sua Avó desalmada”. Texto surrealista, que engloba crítica social, gramática perfeita e profusão vocabular. Marquez se equipara ao poeta chileno senador e diplomata Pablo Neruda (Nobel), de quem recomendo “Vinte poemas de Amor e uma Canção Desesperada”. Neruda e Pablo são ambos superiores ao peruano Mario Vargas Llosa, que também angariou um Nobel.
Coreógrafa e bailarina afro-carioca e mineira Marlene Silva (coreografou para Zezé Mota, em “Chica da Silva”, filme de Cacá Diegues). Foi enviada ao Wellesley College em Massachusetts, USA, escola fundada em 1870. Ela foi pelo USIS - Serviço Cultural da Embaixada dos EUA, num tempo em se praticava a relação entre países por meio do intercâmbio artístico e não pela imposição por meio de intervenções belicosas.
Grande mulher brasileira Cecília Meirelles, expoente histórico da literatura. Foi jornalista, pintora, poeta, escritora e professora. Destaque do modernismo brasileiro, dela recomendo “O Cancioneiro da Inconfidência” e seu livro “Ou isto ou Aquilo”, para crianças.
Contravenções ecológicas e de falta de manutenção em condomínios supostamente elegantes - vejam mariposa de rara beleza, detalhes azuis (ampliem para ver) fotografei-a no Condomínio onde resido e em que crimes ecológicos têm sido cometidos. Tentaram matar gatos e gambas com veneno. A zoonose da PBH foi chamada e esteve aqui, condenando o fato. Agora tentam proibir a rega de belos jardins com palmeiras, e deixam secar 50 vasos registrados na PBH como parte do projeto arquitetônico inicial. Só se salvaram devido à chuva. Querem inclusive retirar os bonitos vasos, aqui colocados por uma paisagista contratada por nós. Abusos e absurdos! Não está sendo dada a devida manutenção de nosso Direito. Temos um toldo desgastado soltando pedaços, que podem voar e acertar crianças ou idosos andando ali. Há ainda “halls” e rampas longas, sem a devida troca das lâmpadas noturnas, propondo risco de queda na escuridão. Urge ação que será orientada por competentes escritórios de advocacia na Capital. A primeira providência será um grupo de uns 30 insatisfeitos começarem a, mensalmente, fazer depósito judicial da taxa condominial até tudo começar a ser resolvido. Esta foi uma das orientações já recebidas em 2026. Temos de, sempre, em todos os níveis, lutar por nossos Direitos.
Em reunião literária com palestra na Academia de Letras do Ministério Público, vemos Affonso Romano de Sant’Anna (o palestrante) com professora e acadêmica Maria Lúcia Soares (da AFEMIL - Academia Feminina Mineira de Letras), e Rogério Zola Santiago.
Fotos fornecidas pelo homenageado
O Homem por trás dos Mistérios Uma Entrevista com o escritor Jorge Bessa
Jorge Bessa é um escritor brasileiro, nascido em Belém do Pará, com 74 anos. Ele é especialista em Inteligência Estratégica de Estado, Contrainteligência, Espionagem e Contraespionagem, tendo trabalhado por cerca de 30 anos nos diferentes órgãos de Inteligência do governo brasileiro, incluindo a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência). Ele também é um profundo estudioso das mitologias e crenças religiosas que marcaram a história da humanidade, possuindo uma formação diversificada, sendo graduado em Economia, com pós-graduação em Educação a Distância, Medicina Tradicional Chinesa e Psicanálise Clínica.
Contra Espionagem Brasileira na Guerra Fria” e “Marxismo: O Ópio dos Intelectoides Latino-americanos.
− Como você se tornou um escritor e o que o motiva a continuar escrevendo?
naquele momento tenso das relações internacionais, em que o mundo estava dividido entre as duas grandes potências e as agências de Inteligência tinham que estar aliadas ou à CIA ou à KGB. A caça aos espiões era uma das principais atividades da Contraespionagem. Tudo isso procurei colocar no livro A Contraespionagem Brasileira na Guerra Fria.
Continuei escrevendo porque tive muito apoio e porque o mundo continuou girando, e as ameaças ao Estado e à sociedade surgiam de várias partes: espionagem econômica, terrorismo internacional, atividades de organizações transnacionais que colidiram com os interesses nacionais etc.
Bessa é autor de 31 livros que abordam temas como ciência, espiritualidade, inteligência, espionagem e contra espionagem. Alguns de seus livros mais conhecidos incluem ‘Espionagem: Ontem, Hoje e Sempre”, “Guerra na Ucrânia: O Apocalipse de Vladimir Putin”, “O Mistério dos Senhores de Vênus”, “Medicina Emocional”, “A
Comecei a escrever como protesto contra o excesso de secretismo dos militares em relação aos trabalhos do então Serviço Nacional de Informações (SNI), que era visto por parte da sociedade como um covil de assassinos e torturadores, em completa distonia com as atividades daquele órgão de Inteligência. Queria mostrar que naquela organização havia analistas sérios, competentes e comprometidos com a sociedade, e não agentes truculentos e imbecilizados.
Entendia, àquela época, que a sociedade tinha o direito de saber o que realmente fazia sua organização de Inteligência e quais eram os trabalhos proveitosos realizados em benefício da sociedade e do Estado,
sos, trabalhos acadêmicos, centros de pesquisa, publicações de Inteligência, livros específicos, jornalistas especializados em determinados temas, corretores de informação e muitas outras das chamadas fontes abertas.
Com o advento da internet e dos sites de busca, esse trabalho ficou muito facilitado, pois, com o mouse do computador, você tem acesso a fontes inimagináveis, às principais universidades do
mundo e, muitas vezes, até ao contato direto com as fontes humanas desejadas; com os tradutores on-line, não existem mais problemas de idioma e, mais recentemente, com a Inteligência Artificial, o trabalho do analista ganhou maior profundidade e agilidade.
Na busca da confiabilidade dos dados coletados, exige-se de qualquer analista a capacidade de interpretar e extrapolar o significado dos conhecimentos obtidos, verificar sua pertinência com base nas evidências e na consistência encontradas, tudo isso lastreado em sua bagagem cultural e formação específica, que permitam atribuir avaliação de credibilidade máxima ou mínima aos dados.
Portanto, no processo de transformar dados, informes e informações em um produto acabado — o livro —, a avaliação deles quanto à sua pertinência e confiabilidade é de máxima importância
para evitar a falsa confirmação de dados ou a desinformação. Sempre levo em conta o histórico de erros e acertos da fonte, o acesso que ela tenha aos dados de que necessito e os elementos
que me permitam avaliar seu grau de confiança e de veracidade.
− Como você aborda a questão da espiri-
− Qual é o seu processo de pesquisa e como você garante a precisão das informações em seus livros?
Dependendo do assunto tratado, várias são as fontes, que incluem fontes humanas, universidades, especialistas diver-
tualidade em seus livros e como isso se relaciona com sua experiência em psicanálise?
Inicialmente, é bom confessar que, no passado, fui um materialista convicto que, por bobagem e pretensa vaidade acadêmica, debochava das questões espirituais. Criado em uma família católica, era forçado a ir à missa e achava tudo aquilo uma grande bobagem e perda de tempo. Aos poucos, comecei a ler obras sobre espiritualidade na Índia e no Oriente, que começaram a me despertar para a existência de realidades outras que não a matéria e o tempo da física clássica, até que me veio às mãos o chamado Pentateuco de Kardec, os cinco livros básicos da Codificação Espírita.
Aquilo foi uma grande descoberta, pois essas obras me abriram um novo horizonte sobre a vida e sua continuidade após a morte.
A partir daí, tornei-me um leitor insaciável, comprando e devorando dezenas de livros sobre o tema da espiritualidade, sob os mais diversos enfoques. Acima de tudo, minha preocupação era unir o que eu conhecia das chamadas ciências acadêmicas com as ditas ciências psíquicas e espirituais.
Esses conhecimentos me permitiram perceber que conteúdos presentes em obras espíritas ou espiritualistas complementavam ou ultrapassavam aquilo que grandes nomes da psicanálise, como Sigmund Freud e Carl Gustav Jung, haviam intuído décadas antes, na tentativa de minorar o sofrimento psíquico das pessoas.
Descobri que uma sessão de regressão de memória poderia ser, em certos casos, mais eficaz do que dezenas de sessões da psicanálise tradicional. Formulei um esboço do que seria uma psicanálise espiritualista, apresentada nos livros Jesus – O Maior Médico que Já Existiu, Psiquiatria Espiritual – A Alma na Medicina e no livro que estou lançando nos próximos dias,
Medicina da Alma: O Poder da Consciência nos Processos de Saúde e Adoecimento.
Para mim, hoje, é impossível fazer uma boa psicanálise sem um conhecimento aprofundado sobre a consciência extracorpórea, ou extrafísica (Espírito), e suas múltiplas vivências (reencarnações).
− Qual é o seu objetivo ao escrever sobre temas como a inteligência e a contrainteligência?
Mostrar que a atividade de Inteligência é um importantíssimo instrumento para a conquista e/ou manutenção do poder; alertar a sociedade de que a espionagem é algo do dia a dia de pessoas, organizações e Estados: aquele pretenso diplomata, agente comercial estrangeiro ou um simples turista que está ao seu lado pode ser um agente atuando sob cobertura, na busca de dados de interesse para seu país. Busco também esclarecer que a espionagem, seja política, militar, tecnológica, industrial ou econômica, especialmente sobre descobertas científicas e industriais, pode causar prejuízos imensos a um país que não sabe guarnecer seus segredos. Foi com esse intuito que criei o Programa Nacional de Proteção ao Conhecimento Sensível (PNPC), que até hoje é mantido pela Abin.
Enfim, procuro esclarecer que, no quadro atual das relações internacionais, a atividade de espionagem cresce e prospera, podendo levar à vitória ou à derrota de um país, conforme mostro no livro Guerra na Ucrânia: O Apocalipse de Vladimir Putin.
− Como você vê o papel da ciência e da espiritualidade na sociedade contemporânea?
Quanto mais avançam as pesquisas científicas no campo quântico, mais elas parecem se aproximar do universo paralelo chamado campo espiritual; quanto mais médicos, psiquiatras e pesquisadores independentes revelam suas experiências espirituais, mais credibilidade ganham médiuns e autores espíritas e espiritualistas que apresentam conhecimentos avançados que a ciência, por preconceito ou vaidade acadêmica, evitava pesquisar.
Ciência e espiritualidade fatalmente irão se encontrar e se complementar. Quando isso acontecer, a medicina dará um grande salto na busca de minorar o sofrimento humano, e outras ciências também serão contempladas com soluções para problemas até aqui de difícil resolução. Além disso, a certeza da imortalidade da alma trará profunda modificação no pensamento e na conduta das pessoas.
− Qual é a sua perspectiva sobre a evolução humana e o futuro da humanidade?
A mais positiva possível. Estamos vivendo um momento de transição que algumas religiões chamam de Final dos Tempos, Tempos Chegados ou Juízo Final, em que ocorrem mudanças de ordem física, climática, cultural, política e comportamental. A Terceira Guerra Mundial parece rondar o planeta; cientistas falam de uma possível mini-era do gelo, outros falam em extinção da espécie humana, e os cosmólogos quedam-se estupefatos diante das excentricidades apresentadas pelo cometa 3I/ ATLAS, o terceiro objeto interestelar conhecido a visitar o Sistema Solar, detectado em julho de 2025. Enfim, algo de muito estranho parece estar acontecendo e que marca o parto de um novo período de evolução do planeta e de sua humanidade, ideias que apresento no livro Os Ciclos da Humanidade e o Final dos Tempos.
− Qual foi a inspiração para escrever “Marxismo: O ópio dos intelectoides latino-americanos”?
Mostrar à sociedade, de forma simples e não acadêmica, a realidade do marxismo e sua versão mais conhecida, o comunismo. Visava também tirar a máscara de pseudo intelectuais — que chamo de intelectoides — que vendiam essa ideologia, responsável por inúmeros crimes ao longo da história, como solução para nosso país e para a América Latina, por meio do Foro de São Paulo.
Procurava expor figuras que, pela propaganda, aparecem como heróis nacionais da democracia, enquanto defendiam a implantação da ditadura do proletariado no Brasil.
− Como sua experiência como Oficial de Inteligência influenciou sua visão sobre o marxismo na América Latina?
Em 1975, quando fui fazer o curso de Inteligência na antiga Escola Nacional de Informações (Esni), tive meu primeiro contato, por meio de estudos aprofundados, com a doutrina marxista e seu modus operandi por intermédio do Movimento Comunista Internacional, que visava, segundo Karl Marx, ao domínio mundial. Longe de ser uma lavagem cerebral, foi a oportunidade de mergulhar no âmago dessa doutrina por meio da leitura das obras clássicas de Marx, Lênin e outros grandes nomes do marxismo.
Posteriormente, como Oficial de Inteligência, tive o privilégio de atuar em países sob regime comunista, principalmente na ex-União Soviética, e de constatar a miséria material e a ausência de liberdade que imperavam nesses países, ou seja, vi a grande disparidade entre teoria e prática. Tudo isso foi alimentando em mim a ideia de denunciar essa farsa que iludiu muita gente bem-intencionada, porém ingênua — os chamados “inocentes úteis” — sobre a realidade do comunismo.
− Você acredita que o marxismo ainda é uma força relevante na política latino-americana?
Pelo que se pode observar do que está acontecendo no mundo, essa ideologia parece estar em decadência e em franco declínio. Na América do Sul, ditadores estão morrendo, e lideranças históricas enfrentam desgaste político, indicando que certos projetos ideológicos não se concretizaram como previsto. Novos tempos parecem se desenhar para a humanidade.
− Qual é o seu processo de escrita e como você desenvolve suas ideias?
Não sigo nenhum método especial. Quando começo um livro, surge primeiro o título; depois, as ideias vão aparecendo. Não teria muito mais a acrescentar.
− Como você equilibra sua carreira de escritor com suas outras paixões, como a psicanálise e a medicina tradicional chinesa?
De forma natural, pois todas essas áreas se tocam e se complementam. Em Medicina da Alma, procuro esclarecer como tudo isso se integra e como esses conhecimentos podem ser
unificados. A Medicina Tradicional Chinesa, a Medicina Ayurvédica da Índia, a ciência do ioga, entre outras, possuem formas semelhantes e profundas de explicar a Consciência ou Espírito, contribuindo para uma melhor compreensão e tratamento dos pacientes. Atualmente, muitas pessoas recordam nomes de prêmios Nobel que já alertavam que a consciência não se reduz ao cérebro, como Max Planck, Roger Penrose, entre outros. A Física Quântica tem sido apontada como elemento relevante na mudança de paradigma da medicina, especialmente na psiquiatria e na psicologia.
− Qual é o seu livro favorito dentre os que você escreveu e por quê?
Talvez seja Anunnakis e Nephilins: Anjos no Céu e Demônios na Terra, fruto de décadas de pesquisa que me levaram à convicção de que o salto qualitativo ocorrido na humanidade durante a Revolução Neolítica contou com a intervenção de exilados planetários que teriam vindo para cá e que aparecem na Mesopotâmia como Anunnakis, no Velho Testamento como nefilins e como anjos decaídos no Livro de Enoque. As evidências que apresento naquela obra procuram iluminar dúvidas e mistérios relacionados ao alto nível de conhecimento de antigas civilizações e de seus líderes, chamados de deuses. Trata-se de uma tentativa de reinterpretar nosso passado, muitas vezes moldado por interesses políticos ou religiosos ao longo da história.
− Você acredita que a espiritualidade e a ciência podem coexistir e se complementar?
Tenho plena convicção de que sim, conforme já mencionei anteriormente.
− Como você acha que o livro “Marxismo: O ópio dos intelectoides latino-americanos” pode contribuir para a discussão sobre o marxismo na América Latina?
Acredito que o impacto possa ser limitado, pois o interesse pela leitura tem diminuído entre os jovens, que muitas vezes se voltam para propostas mais imediatistas. No campo acadêmico, o debate tende a ser concentrado em determinadas correntes de pensamento. Além disso, não possuo credenciais acadêmicas formais que ampliem minha inserção nesse meio. Ainda assim, considero válido contribuir para o debate público.
− Qual é o seu conselho para jovens escritores que desejam se tornar autores de sucesso?
Não teria um conselho especial, a não ser recomendar que estudem muito sobre os temas a respeito dos quais pretendem escrever. Depois disso, é começar. Para alcançar sucesso nos tempos atuais, também é importante saber utilizar as redes sociais, algo que reconheço não dominar plenamente.
− O que você espera que os leitores levem do seu livro e como você acredita que ele pode impactar a sociedade?
Gostaria que meus livros provocassem dúvidas e questionamentos, despertando a curiosidade do leitor para investigar se o que afirmo é verdadeiro e confiável. Se conseguir estimular a busca sincera pela verdade, dou-me por satisfeito.
Regiane Luna
liderança, empreendedorismo e impacto social na defesa dos direitos dos imigrantes
Empreendedora e líder de destaque com mais de 25 anos de experiência na área de assistência legal para imigrantes latino-americanos nos Estados Unidos e no mundo. Palestrante internacional e autora premiada. Fundadora e presidente da Fundação Total Help, que oferece apoio a orfanatos no Brasil e na África.
Responsável por expandir a Total Help para mais de 100 unidades em vários países, tornando-a uma das maiores redes de assistência legal para imigrantes nos Estados Unidos.
Liderou o desenvolvimento e a gestão
A obra recebeu reconhecimento por sua narrativa impactante e pela capacidade de ressoar com leitores de diferentes origens Fundadora e presidente da Total Help Foundation, uma organização sem fins lucrativos que oferece apoio a orfanatos no Brasil e na África.
Formação Acadêmica:
Master in International Law | St. Thomas University
Bachelor in Political Science | Florida Atlantic University
Prêmios: 2005. Premio titi –FL
do sistema de franquias e licenciamento da marca.
Palestrante convidada em instituições de prestígio, como a Universidade de Harvard e a University of Central Florida (UCF), abordando temas como imigração, empoderamento e direitos civis.
Reconhecida pela comunicação eficaz e forte engajamento com públicos diversos e multiculturais.
Publicou o livro Luna Crescente em 2022, que explora de forma sensível os desafios e conquistas de imigrantes em busca de novos começos.
2013. Notorious USA – NY 2016. Business Award –FL 2016. Port Brazilian Award – NY 2017. Port Brazilian Award - NY 2018. Brazilian Business Award – NY 2022. Notable Brazilian Award –NY 2022. Ame – MA
Idiomas: Portuguese (Native) English (Fluent) Spanish (Fluent) Italian (Fluent) French (Functional)
Contato:
Phone: +1 (732) 484-5950
Email: luna@totalhelponline.com
Website: www.totalhelponline.com
Facebook: Regiane Luna Instagram: @regiane_glory
Biblioteca Brasileira de Nova York promove palestra sobre dois grandes pensadores da cultura brasileira
ABiblioteca Brasileira de Nova York realizará, no próximo 18 de março, uma palestra dedicada à reflexão sobre importantes interpretações da cultura brasileira. O evento, intitulado “Duas Leituras da Cultura Brasileira”, acontecerá na quarta-feira, no espaço do Brazilian Endowment for the Arts, localizado no 240 East 52 Street, em Manhattan.
A atividade contará com a participação do pesquisador João Arthur Macieira, vinculado ao Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). Durante o encontro, o palestrante discutirá as interpretações e contribuições de dois dos mais influentes intelectuais brasileiros: Roberto Schwarz e Silviano Santiago.
A proposta da palestra é analisar como esses pensadores ajudaram a compreender aspectos centrais da literatura, da crítica cultural e das dinâmicas sociais do Brasil. Ambos são reconhecidos por suas análises sobre a formação cultural brasileira e por suas reflexões sobre identidade, modernidade e produção intelectual no país.
O evento faz parte da programação cultural da Biblioteca Brasileira de Nova York, instituição que promove debates, encontros acadêmicos e atividades artísticas voltadas à divulgação da cultura brasileira nos Estados Unidos.
Interessados em participar podem obter mais informações ou confirmar presença pelo e-mail bibliobrnyc@gmail. com ou pelo telefone (646) 609-1959.
Da redação
Noite acústica com clima de bossa nova será realizada na Biblioteca Brasileira de Nova York
ABiblioteca Brasileira de Nova York promoverá uma noite especial de música ao vivo com o evento “Acoustic Evening – Bossa Nova Vibes”, programado para o dia 20 de março, às 18h30, em Nova York. A apresentação acontecerá na sede do Brazilian Endowment for the Arts, localizada no endereço 240 East 52 Street, Manhattan.
A programação contará com performances dos músicos Deanna Kirk e Mark Capon, que apresentarão um repertório acústico inspirado no clima intimista da bossa nova, estilo musical brasileiro que conquistou reconhecimento internacional por sua sonoridade suave e sofi sticada. A proposta do evento é proporcio-
nar uma experiência musical acolhedora, aproximando o público da música brasileira em um ambiente cultural dedicado à promoção da arte e da cultura do Brasil no exterior.
A iniciativa integra a programação cultural da Biblioteca Brasileira de Nova York, instituição que busca fortalecer a presença da cultura brasileira nos Estados Unidos por meio de atividades artísticas, literárias e educacionais.
Interessados em participar devem confirmar presença previamente por meio do e-mail bibliobrnyc@ gmail.com. O evento será realizado no espaço do Brazilian Endowment for the Arts, organização voltada ao apoio e à divulgação de iniciativas culturais brasileiras na cidade.
Da redação
Biblioteca Brasileira de Nova York promove laboratório de dança Butoh aberto ao público
A Biblioteca Brasileira de Nova York promoverá, neste mês, uma série de encontros dedicados à experimentação artística e ao movimento corporal com o Butoh Lab, laboratório de dança conduzido pela artista Yazmin Gonzalez. A atividade será realizada em três datas consecutivas: 17, 24 e 31 de março, sempre das 18h30 às 20h, na sede da biblioteca, localizada no 240 East 52 Street, em Manhattan. O evento é realizado em parceria com o Butoh Institute New York e busca oferecer ao público uma experiência imersiva na linguagem do Butoh, estilo de dança con-
conduzidos por um processo de exploração corporal baseado em estímulos sensoriais, imagens e sons, buscando ampliar a consciência do movimento e das sensações físicas. A proposta também envolve o uso de roteiros tradicionais do Butoh, que estimulam os participantes a experimentar formas corporais pouco convencionais e novas possibilidades de expressão.
Segundo os organizadores, o laboratório foi planejado para iniciantes,
temporânea de origem japonesa conhecido por explorar expressões corporais intensas, movimentos lentos e processos criativos ligados à percepção do corpo e das emoções. De acordo com a organização, cada encontro terá duração aproximada de uma hora e meia e começará com atividades suaves de integração entre mente e corpo. Os exercícios iniciais incluem aquecimentos inspirados em práticas de dança do Oriente Médio e em técnicas desenvolvidas pelo instituto nova-iorquino dedicado ao Butoh.
Na sequência, os participantes serão
curiosos e pessoas interessadas em desbloquear processos criativos ligados ao corpo, oferecendo um espaço seguro de experimentação artística.
A participação no evento é aberta ao público mediante doação sugerida de US$ 20. Interessados podem obter mais informações ou realizar contato com a organização pelo e-mail bibliobrncy@gmail.com ou pelo telefone (646) 609-1959.
Há 35 anos servindo a comunidade brasileira nos Estados Unidos
Mumu’s Gourmet é inaugurada em Mount Vernon trazendo o melhor das esfihas abertas brasileiras
Acidade de Mount Vernon ganhou um novo e saboroso destino gastronômico.
Foi inaugurada oficialmente no dia 28 de fevereiro de 2026 a Mumu’s Gourmet, localizada na 17 W Lincoln Ave, especializada em esfihas abertas tradicionais e criações diferenciadas que prometem conquistar o paladar da comunidade local.
Sob o comando da Chef brasileira Muriel A. Assad, também o marido Chef Allan e o apoio dos filhos , a Mumu’s Gourmet nasce com a proposta de oferecer muito mais do que um simples lanche: cada esfiha é preparada com carinho, dedicação e ingredientes selecionados, mantendo a essência da culinária brasileira com um toque gourmet e inovador.
O cardápio inclui opções clássicas como carne, frango e queijo, além de combinações especiais e exclusivas que elevam a experiên-
cia gastronômica a um novo nível. A proposta é unir tradição, qualidade e criatividade em cada detalhe.
“Nosso objetivo é oferecer sabores que tragam conforto, memórias e alegria para cada cliente que entra pela nossa porta”, destaca a Chef Muriel A. Assad.
A Mumu’s Gourmet chega para fortalecer a diversidade culinária de Mount Vernon, oferecendo um produto artesanal, fresco e preparado diariamente.
Endereço: 17 W Lincoln Ave, Mount Vernon, NY Instagram: @mumusgourmetny
Para mais informações, acompanhe as novidades e promoções através das redes sociais.
Mumu’s Gourmet – O verdadeiro sabor das esfihas abertas, feito com amor.
DESTAQUE
Maísa Gouveia assina looks de atrizes no Baile Fairmont Rio 2026
OBaile Fairmont Rio 2026 aconteceu neste sábado (20) e, pelo segundo ano consecutivo, a estilista Maísa Gouveia assinou os figurinos usados por atrizes na noite. O evento, um dos mais aguardados do calendário social carioca, contou com direção, organização e cenografia de Alexandre Schnabl.
As artistas que vestiram suas criações este ano foram: Isabel Fillardis, Aline De Luna, Maria Gal, Paula Frascari, Jessica Córes e Adriana Camargo.
Com o tema “Verão Maravilha”, a edição celebrou a energia do verão carioca e resgatou o brilho da era disco. Para compor os looks, Maísa se inspirou na transição dos anos 70 para os 80 e na estética vibrante do lendário Studio 54, incorporando glitter, brilhos metalizados, paetês, plissados e drapeados.
Em declaração à imprensa, a estilista destacou: “Criar para o Baile Fairmont novamente é uma alegria enorme. No ano passado vivi uma experiência muito especial com as atrizes, e este ano aprofundei ainda mais essa atmosfera que une o espírito livre do verão carioca ao gla-
mour da era disco. É uma edição que traz muita beleza e brilho.”
As produções contaram com a coordenação da Zany Assessoria, especializada em produção de moda e figurinos, reforçando o posicionamento de Maísa Gouveia como um dos nomes em ascensão na moda nacional e internacional.
Fotos: Eduardo de Paulla
Patrícia Miaguchi
Administradora
que Organiza ecossistemas empresariais e
conecta novos talentos ao mercado profissional
Atrajetória de Patrícia Miaguchi é definida pela capacidade de construir pilares sólidos mesmo sob as maiores tempestades. Após 20 anos de carreira, onde cresceu sob uma liderança visionária, Patrícia viu sua estabilidade ser testada pela enfermidade do pai, perdas financeiras familiares e os impactos da pandemia. Foi nesse cenário de incerteza que ela transformou a dor em estrutura, dando origem a uma atuação que une vivência operacional e alta performance para organizar o ecossistema dos negócios.
Mesmo diante do caos pessoal, Patrícia foi requisitada pelo mercado para resolver gargalos complexos. Sob pressão, liderou a implantação de processos comerciais e operacionais, internalizou folhas de pagamento e gerenciou a transição de sistemas ERP. “Soube separar as fatias: viver o momento da dor e honrar meus compromissos”, relembra. Essa entrega provou que sua metodologia de governança não é teórica — é testada no campo de batalha.
Administradora com alicerces em Ciências Contábeis e especialização em Perícia Judicial Trabalhista, Patrícia utiliza esse rigor técnico para blindar processos organizacionais. Colunista de rádio e estudiosa das Neurociências e Negócios
Educacionais, seu propósito é conectar jovens talentos e empresas para um futuro sustentável. Ela atua na raiz de negócios que cresceram de forma desorganizada, onde a falta de indicadores gera desperdício. Para ela, estruturar processos é proteger o organismo vivo que é a empresa.
Coautora do livro Empresas e Líderes e autora da obra Os Alicerces da Marca Empregadora (em fase editorial), Patrícia criou um curso que já im-
pactou mais de 400 alunos em 35 países. Ela consolidou-se como a ponte necessária entre a organização empresarial e as novas gerações, provando que é possível prosperar com consistência quando os processos e as pessoas estão em harmonia.
Acompanhe seu trabalho no Instagram: @ patriciamiaguchi e https://www.linkedin.com/ in/patricia-miaguchi/
Dia de São Patrício: Um Exercício Sobre
Cultura e Inclusão
ODia de São
Patrício— St. Patrick’s Day —celebrado anualmente em 17 de março, homenageia o santo padroeiro da Irlanda, credita-
do por ter trazido o cristianismo ao povo irlandês. O dia marca o aniversário da morte de São Patrício no século V e evoluiu de uma observância religiosa para uma cele-
bração mais ampla da cultura e herança irlandesas. As origens do Dia de São Patrício remontam ao início do século XVII, quando foi oficialmente reconhecido
pela Igreja Católica. Tradicionalmente, o dia era marcado pela participação em missas e banquetes de carne, já que era um dia de abstinência de certos alimentos durante a Quaresma.
Em Nova Iorque, o primeiro desfile do Dia de São Patrício ocorreu em 1762, organizado por soldados irlandeses servindo no Exército Britânico. Ao longo dos anos, tornou-se um dos maiores e mais famosos desfiles do mundo, reunindo milhões de espectadores.
Atividades para Celebrar o Dia de São Patrício em Nova Iorque.
1. Desfile do Dia de São Patrício (St. Patrick’s Parade): O ponto central das celebrações é o desfile anual que marcha pela Quinta Avenida. Com milhares de participantes, incluindo gaitistas, dançarinos e várias organizações irlandesas, o desfile exibe a rica herança da comunidade irlandesa. Atraindo mais de dois milhões de espectadores, é um evento imperdível.
2. Pubs Irlandeses: Nova Iorque abriga inúmeros pubs irlandeses, e participar de um pub crawl é uma maneira festiva de comemorar. Muitos
pubs oferecem bebidas especiais, pratos tradicionais irlandeses e música ao vivo para a ocasião. Locais como McSorley’s Old Ale House, The Hairy Lemon e The Auld Dubliner são pontos populares para absorver a atmosfera.
3. Eventos Culturais: Museus e instituições culturais frequentemente organizam eventos especiais no Dia de São Patrício. O Irish Arts Center, por exemplo, apresenta performances, workshops e exposições focadas na cultura, música e dança irlandesas.
4. Atividades Temáticas: Muitos bairros de Nova Iorque abraçam o espírito do feriado com atividades temáticas. Você pode encontrar apresentações de dança irlandesa, eventos de contação de histórias e atividades familiares em parques e centros comunitários pela cidade.
5. Festivais de Comida: Deliciar-se com a culinária tradicional irlandesa é uma maneira saborosa de comemorar. De ensopados fartos e à famosa Shepard’s Pie, restaurantes oferecem menus especiais do Dia de
São Patrício. A cena dos food trucks de Nova Iorque também abraça o feriado com ofertas temáticas irlandesas.
E Quem Não é Católico ou Irlandês?
O Dia de São Patrício transcende fronteiras religiosas e étnicas. Tornou-se uma celebração global da cultura irlandesa que acolhe a todos, independentemente de sua origem. Eis como não-católicos e não-irlandeses podem participar das festividades:
1. Abraçar o Espírito: A essência do Dia de São Patrício é celebrar a alegria, a comunidade e o patrimônio cultural. Usar verde, adornar trevos e participar das festividades permite que qualquer pessoa participe do espírito do dia.
2. Aprender Sobre a Cultura Irlandesa: Nós imigrantes estamos sempre aprendendo sobre novas culturas. Aproveite a oportunidade para explorar e aprender sobre a história, tradições e folclore irlandeses. Ler livros, assistir a filmes ou participar de eventos culturais pode proporcionar um entendimento mais profundo do significado da celebração.
3. Participar da Diversão: Envolva-se em atividades como assistir a desfiles, desfrutar de música tradicional irlandesa ou —se for mesmo valente— tentar suas danças folclóricas. Muitos eventos são planejados para serem inclusivos e agradáveis a todos, encorajando a celebração conjunta.
4. Compartilhar a Comida: A comida é uma linguagem universal, e experimentar pratos tradicionais de qualquer cultura pode
ser uma maneira divertida e saborosa de se conectar com a celebração. Organizar ou participar de um evento de comida irlandesa pode fomentar a comunidade e a amizade, através dessas pontes multi-culturais. É uma forma fácil —e silenciosa—de promover a inclusão.
Por Que as Novas Gerações Devem Manter esta Celebração Viva?
À medida que o Dia de São Patrício continua a crescer em popularidade, é essencial que as gerações mais jovens mantenham a celebração viva. Este evento é um lembrete da importância da herança cultural e do fortalecimento dos laços comunitários. Celebrar o Dia de São Patrício promove a inclusão, encorajando pessoas de diversos contextos a se unirem em apreço pelas tradições compartilhadas. Além disso, o feriado serve como uma plataforma para que a geração mais jovem se conecte com suas raízes e aprenda sobre sua ancestralidade.
Em nosso mundo cada vez mais globalizado, entender e celebrar diferentes culturas é vital para promover a empatia e o respeito. O Dia de São Patrício é mais do que uma celebração para aqueles de descendência irlandesa. Participar das festividades, nos ajuda a lembrar da importância da comunidade, da cultura e das experiências compartilhadas. Não perca esta oportunidade! Principalmente se você é novato nos Estados Unidos.
Liza Andrews é jornalista e apresentadora de TV em Nova Iorque. Acompanhe e envie perguntas e sugestões para a colunista pelo Instagram @LizaAndrewsOficial
João Costa (@joaocostaooficial) é jornalista, assessor de imprensa e relações públicas com mais de 20 anos de atuação colunista internacional além de membro da Associação Paulista de Imprensa (API). Reconhecido por sua atuação em prol das questões sociais e da promoção das relações humanas, defende de forma intransigente a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão. Sua trajetória é marcada por uma atuação coerente e estratégica na área de comunicação como um todo. Ao longo de sua carreira, recebeu importantes reconhecimentos, entre eles: Prêmio Notável como Destaque em Comunicação / Prêmio Odarcio Ducci de Jornalismo / Prêmio ABIME Comunicação da Associação Brasileira de Imprensa de Mídia Eletrônica Prêmio Iberoamericano de Jornalismo/ Prêmio de Referência em Comunicação pela ANCEC – Agência Nacional de Cultura, Empreendedorismo e Comunicação
Sua experiência internacional inclui participação em eventos da Embaixada do Gabão no Brasil, onde atuou como intérprete oficial durante um jantar beneficente, a convite do embaixador, com a presença do Vice-presidente da República. Além disso, João Costa participa ativamente de congressos, conferências, workshops e eventos online, sendo uma voz influente nas discussões sobre mídia, cultura e direitos sociais.
Psicólogo e escritor brasileiro viraliza nas redes ao discutir aumento do crime de feminicídio e a importância da
saúde mental no Podsticando
Especialista analisa perfis comportamentais e reforça a importância do equilíbrio emocional em participação que repercutiu nas redes sociais
Opsicólogo e escritor brasileiro
Alexander Bez ganhou grande repercussão nas redes sociais após participação no podcast Podsticando, onde abordou temas sensíveis e atuais, como o aumento dos casos de feminicídio, os diferentes perfis de psicopatias e a importância da saúde emocional na construção de relações mais equilibradas na sociedade.
No episódio de número 133, exibido no último dia 10 de março, o especialista foi o convidado especial do programa e protagonizou uma conversa profunda e reflexiva sobre saúde mental. Durante o bate-papo, que rapidamente viralizou
bate público sobre saúde mental e educação emocional. Na ocasião, o especialista também presenteou os apresentadores do programa com um exemplar de seu livro “A Paixão e Seus Encantos”, obra em que discute o papel da paixão na construção das relações humanas.
Segundo o autor, a paixão é um sentimento que nasce na alma e é responsável por administrar o chamado “amor-passional”, permitindo ao ser humano experimentar de forma autêntica a felicidade conjugal. Para Bez, o amor sem paixão torna-se vazio e fragmentado, reduzido a uma condição meramente social. Já a paixão, ao contrário do que muitos acreditam, pode perdurar por
décadas, desde que seja cultivada e alimentada continuamente.
“Meu propósito é levar amor e, por meio da minha profissão e dos meus livros, ajudar a transformar a vida de milhares de pessoas. Aproveito também para agradecer imensamente a oportunidade e externar minha felicidade em participar do Podsticando”, afirmou o psicólogo.
Saiba mais sobre o especialista no Instagram: Instagram @alexanderbezoficial
A entrevista completa pode ser assistida no canal do podcast no YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=SsQZlozyoP0&t=2278s
entre internautas, Bez analisou aspectos psicológicos presentes em comportamentos extremos e destacou como o cuidado com a saúde emocional pode contribuir para prevenir conflitos e fortalecer as relações humanas.
A entrevista ocorreu em um clima descontraído e contou também com a participação dos apresentadores Fernando Pini, conhecido como Pini, e Tadeu TJ, que conduziram a conversa com perguntas sobre temas contemporâneos que impactam diretamente a sociedade.
Ao longo do episódio, Alexander Bez reforçou a importância de ampliar o de-
A Revolução Silenciosa da Nanomedicina Brasileira
A tecnologia criada pelo cientista Raul Cavalcante Maranhão pode redefinir o tratamento do câncer e de diversas doenças inflamatórias
Em laboratórios de pesquisa em São Paulo, uma revolução científica começou de forma quase silenciosa — e pode ter o potencial de transformar a medicina moderna.
Durante décadas, médicos e pacientes enfrentaram um dos maiores dilemas da oncologia: como usar medicamentos poderosos o suficiente para destruir células cancerígenas sem causar danos devastadores ao restante do corpo. A quimioterapia, embora muitas vezes eficaz, carrega um preço alto: efeitos colaterais severos, toxicidade elevada e limitações terapêuticas.
Foi justamente esse desafio que motivou o trabalho do médico e pesquisador brasileiro Raul Cavalcante Maranhão, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Ao longo de anos de pesquisa, sua equipe desenvolveu uma tecnologia baseada em nanotecnologia capaz de mudar radicalmente a forma como medicamentos são distribuídos dentro do organismo.
A Revolução Silenciosa da Nanomedicina Brasileira
O resultado é uma plataforma terapêutica inovadora que utiliza nanopartículas capazes de transportar quimioterápicos diretamente para as áreas doentes do corpo, aumentando a eficácia do tratamento e reduzindo drasticamente seus efeitos colaterais.
O “cavalo de Troia” da medicina moderna
A tecnologia desenvolvida pela equipe brasileira utiliza partículas microscópicas compostas principalmente por lipídios — moléculas semelhantes às gorduras presentes no organismo.
Essas partículas foram projetadas para imitar a LDL, substância naturalmente responsável por transportar colesterol pelo sangue. Por essa semelhança estrutural, elas conseguem circular pelo organismo de maneira quase invisível ao sistema biológico.
Batizadas de LDE, essas nanopartículas funcionam como verdadeiros “cavalos de Troia” terapêuticos: carregam medicamentos altamente potentes em seu interior e os liberam justamente onde são mais necessários.
Tumores e tecidos inflamados possuem uma característica importante: absorvem colesterol em grande quantidade para sustentar seu crescimento acelerado. Ao imitar esse mecanismo natural, as partículas LDE acabam sendo captadas preferencialmente por essas regiões doentes.
Na prática, isso significa que o medicamento chega com precisão cirúrgica ao alvo.
Enquanto os tratamentos convencionais espalham substâncias tóxicas por todo o organismo, a nova abordagem concentra a terapia onde ela realmente precisa agir.
40 VEZES CAMPEÃO CARIOCA
O Flamengo é campeão carioca de 2026. Em um Maracanã lotado e pulsante, o rubro-negro conquistou o tricampeonato estadual ao superar o Fluminense nos pênaltis por 5 a 4, após empate sem gols no tempo regulamentar. O herói da noite foi o goleiro Rossi, que defendeu as cobranças de Guga e Otávio, garantindo a primeira taça do clube na temporada e escrevendo mais um capítulo de glória na história da Gávea.
Com a conquista, o Flamengo chegou ao seu 40º título do Campeonato Carioca, tornando-se o primeiro clube a alcançar tal marca no Rio de Janeiro. A lista atualizada dos campeões estaduais reforça a hegemonia rubro-negra: Flamengo com 40 troféus, Fluminense com 33, Vasco com 24 e Botafogo com 21. America, com 7, Bangu, com 2, São Cristóvão e Paysandu com 1, cada, completam o quadro de vencedores históricos.
A vitória também teve sabor especial para os remanescentes da geração de 2019. Arrascaeta e Bruno Henrique, símbolos de uma era vitoriosa, conquistaram seu 18º título com a camisa rubro-negra, consolidando-se como ídolos eternos. Léo Pereira, por sua vez, chegou a 14 conquistas e ultrapassou nomes lendários como Zico, Júnior e Gabigol.
Além da glória esportiva, o Flamengo celebrou uma premiação milionária. Pela conquista, o clube embolsou R$ 10 milhões, somando R$ 20 milhões ao longo da competição, considerando cotas de participação e direitos de televisão. O Fluminense, vice-campeão, levou R$ 5 milhões, mas saiu de campo com a frustração de ver o rival erguer a taça.
O título foi conquistado sob o comando de Leonardo Jardim, que assumiu o cargo apenas três dias antes da final. Apresentado na quinta-feira, dia 5, o técnico português estreou com
vitória e já levantou sua primeira taça pelo clube. A rápida adaptação e a confiança transmitida ao elenco foram decisivas para o sucesso. A final também marcou a despedida de Filipe Luís como treinador. O ex-lateral foi homenageado com um bandeirão e teve seu nome gritado pela torcida após o apito final. Sua saída, anunciada após a goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, abriu espaço para Jardim assumir e iniciar sua trajetória com brilho. Dentro de campo, o duelo foi marcado pelo nervosismo e pela cautela. Flamengo e Fluminense evitaram riscos excessivos e protagonizaram um primeiro tempo de poucas emoções, com apenas quatro finalizações para cada lado. O rubro-negro foi quem mais se aproximou do gol, mas sem conseguir balançar as redes.
Na etapa final, o equilíbrio permaneceu, mas surgiram chances mais claras. O Fluminense assustou com chutes de Acosta e Serna, enquanto o Flamengo respondeu com cabeçada de Arrascaeta e finalização perigosa de Léo Pereira. O clima quente e as discussões constantes deram o tom de uma decisão truncada, que terminou sem gols.
Nos pênaltis, os goleiros brilharam. Fábio defendeu a cobrança de Luiz Araújo e manteve o Flu vivo, mas Rossi roubou a cena ao parar os chutes de Guga e Otávio. A frieza do argentino foi determinante para que o Flamengo confirmasse a vitória e celebrasse mais uma conquista diante de sua apaixonada torcida.
Na série decisiva, Jorginho, Everton Cebolinha, Léo Pereira, Lucas Paquetá e Léo Ortiz converteram para o Flamengo. Pelo Fluminense, Ganso, Savarino, Guilherme Arana e John Kennedy marcaram, mas os erros custaram caro. No fim, o Maracanã explodiu em festa rubro-negra, celebrando o tricampeonato e o 40º título estadual da história do clube.
NO PAULISTÃO, PALMEIRAS CAMPEÃO
O Palmeiras é campeão paulista pela 27ª vez em sua história. Sem espaço para surpresas, a equipe comandada por Abel Ferreira confirmou o favoritismo e venceu novamente o Novorizontino neste domingo, no estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte. Depois do triunfo por 1 a 0 na ida, o Verdão fez 2 a 1 na volta, em jogo marcado pela forte chuva que encharcou o gramado. Murilo e Vitor Roque marcaram para o alviverde, enquanto Matheus Bianqui descontou para os donos da casa.
A conquista reforça a hegemonia recente do Palmeiras no futebol paulista. Desde 2020, o clube levantou cinco troféus estaduais em sete edições, ficando sem título apenas em 2021 e 2025. Com 27 conquistas, o Verdão é o segundo maior campeão do estado, atrás apenas do Corinthians, que soma 31. Santos e São Paulo aparecem empatados com 22 títulos cada, seguidos por Paulistano (11), São Paulo Athletic (4) e outros clubes históricos.
O título também tem significado especial para Abel Ferreira. Desde que chegou ao Palmeiras, em 2020, o treinador português acumula 11 conquistas, ultrapassando Oswaldo Brandão como o maior campeão da história do clube. Entre seus feitos estão duas Libertadores, dois Brasileiros, uma Copa do Brasil, além de quatro Paulistas, uma Recopa e uma Supercopa.
Outro nome que entrou para a história foi Gustavo Gómez. O zagueiro paraguaio, presente no elenco desde 2018, conquistou seu 13º título com a camisa alviverde e se isolou como o maior campeão da história do Palmeiras. Ele
superou ídolos como Ademir da Guia, Dudu, Junqueira, Marcos Rocha, Mayke e Weverton, todos com 12 conquistas.
Do lado do Novorizontino, restou o consolo de terminar a competição com o artilheiro. Robson marcou sete gols e foi o goleador do Paulistão, mas não conseguiu levar sua equipe ao título. Ainda assim, o clube do interior mostrou força e competitividade ao longo da campanha.
A decisão foi marcada por emoção e erros provocados pelo gramado encharcado. Logo aos cinco minutos, Murilo abriu o placar após rebote da trave em chute de Marlon Freitas. O Novorizontino reagiu e empatou aos 24, quando Matheus Bianqui aproveitou falha do goleiro Carlos Miguel e tocou para o gol. O primeiro tempo terminou com mais finalizações dos donos da casa, mas sem novo gol.
Na etapa final, o Palmeiras retomou o controle e voltou a ficar em vantagem aos 17 minutos. Vitor Roque aproveitou saída equivocada do goleiro Jordi e empurrou para as redes, garantindo o título. O Novorizontino tentou reagir, mas pouco ameaçou. Rômulo, contratado a peso de ouro para a decisão, teve atuação apagada e foi substituído. Nos acréscimos, Ramón Sosa ainda marcou, mas o gol foi anulado por impedimento.
Com o apito final, o Palmeiras confirmou sua superioridade e ergueu o 27º troféu estadual. A festa foi completa para o elenco, que celebrou mais uma conquista sob chuva, reforçando a tradição vencedora do clube e consolidando Abel Ferreira e Gustavo Gómez como personagens centrais da história recente do Verdão.
EM JOGO COM FIM TUMULTUADO, CRUZEIRO CELEBRA O TÍTULO MINEIRO
O Cruzeiro é o campeão mineiro de 2026. Neste domingo, no Mineirão, a equipe comandada por Tite derrotou o Atlético-MG por 1 a 0, com gol de Kaio Jorge no segundo tempo, e encerrou um jejum de seis anos sem levantar o troféu estadual. A vitória impediu o heptacampeonato consecutivo do rival, que vinha dominando a competição desde 2020.
A conquista foi marcada por tensão dentro e fora das quatro linhas. Nos instantes finais, Everson e Christian se desentenderam e deram início a uma briga generalizada que envolveu jogadores dos dois times, reservas e membros das comissões técnicas. A partida ficou paralisada por mais de dez minutos, quando faltavam apenas 30 segundos para o término dos acréscimos.
abriu o placar em chute de longa distância. Na volta do intervalo, o Cruzeiro foi mais incisivo. Aos 14 minutos, Gerson cruzou da esquerda e Kaio Jorge cabeceou. Everson rebateu, mas a bola já havia cruzado a linha, confirmando o gol da Raposa. O Atlético tentou reagir com Hulk em cobrança de falta, mas o chute saiu. Kaio Jorge ainda teve outra oportunidade aos 34, mas desperdiçou. O Galo pressionou nos minutos finais em busca do empate, mas encontrou dificuldades diante da marcação celeste. Christian ainda teve a chance de ampliar nos acréscimos, mas parou em Everson. Na sequência, o desentendimento entre os dois jogadores desencadeou a confusão que manchou o encerramento da decisão.
LÁ EM MINAS
AMERICA - A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou datas e horários das cinco primeiras rodadas da Série B de 2026. Pela tabela do campeonato, o Coelho fará sua estreia no dia 22 de março, um domingo, às 18h, fora de casa, contra o Goiás, no Estádio da Serrinha, em Goiânia. Nas cinco primeiras rodadas da Segunda Divisão, o América vai fazer trIes jogos em casa, no Independência.
Inde-
ATLÉTICO – Encerrado o Campeonato Mineiro, o Galo se volta para o Brasileirão, no qual vai enfrentar o Internacional, nesta quarta-feira, dia 11, às 19h (de Brasília), na Arena MRV, pela quinta rodada da competição. O alvinegro ocupa a 17a posição na classificação, com 2 pontos, na zona de rebaixamento.
CRUZEIRO - Pelo Campeonato Brasileiro, o campeão mineiro volta a campo nesta quarta, dia 11, às 21h30m, quando irá visitar o Flamengo, no Maracanã, pela quinta rodada do torneio. O time celeste está no 19o lugar da classificação, com 2 pontos, na zona de rebaixamento.
O título coroa a campanha sólida da Raposa no Estadual. Na primeira fase, o time venceu cinco jogos e perdeu três, liderando o Grupo C com 15 pontos. Nas semifinais, superou o Pouso Alegre com vitórias por 2 a 1 fora de casa e 1 a 0 no Mineirão, garantindo a melhor campanha da competição. Com o triunfo diante do maior rival, o Cruzeiro chegou ao seu 39º título mineiro (atrás do Atlético, com 50), retomando o protagonismo no futebol estadual. A última conquista havia sido em 2019, e a torcida celeste pôde finalmente celebrar novamente no Mineirão.
O clássico começou com atraso de oito minutos devido à fumaça da cerimônia de abertura, que prejudicou a visibilidade. Logo no primeiro minuto, Kaiki arriscou de fora da área e obrigou Everson a defender. Aos 15, Cissé deixou o campo lesionado após dividida com Kaiki. O Atlético tentou responder em cobranças de falta de Hulk, mas sem sucesso. No fim da primeira etapa, Lucas Silva quase
A súmula da partida confirmou a gravidade da briga. O árbitro Matheus Candançan relatou 23 expulsões após a confusão generalizada, envolvendo atletas titulares, reservas e até membros das comissões técnicas. O documento destacou que Everson “agiu com brutalidade” após ser atingido por Christian.
Entre os expulsos pelo Cruzeiro estavam nomes como Cássio, Fagner, Fabrício Bruno, João Marcelo, Villalba, Kauã Prates, Christian, Lucas Romero, Matheus Henrique, Walace, Gerson e Kaio Jorge. Do lado atleticano, Everson, Gabriel Delfim, Preciado, Lyanco, Ruan Tressoldi, Junior Alonso, Renan Lodi, Alan Franco, Alan Minda, Cassierra e Hulk receberam cartão vermelho.
Apesar da confusão, o título devolve ao Cruzeiro o protagonismo no futebol mineiro e marca o início de uma nova era sob o comando de Tite. A vitória sobre o maior rival, em um Mineirão lotado, reforça a força da Raposa e reacende a esperança da torcida em dias mais vitoriosos.
Foto: Gilvan de Souza / CRF
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Brooklyn (NY)- Vaga para barbeiro no Brooklyn. É necessário ter licença. Tel: 929 548-1488
Peekhill (NY)- Precisa-se de ajudante geral em Peekskill. Envie mensagem em inglês: 914-7456450.
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Hartford (CT)- Mr. Pizza está contratando cozinheiros e ajudantes de cozinha. Compareça no 671 Blue Hills Avenue, Hartford.
New Haven (CT) - Domino’s está contratando pizzaiolo em New Haven. Candidate-se online em: https://jobs.dominos. com/us/jobs/9e2f03ef-45fd-434e-bd0a-f6abe2c81148/ customer-service-pizza-maker-04033-357-whalley-ave/
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Columbia (SC)- Crystal Pools LLC está contratando técnicos de limpeza de piscinas. Compareça no 1101 Sparkleberry Ln Ext Suite A, Columbia.
Summerville (SC)- Precisa-se de pessoa com carteira de habilitação e veículo para limpeza em Summerville. Ligue e fale em inglês no 843-647-8051.
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Palm Beach (F)- Precisa-se de limpador de janela com experiência em Palm Beach. Ligue em inglês para 561-392-1322.
Jacksonville (F)- Prestige barbers precisa de barbeiro com experiência em Jacksonville. Envie mensagem de texto para 904-343 4281.
Orlando (FL)- Dixie belles Cafeprecisa de lavador de pratos em Orlando. Ligue em inglês para 407-341-5735.
Orlando (FL)- Dough Boyz Pizza precisa de caixa em Orlando. Ligue em inglês para 407-796-1355.
Miami (FL)- Vaga de mecânico com ferramentas e experiência em Miami. Telefone: 305-5519585.
Ft. Lauderdale (FL)- The Chimney House precisa de garçom e bartender com experiência. Endereço: 701 W Las Olas Blvd, Fort Lauderdale.
Pompano (FL)- Vaga para técnico e ajudante de ar-condicionado com experiência, ferramentas, carteira de motorista e que saiba falar inglês em Pompano Beach. Telefone: 954-977-5095. EMPREGO
Boca Raton - Aluga-se- um quarto mobiliado em Boca Raton com entrada independente, frigobar, micro-ondas, água, luz, internet, lavanderia e uma vaga de estacionamento inclusos. Telefone: 561-614-7943.
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