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General News

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Nº 578 • Fri Sep 11th to Thurs Sep 17th of 2026

ESPERANÇA

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Família brasileira pede ajuda após pai de duas meninas ser detido pelo ICE na Flórida Esposa afirma que marido era o único responsável pelo sustento da casa e busca arrecadar recursos para despesas familiares, custos jurídicos e pagamento de fiança leia mais na

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Pietro Graza de Lima

Imagem divulgação

POLÍCIA

Após 21 anos de fuga, ex-policial acusado de matar brasileira com tiro na cabeça é preso

Imagem divulgada nas redes sociais

Família de menino desaparecido no Pará pede à PF checagem após operação localizar 163 crianças nos EUA e em outros países leia mais na

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Dan Hiers Jr. passou mais de duas décadas foragido e chegou a integrar a lista dos 15 mais procurados do U.S. Marshals; ele foi trazido da China em julho e agora está em Berkeley County para responder pela morte de Ludimila Hiers leia mais na

Acusado foi encontrado na China

PÁGINA 14 ADVERTISING

EUA deportam brasileiro para Guiné Equatorial após ele se recusar a desembarcar na Libéria leia mais na

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IMIGRAÇÃO

Brasileiro se declara culpado por retornar ilegalmente aos EUA após duas deportações leia mais na

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General News

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Brasileiro se declara culpado por retornar ilegalmente aos EUA após duas deportações Da Redação

m brasileiro de 50 anos se declarou culpado em um tribunal federal dos Estados Unidos pelo crime de reentrada ilegal no país após ter sido deportado anteriormente. Jose Carlos Ferreira apresentou a declaração de culpa na sexta-feira, dia 4, perante o Tribunal Distrital dos EUA em Bangor, no estado do Maine. De acordo com documentos judiciais divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ), Ferreira foi localizado em 15 de agosto de 2026, durante uma ação de agentes da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos no condado de Franklin, no Maine.

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Segundo as autoridades, os agentes observaram um veículo registrado em nome de uma pessoa que possuía uma ordem de remoção dos Estados Unidos. Posteriormente, foi realizada uma fiscalização migratória na estrada. Durante a abordagem, os agentes determinaram que os três ocupantes do veículo não possuíam autorização legal para permanecer nos EUA. Todos foram levados para processamento na estação da Patrulha de Fronteira em Rangeley. Foi durante a verificação dos registros migratórios que as autoridades identificaram o histórico de Ferreira. Segundo o DOJ, o brasileiro havia recebido

uma ordem de remoção em 2005 e posteriormente foi removido dos Estados Unidos duas vezes em 2010. Apesar das remoções anteriores, Ferreira voltou aos Estados Unidos. A forma e a data em que ele teria retornado ao território norte-americano não foram detalhadas no comunicado divulgado pelas autoridades federais. Agora, após admitir a reentrada ilegal, o brasileiro aguarda a definição de sua sentença. De acordo com o Departamento de Justiça, Ferreira está sujeito a uma pena máxima de dois anos de prisão e multa de até US$ 250 mil. Isso não significa, entretanto, que ele receberá necessariamente essas

Imagem ilustrativa

punições. A sentença será determinada por um juiz federal após a conclusão de um relatório pré-sentença elaborado pelo U.S. Probation Office.

O magistrado deverá considerar as diretrizes federais de sentença e outros fatores previstos na legislação antes de estabelecer a pena.

A investigação que resultou no processo contra Ferreira foi conduzida pela U.S. Border Patrol. O Departamento de Justiça informou ainda que o caso faz parte da Operation Take Back America, iniciativa nacional do governo federal que reúne recursos de diferentes órgãos para intensificar ações relacionadas à imigração irregular, organizações criminosas transnacionais e outros crimes. Até o momento, as autoridades não divulgaram a data em que Jose Carlos Ferreira deverá retornar ao tribunal para receber sua sentença.


Lucia Matos

Dra. Em Ciências da Educação, Escritora e Poeta A personalidade em destaque nesta semana é Lúcia Matos — educadora, escritora, poetisa e doutora em Ciências da Educação. Natural de Salvador (BA), a autora tem sete livros publicados,

além de participações em diversas antologias. Com mais de 38 anos de experiência em sala de aula, Lúcia acumula reconhecimentos internacionais, como a inclusão de trabalhos em cole-

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George GeneralRoberts News

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tâneas como “Mulheres que mudaram o destino” (lançada em Zurique, Suíça) e “Tempo” (na Itália). A autora também destaca em sua carreira a obra “Pretinha sim, com força de Lúcia”, com passagens de lançamento e divulgação em grandes eventos culturais, incluindo a Bienal do Livro de São Paulo, destacando também o projeto “Preta OZADA”, “Flipelô” e atividades da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB-BA). Para Lúcia, ensinar é uma arte que traz constante satisfação. Sua

trajetória profissional é marcada pelo compromisso com a formação humana, a valorização da cultura baiana e o incentivo contínuo à leitura e à escrita. Ao unir a vivência pedagógica à sensibilidade literária, a escritora tem conquistado leitores ao abordar temas centrais como identidade, ancestralidade, combate ao racismo, superação e esperança. Em suas obras, a autora resgata memórias familiares, homenageia mulheres negras e celebra as raízes afro-brasileiras, propondo um convite para que cada leitor reconheça a força de sua própria história. Além da produção autoral, a educadora desenvolve projetos pedagógicos voltados a crianças e adolescentes, aproximando a literatura do cotidiano escolar e fortalecendo valores como empatia, cidadania e respeito. Em entrevista exclusiva ao canal do YouTube GRTTV Broadcast, Lúcia Matos compartilhou detalhes de sua trajetória

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e reforçou sua visão de que educar vai além da transmissão de conteúdos: trata-se de semear sonhos e preservar memórias por meio do poder transformador das

palavras. Para acompanhar as novidades e os projetos da autora, acesse o Insta: @matoslucia74. Nossa equipe a deseja, mais SUCESSO!

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Vencedores da última edição

Tenha a oportunidade de expor seu talento para o mundo: Ampla audiência Ampla divulgação Ampla valorização de seu talento!

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General News News Opinion & General

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DENÚNCIA

ACLU denuncia prisão de jovem de 18 anos por agentes do ICE no Colorado

EDIRSON PAIVA (FOUNDER) STAFF NEWS: Edirson Paiva Jr (Chief Editor) news@braziliantimes.com

A ACLU afirma que o jovem sofreu fratura no pulso, ferimentos no rosto e inchaço em um dos olhos, que teria permanecido por vários dias após o episódio. O caso é apontado pela organização como exemplo de uma prática que, segundo seus advogados, estaria sendo utilizada em diferentes operações migratórias realizadas no Colorado. De acordo com a ACLU, Daniel está entre várias pessoas submetidas a prisões sem mandado por agentes federais de imigração. A entidade questiona judicialmente a legalidade dessas abordagens e argumenta que as autoridades não podem realizar prisões migratórias indiscriminadamente sem atender aos requisitos estabelecidos pela legislação federal.

Lucci Luciano (Editor) Cristina Paiva (Regional Manager) Ronan Santiago (Diretor Regional de New York) Celia Rosemblit (Diretora Regional da Flórida) REPORTERS Gilvan Sergipe - General News Arilda Costa - Photo-Journalist Camila Oliveira - Reporter Eliane Brick - Special Reporter BRAZIL'S CORRESPONDENT Selma Kamin - Jornalista (São Paulo-SP) Claudia Carmo (São Paulo, SP) Walter Alvarenga (Poços de Caldas, MG) Terezinha Tacitano (Porto Alegre, RS) Albertina Moura (Belo Horizonte, MG) COLUMNISTS Arilda Costa (NY) Claudia Cascardo (NJ) Gisele Cadamuro (NY) Marilene Paiva (MA) Patrícia Karagulian Talita Teixeira (MA) Wendell Stein Evaldo Vicente Irene Nunes Arleandra Ricardo Cláudia Leite CONTRIBUTING WRITERS Domício Coutinho, PhD (NY) PHOTOGRAPHER Paulo Lopes GRAPHICS TEAM Vanessa Rodrigues Graphic Designer MARKETING DEPARTMENT Liliane Paiva Head of Department Thomas Andrew Chief Digital Officer (CDO) CIRCULATION DEPARTMENT Cristiane Paiva Jose Guimarães Almeida

Os Artigo assinados e/ou colunas e cartas, são de responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião deste jornal. O Brazilian Times não é responsável pelo conteúdo dos mesmos. Signed articles, columns and letters do not necessarily reflect the views of the newspaper or its publishers. The Brazilian Times accepts no responsibility for their content.

Imagem divulgada nas redes sociais Da Redação

m jovem de 18 anos identificado como Daniel teria sido violentamente detido por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) no Colorado, em um episódio que passou a integrar as denúncias da American Civil Liberties Union (ACLU) do

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Colorado contra a realização de prisões migratórias sem mandado judicial. Segundo a organização, os agentes não sabiam quem Daniel era quando realizaram a abordagem. Durante a ação, eles teriam quebrado o para-brisa do veículo em que o jovem estava, retirado Daniel à força e o agredido.

Justiça já impôs restrições ao ICE A controvérsia ocorre em meio a uma disputa judicial sobre a forma como agentes do ICE realizam prisões no estado. Segundo a ACLU, um juiz federal já determinou que o ICE interrompa prisões ilegais sem mandado no Colorado, estabelecendo limites para esse tipo de abordagem.

A legislação migratória permite que agentes federais realizem determinadas prisões administrativas sem mandado, mas apenas quando requisitos legais específicos estão presentes. A discussão judicial, portanto, não significa que toda prisão sem mandado realizada pelo ICE seja automaticamente ilegal, mas envolve as circunstâncias e justificativas necessárias para que uma detenção desse tipo seja considerada válida. A ACLU sustenta que, apesar da determinação judicial, novos episódios que considera incompatíveis com a ordem continuam ocorrendo.

O caso de Daniel passou a ser utilizado pela organização para chamar atenção tanto para a legalidade das prisões quanto para a maneira como agentes federais empregam força durante determinadas operações migratórias. As alegações sobre a abordagem, os ferimentos sofridos pelo jovem e a ausência de conhecimento prévio sobre sua identidade são atribuídas à ACLU do Colorado. A eventual responsabilidade dos agentes e a legalidade específica da prisão de Daniel dependem da análise das evidências e das decisões judiciais relacionadas ao caso.

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IMIGRAÇÃO

EUA deportam brasileiro para Guiné Equatorial após ele se recusar a desembarcar na Libéria O Da Redação

governo dos Estados Unidos deportou o imigrante brasileiro Pietro Graza de Lima, de 57 anos, que vivia na Flórida, para a Guiné Equatorial, na África Central, no final de agosto. A transferência ocorreu depois que uma tentativa judicial de impedir temporariamente sua remoção não prosperou. Segundo as informações disponíveis, Lima foi colocado, no dia 20 de agosto, em um voo com dezenas de outros imigrantes que tinha como destino a Libéria, país

que mantém um acordo com o governo do presidente Donald Trump para receber estrangeiros deportados dos Estados Unidos, inclusive pessoas que não possuem nacionalidade liberiana. O brasileiro, no entanto, estava entre seis imigrantes que se recusaram a desembarcar na Libéria. Posteriormente, Lima acabou sendo enviado para a Guiné Equatorial, juntamente com imigrantes de Cuba e Camarões. O episódio chama atenção para uma estratégia adotada pela administração Trump de realizar deporta-

ções para “terceiros países”, ou seja, nações diferentes do país de origem do imigrante. Brasil não teria sido avisado previamente O governo brasileiro afirmou que não recebeu comunicação antecipada de que Pietro seria deportado para a Guiné Equatorial. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, as autoridades

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brasileiras somente tiveram conhecimento, em 25 de agosto, de que um cidadão brasileiro deportado dos Estados Unidos se encontrava naquele país africano. Desde então, o governo passou a buscar autorização para prestar assistência consular ao brasileiro. Na quarta-feira, 2 de setembro, o embaixador brasileiro responsável pelo acompanhamento do caso foi recebido pelo chefe do departamento consular da Guiné Equatorial. Segundo as informações transmitidas pelas autoridades locais à representação brasileira, Pietro estaria em boas condições de saúde e hospedado em um hotel designado pelo governo. A diplomacia brasileira busca acompanhar a situação e garantir acesso consular ao cidadão.

Deportados são mantidos em hotel Dados reunidos pelo projeto Third Country Deportation Watch, que acompanha deportações dos Estados Unidos para países terceiros, indicam que pelo menos seis voos de deportação foram enviados à Guiné Equatorial desde o ano passado, transportando ao menos 53 imigrantes. Segundo o levantamento, os deportados foram alojados no Hotel Bamy, estabelecimento pertencente à família do presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, que governa a Guiné Equatorial há décadas. Pelas regras locais mencionadas no levantamento, estrangeiros nessa situação

Pietro Graza de Lima vivia na Flórida

podem permanecer detidos por até 60 dias. Depois desse período, devem ser encaminhados aos respectivos países de origem ou podem tentar solicitar asilo na própria Guiné Equatorial. O destino final de Pietro, portanto, ainda dependerá das providências adotadas pelas autoridades locais e das negociações diplomáticas envolvendo o governo brasileiro. Acordos ampliam deportações para terceiros países O caso do brasileiro ocorre em meio à ampliação da política migratória da administração Trump e à busca por governos estrangeiros dispostos a receber pessoas removidas dos Estados Unidos. Segundo as informações disponíveis, o governo norte-americano alcançou acordos ou entendimentos

com mais de 30 países para receber cidadãos de outras nacionalidades, principalmente na África, América Latina e Caribe. A política permite que determinados imigrantes sujeitos a ordens de remoção sejam enviados para países com os quais não possuem necessariamente vínculos de nacionalidade ou residência. O caso de Pietro Graza de Lima ganha uma dimensão adicional justamente porque o Brasil afirma não ter sido informado antecipadamente de que seu cidadão seria enviado à Guiné Equatorial. Enquanto as autoridades brasileiras tentam garantir assistência consular e acompanhar os próximos passos, Pietro permanece no país africano, a milhares de quilômetros tanto dos Estados Unidos, onde vivia, quanto do Brasil, seu país de origem.


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IMIGRAÇÃO

Família brasileira pede ajuda após pai de duas meninas ser detido pelo ICE na FL

Da Redação

ma família brasileira enfrenta momentos de incerteza após um homem ser detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE). A esposa, Daniela Rodrigues, iniciou uma campanha de arrecadação para tentar cobrir os custos relacionados ao caso migratório do marido e manter as despesas da casa enquanto ele permanece sob custódia. Segundo Daniela, que reside em Lake Worth (Fló-

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rida), a detenção aconteceu recentemente e provocou uma mudança repentina na rotina familiar. O casal tem duas filhas, incluindo uma bebê de apenas seis meses, e o marido era o único responsável financeiro pela residência. “Meu marido foi recentemente levado sob custódia do ICE, e tudo em nossa família mudou da noite para o dia”, relatou Daniela ao explicar a situação enfrentada pela família. Ela descreve o marido como um pai presente e de-

dicado, que sempre esteve envolvido na criação das filhas e no cuidado da família. Segundo Daniela, ele também mantém forte ligação com a igreja e participa ativamente da comunidade, dedicando parte do seu tempo a ajudar outras pessoas. Com a detenção e sem uma previsão informada para que o marido possa retornar para casa, Daniela afirma que agora precisa enfrentar simultaneamente as despesas familiares e os custos decorrentes do processo migratório. A campanha tem como objetivo levantar recursos para aluguel, necessidades básicas das crianças e da residência, despesas jurídicas e eventual pagamento de fiança, na tentativa de possibilitar que o marido responda ao processo fora da custódia, caso isso seja autorizado pelas autoridades migratórias. Daniela ressalta que a situação se tornou ainda mais delicada porque, além de perder temporariamente a principal fonte de renda da família, precisa cuidar das duas meninas enquanto acompanha o andamento do caso.

Apesar das dificuldades, ela afirma encontrar na fé forças para atravessar o momento. “Eu sei que Jesus tem um caminho e estou confiando Nele durante tudo isso. Estou simplesmente pedindo ajuda para trazer meu marido para casa, cobrindo a fiança, e para conseguirmos manter nossa casa e cuidar das nossas meninas enquanto ele estiver longe por um período ainda incerto”, declarou. A família não informou, nas informações disponibilizadas para a campanha, onde ocorreu a detenção, quando exatamente o ho-

mem foi levado pelo ICE, sua nacionalidade, o centro de detenção onde está custodiado ou detalhes sobre sua situação migratória. Também não foram apresentados detalhes sobre eventual decisão de um juiz de imigração estabelecendo o valor da fiança. Por isso, neste momento, o pedido de ajuda se concentra principalmente nas consequências familiares e financeiras provocadas pela detenção. Daniela afirma que qualquer contribuição pode ajudar a família a enfrentar as próximas semanas e ressalta que aqueles que

não puderem fazer doações também podem colaborar compartilhando a campanha ou fazendo orações. “Cada doação deixa nossa família um passo mais perto de estar junta novamente”, afirmou. Enquanto aguarda os próximos desdobramentos do processo migratório do marido, Daniela tenta manter a rotina das duas filhas e garantir as necessidades básicas da família, ao mesmo tempo em que busca recursos para os custos jurídicos necessários para tentar trazê-lo de volta para casa. Ajude: https://gofund.me/bb6b3baed

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BELEZA

Cuidado capilar vai além da estética e aposta em saúde do couro cabeludo em Fall River Da redação m um cenário onde soluções rápidas dominam o mercado de beleza, especialistas têm reforçado a importância de cuidar da raiz — literalmente. Em Fall River, Massachusetts, o salão Cely Hair Style vem apostando em uma abordagem mais profunda e científica para tratar o couro cabeludo, combinando tecnologia, co-

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nhecimento em tricologia e protocolos personalizados. A proposta vai na contramão de tratamentos superficiais. Segundo a profissional Cely Moraes, color expert e hairdresser licenciada no Brasil e nos Estados Unidos, a saúde capilar começa no couro cabeludo — fator determinante para o crescimento e a resistência dos fios. “Não se trata apenas de

Tratamentos personalizados com base em tricologia avançada ganham espaço entre clientes que buscam resultados duradouros estética. Quando o couro cabeludo está saudável, o cabelo responde com mais força, brilho e vitalidade”, explica. O tratamento oferecido no espaço une técnicas avançadas de análise capilar com recursos tecnológicos que permitem identificar condições específicas do couro cabeludo. A partir desse diagnóstico, é elaborado um protocolo individualizado, que pode incluir desde estímulos ao crescimento até a recuperação da saúde dos fios. Além da tecnologia, o método também valoriza elementos naturais no processo de cuidado, reforçan-

do a proposta de um “ritual de dentro para fora”. A ideia é aliar precisão científica com ingredientes que respeitam o equilíbrio do organismo. A tendência reflete uma mudança de comportamento entre consumidores, que passam a buscar resultados reais e duradouros, em vez de soluções imediatas. Nesse contexto, a tricologia — área especializada no estudo do cabelo e do couro

cabeludo — ganha cada vez mais relevância no setor da beleza. Localizado na 1244 S Main St, em Fall River, o Cely Hair Style oferece avaliações personalizadas mediante agendamento. O espaço também mantém presença nas redes sociais

pelo perfil @celyhairstyle, além de atendimento direto pelo telefone (774) 2908636. A busca por cabelos saudáveis, ao que tudo indica, deixou de ser apenas uma questão estética para se tornar um investimento em bem-estar.


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SERVIÇO

Soluções de empréstimos prometem crédito rápido para pessoas e empresas Iniciativa do Bem Saúde Prevenção ao Suicídio U Da Redação

ma empresa especializada em concessão de empréstimos está oferecendo linhas de crédito voltadas tanto para pessoas físicas quanto para empresas, com valores que variam de US$ 2.500 a US$ 250.000. Segundo o material de divulgação, a proposta é disponibilizar um processo rápido, simples e com atendimento personalizado. De acordo com as informações apresentadas, a empresa afirma trabalhar com taxas competitivas e oferecer análise individual do perfil de cada cliente.

O anúncio destaca ainda que pessoas com bom ou mau histórico de crédito, incluindo casos de falência, também podem solicitar uma avaliação para obtenção do financiamento.

As linhas de crédito podem ser utilizadas para diferentes finalidades, como folha de pagamento, aquisição de equipamentos, investimento em negócios, compra de produtos e veículos, atendendo tanto às necessidades pessoais quanto empresariais. Outro destaque da campanha é o atendimento disponível 24 horas por dia, com a promessa de maior agilidade na análise e liberação dos recursos. Os interessados podem obter mais informações ou solicitar uma avaliação entrando em contato pelo telefone (312) 724-6769.

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m meio a tantas crises é desafiador manter o equilíbrio emocional e até mesmo a esperança no futuro do ser humano. O zelo e a vigilância para com a saúde preventiva são de responsabilidade de todos. O rapto da sanidade mental se tornou uma barreira gigantesca de se transpor. O que podemos observar são pessoas nos quais os corações estão fragmentados e por vezes desenperansados. A agressividade por todos os lados está se manifestando de forma ainda mais assustadora. O momento requer uma provocação do que está sendo imposto diante de tanta violência e falta de punição. Exemplos tristes lamentavelmente estão se sobressaindo dos que transformam as vidas para o bem. Um exemplo recente foi inicialmente discutido na edição anterior da coluna Saúde Brasileira Times de Massachusetts. Com um desfecho surpreendente, o caso de Lindsay Clancy foi anulado devido ao impasse dos jurados quanto à culpabilidade dos crimes contra seus três filhos. É impossível saber o impacto deste caso em função de tanta publicidade junto a falta de resposta da própria justiça americana, sobretudo enquanto as possíveis falhas da investigação, assim como da responsabilidade do sistema médico que falharam para com as vítimas deste crime terrível.

A ligação entre esse caso é o mês de conscientização de prevenção ao suicídio está em tratar as questões relacionadas à doença e disturbios mentais como algo urgente e de interesse de prioridade de saúde pública. Dados oficiais afirmam que o suiícidio é a causa número um de mortes nos Estados Unidos, levando as-

sim mais uma razão da necessidade de abordar esse assunto. A falta de informação e consciência sobre o assunto, somado ao preconceito aos recursos gratuítos prejudicam tanto a prevenção quanto aos tratamentos essenciais de combate às doenças mentais. A demanda para o aumento de medidas sérias e efetivas deveriam se tornar uma, ou mais matérias obrigatórias em todas as esferas acadêmicas, até mesmo entre tenra idade, através de uma linguagem apropriada à compreensão. A pressão externa soma-se aos inúmeros fatores naturais quanto os bloqueadores da saúde mental. Muitas pessoas estão observando aumento de crises emocionais entre jovens e adolescentes, além do número lamentavelmente expressivo de casos de violência doméstica entre outros. Renovar o compromisso com a verdade é preciso, assim como agir se tornou obrigação principalmente por parte dos líderes, governantes e especialistas. No entanto, pais, cuidadores e responsáveis também possuem um papel de cura e de apoio para tantos que sofrem. Nem sempre é possível evitar o pior, no entanto, devemos lembrar que a vida é o melhor e maior bem é um “direito” à todo ser humano, ou deveria ser. Para que a crise atual possa ser combatida efetivamente, é preciso uma atuação séria e urgente. Seja você um canal de cura e de apoio. Seja o seu exemplo parte da ponte que liga à saúde e bem estar. Se esse tema mexe com você e toca de maneira à incomodar, faça parte do movimento do amor ao próximo, começando por você mesma. Cuidese, proteja-se, abrace quem precisa e busque estar envolvida com iniciativas do bem para o bem de todos.


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ELEIÇÕES

Brasileira avança para eleição geral e busca novo mandato como deputada em MA

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Da Redação

brasileira Priscila Sousa deu mais um passo para permanecer na Câmara dos Representantes de Massachusetts. A deputada estadual avançou nas eleições primárias realizadas na terça-feira, dia 1º de setembro, e será candidata na eleição geral marcada para 3 de novembro de 2026. Priscila concorre pelo Partido Democrata no 6º Distrito de Middlesex, que abrange grande parte da cidade de Framingham. Segundo a lista oficial de candidatos da Secretaria de Estado de Massachusetts, ela foi a candidata democrata para a cadeira. A brasileira não enfrentou adversários dentro do

partido nas primárias. Resultados divulgados após a votação confirmam que Priscila, assim como outros parlamentares estaduais que representam Framingham, concorreu sem oposição e avançará para a eleição geral deste outono. Por isso, tecnicamente, a votação desta semana não representou ainda sua reeleição para um novo mandato. A eleição estadual que definirá os ocupantes dos cargos será realizada em 3 de novembro. O calendário oficial de Framingham confirma a data. Priscila atualmente representa o 6º Distrito de Middlesex na Câmara estadual. De acordo com a Legislatura de Massachusetts, seu distrito inclui os precincts

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9A, 10, 11, 12, 13, 14, 15 e 16 de Framingham. A trajetória política da brasileira ganhou projeção em 2022, quando conquistou pela primeira vez uma cadeira na Câmara dos Representantes de Massachusetts. Sua eleição teve significado especial para a numerosa comunidade brasileira do estado, principalmente na região de Framingham. Nascida em Ipatinga, Minas Gerais, Priscila chegou aos Estados Unidos ainda criança e construiu sua trajetória pessoal e política em Massachusetts. Antes de chegar à Assembleia esta-

Deputada Priscila Souza busca reeleição

dual, participou ativamente da vida pública de Framingham, cidade que abriga uma das maiores comunidades brasileiras da Nova Inglaterra. Em 2024, ela conquistou um novo mandato sem enfrentar adversário na eleição geral. Os registros oficiais de Massachusetts mostram que Priscila recebeu 9.374

votos, correspondentes a 96,8% dos votos contabilizados para candidatos, enquanto outros nomes escritos nas cédulas receberam 306 votos. Caminho para novembro Neste ano, a ausência de um adversário democrata deixou Priscila em uma situação confortável nas

primárias. A votação de 1º de setembro confirmou sua passagem para a próxima etapa eleitoral. A eleição também reforça a presença de brasileiros na política de Massachusetts, estado que concentra uma das maiores comunidades de imigrantes brasileiros dos Estados Unidos. No Legislativo estadual, Priscila participa da discussão de projetos envolvendo diferentes áreas. Registros atuais da Assembleia mostram propostas apresentadas ou apoiadas pela parlamentar relacionadas, entre outros temas, à segurança contra incêndios, proteção ao consumidor e questões envolvendo inquilinos. Para a comunidade brasileira, a candidatura de Priscila Sousa tem um significado que ultrapassa as fronteiras de Framingham. Sua presença na Assembleia estadual representa a crescente participação política de uma comunidade que durante décadas esteve concentrada principalmente na construção de negócios, igrejas, organizações comunitárias e outras instituições e que, nos últimos anos, também passou a conquistar espaço nas urnas e em cargos públicos.


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SERVIÇO

REB Human Services oferece suporte psicológico especializado para casos de imigração nos Estados Unidos

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Da redação

REB Human Services, dedicada à saúde mental com foco em imigrantes, tem ampliado sua atuação ao oferecer avaliações psicológicas essenciais para processos de imigração nos Estados Unidos. Com atendimento em português e espanhol, a equipe liderada pelo psicoterapeuta Ryan E. Bates trabalha com imigrantes que enfrentam desafios emocionais decorrentes de situações legais complexas no país. A instituição é especializada na produção de laudos psicológicos para diversos tipos de processos imigratórios, incluindo Visto U, Visto T, extrema dificuldade (extreme hardship), asilo político, VAWA (Lei da Violência contra a Mulher) e testemunhos em tribunal, além de avaliações gerais voltadas para imigrantes. Segundo a equipe, as avaliações psicológicas podem ser determinantes para casos em que o indivíduo precisa demonstrar impacto emocional relacionado a violência, exploração, perseguição ou risco no país de origem. No caso do Visto T, por exemplo, voltado a vítimas

Psicoterapeuta Ryan E. Bates

de tráfico humano, o laudo pode fortalecer o pedido ao documentar os efeitos psicológicos da exploração. “Nossa equipe inclui especialistas experientes em saúde mental dedicados a avaliar as dificuldades associadas aos desafios da imigração”, afirma Bates. “Para quem vive uma situação de incerteza quanto

à permanência legal nos Estados Unidos, essas avaliações oferecem insights valiosos sobre os efeitos na saúde mental do indivíduo e de sua família.” A REB Human Services também oferece planos acessíveis, incluindo pacotes com duas sessões de terapia a partir de US$ 200 mensais.

Informações e agendamentos podem ser feitos pelo e-mail info@rebhumanservices.org, pelo telefone (802) 432-8882 ou através do site rebhumanservices.org. A organização também mantém presença ativa nas redes sociais pelo perfil @reb_humanservices.

@solofeminino

A Outra Face


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SERVIÇO

Consórcio brasileiro é apresentado como alternativa para quem deseja investir no Brasil morando nos EUA

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Da redação

rasileiros que vivem nos Estados Unidos e desejam investir ou formar patrimônio no Brasil contam com uma alternativa que vem ganhando espaço entre a comunidade: o consórcio. A Ademicon, empresa especializada em consórcios e investimentos, destaca que a modalidade pode ser uma opção para quem pretende adquirir bens ou ampliar seu patrimônio de forma planejada. Segundo a empresa, mesmo residindo no exterior, brasileiros podem participar de grupos de consórcio e

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utilizar o crédito para investir no Brasil. A proposta é oferecer uma forma de planejamento financeiro sem a cobrança de juros tradicionais, característica desse tipo de modalidade. Na campanha divulgada, a Ademicon afirma que, com contribuições a partir de aproximadamente US$ 215 por mês, é possível participar de um plano voltado para a formação de um patrimônio de R$ 325 mil no Brasil, de acordo com as condições estabelecidas pela empresa. A empresa ressalta ainda que conta com consultores

autorizados para orientar brasileiros residentes nos Estados Unidos sobre o funcionamento do consórcio, regras de participação e opções disponíveis para diferentes perfis de investidores. Os interessados em obter mais informações podem entrar em contato com a equipe da Ademicon pelo telefone (669) 322-8682, onde consultores oferecem atendimento personalizado para esclarecer dúvidas e apresentar as alternativas disponíveis para quem deseja investir ou adquirir bens no Brasil.

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COMUNICAÇÃO

BT amplia acesso digital com newsletter exclusiva para leitores

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Da redação

undado em 1988, o Brazilian Times nasceu com a missão de oferecer à comunidade brasileira nos Estados Unidos um canal de informação confiável e em língua portuguesa. Ao longo das décadas, o jornal acompanhou as transformações sociais e tecnológicas, consolidando-se como o maior veículo impresso em português no país e expandindo sua circulação para diversos estados norte-americanos. Atento às mudanças no hábito de consumo de notícias, o jornal passou a investir em plataformas digitais e agora oferece aos leitores acesso ilimitado a todo o seu conteúdo. A novidade inclui o envio direto para o e-mail de notícias de última hora, reportagens investigativas e até edições anteriores. Além disso, os assinantes da newsletter passam a concorrer a brindes e prêmios oferecidos pelos patrocinadores do jornal. Para participar, basta cadastrar o e-mail no link: https://read.letterhead.email/brazilian-times.

Muitos acreditam que para adquirir uma empresa só é possível à partir de alto investimento. Essa movimentação exige estratégias de alavancagem como a conhecida pelo financiamento pelo vendedor.

Com essa iniciativa, o Brazilian Times reforça sua tradição de mais de 35 anos de dedicação ao jornalismo comunitário, aproximando ainda mais os leitores da informação e fortalecendo o vínculo com a comunidade brasileira nos EUA.

Cuidado odontológico com carinho, diversão e acolhimento para todas as crianças.

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Desmistificando o Fluxo de Caixa

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Em nosso artigo anterior, estabelecemos a distinção fundamental entre o lucro contábil (regime de competência) e o fluxo de caixa real (regime de caixa). Compreender essa dinâmica é o pré-requisito para o próximo passo no ecossistema de fusões e aquisições, como: O Financiamento pelo Vendedor (Seller Financing) como o principal mecanismo de alavancagem para adquirir empresas sem a necessidade de diluição severa de capital ou dependência exclusiva de linhas de crédito bancárias tradicionais, como os empréstimos SBA 7a. Investidores como Codie Sanchez e David J. Adelman baseiam suas teses de investimento em ativos geradores de caixa no Lower Middle Market americano, especificamente em indústrias de alta resiliência e baixa intensidade tecnológica, como serviços de HVAC, aquecimento e refrigeração, lavanderias comerciais e car washes. Na prática, o Seller Financing transforma o vendedor do negócio no seu principal credor. Em vez de aportar 100% do Purchase Price (preço de compra) no fechamento (closing), a transação é estruturada através de uma nota promissória (Promissory Note). Considere a seguinte simulação financeira para a aquisição de uma empresa de serviços de encanamento comercial na Flórida: ● Valuation / Purchase Price: $1,000,000 (baseado em um

múltiplo de 4x o EBITDA LTM de $250,000). ● Down Payment (Capital Inicial): $150,000 (15% de aporte em equity do comprador no fechamento). ● Seller Note (Financiamento do Vendedor): $850,000 (85% do valor financiado direto com o proprietário). ● Termos da Nota: Prazo de 10 anos (Amortização) com uma taxa de juros fixa de 8% ao ano. (extraído) Nessa estrutura, a obrigação anual de pagamento da dívida (Debt Service) será de aproximadamente $103,128. No mercado americano, um DSCR acima de 1.25x já é considerado aceitável por instituições financeiras. Um índice de 2.42x demonstra que a empresa gera caixa mais do que suficiente para: 1. Pagar o vendedor mensalmente através do próprio faturamento gerado pela operação. 2. Absorver oscilações de mercado ou necessidades de despesas de capital (CapEx). 3. Distribuir o Fluxo de Caixa Disponível para o Acionista (FCFE - Free Cash Flow to Equity) para o seu bolso logo no primeiro ano. O Seller Financing alinha os interesses de ambas as partes: o vendedor recebe um fluxo de renda passiva com juros atraentes enquanto faz a transição do negócio, e você adquire um ativo de $1 milhão aportando apenas $150,000 do próprio bolso. Complexo e muitas das vezes confuso, porém um assunto crucial para o crescimento e expansão de negócios, incluindo nos Estados Unidos. Na próxima edição você vai poder continuar acompanhando este tema e como o vendedor pode garantir o fluxo de caixa.


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SERVIÇO

BeFresh: clínica em Cambridge amplia acesso a atendimento odontológico de qualidade para a comunidade brasileira E Da redação

m tempos em que a saúde integral ganha cada vez mais relevância, especialistas reforçam que o cuidado com a boca não deve ser tratado apenas como uma questão estética, mas como parte essencial do bem-estar geral. Dentes e gengivas saudáveis impactam diretamente funções básicas do organismo, da alimentação à fala, além de influenciarem a autoestima e a qualidade de vida. Atenta a essa realidade, a BeFresh Dental of Cambridge vem se consolidando como referência em atendimento odontológico humanizado, com serviços prestados em português e acompanhamento da cirurgiã-dentista Dra. Bernadete Campos, facilitando o acesso da comunidade brasileira a tratamentos especializados nos EUA.

Prevenção como principal aliada Profissionais da área destacam que a base da saúde bucal começa dentro de casa. Hábitos simples, quando mantidos de forma contínua, reduzem significativamente o risco de doenças. Entre as recomendações fundamentais estão: - Higiene diária adequada: escovação correta após as refeições, uso regular do fio dental e atenção à alimentação ajudam a evitar cáries, inflamações gengivais e halitose. - Consultas periódicas: visitas regulares ao dentista permitem identificar alterações ainda em estágio inicial, possibilitando intervenções menos invasivas e mais eficazes. - Limpeza profissional: realizada em consultório, remove placa

bacteriana e tártaro acumulados, complementando os cuidados domésticos. Impactos que vão além do sorriso A odontologia moderna também alerta para a relação entre saúde bucal e doenças sistêmicas. Estudos científicos associam infecções orais não tratadas a complicações como problemas cardiovasculares e descontrole do diabetes, reforçando que cuidar da boca é também proteger o organismo como um todo. Outro ponto enfatizado pelos especialistas é a preservação dos dentes naturais. O acompanhamento preventivo e os tratamentos oportunos contribuem para manter a função mastigatória, a clareza da fala e a autoconfiança do paciente ao longo da vida.

Estrutura e serviços especializados A BeFresh Dental of Cambridge oferece um portfólio completo de procedimentos odontológicos, incluindo implantes dentários, tratamentos de canal, restaurações e atendimentos preventivos, sempre com planejamento individualizado e foco no conforto do paciente. Ao ampliar o acesso a cuidados odontológicos de qualidade, com atendimento em português e abordagem personalizada, a unidade reforça a importância da prevenção e do acompanhamento contínuo como investimentos diretos em saúde e qualidade de vida. A clínica está localizada no 777 Concord Avenue, suíte 303, em Cambridge (MA).  (617) 498-0777  www.befreshdental.com.


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POLÍCIA

Após 21 anos de fuga, ex-policial acusado de matar brasileira com tiro na cabeça é preso gação sobre a morte da brasileira, Hiers passou a ser considerado fugitivo. Em junho de 2005, apenas três meses depois do crime, o U.S. Marshals Service colocou seu nome na lista dos 15 fugitivos mais procurados dos Estados Unidos. Sua fotografia e informações sobre o caso foram divulgadas nacionalmente, inclusive em programas de televisão dedicados à localização de criminosos procurados.

Acusado foi encontrado na China

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Da Redação

ais de duas décadas depois da morte da brasileira Ludimila Hiers, de 24 anos, um caso que mobilizou autoridades americanas e atravessou continentes entra em uma nova fase. Dan Hiers Jr., ex-policial de Charleston e acusado de assassinar a própria esposa em 2005, está novamente na Carolina do Sul para responder à Justiça. Hiers, atualmente com 53 anos, foi registrado na quinta-feira, dia 3 de setembro, no Hill-Finklea Detention Center, em Moncks Corner, no Condado de Berkeley. A transferência representa um passo importante para que o processo relacionado à morte da brasileira finalmente avance depois de mais de 21 anos. O caso começou em 15 de março de 2005, quando Ludimila foi encontrada morta dentro da residência onde vivia com o marido em Goose Creek, na Carolina do Sul. De acordo com as autoridades, a jovem brasileira foi atingida por um tiro na parte de trás da cabeça enquanto

dormia. Hiers foi visto pela última vez naquele mesmo dia e desapareceu. Posteriormente, um mandado de prisão por homicídio foi expedido contra ele. Na época da morte de Ludimila, Hiers era policial de Charleston, mas sua carreira já havia sido interrompida por uma investigação criminal. Segundo o U.S. Marshals Service, ele havia sido suspenso do departamento em 2004 depois de ser acusado de conduta sexual criminosa envolvendo uma menor. Em novembro daquele ano, chegou a ser preso por acusações relacionadas ao caso e posteriormente foi colocado em liberdade mediante fiança. Uma coincidência de datas tornou o desaparecimento ainda mais significativo para os investigadores. No mesmo dia em que Ludimila foi encontrada morta, Hiers deveria comparecer ao Departamento do Xerife de Dorchester County acompanhado de seu advogado para tratar das acusações que enfrentava. Ele nunca apareceu. Com o avanço da investi-

Fugitivo foi localizado na China Durante anos, o paradeiro do ex-policial permaneceu um mistério. A investigação acabaria levando as autoridades para milhares de quilômetros de distância da Carolina do Sul. Hiers foi localizado na China, onde teria vivido durante anos utilizando outra identidade. Informações divulgadas após sua localização indicam que ele usava o nome David Williams e chegou a trabalhar como professor de inglês em Xangai. Uma pista decisiva teria surgido ainda em 2018, quando uma ex-aluna reconheceu semelhanças entre o professor que conhecia como David Williams e as fotografias de Dan Hiers divulgadas pelas autoridades americanas. A localização, entretanto, não significou um retorno imediato aos Estados Unidos. Como os EUA e a China não possuem um tratado bilateral de extradição, o processo exigiu cooperação e negociações entre autoridades dos dois países. Somente em julho de 2026, mais de 21 anos depois do desaparecimento, agentes americanos conseguiram assumir a custódia de Hiers em Xangai e levá-lo de volta aos Estados Unidos. Segundo o U.S. Marshals

Service, a operação contou com cooperação das autoridades chinesas e participação de diferentes órgãos americanos, entre eles o Departamento de Estado, FBI e Departamento de Justiça. De volta ao local onde o caso começou Depois de permanecer sob custódia desde sua chegada aos Estados Unidos, Hiers foi agora transferido para Berkeley County, onde está preso em razão do mandado relacionado à morte de Ludimila. A transferência encerra uma espera de mais de duas décadas para que o acusa-

do volte à jurisdição onde ocorreu o crime. Autoridades locais destacaram a importância do avanço do caso para os familiares da brasileira. O chefe da Polícia de Goose Creek, Tom Hill, afirmou que a volta do acusado à Carolina do Sul permitirá que o sistema judicial dê continuidade à busca por responsabilização no caso. Além da acusação de homicídio pela morte de Ludimila, Hiers ainda enfrenta uma acusação em Dorchester County relacionada a conduta sexual criminosa envolvendo uma menor, segundo as autoridades federais.

A chegada do ex-policial a Berkeley County não representa uma condenação. Hiers é acusado de matar Ludimila e deverá ter as acusações analisadas pela Justiça, com direito à defesa e à presunção de inocência. Para a família da brasileira, entretanto, o retorno do suspeito à Carolina do Sul representa um momento aguardado desde março de 2005. Depois de uma fuga que atravessou mais de duas décadas e terminou do outro lado do mundo, o caso que parecia destinado a permanecer sem resposta volta agora aos tribunais americanos.


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COMUNIDADE

DIREITO & FINANÇAS • EDIÇÃO 2026

Como regularizar seus bens e valores no Brasil sem sustos

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rasileiros que vivem nos Estados Unidos e mantêm patrimônio no Brasil precisam conhecer suas obrigações legais antes que a omissão se torne um problema caro e difícil de resolver. Ter imóvel, conta bancária, empresa ou aplicação financeira no Brasil enquanto se mora nos Estados Unidos é mais comum do que parece. O problema surge quando esses bens não estão declarados corretamente às autoridades brasileiras, especialmente à Receita Federal e ao Banco Central. A lei brasileira exige que residentes no exterior declarem seus ativos por meio de dois instrumentos principais: a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE), obrigatória para quem tem patrimônio acima de USD 1 milhão fora do Brasil, e, para quem ainda mantém vínculo fiscal

Lucas Prates

com o Brasil, a Declaração de Imposto de Renda (DIRPF), na qual todos os bens devem ser informados. A omissão ou declaração incorreta pode gerar multas significativas, bloqueio de bens e até responsabilidade penal. Regularizar antes de ser autuado é sempre a saída mais inteligente e econômica. Além disso, a regularização do vínculo fiscal com saída de-

finitiva do Brasil, quando aplicável, garante que rendimentos recebidos no exterior não sejam tributados indevidamente pelo fisco brasileiro. Cada situação é única e merece análise individualizada por um advogado especializado em direito tributário internacional. FCX Business Consulting | www.fcx-bc.com Lucas Prates | Advogado Tributarista, OAB/RJ nº 220.900 | FCX Business Consulting


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General News

COMUNIDADE

PF mira esquema que teria levado mais de 230 brasileiros ilegalmente aos Estados Unidos e bloqueia R$ 24,3 milhões

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Da Redação

Polícia Federal deflagrou, na quartafeira, 2 de setembro, uma operação contra um suposto esquema responsável por organizar a entrada irregular de mais de 230 brasileiros nos Estados Unidos. A ação ocorreu em Governador Valadares, no Leste de Minas Gerais, região historicamente marcada por forte fluxo migratório para território norte -americano. Batizada de Operação Chiapas, a investigação tem como principal alvo um homem apontado pela PF como responsável pela organização de viagens clandestinas entre 2021 e 2024. Segundo os investigadores, ele teria coordenado a logística necessária para transportar os brasileiros desde a saída do país até a chegada aos Estados Unidos. Ao todo, agentes federais cumpriram 13 mandados de busca e apreensão em Governador Valadares. Nove das ordens judiciais estavam relacionadas a veículos que foram submetidos a sequestro pela Justiça. A investigação também atingiu o patrimônio rela-

cionado aos suspeitos. A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 24,3 milhões em bens e valores, medida destinada a impedir a movimentação ou ocultação de recursos que possam estar relacionados às atividades investigadas. De acordo com a Polícia Federal, as apurações indicam que o principal investigado teria participado diretamente da organização da viagem de centenas de brasileiros durante um período de aproximadamente três anos. O esquema envolveria não apenas o deslocamento dos migrantes, mas também uma estrutura financeira para receber e movimentar os valores cobrados pelas viagens. A PF afirma ter identificado indícios de lavagem de dinheiro, incluindo a utilização de empresas para ocultar ou dissimular a origem dos recursos supostamente obtidos com a atividade ilegal. Durante o cumprimento dos mandados, os agentes apreenderam materiais que deverão passar por análise. Documentos e aparelhos celulares recolhidos na operação poderão ajudar os investigadores a identi-

ficar outros possíveis participantes, movimentações financeiras e detalhes sobre as viagens organizadas pelo grupo. Uma pessoa também foi presa em flagrante por posse e porte ilegais de arma de fogo durante a operação, segundo a Polícia Federal. A corporação não divulgou oficialmente a identidade do principal investigado. Governador Valadares é alvo de outras operações A Operação Chiapas ocorre em meio a uma sequência de investigações da Polícia Federal contra grupos suspeitos de lucrar com a migração irregular de brasileiros para os Estados Unidos. Em agosto, a PF já havia realizado outras ações relacionadas a esse tipo de crime. Em Governador Valadares, a Operação Ponto Final investigou um suposto esquema no qual pessoas interessadas em chegar irregularmente aos Estados Unidos entregariam dinheiro e até bens para financiar as viagens. Outra investigação, denominada Operação

Imagem ilustrativa

Broken Road, também teve como alvo um grupo suspeito de organizar a migração ilegal de brasileiros

para território norte-americano, com ações em Minas Gerais e no Espírito Santo. A sequência de opera-

ções evidencia o esforço das autoridades brasileiras para atingir não apenas os responsáveis pela organização das rotas clandestinas, mas também a estrutura financeira que sustenta esses esquemas. As investigações da Operação Chiapas continuam. Os materiais apreendidos serão analisados pela Polícia Federal e poderão resultar em novas diligências e na identificação de outros envolvidos. Os investigados terão direito à defesa durante o andamento do processo.


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SERVIÇO

Marca Like Açaí aposta em energia, praticidade e autenticidade para conquistar consumidores nos EUA

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Da redação

om o crescimento da demanda por produtos naturais e funcionais no mercado norte-americano, a marca Like Açaí vem ampliando sua presença ao oferecer opções que combinam sabor, praticidade e valor nutricional. Produzido nos EUA, o produto busca atender tanto o público brasileiro quanto consumidores de outras nacionalidades interessados em alimentos energéticos de origem amazônica. Com o slogan “Sinta a energia. Viva o sabor.”, a proposta da marca é posicionar o açaí como aliado

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SERVIÇO

Rádio Brazilian Times lança novo aplicativo com música, notícias e programação exclusiva

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Da redação

Rádio Brazilian Times acaba de lançar seu novo aplicativo para smartphones, oferecendo aos ouvintes uma forma mais prática, rápida e moderna de acompanhar toda a programação da emissora. Desenvolvido para os sistemas Android e iPhone, o aplicativo já está disponível gratuitamente para download. A nova plataforma permite que os usuários acompanhem a programação ao vivo 24 horas por dia, com uma seleção musical diversificada, além de boletins de notícias atualizados, entrevistas exclusivas, cobertura de eventos e transmissões especiais voltadas à comunidade brasileira nos EUA. Entre os recursos disponíveis, o aplicativo oferece acesso facilitado aos

programas da rádio, notificações sobre conteúdos exclusivos e uma interface intuitiva, proporcionando uma experiência de navegação simples e eficiente. A iniciativa faz parte do processo de modernização da emissora, que busca ampliar os canais de comunicação com seu público e acompanhar as novas tendências do ambiente digital. Segundo a direção da Rádio Brazilian Times, o lançamento representa mais um importante passo na missão de levar informação, entretenimento e serviços de qualidade aos brasileiros que vivem no exterior. O aplicativo também fortalece a conexão entre a emissora e seus ouvintes, permitindo acesso rápido às principais notícias que impactam a comunidade imigrante. Com o crescimento do

consumo de conteúdo por dispositivos móveis, a rádio investiu em uma plataforma que oferece estabilidade, praticidade e acesso instantâneo à programação, permitindo que os ouvintes acompanhem a emissora de qualquer lugar e a qualquer momento. O aplicativo da Rádio Brazilian Times já pode ser baixado gratuitamente nas lojas oficiais da Apple (App Store) e do Google (Play Store). A expectativa é que a nova ferramenta amplie ainda mais o alcance da programação e fortaleça o relacionamento da emissora com a comunidade brasileira, mantendo o compromisso de oferecer informação com credibilidade, entretenimento de qualidade e conteúdo relevante para os brasileiros que vivem nos Estados Unidos.

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Nicole Musafir transforma os seus diários e canções em confissão pública na peça "Para Quem Não me Conhece", que estreia na Casa de Cultura Laura Alvim

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os 6 anos, ela já escrevia canções. Aos 30, precisou descobrir por quê. Em espetáculo que mistura teatro, música, humor e confissão, Nicole revisita seu baú de memórias para investigar sua trajetória como artista E se a criança que você foi tivesse algo a dizer sobre quem você se tornou? Nicole Musafir convida o público a uma jornada íntima e divertida em “Pra Quem Não Me Conhece”, espetáculo que estreia na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, curta temporada, de 09 a 24 de setembro, às quartas e quintas, 19h. Artista multidisciplinar com trajetória construída entre atuação, dramaturgia, música e direção, Nicole enfrenta um bloqueio criativo que perdura por anos. Bisbilhotando o baú de lembranças, traumas e superações que a influenciaram como artista, encontra na própria história uma forma de destravar sua criatividade. A partir daí, segredos compartilhados apenas em seus diários ganham palco, para a ira ou a gratidão da criança que volta à cena. Ao seu lado, a pianista Ceci Nery, sob direção musical de Leo Valor, acompanha essa viagem no tempo, costurando canções autorais, relatos e poemas escritos desde os 6 anos de idade. E essa caminhada não é contada só por ela hoje olhando para trás, mas também pela Nicole criança e adolescente, mostrando as diferentes visões que ela mesma registrou ao longo da vida. “Afinal, toda criança é um artista. O problema é como permanecer artista depois de crescer”. - É um espetáculo teatral, que não é um musical, mas é musicado; que não é um stand-up, mas às vezes parece; que não é um drama, mas pode emocionar; que não é um show, mas tem músico. É para rir, se emocionar, se identificar (mesmo que negue depois) e sair cantarolando verdades que doem menos com melodia. Se é para expor as feridas, que seja com plateia - explica. Temas como amizades, paixões, perdas, família, carreira e as descobertas sobre si mesma atravessam o espetáculo com leveza, humor e emoção. Entre as canções está “Evite Apaixonar”, escrita por Nicole aos 13 anos, que já naquela época parecia ter encontrado uma solução bastante simples para os problemas do amor: “Se livre do amor e vai sobreviver”.

- No fundo, “Pra Quem Não Me Conhece” parte de uma pergunta que talvez seja menos sobre uma artista do que sobre qualquer pessoa que tenha crescido: o que acontece com aquilo que fomos quando a vida adulta chega? - reflete Nicole. Ficha técnica: Dramaturgia, Direção, Atuação e Composições — Nicole Musafir Direção Musical e Produção Musical — Leo Valor Piano e Música em Cena — Ceci Nery Colaboração Artística — Isaac Bernat Preparação Vocal — Christian Torres Colaboração Musical — Leo Garritano Cenário e Figurino — Pedro Stamford Iluminação — Vicente Velloso Som — Luana Zanotta Identidade Visual — Rafael Barros Costa Design Gráfico — Michelle Nigri Musafir Fotos de estúdio — Elisa Maciel Maquiagem e cabelo — Juliana Martins Produção Executiva — Nicole Nigri Musafir Produções Produção e Social Media — Helena Alpino Assistência de Produção — Thamires Virmond Assessoria de Imprensa — Carlos Pinho Coordenação Geral do Projeto — Nicole Musafir Serviço: Temporada: de 09 a 24 de setembro Sessões: quartas e quintas-feiras, às 19h Local: Casa de Cultura Laura Alvim - Espaço Rogério Cardoso - Av. Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro - RJ Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia -entrada), vendas no site https://share.google/vXXIzQUPeSAFpjLXK Gênero: Comédia Classificação: 12 anos Duração: 90 minutos Rede social: https://www.instagram.com/ nicolemusafir/


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SERVIÇO

Clínica em Lowell oferece atendimento odontológico especializado e acolhedor para crianças e toda a família G Da redação

arantir que crianças cresçam com saúde bucal adequada é um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento saudável durante a infância. Pensando nisso, a clínica Lowell Kids Dentistry PLLC, localizada em

Lowell, vem se destacando por oferecer um atendimento odontológico diferenciado, humanizado e totalmente voltado ao cuidado infantil, proporcionando uma experiência positiva e acolhedora para crianças e tranquilidade para toda a família. Com a proposta de trans-

formar a visita ao dentista em um momento leve, divertido e sem estresse, a clínica conta com uma equipe altamente preparada para atender crianças de diferentes idades, sempre priorizando conforto, segurança e um ambiente pensado especialmente para tornar cada consulta uma experiência agradável. Um dos grandes diferenciais da unidade é o atendimento realizado por profissionais que falam português e outros idiomas, facilitando a comunicação com famílias brasileiras e imigrantes que muitas vezes encontram barreiras linguísticas no sistema de saúde americano. Além dos atendimen-

tos preventivos e consultas de rotina, a clínica oferece uma ampla variedade de serviços odontológicos, incluindo exames completos, limpezas, restaurações, tratamentos especializados, atendimento de emergência e procedimentos realizados com sedação consciente, técnica que proporciona mais conforto e segurança em determinados tratamentos. Outro destaque importante é que a clínica possui certificação Autism Welcoming, concedida pela Autism Alliance of MetroWest, reconhecimento que confirma a preparação da equipe e da estrutura física para atender crianças com diferentes

necessidades e habilidades, garantindo um ambiente verdadeiramente inclusivo e acolhedor. Segundo os responsáveis pela clínica, o objetivo vai além de cuidar apenas da saúde bucal infantil. A proposta é construir uma relação de confiança entre profissionais, crianças e pais, criando hábitos saudáveis desde os primeiros anos de vida e incentivando o acompanhamento odontológico regular. Localizada no endereço 10 George Street, Lowell, Massachusetts, a clínica também oferece opções flexíveis de pagamento e atendimento voltado não apenas às crianças, mas a toda a fa-

mília. A equipe reforça o convite para que pais e responsáveis agendem uma consulta e conheçam de perto uma proposta de atendimento que une tecnologia, acolhimento e cuidado especializado. Para mais informações ou agendamento, o contato pode ser feito pelo telefone (978) 954-0707 ou acesse o site https://lowellkd.com/ Porque sorrisos felizes começam com uma infância saudável.


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ESPERANÇA

Família de menino desaparecido no Pará pede à PF checagem após operação localizar 163 crianças nos Estados Unidos e em outros países

Imagem divulgada nas redes sociais

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Da Redação

desaparecimento do pequeno José Arthur Souza Barros, de 2 anos, ganhou uma nova frente de apuração após uma grande operação coordenada por autoridades americanas resultar na localização de 163 crianças e adolescentes desaparecidos nos EUA e em outros países. José Arthur desapareceu em março deste ano, na zona rural de Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará. Desde então, familiares e autoridades tentam descobrir o que aconteceu com o menino. Agora, a família busca a colaboração da Polícia Federal para verificar se existe alguma possibilidade de a criança estar entre os menores recentemente encontrados na operação internacional. Segundo informações divulgadas pelo UOL, o advogado da família, Elisson Araújo, encaminhou um pedido à PF solicitando

contato com as autoridades dos Estados Unidos e a comparação das informações de José Arthur com os registros das crianças localizadas. Fotografias e dados sobre as características físicas do menino também foram disponibilizados para auxiliar em uma eventual identificação. A nova esperança surgiu após a divulgação dos resultados da Operation Statewide Shield, realizada entre os dias 17 e 21 de agosto. A ação, coordenada a partir da Flórida, conseguiu localizar 163 menores, com idades entre dois meses e 17 anos. Apesar de ter sido comandada na Flórida, a operação teve alcance muito maior. As buscas envolveram diferentes estados americanos, um território dos Estados Unidos e chegaram a 12 países, incluindo o Brasil. As autoridades informaram que algumas das crianças localizadas estavam em situações consideradas de

risco. É justamente a dimensão internacional da operação que levou os representantes da família de José Arthur a solicitar uma verificação mais detalhada. O objetivo é descartar ou confirmar qualquer possível correspondência entre o menino brasileiro e os menores recuperados. A família também espera que possam ser utilizados recursos de identificação, incluindo a comparação de características físicas e outros dados disponíveis. Qualquer eventual análise por reconhecimento facial, registros migratórios ou outros mecanismos, entretanto, dependerá da atuação e cooperação das autoridades responsáveis. Nenhuma identificação foi confirmada Apesar da expectativa criada pela nova linha de investigação, não existe, até o momento, confirmação de que José Arthur esteja entre as 163 crianças encontradas, tampouco evidência pública de que o menino tenha sido levado para os Estados Unidos. A iniciativa da família deve ser entendida, portanto, como uma tentativa de esgotar possibilidades de investigação diante do alcance internacional da operação, e não como indicação de que o paradeiro da criança tenha sido descoberto. Segundo as informações disponíveis, autoridades

brasileiras e americanas foram procuradas para esclarecer se alguma das crianças recuperadas poderia apresentar características compatíveis com José Arthur. Até a divulgação das informações mais recentes, não havia confirmação de correspondência. Paralelamente, as investi-

gações continuam no Pará. O caso passou a contar com atuação da Delegacia de Homicídios de Marabá, ampliando os esforços para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento. Enquanto aguardam respostas sobre a nova possibilidade levantada após a operação internacional,

familiares de José Arthur continuam mobilizados em busca de informações que possam finalmente esclarecer o que aconteceu com o menino. O caso permanece em investigação, e qualquer informação sobre o paradeiro de José Arthur deve ser comunicada às autoridades.


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Carvalho Healthcare: uma nova visão da medicina preventiva e integrativa em Cape Cod

m uma época em que doenças crônicas, estresse e desequilíbrios hormonais afetam milhões de pessoas, cresce a busca por uma medicina que vá além do tratamento dos sintomas e ofereça soluções duradouras para a saúde. É exatamente essa proposta que tem colocado a Carvalho Healthcare em destaque na região de Cape

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Cod, Massachusetts. Fundada e dirigida por George Carvalho, Family Nurse Practitioner (NP-C, FNP-BC) com dupla certificação profissional, a clínica nasceu com o propósito de transformar a forma como os pacientes enxergam e cuidam da própria saúde. A filosofia da instituição está baseada na medicina funcional, integrativa e de

estilo de vida, uma abordagem moderna que busca identificar e tratar as causas fundamentais das doenças, promovendo bem-estar de forma abrangente e personalizada. Com 17 anos de experiência na área da saúde, George Carvalho construiu uma carreira marcada pela dedicação ao cuidado humano e pela busca constante por conhecimento. Formado pela renomada George Washington University, em Washington, D.C., ele atuou durante anos na atenção primária, acompanhando pacientes com diversas condições agudas e crônicas. Ao longo dessa trajetória, percebeu que muitos tratamentos tradicionais estavam concentrados apenas no controle dos sintomas, sem abordar os fatores que

realmente contribuem para o desenvolvimento das enfermidades. Essa constatação despertou seu interesse pela chamada “medicina da causa raiz”, um conceito que investiga aspectos como alimentação, estilo de vida, genética, hormônios, inflamação e fatores ambientais para compreender a origem dos problemas de saúde. Essa visão se tornou a base da Carvalho Healthcare, que hoje oferece uma ampla gama de serviços voltados para a prevenção, recuperação e otimização da saúde. Entre eles estão programas de emagrecimento médico supervisionado, terapias de reposição hormonal masculina e feminina, testes genéticos, exames laboratoriais avançados, testes de sensibilidade alimentar e alergias, acompanhamento da saúde mental e programas de prevenção e longevidade. Um dos grandes diferenciais da clínica é o atendimento altamente personalizado. Cada paciente passa por uma avaliação detalhada, permitindo a elaboração de estratégias específicas para suas necessidades e objetivos. A proposta é criar um plano de saúde individualizado que promova resultados sustentáveis e uma melhora significativa na qualidade de vida. A equipe da Carvalho Healthcare acredita que a prevenção continua sendo

a ferramenta mais poderosa da medicina. Por isso, investe não apenas em tratamentos avançados, mas também na educação dos pacientes, fornecendo informações e orientações que ajudam na tomada de decisões conscientes sobre saúde e bem-estar. Além da excelência técnica, a clínica se destaca pelo atendimento humanizado. George Carvalho considera o cuidado com as pessoas uma verdadeira missão de vida. Sua fé cristã influencia diretamente sua prática profissional, inspirando valores como respeito, compaixão e dignidade no relacionamento com cada paciente. Essa combinação entre conhecimento científico, tecnologia, prevenção e cuidado humano tem atraído pacientes de diferentes faixas etárias, desde crianças

até idosos, que buscam uma abordagem mais completa para alcançar saúde física, equilíbrio emocional e qualidade de vida. Mais do que tratar doenças, a Carvalho Healthcare trabalha para ajudar seus pacientes a recuperar energia, fortalecer o organismo, prevenir enfermidades e construir uma vida mais longa, saudável e plena. Em um sistema de saúde frequentemente focado na doença, a clínica oferece uma proposta inovadora: colocar a saúde, a prevenção e o bem-estar no centro de tudo. Especialidades e Serviços • Emagrecimento médico supervisionado • Terapia de reposição hormonal para homens e mulheres • Medicina funcional e integrativa • Testes genéticos e laboratoriais avançados • Testes de alergias e sensibilidades alimentares • Saúde mental • Medicina preventiva • Otimização da saúde e longevidade CONTATOS Carvalho Healthcare Endereço: 677 West Main St, Hyannis, MA 02601 Telefone: 508-441-4941 E-mail: info@carvalhohealthcare.com


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UniBank aposta no atendimento regional para impulsionar setor imobiliário

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Da redação

mercado imobiliário ganha um novo fôlego com a estratégia de "atendimento local" reforçada pelo UniBank. A instituição está promovendo sua linha de crédito habitacional com a

promessa de que todo o processo — do financiamento à tomada de decisão — ocorre dentro da própria comunidade do cliente, visando desburocratizar o acesso à casa própria. O portfólio apresentado pelo banco busca atender

desde o comprador de primeira viagem até investidores de grande porte. Entre as modalidades disponíveis, destacam-se:

• Convencional e Jumbo: Opções para diferentes faixas de valor de imóveis. • Refinanciamento: Para quem busca reorganizar as finanças utilizando um imóvel próprio. • Construção: Crédito específico para quem deseja tirar o projeto do papel do zero. O diferencial De acordo com o comunicado da instituição, o grande diferencial reside na consultoria. O UniBank afirma que seus credores utilizam a experiência regional para ajudar o cliente

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a escolher entre taxas fixas ou ajustáveis, dependendo das necessidades exclusivas de cada perfil e da realidade econômica local. "As hipotecas do UniBank são financiadas localmente. As decisões são tomadas localmente", enfatiza a instituição em sua nova campanha. Como contratar Para facilitar o acesso, o banco disponibilizou diversos canais de atendimento. Os interessados podem: 1. Visitar uma agência local para uma consultoria presencial. 2. Acessar o portal

oficial (www.unibank.com) para conferir taxas e realizar a inscrição online. 3. Contatar a central pelo telefone 1.800.578.4270. Vale lembrar que a aprovação está sujeita a análise de crédito e a contratação de seguro residencial é obrigatória para a efetivação do financiamento.


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Delícias Cake & Bakery, referência em sabor e tradição brasileira em Burlington (MA)

m uma cidade cada vez mais marcada pela diversidade cultural e gastronômica, Burlington, Massachusetts, abriga um espaço que vem conquistando brasileiros e americanos pela qualidade, autenticidade e atendimento diferenciado. Localizada na 45 Winn Street, a Delícias Cake & Bakery consolidouse como muito mais do que uma padaria e confeitaria: tornou-se um verdadeiro ponto de encontro da comunidade e uma referência quando o assunto é sabor brasileiro, produtos artesanais e experiências que despertam memórias afetivas. Para quem sente saudade do tradicional café da manhã do Brasil, com aromas familiares e receitas que remetem à infância ou para aqueles que buscam excelência na hora de celebrar

E

momentos especiais, a Delícias Cake & Bakery oferece uma proposta que une tradição, conveniência e qualidade em cada detalhe. Com funcionamento diário, das 5h da manhã às 10h da noite, o estabelecimento atende desde quem inicia o dia cedo rumo ao trabalho até famílias e grupos que procuram uma refeição saborosa ou um ambiente acolhedor ao longo do dia. Logo nas primeiras horas da manhã, o aroma do pão fresco e do café recém-preparado já anuncia a experiência que aguarda os clientes. O cardápio reúne um breakfast completo, cuidadosamente preparado para agradar diferentes paladares. Entre os destaques estão os tradicionais sanduíches brasileiros, o sempre indispensável pão

de queijo, além de opções acompanhadas por sucos naturais preparados na hora, incluindo sabores como laranja e maracujá. A proposta da casa é simples e ao mesmo tempo diferenciada: oferecer alimentos frescos, preparados com ingredientes selecionados e com o sabor genuíno da culinária brasileira. Mas o reconhecimento da Delícias Cake & Bakery vai muito além do café da manhã. A confeitaria tornou-se conhecida pela produção de doces típicos, sobremesas artesanais, bolos caseiros e criações personalizadas que transformam

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celebrações em experiências memoráveis. Aniversários, casamentos, chás, confraternizações e eventos corporativos contam com um serviço especializado de encomendas, desenvolvido para atender clientes que valorizam não apenas a estética dos produtos, mas também o equilíbrio entre apresentação impecável e sabor de alta qualidade. Os bolos personalizados da casa refletem criatividade, atenção aos detalhes e compromisso com a satisfação do cliente, características que ajudaram a fortalecer sua reputação na região. Em um mercado com-

petitivo, a Delícias Cake & Bakery se destaca justamente pela combinação entre tradição brasileira, produção artesanal e atendimento acolhedor. Mais do que vender produtos, o espaço oferece uma experiência que aproxima pessoas e preserva sabores que fazem parte da identidade cultural brasileira. Não por acaso, a padaria vem se consolidando como um dos endereços gastronômicos mais queridos de Burlington, reunindo diariamente clientes em busca de qualidade, conforto e daquele sabor que remete ao Brasil.

Serviço: Delícias Cake & Bakery 📍 45 Winn St, Burlington, MA 01803 📞 (781) 365-0181 📲 WhatsApp: (781) 661-8417 🕔 Funcionamento: todos os dias, das 5h às 22h

Roseli foi eleita a melhor do ano no segmento


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Restaurante Oasis é tradição brasileira em Medford com Nem só de Times Square vive Nova sabor e variedade York: o tesouro histórico escondido no extremo de Long Island O Da redação

restaurante Oasis, localizado na 373 Main Street, em Medford (Massachusetts), se consolidou como um dos pontos de encontro favoritos da comunidade brasileira na região. Com ambiente acolhedor e cardápio variado, a casa é conhecida por oferecer opções que agradam a todos os paladares — especialmente suas famosas porções, preparadas para compartilhar entre amigos e familiares. Entre os destaques, estão os pratos bem servidos de carnes, acompanhados de batatas fritas crocantes e petiscos tradicionais, que combinam perfeitamente com a cerveja gelada da casa. A proposta do Oasis é proporcionar momentos de descontração e boa gastronomia, unindo o sabor típico brasileiro com o clima de confraternização. Além da culinária, o restaurante também se

destaca pelo atendimento caloroso e pela localização estratégica em Medford, tornando-se uma escolha prática para quem busca qualidade e sabor em um só lugar. Reservas e pedidos podem ser feitos pelo telefone (781) 396-8337. Para quem deseja reviver os sabores do Brasil em um ambiente amigável, o Oasis é parada obrigatória.


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Atriz Isadora Gondim comenta a estreia na Globo: “acho até bonito que não tenha acontecido de primeira” Nove anos após seu primeiro teste na emissora, atriz potiguar é convidada para viver personagem de seu estado natal

Atriz Isadora Gondim. Foto João Hazin.

A estreia de Isadora Gondim na TV Globo começou muito antes de acontecer. Aos 19 anos, a atriz fez seu primeiro teste para a emissora, que na época procurava atores para a série Onde Nascem os Fortes. A oportunidade não se concretizou naquele momento. Quase uma década depois, quando Isadora já começava a considerar outros caminhos profissionais, a mesma produtora de elenco que havia conhecido seu trabalho voltou a procurá-la. Desta vez, não para um novo teste, mas para convidá-la a integrar o elenco de A Nobreza do Amor. “Olhando agora, acho até bonito que não tenha acontecido de primeira. A produtora de elenco já tinha me visto em 2017, lá na minha cidade (Natal-RN), no meu primeiro teste para a Globo. Em março desse ano ela me chamou para uma participação na novela, eu mandei meu material, mas acabaram escolhendo outra atriz. Fiquei bastante frustrada, porque queria muito fazer. Não recebi mais nenhuma mensagem por dois meses e achei que já era. Aí, o convite veio em junho! Me

surpreendeu porque era pra uma personagem que ficaria até o final, como parte relevante da trama”, conta. O convite ganhou um significado ainda maior quando Isadora descobriu qual seria seu papel: Rosa, uma jovem de aproximadamente 18 anos, nascida no interior do Rio Grande do Norte, que chega a Barro Preto com a família depois de perder praticamente tudo. “Entrar num estúdio da Globo pela primeira vez e carregando uma personagem que tem meu sotaque, que é da minha terra! Difícil de explicar essa emoção. Penso em todas as versões de mim que insistiram para que eu pudesse estar ali”, comenta. A atriz estava prestes a tomar outro rumo profissional. “Rosa chegou num momento muito simbólico da minha vida. Eu estava cansada, questionando muitas coisas e tentando entender se ainda fazia sentido continuar insistindo nesse sonho. O plano já era tentar um concurso público. Receber essa notícia naquele momento teve um significado que ultrapassou conseguir um trabalho. Foi quase

como a vida me dizendo: ‘fica só mais um pouco, que isso é pra você’.”, comenta. Uma personagem marcada pelo luto Na trama, Rosa é filha de Nilo (Daniel Porpino) e irmã de Severino (Pedro Fasanaro). A mais nova de uma família simples, ela chega a Barro Preto depois de ser expulsa, junto aos familiares, da fazenda do Boqueirão, onde trabalhavam. A família atravessa um momento de muitas perdas: Rosa acaba de perder a mãe para uma febre e também carrega o luto pela morte de três irmãos pequenos. Em meio à fome, ao luto e à necessidade de reconstruir a vida, ela precisa assumir responsabilidades grandes demais para sua idade. Ao mesmo tempo, preserva o talento que herdou da mãe, que lhe ensinou a costurar e fazer renda, habilidade que chama a atenção de Lúcia (Duda Santos), que a convida para trabalhar no ateliê Flor de Seda. Segundo Isadora, “Rosa é um pouco tímida, recatada, inocente, mas é meio desconfiada e está bem marcada pelo sofrimento que já viveu. Acho interessante

justamente essa contradição: ela ainda é uma menina, mas a vida começa a exigir dela uma mulher. Ela é justa, inteligente, observadora, talentosa com sua renda e costura”, comenta. Para viver Rosa, atriz aprendeu a costurar e fazer renda de bilro Para viver a personagem, Isadora decidiu aprender a costurar antes mesmo de chegar ao set, e pediu ajuda à avó de uma amiga. Durante as gravações, a atriz teve a oportunidade de aprofundar os aprendizados “tive um workshop de renda usando Bilro, com a Lili. Bilros são hastes de madeira usadas pra enrolar os fios e realizar a técnica artesanal da renda. Os alfinetes eram espinhos de flor de Mandacaru. Já usei em cena, uma coisa linda!”, explica. Já a preparação de elenco está a cargo de Jefferson Miranda. “Além dos diretores, que tem me recebido muito bem, o trabalho do Jefferson também tem sido incrível e fundamental para alcançar o tom da personagem. Ele que me ensinou a usar a máquina de costura! É um processo de criação muito cuidadoso, porque

Rosa exige que eu encontre uma realidade bem distante da minha. O mais importante tem sido não representar simplesmente uma menina pobre, triste, trabalhadora, mas encontrar as várias nuances que ainda existem nela, apesar de tudo que passou na vida, e apoiar minha atuação na profissão da personagem que é tão rica”, comenta. Encontros nos bastidores Além de Daniel Porpino e Pedro Fasanaro, a atriz contracena com os protagonistas Duda Santos e Ronald Sotto, e também com Ana Cecília Costa, no ateliê. “Assim como Rosa tem sido ajudada por Teresa na dramaturgia, Ana Cecília também é a atriz que mais me ajuda e acolhe no trabalho de cena, com uma generosidade tremenda”, revela. Para a atriz, um grande momento esperado é trabalhar com César Ferrario e Quitéria Kelly, outros dois potiguares que interpretam o Delegado Fortunato e sua esposa Maria Helena. Mas, dentre tantos encontros especiais, o mais simbólico foi justamente com Pedro Fasanaro: os dois são potiguares, ele foi seu veterano de Teatro na UFRN e, nove anos antes, estava ao lado de Isadora na fila para aquele primeiro teste da Globo. “Me sinto empolgada de fazer cena com todo mundo, já que é o meu primeiro papel na televisão. Esses dias descobri que vou contracenar com Lázaro Ramos! Mas preciso dizer que fiquei especialmente feliz de saber que tem outros artistas do Rio Grande do Norte dividindo a Nobreza do Amor comigo. César e Quitéria são dois gigantes do teatro, eu os assisto em Natal há muitos anos! Aprendi muito com eles, bem como Pedro Fasanaro. É uma pessoa que sempre admirei e que mudou coisas dentro de mim desde que vi no teatro pela primeira vez, na faculdade.

Estávamos juntos naquele primeiro teste, dando força um pro outro.”, declara. Uma atriz em movimento Nascida em Natal, Isadora é formada em Licenciatura em Teatro pela UFRN e já tem uma carreira construída entre o teatro e o audiovisual, mantendo uma formação continuada no Brasil e no exterior. Em 2021, foi a primeira brasileira a conquistar a bolsa integral Damián Alcázar para o curso de Acting for Film & Television na Vancouver Film School, no Canadá, onde concluiu a formação com honras. Também criou, escreveu e dirigiu o monólogo autoral Submergida. “Quando me perguntam onde eu estava antes da Globo me encontrar, eu gosto de pensar que ela me encontrou em movimento. Eu estava trabalhando com outras coisas para o sustento, mas estudando, criando minhas próprias oportunidades., fazendo testes, ouvindo ‘nãos’ e continuando. Eu já estava sendo atriz. A Globo representa uma oportunidade enorme de estabilidade financeira e, é sobretudo a realização de um sonho profissional, mas eu chego aqui carregando tudo o que construí antes dela”. Quanto ao futuro, Isadora revela que ainda quer muito mais: “Quero construir uma carreira em que exista espaço tanto para grandes produções quanto para trabalhos pequenos e profundamente pessoais, como Submergida. Quero orgulhar os meus, o povo da minha terra natal. Quero fazer personagens completamente diferentes de mim, que me levem a lugares que eu não conheço e que me façam aprender coisas que eu ainda não sei. Quero conseguir transitar sem perder a verdade. Talvez seja isso: eu não quero apenas ser vista, quero sempre ter algo pra mostrar quando estiverem olhando”, conclui.


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El joven está lleno de opiniones, pero carece de experiencia

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Por Roberto Ravagnani s rápido en el juicio, rápido en el dedo que señala, pero lento en el gesto que ayuda. Creció conectado con todo el mundo, pero desconectado de la calle de la ciudad misma. Y es precisamente por esta razón que el trabajo voluntario debe tratarse no como un "extra", sino como una parte esencial de la formación humana. El voluntariado tiene una cualidad poco común: desmonta ilusiones. Pone a los jóvenes delante de realidades que no caben en la pantalla de un móvil. Demuestra que la vida no es un algoritmo, no es una fuente, no es un filtro. Son personas. Personas que sufren, que luchan, que necesitan — y que, al mismo tiempo, enseñan. Porque esto es lo que el voluntario descubre pronto: quienes ayudan aprenden más que quienes reciben. Aprenden a tratar con el otro, con lo diferente, con lo difícil. Aprenden que el mundo no gira en torno a sus propias urgencias. Aprenden que responsabilidad no es una palabra bonita, es una práctica diaria. Y, sobre todo, aprenden que la madurez no nace con la edad; nace con la convivencia. El joven que se involucra en el voluntariado gana algo que ninguna escuela, ningún curso, ninguna tutoría ofrece: conciencia

social encarnada. Llega a entender el país no por los números, sino por las caras. No por los titulares, sino por las historias. Y eso lo cambia todo — cambia la forma en que vota, cómo trabaja, cómo se relaciona, cómo sueña. Pero aquí está la provocación final: ¿por qué seguimos tratando el voluntariado como una excepción? ¿Por qué no lo ponemos en el centro de la formación de los jóvenes? Quizá porque exigir que se acerquen a la realidad signifique exigir que los adultos hagamos lo mismo. Y eso requiere trabajo. El voluntariado no es caridad. Es forjar el carácter. Es un ejercicio de humanidad. Es el tipo de experiencia que debería ser obligatoria — no por ley, sino por conciencia. Porque, al final, un país solo cambia cuando sus jóvenes dejan de mirar el mundo desde lejos y empiezan a tocarlo de cerca.


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Pastor é acusado de assediar e publicar fotos da esposa nua na internet antes de ela cometer suicídio.

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uase dois anos após a suposta morte por suicídio de sua esposa, Mica Miller, o pastor John Paul Miller, da Carolina do Sul, foi formalmente acusado de vários crimes. Após a morte da esposa, Miller passou a ser alvo de investigação. Pessoas próximas a ela — cuja causa da morte foi apontada como um disparo de arma de fogo na cabeça autoinfligido — acreditam que o marido teve um papel maior na morte dela do que o que tem sido divulgado. John Paul Miller apressou-se em afirmar que a morte dela fora suicídio, mesmo antes de a causa oficial ser divulgada. Agora, as suspeitas ganham força, pois ele teria assediado a esposa por pelo menos um ano antes de ela morrer. Em um comunicado à imprensa divulgado em 18 de dezembro de 2025, a Procuradoria dos EUA para o Distrito da Carolina do Sul anunciou que um grande júri federal indiciou John Paul Miller por duas acusações criminais. A partir de novembro de 2022, o pastor de 46 anos enviou "comunicações indesejadas e de caráter persecutório" à esposa, Mica Miller (de quem estava

separado), até a morte dela, em 27 de abril de 2024, segundo o comunicado. O assédio incluiu a publicação de uma foto dela nua na internet sem consentimento, a instalação de dispositivos de rastreamento no carro dela e o contato com ela 50 vezes em um único dia. Quando investigadores federais questionaram o pastor sobre a acusação, ele mentiu. John Paul Miller afirmou não ter danificado os pneus do carro dela, mas descobriu-se que ele havia comprado um dispositivo para esvaziar pneus pela internet. Ele também teria entrado em contato com outras pessoas a respeito do veículo dela. John Paul Miller pode enfrentar cinco anos de prisão por perseguição cibernética (*cyberstalking*) e dois anos por prestar declarações falsas. Além disso, está sujeito a uma multa de até 250 mil dólares. A audiência de leitura das acusações está marcada para 12 de janeiro de 2026. O casal estava em processo de divórcio na época da morte dela, informou a ABC 30. Antes de morrer, Mica Miller disse à polícia que "temia por sua vida", relatou a WPDE. Ela afirmou

acreditar que estava sendo seguida e informou à polícia que um mecânico havia encontrado um dispositivo de rastreamento instalado em seu carro. Essa situação precisa, no mínimo, ser investigada a fundo. "É preciso haver alguma responsabilização

aqui", disse seu amigo Kenn Young à WPDE dias após a morte dela. "Porque, sim, uma vida foi tragicamente perdida, e a questão não se resume apenas a problemas de saúde mental." Pessoas próximas a ela iniciaram um abaixo-assinado após ela supostamente tirar a própria vida, exigindo que as autoridades policiais levassem mais a sério as denúncias de assédio. Até o momento, mais de 40 mil pessoas assinaram a petição. O documento relata que Mica Miller "perdeu a vida porque ninguém a ajudou a escapar do assédio e da perseguição obsessiva — entre outras coisas — por parte de seu futuro ex-marido, de quem ela tentava desesperadamente se afastar". "Ela fez inúmeras denúncias, nenhuma ordem de restrição foi emitida e ela não recebeu ajuda, nem mesmo das autoridades policiais", acrescenta o texto.


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O termo Latino não faz sentido nenhum

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esde a performance do cantor Bad Bunny no Half Time Show do Super Bowl no início deste ano eu venho elaborando melhor uma percepção que sempre me incomodou, mas nunca havia me dado conta de verdade de todas as problemáticas envolvidas. Foi só depois de ver toda a celebração e a comoção em torno de um culto à união da latinidade das Américas, quase como uma reconquista em solo americano feita por um artista que usa um nome bobo em inglês, que a coisa toda desatinou. Escutamos isso em todo lugar: em livros de escola, em palestra de faculdade, em programa de TV, em formulário de imposto de renda americano. “Somos latino -americanos.” “A cultura latina.” “A identidade latina.” E todo mundo só aceita mesmo. Latino por quê? A resposta mais comum é que somos povos colonizados por línguas de origem latina. Espanha e Portugal, basicamente. Daí a América Latina: do México para baixo, passando pela América Central e pela América do Sul, com o Brasil incluído. Os Estados Unidos e o Canadá ficam de fora porque falam inglês. Só que essa explicação dura exatamente até o primeiro pensamento honesto surgir. A Jamaica fala inglês. Ela é latina? Cabo Verde fala português, mas fica na África, então conta ou não conta? Angola fala português. Moçambique fala português. Timor-Leste fala português, do outro lado do mundo, na Ásia. Nenhum desses lugares costuma aparecer quando alguém fala em “marcas de latinidade”, mas pela lógica do idioma eles deveriam estar exatamente na mesma cesta que o Brasil e o México. Não estão. O critério não se sustenta. Vão tentar consertar dizendo que latinidade também é sobre as Américas, sobre um continente específico, sobre uma experiência histórica compartilhada de colonização europeia no Novo Mundo. Ora, neste caso, por que a parte francesa do Canadá, o Quebec, onde as pessoas falam francês (uma língua tão latina quanto o espanhol), no continente americano, com um sistema jurídico próprio derivado do direito civil francês, diferente do common law do resto da nação, não é considerado latino? Porque a explicação muda de novo. Agora a conversa vira sobre protestantismo versus catolicismo, sobre pertencer a uma esfera cultural e a uma tradição política anglosaxã mesmo falando francês. Em outras palavras, agora estamos misturando direito e religião à definição. Até onde vai essa elasticidade de critérios?

Se for o de cultura, a unidade some ainda mais rápido. O Cone Sul (Argentina, Uruguai, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) tem um jeito de viver que em muitos aspectos se aproxima mais de certas regiões da Europa do que de Porto Rico ou da Colômbia. São Paulo cosmopolita, com sua classe média e sua elite de origem europeia recente, cabe na mesma categoria que uma cidade do interior da Bolívia ou de Honduras? Toda vez que você fecha um buraco na definição, abre outro em algum canto que você não tinha previsto. Aliás, o jeito como o termo latino é usado nos Estados Unidos costuma confundir categoria étnica com categoria cultural, e o resultado prático é um purê nonsense. Um brasileiro de ascendência alemã, italiana ou polonesa, nascido aqui, sem nenhuma mistura indígena ou africana na árvore genealógica, ainda assim vai ser classificado como não branco, porque a nacionalidade dele automaticamente vira raça aos olhos de muita gente. Enquanto isso, um americano com sobrenome italiano, dos Sopranos para cá, é tratado como branco sem discussão nenhuma, mesmo vindo de uma cultura tão latina quanto qualquer outra em termos de língua de origem. O pesquisador Edward Telles, que estuda classificação racial na América Latina, mostra bem essa diferença. A região de onde viemos lida com raça como espectro, com gradação, com uma quantidade enorme de categorias intermediárias. Os Estados Unidos, historicamente, lidam com raça como um sistema binário. Quando esse binário tenta processar a gente, ele força um encaixe que simplesmente não corresponde à experiência real de quem vivenciou aquilo por dentro. O americano médio, em geral, não distingue essas nuances. Nasceu no Brasil? Já era, filho. Agora vai residir no nosso limbo estatístico. A história do termo ajuda a entender por que ele nunca fechou de verdade. No século XIX, intelectuais franceses, entre eles Michel Chevalier, começaram a falar de uma “raça latina” nas Américas como contraponto à América anglo-saxã. Havia interesse político nisso. A França de Napoleão III queria espaço de influência. Quase ao mesmo tempo, pensadores hispano-americanos como Francisco Bilbao e José María Torres Caicedo também usaram a expressão, desta vez como forma de união contra a expansão norte-americana. O conceito nasceu tensionado entre projeto imperial europeu e reação local. Depois foi sendo preenchido com outros conteúdos: às ve-

zes cultural, às vezes racial, às vezes político. Nunca deixou de ser um termo de combate ou de administração. Pode-se assim ver que essa etiqueta não é ancestral. Não veio de um sentimento espontâneo de povos que se reconheceram como irmãos ao longo dos séculos. A ordem foi inversa do que a gente costuma assumir. Dois séculos de símbolos, imagens e sentimentos injetados. Latinidade não é um conceito. É uma colcha de retalhos, remendando furo atrás de furo, tentando abraçar um conjunto de países e pessoas que, na prática, não têm tanto em comum entre si. Eu sempre tive a impressão de que esta coisa toda funciona, em boa medida, como uma forma de organizar o quintal. Uma maneira de reunir, sob um único rótulo, tudo o que fica ao sul da fronteira americana. Uma categoria prática que carrega hierarquia, mesmo quando tenta parecer neutra. Vocês falam uma língua que não é germânica. Vocês têm outra organização cultural. Vocês são mais católicos. Vocês são mais miscigenados. No fundo, a mensagem que sobra é de diferença e, muitas vezes, de inferioridade. Depois, com o tempo, o próprio termo foi sendo reapropriado, se tornando bandeira, uma identidade a ser afirmada. Especialmente nos tempos atuais, virou uma espécie de “qual lado você está” e de qual lado você tem que estar, mesmo não se identificando com ele. Curiosamente, hoje é o setor progressista quem mais abraça o rótulo, tentando virar o jogo, pegando o que nasceu como ferramenta de classificação administrativa e tentando reprocessar isso como orgulho, como resistência ao imperialismo cultural americano. Parte da esquerda o redefiniu como identidade de resistência, quase no mesmo movimento que transformou palavras antes pejorativas em bandeiras. A tentativa de pegar o que era marca de diferença e transformar em orgulho. O problema é que a operação apagou as contradições reais e exigiu adesão a um pacote cultural e político que muita gente não reconhecia como seu. A tentativa de forçar essa adesão funcionou em parte, mas ao custo de nivelar o padrão de vida e a produção cultural a níveis paupérrimos. Basta ver o que costuma aparecer quando se fala em “cultura latina” no imaginário popular. Mesa e cadeiras de bar de plástico nas calçadas, copo americano, fiação exposta, vielas decadentes, aquele bendito vira-lata caramelo, aquele tipo de romantização dos amontoados cortiços (um verdadeiro pesadelo urbano, mas no qual todos os humildes mo-

radores conseguem ser felizes e de bem com a vida), consumo de música extremamente sexualizada que invariavelmente influencia comportamentos sociais voltados aos prazeres materiais e corpóreos. Nada disso é expressão orgânica. Foi sendo construído também, em boa parte por fora, por quem definia a partir de qual perspectiva a gente seria retratado. A antropóloga Arlene Dávila escreveu justamente sobre como a publicidade e a mídia foram fabricando os símbolos visuais da latinidade para vender para um público específico, americano, que precisava de um pacote fácil de reconhecer. Não é acusação de conspiração. É simplesmente como indústria cultural funciona. Só que o resultado é que o que antes era relegado às grandes massas foi crescendo em direção a se tornar uma iguaria para a classe média e até mesmo para os de padrão econômico mais elevado. Adestrados, tomamos de bandeja um figurino desenhado em grande parte por quem estava de fora olhando para dentro. Um setor cultural alçado à generalização. Como se a diversidade interna desaparecesse e sobrasse um pacote pronto para consumo. E aqui está o ponto que mais me incomoda: não tem a ver apenas com o rótulo externo. Tem a ver especialmente com o que fazemos com esse olhar quando o internalizamos. Aceitar a latinidade, do jeito que ela circula, muitas vezes significa acomodar e até celebrar hábitos de desleixo, informalidade extrema, sensualidade ostensiva e uma estética de precariedade. O que antes podia ser visto como problema a ser superado (a bagunça urbana, a falta de formalidade, o improviso permanente, o “jeitinho” elevado a virtude) passou a ser tratado como a nossa autêntica identidade. O ressentimento diante da inferioridade atribuída de fora se transformou em uma espécie de orgulho invertido. Abraçamos o estereótipo e ainda cobramos que os outros o celebrem junto. A crítica a essa romantização da marginalidade é justamente por isso: uma vez que a precariedade vira estética e identidade, o risco é naturalizar a miséria em vez de enfrentá-la. Claro que isso tudo não é exclusividade da experiência latina. Toda grande identidade coletiva tem um certo componente de construção. Benedict Anderson escreveu sobre isso a propósito das nações, chamando-as de comunidades imaginadas, porque

nenhum de nós vai conhecer pessoalmente a maioria dos nossos compatriotas e mesmo assim sentimos que pertencemos a algo comum. O sociólogo alemão Max Weber, ainda no início do século XX, já tinha notado que grupo étnico se define menos por parentesco de sangue comprovável e mais por uma crença subjetiva compartilhada de ascendência comum. Uma identidade coletiva não precisa ser falsa só porque foi construída. O problema não é a construção em si. O problema é a bagunça na hora de decidir quem entra e quem fica de fora, e o que essa etiqueta especificamente carrega quando é aplicada, tanto de fora para dentro quanto de dentro, e o que isso produz culturalmente, atingindo profundamente os âmbitos da autoestima nacional e o subsequente sentimento de pertencimento. Alguns estudiosos já trabalharam sobre este tema com maior clareza. O historiador Mauricio Tenorio-Trillo, no livro Latin America: The Allure and Power of an Idea, trata a ideia de América Latina como um constructo que já deveria ter envelhecido junto com as teorias raciais do século XIX, mas que continua vivo, especialmente na academia americana, sob a forma de uma versão simplificada e didática. O escritor cubano Guillermo Cabrera Infante foi mais direto. Disse que América Latina nunca existiu. Que o termo cria confusão, ignorância e uma forma de racismo. Recusou o rótulo de escritor latino-americano e preferiu ser chamado apenas de cubano. São posições que deveriam estar em corrente conversa nos ambientes de mídia, mas é mais provável que a maior parte dos leitores jamais sequer tenha ouvido falar dessas ideias contrárias. No Brasil a identificação sempre foi mais fraca. Pesquisas mostram que uma parcela minúscula da população se define prioritariamente como latino-americana. A maioria por aqui se diz simplesmente brasileira. Isso tem a ver com história diferente, língua diferente, processo de independência diferente e uma construção de nacionalidade que nunca dependeu tanto da oposição ao “anglo-saxão” quanto em outros países do continente. No entanto, ao mesmo tempo que muita gente recusa o rótulo no discurso, continua reproduzindo no cotidiano exatamente o estereótipo que ele carrega: a vestimenta excessivamente casual, a música hipersensualizada, a estética do despojado e das chilling

vibes eternas. A rejeição verbal convive, em vários casos, com a adesão prática. Este termo coringa misturou língua, território, religião, direito, raça e estereótipo cultural numa panela só. Cada vez que se tenta limpar uma parte, outra fica suja. Uma saída consideravelmente mais honesta pode ser usar a palavra com aspas, ou ao menos com cautela. Reconhecer que ela existe, que circula, que organiza formulários e discursos, mas que não descreve nenhuma essência profunda. Que o Brasil, a Argentina, o México, a Colômbia e a Guatemala têm histórias próprias, tensões próprias e identidades que não precisam ser dissolvidas num único adjetivo para terem valor. Ser latino, do jeito que a expressão costuma funcionar, soa como um castrador, um limitante, colocando-nos em uma espécie de posição de inferioridade com as poderosas nações do hemisfério norte. E da inferioridade costuma nascer o ressentimento, como já apontava Paulo Freire. Eu não estou dizendo que não existe nada de real conectando a gente. Existe sim uma herança linguística comum, uma matriz religiosa que marcou profundamente boa parte do continente, um jeito de organizar família que difere do modelo anglo-saxão em vários aspectos. Isso é real e vale a pena ser explorado com seriedade. O que eu questiono é a pretensão de que essas conexões parciais somem alguma coisa sólida o bastante para justificar meter Jamaica, Quebec, São Paulo e o interior da Guatemala dentro da mesma caixa, e ainda por cima deixar que essa caixa seja definida principalmente por quem está de fora olhando para dentro, decidindo o que conta e o que não conta. Ou, pior, por nós mesmos quando decidimos abraçar o figurino pronto e ainda nos orgulhar dele. A pergunta honesta não é “o que é ser latino”, porque essa pergunta pressupõe que existe uma resposta fechada esperando ser encontrada. A pergunta certa é tentar verificar a quem interessa que a gente continue aceitando essa resposta pronta sem questionar, e os efeitos práticos disso no nosso dia cultural como nação. Enquanto isso, vou continuar achando estranho que uma etiqueta inventada numa sala de burocracia federal americana do pós-guerra tenha virado o jeito mais natural de explicar quem somos e o que devemos ser.


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General Lívia Rosa News

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Chegou aos Estados Unidos a consulta médica em português que a comunidade brasileira esperava “A CallMed USA conecta brasileiros nos EUA a médicos brasileiros por vídeo e leva a receita até a farmácia mais perto de casa, no seu idioma, sem burocracia.”

José Roberto Marques chega a 132 livros lançados e figura como um dos autores mais vendidos do país Após vender mais de 5 milhões de cópias em apenas um dos seus títulos, cientista traz Psicologia Marquesiana unida a outros profissionais no livro Depressão

Em um cenário onde a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta mais de 280 milhões de pessoas com depressão, o cientista, escritor, filantropo e mentor José Roberto Marques (@joserobertomarques) lança seu 132º livro, Depressão, obra que reúne relatos reais, estudos, práticas de fortalecimento emocional e contribuições de profissionais da saúde mental à luz da sua Psicologia Marquesiana. Com este lançamento, Marques figura entre os cinco autores com mais obras lançadas no país, ficando atrás somente do brasileiro que entrou para o Guinness, Rodolfo Francisco Luchett, com 1.500 livros, do escritor José Inoue, com 1.100 títulos, e de Chico Xavier, que acumula 450 produções literárias. Em entrevista sobre o seu novo projeto, José Roberto Marques afirma que a escolha do título foi intencional e rompe com um padrão normalmente adotado pelo mercado editorial. “Ninguém nunca teve coragem de lançar um livro com esse título tão direto. Eu quis falar justamente sobre os lados pouco ditos da depressão, de forma realmente ampla e verdadeira, mas também trazendo práticas que realmente agreguem à vida das pessoas”, conta. A obra tem a supervisão científica da renomada Psiquiatra, Dra. Beth Valle, que também relata sua própria experiência e descreve como estratégias desenvolvidas por José Roberto Marques fizeram parte de seu processo de reconstrução emocional. O objetivo da obra é ampliar a compreensão sobre a depressão, oferecer ferramentas que possam contribuir para o enfrentamento dos desafios emocionais e estimular uma cultura de prevenção, sempre respeitando os limites da ciência. O livro também reforça, em diversos momentos, uma orientação considerada essencial por especialistas: a depressão é

uma condição clínica complexa, multifatorial e que nem sempre pode ser prevenida, exigindo avaliação individualizada e acompanhamento por profissionais habilitados. Estratégias de fortalecimento emocional podem atuar como recursos complementares, mas não substituem diagnóstico, psicoterapia ou tratamento médico quando indicados. Dados recentes publicados pela Organização Mundial da Saúde mostram que a depressão afeta pessoas de todas as idades e pode comprometer significativamente a vida pessoal, familiar, social e profissional. A entidade destaca ainda que, apesar de existirem tratamentos eficazes, muitas pessoas ao redor do mundo ainda enfrentam barreiras para obter atendimento adequado, seja por estigma, dificuldade de acesso ou falta de informação. É justamente nesse contexto que José Roberto Marques propõe uma abordagem direta, sem romantização e sem suavizar os desafios impostos pela doença. Com mais de 5 milhões de cópias vendidas em um de seus títulos e consolidado como um dos autores brasileiros mais prolíficos do desenvolvimento humano, José Roberto Marques chega ao seu 132º livro ampliando um legado voltado à educação emocional e ao desenvolvimento humano. Em Depressão, o autor convida o leitor a olhar para uma das doenças mais incapacitantes da atualidade sem tabus, sem superficialidade e com responsabilidade científica, reunindo conhecimento, relatos e práticas que buscam contribuir para uma compreensão mais profunda da saúde mental, sempre reforçando que o tratamento deve ser conduzido por profissionais qualificados. Fotos: Time IBC

Descrever uma dor no peito, uma crise de ansiedade ou os sintomas de um filho com febre em um idioma que não é o seu. Essa é uma das barreiras mais comuns — e mais silenciosas — enfrentadas por brasileiros que vivem nos Estados Unidos na hora de buscar atendimento médico. A CallMed USA nasceu para resolver exatamente esse problema: uma plataforma de telemedicina que conecta a comunidade brasileira a médicos brasileiros, por vídeo, no conforto de casa. Para quem já recorreu a um urgent care americano, a experiência costuma ser parecida: sala de espera cheia, formulários em inglês e, no fim, uma conta alta e mais dúvidas do que respostas. O acolhimento do médico brasileiro, aquele que entende o jeito de falar e a forma de descrever um sintoma de quem cresceu no Brasil, muitas vezes fica a milhares de quilômetros de distância. É esse vínculo que a CallMed USA propõe recriar, mesmo estando nos Estados Unidos. O funcionamento é simples. O paciente agenda uma consulta por vídeo com um médico brasileiro, atendido inteiramente em português. Em seguida, um médico licenciado nos Estados Unidos revisa o caso e converte o tratamento indicado para o medicamento equivalente reconhecido no país, garantindo que a receita seja válida em qualquer farmácia americana. A partir daí, o paciente escolhe: receber o pedido já encaminhado para a farmácia mais próxima de casa — CVS, Walgreens ou Walmart — ou apenas a receita, para comprar por conta própria e no seu tempo. Um dos pontos mais valorizados pela empresa é a proteção de dados, tema sensível para muitas famílias brasileiras nos EUA. Todo o atendimento segue as exigências da HIPAA, lei de privacidade em saúde dos Estados Unidos, e da LGPD brasileira. As informações do paciente são compartilhadas apenas com o médico responsável pelo caso, e nenhuma etapa avança sem autorização expressa de quem está sendo atendido. "Quando alguém está doente longe de casa, a última coisa que deveria pesar é o idioma. Criamos a CallMed USA para que nenhum brasileiro precise escolher entre ser entendido e ser bem tratado; as duas coisas acontecem na mesma consulta", diz

Juan Ramos, CEO da CallMed USA. Com cerca de 1,9 milhão de brasileiros vivendo hoje nos Estados Unidos, segundo o Itamaraty, a maior comunidade brasileira fora do Brasil, a proposta da CallMed USA é tornar o cuidado com a saúde tão simples quanto conversar com alguém que entende você. O agendamento é feito pelo site da empresa, com atendimento 100% em português. Sobre a CallMed Com mais de uma década de atuação, a CallMed consolidouse como uma das principais healthtechs brasileiras ao ampliar o acesso à saúde por meio da tecnologia. Sua plataforma própria de telemedicina conecta pacientes a uma rede com mais de 5.000 médicos cadastrados, distribuídos em mais de 20 especialidades, garantindo atendimento ágil, seguro e disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. Presente em diferentes regiões do Brasil, com atuação em cidades de múltiplos estados, a empresa destaca-se pela capilaridade e pela capacidade de atender desde grandes centros até municípios com menor oferta de serviços de saúde. Com impacto potencial superior a 1,6 milhão de pessoas, a CallMed opera com alta capacidade de escala, realizando milhares de atendimentos mensais e mantendo operações ativas em cidades de pequeno, médio e grande porte. Seu modelo combina eficiência operacional com flexibilidade, permitindo rápida expansão e adaptação às demandas de diferentes perfis de clientes e regiões. Entre seus principais diferenciais estão a redução do tempo de espera para atendimento, que pode chegar a cerca de cinco minutos em projetos específicos, e a integração completa com o ecossistema do SUS, incluindo sistemas como o e-SUS Digital e prontuários eletrônicos. Além disso, a CallMed investe em soluções físicas, como totens e cabines de telemedicina, levando atendimento especializado a áreas com escassez de profissionais. Com tecnologia proprietária e foco em escala sustentável, a empresa contribui diretamente para a modernização e ampliação do acesso à saúde no Brasil.


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General Viver Bem News em NY

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Atriz Brasileira Revela Como Brilhar Perto e Longe dos Holofotes Por Liza Andrews

um artigo anterior, “Manhattan: O Lugar de Realizar Sonhos e Ganhar Milhões,” discutimos o desejo de vir para cidades como Nova Iorque em busca do sonho de uma carreira no teatro ou no cinema. Assim como da falta de apoio das famílias que consideram tais aspirações não realistas, e das oportunidades alternativas que os que almejam alcançar esta meta temem desperdiçar. Será que vale a pena investir anos em algo altamente competitivo que pode não dar em nada? Pareceria mais seguro se houvesse outras possibilidades de carreira dentro do universo do ator? Num vôo internacional, tive o prazer de conversar com Marcela Moura, uma atriz versátil, que migrando e imigrando, conseguiu conciliar carreiras distintas, e tornar-se uma renomada artista, pesquisadora e professora. Em nossa entrevista, Marcela traz perspectivas novas e promissoras para os que consideram sua profissão.

N

Marcela, como se iniciou sua carreira no teatro? Foi na minha cidade natal. Na Fundação de Artes Cênicas de Goiás, sob a direção de Hugo Zorzetti. Por mais que a gente sonhe alto e queira ver outros lugares, é importante ter uma boa base onde se está. Como acontece com muitos profissionais da minha área, no início, o tempo para a arte precisa ser dividido com outro trabalho. Eu tive uma primeira formação em Ciência da Computação, e trabalhei 10 anos como analista de sistemas na Empresa de Eletricidade de Goiás. Na época, eu fazia parte de outra companhia teatral, a Martim Cerêrê, e vivia na fronteira entre arte e tecnologia. Estes dois grupos foram extremamente importantes para a cultura de Goiás, e para a formação de jovens artistas fora do eixo Rio-São Paulo, num

momento em que ainda não existia uma universidade para o estudo do teatro. Foi uma experiência fundamental que me deu certeza de que eu deveria prosseguir. E quais foram seus próximos passos para se tornar uma artista? No Rio de Janeiro, estudei na renomada CAL— Casa das Artes de Laranjeiras— de onde saem muitos dos atores Globais. Fiz Mestrado em Artes Cênicas pela UNIRIO, e então, resolvi voar mais alto e estudar no exterior. Fiz meu Doutorado em teatro e performance pela Universidade Sorbonne Nouvelle, em Paris. Impressionante. E para quem está pensando em investir na carreira de ator, mas teme não conseguir trabalhar 24 horas na profissão, quais são as alternativas ligadas à área? Além de atuar no palco e na frente das câmeras, há uma infinidade de aplicações que mantêm o profissional no segmento, com realização pessoal e amparo financeiro. Eu possuo experiência em teatro, cinema e televisão, atuando como encenadora, atriz e performer. E me dedico também à pesquisa: teatro, ecologia e sistemas complexos; performance; processos de criação; pesquisa-criação; e pedagogia do ator. Como expert é possível também escrever livros e artigos para publicações de renome. Nos conte um pouco mais sobre a sua atuação acadêmica. Atualmente, sou professora na CESGRANRIO e faço parte de associações locais e internacionais como a FETEG, a ABRACE, a EASTAP e a FIRT. Como fruto desta rede de encontros artísticos e acadêmicos, colaboro e participo de congressos no mundo todo, e fiquei feliz em coorganizar o primeiro congresso artís-

tico e cultural da Faculdade Cesgranrio. Indivíduos interessados em cinema e teatro que não possuam experiência artística, podem assistir/participar deste tipo de evento? Sem dúvida. Fiquem ligados online. Basta fazer as inscrições no site da Cesgranrio pra participar ao vivo ou à distância. Quem é estudante, profissional ou simplesmente apaixonado por teatro e cinema não pode perder essa chance. Estes evento são uma oportunidade única para conhecer gente do ramo, trocar conhecimentos e pra quem desejar, colaborar em projetos inovadores. O objetivo é descentralizar o conhecimento e promover a colaboração. Acreditamos que todos têm voz e a interdisciplinaridade é a palavra de ordem. Vamos romper com os modelos tradicionais e explorar novas perspectivas que vão ampliar horizontes e impulsionar carreiras. Parece um espaço para a arte de atuar, onde as barreiras entre teatro e cinema desaparecem. Exatamente. Permitiremos que idéias e práticas fluam livremente. Haverá mesas de debates, palestras e workshops, e as pessoas podem se inscrever para participarem presencialmente ou de forma virtual. Discutimos temas super contemporâneos, como as novas tendências do mercado artístico, a entrada de novos talentos e as inovações que estão moldando o futu-

ro das artes cênicas e audiovisuais. Há especialistas de várias áreas, com tradução simultânea. De volta à sua experiência pessoal, você parece ter criado uma rede internacional de contatos, sendo professora da Cesgranrio, dando aulas como professora convidada em universidades francesas e agora coorganizando congressos internacionais. Mas você nunca perde a ligação com a sua terra. Sim, continuo fazendo filmes e dirigindo espetáculos em Goiás. E como é pra você a experiência de ser uma imigrante? Eu sou uma “migrante” que não estabelece casa, mas ocupa fronteiras. Acho que ser migrante é um estado d’alma. Me sinto migrante na vida, sempre em estado de curiosidade e descoberta. O importante no meu caso é que tenho a grande chance de sempre manter o contato com minhas raízes. Na verdade, vou incorporando outras culturas, adotando outras formas de ver o mundo e tento reatualizar constantemente e amorosamente a minha visão sobre minha cultura local, meus conterrâneos e antepassados. Sou muito grata à tra-

jetória que percorri e aos companheiros que encontrei e encontrarei pelos novos caminhos. Acho que é importante neste momento fazermos um exercício de busca de um pensamento holístico, que ultrapasse as noções de fronteiras para estabelecer diversas formas de cooperação. Precisamos pensar em novas formas de constituir mundos diversificados e amorosos. E falando em ultrapassar fronteiras, você lançou um livro interdisciplinar sobre teatro e inteligência artificial, não é? Sim, meu livro faz parte da divulgação de minhas pesquisas. O título é “Sistemas Teatrais Complexos: Uma Modelagem dos Processos Colaborativos de Enrique Diaz”. Foi aqui que minha formação em Ciência da Computação veio a calhar. Quando comecei o meu doutorado na França, percebi que alguns laboratórios de tecnologia e robótica tinham interesse em colaborar com artistas visando compreender melhor a expressividade humana. Visto isso, decidi fazer o caminho inverso e compartilhar meus conhecimentos sobre os sistemas computacionais inteligentes com os artistas. Proponho uma metodologia de estudo do teatro inspirada nos sistemas inteligentes, chamados sistemas nebulosos. E quais são os seus projetos futuros? Continuar construindo networks e aproximando entidades de diversos campos e de naturezas diferentes, tanto humanas como não humanas. Também tenho me interessado bastante pela interação entre teatro e

ecologia. Aliás, estes são os temas das duas entrevistas do congresso da Cesgranrio nas quais estarei presente: “Teatro e Tecnologias” e “Teatro e Ecologia.” Marcela Moura é um inspirador exemplo do imigrante que encarou as dificuldades, e não deu ouvidos se alguém disse que seus sonhos e planos poderiam dar errado. Tudo pode dar errado. O emprego de artista ou o mão-na-massa que você odeia. Não trabalhe apenas para pagar as contas. Principalmente se você é imigrante. Na juventude ou temporariamente, isso pode parecer viável. No entanto, há cada vez mais relatos do aumento dos vícios para encobrir frustrações. No longo prazo, uma vida preenchida apenas com obrigações — sociais ou financeiras —é a melhor receita para a depressão. Se você teve a coragem de abandonar o aconchego de seu país, idioma e cultura para “fazer mais”, não se limite ao aspecto financeiro. A ganhar mais do que ganharia em seu país de origem, fazendo outra função que não lhe satisfaz. Concilie. Tenha um trabalho pra pagar as contas, e em paralelo, sonhe, e procure pessoas da área que lhe interessa. Mesmo que não tenha apoio dos que o cercam. A vida é sua e trabalho ocupa tempo demais dela para não fazer sentido, ou pior: lhe fazer infeliz. Encontre, mesmo que parcialmente, uma carreira que você ame. Liza Andrews é jornalista e apresentadora de TV em Nova Iorque. Acompanhe e envie perguntas e sugestões para a colunista pelo Instagram @LizaAndrewsOficial


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General News

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ENTRETENIMENTO

Participe dos grupos de WhatsApp e Facebook do Brazilian Times! Q

NOSSOS LINKS DE ACESSO

Da redação

uer se manter informado sobre tudo que acontece nos Estados Unidos, encontrar oportunidades de emprego, locais para morar ou até mesmo divulgar suas empresas e serviços? Os grupos de WhatsApp do Brazilian Times são o ponto de encontro ideal para a comunidade brasileira. Compartilhe suas experiências, faça novas amizades e esteja por dentro de tudo o que acontece na nossa comunidade. Para participar, é simples: Acesse os links a seguir. Ao entrar, apresente-se e comece a interagir com outros membros. Compartilhe informações úteis, faça per-

Classi MA: https://chat.whatsapp.com/DP0f85MkYUQ4otIH3Cp8BH Framingham: https://chat.whatsapp.com/BYbzAN27JKlKfxiXbw2wBT Somerville: https://chat.whatsapp.com/BRfwkJQDRifBWmniJSQ3mb South Carolina: https://chat.whatsapp.com/GSCx65RoQSU5EmrtKWMI2R Flórida: https://chat.whatsapp.com/EHBOwXkZotmLuwOB1ZMjtM Orlando: https://chat.whatsapp.com/Cq4LYlRfzDtCzP775ONq9v Newark: https://chat.whatsapp.com/IQKupcffA3G2elVEiQdZjG New York: https://chat.whatsapp.com/JwuqkRM2OtU3KKKRxWemj3 Chicago: https://chat.whatsapp.com/HvjScmlOF0sGcyJ2so6Rvj Califórnia: https://chat.whatsapp.com/BF8G1u0AaoPHnNrvmRgT6e

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COMUNIDADE

Eduardo’s Auto Body, a oficina mecânica para brasileiros em Massachusetts R Da redação

econhecida entre as dez melhores oficinas automotivas da região, a Eduardo’s Auto Body vem consolidando sua trajetória como referência em reparos e serviços especializados no estado de MA. Com a recente ampliação de sua estrutura e a

inauguração de uma segunda unidade, a empresa passa a operar agora em dois endereços estratégicos: Boston e Malden, fortalecendo a capacidade de atendimento e oferecendo mais conveniência aos clientes. Fundada com a proposta de aliar tecnologia de ponta à tradição artesanal do setor, a oficina construiu sua reputação baseada na qualidade dos serviços e no relacionamento de confiança com o público. Mais do que realizar consertos, a filosofia da empresa é restaurar a tranquilidade dos motoristas após situações de danos ou acidentes. “Sabemos o quanto o carro é essencial na rotina das pessoas. Por isso, tratamos cada veículo como se fosse

nosso”, destaca a direção da Eduardo’s Auto Body. A empresa oferece uma estrutura ampla de soluções automotivas, atendendo desde reparos estéticos simples até intervenções estruturais complexas. Entre os principais serviços estão: Reparos de colisão e restauração de danos: recuperação da estrutura, segurança e aparência original do veículo; Serviços mecânicos completos: freios, suspensão, diagnósticos eletrônicos e manutenção preventiva; Pintura automotiva profissional : aplicação com materiais de alta qualidade, acabamento refinado e proteção anticorrosiva. Refinamento de rodas e ligas leves: restauração estética sem necessidade de

substituição. Detalhamento automotivo: limpeza técnica e polimento interno e externo. PDR (Paintless Dent Repair): remoção de amassados leves sem afetar a pintura original. Serviço de guincho: transporte seguro até a oficina. Outro diferencial competitivo está na parceria com seguradoras certificadas, o que garante mais agilidade na liberação e execução

dos reparos, além de transparência em todas as etapas do processo. O site oficial da empresa reúne portfólio de serviços, avaliações de clientes e canais diretos de contato, facilitando o acesso às informações e orçamentos. Com funcionamento de segunda a sábado, a Eduardo’s Auto Body reforça o conceito institucional de “dupla qualidade, dupla

confiança”, refletido na tradição da unidade localizada em 200 McClellan Hwy, Boston, e na praticidade da nova oficina em 35 Canal Street, Malden. De pequenos arranhões a danos de grande complexidade, a missão permanece a mesma: entregar veículos em estado impecável, devolvendo ao motorista segurança, mobilidade e confiança para voltar às ruas.


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General News Arilda Costa

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Patrícia Marins lança livro sobre finanças e protagonismo de mulheres negras e leva debate para Brasil e exterior

Especialista com 18 anos no Banco do Brasil e criadora do "Mulheres Pretas Finanças discute" dinheiro, raça e autonomia em _“Entre Contas, Talentos e Sobrevivência”. Nascida e criada em Jardim Catarina, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, Patrícia Marins transformou sua própria

trajetória em ferramenta de educação financeira. Especialista em finanças, palestrante, escritora e gerente de relacionamento Alta Renda do Banco do Brasil há mais de 18 anos, ela é a criadora do projeto _Mulheres Pretas Finanças_, que coloca no centro do debate temas pouco explorados pelo mercado

tradicional: raça, gênero, território, comportamento e acesso à riqueza. Formada em Matemática pela UERJ e pósgraduada em Vendas, Gestão Financeira e Diversidade e Inclusão, Patrícia desenvolve há anos um trabalho voltado especialmente para mulheres negras. A proposta é ampliar o direito de planejar o futuro, fazer escolhas e construir patrimônio a partir de uma perspectiva afrocentrada e decolonial. Em 2026, ela dá um novo passo com o lançamento de seu primeiro livro, _“Entre Contas, Talentos e Sobrevivência”_. A obra discute a relação das mulheres negras com o dinheiro, unindo finan-

ças, comportamento e história. O livro já está em circulação por cidades e espaços culturais do Brasil, com lançamentos previstos no Rio de Janeiro, Paraty, Brasília, além de participações na FLIP e na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A circulação da obra também ganha dimensão internacional. Pa-

trícia terá lançamento em Nova York e agenda marcada em Angola. Em setembro, ela retorna aos Estados Unidos para participar do Pacto Global da ONU e para lançar o livro. A autora já esteve em espaços como o John Jay College e The People’s Forum, em Nova York, e teve sua trajetória e trabalho destacados na

TV Globo, em programas como _Jornal Hoje_, _Globo Repórter_ e _Globo Comunidade_. Entre palestras, literatura, pesquisa e atuação no mercado financeiro, Patrícia defende que falar de dinheiro é também falar de direitos. “Nós temos o direito de ser felizes com o nosso dinheiro”, afirma.


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General News

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SERVIÇO

Curso totalmente em português abre caminho para brasileiros obterem licença de Construction Supervisor em Massachusetts

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Da redação

rofissionais brasileiros que atuam ou desejam crescer no setor da construção civil em Massachusetts terão uma nova oportunidade de qualificação com o Curso Preparatório para a Construction Supervisor License (CSL), ministrado pelo especialista Sergio Oreng. O treinamento será totalmente em português. O objetivo é preparar os participantes para o exame oficial exigido pelo estado de MA para a obtenção da licença de Construction Supervisor. A Construction Supervisor License é necessária para profissionais responsáveis por obras residenciais e comerciais com área construída de até 35 mil pés cúbicos (cubic feet). Sem essa

licença, não é possível obter o permit de construção junto às prefeituras locais. A certificação é considerada um importante diferencial para quem deseja abrir a própria empresa, assumir projetos de maior porte ou conquistar novas oportunidades no mercado americano da construção civil. Segundo o material divulgado pela Oreng Business Training, o curso oferece técnicas específicas para aumentar as chances de aprovação no exame, além de acesso a um banco de dados exclusivo com mais de 500 perguntas. Entre os principais benefícios estão: Curso 100% em português; Aulas em grupo ou individuais; Estratégias de pesquisa para usar durante a prova; Acesso ao banco

de questões por um ano; Conteúdo voltado para a realidade de brasileiros nos EUA; As vagas são limitadas. O curso não oferece diploma ou certificado de participação, já que o foco é exclusivamente a preparação para o exame estadual. O valor especial para a turma online é de US$ 590. Conforme os organizadores, o investimento pode representar um passo decisivo para profissionais que desejam alavancar a carreira e aumentar significativamente o potencial de ganhos no setor. As aulas serão ministradas por Sergio Oreng, profissional conhecido na comunidade brasileira por sua atuação na área de treinamento e consultoria para o setor da construção civil.

Com a forte demanda por profissionais qualificados em Massachusetts, obter a licença de Construction Supervisor pode abrir portas para cargos de maior responsabilidade e remuneração. Para muitos brasileiros que já trabalham na construção civil, a certificação representa não apenas um reconhecimento profissional, mas também a chance de empreender e consolidar uma carreira sólida nos EUA. Inscrições e informações Os interessados podem obter mais informações, bem como data ou garantir sua vaga, pelos seguintes canais:

Sérgio Oreng

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Elizandra Aguiar: a corretora mineira que conquistou o mercado imobiliário da FL Da redação

lizandra Aguiar se consolidou como uma das corretoras de imóveis mais reconhecidas da Flórida, destacando-se pelo profissionalismo, proximidade com os clientes e resultados expressivos no mercado imobiliário. Mineira, carismática e altamente dedicada, ela conquistou investidores de diversas partes do mundo, como Brasil, Portugal, Espanha e Canadá, tornando-se referência para quem deseja investir com segurança nos Estados Unidos. Seu trabalho foi recentemente reconhecido pela Orlando Regional Realtor Association, uma das maiores associações do setor na Flórida, que reúne mais de 20 mil corretores e membros afiliados. Elizandra recebeu o presti-

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giado Certificate Million Dollar Club, uma honraria concedida a profissionais que alcançam alto desempenho em vendas. Este, no entanto, não foi seu primeiro reconhecimento. Apenas neste ano, ela já acumulou duas premiações do meio empresarial. Em 2023, foi destaque no Prêmio da Revista Brazilian Times e da Vista Mais Charme, além de já ter sido homenageada em outras ocasiões por veículos como a Revista Ego Brasil e O Buxixo. Conhecida pelo atendimento humanizado, Elizandra afirma que seu diferencial está em tratar cada cliente como gostaria de ser tratada. Ela dedica tempo para explicar todas as etapas do processo de compra, esclarecer dúvidas e transmitir segurança, especialmente por se tratar de in-

vestimentos de alto valor. Para ela, a confiança é essencial para o sucesso de qualquer negociação imobiliária. Indo além do atendimento tradicional, Elizandra desenvolveu um projeto internacional que promove eventos presenciais em diferentes países, aproximando investidores do mercado imobiliário da Flórida. Após passar por Portugal e Itália, o projeto chegará a Dubai ainda este ano, com previsão para outubro. A iniciativa permitirá que investidores da região tenham contato direto com a corretora, facilitando negociações e esclarecimentos. O cenário favorável do mercado imobiliário em Orlando também impulsiona esse sucesso. No período pós-pandemia, a

cidade apresentou forte valorização, com crescimento médio de 23,2% nos preços em 2022. Mesmo diante de juros mais altos, o mercado segue aquecido, impulsionado pelo turismo, pela economia local e pela forte presença educacional, com universidades renomadas como a University of Central Florida, Rollins College e Full Sail. Segundo Elizandra, o investimento imobiliário na região continua sendo seguro e rentável, seja por meio de aluguel ou valorização. Com visão estratégica, ela também destaca cidades vizinhas e áreas litorâneas da Flórida como excelentes oportunidades. Seu objetivo é claro: não apenas vender imóveis, mas ensinar seus clientes a investir com inteligência e autonomia.


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Direito das Famílias no STJ: do filtro de relevância aos embargos de divergência A Emenda Constitucional nº 125/2022 marcou um novo capítulo para o Superior Tribunal de Justiça, ao introduzir o chamado requisito de relevância no artigo 105 da Constituição da República. Agora, disciplinado pela Lei nº 15.484/2026, o exame da admissão de um recurso especial só ocorrerá quando evidenciada relevância econômica, política, social ou jurídica do caso. Essa inovação alinha a sistemática do recurso especial à lógica consolidada desde o ano de 2004 para admissão do recurso extraordinário perante o Supremo Tribunal Federal (CF, art. 102, § 3º). Em ambos, exige-se que a controvérsia transcenda os interesses subjetivos das partes e revele importância que justifique a atuação da respectiva Corte. A diferença, contudo, está na finalidade que orienta cada filtro: enquanto a repercussão geral se volta à identificação de questões relevantes sob a perspectiva constitucional e temas que impactem a ordem jurídica como um todo, o requisito da relevância busca devolver ao Tribunal da Cidadania o seu verdadeiro papel de uniformizador da legislação federal. E é justamente no Direito das Famílias que essa nova sistemática promete reverberar. Embora as demandas familiares sejam, em regra, marcadas pela singularidade das histórias de vida dos seus envolvidos, as questões jurídicas que delas emergem frequentemente ultrapassam os contornos do caso concreto e se repetem em milhares de outros processos. Uma única controvérsia sobre a interpretação da legislação federal pode alcançar inúmeras pessoas, com consequências que não se restringem aos litigantes originários. Daí a especial importância da previsão legal que autoriza, uma vez reconhecida a relevância da questão de direito federal, a suspensão, total ou parcial, do processamento de todas as demandas que versem sobre a mesma questão, pelo prazo de seis meses, prorrogável uma única vez por igual período (CPC, art. 1.035-A, § 7º). No âmbito das relações familiares, em que muitas vezes estão em jogo prestações de natureza alimentar e direitos que reclamam uma célere resposta jurisdicional, a suspensão de processos em escala nacional não é uma questão meramente procedimental: pode atingir diretamente a vida de milhares de pessoas e famílias. Cabe, então, atentar para a dimensão do filtro de relevância, que vai muito além da simples seleção das questões que merecem chegar ao Superior Tribunal. Se uma controvérsia pode ser reconhecida como relevante a ponto de justificar a suspensão de milhares de processos, a resposta que vier do STJ haverá de irradiar segurança jurídica para todos aqueles que aguardam a definição da mesma questão. Quanto maior

a amplitude dos efeitos que decorrem do reconhecimento da relevância, maior há de ser o compromisso da Corte com a uniformidade da jurisprudência. Surge, assim, um ponto de inquietação: uma vez provocada a Corte Superior, como garantir respostas coerentes e uniformes quando suas próprias Turmas insistem em julgar de formas opostas? A pergunta revela um dos desafios mais atuais do STJ: de um lado, a necessidade de selecionar as questões de direito federal que efetivamente justificam a sua atuação; de outro, a necessidade de assegurar que, uma vez enfrentadas, essas questões recebam respostas coerentes e uniformes. Exemplo emblemático dessa necessidade de uniformização para o Direito das Famílias encontra-se nos Embargos de Divergência no Recurso Especial nº 1.899.329/ GO, sob relatoria do Ministro Humberto Martins, acerca do reconhecimento post mortem da filiação socioafetiva. A controvérsia evidencia precisamente a divergência existente entre a Terceira e a Quarta Turmas do STJ quanto à necessidade de manifestação expressa de vontade daquele que se pretende seja reconhecido como pai ou mãe: enquanto a Quarta Turma considera a manifestação requisito essencial para a configuração da filiação socioafetiva, a Terceira admite que a demonstração da posse do estado de filho, por si só, revela a existência do vínculo parental. Não se trata, portanto, de mera divergência interpretativa entre julgadores, mas de respostas jurisdicionais distintas para uma mesma questão de direito, com consequências concretas para a definição do vínculo de filiação e para a própria identidade familiar. É precisamente para situações como essa que os embargos de divergência assumem papel fundamental. Mais do que um instrumento destinado à reforma de uma decisão desfavorável, desempenham uma função institucional: permitem que o próprio Tribunal enfrente a divergência existente entre seus órgãos julgadores e defina qual interpretação deve prevalecer. A uniformização deixa, assim, de ser apenas uma exigência de coerência interna e passa a representar condição para que a atuação do STJ produza segurança jurídica para além do processo em que a controvérsia foi originalmente suscitada. Nessa perspectiva, que filtro de relevância e embargos de divergência, embora atuem em momentos distintos, revelam sua complementaridade. Se o primeiro seleciona as questões de direito federal que justificam a atuação do Tribunal da Cidadania, os segundos asseguram que, uma vez enfrentadas, recebam uma resposta uniforme. A nova sistemática impõe, portanto, uma mudança também na própria elaboração do

recurso especial. Já não basta demonstrar o desacerto da decisão recorrida quanto à interpretação da lei federal. É necessário identificar a questão federal e demonstrar por que ela ultrapassa os interesses subjetivos das partes, revelando dimensão jurídica, social, econômica ou política que justifique a atuação do STJ. No Direito das Famílias, essa tarefa exige atenção. A natureza privada do conflito não significa ausência de relevância social ou jurídica. Uma controvérsia sucessória, por exemplo, pode envolver apenas determinados herdeiros, mas a interpretação da legislação federal adotada no julgamento poderá estabelecer parâmetros para inúmeras outras relações sucessórias. Da mesma forma, uma discussão sobre filiação, alimentos ou responsabilidade parental pode nascer de uma história absolutamente singular e, ao mesmo tempo, revelar uma questão jurídica capaz de alcançar milhares de famílias. A relevância, portanto, não está necessariamente no valor econômico da causa ou no número de partes envolvidas. Pode estar na capacidade da questão jurídica de produzir uma resposta que ultrapasse aquele processo e oriente situações semelhantes. Por isso, não se pode confundir conflito privado com questão juridicamente irrelevante. O que importa é identificar, dentro da história individual, a questão federal que possua dimensão para além daquela história. A divergência jurisprudencial, por sua vez, é inerente à atividade jurisdicional. Diferentes julgadores podem interpretar uma mesma norma a partir de fundamentos distintos, e o debate jurídico é indispensável à evolução do Direito. O problema surge quando interpretações incompatíveis permanecem simultaneamente no interior de uma Corte cuja missão constitucional inclui justamente a uniformização da legislação federal. É nesse espaço que os embargos de divergência assumem sua verdadeira missão institucional. Ao permitir que o STJ supere a fragmentação interna e estabeleça qual interpretação deve prevalecer, o instituto não apenas resolve uma controvérsia entre órgãos julgadores: contribui para que a jurisprudência da Corte cumpra sua função de orientar a aplicação uniforme do direito federal. Essa coerência mostra-se ainda mais necessária quando se trata de questões que, justamente por sua relevância, ultrapassaram os interesses subjetivos das partes e chegaram ao STJ. Quanto mais seletivo o acesso à Corte, maior a responsabilidade pela qualidade e pela estabilidade das respostas que dela emanam. O filtro de rele-

Foto Marta Cauduro

vância não pode significar apenas menos processos julgados; deve significar maior atenção às questões que efetivamente merecem uma resposta capaz de orientar a sociedade. No Direito das Famílias, essa nova realidade exige dos operadores do Direito um olhar que ultrapasse a singularidade do conflito que lhes é apresentado. Mais do que identificar a solução adequada para a história de cada família, é preciso reconhecer, na questão federal suscitada, aquilo que pode contribuir para a construção de uma jurisprudência capaz de orientar outras tantas histórias semelhantes. A atuação perante o STJ passa, assim, a exigir não apenas a defesa do interesse individual, mas também a percepção da dimensão institucional que cada controvérsia pode assumir. Por isso, a uniformização é o que permite que essa evolução se transforme em orientação jurisprudencial capaz de oferecer segurança, igualdade e previsibilidade. Significa garantir que pessoas e famílias submetidas a situações juridicamente semelhantes possam encontrar na Justiça respostas que não dependam da casualidade da distribuição de seu processo. É essa a justiça ética que se espera. Marta Cauduro Oppermann Associada do IARGS, advogada, sóciafundadora do escritório Maria Berenice Dias Advogados e especialista em Direito de Família e Sucessões.


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Cotidiano de motorista de aplicativo vira livro de crônicas

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s experiências acumuladas em mais de 25 mil corridas como motorista de aplicativo deram origem ao livro “Crônicas de Retrovisor – Histórias e memórias de um motorista de aplicativo”, de Lucas Pinto, cujo lançamento oficial acontecerá no dia 24 de setembro, às 19h, no Boteco Matita Perê, em Porto Alegre. A obra reúne 27 crônicas inspiradas em situações vividas com passageiros e em lembranças pessoais do autor. Publicado de forma independente, o livro aborda temas como envelhecimento, relações familiares, educação, saúde mental, enchentes no Rio Grande do Sul e luto, alternando relatos mais sensíveis com situ-

ações bem-humoradas. As crônicas também trazem referências a histórias que serviram de inspiração ou exemplo para as narrativas, e cada texto é introduzido por uma música relacionada ao seu conteúdo. A publicação já alcançou a marca de 300 exemplares vendidos. Natural de Porto Alegre, Lucas Pinto, 63 anos, é engenheiro agrônomo formado pela UFRGS.

Antes de atuar como motorista de aplicativo, trabalhou por mais de duas décadas como produtor de arroz no interior do Estado e exerceu os cargos de vereador e secretário de Agricultura no município de Minas do Leão. Há três anos passou a trabalhar no transporte por aplicativo, atividade que deu origem às narrativas reunidas no livro. O projeto editorial

teve coordenação e supervisão de escrita da escritora Nicole Didio. A obra está disponível para venda por meio do perfil @cronicasderetrovisor no Instagram e também pela Amazon. O Boteco Matita Perê está localizado na Rua João Alfredo, 626, no bairro Cidade Baixa, Terezinha Tarcitano Assessora de imprensa


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Lexington Capital Group oferece financiamento ágil para impulsionar investidores imobiliários brasileiros nos Estados Unidos Da Redação

m um mercado imobiliário cada vez mais competitivo, velocidade pode ser tão importante quanto capital. Uma oportunidade de investimento pode desaparecer em poucos dias, e esperar semanas — ou até meses — pela aprovação de um banco tradicional muitas vezes significa perder um excelente negócio. Foi justamente para atender essa demanda que nasceu a Lexington Capital Group, empresa especializada em financiamento privado para investidores imobiliários nos Estados Unidos. Criada por empreendedores brasileiros que vivenciaram as dificuldades de conseguir crédito para seus próprios projetos, a empresa tem como missão facilitar o acesso ao capital para investidores que desejam comprar, reformar, construir ou refinanciar imóveis. A proposta é oferecer um processo mais rápido, flexível e menos burocrático do que o sistema bancário convencional, permitindo que o investidor aproveite oportunidades antes que elas sejam perdidas para a concorrência. Segundo os fundadores, a ideia surgiu após anos enfrentando obstáculos para obter financiamento. "Há cerca de oito anos, percebe-

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mos como era difícil conseguir recursos para realizar projetos imobiliários. Foi dessa experiência que nasceu a vontade de criar uma empresa capaz de oferecer soluções mais rápidas e eficientes para outros investidores", explica a direção da Lexington Capital Group. Embora tenha iniciado suas atividades recentemente, a empresa já atua em todo o território americano, com maior concentração de operações na região da Nova Inglaterra e na Flórida, dois mercados que concentram uma expressiva comunidade brasileira e um número crescente de investidores no setor imobiliário. Como funciona o financiamento privado Diferentemente dos financiamentos bancários tradicionais, que costumam priorizar uma longa análise financeira do cliente, o chamado Hard Money Loan — ou financiamento privado — concentra sua avaliação principalmente na viabilidade do projeto e no valor do imóvel oferecido como garantia. Essa modalidade é amplamente utilizada por investidores que trabalham com fix & flip (compra, reforma e revenda de imóveis),

construção de novos empreendimentos, aquisição de propriedades para investimento, refinanciamentos e projetos destinados à geração de renda por meio de aluguel. Na prática, isso significa que um investidor pode obter aprovação em muito menos tempo do que em uma instituição financeira tradicional. Enquanto um banco pode levar meses para concluir uma operação, a Lexington Capital Group afirma conseguir realizar fechamentos em aproximadamente 15 dias, desde que toda a documentação necessária esteja disponível. Financiamento de até 90% do imóvel e 100% da reforma Entre os diferenciais apresentados pela empresa está a possibilidade de financiar até 90% do valor do imóvel (LTV) e, em muitos casos, 100% dos custos da reforma, permitindo que o investidor preserve parte do próprio capital para novas oportunidades. Os financiamentos atendem diferentes perfis de projetos, incluindo: Compra de imóveis para reforma e revenda (Fix & Flip); Refinanciamento de propriedades; Construção de novos empreendimentos (Ground-Up Construction); Imóveis residenciais; Imó-

veis comerciais; Quem pode solicitar O financiamento está disponível tanto para investidores experientes quanto para quem está iniciando no mercado imobiliário. Para solicitar o crédito é necessário possuir uma empresa registrada nos Estados Unidos, como uma LLC ou outra estrutura empresarial. Não é obrigatório ter cidadania americana ou Green Card, embora esses fatores possam facilitar algumas etapas da análise. Além do histórico financeiro, são avaliados aspectos como experiência do investidor, potencial de valorização do imóvel, projeção de lucro do projeto e capacidade financeira para executar a operação. Segundo a empresa, um bom histórico de crédito pode contribuir para a obtenção de taxas de juros mais competitivas, mas não é o único fator considerado durante a análise. Mais do que emprestar dinheiro Um dos objetivos da Lexington Capital Group é atuar como parceira estratégica dos investidores. De acordo com os sócios, muitos brasileiros enfrentam dificuldades não apenas para conseguir financiamento, mas também por desconhecerem detalhes do mercado imobiliário americano, principalmente na avaliação correta do potencial de lucro de cada projeto. Por isso, além da estruturação financeira, a empresa pretende oferecer orientação durante todas as etapas do investimento, auxiliando desde a análise da oportunidade até a execução da obra e a venda do imóvel. Segundo a direção da empresa, um dos erros mais frequentes cometidos por investidores iniciantes é superestimar o valor de revenda da propriedade, comprometendo a rentabilidade do negócio. Para quem pretende ingressar no setor, a recomendação é começar por projetos menores, especialmente reformas de baixa complexidade, conhecidas como

cosmetic flips, permitindo adquirir experiência antes de assumir investimentos mais robustos. Grandes operações já em andamento Apesar de ser uma empresa jovem, a Lexington Capital Group informa que já participa da estruturação de um financiamento de aproximadamente US$ 300 milhões destinado ao desenvolvimento de um grande projeto imobiliário (ground-up construction), demonstrando capacidade para atuar tanto em operações de pequeno porte quanto em empreendimentos de grande escala. Análise gratuita Antes da contratação, a empresa oferece uma análise inicial gratuita para avaliar a viabilidade do projeto e informar ao investidor quanto poderá ser financiado. Segundo a Lexington, quando toda a documentação é apresentada corretamente, o processo completo — desde o primeiro contato até a liberação dos recursos — costuma levar entre três e quatro semanas, prazo considerado bastante competitivo para esse segmento. Os interessados podem obter mais informações ou solicitar uma avaliação inicial entrando em contato pelo telefone (508) 718-8571, e fale com Diego, ou pelas redes sociais da empresa.


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Por que alguns brasileiros têm dificuldade de se adaptar a outros países? Comportamento e expectativas podem estar entre os fatores

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ma observação exploratória conduzida pelo pesquisador em neurociências Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues com famílias brasileiras nos Estados Unidos, Portugal e Espanha aponta que resistência à adaptação cultural, egocentrismo e expectativas de acolhimento podem participar de conflitos vividos no processo migratório. O pesquisador alerta que os dados não permitem generalizações. Mudar de país exige mais do que atravessar uma fronteira. Exige compreender que a sociedade de destino possui regras, hábitos, referências culturais e formas de convivência construídas antes da chegada do imigrante. Para alguns brasileiros, a dificuldade de aceitar essa realidade pode tornar a adaptação mais difícil. Essa é uma das hipóteses levantadas pelo Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, pesquisador em neurociências e especialista em comportamento humano, a partir do acompanhamento de brasileiros residentes nos Estados Unidos, Portugal e Espanha. A observação envolveu, em média, dez famílias brasileiras em cada um dos três países, aproximadamente 30 núcleos familiares. O pesquisador utilizou o grupo para mapear padrões comportamentais relacionados à experiência migratória. O próprio recorte exige cautela. A amostra é pequena, não representa a população brasileira residente no exterior e não permite afirmar que determinado comportamento seja característico dos brasileiros como grupo. O levantamento tem caráter exploratório e serve para identificar hipóteses que precisam de estudos maiores e metodologicamente controlados. O problema começa quando mudar de país não significa aceitar a mudança Segundo Fabiano de Abreu, um dos comportamentos identificados em parte das famílias acompanhadas foi a tentativa de manter no país de destino as mesmas expectativas sociais e culturais existentes no Brasil. A pessoa muda de território, mas espera que o novo ambiente responda às suas próprias referências. Quando costumes, regras ou formas de relacionamento são diferentes, a reação pode ser de resistência em vez de adaptação. O problema não está em preservar a própria identidade cultural. Um imigrante não precisa abandonar a sua origem para integrar outra sociedade.

reais enfrentados por estrangeiros. O movimento contrário também pode acontecer. Nem toda experiência negativa vivida no exterior decorre de preconceito ou rejeição da sociedade de destino.

A dificuldade surge quando preservar a identidade passa a significar rejeitar as normas de convivência do país que o recebeu. Fabiano relaciona parte desse comportamento a traços de egocentrismo e, em determinados casos, características narcisistas. Isso não significa diagnosticar transtorno de personalidade narcisista. O narcisismo clínico exige avaliação profissional e critérios específicos. A referência, neste caso, diz respeito a padrões comportamentais como necessidade excessiva de reconhecimento, dificuldade de aceitar limites externos e tendência a interpretar frustrações como responsabilidade do outro. A expectativa de que o país se adapte ao imigrante Algumas pessoas deixam o Brasil, mas chegam a outro país esperando que a sociedade local se adapte às suas próprias vontades. Em vez de compreender a cultura, respeitar hábitos e reconhecer códigos sociais já existentes, tentam reproduzir o próprio modelo de vida como se o novo país tivesse obrigação de acomodá-lo integralmente. Essa expectativa pode aparecer também na forma como o indivíduo entende pertencimento. Ele espera aceitação, reconhecimento e direitos, mas nem sempre considera que integração envolve reciprocidade. Viver numa sociedade pressupõe conhecer regras, respeitar limites, participar da vida coletiva e compreender uma cultura que não foi construída

a partir da experiência individual de quem acabou de chegar. Direitos legais não dependem de simpatia cultural e devem ser respeitados conforme a legislação de cada país. A integração social, no entanto, envolve algo diferente. Ela depende também da relação que o próprio imigrante estabelece com o ambiente onde escolheu viver. Quando a frustração passa a ser culpa do país A dificuldade aparece com maior nitidez quando as expectativas não são correspondidas. A pessoa esperava determinada receção, determinado padrão de relacionamento ou determinada facilidade de inserção. A realidade apresenta limites. Surge a frustração. Segundo a interpretação comportamental proposta por Fabiano de Abreu, alguns indivíduos têm dificuldade de considerar a própria participação nesse conflito. Torna-se psicologicamente mais confortável atribuir a experiência negativa ao país, à população local ou à sociedade do que rever expectativas e comportamentos. A pessoa sente-se decepcionada, mas não considera que possa estar a produzir parte da própria decepção. Esse mecanismo não significa que todas as críticas feitas por imigrantes sejam injustas. Xenofobia, discriminação, precariedade laboral e dificuldades burocráticas existem e precisam ser analisadas separadamente. O erro seria utilizar uma explicação comportamental para negar problemas

Humildade cultural participa da adaptação Fabiano de Abreu aponta a humildade como uma variável comportamental que merece atenção no processo migratório. Reconhecer que se chegou a uma sociedade diferente exige disposição para observar antes de julgar. Há normas formais, mas também existem códigos informais de convivência, comunicação, pontualidade, trabalho, vizinhança, relações familiares e vida pública. Adaptar-se não significa concordar com tudo. Significa compreender primeiro. Uma pessoa pode discordar de características do país onde vive e continuar integrada a ele. O conflito aparece quando qualquer diferença é interpretada como uma afronta pessoal ou quando existe a expectativa de que milhões de pessoas alterem as próprias referências para acomodar a visão de quem chegou recentemente. Não é uma característica dos brasileiros O pesquisador faz uma ressalva necessária: não se trata de afirmar que brasileiros sejam narcisistas, egocêntricos ou incapazes de adaptação. Milhões de brasileiros vivem fora do país, constroem relações, trabalham, criam empresas, formam famílias e integram-se às sociedades locais em diferentes níveis. O levantamento realizado com famílias nos Estados Unidos, Portugal e Espanha não possui dimensão suficiente para estimar a frequência desse comportamento entre brasileiros no exterior. O que a observação permite é formular uma pergunta comportamental: quando um processo migratório fracassa, quanto desse fracasso está exclusivamente no ambiente e quanto pode estar relacionado às expectativas, à personalidade e à capacidade de adaptação do próprio indivíduo? Essa pergunta muda o foco. Em determinados casos, sair de um país pode ser relativamente simples. Aceitar que o novo país não existe para reproduzir aquele que ficou para trás pode ser a parte mais difícil.


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Tiny C Snacks Factory, o sabor dos salgados brasileiros nos Estados Unidos N Da Redação

Os empresários brasileiros Rafael Costa e Patrícia Peixoto

a cidade de Worcester, em Massachusetts, você encontra os tradicionais salgados brasileiros. A Tiny C Snacks Factory, comandada pelos empresários brasileiros Rafael Costa e Patrícia Peixoto, chega ao mercado com a proposta de oferecer mini salgados de alta qualidade para eventos, catering e também para consumo no dia a dia. Localizada na 560 Lincoln Street, a empresa nasce com foco em unir sabor, praticidade e a experiência afetiva que a culinária brasileira desperta em milhares de imigrantes que vivem nos Estados Unidos. Segundo os proprietários, a inauguração repre-

senta a concretização de um sonho construído ao longo de anos de trabalho, dedicação e visão empreendedora. “Somos apaixonados por criar salgados brasileiros que encantam o paladar. Nosso compromisso com ingredientes de alta qualidade e sabores excepcionais é o que nos diferencia”, destacam Rafael Costa e Patrícia Peixoto. A Tiny C Snacks Factory oferece uma variedade de mini salgados ideais para festas, confraternizações, aniversários, eventos corporativos e reuniões familiares. Além disso, os clientes também podem adquirir produtos prontos para consumo, em um formato prático para quem deseja ma-

tar a saudade dos sabores do Brasil. A empresa aposta em receitas tradicionais e ingredientes selecionados para garantir o sabor autêntico que remete às melhores lembranças da culinária brasileira. Com a proposta de oferecer produtos de qualidade e atendimento diferenciado,

a Tiny C Snacks Factory chega para se tornar referência entre os brasileiros da região e para conquistar também o paladar de clientes de diferentes nacionalidades. Atendimento na loja e pedidos online Os clientes podem fazer pedidos diretamente na loja

física ou pelo site oficial da empresa, com opções personalizadas para eventos de diferentes portes. Serviço Tiny C Snacks Factory 560 Lincoln Street, Worcester, MA (603) 699-3535 Site: www.tinycsnacks.com Instagram: @tinyc.snacks


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A ELEGÂNCIA DEMOCRÁTICA EM FAMÍLIA NO EIXO MINAS/BRASÍLIA

Com noiva amiga, vemos Pedro Frade Pimenta da Veiga e sua linda Nathalia Zamith Pimenta da Veiga.

"Sou um homem em construção que olha para a criança que foi com olhos de paciência e gratidão. Com Fé, ninguém pode nos limitar. De que é feita a vida, se não de ciclos, e etapas? Na atual fase, permitome olhar pra trás e ser grato. Sei até onde quero chegar. Lembro de tantas coisas a que dava valor e que hoje não são importantes. Minha fé é minha maior força que antes não tinha maturidade para compreender. Ninguém chega a esse mundo pronto. A grande descoberta que tem transformado minha vida é saber que ninguém pode nos limitar. Posso ter a vida que eu quiser. A vida que eu mereço. Lembro de noites em que orei pedindo por momentos que VIVO HOJE. Eu fechava os olhos e imaginava a

Pedro Frade Pimenta da Veiga é um empresário, atuante no meio corporativo e institucional, conhecido também por ser filho do ex-ministro das Comunicações, ex-deputado e ex-prefeito de Belo Horizonte João Pimenta da Veiga Filho, e da jornalista e empresária Anna Paola Frade.

vida que queria ter. Eu falo, profetizo, verbalizo. Materializo. Trabalho, planejo, faço acontecer. Não deixem pessoas te medirem com a régua delas. Não deixe sonharem por você. Permita sonharem com você! Eu e a Nathalia estamos literalmente em lua de mel. Vivemos dias inesquecíveis, sonhados, planejados e merecidos nos Emirados Árabes Unidos. Rimos muito, aproveitamos cada segundo, agradecemos. Quando chegamos ao Deserto em Dubai, nos lembramos do deserto que Deus nos permitiu ultrapassar. Enxergamos agora, no meio do real Deserto, que sempre há água, verde, sonho, vida…. O necessário para te sustentar nesta passagem", - Pedro Frade Pimenta da Veiga - 2026

O esvoaçante encontra colocação apropriada, sem exageros, na bela figura da marchand de moda Nathália Pimenta da Veiga. Os tons combinam com a presença marinha ao fundo. Com Pedro.

Black-tie: capa em Nathália e "tuxedo", alfaiataria top de linha portado por Pedro Frade Pimenta da Veiga. Sem dúvida, casal jovem mais elegante de Minas Gerais.

Duas belezas mineiras inquestionáveis: Nathália Pimenta da Veiga e Anna Paola Frade Pimenta da Veiga. Classe, bom gosto e escolha perfeita dos tecidos para obterem o melhor caimento.

Nosso casal homenageado: Nathália e Pedro combinando tons sóbrios. A audácia fica por conta do bustiê, no retorno do lamê chumbo. Camisa roxo fechado sob terno preto.


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Com sabor de casa, Oásis Breakfast & Coffee conquista brasileiros e americanos em Reading

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Da redação

ara quem busca começar o dia com uma refeição caprichada e o sabor acolhedor da culinária brasileira, o Oásis Breakfast & Coffee vem conquistando espaço entre moradores de Reading (Massachusetts) e cidades vizinhas.

Localizado na 454 Main Street, o estabelecimento oferece um café da manhã completo servido diariamente a partir das 6h da manhã, reunindo opções preparadas com ingredientes frescos e receitas que remetem ao paladar brasileiro. “O café da manhã que faz você sair de casa mais cedo”

Com o slogan “O café da manhã que faz você sair de casa mais cedo”, o Oásis Breakfast & Coffee aposta em uma proposta que combina praticidade, conforto e sabor. O cardápio inclui cafés especiais, pães, omeletes, waffles, ovos benedict, sanduíches e outras opções preparadas com atenção

aos detalhes. Segundo a proposta da casa, o objetivo é proporcionar uma experiência gastronômica acolhedora, com comida de verdade e atendimento que faça o cliente se sentir em casa. Ingredientes frescos e ambiente acolhedor O restaurante destaca como diferenciais: - Café fresco todos os dias; - Café da manhã completo; - Ambiente acolhedor; - Receitas feitas com carinho “como no Brasil”. A combinação desses elementos tem atraído tanto brasileiros quanto americanos em busca de um café da manhã reforçado e de qualidade. Tradição brasileira em MA. Com foco em oferecer sabores que despertam memórias afetivas, o Oásis Breakfast & Coffee reforça a presença da gastronomia

brasileira na região de Massachusetts, estado que concentra uma das maiores comunidades brasileiras dos Estados Unidos. A proposta é transformar a primeira refeição do dia em um momento especial, reunindo família, amigos e clientes em um ambiente agradável. Serviço Oásis Breakfast & Coffee 454 Main Street, Reading, MA Todos os dias, a partir das 6h da manhã.

SERVIÇO

Consultoria financeira oferece suporte a brasileiros nos Estados Unidos para organização pessoal e empresarial

B

Da redação

rasileiros que vivem nos Estados Unidos e enfrentam dificuldades na organização financeira — seja no âmbito pessoal ou empresarial — passam a contar com um serviço especializado voltado à orientação estratégica e ao planejamento financeiro. A iniciativa é liderada pela consultora Síbia Keila, que oferece suporte personalizado para quem busca maior controle sobre suas finanças e decisões mais seguras no dia a dia. O serviço atende tanto indivíduos quanto empreendedores que desejam estruturar melhor suas finanças, organizar fluxos de caixa e otimizar resultados. A proposta é simples, mas essencial: ajudar brasileiros a compreenderem sua realidade financeira e desenvolverem estratégias práticas para al-

cançar estabilidade e crescimento sustentável. De acordo com a especialista, um planejamento financeiro bem estruturado pode trazer benefícios diretos, como a redução de dívidas, o controle mais eficiente dos gastos e a construção de uma base sólida para o futuro. No caso de empresários, a organização financeira também exerce papel fundamental na tomada de decisões, permitindo investimentos mais conscientes e um crescimento mais consistente dos negócios. Especialistas na área destacam que imigrantes costumam enfrentar desafios adicionais ao lidar com o sistema financeiro americano, que possui regras, crédito e práticas diferentes das adotadas no Brasil. Questões como histórico de crédito, acesso a financiamentos

e gestão tributária podem gerar dúvidas e insegurança, tornando o acompanhamento profissional ainda mais importante. O diferencial do serviço está no atendimento individualizado.

Cada cliente recebe uma análise detalhada de sua situação financeira, com orientações adaptadas à sua realidade, objetivos e desafios específicos. A partir disso, são desenvolvidas estratégias que

visam facilitar a rotina financeira, melhorar o controle e proporcionar mais segurança na gestão dos recursos. Além disso, o acompanhamento contínuo permite ajustes ao longo do tempo, garantindo que o planejamento acompanhe mudanças de cenário, tanto pessoais quanto empresariais. Interessados em conhecer mais sobre o serviço ou agendar um atendimento podem entrar em contato pelos canais oficiais: Telefone: (617) 650-2662 Instagram: @sibia.keila A iniciativa surge como uma alternativa relevante para brasileiros que buscam estabilidade financeira, crescimento estruturado e mais tranquilidade em um cenário econômico que exige planejamento cada vez mais estratégico e disciplinado.


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Worldwide Legal Services é uma empresa de consultoria e advocacia voltada para resultados.somos especializados em imigração. Auxiliamos nossos clientes em diversos assuntos, que vão desde imigração e assuntos criminais, divórcios e consultoria empresarial. Acima de tudo, nos esforçamos para oferecer transparência, clareza, conança e segurança à medida que lidamos com as preocupações e desaos de nossos clientes. Você terá acesso a uma equipe diversicada e multilíngue de advogados, consultores e conselheiros internacionais, todos os quais acumularam uma vida inteira de experiência prossional lutando pelos direitos, necessidades e desaos dos negócios corporativos das pessoas.

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Worldwide Legal Services, LLC. 830 Morris Turnpike, 3rd Floor Short Hills, NJ 07078

(866) 330-9074 info@worldwidelegalservices.co


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