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revista 6°C (1)

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PERSONAGENS POPULARES

PERSONAGENS POPULARES

Criando Personagens Inspirados na Cultura Popular Brasileira

Após uma visita a São Luiz do Paraitinga, os alunos do 6º ano mergulharam na rica cultura popular brasileira. Inspirados em personagens como o Saci-Pererê, Curupira, Cuca entre outros, criaram suas próprias personagens e escreveram contos, explorando a imaginação e a criatividade.

Através de desenhos e narrativas, os estudantes demonstraram um profundo conhecimento e apreço pela cultura popular. Cada personagem e cada história é uma janela para o universo folclórico brasileiro, transmitindo tradições e valores de geração em geração.

Este projeto, que une Arte e Lingua Portuguesa, é um convite à reflexão sobre nossas raízes e a importância de preservar a memória cultural. As obras produzidas pelos alunos compõem uma rica coleção que celebra a diversidade e a originalidade da cultura popular brasileira.

A aranha salvadora

Alice Caldeira

Em uma bela noite em São Luiz do Paraitinga de ano novo começou a dar uma forte chuva e o rio começou a subir, subir, subir até que começou uma enchente, e três crianças procurando suas mães viram um ser assustador e era uma aranha gigante, elas ficavam no rio e as crianças pediram ajuda a aranha por que a cidade havia sido destruída a aranha pegou as crianças nas costas e saiu ajudando os moradores a reconstruírem a cidade, e eles ficaram um tempão reconstruindo a cidade e aranha sempre lá ajudando a reconstruir a cidade de São Luís e reza a lenda que toda vez que ocorre um desastre natural a aranha está sempre lá.

O Espírito Da Enchente ALICE CRISTEL

Há muito tempo, houve uma enchente terrível que destruiu a cidade de São Luís Do Paraitinga. O rio Paraitinga transbordou, a água levou casas, igrejas, comércios e tudo que tinha a frente. Uma equipe ajudou todos os que estavam se afogando, ninguém morreu, isso é o que as pessoas pensavam, até essa história começar...

Um homem só, que entrava no rio. Seu nome era Sérgio, o resto da equipe ficava no bote para ajudar as pessoas a subirem. Quando Sérgio estava salvando as pessoas que estavam se afogando, não viu uma pessoa que estava atrás de um mato alto dentro do rio. Essa pessoa gritou com todas suas forças, mas Sérgio, nem o resto da equipe, acabou ouvindo Por um tempo ninguém e nem Sérgio soube, que a pessoa que Sérgio não ouviu, bom, morreu afogada e ninguém nunca mais a viu.

Alguns anos depois...uma noite, Sérgio estava dormindo e ouviu um barulho vindo da sala de estar, acendeu as luzes mais não tinha nada, então voltou a dormir Isso acontecia quase todas as noites Até que chegou um momento em que Sérgio se cansou de acordar toda a noite, então uma noite resolveu ficar acordado para ver o que fazia esse barulho. Quando já era quase uma da manhã, ele viu um vulto passando na janela! Saiu de casa para ver o que era, ouviu um assobio, foi olhar atrás de uma moita, e quando voltou, deu de cara com um espírito!

O espírito disse:

- Sou o espírito da enchente, vim para matar você já que você me matou Não me salvou no rio!

Sérgio ficou com muito medo e sem entender nada. Então saiu correndo para dentro de casa. Durante um tempo o espírito não apareceu mais. O espírito morava no cemitério atrás da igreja de Nossa Senhora Dos Homens Pretos. Outro dia, Sérgio foi lá na igreja rezar no fim de tarde e encontrou o espírito de novo Ficou mais apavorado ainda. O espírito sequestrou Sérgio! E ninguém nunca mais o viu. Não se sabe se ele foi morto ou se está vivo até hoje.

Menino da igreja

Ana Eng

A muito tempo atrás, um homem negro chamado Andrew que morava na África do Sul foi escravizado e levado para São Luiz do Paraitinga, este homem morreu por conta de estar rezando para outros deuses na igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, e ao morrer sua alma foi presa na igreja, um dia um cidadão de São Luiz do Paraitinga viu um vulto na vidraça da igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, ele foi investigar a igreja, ao entrar na igreja o homem viu o Andrew voando pela igreja o homem se assustou e avisou para a cidade todos morreram de medo dele, todos ficaram com medo de entrar na igreja

Um certo dia um menino que estava jogando bola a deixou cair dentro da igreja, ele de cara ficou com muito medo, mas decidiu entrar na igreja. Quando entrou viu Andrew rezando com vinho em sua frente e viu que ele estava com a sua bola, quando Andrew notou a presença do garoto ele devolveu a bola e começou a conversar com o menino:

- Então por que jogou sua bola para a igreja? Podia ter quebrado ela.

- Me desculpe senhor eu não joguei por querer Aliás nunca te vi na cidade, qual o seu nome? -perguntou o menino

- Meu nome é Andrew e vivo aqui por isso nunca me viu menino

Depois de conversarem viraram amigos, mas começou a escurecer e o menino teve que ir embora, todos os dias depois da escola o menino ia a igreja para falar com Andrew e enquanto o menino estava na escola o Andrew rezava para que não houvesse nada de ruim. Um dia os cidadãos viram e foram falar com o garoto:

- Menino que se faz pá ficar tanto tempo na igreja? -perguntou uma pessoa

-Parece até que tu vives aí dentro- disse outra pessoa

O menino não sabia o que dizer por achar que não acreditariam nele dizendo que fica com fantasma a tarde inteira, então o garoto levou os cidadãos para a igreja para conhecer Andrew, no começo todos estranharam ter um fantasma e ficaram com medo, mas com passar de muito tempo e conversa Andrew e os cidadãos acabaram virando amigos, e sempre que a cidade precisa de ajuda Andrew os ajuda de alga maneira e a cidade retribui com vinho para Andrew rezar

Bianca Bonamigo

O GUARDIÃO DA FLORESTA CAIO

Nas margens do rio de são Luiz do Paraitinga uma menina estava brincando com sua amiga. Até que elas escutam um barulho para dentro da mata das margens do rio, e decidem ir ver o que está acontecendo. Já estava escuro, mas decidiram continuar até que elas viram dois olhos meio avermelhados, mas depois eles desapareceram. Elas correram atras e acharam um galho meio diferente no meio das árvores quando foram encostar elas escutam um barulho de árvore caindo e perto de cair no chão aparece um guardião da floresta que protege e não deixa o rio subir e acontecer mais enchentes e não deixa nada de ruim acontecer com aquele lugar. A árvore foi segurada e colocada no chão de volta. E esse e o guardião da floresta.

A História Do Senhor Lama

FELIPE FOZ

Era uma vez um senhor lama, que andava pelas ruas e sempre zuava ele por causa de sua aparência, só que chegou um dia, que ele entrou numa loja, e ele pegou as coisas que ele queria para levar a sua casa, porque ele estava sem comida em casa, mais quando ele chegou no caixa para pagar as coisas que ele estava precisando, o atendente olhou com uma cara horrorosa e falou para ele: -Mano, você e horroroso, fedido e muito sujo, nem vem, eu sei que você não tem dinheiro para pagar, vaza daqui agora! - o senhor lama falou que tinha dinheiro e mostrou o dinheiro dele, mesmo assim o caixa se recusou a pagar com essa aparência que ele tinha horrorosa, e ele até empurrou de tanta raiva que ele estava que ele estava no momento.

Quando ele já estava com o ânimo lá por água abaixo, chegou uma velinha e disse:

-Eu sei que acabei de chegar aqui, mas o deixa pagar, você viu que ele tem dinheiro em mãos, e você não deve julgar uma aparência- só que ela fez tanta raiva na cara do caixa, que o rapaz estava um pouco assustado, mas ele disse:

-Você não ousa a me falar assim, eu só o dono da loja, e eu tenho os meus direitos de mandá-lo embora por causa da sujeira dele, e agora você e ele saiam da minha frente se não, vão ter consequência tenebrosas! - e eles não tiveram escolhas e saíram da loja, mas a velinha estava com os planos em mãos, e ela disse o plano dela chegando na casa dela:

-Vamos fazer assim, você vai tomar um leve banho, e eu vou preparando as coisas para a gente ROUBAR A LOJA! - então ele seguiu o plano dela e tomou um leve banho, ele tinha tanta sujeira no corpo que só saiu um pouco da sujeira, enquanto ele estava tomando um leve banho ela pegou as coisas que precisava.

Eles voltaram até aquela loja, mas já tinha os planos em mãos, o dono estava meio triste, porque ele descobriu que estava quase falindo e só restou poucos produtos na loja dele, é não tinha mais dinheiro para comprar produtos, então começou o plano dele o homem sujo foi até a bancada e o caixa só falou na cara dele: -EU NAO PEDI PARA VOCE IR EMBORA DAQUI VAZA AGORA! - só que ele ficou insistindo para ele pagar alguma coisa, porque ele estava precisando, mais no outro lado a velinha roubava tudo o que tinha na loja como roupas, latas etc. Mais o caixa gritou tanto que ele quase ficou ro cebeu que os produtos tinham SUMIDOS, ele ficou muito mais muito bravo e no dia seguinte a loja foi a falência, e ele ficou podre de pobre fim.

A LENDA DA ÁRVORE MÁGICA DE SÃO LUIZ DO PARAITINGA

GIL

Há dez anos houve uma enchente em São Luiz do Paraitinga

e o povo ficou com medo de haver outra vez

Então apareceu uma árvore que era mágica e disse:

- Caso aconteça uma outra enchente, eu irei aparecer, impedir que ela destrua tudo de novo e irei jogar na mata

Quando terminou de falar, desapareceu.

As pessoas ficaram muito surpresas, mas também aliviadas por saber que alguém pelo menos tentaria ajudá-los.

No final de cinco anos, a água começou a subir e quando ia começar uma enchente mais poderosa e com muito mais água uma árvore começou a se mexer e a correr muito rápido arrastando terra para todos os lados indo em direção a mais ou menos o meio do rio.

O povo ficou muito assustado pela notícia:

- UMA ENCHENTE TÁ CHEGANDO! SE PREPAREM! ELA É BEM MAIS PODEROSA E TEM MAIS ÁGUA!Berra um pescador.

Quando a árvore chega no meio do rio, a enchente estava quase transbordando.

Em São Luiz do Paraitinga as coisas não estavam melhores até que um velho lembrou do que a árvore misteriosa disse:

"Caso aconteça uma outra enchente, eu irei aparecer e impedir que ela destrua tudo de novo."

O velho chamado Matheus falou para um jovem que gritassem essas mesmas palavras.

O jovem berrou o mais alto que pôde

Todos pararam por um momento e começou uma discussão, porque alguns achavam que a árvore viria e outros achavam que não, até que alguém disse que caso a árvore viesse ela os salvaria e caso ela não viesse eles teriam que estar preparados para o pior.

Quando a água estava transbordando, a árvore criou, com um jutsu, uma parede de madeira muito alta obrigando assim a água ir fraca para a mata.

Os moradores viram que estava demorando muito para vir a enchente.

Todos foram até a beira do rio e não viram nenhuma ameaça de enchente nem a árvore mágica.

O jovem que falou para todo mundo que a árvore iria, viu um papel e resolveu abrir para ver se tinha alguma coisa escrita e ele viu que estava escrito isso:

"Impedi a enchente e joguei-a na mata como prometido."

Ele mostrou para os moradores e toda vez que aconteça uma enchente os habitantes de São Luiz do Paraitinga sabem que a árvore mágica irá protegê-los.

FIM

A LENDA DA MOÇA DA ÁGUA

GIOVANNA

Na cidade de São Luiz do Paraitinga estava a noite de lua cheia, o céu estava limpo e dava para ver a lua, quando a mare estava subindo, os moradores nem perceberam que a mare estava subindo, meia noite o sino da igreja Matriz tocou, os moradores ficaram assustados quando viram uma moça enorme, feita de água estava engolindo a cidade com água.

Uma velinha conhecida como Gertrudes foi fala com a moça de pois da enchente, dizem que a velinha consegue falar com ela e convencer a moça a proteger a cidade, e até hoje a moça da água protege a cidade .

O controlador e guardião de Paraitinga GUSTAVO

Um dia uma criatura sai do rio Paraitinga e avistaram ela quando a cidade do lado do rio (São Luiz do Paraitinga) estava sendo criada. A criatura era gigante, parecido com o rio e segurando um bastão parecido com um tridente.

Avistaram ela vendo a construção da cidade de longe e viram o rio aumentando de tamanho, também falavam os antigos moradores que ela protegia o rio de coisas ruins

A criatura sempre morava em baixo do rio e aumentava ele de tamanho de tamanho, mas um dia ele não conseguiu controlar e a água subiu muito que acabou inundando São Luiz do Paraitinga e derrubando casas, os moradores ficaram desesperados e pessoas que sabiam usar botes salvaram todas as pessoas e animais, ninguém morreu.

Alguns dias se passado ele ficou triste e tentou o máximo a encolher a água, ele consegue encolher o nível da água e os moradores vê essa cena e assim ele também ajudou muito a reconstruir a cidade, as casas, a igreja e a capela e os moradores apelidaram ele de O controlador e guardião de Paraitinga.

Dizem que até hoje mora em baixo do rio protegendo-o e controlando ele, também falam que no corpo dele ganhou a imagem da cidade do lado, chamado São Luiz do Paraitinga

ROBERT O FAMINTO ISABELA

Há muito tempo em São Luiz do Paraitinga morava uma raposa macho, com a ponta da cauda branca, era laranja e laranja mais escuro, tinha quatro patas, duas orelhas grandes e um focinho bem preto. Vivia na beira do rio Paraitinga perto do sítio do Guto, numa caverna que era úmida, pequena e muito perto do rio. Ela precisava roubar comida dos moradores para sobreviver Um dia essa raposa foi roubar uma plantação de mangas em vez de uma casa, como de costume. Quando chegou lá as mangas eram lindas, umas mais amareladas, outras mais alaranjadas e tinham um cheiro doce forte. Então depois de comer um monte de mangas ela ouviu o dono da plantação gritando:

- Ei raposa foi ocê que comeu as minhas mangas? - A raposa assustada se escondeu no meio das mangueiras e esperou o homem ir embora. Quando ele saiu de lá bravo, a pequena raposa foi embora para sua humilde caverna. Depois disso ela achou melhor roubar plantações do que casas, já que conseguia mais comida

Como os moradores ficavam muito irritados com os roubos cada vez mais frequentes resolveram então se reunir para pensar o que fazer com a raposa que não parava de roubar comida deles. Depois de muito tempo discutindo e pensando chegou o Guto com uma ideia Ele explicou:

- Alguém podia cuidar da raposa porque aí ela pararia de roubar nossa comida já que seria alimentada.

- Mas quem iria cuidar dela? -perguntou um morador.

- Como iriamos fazer para capturar a raposa? - perguntou outro morador.

- Eu posso cuidar da raposa, porque lá no meu sítio tem espaço e comida de sobra! E eu acho que tenho um jeito de atrair essa raposa, mas vou precisar de ajuda – respondeu Guto.

- Do que você vai precisar? - perguntaram os moradores - Nós ajudamos no que precisar para fazer esta raposa parar de nos roubar.

- Eu vou precisar de um pouco de cada comida que a raposa mais roubou, porque são as que ela mais gosta - disse Guto

Um dia quando a raposa estava testando um caminho novo ela se perdeu na floresta e encontrou um Saci. Esse Saci era um Saci Pererê dos mais travessos Ele perguntou:

- Ei você aí!

- Quem eu? -perguntou a raposa.

- É você mesmo. Você não é daqui né?

- Na verdade eu não moro aqui e sim perto daqui, mas eu me perdi nessa floresta e não consigo voltar para a minha casa Será que você poderia me ajudar?

- Claro, mas você vai ter que esperar eu terminar essa travessura! - disse o Saci. - Eu estava prestes a dar nós na crina desse cavalo. Tive uma ideia! Por que você não me ajuda a dar nós na crina do cavalo e eu te ajudo a voltar para sua casa? Já que eu conheço essa floresta como a palma da minha mão Uma troca justa não? - disse o Saci A raposa pensou e respondeu: -Fechado!

Então eles deram vários nós na crina do pobre cavalo e foram embora O Saci ajudou a raposa a sair de lá, mas não deixou ela em sua caverna com medo de ser visto pelos humanos. Quando a raposa chegou lá sentiu um cheiro delicioso de suas comidas favoritas. Então seguiu o cheiro e deu de cara com um banquete para ela! Depois de comer tudo foi para sua caverna dormir No dia seguinte quando ela acordou sentiu o mesmo cheiro delicioso e foi atrás dele de novo. Só que dessa vez quando chegou lá encontrou um homem gentil que falou: - Venha não tenha medo eu não irei te fazer mal – a raposa um pouco desconfiada se afastou e esperou Guto se afastar para que ela pudesse se deliciar com aquele banquete. Isso se repetiu durante bastante tempo até a raposa confiar no Guto. Ele a chamou de Robert em homenagem ao seu falecido cachorro. Robert viveu durante muito tempo com Guto em seu sítio, feliz e saudável Mas infelizmente morreu na enchente, se deliciando com seu lanchinho da madrugada, não percebeu a enorme quantidade de água vindo em sua direção.

TECILDE: A MULHER DE PANO

JOANA

Não faz muito tempo que em uma costureira simples de São Luiz do Paraitinga trabalhava Matilde. Ela não recebia salário algum e nem sequer tinha férias. Morava em um pequeno quarto que era ocupado por uma cama velha, uma mesa, uma máquina de costura e muitos, mais muitos tecidos de todas as cores, estampas e tamanhos diferentes. Certa noite o sino da igreja tocou — algo que nunca tinha acontecido antes — e todos acordaram Logo perceberam que havia alguma coisa errada, e estavam certos pois uma enchente terrível estava alagando e destruindo a cidade, todos fugiram e escaparam da enchente. Menos uma pessoa.

Matilde que estava como sempre trancafiada em seu quarto tentou, tentou, e tentou de novo, mas não conseguia de maneira alguma sair de lá A água começou a entrar pela dobradiça da porta, ela não tinha o que fazer, então começou a nadar pelo quarto pedindo socorro, mas ninguém a ouvia. Foi quando uma enorme pilha de tecidos que quase chegava até o teto desabou em cima de Matilde, eram muito pesados e ela que já não era boa nadadora começou a afundar pouco a pouco e os tecidos foram se fundindo com sua pele, Matilde perdeu a consciência.

Ela acordou, olhou em volta e então percebeu que estava em um hospital e que muitas e muitas pessoas estavam ao seu redor. Saiu correndo para longe de todos, até porque fazer muito tempo que não via pessoas em grande escala apenas seu chefe levando comida escassa, os tecidos e mandando Matilde costurar todos eles.

Fugiu para muito longe e acabou chegando no sítio do Guto, entrou no primeiro banheiro que viu pela frente e resolveu se esconder lá mesmo, mas ao se olhar no espelho se deu conta do que havia acontecido com o seu rosto. Ela estava inteira costurada e remendada. O pior de tudo é que sua pele havia se tornado tecido não só um, mas vários: florido, listrado, quadriculado, com corações, com estrelas, com textura, lisos e todos os outros que se pudesse imaginar. Ao perceber isto correu e se enfiou no meio da mata para que ninguém a visse, até hoje mora lá e já perdeu completamente a noção do tempo.

Foi assim que Matilde se tornou Tecilde.

A alma do boneco

JOSÉ

Os bonecos do carnaval de São Luiz do Paraitinga são uma tradição da cidade. Mas nem todos são aceitos, alguns, são rejeitados e amaldiçoados por uma senhora da cidade. Essa maldição faz que os bonecos fiquem dormindo por 100 anos e depois disso acordam por 1 dia. A maioria dos bonecos ficam no calabouço da capela das Mercês. Mas um dia, o calabouço estava cheio, e não cabiam mais bonecos, sendo assim, decidiram queimar os novos bonecos rejeitados, então os bonecos ficaram sendo queimados e suas almas são aprisionadas em uma garrafa de vinho que é jogada no rio Paraitinga. Um dia, um novo boneco foi rejeitado, cremado, aprisionado e jogado no rio. Mas a garrafa parou em uma pedra do rio, e um peixe o levou para o fundo do rio. Depois de 100 anos, o boneco acordou, e mesmo sendo só uma alma, conseguiu sair, porque depois de uma mare alta, a garrafa bateu na pedra até se quebrar O boneco estava sem os pés e cheio de cicatrizes, mesmo sendo uma alma.

Logo após isso, o boneco se encontrou com o próprio demônio, que lhe fez uma oferta:

-Boneco, eu posso te dar um grande poder, assim você poderá se vingar daquele povo!

-Eu quero esse poder! Me dê ele agora! - Disse o boneco.

-Eu te darei, mas com uma condição, você terá que me fazer três favores: catar 100 peixes e fazer uma peixada, roubar 100 mesas e 200 cadeiras para eu comer a peixada e roubar 100 laranjas e fazer uma laranjada para mim, isso tudo hoje. -disse o coisa ruim

-Mas senhor, isso é quase impossível!

-Se vira! Hahahaha! (BUUMM)- O demônio some na velocidade da luz.

-E agora! Isso é impossível! Mas não custa tentar!

O boneco, que já era uma alma, assustou um pescador e pegou a rede dele, mesmo com dificuldades. Logo após, usou sua velocidade assustadora para com a rede prender os peixes. Depois de 10 minutos assim, ele já tinha 100 peixes, então fez uma peixada e logo depois, foi assustar 100 casas e roubar suas mesas e cadeiras. Depois de duas horas, ele já tinha separado 100 mesas e 200 cadeiras em um lugar muito afastado, logo após, ele invadiu o calabouço da capela e fez os outros bonecos como fantoches, e assim em pouco menos de 30 minutos ele já tinha feito a laranjada, esperou o demônio chegar e quando o capeta chegou, o jantar para ele já estava pronto:

-Aqui está senhor. - disse o boneco.

-Ótimo vou comer agora! E o seu novo poder é poder deixar as pessoas que são descendentes de alguém que falou mal de você no passado em um pesadelo infinito arrancando as almas deles - falou o coisa ruim

-Muito obrigado! Agora poderei me vingar!

Depois de um tempo o boneco foi assombrar a cidade, mas era somente a noite. Depois de um tempo, uma descendente da senhora que amaldiçoava os bonecos, conseguiu o aprisionar, mesmo quase morrendo conseguiu o aprisionar e assim a cidade de São Luiz do Paraitinga não sofre mais de assombrações.

A LENDA DO BOI BÍPEDE E A ENCHENTE JÚLIA

Um dia, nas margens do rio Paraitinga em uma fazenda chamada de Sítio do Guto, vivia um boi bípede mágico chamado Mokõi, ele era o guardião e protetor de São Luiz do Paraitinga

No ano novo, o Mokõi saiu de férias e deixou o cargo para seu amigo humano Maurício, contador de histórias quase profissional. No entanto, Maurício não tinha tanta força nem poderes quanto um ser mítico como o Mokõi.

Então, a cidade foi engolida por uma enchente, pois Mauricio não conseguiu pará-la.

Mokõi ficou sabendo de tudo rapidamente pelo jornal e voltou correndo para a pequena cidade de São Luiz do Paraitinga Porém, quando chegou já era tarde e tudo estava destruído A sociedade toda estava triste pois perderam sua cidade inteira.

Vendo isso, Mokõi decidiu ajudar a população a reconstruir sua tão amada cidade. E desde então, os moradores nunca se esqueceram da enchente e de seu guardião e protetor Mokõi

Conto popular

Feito por: Lara Travasso

Avia uma menina chamada Angel, ela vivia na igreja nossa senhora do rosário dos homens pretos,

Ela era um anjo sempre ajudava os moradores quando é preciso, ela tinha cabelos curto e loiros, olhos azuis bem claros e tinha umas asas enormes, mas escondia pós muitos acham que ela era um mostro.

Desde na infância Angel sofria bullying por conta de suas asas, as crianças riam dela a chamando de mostro ela sofria tanto que tinha de usar um manto marrom para esconder de todos da Cidade

No ano de 2010 a cidade estava estranha, estava nublado com muitas nuvens juntas, os moradores começaram a ficar preocupados, mas achavam que era uma chuva e deixaram pra lá. Só que a chuva começou a ficar forte que o rio começou a encher, uma moradora gritou: - A cidade vai ser destruir!

Todos começaram a gritar! Angel vendo o que estava acontecendo saiu da igreja rapidamente! A cidade começou a destruir casas, lojas e igrejas! Todos preocupados crianças, adultos e idosos as suas moradias tinham sido destruídas.

Angel com seus poderes conseguiu controlar a água e a botando de volta no seu lugar os moradores agradeceram, mas é suas moradias como iriam ficar!?

Angel ajudou a reconstruir a cidade com seus poderes!

Todo mundo começou a bater Palmas! E agora não precisava esconder a suas asas, e sempre que um mal acontece a Angel salva a cidade.

. A lenda da Sacisa Lisa

Em um tempo muito distante havia um ser estranho, que morava em uma cidade no Vale do Paraíba. Ela tinha cabelos médios, lisos e castanhos, usava um minúsculo gorro vermelho, tinha olhos verdes, lábios avermelhados, com mais ou menos 1,60m de altura e usava um vestido branco, mas com manchas de terra. O mais estranho dessa criatura é que ela possui apenas a perna esquerda. Seu nome é Sacisa.

Sacisa passava a perna em todo mundo na cidade em que morava Ela trocava o sal por açúcar, aparecia a noite, sujava tudo, fazia muito barulho e várias outras coisas. Uma noite Sacisa saiu de sua casa, e foi para a praça da cidade. Quando lá chegou todos os moradores estavam com tochas de fogo expulsando-a da cidade. Como ela tinha medo de fogo saiu correndo assustada

Pela manhã, Sacisa foi embora triste em busca de outro lugar para morar. No meio do caminho ouviu dois homens conversando:

-Lá em São Luiz tá tudo em ordem! -disse o primeiro homem- Tá tudo certinho.

-Que bom cumpade, lá é um bom lugar pra mora, né?

- Ah, é claro, José!

-Brigado, Benedito. Então é isso cumpade. -diz o segundo- Tchau. -Tchau.

Sacisa ao ouvir aquilo teve a ideia perfeita Decidiu morar em São Luiz do Paraitinga Andou pela estrada seguindo as placas que indicavam para São Luiz. Ela entrou em uma mata e achou que lá era o lugar perfeito para ser sua casa, mas não sabia onde estava, então decidiu seguir em frente e depois de alguns minutos viu uma placa escrito "Sítio do Guto" Agora que sabia onde estava, decidiu ver como era a cidade Ela percebeu que a cidade era calma e bonita, então deduziu que lá era o lugar perfeito para suas traquinagens. Sacisa não sabia que brincadeira iria fazer. Ela pensou, pensou e pensou, mas nada vinha em sua mente, até que ouviu algumas vozes. Ela seguiu o som e descobriu que um casal de pesquisadores e seu cachorro haviam se mudado para uma casa ao lado da mata onde morava, então logo depois disso pensou que pegadinha poderia fazer

Ela pegou pedras e jogou na janela da casa. O homem assustado, saiu da casa correndo para ver o que havia acontecido, mas não viu nada, porque a criatura já tinha corrido. Sacisa achou aquilo muito engraçado e decidiu fazer brincadeirinhas com o casal todos os dias No dia seguinte, era uma segunda-feira à noite, ela assustou o cachorro e acordou a todos, na terça-feira, ela fingiu ser a pesquisadora e foi pedir ajuda, enquanto o pesquisador fazia o almoço, em um fogão antigo e branco que estava em uma cozinha feita de azulejos brancos e azuis, e ele deixou a comida queimar, na quartafeira, o casal ia receber uma visita e a criatura a fez errar o endereço e assim, Sacisa aprontou todos os dias, durante um mês

O casal estava farto daquilo tudo, então resolveram pedir ajuda aos vizinhos. Os vizinhos disseram:

-Cês precisam criar um plano. – disse um vizinho mais velho- A Sacisa fazia traquinagens lá na cidade vizinha, mas ela veio pra cá

.

- Ela tem medo de fogo! -disse uma criança- Minha vó disse que ela foge e nunca mais volta quando vê fogo, moça.

O casal agradeceu as dicas e foi embora criar um plano. O pesquisador pensou em pegar seu fósforo e acender em frente a Sacisa, mas sua mulher discordou Ela pensou em deixar seu cachorro na porta para atrair a criatura e ficar esperando escondida, e quando a Sacisa chegasse, a pesquisadora iria mostrar uma tocha de fogo. Os dois concordaram e saíram para comprar a tocha.

Na noite seguinte, o casal já tinha arrumado tudo e se escondido atrás da porta. Quando a Sacisa apareceu e viu o cachorro na porta, pensou em entrar na casa, foi isso que ela fez, entrou, sem fazer barulho, mas quando foi encostar no cachorro a pesquisadora apareceu com a tocha e a Sacisa levou um enorme susto! Com o grito dela a região inteira acordou no meio da noite, mas em compensação a criatura nunca mais voltou.

A menina dos sentimentos

MARIA EDUARDA

Na cidade de São Luís do Paraitinga vivia uma jovem menina dos cabelos cacheados e olhos castanhos, que usava uma

jardineira em cima de um vestido feito com retalhos de panos carnavalescos, o nome dela era Sênti. Senti era uma menina forte fisicamente, era aventureira, e gostava de todo tipo de esporte desde futebol até ginastica A coisa mais estranha sobre ela, é que ela não tinha pais, um dia apareceu na cidade e ficou por lá

De uma hora para outra todos ao seu redor ficavam felizes. Toda vez que chegavam perto dela seus sentimentos mudavam como se estivessem sendo controlados como fantoches, a menina apenas ignorava como se nada estivesse acontecido.

Um dia em uma conversa entre amigos, em frente ao Rio Paraitinga onde o assunto era a garota um menino chamado

Lucas ficou bravo e foi tirar satisfação com a menina, que disse:

—Parabéns, descobriram meu segredo, e agora? O que vão fazer? Me prender? -com um tom de superioridade a garota falou-Eu posso os controlar, posso fazê-los ficarem feliz.

Lucas se manteve calmo e fingiu-se feliz, a menina acreditou e como se nada estivesse acontecido, sentou-se à beira do Rio Paraitinga, Lucas um menino esperto e travesso falou: —Não posso te prender mais posso fazer isso.

E empurrando Sênti com um orgulho tão grande que não sabia de onde tinha vindo, percebeu que todos os moradores da cidade tinham visto a cena, e já sabiam do que tinha acontecido e de quem era a Sênti realmente. A garota dentro do rio ficou irritada e criou uma grande enchente que assolou a cidade e acabou se matando pois usou todo o seu poder.

Sênti só não sabia que o amor de todos os moradores era grande e que com esse amor eles reconstruíram tudo, igrejas, capelas, mercados…

Antônia Rocha

MARIA FERNANDA

ATENÇÃO essa história passa de 1975 até 2010

Essa é a história de uma mulher de 24 anos chamada Antônia Rocha que morava em São Luiz do Paraitinga com o esposo Claudio, a filha Rosa, a mãe Helena, o irmão mais velho Joaquin Guimarães e seus dois cachorros, chamados Café e Cacau. Antônia era calma e alegre, com cabelos curtos e ruivos, desde pequena sempre amou os animais, a coisa que mais chamava atenção das pessoas era sua terocromia, seu olho esquerdo marrom e o direito azul. E mesmo que Antônia não tivesse muito dinheiro, ainda assim era muito feliz, ela tinha milhares de amigos e pessoas que a amavam. Ela sempre dizia que conversava com os espíritos. Todo mundo achava aquilo engraçado. Mas, um dia uma tragédia aconteceu, Antônia e sua família saíram para comer em um restaurante na beira do rio Paraitinga, quando eles estavam voltando, tinham que passar do lado da Igreja da praça e a filha da protagonista atravessou a rua e se esqueceu de olhar para os dois lados antes de atravessar. Para o azar de todos tinha um carro vindo desgovernado porque o freio tinha quebrado A mãe de Rosa correu até a filha e a empurrou para o outro lado da rua, salvando a vida da Rosa, mas perdendo sua própria vida.

O velório foi cheio de flores de todas as cores, a cidade toda foi se afundando em lagrimas de tristeza, pois Antônia era muito querida por todos, inclusive pelos animais da cidade Deus vendo tudo aquilo resolveu trazer

Antônia de volta a vida, mas como um fantasma.

Quando ela abril os olhos e viu aquele dia cinzento e chuvoso, as pessoas indo embora do cemitério, e Rosa ainda rezando pela mãe, Antônia começa a chorar e a dizer: -Minha filha! Eu achei que nunca mais iria te ver!!!

Antônia tenta abraçá-la fortemente, mas acaba a atravessando e caindo no chão Ela percebe que não estava viva e começa a chorar porque nunca mais ia abraçar sua família, mas feliz porque ainda podia viver. Dois dias depois do enterro, Cacau e Café vão ao cemitério e quando eles veem Antônia ficam muito felizes e a partir daquele dia os dois cachorros vão visitar Antônia todo dia

Cinco anos depois, a dona Helena morre de velhice, Joaquin morre de dengue, Cacau de câncer e Claudio, Rosa e Café foram morar no Chile. Pela primeira vez Antônia fica muito triste e decide ir morar no coreto que era o lugar que ela mais ama. Ao longo do tempo ela vai acolhendo e contando história para os animais de São Luiz do Paraitinga. Ela faz isso por trinta e cinco anos.

Certa noite, Antônia estava contando histórias de Pedro Malasartes para os animais, quando percebe que uma garotinha da janela de sua casa estava ouvindo tudo, olhando fixamente para Antônia. Ela fica muito assustada porque já faz muito tempo que ela não tem contato com seres humanos, assustada corre para o matagal, tentando descobrir por que a garotinha, que era na cidade, conseguia vê-la Algumas horas se passam e o sino da igreja toca de um jeito que nunca tocou antes, Antônia fica curiosa e vai até a cidade investigar o que estava acontecendo. Quando ela chega à cidade está alagada. Havia homens salvando pessoas e animais em botes salva-vidas. A nova garotinha não queria ir para o bote. Mesmo não sabendo nadar a menina queria salvar qualquer bichinho em apuros.

Antônio vendo tudo se sente culpada por não conseguir salvar ninguém. Então, decide ir até a Mãe D`água para pedir que ela baixasse a água. Elas fazem um acordo de que todo dia a Mãe D`água iria baixar um metro de água e Antônia iria limpar todo o lixo do rio Paraitinga Quando Antônia volta para cidade a água já tinha baixado bastante, estava na altura dos pés.

Ela foi para sua casa, o coreto, e viu ele todo destruído. A garotinha apareceu do lado de Antônia e sem dizer uma palavra as duas começaram a reconstruir o coreto. Quando ele estava quase pronto, Antônia disse:

- Como você consegue me ver?

A garotinha responde:

- A minha mamãe disse que eu herdei da minha falecida vovó, Antônia Rocha, o poder de falar com espíritos. Antônia fica chocada e diz:

- Que coincidência, meu nome é Antônia Rocha Então, eu sou a sua avó?! Qual é o seu nome?

A garotinha, sorri e diz:

- Meu nome é Clara Rocha e cheguei do Chile há dois meses.

- Clara gostaria de vir aqui toda noite para ouvir as minhas histórias todas as noites? Eu te levo para sua casa depois. Diz Antônia.

Clara fica radiante e diz que pode esperar por ela que esta noite ela estará aqui no coreto

A partir daquele dia, Clara e os animais vão ao coreto ouvir as histórias de Antônio.

Dizem que até hoje as duas e os animais continuam se encontrando no coreto para ouvir e contar histórias e protegendo a cidade das enchentes

A MULHER E O RIO MARTIM

O ano era 2019, havia uma mulher que iria tirar um tempinho das férias dela, em São Luiz do Paraitinga A cidade onde a mulher vivia, era muito longe pois morava com os pais. Ela foi porque muitas pessoas falavam bem de um tal de Rio Paraitinga. Se despediu, foi.

Ficou horas e horas, percorrendo cidades próximas de lá Teve que dormir num hotel perto da estrada Passou a noite, acordou de manhazinha, tomou um café e foi. Finalmente, a mulher chegou a uma estradinha de terra, onde levava às entradas da cidade. A mulher ficou chocada, a cidade era linda. Foi num passeio turístico para conhecer melhor os lugares, tipo uma exploração.

Ela se encantou, passou pelo coreto, pela capelinha onde as pessoas cuidavam e gostavam muito dali. Visitou cada cantinho da cidade, cada cantinho mesmo, já até sabia onde ela estava Mas a fome bateu: -Nossa, que fome que me bateu agora! Vou lá naquele restaurante pertinho daqui, vou beliscar um pouquinho do que tem lá. -Ela foi, comeu e quando já tinha certeza de que estava satisfeita, foi procurar um hotel para se hospedar e descansar um pouco

Se hospedou em um que tinha lá perto. Mas ainda não tinha se esquecido o Rio Paraitinga. Ela só ia descansar um pouco mas acabou dormindo. E dormiu mesmo, quando acordou á estava tarde quase noite.

-Ó meu Deus! Só ia descansar um pouco, mas acabei dormindo muito! Vou ir ver o Rio correndo e agora! -Pegou seu carro saiu em direção ao Rio.

Quando chegou lá, desceu uma escada de madeira meio bamba e lá estava:

-Minha nossa, nossa, nossa! É lindo mesmo! - Disse ela. - Vou apreciar esta vista linda! -Ficou um tempo lá até chegar à noite.

Quando iria em bora, viu uma silhueta humana emergindo nas profundezas do rio A figura surgiu e a moça se assustou inteirinha:

-Ahh! Quem é você?! -Disse a mulher toda arrepiada.

-Sou a enchente, mas não se assuste com meu nome, não é o que parece, não se assuste-Disse a enchente com uma voz calma. Ela, era assustadora pois só tinha os olhos e a voz sem nada mais de seu corpo.

-Mas e você moça, qual o seu nome?

-Melhor deixar para lá, não tem importância. -Disse a mulher. -Tenho que embora, já está bem tarde.

-Não, fique mais um pouco, sou uma protetora da cidade do rio, e você não vai querer ir embora e deixar uma excelência aqui falando sozinha né?

-Você é uma protetora? -Disse a mulher confusa.

-Claro que sou! -Falou a misteriosa silhueta.

-Que doideira!

-Vou fazer uma surpresinha para você durante a noite, mas não tem problema se acordar durante à surpresa. -E por lá, ficaram quase a noite inteira conversando.

Chegou uma hora que a mulher não aguentava mais de sono e foi embora prometendo voltar no dia seguinte. Se despediu e foi. Voltou para o hotel cansada se deitou na cama e dormiu, nem queria mais saber da surpresa, só em dormir. Tinha botado um despertador para a madrugada e foi embora pois já tinha que voltar para a casa. Estava chovendo muito. Assim foi embora já nas saídas, escutou um sino ao fundo, mas não ligou. Dormiu no mesmo hotel da estrada de antes.

De manhã, tomou um cafezinho e voltou as estradas. Chegando em casa, pegou o jornal do correio que dizia:" Ontem, ocorreu uma das enchentes mais catastróficas de 2010."

-2010?! Mas estamos no ano de 2019 não? Isso só pode ser coisa da enchente! Não pode ser! -A enchente tinha pensado que havia acabado com a mulher, mas não. Após a Enchente descobrir que a mulher se saiu bem ficou raivosa. Desde então, a Enchente procura cada pessoa que vê, atormentando a vida dela. E quando acontece uma mini Enchente, é porque ela está raivosa e se descontrola Ao final, a mulher fica naquele mundo paralelo de 2010, mas consegue de um jeito de viver naquela dimensão. Mas isso foi apenas uma alucinação, a enchente não, mas do mundo paralelo sim.

A lenda do menino Tresmo MIGUEL

Há muito tempo em uma pequena cidade chamada São Luiz do Paraitinga, vivia um menino chamado Tresmo. Ele era muito tímido, vivia com medo Ele não conseguia fazer as coisas quando ele estava na frente de outras pessoas Sua vida não era nada simples, principalmente porque ele tinha que viver sabendo que ele era o filho do diabo. Isso abalava e assustava todas as pessoas que lá viviam. Todos seus amigos que conviviam com ele quando descobriram que ele era o filho do diabo simplesmente perderam o contato e todos os familiares que já não eram muitos ficaram envergonhados e nunca mais apareceram na cidade.

As pessoas viviam com medo dele e saiam dizendo: Deus me livre encontrar o filho do diabo.

Eu que não quero ver o filho daquela coisa feia!

Por tanto ainda restava seu irmão João, ele era um jovem forte e bonito e todas as meninas da cidade viviam apaixonadas por ele, porém elas mal sabiam que ele também era filho do diabo. João era um menino gentil e amigável e sempre ele arranjava um tempo para falar com o seu irmão, mas sempre de uma forma discreta porque mesmo João tendo um coração enorme ele vivia morrendo de medo de todos descobrirem seu segredo e como Tresmo se importava muito com seu irmão havia feito uma promessa de nunca revelar que João era seu irmão e filho do diabo também. Mas em geral Tresmo o amava e o admirava muito.

Até que em uma noite algo inesperado havia acontecido. Quando Tresmo estava se arrumando solitariamente para dormir em seu humilde aconchego que ficava na parte dos fundos de sua casa a ´´ Capela nossas senhoras das mercês ´´ que tinha sido construída pela sua mãe: Maria pereira das silvas, que já não estava mais viva, ele começou a ouvir uma voz na porta da frente, parecia ser algo do diabo que era algo muito comum para ele principalmente porque o diabo era seu pai, então Tresmo apenas ignorar o barulho, ele fechou os olhos e tentou dormir, porém de repente ele ouviu algo sussurrando em seus ouvidos: Algo está por vir, algo está por vir, algo está por vir!

Tresmo na mesma hora se levantou assustado e olhou para o lado para ver quem o estava incomodando, mas ninguém estava lá, então se ajeitou na cama e finalmente começou a dormir. A coisa mais estranha é que em seu sonho ele começou a ver uma grande inundação vindo na direção da cidade e ela vinha diretamente do Rio Paraitinga e em seus sonhos havia pessoas correndo para todos os lados e todo São Luiz do Paraitinga sendo completamente destruído Tresmo não aguentou o sonho e acabou acordando, já era de manhã, então como ele estava muito preocupado pelos ocorridos da noite passada foi atrás de ajuda. Ele não fazia ideia de quem o conseguiria ajudar, mas lembrou que ele tinha seu irmão e lá foi Tresmo a procura dele Seu irmão vivia em uma belíssima casa e toda vez que Tresmo passava por ela para o visitar ele sentia uma enorme alegria e perdia toda sua timidez e pensava:

-Como pode existir uma casa assim tão linda e belíssima! E o povo vivia dizendo o mesmo.

MAS... quando Tresmo entrou na casa, não sentiu nenhuma emoção apenas um vento frio e arrepiante passando pelas suas pernas, quando ele estava indo em direção ao quarto de seu irmão que era a onde ele costumava ficar, ele se deparou com uma cena inesquecível e terrível, viu seu irmão morto pelo chão e bem ao lado dele havia uma letra D que parecia ter sido escrito com o sangue de João, na hora ele associou a letra com o diabo e pensou como isso poderia ter acontecido com o João, ele era uma pessoa que nunca havia feito coisas erradas e nem desrespeitado seu pai, o diabo Então ele saiu correndo soltando lágrimas para todos os lados, ele se sentia como se alguém estive-se cravando uma faca em seu coração Tresmo tentou se esconder no lugar mais perto que havia em seus arredores e viu a igreja Matriz de São Luiz do Paraitinga, então decidiu se esconder lá. Subiu as escadas com velocidade e foi para o segundo andar, lá ele se deparou com um menino, os dois ficaram se encarando e Tresmo sentiu que o já conhecia, os dois ficaram no maior silencio até que o menino falou:

-Por que você está chorando?

-Eu não estou! - Respondeu Tresmo.

-Você sabe que mentir é pecado né? - Disse o menino -Sim! agora me deixa em paz. - Disse Tresmo.

Ok, vamos tentar de outra forma. Eu sou seu tio! Calma, você é Deus? - Perguntou Tresmo com uma cara de surpresa. Sim, e é um prazer te conhecer sobrinho! Mas nós não temos muito tempo! Por quê?

O diabo está planejando uma grande enchente para destruir São Luiz do Paraitinga, para ele conseguir se vingar de mim por ter retirado seus poderes. Mas de alguma forma ele os conseguiu de volta. Então é o seguinte: A enchente vai acontecer amanhã à tarde perto do meio-dia, vou precisar que você coloque todas essas pedras em volta do rio e despeje esses dez sacos de farinha em cima delas, aí quando eu der o meu sinal você vai chamar o diabo e quando ele aparecer, empurre-o para a direção do rio e espere dar cinco segundos e que eu irei aparecer,

- Mas como eu conseguiria distribuir as pedras por todos os lados do rio a tempo, é um rio gigantesco! - Disse Tresmo. Por isso mesmo que você não estará sozinho Leve com você esse menino que foi chamado de Pedro e esse cachorro caramelo que foi chamado de Luquinhas, eles te ajudaram a distribuir as pedras e os sacos de farinha no entorno do riu. Você está de acordo?

Tresmo se virou, pensou um pouco, e disse:

Eu estou dentro!

Mas quando olhou para os lados não havia mais ninguém e percebeu que já estava anoitecendo, então decidiu ir embora para sua casa para descansar e se preparar para o grande dia que estava por vir.

Quando Tresmo finalmente acorda, ele percebe que estava acontecendo alguma coisa, o chão estava tremendo e quando ele abre sua janela para ver como estava o dia ele se depara com todas as pessoas correndo e subindo os picos mais altos aos redores de São Luiz do Paraitinga para se salvarem e todos ao mesmo tempo gritavam: Salvem-se quem puder!!!!!

O diabo estava vindo para nos levar!!!!! Corram para cima das colinas!!!!!

É o nosso fim!!!

Tresmo percebeu que estava na hora de agir, então se arrumou e foi atrás das pedras, dos sacos de farinha e seus ajudantes, mas para sua surpresa em frente de sua casa já estava tudo lá, as pedras e os sacos e bem aos seus lados havia o cachorro e o menino, eles não falavam nada e pareciam ser mudos, então Tresmo com muita empolgação disse:

Estão prontos?

Mesmo ninguém tendo respondido a sua pergunta ele viu que aquilo era um sim e então ele pegou uma quantidade de pedras e sacos e começou a espalhá-los pelo rio Em seguida, pediu para que os outros também começassem a espalhar.

Depois de um tempo enquanto eles finalizavam seu trabalho, Tresmo percebeu que algo estava se aproximando, até que ele sentiu algo tocando em seus ombros, então com velocidade se virou e gritou:

Sai de perto pai, eu não tenho nada com você!!

Calma meu filho eu só gostaria de te conhecer melhor, vamos tomar um chazinho no inferno.

Não, vai embora pai!

Um silencio interrompeu a conversa e do outro lado do rio Tresmo percebeu que Pedro fazendo um sinal de joia sinalizando que ele já havia distribuído as pedras e sacos e quando virou para o outro lado viu o cachorro latindo mostrando que ele também já tinha distribuído as pedras e os sacos, Tresmo permaneceu parado esperando tomar coragem para conseguir empurrar seu pai para dentro do rio, mas como ele estava paralisado de medo ele não conseguia Então de repente ele começou a sentir uma ventania e a terra começou a tremer mais ainda, até que uma rajada de água veio em direção a Tresmo e ele assustado gritou:

SOCORRO!!!!!!!

É o seu fim! - retrucou o diabo, soltando uma leve risadinha.

Só que então algo sobrenatural aconteceu, as pedras e os sacos haviam formado um tipo de escudo em volta de São Luiz do Paraitinga e nenhuma uma gota de água conseguia passar mais para dentro da cidade e então o diabo furioso falou:

Como isso aconteceu?

E na mesma hora Tresmo sentiu uma força correndo pelas suas veias, então perdeu seu medo e disse:

Não sei, mas acho que você pode me dizer como é lá dentro do rio!

E com um pequeno empurrãozinho o diabo passou pelo escudo e caiu diretamente em direção ao rio Tresmo ficou surpreso e feliz pelo que ele tinha conseguido fazer. Quando ele foi se virar para agradecer ao Luquinhas e Pedro eles não estavam mais lá, então Deus de repente apareceu e falou:

Sinto muito por isso.

Pelo que? - Perguntou Tresmo.

Pelo seu pai – Responde Deus

Não tem problema, ele nem dava a bola para mim e eu nunca havia visto como ele era de verdade e nem queria ter visto aquele coisa ruim, mas só por ele ter matado uma das pessoas mais importantes da minha vida o meu irmão isso já me deixava furioso a respeito dele.

Do mesmo jeito sinto muito. Mas era a coisa certa a se fazer e São Luiz do Paraitinga estava sofrendo um grande risco, mas enfim agora tenho que ir pois a vida não para né sobrinho? - E assim Deus começou a voar e foi se embora para o céu.

Quando as pessoas começaram a voltar para a cidade Tresmo sentiu que estava na hora de voltar a sua casa Depois desse dia, Tresmo descobriu que não estava mais sozinho em sua vida e que sempre poderia contar com seu tio, com João e com o Luquinhas. Mesmo ele continuando a ser chamado de filho do diabo, ele havia perdido sua vergonha e entendido que ele deveria seguir em frente em sua vida e que não dava para viver no passado só pensando no que as pessoas achavam dele, se isolando de todos e tendo uma vida solitária. E assim o menino Tresmo tinha aprendido uma grande lição para sua vida.

Mas no final de tudo Tresmo ainda havia ficado com dúvidas em algumas coisas como: porque o diabo tinha matado seu irmão, será que era para chamar sua atenção? Isso só Tresmo descobrirá em sua jornada.

“Meu

chapéu – meu amuleto da sorte”

Nicolas Carvalho

Certa vez um moço com estas características, olho escuro e bigode, usava um chapéu, vestia uma roupa de xerife foi a uma capela em São Luís do Paraitinga, chamada de Nossa Senhora das Mercês. Quando ele entrou na capela, ele soube que não podia entrar de chapéu e então o tirou

Ele começou a rezar, mas quando ele acabou, ele ficou atrapalhando as pessoas ao redor dele e foi expulso da capela.

Quando ele chegou em casa, percebeu que ele esqueceu o seu chapéu na capela O chapéu era o seu amuleto da sorte. Ele saiu correndo em direção a capela, bateu na porta e uma mulher abriu e perguntou:

O que foi moço?

Eu esqueci meu chapéu dentro da capela e vim até aqui para pegá-lo de volta – disse Ele.

Bem, eu só devolvo o seu chapéu se você prometer não incomodar mais as pessoas que vem a capela rezar! - disse a mulher

O moço concordou com ela e conseguiu o chapéu de volta. Ele foi embora para a sua casa, feliz da vida, pois o chapéu era o seu amuleto da sorte. Ele nunca mais incomodou as pessoas nos lugares!

Lueixe

OLIVIA

Tinha um homem chamado Luiz Ele morava desde pequeno em São Luiz do Paraitinga, então ele tinha um amor bem grande pela cidade, porque foi onde ele cresceu, a cidade era pequena cheia de mato, era uma cidade que todos se conheciam e eram amigos, o Luiz conhecia todos ele era muito bondoso e gente boa.

Mas um dia começou a chover muito, muito e o rio começou a subir de tanta chuva. Os moradores não sabiam o que fazer, mas o Luiz queria ajudar e não sabia como, ele começou a ficar desesperado as casas estavam sendo destruídas, as igrejas tudo

Mas então, ele lembrou de uma coisa que o avô dele tinha falado a ele quando pequeno. O avô tinha falado que quando a cidade precisasse dele, ele tinha que abrir uma carta que tinha deixado para o Luiz. Então ele abriu e leu, estava escrito sobre uma mágica, uma mágica de família só a família podia saber, mas ninguém Era tipo um poder, ele podia se conectar com animais e se misturar com esse animal. Ele decidiu se misturar com os peixes do rio.

O Luiz virou um homem de água cheio de peixe dentro. Então ele decidiu ajudar a cidade sugando a água, ele começou o seu trabalho, a cidade ficou mais em choque do já estava quando viram ele. Ninguém sabia que era o Luiz, então ficaram com medo, mas quando viram que ele estava ajudando resolveram ajudar também.

De pouco em pouco, a cidade foi voltando ao normal porque todos foram se ajudando. Eles reconstruíram as igrejas casas e tudo que se foi com a enchente. Mesmo com a cidade quase do mesmo jeito ninguém sabia que era o Luiz, e as pessoas sempre se perguntavam onde ele foi parar e como essa criatura foi criada. Depois de um tempo os moradores resolveram dar o nome dele de Lueixe para fazer uma homenagem para o Luiz que tinha um jeito tão parecido e era tão amado na cidade, e porque ele era repleto de peixes. E até hoje ele cuida da cidade sem ninguém saber sua identidade.

A Lenda de Aguilson

PEDRO

Há algum tempo em São Luiz do Paraitinga teve uma enchente que derrubou casas lojas e igrejas e a comunidade teve de reconstruir toda a cidade, mas, tinha um problema como reconstruir se a cidade inteira estava alagada? Então foram os moradores tentaram secar o local Ninguém conseguia de jeito nenhum. Então eles perguntaram a um velho que morava por lá, ele disse que tinha um espírito que não queria que a água secasse pois gostava daquele lugar, o espírito, não podia sair da água, então eles tiveram uma ideia, pegou um balde e jogou a água toda no rio

O espírito, vendo aquele caminho novo foi para lá explorar, enquanto isso os homens tiravam a água da cidade e jogavam no rio. Quando Aguilson se deu conta, estava preso no rio, acabou que ele desistiu de voltar e ficou por lá mesmo.

A Lenda do Saci Pito Sebastião

Era uma vez, em São Luiz do Paraitinga um senhor de 50 anos se mudou para lá seu nome era Antônio era pescador que veio do pantanal, foi visitar a alguns meses antes de se mudar ele ficou ouvindo rumores de um novo saci, então queria morar perto do riu e de uma igreja

Quando foi morar lá, encontrou uma senhora chamada dona Neusa, era bem simpática e morava com três filhos: Hobsom, Clebinho e Creitu .

Um mês depois de se mudar, Antônio começou a ouvir barulhos vindos do lado de fora da casa, como ele não era tão supersticioso dormiu tranquilo, mas depois de uma semana ele ficou com medo e contou para a dona Neusa e ela disse que também estava ouvindo esse barulho nesse mesmo dia a noite ela viu um saci de olhos totalmente negros então o saci o saci falo: -Você me viu agora tu ficas com gripe!

No dia seguinte dona Neusa estava realmente com gripe todo mundo da região fico sabendo seu filho Hobsom foi tenta espiar o saci, ele viu e então o saci disse

-Você me viu tu ágoras estas com caganeira!

E no dia seguinte ele realmente estava os rumores se espalharam e seu irmão Clebinho foi tentar ele conseguiu desta vez o saci falo:

-Se fizerem isso, mas duas vezes na terceira eu mato e tu vai cair do cavalo no dia seguinte Clebinho foi passear a cavalo e caiu no chão todos ficaram sabendo então seu Antônio decidiu capturar o saci na semana seguinte.

Seu Antônio Reuniu todos os seus conhecimentos sobre o Saci que ele vivia à noite, sempre É, aparecia depois de um estrondo e foi capturá-lo

Na noite marcada ele olhou para fora e viu o saci e o capturou-o o saci falou: -Vai acontecer uma grande tragédia para você, daqui a 10 anos Sua casa será inundada!!!

Seu Antônio morreu antes disso, mas a enchente aconteceu. Então toda a vez que alguém captura esse saci alguma grande tragédia acontece.

PARAITINGA

Vicente Luckner Lorena

Logo após a enchente a cidade inteira de São Luiz do Paraitinga estava em desespero, casas destruídas, e pessoas rezando. Foi então que um moço no meio da multidão gritou: -É culpa do diabo! O diabo está morando de baixo do rio Paraitinga!

E esta notícia foi se espalhando até que chegou nos ouvidos de um rei muito poderoso, que queria tudo, até o rabo e os chifres do diabo. Então ele mandou seu exército forçar o diabo a sair de sua casa entupindo o rio com todo o lixo que a cidade tinha produzido no ano Lá foram eles, o exército do rei marchando até o rio Paraitinga Lá foram eles despejando lixo, lixo, e mais lixo.

O povo estava sem esperança e muito triste de ver o rio poluído. Mas dizem que no meio do rio poluído apareceu sabe quem? O diabo Ele queria se vingar, e fez um fogaréu com todo o lixo do rio O fogaréu foi ficando maior, e maior e cada vez maior. Foi que no meio do rio, no meio do fogaréu foi se formando um redemoinho enorme de água e que neste redemoinho saiu uma silhueta de água que acabou com o fogaréu e ajudou na reconstrução da cidade.

O rei foi preso e até hoje a silhueta de água ajuda a cidade quando ela precisa devolvendo esperança para os moradores de São Luiz do Paraitinga.

Estudantes

Alice Asquini Caldeira

Alice Spolidorio Cristel

Ana Beatriz Shimabukuro Eng

Bianca Bonamigo Squizato

Caio Senhorini Tkacz

Felipe Foz Salazar Bahi

Gil Guimarães Alexandrino

Giovanna Meinao Botelho

Gustavo Gusso Maricato

Isabela Bonadio Matta

Joana Costa Vita

José Moreira Ayres Lisboa Leite

Júlia Mendes De Carvalho

Lara Noemia Ernesto Silva Travasso

Lisa Leite Godinho

Maria Eduarda Dias Da Costa

Maria Fernanda Nascimento Figali

Martim Chadarevian Baraldi

Miguel Santos Moreira

Nicolas Carvalho Tinen

Olivia Marinho Munro Tausz

Pedro Iensen Barbosa

Sebastião Salvador Toviansky Alves

Vicente Luckner Lorena

Direção

Ligia Berenguel Orientação Irene Antunes

Roge Carnaval do Nascimento

Auxiliar de Coordenação

Carolina Sandri

Secretária

Ana Célia

Professor de Artes

Carlos Serejo

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