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revista 6°B (1)

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PERSONAGENS POPULARES

PERSONAGENS POPULARES

Criando Personagens Inspirados na Cultura Popular Brasileira

Após uma visita a São Luiz do Paraitinga, os alunos do 6º ano mergulharam na rica cultura popular brasileira. Inspirados em personagens como o Saci-Pererê, Curupira, Cuca entre outros, criaram suas próprias personagens e escreveram contos, explorando a imaginação e a criatividade.

Através de desenhos e narrativas, os estudantes demonstraram um profundo conhecimento e apreço pela cultura popular. Cada personagem e cada história é uma janela para o universo folclórico brasileiro, transmitindo tradições e valores de geração em geração.

Este projeto, que une Arte e Lingua Portuguesa, é um convite à reflexão sobre nossas raízes e a importância de preservar a memória cultural. As obras produzidas pelos alunos compõem uma rica coleção que celebra a diversidade e a originalidade da cultura popular brasileira.

Anjo do Desespero AKEMI

Em uma cidade chamada São Luiz do Paraitinga, havia várias igrejas e os moradores rezavam demonstrando sua fé. Até o dia em que algo horrível aconteceu, uma forte chuva que fez com que o rio transbordasse e causasse uma enorme enchente que destruiu tudo o que estava em seu caminho, levando consigo também as igrejas utilizadas todos os dias pelos moradores, mas isso não foi suficiente para perder a fé que permaneceu forte fazendo com que todos continuassem adorando seus Deuses. Agora com mais força, homens, mulheres e crianças se juntaram para reconstruir a cidade e suas igrejas. Estava tudo tão difícil que por um momento pensaram que não conseguiriam, fazendo assim aparecer um anjo que foi atraído por tanto desespero, ele não tinha uma aparência tão acolhedora, muitas vezes assustando os moradores, mesmo assim ajudou ao máximo na reconstrução e a cuidar dos habitantes que haviam se ferido durante a enchente. Depois de completamente reconstruída, o anjo que ajudou nos momentos difíceis desapareceu para sempre, e para que não fosse esquecido por todos, as igrejas guardam fragmentos das antigas construções e colocam panos roxos na cabeças das estátuas das igrejas por quarenta dias, que foi o período da enchente até a chegada do Anjo do Desespero.

O demônio da enchente

ALAN

Há alguns anos houve uma enchente em São Luiz do Paraitinga. Dois irmãos e seu pai moravam em um bairro bem quieto. O pai deles trabalhava muito longe.

Até que um dia houve uma enchente que estava destruindo tudo pelo seu caminho, os dois irmãos trancados em casa não tinham o que fazer, mas a equipe de ajuda salvou um dos irmãos, mas eles não viram o outro, o corpo do irmão foi levado por um monstro que levava todos os corpos que morriam afogados para o castelo dele.

Alguns anos depois, quando o irmão já era mais velho, ele virou da equipe de resgate. Enquanto ele estava patrulhando, viu um monstro levando um corpo, então ele o seguiu e viu toda a rota do monstro. Então ele foi contar aos colegas de trabalho dele, mas ninguém acreditou.

Então ele foi sozinho até o castelo, viu um monstro com um corpo de humano, mas com uma cabeça de relógio, era o irmão dele, ele não tinha percebido isso, mas quando ele foi olhar mais de perto, estava falando sozinho:

- Qual será o próximo desastre que eu causarei?

- Mas será que eu poderia machucar meu irmão com isso?

A partir dessa fala, ele viu que aquele monstro era seu irmão, então ele foi correndo em direção ao monstro e deu-lhe um abraço, que com tanta esperança de que seu irmão voltaria ao normal e foi isso mesmo o que aconteceu, o irmão dele voltou ao normal, mas outros monstros estavam vindo para ver o que estava acontecendo. Os dois irmãos se esconderam e quando os monstros abriram a porta, os dois irmãos saíram correndo de lá mesmo com os monstros vindo atrás deles, mas quando eles saíram e viram o sol, quando eles olharam para trás os monstros tinham sumido e até então os capetas nunca mais foram vistos.

Sopra cios a Nuvem e a Grande Enchente

ARTHUR

Em um tempo atras, nas terras calmas de São Luiz do Paraitinga viviam tranquilamente os habitantes de São Luiz

Até que em um dia, uma grande chuva inundou o rio Paraitinga, com ela veio água corrente uma enorme criatura com aparecia de água começou uma enorme enchente.

Vendo lá do seu Sopra cios a nuvem desce dos céus e observa a cidade ser assolada pela enchente, daí ele tem uma Ideia.

Soprar a enchente, foi lá ele soprou, soprou e soprou, não deu certo ficou tentando por muito tem mas quando se deu conta, água corrente já tinha ido embora e a enchente também já avia assolado a cidade inteira.

Triste mais ainda confiante sopra cios começou a soprar área toda encharcada sumiu com a água e foi de pouquinho em pouquinho junto de seus ajudantes mais conhecidos como anjos do rafting foram salvando os seveis e limpando a cidade. Nenhum cidadão se lembra do Sopra cios apenas de seus ajudantes é por isso que não vemos nenhuma estatua dele nas terras majestosas de São Luiz do Paraitinga.

Isabelle e suas éguas

Beatriz Campos

Isabelle tinha uma égua que se chamava Carmin Flores. Todos os dias, ela galopava bem rápido para vários lugares e encontrava animais precisando de ajuda para cuidar

Um dia, ela encontrou um animalzinho muito pequeno e ao observar que o animal tinha crina e rabo viu que era uma mini égua. Ela era tão pequena que Isabelle chamou de Chihuahua e levou para sua hípica para cuidar.

A Chihuahua, quando ela era pequena, pulava 4 metros de altura As outras pessoas ficavam assustadas e queriam comprar ela. Mas Isabelle não vendeu.

Isabelle cuidou muito bem da Chihuahua e de repente ela começou a crescer bastante e quando ela ficou adulta ficou do tamanho de um cavalo árabe com a crina dos dois lados e saltando 8 metros.

Chihuahua e Isabelle ganhavam várias competições de saltos juntas e as pessoas não queriam comprar esse

animal porque tinham medo da altura do salto da Chihuahua Com o tempo, Isabelle percebeu pela crina e pelo salto que a Carmen Flores era uma das irmãs de Chihuahua e manteve as duas juntas.

Dias depois Isabelle achou uma égua a mais para cuidar. A égua pulava dois metros de altura e dois metros de distância quando era criança Quando adulta virou um Pégasus e pulou voando Ela era uma égua árabe com asas.

Isabelle descobriu que Carmen Flores, Chihuahua e a Pégasus eram irmãs que a Chihuahua e a Pégasus estavam perdidas, a Carmen Flores, Chihuahua e a Pégasus se encontraram e viveram felizes todas juntas.

Luiz, o Cachorro do pedaço

Benicio Annunziato

Dizem que antigamente na cidade de São Luiz do Paraitinga, havia uma família de cachorros. Era uma família como todas as outras. Até que um dia, tiveram um cachorrinho. Era um filhote diferente, ele parecia maior que os outros, mas os pais não ligaram e cuidaram dele como um cachorro normal. O batizaram de Luiz, dizem que é por causa do nome da cidade.

Anos se passaram. Quando Luiz completou sete anos de idade, disse aos pais que já estava pronto para sair de casa e se tornar independente Os pais acharam que não tinha problema, ajudaram com as malas, se despediram e o cachorro foi. Luiz andou pela rua durante alguns dias em busca de um abrigo ou companheiro, andou, andou e nada. Um dia, um homem mais velho que usava uma cartola avistou o Luiz e o chamou para casa. Como ele estava em busca de companheiro, não pensou duas vezes e deixou o sujeito o levar

Chegando na casa, o homem pegou um potinho e colocou um punhado de ração e disse: Você deve estar com fome, tenho um pouco de ração, quer?

Luiz que estava há dias sem comer, não teve escolha e comeu tudinho. O homem preparou uma caminha para o grande cachorrinho poder dormir, e perguntou se queria passar a noite lá, o pobre Luiz não tinha onde ficar, o que fazer, então se deitou e dormiu. Na manhã seguinte acordou cedo, então foi vasculhar a residência, primeiro foi ao quarto do homem que ainda estava dormindo. Lá, em cima de uma mesa tinha um pote misterioso, Luiz sentiu um bom cheiro vindo lá de dentro, ele tinha acordado com fome, pegou o pote com seus fortes dentes e o levou para perto de seu potinho de água, pensou em fazer um café da manhã com o que tinha, abriu o pote e percebeu que estava escrito ''Fermento'' na tampa, não sabia o que era, não ligou e jogou toda a água que tinha lá dentro, misturou e tomou tudo. Mal ele sabia que aquilo o deixaria gigante e muito mais forte do que já era.

Depois de umas semanas, Luiz percebeu que estava enorme, com 2 metros de altura e estava conseguindo ficar de pé! Assim o homem se assustou e saiu correndo, abandonando a casa toda, deste jeito a cartola que ele usava caiu, o cachorro a pegou e colocou na cabeça, prometeu não tirar nunca. Antes de abandonar a casa também foi ao quarto de seu velho amigo e achou uma calça meio usada e largada ali, vestiu e achou confortável. Também achou um par de botas, fez a mesma coisa e saiu andando pelas ruas de São Luiz do Paraitinga, mais uma vez sem destino.

Hoje em dia, habitantes da cidade contam que se assustaram na primeira vez que viram Luiz andando por aí, mas com o tempo descobriram sua história, seu nome e que ele só tinha comido fermento mesmo. Também contam quando Luiz conheceu o Saci Pererê não gostou nada daquele moleque, toda vez que o menino incomoda alguém a gente grita:

Oh Luiz, o Saci tá aqui, vem vê!

O Luiz vem num gás, chega rapidinho e dá uma lição naquela peste, são os maiores rivais da região Os moradores de lá dão comida, roupas e dinheiro as vezes.

Luiz é o favorito de São Luiz do Paraitinga, adorado por todos, menos pelo Saci. É o cachorro do pedaço.

Espírito de São Luiz

Bruno Vani

São Luiz do Paraitinga é uma cidade muito amada pelos moradores e também é conhecida pelo espírito e esperança das pessoas que moram lá.

Um dia em São Luiz tudo estava extremadamente normal, todo mundo estava fazendo seus deveres, seus trabalhos, um dia sem novidade.

Só que no dia seguinte o clima estava estranho, as nuvens estavam tapando o céu, as pessoas estavam brigando e se dando mal, o clima realmente estava muito ruim mesmo Então quando eles foram ver as sirenes estavam tocando e o rio estava entrando na cidade, as pessoas entraram em desespero pensando que todo iria ser perdido, mas como ali era um lugar de esperança, eles acreditaram, acreditaram e acreditaram tanto que a esperança havia tomado corpo, e então ela tomou posse da Igreja Matriz

Ela começou a criar braços e pernas e no meio da igreja havia uma luz radiante, era a esperança das pessoas; então ela começou a sair do chão e criou uma espada de esperança, cortando as águas e levando-as para o rio Mas quando ela estava acabando, sentiu algo, as pessoas já não estavam com tanta esperança, então do fundo do rio saiu uma figura, saiu o Má Corrente.

Então o Má Corrente criou outras ondas 10 vezes maiores, e a igreja começou a cortar as ondas, dividindo-as e jogando-as de novo no rio. Quando acabou toda a água o Má Corrente disse:

-Você é bom nisso, né?

-Dá para dizer que sim

-Ok, então vamos para a segunda parte!

-Tá bom, mas a esperança do meu povo NUNCA VAI ACABAR!

Então os dois lutaram intensamente, a igreja cortou o braço de Má Corrente, e ele criou dois redemoinhos nas pernas da igreja, destruindo as pernas dela, mas a igreja tirou do rio lodo e as colocou no pé e dando um chute nele, então eles continuaram e continuaram lutando.

Até que sem querer o Má Corrente caiu, e bem na hora que ele caiu, a igreja tentou cortar ele no meio, mas o Má Corrente disse:

-Olha para cima

Então quando ela olhou, viu duas ondas gigantes caindo do céu, e quando ela tentou pular para cortá-las a Má Corrente roubou a espada, e as ondas destruíram a cidade inteira, então no desespero a igreja com suas últimas forças sugou toda a água virando lama O espírito da esperança saiu reconstruindo toda a cidade.

Então os moradores agradecidos reconstruíram a igreja e o espírito continuou ajudando a cidade.

A lenda de São Luiz Do Paraitinga

Davi Radin

Em um belo dia, o povo de São Luiz do Paraitinga vivia feliz No final do dia, Jeferson, um morador da cidade, percebeu um barulho vindo de seu porão. Jeferson não teve coragem, então não abriu o porão, e ficou assim por dois dias. Tendo passado dois dias, o barulho do porão do cidadão se intensificou. Ele tomou coragem, e foi abrir o porão. Tinham vários canos furados. Jeferson desconfiou.

Semanas depois, a cidade inteira estava alagada. Sabendo da notícia, Soprácius, a nuvem, decide ajudar. Soprácius, chamou todos os amigos nuvem para soprar a água de volta para o rio Isso foi de madrugada Com as águas de volta ao rio, foi criado Água-Corrente. Um enorme monstro de água que odeia o dia.

Como os acontecimentos ocorreram de noite, ninguém soube de nada. Ninguém sabia como a água sumiu.

No dia seguinte, um pescador que estava trabalhando, sentiu uma corrente forte em baixo de seu bote Com medo, saiu nadando de lá. Tempos se passaram, Jeferson acorda com gritos, e vê sua cidade alagada. Sem saber o que fazer corre de braços levantados, e morrendo de medo em direção a estrada.

Soprácius, sem achar outra solução, decide chamar seus amigos, e repete tudo que já tinha feito. Jeferson decide voltar, e então vê as nuvens e ajuda no resgate da cidade.

Depois de reconstruída, a cidade volta ao normal E então, Jeferson passa sua vida contando histórias constadas como mentiras, e fora isso, a cidade vive feliz.

Arthur, O Cachorro da Fé Uma aventura em São Luiz do Paraitinga Flora

Em um belo dia, os moradores da cidade de São Luiz do Paraitinga se reuniam para comemorar o carnaval. Arthur, um cachorro encantado, andava por aquelas bandas, animado com o evento que estava acontecendo

Ele amava o carnaval mais do que tudo! Amava tanto, mais tanto, que ele tinha pintado o próprio pelo das cores do carnaval! E tinha pintado de tudo quanto era cor e estampa: listras azuis, bolinhas amarelas, rabo rosa

Todo ano ele comemorava o carnaval, e os moradores de São Luiz o amavam. Porém, neste ano, ele havia reparado que, por algum motivo, as pessoas não estavam tão animadas para o carnaval quanto nos anos anteriores. Então o cachorro, curioso, bateu de porta em porta perguntando o que havia acontecido aos moradores, e nenhum soube como responder. Quando Arthur já estava quase desistindo, ele bateu na última casa da rua, e um velhinho atendeu

-As pessoas estão tristes por conta da enchente que aconteceu recentemente. O medo de que ela se repita está assombrando a todos... -explicou o velhinho

-É, pensando bem, isso faz sentido A fé da cidade ainda não foi totalmente recuperada

O cão pensou um pouco a respeito, agradeceu o velhinho, e foi para sua casa. Ao chegar em casa, ele só conseguia pensar em uma coisa:

"Eu vou fazer com que as pessoas percam o medo!" Na manhã seguinte, ele acordou cedo, cedo, para que pudesse bolar um plano que fizesse com que a cidade perdesse o medo. Pensou, pensou, pensou.

-Já sei!! Eu poderia fazer um discurso!

Depois de horas escrevendo, ele finalmente terminou.

-Ufa, agora sim! Só tem um probleminha... Em que lugar da cidade que eu deveria falar isso? Hmmm... Talvez eu possa falar isso na praça do coreto! Um lugar em que todos da cidade me escutem! É isso! Perfeito! -Ele pensava, com o entusiasmo de um cientista fazendo uma nova descoberta.

Ao meio-dia, ele foi até a praça com um megafone, dizendo:

-Atenção, atenção, senhoras e senhores, garotos e garotas, eu, Arthur, tenho um discurso a fazer! -As pessoas foram se aproximando lentamente para ouvi-lo. Quando todos os cidadãos se estabeleceram na praça, Arthur se pôs a falar:

-Primeiramente, boa tarde a todos! Eu decidi fazer um discurso para vocês pois, ontem mesmo, percebi que o sorriso de vocês não está tão brilhante quanto ele estava antes da enchente que ocorreu. É isso que o medo faz com a gente Ele faz com que nossa esperança diminua porque não queremos ser afetados novamente por algo. Meus companheiros, tudo que precisamos é de fé e alegria! Acreditem que esses desastres naturais não acontecerão novamente! Não enquanto eu estiver aqui! Eu juro proteger vocês de todo o mal possível! Então, vamos nos animar pessoal!

A Garrafa do Saci

GUILHERME

Há muito tempo nas terras de São Luiz Do Paraitinga, o saci que estava cansado de ser perseguido pelos moradores, já que agora eles aprendiam na escola como espantá-lo, queria um pouco de paz e tranquilidade pois já não conseguia mais pregar peças, então resolveu entrar em uma garrafa de Heineken largada na praça do coreto. Ela estava velha, suja, com uma gosma estranha em seu fundo (que por sinal era bem fedida), mas o saci que já não via mais sentido em ficar do lado de fora porque só era perseguido e não estava mais tão alegre como costumava ser, então, aceitou todos os defeitos da garrafa e resolveu ficar nela mesmo. Lá dentro era calmo e o som era abafado, deixando o saci bem tranquilo, assim o fazendo dormir. Quando acordou o saci estava na beira do rio, quase caindo dentro do próprio Assustado resolveu olhar para baixo e por alguns segundos achou que iria cair no fundo do rio, porém ele se afastou da ponta da garrafa e ficou sem saber o que fazer, já que a ponta da garrafa por onde ele se espremeu para entrar estava virada para o rio. Após muito pensar resolveu empurrar a garrafa para longe do rio, felizmente deu certo a sua estratégia assim se salvando.

Porém como o ditado diz ''Não comemore antes da hora'' logo uma criança que devia ter em torno de 7-9 anos, viu a garrafa se mexendo sozinha (já que o saci estava invisível) e resolveu pegar a garrafa.

Infelizmente ele acabou se cortando, nem ele sabe como, e por reflexo jogou a garrafa no rio. Por sorte a garrafa caiu virada para cima então o saci não se afogou

Após vagar muito pelo rio, o saci trombou com uma enchente, a enchente de 2010. Como a correnteza era muito forte a garrafa que o saci estava dentro ''surfou'' junto com a enchente, o saci desesperado tentando sair da garrafa, pegou tanto impulso que saiu voando. Depois disso ninguém nunca mais foi incomodado pelo saci ou teve notícias dele. Alguns dizem que ele morreu, outros dizem que ele está escondido, já outros dizem que ele evaporou e mais milhões de outras hipóteses existem Mas uma coisa que até hoje ninguém sabe é como o saci foi parar na beira do rio. Outra crendice que surgiu com esse acontecimento foi que se você achar uma garrafa de Heineken na praça do coreto o saci vai te lançar má sorte

A imagem aparecida nas profundezas do rio

HELENA

Era uma vez uma menina que se chamava Relógio, que tinha 7 anos, e possuía poderes mágicos, mas, essa era só mais uma lenda, ou um conto, que o povo de São Luiz do Paraitinga contava. Os mais velhos diziam que a menina era má, má, má, e que tinha poderes sobrenaturais que a faziam se transformar em peixes.

Em um belo dia, os moradores pescavam, compravam, passavam, e viviam suas vidas em suas casas. Quando de repente, uma enorme tempestade começou, o povo ficou em choque não sabiam mais o que fazer, o rio

começou a subir, subir, é subir Quando um quadro de uma menina aparece no meio do rio, cujo nome em baixo era Relógio. Os moradores olharam bem de perto e a menina surgiu dentro do quadro e já começou fazendo um trato:

-Eu tiro essa enchente para vocês se vocês não pescarem mais nenhum peixe do rio nos meses de março, e abril, quem pescar qualquer peixe eu me transformo em uma enorme fera é puxo para o rio. - Os moradores pensaram um pouco é disseram: -Ok concordo.

Então Relógio desfez a enchente, e voltou para o quadro, e o quadro se jogou para o rio.

Desde então ninguém pescou mais nenhum peixe do rio Já tinha se passado 1 ano depois do trato, só que existia um menino muito mal-educado, que queria muito pescar um peixinho dourado, que era o seu sonho. Então o menino pegou um barquinho e foi para o rio, ficou esperando, esperando, e nada então alguma coisa pegou a isca e era o grande peixinho dourado que o menino queria, ele olhou bem para o peixe, e de repente foi puxado pelo rio pela menina Relógio. Dizem que nunca mais acharam aquele menino.

O Homem Formiga

Henrique Chiarelli

O Homem Formiga mora na terra, na casa do pai dele, o Gato Galáctico.

O nome da mãe dele é Fernanda O irmão se chama Heitor, o superpoder do Heitor é o Super Fogo O Homem formiga tem o super abraço, e quando ele abraça, a pessoa fica feliz.

O Homem formiga conhece o "Natan por aí" (Canal do Youtube). Ele e a sua família moravam em São Luiz do Paraitinga O Homem Formiga também tem o Super soco, porém, se ele socar outra pessoa, eles morrem.

Por isso que ele não pode socar ninguém. O Heitor, irmão do Homem Formiga não se dá bem com a família por causa do pai. O Homem Formiga foi no Hotel dormir, e disse que queria ver o Heitor.

A lenda de Cruz ISABELLE

Há um tempo, Padres, Freiras, crianças da catequese, estavam rezando em uma igreja bonita, com vitrais de Santos, grande e até com pinturas no teto. Rezavam, agradeciam, como em qualquer outro dia. Tudo estava normal.

Porém, enquanto rezavam já percebiam que a igreja estava começando a ficar velha, precisava de uma reforma Mesmo assim, ninguém fez nada, só ficavam observando Cruz, que era uma cruz roxa - roxo era a cor do poder no passado - que também rezava, observava tudo.

Os dias foram passando e, Cruz, vendo que ninguém faria nada, perdeu a paciência e foi até a igreja. Lá, todos perguntaram estranhando a criatura:

-Q-Quem é você?

-Eu sou Cruz – Respondeu ela

-E o que a senhora está fazendo aqui?

-Vim avisar que essa igreja precisa de uma reforma! Vocês não conseguem perceber? Essa igreja está quase despencando!

Mesmo assim, ninguém deu bola para Cruz, então ela disse novamente:

Essa igreja vai despencar! Precisa de uma reforma! Novamente, ninguém ligou Então Cruz ameaçou:

-Se ninguém for fazer a reforma da igreja eu mando uma enchente enorme!

Como enchentes eram comuns naquela região, e ninguém nunca tinha ouvido falar de Cruz, todos duvidaram da capacidade dela e, de novo ninguém ligou para ela.

Então foi feito. Cruz mandou uma enchente daquelas. A enchente destruiu tudo, casas, lojas, mercados, mesmo assim, a igreja continuava intacta, já que ficava em cima de um morro.

Mesmo assim, eles ficaram arrependidos. Mesmo não destruindo a igreja, sua cidade inteira estava destruída. Deveriam ter ouvido Cruz e deveriam ter feito a obra antes.

Depois disso começaram a reconstrução da cidade, e claro, da igreja também

Cruz até ajudou um pouco no começo da obra, mas logo em seguida foi embora.

Depois de um tempo, conseguiram acabar a igreja, e Cruz, que observava tudo ficou muito feliz.

No final, Cruz não voltou mais e eles aprenderam a lição Agora sempre que algo precisa ser reformado, todos se voluntariam para ajudar.

A ALMA DE SÃO LUIZ DO PARAITINGA

JORGE

Há algum tempo aconteceu uma catástrofe que assolou São Luiz do Paraitinga, uma enchente do rio

Paraitinga. Muitos dizem que foi a chuva, porém alguns moradores acreditam que foi outra coisa um ser

Alguns moradores dizem que esta criou a enchente por conta da poluição criada pelos humanos, mas ninguém sabe al certo se ou porque ela criou a enchente.

Também dizem como era e até inventaram um nome para este suposto ser era ``Alma de São Luiz do Paraitinga´´ . Dizem que era um ser humanoide feito de arvores e um braço feito de água simbolizando o rio. Já outros dizem que era feito de igrejas ou de pau-a-pique.

Mesmo discordando entre si as pessoas que acreditavam nisso todas concordavam que depois de criar a enchente se arrependeu e ajudou os moradores a reconstruírem a cidade devolvendo a paz e rotina de São Luiz do Paraitinga Depois disso este fantástico e misterioso ser nunca mais apareceu

UMA MENINA SAPECA

Lina Rocha

Havia uma cidade chamada São Luiz do Paraitinga e nessa cidade tinha uma menina chamada violeta, a menina sempre fazia pegadinhas com todos da cidade os moradores falam que a menina e o próprio saci em pessoa só que versão feminina, os moradores da cidade têm medo da menina e chamam ela de Sisa por causa das pegadinhas, a saci amava que os moradores tinham medo dela e a temiam

Mas um dia os cidadãos ,a saci aceitou mas com muita raiva, uma coisa que mingue sabia era que a saci tinha poder de agua(ela pode controlar a agua dependendo das suas emoções ela pode se descontrolar se estiver muito feliz ou muito brava); a Saci decidiu fazer uma pegadinha com a cidade que era fazer uma mini enchente que fizesse um dano compreensível para a cidade não aguentavam mais a Saci e a desafiaram a um jogo que funcionava da seguinte forma que se a Saci fizesse uma pegadinha tão grande que até o Saci fosse pego mas se ela não conseguisse ela nunca mais poderia fazer uma pegadinha novamente.

Mas nem tudo e do jeito que planejamos a Saci quando foi fazer a enchente ficou muito brava com o fato da cidade não ter mais medo dela, e ela acabou e descontrolando e ficando muito brava com isso acabou fazendo uma enchente gigante que destruiu a cidade; com tudo isso a saci ficou um pouquinho arrependida e decidiu ajudar a salvar os cidadãos de São Luiz, por sorte não teve feridos e nenhuma morte mas depois desse acontecimento dizem que ela fica andando perlas aguas do rio Paraitinga e fica falando que conseguiu enganar até o saci.

A história de como Tinga salvou a cidade

LUIZA

Há um tempo, na época da enchente, existia um ser chamado tinga tinga conhecida como uma deusa da água é e era uma lenda muito conhecida por ser tímida, poderosa. Seu único amigo era teto, ele era baixo tinha 30 centímetros, era rosa e amarelo. O nome era teto por conta de ser um ótimo arquiteto.

Duas crianças amavam a tinga e suas histórias, elas eram Lis e Enzo na faixa etária de 10-13 um dia em S L P Precisa de ajuda eles estavam enfrentando uma seca terrível e foram correndo direto ao rio Paraitinga onde as lendas dizem que ela vivia e o criou cujo prejuízo dessa criação era ser ligada ao rio e ela não podia sair então tentaram a invocar com uma cantiga: Tinga Tinga.

Respinga água

Em toda Paraitinga.

Então começou a sair uns respingos da água do rio, mas nada de tinga aparece, depois os jovens já começaram a implorar muito a ela finalmente apareceu quase nem falou nada e disse que iria pensar, eles ficaram muito felizes começaram a ir visitá-la todo dia até que eles quiseram compartilhar com seu vizinho que tinham conhecido a tinga então ele disse:

-Há crianças que brincadeira engraçada isso é só uma lenda deixa de besteira!

Logo os dois foram contar para tinga ela se chateou, mas como as crianças são seus amigos ela enviou água para a cidade soque fez isso sem pensar e enviou por forma de enchente, ela cobriu a cidade inteira menos a igreja rosários dos homens pretos.

Tinga se desculpou com os amigos e disse que eles podiam trazer o homem para a conhecer, quando a viu pediu desculpas e disse que acho que era lenda tinga o perdoou, então teve uma ideia foi subindo a cidade com a água que estava na cidade como ela era ligada ao rio podia se teletransportar subiu em cima do coreto e disse:

-Olá, pessoal, eu sou a tinga e vim pedir desculpas pelo ocorrido e queria ajudar de alguma forma, posso fornecer água para todos, mas dessa vez direito.

Todos surpresos com sua aparição, mas sem excitar aceitaram, mesmo tinga tentado e todos trabalhando duro não estava dando certo até que ela teve uma ideia:

-Vou chamar meu amigo teto ele é um ótimo arquiteto todos começaram a vibrar e concordaram.

Tinga o chamou teto chegou ajudou a todos, reconstruíram a cidade inteira em um mês todos agradeceram os dois seres (claro que assim como tinga teto tinha seus poderes.)

A cidade ainda via a tinga em algumas ocasiões, mas os dois jovens a viam toda semana, para ela ir às comemorações eles colocavam baldes com a água do rio para ela ir se teletransportando E foi assim que tinga salvou São Luiz do Paraitinga.

Mãe Das Mercês

Maria Luiza Guimarães de Melo Franco

Nas amáveis terras de São Luís do Paraitinga, havia uma mulher que desejava ter um filho. Todas as noites, ela orava e esperava que Nossa Senhora ouvisse a sua prece.

Tempos se passaram, portanto, seu desejo não havia sido realizado. Numa noite de puro breu, a mulher fez uma prece a Nossa Senhora, e prometia, que se a Santa lhe concedesse um filho, ela iria tornar-se fundadora de uma capela, que seria um lugar excepcional para a pequena cidade.

Longos meses se passaram, consequentemente, a moça havia perdido um tanto de sua esperança e constantemente se perguntava se era questão de fertilidade. Daí, de repente, surgiu uma barriga no corpo magrelo da mulher. Isso, era sinal de Nossa Senhora, que deu a mulher algo para pensar, que era de como ela ia construir a tal capela!

Nessa época, parecia que a fé de São Luís havia sido abalada, que foi o maior incentivo para a mulher. Ela convocou o vizinho, o marido, todos os fiéis da cidade para a construção! Ela dizia assim: ''Com a ajuda de todos vamos construir essa capela rapidinho, e ainda vai sobrar dinheiro para um pouco de vinho e doces para as crianças!''

Foi quando a moça deu à luz para um belo garoto. Foi no mesmo dia na inauguração da capela, e adivinhem: Foi um sucesso!

Longos meses se passaram, e em um fatídico dia, houve uma enchente devastadora nas acolhedoras terras de São Luís do Paraitinga, que engoliu tudo que havia pela sua frente, inclusive a amada capela. Portanto, os habitantes dessas terras construíram novamente tudo aquilo que a enchente havia levado. Como muitas pessoas tinham uma certa identificação com a capela, a reconstrução não levou muitos dias. Quando a igreja foi reconstruída, sua fundadora sofreu um acidente, que causou sua morte.

Dizem que o filho da mulher se tornou um padre, que frequenta a capela até os dias de hoje. Também contam que a fundadora da Capela Nossa Senhora das Mercês tem sua alma ainda dentro da igreja, sendo um símbolo de fé e fertilidade.

Os Barrinhos

MALU PIMENTA

Tempos atras vivia muito feliz uma família amorosa de Barrinhos que fazia parte da capela de Nossa Senhora das Mercês em São Luiz do Paraitinga

Até que um dia ouviram o sino de sua vizinha Igreja Matriz tocar fora de seu horário de costume e então vão até lá ver. Um tempo depois a cidade sofreu uma grande enchente que pegou grande parte dela, incluindo a capela Os Barrinhos ficaram em choque Ao longo que o tempo foi passando a enchente foram os espalhando em diferentes pontos da cidade, pensaram em se procurar, mas não podiam pois se desmanchariam na água, tiveram que esperar, esperar, esperar... Até que os anjos do rafting os salvaram e os levar a um lugar seguro.

Os moradores de São Luiz do Paraitinga puderam reconstruir a cidade incluindo a capela Nossa Senhora das Mercês e conforme reconstruíram foram levando os Barrinhos para lá, até que tudo pode voltar ao normal.

A lenda da Nossa Senhora do Carnaval:

MARINA

Há muito tempo, quando quem mandava no Brasil era o rei de Portugal, uma dama importante passou a cavalo com sua tropa para a cidade de São Luiz do Paraitinga Os cidadãos tinham muito medo da tal dama, porque eles já ouviram por aí que, se alguém não realizasse seus pedidos e desejos ela matava quem quer que fosse sem dó nem piedade.

Eis que ela chegou e todos os cidadãos ficaram desesperados, pois sabiam que ela tinha ido até lá para pedir algo. Ela disse:

- Quero uma salada de frutas, e das melhores de toda esta cidade Quero abacaxi, mamão, melancia, banana, maçã, romã e tangerina.

Os cidadãos não sabiam como arranjar este tanto de frutas, pois não chovia a um bom tempo, então, as frutas estavam estragando nos pés

Foi uma algazarra, choro para lá, pânico para cá etc. Até que dois homens muito corajosos decidiram ir atrás das tais frutas que a dama os havia pedido, mas sabiam que se não encontrassem, ela ia arrancar a cabeça deles e fazer omelete de suas pobres cabeças. Eles vagaram por horas e horas na floresta que tinha lá pertinho da cidade. Anoiteceu, e nada das benditas frutas aparecerem, o desespero bateu, e os dois homens sentaram-se na grama e desataram a chorar, até que, eles ouviram um barulho vindo da moita e encontraram um pé de uma Santa, só que este pé era diferente, pois ele era todo colorido, bem diferente dos das Santas da igreja. Depois eles encontraram um olho, depois um corpo, depois um braço, até eles encontrarem o corpo inteiro Um deles comentou:

- Ocê sabe o que isso me lembra? - disse o homem.

- Não, por quê?

- Oxe, ocê é burro que nem cachorro perdido na mata então. Sabe o que isso me lembra? Me lembra de uma Santa, mas tem algo a mais… xô pensar…. Aaaa, é, eu lembro é do Carnaval!

A imagem da Santa se formou Era Nossa Senhora! Depois que a Santa se formou, começaram a cair um monte de frutas do céu, abacaxi, laranja, tangerina, romã, maçã, banana, tudo começou a cair em cima deles.

Dizem que eles levaram a Nossa Senhora para a igreja matriz de São Luiz de Tolosa Dizem também que eles levaram a salada de frutas para a dama, e ela se deliciou e ainda saiu de lá arrotando, com a pança cheia de fruta. Tudo andava ótimo na cidade de São Luiz do Paraitinga, a pesca estava ótima, a colheita então, não tem nem palavras para descrever o quanto ela estava perfeita. Dizem que quando é Carnaval, a Santa some da igreja para voar e para abençoar os cidadãos no Carnaval. Por este acontecimento, os cidadãos deram o nome da Santa de Nossa Senhora do Carnaval.

A Deusa de São Luiz do Paraitinga MAYA

Em São Luiz do Paraitinga, todos na cidade eram bem religiosos e em uma certa igreja chamada, Igreja

Matriz São Luiz de Tolosa existe uma deusa ela abençoou a todos que rezassem, mas em 1 de janeiro de 2010 no carnaval ela ficou furiosa porque todos tinham parado de rezar então a deusa fez com que uma enchente atingisse São Luiz do Paraitinga

Todos ficaram desesperados porque a enchente estava destruindo tudo que estava na frente as pessoas ficaram tão desesperadas que começaram a rezar a Deusa contente com a decisão do povo resolveu terminar a enchente depois de 15 dias as ruas de São Luiz do Paraitinga já não estavam inundadas.

A Deusa ficou com pena depois de ver as igrejas e o resto da cidade toda destruída e resolveu ajudar a reconstruir a cidade e mandou alguns fantasmas ajudarem também, as pessoas ficaram muito felizes com a atitude da Deusa.

Depois de muito, mas muito tempo a cidade estava linda as pessoas juraram que nunca mais iam deixar de rezar para que essa enchente nunca mais atingisse São Luiz do Paraitinga.

SACI DA CRUZ RAFAEL SALVESTRIN

Era uma vez um padre que foi fazer missas em São Luiz do Paraitinga. As pessoas de lá falavam do tal Saci da Cruz, o padre não acreditou na lenda e falava mau do Saci

Mas estavam acontecendo coisas esquisitas como, as velas apagavam no meio da missa, o diabo aparecia no teto desenhado, o Saci comia as hóstias e ainda assim o padre não acreditava no Saci.

Ele achava que era uma criança, mas os moradores falavam que era o Saci, e as coisas continuavam acontecer, tudo dava errado nas missas do coitado do padre, o danado peidava nas missas, as cadeiras viviam com pó de cachimbo, e na hora da missa pedia um minuto para achar a Bíblia que sempre estava escondida em um lugar novo, as vezes em outra igreja, dentro do confessionário e até no banheiro da igreja ela já foi parar.

Os vizinhos falavam:

— Isso é coisa do Saci da Cruz.

E ele dizia:

— Saci nem existe, larga de falar isso porque é pecado mentir!

Mas coisas bem mais esquisitas continuaram acontecendo, em um domingo o padre acordou não encontrou sua batina, foi até a igreja para procura, chegando lá para sua surpresa viu todos os vidros pichados com desenhos feios, e na hora da missa a Bíblia está escrita cheia de palavrões.

O padre só agora foi acreditar na lenda, então foi falar com um vizinho para ajudar ele com o Saci. O vizinho disse para falar três vezes o nome, nossa senhora aparecida que ela tirará o Saci

O padre fez isso falou três vezes nossa senhora aparecida, quando o danado entrou na igreja deparou com o seu maior medo a mãe de Jesus então o bichinho saiu correndo atrás de outra igreja.

E nunca mais esse bicho apareceu na missa do padre

O PROTETOR DA CRUZ

Tiago Vergna

Quando a igreja matriz de São Luiz do Paraitinga foi criada, os moradores a acharam incrível, porem em um dos dias mais tristes da história de são Luiz acontece uma trágica enchente que destruiu a amada igreja, mas do com os destroços do acontecido feito de pedras surge um ser do bem, que sabia que aquela linda história não poderia acabar então ele dá força aos moradores, que depois de muito trabalho e esforço com um grande objetivo, trabalham todos os dias para deixa aquela incrível cidade linda como sempre foi, mas conforme os dias parecia que nada mudava e aquilo nunca iria se finalizar e não mudava, nada mas um dia toca o sino aquele que sempre tocou todos os dias os moradores choram aquilo era emocionante a cidade não teria seu fim, então apos mais alguns dias aquela cidade ficou incrível como sempre foi, eles deixaram aquela tragedia para trás, se recuperaram, o protetor da cruz fez cada morador se sentir único pelo que eles fizeram e sabiam que aquilo foi apenas uma pedra no caminho, e aquela cidade iria continuar o protetor jura que nem algo semelhante irá acontecer pois lá e sua casa seu lar, e ele não deixaria algo assim acontecer pois acabaria novamente com a cidade, e após isso a cidade continuou incrível como sempre foi e sempre será

Estudantes

Akemi Hamassaki Bianchi

Alan De Matos Oliva

Arthur Matsui De Carvalho

Beatriz Hoshiba Campos

Benicio Annunziato Ferreira

Bruno Vélez Vani

Davi Aversani Radin

Flora Oliveira Mateus

Guilherme Bernardes Ywata Pinto

Helena Nossi Machado

Henrique Costa Chiarelli

Isabelle Sayuri Sugawara

Jorge Aidar Pereira

Lina Rocha Casanova

Luiza Reginatto Diório

Maria Luiza Guimarães De Melo Franco

Maria Luiza Ribeiro De Souza Pimenta

Marina Viscardi Nunes Ferrata

Maya Malachowski Choueri

Rafael Fernandes Salvestrin

Tiago Vergna Da Silveira

Vicenzo Ponsati Quarto Escolano

Direção

Ligia Berenguel

Orientação

Irene Antunes

Roge Carnaval do Nascimento

Auxiliar de Coordenação

Carolina Sandri

Secretária

Ana Célia

Professor de Artes

Carlos Serejo

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