UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA - MARQUÊS ARQUITETURA E URBANISMO
Edifício Perdizes: um hotel para cidade de São Paulo
Synara Leandro Lima RA: D044AI-8
São Paulo 2020
UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA - MARQUÊS ARQUITETURA E URBANISMO
Edifício Perdizes: um hotel para cidade de São Paulo
Trabalho de Curso Synara Leandro Lima RA: D044AI-8 Orientador: Professor Dr. Jaime Cunha Junior
São Paulo 2020
Agradeço a minha família que me deram apoio e suporte, acreditando no meu potencial, sempre me incentivando a nunca desistir. Sou grata aos professores que esteve presente nessa jornada, por todo conhecimento e aprendizado que me proporcionaram alcançar meu objetivo. Aos meus amigos por todos os “roles furados”. E principalmente ao meu chefe Marcos Blanco Iglesias, pela paciência, flexibilidade e todo apoio nesses longos anos de faculdade.
“Eu conheço o preço do sucesso: dedicação, trabalho duro e uma incessante devoção às coisas que você quer ver acontecer”. Frank Lloyd Wright (1867-1959)
RESUMO
Este trabalho apresenta um estudo para implantação de um hotel buscando promover o turismo que possue grande potencial de desenvolvimento na área estudada, no caso o bairro da Barra Funda localizado na região central da cidade de São Paulo. Foram contempladas diretrizes para enfrentamento as áreas alagáveis, onde foram propostos corredores verdes integrados a paisagem urbana, com objetivo de proporcionar maior biodiversidade e articulação as áreas habitacionais para os espaços públicos. A partir disso, esse estudo se aprofunda na proposta do edifício, implantado no bairro de Perdizes, localizado nas proximidades da Arena Allianz Parque e do Shopping West plaza.
Palavras Chave: Arquitetura de Hoteis, Arquitetura Contemporânea, São Paulo (cidade).
Ao lado, Avenida Antártica vista da Passarela Palmeiras, no lado direito da imagem em primeiro plano o Shopping West Plaza. Foto: Synara Lima, 2020
SUMÁRIO
Introdução...................................................................................................................................................................... 09 1 Tema de Projeto.............................................................................................................................................................. 11 1.1 Justificativa do tema.............................................................................................................................................. 12
2 Análise Urbana............................................................................................................................................................... 15 2.1 O Perimetro de referência.................................................................................................................................... 16 2.1.1 Mapa de localização na MSP...................................................................................................................... 16 2.1.2 Evolução urbana da área de estudo.......................................................................................................... 20 2.2 Levantamento de dados....................................................................................................................................... 22 2.2.1 Plano Diretor Estratégico............................................................................................................................ 22 2.2.2 Operação Urbana Consorciada Água Branca.......................................................................................... 23 2.2.3 Operação Urbana: conexões com rede planejada.................................................................................... 24 2.2.4 Zoneamento do perímetro de estudo........................................................................................................ 27 2.2.5 Uso do solo predominante.......................................................................................................................... 29 2.2.6 Densidade demográfica............................................................................................................................... 31 2.3 Potencialidades e fragilidades............................................................................................................................. 32 2.3.1 Fragilidades................................................................................................................................................... 32 2.3.2 Potencialidades............................................................................................................................................. 33 2.3.3 Mapa síntese com justificativa do perímetro adotado............................................................................ 34
3 Plano de Massa............................................................................................................................................................... 37 3.1 Mapa diretrizes gerais de intervenção (programa de intervenção)............................................................... 38 3.1.1 Mapa edifícios demolidos........................................................................................................................... 38 3.1.2 Mapa uso do solo......................................................................................................................................... 39 3.1.3 Mapa gabarito de altura.............................................................................................................................. 40 3.1.4 Mapa cheios e vazios................................................................................................................................... 41 3.2 Mapa do plano de massa..................................................................................................................................... 42 3.2.1 Mapa plano de massa.................................................................................................................................. 42 3.2.2 Mapa fluxos e conecções............................................................................................................................. 44 3.2.3 Mapanovo uso do solo................................................................................................................................ 45 3.3 Perspectivas/Maquete......................................................................................................................................... 46
4 Fundamentação do Projeto........................................................................................................................................... 49 4.1 Caracterização da área de projeto....................................................................................................................... 50 4.2 Estudos de casos.................................................................................................................................................... 52 4.2.1 Estudo de caso 01 - Edifício Brascam Century Plaza.............................................................................. 52 4.2.2 Estudo de caso 02 - Hotel Unique.............................................................................................................. 58 4.2.3 Estudo de caso 03 - Conjunto Nacional.................................................................................................... 64
5 Projeto.............................................................................................................................................................................. 69 5.1 Plantas, cortes e elevações em 2D........................................................................................................................ 70 5.2 Perspectivas............................................................................................................................................................ 80
Referências............................................................................................................................................................... 86
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INTRODUÇÃO
O objetivo do trabalho apresentado é propor o projeto de um edifício hoteleiro situado no Município de São Paulo, entre os distritos da Barra Funda e Perdizes, do qual é gerenciados pela Subprefeitura da Lapa. Trataremos sobre o tema do projeto, buscamos como a hospedagem se deu início no mundo e no Brasil, abordando seus marcos princiais. Sua evolução no Brasil e em São Paulo para melhor entender o conceito do projeto nos tempos atuais. Na análize urbana, são elaborados estudos da região para entendimento do fluxo existente, levantamento dos dados nacessários para implantação de diretrizes que se adequem e solucionem os problemas encontrados. Já no plano de massas, toda a intervenção realizada no local, apresentando mapas, cortes e a volumetria trazendo propostas arquitetônicas ideais para a região atendida. O estudo para a elaboração do projeto, tem como base estudos de caso de obras que possuem o mesmo conceito, de forma para enriquecer nossos conhecimentos e auxiliar no desenvolvimento do projet. Por ultimo o desenvolvimento do edifício hoteleiro, um projeto implantado em uma região que possui grande potencial turístico, suas caracteristicas e análise do terreno, mostrando a implantação, programa e os ambientes criados.
Na imagem ao lado podemos observar em primeiro plano a linha do Metro e da CPTM, na sequência a casa das caldeiras e as grandes torres comerciais localizadas na Avenida Francisco Matarazzo, mais ao fundo a Arena do Allianz Parque e no horizonte o bairro de Pinheiros. Foto: Henrique Passos Data: 10 de Maio de 2020
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CAPÍTULO 01 TEMA DE PROJETO
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1.1 Justificativa do tema; De acordo com os levantamentos feitos, o grande fluxo gerado pelos edifícios comerciais, shoppings, universidades e o ginásio esportivo implantados na região, acarreta uma grande massa de pessoas que se deslocam o tempo todo, assinuando a falta de estrutura de hospedagem na região conforme destacado no mapa ao lado. Partindo dessas análises, aprofundaremos na escala do edifício, incluindo um hotel ao contexto urbano. A indústria hoteleira, se dá por meio do comércio e da disparada do turismo, sendo um local destinado a abrigar pessoas de diversas origens. Uma máquina que produz qualidade de vida e bem-estar, se tornando o principal motor da economia de vários países.
COMO SE DEU ORIGEM? Por meio do comércio, o maior responsável pelas ofertas de hospedagens, gerado nas centralidades e núcleos urbanos que recebiam diversos viajantes nos mosteiros e abadias. Mais tarde a hospedagem era exercida pelo Estado, com a Revolução Industrial passou a ser uma atividade econômica explorada comercialmente.
Indicativos de hoteis no município de São Paulo. Dados levantados pelo Booking.com Fonte: Google, 2020
MARCOS DA HOTELARIA NO MUNDO • Antiguidade: estâncias hidrominerais instaladas pelos romanos na Inglaterra, na Suíça e no Oriente Médio, pontos de parada e de caravanas. • Idade Média e Era Moderna: Abadias e mosteiros que acolhiam hóspedes, acomodações junto aos pontos de articulação dos correios, abrigos para cruzados e peregrinos. • 1790: Surgimento de hotéis na Inglaterra e nos Estados Unidos, no final do século XVIII, estimulados pela Revolução Industrial. • 1850: Áreas próximas às estações ferroviárias passam a concentrar os hotéis no final do século XIX e nos primeiros anos do século XX. • 1870: Introdução do quarto com banheiro privativo. • 1920: Grande número de hotéis construídos, na década de 1920, nos Estados Unidos e na Europa, gerado pela prosperidade econômica. • 1950: Novo surto de construção de hotéis nos anos 1950, que coincide com a era dos jatos e com o grande incremento do movimento turístico mundial. • 1970: Entrada em operação dos Boeing 747, em 1969-1970. (Andrade, Nelson. 2017) Vista do Grande Hotel Succursal, São Paulo.
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Rua São Bento, n° 49, por volta do século XIX. Fonte: Andrade, Nelson. 2017.
HOTELARIA NO BRASIL Os viajantes no período colonial se hospedavam nas casas-grandes, casarões das cidades, conventos e ranchos, onde era fornecido alimentos e bebidas. Nessa época era comum ser recebido por uma família tradicional.
A HOTELARIA EM SÃO PAULO
Grande Hotel d’Oeste e Grande Hotel Paulista, São Paulo. Rua Boa Vista, n° 72 e n° 55, Largo São Bento final do século XIX. Fonte: Andrade, Nelson. 2017.
A partir de 1870 chega em São Paulo os imigrantes europeus, visando a mão de obra nas lavouras de café. O café se consolida provocando o crescimento da economia no Brasil. Em 1890 a cidade de são Paulo tinha 65 mil habitantes, passando para 240 mil em 1900. O primeiro hotel de São Paulo é o Grande hotel, de 1878, localizado na rua São Bento. Em 1911 se expandiu para o prédio quase em frente na rua São Bento, denominando-se Grande Hotel Succursal, ainda existente no local. Em 1878 foi construído o Grande Hotel d’Oeste e em 1887 o grande Hotel Paulista, com estilo neoclássico, uns dos mais luxuosos da cidade. Em 1930 o numero de habitantes aumenta para 900 mil, surgem os luxuosos hotéis, como o Hotel Terminus, o Hotel Esplanada de 1923 que assume o posto de melhor da cidade, e o Hotel São Bento em 1929 no Edifício Martinelli considerado o símbolo arquitetônico mais importante do momento. A população chega a 2,5 milhões de habitante em 1954, nesse período se destaca o Hotel Excelsior de 1941, o Hotel Jaraguá e o São Paulo Othon Palace Hotel de 1954. 1960-1970 o eixo comercial, corporativo, financeiro e empresarial da cidade deslocavase para a avenida Paulista, os hotéis acompanharam essa migração, desvalorizando o centro onde foram construídos os últimos hotéis de luxo como o Grand Hotel Ca’d’Oro, o Vila Rica, o Normandie e o São Paulo Hilton Hotel.
A HOTELARIA NO BRASIL A PARTIR DE 1966 Em 1966 é criada a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur, atual Instituto Brasileiro de Turismo). Nos anos 1960 e 1970 chega ao Brasil as redes hoteleiras internacionais. Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2006, as atividades hoteleiras vinculadas ao turismo representam 3,6% do valor adicionado a economia brasileira. Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), uma pesquisa mostrou que 31,8% dos viajantes hospedam-se em estabelecimentos hoteleiros. Hotel Esplanada, principal hotel da capital paulista, São Paulo. Praça Ramos de Azevedo, primeira metade do século XX. Fonte: Andrade, Nelson. 2017.
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CAPÍTULO 02 ANÁLISE URBANA
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2.1 O perimetro de referência;
Sesc Pompeia
2.1.1 Mapa de localização da MSP; Allianz Parque
Município de São Paulo - Subprefeitura da Lapa
Fonte: http://www.desacelerasp.com.br/2016/08/26/sesc-pompeia/
Estação Sumaré
Fonte: https://www.migalhas.com.br/quentes/314693/concorrentes-da-ambev-podem-explorar-comercio-de-bebidas-no-allianz-parque
Estádio Pacaembu
Fonte: https://refugiosurbanos.com.br/percorrendo-as-franjas-de-pinheiros-ha-muita-vida-do-lado-de-la-da-av-sumare/
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_do_Ara%C3%A7%C3%A1
Velório Cemitério São Paulo Estação Clínicas
Fonte: https://noticiando.net/obras-alteram-a-operacao-na-linha-2-verde-do-metro-de-sao-paulo/
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_S%C3%A3o_Paulo
Palmeiras - Barra Funda
Fonte: Google Earth, 20/02/2020 às 20h00.
Parque da Água Branca
Fonte: https://www.metrocptm.com.br/metro-e-cptm-estudam-concessao-do-polo-intermodal-da-estacao-palmeiras-barra-funda/
Fonte: https://bora.ai/sp/passeios/passe-o-dia-no-parque-da-agua-branca
Faculdade PUC
Cemitério do Araçá
Fonte: https://www.google.com/maps/
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_do_Ara%C3%A7%C3%A1
Faculdade de Saúde Pública USP
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Fonte: https://jornal.usp.br/cultura/faculdade-de-saude-publica-comemora-seus-100-anos-com-arte/
O local de intervenção está situado no Município de São Paulo, cruzando entre os distritos da Barra Funda e Perdizes, do qual é gerenciados pela Subprefeitura da Lapa. A delimitação do perimetro de estudo teve como referência a Avenida Sumaré, tendo como início no bairro de Pinheiros e terminando no bairro da Barra Funda.
18 Image © 2020 Maxar Technologies
Município de São Paulo - Barra Funda
Município de São Paulo - Perdizes
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2.1.2 Evolução urbana da área de estudo;
Década de 1960, córrego da Água Preta – Vania Tramontino, O Espaço Livre na Vida Cotidiana, FAU/USP, 2011.
Fonte: Emplasa
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Fonte: Emplasa
1965, Acervo Estadão
Fonte: Emplasa
Antes da Avenida Sumaré, o local era conhecido como Pacaembu, O Estado de S. Paulo, 14/11/1937
Fonte: Emplasa
Até as primeiras décadas do século XX e a expansão de São Paulo sentido oeste, a região de Perdizes e Sumaré era composta de grandes propriedades rurais que – à exemplo da Chácara do Caravalho, a nordeste, do Prf. Antônio Prado – foram sendo loteadas e vendidas. Neste primeiro momento de ocupação urbana, destacam-se a figura do português José Rebelo da Cunha e Sociedade Sumaré Ltda., da qual era sócio: iniciando, já em 1924 a abertura da Av. Sumaré e, em 1928, as primeiras ruas e lotes da região. Os anos 40 foi período chave para o desenvolvimento da região, com a chegada do bonde elétrico – que ligou Perdizes à Barra Funda e à Praça dos Correios, facilitando a movimentação de estudantes – e o prolongamento, em 1947, das ruas Pombal e Cardoso de Almeida. Em 1953, via Lei nº 4.346, esse trecho – desde a R. Turiaçu – foi oficializado com a Av. Sumaré. Outro fator importante para a urbanização local foi a Cia. City que, a partir dos anos 1920, passou a adquirir propriedades e trabalhar no planejamento urbano do Pacaembu e arredores.
Vista aérea da construção do Viaduto Sumaré, Acervo Fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo -1969
Fonte: Emplasa
Av. Sumaré em direção à Av.Dr. Arnaldo, Acervo Fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo - 1971
Fonte: Emplasa
Av. Sumaré em direção ao parque Antartica, Acervo Fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo - 1971
Fonte: Emplasa
Vista do Bairro Sumaré, Acervo Fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo -
Fonte: Emplasa
Esse processo urbano, que teve um pico nos anos 60 e 70, foi culminar na canalização do córrego Sumaré e alargamento de sua respectiva avenida – que, em 1978, se ligaria também com a rua Henrique Schaumann, formando a Av. Pedro VI. Outros córregos canalizados foram os da Água Branca, Água Preta e Pacaembu. Outros elementos de locomoção urbana da Av. Sumaré são a estação metroviária fundada em 1998 e, dois anos antes, sua ciclovia. De início sem sinalização e repleta de sonorizadores inapropriados ao trânsito de bicicletas, o projeto mal executado da ciclovia desencorajou o uso até sua revitalização e conversão em área de pedestres em 2012. A mudança, no entanto, causou confusão entre os transeunte, sendo esta convertida, em 2014, em faixa de circulação compartilhada (pedestres e ciclistas), como permanece até então.
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Plano Diretor Estratégico (PDE) - 2014
2.2 Levantamento de dados; MELHORAR A MOBILIDADE URBANA
ASSEGURAR O DIREITO À MORADIA DIGNA PARA QUEM PRECISA HIDROVIÁRIO
∞ Rios, represas, canais e lagos navegáveis ∞ Barragens móveis e eclusas ∞ Portos, terminais, embarcações ∞ Orla dos canais
∞ Vias estruturais ∞ Vias não estruturais (coletoras, locais ciclovias e circulação pedestres)
PRIORIDADE AO TRANSPORTE PÚBLICO
Para enfrentar a falta de moradia adequada e bem localizada na cidade, o Plano Diretor duplicou a área INFRAESTRUTURA demarcada como Zona Especial de Interesse Social AEROVIÁRIA (ZEIS), voltada à produção de moradia social, com foco no atendimento à população com renda familiar de até ∞ Helipontos ∞ Heliportos 3 salários mínimos. Além de definir fonte mínima e ∞ Aeródromosem permanente de recursos para investimento Aeroportos Habitação de Interesse Social, o ∞Plano Diretor também criou a Cota de Solidariedade, mecanismo de contrapartida à construção de grandes empreendimentos que define a destinação do correspondente à 10% de sua área para promoção de moradia social, com objetivo de construir uma cidade mais equilibrada e plural.
LOGÍSTICA ∞ Vias, dutovias e ferrovias segregadas ∞ Plataformas e terminais ∞ Centros de armazenamento e distribuição
= 1 ônibus
AMPLIAÇÃO DA REDE DE MOBILIDADE URBANA NA CIDADE
Áreas com ocorrência de imóveis ociosos, subutilizados, não utilizados, encortiçados ou deteriorados em regiões dotadas de serviços, equipamentos e infraestrutura
Áreas caracterizadas por glebas ou lotes não edificados e adequados à urbanização e edificação situadas nas Áreas de Proteção aos Mananciais
Lotes ou conjunto de lotes, preferencialmente vazios ou subutilizados, situados em áreas dotadas de serviços, equipamentos e infraestruturas urbanas
PRIORIZAR A POPULAÇÃO COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
FONTE DE RECURSOS
ESTIMULAR O COMPARTILHAMENTO DE AUTOMÓVEIS PARA REDUZIR O NÚMERO DE VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO
CICLOVIÁRIO
TRANSPORTE PÚBLICO
Existentes Município
os
DEFINIR DIRETRIZES PARA O PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO - PMH
PEDESTRE ∞ Calçadas ∞ Calçadões ∞ Faixas e lombofaixas ∞ Transposições e passarelas ∞ Sinalização
mínim
25 os cu re
d
Previstos Existentes Município
∞ Ciclovias ∞ Ciclofaixas ∞ Ciclorrotas ∞ Bicicletários ∞ Sinalização
∞ Estações, pontos e terminais ∞ Vias
re c u
o
O PDE dispõe as principais ferramentas para o desenvolvimento das Zonas Eixo de Estruturação Urbana (ZEU).
os
d
GARANTIR FONTES DE RECURSOS PERMANENTES
mínim
o
ELABORAR O PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE E DE INFRAESTRUTURA AEROVIÁRIA
no
PROMOVER A REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DOS ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS
REDUZIR O TEMPO DE VIAGEM DA POPULAÇÃO
PMM
Áreas caracterizadas por glebas ou lotes não edificados ou subutilizados, adequados à urbanização
ZEIS 5
Rede de corredores de ônibus, metrô e trem
rs
DESESTIMULAR O USO DO TRANSPORTE INDIVIDUAL MOTORIZADO
Áreas caracterizadas pela presença de favelas e loteamentos irregulares, habitadas predominantemente por população de baixa renda
ZEIS 4
REDUZIR O DÉFICIT HABITACIONAL COM A DUPLICAÇÃO DA ÁREA DEMARCADA COMO ZEIS PARA PRODUÇÃO DE MORADIA POPULAR
no
QUALIFICAR AS CONDIÇÕES DE MOBILIDADE E A INTEGRAÇÃO ENTRE OS MEIOS DE TRANSPORTE
ZEIS 3
IMPLEMENTAR A POLÍTICA HABITACIONAL
os
Várias medidas foram adotadas como uso da fachada ativa, área com potencial construtivo que ganha a Outorga Onerosa, uma cota de solidariedade, áreas verdes e espaços livres.
ZEIS 2
30 automóveis
PRIORIZAR O TRANSPORTE PÚBLICO, CICLOVIÁRIO E A CIRCULAÇÃO DE PEDESTRES: NO MÍNIMO DOS RECURSOS FUNDURB
rs
A construção de uma cidade mais equilibrada passa pela reversão do atual modelo de mobilidade, no qual o uso do automóvel individual tem grande destaque. O Plano Diretor trata a mobilidade urbana a partir da integração e articulação entre diferentes meios de transporte. Estabelece recursos mínimos e permanentes para ampliar a rede e qualificar o transporte público e os meios de transporte não-motorizados (sistema cicloviário e de circulação de pedestres), menos poluentes. Reconhece, ainda, novos componentes do sistema de mobilidade urbana (sistema de logística, hidroviário e compartilhamento de automóveis) para estruturação de uma matriz de deslocamentos mais abrangente, eficiente e ambientalmente equilibrada.
ZEIS 1
∞ Como contrapartida, estes 10% não serão considerados área computável
VIÁRIO
O Plano Diretor Estratégico de São Paulo definiu critérios para as áreas de intenção e incentivo com o uso misto, comércio no térreo e habitação viabilizando regiões que não pussuem adensamento, como por exemplo a nossa região de estudo.
COTA DE SOLIDARIEDADE ∞ Todo empreendimento maior que 20.000m² deve doar o correspondente a 10% de sua área construída para produção de HIS ou aquisição de terrenos
FUNDURB Mínimo de 30% dos recursos destinados à aquisição de terrenos bem localizados para promoção de moradia social e subsídio para programas habitacionais OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS (OUC) e ÁREA DE INTERVENÇÃO URBANA (AIU) Mínimo de 25% dos recursos destinados à promoção de habitação de interesse social, especialmente para aquisição de glebas e lotes
Em áreas de ZEU, as áreas construídas de fachada ativa ao nível da rua devem corresponder a pelo menos 25% do total da estada do lote, podendo ser distribuído nos casos de lotes de esquina ou que apresentam duas frentes, desde que atendida a extensão mínima de 3 metros (artigo 11, decreto 57.521 de 09/12/2016).
ORIENTAR O CRESCIMENTO DA CIDADE NAS PROXIMIDADES DO TRANSPORTE PÚBLICO
Os espaços destinados a fachada ativa não são computáveis no cálculo da área de potencial construtivo na proporção de até o equivalente a 50% da área do lote.
Para reduzir a necessidade de grandes deslocamentos diários e aproximar emprego e moradia, o Plano Diretor organiza a ocupação da cidade através dos Eixos de Estruturação da Transformação Urbana, otimizando o aproveitamento do solo nas áreas próximas à rede de transporte coletivo de média e alta capacidade (metrô, trem, corredores de ônibus). Instrumentos foram criados para vincular o adensamento habitacional e construtivo ao longo destes eixos à qualificação e ampliação dos espaços públicos e da oferta de serviços e equipamentos urbanos e sociais, de modo a fazer de São Paulo uma cidade mais humana.
RESIDENCIAL
INCENTIVO AO USO MISTO Comércio, serviços e equipamentos não serão computáveis até 20% da área total construída
COTA PARTE Estabelece o número mínimo de unidades habitacionais
FACHADA ATIVA COMÉRCIO, SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS
Incentivo urbanístico para edifícios com comércio, serviços e equipamentos no térreo, com acesso aberto à população
CALÇADAS LARGAS
A área de fruição publica deve estar obrigatoriamente al inhada com o passeio público, sem fechamento com largura mínima de 4 metros, devendo ter a mesma pavimentação apresentada na calçada do lote, sendo permitido o controle no período noturno (artigo 11 do decreto n° 57.558 de 21 de dezembro de 2016).
Largura mínima 5 metros nos eixos de mobilidade e 3 metros na área de influência dos Eixos
AUMENTO DO COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO Permite adensamento construtivo, promovendo melhor aproveitamento da infraestrutura existente
FRUIÇÃO PÚBLICA Incentivo urbanístico para empreendimentos que destinarem áreas para uso público
PROMOVER ADENSAMENTO HABITACIONAL E DE ATIVIDADES URBANAS AO LONGO DO SISTEMA DE TRANSPORTE PÚBLICO QUALIFICAR CENTRALIDADES EXISTENTES E ESTIMULAR A CRIAÇÃO DE NOVAS CENTRALIDADES AMPLIAR A OFERTA DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL E EQUIPAMENTOS URBANOS E SOCIAIS NAS PROXIMIDADES DO SISTEMA DE TRANSPORTE PÚBLICO QUALIFICAR A VIDA URBANA COM AMPLIAÇÃO DAS CALÇADAS E ESTÍMULO AO COMÉRCIO, SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS URBANOS E SOCIAIS VOLTADOS PARA A RUA
ÁREAS DE INFLUÊNCIA Trem · Metrô · Monotrilho · Veículos leves sobre trilhos (VLT) · Veículos leves sobre pneus (VLP) em vias elevadas
Corredor de Ônibus Municipal e Intermunicipal · Veículos leves sobre pneus (VLP) em vias não elevadas
600 m
DESESTIMULAR VAGAS DE GARAGEM: MAIS QUE 1 VAGA DE GARAGEM POR UNIDADE HABITACIONAL E 1 VAGA PARA 70M² DE USOS NÃO RESIDENCIAIS SERÃO CONSIDERADAS COMPUTÁVEIS
400 m
300 m 150 m
150 m 300 m
= Acessos às estações
22
= Eixo da via
Fonte: Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo Lei n° 16.050/2014
Operação Urbana Consorciada Água Branca - 2012
Setores ao Norte da Ferrovia Estoque: 1.750.000 m² (distribuídos pelos setores A, B, E, F, G e H)
A região onde será implantada a Operação Urbana Consorciada Água Branca foi identificada no Plano Diretor Estratégico como uma das áreas de São Paulo, localizada próxima ao centro da cidade, que precisa de adequação, em função do deslocamento das indústrias para outros lugares, depois de anos desenvolvendo a região. Outra motivação importante para a adequação desta área são os inúmeros meios de transporte público oferecidos, principalmente o trem e o metrô. A Operação Urbana Consorciada Água Branca é um instrumento da legislação urbanística, que permite a parceria público-privada para a readequação de um perímetro pré definido, e segue a Lei Municipal nº 13.430/02, que dispõe sobre o Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo que estabelece que as operações urbanas devem ser objeto de estudo prévio de impacto ambiental e determina a obrigação de uma lei específica para cada operação urbana, além de um Plano Urbanístico com as intervenções propostas. A EMURB é a responsável pela elaboração do Plano Urbanístico do perímetro da Operação UrbanaConsorciada Água Branca, no qual são propostas 53 intervenções distribuídas em nove subsetores, que sob a perspectiva social, devem melhorar a qualidade de vida na região.
Setores ao Sul da Ferrovia Estoque: 100.000 m² (distribuídos pelos setores C e I)
Dentre as propostas para a área, podemos citar: adensamento populacional; abertura de novas vias ou alargamento do viário existente; implantação de áreas verdes; obras de drenagem que devem minimizar as inundações; e implantação de áreas de Habitação de Interesse Social - HIS, transferindo as pessoas que moram na favela do Sapo para estes lares.
• Viário readequado;
• Áreas verdes públicas melhor distribuídas; • Pólos de equipamentos públicos.
Fonte: Operação Urbana Consorciada Água Branca, Abril/2012
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Operação Urbana: conexões com rede planejada
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Fonte: Operação Urbana Consorciada Água Branca, Abril/2012 MDC, SPTrans, CPTM e Metrô de São Paulo.
Projeto de Lei 272/2015 Projeto de Lei que estabelece a revisão da disciplina de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo no Município de São Paulo em consonância com o Plano Diretor Estratégico (PDE), aprovado pela Lei n. 16.050 de 31 de julho de 2014. Está proposto o projeto da Linha 06 - Laranja do Metrõ com ligação entre Lapa-Brás e Mooca-Vila Carioca, assim como a Linha 23 - Pari do Metrô que fará a ligação até São Miguel, a chamada ligação leste-oeste e norte-leste. Baseado na ultilização do transporte coletivo, novas Operações Urbanas são traçadas visando: • Desenvolvimento do sistema de vias locais e coletoras; • Redimensionamento e requalificação de passeios; • Transpote de média e alta capacidade.
Fonte: Operação Urbana Consorciada Água Branca, Abril/2012 SPTrans, CPTM e Metrô de São Paulo.
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Plano Diretor Estratégico (PDE) 2016 Lei nº 16.050/14.
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De acordo com o zoneamento da área, a Avenida Sumaré apresenta a Zona de Eixo de Transformação Urbana (ZEU) e Zona Mista (ZM), se destaca a Zona Exclusivamente Residencial (ZER-1), onde se localiza as áreas residenciais de baixa densidade.
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A Lei Zoneamento – Lei n° 16.402/16 está contribuindo com o incentivo de novas transformações na região, presentes nas áreas de ZEU e de ZM, promovendo o adensamento. Dentro desse perímetro a área escolhida para proposta arquitetônica localiza-se em uma zona de predominância mista (ZM).
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ZEM - Zona Eixo de Estruturação da Transformação Metropolitana
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ZEU - Zona Eixo de Estruturação da Transformação Urbana
ZCOR-1 - Zona Corredor 1
ZEPAM - Zona Especial de Proteção Ambiental
ZCOR-2 - Zona Corredor 2
Praça / Canteiro
ZCOR-3 - Zona Corredor 3
Eixo Avenida Sumaré
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Fonte: Base do mapa do Geosampa, 2020
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O perímetro encontra-se em uma área consolidada, onde se tem a predominância de uso residencial, ao longo da Av. Sumaré existe outros usos, tais como o comércio e o serviços que se concentram em seu início, próximo a Av. Antártica, Palestra Itália e da Av. Francisco Matarazzo.
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A área central da avenida se destaca por apresentar uso residencial em predominância, devido seu loteamento feito pela Companhia City.
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A área escolhida para a implantação do hotel, localiza-se em uma zona de predominância mista, tais como serviços, comercios e residencias.
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Conforme tratado no mapa anterior, a área tem como uso predominantemente residencial, com característica unifamiliar, apresentendo um adensamento significativo em alguns pontos da Avenida Sumaré devido a especulação imobiliária.
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Repare que na proximidade da Arena Allianz Parque e o Shopping West Plaza tem como predominância a densidade baixa, onde será implantado minha intervenção assim como o hotel, promovendo adensamento para o local.
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207 - 351 a partir de 351 Eixo Avenida Sumaré
Fonte: Base do mapa do Geosampa, 2020
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2.3 Potencialidades e fragilidades;
2.3.1 Fragilidades;
• Falta espaços livres/públicos. • Problemas de saneamento pluvial (drenagem) que gera pontos de alagamentos; • Acessibilidade e mobilidade precárias em alguns pontos; • Calçamento irregular, com degraus e buracos; • Falta arborização viária e implantação de mobiliário urbano; • Sinalização e iluminação pública insuficiente. • Segurança pública; • Excesso de veiculos que causam transito e congestionamento na região; • Degradação pública.
Calçadas irregulares na Rua Prof. Rubião Meira. Foto: Synara Lima, 2020
Construção abandonada na Rua Turiassú proximo ao Sesc Pompéia. Foto: Synara Lima, 2020
Fonte: Google, 2020
32
Degradação na Praça Oswaldo Cruz de Souza Dias. Proximo ao Metrô Sumaré. Foto: Synara Lima, 2020
Acessibilidade implantada de forma irregular, a vegetação interrompe a passagem conforme imagem acima. Avenida Sumaré, proximo ao numero 293. Foto: Synara Lima, 2020
2.3.2 Potencialidades;
• Possui importantes equipamentos de saúde, educação, cultura e lazer; • Transporte público bem abastecido (ônibus, metrô, trem); • Eixo viário bem estruturado (Avenida Sumaré e Avenida Francisco Matarazzo); • Centralidades em potencial; • Serviços e comercíos diversificados na região; • Pólo imobiliário em crescimento; • Ciclofaixa na Avenida Sumará; Sesc Pompéia, equipamentos de cultura e lazer. Foto: Synara Lima, 2020
Circulação pavimento térreo Shopping West Plaza. Foto: Synara Lima, 2020
• Calçamento largo na Avenida Francisco Matarazzo; • Apropriação do espaço pela população local; • Novas estações seram implantadas na região.
Apropriação do espaço público, feira livre que ocorre na Praça Benedito Calixto. Foto: Synara Lima, 2020
Na imagem podemos ver o adensamento residencial na Avenida Sumaré e a implantação da ciclofaixa. Foto: Synara Lima, 2020
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A ideia abraça o desenvolvimento sustentável e os 5 princípios da HUB’s, sendo estas respectivamente: Cultural, Esportiva, Educacional, Ambiental e Econômico, os princípios básicos para tornar uma cidade melhor e garantir que todos desfrutem desses benefícios, implantar diretrizes para solucionar essas questões, tais como: Diretrizes: • Qualificar os espaços livres públicos, especialmente os vinculados aos equipamentos públicos e os vinculados ao transporte público; • Solucionar os problemas de saneamento ambiental, em especial manejo de águas pluviais (drenagem); • Melhorar a acessibilidade e mobilidade; • Adequar o espaço público para suportar adequadamente as transformaçoes do tecido urbano; • Realizar tratamento das calçadas e esquinas, garantindo acessibilidade universal, arborização viária, implantação de mobiliário urbano, sinalização com informações da rede de transpote e melhoria da iluminação pública, principalmente no entorno das estações de metrô e dos principais equipamentos; • Viabilizar a implantação de calçadas verdes e pavimentos semipermeáveis; • Implantar sinalização viária, faixas de pedestres, semáforos, alargamento de calçadas e lombafaixas de modo a garantir a segurança dos pedrestres; • Promover o adensamento na área propondo usos adequados para região; • Fachada ativa.
Imagem aérea da área de estudo Fonte: Google, 2020
35
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CAPÍTULO 03 PROPOSTA URBANA
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3.1 Mapa diretrizes gerais de intervenção;
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Podemos observar a influência que a característica do uso misto local afeta nesse mapa, nota-se que as configurações dos lotes são relativamente pequenas devido as residências, ou grandes demais devido seu uso comercial e de serviço.
Perímetro de intervenção Área consolidada Lote de intervenção
Fonte: Base do mapa do Geosampa, 2020
41
3.2 Plano de massa;
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O plano prevê o adensamento da região, mantendo edifícios já consolidados que atente essa proposta os integrando aos novos edifícios, o gabarito e adensamento qualifica a área de modo a atender todos os usos. Buscamos promover a biodiversidade com praças e canteiros distribuidos pela região. Com isso o alargamento dos passeios públicos e a adequação do viário com acessibilidade e sinalização necessária. Solucionamos o problema de alagamento com a proposta de uma área alagável.
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Por ser área mista (ZM), o fluxo na região O MATARAZZOnos diversos horários é sempre SC constante AVENIDA FRANCI do dia. SCO MATARAZZO Tem como eixo principal a Avenida Francisco Matarazzo e a Avenida Antártica. Novas praças e circulações para os pedestres foram criadas trazendo segurança e lazer para quem o frequenta. SH
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Podemos observar que está sendo implantado diversos usos, tais como residencial, serviços, comércios e o uso institucional que não havia na região. A proposta prevê uso misto no térreo com o partido da fachada ativa. Pensando na atividade econômica crescente, visamos promover o turismo com a implamtação de um hotel com comércios na área demarcada.
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3.3 Perspectivas/Maquete;
É possivel visualizar como os edifícios novos se integra com entorno de forma homogênea, os usos se dá por meio do pedestre, como ele transita entre os espaços públicos. A integração das praças e canteiros em meio aos grandes edifícios propostos.
Residencial Serviço Comércio Misto Institucional Edifícios existente Alagado (piscinão) Praça/Canteiro
Fonte: Base do mapa do Geosampa, 2020
46
Novos edifícios
Alagado (piscinão)
Edifícios existente
Praça/Canteiro
Fonte: Base do mapa do Geosampa, 2020
47
48
CAPÍTULO 04 FUNDAMENTAÇÃO DO PROJETO
49
RUA GUST
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4.1 Caracterização da área de projeto;
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AV WILLI B
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Fonte: Base do mapa do Geosampa, 2020
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Imagem aérea da área de estudo Fonte: Google, 2020
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Lote de intervenção
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O lote escolhido era um vazio subutilizado por especulação imobiliária. Diversas residências haviam sido demolidas na área. Facilitando a implantação do partido arquitetônico.
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RUA BARÃO DE TEFÉ
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4.2 Estudo de caso;
Edifício Brascan Century Plaza Local: Itaim Bibi, São Paulo, SP Data de início do projeto: 1998 Data de conclusão da obra: 2003 Área do terreno: 2.600 m² Área construída: 100.805 m² Arquitetura: Jorge Königsberger e Gianfranco Vannucchi
Imagem: Edificio Brascan Foto: Alain Brugier| Revista Lume Arquitetura
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Parque Ibirapuera
Inserção Urbana: O edifício Brascan está localizado no bairro do Itaim Bibi, com três lados para as ruas Joaquim Floriano, Bandeira Paulista e Tamandaré Toledo, em uma área bem consolidada, o seu entorno possui diversos edifícios comerciais, condomínios residenciais, assim como o parque do Ibirapuera e uma série de usos mistos. Sua localização tem fácil acesso aos transportes coletivos, corredores e linhas de ônibus na Avenida Juscelino Kubitschek. O edifício busca toda permeabilidade entre os espaços públicos, externo com internos, criando assim uma característica única no bairro.
Imagem – Inserção urbana Edificio Brascan Foto: Rogerio Reis | Tyba Data: 03/2011
53
Forma: São duas torres uma de frente para a outra, a ideia proposta pelos autores do projeto tem a intenção de centralizar as áreas de conveniência e as áreas de passeio dos visitantes. Com duas torres curvilíneas e com fechamento em vidro, as torres estão próximas, uma torre tem 24 pavimentos com salas de escritórios e outra com flat hoteleiro com 30 pavimentos, a terceira torre retangular com salas de escritórios com 15 pavimentos. Entre essas torres encontramos um generoso caminho com uma praça seca e vegetações, lojas de comércio ativo e salas de cinema.
Imagem – Vista aérea da praça Fonte: Arquitetura Nande, acesos em 05/2020
Imagem – Edificio Brascan Fonte: Google Maps, 2020
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Imagem – Vista aérea Ed. Brascan Fonte: França e Associados, acesso em 05/2020
Função: Função: Com o uso misto permitindo vários usos como lojas, flat hoteleiro, restaurante, sala comerciais, cinema e a praça aberta que ligam as três torres.
Com o uso misto permitindo vários usos como lojas, flat hoteleiro, restaurante, sala comerciais, cinema e a praça aberta que ligam Encontramos um espelho d’água no térreo com uma forma diferenciada, mas que trás características para o edifício por ser único, sua forma geométrica cilíndrica. as três torres. espelho d’água térreo com forma diferenciada, mas que trás características para o edifício por ser único, O Encontramos comércio ativo noum complexo atende o seuno entorno, mas visa uma mesmo o próprio público do edifício, devido a demanda de pessoas sua forma geométrica cilíndrica. O comércio ativo no complexo atende o seu entorno, mas visa mesmo o próprio público do edifício, devido a demanda de pessoas.
TÉRREO Lojas Cinema WC Circulação Vertical Circulação Horizontal Paisagismo Espelho D’Água
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Forma: PLANTA TIPO CORPORATE (01° AO 15° ANDAR)
PLANTA TIPO OFFICES (01° AO 09° ANDAR)
Escritórios WC Circulação Vertical Circulação Horizontal Varanda
Escritórios WC Circulação Vertical Circulação Horizontal Varanda
PLANTA TIPO FLAT (02° AO 12° ANDAR) Dormitório WC Circulação Vertical Circulação Horizontal Varanda
56
Sistema Construtivo: O sistema construtivo utilizado é de concreto armado com planta livre na sequencia de pilotis, vigas e lajes, com o núcleo rígido na parte central, que acaba permitindo os acessos da maneira mais adequada. Os fechamentos são de alvenaria e pele de vidro, com revestimentos de mármore e granito nos pisos e nas paredes gesso e massa fina.
CORTE Comércios Escritórios Cinema Circulação Vertical Painel de Vidro Estrutura Sub-Solos
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Hotel Unique Local: São Paulo, SP Projeto: 1999 Conclusão da obra: 2002 Terreno: 6 515 m² Área construída: 24 953 m² Autor: Ruy Ohtake; Colaboradores: Alfred Talaat, Félix Araújo, Nancy Marques, Marcelo Jordão e Rubens Swappo
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Inserção Urbana: O hotel Unique está localizado em São Paulo, em um corredor comercial em meio a arborizada zona residencial é uma espécie de “Hotel Boutique” com espaços diferenciados e atendimento personalizado.
Foto 02 – Inserção urbana Hotel Unique Foto: Data:
59
Forma: A concepção para o corpo principal do edifício foi propor um volume em arco invertido com janelas circulares para possibilitar ao hóspede uma vista emoldurada da cidade, sem interferências.
Foto 03 – Hotel Unique Fonte: Google Maps, 2020
60
Função: Foi elaborado o projeto com gabarito máximo de 25m com seis andares onde estão distribuídos 95 apartamentos, com áreas que variam de 36m² a 250m². Um vazio central do arco invertido eleva até o pé direito da cobertura onde estão instalados a piscina, o restaurante e um espelho d´agua cujo fundo permite a passagem de luz natural.
TÉRREO Serviços/Comércio Lazer WC Circulação Vertical Circulação Horizontal Paisagismo
61
Forma:
PLANTA MÓDULO DE APARTAMENTO (TIPO A e B)
2
1
Dormitório WC
PLANTA TIPO (06° ANDAR) Dormitório WC Circulação Vertical Circulação Horizontal Serviços
1 = Tipo A | 2 = Tipo B | 3 = Tipo C
62
Sistema Construtivo: Sua estrutura de arco invertido constitui o corpo principal da edificação. Suspenso do solo, esse elemento apoia-se em suas extremidades em duas empenas de concreto e no interior do volume são distribuídos oito pilares. Protegido por uma fachada de vidro centralizado na base do arco que abriga o Lobby.
CORTE Serviço/Comércios Dormitórios Circulação Vertical Estrutura Sub-Solos
63
Conjunto Nacional Local: São Paulo, SP Data de início do projeto: 1953 Data de conclusão da obra: 1958 Área do terreno: 14.600 m² Área construída: 111.083 m² Arquitetura: David Libeskind
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Inserção Urbana: O Conjunto Nacional está localizado em uma área nobre de São Paulo, na Avenida Paulista com a Rua Augusta, Alameda Santos e Padre João Manoel, local de fácil acesso por meio de transporte público com diversas linhas de ônibus e metrô. O Conjunto está numa área de grande referência, em volta é possível observar edifícios comerciais, condomínios residenciais e o comércio muito ativo, principalmente no Conjunto Nacional , o fluxo de pessoas é intenso.
Foto 02 – Inserção urbana Conjunto Nacional Fonte: Google Maps, 2020
Forma: A sua forma é composta por dois elementos geométricos, tanto na horizontal quanto na vertical, no volume horizontal é distribuída em três pavimentos. No volume vertical são distribuídos em uma lâmina com blocos de edifícios comerciais e residencial com acessos diferenciados para controle. Foto 03 – Conjunto Nacional Fonte: Google Maps, 2020
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Função: O Conjunto é composto pelo uso misto, comércio, serviço e habitação, são dois volumes geométricos, o horizontal fica toda parte do comércio e na vertical os serviços e habitações, os acessos se dão por meio do térreo que se distribui pelos setores.
TÉRREO Serviços Comércios Habitação Lazer Passeio Público Sub-Solos
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Sistema Construtivo: Os sistemas construtivos são feitos de concreto armado e estrutura metálica para alguns elementos, como na cúpula. O concreto aparente com as lâminas de vidro, a modulação no térreo é feita por pilares e pilotis.
CORTE Comércios Dormitórios Circulação Vertical Estrutura Sub-Solos
67
68
CAPÍTULO 05 PROJETO
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RUA BARÃO DE TEFÉ
RUA P
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RUA HIGINO PELLEGRINI
PRAÇA CONDE FRANCISCO MATARAZZO JÚNIOR
RUA TEIXEIRA E SOUZA
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RUA BARÃO DE TEFÉ
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RUA BARÃO DE TEFÉ 6
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RUA HIGINO PELLEGRINI
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PAVIMENTO TÉRREO Esc 1:250 0 1 2
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RUA BARÃO DE TEFÉ 6
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SALA DE JOGOS B
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ACADEMIA
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RUA TEIXEIRA E SOUZA
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ADM
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Banheiro Feminino
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Banheiro Masculino w.c 01
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circulação spa 15
tanque de imersão com água fria
tanque de imersão com água quente
RUA HIGINO PELLEGRINI
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PAVIMENTO MEZANINO Esc 1:250 0 1 2
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RUA BARÃO DE TEFÉ 6
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A C
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SERVIÇOS
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RUA TEIXEIRA E SOUZA
RUA HIGINO PELLEGRINI
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L
S
M
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O
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PAVIMENTO TIPO Esc 1:250 0 1 2
5
10
S
SERVIÇOS
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PAVIMENTO SUBSOLO Esc 1:250 0 1 2
5
10
CORTE 01 Esc 1:300 0 1 2
5
10
CORTE 02 Esc 1:300 0 1 2
5
10
CORTE 03 Esc 1:300 0 1 2
5
10
ELEVAÇÃO 01 Esc 1:300 0 1 2
5
10
ELEVAÇÃO 02 Esc 1:300 0 1 2
5
10
80
Perspectiva 01 - Entrada Hotel
Perspectiva 02 - Entrada Hotel
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82
Perspectiva 03 - Entrada Lojas
Perspectiva 04 - Entrada Lojas
83
84
Perspectiva 05 - Entrada Restaurante
85
REFERÊNCIAS
ANDRADE, Nelson; BRITO, Paulo Lucio de; JORGE, Wilson Edson. HOTEL: Planejamento e Projeto. 11. ed. São Paulo: Editora Senac, 2017. MAPAS para Colorir: Mapas do município de São Paulo - SP. [S. l.], 2020. Disponível em: https://www.mapasparacolorir. com.br/mapa-municipio-sp-sao-paulo.php. Acesso em: 9 maio 2020. CÂMARA Municipal de São Paulo: REVISÃO DA LEI DE ZONEAMENTO. [S. l.], 16 jun. 2020. Disponível em: http:// www.saopaulo.sp.leg.br/zoneamento/mapa-interativo/. Acesso em: 23 maio 2020. CADERNO de Propostas dosq: Planos Regionais das Subprefeituras Perímetros de Ação - Lapa. [S. l.: s. n.], 2016. Disponível em: https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/PA-LA.pdf. Acesso em: 17 maio 2020. PREFEITURA de São Paulo - GeoSampa Mapa: Mapa Digital da Cidade de São Paulo. [S. l.], 2020. Disponível em: http:// geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx#. Acesso em: 14 abr. 2020. RIMA - Relatório de Impacto Ambiental: Operação Urbana Consorciada Água Branca. [S. l.: s. n.], 2020. Disponível em: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/meio_ambiente/arquivos/RIMA_parte1.pdf. Acesso em: 5 maio 2020. GESTÃO Urbana SP: Estratégias Ilustradas do PDE. [S. l.], 16 jun. 2020. Disponível em: https://gestaourbana.prefeitura. sp.gov.br/marco-regulatorio/plano-diretor/estrategias-ilustradas/. Acesso em: 27 maio 2020. GOOGLE Maps. [S. l.], 2020. Disponível em: https://www.google.com.br/maps/preview. Acesso em: 11 maio 2020. GOOGLE Earth: O globo terrestre mais detalhado do mundo. [S. l.], 2020. Disponível em: https://www.google.com.br/ intl/pt-BR/earth/. Acesso em: 21 maio 2020. VITRUVIUS: Hotel Unique, São Paulo SP. [S. l.], 2005. Disponível em: https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/ projetos/05.053/2487. Acesso em: 27 abr. 2020. REVISTA Projeto: Ruy Ohtake: Hotel Unique, São Paulo. [S. l.], 1 out. 2002. Disponível em: https://www.arcoweb.com.br/ projetodesign/arquitetura/ruy-ohtake-hotel-unique-01-10-2002. Acesso em: 10 maio 2020. LUME Arquitetura: Brascan Century Plaza - Escritórios e hotel com área de cultura e lazer. 09. ed. [S. l.], 2019. Disponível em: http://www.lumearquitetura.com.br/lume/default.aspx?c=2091. Acesso em: 27 maio 2020.
86
FARIAS, Nuri. Galeria da Arquitetura: Brascan Century Plaza. [S. l.], 2020. Disponível em: https://www. galeriadaarquitetura.com.br/projeto/konigsberger-vannucchi_/brascan-century-plaza/2060. Acesso em: 25 maio 2020. REIS, Rogerio. Tyba Online: Vista aérea do Brascan Century Plaza (BCP). [S. l.], 2011. Disponível em: http://tyba.com.br/ br/registro/cd218_148.JPG/-Assunto-Vista-aerea-do-Brascan-Century-Plaza-BCP--. Acesso em: 30 maio 2020. FRANCA & Associados - Projetos Estruturais: Brascan Century Plaza. [S. l.], 2019. Disponível em: http://www. francaeassociados.com.br/projetos/brascan-century-plaza/. Acesso em: 26 maio 2020. PACHECO, José Aranha de Assis. Perdizes: História de um bairro. [S. l.: s. n.], -. v. 21. Disponível em: https://drive.google. com/file/d/1xxyLWOzsN74ITs3ontubiVaQZDRn5uWG/view. Acesso em: 13 maio 2020. FAU USP - David Libeskind: CONJUNTO NACIONAL. [S. l.], 2019. Disponível em: http://libeskind.fau.usp.br/conjuntonacional/. Acesso em: 16 jun. 2020.
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