
PORTEFÓLIO DE VINHOS & VINHO DO PORTO

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Viticultura pioneira a trabalhar os desafios da atualidade

4ª e 5ª geração da família Symington
A Symington Family Estates é líder mundial na produção de vinhos do Porto premium e um dos principais produtores de vinhos tranquilos portugueses.
Somos uma família de origens portuguesas e britânicas que vive e trabalha em Portugal desde o século XIX. A nossa empresa familiar é agora gerida pela 4ª e 5ª gerações e baseia-se num compromisso profundo com as terras, os vinhos e as gentes de Portugal. Hoje são oito os membros da família que trabalham em diversas áreas, comprometendo-se a produzir vinhos tranquilos e vinho do Porto de excelência, alimentando a herança e as conquistas das gerações passadas.
Somos proprietários de um considerável património de vinhas no Vale do Douro, com uma extensão de 2,490 hectares, dos quais 1,079 hectares são vinha de produção, perfazendo um total de 28 vinhas.
Produzimos quatro marcas premium: Graham’s, Cockburn’s, Dow’s e Warre’s, bem como um portfolio de vinhos tranquilos do Douro que inclui Quinta do Vesúvio, Quinta do Ataíde, Altano e Prats & Symington. O nosso portfolio também engloba Pequeno Dilema, Ilustres Desconhecidos e Bom Malandro. Além destes, produzimos também vinhos da Quinta da Fonte Souto, em Portalegre, sub-região do Alto Alentejo, e da Casa de Rodas, uma propriedade recentemente adquirida na região de Monção e Melgaço, sub-região dos Vinhos Verdes DOC. Em 2023 inaugurámos uma parceria com a Berry Brothers & Rudd para a aquisição da Hambledon Vineyard, em Hampshire, Reino Unido.

DAR RESPOSTA A DESAFIOS
COLETIVOS SER PIONEIROS EM INOVAÇÕES SUSTENTÁVEIS
CUIDAR DO AMBIENTE E DAS POPULAÇÕES LOCAIS


ETHICAL COMPANY OF THE YEAR 2019
GREEN COMPANY OF THE YEAR FOR ADEGA DO ATAÍDE 2024

ATAÍDE LEED CERTIFICATION INTEGRATED CROP MANAGEMENT
Com dois séculos de experiência em viticultura estamos empenhados em produzir vinhos do Porto de excelência, que celebram a região do Douro e a arte da tanoaria, bem como o processo de envelhecimento e lotação. Queremos expandir as fronteiras da inovação premium, respeitando sempre a nossa herança.


O zénite da nossa produção a partir das nossas melhores vinhas de determinados anos.
O Porto Vintage Quinta dos Malvedos é uma expressão da nossa propriedade principal. O clássico Porto Vintage Graham’s, provém das melhores parcelas das nossas quatro quintas, sendo produzido apenas em anos excecionais.




Na principal propriedade da Graham’s, a Quinta dos Malvedos, há cerca de três hectares de muros de pedra, construídos à mão (vinha em socalcos), no final do século XVIII. Meticulosamente reconstruídas após terem sido abandonadas devido
ao surto de filoxera, estas vinhas em socalcos foram pensadas para produzir vinho do Porto de concentração e intensidade excecionais, recorrendo a técnicas de viticultura que permanecem inalteradas ao longo de centenas de anos.

Produto de um ano extraordinário, os nossos Porto Tawny Single Harvest são envelhecidos prolongadamente em cascos de carvalho até estarem prontos para engarrafar. Estes vinhos são exemplo da arte, experiência e destreza desenvolvidas ao longo de gerações por parte dos nossos mestres das adegas, dos tanoeiros e dos provadores.


Envelhecidos ao longo de 10, 20, 30, 40 ou 50 anos em cascos de carvalho, os vinhos desta coleção demonstram a complexidade da maturação em madeira. São também um exemplo da perícia em tanoaria, envelhecimento e loteamento, aprimorada ao longo de décadas.


TAWNY 40 ANOS A HERANÇA DO TEMPO
Um vinho verdadeiramente extraordinário, cuidado ao longo de várias gerações e envelhecido nas Caves Graham’s, em Vila Nova de Gaia.


50 ANOS
Um exemplo inigualável da dedicação com que são nutridos os vinhos que constituem esta fusão verdadeiramente especial.



TAWNY 80 ANOS
O MÉRITO DA PACIÊNCIA
Este esplêndido vinho é o nosso tributo ao valor da paciência. Após várias décadas e atravessando várias gerações a envelhecer em cascos de carvalho, este Porto é especial, tendo desenvolvido um perfil extraordinário de elegância inigualável.
Produzido a partir de uvas de elevada qualidade, os nossos Late Bottled Vintage são joviais e complexos. Envelhecidos em madeira ao longo de cinco anos, foram depois engarrafados e estão prontos para desfrutar.



O nosso Porto Ruby Reserva destaca-se pela sua generosidade de sabor, complexidade e estrutura. Six Grapes Vila Velha é uma edição limitada, produzido a partir das nossas melhores uvas na Quinta da Vila Velha – uma das quatro quintas da Graham’s no Douro.


O Natura é produzido a partir de uvas de produção biológica de duas das nossas melhores vinhas, situadas a 150 e 350 metros de altitude. Seguindo as diretrizes de cultivo biológico e respeitando o ciclo natural de desenvolvimento, cada vinha encontra os seus níveis de rendimento próprio, resultando em cachos pequenos, com maior concentração.





A Blend Series da Graham’s é uma abordagem única e inovadora ao vinho do Porto. A trilhar caminho estão a Blend Nº5 White e a Blend Nº12 Ruby, os primeiros vinhos do Porto produzidos especificamente para mistura. O seu toque contemporâneo e design galardoado, da autoria do ilustrador de moda António Soares, a Série Blend tem uma presença versátil

e marcante em qualquer cocktail, oferecendo algo entusiasmante e original no mercado.
Esta série é um novo capítulo na história do vinho do Porto, convidando à criação e criatividade, e convocando o vinho do Porto para qualquer momento, independentemente do local, da estação ou da ocasião.

É SOBRE “COMO” NEM “QUANDO”, O QUE IMPORTA É “COM QUEM”

SPECIAL RESERVE O PORTO QUE MUDOU AS REGRAS DO JOGO
A definir o padrão desde 1969, o Special Reserve é produzido a partir das melhores uvas do Douro Superior. Envelhecido em cascos de carvalho ao longo de cinco anos, é uma explosão ousada de fruta com um final seco e encorpado.


O PORTO QUE
NUNCA DIZ QUE NÃO
À vontade em qualquer ocasião, o nosso Fine Ruby é um blend de vinhos jovens repletos de frutos vermelhos frescos e saborosos, estagiado até três anos.

QUEM SABE, SABE
Apreciado pelo seu toque de nozes e caramelo, o nosso Fine Tawny é produto de um lote aprimorado e de um envelhecimento em cascos de carvalho até três anos.


UM SEGREDO MAL GUARDADO
Um lote de vinhos jovens, provenientes de vinhas de cotas elevadas, o nosso Porto Branco em inox durante 18 meses. Perfeito para um Port & Tonic.
VOODOO EM ESTADO LÍQUIDO
Estagiado até seis anos em balseiros de carvalho, o nosso LBV capta o melhor de cada ano das nossas vinhas. É saboroso, encorpado, com textura aveludada, amaciado ao longo do tempo graças ao envelhecimento em madeira.

ELABORADO PARA O FUTURO
O nosso Tawny 10 anos é envelhecido ao longo de uma década em cascos de carvalho, perdendo 20% para a evaporação e desenvolvendo um paladar complexo de nozes, frutos secos e baunilha.

Envelhecido ao longo de duas décadas, perdendo 35% para a evaporação, o nosso Tawny 20 Anos tem uma concentração fantástica, com camadas complexas de nozes, caramelo, mel e baunilha.



O NOSSO QUINTAL NUMA GARRAFA
As nossas declarações de amor ao Porto Vintage acontecem de longe a longe. Mas, nos anos que medeiam, as nossas vinhas preferidas da Quinta dos Canais continuam a produzir colheitas notáveis – e nós acreditamos que isso também merece ser celebrado. Este Vintage expressa os genuínos sabores da nossa casa.

Uma nova geração na Cockburn’s apresentou um desafio aos nossos enólogos, encarregandoos de produzir uma colecção de vinho do Porto experimental, perfeito para cocktails e para misturar. O nosso ‘Tails of the Unexpected’ é produzido com uvas da mais elevada qualidade, vindimadas à mão, geralmente reservadas para os nossos vinhos de topo. É engarrafado ainda jovem, de modo a preservar os frutos frescos que lhe permitem brilhar quando misturado, tornando-se num vinho que tem tanto de prazeroso quanto de descomplicado. Portos sem limites.


DAS VINHAS MAIS ALTAS
Aromático, superior, ligeiramente seco, é um Porto branco elaborado a partir dos 10% da nossa melhor produção de vinha de cota elevada de Favaios, sub-região do Vale do Douro. É isso que lhe confere mais acidez, frescura e expressividade que outros Porto brancos.

RUBY SOHO TRADIÇÃO REINVENTADA
Um Porto Ruby premium delicioso, que expressa frutos vermelhos maduros e cheio de carácter.
Com uvas da Quinta dos Canais da Cockburn’s, nas profundezas do Douro Superior, este Porto é engarrafado jovem de forma a manter o seu arrojado sabor a fruta.

CORPO E ALMA
Este Porto é envelhecido em cascos, habitualmente destinados aos nossos Tawny 20 Anos, no espaço acolhedor das Caves Cockburn’s. É expressivo, com um equilíbrio delicioso entre frutado e complexidade.

Produzir vinhos do Porto memoráveis exige tempo, paciência e um conhecimento profundo deste ofício. Na família há mais de dois séculos, os vinhos da Dow’s conjugam o conhecimento multigeracional em viticultura e uvas do Douro verdadeiramente extraordinárias.



Este LBV sempre foi um verdadeiro ícone da Dow’s, uma casa conhecida pelos seus Vintage altamente conotados. Esta nova apresentação reflete ainda melhor a herança e origem associadas a este nome.
RUPERT SYMINGTON, CHAIRMAN


O Dow’s Porto Vintage representa o pináculo da nossa produção. Desde o final do século XIX que os Portos Vintage Dow’s provêm principalmente de duas propriedades: a Quinta do Bomfim e a Quinta da Senhora da Ribeira. Dão origem a vinhos poderosos, com taninos apimentados e um final característico, mais seco e com um longo final. O Porto Vintage Dow’s é apenas produzido em determinados anos, quando as condições se apresentam excecionais em toda a região.

Colheita 2007
Produzido a partir de vinhos de um dos nossos mais aclamados anos, este 2007 expressa um frutado jovem com recorte fresco, tendo amaciado ao longo de uma década em cascos de carvalho nas Caves Dow’s. Tem um final característico, seco e especiado, tornando-o um acompanhamento perfeito para pastelaria doce, como tarte de maçã.

Os Tawny Velhos da Dow’s são uma verdadeira expressão da arte da viticultura, da tanoaria e do lote. Envelhecidos ao longo de décadas em cascos de carvalho, estes Tawny Velhos equilibram um toque de madeira com expressivo frutado, com o nosso habitual final de boca mais seco.
Adoro a profundidade e as camadas de frutos secos no paladar. Sente-se figos, chocolate e caramelo. Encorpado e muito doce, com taninos firmes e cheios de textura. Um final incrível.
JAMES SUCKLING, CRÍTICA AO DOW’S 20 YEAR OLD TAWNY


Fine Ruby Port é um lote de castas tradicionais, como a Touriga Nacional e a Touriga Franca. Estagiado nas Caves da Dow’s durante cerca de três anos, é encorpado, com deliciosos aromas de frutos vermelhos.



Fine Tawny Port é um lote com três anos de idade, envelhecido para atingir um perfil suave, uma combinação de subtis toques de fruta com um delicioso e aveludado sabor a nozes.
Fine White Port é produzido a partir de castas brancas autóctones e fermentado a 18-22º, sem contacto com as peliculas. Estagiado durante cerca de três anos, é engarrafado pronto a consumir.
Dow’s Finest Reserve é envelhecido em condições perfeitas, nas Caves com robustas paredes de pedra da Dow’s, construídas em 1825. É engarrafado pronto a beber e acompanha lindamente sobremesas à base de chocolate preto ou queijos.
Fundada em 1670, a Porto Warre’s é a empresa de origem britânica mais antiga em Portugal e é uma instituição familiar há mais de 14 gerações.
O espírito pioneiro e o respeito profundo pela herança e tradição colocam a Warre’s no coração da história do vinho do Porto.



Heritage Ruby Port – um vinho robusto, retinto e frutado, cheio de vigor. Um lote de vinhos jovens e vibrantes de diversos anos, é armazenado em balseiros de carvalho durante três anos antes de ser lotado. É posteriormente filtrado e engarrafado, pronto a beber.


King’s Tawny Port – um lote com três anos que junta os aromas frutados dos vinhos jovens ao equilíbrio e à suavidade do amadurecimento em cascos de carvalho.
Fine White Port – produzido a partir de castas tradicionais, é brevemente estagiado nas Caves de Vila Nova de Gaia, tanto em cascos de carvalho como em cubas de inox. É refrescante e um excelente aperitivo.
Um Porto Ruby reserva, concentrado e excecionalmente elegante. Produzido desde 1750, o Porto Warrior é a mais antiga designação registada para um vinho do Porto, tendo certamente assinalado inúmeras celebrações.
As suas uvas são provenientes da Quinta da Cavadinha, no vale do Pinhão, e da Quinta do Retiro, no vale do Rio Torto. As vinhas de cotas elevadas da Quinta da Cavadinha gozam de condições mais frescas, o que confere ao vinho frescura, elegância, acidez e equilíbrio. As vinhas da Quinta do Retiro aportam bons níveis de concentração e a estrutura que caracterizam o lote Warrior.

Este é um clássico Ruby Reserva, pleno de frutos vermelhos, acidez e taninos leves. Os toques de frutos secos equilibram os frutos vermelhos, dando origem a um vinho com estilo e secura, com a personalidade da Warre’s.


O método tradicional de envelhecimento dos LBV da Warre’s casa o envelhecimento em madeira com o envelhecimento em garrafa, originando um estilo único. Quatro anos em madeira, seguido de engarrafamento sem filtração, e quatro anos de estágio em garrafa antes do seu lançamento. É isto que dá ao LBV características semelhantes a um Porto Vintage.

Resultante de um lote das melhores parcelas da principal vinha da Warre’s, o Quinta da Cavadinha Porto Vintage, reflete dentro de uma garrafa o terroir do Douro. Espelhando as cotas elevadas onde as vinhas se situam, este vinho é fresco e elegante, com uma complexidade nascida nas vinhas velhas da propriedade.

Os Vintage da Warre’s distinguem-se pela sua estrutura e elegância, bem como pelo seu aroma perfumado. Produzido apenas em anos excecionais, estes vinhos clássicos resultam de um lote dos melhores vinhos das propriedades históricas da Quinta da Cavadinha e da Quinta do Retiro, com contributos da Quinta das Netas e da Quinta da Telhada.


Otima 10 – um lote de vinhos de alta qualidade, envelhecidos em cascos de carvalho, dando origem a um vinho sofisticado e vibrante.

Otima 20 – elaborado com mestria, este Porto Tawny eximiamente equilibrado, conserva um perfil jovem, embora com as características do envelhecimento em cascos avinhados.

Otima 2013 – um Tawny encantador, oriundo de apenas um ano, e envelhecido em casco ao longo de mais de uma década antes de ser engarrafado.

Otima 1992 – durante mais de 30 anos, este Porto colheita foi envelhecido demoradamente em cascos de carvalho avinhados, promovendo a sua textura sedosa e bem equilibrada.

No final dos anos 90, fomos pioneiros na produção de vinhos DOC Douro, produzindo Chryseia e Post Scriptum, Quinta do Vesúvio, Quinta do Ataíde e Altano. O Chryseia esteve entre os primeiros vinhos DOC Douro a ser referenciado como um dos 100 Melhores Vinhos do Mundo da Wine Spectator, testemunhando assim a capacidade que a região do Douro tem para produzir vinhos fenomenais.
Incentivados pela paixão que sentimos pelo Douro e pela determinação em proteger a região, desde 1997 que trabalhamos na catalogação de castas e no estabelecimento de coleções de castas para investigação. Tal permitenos estudar as castas autóctones e a sua capacidade de adaptação face às alterações climáticas da região do Douro. Este conhecimento é crucial para assegurar a sustentabilidade da vitivinicultura na região.
O nosso portefólio apresenta o melhor dos terroirs portugueses e das castas autóctones, unindo a nossa paixão pela produção de vinho ao nosso compromisso com cada região e com as suas gentes.
PROPRIEDADES ORIGINAIS PARCERIAS ESSENCIAIS
As nossas principais propriedades, cada uma com a sua gama de vinhos e os seus terroirs únicos.
A nossa gama de lançamentos especiais, de edição limitada, e vinhos experimentais de vinhas específicas.
Vinhos produzidos em parceria com enólogos prestigiados de diversas regiões, bem como experts locais.

Vinhos acessíveis que celebram a personalidade e as castas de regiões específicas.


DOURO ALENTEJO

VINHO VERDE




A Quinta do Vesúvio é um símbolo da herança vitivinícola do Douro: uma propriedade lendária que preserva as tradições da região há mais de 200 anos. Cada vinho é criado meticulosamente, captando a essência da impressionante paisagem e do terroir único onde nasce. Com um permanente compromisso com vinhos de qualidade, o Vesúvio produz vinhos de notável elegância e profundidade, tornando-se verdadeiro reflexo de uma das regiões vitícolas mais extraordinárias do mundo.

Foi a dedicação de dois visionários do Douro, apaixonados pela região, que assegurou o lugar de Vesúvio como um dos tesouros do Douro e de Portugal. António Bernardo Ferreira I e a sua nora, Dona Antónia Adelaide Ferreira, foram as personalidades que firmaram esta quinta como uma propriedade vitícola de primeira linha. Mais tarde, depois de passar pelas mãos da família Brito e Cunha, a Quinta do Vesúvio foi adquirida pela família Symington, que se tornou guardiã desta propriedade em 1989.
A Quinta do Vesúvio enfeitiça quem a visita. É um dos últimos locais no mundo onde as uvas, vindimadas ao longo do dia, são pisadas na frescura da noite: um espetáculo impressionante de se presenciar.


Já lá vão duzentos anos desde que António Bernardo Ferreira adquiriu a Quinta do Vesúvio. Em 1823 a paisagem era muito diferente da atual: em vez de vinha, a propriedade era conhecida pelos seus amplos campos de cereais, feno e figueiras. António Bernardo acreditava que a Quinta do Vesúvio, na altura chamada Quinta das Figueiras, tinha potencial para se tornar uma das melhores propriedades de produção vínica. Decidiu, por isso, plantar 150 hectares de vinha.
Esta tarefa hercúlea iniciou-se em 1823 e demorou oito anos até ficar completa. Cerca de 500 pessoas talharam terraços à mão, esculpindo elaborados muros de pedra e plantando milhares de vinhas.
Em 2023 celebrámos os 200 anos da Quinta do Vesúvio enquanto propriedade de produção vitícola, bem como da sua aquisição por parte de António Bernardo Ferreira.
Um vinho poderoso, embora também elegante, com um futuro promissor.


A MAIS PURA EXPRESSÃO DO DOURO
A produção de vinhos DOC Douro iniciou-se em 2007, tendo rapidamente alcançado reconhecimento internacional. O vinho Quinta do Vesúvio é o expoente máximo de elegância e elevado potencial de envelhecimento.
A casta principal é a Touriga Nacional da vinha da Quinta Nova, localizada a 450 metros de altitude e virada a poente. Esta parcela da quinta foi adquirida para o Vesúvio por Dona Antónia Ferreira no século XIX. Na altura, talvez estivesse longe de imaginar o valor que estas vinhas de cota elevada viriam a ter para os tintos no século XXI.

CAPTANDO A ESSÊNCIA DO VESÚVIO
Uma das principais características do Pombal do Vesúvio são as vinhas em terraços que rodeiam o pombal antigo da propriedade. Em 2000 foi plantada Touriga Nacional nestes mesmos terraços, que formam agora o coração desta célebre quinta. A Touriga Franca, oriunda das vinhas do Vale da Teja e Minas, é a outra casta que compõe o Pombal, bem como uma pequena quantia de Tinta Amarela, da vinha da Quinta Nova.


UMA VIAGEM AO LEGADO DO VESÚVIO
Desde 1887 que há uma estação de comboio na Quinta do Vesúvio, pertencente à linha do Douro. Os comboios que por ela passam fazem parte do dia-a-dia da propriedade e são parte do rico legado da quinta. Quando a família Symington lançou o seu terceiro tinto oriundo deste local, a relação entre a vinha e a ferrovia surgiu naturalmente.

A Quinta da Fonte Souto é uma história de descoberta: representa os primeiros passos da família Symington fora do Douro, explorando o potencial por realizar do Alto Alentejo. A região distingue-se pelas suas planícies a perder de vista, mas aqui na Serra de São Mamede é a altitude que importa. O clima é mais fresco, com ar de montanha e solos únicos, criando vinhos de precisão, profundidade e frescura. São vinhos modernos, mas muito representativos das suas origens. Fonte Souto não é apenas uma propriedade, é um terroir único que se revela a pouco e pouco.

UM RITMO DIFERENTE
Algo especial a nascer no Alentejo
A junção das palavras “fonte” e “souto” no nome desta propriedade simboliza a abundância de fontes de água naturais, bem como os seus maravilhosos soutos de castanheiros. Perto da Serra de São Mamede (1,025 metros de altitude), a propriedade tira proveito desta altitude, com o microclima fresco contrastando com o clima tipicamente seco e quente da região da planície alentejana. As colheitas são de produções baixas, devido aos solos de xisto e granito, menos férteis que os que podemos encontrar nas planícies onduladas que caracterizam o Alentejo.
A propriedade conta com 207 hectares, dos quais 43 são vinha. As principais castas são Aragonês, Alfrocheiro, Trincadeira, Alicante Bouschet, Syrah e Cabernet Sauvignon. Além da vinha, a quinta tem também uma extensão de floresta com 100 hectares. Um terço desta extensão é composto por sobreiros, criando uma paisagem tipicamente alentejana.
A PLENA EXPRESSÃO DE TERROIR
Herdando o seu nome dos pequenos principados e reinos criados na Península Ibérica no tempo dos Mouros, Taifa é um vinho branco produzido com precisão e qualidade, honrando o terroir que o produz. Criado a partir das melhores uvas brancas da Quinta da Fonte Souto, Taifa revela uma frescura e complexidade incomparáveis, refletindo a sua proximidade à Serra de São Mamede. Com o Taifa procuramos uma colheita ainda mais seletiva, dando primazia a parcelas com vinha adulta, e vindimando mais cedo, para garantir maior acidez. Parte do vinho é vinificado em barricas de carvalho francês, conferindo-lhe estrutura e volume.

VINHA DO SOUTO
UMA NOVA ESTRELA PORTUGUESA
No coração da Quinta da Fonte Souto surge a Vinha do Souto, que recebe o seu nome dos soutos de castanheiros da propriedade. Cobrindo 3.6 hectares, as uvas que dão origem a este tinto são das castas Alicante Bouschet (2.4 hectares) e Syrah (1.2 hectares). A Syrah acrescenta aromas frescos de frutos vermelhos, bem como complexidade. A Alicante Bouschet aporta acidez, taninos, e intensidade de cor. Este é o vinho emblemático da propriedade, uma mostra fantástica deste terroir.
O Vinha do Souto provém de um terroir de características únicas, tanto a nível de composição do solo como de acesso a água. Resulta, então, num vinho dinâmico e vivo, pleno de energia. Este vinho reflete as características únicas da sub-região de Portalegre, apresentando um perfil mais fresco e elegante graças à altitude, aos solos favoráveis, às temperaturas amenas, e a chuvas e reservas de água abundantes.
Ao paladar mostra-se generoso, denso, maduro e recheado de fruta, simultaneamente fresco e poderoso.



QUINTA DA FONTE SOUTO TINTO E BRANCO
O TERROIR NO SEU MELHOR
Os dois vinhos clássicos Fonte Souto reunem todas as melhores características do terroir único da propriedade: a frescura e o equilíbrio da altitude, boa concentração que deriva das vinhas adultas de baixas produções, e a estrutura e complexidade que resulta da apurada conjugação de castas.
O tinto tem por base o incontornável Alicante Bouschet, com contributos importantes de Trincadeira, Cabernet Sauvignon, Syrah e Alfrocheiro.
O branco é uma sublime expressão de Arinto, amplamente considerada a melhor casta branca portuguesa, com uma pequena adição de Verdelho.

QUINTA DA FONTE SOUTO ROSÉ FRESCURA ELEVADA
O Quinta da Fonte Souto Rosé emergiu de uma pequena parcela experimental de Aragonês, localizada na vinha de encosta da propriedade. A aposta de viticultura foi minimalista, mas meticulosa, recorrendo a baixas temperaturas e pouca intervenção. O objetivo foi conservar a frescura e os aromas delicados.


SINGULARIDADE NO SEU MELHOR
O nosso Syrah é moldado pela altitude da Quinta da Fonte Souto, pelos solos de xisto e granito e pela proximidade com a Serra de São Mamede. Tem uma profundidade e estrutura notáveis, generoso na fruta, e com os típicos toques de especiaria que caracterizam a casta.
O Alicante Bouschet demonstra a frescura e o equilíbrio característicos da propriedade, bem como a estrutura e complexidade proporcionados pelas parcelas de vinha adulta que lhe dão origem. Um vinho fabuloso para acompanhar pratos condimentados e saborosos.


ALTITUDE E FACILIDADE
Os vinhos Florão representam o mais acessível do estilo Fonte Souto. Criados com a mesma atenção ao detalhe e o mesmo cuidado que os outros vinhos da propriedade, mas com um perfil mais jovem para ser bebido mais cedo.

A Quinta do Ataíde é onde a tradição encontra o futuro. Um espaço de inovação, sustentabilidade e pensamento ousado. Enquanto o Douro é caracterizado por vales íngremes, a paisagem ondulante do Vale da Vilariça destaca-se pela diferença. Aqui encontram-se entre as vinhas mais antigas de Touriga Nacional do Douro, preservadas através de um espírito pioneiro. É onde reside a maior vinha biológica da Symington e a nossa adega com certificação LEED, de última geração. Aqui, os vinhos são produzidos a pensar no amanhã, respeitando a terra, abraçando a inovação e redefinindo aquilo que o Douro pode ser.

Em 2023 inaugurámos a nossa adega de impacto reduzido, a Adega do Ataíde, localizada na Quinta do Ataíde, no Vale da Vilariça. A Adega do Ataíde recebeu a certificação LEED – Leadership in Energy and Environmental Design — nível GOLD – em 2024, tornando-se não só a primeira adega portuguesa a obter este reconhecimento, mas também a primeira da Europa a ultrapassar 60 pontos LEED (o limiar para receber a certificação GOLD). Há apenas três adegas no mundo com este nível de certificação LEED, que pontua com base em eficiência energética, conservação de recursos hídricos, escolha de espaços e materiais, recurso à luz natural e eliminação de resíduos.
O design e a disposição da adega, a sua localização e a vegetação que reveste a cobertura são escolhas propositadas que permitem a integração do edifício
na natureza que o rodeia, aninhada entre as vinhas biológicas. Aproveita ao máximo a orografia ondulada, por forma a encaixar-se no terreno causando a menor perturbação possível. A nível paisagístico, a escolha de vegetação autóctone em redor da adega ajuda a minimizar o impacto ambiental e a controlar a temperatura ambiente no interior.
A construção desta adega avançada é inspirada – e faz parte – do nosso compromisso a longo-prazo com a sustentabilidade e inovação. Enquanto a primeira empresa de vinhos certificada B Corporation de Portugal, estamos a implementar uma estratégia de sustentabilidade de longo alcance, transversal a todo o processo, da vinha à garrafa. A adega produz os nossos tintos da Quinta do Ataíde e da Quinta do Vesúvio, bem como os nossos vinhos Altano premium.

A Quinta do Ataíde tem um dos maiores campos ampelográficos de Portugal, com uma extensão de 2.25 hectares e 53 castas. Esta vinha, estabelecida para fins de investigação, dá continuidade à tradição de viticultura pioneira desta propriedade, sendo a única no norte do país dedicada ao estudo da adaptabilidade de diferentes castas a condições atmosféricas específicas. O panorama atual das alterações climáticas realça a importância deste projeto.
A Quinta do Ataíde alberga também uma extensa variedade de espécies selvagens. A ausência de herbicidas e os enrelvamentos aparados com recurso a tratores, promovem a fixação de vida selvagem. Para além dos solos clássicos de xisto e granito, aqui também encontramos outros tipos de solo, tais como argila com boas capacidades para retenção de água.

O renascer da Touriga Nacional foi impulsionado pela rede nacional de seleção e clonagem, iniciada em 1979. Esta contou com a colaboração de institutos públicos de investigação, universidades, adegas e produtores privados. O objetivo do projeto foi recuperar e melhorar as castas autóctones, selecionando as vinhas mais saudáveis e promissoras do país, incluindo aquelas do Douro e Dão.
A Quinta do Ataíde contribuiu para este caminho coletivo, principalmente a parcela da Vinha do Arco, no Vale da Vilariça. No final dos anos 1970 e início dos anos 1980, o Ataíde tornou-se local chave para o cultivo experimental de Touriga Nacional. Centenas de varas foram plantadas aqui,
escolhidas com base no seu estado sanitário, produtividade e qualidade. Estas vinhas foram subsequentemente avaliadas de forma cuidada e rigorosa. Os clones de melhor desempenho, conjugando qualidade, resiliência e produtividade, foram depois propagados pelo Douro, impedindo a extinção desta casta icónica.
Graças a esta abordagem colaborativa e baseada na ciência, a Touriga Nacional foi resgatada e gradualmente propagada pelo país. Hoje, o viveiro do Ataíde e a Vinha do Arco são pontos de referência para a diversidade, sustentabilidade e salvaguarda do legado de castas autóctones portuguesas.

UM TERROIR BIOLÓGICO DE PRIMEIRA LINHA
A Quinta do Ataíde, no Vale da Vilariça (Douro Superior), é uma zona que contrasta com os terrenos de encostas íngremes do Vale do Douro. A precipitação é de cerca de 500mm, com invernos muito frios e verões muito quentes. Estes elementos criam as condições perfeitas para a viticultura biológica e para a produção de vinhos do Douro excecionais. Este Quinta do Ataíde é aromático, de cor profunda e concentração, demonstrando a identidade única do terroir da Vilariça.
DO ATAÍDE VINHA DO ARCO
OUSADO E PODEROSO
Produzido exclusivamente a partir de Touriga Nacional, plantada no início dos anos 1980 nas parcelas da Vinha do Arco, na Quinta do Ataíde. Estas vinhas com quatro décadas são consistentes na produção e qualidade, com boa concentração, estrutura e elegância.
Ao paladar surge concentrado e com múltiplas camadas e também com um bouquet rico e complexo. Este excecional Touriga Nacional demonstra o potencial único da casta e homenageia uma das parcelas que esteve na origem do seu renascimento.

Desde o início da nossa missão de produzir bons vinhos tranquilos no Douro que temos vindo a aprender sobre como as castas brancas se comportam neste terroir único e desafiante. O Pequeno Dilema é a nossa resposta à dúvida sobre a capacidade do Douro para produzir vinhos brancos verdadeiramente maravilhosos.
Fresco e elegante, com bom porte e carácter, o Pequeno Dilema nasce de duas das nossas vinhas mais altas e valiosas: Tapadinha e Chões. A Tapadinha situa-se a 580 metros de altitude no Vale do Rio Torto, e Chões a 520 metros de altitude no Vale do Rio Pinhão. Estas cotas elevadas garantem temperaturas mais amenas e maturações mais graduais, dando origem a um vinho com frescura, equilíbrio e elegância.
Será que uma região conhecida pela sua incrível produção de vinho do Porto é capaz de nos dar também vinhos brancos excecionais? O Pequeno Dilema é a resposta a essa questão.
Ilustres Desconhecidos é uma coleção de vinhos que desvenda as vinhas e parcelas únicas do património da Symington, lugares até aqui apenas conhecidos pela família e pelas equipas de viticultura e enologia. Estes vinhos contam-nos histórias nunca contadas, e são um testemunho da experiência e criatividade dos nossos enólogos.
Os primeiros lançamentos foram produzidos a partir de uvas vindimadas na Vinha da Tapadinha. Localizada numa cota elevada no alto do Vale do Rio Torto, perto da Quinta do Retiro, a Tapadinha encontra-se numa das sub-regiões mais famosas do Douro. Em 2015 plantámos 11 castas brancas, cada uma com 700 videiras, com o objetivo de estudar o seu potencial para a produção de vinhos brancos de alta qualidade no Douro. O resultado foram vinhos luminosos, ousados e expressivos.
Esta coleção será sempre lançada em quantidades muito limitadas e, por vezes, também em edições limitadas, que não serão repetidas.


Em 1999, a nossa família criou uma parceria com a família Prats, de Bordéus, com o objetivo de criar vinhos do Douro extraordinários. Esta aliança aplica os métodos enológicos de Bordéus às uvas tradicionalmente destinadas para a produção dos grandes Portos Vintage.
Os vinhos Prats & Symington são produzidos numa das melhores propriedades do Douro, a maravilhosa Quinta de Roriz. Esta vinha histórica data de 1565 e é há muito conhecida pela qualidade dos seus vinhos. A sua vinha tem uma extensão de 42 hectares, complementada pelos 23 hectares da vizinha Quinta da Perdiz, no Vale do Rio Torto.
O primeiro vinho da Prats & Symington foi o Chryseia 2000, um vinho que foi reconhecido a nível nacional e internacional. Desde então que o Chryseia e o seu 2.º vinho, Post Scriptum, surgem de forma recorrente nas listas de vinhos do Douro mais bem cotados. A Prats & Symington também produz o Prazo de Roriz, um tinto de vinhas mais jovens e, em anos excecionais, também o Quinta de Roriz Porto Vintage.

DOURO DE CLASSE MUNDIAL

A palavra “Douro” é uma referência literal a ouro (d’ouro). É precisamente aí que surge a inspiração para o nome Chryseia — a palavra grega para “dourado”. Chryseia foi o primeiro vinho português não fortificado a surgir no Top 100 da lista anual da Wine Spectator, e desde então entrou quatro vezes nesta classificação anual. Em 2014, o Chryseia 2011 ficou no lugar três do Top 100, algo que nunca tinha sido alcançado por qualquer vinho do Douro. Este é um DOC Douro tinto de excelência, que foi crucial para consolidar o prestígio dos vinhos tranquilos do Douro nos mercados de vinhos mais exigentes.
Apresenta-se como um lote das duas castas mais valorizadas do Douro: Touriga Nacional e Touriga Franca. Estagia entre 14 e 16 meses em cascos de carvalho novo francês de 400 litros. O Chryseia é um expoente máximo de elegância e sofisticação, com elevado potencial de envelhecimento.

UM VINHO SEDUTOR
Post Scriptum é um vinho parceiro de Chryseia, uma vez que vem das mesmas vinhas. O seu perfil é semelhante: expressivo, fresco, com boa concentração, equilibrado e elegante. Estagia menos tempo em madeira e está apto a ser bebido mais novo.


OUSADO E SUMARENTO
O Prazo de Roriz caracteriza-se por frutos vermelhos – framboesas e cerejas – que o preenchem de sabor. O terroir da Quinta de Roriz distingue-se pela sua mineralidade e por conferir aos seus vinhos um toque apimentado.
A vinha da Quinta da Perdiz também fornece uvas para o Prazo de Roriz. Este vinho é elaborado para ser bebido jovem, mas tem potencial de envelhecimento em garrafa ao longo de vários anos.
Após a aquisição da histórica propriedade da Casa de Rodas, na sub-região prestigiada da DOC Vinho Verde que é Monção e Melgaço, no norte de Portugal, a nossa família juntou-se ao conceituado enólogo Anselmo Mendes. As famílias Mendes e Symington iniciam então um projeto conjunto. O nosso propósito é produzir vinhos de topo, de qualidade e prestígio máximos, que evidenciem a nossa profunda crença no potencial da região.
Datada de 1566, a Casa de Rodas é uma propriedade histórica em Monção, adquirida pela nossa família em 2022. É um solar tipicamente minhoto: além da vinha e do jardim, inclui também uma capela que data de 1768. A herdade compreende 27.5 hectares e tem uma longa história na região do Vinho Verde. Nos anos 1920 foi a primeira a exportar vinho Alvarinho, com a casta indicada de forma clara e orgulhosa no rótulo.
Este projeto também englobou a aquisição da reconhecida marca de Vinho Verde Contacto, produzida por Anselmo Mendes, que tem tido enorme sucesso tanto a nível nacional como internacional.





A nossa família investiu na empresa Caves Transmontanas, produtores do Vértice – uma das marcas de espumante do Douro mais conceituadas. Os espumantes Vértice têm um perfil único e beneficiam de muito tempo de maturação, por vezes décadas, dando-lhes uma elegância sensacional.
Os espumantes Vértice são produzidos a partir de uvas do planalto de Alijó, da sub-região de Cima Corgo, no Vale do Douro. A vinha situa-se em cotas entre os 600 e os 800 metros, o solo é predominantemente granito ou uma mistura de granito e xisto. As condições climáticas da zona de Cima Corgo são também fundamentais para que os espumantes Vértice desenvolvam a sua frescura e toque mineral que lhes são característicos.





Após assinalarmos 140 anos de produção de vinhos em Portugal, demos também os nossos primeiros passos fora do país. Em 2023 adquirimos uma das principais empresas de produção de espumante inglês, a Hambledon, em parceria (50/50) com a Berry Bros & Rudd –os mais antigos comerciantes de vinhos e bebidas espirituosas do Reino Unido. A Hambledon é a vinha comercial mais antiga de Inglaterra, com vinhas plantadas em 1952. Hoje, a Hambledon produz vinhos de alta qualidade a partir de 80 hectares de vinha plantada em solos calcários com as mesmas características dos da região de Grand Cru Côte des Blancs, em Champagne.




Altano é Douro sem fronteiras: autêntico, versátil, e sempre com mais para oferecer. É um vinho que respeita, mas não fica preso à tradição, traz consigo o melhor da região de forma inovadora e descomplicada. Produzido a partir de um conjunto de diferentes vinhas do Vale do Douro, o Altano é para todos aqueles que querem qualidade sem complicações. Porque, no final de contas, há um Douro para todos.




ELEGANTE E REFRESCANTE
Os Altano tinto e branco são tipicamente Douro, com perfis ricos em frutado e um carácter jovem, com bom equilíbrio entre apelativa frescura e toques de especiarias. O Rosé apresenta notas delicadas de morango, crocante e mineral. As uvas são provenientes principalmente da sub-região do Cima Corgo — para os brancos a partir de vinhas de cotas mais elevadas.


ALTANO
INTENSO E COMPLEXO
O Altano Reserva tinto e branco são produzidos com castas tradicionais do Douro, provenientes de vinhas próprias da família no Cima Corgo e na sub-região do Douro Superior. Ambos são envelhecidos em carvalho novo e de segundo ano, evoluindo na garrafa além dos cinco ou seis anos. Estes vinhos mostram bem a sua origem do Douro, com complexidade e elegância.


EQUILÍBRIO NATURAL
O Altano Tinto Biológico é composto por uvas das vinhas do Vale da Vilariça, que são geridas em modo de produção biológica pela família. Ao palato, este delicioso tinto tem taninos redondos e apimentados e frutos silvestres.





A edição Altano Rewilding é um vinho de colaboração entre a Symington Family Estates e a Rewilding Portugal, com o objetivo de apoiar a conservação ambiental de um corredor de vida selvagem de 120,000 hectares no Vale do Côa. Cada garrafa vendida contribui para apoiar financeiramente os projetos da Rewilding Portugal no norte do país.
O Altano Rewilding é produzido a partir de uvas das vinhas da nossa família, algumas em cotas elevadas, assegurando um vinho de perfil fresco, elegante e frutado. É constituído principalmente por três castas que o definem: Touriga


Franca, que traz consigo os aromas frescos e florais; Tinta Roriz, para o paladar abundante a frutos vermelhos, e Tinta Barroca, que providência estrutura, vigor e substância. O Altano Rewilding tinto também foi lançado num formato inovador de Bag in Tube (BIT). É um formato chamativo, com ilustrações vivas e fortes mensagens de sustentabilidade.
Para além da edição de vinho Rewilding, somos também parceiros da Rewilding Portugal no geral, fornecendo apoio e financiamento para as suas equipas.

Bom Malandro é uma marca criada ao contrário. Em vez das castas, propriedades ou os terroirs habituais, começámos com a história da nossa personagem principal, ancorados na crença que um vinho novo merece uma nova abordagem.
O Bom Malandro exprime aquilo que sentimos sobre a vida atualmente: estamos sempre com pressa e exaustos, e esquecemo-nos que o melhor da vida muitas vezes acontece quando temos tempo para parar, viver o presente e gozá-lo verdadeiramente.
Ser um bom malandro é abraçar a folia e o prazer todos os dias. É ser espontâneo.
É correr alguns riscos e estar presente em cada momento.


Bom Malandro e a sua pandilha sabem o que lhes agrada, e o que lhes agrada é DOC Douro: expressivo, fresco, e indiscutivelmente Douro, tal como eles. Os vinhos Bom Malandro são lotes tradicionais do Douro, com recurso a castas autóctones de vinhas que crescem a 400 metros de altitude, na região de Cima Corgo. Esta altitude confere-lhes frescura, equilíbrio e um perfil que privilegia o frutado. Perfeitos para partilhar. E perfeitos para conspirar malandrices.














Somos uma empresa B Corporation – pertencemos a uma comunidade mundial de empresas auditadas com base nos mais altos padrões de responsabilidade social e ambiental.
Para saber mais acerca das nossas estratégias de sustentabilidade, consultar www.symington.com/sustainability
