Ah, se nós pudéssemos Eliminar a corrupção, O Brasil seria mais respeitado Como uma grande nação. As crianças sorririam E os jovens iriam além, Os pobres se orgulhariam E os miseráveis diriam amém. As oportunidades seriam iguais, Dar-se-ia fim à distinção, Nem todos andariam sorrindo, Mas não haveria coação, Pois, para corruptos e corruptores, Acabaria a mordomia, E o país, feliz da vida, Extinguiria a epidemia. Viva, então, O fim da vida Da corrupção! José Daniel de Alencar
Fernando Estevez Gadelha Administrador de empresas pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro e especialista em Políticas Públicas para Micro e Pequenas Empresas pela Universidade de Campinas (Unicamp). Atua hoje como gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae do Espírito Santo e foi diretor da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos do Espírito Santo 1988 a 2001.
Rebuscando minhas anotações sobre a herança nefasta deixada pela corrupção, encontrei material precioso no artigo Lei e inversão de valores, de Luiz Julião Ribeiro, delegado de polícia do Distrito Federal, publicado no Jornal de Brasília, em 14 de novembro de 2005, p.6. Das lições que transmite o articulista à nossa sociedade, destacam-se os seguintes parágrafos do referido artigo: ‘A realidade é que nosso país precisa menos de leis e mais de seriedade, comprometimento com o bem comum e com a formação moral e intelectual das nossas crianças e de nossos jovens. Quanto mais educarmos o homem, menos precisaremos de leis, porquanto a lei somente se faz necessária quando os bons costumes, os princípios da civilidade e do respeito mútuo falham.’
Tais palavras levam-me a lançar um brado, que espero seja ouvido em todos os recantos do Brasil e não seja olvidado: ‘Por que fecham os olhos e esquecem os principais responsáveis por essa vergonhosa e inominável situação, não se tocando, pelo menos, de que esse grandioso país será dirigido, no futuro, nas mais variadas áreas de atividades (jurídica, legislativa, executiva, administrativa, contábil, empresarial, etc.), justamente pelas crianças e pelos jovens de hoje e de amanhã? Que exemplo estão lhes transmitindo?’
A propósito, é de se recordar as lições que sábios legaram à humanidade:
CORRUPÇÃO
CORRUPÇÃO
“Tive a oportunidade de ler previamente este livro CORRUPÇÃO Memórias de um cabra da peste. Confesso que fiquei emocionado com o que li. Se antes respeitava o Daniel, agora o admiro. É uma rica história sobre uma alma que dedicou sua vida buscando contribuir para a falência da corrupção, apesar dos percalços no caminho. Não vai ser fácil suprimi-la, pois o Brasil levou mais de 500 anos para construir essa parafernália, e não vai ser em pouco tempo que o terreno será totalmente limpo. Há de haver sempre uma grande mobilização, mesmo de poucos, para amenizar esse mal. Considero hoje o Daniel um ícone nessa luta, um homem de caráter, e por tal deve ser respeitado. O livro fala da realidade dos fatos e apresenta propostas, além de mostrar a trajetória da vida de um cidadão na luta por um ideal e como nasceram, no seu íntimo, os valores e princípios fundamentais para a gestão pública. A dobradinha Daniel X Fernando de Oliveira vai dar o que falar.”
Memórias de um cabra da peste
José Daniel de Alencar
‘Educai as crianças, e não será preciso castigar os homens.’ (Confúcio) ‘A corrupção do melhor é a pior das corrupções.’ (São Gregório, o Grande)
CORRUPÇÃO Memórias de um cabra da peste
‘O bom exemplo não é apenas um meio de influenciar as pessoas. É o único!’ (Albert Schweitzer, médico alemão)
José Daniel de Alencar