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DIAS DE GESTÃO Diretoria
2021 2024
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GESTÃO 2021/2024 DIRETORIA
PALAVRA DO
Thiago Bianchi Silveira (Presidente) Gilmar Goudard (1º vice-presidente) Claudionor Nunes de Morais (2º vice-presidente) Leon Bernardo Knychala (Tesoureiro) Zorival Tavares Carneiro (2º Tesoureiro) Roger Crosara Mansour (3º Tesoureiro) André Luiz Alves dos Santos (Secretário) Júlio Cesar Pereira Junior (2º Secretário) Gabriel Feres Junqueira (3º Secretário) SUPLENTES DA DIRETORIA Sérgio Vieira Attie Caio Gontijo Cunha Luiz Fernando Mendicino José Augusto Franco Vilela José Antônio Marquez Grama Gilvan Sorna de Paula Pedro Roberto de Oliveira Junior Flávio Nunes Martins Otaviano Maradei Carneiro de Rezende CONSELHO FISCAL José Antônio Rossi Salles Mauricio Jorge de Lima Luis Francisco dos Santos Alvim SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL Cristiane Maria de Castro Clistenes Sábio Procópio Lucas Abdala Rocha Fontes CONSELHO COSULTIVO Gustavo Galassi Gargalhone Odelmo Leão Carneiro Sobrinho Paulo Roberto Andrade Cunha Thiago Soares Fonseca
FALE CONOSCO Sindicato Rural de Uberlândia – Av. Juracy Junqueira Rezende, 100
– Bairro Pampulha – CEP 38 408-656 PABX – (34) 3292 8800 Diretoria – (34) 3292 8805 – diretoria@camaru.org.br Emissão de notas fiscais – (34) 3292 8820 – notafiscal@camaru.org.br Atendimento ao Associado – (34) 3292 8809 – associados@camaru.org.br Departamento Comercial – (34) 3292 8840 – comercial@camaru.org.br Departamento de Leilões – (34) 3292 8810 – leilao@camaru.org.br Departamento Técnico – (34) 3292 8811 – camaru@camaru.org.br Departamento Jurídico – (34) 3292 8806 - juridico@camaru.org.br Assessoria de Imprensa – (34) 3292 8818 – ascom@camaru.org.br Delegacia Rural – (34) 3226 5374 - 3292 8816 Agritap – (34) 3292 8819 Aproimg – (34) 3292 8832 GESTÃO DE CONTEÚDO E EDIÇÃO Gustavo Lazzarini REDAÇÃO E REPORTAGEM Gustavo Lazzarini JORNALISTA RESPONSÁVEL Gustavo Lazzarini – MTB MG 05407JP FOTOS SECOM PMU - Araípedes Luz | Danilo Henriques | Cleiton Borges CNA – Tony Oliveira I Wenderson Araújo Trilux | Marcos Giesteira FAEMG – Maria Teresa Leal Sindicato Rural de Uberlândia – Gustavo Lazzarini Agência Comunicação 9ª RPM Mauro Marques COLABORADORES Ana Lenat – Germinare Eliane Ribeiro Lima - Advogada do Sindicato Rural Elida Azevedo - 9ª RPM Fernando Boente | Daniela Ayres - SECOM PMU Fernando Ferreira Pinheiro – OCB - Organização das Cooperativas Brasileiras CAPA E INFOGRÁFICOS Old Black Gallery – Leandro Substance PAGINAÇÃO Carlos Machado / Everton Machado IMPRESSÃO Sincopel Gráfica Esta é uma publicação do Sindicato Rural de Uberlândia com distribuição gratuita e dirigida
ANUNCIE (34) 3292 8840
PRESIDENTE Prezado produtor rural, É com muita honra que me dirijo a você pela primeira vez neste espaço da Revista Camaru. A edição de número 90 desta publicação apresentará o trabalho que nossa gestão desenvolveu à frente do Sindicato Rural de Uberlândia nos primeiros 180 dias de mandato. Me orgulho em poder dizer que avançamos muito. Implementamos novas soluções para o produtor rural associado, que passa a contar com uma série de facilidades para otimizar seu precioso tempo e, ainda, reduzir custos nas operações da propriedade rural. Incrementamos o volume de serviços gratuitos dos departamentos jurídico e técnico agropecuário e firmamos parceria com escritório de contabilidade que poderá emitir a folha de pagamento de funcionários da fazenda com valores subsidiados. Já no primeiro semestre de gestão, também trouxemos para você a possibilidade de reduzir as despesas com energia elétrica na fazenda e ampliamos os serviços na secretaria, que agora está apta para emitir GTA para peixes para fora do estado e ainda a GTV, guia exigida para trânsito de produtos de origem vegetal. Estes são apenas alguns exemplos, temos muito mais a fazer por você. Para isso é importante que você venha para o Sindicato utilizar estes recursos. Importante também que você indique o Sindicato Rural para seus vizinhos para fortalecermos cada vez mais a nossa classe. É tempo de agradecer. Estamos vencendo o maior de todos os desafios já enfrentados por nós: a pandemia do coronavírus. Estamos certos de que, muito em breve, teremos novidades com a retomada dos grandes eventos de negócios realizados por nossa instituição. Aproveito a oportunidade para agradecer as inúmeras manifestações de apoio que recebemos de nossos associados e de todo o setor agropecuário. Destaco ainda o valor imenso de cada um de nossos diretores voluntários que têm contribuído de maneira excepcional para nossa administração. Forte abraço, THIAGO SILVEIRA Presidente do Sindicato Rural de Uberlândia Gestão 2021-2024
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ENTREVISTA COM O PRESIDENTE
GESTÃO 2021-2024 COMPLETA
180 DIAS À FRENTE DO
SINDICATO RURAL DE UBERLÂNDIA O presidente Thiago Silveira revela os principais planos e conquistas para o produtor rural nesta entrevista à Revista Camaru
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hiago Silveira assumiu a gestão para o triênio 2021-2024 como presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, oficialmente, no dia 25 de janeiro de 2021. Ao lado de outros 23 produtores rurais que compõem sua diretoria, chegou com o propósito de transformar
a entidade em um aparelho para prestação de serviços aos associados e instrumento de representação política da categoria. E já mostrou a que veio. Nos primeiros 180 dias de gestão, Thiago Silveira criou inúmeros benefícios essenciais para a operação dos negócios rurais que, não só otimizam o tempo do pro-
É importante que a gente tenha essa visão de cuidar daquilo que é maior e não somente daquilo que diz respeito ao nosso dia a dia
dutor, mas geram economia nas propriedades. Associativismo e empreendedorismo estão no DNA de Thiago Silveira. Neste batepapo com a Revista Camaru ele revela suas pretensões para o Sindicato Rural nos próximos anos e fala das conquistas nos primeiros meses de gestão.
5 Revista Camaru (RC): Thiago, seu currículo revela envolvimento com entidades que cuidam de interesses coletivos. O que te levou a assumir este cargo de tamanha responsabilidade? Thiago Silveira (TS): Tudo tem um propósito. Eu sempre me senti envolvido e atraído por questões relacionadas a associações, a outras entidades e ao próprio Sindicato. Sempre gostei de participar desse tipo de iniciativa e acho que quando a gente se preocupa com o coletivo e com o todo, isso reflete também positivamente para a gente. É importante que a gente tenha essa visão de cuidar daquilo que é maior, e não somente daquilo que diz respeito ao nosso dia a dia. Com isso, a gente acaba dando contribuição para construir uma sociedade melhor e mais desenvolvida. RC: Você chega a 180 dias de trabalho à frente do Sindicato Rural, como você classifica o desafio que está enfrentando? TS: O momento da pandemia requer muito cuidado. É um momento difícil que a gente tem passado, o Sindicato não está podendo realizar os seus eventos, o que é muito ruim para nossa entidade. Então, nós estamos focando todos os nossos esforços na questão de benefícios e prestação de serviço ao associado. Isso tem, de certa forma, ajudado a gente a repensar todo o contexto do dia a dia da casa e, com isso, nós estamos aumentando o número de associados. Estamos tam-
bém capacitando melhor todo nosso quadro de profissionais. De certa forma, está sendo uma oportunidade para que a gente possa melhorar as operações do Sindicato. Obviamente, do ponto de vista pessoal, há um sacrifício em função da grande demanda de tempo dedicado à entidade, mas, eu gosto desta rotina e desempenho a função com muito prazer. Vamos seguir em frente ainda nesses dois anos e meio que faltam na nossa gestão para cumprir todas as nossas metas e fazer o Sindicato cada dia uma entidade mais forte e mais representativa. RC: Você acredita que conseguiu realizar o que havia planejado como meta para este período? O que destaca como principais conquistas? TS: Eu creio que sim. Nós conseguimos aumentar o quadro de associados e implementar vários serviços para os produtores, fazendo com que eles tenham benefícios reais e redução de custo no seu negócio. Nós já prestamos vários atendimentos do ponto de vista jurídico, agropecuário e também iniciamos a emissão da folha de pagamento para pequenos produtores. Nós colocamos em vigor a parceria com a comunidade solar, fazendo com que os produtores tenham até 16% de economia na sua conta de energia elétrica, ressaltando que isso não depende de nem um real investido da parte dele. O produtor apenas se cadastra ao programa. E além disso, nós fizemos um trabalho muito importante
para a arrecadação de recursos destinados para o combate à covid-19 em nosso município. Com isso, conseguimos ajudar a salvar vidas na nossa cidade, cumprindo um papel importante à frente da entidade. RC: Quais serão os próximos passos do Sindicato em benefício do associado? TS: Uma das ações que temos mais orgulho é a questão do videomonitoramento na zona rural. Um projeto que o prefeito Odelmo Leão já sinalizou que irá colocar em prática. Acreditamos que, até o final do ano, mais tardar no início do ano que vem, teremos a zona rural videomonitorada em parceria também com a Polícia Militar. Isso vai ser um alento para os produtores rurais da nossa região. RC: Como você descreveria o perfil da sua diretoria? São 22 diretores e uma diretora, qual é o papel que você espera deles? TS: A primeira coisa que deve ser dita, e que é fundamental a sociedade ter conhecimento, é que cada um deste grupo, inclusive o presidente, se dedica voluntariamente ao Sindicato sem receber salário, gratificação ou qualquer ajuda de custo. Realmente trabalhamos em prol de uma causa maior. E para mim, é uma alegria poder contar com quadro tão qualificado de diretores. Nós conseguimos reunir a tradição, através dos nossos tesoureiros, que são diretores que estão aqui há mais de 40 anos e trazem muita credibilidade para o Sindicato Rural. Conseguimos
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também atrair para dentro da diretoria, empresários do setor sucroalcooleiro, do setor de revenda de defensivos, pecuaristas das raças Nelore, Senepol e Simental, além de criadores das raças Gir Leiteiro e Girolando. Temos representantes de raças equinas, como Mangalarga Marchador e Quarto de Milha e ainda agricultores de peso da região que trabalham com tecnologia de ponta. Então é realmente uma satisfação, me sinto muito honrado em tê-los conosco nesta gestão. Eu tenho percebido envolvimento e engajamento de todos eles no nosso dia a dia e o compromisso e dedicação do seu tempo à classe, o que não é fácil. Mas a gente tem percebido que essa diretoria está muito engajada em realmente realizar os nossos planos. RC: A facilidade com que transita nos meios políticos é perceptível, na sua visão, qual é o papel do Sindicato Rural perante ao poder público nas três esferas? TS: O fato de transitarmos bem nesses meios é uma credencial do Sindicato Rural, que é esta fortaleza política e o berço das principais lideranças da nossa região. Então, nos sentimos acolhidos aonde vamos porque se sabe da seriedade da instituição e do trabalho que tem credibilidade. Eu me sinto muito feliz que aonde quer que seja, no poder legislativo, no executivo ou no judiciário sempre temos uma abertura muito boa. Eu considero que isso seja fruto da seriedade da imagem que essa instituição tem em toda a sociedade.
parceiro em relação às pautas do agronegócio, até porque ele também é um produtor rural. E junto com a secretária de Governo, Ana Paula, têm dado uma contribuição enorme para nossa entidade. Portanto, temos a condição nesses próximos dois anos e meio, por ter um alinhamento tão bom com o poder executivo, de criar realmente grandes realizações para nossa entidade e para a classe dos produtores rurais.
Cada um deste grupo, inclusive o presidente, se dedica voluntariamente ao Sindicato Rural sem receber salário, gratificação ou qualquer ajuda de custo. Trabalhamos em prol de uma causa maior.
RC: Como é o seu relacionamento com o prefeito Odelmo Leão? Como este contribui para as realizações do Sindicato? TS: O prefeito é um amigo com quem a gente tem bom relacionamento cordial e amistoso. Ele tem sido sempre muito
RC: Da mesma forma, como se relaciona com o governador Romeu Zema, seu secretariado, e o que espera do Estado para a categoria que você representa? TS: O Governador Romeu Zema é um ícone que hoje é admirado no Brasil inteiro por sua seriedade, sua simplicidade e pela forma com que trata a coisa pública. Ele é um verdadeiro exemplo de novo gestor para o Brasil. Nós também temos um ótimo trânsito com ele e com seus secretários e acreditamos que vamos fazer uma parceria entre o governo do Estado de Minas, suas secretarias e as outras autarquias, instituições parceiras dos nossos eventos. Vemos esta relação com muita tranquilidade e prosperidade. RC: O Trabalho de deputados, tanto estaduais como federais, também tem reflexo importante no andamento desta entidade. Como você conduz estas relações? Destacaria algum nome em especial? TS: Recentemente perdemos um grande representante nosso que era o deputado esta-
dual Luiz Humberto Carneiro. Inclusive ele foi presidente dessa casa e um amigo pessoal, amigo da nossa diretoria e dos nossos associados. Contamos também com os dois deputados estaduais, Leonídio Bouças e Arnaldo Silva que são parceiros dessa casa. Leonídio inclusive é produtor rural e investe bastante na agricultura na nossa região. Então a gente tem um relacionamento muito bom e produtivo com eles. No âmbito federal temos relacionamento com o deputado Zé Vitor e outros também que sempre são parceiros atentos à causa do produtor. RC: Qual é o papel da Faemg na vida de um Sindicato Rural mineiro? Como descreveria a relação entre as duas instituições? TS: A Faemg é a mãe dos sindicatos. Então ela tem sido a salvaguarda para a maior parte dos sindicatos, principalmente aqueles que não tem uma estrutura jurídica e administrativa tão robusta. E mesmo aqueles que têm, volta e meia também precisam de ter uma assessoria e direcionamento da própria Federação. A Faemg tem a possibilidade, junto ao Senar, de trazer os cursos e inúmeras oportunidades de desenvolvimento. É importante, acima de tudo, que a Federação atue de forma política e representativa para os sindicatos, sendo firme, tendo postura na defesa das pautas que são importantes. Acreditamos também que esse momento de renovação que está acontecendo na Faemg vai proporcionar tudo isso.
RC: Quais outras instituições você nomearia como coirmãs? E o papel delas na relação com o Sindicato? TS: Instituições de atuação nacional como Aprosoja, Abraleite, EMBRAPA, ABCS (de suinocultores) e outras associações em âmbito estadual e local como IMA, EMATER, Prefeitura Municipal, SEBRAE, UFU, IFTM, ACIUB, CODEN, CDL, OAB, FIEMG, Sociedade Médica, Conselho de Veneráveis, associações de bovinos e equinos também são nossas coirmãs. Elas devem coexistir e se complementar, porque o Sindicato também tem um cunho político muito forte e pode ajudar de forma técnica e dar suporte a todas essas e também receber apoio das entidades nas pautas específicas. Eu vejo com muito bons olhos e acho que a coexistência delas em paralelo, em vários momentos havendo sinergia, é um ganho, principalmente para quem interessa, que é o produtor rural. RC: O produtor rural tem, por natureza, e pela rotina de trabalho, comportamento que muitas vezes o distancia de assuntos fundamentais para seu negócio, como por exemplo, legislação ambiental e trabalhista, entre outras. Como o Sindicato pode atuar para ajudá-lo nessas questões? TS: Eu acho que o Sindicato, através das palestras e agora, das lives, pode sempre levar conhecimento ao pro-
dutor. Seja do ponto de vista ambiental, administrativo ou agropecuário e técnico, o Sindicato é o guardião do produtor. Ele pode sempre estar ali zelando pelos interesses do produtor e o alertando sobre possíveis passivos que possam estar ocorrendo em sua vida, como recolhimento de tributos e obrigações frente aos órgãos ambientais. Em nosso plano de gestão, o Sindicato, por meio dos seus profissionais altamente competentes e capacitados, vai focar muito nisso também. RC: Como você descreveria a atuação dos departamentos jurídico e técnico agropecuário do Sindicato? TS: O departamento jurídico hoje é altamente requisitado para elaboração de contratos e para defesa de multas ambientais que, inclusive, são gratuitas independentemente do valor. Podemos destacar também o departamento técnico agropecuário que presta alguns serviços gratuitos, como elaboração de CAR e declaração de não passível. E nós temos uma novidade que é a questão da folha de pagamento. O Sindicato fez uma parceria com um escritório de contabilidade e nós conseguimos um preço muito interessante subsidiado para o produtor fazer a folha de pagamento. Creio que só com este serviço o associado já consegue ter economia e fazer com que a anuidade que ele paga para o sindicato saia de graça.
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RC: Na sua visão, qual deveria ser o comportamento do produtor rural perante a instituição que o representa? TS: O produtor deve participar mais. Eu acho que precisamos diminuir essa distância para o Sindicato estar mais presente na vida dos produtores. É justamente isso que nós estamos fazendo nessa gestão. A função principal do Sindicato é fazer a defesa e a representação da classe, sem dúvida, mas o sindicato também pode facilitar o dia a dia do produtor rural. Por isso nós estamos investindo em capacitação técnica para poder ter um quadro de profissionais cada dia melhor que possam prestar serviços e orientações que façam diferença na vida dos produtores. RC: Qual é a perspectiva de o Sindicato realizar as próximas edições de grandes eventos como o Camaru e a Femec? TS: Eu acho que eventos, da forma como eles sempre foram feitos, esse ano não serão possíveis de serem realizados. Já a feira agropecuária CAMARU é possível ser realizada, com exposição de animais e transmissão de forma virtual, com o mínimo possível de pessoas dentro do parque, só aqueles que de fato estão trabalhando. E a Femec é uma feira que para o ano que vem esperamos que, com a evolução da eficácia da vacinação, possamos realizar de forma normal, com a presença de público, obviamente também com todos os cuidados, mas já tendo condições de se aproximar bem da realidade que era feita antes.
RC: Qual é a análise que você faz do mercado agropecuário, considerando sobretudo as principais commodities, para 2021? Qual seria a sua recomendação para o produtor rural nesta safra? TS: O agronegócio vive um grande momento, com muitas oportunidades, mas também com muitos desafios. Precisamos lembrar que o preço das commodities agrícolas, principalmente o milho e a soja, tiveram uma valorização brutal nos últimos meses. O próprio milho aumentou mais de 200% e a soja aumentou mais de 50%. Então, esse é um movimento de muitas oportunidades, mas também perigoso, porque os custos também vêm aumentando significativamente para a agricultura como a questão dos fertilizantes, combustível e defensivos agrícolas. Já a questão da cadeia de produção de proteína animal tem sofrido bastante, justamente por essa alta do milho e da soja. Então, é um momento difícil e preocupante em que o produtor vai ter que tirar no braço, dentro da porteira, aumentando a produtividade, enxugando custos para poder atravessar essa fase de aumentos tão expressivos dos custos de alimentação e de várias outras contas que compõem o custo produção do leite, dos confinamentos, da suinocultura e da avicultura. O papel do Sindicato neste caso é mostrar esse horizonte e as tendências desse mercado de insumos e também apresentar ferramentas para
que o produtor possa se blindar ou minimizar os riscos relacionados ao custo de produção. RC: Qual é a mensagem que você deixa para o associado do Sindicato Rural de Uberlândia? O que ele pode esperar de sua gestão? TS: Primeiramente gostaria de agradecer pela receptividade que nós temos tido de todos os associados que visitam o Sindicato e nos procuram. Nós estamos aqui à disposição para somar na vida dos associados e dos produtores rurais de forma geral. Estamos empenhados para levar mais segurança para o campo e ajudar a termos estradas vicinais de melhor qualidade. A ideia é que o associado venha para o Sindicato Rural e aqui ele resolva parte dos seus problemas. Nós queremos levar solução para os produtores rurais, podem contar com a nossa firmeza em defesa da classe.
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PERFIL DA DIRETORIA Conheça as pessoas que estarão à frente do Sindicato Rural de Uberlândia defendendo os interesses dos produtores rurais de Uberlândia pelos próximos anos. A heterogeneidade do grupo que assumiu a gestão ao lado de Thiago Silveira garante ampla representatividade para a classe. Agricultores, pecuaristas, empreendedores e profissionais especializados em diferentes setores do agronegócio farão a diferença para o seu negócio. Venha para o Sindicato Rural, aqui é a sua casa! Todos os membros do grupo dedicam-se ao Sindicato Rural de forma voluntária, sem qualquer remuneração ou ajuda de custos.
THIAGO SILVEIRA O presidente Thiago Silveira é produtor rural e empresário, exerce atividades de suinocultura, pecuária de leite, agricultura e é criador das raças Gir Leiteiro e Girolando. Silveira é também presidente da APROIMG (Associação dos Produtores Integrados de Suínos do Estado de Minas Gerais), conselheiro da COTRIAL (Cooperativa dos Produtores Rurais do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba) e diretor internacional da ABRALEITE (Associação Brasileira dos Produtores de Leite). Foi membro da Câmara da Integração da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), conselheiro fiscal da Associação de Criadores da raça Girolando, Diretor do Centro Paulista de Criadores da raça Simental e diretor da AGRITAP (Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba).
GILMAR GOUDARD Primeiro vice-presidente no quadro de diretores, Gilmar Goudard, acumula larga experiência em gestão, com atuações marcantes no cenário nacional. Ocupou cargo executivo na AMBEV por quase duas décadas. Na pecuária desde 2016 como criador da raça Senepol, foi diretor-secretário na Associação Brasileira de Criadores de Bovinos Senepol – ABCB Senepol – de 2010 a 2012, posteriormente ocupando o cargo de presidente por dois mandatos de 2012 a 2014 e 2014 a 2016. Sua trajetória na associação foi marcada pelo crescimento da raça e de seus criadores. Com seus diretores, trabalhou pela otimização dos processos, revisão do SRG e alinhamentos administrativos com base na Qualidade Total. No Sindicato Rural de Uberlândia, contribui como diretor há 10 anos, trazendo sua moderna visão empresarial para o setor sindicalista rural.
LEON BERNARDO KNYCHALA O tesoureiro do grupo é o produtor rural Leon Bernardo Knychala. Sua dedicação ao Sindicato confere importante segurança para a saúde financeira da instituição e a coloca entre as de maior credibilidade no mercado. Seu nome é sinônimo de tradição. Desde 1983, Knychala integra a diretoria onde atua na defesa dos interesses do setor rural. Ele é proprietário da Fazenda Santa Maria, tendo iniciado suas atividades no setor rural em 1973. Foi produtor de suínos com ciclo completo, no período de 1973 a 2000. Atualmente tem como atividades principais a pecuária de leite e agricultura, com ênfase na produção de noz macadâmia.
CLAUDIONOR NUNES DE MORAIS O cargo de 2º vice-presidente é ocupado por Claudionor Nunes. Ele é produtor rural com larga experiência na agricultura, especialmente no cultivo de soja e milho. De perfil arrojado, tem apresentado resultados expressivos de produção nos últimos anos. Para a entidade, Claudionor traz a experiência que acumulou no campo, sendo importante referência para os associados na agricultura. Os fortes relacionamentos que mantem no meio rural somam forças na diretoria. Sua experiência em gestões anteriores o credencia como um dos representantes da casa em questões relacionadas à segurança na zona rural.
ZORIVAL TAVARES CARNEIRO Zorival Carneiro é o segundo tesoureiro do Sindicato Rural. Como prata da casa, se dedica ao setor desde 1983, quando integrou o quadro de diretores de todas as gestões desde o presidente Odelmo Leão, atual prefeito de Uberlândia. Ele é produtor rural e empresário no ramo de instalação elétrica residencial, comercial e industrial no setor de baixa e média tensão. Na área rural desde 1981, trabalha com gado de leite e recria de gado de corte. Sua atuação é fundamental para o gerenciamento, manutenção e modernização das instalações do parque de exposições Camaru. Zorival presta atendimentos aos nossos associados com esclarecimentos e orientações no setor de energia elétrica.
10 ROGER CROSARA MANSOUR Roger Mansour compõe o quadro de diretores como terceiro tesoureiro. Sua contribuição para o desenvolvimento das atividades da instituição, no entanto, vai muito além do cargo que ocupa. Atualmente integra comissões técnicas de provas equestres e coordena eventos como Cavalgada e Rodeio Camaru. Ele é zootecnista e produtor rural com atuação na pecuária de corte. Há doze anos ocupa cargos diretivos no Sindicato Rural.
ANDRÉ LUIZ ALVES DOS SANTOS André Luiz ocupa o cargo de Secretário no quadro de diretores e integra comissões técnicas, sendo um dos responsáveis por atividades equestres realizadas no Camaru. André Alas, como é conhecido entre criadores do cavalo Mangalarga Marchador, é também presidente do Núcleo Marchadores do Triângulo e responsável pela organização de grandes eventos da raça. Entre eles, edições da Exposição Estadual do Mangalarga Marchador em Uberlândia. André é formado em administração de empresas com especialização em Marketing. É empresário e produtor rural há 20 anos onde desenvolve a atividade leiteira e de equinocultura.
GABRIEL FERES JUNQUEIRA
JÚLIO CESAR PEREIRA JUNIOR Júlio Cesar Pereira Junior é formado em Agronomia pela Universidade Federal de Uberlândia e em economia pela Unitri, com MBA em gestão empresarial pela FGV. No Sindicato está como segundo Secretário. Júlio César herdou de seu pai, Júlio César Pereira, a vocação para o agronegócio. Trabalha com agricultura desde 1993 atualmente produzindo soja, milho e outras culturas em uma grande área irrigada, plantando mais de 8500 hectares ano. Ele busca fazer da agricultura da fazenda uma atividade altamente tecnificada e reconhecida pela inovação e eficiência nos processos. Sua presença nessa diretoria tem trazido esse espírito empreendedor e dinâmico, que busca uma melhoria constante na cadeia do agro.
O administrador de empresas Gabriel Junqueira ocupa a função de terceiro secretário na gestão atual no Sindicato Rural de Uberlândia. Desde 2017 está como CEO da Bioenergética Aroeira. Sua atuação no setor sucroenergético agrega importante valor para a representatividade setorial do grupo de diretores.
SÉRGIO VIEIRA ATTIE Sérgio Vieira Attie é Engenheiro Civil, Arquiteto, Urbanista e produtor rural com destaque na área de melhoramento genético. É associado do Sindicato Rural há mais de 35 anos e nesse tempo foi diretor em várias gestões alternadamente. Atualmente é membro da comissão de leilões Camaru e colabora imensamente para a realização das exposições agropecuárias no Camaru, valorizando a presença das raças bovinas no parque. Sérgio foi diretor e vice-presidente do Praia Clube por várias administrações e secretário municipal na gestão dos prefeitos Paulo Ferolla, Virgílio Galassi e Odelmo Leão.
CAIO GONTIJO CUNHA Caio Cunha é engenheiro agrônomo, produtor rural e empresário. Tem especialização em Novas Lideranças Rurais e se dedica há mais de 15 anos ao melhoramento genético na bovinocultura de leite. No Sindicato Rural, Caio colabora para o crescimento das raças bovinas e na realização de exposições agropecuárias.
LUIZ FERNANDO MENDICINO Luiz Fernando é Agrônomo, graduado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), com atuação no mercado do agronegócio há mais de 30 anos, tendo construído sua carreira em empresas multinacionais e nacionais deste segmento. É fundador e Diretor Presidente da Protec Produtos Agrícolas, empresa de comercialização e distribuição de insumos agrícolas. Mendicino traz sua visão empresarial para o Sindicato, sobretudo no setor de inovações voltadas para a agricultura de larga escala.
11 JOSÉ AUGUSTO FRANCO VILELA José Augusto Franco Vilela é Zootecnista com atuação na pecuária de corte e em genética da raça Nelore PO por mais de 30 anos. Com larga experiência na realização de leilões, Guto é integrante da comissão dos Leilões Camaru e colabora na condução de atividades pecuárias como exposições especializadas de gado Nelore.
JOSÉ ANTÔNIO MARQUEZ GRAMA José Antônio Grama é produtor rural e diretor do Sindicato Rural de Uberlândia há mais de 20 anos. Como proprietário da Fazenda Lageado é criador de gado Nelore e cruzamento industrial, atua na produção de leite e na agricultura. José Antônio é fundador e coordenador do Leilão Inconfidência, criado em 2001 no Sindicato Rural de Uberlândia. Há quase duas décadas coopera para a pecuária nacional com milhares de animais comercializados.
FLÁVIO NUNES MARTINS Flávio Martins atua na pecuária há mais de 25 anos, atualmente como sócio da empresa Martins3Agro que opera no mercado com cria, recria e engorda. Sua colaboração é vital para as operações do Sindicato Rural, principalmente como integrante da comissão de leilões e na coordenação de exposições de gado realizadas pela entidade.
GILVAN SORNA DE PAULA Gilvan Sorna é produtor rural. Está há mais de 25 anos na atividade de produção de grãos, banana, pecuária de corte e equinocultura. Atua há 10 anos como diretor financeiro da Associação dos Criadores de Nelore do Triângulo Mineiro e há 9 anos como diretor do Sindicato Rural de Uberlândia. Sua experiência no plantio de soja, milho e outras culturas, o coloca como peça fundamental na atual diretoria. Sorna é uma das referências na atividade, colaborando enormemente para o desenvolvimento da agricultura na cidade.
PEDRO ROBERTO DE OLIVEIRA JUNIOR Pedro Júnior é Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade de Minnesota-EUA, frequentou a Universidade Federal de Uberlândia, é Gestor em Agronegócios e empresário administrador da Citrobell Ltda. e Comercial Terra Verde Ltda. No Sindicato atua na comissão de equinos e participa da organização de eventos equestres como a edição 2021 da Expo Horse.
OTAVIANO MARADEI CARNEIRO DE REZENDE Otaviano é Médico Veterinário pela Universidade Federal de Uberlândia e pecuarista criador da raça Tabapuã. Trabalhou na indústria veterinária como gerente nacional de vendas e consultoria técnica e foi diretor da distribuidora Agroforte Comércio de Produtos Agropecuários. Atualmente é presidente do Conselho Comunitário para Desenvolvimento Rural da Região de Água Limpa. No Sindicato atua como membro da comissão de leilões e colabora nas iniciativas para melhoria do rebanho bovino na região. Sua atuação como liderança rural colabora para a disseminação das ações do Sindicato e aproxima a entidade aos produtores das comunidades rurais do município.
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CONSELHO FISCAL JOSÉ ANTÔNIO ROSSI SALLES Formado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP, Rossi ocupou posições executivas em empresas na cidade de São Paulo e em Uberlândia. Atuou no Grupo Martins até atingir a Direção Geral (CEO) do Banco Triângulo S.A. e a Direção Geral (CEO) do Martins Comércio e Serviços de Distribuição S.A. Atualmente é membro de Comitês do Conselho de Administração das empresas Tribanco e Martins e membro do Conselho do Grupo Zema, atuando também na área de consultoria de gestão na Real Moto Peças Ltda. Rossi traz toda sua bagagem como gestor na iniciativa privada para o Sindicato Rural, colaborando para o aprimoramento dos processos da instituição.
MAURICIO JORGE DE LIMA Maurício Lima é administrador de empresas e produtor rural. Atua há 30 anos na pecuária extensiva, com experiência em sistema de confinamento e na agricultura. No Sindicato Rural é peça fundamental para a atual gestão nas comissões técnicas de bovinos e de equinos. Na Feira de Máquinas e Equipamentos Agrícolas – Femec – e na Exposição Agropecuária – Camaru, Maurício coordena as equipes de segurança e de logística, setores essenciais para o sucesso dos eventos.
LUIS FRANCISCO DOS SANTOS ALVIM Luis Francisco é Engenheiro Civil formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. É casado há 28 anos e possui dois filhos. Empresário da Construção Civil e Produtor Rural, exerce atividades na suinocultura, pecuária de corte e geração de energia através do biogás. Luis Alvim é Presidente da AGRITAP, vice-presidente da União Nacional dos Integrados de Aves e Suínos e membro da comissão nacional que representa todas as comissões de aves e suínos integradas à BRF. Sua experiência enriquece essa gestão, colaborando no acompanhamento de obras de engenharia no parque e na condução do projeto para construção do Centro de Formação Profissional no Camaru.
SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL CRISTIANE MARIA DE CASTRO Cristiane Maria de Castro é graduada em Direito pela UFU, produtora rural e proprietária da Fazenda da Tenda em Uberlândia. Tem experiência de 21 anos no sistema de integração na criação de aves e suínos. Hoje é parceira da BRF e como produtora de leite atua como parceira da CCPR. Sua segunda propriedade, denominada Fazenda Bebedouro Grande, está destinada à produção de soja. Cristiane traz seu dinamismo para a gestão do Sindicato, colaborando com iniciativas voltadas para melhoramento da produção de associados.
CLISTENES SÁBIO PROCÓPIO Clistenes Procópio é bacharel em direito, agricultor, pecuarista e empresário. Atua no plantio de soja comercial, fazendo rotação de culturas com milho e sorgo. Mantém atividades na prestação de serviços para corte de silagem e no ramo de transporte de máquinas agrícolas com a empresa Saclis Transportes. Sua experiência e relacionamentos institucionais colaboram para as iniciativas do Sindicato no setor agrícola.
LUCAS ABDALA ROCHA FONTES Lucas Abdala é produtor rural no setor de bovinos de corte e de equinocultura. Formado em Medicina Veterinária e transações imobiliárias, atualmente ocupa o cargo de Diretor Comercial na Mor Construtora. Um dos mais jovens integrantes do grupo, traz no sangue a vocação para o agro herdada de seu avô. Realiza assessoria e promove leilões de equinos durante todo o ano. Foi vice-presidente da ACC e diretor do Núcleo Criadores de Quarto de Milha Brasil Central. No Sindicato Rural, traz uma nova visão para a realização de eventos esportivos equestres como a primeira edição da Expo Horse.
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SINDICATO RURAL AMPLIA BENEFÍCIOS PARA ASSOCIADOS
Diretoria implementou novos atendimentos e aumentou a lista de serviços gratuitos nas áreas jurídica e técnica agropecuária
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ntre os propósitos do presidente Thiago Silveira está o de transformar o Sindicato Rural de Uberlândia em uma ferramenta eficiente de prestação de serviços aos associados, que otimizem o seu tempo e gerem economia para os negócios rurais. Com o planejamento proposto, diretores e colaboradores trabalharam intensivamente já nos primeiros 180 dias de mandato e ampliaram o rol de benefícios, além de terem aumentado a relação de atendimentos gratuitos oferecidos aos associados. A seguir, conheça melhor os benefícios que oferecemos.
ASSESSORIA JURÍDICA O departamento de assessoria jurídica do Sindicato Rural de Uberlândia cresceu nesta gestão. O setor presta os seguintes serviços gratuitos para os associados: Defesa de multas ambientais administrativas perante SUPRAM, IEF, IGAM e FEAM Orientações legais para regularização da propriedade rural (PROGRAMA FAZENDA LEGAL) Elaboração e análise de contratos de compra e venda, arrendamento de propriedades rurais e outros tipos de contratos da atividade rural Declaração de exercício de atividade rural para efeito de aposentadoria
ASSESSORIA TÉCNICA AGROPECUÁRIA Este departamento é responsável por cuidar das demandas ambientais de nossos associados, para que fiquem em dia com seus licenciamentos. Os serviços gratuitos oferecidos pelo setor são: Licenças Ambientais: declaração de não passível on-line Outorgas d’água: cadastro de uso insignificante de água Elaboração e retificação de CAR para FAZENDAS ATÉ 800 HECTARES CONTABILIDADE Os associados do Sindicato Rural de Uberlândia agora podem contar com emissão da folha de pagamento para seus funcionários. O trabalho é executado por escritório parceiro e os valores são subsidiados pelo Sindicato Rural da seguinte forma: Para emissão da folha para 1 (um) funcionário o valor pago pelo associado é de apenas R$ 80,00, para 2 (dois) funcionários o custo é de R$ 120,00 e para 3 (três) funcionários o valor fica em R$ 160,00. Consulte outros valores. Emissão do CCIR e ITR Valor diferenciado para defesa de ações trabalhistas. ECONOMIA NA CONTA DE ENERGIA O produtor rural poderá optar pela adesão à comunidade solar, por meio de parceria firmada com a Faemg, e obter desconto de até 16% em sua conta de luz, sem taxa de adesão ou necessidade de fazer qualquer investimento. Basta aderir ao sistema de compra de energia elétrica produzida em usinas fotovoltaicas. CERTIFICADO DIGITAL O Sindicato Rural é um ponto credenciado Serasa Experian para emissão de Certificados Digitais nos modelos A1 e A3, entre outros, para assinatura de contratos de qualquer natureza diretamente de um computador.
15 DESCONTO NA COMISSÃO DOS LEILÕES CAMARU Associados ao Sindicato Rural de Uberlândia têm desconto de 20%* na comissão de compra e de venda nos Leilões Camaru. Associados pagam 2% pelas operações, enquanto não sócios pagam 2,5%. Os eventos são tradicionais pela qualidade e procedência dos animais ofertados e pela confiabilidade da marca Leilão Camaru. Os remates acontecem aos domingos às 14 horas, a partir do tatersal convencional do parque de exposições, onde os animais são pesados em balança eletrônica. A transmissão simultânea do leilão acontece pelo YouTube. Interessados em fazer negócios com a chancela do Sindicato Rural podem entrar em contato com o nosso departamento de leilões pelo telefone (34) 3292 8822. *exceto em leilões especiais
EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS E GTA Nossa secretaria está habilitada pela Receita Estadual e IMA para atendimento exclusivo de associados na emissão de Notas Fiscais e GTA, incluindo a guia para transporte de peixes, GTV e PTV para trânsito de produtos vegetais, tanto para dentro como para fora do estado de Minas Gerais. As operações ocorrem através do sistema off-line, do SIARE e por meio de Certificado Digital A1. Nossos atendentes ainda fazem recolhimento do ICMS, auxiliam na declaração de vacina contra a febre aftosa e na emissão de fichas sanitárias para sócios. DESCONTO NA LOCAÇÃO DE INSTALAÇÕES DO PARQUE Nossos associados têm 50% de desconto na locação dos espaços para eventos e baias para acomodação de equinos no parque Camaru, que é uma área de propriedade do Sindicato Rural de Uberlândia, dotada de infraestrutura para prática de atividades rurais e ainda eventos de negócios, de lazer ou sociais. São 330 mil m² de área murada, com ruas asfaltadas, pistas gramadas para julgamentos de animais, palco e arenas para shows, pavilhões para exposições e eventos em geral, além de auditório com sistema de som e ar condicionado.
UNIMED E UNIODONTO Nossa diretoria firmou parceria com a Uniben Saúde, administradora de planos de saúde da Unimed Uberlândia e odontológicos da Uniodonto, e negociou condições exclusivas para associados na contratação de planos extensivos aos seus familiares, funcionários e dependentes. Faça uma simulação e tenha um plano pagando menos. Os telefones para contato são (34) 3484 1695 e 3292 8815. CONVÊNIOS As empresas parceiras do Sindicato oferecem descontos especiais mediante apresentação do Cartão do Associado. Atualize seu cadastro junto ao nosso setor de atendimento e solicite imediatamente o seu cartão para aproveitar os descontos nas empresas conveniadas. CURSOS GRATUITOS Um dos pilares do sistema sindical ao qual está vinculado nossa instituição é o da formação profissional. Para tanto, mantemos parceria com o SISTEMA FAEMG/SENAR/ INAES, Prefeitura de Uberlândia, Emater, UFU, SEBRAE entre outras instituições para oferta de cursos gratuitos nas áreas de formação profissional rural voltados para capacitação do associado, familiares e funcionários. REPRESENTATIVIDADE DE ASSOCIADOS Um dos importantes papeis dos dirigentes do Sindicato Rural é atuar na defesa dos interesses da classe rural. Para tanto, nossos gestores participam ativamente em discussões das questões ambientais, jurídicas e econômicas junto aos poderes executivo e legislativo, nas esferas municipal, estadual e federal. APLICATIVO APPORTEIRA A plataforma Apporteira foi idealizada por um grupo de Sindicatos Rurais que viram na inovação e tecnologia, o caminho para potencializar o associado produtor rural em 4 principais pilares, que são as necessidades comuns a todos no agronegócio: segurança, informações, serviços e negócios. O aplicativo é disponibilizado aos associados e produtores rurais somente através de um Sindicato Rural, mantendo dessa maneira o controle de termos apenas conteúdos realmente importantes e serviços aprovados pelos próprios produtores. ASSOCIE-SE!
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UBERLÂNDIA APOSTA
NO PÓ DE BASALTO
PARA PROMOVER
REVOLUÇÃO AGRÁRIA
O USO DE REMINERALIZADORES NO SOLO TEM POTENCIAL PARA SER A CHAVE DE UMA NOVA FASE NA AGRICULTURA BRASILEIRA
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E A CIDADE TEM CONDIÇÕES DE SER PROTAGONISTA
berlândia tem grande chance de ser a força-motriz de uma verdadeira revolução agrária em nosso país. Desde 2017, a Prefeitura conduz estudos sobre o uso do pó de basalto no campo. Pesquisas realizadas por importantes instituições, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), apontam que esse material é um potente remineralizador do solo, aumentando o rendimento na produção na ordem de 20% a 30%, com melhoria da sanidade das plantas, maior retenção de carbono no solo, maior resistência às intempéries e menor uso de fertilizantes sintéticos, que encarecem os custos da lavoura. Análises da aplicação do insumo também estão sendo conduzidas na safra 2020/21 em áreas disponibilizadas por agricultores associados ao Sindicato Rural de Uberlândia. Conforme levantamento realizado pelo Município, em parceria com a empresa de soluções agropecuárias Campo, a cidade tem mais de 16 mil hectares dessa rocha silicática de origem vulcânica, que possui altas concentrações de cálcio, magnésio e potássio. Em contrapartida, é estimado que, do sul da Bahia ao Centro-Oeste brasileiro, 17 milhões dos 37 milhões de hectares de terra com lavouras, pastagens e florestas estão, em diferentes graus, percolados e empobrecidos de nutrientes.
Alysson Paolinelli e Odelmo Leão no Seminário Remineralizadores de Solos do Triângulo Mineiro
“Em 2019, realizamos um seminário pioneiro, de abrangência nacional, sobre o tema e, desde então, iniciamos a aplicação do pó de basalto produzido aqui, tanto na agricultura extensiva, como em plantações de soja de Minas Gerais, Goiás e Tocantins, e em produções locais de pequeno e médio porte, entre as quais estão cultivos de manga, banana, chuchu, tomate e couve. Os benefícios têm se mostrado enormes e podem estar ao alcance do produtor, desde que atrelados à logística adequada”, afirma o prefeito Odelmo Leão.
SINDICATO RURAL APOIA PESQUISA EM CAMPO
Estudos exploratórios também estão sendo conduzidos em uma área de milho segunda safra disponibilizada pelo associado e diretor do Sindicato Rural de Uberlândia, Júlio César Pereira Júnior. Os ensaios que estão sendo conduzidos com participação do engenheiro agrônomo Césio Humberto de Brito, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), buscam conhecer a eficácia agronômica do produto em campo. O pesquisador ressalta que a pesquisa conta com acompanhamento do Grupo Técnico de Milho (GTM) formado por alunos do curso de Agronomia da UFU. De acordo com o agrônomo, os trabalhos devem continuar na safra 2021/22 para obtenção de resultados com maior confiabilidade. “A proposta da análise é verificar o quanto o material contribui em áreas de alta produtividade”, afirmou Césio. Na próxima safra, os ensaios continuarão em uma área de soja verão disponibilizada pelo agricultor Claudionor Nunes, associado e diretor do Sindicato Rural de Uberlândia.
LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA
Segunda maior cidade de Minas Gerais, Uberlândia está no entroncamento de importantes rodovias e é atendida por uma malha ferroviária interligando o Centro-Oeste e o Sudeste do país. O município ainda está ligado diretamente a cinco dos
maiores polos econômicos brasileiros (Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Brasília), possui o único entreposto mineiro da Zona Franca de Manaus, sedia o Porto Seco do Cerrado e tem o maior aeroporto operado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) no Estado. Com o basalto de Uberlândia, aliado à logística da região, a recuperação do solo em todo o país pode ser promovida com respeito à natureza, economia e segurança alimentar. É o que acredita a gestão municipal que, além da parceria com a Campo, conta com o apoio do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) e do Sindicato Rural para testar a eficiência do recurso natural nos mais diversos tipos de lavouras.
BENEFÍCIOS VÃO ALÉM DO CAMPO
E o projeto pioneiro da Prefeitura de Uberlândia para difundir o pó de basalto como principal ferramenta para a recuperação de áreas percoladas e expansão da fronteira agrícola no Brasil já dá sinais de que pode beneficiar outros segmentos da economia. A Luvas Mineradora anunciou, no início de julho deste ano, a construção de uma nova planta mineradora na cidade que terá o remineralizador de solo como um dos enfoques. Com investimentos calculados em até R$ 200 milhões, o empreendimento ficará localizado na BR-050, sentido Araguari (MG), e deve gerar aproximadamente 250 empregos diretos e indiretos. Com informações da Secretaria de Governo e Comunicação
Plantio com pó de basalto está sendo testado em áreas de associados do Sindicato Rural de Uberlândia
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SEGURANÇA NA ÁREA RURAL É A PRINCIPAL BANDEIRA DO SINDICATO Parceria com o poder público e forças policiais resultam em importantes avanços para os produtores da região
A
segurança na área rural de Uberlândia é uma das mais fortes bandeiras defendidas pelo Sindicato Rural de Uberlândia. O presidente Thiago Silveira e seus diretores mantêm agenda junto ao executivo municipal e às forças policiais para conseguir avanços neste sentido. E o trabalho já rendeu frutos. Recentemente, a Prefeitura de Uberlândia lançou o Cartão do Produtor Rural, que facilitará a chegada da polícia às propriedades durante o atendimento de ocorrências e a Polícia Militar anunciou o destacamento de novas viaturas para a Patrulha Rural. A implantação do videomonitoramento na zona rural também é um pleito do Sindicato Rural para a Prefeitura de Uberlândia e Polícia Militar. A possibilidade de ter a vigilância da zona rural de Uberlândia por câmeras de vídeo é considerado um importante avanço para o setor produtivo do agronegócio, segundo Thiago Silveira. “A instalação de câmeras de monitoramento no setor rural passa pelo poder executivo municipal, que se mostra sensível às causas dos produtores representados pelo Sindicato Rural de Uberlândia”, disse Silveira. Ações conjuntas entre poder público, entidades de classe e Polícia Militar é uma tendência em várias cidades do país. “O projeto
beneficiará inclusive as áreas urbanas, uma vez que estradas vicinais são usadas frequentemente como rota de fuga por criminosos”, afirma o presidente. De acordo com a Prefeitura de Uberlândia, o videomonitoramento da zona rural é considerado, sob determinação do prefeito Odelmo Leão, uma prioridade para a gestão municipal, que busca desenvolver políticas públicas de apoio, estímulo e aumento da segurança do produtor rural. Segundo o Município, a viabilização desse recurso está em fase de planejamento dentro das secretarias envolvidas para que o mais breve possível esteja acessível às comunidades e aos distritos rurais, assim como o Cartão do Produtor Rural se tornou uma realidade. O sistema de alta tecnologia a ser implantado em Uberlândia será dotado de inteligência artificial conectado à Polícia Militar e capaz de identificar, por exemplo, veículos roubados por meio da leitura digital das placas. “Nossa proposta é que os equipamentos sejam instalados em pontos estratégicos das estradas vicinais”, afirmou Thiago Silveira. “Com as imagens que ficarão gravadas será possível inclusive intensificar as operações de investigação mais apuradas, com mais dados e informações”, concluiu o presidente.
Ações da Polícia Militar em Uberlândia contam com participação e apoio do Sindicato Rural
CARTÃO DO PRODUTOR RURAL COMEÇA
A SER ENTREGUE PELA PREFEITURA Em um trabalho conjunto com o Sindicato Rural e a Polícia Militar para oferecer mais segurança à área rural, a Prefeitura de Uberlândia começou a entregar nas propriedades o “Cartão do Produtor Rural”. O documento possibilita uma melhor localização da propriedade por meio de um código e de coordenadas geográficas. Essas informações serão uma importante referência durante o atendimento de ocorrências e no desenvolvimento de ações estratégicas. “Agora o produtor rural tem um endereço”, disse o prefeito Odelmo Leão. “Essa é uma das muitas iniciativas que estamos preparando para aumentar o nosso apoio a esse importante setor da nossa economia”, revelou. O “Cartão do Produtor Rural” foi apresentado pelo prefeito Odelmo Leão durante evento que contou com a presença do presidente do Sindicato Rural, Thiago Silveira, que ressaltou a importância da iniciativa. “Eu me sinto honrado de poder ter na Prefeitura uma parceira para apoiar ainda mais nossos produtores”, declarou.
O produtor rural Thiago Silveira recebeu o cartão das mãos do prefeito Odelmo Leão; documentos serão entregues diretamente nas propriedades rurais
ços com maior facilidade em situações emergenciais. No cartão, constam o nome do produtor e da propriedade, além de coordenadas geográficas e código da área. Esse código único, exclusivo de cada imóvel, é gerado pelo Cadweb, o sistema on-line de cadastro de atendimento e despacho da PM. Trata-se de um banco de dados acessível tanto às polícias civil e militar quanto ao Corpo de Bombeiros. Ao necessitar de suporte em uma emergência, o produtor passa as informações do cartão ao serviço requisitado. “Isso mostra como os entes públicos estão trabalhando de forma integrada em Uberlândia. Temos tido queda na criminalidade local e eu acredito que parte desse resultado seja esse trabalho conjunto em prol da população”, observou o coronel Fernando Marcos dos Reis, comandante da 9ª Região da Polícia Militar. COMO RECEBER O CARTÃO? Os produtores receberão o Cartão em sua propriedade. Dúvidas 3232 4336 SINDICATO APROXIMA PRODUTORES DAS FORÇAS DE SEGURANÇA A diretoria do Sindicato Rural trabalha para promover a aproximação entre as comunidades rurais de Uberlândia e as polícias Civil e Militar. O objetivo é fazer com que as demandas dos produtores cheguem mais rapidamente aos comandos das unidades responsáveis pelo patrulhamento e investigações na zona rural. Os encontros são realizados periodicamente, na sede do Sindicato, onde representantes dos Conselhos Rurais do município podem expor as necessidades de cada região diretamente aos comandantes das unidades. O Sindicato, por sua vez, mantém iniciativas de apoio à Delegacia Rural da Polícia Civil e também à Polícia Militar para fortalecer o trabalho das equipes da Patrulha Rural.
IDENTIFICAÇÃO GEORREFERENCIADA A área rural de Uberlândia corresponde a aproximadamente 95% do território da cidade. São 3.896 km² por onde se estendem mais de 3 mil propriedades, conforme registros da Secretaria Municipal de Agronegócio, Economia e Inovação e do Sindicato Rural. Ter um cadastro confiável e preciso desses imóveis é visto como essencial para entender quais as necessidades em segurança pública de cada região e localizar os endere-
Sindicato Rural é o elo de ligação entre forças policiais e conselhos rurais
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DIRETORIA MANTEM RELAÇÕES INSTITUCIONAIS
POSITIVAS PARA O PRODUTOR RURAL
U
m dos importantes papeis desempenhados pelo Sindicato Rural de Uberlândia, em favor de seus associados, é o da representatividade. A instituição mantém agenda frequente com os representantes dos poderes executivo e legislativo para defender Reunião de diretores do Sindicato Rural os interesses da classe rural, seja na com o prefeito Odelmo Leão busca da adequação de legislações que impactam as atividades do agronegócio, ou no desenvolvimento de projetos que beneficiem o produtor rural. O prefeito Odelmo Leão participa de encontros frequentes com os diretores da entidade para alinhar ações para o desenvolvimento do agronegócio no município.
GOVERNO
AGRONEGÓCIOS
Os dirigentes do Sindicato estiveram com a secretária de Governo e Comunicação, Ana Paula Junqueira, juntamente com a secretária de Agronegócio, Thalita Jorge, discutindo projetos para realização de grandes eventos da raça Mangalarga Marchador em Uberlândia.
A Secretária Municipal de Agronegócios Economia e Inovação, Thalita Costa Jorge, tem se apresentado disponível em momentos importantes. Traçaremos estratégias conjuntas para beneficiar ainda mais os produtores rurais, especialmente as relacionadas a estradas vicinais, transporte escolar na zona rural e eventos de agronegócios.
FAEMG
IMA
O alinhamento de ações entre Sindicatos e Faemg é primordial para o sucesso do trabalho em favor dos produtores rurais. No início do mandato, o presidente Thiago Silveira esteve na sede da Federação acompanhado do vice-presidente da Faemg, Thiago Fonseca, para apresentar os projetos da entidade ao presidente do Sistema Faemg, Roberto Simões e seus diretores.
O IMA é nosso elo forte para oferecer serviços essenciais para o associado. Graças à parceria firmada com o órgão, além da emissão de GTA inclusive para peixes, fomos habilitados para emitir GTV, Guia para Trânsito Vegetal. Agradecemos o empenho dos parceiros Dr. Luiz Carlos de Oliveira e Dra. Márcia Hayashi.
23 EMPRESÁRIO DO AGRONEGÓCIO DO ANO
SEGURANÇA
O produtor rural Ilias Antônio de Oliveira foi indicado pelo Sindicato Rural de Uberlândia para o prêmio Empresário do Agronegócio do Ano no Top Of Mind Uberlândia S.A. 2021.
Sindicato Rural e Polícia Militar lado a lado pela segurança do produtor
PODER LEGISLATIVO O presidente Thiago Silveira recebeu o deputado federal Zé Vitor para apresentar demandas dos produtores rurais em setores prioritários, como a segurança na zona rural e a melhoria de infraestrutura viária, além de solicitar apoio para viabilizar os projetos da entidade em favor da classe.
PODER LEGISLATIVO 2
SEGURANÇA 2
Claudionor Nunes e Thiago Silveira receberam o delegado regional de Polícia Civil, Dr. Luciano Alves dos Santos, e o investigador, Márcio Mamede, da Delegacia Rural, para alinhar ações de repressão ao crime na área rural.
JUNTOS POR UBERLÂNDIA
O deputado estadual Leonídio Bouças participou de reunião promovida pelo Sindicato com representantes dos Conselhos Rurais. Os produtores apresentaram reivindicações ao parlamentar no intuito de atender as demandas das comunidades rurais com relação a investimentos em infraestrutura viária e aquisição de equipamentos agrícolas.
Representantes do Sindicato Rural de Uberlândia receberam os integrantes do movimento Juntos por Uberlândia, Rosalina Vilela, Fábio Pergher e Luciano Penha para traçar estratégias de enfrentamento à covid 19. O trabalho resultou na arrecadação de mais de R$ 500 mil para o tratamento da doença.
PODER LEGISLATIVO 3
MOÇÃO DE APLAUSO
Em visita ao Sindicato Rural, o deputado estadual Arnaldo Silva apresentou sua proposta de trabalho e se comprometeu com o presidente Thiago Silveira em manter a destinação de emendas parlamentares propostas pelo deputado Luiz Humberto Carneiro para atender anseios de produtores rurais mineiros. Arnaldo Silva assumiu recentemente a cadeira na assembleia legislativa deixada pelo deputado Luiz Humberto, vítima da covid 19.
O Sindicato Rural de Uberlândia recebeu Moção de Aplauso proposto pelo Vereador Antônio Augusto Queijinho, como reconhecimento do Poder Legislativo pelos relevantes serviços prestados em prol do desenvolvimento do município.
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SINDICATO RURAL AMPLIA COMERCIALIZAÇÃO
DE GADO DE CORTE NOS LEILÕES CAMARU Faturamento bruto foi superior a R$ 75 milhões em 16 eventos realizados no primeiro semestre de 2021
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Sindicato Rural de Uberlândia fortaleceu seu departamento de leilões, com aplicação do calendário 2021 e do número de animais comercializados. O faturamento bruto dos eventos, até junho, foi superior a R$ 75 milhões. No primeiro semestre do ano, quando aconteceram 16 Leilões Camaru, o crescimento foi de 60% em relação a 2020. Houve ainda um incremento no número de animais vendidos. No período foram comercializadas 26.705 cabeças das raças Nelore, Senepol, Aberdeen Angus e produtos de cruzamento industrial, 120% a mais que no ano anterior. Em abril de 2020, os leilões Camaru passaram para o formato virtual. Os remates acontecem com os animais no recinto, porém sem público presente, em razão das restrições impostas pela covid 19. Os compradores acompanham as transmissões ao vivo pelo canal do Sindicato no YouTube e oferecem lances por aplicativo de mensagem. A abrangência dos leilões virtuais trouxe uma mobilidade a mais tanto para os compradores como para vendedores. Desde o início das vendas online, mais de 170 mil visualizações foram computadas nos vídeos dos leilões, com média de 300 pecuaristas si-
multaneamente no canal a cada evento. Para o diretor Flávio Nunes Martins, os leilões virtuais vieram para somar e dar comodidade ao pecuarista. “Sendo realizado aos domingos, momento Flávio Martins faz parte que a pessoa quer da comissão de leilões estar junto da faCamaru mília, ela consegue acompanhar os leilões de casa e fazer suas aquisições”, disse. A intenção da diretoria é manter o formato, mesmo quando os leilões presenciais forem retomados. “Acabando a pandemia, voltaremos a realizar os leilões presenciais, mas o virtual continuará”, revelou Martins. Para Marcelo Ferreira, coordenador da área, o grande diferencial dos leilões virtuais do Camaru é a seriedade com que o trabalho é realizado e a garantia do peso correto aferido no recinto. “A cada dia vem aumentando o número de animais e o leque de compradores e vendedores. A aceitação do novo formato foi excelente”, afirmou.
CAMPANHA DO SINDICATO ARRECADA MAIS DE R$ 500 MIL PARA A LUTA CONTRA A COVID Produtores Rurais aderiram ao movimento para compra de aparelhos que foram destinados à rede municipal de saúde
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campanha realizada pelo Sindicato Rural de Uberlândia em março deste ano para fortalecer as iniciativas de combate à pandemia do novo coronavírus arrecadou mais de R$ 500 mil em um mês. O saldo é resultado de esforços de produtores rurais, empresas relacionadas ao agronegócio, diretores da instituição e outros voluntários que ajudaram com transferência direta de valores e com a doação de bovinos e de equinos que foram comercializados nos Leilões Camaru. Com o valor arrecadado foram adquiridos monitores de beira de leito, ventiladores pulmonares, oxímetros, fluxômetros de oxigênio, válvulas de PEEP, além de acessórios para instalação dos equipamentos. A ação fez parte do
Diretores do Sindicato fizeram a entrega dos equipamentos ao prefeito Odelmo Leão
movimento Juntos por Uberlândia, um projeto de iniciativa civil que faz a sua ajuda chegar a quem precisa em meio a pandemia da covid-19. Parte dos recursos foram destinados à Associação Profissionalizante com Valores Educacionais e Humanos – APROVEH, que tem por finalidade promover o desenvolvimento e o progresso da pessoa humana. A prestação de contas publicada abaixo pode ser consultada na sede do Sindicato Rural de Uberlândia.
507.430,00
Valor arrecadado R$
DOAÇÕES CAMPANHA
Movimento Juntos por Uberlândia na luta contra a COVID-19
388.456,54 118.973,46 118.973,46
Total em compras
R$
Saldo
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Doação - APROVEH
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Associação Profissionalizante com Valores Educacionais e Humanos
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Saldo final R$ 16/06/2021
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ARTIGO
A ILEGALIDADE DO SALÁRIO EDUCAÇÃO PARA EMPREGADORES
RURAIS PESSOAS FÍSICAS Elaine Cristina Ribeiro Lima | Advogada e assessora jurídica do Sindicato Rural de Uberlândia
1. O Salário Educação O salário educação é uma contribuição com destinação específica para o desenvolvimento da educação básica pública, que foi instituído pela Constituição Federal de 1988, em seu art. 212, §5º. Trata-se de uma contribuição social imposta às empresas, calculada com base na alíquota de 2,5% (dois e meio por cento) sobre a remuneração mensal paga aos empregados. Posteriormente, outras Leis infraconstitucionais – Lei 9.424/96, art. 15, Lei 9.766/98 art. 1º, §3º e o Decreto 6.003/2006, art. 2º, disciplinaram a matéria, definindo claramente que somente empresas estão sujeitas e devem contribuir com o salário educação. Ou seja, o empregador rural pessoa física, que não possui Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, não pode ser equiparado à sociedade empresária, não tendo o dever de recolher o salário-educação.
2. Da cobrança ilegal Em que pese a expressa previsão legal, o produtor rural pessoa física que possui empregados em sua propriedade vem sendo compeli-
do pela União Federal ao recolhimento ilegal de tal contribuição, cujos recursos são destinados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, autarquia federal. A contribuição tem sido exigida ilegalmente do empregador rural a partir do envio das informações sobre a folha de salários à Previdência Social, com alíquota de 2,5% (dois e meio por cento) sobre a remuneração mensal paga aos seus empregados. O recolhimento indevido deste tributo é feito mensalmente através da Guia de Previdência Social – GPS, no campo “outras entidades”. Tribunais de todo o País têm reconhecido que os produtores rurais caracterizados como “pessoa física” que empregam mão de obra de terceiros nas suas produções não estão obrigados a recolher aos cofres públicos o salário educação. O próprio Superior Tribunal de Justiça - STJ consolidou entendimento no sentido de que, embora a contribuição do salário educação tenha como sujeito passivo empresas em sentido amplo, não é possível estender a sujeição passiva da contribuição em questão ao produtor (empregador) rural pessoa física, sem inscrição no CNPJ. Eis, senão:
27 TRIBUTÁRIO. AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. CONTRIBUIÇÃO PARA O SALÁRIO-EDUCAÇÃO. PRODUTOR RURAL SEM CADASTRO NO CNPJ. NÃO INCIDÊNCIA. 1. “A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, com o julgamento do REsp 1.162.307/RJ, submetido ao rito dos recursos repetitivos, firmou-se no sentido de que a contribuição para o salário-educação tem como sujeito passivo as empresas, assim entendidas as firmas individuais ou sociedades que assumam o risco de atividade econômica, urbana ou rural, com fins lucrativos ou não, em consonância com o art. 15 da Lei 9.424/1996, regulamentado pelo Decreto 3.142/1999, sucedido pelo Decreto 6.003/2006. O produtor rural pessoa física desprovido de registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) não se enquadra no conceito de empresa (firma individual ou sociedade), de forma que não é devida a incidência da contribuição para o salário educação” (AgInt no REsp 1.580.902/ SP, Rel. Min. Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJe 23/3/2017). 2. No caso concreto, o Tribunal de Justiça afirmou que o produtor rural é pessoa física, desprovida de CNPJ. Sendo assim, não há que se falar em incidência da aludida contribuição. 3. Agravo interno a que se nega provimento. (AgInt no REsp 1573895/SC, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEGUNDA TURMA, julgado em 18/05/2021, DJe 09/06/2021).
3. Da atuação do Sindicato Rural de Uberlândia Em decorrência da inexigibilidade do salário educação, as instâncias superiores têm determinado a desoneração quanto à sua contribuição e também que os valores pagos de maneira ilegal durante os últimos cinco anos sejam restituídos aos empregadores rurais, devidamente corrigidos. Para pleitear esse direito, no entanto, é preciso solicitar judicialmente a suspensão do pagamento da referida contribuição, bem como a compensação retroativa. O Sindicato Rural de Uberlândia está ingressando coletivamente com uma ação versando sobre este tema, que beneficiará todos os seus representados. O direito pleiteado pelo Sindicato Rural de Uberlândia na ação coletiva é o de isentar definitivamente os seus associados de recolherem a referida contribuição, bem como de recuperar os valores pagos pelos empregadores rurais. Diante da existência da ação coletiva, se torna desnecessário o ajuizamento de ações individuais, pois, todos os associados do Sindicato Rural de Uberlândia serão beneficiados pelo resultado obtido pela entidade. Uma vez proferida a decisão favorável pela Justiça Federal, os cumprimentos de sentença poderão ser pleiteados em favor dos associados interessados, de forma individualizada. Maiores esclarecimentos poderão ser obtidos junto ao departamento jurídico do Sindicato Rural de Uberlândia.
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ESTADUAL DO MANGALARGA MARCHADOR REÚNE 250 ANIMAIS NO CAMARU
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Sindicato Rural de Uberlândia recebeu a 58ª Exposição Estadual do Mangalarga Marchador, entre os dias 1º e 6 de junho de 2021. O evento foi realizado pelo Núcleo dos Criadores do Triângulo Mineiro com a chancela da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM). Foram julgados 250 animais vindos de 65 criatórios dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Distrito Federal, Tocantins e Rio de Janeiro. Os julgamentos ocorreram sem público expectador e foram transmitidos ao vivo pela internet para mais de 45 mil pessoas pelo canal do Sindicato Rural no Youtube e pelo site da ABCCMM. O presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Silveira, destacou a qualidade e a quantidade de animais que participaram da exposição. “Este é um evento de grande representatividade já que estamos recebendo em nosso parque de exposições criadores de seis estados brasileiros”, afirmou. O presidente do Núcleo Marchadores
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do Triângulo, André Alas, destacou a importância de sua diretoria e do Sindicato Rural de Uberlândia para a realização do evento. “Agradeço ao Sindicato Rural pelo apoio financeiro e também por nos ceder o espaço e sua equipe de colaboradores, o que nos ajudou na realização do evento”, disse. Alas destacou também a participação expressiva de CTEs e de outros núcleos de criadores nesta edição da exposição.
EXPO HORSE CAMARU TERÁ 25 DIAS DE ATIVIDADES EQUESTRES EM UBERLÂNDIA primeira edição da Expo Horse Camaru será realizada pelo Sindicato Rural de Uberlândia, entre os dias 30 de setembro e 24 de outubro de 2021, no parque de exposições Camaru. O evento terá 25 dias de atividades equestres com provas, cursos, palestras e leilões. A iniciativa tem como objetivo fomentar atividades de equitação para crianças, jovens, adultos, além de conscientizar este público sobre a importância da prática esportiva. Durante a Expo Horse, acontecerão as provas das modalidades Três Tambores, entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro; Team Penning, entre 21 e 23 de outubro e Ranch Sorting, nos dias 23 e 24 de outubro. As atividades serão homologadas pelas entidades ANTT, ABQM e CONTEP. A previsão de premiação para competidores é de R$
120 mil ou rateio de 60% do valor total arrecadado com as inscrições conforme regulamento. A programação do evento incluirá ainda palestras com os temas Primeiros Socorros em Equinos e Seleção e Criação do Cavalo Atleta, nos dias 11 e 12 de outubro; uma live do CONTEP – Conselho Nacional de Team Penning, no dia 13 de outubro; Curso de Team Penning, no dia 15 de outubro e um leilão de equinos no dia 20 de outubro.
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ARTIGO COMMODITIES AGRÍCOLAS – O CENÁRIO ATUAL E A GESTÃO DE RISCO Por Ana Lenat – Estrategista Chefe na Germinare Agro.
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produção agropecuária brasileira é reconhecida como uma das mais tecnificadas do mundo, soubemos, como poucos, adaptar espécies de animais de produção e variedades de plantas aos nossos diversos biomas. Na produção animal, a avicultura e a suinocultura nos colocaram entre os maiores produtores e exportadores do mundo. A sanidade de nossas granjas é exemplo internacional, somos um dos poucos países que nunca apresentaram um foco de influenza aviária e somos livres da peste suína africana. A confiança na qualidade de nossa carne é tanta, que exportamos para mais de 140 países ao redor do mundo. Na agricultura, a técnica do plantio direto, tão difundida há décadas, proporcionou uma revolução no campo, possibilitando o aumento das áreas agriculturáveis, da produtividade das lavouras e a sustentabilidade da cadeia, com o sequestro de carbono e redução na utilização de combustíveis fósseis para o manejo das áreas produtivas. Para mantermos nosso agronegócio na liderança e vanguarda mundiais, é necessário entender o cenário atual e atuar de forma a obter os melhores resultados, não somente técnicos, mas também financeiros.
Cenário de Mercado Atual
As cotações de soja e milho vêm em alta há muitos meses, isso provocou uma “certeza” entre os produtores de grãos: aguardar para vender o produto no futuro sempre é uma boa alternativa, porque o preço continuará subindo. E do ponto de vista do comprador dos insumos, é de que se esperar, vai pagar mais caro pelo milho ou pelo farelo de soja para alimentar seus animais. Mas essa “certeza” continuará valendo por quanto tempo? Na economia tudo é cíclico. Foi no final de 2018 que observamos a maior disruptura no mercado agropecuário mundial do século. O surto de peste suína africana que assolou a Ásia e chegou até a Europa, trouxe um choque de oferta que não fora observado pela humanidade desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Com o abate de mais de 50% do plantel da China foi necessário que outros países, como os Estados Unidos, Brasil, e mesmo a Europa, aumentassem a produção de carnes, para suprir o déficit de quase 1Kg de carne/ hab/ano que se formou naquele momento. Em seguida, vieram as frustrações em relação às safras brasileiras de 2018/19, de soja, e de 2020/21, com atrasos no plantio e na colheita da safra verão e
perda, sem precedentes, da segunda safra de milho. No cenário internacional temos a queda na produtividade na safra norte americana 2021/22 de grãos, que promete deixar o quadro de oferta e demanda ainda mais apertado. Isso tudo em meio a uma pandemia, que alterou os hábitos de vida de bilhões de habitantes, que com menor renda, aumentaram o consumo de bens básicos. Se o clima ajudar, devemos observar uma tendência de alta nos preços dos grãos, pelo menos até meados de 2022. Depois disso, pode ser que observemos estabilidade ou mesmo queda nas cotações dos grãos, já que o quadro de oferta e demanda passa a ficar mais equilibrado e repetindo o ciclo econômico de alta e queda, que se repete, afinal, o melhor remédio para o preço alto é o preço alto. Mas como o produtor rural pode diminuir sua exposição a essas incertezas e se manter competitivo, independentemente da queda ou alta dos preços das commodities agrícolas? Não há fórmula mágica, mas a gestão de risco é uma das alternativas, se não, a melhor.
Gestão de Risco
A cada dia percebemos, que somente os dados de oferta e demanda não são suficientes para compreender a oscilação dos preços das commodities. Há anos os fundos de investimento, que tem perfil e interesses mais especulativos - e aplicam bilhões de dólares em commodities todos os anos - aumentam ou diminuem sua exposição, mais por conta da análise de sua cesta de ativos, do que pelo que está acontecendo no dia a dia do agronegócio. Com o avanço da tecnologia, a informação passou a estar disponível a todos, em tempo real. Hoje, há casas de análises independentes, que focam no negócio do cliente e orientam na tomada de decisão a custos bem mais acessíveis que no passado recente.
Como agir?
Diante de tamanha incerteza e volatilidade o produtor rural deve, como nunca, entender como a cadeia da qual participa, desde seus fornecedores de insumos até o consumidor final, está evoluindo, quais as tendências mais recentes e como isso impactará a demanda pelo seu produto, as técnicas de produção que serão aprimoradas. Com isso o planejamento estratégico da produção e da comercialização dos produtos diminuirão significativamente a exposição aos riscos previsíveis do mercado.
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ARTIGO
OS DESAFIOS DA PRODUÇÃO DE LEITE Por Fernando Ferreira Pinheiro | Médico Veterinário, Analista Técnico Econômico, Gerência Técnica Econômica Organização das Cooperativas Brasileiras
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m 2020, a cadeia produtiva de leite e derivados demonstrou grande capacidade de enfrentar e superar as dificuldades advindas da pandemia. O setor desempenhou suas atividades e não permitiu rupturas na produção e distribuição e, assim, manteve o abastecimento de leite e derivados em todo o país, atendendo as demandas do mercado brasileiro. A conjuntura imposta pela pandemia mudou os hábitos de consumo aumentando a demanda por lácteos, que refletiu em estímulo à produção. A aquisição de leite por cooperativas e laticínios em 2020 aumentou 2,41% sobre 2019, atingindo a marca de 25,5 bilhões de litros, de acordo com os dados da Pesquisa Trimestral do Leite/IBGE. No primeiro trimestre, a mesma pesquisa apontou aumento de 1,7% na produção inspecionada em relação a 2020. De acordo com os dados da pesquisa do CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq USP, a média Brasil do preço do leite pago ao produtor em 2020 teve aumento de 18,6% sobre 2019. Para junho 2021, o indicador CEPEA registrou aumento de 8% em relação ao realizado em maio, atingindo R$ 2,201/litro na média Brasil. No primeiro semestre de 2021, a média Brasil foi de R$ 2,05/litro, aumento de 33,6% sobre o mesmo período de 2020. Entretanto, esse cenário de valorização do leite no campo não reflete aumento de rentabilidade para o produtor, tampouco forte aumento na demanda de lácteos. A conjunção de custos de produção mais alto, o atual período de entressafra e problemas climáticos localizados diminuíram a disponibilidade interna nos últimos meses. O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do CEPEA recuou 1,67% de abril para maio, no acumulado até maio 2021 o índice acumula recuo de 15%. Dessa forma, a redução da oferta de leite em maio, aumentou a competição pela matéria prima leite. Do lado da demanda, 2021 iniciou com crescimento no consumo interno de lácteos, entretanto em níveis inferiores a 2020 por conta da redução do poder de grande parcela da população brasileira, ponto de atenção para o futuro. Com relação ao custo de produção, o aumento vem afetando as margens da produção de leite
desde 2018. Nos últimos 12 meses, o Índice de Custos de Produção da Embrapa Gado de Leite (ICP/Leite) registrou alta acumulada de 39,46%. Na análise segmentada, os custos com o grupo alimentação concentrada aumentaram 68,25%, seguido dos custos com produção e compra de volumosos com elevação de 48,74% e do grupo sal mineral que registrou alta de 21,57%. O forte aumento de custo com alimentação concentrada ocorre devido aos sucessivos aumentos nas cotações de milho e soja, de 101% e 41%, respectivamente, sobre maio 2020. Para junho, de acordo o Centro Inteligência do Leite da Embrapa Gado de Leite, o aumento da oferta de grãos no mercado interno associado à valorização do real frente ao dólar contribuíram para um moderado recuo nas cotações de milho e do farelo de soja ao longo do mês, 8% e 7% respectivamente. Entretanto, o cenário é ainda de atenção, pois no caso específico de milho e soja, os estoques de passagem seguem em patamares historicamente baixos sustentando a valorização de ambas as commodities. Esse quadro enfraqueceu o poder de compra do produtor de leite. No caso do milho, de acordo com o CEPEA, em maio o poder de compra do produtor recuou pelo quinto mês consecutivo. Em abril eram precisos 48,97 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho (base Campinas -SP), em maio, foram necessários 49,46 litros. Comparado a 2020, a redução no poder de compra chegou a 36%. Dessa forma, apesar do aumento nos preços do leite, os custos de produção exigem atenção pelos produtores. Os pecuaristas precisam reforçar o controle sobre os números de sua atividade, sobre a eficiência na utilização de insumos e recursos, bem como na redução de perdas. Mesmo com a melhora nas perspectivas macroeconômicas para 2021 projetando um cenário mais favorável, há ainda muitos fatores de incertezas no horizonte. Sendo assim, é preciso muita atenção com a gestão da produção, nas melhores oportunidades de aquisição de insumos e sobretudo, na busca de novas tecnologias que otimizem a utilização de recursos e insumos.
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USINA SOLAR DO CAMARU TEM CAPACIDADE AMPLIADA
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usina fotovoltaica instalada no parque Camaru foi ampliada no primeiro semestre deste ano tornará a instituição autossuficiente na produção da energia consumida no local. A planta inaugurada em 2020 era composta de 124 módulos de 365w com capacidade para gerar 71.880 KWh/ano. Com os novos investimentos, o equipamento passará a contar com 292 módulos 330W e capacidade total de geração de mais de 112.000 KWh/ano. De acordo com o diretor do Sindicato Zorival Tavares isso representa uma economia de R$120 mil por ano para a instituição. O payback estimado do projeto é de 4 anos. O volume de energia gerada no local seria suficiente, por exemplo, para abastecer mais
Investimento trará autonomia para o Sindicato Rural na geração da própria energia elétrica no parque
de 45 residências com consumo médio de 200 kwh/mês. Outro aspecto relevante da inciativa são os benefícios ambientais, já que a geração fotovoltaica evita a emissão de gases de efeito estufa à medida que substitui parte da eletricidade gerada por fontes fósseis como gás natural, carvão e óleo.
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PROGRAMA ATe ATeG ABRE VAGAS PARA ASSISTÊNCIA GRATUITA EM UBERLÂNDIA
Sistema FAEMG e o Sindicato Rural de Uberlândia estão formando dois novos grupos de produtores para o Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) na cidade. São 50 vagas, nas cadeias da bovinocultura de corte e da agroindústria do Queijo Minas Artesanal. O Programa ATeG é gratuito e trabalha a assistência técnica e práticas de gestão e sustentabilidade com pequenos e médios produtores rurais, pelo período de dois anos. “O projeto é muito interessante. Posso dizer por experiência própria, que a assistência técnica ajuda a vencer os desafios. O ATeG vem complementar e ser o grande diferencial para o aumento da produtividade e redução de custos, sempre através do conhecimento repassado pelos técnicos e especialistas. Esse apoio do SENAR ao produtor é fundamental”, avalia o presidente do Sindicato Rural, Thiago Silveira. Informações pelos telefones (34) 3292 8809 e 9 9976-9570.
FAEMG + INTERIOR O Sindicato Rural de Uberlândia assinou o termo de adesão ao Projeto FAEMG + Interior, de-
Serão 50 vagas gratuitas para assistência técnica e práticas de gestão por 2 anos
senvolvido pelo Sistema FAEMG/SENAR/INAES para capacitar as entidades para o incremento dos serviços oferecidos ao produtor rural. O primeiro pacote de serviços inclui a emissão de Nota Fiscal, Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), Guia de Trânsito Animal (GTA) e Valor da Terra Nua (VTN). Para o presidente do sindicato, Thiago Silveira, o FAEMG + Interior é uma proposta bem planejada para incentivar os sindicatos a se tornarem, cada vez mais, prestadores de serviço para os seus associados.
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HOMENAGEM Recentemente perdemos três personalidades marcantes na trajetória do Sindicato Rural de Uberlândia. Com esta homenagem, e com profundo pesar, nos despedimos de Luiz Humberto Carneiro, Ayrton Teodoro e Antônio José de Almeida.
Nossa gratidão Luiz Humberto Carneiro
Obrigado por tudo Antônio José de Almeida (Tõe Dolar) e Ayrton Teodoro (Ti Ayrton)
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SINDICATO RURAL TEM NOVA GESTORA EXECUTIVA
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aniela Carvalho Collantoni Ribeiro, a Dani do Sindicato Rural, como é conhecida no meio agro, foi promovida recentemente ao cargo de Gestora Executiva, pelo presidente Thiago Silveira. Daniela iniciou sua carreira no Sindicato Rural de Uberlândia em 2001, como secretária da diretoria na gestão do então presidente Paulo Roberto Andrade Cunha. Atualmente, além atender demandas da diretoria, ela é responsável pelo atendimento aos produtores rurais. Sua atuação garante que os serviços e benefícios oferecidos pela entidade cheguem aos associados de forma eficaz. O trabalho da equipe gerenciada por Daniela resultou na conversão de mais de 80 novos filiados no primeiro semestre do ano.
APROVEITAMOS PARA AGRADECER E DAR AS BOAS-VINDAS AOS SEGUINTES ASSOCIADOS: Acir José da costa Adão Francisco dos santos Adreliom Ferreira Adriano Assumpção Carvalho Amanda Alves de Morais Anastácio Gomes Lamonier André Luiz Melo Queiroz Antônio Cesar de Melo Artur Borges Franco Bruno Eduardo Lozi Santos Bruno Ribeiro de Souza Carlos Alberto Pinto de Olivera Carlos Cardoso Júnior Carlos Fernando Carneiro Carmine Rocha Oliveira Celso Venâncio Teixeira Machado e Outro Dalmo Pereira Rezende Diego Oliveira Cardoso Dilson Martins de Deus Diógenes Pereira da Silva Diogo Pereira Teodoro de Barros Edison Alex Possi Scamardi Eleusa Maria de Oliveira Ferreira Emanuelle Candida Andrade Moreira Epaminondas Luiz Pacheco Neto Eros Vinicius Pozzi Baldrati Fabiana Pereira Teodoro de Barros Diniz Fabio Badaro Fabio Tomas Ramos Fenando de Souza Landim
Flavio Rodrigues da Cunha Francisco Esio Guedes Frederico Borges Quites Crozara Gessi Alves Rocha Gilberto Teixeira de Almeida Junior Guilherme Ribeiro de Souza Neto Gustavo Cunha Lima Gustavo Ferreira Lopes Gustavo Henrique Duarte Caixeta Helio Ferraz de Oliveira Helvécio José Ribeiro Idalina Alves Ferreira João Carlos Rabelo João Carlos Valeriano Joaquim Fagundes Julsa de Freitas Oliveira Juvenal Pinto Da Rocha Leandro Knychala Goulart Leandro Pereira Dias Leonardo Resende Fernandes Lourenço Custodio Fernandes Lucas Morato Faria Pereira Luciano Biasi Luis Antônio Andrade Lima e Outro Luiz Carlos Lopes Luzmarina de Ávila Fernandes Marcelo Alves da Rocha Dias e Outro Marcelo Vicentinni Franco Maria Cristina Felix Monteiro Dahouk Maria Nicolina Brandão Vieira
Mario Paulo Cassiano e Paes Mary Pereira Teodoro Mateus Alves Carrijo Mauro Belisario Barreiros Da Cunha Milton Fernandes Carneiro Júnior Natália Candelas Hemmer Nathalia Fagundes Silva Odair Delfino De Souza Olenilza Aparecida Rissa Otayde Gomides de Souza Junior e Outra Patrícia Diniz Junqueira Planalto Ovos Ltda Rafael Rodrigues Silva Reginaldo Cesar da Silva Reinaldo Schiavinato Pereira Ricardo Luiz Merenda Silva Roberto Cordeiro Neto Rodolfo Apolinário de Faria Garcia e Outro Romel Anízio Jorge Filho Rubens Debs Procópio Sebastiao Luiz de Almeida Filho Sindeval José da Silva Tiago Moraes Ferreira Valdomiro Alfredo de Souza Vale do Tijuco Açúcar e Álcool S.A Victor Sansoni da Mata Vilma Nascimento Naves Vivian Costa Santos Carrijo Walter Knychala WR Coordenação em Leilões
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