S I N D I C ATO R U R A L D E U B E R L Â N D I A Ano 10 – nº 73 – distribuição dirigida
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Esta Estaééaamelhor melhorépoca épocado doano anopara paraplantarmos plantarmos solidariedade solidariedadeeecolhermos colhermosum ummundo mundomelhor. melhor.
Boas Boasfestas festaseeum umpróspero prósperoAno AnoNovo. Novo.
DIRETORIA
PALAVRA DO PRESIDENTE Caro associado, Você está recebendo a última edição da Revista Camaru de 2015. Aproveitamos o espaço para desejar um Feliz Natal e agradecer por sua participação nas atividades promovidas pelo Sindicato Rural ao longo deste ano. Nesta edição nossa matéria de capa aborda um dos problemas mais graves enfrentados pelo produtor rural em nossa cidade: o crime de invasões de terra. Relatamos a atual situação em Uberlândia e ainda trazemos recomendações de especialistas sobre comportamentos e atitudes que devem ser adotados por proprietários rurais para enfrentar este problema. Vamos também falar de nosso Centro de Amostras e Aprendizagem Rural de Uberlândia. Sabia que este é o significado da sigla CAMARU? Muitos visitam o parque na época da
Presidente Thiago Soares Fonseca 1º Vice-presidente Júlio César Pereira 2º Vice-presidente Gustavo Galassi Gargalhone 1º Tesoureiro João Carlos Semenzini 2º Tesoureiro Claudionor Nunes de Morais 3º Tesoureiro Thiago Bianchi Silveira 1º Secretário Carlos Gonçalo Neves 2º Secretário Flávio Silva Vieira Gonçalves 3º Secretário Dagmar José dos Santos Suplentes da Diretoria Roger Crosara Mansur Délcio Vieira Tannús Filho Eduardo Jorge Milagre Eduardo Dessimoni Teixeira José Antônio Marquez Grama Pedro Roberto de Oliveira Airton Teodoro Maurício Jorge de Lima Gilmar Goudard Conselho Fiscal Zorival Tavares Carneiro Fausto Elias Nascimento Leon Bernardo Knychala Suplentes do Conselho Fiscal Gilvan Sorna de Paula Antônio José de Almeida Conselho Consultivo Odelmo Leão Luiz Humberto Carneiro Paulo Roberto Andrade Cunha Paulo Ferolla da Silva
FALECONOSCO PABX – (34) 3292 8800 FAX – (34) 3292 8830 Atendimento ao associado – (34) 3292 8809 Departamento Comercial – (34) 3292 8840 Departamento de leilões – (34) 3292 8810 Departamento técnico – (34) 3292 8811 Departamento jurídico – (34) 3292 8806 Instituto Mineiro de Agropecuária – (34)
Exposição Agropecuária e da Femec, mas poucos sabem que o espaço também pode ser
3292 8814
alugado por terceiros para realização de eventos. E o melhor, nosso associado tem descon-
gulo Mineiro– (34) 99971 6202
to de 50 % no valor da locação. E por falar em Femec, a Feira do Agronegócio do Estado de Minas Gerais terá sua quinta edição de 29 de março a 1º de abril de 2016. Receberemos aqui os principais fabricantes de máquinas, equipamentos, implementos e insumos agrícolas, e ainda veículos utilitários e outros negócios voltados para a produção agropecuária. Além disso, estamos preparando um amplo programa de palestras que será oferecido gratuitamente no período da feira. Nossa revista ainda traz outras matérias interessantes para quem tem a terra como fonte de geração de riquezas e a faz cumprir seu papel sócio econômico de forma honesta e responsável. Desejamos ao nosso associado, e a todos os produtores rurais, um feliz ano novo e que em 2016 os negócios sejam ainda mais prósperos no campo.
Associação dos Criadores de Nelore do TriânAisp Rural – (34) 3226 6555 Agritap – (34) 3292 8819 Aproimg – (34) 3292 8832 E-MAILS camaru@camaru.org.br ascom@camaru.org.br associados@camaru.org.br leilão@camaru.org.br
EXPEDIENTE JORNALISTA RESPONSÁVEL Gustavo Lazzarini – MTB MG 05407JP REDAÇÃO Gustavo Lazzarini Luis Antônio Figueira PAGINAÇÃO House Gráfica Rápida - 34 3219-0618 FOTOS Fellipe Côrtes Clécio Duarte Foto de capa Drone Via-Drones Dia D Filmes REVISÃO
Boa leitura!
Gustavo Lazzarini IMPRESSÃO GBEX
Thiago Soares Fonseca Presidente do Sindicato Rural de Uberlândia
Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores. Esta é uma publicação bimestral do Sindicato Rural de Uberlândia com distribuição gratuita
ANUNCIE DANIELA COLLANTONI (34) 99968 1983 ASCOM (34) 3292 8818 SUPERINTENDÊNCIA – (34) 3292 8821
Parque durante a Exposição Agropecuária FOTO DRONE DIA D FILMES
PARQUE CAMARU É OPÇÃO VERSÁTIL DE LOCAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE EVENTOS 4
Parque durante a Femec 2015 FOTO MAYCON FERNANDES
Com área murada de 330 mil m², ruas asfaltadas e infraestrutura segura e versátil para realização de eventos com formatos diferentes, o Parque Camaru tradicionalmente recebe a Exposição Agropecuária de Uberlândia, em agosto, e a Femec no mês de março. Estes são os principais eventos realizados no local pelo Sindicato Rural que, além disso, coloca o recinto de forma integral ou de seus espaços para locação por terceiros para realização de feiras, leilões, palestras, eventos sociais, além de shows, provas equestres e treinamentos empresariais. O Sindicato Rural oferece ainda desconto de 50% no valor da locação para seus associados. Em sua estrutura, o auditório é climatizado e tem capacidade para receber um público de até 200 pessoas. Com dois espaços diferenciados, o Parque Camaru, oferece total estrutura para realização de shows de grande porte, com capacidade para receber até 30 mil pessoas em cada arena. “Na arena principal são realizados os grandes shows durante a feira agropecuária e no segundo espaço acontecem outros shows e eventos durante o ano, como o show da dupla Victor & Léo, realizado neste ano”, disse José Gaspar de Faria, Superintendente do Sindicato Rural de Uberlândia (SRU).
Para a realização de outros eventos, como leilões de gado, casamentos, festas de aniversário ou de confraternização de empresas, o Parque Camaru possui o Tatersal de Elite, que pode receber até mil pessoas (250 mesas) e ainda o Tatersal Convencional. “Temos aqui também um amplo espaço para realização de acampamentos ou eventos de escolas, além da Casa do Criador e a Brunella, que podem também ser utilizados para realização de eventos festivos”, destacou José Gaspar. Para exposições ou mostras de bovinos, equinos e até caninos, o Parque possui as pistas de areia e de julgamento, baias para cavalos, currais e pavilhões para bovinos. “A pista de areia e as baias são arrendadas para a Associação dos Cavaleiros do Camaru (ACC), que também loca a pista e baias, a preços especiais”, explicou o superintendente do SRU. NOVIDADE Como forma de oferecer mais serviços aos associados, o Parque Camaru está sendo preparado para prática de atividades físicas como caminhada e corrida. “Temos uma pista de cerca de 2 mil metros, que permitirá aos praticantes, além
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Feira de veículos antigos realizada no Camaru em novembro FOTO VIA-DRONE
da atividade física, um total contato com a natureza. Neste caso, a pista poderá ser usada pelo sócio sindicalizado e também pelo sócio simpatizante, conforme prevê o estatuto do Sindicato. Vale destacar que cada espaço do Parque possui estacionamento próprio, além das ruas internas, que são pavimentadas. No caso de eventos maiores o Parque Camaru pode receber até 2 mil veículos em seus estacionamentos”, concluiu José Gaspar de Faria. Para locar qualquer espaço os interessados devem procurar o setor de agendamento no Sindicato Rural de Uberlândia, na Avenida Juracy Junqueira de Rezende, nº 100, bairro Pampulha, ou pelo e-mail compras@camaru.org.br. Outras informações pelo telefone (34) 3292-8821.
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FOTO FELLIPE CÔRTES
Além de leilões de elite, tetersal pode receber decoração para eventos sociais
Parque com 330 mil metros quadrados tem pista para caminhada e recebe eventos de diferentes formatos FOTO VIA-DRONES
ACESSIBILIDADE Para garantir acesso e conforto às pessoas com deficiência que utilizam cadeiras de rodas, o Sindicato Rural de Uberlândia (SRU) instalou rampas e construiu passarelas no Parque Camaru. “Melhoramos a nossa estrutura dentro do Parque, afinal essas melhorias na acessibilidade são definitivas e estão à disposição para outros eventos que acontecerem aqui. Com isso, os cadeirantes têm toda tranquilidade e segurança para frequentar qualquer espaço, desde o estacionamento, portarias e o local onde o evento for realizado”, disse Thiago Fonseca, presidente do SRU.
FOTO FELLIPE CÔRTES
Auditório com capacidade para 200 pessoas pode ser alugado por empresas 7
FOTO VIA-DRONE
Horta em mandala é cultivada dentro do parque Camaru
SINDICATO MANTÉM PROJETO DE HORTA MANDALA HÁ TRÊS ANOS As hortas de formato circular ainda não são muito comuns no Brasil, embora a ideia de fazê-las assim tenha mais de 30 anos. Este modelo ganhou atenção na década de 1970, com o movimento de permacultura (agricultura permanente), criado pelo ambientalista Bill Mollison, na Austrália. Ele preconizava outra forma de dispor as espécies vegetais, mais de acordo com o ecossistema. Com a crescente preocupação envolvendo a natureza, esse conceito adquire fôlego novo e se espalha entre os agrônomos. O termo mandala vem do sânscrito e significa 8
“sagrado” ou “círculo mágico”. Trata-se de um jardim de círculos concêntricos que respeitam a agricultura ecológica. No Camaru, em uma área de cerca de 500 metros, o projeto de horta mandala foi implantado há três anos, com o objetivo de apresentar ao produtor rural uma forma de cultivo, que permite uma produção mais concentrada e diversificada de hortaliças. “É um projeto até certo ponto barato, viável para pequenas propriedades rurais, que garante boa produção durante o ano todo. Vale ressaltar que o melhor aproveitamen-
to se dá no período pós-chuvas, entre os meses de março e outubro. Quanto maior a diversidade de produtos cultivados, maior o equilíbrio ambiental e menor o índice de pragas e a necessidade de intervenção”, disse José Gaspar de Faria, superintendente do Sindicato Rural de Uberlândia (SRU), idealizador do projeto. O agrônomo Guilherme Lazzarini reforça as vantagens da horta mandala, principalmente no que se refere à saúde dos produtos. “Como o inseto voa somente em linha reta e o plantio é feito em círculo, fica mais difícil a proliferação da praga. Outro aspecto importante está relacionado ao principio circular da horta, uma vez que a energia circula o tempo todo na mandala”, disse Lazzarini. A mandala do Camaru foi construída com oito anéis, um taque de irrigação no centro, que leva água aos canteiros através de mangueiras. “Utilizamos o nosso tanque para criação de alevinos, inclusive espécies que se alimentam da larva do Aedes Aegypti, também conhecido como mosquito da Dengue. Temos uma pessoa que cuida da nossa mandala e toda a produção é doada
para os funcionários e o excedente repassamos a instituições de caridade”, disse José Gaspar. Outro aspecto importante da horta mandala é ter um bom projeto e fazer o escalonamento dos produtos. Além disso, na mandala os resíduos de folhas são utilizados na alimentação dos peixes e galinhas que podem ser introduzidos em cercados ao redor e desses animais, utiliza-se o esterco como fertilizante. “A rotatividade de plantas contribui para a saúde do solo. Cada espécie precisa mais de um determinado nutriente. Se plantamos sempre a mesma coisa, logo o solo vai se esgotar nesse nutriente. Porém é preciso ter conhecimento para aproveitar a sazonalidade”, explica o superintendente do SRU. A horta mandala do Camaru produz alface, couve, cheiro verde, salsinha, jiló, repolho, cenoura, beterraba, berinjela e outros. “Durante a feira agropecuária a nossa mandala é visitada principalmente por crianças e adolescentes, que recebem informações do projeto e a importância nutricional de cada alimento que é produzido aqui”, concluiu José Gaspar de Faria.
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HELICOVERPA ARMIGERA, ESSA PRAGA AINDA RONDA NOSSAS LAVOURAS A primeira vez que essa praga foi identificada nas culturas brasileiras foi na safra 2012/13, mais precisamente, em fevereiro de 2013. Nesta safra a praga cousou grande prejuízos para agricultores nas culturas de algodão, milho e soja. Com certeza, essa lagarta, já estava há vários anos em nossas lavouras, pois foram identificadas em vários estados no mesmo ano. O maior nível de infestação da Helicoverpa acontece em condições de clima quente e seco. Portanto, o veranico de janeiro/fevereiro, que vem acontecendo com grande intensidade, favorece o desenvolvimento da praga e o produtor tem que ficar cada vez mais atento. A fim de identificar o surgimento da praga nas lavouras, é necessário fazer o monitoramento da incidência de lagartas. Esse monitoramento pode ser realizado utilizando o pano de batida, armadilha de feromônio ou armadilha luminosa. As armadilhas servem mais para o monitoramento e a utilização do pano de batida é um resultado direto em campo e dá um número exato de indivíduos e também seu tamanho, facilitando assim, tomada de decisão por parte do produtor. O monitoramento deve acontecer uma vez por semana quando a lavoura de soja estiver no estágio vegetativo e duas vezes por semana quando estiver no estágio reprodutivo, visto que as lagartas atacam as vagens, parte de maior valor da planta. O pano de batida, que é uma tecnologia já bastante conhecida dos produtores, consiste em um pano branco, com um metro de comprimento e com largura variável e deve ser utilizado da seguinte forma: posiciona-se o pano de batida bem esticado na entrelinha da cultura, e bate-se nas plantas, de forma a todas lagartas e insetos caírem sobre o pano. Em seguida fazer a separa10
ção das lagartas e por último a contagem. Deve-se realizar uma batida para cada 10 hectares de lavoura. O ponto mais importante é a identificação das espécies de lagartas encontradas nas batidas. Neste caso o produtor deve buscar a orientação de profissional qualificado para efetuar a identificação correta, visto que existem outras espécies de lagartas com morfologia muito parecidas. É recomendado o controle desta praga quando forem encontradas em média quatro lagartas por pano de batida na fase vegetativa da cultura e duas lagartas por pano de batida quando a lavoura estiver no estágio reprodutivo. Quando atingir esse nível de infestação, o produtor deve buscar a orientação de um Engenheiro Agrônomo para fazer a prescrição do produto a ser utilizado para o controle da praga. Ademar Franco Guimarães Engenheiro Agrônomo - Emater-MG
ESTACIONAMENTO DO SINDICATO RECEBE OBRA PARA ESCOAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL O Sindicato Rural de Uberlândia realizou intervenção no estacionamento da administração da instituição, no mês de novembro, a fim de facilitar o escoamento de água pluvial para fora da área de veículos. Com a obra que custou cerca de R$ 10 mil, a água que ficava acumulada no local em dias de chuva, causando desconforto para associados, deixou de ser um transtorno.
Para solucionar o problema foi necessário escavar um canal que coletará o volume de água antes que a mesma chegue ao estacionamento. A canalização com cerca de 100 metros de comprimento recebeu brita, caixas de limpeza e manilhas que escoarão a água para o córrego que passa no parque. Com a iniciativa, o Sindicato atende a uma reivindicação do associado e oferece mais conforto ao visitante.
SOLUÇÃO PARA A REPRESA AINDA DEPENDE DE APROVAÇÃO DE PROJETO A solução definitiva para a represa do Parque Camaru, que se rompeu em março de 2015, ainda depende da aprovação do projeto encaminhado pela Prefeitura de Uberlândia para o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari. Na avaliação do Departamento Técnico do Sindicato, a solução para o problema, que é de responsabilidade do poder público, seria a canalização do córrego Lagoinha ou a execução de contenções a montante da represa para evitar futuras inundações no local.
A represa do Camaru foi construída na década de 80 apenas com função estética. Ao longo dos anos, o reservatório passou a receber volume de águas pluviais cada vez maiores devido ao crescimento urbano e consequente impermeabilização do solo no entorno do parque. Desta forma, a água que naturalmente era infiltrada no solo, foi canalizada para o ponto mais baixo da bacia onde está a represa que não suportou o aumento do volume.
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FEMEC 2016 TERÁ CAPACITAÇÃO GRATUITA PARA PRODUTORES RURAIS O Sindicato Rural de Uberlândia oferecerá gratuitamente, amplo programa de capacitação para o produtor rural com seminários, cursos, palestras e clínicas tecnológicas durante a 5ª Femec que acontecerá no Parque Camaru, de 29 de março a 1º de abril de 2016. Os temas das apresentações foram sugeridos por técnicos de instituições públicas e privadas ligadas ao agronegócio. Entre os assuntos, estará a discussão sobre a situação hidroambiental na região, com foco no saneamento rural, gestão do lixo nas propriedades, conservação da água e do solo, reuso de efluentes e uso correto de agrotóxicos. O evento terá ainda seminários sobre o Programa Nacional de Aquisição de Alimentos (PNAE), técnicas de irrigação e Cadastramento Ambiental Rural (CAR). Serão discutidos também temas relacionados à piscicultura como prevenção de doenças, nutrição, manejo e formas de abate de peixes. No segmento da fruticultura e olericultura serão abordadas técnicas de Mulching para controle de nematoides, além de orientações sobre cultu-
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ras de produtos como Maracujá, Tangerina, Alface, Banana, Goiaba, Uva, Beterraba etc. Na bovinocultura, serão debatidas questões sobre cruzamentos em bovinos de corte e de leite, com perspectivas de melhoramento genético. O programa abordará ainda a agroindústria rural, além de cursos de processamento de alimentos e utilização de produtos da roça na gastronomia. As seguintes instituições apoiam o Sindicato Rural na composição do cronograma de palestras: Sebrae, Faemg, Senar, Governo de Minas, Emater-MG, IMA, EPAMIG, IEF, SUPRAM, Universidade Federal de Uberlândia, Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Prefeitura de Uberlândia, Secretaria de Agropecuária e Abastecimento, Secretaria de Meio Ambiente, DMAE, Ferub, Vigilância Sanitária, ABCZ, Associação de Criadores de Girolando, CEASA, CBH Araguari, Aciub, Cooperaf, Guabi, Associação de Criadores de Cavalos Mangalarga Marchador, Associação de Criadores de Nelore.
USO DA MARAVALHA HIGIENIZADA COLABORA COM SANIDADE DE ANIMAIS Diante das exigências impostas pelos órgãos de vigilância sanitária, em se garantir normas de bem estar animal e qualidade microbiológica dos alimentos, as granjas (aves, suínos, equinos, bovinos e outros), buscam no mercado empresas e sistemas que atuam no atendimento dessas exigências. Uma das formas encontradas para se garantir o bem estar e qualidade dos animais é a utilização da maravalha processada termicamente (higienizada), que em Uberlândia é representada pela empresa “Rodofort”, que atende o mercado local, regional e nacional, com uma produção de 4 mil metros de maravalha higienizada/mês. De acordo com Petrônio Ferreira da Silva Júnior, um dos proprietários da Rodofort, a durabilidade do produto pode chegar a dois anos, mas a recomendação é que seja utilizado para quatro plantéis (cerca de 200 dias). “Estamos no mercado há 20 anos, e produzimos a maravalha higienizada de acordo com os padrões exigidos pelos órgãos sanitários”, disse. A maravalha higienizada é produzida a partir da serragem de eucalipto. “A maravalha passa
por um processo térmico de secagem a 500 graus centígrados por cerca de 5 minutos, em seguida é conduzida para embalagem através de uma esteira, sem que haja qualquer contato com o solo ou manual. A entrega do produto é feita em um caminhão com características específicas, que passa por um processo completo de higienização”, explica Samuel Ferreira Batista, que também é proprietário da Rodofort. Para cobrir um barracão de 180 metros quadrados são utilizados cerca de 150 metros cúbicos de maravalha higienizada. O produto é utilizado em camas de frango e peru (aviários), compost barn (confinamento de gado leiteiro), baias de cavalos e composteiras de leitões e aves. “Aqui em Uberlândia e na região atendemos nossos parceiros e clientes, como BRF, JBS e outras granjas”, disse Petrônio Ferreira. De acordo com o veterinário e sanitarista da BRF, Felipe Augusto da Silva, a maravalha processada termicamente (higienizada) assegura a sanidade da cama de frangos, perus, baias de cavalos e outros, protegendo os animais de bactérias, fungos e agentes causadores de coccidiose. 13
FOTOS VIA-DRONES
Drone pode ser ferramenta útil em propriedades rurais
TECNOLOGIA
DRONE É EQUIPAMENTO IMPORTANTE NA ZONA RURAL Criado para atender ações militares, o drone, que é um tipo de aeronave não tripulada, tem se popularizado pelo mundo e a sua utilização chegou à sociedade civil, por meio de fotógrafos e cinegrafistas. Há pouco mais de 1 ano e meio, o uso do drone ganhou força em Uberlândia, e hoje, é um equipamento bastante utilizado em festas de casamentos, aniversários e outros eventos. Pela sua eficácia, este equipamento, que é controlado à distância por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humanos, já é considerado uma importante ferramenta na zona rural, na medida em que possibilita o monitoramento e registro total da propriedade, sendo possível visualizar o desen-
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volvimento de uma lavoura, desmatamento e incêndio de uma área, até a identificação de pragas na lavoura e no rebanho. O uberlandense Paulo Henrique de Oliveira se interessou por drones e há três anos trabalha com este tipo de equipamento. “Comecei por hobby e hoje trabalho nessa atividade. Estive em Mariana, onde fotografei e produzi vídeos da catástrofe que abateu aquela região depois do rompimento de duas barragens da Samarco. As imagens são impressionantes, porque o drone chegou em locais de difícil acesso”, disse. De acordo com Paulo Henrique, o drone é muito usado principalmente no monitoramento de pragas nas lavouras de soja dos estados de
Equipamento também pode ser utilizado para transporte de objetos na propriedade
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “É um tipo de equipamento que contribui muito para o trabalho de agrônomos, zootecnistas e veterinários. Além disso, o drone tem sido de grande utilidade para topógrafos no mapeamento de loteamentos urbanos e rurais”, explica. Características O drone profissional ‘PHANTON 3 PRÓ’, pesa até 3 kg e é operado através de rádio e tela de visualização, em um raio de 4.5 km do local onde serão produzidas as fotos ou vídeos. “É um tipo de equipamento que possui normas de uso regulamentadas pela ANAC. O drone não pode decolar próximo a aeroportos e nem levantar voo a mais de 120 metros. Em outra situação, o drone não pode ser operado perto de pessoas a uma distância inferior a 30 metros, para que essas pessoas não tenham seus rostos identificados”, disse Paulo Henrique.
de cargas com peso de até 3 kg. “No caso de uma fazenda, onde o gado está sendo vacinado ou um tipo de praga está sendo combatida, às vezes longe da sede, pode receber uma dose de vacina ou de qualquer medicamento através do drone cargueiro sem precisar deixar o local onde está trabalhando. Então, o F 550 é muito útil e interessante para fazer qualquer tipo de transporte de carga, que não ultrapasse o peso permitido”, concluiu Paulo Henrique de Oliveira.
Cargueiro O drone F 550, que pesa de 10 kg a 12 kg é uma importante ferramenta para o transporte 15
ARTIGO TÉCNICO
A GLOBALIZAÇÃO E O AGRONEGÓCIO A Globalização é um conjunto de transformações na ordem política e econômica mundial que vem acontecendo nas últimas décadas, cujo ponto central da mudança é a integração dos mercados, explorada pelas grandes corporações internacionais. Esse processo tem sido acompanhado de uma intensa revolução nas tecnologias de informação como computadores, telefones, televisão e até redes sociais, contribuindo de forma surpreendente para uma maior integração do mundo. Todos sabem que não é um acontecimento recente, mas foi a prática do capitalismo que diferenciou a velocidade e abrangência de seu processo. De repente o mundo tornou-se fortemente capitalista e globalizado e qualquer passo em falso irá resultar em situações que afetarão sobremaneira a economia de países despreparados. O mercado é com certeza um fator decisivo na globalização. É importante admitir que o sucesso dessa integração depende de fatores como a articulação diplomática, de parcerias adequadas e reformas democráticas no País. Analisando o setor Agrário, o comércio mundial de produtos agrícolas é relativamente pequeno diante do que poderia ser e cresce lentamente. Especificamente no caso do Brasil, a exportação pelo agronegócio se diferencia do conjunto da economia brasileira quando se analisa o grau de competitividade e da participação no comér-
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FOTO DIVULGAÇÃO
cio internacional. As exportações totais do país têm representado em torno de 1% do comércio mundial e, quando se trata das exportações agrícolas, este percentual sobe para aproximadamente 3%. Com o atual foco do agronegócio brasileiro no mercado externo, foi necessário buscar dentro da porteira maior produção e produtividade, e também fora dela os produtores estão buscando posicionar-se no mercado, estabelecer contatos, programar a produção, procurar agregação de valor ao seu produto, etc., mudando de forma profunda suas tradições, quebrando muitos dos
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seus paradigmas na condução dos seus negócios. Assim, quanto à realidade e perspectivas do Agronegócio Brasileiro, pode-se dizer que este nos últimos anos cresceu muito em tecnologia, expansão de novas fronteiras agrícolas, produtividade e viés empresarial na condução dos negócios rurais e o Brasil mesmo sem subsídios na agricultura, através de alto grau de competitividade, atingiu posição de extrema relevância no mundo do agronegócio. As exportações do setor alcançam valores expressivos e geram um superávit na balança comercial, os produtos agrícolas exportados sempre compensam outros segmentos. Se o Brasil apresenta um crescimento medíocre atualmente, isto é causado pela má política do governo federal, na verdade este PIB negativo seria maior não houvesse a contribuição do agronegócio! São safras cada vez maiores, exportações e divisas recordes que geram emprego, renda e desenvolvimento socioeconômico para o País. Mas existem dificuldades que ameaçam o setor e, consequentemente, a economia do País como um todo. Podemos enumerar muitos fatores, mas a falta de segurança do produtor em relação ao seguro rural, a deficiente infraestrutura logística como falta de estradas e portos,
que diminui a renda do produtor e encarece os preços ao consumidor, o chamado custo Brasil. Contribui também para isso a burocracia excessiva, a corrupção instalada, a falta de política de preços mínimos como garantia da atividade, o clima instável com chuvas cada vez mais escassas e mal distribuídas, alto custo de insumos, as invasões de terra pelos chamados movimentos sociais, entre outros fatores. Produtores e produtoras rurais, sabemos das dificuldades que enfrentamos no momento e daquelas que iremos enfrentar nos próximos anos em virtude da falta de competência deste governo que aí está. Mas fica aqui uma mensagem de otimismo que no futuro teremos dias melhores em nossa atividade! Aproveitamos a oportunidade para desejar um Feliz Natal para os diretores, funcionários, associados e associadas do Sindicato Rural de Uberlândia, juntamente com todos os seus familiares e amigos, e que o Ano Vindouro nos traga Paz no campo e segurança para exercermos nossas atividades! Engº Agrº Adalto Franco Departamento Técnico Agropecuário Sindicato Rural de Uberlândia Solução Rural Consultoria (34) 3292 8811 / 99991 1293 / 99976 7475
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UBERLÂNDIA ABATE QUASE
1,5DEMILHÃO SUÍNOS POR ANO
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resente na mesa das famílias brasileiras, principalmente nas festas de fim de ano, a carne suína é um alimento rico em várias vitaminas que trazem muitos benefícios ao organismo humano. Entre elas podemos destacar a vitamina B1, que favorece o crescimento dos indivíduos e atua na síntese dos tecidos digestivo, cardíacos e nervosos; a vitamina C, que age estimulando o sistema imunológico do corpo, sendo de importância fundamental para a síntese do sistema ósseo, dos dentes e da formação das cartilagens no corpo humano e a vitamina E, que é um potente antioxidante responsável pela boa manutenção dos tecidos nervosos e musculares. Com 910 mil cabeças, o Município de Uberlândia está credenciado como maior produtor de suínos do Brasil. Este número representa 2,4% do total produzido em todo o País. Com 5,5 mil unidades abatidas por dia, Uberlândia chega à impressionante marca de 1,452 milhão de cabeças abatidas por ano. “85% dos suínos produzidos em Uberlândia é exportado”, disse Juliano Fagundes, presidente da Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (AGRITAP). De acordo com Fagundes, o Brasil já exportou este ano, 60 mil toneladas a mais, em relação a 2014. “A exportação de suínos atende principalmente a Rússia, o Mercado Comum Europeu e Hong Kong”, declarou. Em relação à produção e comercialização de suínos, Juliano Fagundes disse que nos meses de setembro e outubro houve um aumento no valor da carne e a tendência é de estabilização no preço e na procura do produto. “A tendência é favorável neste fim de ano e para 2016, a expectativa é que o mercado se mantenha, por isso, não deve haver grandes alterações para o consumidor”, disse o presidente da AGRITAP. Quanto ao preconceito que ainda existe em relação ao consumo da carne de porco, Juliano Fagundes destaca o melhoramento genético e o controle sanitário na produção de suínos. “Nos últimos anos a suinocultura desenvolveu um trabalho sério no melhoramento genético e o con-
trole sanitário existente atualmente garante a qualidade da carne suína”, concluiu. A PRODUÇÃO Para a produção de suínos, Uberlândia é dotada de 18 maternidades, que atendem as porcas de parição. “A partir daí, os leitões vão para as creches, onde ficam cerca de 45 dias. Em seguida são transferidos para uma das 128 unidades de terminação, onde ficam 150 dias até atingirem de 130 kg a 140 kg para depois serem levados para o abate”, explicou Jeane Silvia Leandro Guarnieri, diretora administrativa e financeira da AGRITAP. INTEGRADOS Ao avaliar o atual momento em relação à produção de suínos em Uberlândia, o diretor do Sindicato Rural de Uberlândia (SRU) e presidente da Associação dos Produtores Integrados de Suínos do Estado de Minas Gerais (APROIMG), Thiago Silveira, disse que houve uma queda no consumo interno, mas em contrapartida as exportações mostram crescimento, já que o dólar está valorizado em relação ao real. “Houve uma retração no mercado, em virtude do alto custo de produção”, justificou. Apesar de considerar o atual momento delicado, Thiago Silveira, explicou que no caso de Uberlândia, onde cerca de 80% dos produtores são integrados, os efeitos da crise econômica não são sentidos, já que todas as oscilações são suportadas pela integradora, no caso, a BRF. Para Silveira, é difícil traçar qualquer perspectiva para 2016, em virtude das dificuldades econômicas e políticas que o Brasil está vivendo. “A produção suína está atrelada ao câmbio e o que vai acontecer, vai depender principalmente da política econômica do governo e até mesmo do que vai acontecer em relação ao atual governo. Por isso, a previsão para 2016 não é otimista, se pensarmos no mercado interno, que não deverá reagir”, concluiu o presidente da APROIMG. 19
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Operação bem sucedida garantiu reintegração de posse de área em20Uberlândia
CRIME DE INVASÃO DE TERRAS LEVANTA DÚVIDA:
DE QUEM É A PROPRIEDADE RURAL?
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considerar que a atividade é responsável pela produção de 80% do suco de laranja e 40% do café mundial, 40% do açúcar exportado no mundo, 500 mil barris/dia de etanol, e ainda, pelo maior rebanho bovino do mundo, pelo país ser o maior exportador de soja, boi e de frangos, ser o segundo exportador de grãos do mundo e responsável por uma parte substancial do PIB nacional, ou seja, constantemente o agronegócio é o responsável por salvar a economia brasileira. Só em Uberlândia, de acordo com o senso do IBGE de 2012, a atividade agrícola é responsável pela geração de mais de 15 mil postos de trabalho, em 3.385 propriedades rurais do Município com um PIB agropecuário de R$ 450 milhões. A força do Sindicato Rural Atento ao tipo de crime que pode alterar este cenário, o Sindicato Rural de Uberlândia (SRU), tem apoiado e orientado seus associados. “É fundamental destacar que as propriedades rurais desempenham um importante papel econômico e social no país e neste sentido somos obrigados FOTO CÂMARA DE UBERLÂNDIA
e o crime de invasão de terras é crescente no Brasil, em Uberlândia e região, a situação não é diferente. Neste ano, 57 propriedades rurais foram invadidas em 17 municípios do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, sendo que deste total 80% aconteceram no Município de Uberlândia. Nos últimos meses os invasores ocuparam as fazendas Santa Terezinha e Santa Vitória, sendo que nesta última, foi cumprido mandado de reintegração de posse por determinação da justiça. De acordo com o comando da 9ª Região da Polícia Militar (9ª RPM), em 2015 foram realizadas 17 reintegrações, sendo 11 em Uberlândia. Diante dessa ameaça ao direito de propriedade surgem algumas perguntas: quem paga essa conta? Quanto custa a reintegração para o Estado e para proprietário da terra? Quais as consequências de uma invasão para o desenvolvimento da atividade rural? Para ilustrar a importância da produção rural brasileira para economia mundial, e o impacto que o crime de invasões pode gerar, devemos
Representantes do Sindicato Rural participaram de debate sobre o tema na Câmara Municipal 21
Reintegração Ocupada no dia 19 de setembro, a fazenda de propriedade da Campo Alegre Agropecuária, teve a retirada dos invasores, por meio de ordem judicial no dia 17 de novembro. De acordo com o advogado Luiz Eduardo Gonçalves Klovrza, a reintegração da fazenda aconteceu de forma 22
FOTO VIA-DRONES
a questionar os motivos da queda do PIB de Uberlândia no agronegócio da segunda para a quinta posição”, ponderou Thiago Fonseca, presidente do Sindicato Rural de Uberlândia (SRU). “É preciso tirar o foco de Uberlândia”, cobrou. Para Thiago Fonseca as invasões levam o medo ao homem do campo, além de provocarem uma desvalorização das propriedades rurais. Durante debate sobre o assunto realizado dia 2 de dezembro na Câmara Municipal, do qual participaram diretores do Sindicato, o presidente reforçou a posição da instituição. “Somos a favor da Reforma Agrária, mas contrários às invasões. É preciso que as leis sejam respeitadas e que o governo tenha uma política agrária definida. Veja que hoje vivemos uma situação nova aqui em Uberlândia, com os fazendeiros implantando segurança particular, com o objetivo único de proteger suas propriedades e suas famílias. Por isso, apoiamos os nossos produtores e reafirmo que o Sindicato Rural de Uberlândia está sempre de olho e fiscalizando”, enfatizou. Outra questão levantada por Thiago Fonseca é o comércio de lotes que são feitos nos assentamentos. “É necessário que se fiscalize os assentamentos já existentes em todo o País, para que se acabe com este comércio”, disse. Na avaliação do presidente Thiago Fonseca, se fosse feita uma reforma agrária nos assentamentos já existentes hoje no município, seria possível colocar todas as famílias que estão sem terra. “Basta fazer a conferência de quem realmente é oriundo do processo original de reforma e retirar das áreas quem comprou terra”, afirmou. Para Fonseca, os assentados devem ter aptidão para trabalhar na terra. “É necessário que se estanque qualquer tipo de invasão, principalmente aqui em Uberlândia”, concluiu o presidente do SRU.
Área invadida em setembro foi desocupada após ordem judicial
mais rápida porque houve um trabalho bem feito a partir da iniciativa do proprietário, que chamou a Polícia Militar imediatamente e fez o Boletim de Ocorrência (BO). “Em seguida ele buscou a nossa assessoria jurídica, que já no dia seguinte à invasão impetrou na justiça o pedido de reintegração de posse, que prontamente foi aceito pelo juiz, que concedeu a liminar”, explicou o advogado, que destacou o papel do SRU no processo de desocupação da área. “O Thiago (Fonseca) teve uma atuação pública importante, na defesa da legalidade e no combate à truculência praticada pelos invasores”, destacou. Outra ação lembrada por Luiz Eduardo Klovrza é a atitude tomada por produtores e empreendedores de nove propriedades localizadas próximas à Campo Alegre, que já acionaram a justiça para garantir a segurança de suas propriedades. “Durante o período de invasão eles se uniram e contrataram uma empresa de vigilância e além disso, entraram na justiça com um pedido de liminar (interdito proibitório), como forma de preservar e proteger suas fazendas”, finalizou o advogado.
ASSESSOR DA FAEMG ENDOSSA ORIENTAÇÕES DE GUIA de compra e venda de equipamentos e produtos, provas testemunhais etc.). O assessor especial da Faemg, em Belo Horizonte, Marcos de Abreu e Silva, endossa as orientações do ‘Guia’, ressaltando que não é possível possuir terra na informalidade. “Tem que ter papeis. O produtor tem que provar que usa a propriedade e que ela é produtiva, por isso é importante ter e guardar notas fiscais de compra de insumos ou qualquer produto e também notas fiscais de vendas, registros de empregados, ou seja, tem que se cumprir a parte burocrática de proprietário e assim tentar mostrar que a propriedade rural exerce uma função social e econômica”, disse Marcos de Abreu e Silva, destacando que função social é produzir e cumprir obrigações ambientais, trabalhistas, burocráticas e econômicas. FOTO VIA-DRONE
Em um Guia Prático de Prevenção Contra Invasões de Terra, os juristas e professores de Direito Civil, Prof. Silvio Rodrigues da Universidade de São Paulo e Prof. Orlando Gomes da Universidade da Bahia, alertam proprietários, arrendatários e empreendedores quanto à proteção e segurança das propriedades rurais. Entre os principais pontos estão a emissão de laudo técnico de produtividade atualizado por um agrônomo ou zootecnista, de preferência de algum órgão oficial do Governo; ter um advogado de confiança, para que ele tenha já estudadas e prontas as medidas jurídicas necessárias, para tomá-las prontamente em caso de necessidade e ter em mãos um dossiê completo de documentos: título de propriedade devidamente registrado no Registro de Imóveis, provas de posse (contratos de financiamento, fotografias, notas fiscais
Proprietário tomou atitudes corretas e conseguiu desocupação em 60 dias
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PROCEDIMENTOS JURÍDICOS EM CASO DE INVASÃO OU AMEAÇA Neste ambiente de conflitos agrários, cabe ao produtor rural se precaver, e, nas hipóteses de ameaça ou invasão de sua propriedade, buscar proteção jurídica, para o que deverá se munir de documentos que comprovem sua posse, bem como a produtividade e o cumprimento da função social do seu imóvel rural. De posse destes documentos (dentre os quais se destacam: matrícula atualizada do imóvel no Cartório do Registro de Imóveis, cartão de controle sanitário, cartão de produtor rural, notas fiscais de compra e venda de gado e de produtos agrícolas, comprovantes de pagamentos de ITR, CCIR, fotografias, declarações, boletim de ocorrência, laudo técnico sobre a situação do imóvel, contratos de arrendamento, etc), poderá interpor as seguintes medidas protetivas: Reintegração de Posse O produtor rural deverá impetrar ação judicial de Reintegração de Posse quando houver invasão de sua propriedade. Esta ação pode vir cumulada com pedido de perdas e danos e requerimento de liminar, a fim de que a propriedade possa ser retomada dos invasores antes do julgamento definitivo do processo. Interdito Proibitório Quando houver fundada ameaça de invasão, tais como investidas e manifestações de “sem terras”, mas que ainda não se consubstanciou, a medida jurídica cabível é a propositura de ação de Interdito Proibitório com pedido de liminar, com a finalidade de impedir que a ameaça se concretize. Se os “sem terra” não obedecerem a ordem judicial, será atribuída a seus líderes multa diária. Uma das grandes vantagens do Interdito Proibitório é que, após interposto, se houver a efetiva invasão da propriedade, o processo poderá ser convertido em Reintegração de Posse, mediante simples requerimento nos autos, com comprovação da invasão, agilizando a concessão da proteção judicial.
do indispensável à manutenção ou à restituição. Há duas situações em que isso ocorre: legítima defesa da posse e desforço imediato. A legítima defesa da posse consiste no direito de autoproteção da posse no caso do possuidor, apesar da presente na coisa, estar sendo perturbado. Neste caso, ainda não chegou a haver perda da posse. O desforço imediato (tema polêmico, ao qual alguns juristas imputam inconstitucionalidade) consiste na possibilidade que a lei oferece (art. 1210 do Código Civil) ao possuidor molestado, de reagir pessoalmente, por sua própria força, portanto sem uso da força policial, para repelir os invasores, restabelecendo seu direito possessório. Entretanto, para ser legítima, essa reação deverá ser: imediata ao ato (ou logo a seguir), pessoal e exercida no limite do indispensável, ou seja, sem excessos. Esse recurso, entretanto, só deverá ser utilizado em último caso, e com cautela, somente quando não houver condições de submeter o problema às vias judiciais. O mais prudente será que, quando o produtor rural perceber o perigo, avise imediatamente as autoridades policiais, e peça providências. Medidas criminais Na hipótese de invasão, cabe a propositura de ação criminal contra os “sem terra”, por prática de dano, esbulho e formação de quadrilha, para o que, entretanto, deverão ser individualizados seus nomes (o que deverá ser requerido por ocasião da lavratura do Boletim de Ocorrência). O produtor rural que teve sua propriedade invadida deverá tomar estas medidas, visto que as condenações criminais inibem outras realizações, principalmente porque quebram a primariedade dos infratores. Outras informações poderão ser obtidas no Departamento Jurídico do Sindicato Rural de Uberlândia, que presta consultas gratuitas aos seus associados.
Legítima Defesa da Posse e Desforço Imediato A lei confere ao possuidor o direito de, por si só, proteger a sua posse. Esta proteção não pode ir além
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* Elaine Cristina Ribeiro Lima Assessora jurídica do Sindicato Rural de Uberlândia
THIAGO FONSECA INTEGRA DIRETORIA DO NÚCLEO DE SINDICATOS DA REGIÃO O presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Soares Fonseca, ocupará o cargo de Secretário na nova diretoria do Núcleo dos Sindicatos Rurais do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba eleita no mês de novembro. Para o biênio 2016/17, Weber Bernardes, presidente do Sindicato Rural de Nova Ponte, foi reeleito como presidente do Núcleo e terá ainda como vice-presidente, Romeu Borges Júnior (Sindicato Rural de Uberaba) e como tesoureiro, Fabrício Vilela (Sindicato Rural de Prata).
Para o novo mandato, segundo Weber Bernardes, será feito um planejamento das ações para 2016, ano de eleições municipais. “Os produtores deverão estar engajados para eleger pessoas éticas e compromissadas com os nossos municípios”, afirmou. O Núcleo foi criado em 2007 e é composto por 45 Sindicatos com a finalidade de melhorar a representatividade da classe dos produtores rurais, promovendo o desenvolvimento socioeconômico da região, do Estado e do Brasil.
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MEL
APICULTURA EM UBERLÂNDIA É PRIVILEGIADA Mesmo diante da crise econômica e política que assola o Brasil, apicultores de Uberlândia, comemoram os resultados, já que de julho deste ano para cá, o custo do mel subiu em aproximadamente 25%. O fato se deve à alta do dólar, já que cerca de 60% de toda a produção do Município atende ao mercado internacional, que tem os Estados Unidos como principal comprador. “Mais da metade do que é produzido aqui, é comercializado com o mercado paulista e também com os Estados Unidos, alguns países da Europa e Oriente Médio”, disse o apicultor e microempresário, Cláudio Franco Lemes, que atua na área desde 1986. Cláudio Franco explica que a região é privilegiada, já que há o aproveitamento de três a quatro floradas por ano, que garante produção de mel de eucalipto, silvestre, laranja e apaga fogo. “Uberlândia já foi um dos maiores produtores de mel de eucalipto do País, mas com o corte das florestas, houve redução nos últimos anos. Com isso, atualmente a safra mais regular é do mel silvestre. Tem também o mel apaga fogo, que é produzido após as colheitas de soja e milho”, disse. ESTRUTURA A boa produção de mel em Uberlândia é garantida pelos cerca de 50 apicultores do Município, que juntos, têm aproximadamente duas mil colmeias. Enquanto a média nacional é de 25 kg/ produtor, em Uberlândia a média chega aos 30 kg. “É uma atividade que está em alta, principalmente pela alta do dólar”, disse Cláudio Franco. Para quem quer entrar na atividade é necessário buscar orientações e informações gerais sobre apicultura. “Qualquer pessoa pode ingressar
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na atividade, mas antes, precisa buscar ajuda profissional. Os custos iniciais não são altos. A Emater e outras instituições promovem cursos para iniciantes e nós mesmos estamos programando a realização de um curso no próximo ano”, declarou Franco. Apesar da boa produção de mel em diversas regiões do País, Cláudio Franco chama atenção para um problema que já está atingindo o setor. “É grande a mortalidade de abelhas no Brasil, muito em virtude do uso de agrotóxicos na agricultura. É necessário que o Governo adote medidas sérias de combate ao uso de defensivos”, concluiu. Em relação ao assunto, o IMA, que atua na fiscalização do uso de agrotóxicos nas propriedades rurais, verificando a receita agronômica, as condições de aplicação e ainda se os produtos cadastrados no Estado são indicados para a cultura, informou que a Lei 7.802 de 1989 é uma importante ferramenta no controle do uso e comércio de agrotóxicos. Essa lei determina a obrigatoriedade do registro de produtos agrotóxicos após análise dos órgãos reguladores, a eficiência agronômica, os efeitos ao meio ambiente e ao homem.
LEILÕES CAMARU MOVIMENTAM MAIS DE 28 MILHÕES EM 2015 Os leilões de gado realizados pelo Sindicato Rural de Uberlândia movimentaram mais de R$ 28 milhões em 23 eventos realizados em 2015. Neste ano já foram comercializados 26.450 animais, sem computar os números do Leilão da Virada que fecha o programa do ano no dia 20 de dezembro com uma grande festa. Os Leilões Camaru acontecem aos domingos, com apreciação dos lotes a partir das 15 horas e início do leilão às 16 horas, no Tatersal Convencional do Parque de Exposições Camaru. Nos leilões são apresentados lotes de animais das seguintes raças: Nelore, Cruzamento Industrial (Abeerden Angus, Senepol, Canchim, Piamontesa, Sta Gertrudes, Brahman, Bosmara,
dentre outras) para cria, recria e engorda. Associados do Sindicato Rural que realizam negócios nos leilões da entidade tem 20% de desconto nas comissões de compra e de venda.
A Programação para 2016 já está fechada, confira as datas:
03/07/2016 Leilão Gado de Corte Especial
17/01/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial
17/07/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial
31/01/2016 Leilão Gado de Corte Especial
31/07/2016 Leilão Gado de Corte Especial
14/02/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial
07/08/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial
28/02/2016 Leilão Gado de Corte Especial
21/08/2016 18º Leilão Boi Verde Nelore Cruzamento Industrial
06/03/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial 20/03/2016 Leilão Gado de Corte Especial 10/04/2016 15º Leilão Inconfidencia - Marca Unica 24/04/2016 Leilão Grandes Marcas Nelore e Cruzamento Industrial 22/05/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial 05/06/2016 Leilão Gado de Corte Especial 19/06/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial
11/09/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial 25/09/2016 Leilão Gado de Corte Especial 09/10/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial 23/10/2016 Leilão Gado de Corte Especial 20/11/2016 Leilão Nelore e Cruzamento Industrial 04/12/2016 Leilão Gado de Corte Especial 18/12/2016 16º Leilão da Virada
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ACC ELEGE NOVA DIRETORIA PARA O BIÊNIO 2016/2017 A Associação dos Cavaleiros do Camaru (ACC), elegeu no dia 7 de dezembro, a nova diretoria, que estará à frente da entidade no biênio 2016/2017. Por aclamação foi eleita a ‘Chapa Estabilidade’, encabeçada por Edgard José Floriz, que terá como principal desafio, aumentar o quadro de associados da ACC. Integrante da ACC desde 2006, o empresário do ramo imobiliário, Edgard Floriz, de 51 anos, atua como secretário na diretoria que está se despedindo. “Estou na ACC há quase dez anos e permanecemos com expectativa de dar continuidade no que houve de avanço e melhorar o que não houve tempo hábil para ser feito”, declarou. De acordo com o presidente eleito, uma das 28
principais metas da nova diretoria será melhorar as áreas social e esportiva da ACC. “Precisamos promover mudanças na própria gestão, criando mais benefícios para atrair novos sócios. Além disso, precisamos melhorar a nossa estrutura e ainda, promover mudanças no nosso calendário e mexer na própria estrutura do nosso campeonato”, concluiu. HENRIQUE RAFAEL O presidente que está deixando o cargo, Henrique Rafael, permanece na diretoria no cargo de vice-presidente. Ao avaliar o período em que esteve à frente a ACC, ele destaca a melhoria na
estrutura da associação e ainda a valorização dos esportes equestres e seus competidores e criadores. “Tivemos um grande avanço com a construção da nova sede da ACC no interior do Parque Camaru, onde nossos associados passaram a receber um atendimento personalizado. Na área esportiva, a ACC ganhou notoriedade nacional e projeção com o fortalecimento do campeonato, tanto no ano passado como neste ano”, destacou. Segundo Henrique Rafael, o mercado do cavalo aumentou muito na região, principalmente na prática esportiva. “Sem dúvida houve um ganho de público e praticantes, com crescente participação de jovens e seus familiares”, observou. Entre outras conquistas importantes durante sua gestão, Henrique Rafael, destaca a fundação e consolidação do Núcleo dos Criadores Quarto
de Milha do Brasil Central (NCQMBC). “O Núcleo atua na valorização dos animais registrados, competidores e treinadores. Além disso, fundamos e implantamos o Conselho Nacional de Team Penning (CONTEP), que trouxe melhor consistência nas provas e equilíbrio no nível dos competidores, com chances iguais para todos”, disse. A posse da nova diretoria da ACC será em meados de janeiro, mas o atual presidente faz questão de agradecer o apoio que recebeu durante o biênio 2014/2015. “Agradeço à diretoria atual, aos competidores, haras, patrocinadores, ao nosso staff e principalmente à direção do Sindicato Rural de Uberlândia. Quero também desejar boa sorte à diretoria eleita e muito sucesso ao Edgard (Floriz), que assumirá a presidência para os próximos dois anos”, concluiu Henrique Rafael.
ASSOCIAÇÃO DOS CAVALEIROS DO CAMARU – ACC CHAPA ESTABILIDADE – ELEITA PARA OS EXERCÍCIOS 2016/2017 Presidente: Edgard José Floriz Vice Presidente: Henrique da Silva Rafael Tesoureiro: Matheus Giovanni Pereira Fernandes Secretário: Weltesley Cunha Pereira DIRETORES Pedro Roberto de Oliveira Junior Paulo Cesar Gonçalves André Luiz de Sousa Reis Lucas Abdala Rocha Fontes Weber Galvão de Rezende Leocádio Flilho Décio Gonzaga Simões Júnior Hélio Pereira Filho Marcilio Otoni de Souza CONSELHO FISCAL Leonardo Antônio de Carvalho Eduardo Tiveron Veludo Marlos Ferreira Alves
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FOTO VIA DRONE
NOVO PRAZO PARA INSCRIÇÃO NO CAR TERMINA EM MAIO DE 2016
O
Sindicato Rural de Uberlândia alerta seus associados e demais produtores sobre o prazo para realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) que termina em 4 de maio de 2016, conforme a portaria nº 100 de 04/05/2015, publicada no Diário Oficial da União. Esta é a única prorrogação prevista na Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, e atende a pleito formulado pela FAEMG ao Ministério do Meio Ambiente, visto que o prazo inicial foi insuficiente para o cadastramento dos imóveis rurais mineiros, não por omissão ou desinteresse do produtor rural, mas pelo fato de que a plataforma mineira sobre a qual se processa o CAR inicialmente não funcionou com regularidade. Em Uberlândia, associados ao Sindicato Rural podem obter informações sobre assessoria técnica para cadastramento no CAR no departamento de atendimento ao associado pelo telefone (34) 3292 8809. De acordo com o analista ambiental do IEF, Leonardo Ogusuku, o método para cadastramento foi simplificado e permite que o processo seja feito off-line, ou seja, sem a necessidade de conexão à internet. “Os dados podem ser salvos 30
em pen drive e transmitidos assim que o produtor acessar a rede”, disse. O produtor que não estiver cadastrado até maio de 2016 perderá o direito a todos os benefícios para a consolidação de áreas da propriedade e, a partir de 2017, não terá acesso a políticas públicas, como crédito rural e linhas de financiamento. Conforme orientações da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), todas as propriedades rurais do país precisam ser cadastradas no Sistema Eletrônico do CAR (SiCAR). A inscrição é condição necessária para que os imóveis façam parte do Programa de Regularização Ambiental (PRA). O CAR foi criado pelo Novo Código Florestal Brasileiro para auxiliar no processo de regularização ambiental de propriedades e posses rurais. É um registro público, eletrônico e de abrangência nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais. A finalidade é integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do País.
AGROPECUÁRIA XAPETUBA MANTÉM 50% DA RECORDISTA ALTEROSA BRADLEY Dois dias após a realização do leilão, que estabeleceu a venda da vaca campeã do Torneio Leiteiro Camaru 2015 e recordista mundial de produção, Alterosa Bradley FIV da Xapetuba, em 100% para o criador Angelus Cruz Figueira, fundador da marca Terras de Kubera, de Uberaba, a Agropecuária Xapetuba e o comprador reacertaram a negociação e dessa forma, a recordista
mundial com 109,123 kg, pertence à Agropecuária Xapetuba e ao criador de Uberaba. “Manifestamos o nosso interesse em ter 50% do animal, que simboliza os bons resultados do nosso trabalho, e o comprador prontamente atendeu ao nosso pedido e entendeu que a parceria conosco é positiva”, disse Thiago Silveira, da Agropecuária Xapetuba.
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VIDA SAUDÁVEL ATRAVÉS DO SANEAMENTO AMBIENTAL
A
proteção ao meio ambiente. De acordo com a engenheira ambiental e Emater-MG é uma empresa que coordenadora técnica estadual da Emater-MG, lida com diversos assuntos am- Jane Leal o saneamento ambiental no meio rural bientais e tem como foco orientar é algo que ainda precisa de melhorias e as polías famílias rurais a buscarem cada ticas vigentes atualmente não contemplam essa dia mais, a melhoria da qualidade camada da população, que reside nesse meio. de vida no campo. Dentro disso, Vendo que esse déficit realmente existe, a um dos temas trabalhados pela empresa é o sa- Emater-MG desenvolve projetos no meio rural neamento ambiental, que consiste em um siste- para que o saneamento chegue até esses morama que envolve várias ações, para tornar a vida dores. Um dos meios para que isso ocorra é a das pessoas mais saudável, visando também, a instalação nas propriedades do chamado TanPor Monalisa França da Silva
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que de Evapotranspiração, conhecido também como TEvap. Jane diz que esse tanque se constitui em um sistema onde há o reaproveitamento de nutrientes, que vem de efluentes do vaso sanitário. Vale ressaltar que, nesse tanque, um dos pré- requisitos é que a água da casa seja separada e apenas os efluentes vindos do vaso sanitário sejam enviados ao tanque. Nesse tanque, ocorre a decomposição anaeróbia da matéria orgânica, mineralização e absorção dos nutrientes e da água. Depois disso, os nutrientes vão deixar o sistema e se incorporar à biomassa das plantas e a água será eliminada por evapotranspiração. Jane recomenda que o TEvap seja construído em ferro-cimento, sobre uma trincheira feita no solo e que, ao seu redor devem ser colocadas plantas ornamentais, como copo-de-leite, lírio-
-do-brejo e caeté banana. Colocando isso em prática, a Emater Uberlândia, através da ação do extensionista Alessandro Silva, foi implantado um desses tanques de evapotranspiração na Fazenda Boa Vista, em Monte Carmelo, o qual foi apresentado a diversos participantes de um Dia de Campo realizado pela empresa no município. Alessandro explica que a família está satisfeita com o resultado, porque o sistema, além de contribuir para a preservação do meio ambiente, contribui também para evitar possíveis problemas de saúde para os moradores da propriedade. É importante ressaltar que, para qualquer tipo de orientação ou instalação de um tanque como esse, o produtor deve procurar orientação técnica na Emater-MG.
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ANIVERSARIANTES DE NOVEMBRO SERVIÇOS E CONVÊNIOS
PARA O ASSOCIADO
BENEFÍCIOS • •
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Acesso à Exposição Agropecuária de Uberlândia (sócio titular, cônjuge e filhos) Leilão Camaru / Comercialização de animais através de leilões. Desconto 20% (vinte por cento) na comissão de compra e venda em leilões de gado de corte Emissão de notas fiscais e recolhimento do ICMS Assessoria jurídica Assessoria técnica agropecuária Revista CAMARU – Bimestral. Programa de Regularização Fiscal – Contribuição Sindical (CNA) Inscrição de Produtor Rural Espaços no Parque de Exposições (Preferência e preços especiais na utilização das instalações do Sindicato Rural) Declaração de Exercício de Atividade Rural para efeito de aposentadoria. Desconto no aluguel de baias para equinos.
CONVÊNIOS • • • • • • • • • • • • • • •
SENAR Sara Auto Center Isso Olhos Paulo Campos Corretora de Seguros EPP Uniodonto Hospital Santa Catarina Pró-Imagem Diagnóstico por imagem IPAC Medicina Diagnóstica Odontocompany Odontologia Drogalider Auto Posto Queiroz Vip Lubrificantes Auto Peças Só Fiat Agro Fazenda Produtos Agropecuários Master Brasil Administradora e Corretora de Seguros Unyleya Editora e Cursos S.A. Unip Interativa Ensino a Distância FGV Management ESAMC UNITRI Wizard Escola de Idiomas O Orquidário Pim Grill Churrascaria
• • • • • • • • ÓRGÃOS INSTALADOS NESTE SINDICATO • IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária • DELEGACIA DE FURTOS E ROUBOS NA ZONA RURAL - AISP • DEPTº TÉCNICO AGROPECUÁRIO (Balcão de Atendimento Licenciamento Ambiental) • AGRITAP - Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto do Paranaíba • ACNTM - Associação dos Criadores de Nelore do Triângulo Mineiro • APDC – Associação de Plantio Direto no Cerrado • APROIMG – Associação dos Produtores Integrados de Suínos do Estado de Minas Gerais
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CONTATOS (34) 3292 8800 (34) 3292 8800 associados@camaru.org.br
ASSOCIADOS ABADIO CESAR DIAS.....................................................................................................................................................................................7-NOV ADALTO RIBEIRO FRANCO......................................................................................................................................................................13-NOV ADRIANA CRISTINA MAMEDE ELIAS................................................................................................................................................20-NOV ALDA DE BRITO ALVES..............................................................................................................................................................................21-NOV ALDO SILVA VALENTE JUNIOR.............................................................................................................................................................12-NOV AMAURY DE MELO.......................................................................................................................................................................................25-NOV AMILSON GUIMARAES TANNUS JUNIOR........................................................................................................................................12-NOV ANTONIO SEVERINO DOS SANTOS...................................................................................................................................................13-NOV BAUER PACHECO..........................................................................................................................................................................................11-NOV CAIO GONTIJO CUNHA..............................................................................................................................................................................18-NOV CARLOS AUGUSTO DE FREITAS...........................................................................................................................................................11-NOV CARLOS HUMBERTO GUIMARAES LOUREIRO.............................................................................................................................22-NOV CARLOS ROBERTO HONORIO................................................................................................................................................................12-NOV CARMEN CURVELANO PEREIRA LEMES..........................................................................................................................................15-NOV CELIA FRANCO CHAVES...........................................................................................................................................................................21-NOV CELIO TANNUS................................................................................................................................................................................................ 4-NOV CELSO ALVES DOS SANTOS......................................................................................................................................................................7-NOV CELSON DE CASTRO...................................................................................................................................................................................28-NOV CESAR AUGUSTO DE AZEVEDO PRADO............................................................................................................................................ 3-NOV DEUSDETE TAVARES DA SILVA.............................................................................................................................................................19-NOV DEVANIR LELIS DE CARVALHO............................................................................................................................................................14-NOV DIONISIO FABIO DALCIN MATA...........................................................................................................................................................16-NOV DONIZETE ALVES PEREIRA....................................................................................................................................................................... 2-NOV EDELCIO CALDEIRA FREITAS................................................................................................................................................................22-NOV EDESIO FERNANDES PEIXOTO............................................................................................................................................................ 27-NOV EDMILSON GUEDES DOS SANTOS.....................................................................................................................................................24-NOV ESPOLIO JOSE DE SOUSA REZENDE................................................................................................................................................... 4-NOV ESPOLIO JOSE VILMONDES PEREIRA..............................................................................................................................................25-NOV EUNICE APARECIDA MENDES DE SOUSA....................................................................................................................................... 17-NOV EURIPEDES PEDRO DE FARIA................................................................................................................................................................. 3-NOV FABIANO ROBERTO SABBAG GUIMARAES....................................................................................................................................14-NOV FABIO ANTONIO POZZI............................................................................................................................................................................15-NOV FABIO EDUARDO LANZA............................................................................................................................................................................ 4-NOV FABIO ROSA....................................................................................................................................................................................................... 4-NOV FABRICIO ANTONIO DA SILVA................................................................................................................................................................ 4-NOV FERNANDO PADUA JUNQUEIRA..........................................................................................................................................................29-NOV FRANCISCO OTAVIANO RODRIGUES DA CUNHA.......................................................................................................................25-NOV FUED ELIAS ESPER.....................................................................................................................................................................................12-NOV GENI BORGES DE PAIVA...........................................................................................................................................................................21-NOV GUILHERME MIRANDA VASCONCELOS...........................................................................................................................................25-NOV GUSTAVO BIANCHI SILVEIRA................................................................................................................................................................28-NOV HEITOR FERREIRA DE PAULA E SILVA..............................................................................................................................................21-NOV HELIO PEREIRA LIMA................................................................................................................................................................................22-NOV ILCE RESENDE PINTO................................................................................................................................................................................26-NOV JACY ALVES PEREIRA.................................................................................................................................................................................... 4-NOV JAIME JOSE ALVES E OUTROS...............................................................................................................................................................16-NOV JAIR FERREIRA DA CUNHA......................................................................................................................................................................28-NOV JAIRO DE SOUSA PENA.............................................................................................................................................................................21-NOV JOAO BATISTA FATURETO.......................................................................................................................................................................18-NOV JOSE ALDO HODNIKI.................................................................................................................................................................................29-NOV JOSE AUGUSTO FRANCO VILELA.........................................................................................................................................................22-NOV JOSE CARLOS NAVES..................................................................................................................................................................................29-NOV JOSE DOS SANTOS FERNANDES........................................................................................................................................................... 5-NOV JOSE LUIS DA SILVA....................................................................................................................................................................................19-NOV JOSE REINALDO DE FREITAS BOTELHO........................................................................................................................................... 3-NOV JOSE ROBERTO DE OLIVEIRA................................................................................................................................................................12-NOV KELLEN CRISTINA COSTA ALVES........................................................................................................................................................11-NOV LAZARO GUIMARAES DE SOUZA.........................................................................................................................................................15-NOV LOURIVAL FLAVIO DAS CHAGAS JUNIOR....................................................................................................................................... 17-NOV LUIS FERNANDO SANTOS DE MARCELLO..................................................................................................................................... 27-NOV LUIZ ANTONIO FRANCO REZENDE....................................................................................................................................................12-NOV LUIZ EDUARDO BATALHA......................................................................................................................................................................... 9-NOV LUIZ EUGENIO DA FONSECA.................................................................................................................................................................10-NOV LUIZ MARIO PEREIRA DE MELO..........................................................................................................................................................20-NOV MARIO FLAVIO MAGALHAES.................................................................................................................................................................18-NOV MARIO LUIZ FERREIRA SILVA................................................................................................................................................................. 5-NOV MAURO RODRIGUES JUSTINO................................................................................................................................................................ 5-NOV NEUBER MARTINS FONSECA................................................................................................................................................................30-NOV ORLANDINO WERTON DA SILVA.............................................................................................................................................................7-NOV OSVALDO ALVES REZENDE....................................................................................................................................................................16-NOV OSVALDO DE FREITAS FILHO................................................................................................................................................................. 6-NOV OSVALDO TEIXEIRA....................................................................................................................................................................................20-NOV PAULO CESAR FERRUZZI........................................................................................................................................................................... 3-NOV PEDRO CROSARA GUSTIN.......................................................................................................................................................................11-NOV PEDRO DE JESUS NARDELI....................................................................................................................................................................14-NOV RENATO RIBEIRO DE CARVALHO........................................................................................................................................................10-NOV RICARDO ALVES PRADO..............................................................................................................................................................................7-NOV RICARDO DIAS................................................................................................................................................................................................. 2-NOV ROBERTO ALMEIDA SANTIAGO............................................................................................................................................................23-NOV VALDEIR JOSE FARIAS..............................................................................................................................................................................18-NOV WILIANS HIROSHI SATO..........................................................................................................................................................................29-NOV WINICIUS PIMENTA DE OLIVEIRA FRANCO..................................................................................................................................28-NOV COLABORADORES SAMANDA SANGELA FERNANDES DOS SANTOS.......................................................................................................................30-NOV
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