Skip to main content

Revista E - Dezembro de 2007 - ANO 14 - Nº 6

Page 1

CULTURA NA HORA DO RUSH • EUGENE 0'NEILL • MÚSICA ERUDITA • LÍNGUA PORTUGUESA • JEAN GALARD • FEDERICO CROCI • SÉRGIO ADORNO • MEMÓRIA E CULTURA NO BRASIL • JOÃO ANZANELLO CARRASCOZA • MARIA ALICE OIENO DE OLIVEIRA NASSIF


II FESTIVAL DE ARTE E TECNOLOGIA MÓVEL MOBILEFEST O Encontro discute a co n trib u içã o da tecnologia móvel para os diversos setores da sociedade e suas im plicações nas áreas do conhecim ento. Inscrições abertas.

Mostra Expositiva

Obras e instalações de artistas nacionais e internacionais abordam as relações entre a arte e a tecnologia móvel.

De 5 a 9 Avenida Paulista


i° de dezem bro

Programação especial voltada para a reflexão sobre o tema, com palestras, intervenções e performances artísticas. A partir de 1/12. Carmo, Consolação, Itaquera, Pompéia, Prudente, Santana, Santo Amaro, Santo André, São Carlos e Sorocaba. Consulte a programação completa.

«áSÉlS


ÍNDICE

Biblioteca do Centro Cultural São Paulo/Carlos Rennó/Divulgação

dezembro de 2007 • nQ6 • ano 14

Atividades culturais para driblar a hora do rush Nossa Capa Como circular em São Paulo

A música erudita pode ser popular

Participação social Principal pólo econômico do país, São Paulo apresenta os contrastes de muitas das grandes cida­ des mundiais. A ocupação desordenada, a fragilização das relações sociais, o trânsito intenso e a sensação de insegurança resultam do crescimento acelerado e da deterioração do espaço urbano, fatores que provocam a queda na qualidade de vida da população. Mas o cidadão, ciente dos problemas a sua volta, não cruza seus braços. Solidariedade e volun­ tariado, por exemplo, são palavras que têm tido seus significados multiplicados numa cidade que busca soluções para o seu aglomerado de problemas. E a população produtiva, otimista, consegue descobrir alternativas para ultrapassar esse estado de coisas, reivindicando, organizando-se e fa­ zendo valer seu papel de protagonistas na construção de uma cidade mais amigável e acolhedora. O Sesc São Paulo, criado e mantido pelo empresariado de comércio e serviços, representa um esforço desses empreendedores voltado para o progresso social, concretizado por um conjunto de programas socioeducativos voltados à população de todas as faixas de renda. A programação acon­ tece numa rede própria, que soma 15 unidades na capital e em 16 cidades do in terior e do litoral do estado. Em todas elas, o esporte, o lazer, a cultura, os serviços de saúde e de alimentação bene­ ficiam os trabalhadores do comércio de bens e serviços e seus familiares, e estendem-se, também, à comunidade em geral. Dessa forma, a entidade tem exercido sua efetiva contribuição no sentido de minimizar os efeitos do caos urbano e proporcionar aos moradores uma oportunidade de participação criativa, inclusiva e cidadã. A bram S z a jm an Presidente do Conselho Regional do S esc no Estado de São Paulo

4

revista e

30


22

Entrevista O professor e sociólogo Sérgio Adorno analisa as origens da violência no Brasil

11

Laboratório de Documentação do Curso de História - Labdoc/Unicsul/Divulgação

A língua portuguesa na boca de todos

0 teatro de Eugene 0'Neill

26

Almanaque Paulistano Capela de São Miguel Arcanjo

73

Da redação Como em qualquer metrópole mundial, o trânsito é um problema sério. Com diferentes gradações, é algo que perturba tanto os nova-iorquinos como os parisienses. Em São Paulo, uma das maiores megalópoles do planeta, é algo que perpassa o cotidiano de todos os seus moradores. A matéria de capa flagra os paulistanos que usam os momentos críticos dos terríveis engarrafamentos para usufruir programas culturais e cursos oferecidos nesses momentos de grave falta de circulação. Mostra como existem pessoas que, fugindo do estresse, se deliciam ao ouvir um concerto de música erudita ou matriculam-se num programa de literatura. E atestam como o habitante de São Paulo reage criativamente a tais percalços. Na Entrevista, o sociólogo Sérgio Adorno, diretor do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, comenta a pobreza e a criminalidade nas grandes cidades brasileiras. Em Encontros, o historiador e pesquisador italiano Federico Croci fala da imigração italiana e, em Depoimentos, o curador Jean Galard. O Em Pauta discute as relações entre memória e cultura, tema de seminário ocorrido no Sesc Vila Mariana, em artigos exclusivos do urbanista Jorge W ilheim e do professor de sociologia Paulo Menezes. No Almanaque Paulistano, a Capela de São Miguel Arcanjo, a mais antiga de São Paulo, e, em Vistas Contemporâneas, o Memorial da América Latina. Entre as reportagens, um perfil do dramaturgo Eugene 0 ’Neill, a popularização da língua portuguesa e o acesso à música erudita. Passos, de João Anzanello Carrascoza, é a nossa Ficção Inédita. No Em Cartaz, a programação de dezembro do Sesc São Paulo. D anilo S antos de M iranda D iretor Regional do S esc São Paulo

revista e

5


Peça dentro da peça

| 1

Estreou em 16 de novembro, na unidade provisória Sesc Avenida Paulista, a peça Diálogo das Sombras, que conta a história de uma jovem desafiada pelo pai a conseguir um emprego e ingressar no mundo adulto. Já o tio da garota tem outros planos para ela: realizar uma apresentação teatral na qual os personagens envol­ vidos na trama possam se confrontar e fazer a protagonista mudar a visão que tem de si mesma. Ainda dá para descobrir como essa história termina, o espetáculo fica em cartaz até 16 de dezembro.

Guga Melgar/Divulgação

Consciência negra O Sesc São Paulo participou das atividades do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro - data que marca a morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, em 1695 - por meio de várias de suas unidades na capital. O Sesc Itaquera realizou o Ciclo de Cinema Negro, em Santana aconteceu o projeto Sou + Hip Hop. Na unidade provisória Avenida Paulista houve apresentações de dança, palestras e ciclos de filmes e, em Santo Amaro, o Sarau da Consciência Negra - parceria com os poetas da Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa).

Espetáculo Loin de Lá, Cia Ex-Nihilo |FRA)/Martine Derain/Divulgaçáo

Dias de dança

Iguais, mas diferentes Entre 14 e 18 de novembro, a 5a Bie­ nal de Dança, realizada pelo Sesc San­ tos, transformou a cidade em um gran­ de palco para a produção contemporâ­ nea na área. Foram 46 apresentações de companhias do Brasil e de outros sete países, espalhadas por diversos locais públicos e históricos, além das depen­ dências da unidade. A programação também contou com debates, palestras, oficinais, lançamento de livros, mostra de vídeos e instalações coreográficas.

A peça infantil 0 Menino Tere­ sa, que estreou em 4 de novembro na unidade Ipiranga, mostra a garotinha do título curiosa em desvendar todos os mistérios do universo masculino. Para isso, ela faz uma expedição ao quarto dos meninos, onde encontra uma arca com os segredos que dife­ renciam um gênero do outro. A certa altura, Teresa se transfor­ ma em um garoto e descobre que meninos e meninas não são tão diferentes assim. A peça fica em cartaz até 16 de dezembro.

Mundo descoberto Uma nova temporada do espetáculo infantil Felizardo se iniciou em 15 de novembro, no Sesc Consolação, e segue até 22 de dezembro. A peça conta a história de duas crianças em plena descoberta do mundo por meio de brincadeiras e muito faz-de-conta. No dia I o de dezembro foi lançado um CD com as 13 músicas do espetáculo - à venda nas apresentações da peça.

Clássico completo

Obra coletiva Aconteceu em 26 de novembro, na unidade Consolação, o lançamen­ to dos quatro primeiros volumes da coleção Jorge Luis Borges - Obras Completas, editada pela Companhia das Letras. Estiveram presentes Maria Kodama, viúva de Borges, além de Davi Arrigucci Jr. e Jorge Schwartz, especialistas na obra do autor argen­ tino. Houve ainda a leitura de poemas de Borges por Antonio Cícero.

6

revista e

De 25 de novem­ bro a 2 de dezembro, o Sesc Ipiran­ ga apresentou a exposição Experi­ mento Elástico, trabalho coletivo da artista plástica Adriana Bertini com 300 jovens da região, que teve como suporte preservativos com defeito de fabricação. O evento fez parte do projeto temático Murographia, realizado mensalmente pela unidade.


C irc u la ç õ e s

^ Mostra Sesc de Artes 2 00 7 - Circulações foi realizada na capital paulista em novembro com a proposta de refletir sobre a relação do público com os processos de elaboração de uma obra de arte. Abaixo alguns dos destaques:

Sesc Ipiranga - De 13 de novembro a 2 de dezembro, a exposição Na Tábua uniu literatura e ilustração em peças de madeira produzi­ das especialmente para a mostra pelo escritor Paulo Scott, pelo ilustrador Fabio Zimbres e convidados.

Avenida Paulista - A encena­ ção Morta (Viva), em cartaz de 24 de novembro a 2 de dezembro, inspirou-se na obra A Morta, de Oswald de Andrade, para mistu­ rar teatro, vídeo e performance. O ator Luiz Fernando Ramos em­ pregou um material pré-gravado e as cenas foram modificadas a cada apresentação.

Divulgação

Sesc Consolação - A inter­ venção La Culpa Ia Tiene Niemeyer foi realizada de 9 de novembro a I o de dezembro na unidade. Cada espectador seguiu individualmente as ins­ truções de um personagem fictício por meio de um apa­ relho de mp3. A cada passo, uma trama policial ia sendo desvendada.

Divulgação

Várias unidades - Durante todo o mês, os integrantes dos coleti­ vos Eloísa Cartonera e Dulcinéia Catadora se juntaram para m i­ nistrar, em diversas unidades da capital, oficinas de pintura de capas de livros.

Transformador O diretor regional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, recebeu, em 22 de novembro, o Prêmio Trip Transformadores na categoria Liberdade. A premiação, oferecida pela revista Trip, foi criada para homenagear pessoas cuja preocupação é legitimar “ o direito à expressão da diversidade, tanto étnica quanto social, sexual e de pontos de vista” , confor­ me define o site da publicação. A eleição é feita pelos leitores da revista.

"É difícil ser a primeira a ousar, a usar esse visual. Atualmente não assusto mais, mas tem gente que acha que sou travesti. Agrado às minorias" A atriz Elke Maravilha, que participou

»

"0 Brasil ainda é um país superpreconceituoso. Se a pessoa é negra e pobre, tem que lutar e rezar muito para conseguir alguma coisa" Tais Araújo, atriz de Filhas do Vento, filme exibido nos dias 10 e 11 de novembro no Ciclo de Cinema Negro do Sesc Itaquera, em entrevista à revista Raça

do Festival Mix Brasil, na unidade Pompéia, dia 22 de. novembro, em entrevista à revista Istoé Gente

revista e

7


ACÓRDÃO DETERMINA QUE EMPRESAS REPRESENTADAS PELA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO SÃO CONTRIBUINTES DO SESC E DO SENAC O Tribunal Regional Federal-3a Região, em 17/10/2007, deu provim ento aos recursos de apelação in­ terpostos pelo Sesc, Senac e pela Receita Federal do Brasil, reformando decisão de primeira instância, determinando o retorno do recolhim ento das contribuições destinadas a essas entidades pelas empresas representadas pela Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo, nos autos dos manda­ dos de segurança por essa impetrados. A desembargadora Consuelo Yoshida, integrante da 6a Turma desse tribunal e relatora do julgam ento das apelações apresentadas nos autos dos mandados de segurança, após apresentar todos os fundamen­ tos constitucionais relativos à obrigatoriedade do recolhimento das contribuições destinadas ao Sesc e ao Senac pelas empresas representadas pela associação e mencionar a jurisprudência mansa e pacífica já firmada no âmbito do Superior Tribunal de Justiça, ressaltou ser dever de todos os empregadores o recolhimento das contribuições destinadas às entidades de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical. A mesma desembargadora, em seu relatório, ainda deu destaque à importância das atividades relacio­ nadas ao desenvolvimento dos programas sociais e educacionais desempenhados por essas entidades, cuja execução depende basicamente dessas contribuições, oriundas das empresas do comércio de bens e de serviços. Confirma-se, assim, a posição do Tribunal Regional Federal-3a Região que, em aproximadamente 400 julgamentos de recursos de apelação, todos por unanimidade, já manifestou firmemente que as empre­ sas prestadoras de serviços são mantenedoras do Sesc e do Senac. Nesse mesmo sentido vem se posi­ cionando o Tribunal de Justiça de São Paulo, tendo por base a jurisprudência já firmada pelo Superior Tribunal de Justiça. Desse modo, essas empresas representadas pela Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo, que haviam interrom pido seus pagamentos ao Sesc e ao Senac, deverão voltar a contribuir para essas entidades e, ainda, pagar os valores que deixaram de recolher, desde a época da concessão da medida liminar nos autos desses mandados de segurança, em março e maio de 2001. A vitória representada por todas essas decisões não é apenas do Sesc e do Senac, como entidades, mas de toda a comunidade envolvida, há mais de 60 anos, em suas atividades, garantindo, assim, a atribuição de expressão concreta aos ideais empresariais de responsabilidade social e assegurando, tanto ao Sesc quanto ao Senac, a execução de medidas que contribuam para o bem-estar social e a melhoria do padrão de vida dos trabalhadores e de suas famílias. Para finalizar, esclarecemos que, em casos de dúvida ou de necessidade de orientação sobre o re­ colhimento das contribuições devidas ao Sesc/Senac, poderá ser consultado o Manual de Orientação ao Contribuinte, no site www.sescsp.org/contribuinte, ou formuladas questões ao e-mail c ontribuinte® sescsp.org.br, pelo telefone (Oxxl 1) 6607-8167 ou pelo fax (Oxxl 1) 6607-8080. Outras informações pode­ rão, ainda, ser obtidas nas Unidades de Atendimento da Receita Federal do Brasil.


C o leç ã o Impressões da vida artística e intelectual brasileira por mais de 100 autores, em 21 títulos.

/[fcétities

FiDuh

/{e /rú ttu v

FaJc

T ^ u té ^

J tttU tio

C d ith trí/p

C

Jd n  cá y

c/pFfa/oÁ s a cidade e suas histórias

Ftws

Fertuttu e r is s u H d ' í

tis d í arena, oficina, anchieta e outros palci

I fí M 1p i

SESCSP

* Estes livros e outras publicações você encontra nas unidades do SESC e na Loja Virtual www.sescsp.org.br/loja


Fotos: Adriana \

SÉRGIO ADORNO O professor e sociólogo analisa a violência no Brasil Além de coordenador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP) e professor titular de so­ ciologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), o sociólogo Sérgio Adorno tem um vasto currículo. Em 1974, formou-se em ciências sociais pela USP, e concluiu o doutorado em sociolo­ gia pela mesma universidade, em 1984. O pós-doutorado veio em 1995 - pelo Centre de Recherches Sociologiques sur le Droit et les Institutions Pénales, em Paris, França. Com a defesa da tese A Gestão Urbana do Medo e da Insegurança (Violência, Crime e Justiça Penal na

10

revista e

Sociedade Brasileira Contemporânea) obteve o título de livre-docente, em 1996, pela USP. É também coordenador da cá­ tedra Unesco/USP de Educação para a Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância. Durante a conversa com a Revista E, Adorno falou sobre a relação entre pobreza e violência, analisou a questão da descriminalização das drogas e abordou o film e Tropa de Elite, de José Padilha. “Não quero transformar o deba­ te em uma guerra entre bandidos e mo­ cinhos”, comentou a respeito da conduta da polícia e dos criminosos mostrada por Padilha nas telas. A seguir, trechos.


"Não se pode fazer uma política de descriminalização unilateral [das drogas]. Se o Brasil descriminaliza e os outros países da América Latina não, aqui vira o paraíso" A sociedade brasileira é violenta? Estamos enganados com essa história de que o brasileiro é cordial? O mito da cordialidade já foi contesta­ do há muito tempo. Chego a defender o argumento de que você pode até escre­ ver a história social da sociedade brasilei­ ra como a história social e política da vio­ lência. A violência sempre foi um recurso utilizado nas relações de dominação e de mando - seja nas fazendas, na vida do­ méstica, seja no plano da vida política. Veja, por exemplo, que os movimentos de rebelião popular sempre foram muito contidos com o uso de uma violência ex­ trema, não se pouparam vidas. Durante o século 19, todos os movimentos sociais de raízes populares foram reprimidos com muita violência, como a Sabinada [,rebelião autonomista ocorrida na Bahia, de 1837 a 1838, que chegou a proclamar uma república baiana] e a Balaiada [revolta de caráter social ocorrida entre 1838 e 1841, no interior do Maranhão]. Na vida domés­ tica, o modo como se tratavam os escra­ vos, as crianças, as mulheres e os desafe­ tos sempre foi com o emprego de muita violência. Há uma extrema violência ao lidar com as diferenças, quando você tem de lidar com conflitos, com interes­ ses opostos. Ou seja, a gente pode dizer que há um lastro de violência tanto na cultura quanto na política brasileira. Mas não acho que seja só isso. É claro que há manifestações de solidariedade. Não gosto de usar o conceito de cultura da violência como se houvesse uma cultura à parte da cultura geral. Sabemos que, cientificamente, isso não ocorre. Existem traços de cultura que, de alguma manei­ ra, estão associados a outros traços de cultura. Uma espécie de sincretismo. Podemos creditar a violência que per­ meia a sociedade brasileira à maneira como se deu nossa colonização? Por

exemplo, os portugueses escravizaram índios e negros com uma atitude extre­ mamente violenta. Certamente a escravidão deixou mar­ cas. Por que se lidou com o escravo com muita violência? Porque o escravo era coisa, não era pessoa, era mercadoria. Por isso, a idéia de que você decide o que quer fazer com a mercadoria, se quer dispor dela produtivamente ou im ­ produtivamente. Resgatar a dimensão de humanidade dos escravos é uma ta­ refa cultural imensa da sociedade. Mas claramente não conseguimos resultados dos mais adequados porque ainda há desigualdade entre brancos e negros. Não acho que a gente deva descartar as heranças escravistas, mas o argumento da herança colonial também é perigoso. Primeiro, porque, no momento em que se diz que [a violência] tem causa nas nossas heranças, reforça-se o argumen­ to da história como algo congelado no tempo. A história aconteceu lá e conti­ nua acontecendo hoje. Por mais que as nossas heranças pesem, elas são atuali­ zadas, são reinterpretadas. Não dá para você achar simplesmente que a herança explica tudo. O problema é que a so­ ciedade brasileira construiu um Estado que, durante muito tempo, foi de pro­ teção das classes proprietárias contra o resto da população. Vivemos em uma sociedade de fundo conservador, uma sociedade com muitas dificuldades de promover rupturas. Você acha que o brasileiro tem um caráter acomodado? Por exemplo, cri­ tica-se que quase não houve reação da população ao golpe ocorrido em 1964, responsável pela instalação da ditadura m ilitar no país. Como sociólogo, tenho uma enorme dificuldade de falar sobre o caráter na­ cional brasileiro. Há um clássico estudo

do professor Dante Moreira Leite, da­ qui da USP, que é um livro chamado 0 Caráter Nacional Brasileiro [a obra ganhou uma edição em 2003 pela Unesp]. Nesse livro, ele questiona essa imagem de que o brasileiro é mais cordato, mais contemporizador - de alguma maneira isso está na literatura, no senso comum, na imprensa. Há brasileiros e brasileiros. Por exemplo, ser brasileiro no Sudeste é m uito diferente de ser brasileiro no Nordeste ou no Norte, ou ser brasilei­ ro branco é diferente de ser brasileiro negro. Então, é difícil dizer o que é o Brasil. Acho que é preciso entender que, provavelmente, o golpe tenha matizes muito diferentes. Tradicionalmente, a sociedade brasileira não é uma socieda­ de polarizada entre duas grandes ten­ dências, de direita e de esquerda, como aconteceu no Chile ou na Argentina. Você tem matizes na direita, na esquer­ da e um grande centro. Você pode dizer que, desses matizes, houve uma parte da sociedade brasileira que protestou mesmo. Mas foi cassada, foi expulsa do espaço público, muitos foram persegui­ dos politicamente e tiveram suas míni­ mas garantias constitucionais suspen­ sas. E também houve uma parte que, de alguma maneira, ficou em silêncio. Acho que a gente tem de pensar que o cenário não era homogêneo. Alguns de seus textos chamam a aten­ ção para a seguinte pergunta: há uma dificuldade no Brasil em se cum prir a lei dentro do Estado democrático? Há uma dificuldade histórica no Brasil em reconhecer a lei como instrumento de bem comum. Acho que houve, histo­ ricamente, uma identificação da lei com o domínio de classe, o domínio dos pro­ prietários, dos poderosos. Mas creio que isso está em processo de mudança, em­ bora seja mais visível em algumas áreas

revista e

11


ENTREVISTA "0 mito da cordialidade [do brasileiro] já foi contestado há muito tempo. Chego a defender o argumento de que você pode até escrever a história social da sociedade brasileira como a história social e política da violência" e menos em outras. O critério de aplica­ ção das leis e da punição é o seguinte: as leis têm de ser universais. Mas crimes como os do colarinho-branco têm um tratamento diferenciado dos crimes co­ metidos pelos cidadãos de baixa renda, por exemplo. Quando a lei não é univer­ sal, os cidadãos tendem a reconhecer que ela não é igual para todos, então prevalece o poder do mais forte. Se você não se sentar à mesa de negociação atra­ vés dos seus representantes e disser: “A lei tem de ser igual para todos e todos têm de estar submetidos aos mesmos ri­ gores dela, sejam ricos, pobres, brancos ou negros” , é difícil tentar começar uma discussão sobre uma política de segu­ rança e de aplicação das leis justa e re­ conhecida como legítima. Quando olho algumas outras experiências do mundo ocidental, vejo que houve muitas lutas para o reconhecimento de que a lei era para conter arbitrariedades e abusos abuso de poder de quem quer que fosse, do Estado ou da sociedade. Então, a função da lei seria equiparar todos os cidadãos de uma sociedade? Quando fiz ciências sociais aqui na USP, no início dos anos 70, estudei m uito a influência do marxismo na sociologia. Eu me lembro de ter lido uma parte de 0 Capital [livro do pensa­ dor alemão Karl Marx (1818-1883)], e a impressão que tive quando tinha 19 ou 20 anos é de que Marx dizia o se­ guinte: “A lei é burguesa e é um instru­ mento de dominação de classe” . Então, identificava a estrutura jurídica como instrumento de dominação. Depois de muitos anos, preparando aulas, fui reler esses capítulos e descobri Marx dizendo o seguinte: “ Dialeticamente, a luta da classe trabalhadora é constituir um mínimo de legalidade, ainda que no espaço burguês, porque a lei é um

12

revista e

instrumento mínimo de reconhecimen­ to da legitimidade da luta. Ainda que dialeticamente, isso vai ser superado” . Na minha cabeça, vinha mais ou menos o seguinte: o que é o espaço legal? É um espaço de negociação do bem co­ mum. Não se trata de você negar a di­ ferença de classes, de poder, de etnia, de gênero etc. Mas é preciso que es­ sas diferenças encontrem um lugar no qual você possa traduzi-las em direitos eqüitativos. Recentemente, vimos uma discussão acalorada sobre o film e Tropa de Elite, de José Padilha. Até mesmo parte da im ­ prensa afirmou que a película legitim a­ va a questão da tortura e do assassina­ to, o que vai contra o estado de direito. O que você acha disso? O filme não está falando mentira, não está dizendo: “ Olha, é uma enorme fic­ ção” . É uma narrativa da sociedade, mas não é a única. Certamente, muitas pes­ soas viram o filme com a impressão de “ é assim mesmo, bandido tem de ser tratado assim” ou “ polícia é assim” etc. Mas também tem muita gente que ficou muito horrorizada e disse: “ Quero viver em uma sociedade na qual a polícia seja respeitada, mas não por esse tipo de fei­ to, e sim pelo fato de que ela aplica a lei, usa a força dentro das regras da socieda­ de e promove a segurança do cidadão” . Temos de prestar atenção ao fato de que houve um debate. Acho o debate muito importante, é uma maneira de perceber outras narrativas, outros entendimentos. Isso é explicar as diferenças. Há algumas coisas que a sociedade precisa discutir. Por exemplo, fico muito incomodado com o argumento que diz que os ban­ didos estão muito mais armados do que a polícia. A pergunta é: como as armas chegam aos bandidos? Chegam pelo supermercado, alguém vai ali e compra,

leva na sua bolsinha? Essa questão eu quero saber e a polícia tem de explicar. Pois quem tem de ser responsabilizado por isso são os órgãos de segurança. Não adianta dizer que eles estão mais armados. A culpa é, de fato, da polícia, porque não está exercendo seu papel. Não quero transformar o debate em uma guerra entre bandidos e mocinhos, na qual a polícia é o mocinho e bandido é o bandido. Ou então fazer do bandi­ do a vítima e da polícia o algoz. Acho que nenhuma dessas posições contribui para o debate. De qualquer maneira, não estou convencido de que a sociedade brasileira é consensual no uso da força indiscriminada para conter a violência. Você acredita que a pobreza gera vio­ lência? Através de pesquisas m uito sérias, que conheço e respeito, os estudos mostram que não há uma relação dire­ ta entre pobreza e violência. Eu pode­ ria resumir em dois ou três argumen­ tos. A porcentagem de pessoas pobres que se envolveram com o mundo do crime, nas suas mais diferentes inser­ ções, é m uito pequena. Um estudo fei­ to no Rio de Janeiro estima que apenas \% da população dos bairros populares, das favelas, ligada ao mundo do crime. Não dá para você estabelecer uma rela­ ção direta entre pobreza e violência, a evidência empírica mostra: as cidades mais pobres do país não são as mais violentas. A violência, de fato, é um fenômeno das metrópoles. Claro, você tem hoje cidades médias, com popula­ ção de 500 mil habitantes e taxas cres­ centes de violência. Uma das razões é porque a riqueza está se deslocando dos grandes centros para o in terior do país. E minha hipótese é que a crimina­ lidade, sobretudo de perfil organizado, segue a rota da riqueza, não a rota da


pobreza. Agora, o que nós podemos verificar é que existe uma co-relação estatística entre más condições de in­ fra-estrutura urbana, população pobre e vítimas preferenciais da violência. O que eu prefiro dizer é mais ou menos o seguinte: a pobreza e a desigualdade não explicam o crime, o crime está dis­ seminado por toda a sociedade. Mas elas explicam, provavelmente, a maior incidência da criminalização e da puni­ ção sobre os mais pobres. Em outubro deste ano, o jornal Folha de S.Paulo publicou um artigo do apre­ sentador da TV Globo Luciano Huck, que acabara de ter o relógio roubado. O texto gerou várias reações contrárias, inclusive do escritor Ferréz, que tam ­ bém fez um artigo para o mesmo jornal

criticando o apresentador. Como você analisa essa discussão? Para dizer a verdade, achei os dois ar­ tigos ruins. Porque ambos contribuem para estigmatizar e tornar preconcei­ tuosos os protagonistas desses aconte­ cimentos. Acho legítimo que ele [Luciano Huck] manifeste a sua indignação. Agora, aquela idéia de dizer: “ Eu pago imposto, contribuo para a sociedade, dirijo uma organização social e estou fazendo a mi­ nha parte” , na verdade, não é suficiente. Além disso, em um certo sentido ele jus­ tificou que a única forma de resolver [a violência] seria com essa polícia violenta e exterminadora. É uma mensagem am­ bígua. E achei o artigo do Ferréz péssi­ mo pelo seguinte: ele pode ter falado muitas verdades no que escreveu, mas ele estigmatizou. Porque, na verdade,

deu a entender que todo jovem morador da periferia é um potencial criminoso. E isso não é verdade, nós sabemos que não é assim. A idéia do Ferréz é que, na realidade, todos os pobres são vítimas e, portanto, cabe à sociedade compreender e entender que isso é assim mesmo. Não acho isso uma boa. Acho que, nos dois artigos, eles não conseguiram chegar a uma solução, apontar caminhos nem saí­ das. E, quando você polariza essas coisas, a tendência é exacerbar cenários e criar figuras do bem e do mal. Diante da falência do Estado em com­ bater o tráfico de drogas, e a violência gerada por isso, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, levantou a ques­ tão da descriminalização das drogas no Brasil. Como você vê isso?

"Há brasileiros e brasileiros. Ser brasileiro no Sudeste é muito diferente de ser brasileiro no Nordeste ou no Norte, ou ser brasileiro branco é diferente de ser brasileiro negro. Então, é difícil dizer o que é o Brasil" revista e

13


ENTREVISTA

"Há uma dificuldade histórica no Brasil em reconhecer a lei como instrumento de bem comum. Acho que houve, historicamente, uma identificação da lei com o domínio de classe, (...) dos poderosos" Acho importante colocar o assunto em debate. Temos de discutir isso sem preconceitos morais. E um pouco como a questão do aborto. Se você continu­ ar discutindo o aborto da perspectiva puramente moral, não vamos andar muito. Temos de ver, sim, aspectos éti­ cos da condução dos atores que vão implementar políticas, mas a gente tem de ter uma discussão menos apaixona­ da. E se a sociedade estiver convencida disso, como vamos, politicamente, ad­ ministrar esse processo? Como vamos conversar com os parceiros? Como va­ mos implementar essas políticas? Não é um processo político simples, é muito complexo. Simplesmente dizer que sou a favor ou contra pode ser uma atitude, pode ser uma postura, mas tem im pli­ cações. E essas implicações precisam ser muito bem discutidas, publicamente discutidas. E quais seriam os prós e os contras da descriminalização? Acho essa questão da descriminaliza­ ção bastante complicada. Por um lado, existe um argumento que a gente não pode deixar de lado: o fato de as drogas serem proibidas causa essa enorme dis­ puta, que de alguma maneira também influencia a incapacidade do Estado. Quer dizer, o Estado tem de combater as drogas e também a corrupção de uma parte de seus agentes, muitas vezes en­ volvidos nos negócios do tráfico, do crime organizado. A proibição, a ilegali­ dade das drogas tem esse efeito. Muitas pessoas evocam o problema da proibi­ ção do álcool nos Estados Unidos, e a quantidade de problemas que causou. Por outro lado, a gente também precisa ter muita clareza em relação ao impac­ to que a liberação das drogas terá em uma sociedade como a nossa. Pode ser

14

revista e

que a gente tenha uma violenta pressão para um consumo abusivo, exagerado das drogas. A pergunta é: quem serão as vítimas preferenciais disso? Nosso sistema de saúde está preparado para atender essas vítimas? Nós temos de ter muita clareza disso. Um jovem de clas­ se média poderá parar em uma clínica particular, ser tratado, desintoxicado, e sei lá o que vai acontecer depois. Já um jovem da periferia será atendido nos ambulatórios dos serviços públicos de saúde. Segundo ponto, não se pode fazer uma política de descriminalização unilateral. Se o Brasil descriminaliza e os outros países da América Latina não, aqui vira o paraíso. Em um de seus textos, você se refere à questão do racismo dentro da Justiça. Gostaria que você falasse sobre essa pesquisa. E uma pesquisa que fiz no início dos anos 90, na qual analisei a distribuição de sentenças judiciais condenatórias para réus brancos e negros que haviam cometido o mesmo crime. O crime, no caso, era roubo qualificado. Verifiquei que, comparando crimes rigorosamente idênticos cometidos por brancos e ne­ gros, era maior a porcentagem de réus negros condenados em relação aos réus brancos. Eram 68% de réus negros con­ denados e 59% de réus brancos. É claro que isso pode representar várias coisas. Pode ser que a Justiça esteja sendo jus­ ta com os negros e mais flexível com os brancos. Ou, ao contrário, os brancos podem estar sendo julgados de acordo com as leis, e os negros com maior rigor punitivo. Não dá para responder isso. De qualquer maneira, não posso dizer que é porque o Judiciário seja racista, pois não fiz a pesquisa com os agen­ tes. Tenho os dados do processo, que

me permitem comparar uma coisa com outra. Mas ficou claro para mim que, por exemplo, réus brancos e negros não tinham uma situação econômica muito diferente. Os réus brancos eram um pouquinho menos pobres, vamos dizer assim, do que os negros. Mas a diferença era pouco significativa. Não querdizer que os brancos eram ricos e os negros eram pobres. Enfim, percebi que o vínculo dos negros com o mundo das leis e da proteção das leis era mais tênue do que o dos brancos. Os brancos eram mais esclarecidos? Os brancos se apoiavam proporcio­ nalmente mais em advogados parti­ culares do que os negros. É claro que você poderia dizer: “ É porque o ser­ viço de advogados particulares é me­ lh o r” . Não necessariamente. Eu não posso fazer um julgam ento de valor a respeito da qualidade dos serviços. Mas, por exemplo, percebi que aparen­ temente os brancos tinham sempre al­ guma referência no mundo da legalida­ de. Ou seja, conheciam um advogado, sabiam quem eram as testemunhas. Eles mobilizavam os recursos legais com m aior sucesso do que os negros. Isso me mostrava mais ou menos o seguinte: alguns têm mais acesso ao mundo das leis e da proteção das ins­ tituições legais do que outros. Isso me pareceu ser a grande diferença entre os dois. O problema é a falta de acesso aos direitos, às instituições. Brancos e negros têm acesso diferenciado às instituições de proteção legal. É basi­ camente isso que verifiquei. Conduzi esse estudo com m uito cuidado, com m uito rigor estatístico e de coleta de dados, mas ainda precisaria fazer m ui­ tos estudos para poder confirm ar es­ sas hipóteses. ■


DESTAQUES EM DEZEMBRO Peça o SESCTV p a ra a sua o p e ra d o r a de TV POR A S SIN A TU R A

Milágrimas no Especial de Fim de Ano

Marilena Chauí fala sobre o prazer da leitura Ciclo de deb ate s em co m em o raç ão aos 10 anos da Editora Fundação Perseu A b ra m o . D ia 2, Livros, cu ltu ra e d ire ito s no Brasil: com o d e m o c ra tiz a r o acesso à le itu ra te m a p a rtic ip aç ão de M a r ile n a C h a u í e L uiz D u lci. Dia 9, C o m unicação d ig ita l: a tec n o lo g ia vai d e m o c ra tiz a r as m ídias? é te m a d e b a tid o por Jo ã o B ra n t, M a r c e lo Tas, B N e g ã o e C lá u d io P ra d o . Dia 16, A síncope das id éias: a MPB e a m o d e rn a tra d iç ã o da cu ltu ra brasile ira é assunto d iscutid o por M a rc o s P o lita n o , W a ln ic e N o g u e ir a G a lv ã o e F a b ia n a C o zza. S e m p re às 2 0 h . (Livre)

Documentários da ARTE France 0 esp etá cu lo M ilá g rim a s , d irig id o p o r Ivald o Bertazzo,

re tra ta

d iálo g o s

e n tre

a

cu ltu ra

brasileira e a afric a n a p or m eio da dan ça, dos ritm o s e dos rituais. O esp etá cu lo será exib id o ju n to

com

o d o c u m e n tá rio M ilá g rim a s p o r

nós, d irig id o p o r Eliane C a ffé. O d o c u m e n tá rio registra o c o tid ia n o dos jovens do Projeto SESC Dança C o m u n id a d e e o processo que deu o rig em ao esp etáculo .

D ia 6, " The Silence o f th e A n g e l: Paul K le e " m ostra o universo do a rtista con siderado " a rq u ite to das cores". Dia 13, "D u rasas H e rs e lf" discorre a história da escritora M a rg u e rite Duras. Dia 20, "V ic to r H u g o : th e a rtis t's e y e " fa la sobre o im a g in á rio do escritor francês. Dia 27, "R om anes, Gypsys C irc u s "a p resenta a tru p e Rom anes de circo cigano, d u ra n te um a tu rn ê pela G rã -B re tan ha. S e m p re às 22h . (Livre)

Fechando a série,

M ilá g rim a s - s h o w da trilh a reúne can tores sulafricanos e brasileiros q u e in te rp re ta m a trilh a sonora do esp etá culo , com d ireção m usical de A rth u r N estrovski e Benjam in Taubkina. Dia 24, às 22h . (Livre)

O

SESCTV

está

disponível

via Sky, canal 3; NET Digital - canal 92 nas cidades de São

Instrum ental SESC Brasil

Confira no site www.sesctv.org.br diversas

Dia 07, G la u c o S õ lte r. Dia 14, L artny G o rd in . Dia 21, V e ra F ig u e ir e d o . Dia 28, S o u n d s c a p e . S e m p re às 2 3 h . (L iv re )

operadoras em todo o Brasil.

Program ação com pleta em w w w .sesctv.org,br

Paulo e Rio de Janeiro.

J


NA HORA DO RUSH Diante do intenso trânsito de São Paulo, alguns paulistanos colocam em prática técnicas para driblar o caos e ainda atualizar a agenda cultural e de lazer

•

próprio term o trânsito está se tornando impró1 prio, porque não se anda mais, fica-se parado!” Assim satiriza o filósofo e professor de ética e política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) Renato Janine Ribeiro, ao comentar o período de maior congestionamento da turbulenta capital. Essa é uma das facetas de grandes cidades que levam os m o­ radores a buscar caminhos alternativos para ocupar o tempo no período de tráfego mais pesado. Seja na hora de ir para o trabalho, seja na de voltar para casa, seja tentando chegar ao cinema ou ao teatro, não tem , je ito: chegar é sempre complicado. “ O prim eiro gran­ de problema de São Paulo é a m atriz rodoviarista [sis­ tema de transporte que utiliza veículos sobre rodas] volta­ da para o automóvel privado” , analisa a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP Ermínia Maricato. “Aliás, eu costumo dizer que essa matriz nem é propriamente para o Carro andar, mas sim para abrir espaço para o mercado de automóveis. O m elhor do orçamento público municipal em todo o Brasil vai para aprimorar a infra-estrutura para o au­ tomóvel circular - enquanto o metrô, por exemplo, foi esquecido durante um certo tempo". Já o diretor 1

regional do Sesc São Paulo Danilo Santos de Miranda afirma que a mobilidade num centro urbano é “ vital” para o bem-estar dos cidadãos. “ Porque é ela que per­ mite um equilíbrio entre as inúmeras atividades do dia-a-dia, que incluem o trabalho e o uso do tempo li­ vre", analisa Miranda. O engenheiro civil Ivan Maglio, especializado em meio ambiente urbano, contextualiza esse modelo brasileiro em um momento no qual o país - e, sobretudo, São Paulo - apostou todas as fi­ chas na indústria automobilística, durante o processo de industrialização da cidade, iniciado ainda nas pri­ meiras décadas do século 20. “ Isso começou na época em que b governo dos Estados Unidos, depois da crise de 1929 [decorrente da quebra da Bolsa de VaJores de Nova York], sentiu que precisava investir nas suas grandes ci­ dades” , conta Maglio, também coordenador do novo Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo, aprovado em 2002, e qtie reúne uma série de proposi­ ções para diversos problemas estruturais da cidade de São Paulo. “ Foi aí que o governo norte-americano in­ vestiu em Nova Yórk, por exemplo, criando o chamado modelo rodoviarista. E o Brasil copiou esse moçlelo/’ O urbanista e professor de planejamento urbano da FAU-: USP João Sette Whitaker vai mais Ibnge na história .e,

revista e

17 z -"


para explicar por que São Paulo vive parada no trânsi­ to, remonta à vinda dos portugueses. “ Desde de 1500, as políticas [públicos] no Brasil não são destinadas ao conjunto da sociedade” , afirma. “ E isso inclui a política viária urbana.” Para ilustrar seu raciocínio, W hitaker recorre também ao exemplo do m etrô. “ Se você com­ parar São Paulo com a Cidade do México, percebe cjue as duas começaram a construção de seus metrôs na mesma época, em 1972” , conta o professor, autor de 0 Mito cia Cidade Global (Editora Vózes, 2007). “ Só que a Cidade do México tem hoje 250 quilôm etros lineares de metrô, enquanto São Paulo tem 54 quilôm etros." H orários estratégicos

Enquanto não surgem medidas mais efetivas para aliviar o trânsito paulistano, os cidadãos vão desenvol­ vendo técnicas próprias para conviver com o problema sem abrir mão de usufruir o que a cidade oferece em termos de lazer é cultura. Afinal, não é possível - tam­ pouco saudável - trancar-se em casa para não encarar os cerca de 5,6 milhões de veículos que circulam pelo município, segundo dados cie 2006 da Prefeitura de São. Paulo. “Achò que o prim eiro aspecto im portante a abordar, quando se fala na circulação do paulistano, é esclarecer cjue o perfil dele não é aqiiele do indiví­

18 . revista e

duo que pega o carro e que depois fica tentando fu­ gir desse caos do transporte viário da cidade” , explica Whitaker. “ Se a gente analisar a sociedade como um todo, a regra ainda é o paulistano que anda de ôni­ bus. O município de São Paulo tem 10 milhões de ha­ bitantes \10.886.5I8, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE] e, destes, 4 milhões nem sequer podem m orar corretamente, m uito menos ter carro. Então, a realidade do transporte, da m obilidade da maioria dos paulistanos, na média, é ficar quatro horas por dia no transporte público.” Segundo o d iretor regional do Sesc, Danilo Santos de Mirancla, “ a população enfrenta cotidianamente uma situação estressante que tem reflexos na qualidade de vida e em diversos outros aspectos." Algumas pessoas, no entanto, preferem ocupar o tempo que o trânsito rouba de uma forma mais produtiva. O arquiteto Jaime Tedesco trabalha no Centro da cidade e faz parte do tim e daqueles que se recusam a ficar presos no tráfe­ go. Em vez disso, ele prefere passar a chamada hora do rush - o pico de circulação de automóveis e pessoas, geralmente entre as 18 horas e as 20 horas - em com­ panhia da música clássica, prestigiando a programação da série Vesperais Líricas, realizada todas as terças-fei­ ras, âs 18 horas, na Galeria Olido, numa iniciativa do


Vou de trem Unidade Santana organiza exposição que remonta à época em que uma estrada de ferro ligava São Paulo à Serra da Cantareira - e o trânsito da capital era bem mais fluido

Opções corrfo Qm espaço trancfüilo para colocar a’leitura em. dia (na página ao lado) ou á prática cfe atividades físicas ' . são úma boa pedida para quem prefere aproveitar de maneira produtiva o tempo que se perde no trânsito ' •

Theatro Municipal. “ É uma maneira de driblar o trânsito” , . conta. “A gente dá um tempo da loucura, vê alguma coi­ sa e depois volta para casa num horário mais sossegado.” 0 colega de profissão Cléber Medeiros informa ainda que entre os planos da dupla está finalmente se m atricular em uma academia para se exercitar em vez de ficarem “ paradões” nos congestionamentos. “ Estamos ensaiando uma academia já faz algum tem po” , conta Medeiros. “ É uma das opções para fazer depois do trabalho.” 0 funcionário público Nakoto Fukada também foi encontrado pela repor­ tagem fugindo do caos ao som do com positor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, na Galeria Olido. “Já vim vá­ rias vezes” , conta. “ E não é só por causa do trânsito, não. Eu gosto. É um lazer para m im .” 0 analista de cobrança Luiz Zebini, que também trabalha na região central, pre­ fere pegar o metrô e dar um pulo no Centro Cultural São Paulo - ao lado da Estação Vergueiro do Metrô - a encarar um ônibus às 18 horas rumo ao bairro do Ipiranga, onde mora, na Zona Sul da capital. “ Eu não vou trabalhar de car­ ro, então dependo de condução. E, nos horários de pico, além de ficar no trânsito, muitas vezes é de pé num ôni­ bus lotado... Não, prefiro vir aqui curtir um showzinho, uma peça de teatro.” 0 local conta com algumas ativida­ des permanentes realizadas no horário de pico do tráfego. Entre eles, o Projeto Só Blues, no qual estava Luiz, acom-

De 30 de outubro até o início de fevereiro de 2008, os paulistanos mais jovens poderão conhecer um pouco melhor uma São Paulo bem menos agitada, talvez, até um pouco mais romântica. E, sim, claro, os mais velhos terão a chance de recordá-la. Durante esse período o Sesc Santana realiza o projeto Nos Trilhos do Trem das Onze, uma exposição cenográfica que resgata os tempos de São Paulo da garoa e do trem da Cantareira, que ligava a serra de mesmo nome à capital. Além das ambientações, a programação conta com filmes, palestras, debates, shows, atividades na área culinária, intervenções artísticas e até um programa de auditório, a Rádio Cantareira. A exposição traz fotos inéditas do trem e vai ocupar toda a área de convivência da unidade. Sons incidentais, mapas e outros recursos visuais ajudarão a mostrar as mudanças da paisagem urbana ao longo da ferrovia e da história. Entre os destaques das atividades de dezembro estão o bate-papo Troca de Histórias, que abordará temas relacionados ao desenvolvimento da Zona Norte, e a mostra Passageiros do Trem das Onze, que reúne uma série de retratos de antigos usuários. Mais informações no Em Cartaz desta edição.

J

h l JRNR

rev is ta e

| |

|

|


panhado do filho Luan, de 17 anos. O Sesc São Paulo também aparece forte entre as opções, com atividades em todas as suas unidades. Entre as mais tradicionais, está o Instrumental Sesc Brasil, que há 17 anos traz o melhor desse estilo musical para quem se encontra na região da Avenida Paulista às 19 horas, na unidade provisória Avenida Paulista. A programação atrai por vários motivos: o horário estratégico, os shows gratui­ tos (só não esqueça de pegar senha com antecedência) e o local acessível - bem próximo à Estação Brigadeiro do Metrô. A programação do Instrumental Sesc Brasil pode ser conferida no Em Cartaz a cada edição. L ó gic a diferente

Segundo o professor João Whitaker, a história dos nossos personagens reflete um comportamento co­ mum em moradores de grandes cidades. É como se deixar o carro em casa, optar pelo metrô quando possí­ vel ou freqüentar atividades de lazer e cultura nos ho­ rários críticos fizesse parte de uma espécie de manual de sobrevivência. “ Na medida do possível, as pessoas vão estabelecendo horários e trajetos alternativos” , explica Whitaker. “ O que acaba por criar lógicas um pouco diferentes na cidade. É quando a pessoa con­ segue levar a vida com um deslocamento razoável.”

20

revista e

Outro perfil levantado pelo professor é o daquele que prefere realizar suas atividades sem precisar se afas­ tar m uito de casa - o que inclui, nesse caso, até mes­ mo trabalhar por perto. “ Se a pessoa pode, ou seja, se tem renda, ela vai organizar sua vida numa espécie de microcidades” , afirma. “ Quer dizer, em perímetros da cidade que sejam próximos para que ela possa se deslocar rapidamente e que tenham tudo de que ela precisa: serviços, comércio, lazer...” . Como exemplo, o professor cita a si próprio. “ Eu vim morar no bairro de Pinheiros [Zona Oeste de São Paulo] para ficar mais per­ to da PUC (Pontifícia Universidade Católica, onde também dá aula], da USP e do Mackenzie [onde também leciona]. Mas não é todo mundo que pode fazer isso. E bom atentar que estaremos sempre falando de soluções que privilegiam quem tem autonomia de decisão." A professora de teoria literária e literatura comparada da FFLCH-USP Walnice Nogueira Galvão inclui-se nes­ se grupo. Moradora do bairro de Higienópolis, Zona Oeste da capital, a professora afirma haver “ dezenas de cinemas” perto de casa. No entanto, isso não sig­ nifica que ela deixe de desbravar a cidade em busca de seus programas preferidos - teatro e exposições de arte entre eles - e ainda revela algumas dicas. “ O que funciona é escolher os horários estratégicos para esses


Com saúde e sem fumaça Sesc São Paulo aproveitou o Dia Mundial sem Carro para refletir sobre a mobilização na capital

!Na página ao lado, recital de música clássica na Galeria ©lido, Centro da cidade, às 18 horas; acima, o Centro Cultural São Paulo

programas e, em muitos casos, usar o transporte coletivo em vez do autornóvel particular” , conta. “ Eu já fui de car­ ro com uns amigos a um show no Anhembi e foi m uito de­ sagradável. Desde a demora para chegar até o problema para estacionar.” A professora conta que, na ocasião, um de seus amigos comentou que m elhor seria ter ouvido o CD do cantor em casa. No entanto, até mais que o trânsi­ to, é justam ente esse pensamento que ela procura evitar. “ São Paulo oferece opções que a gente não dá conta de tantas que são. Eu, por exemplo, para ir a lugares mais distantes da minha casa, como o Sesc Belenzinho, opto pelo m etrô.” Quanto aos horários, a professora também tem experiência. “ Quando a pessoa sai do escritório, o m elhor é procurar alternativas como o cinema ou outras atividades, se ela quiser fugir do trânsito. Eu me lembro que, há cerca de dois anos, dei um curso de literatura eru­ dita na Biblioteca Municipal Mário de Andrade justam en­ te nesse horário de pico. Essas coisas acontecem nesses horários por isso mesmo e você não imagina o quanto lotou, só de pessoas saindo do escritório.” A biblioteca encontra-se em reforma e não oferece essas atividades no momento. No entanto, segundo sua assessoria de im pren­ sa, no ano que vem o local voltará a servir de opção para os paulistanos que não querem fazer parte das estatísti­ cas do engarrafamento. ■

A idéia surgiu na França, em 1997, e é teoricamente simples: durante um dia no ano todos os cidadãos devem deixar o carro em casa. 0 movimento chegou ao Brasil em 2005 numa iniciativa da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo. Neste ano, o dia de deixar o carro na garagem foi 22 de setembro e contou com o apoio de movimentos como o Nossa São Paulo É Outra Cidade e instituições como o Sesc São Paulo - que realizou ações durante toda a semana anterior à data e também no próprio dia. "Em diversas unidades da capital, o Sesc desenvolveu atividades de informação, reflexão e discussão sobre a questão da mobilidade em São Paulo", conta Maria Alice Oieno de Oliveira Nassif, gerente adjunta da Gerência de Programas Sócio-Educativos do Sesc (GPSE). Foram realizadas oficinas e mesas-redondas com a presença de especialistas de universidades e também da Secretaria de Saúde e do Meio Ambiente. Um dos destaques foi a exibição do documentário Em Trânsito, de Henri Gervaiseau, coordenador do Núcleo de Audiovisual do Centro de Estudos da Metrópole (CEM). No dia 22, a rua Leôncio de Carvalho, ao lado da unidade provisória Avenida Paulista, ficou fechada e foi palco para atividades na área de esporte e lazer, como aulas de tai chi chuan e de alongamento. "0 Sesc associou a programação do Dia Mundial sem Carro à grade da Virada Esportiva", informa Maria Alice. "E o tema foi justamente Deixe Seu Carro Em Casa e Pratique Atividades Físicas." A mesma unidade foi o ponto de chegada de um passeio de bicicleta pela região, com show musical no final. 0 diretor regional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, e o senador Eduardo Suplicy estavam entre os participantes.

DIAMUNDIAL

SEM CARRO revista e

21


i uun I uuiywuLn

lim

vvri

i

vm

v

IES EM BOM PORTUGUÊS EM BOI IRTUGUÊS EM BOM PORTUGUÊS El )M PORTUGUÊS EM BOM PORTUGUÊ 4 BOM PORTUGUÊS EM BOM PORTU IÊS EM BOM PORTUGUÊS EM BOI IRTUGUÊS EM BOM PORTUGUÊS El IM PORTUGUÊS EM BOM PORTUGUÊ I BOM PORTUGUÊS EM PORTU IÊS EM BOM PORTUGUÊS EM BOI IRTUGUÊS EM BOM PORTUGUÊS El IM PORTUGUÊS EM BOM PORTUGUÊ I BOM PORTUGUÊS EM BOM PORTU IÊS EM BOM PORTUGUÊS EM BOI IRTUGUÊS EM BOM PORTUGUÊS El IM PORTUGUÊS EM BOM PORTUGUÊ!


0 aumento do interesse dos brasileiros pelo idioma se reflete em programas de rádio e TV, além de publicações diversas, e faz dessa ferramenta elemento de distinção social

oi-se o tempo em que os brasilei­ ros restringiam o aprendizado da língua portuguesa aos assentos escolares, diante do quadro-negro. De alguns anos para cá, as portas de acesso ao conhecimento da norma culta do nos­ so idioma têm se aberto cada vez mais. São revistas, colunas de jornais, sites na internet, e programas de televisão e de rádio especializados em apresentar os mistérios do vernáculo. Ou seja, pesso­ as que se interessam pelo assunto têm em mãos uma série de instrumentos para tirar suas dúvidas. “ O idioma nacio­ nal está sendo observado com imensa curiosidade” , afirma o ensaísta e crítico literário Fábio Lucas. “ Está ganhando um grande prestígio. Por isso, há vários aparelhos de análise e de divulgação fa­ zendo essa consultoria do bom ou do mau uso da língua portuguesa." O pro­ fessor doutor em literatura dramática

F

- e consultor de conteúdo lingüístico do projeto Nó na Língua {veja boxe Lingua­ gem artística) - Welington de Andrade enxerga nesses veículos uma “ boa porta de entrada” para o universo da língua portuguesa, mas adverte que é sempre necessário um interesse maior em apro­ fundar o conhecimento. “A gente sabe que no Brasil normalmente a tendência é ficar só na superfície das coisas", co­ menta o professor. “ Então, se a pessoa ler uma revista ou site sobre o assunto e começar a reproduzir acriticamente o que lê, não será um bom começo. Agora, se conseguir fazer com que, a partir dali, ela passe a ler um livro, por exemplo, aí acho que funciona bem.” A p o io jor nalístic o

Um dos exemplos está nas bancas de jo rn a l, onde é possível encontrar revis­ tas como a Discutindo Língua Portugue­

MODISMO 1 1 Exjpr^sões repápdas ao ^fiÀiíokjue/para I) forrrau í dar™ ljprarj)6^à^0Fd(f idanual êe'Redação eEstiio, Io j®rna| 0 ísiado, dèj £ra?/<f ^ão ("detestáveis":; Muitbs dos exethpios] estãçi na própria | imprensa. "São‘ cõfeaítóino i o B rà ^ é a bola da vez na questão dos juros porque não fez a lição de casSa'"', cotnenrta Martifis) "ElaS dectírfêm dá gretéhsab de adhar ijvM dèteijnjnadasjpâlavras,estabelecem uma comuniCaçãò maisà inheâiâtá. Pódeni átéfesCabelecer, más em determinado momento vão,te, efeito.contrâriq.".

sa - bimestral e com uma tiragem de 30 m il exemplares. A publicação serve de apoio a alunos e professores. “ O ob­ jetivo principal da revista é ser um aces­ sório paradidático ao professor de por­ tuguês em sala de aula e a seus alunos, seja no ensino médio, seja na universi­ dade” , esclarece o editor do periódico, Igor Ribeiro. “ Nosso retorno de leitores indica isso. Mas também sabemos, por essa e outras fontes, que muitos aca­ dêmicos e interessados em lingüística lêem a revista independentemente da sala de aula." Outro campo de divulga­ ção dessa área do conhecimento são os livros que trazem dicas sobre o idioma - muitos deles de grande sucesso edito­ rial - como o Manual de Redação e Estilo, do jornal 0 Estado de S.Paulo. Criado com o objetivo de unificar a linguagem do ve­ ículo, o volume extrapolou o âmbito jo r ­ nalístico e já vendeu mais de 1 milhão ►

GERUNDISMO - Termo criado para satirizar a maneira incorreta de usar o gerúndio, uma das formas nominais do Verbo,,composta dó sufixo í-n |o ” (cómo em cantando, vendendo, partindo)! Em outrâs palavras; tfata-se'de construções como "Nós, vamos estar !tentàntio resolver seu próbjemà".'"Localizei a áigem lio .g efbn dismoimais Ou-,menos" em 1999", ^firma o jornalista Eduardo , Martins. "Talvez por caúsa de manuais mal traduzidoSido inglês para o português na área de telemarketing, essa coisa começou

!

revista e

23


‘/ . f

y;

àiV

^ • i *

Uma das atrações do Museu da Língua Portuguesa: telão que projeta filmetes de seis m inutos sobre assuntos ligados às origens do nosso idioma Luciano Bogado/Oivulga

"A NÍVEL DE..." - Essé.é outro j\|c ío abominado pelos es­

REDUNDÂNCIA - Também conhecida como taurtqlogiá, trata-se do '

tudiosos da nossa língua: Também .vem^de uma # tra 4 ij^

emprego de palavras^ou expressões em excesso para'expressar a ^"sm a idéia. Exemptosféto de,Ligação, subir,para1cima,''priori. J e ufn e encarar ;de frente. ,fk vezes, mésijio' pessoas de bòa instrução não percebem [esse vício]", expli,ca 01jõmalistaíEduar­

acidentada do francês q^se alastrou 'eritte os' que gostam p

VM qf”lí i f n I

Ji

1 * 1T ^ í I ^ •

1

iM

l | ‘> *

de ,úrng muleta li.pgujsfica, como definiu 0 jornalista Eduaruu H d iiijrk^ É u rn á expressão jju e ^ ã o tem umisignifiçado

e lo já ‘é umâ ligldão.

muito defiriido. O jfamigerad^ 'a nivél de' é tahjbérp. meio

“ mesmo^ãraencarar.de frente, ninguém encara nada de cosjtas.

ciclotímico, aparece e desaparece, depois volta. Aí tudo vira

Já o u tro í são’ mais ,evidentes, como subir para cima, você não

'a nível de"'. 0 jornalista ainda brincou com a reportager

do Martins. "É

0

caso de elo de ligação,

0

m p m iiijfiNüÃfiClÂ.

"A nível de entrevista, esta aqui é: muito ^oa.£". ‘ j

Linguagem artística Com 0 projeto multidisdptinar Nó na Língua, 0 Sesc 24 de Maio joga luz sobre nosso idioma

Norteado por referências teóricas de Ferdinand de Saussure (1857-1913) - um dos principais nomes a possibilitar 0 desenvolvimento da lingüística como ciência - , 0 Sesc 24 de Maio apresenta 0 projeto multidisciplinar Nó na Língua - Os Usos e Desusos da Língua Portuguesa (foto), de 22 de no­ vembro de 2007 a 30 de maio de 2008. Composto de exposição, espetácu­ los teatrais, performances, oficinas, shows musicais, palestras e atividades multimídia, 0 evento conta com curadoria da unidade Carmo e consultoria lingüística do professor doutor em literatura dramática Welington de Andra­ de. A iniciativa tem 0 in tuito de abordar as diferentes formas que a língua falada e a escrita assumem no Brasil, suas variantes geográficas, culturais, sociais e temporais. "Por meio de aspectos visuais e sonoros, 0 projeto tem 0 objetivo de mostrar um trabalho lúdico, que busca dialogar com 0 público para uma melhor percepção em relação à língua", explica a coordenadora de programação do Sesc Carmo Sidênia Freire. Confira detalhes da programação no Em Cartaz desta edição. Divulgação


►de exemplares. “Aqui não há a obriga­ toriedade de usar o rigor da term inolo­ gia, como é o caso de um livro de gra­ mática” , explica o jornalista, autor do manual, Eduardo Martins. “ Ou seja, ele traz a regra gramatical um pouco mais abrandada, que é um modo mais fácil de as pessoas entenderem. Acho que os manuais de redação contribuíram bastante para esse interesse das pesso­ as pela linguagem. Apenas 20% desses manuais vão para jornalistas e estudan­ tes de comunicação, os outros 80% são consumidos por pessoas que escrevem ocasionalmente.” Martins atualmente mantém a coluna De Palavra em Palavra

MODISMO II - 0 critico literário Fábio Lucas aponta vício de usar a expressão-' "e^pJiciiaT- iW kjçjlr jtíe

po em que todos os qüe faziam um estágio ou uma visitada uma universidade francesa voltavam 'expli­ citando isSo', 'explicitando ;aquilo'"; Conta. "É isso se tornou comum". Dica: opte pela simplicidade e explique as coisas em vez de explicitá-las.

- com assuntos ligados ao idioma na­ cional - , no suplemento infantil Estadinho, encartado aos sábados no mesmo jornal. Segundo ele, seus leitores têm entre 10 e 80 anos. “ Então, a gente vê também que o interesse das pessoas não morre, mesmo quando ficam mais velhas” , diz. Na TV, a lista de programas bem-su­ cedidos sobre o tema só aumenta. É o caso do Programa de Palavra, produ­ zido pelo Sesc TV entre 2001 e 2005, no qual o professor Sérgio Nogueira Duarte da Silva esclarecia, entre ou­ tras coisas, o significado de vocábulos e os erros gramaticais mais freqüen­ tes. O que torna esse exemplo curioso é o fato de o programa te r a maior audiência do canal, mesmo que atual­ mente seja reprisado. “ O site é a ma­ neira que temos de m edir o retorno do público. Pela estatística de outu­ bro, [o Programa de Palavra] teve 925 acessos no mês” , afirma Renata Wag­ ner, do Sesc TV. “ Está sempre entre os prim eiros lugares, nunca perdeu essa posição. Já o segundo colocado tem 700 [acessos no mês]."

Mas, afinal de contas, o que vem mo­ tivando boa parte dos brasileiros a va­ lorizar a escrita e a pronúncia do nosso idioma? Uma das razões, de acordo com o jornalista Eduardo Martins, é o fato de o mercado de trabalho estar mais exigen­ te. “A partir da década de 90, as empre­ sas passaram a exigir um conhecimento melhor da língua portuguesa por parte dos funcionários.” Além disso, Martins credita o fenômeno também à internet, que faz com que profissionais passem a escrever mais. “ Há muitos executivos que antes dificilmente redigiam um bilhete e que hoje em dia precisam enviar e-mails para clientes ou amigos. E é claro que essas mensagens têm de ter o mínimo de qualidade, não podem ser uma coisa descuidada” , comenta. ■

Saiba mais: www.discutindolinguaportuguesa.com.br/ www.revistalingua.uol.com.br/ http://colunas.gl.com.br/portugues/ www.academia.org.br

Culturas em aproximação Reforma ortográfica modifica regras para a escrita da língua portuguesa Prepare-se para incorporar as consoantes k, w e y ao alfa­ beto, que passará a ter 26 letras. Isso porque o Brasil está prestes a in stituir uma nova mudança ortográfica. Além das letras adicionais, a nova ortografia altera regras de uso do hífen, elimina o uso do trema, muda normas de acentuação e a grafia de certas palavras. Essas modificações foram discu­ tidas entre os oito países que pertencem à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Ver­ de, Brasil, GuinéBissau, Moçambi­ que, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Timor Leste.

A medida tem o objetivo de aproximar essas culturas. "Esse acordo é importante porque a língua portuguesa deve aparecer no foro internacional com uma ortografia deter­ minada", explica o ensaísta e crítico literário Fábio Lucas. "Da mesma forma que acontece com o inglês, o francês, o russo, o espanhol, o chinês." De acordo com a reforma, no português de Portugal desa­ parecerão o "c" e o "p" de palavras como "óptimo", "acção" e "adopção". Já, por aqui, algumas das principais mudanças se darão na acentuação de palavras. Por exemplo, o acento circunflexo - o famoso chapeuzinho - deixará de existir nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "ler", "dar", "crer", "ver" e seus deriva­ dos - dessa forma, em vez de "lêem" ou "dêem", passaremos a grafar simplesmente "leem" e "deem".


TlvAEL) oi em um quarto de hotel da Broadway, famosa avenida das casas de espetáculo de Nova York, nos Estados Unidos, que Eugene Gladstone 0 ’Neill nasceu, no dia 16 de outubro de 1888, filho de Mary Ellen Quinlan 0 ’Neill e de James 0 ’Neill, con­ sagrado ator da época. Caçula de uma família rica e culta, passou a infância e a adolescência sob intempéries típicas da biografia de um herói de romance. Da solidão em colégios internos - pois os pais nem sequer o visitavam no Natal e em aniversários - à relação conflituo­ sa com a família - a mãe, por exemplo, mal lhe dirigia a palavra depois que foi flagrada por ele usando morfina. Isso sem contar os graves problemas na es­ cola. Para ter uma idéia, foi expulso da Universidade de Princeton logo na pri­ meira temporada, por ter atirado uma garrafa na janela do reitor. Aos 20 anos, para fugir de uma paternidade indesejada, 0 ’Neill vive a primeira de uma série de viagens, fundamentais na sua produção como dramaturgo. “James 0 ’Neill teve uma idéia um tanto maluca para afastar Eugene de uma namora­ da que ele julgava interessada apenas em esposar um herdeiro” , explica o professor do Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Adriano de Paula Rabelo, no texto Eugene 0 ’Neill e a Tragédia Moderna: “ Enviar o filho

F

Cena do espetáculo Ali God's Chillun GotW ings (Todo filho de Deus tem asasA de 0'N eill, realizado nos Estados Unidos em 1944

26

revista e


0 dramaturgo norte-americano Eugene 0'NeiLl entrou para a história das artes por Levar à cena os dramas do homem moderno numa expedição de busca de ouro nas selvas de Honduras, realizada por uma companhia da qual o ator possuía algu­ mas ações” . Segundo Rabelo, o jovem “ exultou com a solução encontrada” , afinal seria a chance de seguir livre, e solteiro, numa grande aventura. Mas as coisas não saíram como esperado. “ O que [0’Neill] encontrou foi o inferno, na forma de insetos de todo tipo, péssi­ ma comida, ignorância e superstição” , segue o pesquisador. “ Cinco meses de­ pois, acometido por malária, teve de abandonar a expedição e retornar aos Estados Unidos sem ter visto nem sinal de ouro.” Após outras tentativas de trabalhar com o pai, ou de ter um ofício regu­ lar de qualquer tipo, o futuro autor de Longa Viagem de Volta pra Casa (1941), considerada uma obra-prima da drama­ turgia norte-americana, faria a opção que ditaria o próprio destino. “ Eugene não hesitou em se apresentar para uma vaga como membro da tripulação do na­ vio Charles Racine, que estava de parti­ da de Boston para Buenos Aires” , conta. “A viagem de dois meses ao lado de ma­ rinheiros, em sua maioria noruegueses e suecos, teria enorme repercussão em sua vida e em sua obra, colocando-o em contato com um mundo e com uma atmosfera para os quais ele havia senti­ do um chamado interior.” De porto em porto, 0 ’Neill tomou contato com uma coleção de tipos que protagonizariam suas peças. “ Uma gente diferente, des­ garrada das convenções sociais da vida urbana, cheia de histórias aventurosas, canções e relatos de amores distantes e lugares exóticos” , descreve. Uma vida excitante, mas não demorou para que o resultado dos excessos lhe batesse à

porta, m aterializado em doença: a tu ­ berculose, na época uma espécie de sentença de m orte, diagnosticada aos 23 anos, quando passava uma tem p o­ rada na casa de verão da família. No Natal de 1912, Eugene é internado no sanatório Gaylord Farm, no estado norte-americano de Connecticut. Por sorte, o caso não era grave. E signi­ ficou um marco em sua vida: a saída de cena do aventureiro e a chegada do dramaturgo. Por indicação do pai, o jovem passou a assinar uma coluna em um pequeno jo rna l da cidade onde se recuperava e ganhou destaque na redação. T em a s a tu ais

O universo dos textos e peças de Eugene 0 ’Neill compõe um misto de suas experiências pessoais e das leitu­ ras que o acompanharam. A convivência com marinheiros e a obra de autores do século 19, como o britânico Joseph Conrad (autor de Lord Jim) e o norteamericano Herman Melville (autor de Moby Dick), o inspirariam a fazer da vas­ tidão do oceano ao mesmo tempo tema e cenário de suas histórias. Sobretudo as pertencentes ao chamado ciclo do mar, de 1917, algumas delas monta­ das recentemente pela Cia. Triptal de Teatro, do diretor André Garolli (veja boxe Histórias do homem). “ Para 0 ’Neill não tem muita solução: ou você é náu­ frago ou está encalhado” , define Garolli. “ O que há de comum nessas histórias é o fato de falarem de pessoas que ten­ tam fugir de uma realidade, e a melhor maneira é fugir para o mar.” Já a árvore genealógica, carregada de antepassados infortunados (do avô suicida à mãe viciada), aliada à visão

de mundo de pensadores como o gre­ go Aristóteles, o francês Émile Zola e o alemão Friedrich Nietzsche contribuíram para o que os estudiosos chamam de ele­ mento trágico de seus escritos. “ 0 ’Neill foi o primeiro dramaturgo moderno da história do teatro norte-americano a ter o projeto explícito de reconstruir a tra­ gédia na modernidade” , afirma Rabelo. “ Os anteriores a ele eram muito influen­ ciados por um teatro sem pretensões, do qual o pai dele era o grande repre­ sentante [como ator}." Outros temas recorrentes em sua obra são o puritanismo ligado à religião, do qual trata a trilogia Electra Enlutada (1931); os problemas das relações entre as raças, vistos em Ali God’s Chillun Got Wings (numa tradução livre, Todo filho de Deus tem asas); e a crítica ao “ rebaixamen­ to da dignidade do homem moderno” , como define Rabelo - caso de 0 Macaco Peludo (1922). “Acho 0 Macaco Peludo, sob todos os pontos de vista, genial” , sentencia a professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) Iná Camargo, autora do livro so­ bre o teatro político nos Estados Unidos Panorama do Rio Vermelho (Nankin, 2001). “A peça conta a história de um operário que descobre como o trabalhador não é nada nesta sociedade. Entre outros mo­ mentos impressionantes, está aquele no qual ele se aproxima de uma das organi­ zações políticas mais radicais da época, e não entende o que se passa ali. É uma organização anarco-sindicalista, pela qual 0 ’Neill tinha total simpatia. Ou seja, de novo temos uma questão totalmente atual em 0 ’Neill, já que essa organização fazia uma campanha pacifista em plena Primeira Guerra Mundial.”

revista e

27


Acima, atores da CompanhiaTriptal encenando Zona de Guerra; à esquerda elenco da montagem de Longa Jornada de um Dia Noite Adentro, dirigida por Naum Alves de Souza em 2003. Na página ao lado, retrato de Eugene 0'N eill

Histórias do homem

0 ciclo Homens ao Mar, criado pelo diretor de teatro André Garolli, em 2004, e composto de montagens dos primeiros textos de Eugene 0'Neill, Rumo a Cardiff, 0 Luar sobre o Caribe, Longa Viagem de Volta pra Casa (foto) e Zona de Guerra, escri­ tos entre 1914 e 1918, chegou ao Sesc São Paulo com a apre­ sentação deste último em duas unidades: a provisória Avenida Paulista e Pompéia. Na primeira, o espetáculo ficou em cartaz de 20 de outubro a 19 de novembro, e na segunda está desde 14 de novembro e segue até 6 de dezembro. 0 diretor comen­ ta que o espaço alternativo da unidade Avenida Paulista foi perfeito para a montagem. "Optamos por um espaço confi­ nado, a peça se passa em um alojamento, daí procuramos o Sesc Avenida Paulista, muito em função da sala com o pé-direito baixo, que dava bem essa idéia de confinamento." Já no Sesc Pompéia, a temporada incluiu uma oficina que abordou aspectos de Longa Viagem de Volta pra Casa. Entre os assuntos discutidos pelo historiador Marco Antônio Guerra

28

revista e

Divulgação

Montagens e oficinas trazem o teatro de Eugene 0'Neill para o público do Sesc

nas aulas, foi feita uma análise da realidade sociocultural dos EUA da época. "Na América [continente americano] as coisas demoram a acontecer, há o olhar voltado para a Europa", explica Guerra, também professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). "E nos Estados Unidos não era diferente, estavam olhando para fora, para o modelo europeu. Não tinham uma dramaturgia própria."


S im ples e g en ia l

Alice Bougthon/Reproduçáo

Por colocar a classe trabalhadora no centro dos aconte­ cimentos em sua dramaturgia, 0 ’Neill pode ser visto como o prim eiro “ autor sério” do teatro norte-americano, de acordo com o diretor teatral Naum Alves de Souza. “ 0 ’Neill introduziu a classe trabalhadora e o negro no teatro. Foi o principal autor da Grande Depressão nos EUA, deflagra­ da em 1929, estilhaçando o sonho americano” , afirmou ao jo rna l Folha de S.Paulo, em 2003, quando dirigiu os atores Cleyde Yáconis e Sérgio Britto em Longa Jornada de Um Dia Noite Adentro. Nos anos 20, Eugene 0 ’Neill aproximou-se do expressionismo, movim ento de vanguarda que preconi­ zava a interiorização da criação artística e conferia à obra de arte uma reflexão mais subjetiva. São dessa fase textos como 0 ImperadorJones (1920), 0 Macaco Peludo (1922) e Ali God’s Chillun Got Wings (1923). “ O expressionismo é m uito forte na Europa logo depois do final da Primeira Guerra Mundial” , explica Rabelo. “ E 0 ’Neill era fascinado pela fo r­ ma de sondagem psicológica dos personagens feita pelo expressionismo.” Quatro vezes ganhador do Prêmio Pulitzer - concedido anualmente a jornalistas e escritores pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos - e Prêmio Nobel de Literatura em 1936, Eugene 0 ’Neill morreu em 27 de novembro de 1953, aos 65 anos, e com cerca de 50 peças escritas, no quar­ to 401 do Hotel Shelton, em Boston. ■

Diálogo de mestres Especialistas analisam a intertextualidade entre as obras de Eugene 0'Neill e Nelson Rodrigues Estudiosos apontam a obra do norte-americano Eugene 0'N eill como uma das grandes fontes do dramaturgo cario­ ca Nelson Rodrigues. "0 próprio Nelson dizia isso", con­ ta o professor do In s titu to de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Adriano de Paula Rabelo, autor da tese Formas do Trágico Moderno nas Obras Teatrais de Eugene 0'Neill e de Nelson Rodrigues. "Uma vez perguntaram a ele quais eram as suas influências, e ele disse que eram uma só: 0'Neill, 0'N eill e 0'N eill, uma resposta bem típica do Nelson." Segundo Rabelo, o laço entre os dois autores está na parcela amarga que a vida pode reservar à raça humana. "Aconteceram coisas demais na vida deles: tragédias familiares, perdas gravíssimas, os dois tiveram tuberculose." Para o estudioso, ambos tiveram as mesmas "afinidades eletivas". "0 expressionismo é uma delas, a tragédia é outra, o melodrama. Sem dúvida, Nelson foi um le itor voraz de melodrama e 0'N eill assistiu a muitos melodramas montados por seu pai [o ator James 0 'N eill]." 0 resultado foram obras que convergem principalmente na

temática: o adultério e o incesto, por exemplo, como ex­ plica o professor. "Além disso, há a loucura, a presença do grotesco, da doença e, uma outra coisa m uito marcante nos dois, o universo do catolicism o." A interpretação, no entanto, não é unânime. A professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) Iná Camargo, autora do estudo sobre o teatro político nos Estados Unidos Panorama do Rio Vermelho (Nankin, 2001), não arrisca paralelos entre a obra dos dois grandes nomes do teatro. "Acho que Nelson Rodrigues tentou adaptar para o Brasil temas que viu nas obras do 0'N eill", afirma. "Mas, como Nelson Rodrigues não tem a mesma profundidade de reflexão sobre a sociedade bra­ sileira - a mesma que 0'N eill tem sobre a americana - , acho que nenhuma tentativa nesse sentido deu certo." Como prova de seu raciocínio, a pesquisadora explica que, enquanto o norte-americano voltava seu olhar para as diferentes classes sociais dos EUA de sua época, Rodrigues centrava-se apenas na classe média carioca.

revista e

29


UM ENCONTRO POSSÍVEL ara alguns a música erudita exige um conhecimento aprofundado ou até mesmo uma sensibilidade es­ pecial, para que sua estrutura sofisticada possa tocar não somente os ouvidos, mas também a alma do assoberbado homem contemporâneo - invadido por sons e imagens em tempo integral. No entanto, se, por um lado, o gênero é enaltecido pela capacidade de sensibilizar e intrigar platéias, por outro, seu passado guarda momentos de intensa popularidade. “A ópera, por exemplo, na Itália, era quase como o futebol” , informa o maestro paulis­ tano João Maurício Galindo, que mantém o programa Pergunte ao Maestro, na Rádio Cultura FM - voltado justamente para desmistificar a música erudita. “ Havia tor­ cida na platéia e era uma festa” , conta. A diferença, explica Galindo, é que na época do alemão Ludwig van Beethoven (17701827) e do austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) o público tinha ou­ tras características. “Quando surgiram os concertos, a platéia era de músicos, pois naquela época todo mundo tocava um instrumento, fazia parte da educação.” O maestro, regente titular da Orquestra Jazz Sinfônica e da Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, explica que, com exceção dos analfabetos - então a maioria - , todos com algum grau de educação tinham um instrumento em casa. “A gente vê resíduos disso ainda no Brasil com os conservató­ rios de piano espalhados por af’, exem­ plifica. Com a chegada do século 20, e

P

de suas evoluções tecnológicas, a música sofreu um sobressalto. “ No século 20 sur­ gem o rádio e o fonógrafo” , diz Galindo. “Aí ficou mais cômodo comprar o disco ou ouvir rádio do que ficar horas por dia es­ tudando violino, piano ou flauta.” Ou seja, em vez de propiciar uma difusão maior do estilo, o tiro saiu pela culatra. “Criou-se um público de ‘analfabetos musicais’, por isso a música erudita ficou difícil” , completa. M aio r acesso

Perder o medo não é difícil, segundo o maestro. Ele recomenda “ curiosidade e contato com vários estilos musicais” . Em outras palavras, experimente. Quem sabe você não se torna um grande apreciador das sonatas do alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750)? “ Em todas as minhas apresentações, pessoas vêm me falar que não gostavam desse tipo de música, mas que saíram de lá com outra idéia” , con­ ta a pianista Marina Brandão, curadora, ente outos, do projeto Erudito Encontra o Popular, realizado pelo Sesc Ipiranga, em 2002. “As pessoas acham que se tra­ ta de uma música elitista. Já conheci até quem tivesse medo de entrar no Theatro Municipal. Por isso a chave é saber como formar um público, como montar um pro­ grama com peças mais acessíveis sem per­ der o nível.” Atualmente, entre as inicia­ tivas da instituição na área, um destaque são as atividades realizadas pelo Centro Experimental de Música (CEM) da unida­ de Consolação. Além dos cursos regulares

de orquestra e coral, o CEM realiza, anual- • mente, uma apresentação que envolve os alunos e também músicos profissionais. A cada ano o espetáculo tem um tema di­ ferente. Em 2007, o escolhido foram as óperas mais famosas do compositor ita­ liano Gioachino Rossini (1792-1868) - ou os Rossini Hits, como se chamou o even­ to. “ Foi montada uma história com árias de diversas óperas de Rossini” , explica o maestro Leonel Gonçalves Dias, regente da orquestra e professor de violoncelo no CEM. Entre os “hits” , a ária Fígaro, da ópera 0 Barbeiro de Sevilha (1816), e Dom Magnífico, de A Cinderela (1916). Trechos do espetáculo serão apresentados no hall da unidade no dia 21 deste mês. PÚBUCO ESCASSO

No entanto, para o maestro Lutero Rodrigues, coordenador musical e regen­ te da orquestra Sinfonia Cultura, ainda não é o caso de dizer que o gênero goza de plena difusão entre os ouvidos brasi­ leiros. “ Evidentemente, a música clássica no Brasil não tem o mesmo mercado que a música popular” , afirma. “ Na verdade, nem sequer chega perto.” De fato, os nú­ meros mostram que não há patamares de comparação. Enquanto a música nacional abocanhou 76% dos R$ 615,2 milhões que o mercado fonográfico movimentou em 2005 - segundo dados fornecidos pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD) -, a música clássica apa­ rece com ínfimos 2%.


Deixe de lado o medo e o preconceito, pois a música erudita dos grandes mestres combina com qualquer ouvido O maestro avalia que o público da mú­ sica erudita no Brasil não é só restrito no número, mas também no perfil. “ Na grande maioria dos casos, é um público com mais de 30 anos. Os jovens nem sempre têm poder aquisitivo para com­ prar gravações de música clássica, geral­ mente mais caras.” A questão da (falta de) divulgação da música clássica por parte da mídia - sobretudo, o rádio e a televi­ são - também é levantada pelo maestro

como uma das responsáveis pelo estra­ nhamento reinante entre a música erudi­ ta e novos ouvintes. “ O espaço existente está sempre relacionado ao lançamento de algum produto. Ou é um CD de mú­ sica estrangeira que chegou ao Brasil ou uma orquestra de fora de passagem por aqui” , analisa Rodrigues. Ele cita ainda um exemplo curioso: “Quando uma peça de música erudita é ouvida em um veículo de comunicação, um filme, uma novela ou

um comercial de TV as pessoas até admi­ tem gostar do que estão ouvindo, só não sabem dizer se aquilo é do compositor x ou y. Ou seja, esse estilo é mais acessível do que elas poderiam imaginar. Assim os ouvintes baixam a guarda e perdem um pouco a resistência” . ■ E n c o n tre na lo ja v i r t u a l do Sesc (w w w .s e s c s p .o rg .b r/lo ja /) o CD B e rio + , do COMPOSITOR ERUDITO ITALIANO LUCIANO BERIO

Clássico pop Filmes de grande sucesso e até mesmo desenhos animados mostram como a música erudita é acessível 0 maestro Lutero Rodrigues, coordenador musical e regente da orquestra Sinfonia Cultura, acredita que um bom meio de "perder a resistência" à música erudita é procurá-la onde ela possa aparecer da maneira mais acessível. "Cedo ou tarde, a pessoa acaba tendo a curiosidade de perguntar quem compôs aquela música daquele comercial de TV ou filme. Então, alguém vai dizer: Mozart, Vivaldi, Bethoveen, e por aí vai". Seguem algumas dicas de onde a música erudita surge em sua versão mais pop. AMADEUS (1984), de Milos Forman - 0 filme conta a história do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), dos primeiros sinais de sua genialidade, ainda na infância, à sua decadência e morte - igualmente preco­ ces. A trilha sonora, como se pode imaginar, é de primeira e a interpretação de Tom Hulce, que vive o compositor, é um prazer à parte.

MINHA AMADA IMORTAL (1994), de Bernard Rose - Com atmosfera um pouco mais densa, a fita mostra a saga do compositor alemão Ludwig van Beethoven (1770-1827) em busca do grande amor de sua vida. A cena em que o com­ positor, vivido pelo ator Gary Oldman, toca sua Sonata ao Luar com o ouvido colado no tampo do piano tentando sentir a vibração das cordas, uma vez que era surdo, é emocionante.

TOM & JERRY, criado em 1940 pela dupla William Hanna e Joseph Barbera - o desenho animado fez parte da infância de muitas gerações - embora ainda hoje canais de TV ainda se encarreguem de apresentar o atrapalhado gato Tom e o encrenqueiro ratinho Jerry às crianças. Pois as melodias que embalam as peripécias da dupla foram tiradas do repertório do compositor italiano Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741).

revista e

31


ARTES PLASTICAS

UNIVERSO POÉTICO o final de 2006, a artista plástica Denise Milan e o músico Marco An­ tônio Guimarães passaram pelo Sesc Pinheiros com um trabalho que aguçou a curiosidade tanto do público quanto da críti­ ca. Inspirado nos mitos de criação da Terra, o espetáculo Ópera das Pedras tinha como proposta contar histórias sobre a origem do planeta e do homem a partir da natu­ reza das pedras. Entre os “curiosos”, está o ensaísta Jean Galard, professor de estética no Departamento de Filosofia da Universi­ dade de São Paulo (USP), de 1968 a 1971, dirigente de centros culturais franceses nos quatro cantos do mundo - do México ao Marrocos, passando pela Nigéria, Turquia e Holanda - e criador do Serviço Cultural do Museu do Louvre, de 1987 a 2002. “Desde que Denise Milan começou a mefalar de seu projeto, eu não podia me desfazer da perple­ xidade: ‘Mas, no final das contas, ela acredi­ ta mesmo nisso?’”, conta Galard. “Denise me garantia que as pedras lhefalavam. Por meu lado, perguntava-me se ela estava delirando ou se eu é que era prisioneiro de um racionalismo estreito. ” Interessado em responder a esse questionamento, o ensaísta debruçouse sobre a “desconcertante integração de referências científicas, dimensões míticas, experiências pessoais, invenção e revelação” que a obra apresenta. Abaixo, excertos dessa análise.

N

A cosmologia é a ciência das leis ge­ rais que regem o mundo físico. A cosmografia é a descrição astronômica do

mundo. Segundo a etimologia óbvia, e o uso comum dessas palavras, o objeto aqui é o mundo (o “ cosmos” ) e o méto­ do de compreensão é científico. No caso de Ópera das Pedras, o objeto é a formação e a evolução do universo. Por outro lado, a abordagem não é cien­ tífica. Uma palavra mais apropriada que “cosmologia” seria provavelmente “ cos­ mogonia” . Com efeito, “cosmogonia” significa um sistema hipotético de for­ mação do universo. Uma cosmogonia é uma teoria, científica ou mítica, expli­ cando a formação do universo, dos obje­ tos celestes, dos deuses, dos homens. Aqui, a idéia de hipótese predomina. E a idéia de mito (que está longe da preten­ são ã verdade científica) é bem compatí­ vel com o princípio de uma cosmogonia. Por isso, já devemos observar que podem existir diversas cosmogonias, até numa mesma sociedade, enquanto a cosmolo­ gia, sendo candidata à verdade, deveria ser única num dado momento. A Ópera das Pedras, então, seria uma cosmogonia: um mito de criação do universo, uma lenda que conta a gênese do mundo, a geração da vida, a formação dos seres. Portanto, parece inútil acrescentar “fabu­ losa” . Um mito é sempre fabuloso. O caráter fictício, ou ficcional, da obra de Denise Milan manifesta-se particular­ mente pelo antropomorfismo ali reinan­ te. Objetos não humanos (as ametistas, em particular) são dotados de sentimen­ tos humanos. Sofrem, têm aspirações, mágoas, esperanças etc. O antropo­

morfismo é a característica peculiar dos contos e a alma das magias. Inúmeros são os contos que antropomorfizam objetos naturais. As crianças os adoram - as de antigamente, pois é possível que as de hoje prefiram outros jogos... Mas os contos, na sua maioria, assim como a maioria dos mitos, são narrativas par­ ticulares. Restringem-se a situações lo­ cais, acontecimentos parciais, a certos objetos determinados, que, aliás, muitas vezes têm a faculdade de se transformar. Refiro-me aos contos indígenas, que me­ recem o nome de mitos, e que interessa­ ram vivamente muitos leitores franceses quando a coletânea Moqueca de Maridos - Mitos Eróticos, de 1997, organizada por Betty Mindlin, foi traduzida para o fran­ cês, em 2005, com o título de Fricassée de Maris. São histórias de enfeitiçamento, aventuras em que seres humanos e coisas trocam de natureza. Por exemplo, uma jarra que começa a sangrar quando a arranham, porque “ na realidade” - ou “também” - é uma mulher. Um dos as­ pectos marcantes desses contos é o fato de eles revelarem a origem de certas coisas atuais. Terminam freqüentemente com as palavras: “ É por isso que çlizern até hoje que...” , ou com: “ Desde então os homens são assim...” . Trata-se, por­ tanto, de narrativas de origem. Mas não têm a amplitude de um m ito que se re­ porta à formação do mundo inteiro. Ou­ tro aspecto notável desses contos é que uma parte de suas peripécias se desen­ rola sob a superfície aparente da terra.

■'Vendo e. escutando essa obra - revendo-a e escutando-a novamente uma pergunta volta sem cessar e quase se torna obsessão: ela seria o efeito de uma imaginação fecunda ou seria o testemunho de uma crença?" 32

revista e


0 ensaísta francês Jean Galard analisa Ópera

das

E muitas vezes é no fundo da água que as coisas mais interessantes acontecem. O subsolo é assim rico não apenas de re­ cursos úteis a nossa sobrevivência, mas também de histórias, dramas ou episó­ dios diversos instrutivos para nossa vida, porque são simbólicos dos movimentos que se agitam sob nossa consciência. H is tó ria g lo b a l

Também a Ópera das Pedras se desen­ rola em grande parte nas profundezas subterrâneas. Mas o tom parece mais grave que o dos contos. Em prim eiro lu­ gar porque é a história global de nosso mundo que entra em cena. Um destino cósmico cumpre-se ali. É verdade que nos contos reunidos por Betty Mindlin, por exemplo, temas essenciais e eternos são postos em jogo: a busca do amor, a sedução, o ciúme, os conflitos entre homens e mulheres, mães e filhas etc. Em Ópera das Pedras, os temas parecem mais trágicos, mais dificilmente formidáveis, mais pertur­

s,trabalho da artista plástica Denise Milan ra d e P badores. É especialmente o tema do co­ meço sem começo (o mistério da gênese do mundo, o quebra-cabeça metafísico do começo de tudo), da separação e da ruptura, do ar rarefeito, do peso e do pesadelo, da voz e do silêncio, das tre­ vas e das luminescências, da inércia e do despertar, da morte e do renascimento ou da transfiguração. A diferença com relação aos outros mitos de criação é, em primeiro lugar, um menor apelo à credulidade, como já aparece no início da ópera. As coisas não começam graças a um primeiro gesto ou uma primeira palavra. Não existe começo, o começo não começa - o que é uma afirmação bastante lúcida. Por outro lado, as refe­ rências feitas à realidade mineralógica ou cósmica deixam pairar a idéia de que não estamos na pura ficção. A Ópera das Pedras talvez se inspire em certos ele­ mentos de mitos, mas bem vemos que ela mantém, ao mesmo tempo, uma re­ lação atenta com certo saber relativo aos silícios, aos quartzos, ã deriva dos con­ tinentes etc. Essa obra parece fundada em conhecimentos geológicos. Parece. É sua força ou seu ardil ou seu enigma.

Na minha opinião, é puro enigma. Vendo e escutando essa obra - revendo-a e es­ cutando-a novamente - , uma pergunta volta sem cessar e quase se torna obses­ são: ela seria o efeito de uma imaginação fecunda ou seria o testemunho de uma crença? Ou, ainda: seria uma fábula in­ teiramente assumida por seus autores como uma invenção fabulosa ou seria uma espécie de lembrança de uma ex­ periência real, à qual seriamos convida­ dos a aderir ou assistir? Trata-se de um sonho acordado ou de uma convicção? Foram essas as questões que me colo­ quei desde que Denise Milan começou a me falar de seu projeto. Não podia me desfazer dessa perplexidade: “ Mas, no final das contas, ela acredita mes­ mo nisso?” Denise me garantia que as pedras lhe falavam. Por meu lado, per­ guntava-me se ela estava delirando ou se eu é que era prisioneiro de um racionalismo estreito. ■ A I nstalação O pera das P edras pode ser vis to n o

S esc A raraquara ATÉ 9 DE DEZEMBRO

T radução: A lain M ouzat

O'ensaísta francês Jeèn Galard

revista

e


ENCONTROS

MOVIMENTO CIRCULAR p o r Federico Croci

A s figuras encontradas nos livros Z i de história marcaram presença na 1 1 transformação do mundo por terem realizadofeitos notáveis e que as destacaram da multidão. A Roma de César, a Rússia de Lênin, a França de Napoleão... No entanto, vem se descobrindo que a história dos co­ muns também guarda a passagem do tem­ po. É o que prova o trabalho do historiador Federico Croci, professor da Universidade de Gênova, na Itália, atualmente lecionando na Universidade de São Paulo (USP). Ele se dedica a vasculhar o baú dos anônimos, dos não-heróis, dos liderados em vez dos líderes. “Os historiadores estão acostumados afazer história com as cartas dos reis, dos impera­ dores, dos prefeitos, com as cartas dos per­ sonagens políticos, dos intelectuais, de gente profissional, mas não com o relato de gente que nunca teve voz”, afirmou o também dire­ tor do Laboratório de Estudos de Etnicidade, Racismo e Discriminação (Leer), ligado ao Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, em conversa com o Conselho Editorial da Revista E. Tendo como principal foco os movimentos migratórios da Itália para a América Latina de 1878 a 1978, Croci en­ controu nas correspondências domésticas “um universo comunicativo altíssimo”, que traz os fatos descritos nos livros de história relatados por quem os viveu na pele. É um intercâmbio de informações que falam sobre o custo de vida, o mercado de trabalho, “o mercado dos salários, como estava indo a si­ tuação comercial do país e assim por diante”. A seguir, trechos. Imaginava-se que o processo migra­ tório começava em um país e terminava

34

revista e

no outro - ou com o indivíduo voltan­ do ao país de origem. Mas não é isso. Muitas vezes o movimento é circular. Por exemplo: no final do século 19, ha­ via uma intensa circularidade em toda a região do Plata, que fica entre Buenos Aires e Montevidéu. Na época, abran­ gia parte do Brasil - consideravam que a região do Plata chegava até o Porto do Rio de Janeiro. Quando a situação estava melhor no Rio, migrava-se para lá. Quando piorava, as pessoas volta­ vam para Buenos Aires, ou iam para São Paulo - onde tinha o café etc. Todos os cálculos para entender o nú­ mero total de imigrantes tiveram origem basicamente no estudo do que estavávamos acostumados a chamar cadeias migratórias, mas já não são mais cadeias. São redes sociais que os migrantes im­ plantaram. Um estudo comparado que a gente fez entre as migrações históricas e as contemporâneas - um dos fenômenos de maior relevância política, econômica e cultural para a Europa agora, não só para ela, mas lá, em países como Itália, esse é um fenômeno relativamente novo - reve­ lou como essas redes sociais têm coisas em comum. Há muita diferença entre os migrantes do século 19 e os do começo do século 21 - os migrantes atuais - , mas há muitas coisas similares. A lfabetização da I tália

Há relatórios do Congresso italiano, já no começo do século 20, nos quais se diz que uma das coisas que mais contribuí­ ram para o desenvolvimento da alfabeti­ zação na Itália - na época, país com um dos índices de alfabetização mais baixos

% J7*/ n /1

da Europa Ocidental, só a Espanha estava em piores condições - foi exatamente o fenômeno migratório. As famílias cam­ ponesas começaram a mandar os filhos para a escola, para que eles aprendessem a ler e a escrever em virtude das cartas que chegavam da América e que eram respondidas depois. Não tinha outro jeito. A primeira vez pedia-se ao padre, depois ao prefeito, ao amigo do prefeito, enfim... Além disso, eram cartas íntimas, tinham de ser lidas pela família. Por isso, às vezes, era o filho mais novo que lia a carta para a família inteira reunida ou­ vir as notícias da América. E, do mesmo jeito, as notícias da Itália vinham para a América. Havia um intercâmbio de infor­ mações e um universo comunicativo al­ tíssimo, que tratava do custo de vida, do mercado de trabalho, do mercado dos sa­ lários, de como estava indo a situação co­ mercial do país e assim por diante. Coisas como: “Agora chegou o momento de vir, a situação está boa” . Ou então: “ Não, aguarda um pouco, não é o momento” . Isso construiu uma rede de informações escrita por camponeses, operários, por gente comum. Foram necessários mais de 20 anos de trabalho para valorizar as fontes orais na historiografia. A chamada história oral, como entrevistas, era considerada

v/ m


Cartas do acervo do Arquivo da Escrita Popular da Universidade de Genova, Itália

Por isso, não é possível fazer um traba­ lho de pesquisa serial sobre as cartas, mas sim um trabalho de pesquisa qua­ litativa. São verdadeiros testemunhos. Os historiadores estão acostumados a fazer história com as cartas dos reis, dos imperadores, dos prefeitos, com as cartas dos personagens políticos, dos intelectuais, de gente profissional, mas não com o relato de gente que nunca teve voz. No melhor dos casos, conside­ ram esses fragmentos de vida como um testemunho folclórico, ou um aparato decorativo do seu discurso historiográfico. E muito difícil que se considere a carta da bisavó como uma fonte docu­ mental de primeira importância. E, na verdade, analisando esses documentos, foram revelados muitos aspectos des­ conhecidos do fenômeno migratório. Ou, ainda, foi possível confirmar outras teorias, como a dos movimentos circulares dentro das migrações. E xportação de m ã o - de - obra

uma fonte menor. Hoje se vê que não há somente fontes orais, mas também escritas. A gente pensava que os cam­ poneses ou operários não escreviam. Não só escreviam como escreviam muito mais do que, digamos, se imaginava. É possível verificar isso em épocas como a das guerras, por exemplo. Já na Primeira Guerra Mundial [de 1914 a 1918] há um fluxo intenso de cartas. U m século de histórias

O fenômeno migratório da Itália durou cerca de um século, mais ou menos de 1878 a 1978. Durante esse período de migração de italianos para o mundo in­ teiro, dentro da Europa e em outros con­ tinentes, aproximadamente 28 milhões de pessoas deixaram o país. Em meio a essa circulação toda, nem se pode con­ tar quantas cartas foram intercambiadas.

Foi um verdadeiro mar de palavras que cruzou o oceano, de um lado a outro. Agora há a internet e o telefone, fica tudo mais fácil, mas antes era m uito complicado. O mar de palavras é a res­ posta à necessidade de comunicação, de manter os laços com o próprio mun­ do, a própria comunidade, a própria identidade. Antigamente, quando os navios estavam por partir, os emigran­ tes costumavam ter na mão um fio de lã, cuja ponta oposta os seus familiares no cais seguravam até o últim o momen­ to. O vapor se afastava e os fios de lã se rompiam: tratava-se de um gesto ritual com uma carga simbólica paradigmáti­ ca. Os migrantes, muitas vezes, passam a vida inteira tentando juntar as pontas daqueles laços que se cortaram na saída dos portos. As cartas testemunham esse esforço, essa tarefa impossível de re­

0 historiador Federico Crori esteve presente na reunião do Conselho Editorial da Revista E em 10 de outubro de 2007

construir o que as migrações mudaram definitivamente. Esses documentos são m uito frágeis. Porque na oralidade a pa­ lavra é viva, já a escrita é praticamente uma sentença de morte para si própria, a palavra morre quando é escrita. Mas aí há a possibilidade de essa palavra ser transmitida no tempo e no espaço, o que é extraordinário. E fazer pesquisa nesse sentido no Brasil é um privilégio incrível porque, do ponto de vista das migrações, é um excelente laboratório: foi construído com base no deslocamento das pes­ soas, começando na escravidão dos assim chamados negros da terra, os índios, que foram escravizados e leva­ dos de um lado a outro do país, eram migrações forçadas; depois o tráfico de escravos africanos, outra migração forçada. Até o que aconteceu com as migrações da Europa e da Ásia, e tudo que foi desenvolvido de política migra­ tória. Depois disso, o Brasil virou um país exportador de mão-de-obra, mas ainda hoje é um destino escolhido pe­ los imigrantes dos países andinos. B

"Na oralidade a palavra é viva, já a escrita é praticamente uma sentença de morte para si própria, a palavra morre quando é escrita. Mas aí há a possibilidade de essa palavra ser transmitida no tempo e no espaço, o que é extraordinário" revista e

35


EM PAUTA

PRESERVAR 0 PASSADO

Qual a importância que o

brasileiro dá ao passado? Será procedente aquela máxima de que temos memória curta? Diante da sensação de que vivemos um período no qual as informações são cada vez mais voláteis, o Sesc Vila Mariana realizou, em setembro, o Seminário Internacional Memória e Cultura - Amnésia Social e Espetacularização da Memória. 0 evento teve o objetivo de discutir questões como as ligadas à preservação do patrimônio artístico-cultural, tanto do ponto de vista material quanto do imaterial. Entre os convidados do projeto, estiveram o professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Hu­ manas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) Paulo Menezes e o arquiteto e urbanista Jorge Wilheim, que refletem sobre o tema nos artigos a seguir.

36

revista e


?ilStsS

Memória e cidade por Jorge Witheim 0 filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard (18131855) escreveu: “ Para entender a vida é necessário olhar para trás, nossas raízes; mas para viver a vida é preciso olhar para a frente, isto é, para o que não existe” . Em outros termos, para conhecer nossas raízes temos de usar a memória, e para viver uma vida com esperança há que usar a imaginação... Usualmente consideramos que a memória é uma ativi­ dade mental, gerada no cérebro. Devemos ampliar esse conceito, pois não é apenas ela que registra memória, mesmo se a mente processa o que o resto do corpo nos traz à lembrança. Psicanalistas sugerem a existência de uma memória celular que, antes da formação da men­ te no embrião, “ im prim em ” celularmente as sensações traumáticas ocorridas com e entre as duas células que nos formam, o espermatozóide e o óvulo, e que acom­ panharão o indivíduo em sua vida psíquica. Por outro lado, além dessas considerações sobre o psiquismo fe­ tal, neurologistas descrevem atualmente o “ pensamen­ to ” que ocorre nos terminais nervosos, nos neurônios e suas conexões (sinapses).

Há quem afirme que, usando a mente auxiliar chama­ da com putador e sua infinita memória, possamos suprir a memória que nos falta ou falha. Contudo, é preciso entender que essa máquina, e nela a memória oferecida pela internet, nos fornece, antes de mais nada, dados. Porém dados ainda não são informação, pois para criá-la é preciso ju n ta r dados criteriosam ente. Mas informação ainda não significa conhecimento; para chegar a esse imprescindível patamar, é preciso que nos posicione­ mos, adotemos critérios, façamos escolhas; o conheci­ mento não se gera sem a contribuição e participação de quem o busca. Finalmente, é preciso humildemente adm itir que conhecim ento ainda não é sabedoria... Quanto à imaginação que nos permita olhar para a frente, podemos nos servir de diversos métodos para construir um futuro imaginário que nos sirva para viver. Albert Einstein (1879-1955) dizia que a imaginação é mais importante do que o raciocínio, pois abre horizontes. Porém, entre passado e futuro, também é preciso ter alguma compreensão sobre o que é a ponte em que vive­ mos: o presente. Ora, temos hoje em dia uma considerável

revista e

37


dificuldade em compreender o que se está passando. O escritor americano Henry M iller (1891-1980) disse que “ o caos é palavra que inventamos para uma ordem que não compreendemos” . Convém dizer algo sobre este presen­ te que se nos afigura caótico, a fim de tentar entender sua “ ordem” . Creio ser fundamental compreender que a humanidade vive há duas décadas um dos seus cíclicos períodos de transição da história. Isso quer dizer que surgiram profun­ das rupturas e mudanças de paradigmas. Não se produz como anteriormente; a família não constitui a única forma de associação e parceria permanente entre pessoas; os es­ tados e governos nacionais estão sendo desafiados por uma ampliação de poder do mercado; postula-se que o es­ tado deve ser minimizado a fim de que o mercado, desregulado, se amplie (em vez do seu contrário...); o mercado é dominado pelo setor financeiro que acabará corroendo a economia; o capitalismo impôs regras que poderão leválo à implosão; a máquina substitui os seres humanos; as tecnologias de ponta (biológicas, informáticas, robóticas e a nanotecnologia) geram a perspectiva de mutações, isto é, mudanças de estado, impondo a politização do tema, em busca de sua ética; o proletariado perdeu poder, o desemprego campeia, e pessoas, coletividades, nações e países são empurrados para o limbo do supérfluo, do des­ necessário (para o aumento do consumo e a maximização dos lucros financeiros).

38

revista e

O desenvolvimento da tecnologia da informática, após a invenção do computador pessoal, do protocolo da internet e da web (1991) e seus desdobramentos no caminho das sucessivas miniaturizações, resultou, entre outras novidades, num aumento de eficiência das finan­ ças globais. Assim, a globalização resultante pode ser considerada o novo ambiente em que se desenrolam, queiramos ou não, as atividades humanas. Esse ambien­ te se tornou propício à constituição do chamado neoliberalismo, um desdobramento do regime capitalista que pouco tem a ver com o liberalismo econômico do século 19 e que tende a fazer crescer o consumo e a produção à custa da diminuição radical da mão-de-obra, propiciados pela globalização da informação e rapidez das decisões. No ambiente da globalização surge um fenômeno que tem relevância para a questão da memória e de sua preservação: a aceleração. Cada vez mais, em um mesmo período de tempo são crescentes as mudanças, as transformações. Vivendo em uma época em que as transformações são rápidas e incessantes, o passado torna-se irrelevante, o presente banal e o futuro im ­ ponderável. Nessa situação de vertiginosa fuga para a frente, de voragem, não é de estranhar termos perdido o rumo, o sentido da vida, isto é, de onde viemos e para onde vamos... Dizia Heráclito (540 a.C.-470 a.C.) que “ não é possível mergulhar duas vezes no mesmo


"Porém, entre passado e futuro, também é preciso ter alguma compreensão sobre o que é a ponte em que vivemos: o presente. Ora, temos hoje em dia uma considerável dificuldade em compreender o que se está passando" rio ” ; mas as águas correm aceleradamente e a corre dei­ ra atual indica term os uma cachoeira à nossa frente... De que forma o lugar em que vivemos, especialmente a cidade, pode ancorar a fluidez das constantes mudan­ ças? A cidade, fenômeno cultural, por excelência o sítio do homem político definido por Aristóteles, perm ite que cada um escolha os ambientes físicos pelos quais passam os diversos momentos de sua vida cotidiana. Há, por isso, que diferençar espaço de lugar; enquanto o prim eiro é um dado objetivo e físico, o segundo é a escolha subjetiva e sensorial daqueles espaços que cada um de nós privilegia para os diversos momentos de sua vida cotidiana: o lu­ gar de encontrar os amigos, os elegidos para namorar, os apropriados para a diversão, para o espetáculo. É assim que em cada cidade diversos lugares acabam sendo privilegiados por grande número de seus cidadãos, tornando-se lugares de referência a ser preservados. O mesmo ocorre com edificações ou objetos públicos, assim como referências imateriais, todos significativos, seja por guardarem fisicamente a memória de fatos históricos ou religiosos significativos para cada cidadão, seja porque sua forma ou som evoca sentimentos estéticos significativos. E assim que em cada cidade se form a um conjunto de lugares, edificações, objetos e acervos im ateriais -

chamado patrim ônio histórico e cultural. Convém lembrar que cultura, nesse caso, deve ser considerada do ponto de vista antropológico; isto é, vai além dos lim ites da seleção erudita para incorporar os hábitos, costumes e escolha popular de aspectos significativos na vida cotidiana. A definição desse conjunto de valores patrim oniais é tão polêmica quanto as formas de sua preservação. Sabe-se, por experiência, que um edifício antigo só pode ser preservado dando-se-lhe um novo uso. Por outro lado, deve-se reconhecer que referências urbanas podem, após um certo período e o passar de gerações, perder seu significado e deixar de ser consideradas um bem patrim onial. Porém, antes da consideração dessas dificuldades téc­ nicas, no fundo superáveis, é preciso reter que, em um período de transição da história em que, sob o efeito da aceleração, o passado se torna irrelevante e o presente banal, aumenta a im portância de se fazerem presentes na vida cotidiana os testem unhos culturais de nossas raízes, a fim de contribuírem para dar um sentido à vida e fundam entar um ponto de partida para a imaginação, a criação do projeto e a construção de um futuro. J o r g e W il h e im é a r q u it e t o e u r b a n is ta

Acervo e memória por Pauto Menezes O Museu do Homem, de Paris, possui um dos m aio­ res acervos do mundo a respeito das sociedades antiga­ mente chamadas de “ prim itivas” , de seus hábitos e de suas formas de existir, produzir, ritualizar. Seu acervo, como os da Funarte e das cinematecas, é fruto da reunião de film es realizados desde as origens da história do cinema, quando os antigos fotógrafos, entusiasmados pela recente invenção do cinematógrafo, partiam mundo afora, munidos de suas câmeras, para film ar e documentar os quatro cantos do m undo. Datam quase dessa mesma época as viagens dos prim eiros et­ nólogos de campo que passaram a u tilizar a máquina de film ar com o in tu ito de documentar as sociedades que estudavam, dando a elas, além das feições, que já

conseguiam com as fotografias há meio século, agora também o m ovim ento da lide diária de sua subsistência, de seus costumes, das vestimentas e evoluções em suas danças e rituais. Junto com esses pioneiros nascem também os prim ei­ ros problemas para os acervos de imagens e para o uso dessas imagens nas ciências humanas. Os cineastas do começo do século 20, na ausência de alguma cena que deveria fazer parte da história sobre a qual eles se de­ bruçavam, não viam problemas em encenar as cenas que faltavam, in troduzindo com isso a falsificação no nasci­ m ento do cinema documental. Por sua vez, os etnólo­ gos, movidos pela divisão do trabalho entre Durkheim [Émile Durkheim, 1858-1917, pensador francês considerado

revista e

39


o fundador da sociologia] e Mauss [Mareei Mauss, 18721950, sociólogo, sobrinho de Durkheim, considerado o pai da antropologia francesa], ficando o primeiro com o estudo das sociedades industriais e o segundo com as socieda­ des primitivas, nos termos da época, levaram para o cam­ po da investigação a harmonia enquanto ponto de parti­ da metodológico, com a qual enxergavam e reconstruíam aquelas comunidades. Com isso, o método lhes permitia enfatizar algumas coisas e descartar outras. O mesmo princípio foi adotado pelos primeiros cineastas etnógrafos, que filmavam o mundo como se dele brotassem as suas verdades, reduzindo a complexidade dos povos que olhavam à simplicidade que o registro da cultura material propiciava. Os problemas advindos desse ponto de par­ tida é que, ao retratá-las dessa forma, essas sociedades primitivas adquiriram uma simplicidade visual por meio dos filmes que contrasta de maneira acentuada com as suas complexas dimensões simbólicas, que os filmes não conseguiam ou não queriam registrar. Esvaziadas de sua complexidade, essas sociedades nos parecem so­ ciedades simples, pois assim foram mostradas por esses primeiros filmes. São esses os filmes que constituem os acervos a respeito desses povos, olhados como contra­ posição da sociedade de referência, branca, européia ou

40

revista e

norte-americana, tanto aqui como lá fora - sendo que aqui, na maior parte das vezes, nossa sociedade original, os índios, é o objeto dessas reconstruções, como bem mostram os filmes do major Thomaz Reis, cineasta oficial das viagens do marechal Rondon. Um evento, ocorrido no Bilan du Film Ethnographique ]numa tradução livre, Balanço do Filme Etnográfico, mostra anual que ocorre no Museu do Homem, de Paris] de 1999, levan­ ta os problemas advindos desse tipo de perspectiva. Dois de seus filmes chamaram a atenção de todos. O primeiro retratava um ritual de fertilidade realizado 14 anos antes na Papua Nova Guiné, e que era, naquela ocasião, explicado para as câmeras por um antropólogo e pelo então líder da comunidade; os dois ressaltavam o fato de que aquele ritual já não era mais realizado há muito tempo e que, na época das filmagens, a pedido do etnógrafo, havia sido encena­ do exclusivamente para as câmeras. O segundo refazia o trajeto de um famoso filme etnográfico da década de 60, realizado pelo sociólogo Edgar Morin na costa da Bretanha, entrevistando algumas pessoas que haviam participado do primeiro filme e que, diante das câmeras do segundo, desmontaram várias das cenas do filme original que eram apresentadas como expressão “fiel” do cotidiano daquela comunidade.


"Os cineastas do começo do século 20, na ausência de alguma cena que deveria fazer parte da história sobre a qual eles se debruçavam, não viam problemas em encenar as cenas que faltavam, introduzindo com isso a falsificação no nascimento do cinema documental" Com isso, constituem-se dois grandes problemas para os estudiosos que tomavam como ponto de partida de suas pesquisas as imagens desse acervo, de mais de 200 mil filmes etnográficos e documentais. 0 primeiro, relativo à confiabilidade das informações etnográficas e documentais que trazem algumas fitas sobre as quais não existem mais relatos escritos e nas quais não se pode mais distinguir o que foi realizado do que foi encenado, bem como também não se pode mais datar com precisão o tempo cronológi­ co dos acontecimentos ali realizados. O segundo, advindo do primeiro, problematiza o tipo de informação que seria ainda possível retirar desses filmes, colocados em dúvida quando à fidelidade daquilo que nos mostravam e dos po­ vos que, em princípio, retratavam. Colocando-se a questão em outra direção, pergunta-se sobre o tipo de informação que esses filmes poderiam nos proporcionar nos tempos atuais, tendo em vista esse tipo de questionamento quanto à fidelidade das imagens que estampam. Isso levanta inúmeros problemas para o acervo e para a pesquisa, pois na maior parte das vezes as próprias pelícu­ las não colocam em questão e muito menos tornam explíci­ tas as “ interferências” realizadas nos fenômenos filmados, que são vistos pelo público como uma apresentação “fiel" da realidade. Nessa direção, sem que haja uma advertência explícita sobre tais riscos, o público que tem acesso a es­ ses acervos, seja ele leigo, seja especialista, fica sem infor­ mações preciosas que poderiam levá-lo a questionar essas construções em seus fundamentos, o que permitiria uma maior precisão a respeito das informações ali contidas no sentido de se ter muito claro o contexto no qual essas ima­ gens foram realizadas e que, portanto, fundamenta as pos­ síveis interpretações daquilo que vemos, sempre levando em conta que os filmes documentais são vistos pela imensa maioria do público como sendo expressão de verdades so­ bre o tema nos quais se debruçam. Esse fato nada mais faz do que ressaltar a dificuldade que acervos desse tipo, como os inúmeros que temos no Brasil, trazem em relação às informações guardadas em suas imagens, sejam elas advindas de filmes, sejam de fo­ tografias (é só lembrar dos pseudoflagrantes das fotogra­ fias de um German Lorca {fotógrafo paulistano dos anos 4050], por exemplo), pois na maioria das vezes, dependendo da antiguidade do filme, nada mais nos resta de informa­ ção além daquelas imagens que o passado nos legou. O

problema que fica é de como lhes dar sentido, tendo em vista que informações possivelmente preciosas podem ali não estar, ou, mais complicado, podem ali estar disfarça­ das em eventos tomados como se fossem de improviso sem o ser. Isso levanta questões cruciais para a utilização e interpretação desses acervos, pois podemos facilmente ser levados a tomar uma coisa pela outra, a assumir como “verdadeiras" determinadas encenações, a tomar como se fossem flagrantes cenas preparadas de antemão, a acreditar na existência, naquele lugar e naquela época, de festas e rituais já há muito inexistentes. Esses são problemas que acervos visuais levantam e que merecem toda a atenção, não só de seus conservadores mas também daqueles que se utilizam dessas imagens para tentar interpretar o mundo e reconstruir com elas a memória e o passado. Assim, se não mais existe a crença absoluta na fidelidade das imagens que esses acervos mostram, esses filmes e fo­ tografias, olhados por seu caráter construtivo, pelo modo como recortam o mundo, pelo que mostram e pelo que es­ condem, pela hierarquia visual do que apresentam e pelo “ contexto” que exibem como sendo universal, permitem, por uma análise detida e circunstanciada, que se percebam os esquemas conceituais, analíticos e valorativos que pre­ sidem os seus recortes e suas construções. Nessa direção, essas imagens, para os olhos de hoje, podem dizer mais so­ bre os cineastas, antropólogos e fotógrafos que as construí­ ram, sobre as avaliações e percepções de sua época e sobre os conceitos de construção de mundo que utilizavam, do que sobre as sociedades em princípio “ retratadas” plácida e “ objetivamente” por suas lentes. Nessa acepção, essas imagens passam a dizer mais sobre o olhar que constrói o mundo do que sobre o mundo propriamente dito. ■ Pa u l o M enezes é professor d o D epa rtam ento de S o c io l o g ia d a F a c u ld a d e de F il o s o f ia , L etras e C iências H u m a n a s d a U n iv er sid a d e de Sã o P aulo

(FFLCH-USP)

A seção Em Pauta tem um espaço aberto para sua opinião. Participe do debate de temas emergentes Em Pauta. A Revista E on-line espera por você: www.sescsp.oig.br/empauta

revista e

41


FICCÃO INÉDITA

PASSOS por João AnzanelLo Carrascoza

u voltava do trabalho quando dobrei a esquina e a vi, de longe, à porta de casa, as mãos nas cadei­ ras, à minha espera, como se tivesse nascido ali só para que eu a visse tão logo chegasse à nossa rua. E a sua imagem foi se assentando aos poucos em meus olhos, enquanto eu caminhava em sua direção, os bra­ ços ju n to ao corpo, apontando para a terra, mas, a um sinal seu, prontos para enlaçá-la. Abri o portão, seu sorriso me deu o sinal e, depois de atravessar o canteiro de flores que ela tão bem cuidava, cheguei diante de seu rosto, como se de um altar, e a abracei e, por um instante, senti que aquele gesto, re­ petido, lembrava-me uma missa, e, se o suspiro que dei era o resumo do meu dia, agora eu teria a minha cota de paraíso. Entramos, em silêncio, era tão bom estarmos juntos de novo, o toque de minha mão em seu ombro dizia, clara­ mente, acima de qualquer gentileza, Esta é minha mulher e estou aqui por ela, e eu sabia que, deixando-me fechar a porta, quando então se sentaria no sofá para conversar­ mos um instante, ela, seguindo à frente, dizia, Este é o meu homem e ele voltou pra mim. E a sala, a luz do abajur acesa, as cortinas da porta de vidro recolhidas, e lá fora o céu escurecendo aos poucos, como a vida, a minha e a dela e a de todos, o céu lindo àquela hora, de tantas camadas de azul sobrepostas - essa a plenitude de sua cor! - , e a mesa de jantar posta, e os móveis, em seus devidos lugares, diziam, numa única voz, Tudo está em ordem. E, mesmo sendo uma ordem provisória, era uma bênção que assim o fosse: nada de especial estava em

E

42

revista e

www.marcosgaruti.com

curso, apenas o reencontro de um homem e sua mulher ao fim do dia, e era aí, na simples aventura de voltarem um para o outro, que estava o milagre. Ela acariciou-me os cabelos, como se uma mecha a impedisse de ver se o meu rosto flutuante em sua me­ mória coincidia com esse, atual, diante do seu; e eu, a seu lado, fiquei imóvel, entregue à minha timidez, mas certo de que seu afago buscava me recompor para ela; o mundo, durante o dia, me desfigurava, e, pelas suas mãos, eu me refazia. Mas, para não me acostumar a tanta ternura - que depois eu iria desejar sempre, e sofreria por não tê-la - , afastei-me, com um comentário sobre o trabalho, ao qual ela emendou um fato que lhe ocorrera, também menor como o meu, e, de fatos em fatos, mínimos, ela disse, Vai, toma o seu banho, e eu concordei, Já vou, e tirei o sapato, e me levantei, e a vi, a olho nu, passar à minha frente, como se desprovida de segredos.


Sob o chuveiro, a mente me chamava para mim, a consciência acesa, eu sendo o que era, preso à dor e ao gozo de minha condição, minha estatura, meu rosto no mundo que ela reconhecia como o de seu homem. E enquanto eu era quem era, e me lavava os cabelos, os pés, os braços, ia pensando nela, na cozinha, cuidando da janta, e, quando já me vestia no quarto, senti a sua presença - seus passos eram como silenciadores, aba­ fando o alvoroço do meu coração. Fui à cozinha ao seu encontro e fiquei a vê-la, e, em­ bora de costas para mim, curvada sobre o fogão, ela sabia que eu estava ali, assim como, quando me vestia, eu percebera que ela viera conferir se eu saíra do banho e calcular a minha demora para que, ao sentar à mesa, me deparasse com as terrinas fumegantes. Então andei em sua direção, e ela se virou, como uma árvore cujos galhos se movem antes mesmo de o vento passar - a expectativa que agita os sentidos, preparando-os para o

que vem - , e disse o que dizemos quando não é preciso dizer nada, mas que substitui o que de fato queríamos dizer, Pronto?, e eu, sem o que responder senão o óbvio, respondi, Sim. Saltando com os olhos de uma panela a outra, inspirei forte e senti o cheiro bom de sua comida, um cheiro que rompia a penumbra de meu esquecimento, e me levava, de novo, a sorver com intensidade o momento, que eu sentia passar, como o cheiro, já se habituando às minhas narinas, e por isso o inalava ao máximo, con­ victo de que aquele era o m omento que eu queria viver, e ali, na cozinha, com ela, o lugar do mundo onde eu desejava estar. Jantamos lentamente, habituando-nos de novo um à companhia do outro, comentando as notícias do dia, as gerais e as nossas, os assuntos mais vivos, uns que se­ riam enterrados por outros mais urgentes, alguns que voltariam a nos afligir, e as palavras vinham e voltavam,

revista e

43


r.marcosgaruti.i

ocupando o lugar daquilo que era nós mesmos lá nas profundezas, o silêncio, e, por ser tão imenso, precisá­ vamos nos distrair dele. Como em outras noites, estávamos juntos, nem aten­ tos nem desatentos para o ar que entrava e saía de nos­ sos pulmões, apenas perm itindo que entrasse e saísse, devorando a casca do instante e rumando para o seu miolo e, de um a outro, fluía, entre nossa conversa, o que ela sentia, o que eu pensava, E então?, Sim, Não diga!, Você viu?, Ah é?, Não sei, Pode ser, Ótimo, Vamos!, Quer mais?, Não!, Posso recolher?, Pode, Estava bom?, Esta­ va ótimo!, Obrigada. Ajudei-a a retirar a mesa, oferecendo-me para secar a louça, Não, hoje não precisa, eu insisti, querendo poupála de mais uma tarefa, e ela, querendo o mesmo, Num instante eu limpo tudo, e como um de nós tinha de ceder, sentei-me com um livro à luz do abajur na sala, e durante algum tempo ainda a ouvi na cozinha, guardando as pa­ nelas. Depois ela passou por mim e foi para o quarto, do quarto ao banheiro, e, em seguida, retornou à sala. Não reparei no que fazia, mas imaginei que checava a casa, pondo ordem aqui e ali, como se tivesse se esquecido de mim; eu, preso às páginas do livro, agia igualmente como se me esquecera dela, e, claro, fingindo que não

44

revista e

percebia o que ela fazia, eu a estava recordando, linha por linha, e sabia que ela também, ajeitando as coisas, estava se chegando mais e mais a mim. Então, como se, de repente, eu encontrasse a chave secreta capaz de igualar a minha percepção à voltagem do universo - e, assim, chegar a um ponto m uito acima daquele a que normalmente a realidade me permitia - , compreendi, com espanto, o que significavam os passos dela, ali, da cozinha ao quarto, do quarto ao banheiro, o seu vaivém passando tantas vezes pela sala onde eu estava, esse seu percurso, durante dias e anos, comum e esquecível, quase a se perder de vista. Ela cruzou outra vez a sala à minha frente, mirou-me de relance, o seu olhar, feito um clarão, descobrindo no meu o que a minha compreensão alcançava, como quem flerta com uma fruta antes de colhê-la. E, vendoa seguir para o quarto, senti o quanto aquele seu ir-evir, hum ilde e silencioso, alheio às nossas mais belas lembranças, me faria falta, e o quanto - tanto, tanto! - me sangraria a memória, quando ela não estivesse mais aqui. ■ Jo ã o A n z a n e llo C a rra s c o z a é a u t o r , e n tre o u tr o s liv ro s , de 0 V olume do S ilêncio (C o s a c N a ify , 2 0 0 6 )


Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura

I o de dezembro Dia Mundial de Luta contra a Aids A U N E S C O acredita que a educação é o cam inho para que os jovens se m obilizem e aprendam a se prevenir. Inform e seus amigos e familiares sobre a im portância dessa prevenção. Sua atitude e com prom isso fazem toda a diferença na luta contra a aids.

A www.unesco.org.br Mais informações: www.aids.gov.br Disque Saúde: 0800 61 1997


DEZEMBRO DE 2 0 0 7 INFORMAÇÕES 0 CARTAO DE MATRICULA

VENDA DE INGRESSOS

0 cartão de matrícula é a sua identificação junto ao Sesc. Com ele você tem acesso a serviços e vantagens exclusivos. Ele é um direito do trabalhador do comércio e serviços.

INGRESSOSESC é o sistema integrado de venda de ingressos para os espetáculos que acontecem nas diversas unidades do Sesc São Paulo. Ele possibilita a compra de ingressos na unidade mais próxima de sua casa. É imprescindível a apresentação de documento na entrada dos espetáculos, nos casos

QUEM PODE M A T R IC U L A R -SE NO SESC

0 trabalhador em atividade ou aposentado nas áreas de comércio e serviços, ou ainda aquele que está desempregado há até doze meses e que exerceu a última atividade em empresas desses setores, e seus dependentes: cônjuge, filhos menores A m atncula de 21 anos e pais do titular. Pessoas tem validade de que não se incluem nessas condições podem se inscrever na categoria Usuário (Consulte uma das Unidades tem aceitação em sobre as condições dessa categoria). todo o te rritó rio nacional DOCUMENTOS

de ingressos com o desconto previsto: cartão de matricula Sesc (comerciário e usuário), carteirinha de estudante (UMES, UBES) ou documento de identidade, caso acima de 60 anos. I

FORMAS DE PAGAMENTO: Dinheiro, cheque (à vista), cartões Visa, Visa Electron, MasterCard, MasterCard Electronic, Maestro, Redeshop e Diners Club International (crédito e débito).

tejH

TRABALHADOR NO COMÉRCIO E SERVIÇOS: Carteira de Trabalho e documento de identidade; APOSENTADO DO COMÉRCIO E SERVIÇOS: Carteira de trabalho, extrato trimestral do INSS e documento de identidade. USUÁRIO: Documento de identidade. DEPENDENTES: Pais do titu la r (somente Comerciários) doc. de identidade; Cônjuge certidão de casamento e doc. de identidade; Filhos menores de 21 anos certidão de nascimento ou documento de identidade.

SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO - SESC Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: Abram Szajman Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda REVISTA E Coordenação Geral: Ivan Paulo Giannini Diretor Responsável: Miguel de Almeida • Diretor de Arte: Werner Schulz • Editora: Ana Paula Cardoso • Editor Assis­ tente: Julio Cesar Caldeira • Editor de Arte: Eduardo Burato • Editora de Fotografia: Adriana Vichi • Ilustrações: Marcos Garuli • Repórteres: Turu de Andrade e Camila Gonçalves (estagiária) • Colaboradores: Vanessa Lima [edição do Em Carlaz) • Revisão: Elaine Ferrari • Coordenação Executiva: Marcos Ribeiro de Carvalho • Assessor Executivo: Fernando Fialho • Edição de Programação e Anúncios: Daniel Tonus, Fernando Fialho, Glauco Sabino, Jefferson Lima, Laurisa Alves, Rogéria Gonçalves • Supervisão Gráfica: Eron Silva • Arte de Anúncios: Érica Dias, Fabio Pinotti, Thais Helena Franco • Finalização: Fabio Pinotti • Circulação e Distribui­ ção: Antonio Carlos Cardoso Sobrinho

TODAS AS UNIDADES E A ADMINISTRAÇÃO REGIONAL SÃO PARTICIPANTES DA REDE INGRESSOSESC, COM EXCEÇÃO DO SESC BERTIOGA.

'

Portal

w w w .sescsp.org.br 0 caminho mais curto para se chegar às unidades do Sesc está a um clique de seu mouse: endereços, mapas de localização, horários e toda programação comentada em matérias e sites interativos. Para receber em seu e-mail os eventos da semana de seu interesse, basta assinar a Newsletter do Portal Sesc SP.

Conselho de Redação e Programação Diretor: Danilo Santos de Miranda

0800 118220 -

Guarde este número. É o canal gratuito, acessível de qualquer telefone da Grande São Paulo*, em que você encontra informações sobre o Sesc e a programação cultural e esportiva, sobre a rede INGRESSOSESC e matrícula, além dos endereços e telefones das unidades da Capital. ‘ somente para telefones com prefixo 11 I

Conselho Regional do Sesc de São Paulo Presidente: Abram Szajman

Alexandre Caversan Simonelli, Ana Carolina Rolim Granja, Aparecida Ceciliano, Cristiane Ferrari, Daniela Garcia, Daniela Savastano, Elizabeth Brasileiro, llona Hertel, José Henrique Osíris Coelho, José Oswaldo Teixeira Junior, Juraci de Souza, Maryana Luiza Campello, Renata Wagner, Ricardo Tifona, Ubiratan Nunes Resende, Vera Marisa

Administração Regional Sesc São Paulo - R. Álvaro Ramos, 991 - Belenzinho CEP 03331-000 tel. (11) 6607 8000 Jornalista Responsável: Miguel de Almeida MTB 14122. A Revista E é uma publicação do Sesc São Paulo sob coordenação da Superintendência de Comunicação Social e realizada pela Lazuli Editora. Distribuição gratuita. Nenhuma pessoa está autorizada a vender anúncios. Esta publicação está disponível no site: www.sescsp.org.br

SESCÜ

• Efetivos: Cícero Bueno Brandão Júnior, Eduardo Vampré do Nascimento, Eládio Arroyo Martins, Elisete Berchiol da Silva Iwai, Ivo DalTAcqua Júnior, Jair Toledo, Jorge Sarhan Salomão, José Maria De Faria, José Maria Saes Rosa, José Sanlino De Lira Filho, Luciano Figliolia, Lucíola Rodrigues Jayme, Manuel Henrique Farias Ramos, Valdir Aparecido dos Santos, Walace Garroux Sampaio • Suplentes: Amadeu Castanheiro, Ariovaldo Maniezo, Arnaldo José Pieralini, Benedito Toso de Arruda, Carlos Alberto D'Ambrósio, Dan Guinsburg, João Herrera Martins, Luiz Antonio de Medeiros Neto, Mariza Medeiros Scaranci, Paulo João de Oliveira Alonso, Paulo Roberto Gullo, Rafik Hussein Saab • Diretor do Departamento Regional: Danilo Santos de Miranda • Representantes do Conselho Regional Junto ao Conselho Nacional • Efetivos: Abram Szajman, Euclides Carli, Raul Cocilo • Suplentes: Aldo Minchillo, Cosfábile Malarazzo Junior, Ozias Bueno.


Em dezembro, os destaques são as atividades da Mostra Sesc de Artes - Circulações e as do Dia Mundial da Luta contra a Aids (em diversas unidades); a 2 a Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, no CineSesc; a estréia das peças Natimorto - Um Musical Silencioso, no Consolação, e Chorinho (foto), no Santo André; o 2 o Festival de Arte e Tecnologia Móvel - Mobilefest, no Avenida Paulista; a coreografia Mar de Gente, no Pinheiros; os shows da 14a Mostra Prata da Casa, de Elza Soares, no Pinheiros, Martinho da Vila, no Pompéia e Itaquera, Jica Y Turcão - 30 anos, no Santana, e Arnaldo Antunes e Orquídeas do Brasil, no Vila Mariana.

____________________ Le g e n d a d o s P r e ç o s de E s p e t á c u lo s _______________ (□ )

Usuário matriculado, maiores de 60 anos, estudantes com comprovante e professores da rede pública de ensino

(O ) Trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes

ÍNDICE AVENIDA PAULISTA CARMO CINESESC CONSOLAÇÃO INTERLAGOS IPIRANGA ITAQUERA ODONTOLOGIA PINHEIROS

48 51 53 53 54 56 57 58 59

60 62 64 65 66 68 69 70

POMPÉIA SANTANA SANTO AMARO SANTO ANDRÉ SANTOS SÃO CAETANO VILA MARIANA INTERIOR

revista e

47


AVENIDA HK3HPRIEST (EUA). Fundador do combo de rap futurista Antipop Consortium. Aber­ tura MC Akin. Com High Priest (voz e sampler) e DJ Raedown (toca-discos). R$ 20,00; R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). 01 /1 2. Sábado, 21 h. DANÇA espetáculos UM CORPO QUE NÃO AGUENTA MAIS. Con­ cepção e direção Marta Soares. Criadores intérpretes Anderson Gouvêa, Carolina Cal­ legaro, Clara Gouvêa, Manuel Fabrício e Marta Soares. R$ 16,00; R$ 8,00 (□). R$ 4,00 (O). Até 16/12. Sábados e domin­ gos, 19h. Excepcionalmente 09/12 não haverá espetáculo. CURSOS. Até 19/12. R$ 40,00 (□). R$ 20,00 (O). «Minicurso de Ritmos Brasileiros. Aci­ ma 15 anos. Quartas, 19h às 20h30. «Minicurso de Ritmos Latinos. Sábados, 1óh às 17h30 e quartas, 20h30 às 22h.

Um Corpo que Não Agüenta Mais. Até 0 2 /1 2 Endereço: A v. Paulista, 119 Telefone: (11) 31 79 37 00 Horário: Terça a sexta: 13h às 22h (Central de Atendimento das 9h As 22h). Sábados, domingos e feriados: IOhàs 19h. email@avenidapaulista.sescsp.org.br Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. MOSTRA SESC DE ARTES :: CIRCULAÇÕES. Propõe a circulação de obras e espetácu­ los com processos particulares de produ­ ção e exibição, seu diálogo com os fluxos de informação, além de estabelecer a con­ vivência de artistas para a produção cole­ tiva. Participe de 13/11 a 02/12. Progra­ mação completa e detalhes no Portal Sesc SP: www.sescsp.org.br. Teatro: •Exerci­ dos de um Processo - Dramaturgia Con­ temporânea em 3 Tempos: Lygre / Novarina. As obras de Valère Novarina (FRA) e de Arne Lygre (NOR) são a base do proje­ to. «Encontros: Grátis. Ingressos 1h antes. Arne Lygre. 01/12. Sábado, 15h. A No­ va Proposta de Novarina: Fragmentos Co­ mentados. 02/12. Domingo, 15h. «Mor­ ta (Viva). De Luiz Fernando Ramos. Par­ tindo da obra A Morta, de Oswald de Andrade. Concepção e encenação: Luiz Fernando Ramos. Direção de Arte: Maíra Mesquita. Produção de Vídeos: Cla­ ra Ramos. Trilha sonora original: Eduar­ do Guimarães Álvares. Assistência de di­ reção: Alice Nogueira e grande elenco. R$ 16,00; R$ 8,00 (□). R$ 4,00 (O). Até 02/12. Sábado, 21 h30 e domingo, 18h. Dança: «Um Corpo que Não Agüenta Mais. Espetáculo tem como ponto de par­ tida textos dos filósofos David Lapoujade,

Giorgio Agamben e Roland Barthes. Con­ cepção e direção Marta Soares. Criado res-intérpretes Anderson Gouvêa, Carolina Callegaro, Clara Gouvêa, Marta So ares e Manuel Fabrício. Desenho sonoro Lívio Tragtenberg. Desenho de luz André Boll. Figurino e espaço cenográfico Karla Girotto. Grátis. Até 02/12. Sábado e do mingo, 19h. «Trisha Brown - Early Works. Com Trisha Brown Dance Company. Seis coreografias inéditas no Brasil. R$ 24,00; R$ 12,00 (□); R$ 6,00. (O). 01 /1 2. Sá­ bado, 18h e 20h. Multimídia: «14 por 32 no 3o. Com Alejandro Ahmed, Leonardo Crescenti, Lucas Bambozzi, Marcos M. Marcos e Nelson Soares, Rejane Canto ni, Tiago Romagnani e Vera Sala. O pro jeto é um espaço laboratorial e investigativo proposto por artistas de diferentes áre­ as de expressão. Visitação: Grátis. Até 02 /1 2, 16h às 20h. Performances: 21 h às 23h. R$ 16,00; R$ 8,00 (□); R$ 4,00 (O). Artes Plásticas e Visuais: «Territórios: 23°34'1.68"S _ 46°39'0.69"W. Instala­ ção interativa com projeções e sons. Grá­ tis. Até 02 /1 2. 1Oh às 21 h. «Molina Remix. Grátis. Até 02/12. «Arnaldo Pandolfo - MovimentoUNA. Sábado e domingo, 11 h às 20h. «Caixa de Imagens - Molinamento. Sábados e domingos, 16h. «Edu­ ardo Srur - Bicicletas. Apoio Itaú Cultural. Sábado e domingo, l l h às 20h. «Jum Nakao - Geringonças Animadas pelo So­ pro do Vento. Sábado e domingo, 11 h às 20h. «Lali Krotoszynski - Geringodança. Sábado e domingo, l l h às 20h. «Ma­ rio Ramiro. Sábado e domingos, 11 h às 20h. • Renzo Assano - Controlador Synth. Sabádo e domingo, 11 h às 20h. Lite­ ratura: «Cartonera & Catadora: Coletivos Eloísa Cartonera (AR) e Dulcinéia Catado­ ra (BR). Pintura de capas e criação de li­

BALNEÁRIO DO CENTRO DE FÉRIAS SESC BERTIOGA Venda de ingressos pela Rede INGRESSOSESC, para visitas de um dia, com permanência das 8h às 17h. •Segunda a sexta: R$ 17,00 (O ) e R$ 28,00 (□); Sábados, domingos e feriados: R$ 2 2,00 (O ) e R$ 35,00 (□). Crianças de 2 a 11 anos pagam 50% do valor. Menores de 2 anos são isentas. •Apresentar ingresso e cartão Sesc para o acesso ao Sesc Bertioga. Estão inclusos o almoço, a utilização do vestiário, o estacionamento no interior da unidade, uso de piscina, quadras de es­ portes, sala de jogos e a participação em toda a programação do dia. •A aquisição do ingresso poderá ser realizada com até 15 dias de antecedência da data escolhida. •Agendamento para grupos: email@bertioga.sescsp.org.br ou lei: (13) 3319-7722.

48

revista e

vros artesanais de papelão. Os títulos se­ rão vendidos a preços simbólicos e a ren­ da destinada ao projeto. Eloísa Cartone­ ra: Criação Javier Barilaro e Washington Cucurto. Participação Cristina De Napoli, Julian Rafael Gonzalez, Maria Rocio Gómez e Ramona Leiva. Dulcinéia Catado­ ra: Participação Lúcia Rosa, catadores e filhos de catadores, como Andréia, Peterson Emboava, Marlon Emboava, Jucileine e Caroline. Colaboradores: Carlos P. Ro­ sa e Douglas Diegues (seleção de textos). Grátis. 01 e 02 /1 2. Sábado, 15h às 19h e domingo, 14h às 18h. TEATRO

MULTIMÍDIA E INTERNET palestras II FESTIVAL DE ARTE E TECNOLOGIA MÓVEL MOBILEFEST. Discute temas relacionados à contribuição da tecnologia móvel para di­ versos setores da sociedade e implicações na política, arte, ecologia, ética, educa­ ção, saúde e terceiro-setor. «Seminário In­ ternacional 2007. Videoconferências, con­ ferências e mesas redondas. Com Jonah Brucker-Cohen, Fabio Fon, Shu Lea Cheang, Carmen Maia, Eric Paulos e Martin Owen, entre outros. R$ 40,00; R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). Quarta a domingo, 13h às 22h. «Mostra Expositiva. Visitação: Grá­ tis. 05/12 a 06/01. Terça a sexta, 1Oh às 21 h, sábados e domingos, 1Oh às 19h.

ESPETÁCULOS. Acima 14 anos. R$ 20,00; R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). Até 16/12. Ex­ oficinas cepcionalmente 0 9/12 não haverá espetá­ ESPAÇO EXPERIMENTAL INTERNET UVRE. culos. «Homem sem Rumo. Com Cia. Club Com Glauco Paiva. Informações e inscri­ Noir (SP). Texto Arne Lygre. Tradução e di­ ções no local. Grátis. Até 13/12.«Grareção Roberto Alvim. Com Juliana Galdino, fite Digital. Terça e auinta, 19h às 21 h. Marat Descartes, Milhen Cortaz, Lavínia •Hacker na Terceira laade. Terça e quinta, Pannunzio, Bruno Giordano e Lígia Yamaguti. Sexta a domingo, 21 h. «O Animal do 13h30 às 15h30. Tempo. Com Ana Kfouri. Texto Valère No­ varina. Direção Antonio Guedes. Tradução INTERNET UVRE. Grátis. Terça a sexta, 13h e dramaturgia Ângela Leite Lopes. Sexta a às 21 h. Sábado, domingo e feriado, lOh domingo, 20h30. «Diálogo das Sombras. Com Cia. Arnesto nos Convidou. Texto Saàs 18h. mir Yazbek. Direção Maucir Campanholi. Com Helio Cícero, Maristela Chelala, Edu­ CINEMA EVÍDEO ardo Semerjian, Daniel Warren e Rubia Reami. Sexta a domingo, 19h30. VIDEOTECA. Programas do 16° Festival Inter­ MÚSICA nacional de Arte Eletrônica SESC_Videa brasil e do acervo da Associação Cultural Videobrasil para exibição no local, sob sa INSTRUMENTAL SESCBRASIL Ingressos 1h an­ licitação. Grátis. Até 3 0/12. Terça a sexta, tes. Grátis. Terças, 19h. «Eduardo Neves e 13h às 21 h e sábados, e domingos, 13h Gafieira de Bolso. Neste show o saxofonis­ às 18H30. ta e flautista reproduz, com sexteto, o som das orquestras de baile que fizeram história TRILHAS METRAGENS. Novas versões musi­ no Rio de Janeiro. 04/12. «Henrique Cacais para filmes antigos e contemporâneos, zes e Marcello Gonçalves - Vamos Acabar em sessões de vídeo com música ao vivo. com o Baile. Parceiros há 10 anos, home­ •Inferno. (ITA, 1911). De Giuseppe de Linageiam Annibal Augusto Sardinha, o Ga­ guoro, realizou uma fantástica viagem peroto, lançando o CD. Com Henrique Cazes e Marcello Gonçalves. 11/12. «Choro Enr ^ X Trabalhador no comércio e serviços semble. Quinteto fundado em Nova Iorque matriculados e dependentes há seis anos dedica-se à divulgação do cho­ Usuário matriculado, maiores de 60 ro nos EUA. Faz a terceira turnê no Brasil Q anos, estudantes com comprovante e e lança CD com repertório e arranjos pró­ professores da rede pública de ensino prios. 18/12.


los subterrâneos do universo de Dante Alighieri, retratando os nove círculos do infer­ no. Trilha sonora ao vivo pela banda Frame Circus, com Tatá Aeroplano, Paulo Befto e Maurício Fleury. Grátis. Ingressos 1h antes. 07 e 0 8/12. Sexta e sábado, 21 h. CORPO E EXPRESSÃO

ORIENTAÇÃO PARA ATIVIDADES FÍSICAS. In­ formações sobre as principais atividades desenvolvidas na unidade e as maneiras mais adequadas para a prática de diversas modalidades físicas. Inscrições antecipa­ das. Grátis. Até 16/12. Domingos, 14h. DOMINGO DE FESTA! Encerramento das ativi­ dades de 2007, com grande festa e aulas abertas de Tai-Chi-Chuan, Lian Gong e Dan­ ça de Salão com música ao vivo, anima çâo com clowns, realejo, show com Osvah dinho da Cuíca e banda e muito mais. Rua Leôncio de Carvalho, ao lado da unidade. 16/12. Domingo, 9h às 18h. AULAS ABERTAS. Grátis. Inscrições antecipa­ das. •Liang Gong em 18 Terapias. Com Rui Hamai. Até 16/12. Sábados e domingos, lOh. •Alongamento e Exercícios de Força. 02/12. Domingos, 17h. «Massagem em Duplas. 02/12. Domingos, 1 Ih. «Alonga­ mento no Bioball. Acima 15 anos. 09/12. Domingos, 17h. «Ginástica Localizada. 0 9/12. Domingo, 15h. «Voga para Ini­ ciantes. Domingos, 09 /1 2, 1 lh e 16/12, 17h. «Ginástica Multifuncional. 16/12. Do­ mingo, 15h. «Ritmos e Expressão Corporal. 16/12. Domingo, 1 lh. «Ginástica Locali­ zada e Alongamento. 18 e 20/12. Quar­ ta e sexta, 12h. «Ginástica Postural e Alon­ gamento. 18 e 20/12. Terça e quinta, 19h. •Yoga para Iniciantes. 18 a 21/12. Terça e quinta, 8 h l5 e 9 h l5 e quarta e sexta, 17h, 18h e 19h. «Ginástica Localizada. 19 e 21/12. Quarta e sexta, 18h. «Ginásti­ ca Multifuncional. 19 e 21/12. Quarta e sexta, 1Oh. «Local e Alongamento. 19 e 21/12. Quarta e sexta, 12h. «Ritmos. 19 e 21/12. Quarta e sexta, 17h. «Alonga­ mento. 18 a 21/12. Terça e quinta, 1Oh 15 e quarta e sexta, 8h. «Condicionamento Fí­ sico. 02/12. Domingo, 15h. 18 a 21/12. Terça e quinta, 18h e quarta e sexta, 9h e 19h. «Tai Chi Chuan. Com Rui Hamai. Até 16/12. Sábado e domingo, 9h. CURSOS. R$ 40,00 (□). R$ 20,00 (O).«Ginástica com Pesos Livres. Até 13/12. Terça e quinta, 20h. «Ginástica Multifuncio­ nal. Até 15/12. Quarta e sexta, lOh às 11 h30. «Alongamento. Até 14/12. Terça e quinta, 17h e quarta e sexta, 18h. «Con­ dicionamento Físico. Até 14/12. Quarta e sexta, 9h, 17h e 19h e terça e quinta, 18h. Sábados, 14h às 15h30. «Ginástica Locali­ zada. Até 13/12. Terça e quinta, 18h. «Gi­ nástica Postural. Até 13/12. Terça e quinta, 19h. «Ginástica Localizada e Alongamento. R$ 30,00 (□). R$ 15,00 (O). Até 14/12. Quarta e sexta, 12h. «Yoga. R$ 50,00 (□). R$ 25,00 (O). Até 15/12. Terça e quinta, 8hl5, 18h, 19h e 20h e quarta e sexta, 8hl5, 1Oh 15, 18h, 19h e 20h. Sábados, 9h àsl0h30. SOCIEDADE E CIDADANIA ESPECIAL V SIMPÓSIO NACIONAL DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO - QUAL O FUTURO DAS

CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO? A QUEM É. Comemoração aos 50 Anos de funda­ ção da Comunidade Internacional e 30 Anos da Comunidade Nacional de Ciên­ cias da Comunicação. Realização da So­ ciedade Brasileira de Estudos Interdiciplinares da Comunicação - INTERCOM, parce­ ria Fiesp e Sesc SP, apoio da Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação e Facasper. In­ formações e inscrições e-mail: intercom® up.br. 11/12. Terça, 9h às 18h, na Fiesp. 12/12. Quarta, 8h às 12h, no Sesc Ave­ nida Paulista. GEO EDUCAÇÃO: USO PEDAGÓGICO DE MAPAS COLABORAT1VOS NA INTERNET. Debatedores André Gurgel (escritor), Tais Bressane (Unicamp), Carlos Seabra (Pesqui­ sador) e José Manuel M. Costa (USP). Infor­ mações e inscrições tel: (11) 3035 -1888, ou e-mail: info@geoeducacao.com.br. Grá­ tis. 13/12. Quinta, 14h30 às 18h. INFANTIL espetáculos ERA UMA VEZ EU. Com Cia. Articularte (SP). Texto Luis Alberto de Abreu. Direção Dari Uzam. Com Paulo Cruz, Manfrini Fabretti, Alessandra Nascimento, Andrea Cruz e Surley Valério. R$ 12,00; R$ 6,00 (□). R$ 3,00 (O). Até 09/1 2. Sábados e do mingos, 16h. TERCEIRA IDADE AULAS ABERTAS. Grátis. 18 a 21/12. «Gi­ nástica para Terceira Idade. Terça a sexta, 15h. «Alongamento. Terça a sexta, 16h. •Esporte para Idosos. Até 13/12. Terças e quintas, 17h às 17h30. CURSOS. R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). «Gi­ nástica com Pesos Livres. Até 13/12. Ter­ ça e quinta, 15h. «Ginástica para Terceira Idade. Até 14/12. Terça e quinta, 14h e 16h e quarta e sexta, 15h. «Alongamen­ to e Exercícios Poslurais. Até 14/12. Quar­ ta e sexta, 16h. «Ginástica Multifuncional. Até 15/12. Quarta e sexta, 1Oh às 11 h30. •Alongamento. Até 14/12. Terça e quinta, 1Oh 15, 16h; Quarta e sexta, 8h. R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). Até 15/12. Sábado, 11 h às 12h30. «Condicionamento Físico. Até 14/12. Quarta e sexta, 17h e sábados, 14h às 15h30. «Mini Curso de Dança de Salão. Com Andrea Steluto. R$ 25,00 (□). R$ 15,00 (O). Até 19/12. Quarta, 15h às 16h30. «Halha Yoga. R$ 25,00 (□). R$ 15,00 (O). Até 14/12. Terça e quinta, 9h 15, 18h e quarta e sexta, 9h l5, 17h. Sábados, 9h às 10h30. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL PRÉ-RESERVAS: (11) 3179-3700. As inscri­ ções para os roteiros do Programa de Tu­ rismo Social iniciaram-se em novembro. Os valores podem ser parcelados em até 08 (oito) vezes, mensais e consecutivas, com , valores mínimos de R$ 30,00 por parce­ la. Todos os roteiros incluem acompanha­ mento de guia credenciado pelo Ministé­ rio do Turismo, transporte, seguro viagem e, conforme o destino, lanche, almoço, in­ gressos e passeios. Podem participar os comerciários (O) e usuários (□) matriculados. A quantidade de vagas por roteiro é deter­ minada pelos equipamentos turísticos visita­ dos. Programação sujeita a alteração. Pa­ ra maiores informações contate a Central de Atendimento.

POR DENTRO DE SÃO PAULO. Passeios de 1 dia. Preços por pessoa. SESC ITAQUERA - Cultura e Natureza: 16/01. Quarta, saída 9h. Passeio ao complexo de lazer que tem 350 mil m2, construído em meio à Mata Atlântica secundária. A unida­ de campestre possui viveiro de plantas, orquidário, herbário, pomar, horta, lago, tri­ lhas na mata e equipamentos de lazer: pis­ cina, ginásio, quadras poliesportivas, sala de leitura e Parque Lúdico (Orquestra Má­ gica, Espaço de Aventuras e Bichos da Ma­ ta). Inclui visita monitorada e almoço no Sesc. R$ 32,00 (O); R$ 38,00 (□). JARDIM BOTÂNICO E ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO - São Paulo da Fauna e Flora: 17/01. Quinta, saída 9h. Visitas ao Jar­ dim Botânico de São Paulo (alamedas Fer­ nando Costa e Martius, Jardim de Lineu, estufas, orquidário etc.) e à Fundação Par­ que Zoológico de São Paulo, o maior do Brasil e um dos 7 maiores do mundo, com mais de 3 mil animais, em recintos e terrários, semelhantes ao habitat natural. In­ clui almoço e ingressos. R$ 35,00 (O); R$ 42.00 (□). SOLO SAGRADO - Natureza e Tranqüilida­ de: 25/01. Sexta, saída 9h. Passeio ao So­ lo Sagrado da Igreja Messiânica Mundial do Brasil, às margens da represa de Guarapiranga. Inclui caminhada monitorada, al­ moço e participação na Vivência da arte da flor, oficina que mostra a importância da flor como fonte de alegria e harmonização do ser humano por meio da natureza. R$ 32.00 (O); R$ 38,00 (□). PARQUE DA CANTAREIRA - Núcleo da Pedra Grande: 27/01. Domingo, saída 8h30. Caminhada pelo parque para visita ao Nú­ cleo da Pedra Grande, passando pelas tri­ lhas da Pedra Grande (de onde se avista a cidade de São Paulo) e do Lago (área tranqüila e agradável, que possui este no­ me por causa do lago de carpas existente no local). O trajeto é realizado em 4h, ní­ vel médio de dificuldade. Inclui lanche de trilha e caminhada monitorada. R$ 32,00 (O); R$ 38,00 (□). SESC INTERLAGOS - Lazer e Meio Ambiente: 14/02. Quinta, saída 8h. Passeio na uni­ dade que tem 500 mil m2 de área verde, situada na margem sul da represa Billings. A diversidade natural reúne mata atlântica, mata ciliar, lagos, região de brejos, nascen­ te de água e bosque com araucárias. Uti­ lização dos equipamentos de lazer: pisci­ nas, parque aquático, ginásio, quadras po­ liesportivas, sala de leitura, brinquedos pe­ dagógicos e Parque Lúdico (Jacaré Gigan­ te, Casa da Árvore, Pista de Ciclismo, Gal­ pão da Criatividade e Recanto Infantil). In­ clui oficina de jardinagem, visita monitora­ da e almoço no Sesc. R$ 32,00 (O); R$ 38.00 (□). VILA MADALENA - Ateliês: 22/02. Sexta, sa­ ída 9h30. Visita ao Ateliê Piratininga e Es­ paço Coringa, com demonstração da téc­ nica de impressão de gravura, Ateliê Preta Pretinha - especializado na criação e pro­ dução de bonecos de pano étnicos - e à Oficina de Mosaicos Isabel Ruas, com de­ monstração da técnica. Inclui almoço, in­ gressos e participação em oficina de im­ pressão de gravuras. R$ 35,00 (O); R$ 42.00 (□).

BAIRRO DO IPIRANGA - Independência e arte: 27/02. Quarta, saída 8h. Visita ao Parque da Independência, Museu Paulista da Uni­ versidade de São Paulo (Museu do Ipiran­ ga), Sesc Ipiranga, Memorial Madre Paulina e ao Museu de Zoologia. Inclui almo­ ço no Sesc Ipiranga e ingressos. R$ 32,00 (O); R$ 38,00 (□). POR PERTO DE SÃO PAULO. Passeios próxi­ mos a capital. Preços por pessoa. LOUVEIRA, VINHEDO E VAUNHOS - Festa do Figo e da Goiaba: 12/01. Sábado, saída 7h. Passeio por sítios da região para conhe­ cer a vida no campo e apresentar diferen­ tes tipos de frutas, adega, alambiques, do­ ces caseiros, licores e outros quitutes do sí­ tio. Participação na 59° Festa do Figo e 14a ExpoGoiaba, com diversos atrativos e mui­ tas opções de frutas e produtos artesanais. Inclui café da roça, visitas monitoradas às propriedades, almoço, degustação de vi­ nhos e ingresso para a festa. R$ 90,00 (O); R$ 108,00(Q). SANTOS E SÃO VICENTE - Utoral Histórico: 13/01. Domingo, saída 7h. Passeio ppor São Vicente, com visita a Praça 22 de Ja­ neiro, Biquinha de Anchiefa e Marco Pa­ drão. Em Santos, visitas ao Sesc Santos, Panteon dos Andradas, Conjunto do Car­ mo, Bolsa do Café, Praça da República, Porto (panorâmico) e passeio de bonde. In­ clui almoço no Sesc Santos e ingressos. R$ 78.00 (O); R$ 94,00 (□). JUND1AÍ - Festa da Uva: 19/01. Sábado, saí­ da 7h. Passeio em propriedades rurais pro­ dutoras de uva, vinhos, geléias e licores ar­ tesanais. Visita a Casa Cereser para co­ nhecer um pouco da história da família, do bairro e da empresa, com degustação de vinhos, espumantes e sucos. Participação na 27a Festa da Uva dejundiaí, conhecida como a Terra da Uva e marcada pela pre­ sença da imigração italiana. Inclui café da manhã da roça, visitas monitoradas às pro­ priedades, almoço em restaurante campes­ tre, degustação de vinho e de frutas da épo­ ca e ingresso para a festa. R$ 90,00 (O); R$ 108,00 (□). JUNDIAÍ E ITAT1BA - Bichos da Fazenda e Zooparque: 26/01. Sábado, saída 7h. Pas­ seio por fazenda histórica da época do ca­ fé, para alimentar os peixes, conhecer os bichos da fazenda, a árvore pau-brasil e saber um pouco a história da produção cafeeira no estado de São Paulo, visitan­ do o Museu do Café, plantação, maquinários etc. À tarde, visita ao Zooparque, situa­ do em ampla área verde de mata nativa e de reflorestamento, onde são criados mais de 1400 animais do mundo todo. Inclui ca­ fé da manhã da fazenda, almoço, visitas monitoradas e ingressos. R$ 90,00 (O); R$ 108.00 (Q). CAMPINAS A JAGUARIÚNA - Passeio de Ma­ ria Fumaça: 10 e 24/02. Domingos, saídas 7h30. Passeio de Maria Fumaça fazendo o trajeto Campinas-Jaguariúna, com visitas ao Museu Ferroviário e à Estação Ferroviá­ ria de Jaguariúna, desativada em 1970 e ao Parque Lagoa do Taquaral em Campi­ nas. Inclui ingresso da Maria Fumaça e al­ moço. R$ 87,00 (O); R$ 105,00 (□). MORUNGABA E ÍTAT1BA - Vida no campo: 16/02. Sábado, saída 7h. Passeio em pro-

revista e

49


AVENIDA priedade rural com pomar de diversos tipos de frutas, viveiro de aves ornamentais, la­ go com patos e marrecos, bichos do sítio (porco, vaca, cavalo, cabras etc.), horta, re­ ciclagem de lixo e outros atrativos e pas­ seio para conhecer a cidade de Morungaba com parada em lojas de ervas naturais, doces e artesanato. A tarde, visita em fa­ zenda cafeeira do século XIX, para apre ciação de sua arquitetura, capela e horta de produtos orgânicos. Inclui café da ma­ nhã da roça, almoço típico, degustação de frutas e visitas monitoradas. R$ 87,00 (O); R$ 105,00 (□). ILHA DIANA - Comunidade caiçara: 17/02. Domingo, saída 7h30. Visita a comunida­ de de pescadores da Ilha Diana, situada entre as cidades de Santos e Bertioga para conhecer o estilo de vida caiçara, a fauna e flora típicas dos manguezais. Inclui almoço caiçara, monitoria feita pelos próprios ma radores da comunidade e passeio de barco pelas gamboas (pequenos trechos de mar). R$ 93,00 (O); R$ 112,00 (□). SESC BERTIOGA - Observação de Aves: 21 e 28/02. Quintas, saídas 7h. Passeio na uni­ dade com utilização do balneário e dos equipamentos de lazer. Inclui café da ma­ nhã, almoço e caminhada com biólogo pa­ ra observação das espécies de aves que habitam o Sesc Bertioga. R$ 69,00 (O); R$ 83.00 (□). IPERÓ - Floresta Nacional de Ipanema: 23/02. Sábado, saída 7h. Passeio pela Floresta Nacional de Ipanema, visita ao Sítio Histórico da Real Fábrica de Ferro Ipanema, que conta com 13 prédios his­ tóricos remanescentes da fábrica, além o Cemitério Protestante da vila de funcio­ nários e de um relógio de sol de 1863. Inclui almoço e caminhada monitorada por trilhas do parque. R$ 69,00 (O); R$ 83.00 (□). EXCURSÕES RODOVIÁRIAS. Os valores indi­ cados nos roteiros são os menores valores e variam conforme o tipo de alojamento e pe ríodo escolhidos. Preços por pessoa. CAMPOS DO JORDÃO (SP): 11 a 13/01. Saí­ da 19h. Pensão completa e passeio pela ci­ dade com visitas ao Auditório Cláudio Santoro, Museu Felícia Leirner, Pico do Itapeva, Vila do Capivari e Horto Florestal (ingres­ sos não inclusos). Em apartamento triplo: R$ 380,00 (O); R$ 456,00 (□). PANJANAL COM CHAPADA DOS GUIMA­ RÃES - Campo Grande (MS), Cuiabá (MT) e Porto Cercado (MT): 12 a 22/01. Saída 21 h. Pensão completa e passeios pelas ci­ dades de Campo Grande e Cuiabá, ao Parque Nacional da Chapada dos Guima­ rães e na Estância Ecológica Sesc Pantanal. Em apartamento triplo: R$ 1530,00 (O); R$ 1836,00 (□). RIO DE JANEIRO (RJ): 16 a 20/01. Saída 8h. Meia pensão e passeios pela orla maríti­ ma, centro histórico e Cinelândia, Cidade do Samba, Jardim Botânico, Corcovado e Pão de Açúcar (ingressos não inclusos). Em apartamento duplo: R$ 550,00 (O); R$ 660.00 (□). LAGES (SC) EJOINVILLE (SC): 16 a 23/01. Sa­ ída 19h. Pensão completa em Lages e meia pensão em Joinville. Passeios pelas cidades

50

revista e

de Lages, São Joaquim, Urubici, Mirante da Serra do Rio do Rastro e Joinville (com pas­ seio pela estrada Bonita, zona rural da ci­ dade). Em apartamento triplo: R$ 890,00 (O); R$ 1068,00 (□). GUARAPARI (ES): 22 a 28/01. Saída 20h. Pensão completa e passeio pelas cidades de Guarapari, Vitória, Vila Velha e Anchieta. Em apartamento duplo: R$ 820,00 (O); R$ 984,00 (□). ÁGUAS DE UNDÓIA (SP): 24 a 27/01. (Fe­ riado). Saída 20h. Pensão completa e pas­ seios pelas cidades de Águas de Lindóia e Monte Sião (MG). Em apartamento triplo: R$ 495,00 (O); R$ 594,00 (□). CURITIBA (PR): 24 a 27/01. (Feriado). Saída 21 h. Meia pensão e passeios pela cidade de Curitiba, Morretes, Paranaguá e Lapa, com passeio de trem pela Estrada de Ferro Curitiba - Paranaguá. Em apartamento tri­ plo: R$ 480,00 (O); R$ 576,00 (□). ARAXÁ (MG): 01 a 05/02. (Carnaval). Saída 21 h. Pensão completa e passeio pela cida­ de com visita à Estância do Barreiro e às fontes Dona Beja e Andrade Júnior, Museu Regional Dona Beja, Museu Calmon Bar­ reto, Árvore dos Enforcados e ao Centro de Artesanato. Em apartamento triplo: R$ 520.00 (O); R$ 624,00 (□).

BERTIOGA: SUAS FÉRIAS CONFORTO E MUITO Faça sua inscrição, pessoalm ente em q u alq u er unid ad e do Sesc, pela Internet w w w . sescsp.org.br (na opção "inscrições") ou

TREZE TÍLIAS (SC): 01 a 05/02. (Carnaval). Sa­ ída 20h. Meia pensão e passeios pelas ci­ dades de Treze Tílias (o tirol brasileiro, que mantém até hoje tradições como o gosto pe­ la música das bandinhas tirolesas, as dan­ ças folclóricas e o hábito de confeccionar esculturas em madeira) e Fraiburgo (a Ca­ pital Nacional da Maçã, para conhecer as plantações e o preparo das maçãs pa­ ra o comércio). Em apartamento triplo: R$ 790.00 (O); R$ 948,00 (□). TAUBATÉ COM SÃO LUÍS DO PARAIT1NGA (SP): 02 a 05/02. (Carnaval). Saída 7h. Meia pensão e passeios pelas cidades de Taubaté e Sâo Luís do Paraitinga, com parti­ cipação no tradicional Carnaval de Marchinhas. Em apartamento duplo: R$ 490,00 (O); R$ 588,00 (□). BERTIOGA (SP): 14 a 20/02. Saída 14h. Pen­ são completa no Sesc Bertioga, caminha­ da de reconhecimento pela unidade e vi­ sitas ao centro da cidade, Forte São João e passeio de escuna pelo rio Itapanhaú. Em apartamento duplo: R$ 570,00 (O); R$ 912.00 (□). UBATUBA (SP): 21 a 24/02. Saída 7h. Meia pensão e passeios pela cidade, visitando o Sobradão do Porto, Farol e Barra dos Pes­ cadores, Igreja Matriz, Cadeia Velha, Câ­ mara Municipal, Aquário e Projeto Tamar, Ruínas da Lagoinha (ingressos não inclu­ sos) e passeio de escuna ao parque Estadu­ al da Ilha Anchieta, com visita monitorada ao antigo presídio. Em apartamento triplo: R$ 440,00 (O); R$ 528,00 (□). CONSERVATÓRIA (RJ): 29/02 a 02/03. Saí­ da 19h. Pensão completa e passeios pela cidade visitando o Museu Vicente Celestino e Gilda Abreu, Museu Sílvio Caldas, Casa da Seresta e participação nas serestas pro­ movidas pelos moradores (ingressos não in­ clusos). Em apartamento triplo: R$ 410,00 (O); R$ 492,00 (□).

solicite inform ações por fa x ou correio p ara a U nidade Provisória Sesc A ven id a Paulista. SESC A VEN ID A PAULISTA - w w w . sescsp.org.br

Av.

Tel.: (11) 3 1 7 9 -3 7 0 0 - Fax: (11) 3 1 7 9 -3 7 4 3 Paulista, 1 1 9 - S ão Paulo, SP - CEP 0 1 3 1 1 -903 PERIODlOS DISPONÍVEIS Inscrições p a ra3 estad a sem transporte

FEVEREIRO DE 2008 Inscrições 0 1 /1 0 a 1 0 /1 2 de 20 07 Carnaval** 1) 01 a 06 (5,5 diárias) Entrada 7h30 com café e saída 15h com almoço

2) 3) 4) 5)

MARÇO DE 2008 Inscrições 0 1 /1 1 a 10 /0 1 de 20 08 1) 2 8 /0 2 a 05 (6,0 diárias) 2) 06 a 13 (7,0 diárias) 3) 15 a 19 (4,5 diárias). Entrada 7h30 com café e saída 13h com almoço

4 ° 2 0 a 23 (3 ,0 diárias). Entrada 20h sem jantar e saída 15h com almoço 5) 25 a 30 (5,0 diárias)

08 14 15 22

a a a a

14 20 21 28

(6,0 (6,0 (6,0 (6,0

diárias) diárias) diárias) diárias)

Os períodos sem especificação de horários de entrada e saída, terão a entrada a partir das 15h sem almoço e saída até às 18h sem jantar. PREÇOS EM VIGÊNCIA ATÉ 0 2/01 /2 00 8 Diárias para hospedagem com pensão completa: (O): R$ 56,00 e (□): R$ 112,00

Pacotes especiais: * Acréscimo de 20% sobre a diária ** Acréscimo de 30% sobre a diária

A TE N Ç Ã O : A solicitação d e re s e rv a d e v e rá ser fe ita a té o ú ltim o d ia p revisto p a ra inscrição. P o d e rã o o co rre r alte raç õ es d e p e río ­ dos p o r necessidad e o p e ra c io n a l. N o s p erío do s d e NATAL, A N O N O V O , J A N E IR O e CA RN A VA L n ã o serão ac eita s inscrições p a ra os m a tricu la d os n a c a te g o ria " u s u á rio " .


CARMO son (violão de 7 cordas) e Bebê de Góes (pandeiro). Trio utiliza cava­ quinho e violão de sete cordas pa­ ra executar clássicos do choro, samba e MPB. Área de Convivên­ cia. Grátis. 0 6 /1 2 . Q uinta, 12h. INTERVALO SONORO. M úsica instru­ mental na hora do alm oço. Informese sobre os valores dos pratos no lo­ cal. Quartas, 12h 15. «Duo Violino e Piano. Com Evelyn de Alm eida Car­ mo (violino) e M aurício C arvalho (piano). 0 5 /1 2 . «Duo Brasil. Com Carlos Roberto de Oliveira (piano) e Tarcísio José de Arruda Paes (clarine­ te e saxofone). 1 2 /1 2 . DANÇA

BAND |

aulas abertas ENCONTROS DANÇANTES. Dança de salão e brincadeiras dançantes. Com Renato e Selma Picolo. Restaurante. Grátis. 1 4 /1 2 . Sexta, 17h às 20h.

[ Salvea Tradiçao

serviços CURSO DE PORTUGUÊS PARA REFU­ GIADOS. Aulas de português para refugiados e solicitantes de refúgio. Sala 2. Informações e Inscrições na Program ação/Serviço Social. Grátis. Terças e quintas, 9h às 13h30. SESC EMPRESA. Assessoria às empre­ sas do comércio e serviços para eventos sócio-culturais. Informações e agendamentos: 311 1-7027 ou email sescem presa@ carm o.sescsp.org.br. Segunda a sexta, 9h às 17h. TERCEIRA IDADE

TARDES DE ENCONTROS. Encontros em que a música, a dança e a animação facilitam a socialização e a form a­ ção de novas amizades. «Paradiso. A Banda apresenta repertório dan­ çante e variado. Salão I. R$ 14 ,0 0; R$ 7 ,0 0 (□). R$ 3 ,5 0 (O). 2 1 /1 2 . Sexta, 16h30 às 1 8h.

MULTIMÍDIA E INTERNET Time Jazz Band, no Sesc 24 de Maio. Confii Endereço: Rua do Carmo, 147 Telefone: (11) 3 1 1 1 -7 0 0 0 Horário: Segunda a Sexta, das 9h às 20h. EMAIL @CARMO.SESCSP.ORG.BR Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS. Reconhecido desde 1988 por iniciati­ va da Organização Mundial da Saú­ de, é comemorado em I o de dezem­ bro. Sob uma ótica educativa, o Sesc SP apresenta programação especial para a data. Grátis. «Repórteres em Ação. Esquete teatral pontua, de forma lúdica, a questão da AIDS de modo a aliviar as tensões que cercam o tema. Com Duo de Malas Teatral. Área de Convivência. 0 4 /1 2 . Terça, 15K30. •Aids na Adolescência. Palestra tem fo­ co na crescente disseminação da aids entre os adolescentes. Com profissio­ nais do Hospital e Maternidade São Camilo - Ipiranga. Auditório. 0 4 /1 2 . Terça, 14h. SESC 24 DE M AIO - ESPAÇO TRANSI­ TÓRIO. Programação na futura unida­ de 24 de M aio. R. D. José de Barros, 178, esquina com R. 2 4 de M aio. G rá­ tis. M úsica: «Vitrine Ao Meio-Dia. For­ mações e sonoridades acústicas. Co­ ral Luther King - Natal nos 4 Cantos do Mundo. Repertório de MPB junto à sonoridade latino-americana, tradi­ ção musical européia e cantos africa­ nos. 1 0 /1 2 . Segunda, 12h. Time Ja­ zz Band. Banda realiza cortejo e apre­ O c a rtão d e m atrícu la no SESC é o seu p assap o rte p a ra p articip ar, com va n tag en s, das vá ria s ativid ad es o ferecidas e tam b ém p a ra d esfrutar das

senta clássicos e músicas natalinas em arranjos jazzísticos. 1 8 /1 2 . Terça, 13h. Artes Plásticas e Visuais: «Car­ tões de Natal. Aula aberta para con­ fecção com uso de diversos papéis, re­ cortes e colagem. 1 8 /1 2 . Terça, 15h. Literatura: «Nó na Língua. Instalações interativas de artistas nacionais abor­ dam de forma lúdica os variados usos da Língua Portuguesa e suas curiosi­ dades. Visitação: Até 3 0 /0 4 . Segun­ da a sexta, 12h às 17h 30 . O Pinto Pe­ lado no Reino do Trava-línguas. Musi­ cal lida com poesia, música, parlendas e cantigas de roda. Com Balaio de 2. 1 1 /1 2 . Terça, 16h. Alquimia das Pala­ vras. Bate-papo com Lenice Gomes so­ bre as influências estrangeiras no fol­ clore e na cultura popular brasileira. Para educadores e interessados em eral. 1 2 /1 2 . Q uarta, ló h . Abracaabra. Elaboração de adivinhas e tra­ va-línguas. Com Lenice Gomes. Para 7 a 11 anos. 1 3 /1 2 . Quinta, 15h. Ate­ liê da Imaginação. O ficina para pro­ dução coletiva de contos, poemas, le­ tras de canções. Com A d ria na Petroni. Para 7 a 11 anos. 0 4 e 0 5 /1 2 . Ter­ ça e quarta, 15h. Esportes: «Jogos de Mesa. Empréstimo de xadrez. O rienta­ ção técnicos Sesc. Segunda a sexta, 12h às 1 8h. Corpo e Expressão: «Tai Chi Chuan. Aula aberta com Jefferson Itako. 03 , 10 e 1 7 /1 2 . Segundas, 12h às 13 h30. «Dança de Salão. 05 , 12, 19 e 2 6 /1 2 . Quartas, 1 2h às 13h30.

VIVÊNCIA E REFLEXÃO SOBRE O ENVE­ LHECIMENTO. Com N ilz a Pasetchny. R$ 8 ,0 0 ; R$ 4 ,0 0 (□, AAA). R$ 2 ,0 0 (O). Valores mensais. Até 1 2 /1 2 . Q uartas, 14h às 1óh.

INICIAÇÃO AO LINUX. Básico de Infor­ mática com o Sistema Operacional Linux. Grátis. 10 a 2 0 /1 2 . Segunda a quinta, 14h às 16h.

DANÇA DE SALÃO. Dicas e passos de bolero. Sala I. 25 vagas. Valores Mensais: R$ 2 0 ,0 0 (□). R$ 10 ,0 0 (O). 0 7 , 14, 21 e 2 8 /1 2 . Sextas, 1Oh às 11 h30.

LITERATURA

BAÚ DE LETRAS. Livros de variados au­ tores e gêneros para leitura de fun­ cionários das empresas. Os livros são entregues em uma caixa-estante que permanece por até 6 0 dias na empresa, sendo posteriormente reco­ lhida pela Biblioteca e trocada por novas solicitações. Inscreva sua em­ presa. Grátis. Segunda a sexta, 1Oh às 19h. BIBLIOTECA. Grátis. Segunda a sexta, lO h às 19h. CORPO E EXPRESSÃO CURSOS. Acim a 15 anos. Necessário apresentar exame médico no ato da inscrição. «Condicionamento Físico. R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 2 3 ,0 0 (O). Des­ conto 50% para terceira idade. Se­ gundas e quartas e terças e quintas, das 8h até 1 8h (sessões a cada ho­ ra), sendo livre para matriculados em dezembro.

TEATRO espetáculos O AUTO DE NATAL DO RISO. Comé­ dia une elementos circenses e músi­ ca ao vivo. Com Cia. C irco de Tra­ po. Área de Convivência. Grátis. 0 6 /1 2 . Q uinta, lOh e 15h. MÚSICA

piscinas, q u ad ra s e outros eq uipam entos.

oficinas E-MAIL FÁCIL. C riação, envio e recebi­ mento de mensagens, agenda e ane­ xos. Grátis. 10 a 1 3 /1 2 . Segunda a quinta, lO h às 10h50.

TRIO CONVERSA MOLE. Com Daniel Ricardo (cavaquinho), Edson Mas-

GINÁSTICA. R$ 2 0 ,0 0 (□). R$ 10,00 (O). Segundas e quartas, 15h e ter­ ças e quintas, 14h. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL passeios de um dia FAZENDA ANGELIM - UBATUBA (SP): 1 9 /0 1 . Saída óh 30 . róxima do cen­ tro de Ubatuba, a fazenda Angelim é uma propriedade privada que possui diversas trilhas com diferentes graus de dificuldades. O trecho cobre um percurso 3 km, de média intensidade, pois as trilhas estão localizadas den­ tro da M ata Atlântica. Contém vários trechos de subidas e descidas acen­ tuadas, além de piscinas naturais e belas cachoeiras. Veja detalhes e va­ lores na unidade. Inscrições: 01 a 2 6 /1 2 .

r

i

O SESC - Serviço Social do Comércio - é uma instituição de

caráter privado, de âmbito nacional, criada em 1946 por iniciativa do

SOCIEDADE E CIDADANIA

empresariado do comércio e

worksbops PERDI O EMPREGO, E AGORA? Pales­ tras e atividades que visa discutir a situação do mercado de trabalho e instrumentalizar as pessoas que es­ tão na busca de uma nova coloca­ ção. Em dezembro: cooperativas. Com C arolina O . Cherfem, Kelci Anne Pereira, Vanessa M a Brito de Je­ sus. Grátis. 0 5 /1 2 . Segunda, 18h. 0 3 /1 2 . Segunda, às 18h.

administra. Sua finalidade é a

serviços, que a mantém e promoção do bem-estar social, a melhoria da qualidade de vjda e o desenvolvimento cultural do trabalhador no comércio e serviços e de seus dependentesseu público prioritário - bem como da comunidade em geral.

revista e

J

51


CINESESC

Endereço: Rua A ugusta, 20 7 5 Telefone: (11) 3 0 8 2 02 13 EMAIL@CINESESC.SESCSP.ORG.br Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. II MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL Realização da Se­ cretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira e Sesc SP, apoio do Ministério das Relações Exteriores e pa­ trocínio da Petrobrás, acontece em oito ca­ pitais brasileiras, com exibição de filmes e ciclo de debates, consolidando um espa­ ço para discussão e reflexão sobre os di­ reitos humanos. Curadoria Giba Assis Bra­ sil, com seleção de 30 produções, entre lon­ gas e curtas, dos gêneros documentário, fic­ ção e animação. "Cada uma das idéias de humanidade contidas nos artigos da De­ claração Universal dos Direitos Humanos é um bom ponto de partida para o espec­ tador que se dispõe a assistir a um bom fil­ me", conta o cineasta Giba. No seu con­ junto, os filmes exibidos serão uma reafir­ mação dos 30 artigos da DUDH. Desta­ que para três filmes do veterano diretor Fer­ nando Solanas (ARG) sobre a crise políti­ ca, social e econômica em seu país: Memó­ ria dei Saqueo (2004), La Dignidad de los Nadies (2005) e Argentina Latente (2007). Entre os selecionados está o brasileiro "Vo­ cê também pode dar um presunto legal", de Sergio Muniz, "Matar a Todos" (CHI/ ARG / URU, 2007), dirigido por Estebán Schroeder, "CONDOR" de Roberto Mader (BRA, 2006), "A Cidade dos Fotógrafos", de Sebastián Moreno (CHI, 2006). Todos os filmes, inclusive os brasileiros, terão le­ gendas, voltadas aos deficientes auditivos. Serão feitas sessões orientadas a deficien­ tes visuais, em que também os "espectado­ res videntes" serão convidados a vivenciar a experiência do cinema de olhos fecha­ dos. Para tanto, serão oferecidas vendas no início da sessão. A proposta é permitir tan­ to a inclusão dos deficientes visuais como promover o diálogo e a integração social. "O objetivo dessas ações é democratizar o

52

revista e

CONSOLACÃO

acesso à cultura e promover a inclusão e in­ tegração social, fazendo do próprio evento uma celebração dos Direitos Humanos", fi­ naliza o curador da mostra. Grátis. Ingres­ sos lh antes. 08 a 12/12. Mais informa­ ções na unidade. RETROSPECTIVA DO CINEMA BRASILEIRO. Re­ alização CineSesc. Oitava edição apresen­ ta filmes nacionais lançados entre novem­ bro de 2006 e novembro de 2007 que se destacaram no circuito. Oportunidade para ver ou rever os filmes a preços convidativos. Dentre os filmes programados destacam-se "O Cheiro do Ralo", "A Grande Família", "Pro Dia Nascer Feliz", "Não Por Acaso", "Baixio das Bestas", "Proibido Proibir", "Fa­ bricando Tom Zé", entre outros. R$ 4,00; R$ 2,00 (□); R$ 1,00 (O). Passaporte para todas as sessões: R$ 30,00; R$ 15,00(Q); R$ 7,50 (O). A CULPA É DO FIDEL! (FRA, 2006, lOOmin). Direção Julie Gavras. Com Julie Depardieu, Stefano Accorsi, Benjamin Feuillet, Martine Chevallier, Olivier Perrier. Anna tem na ve anos. Sua vida é tranqüila e confortá­ vel, boa parte vivida em Paris. Freqüenta uma escola católica e mora com seus pais, Marie e Fernando, sua babá e seu irmão caçula, François. Ela às vezes vai até Bordeaux, onde os avós maternos têm um vi­ nhedo. Mas sua existência bem organiza­ da irá se complicar com seu tio comunis­ ta, que é preso, uma viagem ao Chile e encontros com pessoas estranhas. Eventos cuja importância Anna não pode mensurar, mas que transformarão profundamente a vi­ da de seus pais. Engajamento político, altru­ ísmo, a luta contra o imperialismo, feminis­ mo, eleições: palavras-chaves que de ago­ ra em diante pontuarão as vidas de Marie e Fernando. Para Anna, a recém-descoberta paixão de seus pais expressa-se em outras palavras e fatos: mudança, desorganiza­ ção, troca de babás, um apartamento me­ nor e novos rostos. Assim como seus pais, Anna também muda, mas de forma diferen­ te. Anna cresce e aceita esse novo mundo, o tempo todo olhando para o que a cerca de um jeito bem pessoal. Maiores informa­ ções na unidade.

O Natim orto. Até 2 0 /1 2

Endereço: Rua Doutor Vila N ova, 245 Telifone: (11) 3234 3000 Horário: Segunda a Sexta, das 9h às 22h. Sábados e feriados, das 9h às 17h30. email@consolacao.sescsp.org.br Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. MOSTRA SESC DE ARTES :: CIRCULA­ ÇÕES. Propõe a circulação de obras e espetáculos com processos particula­ res de produção e exibição, seu diálo­ go com os fluxos de informação, além de estabelecer a convivência de artis­ tas para a produção coletiva. Partici­ pe até 0 2 /1 2 . Circule pelas idéias da Mostra. Veja programação completa e detalhes no Portal Sesc SP: www. sescsp.org.br. «La Culpa Ia Tiene Niemeyer - A Última Trilha de J.F. Difusa Frontera e BiNeural-Monokultur (Audiotour Ficcional) (ARG). C ada es­ pectador percorre sozinho um cami­ nho desconhecido, utilizando um apa­ relho de MP3. Pelo fone de ouvido, um personagem de ficção dá as co­ ordenadas para a revelação de um segredo, tendo a cidade como fonte de inspiração e cenário. Texto Tiago Novaes. R$ 10,00; R$ 5 ,0 0 (□); R$ 3 ,0 0 (O). Até 0 1 /1 2 . Saídas indivi­ duais do Hall do Teatro a cada 1Omin (roteiro completo com óOmin). Segun­ da a sexta, 11 h às 17h; sábados, 9h às 12h. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS. Reconhecido desde 1988 por iniciati­ va da O rganização M undial da Saú­ de, é comemorado em I o de dezem­ bro. Sob uma ótica educativa, o Sesc SP apresenta program ação especial para a data. «Mancha de Batom. Fil­ me aborda a questão da transmissão

do vírus HIV de maneira sutil e instru­ tiva, relatado por uma dona de casa. Direção Reginaldo Bianco. Grátis. 0 4 e 0 5 /1 2 , 9h30, 11 h30, 16h30 e 20 h3 0. 0 6 /1 2 , 10h30, 15h30 e 19h30. COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVI­ ÇOS. Grátis. «Finais de Futsal e Vôlei 4 x 4 . Categoria adulto, masculino e feminino. 0 4 a 0 6 /1 2 . Terça a quin­ ta, 19h às 21 h30. TEATRO espetáculos PRÊT-À-PORTER 8. Coordenação de tunes Filho. Ponto Sem Retorno, ladas e Velejando na Beirada, senvolvidas pelos atores do CPT. 1 5 /1 2 . R$ 10,00; R$ 7 ,5 0 (□). 5 .0 0 (O). Sábados, 18h30.

An­ Exi­ de­ Até R$

A PEDRA DO REINO. Reestréia do espe­ táculo de Antunes Filho sobre texto de Ariano Suassuna. Com G rupo de Te­ atro Macunaíma e CPT/ Sesc. Acima 14 anos. R$ 20 ,0 0; R$ 10,00 (□). R$ 5 .0 0 (O). Até 0 3 /0 2 . Sextas e sába­ dos, 21 h e domingos, 19h. O NATIMORTO - UM MUSICAL SILEN­ CIOSO. Num quarto de hotel, um ho­ mem e uma mulher confrontam sua própria solidão, uma história de amor entre um agente de cantoras que não consegue agir e uma can­ tora que não canta. Texto Lourenço M ufarelli, direção, adaptação e sonoplastia M ario Bortolotto. Com Nilton Bicudo, M aria M anoella e M arta N ow ill. Teatro Sesc Anchieta. 2 7 /1 1 - ensaio aberto, 21 h. R$ 20 ,0 0 ; R$ 10 .0 0 (□). R$ 5 ,0 0 (O). 2 8 /1 1 a 2 0 /1 2 . Terças, quartas e quintas, 21 h.


MULTIMÍDIA E INTERNET m ultim ídia_ NAVEGAÇÃO LIVRE. Agendamento pré­ vio. Grátis. Até 2 2 /1 2 . Segunda a sexta, 13h às 20h e sábados, 13h às lZ h . ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS exposições XILOGRAVURA JAPONESA. Trabalhos resultantes do curso de Xilogravura com procedimento japonês. Orienta­ ção Flávia Yue. Espaço Exposifivo 8o andar. Visitação: Grátis. 02 a 3 1 /0 1 . Segunda a sexta, 9h às 21 h e sába­ dos e feriados, 9h às 17h.

sextas, 9h às 11 h. «Tênis de Mesa. Acima 7 anos. Segunda a sexta, 9h às 21 h30 e sábados e feriados, 9h às 17h30. «Natação Livre. Segunda a sexta, 7h às 21 h30 e sábados e fe­ riados, 9h às 13h. torneios e campeonatos TORNEIO QUALIDADE DE VIDA REDECARD 2007. Futsal masculino e vô­ lei feminino para funcionários da empresa. 0 1 /1 2 . Sábado, 9h 30 às 17K30. V COPA DE FUTSAL DO CONJUNTO NACIONAL. Masculino, para funcio­ nários das empresas do Conjunto N a­ cional. 01 a 1 5 /1 2 . Sábados, 14h às 17H30.

XILOGRAVURA E MONOTIPIA. Com Flá­ via Yue. Acim a 13 anos. R$ 40 ,0 0 ; R$ 2 0 ,0 0 (O). R$ 15 ,0 0 (O). Até 0 8 /1 2 . Sábados, 14K30 às 17h30.

TORNEIO INTERGEX DE FUTSAL. Futsal masculino para funcionários da Previ­ dência Social. 08 e 1 5 /1 2 . Sábados, 9 h 30 às 17K30.

oficinas RETRATO COM ILUMINAÇÃO CASEI­ RA E ALTERNATIVA. Para público em geral que fotografa com máquinas digitais não-profissionais. Com Ro­ drigo Zugaib e Thales Trigo. Grátis. Até 0 4 /1 2 . Terças e quintas, 19h às 21 h.

serviços SESC EMPRESA. Segunda a sexta, 13h às 19h. «Locação de Quadras. Os pe­ didos devem ser enviados do I o ao 20 ° dia de cada mês. R$ 2 5 ,0 0 /h de segunda a sexta, 7h 3 0 às 18h. R$ 5 0 ,0 0 /h de segunda a sexta, 18h às 21 h30, sábados e feriados, 9h 30 às 17h30. «Matrícula na Empresa. Aten­ dimento personalizado para coleta de matrículas de empregados no comér­ cio e serviços.

LITERATURA bibliotecas ESPAÇO DE LEITURA. Grátis. Segunda a sexta, 12 h 30 às 20K30 e sábados e feriados, 9h 30 às 17h30.

CORPO E EXPRESSÃO

fantil com a Banda M irim , para lan­ çamento de CD. Prêmio APCA 2 0 05 - M elhor Musical. Teatro Sesc Anchieta. 01 , 08 , 15 e 2 2 /1 2 . Sábados, llh . oficinas SÁBADO BRINCANTE. Grátis. Até 2 2 /1 2 . «Jogos de Outros Povos. Jo­ gos de mesa originários de outros pa­ íses. Sábados, lOh às 15h. «Mãos à Obra. Aprendizado de técnicas ma­ nuais diversas para produção de brin­ quedos, enfeites, objetos de decora­ ção e outros. Com M árcia Moraes. Acima 5 anos. Senhas 30min antes. Sábados, 13 h30 às 15h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGIDA. Grá­ tis. «Jogos Aquáticos. Para 7 a 15 anos. Sábados, 13h. RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. Grátis. •Aquateca. Segunda a sexta, 9h às 21 h30 e sábados e feriados, 9h às 17h30. TERCEIRA IDADE especial CONFRATERNIZAÇÃO. Encontro das tur­ mas dos cursos físico-esportivos. G i­ násio Vermelho. Grátis. 12 e 1 3 /1 2 . Q uarta e quinta, 7h 10 às 17h. CURSOS. Acima 6 0 anos. «Condiciona­ mento Físico. R$ 3 0 ,0 0 (□). R$ 15,00 (O). Segunda a sexta, 7h 10 às 1 lh 5 9 , 12h às 16h59, 17h às 21 h30 e sá­ bados, 9h30 às 15h. «Dança. Grátis. Terças e quintas, 13h30. «Ginástica. R$ 2 8 ,0 0 (□). R$ 14,00 (O). Segun­ das e quartas, 14h e terças e quin­ tas, lOh, 1 4 h 3 0 e 15h30. «HathaYo­ ga. R$ 2 8 ,0 0 (□). R$ 14,00 (O). Se­ gundas e quartas, 13h, 14h e 15h e terças e quintas, 9 h l5 e 10h30. «Hidroginástica. R$ 4 3 ,0 0 (□). R$ 2 1 ,5 0 (O). Segundas e quartas, 8h, 9h, l l h e 13h e terças e quintas, 9h, 11 h, 14h e 15h. «Natação. Iniciação cra­ wl e costas. R$ 4 3 ,0 0 (□). R$ 21 ,5 0 (O). Terças e quintas, 1Oh. «Reeduca­ ção Postural. R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 20 ,0 0 (O). Terças e quintas, 16h30.

CURSOS. Para 16 a 5 9 anos. «Alonga­ mento. Para inscritos nos cursos físicoESPORTES esportivos. Grátis. Sextas, 18h e 19h. •Condicionamento Físico. R$ 8 6 ,0 0 CURSOS. Para 16 a 5 9 anos. Até (□). R$ 4 3 ,0 0 (O). Segunda a sex­ 2 7 /1 2 . «Natação Iniciação. Esti­ ta, 7 h l0 às 11 h59, 12h às 16h59, los crawl e costas. R$ 8 6 ,0 0 (□). 17h às 21 h30 e sábados, 9h 30 às R$ 4 3 ,0 0 (O). Segundas e quartas, 15h30. «Ginástica. Inscrições: 01 a 1 8h30 e 20K30 e terças e quintas, 1 5 /1 2 . R$ 5 6 ,0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O). 8h, 12h, 1 7 h 3 0 e 19H30. «Perdendo Segundas e quartas, 7h 10, 17h3Ó, o Medo da Água. Inscrições (O): 01 a 18H30 e 19h30 e terças e quintas, 1 5 /1 2 . R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 2 5 ,0 0 (O). 17K30, 18K30 e 19h30. «Hatha Sábados, 10h30. «Vôlei. Inscrições Yoga. R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). (O): 01 a 1 5 /1 2 . R$ 2 8 ,0 0 (□). R$ Segundas e quartas, 20h e terças e 5 6 ,0 0 (O). Segundas e quartas, 20h. quintas, 12 h l 5, 17h30, 18 h 30 e •Futsal e Condicionamento Físico. Ins­ 19h30. «Hidroginástica. 2x semana: crições (O): 01 a 1 5 /1 2 . R$ 4 8 ,0 0 serviços R$ 8 6 ,0 0 (□). R$ 4 3 ,0 0 (O), l x se­ (□). R$ 2 4 ,0 0 (O). Terças e quintas, ATENDIMENTO A TERCEIRA IDADE. Grá­ mana: R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 2 5 ,0 0 (O). 19K30. tis. Segunda a sexta, 9h às 18h. Segundas e quartas, 12h, 17h 30 e 19h30, terças e quintas, 7 h l0 , RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGIDA. Pa­ 16K30, 18K30 e 20 h3 0 e sábados, ra 16 a 5 9 anos. Grátis. Até 2 9 /1 2 . 9h30. «Reeducação Postural. Sorteio: •Hidroanimação. Sábados e feriados, 0 5 /1 1 , 20h. R$ 6 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 14h. «Jogos Aquáticos. Sábados e fe­ Avenida Paulista (O). Terças e quintas, 20h30. riados, 13h30. «Basquete Masculino. Carmo CineSesc Sextas, 07 , 14, 21 e 2 8 /1 2 , 17h30 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO Consolação às 21K30 e sábados, 22 e 2 9 /1 2 , lnterlagos 9h 30 às 12h30. «Futsal Feminino. Ipiranga EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ 01, 08, 22 e 2 9 /1 2 . Sábados e fe­ 18,00 (□). R$ 9 ,0 0 (O). Segundas, Itaquera riados, 12h30 às 14h. «Futsal Mas­ Odontologia 9h às 12K45, 13h às 17h45 e 18h culino. Sextas, 0 7 /1 2 , 18h às 2 1 H30; Pinheiros às 21 h l5 . Quartas e quintas, 9h às 1 4 ,2 1 ,2 8 / 1 2 , 1 9 h 3 0 à s2 1 h 3 0 . Sá­ Pompéia 12h45 e 13h às 17H45. Sextas, 9h bados, 01 e 0 8 /1 2 , 9H30 às 12h30; Santana às 12K45 e 18h às 21 h 15. Sábados 22 e 2 9 /1 2 , 14h às 17K30. «Vôlei Santo Amaro e feriados, 9h às 13h45 e das 15h Feminino. 01, 08, 22 e 2 9 /1 2 . Sába­ Santo André às 17H15. dos e feriados, 12h às 14K30. «Vô­ lei Masculino. Sextas, 07, 14, 21, São Caetano INFANTIL 2 8 /1 2 , 17K30 às 19H30 e sábados, Vila M arianá 0 1 ,0 8 , 22 e 2 9 /1 2 , 15h às 17h30.

I

RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. Grátis. •Futsal. Acima 16 anos. Quartas e

TEATRO INFANTIL. Grátis. Ingressos 30m in antes. «Felizardo. Musical in­

sscw l

D0 BRASIL E D0 MUNDO

Encerram ento da turnê nacional de M artinho da Vila com rep ertório do CD "M artinho da Vila do Brasil e do Mundo". Dias 13, 14 e 15, 21 h. POMPÉIA


INTERLAGOS ESPORTES instalações CONJUNTO AQUÁTICO. Quarta a do­ mingo e feriados, 9h às 17h. especial MOVIMENTE-SE! DIVIRTA-SE! SEU RO­ TEIRO É AQUI! É verão, momento de descontração, muitos entram em fé­ rias, outros aproveitam para praticar esportes, cuidar do corpo e da saú­ de, passear...viajar...viajar? Areia, campo, montanha, piscina... onde encontrar tudo isso em um só lugar? Agite a comunidade, traga seus ami­ gos e monte seu próprio roteiro. 01 a 3 1 /1 2 . Quarta a dom ingo e feria­ dos, 8h30 às 17h. TORNEIO DE XADREZ. Grátis. Acima de 7 anos. Inscrições pelo e-mail: xadrez@interlagos.sescsp.org.br. Va­ randa da Ludoteca. 1 6 /1 2 . Domin­ go, lOh.

Endereço: A v. M anoel Alves Soares, 1100 Telefone: (11) 5662 9500 Horário: Q uarta a Domingo e feriados, das 8 h30 Ás 17h30. email@interlagos.sescsp.org. br Confira os preços na unidade Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima.

COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVI­ ÇOS. Programação da Copa valori­ za a prática esportiva como forma de lazer e promoção da saúde. «Fu­ tebol de Campo. Jogos aos sábados e domingos. «Xadrez. Acima 7 anos. Grátis. 02 a 1 6 /1 2 . Domingos, 9h às 17h. MULTIMÍDIA E INTERNET

[ UNIDADE FECHADA. 0 5 / 1 2, Q u a rta j MOSTRA SESC DE ARTES :: CIRCULA­ ÇÕES. Propõe a circulação de obras e espetáculos com processos particu­ lares de produção e exibição, seu di­ álogo com os fluxos de informação, além de estabelecer a convivência de artistas para a produção coletiva. Participe de 13 /1 1 a 0 2 /1 2 . Circu­ le pelas idéias da Mostra. Veja pro­ gramação completa e detalhes no Portal Sesc SP: www.sescsp.org.br. Artes Plásticas e Visuais: «Re-invenções de Molina. O ficina parte de fo­ tos das Geringonças para um proces­ so de criação de animação com as fotos em seqüência. A exibição por meio de uma projeção é re-leitura, com outra tecnologia. Hall de Expo­ sições. 0 1 /1 2 . Sábado, l l h . «Tri­ lhas da Arte. Apresenta obras de ar­ tistas populares brasileiros, com des­ taque para Mestre M olina. Videoteca. 0 1 /1 2 . Sábado, 13h. Trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes 1 I

54

Usuário matriculado, maiores de 60 anos, estudantes com comprovante e professores da rede pública de ensino

revista e

CARTÕES DE NATAL. Cartões temáti­ cos, com técnicas variadas. 01, 08 e 1 5 /1 2 . Sábados, lOh. TRANSFER DE FLORAIS. C riação e im­ pressão de estampas. 02 , 0 9 e 1 6 /1 2 . Domingos, 11 h. INTERNET AVANÇADA. Internet Livre. 0 6 a 1 2 /1 2 . Quintas, 14h. TOQUES POÉTICOS. Poesias a partir de clássicos da literatura. Internet Livre. 06 e 1 3 /1 2 . Quintas, lOh. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS especial RE-INVENÇÕES DE MOLINA. Recons­ trução da obra de Mestre M olina a partir de diferentes linguagens artísti­ cas. «Mamulengos com Mestre Moli­ na. Teatro de mamulengos que home­ nageia Mestre M olina. Com Valdeck de Garanhuns. Ludoteca. 0 8 /1 2 . Sá­ bado, 14h. oficinas CACHORRO EM TOALHA. Brinquedo, a partir de tecido atoalhado. Ludoteca. 2 2 /1 2 . Sábado, 14h.

ROTEIRO ADRENALINA. M od alida­ des físicas e esportivas no campo, areia, quadra, piscina e na nature­ za. «Clínica de Bumerangue. Aula aberta com técnicas básicas. Cam­ po de Areia. 0 8 /1 2 . Domingo, lO h às 12h. «Vivência de Biribol. A dap­ ta o volei ao meio aquático. Conjun­ to Aquático. 0 8 /1 2 . Sábado, l l h . •Aula Show com Sandália de Prata. Dança de salão com música ao vi­ vo. Participação professor Mosquito. 0 9 /1 2 . Domingo, 14h. «Festival de Futebol Society. Grátis. Inscrições no local. 1 5 /1 2 . Sábado, 8h30. ROTEIRO CRIATIVIDADE. Literatura, tea­ tro, dança, música, multimídia e Inter­ net para você diversificar suas ações e ampliar seus conhecimentos. «Roteiros da Cidade. Oficina onde os participan­ tes, através da utilização de um pro­ grama específico, terão a oportunida­ de de passear por praças esportivas, clubes, museus, bibliotecas,teatros, parques, pontos turísticos, gastrono­ mia. Internet Livre. 01, 08 e 1 5 /1 2 . Sábados, 15h. «Oficina de Teatro. Jo­ gos teatrais, expressão corporal e im­ provisação. Acima 13 anos. Galpão de atividades. 1 5 /1 2 . Sábado, 14h. •Trilha Mix das Artes. Passeio monito­ rado por obras de Siron Franco, Amé­ lia Toledo e Nicolas Vlavianos. Videoteca. 2 9 /1 2 . Sábado, 14h. «Trilha das Artes. Videoteca. 3 0 /1 2 . Domin-

ROTEIRO FANTASIA. Ludoteca. «Len­ das e Contos Brasileiros. Com Cia. De­ do de Prosa em quatro apresentações. 0 1 /1 2 . Sábado, 15h. «O País dos De­ dos Gordos. Com Grupo Guardiões dos Sonhos. 0 2 /1 2 . Domingo, 15h. •Projeto Contação de Histórias. Com Cia. Confraria do Beco. 0 8 /1 2 . Sába­ do, 15h. «Pão e Diversão. Para crian­ ças e seus pais, com o intuito do des­ pertar a consciência da alimentação equilibrada e a promoção da saúde. Restaurante. 0 9 /1 2 . Domingo, 12h às 16h. «Zôo -ilógico. Com Cia. Truks de Bonecos. A partir de simples ob je tos do cotidiano, o grupo faz uma d e zena de divertidas e inusitadas criatu­

ras animadas. 0 9 /1 2 . Domingo, 15h. •Papai Noel Existe? Com Cia. Ateliê Te atro. 1 5 /1 2 . Sábado, 15h. «Lúdico na Arte - Brincar de Pião. Brincadeira tra­ dicional e construção do próprio brin­ quedo. Recanto infantil. 1ó / l 2. D e mingo, 13h. «O Auto de Natal do Ri­ so. Com Cia. Circo de Trapo. 16 /1 2. Domingo, 15h. ROTEIRO NOVAS ATITUDES. Vivências motivam novas atitudes! «Arte na Me­ sa. Decoração de mesa. Varanda da ludoteca. 0 1 /1 2 . Sábado, 14h. «Cur­ so de Cogumelos Shitake. Técnicas de cultivo e utilizações. Com Lei Ia Mataj (Instituto Pedro Mataj). Viveiro. 0 8 /1 2 . Sábado, 14h. «Idéias Integrais. Qui­ tutes preparados com o alimento em sua totalidade. Praça do forno/viveiro. 0 8 /1 2 . Sábado, 15h. «Cheiro de Na­ tal. Biscoitos natalinos incentivam a ge­ ração de renda. Acima 18 anos. Va­ randa da ludoteca. 15 /1 2 . Sábado, 14h. «Oficina de Baleiro Natalino. De­ coração com E.V.A. Varanda da ludo­ teca. 16 /1 2 . Domingo, 14h. ROTEIRO PAZ E SOSSEGO. Para quem quer saúde e qualidade de vida. •Prevenção é com Dona Conceição. Teatro Itinerante da C ia. Dona Con­ ceição aborda com muito humor o tema DST / AIDS. 0 1 /1 2 . Sábado, 11 h. «Saúde Radical. Conceitos de alimentação equilibrada. Displays do restaurante. 01 a 3 1 /1 2 . Quar­ ta, quinta e sexta, 12h às 15 h 30 e sábados, domingos e feriados, 12h às 16h. «Argiloterapia. Argila bran­ ca para benefícios estéticos e de saú­ de da pele. 0 9 /1 2 . Domingo, 11 h. •Yoga. Vivência de yoga. Em frente à sede social. 1 5 /1 2 . Sábado, 11 h. CLUBE DA CORRIDA. Até 1 5 /1 2 . Quin­ tas e sábados, 9h às 10h30. CURSOS. «Esporte Adolescente. Para 13 a 17 anos. R$ 10,00; R$ 5,0 0 (□, O). Até 1 4 /1 2 . Futebol Masculino. Quar­ tas e sextas, 13h30 às 14h20. Han­ debol. Quartas e sextas, 14h30 às 15h20. Basquete. Quartas e sextas, 15h às 16h. «Esporte Adulto. Para 15 a 5 9 anos. R$ 10,00; R$ 5,0 0 (□, O). Até 1 4 /1 2 . Tênis. Quartas e sextas, 9h às 9h50. Hidroginástica. Quintas, 9h às 9h50 ou sábados, 1Oh às 10h50. Natação. Quintas, 1Oh às 10h50 ou sábados, 9h às 9h50. «Esporte Crian­ ça. Para 7 a 12 anos. Até 14 /1 2. Átletísmo. Quartas e sextas, 9h30 às 10h20. Futebol. Quartas e sextas, 1Oh às 10h50. Natação. Quartas e sextas, lOh às 10h50. Tenis. Quartas e sex­ tas, 1Oh às 10h50. Vivências Esporti­ vas. Quartas, quintas e sextas, 13h30 às 14h20. recreação XADREZ, DOMINÓ, DAMA GIGANTE E BOCHA BALL. Empréstimo na Sede Social. Quarta a dom ingo e feriados, 9h às 17h. CORPO E EXPRESSÃO

CLUBE DA CAMINHADA. Orientações para a caminhada. Até 1 6 /1 2 .


IPIRANGA Quartas, sábados e domingos, 9h às 10H30. CONDICIONAMENTO FÍSICO. Para 15 a 5 9 anos. R$ 5 ,0 0 a R$ 10 ,0 0. Até 1 4 /1 2 . Quintas, 10H 30 às 11 h20. NATUREZA E MEIO AMBIENTE

VIVA O VERDE. Atendimento, monitora­ do ou autônomo, para grupos todas as faixas etárias, previamente agen­ dados, para um dia de visita. •Vivei­ ro Vivo. Q uarta a sexta, agendamento antecipado e sábados, 13h. «Vi­ vência de Canoagem. Senha no lo­ cal. Q uarta a sexta, 9 h 3 0 e sába­ dos, dom ingos e fe ria d o s ,!3 h30. •Hidroanim ação. Q uarta a dom in­ go e feriados, 11 h30. «Trilhas Am­ bientais. Três trilhas: M ata Atlânti­ ca, Represa Billings e H 2 0 lh a . Q uar­ ta a sexta, agendam ento antecipado e sábados, lO h. «Circuito de Arvorismo. Senha no local. Sábados, do­ mingos e feriados, 13h30. «Jogos Aquáticos. Q uarta a dom ingo e fe­ riados, 1 1h. OFICINA DE JARDINAGEM. Para públi­ co em geral. Viveiro de plantas. Sá­ bados, 1Oh. «Terrário. Plantas em re­ cipientes de vidro. 0 1 /1 2 . «Compostagem. Transformação de resíduos em nutrientes para plantas. 0 8 /1 2 . •Horta Doméstica. Em pequena jar­ dineira. 1 5 /1 2 . serviços VIVEIRO DE PLANTAS. Reúne em ó.OOOm2 mais de 5 .0 0 0 mudas em exposição e à venda. Estufa de Plan­ tas, Horta, Composteira, Formigueiro "in vitro", Terrário. Q uarta a dom in­ go e feriados, 9h às 17h. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO especial CÁRTA DO BARISTA. Diferentes prepa­ rações com café. Café Campestre. 01 a 3 0 /1 2 . Q uarta a dom ingo, 8 h 30 às 17h30. EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. Venda antecipada pela rede Sesc.

Q uarta a dom ingo e feriados, 8h30 às 14h30. SOCIEDADE E CIDADANIA serviços SESC EMPRESA. Assessoria às empresas na realização de eventos empresa­ riais. Informações: 5 6 62 -95 05 . Quar­ ta a dom ingo e feriados, 9h às 17h. INFANTIL instalações BRINQUEDOTECA. Empréstimo de brin­ quedos educativos e recreativos. Aci­ ma 3 anos. Recanto Infantil. Quarta a sexta, 9h às 15h e sábados, do­ mingos e feriados, 9h às 17h. LUDOTECA. Empréstimo de jogos pa­ ra todas as faixas etárias. Sede So­ cial. Q uarta a dom ingo e feriados, 13h às 17h. PARQUE LÚDICO. Jacaré, Tamanduá, Casa da Árvore, Circuitos de Desa­ fios, Troncos & Cordas, Viveiro Vivo, Brinquedos com Água e brinquedos de Areia. Q uarta a dom ingo e feria­ dos, 8h 30 às 17h. TERCEIRA IDADE especial VIDRO ESTILIZADO EM E.V.A. Decora­ ção de baleiro de vidro. Varanda da Ludoteca. 0 6 /1 2 . Quinta, 10h30. LUDICOTERAPIA. Vivência que consis­ te em dissolver as couraças energé­ ticas utilizando-se técnicas lúdicas. Para participantes do Digna Idade. 2 0 /1 2 . Quinta, 10h30.

INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA. N o­ ções básicas de Internet. Internet Li­ vre. 0 7 a 1 4 /1 2 . Sextas, 10h30. PROGRAMA DIGNA IDADE. Até 1 4 /1 2 . «Basquete. Sextas, 13 h 30 às 14h20. «Dança. Sábados, 11 h30 e 13h. «Futsal. Sextas, 14h30 às 15h20. «Handebol. Quintas, 13h30 às 14h20. «Vôlei. Quintas, 13h 30 às 14h20.

MESA BRASIL SE Bauru, C arm o, Ifaquera, Santos, São José dos Campos, Piracicaba, Rio Prèto e Taubaté É uma iniciativa permanente de ação social e educativa que integra

Mestre Ananias. 1 2 /1 2

Endereço: Rua Bom Pastor, 822 Telefone: (11) 3340 2 000 Horário: Terça a Sexta, das 7h ás 22h. Sábados, domingos e feriados, das 9h EMAIL@IPIRANGA.SESCSP.ORG.br Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC, Verifique a Unidade mais próxima. MOSTRA SESC DE ARTES :: CIRCULA­ ÇÕES. Propõe a circulação de obras e espetáculos com processos particu­ lares de produção e exibição, seu diá log o com os fluxos de informa­ ção, além de estabelecer a convivên­ cia de artistas para a produção co­ letiva. Participe de 1 3 /1 1 a 0 2 /1 2 . Circule pelas idéias da M ostra. Ve­ ja program ação completa e detalhes no Portal Sesc SP: www.sescsp.org. br. Exposições: «Na TáBUA: Paulo Scott, Fabio Zimbres e convidados. Exposição de tábuas que aliam li­ teratura e ilustrações. Participantes: Alain Sieber, Antonio Cícero, Caco Galhardo, Daniel Bueno, Fabio Zim­ bres, Jaca (Paulo C arvalho Jr), João Anzanello Carrascoza, João Paulo Cuenca, Joca Reiners Terron, Laerte, M arçal Aquino, Paulo Scott. Vi­ sitação: Até 0 2 /1 2 . Terça e sexta, 9h às 22h e sábado e dom ingo, 9h às 18h. «Encontro. Com Paulo Scott e Fabio Zimbres. Grátis. M ediação de Ronaldo Bressane. 0 1 /1 2 . Sába­ do, 15h.

so de violão realizado no Sesc Ipi­ ranga. Grátis. 0 1 /1 2 . Sábado, 16h. •Sons. Show especial para grava­ ção de DVD homônimo. O anfitrião é o grupo Renascer. R$ 15,00; R$ 7 ,5 0 (□). R$ 6 ,0 0 (O). 1 3 /1 2 . Quin­ ta, 21 h. lançamento MESTRE ANANIAS. Grátis. Dia 1 2 /1 2 . Quarta, das 18h às 21 h30. DANÇA

CORPORALIDADES. Experimentação e vivências. «Corporalidades da Ca­ poeira I. Acima 10 anos. R$ 60 ,0 0; R$ 3 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). Até 0 8 /1 2 . Sábados, 13h às 15h. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS exposições MANDALAS. ra: 1 5 /1 2 . Grátis. 16 9h às 22h 9h às 1 8h.

De Tinna Novo. Abertu­ Sábado, 19h. Visitação: a 3 0 /1 2 . Terça a sexta, e sábados e domingos,

instalações MUROGRAPHIA. Intervenção artística coletiva em mural de grandes dimen­ sões. «Inspiração. Com Cínfia Yuri N ishida eja ilso n O liveira. Visitação: Grátis. 16 a 3 0 /1 2 . Terça a sexta, 9h às 22h e sábados e domingos, 9h às 18h.

empresas, instituições sociais e MÚSICA

voluntários. C riado em 1 9 9 4 , tem por objetivo contribuir p ara diminuir o desperdício de alimentos e a fome. Dispõe de um serviço estratégico de transporte de alimentos, estabelecendo uma conexão entre empresas que doam e instituições

SHOWS. «Conduzir. Show com o músi­ co e professor Duca Belintani e ban­ da. Participação dos alunos do cur-

sociais que recebem essas doações. O MESA BRASIL SESC SÃ O PAULO desenvolve também uma série

malriculados e dependentes

de atividades educativas nas instituições beneficentes, ministrando cursos e palestras sobre higiene, conservação, preparo de refeições e variadas formas de se evitar o desperdício.

Q

Usuário matriculado, maiores de 60 anos, estudantes com comprovante e professores da rede pública de ensino

OFICINAS. «Jardinagem. Com Clau­ dia Andrade. Acima 60 anos. Grá­ tis. Até 1 1 /1 2 . Quartas, 14h às 17h. «Recriando a Natureza: Intro­ dução à Cerâmica. Acima 15 anos. R$ 80 ,0 0; R$ 3 0 ,0 0 (O). R$ 4 0 ,0 0 (□). Até 1 3 /1 2 . Sextas, 13h30 às 16h30. «Enfeites de Natal em Cerâ­ mica. Acima 15 anos. Com Marlene Barca. R$ 30 ,0 0; R$ 2 0 ,0 0 (□). R$ 10,00 (O). Até 1 3 /1 2 . Quintas, 14h

revista e

55


IPIRANGA 8h às 14h e quintas e sextas, 15h às 21 h e sábados, domingos e feriados, 9h às 13h e 14h às 17h. SOCIEDADE E CIDADANIA

Divulgação/Drika Boi

exposições MUROGRAPHIA. Grátis. «Experimen­ to Elástico. Com Adriana Bertini e La­ ra Vainer Schucman. Visitação: Até 0 9 /1 2 . Terça a sexta, 9h às 22h e sábados, domingos, 9h às 18h.

O Menino Teresa. 02, 09 e 16 /1 2

LITERATURA especial SARAUS LÍTERO MUSICAIS. Grátis. •Chama Poética: da Alegria. Partici­ pação Radamés, Letícia Naveira, Re­ nato Yoshio Matsukura, M iriam Samorano, Aurora M aciel, Cristina Pini, Ozias Stafuzza, íris dreams (Can­ ções irlandesas tradicionais), Cássio Junqueira, Irene Vieira e Mareei Vei­ ga. Com Fernanda Almeida Prado. 0 1 / 1 2 . Sábado, 18h. CINEMA E VÍDEO especial CINE IPIRANGA. Grátis. Ingressos 1h an­ tes. »Os Boas Vidas. Direção Federico Fellini. Com Franco Interlenghi, Alber­ to Sordi, Franco Fabrizi. 0 7 /1 2 . Sex­ ta, 19h30. » 0 Grito. Direção Michelangelo Antonioni. Acima 10 anos. Com Steve Cochran, Alida Valli, Betsy Blair. 1 4 /1 2 . Sexta, 19h30. «La­ drões de Bicicleta. Direção Vittorio De Sica. Acima 10 anos. Com Lamberto Maggiorani, Enzo Staiola, Lianella Carell. 2 1 /1 2 . Sexta, 21K30.

às 15h30. «Hidrorecreatíva. 0 9 /1 2 . Domingo, 11 h30. CURSOS. Para 16 a 5 9 anos. R$ 6 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O). «Cidosesc. Até 1 2 /1 2 . Terças e quintas, 7h, 14K30 e 18h30 e quartas e sextas, lOh e 19K30. R$ 3 0 ,0 0 (□). R$ 18,00 (O). Sábados, 11 h30 e 14h30. «Reedu­ cação Postural. Até 1 3 /1 2 . Terças e quintas, 1Oh e quartas e sextas, 7h. •Alongamento. Até 1 2 /1 2 . Quar­ tas e sextas, 19h30. R$ 3 6 ,0 0 (□). R$ 18,00 (O). Até 0 8 /1 2 . Sábados, 9h30. «Ginástica. Até 1 3 /1 2 . Ter­ ças e quintas, 8h, 15H30, 18 h30 e 19K30 e quartas e sextas, 18h30. •Hidroginástica. R$ 4 3 ,0 0 (O). Até 1 3 /1 2 . Terças e quintas, 7h, 14h30 e 19h30 e quartas e sextas, 12h, 19H30 e 20K30. R$ 2 5 ,0 0 (O). Até 0 8 /1 2 . Sábados, 10K30. «Kara­ tê. Acima 12 anos. Quartas e sextas, 18h30. «Tai Chi Chuan. Até 1 3 /1 2 . Terça e quintas, 7h. «Vôlei. R$ 24 ,0 0 (□). R$ 12,00 (O). Até 1 2 /1 2 . Quar­ tas e sextas, 15h30. «Yoga. Até 1 3 /1 2 . Terças e quintas, 18h30 e 19h30 e quartas e sextas, 8h.

ESPORTES

SAÚDE E ALIMENTAÇÃO

INSTALAÇÕES.Grátis. «Escalada Para Ha­ bilitados. Acima 18 anos. Terça a sex­ ta, 19h às 21 h30 e sábados, 13h30 às 17h30. «Rapei. Acima 7 anos. 0 9 /1 2 . Domingo, 14h às 15h30.

CORPO E EXPRESSÃO

especial CLUBE DO DENTINHO. Programa pre­ ventivo de saúde bucal. Para 0 a 12 anos. Grátis. 1 5 /1 2 . Sábado, lOh às 15h. «Escovódromo. Para partici­ par é necessário assistir à palestra. •Espaço da Saúde. Histórias, brinca­ deiras e oficinas sobre o tema. «In­ tervenção Artística. Utiliza o tema pa­ ra interagir com o público. «Preven­ ção das Malodusões. Palestra discu­ te e orienta sobre os principais pro­ blemas em relação ao mau posicio­ namento dos dentes. Sábado, lOh, l l h , 12h, 13h, 1 4 h e 15h.

AULAS ABERTAS. Grátis. «Diversesc. 0 1 /1 2 . Sábado, 14h às 15K30. •Aquasesc. 0 8 /1 2 . Sábado, 14h

EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. C obrado acima 3 anos. R$ 18,00 (□). R$ 9 ,0 0 (O). Terças e quartas,

serviços ASSESSORIA TÉCNICA. Elaboração de eventos esportivos agendamento de quadras para empresas do comér­ cio, serviços e agremiações. Grátis. Até 1 4 /1 2 . Terça a quinta, 18h às 21K30.

56

revista e

gredos que os meninos escondem. Um dia, ela armou uma expedição ao quarto escuro dos meninos para descobrir os segredos de quem usa cueca. E descobriu muito mais. Texto e direção M arcelo Romagnoli. Com C laudia Missura e Tata Fernandes. R$ 9 ,0 0 ; R$ 4 ,5 0 (□). R$ 3 ,0 0 (O). 02 , 0 9 e 1 6 /1 2 . Domingos, 16h. CURSOS. R$ 2 4 ,0 0 (□). R$ 12,00 (O). Até 1 2 /1 2 . «Futebol de Salão Ini­ ciação. Para 7 a 10 anos. Quartas e sextas, 14h 30 . Para 11 a 15 anos. Quartas e sextas, 15h30.

especial EDUCAÇÃO VIVENCIAL: CAPOEIRA UM VEÍCULO EDUCACIONAL. Encontro ESPAÇO LÚDICO. Empréstimo de jo­ promove reflexões sobre a importân­ gos para diversas idades. R$ 1,00; cia da presença e das vivências da ca­ R$ 1,00 (□). Grátis (O). Até 2 9 /1 2 . poeira na educação de jovens e crian­ Terça a sexta, 9 h 30 às 17 h 30 e sá­ ças. Parceria NEC A - Núcleo Educa­ bados, domingos e feriados, 9h30 cional, Esportivo e Cultural Aqualtuàs 17h. ne. Apoio Uirapuru, Federação Pau­ lista de Capoeira, Diretoria de Ensi­ TERCEIRA IDADE no Centro Sul, Cepeusp, Sindicato da Alimentação e Sindiesp. Grátis. 0 7 e 0 8 /1 2 . «Capoeira - um Veículo Edu­ IDÉIAS PARA O CHÁ. Ponto de encon­ cacional. Palestra reúne professores e tro. «Camerata de Cordas e Sopros. diretores de escolas, assistentes técni­ Com alunos Espaço Cultural de Ar­ cos pedagógicos da delegacia de en­ tes de São Caetano. Em seguida, as sino centro sul II e mestres de capoei­ crianças do C olégio Ateneu apresen­ ra, representantes do Cepeusp, Fede­ tam coral. R$ 10 ,0 0; R$ 5 ,0 0 (□). ração Paulista de Capoeira, Associa­ R$ 4 , 0 0 ( 0 ) . 0 4 /1 2 . Terça, 15h. ção Cultural C arybé C apoeira (SP). Debatedor representante do Sesc SP CURSOS. Acim a 6 0 anos. R$ 3 0 ,0 0 Prof. Mestre Diolino Pereira de Bri­ (□). R$ 15 ,0 0 (O). «Danças Folcló­ to. M ediação representante do NEricas Brasileiras. Até 1 2 /1 2 . Quar­ CA Alexandre S. M iranda. Galpão. tas e sextas, 16h 30 . «Ginástica. Até 0 7 /1 2 . Sexta, 8h às 12h. «Vivência 1 3 /1 2 . Terças e quintas, 14h30 e de Capoeira - Fundações e Tradições. 16 h 30 e quartas e sextas, 8h, l l h Com Abner Teixeira (Mestre Biné) e e 16h30. «Cidosesc. Até 1 2 /1 2 . Alexandre Soares (Instrutor Padinha). Quartas e sextas, 15h 30 . R$ 18 ,0 0 Sexta, 18h às 21 h. «Batizado e Troca (□). R$ 9 ,0 0 (O). Sábados, 1 lh 3 0 . de Graduações. Cerimônia de gradu­ •Alongamento. Até 1 3 /1 2 . Terças e ação dos alunos do curso de capoei­ quintas, 9h e 15h30. R$ 18 ,0 0 (□). ra realizado no Sesc Ipiranga. Partici­ R$ 9 ,0 0 (O). Sábados, 14H30. «Hipação de profissionais, alunos, comu­ droginástica. R$ 2 1 ,5 0 (O). Sába­ nidade, familiares, professores e edu­ dos, R$ 2 5 ,0 0 (□) e R$ 12 ,5 0 (O) cadores da rede municipal. 0 8 /1 2 . Até 1 3 /1 2 . Terças e quintas, 8h, Sábado, 16h às 18h. «Corporalida9h, lO h, l l h , 12h, 13h30, 16h30 des da Capoeira. Com Alexandre So­ e 17h30. Quartas e sextas, 8h, ares (Instrutor Padinha). R$ 6 0 ,0 0 ; R$ lO h, l l h , 13h30, 14h30, 15h30, 3 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). 0 8 /1 2 . Sá­ 16h30, 17h30 e 18h30. Sábados, bado, 13h às 15h. 9h 30 . «Tai Chi Chuan. Até 1 3 /1 2 . Q uartas e sextas, lOh. «Vôlei. G rá­ INFANTIL tis. Até 1 2 /1 2 . Quartas e sextas, 14h30. «Yoga. Até 1 3 /1 2 . Terças e quintas, 16 h 30 e quartas e sextas, O MENIN O TERESA. Teresa nunca acei­ tou passar a vida sem saber os se­ 9 h e lOh. O CARTÃO DE MATRÍCULA. O cartão de matrícula é a sua identificação junto ao SESC. Com ele você tem acesso a serviços e vantagens exclusivos. Ele é um direito do trabalhador do comércio e serviços. QUEM PODE MATRICULAR-SE N O SESC. O trabalhador em atividade ou aposentado nas áreas de comércio e serviços, ou ainda aquele que está desempregado há até doze meses e que exerceu a última atividade em empresas desses setores, e seus dependentes: cônjuge, filhos menores de 21 anos e pais do titular. Pessoas que não se incluem nessas condições podem se inscrever na categoria Usuário (Consulte uma das Unidades sobre as condições dessa categoria). DOCUMENTOS. «Trabalhador no comércio e serviços: Carteira de Trabalho e documento de identidade • A posentado do comércio e serviços: Carteira de trabalho, extrato trimestral do INSS e documentode identidade • Usuário: Documento de identidade • Dependentes: Pais do titular (somente Comerciários) doc. de identidade • Cônjuge: certidão de casamento e doc. de identidade • Filhos menores de 21 A anos: certidão de nascimento ou doc. de identidade.

i


ITAQUERA mingo, 15h. «Menino Maluquinho: A Aventura. (BRA, 1998). Acima 6 anos. De Fernando Meirelles e Fabrizia Pin­ to. 08 e 0 9 /1 2 . «As Bicicletas de Belleville. Animação. (BEL / FRA / CAN , 2003). Livre. De Sylvain Chomet. 15 e 1 6 /1 2 . «No Meio da Rua. (BRA, 2005). Acima 6 anos. De Antonio Car­ los da Fontoura. 22 e 2 3 /1 2 . «Deu a Louca na Chapeuzinho. Animação. (EUA, 2005). Livre. De C ory Edwards. 2 9 e 3 0 /1 2 . especial A ESCOLA VAI A O CINEMA. Títulos de obras cinematográficas destinados ao público escolar para o desenvolvimen­ to de ações socioeducativas. «Agendamento. Escolas da rede pública e priva­ da, instituições e grupos podem solici­ tar um dos DVDs disponíveis para vá­ rias idades. Agendamento e informa­ ções: 65 23 9 2 8 6 ou 65 23 9287. Até 2 1 /1 2 . Quarta a sexta, lOh e 14h. ESPORTES

Endereço: A v. Fernando do EspIrito Santo A lves de M attos, 1000 Telefone: (11) 65 23 9200 Horário: Q uarta a Domingo e FERIADOS, DAS 9h ÀS 17h. email@itaquera.sescsp. org.br Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. Preços de Portaria. Acesso: R$ 2,00 a R$ 6,00. Esta­ cionamento: R$ 3,00 e R$ 5,00. Após o pagamento de acesso, todas as atividades são gratuitas. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A A I­ DS. Reconhecido desde 1988 por ini­ ciativa da Organização Mundial da Saúde, é comemorado em I o de de­ zembro. Sob uma ótica educativa, o Sesc SP apresenta programação es­ pecial para a data. Sala de Conven­ ções. Informações e Agendamento tel: 6 5 2 3 -9 3 2 6 /9 3 0 9 . «Cinema de Ani­ mação no Combate ao HIV / AIDS. O ficina de produção de animação com técnica de sombra chinesa, e en­ foque no tema. Coordenação Núcleo de Cinema de Animação de Campi­ nas. Para 13 a 18 anos. 01 , 02, 08 e 1 5 /1 2 . Sábados e domingo, 10 às 16h. «Invertendo Papéis. Dinâmica de sensibilização sobre como abordar o tema HIV f AIDS a partir da ótica de jovens e adolescentes. Para adoles­ centes, pais e educadores. 0 1 /1 2 . Sábado, lO h às 13h. COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVIÇOS. Programação da Copa valoriza a prá­ tica esportiva como forma de lazer e promoção da saúde. «Torneios. Vôlei de Areia (Duplas Masculino, Feminino e Misto), Basquete de Trios (Masculino e Feminino) e Futsal (Masculino e Femi­ nino). Até 0 9 /1 2 . Ginásio de Esportes e Quadras de Areia. Domingos, a par­ tir das 9h30.

MÚSICA

S OCEDADE DO SAMBA. Dois de dezem­ bro é o dia nacional do samba. O pro­ jeto pretende difundir o gênero, valori­ zando a história, os compositores con­ sagrados e os novos talentos. Café Aricanduva. Domingos, 15h. «Trio Chorata. Com violino, flauta e violão apresen­ ta as várias faces deste gênero. 0 2 /1 2 . •Trio Morro Acima. Formado por músi­ cos eruditos, executa obras de grandes compositores da MPB. 0 9 /1 2 . «Mor­ tinho da Vila - do Brasil e do Mundo. Cantor e compositor carioca encerra a turnê do show. Palco da Orquestra M á­ gica. 1 6 /1 2 . VOCALIS - CANTO CORAL. Corais inter­ pretam músicas populares e eruditas, explorando o universo e o potencial da voz e do canto. Domingos, 15h. •Camerata Paulista. Reúne cantores do Theatro M unicipal de São Paulo e do C oral da Osesp. Regência He­ loísa Junqueira. Sede Social. 2 3 /1 2 . •M adrigal Cantante. Com repertório de clássicos da MPB. Sede Social. 3 0 /1 2 . DANÇA

DANÇA. Vivência das várias possibi­ lidades de atividade física através da dança. Praça de Eventos. 01 a 2 9 /1 2 . Sábados, 14h. MULTIMÍDIA E INTERNET exposições ALMANAQUE BINÁRIO. Painéis expositivos com curiosidades e informações pitorescas mostram "o outro lado" da revolução digital. Internet Livre. 01 a 3 0 /1 2 . Quarta a domingo, 9h 30 às 17h.

especial EXPEDIÇÃO VIRTUAL - MOSTRA SESC DE ARTES. Exibição online das programa­ ções e atividades da Mostra. Com téc­ nicos do Sesc. Internet Livre. 0 1 /1 2 . Sábado, ló h . HISTÓRIAS DA SIDA. Criação João Bresser. Com Cia. Caleidoscópio. Cenas cômicas e informativas sobre AIDS e sua prevenção, com bonecos e objetos, e gravação em vídeo. Internet Livre. 01 e 0 2 /1 2 . Sábado e domingo, 14h. MICRO N O VARAL 2.0. Exibição de fotos digitais do processo de montagem do hardware do projeto M icro no Varal. Com Cooperjovem e técnicos Sesc. In­ ternet Livre. 01 a 3 0 /1 2 . Quarta a do­ mingo, 9h 30 às 17h. CINELINK. História, M aking of e Site de filmes e animações. Com técnicos Sesc. Internet Livre. 0 2 a 3 0 /1 2 . Do­ mingos, 11 h. INTERNET KIDS - FÉRIAS. Navegação di­ rigida por sites de atividades e brinca­ deiras. Com técnicos Sesc. Internet Li­ vre. 08 a 2 9 /1 2 . Sábado, 15h.

especial ESPECIAL. «Circuito da Caminhada. Pre­ ços de portaria. Quarta a domingo, 9h às 17h. «Fórum de Educação Física Es­ colar. Realizado pela Diretoria de En­ sino - Leste 1 em parceria com o Sesc SP, tem como objetivo promover uma discussão integrando a realidade e as perspectivas da Educação Física no âmbito escolar. Para professores da re­ de pública de ensino. 04 a 0 7 /1 2 . Ter­ ça a sexta, 9h às 17h.

PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA PERMANENTE. Informações: 65 23 9 2 8 6 /9 2 8 7 . Programação: www. sescsp.org.br. Até 0 8 /1 2 . «Clube da Caminhada. Acima 15 anos. Sába­ dos, 9h30. «Esporte Criança. Para 7 a 12 anos. Sábados, 9h30 e 14h. «Es­ portes para idosos. Quarta a sexta, 9h 30 e 10h30. «Ginástica Integrativa. Acima 15 anos. Quarta a sexta, 9h 30 e 1 0 h 3 0 . recreação_ RECREAÇÃO. Para até 12 anos. «Brin­ cando na Orquestra. Quarta a domin-

CLUBE DA ESTRATÉGIA. Empréstimo de livros, relógios e jogos de xadrez e gamão, entre outros. Quarta a domingo, 9h às 17h. «Praça dos Jogos Gigan­ tes. Quarta a domingo, 9h às 17h.

MÚSICA E STOP-MOTION. Oficina bá­ sica de animação com massinha, a partir de diferentes estilos musicais. Com técnicos Sesc. Internet Livre. 08 a 2 9 /1 2 . Sábados, 11 h30.

torneios e campeonatos TORNEIO ABERTO DE TÊNIS. Até 0 9 /1 2 . Domingos, a partir 9h30.

CARTÕES.NET. C riação e envio de Car­ tões de fim-de-ano. Com técnicos Sesc. Internet Livre. 12, 15, 19 e 2 2 /1 2 . Quartas e sábados, 11 h30.

exposição de fotos VER DE PERTO. Informações: 6523-9286 / 9287. «Guaraná: Olhos de Gen­ te. Imagens da comunidade ribeirinha de Maués (AM). Fotografias Du Zuppani. Visitas monitoradas: quarta a sex­ ta, 10h30.

CINEMA E VÍDEO Filmes. Cineteatro. Sábados e domingos, 15h. «Menino Maluquinho: O Filme. (BRA, 1994). Acima 6 anos. De Helvé­ cio Ratton. 01 e 0 2 /1 2 . Sábado e do­

NATUREZA E MEIO AMBIENTE

especial COLETA SELETIVA: ZONA LESTE FAZ! En­ contro reúne catadores de materiais

revista e

57


ITAQUERA

Odontologia

Mortinho da Vila. 1 6 /1 2 para fomentar a participação organi­ zada na coleta seletiva urbana. Infor­ mações: 65 23-9286 / 9 2 87 . 0 1 /1 2 . Sábado, 15h. AGENDA 21. Encontros mensais visam discutir e mapear as questões socioambientais da Zona Leste. Reunião en­ tre os distintos setores para articulação da Agenda 21. Informações: 65239 2 86 / 9287. 1 5 /1 2 . Sábado, 9h. A ESTÓRIA QUE EU VI. A partir de uma contaçâo de história, as crianças po­ dem desenhar e fazer sua própria in­ terpretação. Até 7 anos. Praça de eventos. Informações e agendamento tal: 6 5 23 -93 26 /93 09 . 12 a 2 8 /1 2 . Quarta a sexta, lOh. «Aves Daqui e de Lá. Contação de histórias com fan­ toches. Quarta a sexta, lOh. «Saiba Mais...Poluição do Ar. Visita ao equi­ pamento de medição da qualidade at­ mosférica da Cetesb. Ao lado da Cozi­ nha São Mateus. 12 a 14 /1 2 . Quarta a sexta, 13h30. «Escovódromo. Higie­ ne bucal para público infantil Sextas, 14 /1 2, 13h30 e 21 / 1 2, 15h30. «Pis­ tas na Mata. Caça ao tesouro sensibili­ za para questões socioambientais. 19, 20 e 2 1 /1 2 . Quarta a sexta, 13h30. •Construa seu Próprio Terrário. 26, 27 e 2 8 /1 2 . Quarta a sexta, 13h30. PÓLOS INTEGRADOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Quarta a domingo, 9h às 17h. «Herbário. «Horta. «Pomar. •Trilha. «Viveiro de Plantas. oficinas CADEIA ALIMENTAR EM MÓBILE. Repre­ sentação da cadeia alimentar a par­ tir da confecção de mobiles. Praça de eventos. 01 a 3 0 /1 2 . Sábados, 15h e domingos, 14h. SACOLAS DE PANO. Confecção e costumização de sacolas de pano. Cama­

58

revista e

rim do Palco da Orquestra. 1 4 /1 2 . Sexta, 10h30 às 12h30. GUIRLANDA DE ERVAS. Palco da Or­ questra M ágica. 2 1 /1 2 . Sexta, 10h30 às 12h30. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO palestras MESA BRASIL. Programa social de com­ bate à fome e ao desperdício de ali­ mentos. «Alimentação Saudável. Pa­ lestra. Inscrições Antecipadas. Ben­ feitores da Natureza. 0 6 /1 2 . Quin­ ta, 15h.

ODONTOSESC. Atendimento odontológico para trabalhadores do comércio e serviços e seus dependentes. Agen­ damento e informações: 6523-9326. Quarta a domingo, 9h às 17h. INFANTIL ESPETÁCULOS. Cine Teatro. Domin­ gos, 13h. «Glup - O Sapo e a Prin­ cesa. Com Cia. Caricaturas de Tea­ tro. 0 2 /1 2 . «Baú de Piratas. Com Gigi anhelli e Doctor Xyss. 0 9 /1 2 . «Brin­ cando com Histórias. Direção Edivaldo Costa. Com Cia. Arueiras do Bra­ sil. 1 6 /1 2 . «Minha Amiga Lua. Com Cia. do Teatro. 2 3 /1 2 . «Roupa no Va­ ral - Paixão no Quintal. Com Cia Sá­ bias Cenas. 3 0 /1 2 . ESPECIAL. Sede Social. Domingos, 11 h. •Histórias de Jardim. Com Grupo BemTe-Vi de Teatro. 0 2 /1 2 . «Histórias de Origamis - Bruxas e Lendas Urbanas. Com Teatro de Paisagem. 0 9 /1 2 . •Clarice para Crianças. Com Grupo Bem-Te-Vi de Teatro. 1 6 /1 2 . «Papai Noel Existe. Com Teatro do Espelho. 2 3 /1 2 . «Contos pró Todos os Cantos. Com Cia. Sábias Cenas. 3 0 /1 2 .

Endereço: Rua Florêncio de A breu, 305 Telefone: (11) 33 29 2 8 00 Horário: Segunda a Sexta, das 8 h às 2 1h. EMAIL@ODONTOLOGIA.SESCSP.ORG.br

CÚNICAS ODONTOLÓGICAS. O serviço de odontologia do Sesc oferece tratamentos nas especialidades: endodontia, periodontia, odontopediatria, prótese e rádiodiagnóstico. As ações na área de odontologia procuram prevenir e evitar problemas de saúde, sendo complementadas também por trabalho educacional. Informe-se sobre o período de inscrição nas unidades do Sesc. •Atendimento a Adultos. Para trabalhado­ res no comércio e serviços matriculados e dependentes. Restaurações em geral, tra­ tamento de canal, doenças da gengiva, ci­ rurgias, próteses e radiografias. Não ofe­ recemos implantes dentários e ortodontia. Segunda a sexta, 8h às 21 h. «Atendimento a Menores de 14 Anos. Para filhos dos tra­ balhadores no comércio e serviços matri­ culados. Restaurações em geral, tratamen­ to de canal, doenças da gengiva, cirurgias, odontopediatria, radiologia (radiografias

Avenida Paulista

O O

00

CineSesc Consolação Interlagos Ipiranga Itaquera Odontologia Pinheiros Pompéia Santana Santo Amaro Santo André São Caetano Vila Mariana

o

■SCW I

SAÚDE BUCAL E ESTÉTICA DENTAL O que é a hipersensibilidade dentinária? É a dor que ocorre geralmente na região do dente próxima à gengiva, provocada pela escovação, ingestão de alimentos frios, do­ ces e ácidos como frutas cítricas, por exemplo, laranja. Hipersensibilidade indica que a polpa está doente? Não, pois sendo a dor decorrente de pressão dentro do dente, provocada pelas variações de temperatura ou outros estí­ mulos na superfície, não tem relação com alterações patológicas internas. Por que dói? Em condições normais, o esmalte protege a coroa do dente e o cemento protege a raiz. Com o passar do tempo, cemento e esmalte sofrem agressões e se desgastam, expondo a dentina, que é permeável e constituída de canais mi­ croscópicos que acabam ligando a polpa ao meio externo. Como tratar a hipersensibilidade? O dentista emprega os recursos dessensibilizadores para reduzir o desconforto imediato da dor através de ajustes oclusais, restau­ rações ou com aplicações de flúor.


PINHEIROS Serrat. 22 /1 2. Sábado, 12h30. «Camerata Barroca de São Paulo - Musica de Na­ tal Hispano-Americana. Negrillas e Villancicos Mexicanos, colombianos, bolivianos e cubanos dão o tom do festejo. Teatro Paulo Autran. Ingressos a partir 11/12. 23 /1 2. Domingo, 11 h. DANÇA espetáculos MAR DE GENTE. Espetáculo da Cia. TeatroDança Ivaldo Bertazzo. Direção geral, con­ cepção e coreografias Ivaldo Bertazzo. Tea­ tro Paulo Autran. Acima 7 anos. R$ 20,00; R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). 06, 07, 08 e 09 /1 2. Quinta a sábado, 21 h e domin-

Ofícinas INICIAÇÃO A DANÇA I: CORPO E EXPRES­ SÃO. Acima 15 anos. Inscrições antecipa­ das. Grátis. 04, 11 e 18/12. Terças, lóh às 17h30. MULTIMÍDIA E INTERNET

Endereço: Rua Paes Leme, 195 Telefone: (11) 3 0 95 9400 Horário: 3 aa 6 ° das 13h As 22 h, Sábados, Domingos e Feriados, das 10h ás 19h. EMAIL@PINHEIROS.SESCSP.ORG.br Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. MOSTRA SESC DE ARTES :: CIRCULAÇÕES. Propõe a circulação de obras e espetácu­ los com processos particulares de produ­ ção e exibição, seu diálogo com os flu­ xos de informação, além de estabelecer a convivência de artistas para a produção coletiva. Participe de 13/11 a 02 /1 2. Circule pelas idéias da Mostra. Veja pro­ gramação completa e detalhes no Portal Sesc SP: www.sescsp.org.br. Artes Plás­ ticas e Visuais: «Cubo de Ensaio. O pro­ jeto transforma o prédio do Sesc Pinhei­ ros num espaço de experimentação artís­ tica. Grátis. A Gente Olha para o Outro do Lugar em que a Gente Está. Com Ga­ briel Braga. Até 02 /1 2. Sábado e domin­ go, 1Oh às 18h30. Transitivos. Curadoria artística Margarida Sanfanna e curadoria de processo Cecília Almeida Salles. Até 06 /0 1. Terça a sexta, 13h às 21 h30, sá­ bado e domingo, 1Oh às 18h30. Literatu­ ra: Cartonera & Catadora. Com Coletivos Eloísa Cartonera (ARG) e Dulcinéia Cata­ dora (BRA). Pintura de capas e criação de livros artesanais de papelão. Grátis. 01 e 02 /1 2. Sábado e domingo, 14h às 18h. COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVIÇOS. Pro­ gramação da Copa valoriza a prática es­ portiva como forma de lazer e promoção da saúde. «Jogos. Futsal Masculino e Vô­ lei Misto. Até 02/12. Sábado e domingo, 10h30 às 12h30. TEATRO

C/OO HEINER MÜLLER. Projeto que reúne ato res, pesquisadores, grupos e diretores de te­

atro, além do público interessado na obra de Heiner Müller. Idealização Lenerson Polonini. «Heiner Müller em Repertório. Dire­ ção Lenerson Polonini. Com Cia. Nova de Teatro. Elenco Denise Curtouké, Ricardo Lei­ te, Gisele Petty e Marília Coelho. Acima 12 anos. R$ 12,00; R$ 6,00 (□). R$ 3,00 (O). 01 ,0 7, 08, 14 e 15/12. Sextas, 20h e sá­ bados, 19h. CIRCO NA PRAÇA. Grátis. «É Nóis na Chita. Espetáculo infanto-juvenil com o Grupo Namakaka. 22 e 23 /1 2. Sábado e domin-

Monteverdi, Galilei, Dowland e Purcell. 11/12. Terça, 20h30.

CULTURA POPULAR NA PRAÇA. Projeto apre­ senta grupos de artistas populares e pes­ quisadores. «Presépio da Paz. Músicos-artesãos-atores-cantores se juntam para ence­ nar uma das mais belas passagens históri­ cas. Praça. Grátis. 08 a 16/12. Sábados e domingos, 16h.

MÚSICA ANTIGA. Série de concertos exe­ cutados por diferentes grupos que privi­ legiam a interpretação histórica. Apresen­ MÚSICA tam, com instrumentos originais, repertó­ rios de temas natalinos. Grátis. «Instru­ mentos à Moda Antiga. Intervenções musi­ ELZASSOARES - BEBA-ME. A cantora apre­ cais em espaços alternativos da unidade. 01, 09 e 15/12. Sábados e domingos, senta grandes sambas de vários gêneros 14h. «Músicos de Capella - Música Euro­ e épocas, gravados ao longo da carreira. péia do Século XVIII. Grupo especializa­ Com Francisco Chagas (teclado e acordedo em instrumentos barrocos e interpreta­ on), Nando Duarte (violão e cavaquinho), ção histórica da música antiga. Com Luis Vitor Motta (sopros), Carlos Cesar (bateria), O. Santos (direção musical e violino bar­ Edson Menezes (baixo) e André Verselino roco), Natalia Chahim (oboé barroco), Li(percussão). Teatro Paulo Autran. Acima 7 via Franseschi (traverso barroco), João G. anos. R$ 20,00; R$ 10,00 (□). R$ 5,00 de Figueiredo (cello barroco) e Alessandro (O). 01 e 02/12. Sábado, 21 h e domin­ Santoro (cravo). Igreja de N. Sra. de Mon­ go, 18h. te Serrat. 02 /1 2. Domingo, 12h30. «No­ CHICO PINHEIRO (BRA) E ANTHONY WIL­ vo Ovo Novo e Tiago Pinheiro. Obras do cancioneiro lusitano e espanhol. Com Tia­ SON (EUA). Encontro do violonista, guitar­ rista e compositor brasileiro com o guitar­ go Pinheiro (canto), Marilia Maceda (flau­ tas), Dalgalarrondo (percussão) e Gui­ rista e compositor americano, considerado lherme Camargo (guitarras). Igreja de N. um dos mais influentes no jazz atual. Teatro Sra. de Monte Serrat. 08 /1 2. Sábado, Paulo Autran. Acima 7 anos. R$ 15,00; R$ 7,50 (□). R$ 3,50 (O). 15 e 16/12. Sába­ 12h30. •Harmoniemusik - Sexteto de So­ pros. Música de câmera do século XVIII, do, 21 h e domingo, 18h. composta para eventos da corte ao ar li­ MÚSICA ERUDITA. Com Henrique Autran. R$ vre ou em espaços públicos. Igreja de N. Sra de Monte Serrat. 16/12. Domingo, 8,00; R$ 4,00 (□). R$ 2,00 (O). Acima 7 anos. «Hespérides - Música das Améri­ 12h30. «Quinteto Vox Brasiliens - Música Holandesa dos Séculos XVII e XVIII. Músi­ cas. O grupo emprega concepções cêni­ ca vocal e instrumental. Com Ricardo Kanj cas inovadoras e executa repertório que inclui Piazzolla e Rosauro. 04 /1 2. Ter­ (direção musical e flautas), Rosemeire Mo­ ça, 20h30. «Sonia Goussinsky e Carin reira (canto soprano), Esteia de Almei­ Zwilling. Duo de canto (Sonia Goussinsky da (cravo), Guilherme Camargo (teorba e guitarra barroca) e Dimos Goudaroulis ) e alaúde (Carin Zwilling). No programa, Caccini, Frescobaldi, Planson, Moulinié, (cello barrobo). Igreja de N. Sra de Monte

OFICINAS. Inscrições antecipadas. Grátis. •Orkut para a 3° Idade. Apresentação do site de relacionamento. Acima 55 anos. 04, 05, 11 e 12/12. Terças e quartas, 15h às 17h. «Princípios Básicos da Edição de Imagens. Acima 16 anos. 04 a 07/12. Terça a sexta, 19h30 às 21 h30. «Iniciação à Internet. Acima 12 anos. 06, 07, 13 e 14/12. Quintas e sextas, 15h às 17h. «Co­ mo Criar e Usar Seu E-Mail. Acima 16 anos. 11, 12 e 13/12. Terça a quinta, 19h30 às 21h30. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

PAINEL INTERNET LIVRE - HEBERT BAGUONE. Suas obras remetem a uma relação do ho­ mem com o meio onde vive, e geralmen­ te sugerem temas provocativos e curiosos. Visitação: Grátis. Até 31/12. Terça a sex­ ta, 13h às 21 h30 e sábados e domingos, 1Oh às 18h30. oficinas ACHEI O NATAL NO FIM DA RUA. Oficinas com os moradores de abrigos e instituições próximas à região para a construção de ob­ jetos natalinos com material reciclável. Com Selma Maria. Grátis. 05, 07, 12, 14, 19 e 21/12. Quartas e sextas, 15h às 18h. ESPORTES AULAS ABERTAS. Grátis. «Esporte & Jogo. Acima 16 anos. Até 27/12. Terças e quin­ tas, 14h às lóh. «Caminhando para a Cor­ rida. Até 28/12. Sextas, 20h. recreação JOGOS E VIVÊNCIAS AQUÁTICAS. Acima 7 anos. Grátis. Domingos e feriados, 12h. ESPORTE & RECREAÇÃO MONITORADA. Aci­ ma 16 anos. Grátis. «Futsal. Sábados, do­ mingos e feriados, 15h30 às 18h30 e quar­ tas e sextas, 18h30 às 21 h30. «Basquete. Trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes Q

Usuário matriculado, maiores de 60 anos, estudantes com comprovante e professores da rede pública de ensino

revista e

59


PINHEIROS Domingos e feriados, 10h30 às 12h e ter­ ças e quintas, 18h30 às 21 h30. • Vôlei. Sá­ bados, domingos e feriados, 12H30 às 15h e terças e quintas, 18h30 às 21H30. SESC EMPRESA. Grátis. «Jogos entre Em­ presas. Informações e agendamentos (11) 3095-9472, ou e-mail: sescempresa@pinheiros.sescsp.org.br. 05 a 28/12, quartas e sextas, 1óh às 18h e 18h30 às 20h. SERVIÇOS. Exame médico dermatológico obrigatório. Grátis. «Piscinas Uso I Livre. Terça a sexta, 7h l0 às 21H30 e sába­ dos, domingos e feriados, 1Oh às 18h30. •Raia Orientada. Até 29/12. Sábados, 13h às 14h30. CORPO E EXPRESSÃO AULAS ABERTAS. Acima 12 anos. «Hidroginástica Recreativa. Grátis. Sábados, do­ mingos e feriados, 10h30, 13h30 e 15h. 04/12 a 01/02. Terça a sexta, lOh, 1óh e 19h.

grama Nacional de DST/AIDS do Minis­ tério da Saúde. 2o Andar. 01 /1 2. Sába­ do, 11 h. «Luiz Gayotto e Kleber Albu­ querque. Juntos interpretam sucessos de Cazuza. Praça. 01 e 02 /1 2. Sábado e domingo, 16h. EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ 18,00 (□). R$ 9,00 (O). Terça a sexta, 11 h30 às 15h e 1óh às 20h30 e sábados, domingos e feriados, 10h30 às 13h e 14h às 17h30. SOCIEDADE E CIDADANIA exposições MISTURAS - TRABALHOS DE ALUNOS DO INSTITUTO RODRIGO MENDES. Visitação: Grátis. 06 a 16/12. Terça a sexta, 13 às 21h30 e sábados e domingos, lOh às 18h30. INFANTIL espetáculos DIÁRIO MALASSOMBRADO. Espetáculo mis­ tura bonecos, máscaras e atores. Com Cia. Mevitevendo. R$ 8,00; R$ 4,00 (□). R$ 2,00 (O). 02, 09 e 16/12. Domingos, 1lh e 15h.

PROGRAMA DE ATIVIDADES FÍSICAS & SAÚ­ DE. «Ginásio Mosaico. Para 12 a 59 anos: terça e quinta ou quarta e sexta, R$ 50,00 (O), R$ 25,00 (O). Sábados, R$ 40,00 (O), R$ 20,00 (O) e domingos, R$ 30,00 (O), R$ 15,00 (O). Acima 60 anos: terça e É DE CANTAR. «Cante um Conto Conta a His­ quinta ou quarta e sexta, R$ 25,00 (□), R$ tória de Dom Quixote. Grátis. 01 e 02/12. 12.50 (O) e sábados, R$ 20,00 (□), R$ Sábado e domingo, 14h. 10,00 (O). Domingos, R$ 15,00 (O), R$ 7.50 (O). Terças e quintas ou quartas e sex­ HORA DO CONTO. Grátis. «Rodamoinho Po­ tas, 7h30 às 10h30 e das 10h30 às 14h; ético - Histórias de Muito Antes de Ontem. das 14h às 17h e das 17h às 21h30 e sá­ A Cia. Rodamoinho apresenta histórias de bados, 10h30 às 14h e 14h às 17h30. Do tradição oral, utilizando elementos teatrais mingos, 10h30 às 14h.Domingos e ferio e musicais. 08 a 16/12. Sábados e domindos, horário livre para matriculados no pro grama das 10h30 às 17h30. OFICINAS. Grátis. Inscrições antecipadas. NATUREZA EMEIO AMBIENTE •Brinquedo do Dia. Para adultos e crian­ ças. 01 a 23/12. Sábados e domingos, OFICINAS. Grátis. «Arte Ambiental. 04, 11 e 1Oh às 12h e 13h às 15h. «Como Funcio­ 18/12. Terças, 15h30 às 16h30. «Jardi­ na. Acima 5 anos. 04 a 20/12. Terças e nagem. 06, 13 e 20/12. Quintas, 15h30 quintas, 14h às 15h30 e quartas, 14h às às 17h. 15h30. «Origami. Acima 12 anos. 05, 12 e 19/12. Quartas, 15h30 às 17h. «A Lin­ SAÚDE EALIMENTAÇÃO guagem do Cinema. Acima 12 anos. 07, 14 e 21/12. Sextas, 15h30 às 17h. «Figu­ especial ras e Formas com Barbante. Acima 7 anos. COMEDORIA SESC. «Restaurante. Terça a do 0 7 ,1 4 e 2 1 /1 2 .Sextas, lóhàs 17h. «Pre­ mingo, 1lh30 às 15h. «Cafeteria. Terça a sépios de Natal. Acima 12 anos. 07, 14 e sexta, 1Oh às 22h e sábados, 1Oh às 21 h. 21/12. Sextas, 17hàs Domingos e feriados, 1Oh às 19h. «Ilha de Bocados. Terça a sexta, 15h às 21 h30 e sá­ CARINHAS E COROAS. Para crianças e adul­ bados, 13h às 21 h. Domingos e feriados, tos. «Cartões Natalinos. Para presentear fa­ 13h às 18h30. miliares e amigos. Grátis. 01 a 23/12. Sá­ bados e domingos, 17h às 18h30. COMIDAS, PALAVRAS E PRAZERES. Grátis. •Comida dá Sorte. Com Wanessa Asfo RECREAÇÃO. Grátis. «Brincadeiras Aquáti­ ra. Inscrições pessoalmente na Central de cas. Para 4 a 7 anos, 14h. Para 8 a 12 Atendimento após 05/12. Acima 12 anos. anos, 14h30. Sábados, domingos e feria­ 15/12. Sábado, 19h30. dos. «Avizinhar. Sábados, domingos e fe­ Pinheiros riados, 15h30 às 18h30. «Interatividade. Para 3 a 6 anos. Terças e quintas, 14h às MAIS ARTE MENOS AIDS. O Sesc SP e a lóh. Agência de Notícias da AIDS realizam um final de semana com atividades artís­ ESPORTE & RECREAÇÃO MONITORADA. ticas e culturais, com a proposta de tra­ Grátis. «Recreação Esportiva. Para 7 a 15 tar a questão de maneira lúdica usando anos. 04 a 27/12. Terças e quintas, 1óh às a arte como instrumento de conscientiza­ 18h e quartas e sextas, 14h às 16h. «Jo­ ção e prevenção. Grátis. «Encontro com gos com Raquetes. Acima 7 anos. Quartas Valéria Polizzi. Colunista da Revista Atre­ e sextas, 14h às lóh. 05 a 28/12, 14h vida e escritora do livro "Depois Daque­ às 18h. «Basquete. Para 7 a 15 anos. Até la Viagem - Diário de Bordo de Uma Jo­ 29/12. Sábados, 10h30 às 12h30. «Futvem que Aprendeu a Viver com AIDS". sal. Para 7 a 15 anos. Sábados, domingos O espaço será ambientado com cartuns e feriados, 12h30 às 15h. 05 a 28/12, do I Salão de Humor e DST/AIDS - Pro­ quartas e sextas, 14h às 16h.

60

revista e

POMPEIA

Endereço: Rua Cléua, 93 Teieeone: (11) 3871 7700 Horário: Terça a Sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h As 20h. EMAIL@POMPEIA.SESCSP.ORG.BR Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. MOSTRA SESC DE ARTES :: CIRCULA­ ÇÕES. Propõe a circulação de obras e espetáculos com processos particu­ lares de produção e exibição, seu di­ álogo com os fluxos de informação, além de estabelecer a convivência de artistas para a produção coletiva. Participe de 13/11 a 0 2 /1 2 . Circule pelas idéias da Mostra. Veja progra­ mação completa e detalhes no Portal Sesc SP: www.sescsp.org.br. Música: •Pierre Bastien - Popular Mechanics. O músico francês traduz com perfei­ ção a idéia de "banda de um homem só". R$ 16,00 R$ 8,00 R$ 4,00 . 01 e 0 2 /1 2 . Sábado, 21 h e domingo, 18h. Artes Plásticas e Visuais: «Projeto Morrinho. Exposição com O N G Morrinho, formada por garotos da Comu­ nidade de Pereirão (RJ). Eles criam e recriam uma maquete que reproduz com detalhes as favelas cariocas com resíduos de materiais para construção. Direção geral Fabio Gavião. Direção Fabio Gavião e Markão Oliveira. Edi­ ção Fábio Gavião e Gabriela Paschoal. 1 e 2 /1 2 , 20h. «Urbezoom. Insta­ lação em que, partindo de diferentes lugares, os participantes e os artistas se dirigem para um ponto em comum, usando receptores GPS, gravadores de áudio e câmeras de video, para ar­ mazenar o percurso. Visitação: Grá­ tis. Até 0 2 /1 2 . Sábado, 1Oh às 20h e domingo, lO h às 17h. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A A I­ DS. Reconhecido desde 1988 por ini­

ciativa da Organização Mundial da Saúde, é comemorado em I o de de­ zembro. Sob uma ótica educativa, o Sesc SP apresenta programação es­ pecial para a data. «Rua da Surpre­ sa. Rua Central. Grátis. Abrace o Po­ sitivo. Performance com Cia. da Joauina, baseada no movimento munial Free Hugs. 0 1 /1 2 . Sábado, 14h. •Casais. Com grupo G arapa. 0 1 /1 2 . Sábado, 14h30 e 16h30. «Dicas de Verão. Com Cia. Abajur. 0 1 /1 2 , 15h30. 0 2 /1 2 , 13h e 14h. 0 5 /1 2 , 12h30 e 14h30. 29 e 3 0 /1 2 , 14h. •Personagens do Mundo. Com gru­ po Bonecos Urbanos, aborda o tema AIDS e preconceito entre os jovens. 0 2 /1 2 . Domingo, 14h30, 15h30 e 16h30. «O Amor Não Tem Idade. Com o grupo G arapa, para Terceira Idade. 0 5 /1 2 . Quarta, 15h30. «Ci­ dade + Saudável. Grátis. Ação Comu­ nitária DST-AIDS. Intervenção educati­ va e informativa. 0 2 /1 2 . Domingo, 11 h às ló h . COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVIÇOS. Programação da Copa valoriza a prá­ tica esportiva como forma de lazer e promoção da saúde. «Futsal. Adulto masculine, jogos finais. Grátis. 02, 09 e 16 /1 2 . Domingos, 9h30 às 13h. TEATRO espetáculos MERCADORIAS E FUTURO. Solo teatral escrito e encenado por José Paes de Li­ ra, vocalista e líder do Cordel do Fo­ go Encantado. R$ 16,00; R$ 4,00 (O). R$ 8,00 (□). 19 e 2 0 /1 2 . Quarta e quinta, 21 h. HOMENS A O MAR. Com o apoio do Prê­ mio Funarte de Teatro Myriam Muniz, Associação Cultural Casa das Caldei­ ras, Programa Ação Cultural do Estado e Programa Municipal de Fomento ao


Teatro. Com Cia. Triptal. Direção An­ dré Garolli. Acima 14 anos. R$ 16,00; R$ 4 ,0 0 (O). R$ 8,00 (□). -Longa Via­ gem de Volta pra Casa. Até 0 9 /1 2 . Sextas e sábados, 2 1 H30 e domingos, 19h. -Zona de Guerra. Até 0 6 /1 2 . Quartas e quintas, 21 h30. MÚSICA SHOWS. -Jeff Parker. Fundador da ban­ da Torfoise, relaciona música acústica e eletrônica em seu trabalho solo. Aci­ ma 18 anos. R$ 20 ,0 0; R$ 5 ,0 0 (O). R$ 10,00 (□). 0 4 e 0 5 /1 2 . Terça e quarta, 21 h. -Cia. Cabelo de Maria Cantos de Trabalho. Lançamento de CD do Selo Sesc. Com Cia. Cabelo de M a­ ria. Participação das Destaladeiras de Fumo de Arapiraca (AL) e Ceumar. Di­ reção geral, concepção artística e co­ reografia Renata Mattar. R$ 10,00; R$ 5.0 0 (□). R$ 2,5 0 (O). 0 6 /1 2 . Quin­ ta, 21 h. -Cachorro Grande. Com Be­ to Bruno (vocal), Marcelo Gross (gui­ tarra), Gabriel Azambuja (bateria), Ro­ dolfo Krieger (baixo) e Pedro Pelotas (teclado). R$ 20 ,0 0; R$ R$ 5 ,0 0 (O). R$ 10,00 (O). 0 6 /1 2 . Quinta, 21 h, na Choperia e 0 7 /1 2 . Sexta, 21h, no Teatro. -Marlui Miranda e Eduardo Agni - Mitos e Sons. Participação Fá­ bio Sá (baixo acústico). R$ 16,00; R$ 4 .0 0 (O). R$ 8,00 (□). 0 9 /1 2 . Domin­ go, 1 8h. -Mortinho da Vila - Do Bra­ sil e do Mundo. Encerramento da turnê nacional do novo CD. Com Wanderson Martins (cavaco), Ivan M achado (baixo), Cláudio Jorge (violão), Pauli­ nho Black (bateria), M arcelinho M orei­ ra (percussão), Vitor Neto (sopro), Kiko Horta (teclado) e vocalistas. R$ 40 ,0 0; R$ 10,00 (O). R$ 2 0 ,0 0 (□). 13 a 1 5 /1 2 . Quinta a sábado, 21 h. 14° MOSTRA PRATA DA CASA. Retrospec­ tiva do semestre. Curadoria Pedro Ale­ xandre Sanches. Grátis. Quarta a sá­ bado, 21 h. -Fino Coletivo (RJ) e M a­ rina de Ia Riva (SP). Teatro. 1 2 /1 2 . •Sandália de Prata (SP) e U Time (SP). Choperia. 1 3 /1 2 . -Bazar Pamplona (SP) e Matéria Rima (SP). Choperia. 1 4 /1 2 . -Ca.Ge.Be (SP) e Digital Groove (PE). Choperia. 1 5 /1 2 . PLATAFORMA. Lançamentos de CDs e DVDs. -Fred Martins. Lança o CD do 9° Prêmio Visa de Música Brasileira, do qual foi vencedor em 2006. R$ 16,00; R$ 4 ,0 0 (O). R$ 8,00 [Uj. 0 8 /1 2 . Sá­ bado, 21 h. TEMPORAL PE. Festival ,com artistas per­ nambucanos que têm em seu trabalho elementos tradicionais desse estado, combinados com outras influências. Apresentação Xico Sá. Acima 18 anos. R$ 28,00; R$ 7,00 (O). R$ 14,00 (q . •Junio Barreto e Mombojó. Participa­ ção Fabiana Cozza. 07/12. Sexta, 21h. -Lúcio Maia e Ortinho. Participa­ ção Chico César, Daniel Belleza e Vange Milliet. 08/12. Sábado, 21 h. DANÇA

DANÇA DO VENTRE. R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 25 ,0 0 (O). Até 13 /1 2 . Terças e quintas, 19h30 (iniciação) e 20h30

(intermediário). MULTIMÍDIA E INTERNET

INFORMATIQUÊS. Noções básicas de informática.Com Letícia Kamada. Grá­ tis. 12, 13 e 1 4 /1 2 . Quarta a sexta, 18h30 às 20h30. oficinas 3°NET. Para terceira idade. Com Rosana De Martino. Grátis. -Introdução à In­ ternet. 12 e 1 3 /1 2 . Quarta e quinta, 15h às 17h. -Introdução ao Computa­ dor. 1 4 /1 2 . Sexta, 15h às 17h. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

RECORTAR E COLAR | CTRLC + CTRLV. Exposição de arte contemporânea. Vi­ sitação: Grátis. Até 0 2 /0 2 . Sábado, 1Oh às 21 h e domingo, lOh às 19h. •Internet Livre. Até 0 2 /1 2 . Sábado e domingo, 1Oh às 18h. Vit@l CTRL_Z. A proposta deste encontro é provocar discussões sobre questões socioambientais e temas de interesse público. Acesse: www.redevital.blogspot.com . Grátis. Até 0 2 /1 2 . AULAS ABERTAS. Grátis. -Aquarela e Nanquim. Com Lúcia Lacourt. 01, 02, 15 e 1 6 /1 2 . Sábado e domin­ go, 14h30 às 17h. -Câmara Obscu­ ra. 0 8 /1 2 . Sábado, l l h . -Objetos Lúdicos. Com Eng Goan. Sábados e domingos, 08 e 0 9 /1 2 , 1 Ih e 22 e 2 3 /1 2 , 15h. -Painéis Coloridos. Com Eng Goan. Sábados e domingos, 08 e 0 9 /1 2 , 15h e 22 e 2 3 /1 2 , 11 h. -X i­ logravura. Com Cleiri Cardoso. 08, 22 e 2 3 /1 2 . Sábados e domingo, 13h30 às 17h30. -Modelo Vivo. Com Cleiri Cardoso. 0 9 /1 2 . Domingo, 11 h30 às 13h30 e 14h30 às 16h30. -Marione­ tes de Fio: O Próximo Passo. Com Roger duPen, do N ew England Marione­ tes Ltd. 1 3 /1 2 . Quinta, 19h às 21 h. •Origami de Tecido. Com O N G Estrela Nova. 16 a 2 3 /1 2 . Terça a domingo, 14h30 às 17h. FINAUZAÇÃO DOS CURSOS DE 2008. Trabalhos produzidos durante o ano. Grátis. -Ateliê de Arte Têxtil. Fim de Linha - Trocas e Tramas é uma feira em que interessados podem trazer su­ as peças. Com Paula Kirstus. 1 2 /1 2 . Quarta, 15h e às 19h. -Ateliê de Cerâmica. Com Eng Goan. 1 2 /1 2 . Quarta e quinta, 14h às 17h e 19h às 21 h30. -Áteliê de Gravura. Com ins­ talação gráfica "Voadores", com ma­ trizes e impressões de alunos. Com Cleiri Cardoso. 12 e 1 3 /1 2 . Quar­ ta e quinta, 18h às 21h30. -Ate­ liê de Técnicas Mistas. Com Lúcia La­ court. 1 2 /1 2 . Quarta, 14h às 17h e 18h30 às 21 h30. -Ateliê de M a­ deira. Com Roger DuPen, que apre­ senta e batepapo sobre marionetes. 1 3 /1 2 . Quinta, 19h às 21 h. -Labo­ ratório Fotográfico. Com Simone W icca. 13 e 1 4 /1 2 . Quinta e sexta, 20h às 21 h30. -Todos os Ateliês.Com alu­ nos de todos os cursos, para troca de informações e batepapo. 1 5 /1 2 . Sá­ bado, 10h30.

CURSOS REGULARES 2° SEMESTRE 20 07 - OFICINAS DE CRIATIVIDADE. Acima 15 anos. -Ateliê Aberto de Xilogravu­ ra. Com Cleiri Cardoso. R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 2 0 .0 0 (□). R$ 10,00 (O). Até 1 2 /1 2 . Terças e quartas, 17h 30 às 21 h30. M IN I CURSOS DEZEMBRO. R$ 20 ,0 0; R$ 5 .0 0 (O). R$ 10,00 (□). -Pinhole de Caixa de Fósforos. Com Simone W icca. 11, 13 e 1 8 /1 2 . Terça e quinta, 14h30. LITERATURA

TROVAS E CANÇÕES. Poesia e músi­ ca. Grátis. Domingos e feriados, 1 8h. •Terra de Deus Repentista. Com Carlos Buby. 0 2 /1 2 . Domingo, 18h. -Con­ tos de Todos os Cantos. Com G iba Pe droza, Renata Mattar e convidados. 1 1 /1 2 . Terça, 20h. ESPAÇO DE LEITURA. Grátis. Terça a sá­ bado, 9h às 21 h e domingos e feria­ dos, 9h às 20h. Área Literaturas: terça a domingo, 1Oh às 19h. ESPORTES aulas abertas JOGOS DE ESTRATÉGIA PELO MUNDO. Com Astolfo Belém. Acima 8 anos. Grátis. Domingos, 14h30. -Hasami. 0 2 /1 2 . -Gomoku. 1 6 /1 2 . PRIMEIROS LANCES. Acima 8 anos. Grá­ tis. Sábado, 14h30. -Defesa Siciliana. Com Davy D'lsrael. 0 1 /1 2 .-Lance do Mestre - Defesa Siciliana. 1 5 /1 2 . CURSOS. 15 a 5 9 anos. - Vencendo o Me­ do da Água. 2x semana: R$ 7 0 ,0 0 (□) e R$ 3 5 ,0 0 (O), l x semana: R$ 4 2 ,0 0 (□) e R$ 2 1 ,0 0 (O). Quartas e sextas, 10h30 e 16h30 e sábados, 9h30. •Natação. 2x semana: R$ 7 0 ,0 0 (□) e R$ 3 5 ,0 0 (O), l x semana: R$ 4 2 ,0 0 (□) e R$ 2 1 ,0 0 ( ◦ ) . Até 1 5 /1 2 . Ter­ ças e quintas, 8h30,14h30, 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30, quartas e sextas, 7h30, 14h30, 18h30, 19h30 e 20 h3 0 e sábados, 11 h30. -Vôlei. R$ 4 6 .0 0 (q . R$ 2 3 ,0 0 (O). Até 1 4 /1 2 . Terças e quintas, 20h às 21 h20. arte marcial TAE KWON DO. Acima 7 anos. 2x se­ mana: R$ 5 0 ,0 0 (□) e R$ 2 5 ,0 0 (O), l x semana: R$ 25 ,0 0 (□) e R$ 12,50 (O). Com Luciana Januzzi. Até 1 5 /1 2 . Quartas e sextas, 18h30 e sábados, 13h. RECREAÇÃO AQUÁTICA. Acim a 15 anos. Grátis. Sábados e domingos, 16h às 17h20. -Pólo Aquático. 01, 09, 22 e 3 0 /1 2 . -Biribol. 02 , 15 e 2 3 /1 2 . -Basquete Aquático. 08, 16 e 2 9 /1 2 . RECREAÇÃO ESPORTIVA. Grátis. -Vô ­ lei. Quartas, 19h 30 às 21 h 20 e sá­ bados, domingos e feriados, 12h30 às 17h20. -Futsal. Sextas, 19h30 às 21 h2 0 e sábados, domingos e fe­ riados, 12h30 às 17h20. -Basque­ te. Terças, 19h30 às 21 h2 0 e sába­ dos, domingos e feriados, 12h30 às 17h20.

torneios e campeonatos III JOGOS DA REDE VOLKSWAGEN 2007. Futsal masculino adulto para funcioná­ rios. 0 1 /1 2 . Sábado, l ó h e 17h.

SESC EMPRESA. Programa de assessoria para grêmios e associações de empresas com erciais.-Assessoria Técnica para Eventos Esportivos. Até 3 0 /1 2 . Terça a sexta, 13h às 18h. •Locação de Quadras. Devem ser fei­ tas diretamente no 1° andar do Con­ junto Esportivo, a partir do dia 16 do mês anterior. Terça a sexta, 13h às 21 h 3 0 e sábados, domingos e feria­ dos, 9 h 30 às 17h. CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas EXPERIMENTAÇÕES. Acima 15 anos. Grátis. Sábados, 15h. -Alongamento. 01 e 2 9 /1 2 . -Reeducação Postural. 0 8 /1 2 . -Caminhada e Corrida com Orientação. 1 5 /1 2 . -Equilíbrios e Ha­ bilidades. 2 2 /1 2 . CURSOS. Acim a 15 anos. -Atividades Físicas para Gestantes. R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 2 5 ,0 0 ( ◦ ) . Até 1 4 /1 2 . Quartas e sextas, 19h30. -Lian Gong. R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 2 5 ,0 0 (O). Até 1 4 /1 2 . Terças e quintas, 15fi30. -Alongamento e Técnicas Corporais. R$ 5 0 ,0 0 (Q) e R$ 2 5 .0 0 ( ◦ ) . l x semana, R$ 2 5 ,0 0 (□) e R$ 12,50 (O). Até 1 5 /1 2 . Terças e quintas, 7h30, 16h 30 e 18h 30 e quartas e sextas, 11 h30 e 15h30. Sá­ bados, 10h30. -Condicionamento Fí­ sico. R$ 5 6 ,0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O). Até 3 0 /1 2 . Terças e quintas ou quartas e sextas, 7h 30 às 13h, 13 h30 às 17h e 17h30 às 21 h. -Ginástica. R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 2 5 ,0 0 (O). Até 1 4 /1 2 . Ter­ ças e quintas, 15h30, 17h30, 18h30, 19h30 e 20 h3 0 e quartas e sextas, 7h30, 18 h30 e 19h30. -Hidroginóstica. R$ 7 0 ,0 0 (□). R$ 3 5 ,0 0 (O). Até 1 4 /1 2 . Terças e quintas, 7h30, 18h30, 19 h 30 e 20 h3 0 e quartas e sextas, 12h30, 1 8 h 3 0 e 19h30. -Re­ educação Postural. 2x semana, R$ 5 0 .0 0 (□) e R$ 2 5 ,0 0 (O), l x sema­ na, R$ 2 5 ,0 0 (ü) e R$ 12,50 (O). Até 1 5 /1 2 . Terças e quintas, 10h30 e 17h30 e quartas e sextas, 8h30, 16h30 e 18h30. Sábados, ll h 3 0 . •Yoga. 2x semana: aula 50min. 1x se­ mana: aula 90min. R$ 5 0 ,0 0 (Q). R$ 2 5 .0 0 (O). Até 1 5 /1 2 . Terças e quin­ tas, 8h30 e 9h 30 e quartas e sextas, 14h30, 16h30, 19h30 e 20 h3 0 e sá­ bados, l l h . RECREAÇÃO AQUÁTICA. -Hidro Recre­ ativa. Acima 15 anos. Grátis. Domin­ gos, 9h30. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ 18.00 (q . R$ 9,0 0 (O). Até 3 0 /1 2 . Terças e quartas, 9h às 11 h30 e 15h às 18h30 e quintas e sextas, 11 h30 às 15h e 18h30 às 21 h. Sábados, do­ mingos e feriados, 9h às 12h e 13h às 17h. RESTAURANTE. -Self-Service por Qui­ lo. R$ 17,00; R$ 10,00 (O). Terça a

revista e

61


POMPEIA sexta, 11h30 às 14h30 e sábados, domingos e feriados, 11 h30 às 15h. •Prato Rápido. R$ 6,25; R$ 4,50 (O) e pessoas acima de 60 anos. Terça a sexta, exceto feriados.

e 3 0 /1 2 . «Gincanas, Jogos e Brinca­ deiras de Rua. 08 e 0 9 /1 2 . «Esportes com Raquetes. 15 e 16 /1 2. «Ginástica Acrobática e Artística, Atividades Cir­ censes e Atletismo. 22 e 2 3 /1 2 .

BAR CAFÉ. Terça a sábado, 9h às 22h e domingos e feriados, 9h às 20h.

RECREAÇÃO AQUÁTICA. «AquaSesc. Grátis. Domingos, 10h30.

CLÍNICA ODONTOLÓGICA. Terça a sába­ do, 9h às 18h.

TERCEIRA IDADE

SOCIEDADE E CIDADANIA

SESC GERAÇÕES. «Encerramento da Ofi­ cina de Canto Coral. Regência Roberto Anzai. Grátis. 0 5 /1 2 . Quarta, 20h.

RUA DA SURPRESA. Rua Central. Grá­ tis. *A Estação e Mimicalado Show. Com Os Irmãos MioloTolo. 08, 09, 15 e 16 /1 2. Sábados e domingos, 16H30. «Cabaçônicos. Com Marcos M aia, Mestre Nico, Guluga e Gil Du­ arte. 08 e 0 9 /1 2 . Sábado e domingo, 14K30 e 15h30. «Trio Limão Cravo. Com Paulo Fernando Lorena (violão). 1 5 /1 2. Sábado, 14H30 e 15h30. •Trio Itinerante. 1 6 /1 2 . Domingo, 14h30 e 15h30. «Folia de Reis - Um Presépio no Sertão. Com Duo Canta Viola e Zé Terra. 22 e 2 3 /1 2 . Sábado e domingo, 14h30 e 15K30. «Gru­ po Ikaro. 2 2 /1 2 . Sábado, 16h30. •Grupo Portal da Cor. 2 3 /1 2 . Domin­ go, 16H30. «Quarteto Noel. 2 9 /1 2 . Sábado, 14H30, 15h30 e 16h30. •Trova Brasileira. 3 0 /1 2 . Domingo, 14H30, 15h3 0e 16K30.

CONVIVER COM ARTE. Choperia. Grátis. Quartas, 16h30. «Quatro Baquetas. 0 5 /1 2 . «Banda Força Nobre. 1 2 /1 2. •Banda Paradiso. 19 /1 2.

CURSOS. Acima 60 anos. «Lian Gong. R$ 25 ,0 0 (□). R$ 12,50 (O). Ter­ ças e quintas, 15h30. «Vencendo o Medo da Água. R$ 35 ,0 0 (□). R$ 17,50 (O). Quartas e sextas, 10h30 e 16h30 e sábados, 9h30. «Alon­ gamento e Técnicas Corporais. 2x se­ mana: R$ 2 5 ,0 0 (□) e R$ 12,50 (O ).lx semana: R$ 16,00 (□) e R$ 8.00 (O). Terças e quintas, 7h30, 11 h30 e 16h30 e quartas e sextas, 10h30, U h 3 0 e 15h30 e sábados, 10h30. «Condicionamento Físico. R$ 2 8 ,0 0 (□). R$ 14,00 (O). Terças e quintas ou quartas e sextas, 7h30 SESC GERAÇÕES. «Oficina de Canto Co­ às 13h e 13h30 às 17h. «Ginásti­ ral. Com Roberto Anzai. Grátis. Até ca. R$ 2 5 ,0 0 (□). R$ 12,50 (O). Ter­ 15/1 2. Sábados, lOh às 12h. ças e quintas, 9h30, 10h30, 14h30, 15h30 e 16h30 e quartas e sextas, INFANTIL 9h30, 10h30, 1 4 h 3 0 e 15h30. «Hidroginástica. R$ 3 5 ,0 0 (□). R$ 17,50 espetáculos (O). Terças e quintas, 8h30, 9h30, O CADARÇO LARANJA. Com Cia. Tea­ 10h30, 11 h30, 12h30, 13h30, tro da Gioconda. R$ 8,00; R$ 2,00 14h30, 15h30, 16h30 e 17h30 e (O). R$ 4,00 (ü). 0 1 ,0 2 , 08, 09, 15 quartas e sextas, 7h30, 8h30, 9h30, e 16 /1 2. Sábados, 13h30 e domin10h30, 15h30, 16h30 e 17h30. •Natação. R$ 3 5 ,0 0 (□). R$ 17,50 (O). Terças e quintas, 1 lh 3 0 , 14h30 CURSOS. «Esporte Criança. Para 7 a 12 e 16h30 e quartas e sextas, 11 h30 anos. 2x semana: R$ 3,00 (O), R$ e 14h30. «Reeducação Postural. R$ 6,00 (□) e R$ 12,00. Ix semana: R$ 25 .0 0 (□). R$ 12,50 (O). Terças e 1,50 (O), R$ 3,00 (□) e R$ 6,00. Até quintas, 10h30 e 17h30 e quartas e 1 4 /1 2. Para 7 a 9 anos: terças e quin­ sextas, 8h30 e 16h30. «Vôlei. Grátis. tas, 14h30 e sábados, 9h30. Para 10 Até 1 3 /1 2 . Terças e quintas, 16h30. a 12 anos: quartas e sextas, 9h30 e •Yoga. Acima 15 anos. 2x semana: 14K30 e sábados, 11 h30. «Espor­ R$ 2 5 ,0 0 (□). R$ 12,50 (O). Terças e te Jovem. Para 13 a 17 anos. 2x se­ quintas, 8h30 e 9h30 e quartas e sex­ mana, R$ 3,00 (O), R$ 6,00 (□) e R$ tas, 14h30, 16h30 e 1 9 h 3 0 . 12,00. Até 14 /1 2. Terças e quintas, 9h e quartas e sextas, 15h30. «Reedu­ oficinas cação Respiratória. Para 7 a 12 anos. OLHO DE DEUS. Estruturados com palitos R$ 2,00 (O), R$ 4,00 (□) e R$ 8,00. de madeira ou bambu e tecidos com Até 14 /1 2. Quartas e sextas, 15h30. fios coloridos de várias texturas e es­ •Natação. Acima 5 anos. 2x semana: pessuras, podem server para a confec­ R$ 70,00 (□) e R$ 35,00 (O), lx se­ ção de mobiles, até a elaboração de mana: R$ 42,00 (□) e R$ 21,00 (O). estruturas múltiplas. Inicia com vivên­ Até 15 /1 2. Peixinho (de 5 a 6 anos). cia de auto massagem. Grátis. 04 a Sábados, 9h30, 10K30. Golfinho (de 0 7 /1 2 . Terça a sexta, 9h30. 7 a 10 anos). Quartas e sextas, 9h30 e 15h30. Sábados, 9h30, 10h30 e RECREAÇÃO. Grátis. «Vôlei. Até 2 7 /1 2 . llh 3 0 . Tubarão (de 11 a 14 anos). Terças e quintas, 15h30 às 17h30. Sábados, 10h30. •Encontro Esportivo. Até 0 7 /1 2 . Sex­ ta, 14h30 às 16h30. OFICINAS. «Jogos de Todo o Mundo. Grátis. 01 a 2 3 /1 2 . Sábados e domin­ Trabalhador no comércio e serviços gos, 13h, 14h30 e 16h. matriculados e dependentes ESPAÇO RECREATIVO. Acima 7 anos. Grátis. Sábados e domingos, 13h30 às 17h20. «Mini Esportes. 01, 02, 29

62

revista e

SANTANA

Q

Usuário matriculado, maiores de 60 anos, estudantes com comprovante e professores da rede pública de ensino

Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 579 Telefone: ( 1 1) 6971 8700 Horário: Terça a Sexta, das 13h Às 22h. Sábados, Domingos e Feriados: 10h As 19h. EMAIL@SANTANA.SESCSP.ORG.br

07, 08 e 0 9 /1 2 . Sexta e sábado, 21 h e domingo, 19h.

Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima.

JIC A Y TURCÃO. A dupla celebra 30 anos de parceria em apresentações com artistas que compartilharam da sua trajetória musical. Com: Maria Alcina e Raices de América: 1 3 /1 2 . Mario Manga e Thaíde: 1 4 /1 2 . Tetê Espíndola, Alzira Espindola e Fernandinho Beat Box: 1 5 /1 2 . Clemen­ te e Penna Branca: 1 6 /1 2 . Acima 12 anos. Teatro. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 10,00 (□). R$ 5 ,0 0 (O). Quinta, sexta e sá­ bado, 21 h e domingo, 19h.

MÚSICA

MOSTRA SESC DE ARTES :: CIRCULA­ ÇÕES. Propõe a circulação de obras e espetáculos com processos particu­ lares de produção e exibição, seu di­ álogo com os fluxos de informação, além de estabelecer a convivência de artistas para a produção coletiva. Participe de 13 /1 1 a 0 2 /1 2 . Circule pelas idéias da Mostra. Veja progra­ mação completa e detalhes no Por­ LANNY GORDIN E MAX DE CASTRO. O tal Sesc SP: www.sescsp.org.br. «Tri­ guitarrista apresenta repertório de clás­ logia Brasileira - Repertórios em Pro­ sicos da Tropicália, músicas de sua au­ cesso. O poeta Michel Melamed inte­ toria e canções do CD "Lanny - Duos". rage, em seus espetáculos, de forma Com Guilherme Held (guitarra), Fábio inusitada com a platéia. Suas apre­ Sá (contra baixo acústico e elétrico) e sentações são êxito de público e de Zé Áurélio (timbatera). Convidado Max crítica no Brasil e no exterior. Pacote de Castro. Acima 12 anos. Teatro. R$ trilogia: R$ 3 0 ,0 0 ; R$ 15,00 (□); R$ 20,00; R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). 7 ,5 0 (O). Por sessão: R$ 16,00; R$ 1 9 /1 2 . Quarta, 21 h. 8,0 0 (□); R$ 4 ,0 0 (O). «Regurgitofagia. 3 0 /1 1 . Sexta, 21 h. «Dinheiro CLÁUDIO NUCCI. Completa 30 anos Grátis. 0 1 /1 2 . Sábado, 21 h. «Hode carreira e apresenta repertório de memúsica. M ais recente trabalho, sucessos e parcerias. Convidado Zé inédito em São Paulo. 0 2 /1 2 . Do­ Renato. Acima 12 anos. Teatro. R$ mingo, 19h. 10,00; R$ 5 ,0 0 (□). R$ 2,5 0 (O). 2 0 /1 2 . Quinta, 21 h.

espetáculos TRILOGIA BRASILEIRA - HOMEMÚSICA - PARTE FINAL Michel Melamed estende a temporada do mais novo trabalho. Acima 18 anos. Teatro. R$ 2 0 ,0 0; R$ 10,00 (□). R$ 5 ,0 0 (O).

ESTAÇÕES SONORAS - UM PERCURSO MUSICAL. O projeto percorre o perí­ odo de 1910 a 1960 com os estilos musicais que marcaram a época. Jar­ dim. Grátis. «Anaí Rosa e Sambíssima Trindade. Cantora apresenta sam­ bas consagrados das décadas de 30


mza. Anabela, belíssima bailarina, é assassinada, e seu corpo encontrado à beira de uma represa em São Pau­ lo. O delegado obtém de cada teste­ munha uma confissão do assassinato e uma descrição completamente dife­ rente da personalidade da vítima. O mistério cresce, até o final surpreen­ dente. Com Procópio Ferreira, Ana Esmeralda, Jayme Costa, O lga N a­ varro. 0 4 /1 2 . «Pensão de Dona Es­ teia. (BRA, 1956, P&B). Direção Al­ fredo Palácios. Pensão à beira da fa­ lência hospeda os mais variados ti­ pos de pessoas, que organizam um concurso para ajudar a dona da pen­ são a saldar sua hipoteca. Com Jay­ me Costa, M aria Vidal, Randal Julia­ na, Liana Duval e Adoniran Barbosa. 1 8 /1 2 . ESPORTES aulas abertas TÊNIS. Fundamentos do jogo. Com téc­ nicos Sesc. Ginásio. Grátis. 01 e 1 5 /1 2 . Sábados: Turma I, 15h30; Turma II, 16h 30 às 17h20 e Turma III, 17h30 às 18h20. JIU-JITSU. Coordenação Fábio Gurgel, Tetra Cam peão mundial, com ênfa­ se à defesa pessoal. Acim a 7 anos. Grátis. 08 e 1 5 /1 2 . Sábados, 15h às 16h30.

R egurgitofagia, na Trilogia Brasileira. a 60 . Com Roberta Valente (pandei­ ro e percussão), Zé Barbeiro (violão 7 cordas) e João Poleto (sax e flau­ ta). Jardim. Grátis. 0 8 /1 2 . Sábado, 19h. «Cesar do Acordeon. Apresenta baiões, xotes e arrasta pés dos anos 50 . 1 5 /1 2 . Sábado, 19h. O SAMBA É LEI. Projeto mensal com en­ contros entre sambistas jovens e con­ sagrados. «Eliane Faria, Carlinhos Vergueiro, Oswaldinho da Cuíca e Quinteto em Branco e Preto. As ar­ tistas prestam homenagem a Adoniran Barbosa, revivendo seus maiores sucessos. Acim a 12 anos. Teatro. R$ 16 ,0 0; R$ 8 ,0 0 (□). R$ 4 ,0 0 (O). 05 e 0 6 /1 2 . Q uarta e quinta, 21 h.

nicos Sesc. Grátis. Até 1 4 /1 2 . Turma I: terças e quintas, 15h às 17h. Tur­ ma II: quartas e sextas, 15h às 17h. MEMÓRIA MULTIMÍDIA. Série de cursos e aulas abertas tratam do registro de nossa percepção do tempo e espaço e as possibilidades que a tecnologia digital traz para compartilhamento dessas vivências. Com técnicos Sesc. Acim a 15 anos. R$ 5 ,0 0 (Preço Úni­ co). •Fotomontagem. 0 5 a 0 7 /1 2 . Q uarta, quinta e sexta, 19 h 30 às 21 h30. «Efeitos de Cor. Métodos pa­ ra colorir fotos antigas, e m odificar cores das atuais. 12 a 1 4 /1 2 . Quar­ ta, quinta e sexta, 19 h 30 às 21 h30. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

DANÇA aulas abertas DANÇA FLAMENGA. Passos básicos. Com Débora Nefusi. Acim a 15 anos. Grátis. 0 9 /1 2 . Domingo, 14h às 15K30. DANÇA ÁRABE. Dança do Ventre, vi­ vência dos passos básicos e percus­ são corporal. Com Angélica Rovida. Acim a 15 anos. Grátis. 1 6 /1 2 . Do­ mingo, 14h às 15H30.

DANÇA DE SALÃO. Acima 15 anos. Com Interacto Academia. «Forró e Xote. 0 2 /1 2 . Inscrições antecipadas. R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 2 0 ,0 0 (□). R$ 10,00 (O). Domingos, 15h30 às 17h. MULTIMÍDIA E INTERNET

WEB°MASTERS - 3o MÓDULO. Último módulo, para terceira idade. Com téc­

exposições FLOOP. Painel de Zezão remete ao uni­ verso das ruas e ambientes underground de São Paulo. Foyer do Tea­ tro. Visitação: Grátis. Até 0 6 /0 1 . Ter­ ça a sexta, 13h às 21 h30 e sábados, domingos e feriados, 1Oh às 18h30. NOS TRILHOS DO TREM DAS ONZE. Ex­ posição cenográfica que apresenta fotos inéditas do "Tramway" da Can­ tareira, o primeiro trem urbano de São Paulo. Agendamento para esco­ las: 6971 -87 66 . Visitação: Grátis. Até 0 5 /0 2 . Terça a sexta, 13h30 às 21 h30, sábados, 10 h30 às 20 h3 0 e domingos e feriados, 10h 30 às 18h30. PASSAGEIROS DO TREM DAS ONZE. Série de retratos traça uma carto­ grafia humana do trem das onze, de seus usuários e de todos que de algu­ ma forma são a memória viva de sua

existência. Fotos Isaumir Nascimen­ to. Abertura: 0 7 /1 2 . Sexta, 19h30. Área de Convivência 1. Visitação: Grátis. 0 8 /1 2 a 0 5 /0 2 . Terça a sex­ ta, 13h às 21 h30, sábados, 1Oh às 21 h e domingos e feriados, 1Oh às 18h30. aulas abertas ATELIER SESC. Série de cursos e aulas abertas ao público de todas as ida­ des. «Vai e Volta - Por Onde Você Passa? Pintura a guache, exploran­ do o espaço visual a partir do trajeto que os participantes traçam no diaa-dia. Com Cristine Torchia. Acima 7 anos. Quiosque do Jardim. Grátis. 01 a 2 3 /1 2 . Sábados e domingos, 13h às 15h. LITERATURA especial HISTÓRIAS CONTADAS. Convivên­ cia 1. Grátis. Sábados e dom ingo, 16h. «Clássicos Infantis. Acima 2 anos. 01 e 1 5 /1 2 . «O Peru de N a­ tal. De M ario de Andrade. Acim a 2 anos. 0 8 /1 2 , com Tatiana Azevedo. 2 2 /1 2 , com Paulo de Pontes. «Histó­ rias à Boca Pequena. Narradas por Zé Bocca, acom panhado por M arcos Boi. Acim a 2 anos. 2 9 e 3 0 /1 2 . CINEMA E VÍDEO

CICLO CINEMATOGRÁFICA MARISTE­ LA. C iclo dedicado a exibição de fil­ mes da extinta cinematográfica fun­ dada por M ario Boeris Audrá Jr. em 1 9 50 no Jaçanã, São Paulo. Grátis. Terças, 20h. «Quem Matou Anabela. (BRA, 1955, P&B). Direção D. A. Ha-

TAMBORÉU. Praticado com raquete re­ donda, usada para rebater a bola de uma extremidade à outra da qua­ dra. Com Flávio Antunes, Tri- Cam­ peão Brasileiro. Acima 10 anos. G i­ násio. Grátis. 08 e 2 2 /1 2 . Sábados, 15h30 às 18h30. CURSOS. Até 0 7 /1 2 . «Judô. R$ 6 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O). Terças e quintas, 20h. «Natação. R$ 8 6 ,0 0 (□). R$ 4 3 .0 0 (O). Terças e quintas, 1 8h30 e quartas e sextas, 19h. «Vôlei. R$ 6 0 .0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O). Quartas e sextas, 20h às 21 h30. RECREAÇÃO. Acima 16 anos. M aterial fornecido pelo Sesc. Ginásio. Grátis. •Basquete. Quartas e sextas, 1 8h às 21 h30 e sábados, 15h 30 às 18h30. •Futsal. Para 7 a 15 anos. Terça a sexta, 13h às 15h30, sábados, 1Oh às 12h e domingos, 17h às 18h30. • Futsal. Acim a 16 anos. 04, 06 e 0 9 /1 2 , não haverá recreação. Ter­ ças e quintas, 18h às 21 h30, sába­ dos, 12h às 14h e domingos, 11 h às 14h. «Tênis de Mesa. Acima 7 anos. Terças e quintas, 13h às 21 h30 e sá­ bados, 1Oh às 18h30. «Valei. Para 7 a 15 anos. Terça a sexta, 13h às 1 8h e sábados, 13h 30 às 15h. «Badminton. Acima 7 anos. Terça a sex­ ta, 13h às 15h30, quartas e sextas, 1 8h às 21 h30 e domingos, 14h30 às 18h30. «Basquete Infantil. Para 7 a 15 anos. Quartas e sextas, 16h às 1 8h e sábados, 14 h 30 às 15h30. •Futebol de Botão. Acima 7 anos. Quartas e sextas, 13h às 17h 30 e domingos, 10h às 14h. «Futsal Fe­ minino. Acima 12 anos. Domingos, lOh às 1 Ih . «Handebol Infantil. Pa­ ra 7 a 15 anos. Terças e quintas, ló h às 17h e domingos, 14h 30 às

revista e

63


SANTANA 15h30. • Handebol Adulto. Acima 16 anos. Terças e quintas, 17h às 18h. •Volei Adulto. Acima 16 anos. Terças e quintas, 18 h30 às 2 1 H30, quartas (feminino) e sextas (masculi­ no), 1 8h30 às 20h e sábados e do­ mingos, 1Oh às 13h. torneios e campeonatos FESTIVAIS ESPORTIVOS. Inscrições no dia, até 10h30. Ginásio. Grá­ tis. «Futsal Adulto. Acima 15 anos: 1 6 /1 2 . • Futsal Infantil. Para 7 a 15 anos: 0 9 /1 2 . «Vôlei Adulto. Acima 15 anos: 2 3 /1 2 . Sábado e domin­ gos, 11 h às 14h. CORPO E EXPRESSÃO especial NOVAS FRONTEIRAS DO MÉTODO BMC (BODY-MIND CENTERING). M é ­ todo de educação somática desen­ volvido por Bonnie Brainbridge Cohen e que propõe um contínuo diá­ logo entre consciência e ação. Ins­ crições encerradas. «Novas Fron­ teiras de Pesquisa do Método BMC. Análise e discussão sobre os Canais de Bonghan. Com Adriana Alm eida e participação Jens Johannsen. 01 e 0 2 /1 2 . Sábado e domingo, 10h 30 às 15h30. «O Espaço Influenciando o Movimento Corporal. Com Adriana Alm eida. 2 9 /1 1 a 0 2 /1 2 . Quinta e sexta, 16 às 21 h e sábado e dom in­ go, 10 h 30 às 15h30. AULAS ABERTAS. Acima 15 anos. Grá­ tis. «Hidroginástica. Até 2 9 /1 2 . Sá­ bado, 13h. «Condicionamento Físico. Até 3 0 /1 2 . Domingos, 15h às 16h. •Ginástica com Bioball. 2 2 /1 2 . Sá­ bado, 14h30 e 15h30. «Step e Lo­ cal. 2 3 /1 2 . Domingo, 14h às 15h30. •GAP. Resistência muscular localiza­ da com ênfase em glúteo, abdomem e pernas. 2 9 /1 2 . Sábado, 14h30 às 15h30. «Ginástica Localizada. 3 0 /1 2 . Domingo, 14h30 às 15h30. CURSOS. Acima 15 anos. «Ginás­ tica Multifuncional. R$ 8 6 ,0 0 (□). R$ 4 3 ,0 0 (O). Até 0 8 /1 2 . Terças e quintas, 13h30, 17h, 18h30 e 20h e quartas e sextas, 13K30, 15h, 16h30, 18h e 19h30. • Hidrogi­ nástica. R$ 8 6 ,0 0 (□). R$ 4 3 ,0 0 (O). Até 0 7 /1 2 . Terças e quintas, 19h30 e 2ÓH30 e quartas e sex­ tas, 18h e 20K30. «Reeducação Postural. R$ 6 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O). Até 0 6 /1 2 . Terças e quintas, 19h. «Ginástica. R$ 6 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O). Até 0 7 /1 2 . Quartas e sextas, 18h30. «Ginástica Multifun­ cional. R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). Até 0 9 /1 2 . Sábados e domingos, 10H30 às ll h 5 0 . SAÚDE E ALIMENTAÇÃO EXAME DERMATOLÓGICO. C obra­ do acima 3 anos. R$ 18,00 (□). R$ 9 ,0 0 (O). Terça a sexta, 13h às 19h45 e sábados, domingos e feria­ dos, lOh às 15K45. CLÍNICA ODONTOLÓGICA. Terça a sexta, 13h às 21 h e sábados, lO h às 18H30.

64

revista e

SOCIEDADE E CIDADANIA palestras EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE DA MULHER - MENOPAUSA E SEUS DILEMAS. Bate papo com Marcelo Gennari MD, Phd, médico Diretor do Núcleo do CRSM Pérola Byington, que promove este ba­ te papo sobre os problemas da menopausa e a saúde da mulher.M. Grátis. 13 /1 2 . Quinta, 15h30. especial TROCA DE HISTÓRIAS. Bate-papo infor­ mal sobre temas relacionados à histó­ ria do desenvolvimento da Zona Nor­ te. M ediação Patricia Palumbo. Aci­ ma 10 anos. Convivência 2. Grátis. •A Tecnologia do Trem. Com W aldemar Correa Stiel, estudioso do trans­ porte sobre trilhos. 0 1 /1 2 . Sábado, 17h. «Os Trilhos e a Cidade. Com Be­ nedito L. de Toledo, professor aposen­ tado da FAU/USP. A borda o papel do Tramway na consolidação dos bair­ ros além Tietê. 0 8 /1 2 . Sábado, 17h. INFANTIL

Projeto Carapa, no Dia M un dial da Luta Contra a AIDS.

Endereço: A v. Adolfo Pinheiro, 940 Telefone: (11) 55 25 1855 Horário: Terça a Sexta, das 10h As 19he Sábados das 9h As 18h. EMAIL@SANTOAMARO.SESCSP.ORG.br

ra, com projeção multimídia, relacionan­ do sua obra com seu tempo e com a Ar­ te. Visitação: Grátis. Até 01 /1 2 . Terça a sexta, 1Oh às 19h e sábados, 9h às 18h. LITERATURA

Espetáculos. Ginásio. Grátis. Domin­ gos, ló h . «Zabumba. Musical ba­ seado na lenda do Bumba-meu-Boi. Com Cia. da Tribo. Texto e direção M ilene Perez e W anderley Piras. Di­ reção musical: Eugênia N óbrega. Com M arcelo Szykamnn, Karina G o­ mes, Renata Bonfim, Renato Vidal 02 e 1 6 /1 2 . «Reisado da Borboleta, do Maracujá e do Pica-Pau. Espetáculo de Teatro Lírico Popular, com músi­ ca ao vivo, bonecos e atores. Com a Cia. da Tribo. Texto M ilene Perez. Di­ reção W anderley Piras. Com M ilene Perez, A rnaldo Drummond, Valéria Zeidan, G abriel Levy. 0 9 e 2 3 /1 2 .

Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESS0SESC. Verifique a Unidade mais próxima. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS. Reconhecido desde 1988 por iniciativa da Organização Mundial da Saúde, é comemorado em 1° de dezembro. Sob uma ótica educativa, o Sesc SP apresen­ ta programação especial para a data. •Projeto Garapa. Projeto estimula discus­ são sobre saúde, sexo, relacionamentos, DST por meio de espetáculo. Com Grupo de performances Mídia Ka e Tempo Kala. Grátis. 0 1 /1 2 . Sábado, lOh. MÚSICA

CURSOS. «Judô. Para 7 a 14 anos. R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). Até 0 6 /1 2 . Terças e quintas, 17h. «N a­ tação. R$ 6 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O). Para 8 a 14 anos. Até 0 6 /1 2 . Terças e quintas, 17h. Para 5 a 7 anos. Até 0 7 /1 2 . Quartas e sextas, 16h30.

CLÁSSICOS DA MÚSICA PASSO A PASSO. A história da música clássica. Neste mó­ dulo, a música erudita no Brasil. Com Grupo Harmonia. Local: CEU Campo Limpo, Av. Carlos Lacerda, 678. Grátis. 05 /1 2 . Quarta, 15h.

bibliotecas ESPAÇO DE LEITURA. Jornais, revistas e li­ vros para consulta no local. Grátis. Ter­ ça a sexta, lOh às 19h e sábados, 9h às 18h. ESPORTES

CIRCUITO SESC DE CORRIDAS. Evento tem o intuito de democratizar a prática des­ ta atividade física e oferecer informações sobre saúde. Inscrições: 28/11 a 08/01 pelo Portal Sesc SP: www.sescsp.org.br. Realização: 1 3 /0 1 /0 8 , largada Rua Amador Bueno, 8h. «Prova Ãniversário de Santo Amaro 2008 - Corrida. Sexta edição da prova de rua, com lOkm de extensão. R$ 30,00; R$ 15,00 p , O). •Caminhada. Com 5 km de extensão. Inscrição: R$ 14,00; R$ 7,00 p , O). CORPO E EXPRESSÃO

TERCEIRA IDADE MULTIMÍDIA E INTERNET CURSOS. Acima 60 anos. «Ginástica. R$ 30 ,0 0 (□). R$ 15,00 (O). Até 0 6 /1 2 . oficinas Quartas e sextas, 15h. «Ginástica Mul­ FIQUE POR DENTRO DA INTERNET. O fun­ tifuncional. R$ 43 ,0 0 (□). R$ 21 ,5 0 cionamento da web, conexões, www, co­ (O). Até 0 8 /1 2 . Terças e quintas, mo montar uma página de Internet, en­ 13h30, 17h, 18h30 ou 20h e quar­ tre outras curiosidades. Com técnicos tas e sextas, 13h30, 15h, 16h30, 18h Sesc. Grátis. 18 e 20 /1 2 . Terça e quin­ ou 19h30. «Hidroginástica. R$ 4 3 ,0 0 ta, 10h30e lóh . p ) . R$ 21 ,5 0 (O). Até 0 7 /1 2 . Terças e quintas, 13h30 e 14h 30 e quartas e serviços sextas, 14h e 15h. NAVEGAÇÃO LIVRE. Espaço para a nave­ gação na Internet, com micros, telões, INTERGERAÇÕES sistema de som e web cam. Grátis. Ter­ ça a sexta, lOh às 19h e sábados, 9h recreação às 18h. CIRCUITO DE JOGOS DE TABULEIRO E DE­ SAFIOS DE MESA. Por meio de jogos ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS de tabuleiros e desafios de mesa, pro­ voca o pensamento, desperta as múl­ exposições tiplas inteligências e oferece entreteni­ ENCONTRO.COMJUUO GUERRA. Proje­ mento aliado ao lazer para todas as to apresenta uma leitura sobre as diver­ idades. Jogos têm origem em diversos sas obras do artista plástico Julio Guer­ países. Acima 7 anos. Com Astolfo Be­ ra, pinturas, esculturas, obras públicas, li­ lém C. Filho. Grátis. 0 1 /1 2 a 0 2 /0 2 . teratura e sua relação com o bairro. «Ex­ Sábados, 14h às 18h. posição. Parte do acervo de Julio Guer­

ALONGAMENTO. Acima 16 anos. Com Jo­ sé Luis Ferreira. R$ 20,00 p ) . R$ 10,00 (O). Aulas até 21 /1 2 . Terças e quintas, 15h e quartas e sextas, 18h. CLUBE DA CAMINHADA. Integrando a ativi­ dade física e os aspectos culturais da ci­ dade. Orientação para caminhadas em áreas verdes, centros históricos, bairros e parques. «Parque Severo Gomes. Cami­ nhada orientada e sessão de alongamen­ to. Rua Pires de Oliveira, 356. Grátis. 08 e 15 /1 2. Sábados, 9h. NATUREZA E MEIO AMBIENTE

7ncÒnTRO.COMJUUO GUERRA. Grátis. •Zeladoria do Planeta. Mobilização pa­ ra limpeza de painel em homenagem a Paulo Eiró e implantação de projeto pai­ sagístico na praça em frente ao Teatro Paulo Eiró, Av. Adolfo Pinheiro, 765. Par­ ceria O N G Zeladoria do Planeta, Facul­ dades Magister e Prefeitura de São Pau­ lo. 0 1 /1 2 . Sábado, 9h.


SANTO OFICINAS. «Gravura em Metal Para Ini­ ciantes. Com Helena Freddi e Danie­ la Lorenzi. R$ 10 ,0 0; R$ 5 ,0 0 p ) . R$ 2 ,5 0 (O). 01 , 02 , 05 e 0 6 /1 2 . Turma I: sábado e domingo, 14h às 17h. Turma II: quarta e quinta, 19h às 22h. LITERATURA WORKSHOPS. «RPG na Área. Com Toni D'Agostinho. Grátis. 18, 19, 20, 21, 26, 27, 28 e 2 9 /1 2 . Terça a sexta, 14h às ló h e 18h às 20h. Sábado, 14h às 18h. SERVIÇOS. «Biblioteca. Grátis. Até 3 0 /1 2 . Terça a sexta, 11 h às 21 h30 e sábados, domingos e feriados, 9h30 às1 7h 30 . ESPORTES Endereço: Rua Tamarutaca, 302 Telefone: (11) 4 4 6 9 1200 H orário: Terça a Sexta, das 13h às 22h. Sábados Domingos e feriados, das 9h EMAIL@SANTOANDRE.SESCSP.ORG.br Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS. Reconhecido desde 1988 por iniciati­ va da O rganização Mundial da Saú­ de, é comemorado em I o de dezem­ bro. Sob uma ótica educativa, o Sesc SP apresenta programação especial para a data. Grátis. «Uma Odisséia no Amasso. O espetáculo trata com humor temas sérios e preocupantes tais como sexualidade, gravidez na adolescên­ cia e DST/ H IV / AIDS. Com Tibicuera e Companhia. 0 1 /1 2 . Sábado, 16h. •Charges e Prevenção - Uma História que dá Certo. Oficina de criação de charges sobre a temática de prevenção em DST/AIDS. Com Gilmar Machado B arbosa.08/12. Sábado, 14h.

(EUA), atração internacional, nas du­ as noites e Rappin' Hood e o DJ Pri­ mo conduzindo a festa. 1 5 /1 2 : Shaolin (BRA) e Elo da Corrente (BRA); 1 6 /1 2 : Pau di da em Doido (BRA) e Contra-Fluxo (BRA). R$ 16,00; R$ 8 .0 0 (□). R$ 4 ,0 0 (O). Sábado e do­ mingo, 18h. «Coral Oxiteno. Especial natalino com o Coral da empresa O xi­ teno, do Pólo Petroquímico do Grande ABC. Regência Ana M aria Premero e Ivo Bonfiglioli. Grátis. 1 9 /1 2 . Quarta, 19h. «Música do IV Mundo. Com Cle­ rouak e convidados. Acima 5 anos. Direção Clerouak. Grátis. 3 0 /1 2 . Do­ mingo, 15h. CAIXA PRETA DO ROCK. «Dado ViilaLobos. O músico passa por sua fa­ se de Legião Urbana e mostra suces­ sos da carreira solo. R$ 16 ,0 0; R$ 8 .0 0 (□). R$ 4 ,0 0 (O). 1 4 /1 2 . Sex­ ta, 21 h. DANÇA AULAS ABERTAS. «Ritmo Anos 70 e 80. Grátis. 0 2 a 1 6 /1 2 . Domingos, 14h.

COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVI­ ÇOS. Programação da Copa valori­ za a prática esportiva como forma de lazer e promoção da saúde. G rá­ tis. «Futsal. 05 e 1 2 /1 2 . Quartas, 16h30. «Vôlei Misto. 0 6 e 1 3 /1 2 . Quintas, 16h30.

CURSOS. R$ 34 ,0 0 (□). R$ 17,00 (O). •Bolero e Cha-Cha-Cha. Até 14 /1 2 . Quartas, 20h às 21 h30 ou sextas, 20h às 21 h30. Sábados, 14h às 15h30 •Dança Árabe. Até 1 6 /1 2 . Domingos, lO h às llh 3 0 .

TEATRO

MULTIMÍDIA E INTERNET

ESPETÁCULOS. «Joana D'Arppo. Com INTERNET LIVRE. Grátis. Até 1 6 /1 2 . Gardi Hutter (SUI). R$ 12,00; R$ Terça a sexta, 11 h às 21 h30 e sába­ 6 ,00 (□). R$ 3 ,00 (O). 0 7 /1 2 . Sex­ dos, domingos e feriados, 9h 30 às ta, 21 h. «Chorinho. Montagem iné­ 17h30 (exceto no horário das ativi­ dita. Texto Fauzi Arap. Direção Fauzi dades previstas no caderno de pro­ Arap e Marcos Loureiro. Com Claudia gramação). Mello e Caio Blat. Acima 12 anos. R$ 12,00; R$ 6,0 0 (□). R$ 3,0 0 (O). 08 e ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS 0 9 /1 2 . Sábado, 20h e domingo, 19h. •Circorreria. Com Acrobático Fratelli. ENTREMEIOS. Exposição integrada à 4° Grátis. 2 3 /1 2 . Domingo, 15h. «E To­ Bienal de Gravura de Santo André. Ar­ me Palhaço. Acima 5 anos. Com Cletistas participantes: Augusto Sampaio, rouak e M aria Lulú. Direção Clerouak. Cesar Fujimoto, Daniela Lorenzi, Fer­ Grátis. 2 9 /1 2 . Sábado, às 15h. nanda Presto, Francisco José Maringelli, Helena Freddi, Juliana Cappi, KaMÚSICA tia Salvanny, Mariana Chaves e Renato Sass. Visitação: Grátis. Até 0 9 /1 2 . Ter­ SHOWS. «Festival Indie Hip Hop. A ça a sexta, 13h às 21 h30 e sábados e programação traz Pharoahe Monch domingos, 9h às 17h30.

RECREAÇÃO AQUÁTICA. «Natação Re­ creativa. Grátis. Terça a sexta, 13h às 21 h3 0 e sábados, domingos e feria­ dos, 9h às 17h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. Aci­ ma 7 anos. Grátis. «Badminton. Ter­ ças a sextas, 13h às 21 h 30. Sába­ dos e domingos, 9h às 17h30 «Tê­ nis de Mesa. Terça a sexta, 13h às 21 h30. Sábados, domingos e feria­ dos, 9h às 17h30. «Xadrez Gigante. Acim a 15 anos. Terça a sexta, 13h às 21 h30 e sábados e domingos, 9h às 17h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA ORIENTADA. Fe­ riados, confira na unidade os horários. Grátis. «Vôlei. Acima 14 anos. Grátis. Terças e quintas, 18h30 às 19h e das 20h30 às 21 h30. Sábados, 13h30 às 17h30 e domingos, 9h às 13h30. •Basquete. Acima 15 anos. Quartas e sextas, 18h30 às 21 h30 e sábados, 9h às 13h30. Domingos, 13h30 às 17h30. «Fulsal. Acima 15 anos. Terças e quintas, 18h30 às 21 h30 e quartas e sextas, 18h30 às 19h e das 20h30 às 21 h30. Sábados, domingos e feria­ dos, 13h30 às 17h30. SERVIÇOS. Até 1 6 /1 2 . «Empréstimo de Material. Durante a semana, até 18h, na sala de condicionamento físico e após, nas quadras. Terça a sexta, após 13h e sábados e domingos, após 9h. •Sesc Empresa. Assessoria técnica pa­ ra eventos esportivos. Tel.: 4469-1231. Terça a sexta, 14h às 20h. CORPO E EXPRESSÃO AULAS ABERTAS. Grátis. 2 1 /1 2 : ativida­ des encerram 17h20. «Hidro Recrea­ tiva. Sábados, domingos e feriados, 11 h30. «Alongamento. Com orienta­ ção de professores. 18, 19, 20, 21, 26, 2 7 e 2 8 /1 2 . Terças e quintas, 9h30, 14h e 21 h e quartas e sextas, 8h30, ló h e 18h. «Ginástica. 18, 19, 20, 21, 26, 27 e 2 8 /1 2 . Terças e quin­ tas, 8h30, 14h30 e 20h e quartas e sextas, 9h, 16h30 e 18h30. «Hidroginástica. 18, 19, 20, 21, 26, 27 e 2 8 /1 2 . Terças e quintas, lOh, 16h30 e 19h e quartas e sextas, 7h30, 15h e 20h30. «Natação. 18, 19, 20, 21, 26, 27 e 2 8 /1 2 . Terças e quintas,

7h30, 15h 30 e 18h e quartas e sex­ tas, lOh, 14h e 19h30. CURSOS. Para 15 a 59 anos. R$ 66 ,0 0 P ). R$ 3 3 ,0 0 (O). Até 1 4 /1 2. «Nata­ ção e Condicionamento. Terças e quin­ tas, 9h30, 18h30 e 20h30 e quartas e sextas, 19h30 e 20h30. «Natação Ini­ ciação. Terças e quintas, 9h30, 18h30 e 20h30 e quartas e sextas, 19h30 e 20h30. «Perdendo o Medo da Água. lx semana. R$ 4 8 ,0 0 p ) . R$ 24 ,0 0 (O). Quartas, l l h 3 0 e ló h . «Hidroginástica. R$ 6 6 ,0 0 p ) . R$ 33 ,0 0 (O). Terças e quintas, 7h30, 11 h30, 12h30, 14h, ló h , 17h30 e 1 9 h 3 0 e quartas e sextas, às 12h40, 14h, 15h e 18h30. PROGRAMA DE GINÁSTICA. Acim a 15 anos. R$ 6 8 ,0 0 (□). R$ 3 4 ,0 0 (O). Até 1 6 /1 2 . «Opção Fim de Semana. Condicionamento Físico: sábados e domingos, 9h às 15h30. Ginástica: sábados, 10h30 e domingos, lOh. Alongamento: sábados, 1Oh e domin­ gos, 10h50. «Opção Manhã. C ondi­ cionamento físico: terça a sexta, 7h 30 às 12h. Ginástica: terças e quintas, 7 h 30 e 9h e quartas e sextas, 9h30. Alongamento: terças e quintas, 8h20 e 9h 50 e quartas e sextas, 8h 50 e 10h20. «Opção Manhã e Tarde. R$ 8 2 .0 0 (□). R$ 4 1 ,0 0 (O). Condicio­ namento físico: terça a sexta, 7h 30 às 17h. Ginática: terças e quintas, 7h30, 9h e 15h30 e quartas e sex­ tas 9 h 30 e 15h. Alongamento: terças e quintas, 8h20, 9h50, 13h e 16h20 e quartas e sextas, 8h50, 10h20 e 14h30. Quartas, 16h30. «Opção Noite. R$ 8 2 ,0 0 (□). R$ 4 1 ,0 0 (O). Condicionamento físico: terça a sex­ ta, 17h às 21 h30. Ginástica: terças e quintas, 19h e 20 h3 0 e quartas e sextas, 18h 30 e 20h. Alongamento: terças e quintas, 1 8h30 e 20h e quar­ tas e sextas, 1 8h e 19h 2 0 e 20h50. •Opção Tarde. Condicionamento fí­ sico: terça a sexta das 12h às 17h. Ginástica: terças e quintas, 15h 30 e quartas e sextas, 15h. Alongamento: terças e quintas, 13h e 16h 20 e quar­ tas, 1 4 h 3 0 e 16h30. Sextas, 14h30. •Opção Total. R$ 11 0,00 (□). R$ 5 5 .0 0 (O). Condicionamento físico: terça a sexta, 7h30 às 21 h30 e sá­ bados e domingos, 9h às 15h30. G i­ nástica: terças e quintas, 7h30, 9h, 15h 30 , 19h e 20 h3 0 e quartas e sex­ tas, 9h30, 15h, 18 h30 e 20h. Sába­ dos, 10h30 e domingos, 1Oh. Alon­ gamento: terças e quintas, 8h20, 9h 50 , 13h, 16h20, 18h30 e 20h e quartas e sextas, 8h50, 10h20, 14h30, 18h, 19h20 e 20h50. Quar­ tas, 16h30 e sábados, lOh. Domin­ gos, 10h50. SAÚDE EAUMENTAÇÃO SERVIÇOS. «Exame Médico e Dermato­ lógico. Crianças até 3 anos não pa­ gam R$ 15,00 (□). R$ 7,50 (O). Terça e quinta, 15h às 20h45 e sábados, do­ mingos e feriados, 9h às 14h45. «Res­ taurantes. Terça a sexta, 11 h às 21 h30 e sábados, domingos e feriados, 9h às 17h30. «Clínicas Odontológicas. Tel.: 4469-1287. Terça a sexta, 8h às 21 h e sábados, 8h30 às 16h30.

revista e

65


SANTOS

SANTO SOCIEDADE E CIDADANIA

ENSAIO SOCIAL. Projeto de férias com atividades aquáticas voltadas às crianças do ABC. Grátis. Até 3 0 /0 3 . Terça a sexta, lOh às 21 h30 e sá­ bados, domingos e feriados, 9h às 17K30. INFANTIL ESPETÁCULOS. Domingos, 15h. «Guar­ da-Roupa de Histórias. Adaptação do livro de M árcio Araújo, traz a his­ tória de oito roupas que, semelhan­ tes ao comportamento humano, fa­ lam sobre seus problemas e senti­ mentos. Texto e direção M árcio Araú­ jo. Com Adriana Salcedo, César Mello, Cláudia Mendonça, Daniela Schitini, Hugo Picchi, M areio Alves, M árcio Araújo M arizilda Rosa, Neusa de Souza e Sylvie Laila. R$ 3,00 ; R$ 2,0 0 (□). Grátis (O). 02, 0 9 e 1 6 /1 2 . Domingos, 15h. CURSOS. «Natação Iniciação. Para 7 a 14 anos. R$ 6 6 ,0 0 (□). R$ 3 3 ,0 0 (O). Até 1 4 /1 2 . Terças e quintas, 15h e quartas e sextas, 9h 30 e 17h30. RECREAÇÃO AQUÁTICA. «Natação Recreativa. Menores de 10 anos só acompanhados por maiores de 18 anos. Grátis. Terça a sexta, 1Oh às 21 h30 e sábados, domingos e feria­ dos, 9h às 17h30. RECREAÇAO ESPORTIVA LIVRE. Para 7 a 14 anos. Feriados confira na uni­ dade os horários. Grátis. «Vôlei. Ter­ ça e quinta, 13h às 18h. «Basque­ te. Quartas e sextas, 13h às 18h. •Futsal. Terça a sexta, 13h às 18h e sábados e domingos, 12h 30 às 13h30. «Badminton. Terça a sexta, 13h às 21 h 30 e sábados e domin­ gos, 9h às 17h30. «Xadrez Gigante. Terça a sexta, 13h às 21 h30 e sába­ dos e domingos, das 9h às 17h30. •Tênis de Mesa. Terça a sexta, 13h às 21 h30 e sábados, domingos e fe­ riados, 9h às 17h30. TERCEIRA IDADE SHOWS. «Moacyr Franco. Grátis. Reti­ rar ingressos no dia do show. 1 3 /1 2 . Quinta, ló h .

(O). Até 3 0 /1 2 . Quartas e sextas, 10h30 e 12h30. «Natação Inicia­ ção. R$ 3 3 ,0 0 (□). R$ 16,50 (O). Terças e quintas, 10h 30 e quartas e sextas, 7h30. PROGRAMA DE GINÁSTICA. Acima 6 0 anos. Até 1 6 /1 2 . «Opção M a­ nhã. R$ 3 4 ,0 0 (□). R$ 17 ,0 0 (O). Condicionamento físico: terça a sex­ ta, 7h 30 às 12h. Ginástica: Terças e quintas, 9h e quartas e sextas, 8h. Alongamento: terças e quintas, 8h20 e 9h 50 e quartas e sextas, 8h 50 e 10h20. «Opção Manhã e Tarde. R$ 4 1 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,5 0 (O). Con­ dicionamento físico: terça a sexta, das 7 h 30 às 17h. Ginástica: terça e quinta, às 8h 30 e l5 h 3 0 e quarta e sexta, 8h e 15h. Alongamento: terça e quinta, 8h30, 1Oh, 13h e 16h30 e quarta e sexta, 9h, 10h30, 14h30 e 16h30. «Opção Tarde. R$ 3 4 ,0 0 (□). R$ 17,00 (O). Condicionamen­ to físico: terça a sexta, 12h às 17h. Ginástica: terças e quintas, 15h30 e quartas e sextas, 15h. Alongamen­ to: terças e quintas, 13h e 16 h 20 e quartas e sextas, 14h30. Quartas, 16h30. RECREAÇÃO AQUÁTICA. «Natação Re­ creativa. Grátis. Terça a sexta, 1Oh às 21 h30 e sábados, domingos e feria­ dos, 9h às 17h30. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL PASSEIOS DE UM DIA. Detalhes na uni­ dade ou tel: 44 69 -12 50 . «Luzes de Natal: 14 /1 2. Sexta, saída 15h30. Passeio pela cidade de São Paulo. R$ 4 6 ,0 0 (□). R$ 3 8 ,0 0 (O). EXCURSÕES RODOVIÁRIAS. Deta­ lhes na unidade ou tel: 44 69 -12 50 . •Praia Formosa e Guarapari (ES): 10 a 17 /1 2. Saída 19h do Sesc Santo André e 20h do Sesc São Caetano. Hospedagem com pensão completa. R$ 10 56 ,0 0 (□). R$ 8 8 0 ,0 0 (O). Ins­ crições: Até 0 4 /1 2 . INTERGERAÇÕES CURSOS. Grátis. «Canto Coral. Crian­ ças de 10 a 12 anos; jovens; adultos e o público da 3°ldade. Até 1 9 /1 2 . Quartas, 14h às 17h.

especial UM OLHAR PELA VIDA. «III Encontro da ABRAZ - Associação Brasileira de Alzheimer - Sub - Regional de San­ to André. Realização de oficinas, pa­ lestras e vivências abordando o te­ ma: Vagas limitadas. Inscrições an­ tecipadas. Grátis. 1 2 /1 2 . Quarta 13h às 18h. CURSOS. Acima 60 anos. Até 1 4 /1 2 .• Hidroginástica. R$ 3 3 ,0 0 (□). R$ 16,50 (O). Terças e quin­ tas, 8h30, 11 h 3 0 ,12h30, 14h, ló h e 17h 30 e bquartas e sextas, 8h30, 10h30, 12h40, 14h e 15h. «Per­ dendo o Medo da Água. R$ 2 4 ,0 0 (□). R$ 12,00 (O). Quartas, 11 h30 e ló h . «Reeducação Postural. Acima 15 anos. R$ 3 4 ,0 0 (□). R$ 17,00

66

revista e

Endereço: Rua Conselheiro Ribas, 136 Telefone: (13) 3278 9800 Horário: Terça a Sexta, das 13h As 22 h. Sábados, Domingos e Feriados, das 10h EMAIL@SANTOS.SESCSP.ORG.BR 0s espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pelo Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVI­ ÇOS. Programação da Copa valori­ za a prática esportiva como forma de lazer e promoção da saúde. «Fa­ se Final Futsal. Até 0 6 /1 2 . Terça a sexta, 19h45 às 22h. TEATRO espetáculos JOANA D'ARPO. Realização Sesc SP e apoio Consulado Geral da Suíça. R$ 10,00; R$ 5 ,0 0 (□). R$ 2 ,5 0 (O). 0 2 /1 2 . Domingo, 20h30. MÚSICA

Abel Rocha. R$ 4 ,00 ; R$ 2,0 0 (□). R$ 1,00 (O). 0 9 /1 2 . Domingo, 20h30. ESPECIAL. «Fina Bossa. Com Celso Sim. Participação Luzia Dvorek. Concep­ ção e direção Eugênia Thereza de Andrade. Lanchonete. R$ 10,0 0; R$ 5 ,0 0 (□). R$ 2 ,5 0 (O). 1 1 /1 2 . Ter­ ça, 21 h. «Choro Ensemble. R$ 4 ,0 0 ; R$ 2 ,0 0 (□). R$ 1,00 (O). 1 3 /1 2 . Quinta, 21 h. «Raíces de América. R$ 3 6 ,0 0 ; R$ 18,00 (Cl). R$ 9 ,0 0 (O). 1 5 /1 2 . Sábado, 21 h. «Era Ilumina­ da - Bossa Nova. Trilha sonora de um período muito importante da vida cul­ tural brasileira, na segunda metade do século passado. Com Roberto Menescal, João Donato, M iúcha, Claudette Soares, Rosa Passos, Adriana Godoy, G iana Viscardi e Miéle. Di­ reção musical, arranjos, voz e violão Filó M achado. Com Sérgio M achado (bateria), Fábio Torres (piano), Carlinhos N oronha (contrabaixo) e Da­ niel D 'A lcântara (trompete). Teatro. R$ 12,00; R$ 6 ,0 0 (□). R$ 3 ,0 0 (O). 0 7 e 0 8 /1 2 . Sexta e sábado, 21 h.

Avenida Paulista

Consolação Interlagos Ipiranga Itaquera Odontologia Pinheiros Pompéia Santana Santo Amaro Santo André São Caetano Vila M ariana

B íl

música erudita OSESP E CORAL SINFÔNICO DO ESTA­ DO. Parceria com Secult, Prefeitura M unicipal, Secretaria do Estado de São Paulo, Jornal e TV Tribuna. Praia do G onzaga. Grátis. 1 6 /1 2 . Domin­ go, 19h30. CERTOS CONCERTOS. Grátis. Domin­ gos, 11 h. «Metal Art. 0 2 /1 2 . «Duo Instrumental. 09 e 2 3 /1 2 . «Quarte­ to Carobamdé. 16 e 3 0 /1 2 . TOCANDO SANTOS. Série de concertos em parceria com a Secretaria de Es­ tado da Cultura e a Prefeitura Muni­ cipal de Santos. «Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Com o maestro

FIM DE TARDE INSTRUMENTAL. Grupos musicais da cidade. Grátis. Quar­ tas, 18h. «Chorões Santistas. 05 e 1 9 /1 2 . «Duo By Night. 1 2 /1 2 . •Newton Zago. 2 6 /1 2 . SAMBA DE QUINTA. Quinta, 21 h. •Bem Brasileiro. R$ 4 ,0 0 ; R$ 2,0 0 (□). R$ 1,00 (O). 0 6 /1 2 . MULTIMÍDIA E INTERNET especial INTERNET LIVRE. Grátis. «Meu E-Mail. 05, 06 e 0 7 /1 2 . Quarta a sex­ ta, 19h30. «Tribo da Imagem. Pa­ ra 12 a 17 anos. 0 8 /1 2 . Sábado, 17h. «WebCine. 09 e 1 5 /1 2 . Sába-


ção de eventos. Informações a agendamentos: 3 2 7 8 9 8 0 0 ou e-mail: esportivo@santos.sescsp.org.br. Terça a sexta, 13h às 22h e sábados, domin­ gos e feriados, 1Oh às 19h. INFANTIL

I

' i -yvx

V ‘.V

i

v

■ S V

< .iJ

V',

$ )U

As

*rV

.

.....

i ,

1

•

< ■V;: W t e

\'»V

t I y ^ v > •-# ' -% V ^ fcsr"' ,r> .. Át ' * 5 f *

&:á

' -

|ÍÜ'.

k

_

> > « ***-, á

-

•

-y

, /

ESPETÁCULOS. Grátis. Domingos, 17h. •Pbrinpcarpdanpçar. Com Cia.DeTodoD ia. 0 2 /1 2 . «Histórias, Folias e Cantigas de Natal. 2 3 /1 2 . «A His­ tória de Rapunzel. Com Cia. Patéti­ ca. 3 0 /1 2 .

v

Í S

vê ^

£ .

1;A

à > W » f • A'*» • • ^ -P % ,C v j’ ' D&> ■'w ,Z A

< ;

t e . -

: t e v

i. ESPORTE CRIANÇA. Para 5 a 12 anos. Grátis. Terças e quintas e quartas e sextas, pela manhã e à tarde.

> k, ‘ , Y-teiià|iW j : *

'■■

:

TERCEIRA IDADE

Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, no Tocando Santos. 0 9 /1 2 do e dom ingo, 17h. «Jogos Online para 3o Idade. 1 1 /1 2 . Terça, 17h. •Lembrei de Você! Acim a 10 anos. 1 2 /1 2 . Q uarta, 16H30 e 19h30. •Caricatura Virtual. Acim a 10 anos. 13 e 1 4 /1 2 . Quinta e sexta, 1óh e 19h. «Um Passeio pela Arte Brasilei­ ra. Acim a 12 anos. 1 6 /1 2 . Domin­ go, 15h. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS CURSOS. Com Berenice Reichmann. R$ 6 0 ,0 0 ; R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 4 0 ,0 0 (O). •Compreender a Arte é Uma Arte Módulo 2. Até 1 8 /1 2 . Terças, 16h às 18h e quintas, 19h 3 0 às 21 h30. •Compreender a Arte é Uma Arte Módulo 1. Até 2 0 /1 2 . Terças, 19 h 3 0 às 21 h30 e quintas, 16h às 18h.

te. Quartas e sextas, 14h. «Hande­ bol. Terças e quintas, 17h. RECREAÇÕES AQUÁTICAS. Grátis. 02, 0 9 e 1 6 /1 2 . Domingos, 11 h30. aulas abertas KARATE-DO. Para 7 a 12 anos. Grátis. Até 0 1 /1 2 . Sábado, 11 h às 12h30. DOM INGO ATIVO. Grátis. Domingos, 10H30. «Circuito Aeróbico. 0 2 /1 2 . •Aero-Ginga. 0 9 /1 2 . «Lutas & Gi­ násticas. 1 6 /1 2 . CURSOS. Grátis. Até 0 9 /1 2 . «Clube do vôlei. Terças e quintas, 19H30 às 21 h. •Clube do Tênis. Quartas e sextas, 10h30 às 12h. «Clube da Corrida. Do­ mingos, lOh. «Orientação para Cami­ nhada. Quartas e sextas, 8h às 9h.

LITERATURA exposições MOSTRA NACIONAL DE FANZINES & PUBLICAÇÕES INDEPENDENTES. Par­ ticipação Banda W asabi. Visitação: Grátis. Até 1 6 /1 2 . Terça a sexta, 13h às 21 h30 e sábados e dom in­ gos, 1Oh às 15H30.

TORNEIOS E CAMPEONATOS. Grátis. • X Torneio Sensei Kazunori Yonamine de Karate-Do. 0 2 /1 2 . Domingo 9 às 18H30. «Torneio de Encerra mento e Top 16 da Federação Paulis­ ta de Tênis de Mesa. 08 e 0 9 /1 2 . Sá­ bado e dom ingo, 8h às 19h. «Etapa Paulista de Xadrez. 0 9 /1 2 . Domin­ go, 14h às 19h.

CINEMA E VÍDEO CORPO E EXPRESSÃO ESPECIAL. Grátis. «Crítica e Atuação no Cinema. 06 e 1 3 /1 2 . Quinta, 15h às 21 h. «Cinebrazuca. 0 7 e 1 4 /1 2 . Sexta, 20h. «Oficinas Querô. 2 0 /1 2 . Quinta, 19h às 22h. ESPORTES especial TRIBO DOS ESPORTES. Para 12 a 17 anos. Grátis. Até 0 7 /1 2 . «Futsal. Terças e quintas, 15h30. «Vôlei. Quartas e sextas, 16 h30. «Basque­

ESPECIAL. «A Velha Magrela, A Gata Fornela e os Óculos-Janela. Do livro homônino de Tatiana Busto Garcia. Com C ia. Teatral Arueiras do Brasil. Grátis. 0 9 /1 2 . Domingo, 17h. «Tem Curumim na Arca de Noé ! 0 9 /1 2 . Domingo, ló h .

CURSOS. R$ 4 3 ,0 0 (□). R$ 25 ,0 0 (O). •Ginástica em Aparelhos. Terça a sex­ ta, 7h30, 8h 30 ,9 h3 0, 10h30, 11 h30, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h, 20h e 20 h3 0 e sábados, 1Oh às 14h. (aula complementar). «Consciência Corporal e Alongamento. Terça e quinta, 20h30. •Alongamento. Terças e quintas, 1Oh, 11 h, 17h e quartas e sextas, 1Oh, 15h, 17h, 18h30, 19H30 e 20K30 e sába­ dos, l l h e 17h (aula complementar). •Ginástica Localizada. Terças e quin­

tas, 7h, 8h, 9h, 16h, 18h, 18h30, 19h, 19h 30 e 20h e quartas e sextas, 7h, 8h, 9h, 16h, 18h, 19h e 20h e sába­ dos, lO h e ló h . (aula complementar). •Localizada com Alongamento. Terças e quintas, 11 h e 15h e quartas e sex­ tas, 15h. CURSOS. «Dança Moderna. R$ 4 4 ,0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O). Terças e quin­ tas, 14K30 (7 a 13 anos) e 19K30 (acima de 14 anos). «Ginástica Rítmica. R$ 3 3 ,0 0 (□). R$ 2 2 ,0 0 (O). Terças e quintas, 18h 30 e quartas e sextas, 1Oh e 14h. «Hidroginástica. R$ 5 6 ,0 0 (□). R$ 3 6 ,0 0 (O). Terças e quintas, 8h, 1Oh, 11 h, 17h e 20h e quartas e sextas, 7h, lOh e ló h . •Natação. R$ 5 4 ,0 0 (□). R$ 3 1 ,0 0 (O). Terças e quintas, 7h, 9h, 15h, ló h , 1 8h e 19h e quartas e sextas, 8h, 9h, l l h , 17h, 18h, 19h e 20h. •Yoga. R$ 5 3 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O). Terças e quintas, 08h, 09h, 1Oh, 11 h, 15h, 18h30 e 19h 30 e quartas e sex­ tas, 15, 16, 17, 19 e 20h. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO

PALESTRAS. Grátis. «Palco Aberto. Educação sexual e apresentação da pesquisa realizada por alunas do curso de enfermagem da Unisantos. 0 5 /1 2 . Quarta, ló h às 18h. «Ponto de Encontro. Boas Idéias para 20 08 . 1 5 /1 2 . Sábado, ló h às 18h. especial VOZES DE NATAL. Repertório de mú­ sicas brasileiras e natalinas. Grátis 0 2 /1 2 . Domingo, 18h às 19h. CURSOS. «Vôlei Para a Terceira Idade. Grátis. Até 0 9 /1 2 . Quartas e sex­ tas, 15h30 às 16h30. «Coral. Sex­ tas, 14 à s ló h . «Dança Terceira Ida­ de. R$ 3 6 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). Ter­ ças e quintas, 15h30. «Ginástica. R$ 3 8 ,0 0 (□). R$ 2 2 ,0 0 (O). Terças a sextas, 7h, 8h, 9h e 1Oh. «Ginásti­ ca Rítmica. R$ 3 2 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). Quartas e sextas, 9h. • Hidrogi­ nástica. R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 3 2 ,0 0 (O). Terças e quintas, 11 h e quartas e sex­ tas, lO h e ló h . oficinas ADEREÇOS DE NATAL. Grátis. 13 e 1 4 /1 2 . Quinta e sexta, ló h ás 17h. RECREAÇÃO. Grátis. «Tarde Dançan­ te. 0 8 /1 2 . Sábado, 16 h 30 às 19h. •Noite Dançante. 1 4 /1 2 . Sexta, 20h às 24h.

SERVIÇOS. «Exame Médico Dermato­ lógico. C obrado acima 4 anos. R$ 12 ,0 0 (□). R$ 6 ,0 0 (O). Terça a sex­ FÉRIAS E TURISMO SOCIAL ta, 1 8h às 21 h30 e sábados, 1Oh às 14h. «Restaurante. R$ 16 ,0 0. Ter­ excursões rodoviárias GUARAPARI COM VILA VELHA (ES): 17 ça a sexta, 12h às 14h e sábados, a 2 4 /0 1 . Pensão completa. Inscri­ domingos e feriados, 12h às ló h . ção: Até 3 0 /1 2 . Terça a sexta, 13h •Lanchonete. Terça a sexta, 12h às às 21 h30 e sábados, domingos e fe­ 21 h30 e sábados, domingos e feria­ riados, 1Oh às 18h30. dos, 1Oh às 18h30. «Clínicas Odontológicas. Informações tel: 32789 8 5 9 . Segunda a sexta, 8h às 22h. Trabalhador no comércio e serviços ^ matriculados e dependentes SOCIEDADE E CIDADANIA | | Usuário matriculado, maiores de 60 anos, estudantes com comprovante e SESC EMPRESA. Assessoria às empresas professores da rede pública de ensino do comércio e serviços na organiza­

revista e

67


SAO

CAET bados, 9h. «Natação, l x semana: R$ 5 4 ,0 0 (□). R$ 27 ,0 0 (O). Sextas, 18h e sábados, 8h e 1Oh. PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CORPO­ RAL. Acima 14 anos. «Hidroginástica. Para inscritos nos cursos. Grá­ tis. Inscrições lh antes. Sextas, 19h. 2x semana: R$ 7 5 ,0 0 (□). R$ 3 7 ,0 0 (O). Segundas e quartas, 19h 30 e terças e quintas, 8h, 17h30 e 19h30 e quartas e sextas, 7h.

Endereço: Rua Piauí, 554 Telefone: ( 1 V 4223 8800 Horário: Segunda a Sexta, das 7h As 21h30. Sábados, das 8 h As 17h30. EMAIL@SCAETANO.SESCSP.ORG.BR Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima.

MÚSICA

GENTE NOVA N O PEDAÇO. Projeto que traz a cena musical jovens talen­ tos do ABC. • Penha Pinheiro - No­ vo Endereço. A cantora apresenta as canções do primeiro CD. Com Daniel Sant'Anna (guitarras e bandolim), Le­ andro Gusman (baixo elétrico) e Nanau (programações rítmicas e bate­ ria). Grátis. 1 3 /1 2 . Quinta, 20h. DANÇA

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CORPO­ RAL. Ações voltadas para a melhoria da saúde e bem-estar geral. • Tango. R$ 60 ,0 0; R$ 3 0 ,0 0 (□). R$ 15,00 (O). Até 1 0 /1 2 . Segundas, 20h30. ESPORTES aulas abertas CLUBE DO XADREZ. Prática da modali­ dade, a partir da troca de experiên­ cias e conhecimentos, estudo de táti­ cas de jogo, além de encontros téc­ nicos e pedagógicos para aperfeiço­ amento. Grátis. Inscrições Antecipa­ das. Sábados, lOh às 12h. PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CORPO­ RAL. Grátis. «Clube da Natação. Pa­

68

revista e

ra inscritos nos cursos da unidade, acima 14 anos. Inscrições 1h antes. Sextas, 20h. CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas CLUBE DO XADREZ. Grátis. «Clínicas de Xadrez. Exercícios de finais (orien­ tações sobre final de partida, mates elementares, finais diversos (torres, dama, peças menores e peões), de­ monstração de finais de partidas de grandes jogadores). Até 2 9 /1 2 . Sá­ bados, lOh às 12h. PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CORPO­ RAL. Grátis. «Samba de Gafieira. Até 1 4 /1 2 . Sextas, 20h. CURSOS. Acima 14 anos. «Alongamen­ to. R$ 5 0 ,0 0 (□). R$ 2 5 ,0 0 (O). Se­ gundas e quartas, 17h30 e terças e quintas, 7h, 10 h 3 0 e 18h30. «Condi­ cionamento Físico com Aparelhos. Op­ ção Manhã: R$ 7 2 ,0 0 (□). R$ 36 ,0 0 (O). Segunda a sexta, 7h às lOh e sábados, 8h às 14h. Opção Noite: R$ 80 ,0 0 (□). R$ 4 0 ,0 0 (O). Segun­ da a sexta, 17h às 21 h30 e sábados, 8h às 14h. Opção Intermediária: R$ 7 2 .0 0 (□). R$ 36 ,0 0 (O). Segunda a sexta, lO h às 12h e 15h às 17h e sábados, 8h às 14h. «Ginástica. M a­ triculados podem freqüentar os cur­ sos de CFÁ as sextas e sábados. R$ 5 0 .0 0 (□). R$ 25 ,0 0 (O). Segundas e quartas, 18H30 e 19h30 e terças e quintas, 8h, 17h30 e 19K30. «Hidroginástica. 2x semana: R$ 80,00 (□). R$ 3 9 ,0 0 (O). Segundas e quar­ tas, 16h30, 17h30, 1 8 h 3 0 e 2 0 h 3 0 e terças e quintas, 7h, 1 Ih , 15h30, 18h30 e 20H30 e quartas e sextas, 8h, 9h e 11 h. 1x semana: R$ 5 9 ,0 0 (□). R$ 2 9 ,0 0 (O). Sextas, 19h e sá­

oficinas CONSTRUINDO ARTE. espaço para apreciação, vivência e aprendizado DE diferentes técnicas de trabalhos manuais. «Enfeites Natalinos. Grátis. Inscrições antecipadas. 1 1 /1 2 . Ter­ ça, 14h30. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL

passeios de um dia BERTIOGA (SP): 1 4 /1 2 . Sexta, saída EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ 7h. Visita ao Sesc Bertioga para uti­ 18,00 (□). R$ 9 ,0 0 (O). Segundas, lização das dependências da unida­ 16h 30 às 21 h30 e quintas, 8h às de. Taxa de balneário e almoço inclu­ 13h e sábados, 9h às 14h. ídos. Detalhes e valores na unidade. Inscrições: Até 0 7 /1 2 . CAFETERIA. Segunda a sexta, 14h30 às 21 h30 e sábados, 9h 30 às CIRCUITO DAS FRUTAS: 2 0 /0 1 . Domin­ 17h30. go, saída 7h. Passeio por Jarinu e Jundiaí, cidades que fazem parte do INFANTIL Circuito das Frutas, visitando proprie­ dades agrícolas de famílias em sua espetáculos maioria de descendência italiana. HISTÓRIAS QUE ENCANTAM. A cada Almoço e ingressos incluídos. Deta­ mês o repertório de um grupo convi­ lhes e valores na unidade. Inscrições: dado. Com a Cia. Patética. R$ 4 ,0 0 ; 0 7 /1 2 a 1 0 /0 1 . R$ 3 ,0 0 (□). R$ 1,50 (O). Sába­ dos, 15h. «Rapunzel. 01 e 2 2 /1 2 . ZOOLÓGICO NOTURNO (SP): 18 /0 1. •Aimirim. 0 8 /1 2 . «Feira de Cordel. Sexta, saída 17h. Passeio noturno 1 5 /1 2 . «História de Papel. 2 9 /1 2 . pelo Zoológico para apreciação dos animais de hábitos noturnos, acom­ filmes_ panhados por biólogos do zoológi­ SESSÃO ANIM ADA. Filmes nacionais e co. Ingresso e lanche incluídos. Deta­ estrangeiros. Grátis. «O Menino Malhes e valores na unidade. Inscrições: luquinno 2 - A Aventura. Direção Fa0 7 /1 2 a 1 0 /0 1 . brízia Pinto e Fernando Meirelles. 1 8 /1 2 . Terça, 15h e 19h. «O Gri­ excursões rodoviárias lo Feliz. Direção W albercy Ribas. CONSERVATÓRIA (RJ): 25 a 2 7 /0 1 . Sa­ 1 9 /1 2 . Quarta, 15 he 19h. «Castelo ída 8h. Pensão completa no Hotel Ro­ Rá-Tim-Bum - O Filme. Direção Cao chedo. Passeios pela cidade de Con­ Hamburger. 2 0 /1 2 . Quinta, 15h e servatória, conhecida pelas reuniões 19h. «Deu a Louca na Chapeuzinho. onde seresteiros e turistas seguem ca­ Direção C ory Edwards. 2 1 /1 2 . Sex­ minhando pelas vielas repletas de ta, 15h e 19h. prédios em estilo colonial, entoan­ do canções antigas. Vagas limitadas. CURSOS. «Natação. Para 7 a 13 anos. Detalhes e valores na unidade. Inscri­ 2x semana: R$ 7 5 ,0 0 (□). R$ 3 7 ,0 0 ções: 0 7 /1 2 a 1 7 /0 1 . (O). Terças e quintas, 1Oh e 16h30. l x semana: R$ 5 4 ,0 0 (□). R$ 2 7 ,0 0 PANTANAL E BONITO (MT): 17 a (O). Sábados, 11 h. 2 7 /0 1 . Saída 20h. M eia pensão no Indaiá Park Hotel, em Campo Gran­ TERCEIRA IDADE de, Nacional Palace Hotel, em Co­ rumbá, Hotel Pousada Bonsai, em filmes Bonito, e JR Park Hotel, em Presiden­ CHÁ COM CINEMA. Exibição de fil­ te Prudente. Passeios pela cidades, mes, chá da tarde e debate. Grátis. visitando os principais atrativos. Pas­ 1 0 / 1 2 . Segunda, 15h. seio fluvial em Corumbá, visita a Gru­ ta do Lago Azul e passeio de bote CURSOS. Acima 60 anos. «Ginásti­ pelo Rio Formoso, em Bonito. Deta­ ca. R$ 2 6 ,0 0 (□). R$ 13,00 (O). Se­ lhes e valores na unidade. Inscrições: gundas e quartas, 15h30 e terças e 0 7 /1 2 a 0 8 /0 1 . quintas, 9h. «Hidroginástica. 2x se­ mana: R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). PRAIA DE GRUSSAÍ (RJ): 2 7 /1 2 a Segundas e quartas, 14h30 e ter­ 0 2 /0 1 . (Reveillon) Saída 20h. Pen­ ças e quintas, 12h, 13 h30 e 14h30 são completa no Sesc M in eiro de e quartas e sextas, 12h. l x sema­ Grussaí. Passeio pela cidade, visitan­ na: R$ 2 9 ,0 0 (□). R$ 14,00 (O). Se­ do Campo de Goitacazes, Praia de gundas, 8h, 9h, 11 h e 12h e sex­ Grussaí e São João da Barra. Deta­ tas, 16h e 17h. «Natação. 2x sema­ lhes e valores na unidade. Inscrições: na: R$ 3 8 ,0 0 (□). R$ 19,00 (O). Se­ Até 1 4 /1 2 . gundas e quartas, 15h 30 e terças e quintas, 9h e quartas e sextas, 1Oh. r^ X Trabalhador no comércio e serviços lx semana: R$ 2 7 ,0 0 (□). R$ 13,00 matriculados e dependentes (O). Segundas, lOh. «Prática Vocal. | | Usuário matriculado, maiores de 60 Integração entre técnica vocal e edu­ anos, estudantes com comprovante e cação musical. Apresentação do re­ professores da rede pública de ensino sultado em dezembro. R$ 12,00; R$ SAÚDE E ALIMENTAÇÃO

Estórias que Encantam - Rapunzel. Confira a programação

6 ,0 0 (□). R$ 3 ,0 0 (O). Até 1 4 /1 2 . Sextas, 14h às 16h.


VILA

MARI MULTIMÍDIA E INTERNET especial INTERNETUVRE. «Pesquisas e buscas. Espa­ ço reservado para pesquisas mais exten­ sas na internet. Grátis. 01 a 3 0 /1 2 . Ter­ ças, 19h às 21 h e quartas, 17h às 19h. Sábados edomingos, 1 lh às 13h. oficinas INTERNET UVRE. Grátis. «Férias lúdicas. Aci­ ma 7 anos. 08, 09, 15 e 16/1 2. Sá­ bados e domingos, lóh . «Introdução a Gravação e Tratamento de Áudio. Acima 10 anos. 13 e 14/1 2. Quinta e sexta, 15h30. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

FOTO NA RUA. R$ 60,00; R$ 30,00 (□). R$ 15,00 (O). Até 15/12. Sábados, 14h. FOCO E PENSAMENTO. Espaço dedicado à discussão e prática da fotografia. «Simonetta Persichetti. R$ 80,00; R$ 40,00 (□). R$ 20,00 (O). 0 5 /1 2 . Quarta, 19h às 21h30.

Endereço: Rua Pelotas, 141 Telefone: (11) 50 80 3000 Horário: Terça a Sexta, das 7 h ás 2 2 h; Sábados, Domingos e feriados, das 10h EMAIL@VILAMARIANA.SESCSP.ORG.BR Os espetáculos grafados em azul têm ingressos que podem ser comprados pela Rede INGRESSOSESC. Verifique a Unidade mais próxima. MOSTRA SESC DE ARTES:: CIRCUIAÇÕES. Propõe a circulação de obras e espetá­ culos com processos particulares de pro­ dução e exibição, seu diálogo com os fluxos de informação, além de estabe­ lecer a convivência de artistas para a produção coletiva. Participe de 13/11 a 0 2 /1 2 . Circule pelas idéias da Mos­ tra. Veja programação completa e de­ talhes no Portal Sesc SP: www.sescsp. org.br. Dança: «GRN_ Bruno Beltrão / Obra Aberta. Com Grupo de Rua de . Niterói e convidados. Aproximação do processo criativo e da circulação de lin­ guagens urbanas e contemporâneas do grupo. R$ 16,00; R$ 8,00; R$ 4,00. Eu e Meu Coreógrafo no 63. Concep­ ção, direção e vídeo: Bruno Beltrão Co­ reógrafos: Bruno Beltrão e Rodrigo Bernardi. Assistente de direção: Marta Nu­ nes. Trilha sonora: Eduardo Hermanson (Willow) e Bruno Beltrão. Do Popping ao Pop ou Vice-Versa. Criação, direção, tri­ lha sonora: Bruno Beltrão. Coreógrafos: Bruno Beltrão, Marta Nunes e Rodrigo Bernardi. Too Legit To Quit. Criação, di­ reção e trilha sonora: Bruno Beltrão. Pro­ grama com as três peças: 0 1 /1 2 , 21 h e 0 2 /1 2 , 18h. Bate-papos. Após os es­ petáculos. Eusébio Lobo, 0 1 /1 2 e Rena­ ta Lima, 0 2 /1 2 . •Workshops. R$ 8,00; R$ 4,00; R$ 2,00. Com Eusébio Lo­ bo. 0 1 /1 2 . Sábado, 15h. Com Rena­ ta Lima. 0 2 /1 2 . Domingo, 14h. Multi­ mídia e Internet: Steak Zombies - Exquisite Corpse + Fruit Machine. Com Steak Zombies com Daniel Kupfer. Criação de bonecos de pano através de fotos. Grá­ tis. Até 02 /1 2 . Artes Plásticas e Visuais:

LITERATURA ALÉM TANGO. Panorama da música fei­ ta hoje na Argentina. R$ 12,00; R$ 6 ,0 0 (□). R$ 3,00 (O). «Sebastian HISTÓRIA & HISTÓRIAS. Contação de his­ Monk e Banda. Com Pablo Tozzi e M a­ tórias. Grátis. «Contos Lúdicos. Com Re­ rina Santillán. 1 1 /1 2 . Terça, 20h30. nata Volpato e George Passos (Cia. Alu•Pablo Tozzi Trio. Jazz. 1 2 /1 2 . Quar­ miar). 01, 02, 15 e 16 /1 2. Sábados e ta, 20h30. «Coiffeur. Com Luciano domingos, 15h. «Gudórías. Com Chi­ Esain e Juan Stewart. 1 3 /1 2 . Quin­ co dos Bonecos. 08, 09, 22, 23, 29 e COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVIÇOS. ta, 20h30. «Modular. Com M aria­ 3 0 /1 2 . Sábados e domingos, 15h. Programação da Copa valoriza a práti­ na Badaracco e Pablo Dahy, partici­ ca esportiva como forma de lazer e pro­ pação Santiago Vallesi. 1 4 /1 2 . Sex­ QUADRINHANDO. Quadrinhos e publica­ moção da saúde. *Futsal Feminino. Até ta, 20h30. ções e afins. «O Universo Infantil. 0 1 /1 2 0 8 /1 2 . Domingos, 14h. «Futsal Mas­ a 3 0 /0 3 . Terça a sexta, 9h às 21 h30 e culino. Até 0 8 /1 2 . Quartas e sextas, MOSTRA MUSICAL Com alunos do Cen­ sábados, domingos e feriados, lOh às 19h30 e sábados e domingos, 14h. tro de Música do Sesc. Grátis. «Gru­ 18h30. po Pop. 0 1 /1 2 . Sábado, 13h30. «Big MÚSICA Band. 02 /1 2 . Domingo, 13h30. «Gru­ ESPORTES po Pop. Ingressos lh antes. 08 /1 2 . Sá­ SHOWS. • Belas Canções. Os cantores bado, 17h. «Orquestra. 0 8 /1 2 . Sá­ CURSOS. Para 15 a 59 anos. «Nata­ Celso Sim e Diogo Poças apresentam bado, 13h30. •Coral. 0 9 /1 2 . Domin­ ção, Condicionamento & Treinamento. canções de diversos autores. Participa­ go, 13h30. «Big Band. 15/12. Sába­ R$ 64,00 (□). R$ 32,00 (O). Sábados do, 17h. ção Céu e Luiza Dvorek. Direção Eugê­ ou domingos, 9h30. «Aperfeiçoamento nia Thereza de Andrade. R$ 12,00; R$ de Vôlei. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). 6,00 (□). R$ 3,00 (O). 04 e 0 5 /1 2 . Ter­ SÉRIE INFLUÊNCIAS. Convidados mostram Quartas e sextas, 18h30. «Basquete. ça e quarta, 20h30. •Forrobodó. Mon­ sua trajetória musical. «César Camargo Para 11 a 14 anos. R$ 48,00 (□). R$ tagem da opereta que tem música de Mariano. Com Marcelo Mariano e Ju24.00 (O). Terças e quintas, 17h. Para Chiquinha Gonzaga e texto de Carlos rim Moreira. R$ 40,00; R$ 20,00 (□). 15 a 59 anos. R$ 48 ,0 0 (□). R$ 24,00 Bittencourt e Luiz Peixoto. Realização R$ 10,00 (O). 07, 08 e 0 9 /1 2 . Sexta e (O). Terças e quintas, 18h30. «Futsal. dos alunos dos grupos corais do Centro sábado, 21 h e domingo, 18h. Para 15 a 59 anos. R$ 56,00 (□). R$ de Música do Sesc Vila Mariana e do 28.00 (O). Terças e quintas, 18h30. Unicentro Belas Artes. Teatro. R$ 12,00; SUPERNOVA. Destaques do cenário alterna­ •Futsal & Condicionamento Masculino. tivo. •Vanguart. R$ 12,00; R$ 6,00 (□). R$ 6,00 (□). R$ 3,00 (O). 05 e 06 /1 2 . Para 15 a 59 anos. R$ 90,00 (□). R$ Quarta e quinta, 21 h. •Arnaldo Antu­ R$ 3,00 (O). 19/12. Quarta, 20h30. 45 .0 0 (O). Terças e quintas, 20h. Para nes. Lançamento DVD. Com Chico Sa11 a 14 anos. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 lém, Betão Aguiar e Marcelo Jeneci. Par­ VITROLA MODERNA. Com artistas de di­ (O). Quartas e sextas, 15h30. Para 11 ticipação Edgard Scandurra. R$ 40,00; versos gêneros e estilos. «Orquídeas do a 14 anos. R$ 44,00 (□). R$ 22,00 R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). 14, 15 e Brasil. Acompanharam Itamar Assump(O). Sábados, N h 3 0 . Para 15 a 59 16 /1 2. Sexta e sábado, 21 h e domin­ ção, com a formação Tata Fernandes, anos. R$ 44,00 (□). R$ 22,00 (O). Do­ go, 18h. «Alma Brasileira Trio. Formado Miriam Maria, Renata Mattar, Nina Blaumingos, lOh. «Handebol. Para 13 a 59 por Toninho Alves, Celso Bastos e Oceth, Lelena Anhaia, Clara Bastos, Simone anos. R$ 44,00 (□). R$ 22,00 (O). Sá­ lo Mendonça. Grátis. 15 e 2 2 /1 2 . Sá­ Soul, Geórgia Branco e Simone Julian. bados, lOh. «Natação. Para 15 a 59 bados, 13h30. «Orquestra SanfôniR$ 12,00; R$ 6,00 (□). R$ 3,00 (O). anos. R$ 86,00 (□). R$ 43,00 (O). Ter­ ca de São Paulo. Com Renata Sbrighi. 18/12. Terça, 20h30. ças e quintas, 7h30 e 19h30 e quartas e Grátis. 16 e 3 0 /1 2 . Domingo, 13h30. sextas, 8h30 e 20h30. Acima 15 anos. •Trio Carapiá - Levante. Lançamento do R$ 43,00 (□). R$ 21,50 (O). Domin­ CD do trio formado por João Paulo Ama­ TODA ORQUESTRA. Apresenta a história gos, 1 lh . «Vôlei. Para 15 a 59 anos. ral (viola caipira, arranjos e direção mu­ da orquestra como formação musical. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). Quartas sical), Elias Kopcak e Rodrigo Nali. Grá­ Acima 15 anos. R$ 20,00; R$ 14,00 e sextas, 20h. Para 11 a 14 anos. R$ tis. 23 e 2 9 /1 2 . Domingo e sábado, (□). R$ 10,00 (O). Até 0 6 /1 2 . Sába­ 48.00 (O). R$ 24,00 (O). Quartas e sex13h30. dos, 1Oh. •Trânsito. Com Bola de Fogo. Um gru­ po de 20 artistas traduz, cada um à sua maneira, o conceito de trânsito. Exposi­ ção com Coletivo Bola de Fogo. Coorde­ nação Tereza Berlinck. Visitação: Grátis. Até 0 2 /1 2 . Sábado e domingo, 1Oh às 18h30.

revista e

69


VILA TORNEIOS E CAMPEONATOS. Grátis. •Tor­ neio de Vôlei. Acima 15 anos. Inscrições: até 06 /1 2. Jogos: 08 /1 2. Sábado, 14h. •Torneio de Basquete. Acima 15 anos. Inscrições: até 13/12. Jogos: 15/12. Sá­ bado, 15K30. serviços SESC EMPRESA. Grátis. «Assessoria Técni­ ca para Eventos Esportivos. Terça a sex­ ta, 14h às 21 h e sábados e domingos, 11 h às 18h. CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas_ SESC GERAÇÕES. Atividades e troca de ex­ periências. «Voz de Improviso. Acima 15 anos. R$ 20,00; R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). Até 13/12. Quintas, 15h.

MARIANA mações: (51) 3342 - 8906. 0 1 /1 2 . Sá­ bado, 19h. «Prêmio Educare 2007. In­ formações: 3711 - 3430. 11/12. Terça, 19h. »3° Edição Prêmio Mídia da Paz. Instituído por iniciativa do Movimento Mí­ dia da Paz e Instituto Roerich, realização da revista Imprensa e patrocínio Hospital Samaritano de São Paulo. Informações: 2 1 1 7 -5 3 0 8 . 13/12. Quinta, 19h. *6° Concurso de Redação Ler é Preciso. O Melhor Lugar do Mundo, realizado pelo Instituto Ecofuturo e divulgado para 175 mil escolas do País. Informações: 3503 9040. 18/12. Terça, 19h SABERES. Reflexão sobre temas da atuali­ dade. •Consumo. Mediação Florestan Fernandes Jr. R$ 12,00; R$ 6,00 (□). R$ 3.00 (O). 0 6 /1 2 . Quinta, 20h.

COPA SESC DO COMÉRCIO E SERVIÇOS. Grátis. Jogos até 0 9 /1 2 . Sábados e domingos, 9h30. ARTES VISUAIS. Exposição. «Ópera das Pedras. Até 0 9 /1 2 . AOS DOMINGOS. Grátis, ló h . «Quinte­ to em Branco e Preto. Samba. 0 2 /1 2 . •Trio Meketréfe. Forró. 0 9 /1 2 . •Soul'Pá e Mara Nascimento, sam­ ba rock. 1 6 /1 2 . «Tributo a Noel Ro­ sa. Mpb. 2 3 /1 2 . «Catadão. Rock. 3 0 /1 2 . TEATRO. Ingressos à venda. «Joana d'ArPpo. Com Gardi Hutter. 0 1 /1 2 , 20h30.

SAÚDE E ALIMENTAÇÃO EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ 18,00 (□). R$ 9,00 (O). Terças e sextas, lOh às 12h30 e das 17h às 19h30 e uartas e quintas, 13h às 19h30. Sábaos, domingos e feriados, lOh às 12h e das 13h às 16H30. LANCHONETE. Terça a sexta, 1Oh às 22h e sábados, domingos e feriados, 1Oh às 19h. •Restaurante. Terça a sexta, 11 h30 às 14h e sábados, domingos e feriados, 11 h30 às 14h30. 01 a 30 /1 2. CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS. Terça a sex­ ta, 9h às 21 h e sábados, 9h às 17h30. Até 29 /1 2. Terça a sexta, 9h às 21 h e sábados, 9h às 17h30. SOCIEDADE E CIDADANIA ESPECIAL Grátis. «Dia Mundial de Comba­ te à Aids. 0 1 /1 2. Sábado. «VII Prêmio Cultura Nacional- Talento Literário. Infor­

70

revista e

ESPETÁCULOS. «O Guarda Zool. Acima 5 anos. R$ 8,00; R$ 4,00 (□). R$ 2,00 (O). Até 2 3 /1 2 . Domingos, 15h30. «Branca de Neve e os Sete Anões. Com Cia. Te­ atro Iluminado. Acima 3 anos. Grátis. 0 1 /1 2 . Sábado, 16h30. «O Chapeuzinho Bem Vermelhinho. Com Cia. Teatro Iluminado. Acima 3 anos. Grátis. 02 /1 2. Domingo, 16h30. •Cinderela, Bela Magrela. Com Cia. Prosa dos Ventos. Acima 3 anos. Grátis. 08 e 09 /1 2 . Sábado e domingo, 16h30. «Pedro e o Lobo. Com Cia. Lúdica. Acima 2 anos. Grátis. 15, 22 e 2 9 /1 2 . Sábados, 16h30. «Glup! 0 Sapo e a Princesa. Com Cia. Caricatu­ ras de Teatro. Acima 5 anos. Grátis. 16, 23 e 3 0 /1 2 . Domingos, 16h30. CURSOS. «Futsal. Para 7 a 10 anos. R$ 44.00 (□). R$ 22,00 (O). Sábados, 1Oh. •Natação. R$ 86,00 (□). R$ 43,00 (O). Quartas e sextas, 10h30 (grupo 5 /6 anos); quartas e sextas, 9h30 e 15h (gru­ po 7 a 10 anos) e terças e quintas, 16h (grupo de 11 a 14 anos).

SHOWS. Ingressos à venda. «Almir Sater. 12 /1 2 , 21 h30. «Choro Ensemble. 15 /1 2 , 20h30. SEXTAS COM JAZZ. Grátis. «Banda Me­ cânica dos Solos e Convidados. 14, 21 e 2 8 /1 2 , 20h. TEATRADA. Teatro para crianças. 11 h. Grátis. «Chapeuzinho Vermelho. Cia. Le Plat du Jour. 0 2 /1 2 . «João e Maria. Cia. Le Plat du Jour. 0 9 /1 2 . «O Na­ tal de Natanael. Grupo Cuidado que Mancha. 1 6 /1 2 . «Divina Folia. Grupo Boca de Cena. 2 3 /1 2 . CINEMA E VÍDEO. Exibição. Grátis. «Fes­ tival do Minuto. 04 a 7 /1 2 , 15h e 19h30. «Entretodos - Festival de Cur­ tas Metragens de Direitos Humanos. 02 a 18 /1 2 , 15h30 e 20h. AULAS ABERTAS. Alongamento, Yoga, Ginástica Multifuncional, Hidroginás­ tica. Grátis. Inscrições antecipadas. A partir 0 7 /1 2 .

TERCEIRA IDADE

Sesc Araraquara - Rua Castro Alves, 1315. Tel.: (16) 3301-7500

ARENA CULTURAL. «Visita à Exposição Nos Trilhos do Trem das Onze. No Sesc Santana. R$ 10,00; R$ 7,50 (□). R$ 5.00 (O). 0 7 /1 2 . Sexta, saída 13h30.

SESCMUEU______________________

CURSOS. R$ 28,00 (□). R$ 14,00 (O). •Hatha Yoga. Quartas e sextas, 1 lh3 0 e 14h. •Alongamento. Terças e quintas, 10h30, 14h e 17h e quartas e sextas, 10h30, 13h e 14h. •Condicionamento Físico. Terças e quintas, 10h30 e quartas e sextas, 13h. ESPORTE E RECREAÇÃO. «Esporte & Jo­ gos. R$ 28,00 (□). R$ 14,00 (O). Ter­ ças e quintas, 15h30. «Ginástica. R$ 28.00 (O). R$ 14,00 (O). Terças e quin­ tas, 10h30, 13h e 16h e quartas e sex­ tas, 13h. •Hidroginástica. R$ 43,00 (□). R$ 21,50 (O). Terças e quintas, 9h30, 11 h30, 13h, 14h e 15h e quartas e sextas, 13h, 14h e 16h. •Natação. R$ 43.00 (□). R$ 21,50 (O). Terças e quin­ tas, 10h30e 17h. serviços ALMANAQUE. Reunião para debates e le­ vantamento de sugestões para as pró­ ximas programações. Grátis. 12 / l 2. Quarta, 15h.

Sesc Bauru - Av. Aureliano Cardia, 671. Tel.: (14)3235-1750 SESC BIRIGÜI________________________

INFANTIL CURSOS. Para 15 a 59 anos. «Hatha Yoga. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). Quartas e sextas, 7H30, 8h30 ou 9h30. Terças e quintas, 12h. R$ 44,00 (□). R$ 22,00 (O). Sábados, 1ÓH30,13h e 14h30 e do­ mingos, 10H30, 13h e 14h30. •Alonga­ mento. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). Ter­ ças e quintas, 9h30,13h, 18h30, 19h30 e 20h30 e quartas e sextas, 9h30, 16h, 18h30, 19K30 e 20h30. R$ 22,00 (□). R$ 11,00 (O). Domingos, 10h30. Sába­ dos, 10h30e 14h. •Condicionamento Fí­ sico. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). Ter­ ças e quintas, 8h30, 9H30, 11 h30, 14h, 15h, 16h, 17h, 18H30, 19h30e20h30 e quartas e sextas, 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, 16h, 18H30, 19h30 e 20h30. •Condicionamento Integrado. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). Quartas e sextas, 10H30. R$ 44,00 (□). R$ 22,00 (O). Sábados, 10H30, 13h e 14h30. Domin­ gos, 10H30 e 13h. «Dança. R$ 22,00 (□). R$ 11,00 (O). Domingos, 16h. «Gi­ nástica. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). Ter­ ças e quintas, 7h30, 8h30, 9h30, 15h, 18h30, 19h30 e 20h30 e quartas e sex­ tas, 8h30,10H30,16h, 18H30,19H30e 20h30. «Ginástica Localizada. R$ 22,00 (□). R$ 11,00 (O). Sábados, 15h30 «Hidroginástica. R$ 86,00 (□). R$ 43,00 (O). Terça e quinta, 8h30, 18h30 e 20h30 e quarta e sexta, 7h30, 18H30 e 19h30. R$ 43,00 (□). R$ 21,50 (O). Sábados, 11 h.

Novas: 21 a 26 /1 2. Pensão comple­ ta no Sesc Caldas Novas. «Ano No­ vo - Sol em Guarapari (ES): 2 6 /1 2 a 0 2 /0 1 /0 8 . Hospedagem no Centro de Turismo de Guarapari com refei­ ções inclusas. «Praias do Espírito San­ to (ES): 07 a 13/01. Pensão comple­ ta no Centro de Turismo de Guarapa­ ri. «Pantanal Norte com Chapada aos Guimarães (MT): 07 a 17/01. /0 8 . Ho­ téis conveniados em Campo Grande e Cuiabá e no Sesc Porto Cercado. «Ser­ ra e Mar em Santa Catarina (SC): 18 a 2 7 /0 1 . Passeios e hospedagens nas ci­ dades de Lages, Balneário Camboriú e Castro no Estado no Paraná.

SHOWS. Área de convivência. «Ana Person. Ingressos à venda. 0 5 /1 2 , 21 h. •Awê Trio. Grátis. 0 5 /1 2 , 16h. OFICINAS. Acima 14 anos. Inscrições pagas. «Artesanato de Natal em MDF. Com Juliana Piffanelli. Caixa de Panetone Decorada. 11 e 13, 18h às 21 h. TERCEIRA IDADE. «Grupo Seresteiro. Show de conclusão da oficina de Cantoterapia. 0 4 /1 2 , 14h30. «Ofi­ cinas: Grátis. Artesanato de Natal em MDF. Com Juliana Piffanelli. Inscrição: 04 e 0 5 /1 2 . Porta Panetone. 0 5 /1 2 , 14h. Porta-Guardanapo de Papai No­ el. 0 7 /1 2 , 14h. Caixa de Panetone De­ corada. 12 e 1 4 /1 2 , 14h.

CONCERTO ERUDITO - DUE VOCE MOLTO FANNOü! Com as vozes mineiras das irmãs Edna e Ednéia de Oliveira e piano Everson Polizeli. 0 8 /1 2 , 20h30, teatro Paulo Alcides Jorge, Araçatuba. QUARTETO FALA BRASILEIRA. Com Luis Marcos Caldana, Eron Guarnieri, Sér­ gio Frigério, Cibele Sabione. 0 9 /1 2 , 20h30, Pça Dr. Gama, Birigui. TEATRO INFANTIL «Mistério da Estrela Guia. Com Marisa Rosa. 0 2 /1 2 , lOh, Teatro Aberto Tom Jobim, Araçatuba, e 17h, Auditório da Unimed, Birigui. •Auto de Natal. Com Grupo Folclóri­ co Lira dos Autos, com várias manifes­ tações da cultura popular em música e dança. 1 4 /1 2 , manhã e tarde, região central de Penápolis, Glicério e Coro­ ados; 1 5 /1 2 , manhã e tarde, região central de Araçatuba; 16 /1 2 , manhã, tarde e noite, região central e bairros de Birigui. POR + VIDA 2. Palestra de conscientiza­ ção sobre os cuidados com a Hiperten­ são, Diabetes, Obesidade e DST/AIDS, em praça pública. 0 1 /1 2 , 8h às 14h, Pça Dr. Gama, Birigüi. SARAU LITERÁRIO. Grátis. «Pablo Neruda, O Vento na Ilha da Palavra. 15 /1 2 , 19h30 às 21 h30, Pólo Avançado Sesc Araçatuba. Sesc Birigüi - Travessa Sete de Setembro, 5. Tel.: (18) 3642-7040 Sesc Araçatuba (Pólo Avançado) - Rua José Bonifácio, 39. Tel.: (18) 3608-5400 SESC CAMPINAS_____________________ DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS. Grá­ tis. «Ligado no Movimento. Hip - Hop, Break, Rap e Grafite na luta contra a DST/Aids. Atividade interativa dirigi­ da por Nelson Triunfo. 0 1 /1 2 , 12h às 15h. Espaço Arena.

TEATRO INFANTIL. Ingressos à venda. •Princesas Daqui e Dali. Com Cia. Te­ atro por Um Triz. 0 2 /1 2 , 11 h. «O Mandarim. Com Companhia Ilustrada. 0 9 /1 2 , 11 h. «Nicolau, o Pai Natal. Com Cia. Burucutu. 16 /1 2 , 1 lh .

NEM + NEM -, QUAL É A DA MATEMÁTI­ CA? Exposição lúdico-interativa.Galpão Leste. Visitação: Grátis. Até 0 9 /1 2 . Ter­ ça a sexta, 8h30 às 17h30 e sábados e domingos, 9h30 às 17h30.

TURISMO SOCIAL Veja detalhes e va­ lores na unidade. «Natal em Caldas

KAVKA - AGARRADO NUM TRAÇO A LÁ­ PIS. Com LUME Teatro. Galpão Oes­


te. Acima 12 anos. Ingressos à venda. 3 0 /1 1 , 15h e 20h30 e 01 e 0 2 /1 2 , 18h30 e 20h30.

ção. Até 3 1 /1 2 . Terça a sexta, 14 às 21 h e sábados, domingos e feriados, 1Oh às 18h.

SHOWS. Grátis. «Choro Ensemble - Nos­ so Tempo. Grupo fundado em Nova York lança CD. Convivência. 2 0 /1 2 , 20h. «Sexta do Som. Convivência. 20h. Instiga - Menino Canta Menina. Apresenta novo trabalho. 0 7 /1 2 . Ban­ da de Argila. Formado por ex-alunos de Música da Unicamp. 1 4 /1 2 . «Sombalanço. Convivência. 15h30. Tereza Ga­ ma. Vocalista do Clube do Balanço ho­ menageia Dia Nacional do Samba. 0 2 /1 2 . Nossa Simpatia. 0 9 /1 2 .

TERCEIRA IDADE. «Pratos para Festas. 0 4 /1 2 , 14h. «Cestas Natalinas. 05 e 0 7 /1 2 , 14h. «Ponto de Encontro Banda Sedução. 1 9 /1 2 , 20h. «Reu­ nião Mensal. 2 1 /1 2 , 17h.

TEATRO EM CENA ESPECIAL Comemora­ ção ao dia do palhaço (10 /12 ). Grá­ tis. «Joana D'Arppo. Produção Nacio­ nal: Lume Teatro. Realização Sesc SP e apoio do Consulado Geral da Suíça. 0 9 /1 2 , 12h. «Esquecimento Global. Com risomundi. 0 8 /1 2 , ló h .«Família Burg. 1 5 /1 2 , ló h . «Balaio Clown. Com Wuotam-teatro, arte, movimento. 22 e 2 9 /1 2 , 14h. BASTIDORES DA DANÇA. A dança e sua conexão com as linguagens artís­ ticas contemporâneas. «Pé-Ante-Pé. Workshop reflete sobre a produção de dança para crianças. Com Geór­ gia Lengos (Balangandança Cia.) Para estudantes de artes cênicas, profissio­ nais e educadores. Inscrições pagas. 0 1 /1 2 , lOh às 14h. «Entranças. Es­ petáculo para crianças com Balangan­ dança Cia. Teatro. Ingressos à venda. 0 1 /1 2 , ló h . BRINCADEIRA N ÃO TEM HORA. Jogos, brincadeiras, arte e bricolagem. Aci­ ma 7 anos. 14h às ló h . Grátis. «Cai­ xinha do Papai Noel. 0 1 /1 2 . «Car­ tões de Natal. 0 2 /1 2 . «Dança Circular. 0 8 /1 2 , 14h às ló h e 1 6 /1 2 , l l h à s 12h. «Cartões Surpresa. 15 /1 2 . «Dedoches. 1 6 /1 2 . Sesc Campinas - Rua Dom José 1,270. Tel.:(19) 3737-1515 SESC CATANDUVA____________________ DIA MUNDIAL DE COMBATE À AIDS. 0 1 /1 2 , lOh. SHOWS. Grátis. «Café com Viola - Cé­ lia & Celma. 0 2 /1 2 , 10h30. «Oficina. Grátis. «Catandupedra - Banda The MidnightRamblers. 1ó / l 2, ló h . MUNDO LIVRO. Grátis. «Exposição. Até 0 9 /1 2 . Terça a sexta, 8h às 1 lh e 13h30 às 17h, sábados, domingos e feriados, lOh às 18h. «Contação de Histórias. Inês Becker. Drika Vieira e Carlinhos Rodrigues. 01 a 0 9 /1 2 . Ter­ ça a sexta, a partir 8h30 e sábados, domingos e feriados, a partir lOh. •Oficinas Diárias. 01 a 0 9 /1 2 , no ho­ rário da exposição. TEATRO INFANTIL Grátis. «Divina Folia. 1 6 /1 2 , 10h30.

MIX. «Mix Night. 1 4 /1 2 , 20h. TURISMO SOCIAL. Veja detalhes e va­ lores na unidade. «Bertioga (SP): 12 a 19/12. «Guarapari: 2 6 /1 2 a 0 2 /0 1 /0 8 . Sesc Catanduva - Praça Felícia Tonello, 228. Tel.: (17) 3524-9200 SESC PIRACICABA_____________________ SHOWS. «Samba: Festa do Povo. Nas quintas do mês, com Juca Ferreira e músicos. 20h. Juca Ferreira Bem Acom­ panhado. 0 6 /1 2 . Nossa Velha Guar­ da. 1 3 /1 2 . Tem Mulher no Samba. 2 0 /1 2 , 15h. Samba Contemporâneo. 2 7 /1 2 . CINEMA E VÍDEO. «Tiras Animadas. 0 1 /1 2 . 14h. «Perdidos na Noite. 0 4 /1 2 , 20h. «Festival Internacional de Curlas-Metragens de São Paulo. 09 e 1 6 /1 2 , ló h . «A Máquina. 1 1 /1 2 , 20h. «Cortina Rasgada. 18 /1 2 , 20h. FILOSOFIANDO. «Trabalho: Entre Dignifi­ car e Adoecer. 0 8 /1 2 , 16h. INFANTIL Atividades Especiais. «Amare­ linha. 0 2 /1 2 , 14h. «Marcador de Pá­ ginas. 0 8 /1 2 , 14h. «Cartão de Na­ tal. 0 9 /1 2 , 14h. «Enfeites Natali­ nos. 1 6 /1 2 , 14h. «Quebra-Cabeça. 2 3 /1 2 , 14h. «Mobile da Paz. 3 0 /1 2 , 14h. «Rapunzel. Teatro. 0 9 /1 2 , 1 lh . •Cinedubinho. 1 lh . As Aventuras de Ichabod e Sr. Sapo. 0 2 /1 2 . As Aventu­ ras de Azur e Asmar. 1 6 /1 2 . As Aven­ turas de Oliver Twist. 2 3 /1 2 . As Aven­ turas de Huck Finn. 3 0 /1 2 . TERCEIRA IDADE. «Palestra - Bichoterapia. 0 5 /1 2 , 14h. «Oficina de Artesa­ nato. 0 7 /1 2 , 14h. «Reunião de Plane­ jamento. 1 2 /1 2 , 14h. «Confraterniza­ ção. 1 3 /1 2 , 20h. «Encontro de Corais. 1 5 /1 2 , ló h . SAÚDE E ALIMENTAÇÃO. «Dia Interna­ cional de Luta contra a AIDS. 0 1 /1 2 , 14h30. ESPORTES. «Torneio da Amizade. 05, 07 e 1 2 /1 2 , 20h. TURISMO SOCIAL Veja detalhes e valo­ res na unidade. «Embu: Artes, Arte­ sanatos e Antiguidades: 0 9 /1 2 . «Reveillon no Sesc Guarapari (ES): 2 8 /1 2 a 0 2 /0 1 /0 8 . Sesc Piracicaba - Rua Ipiranga, 155. Tel.: (19) 3437 9292 SESC RIBEIRÃO PRETO_________________

INTERNET LIVRE. Grátis. «Festival do Mi­ nuto. 0 4 a 0 8 /1 2 e 11 e 18 /1 2 . Ter­ ça a sábado, ló h às 19h. «Jogos de Dentro e de Fora do Tabuleiro. Instala­

DIA MUNDIAL DE COMBATE À AIDS. O dia 1° de dezembro é reconhecido, desde 1988, como Dia Mundial da Lu­

ta Contra a Aids por iniciativa da Or­ ganização Mundial da Saúde (OMS). •Mombojó. Show do grupo, com exi­ bição de vídeos de campanhas con­ tra a AIDS do mundo todo, distribui­ ção de preservativos, folhetos informa­ tivos e do laço vermelho retorcido, sím­ bolo de solidariedade e de compromis­ so na luta contra a AIDS. 0 1 /1 2 , 20h. Ingressos: 800g de leite em pó (2 latas ou 2 pacotes). Os alimentos arrecada­ dos serão doados para o GAPA de Ri­ beirão Preto. MAQUINADO - HOMEM BINÁRIO. Com Lúcio M aia. Ingressos à venda. 0 7 /1 2 , 21 h. DANÇA. «Primata. Com Cia. Virtual. In­ gressos à venda. 0 6 /1 2 , 21 h. • Work­ shop. Com Marcelo Zamora. Grátis. Inscrições antecipadas. 0 6 /1 2 , 15h.

Oa ^ ^ M O S T R A CINEMA E D1RE1TQS HUM ANOS NA AMERICA DO SUL

Exibição de filmes e ciclo de debates espaço para discussão e reflexão sobre os direitos humanos.

TEATRO ADULTO. «Papo de Anjo. Cia. Malarrumada (MG). 0 7 /1 2 , 18h, Pça XV. Grátis. Em caso de chuva o espetá­ culo será transferido para a unidade. TEATRO PARA CRIANÇAS. Repertório Cia. Sobrevento. Ingressos à venda. «Mozart Moments. 0 1 /1 2 , ló h . «O Anjo e a Princesa. 0 8 /1 2 , ló h . «OTheatro de Brinquedo. 1 5 /1 2 , ló h . d o A u d io v is u a l paulista . Parceria com SP Film Commission. Grá­ tis. 08 e 0 9 /1 2 , 14h.

m o stra

CIRCUITO DE SKATE DO ESTADO DE SÃO PAULO - ETAPA FINAL. Categorias ama­ dor 1, amador 2, feminino e inician­ te. 15 e 1 6 /1 2 , 13h. Informações na Central de Atendimento.

Curadoria: Giba Assis Brasil Realização:

SESCSP Secretaria Especial

Sesc Ribeirão Preto - Rua Tibiriçá, 50. CEP: 14010-090. Tel.: (16) 3977-4477

dos Direitos Humanos

SESC RIO PRETO______________________

Cinemateca Brasileira

CENA ABERTA. Ingressos à venda. «Joa­ na D Arppo. 0 4 /1 2 , 2 lh . SHOWS. Grátis. «Sonora. 21 h30. Os So­ ciais do Forró. 0 5 /1 2 . Nereu Mocotó. 12 /1 2 . Ivan Mareio Harmônica Show. 19 /1 2 . «Tardes Musicais. 17h. Samba do Cafofo. 0 2 /1 2 . Wanny & Banda. 0 9 /1 2 . André Turco e Banda. 16 /1 2 . SALASESC - O CINEMA TRANSCENDEN­ TAL: INGMAR BERGMAN. Teatro. In­ gressos à venda. «Gritos e Sussurros. 0 2 /1 2 , 18h. «O Ovo da Serpente. 0 9 /1 2 , 1 8 h e 11 / 1 2, 20h. «DaVida das Marionetes. 1 6 /1 2 ,1 8h e 18 /1 2 , 20h. VIDEO. Grátis. N o Teatro. «Festival do Minuto. 0 8 /1 2 , 17h. «Mostra Direitos Humanos. 1 2 /1 2 , 17 he 19h. TEATRO INFANTIL, ló h . Grátis. No Tea­ tro. «Mãe D'água. 0 2 /1 2 . «Fábulas e Cantigas. 0 9 /1 2 . «Eternos Vagabun­ dos. 1 6 /1 2 . TERCEIRA IDADE. Grátis. «Sonora Anima­ do. Com alunos do curso de dança de salão, animação musical grupo Sociais do Forró. 0 5 /1 2 , 21h30. «A Poesia de Nossas Vidas. Teatro. 1 9 /1 2 , 19h.

M inistério das Relações Exteriores M inistério da Cultura Patrocínio:

Petrobrás De 0 8 a 12. Consulte os horários das sessões.

Cinesesc


INTERIOR •Encenando Lembranças. Oficina com Weber Reis. Até 1 4 /1 2 . Quartas e sex­ tas, 14h às 15K30. «Enfeites de Natal. Oficina. 0 6 /1 2 . Sesc Rio Preto - Av. Francisco das Chagas de Oliveira, 1333. Tel.: (17) 3216-9300 SESC SÃO CARLOS___________________ DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS. Grátis. • Performances Temáticas. Com Sia Santa. 0 1 /1 2 , 11K30, 14h30, 16h e 17 h l 5. «Painel Interativo. Folhe­ tos e troca de informações sobre DST/ AIDS. 0 1 /1 2 , 14h às ló h . «Bate-Pa­ po. Orientações sobre formas de trans­ missão do vírus da AIDS e o que fa­ zer para se proteger. 0 7 /1 2 , 13H30. •Uma Odisséia no Amasso. Com TibicueraeC ia. (RJ). 0 7 /1 2 , 14h30. SHOWS. Grátis. «4° Chorando Sem Pa­ rar. Maratona musical com 12h de du­ ração reúne músicos de primeira gran­ deza para homenagear o Choro Bra­ sileiro. Realização Prefeitura Municipal de São Carlos, Sesc SP, Universidade Federal de São Carlos e Projeto Contri­ buinte da Cultura, da FAI. Apoio cultu­ ral EPTV. 0 9 /1 2 , 1Oh às 22h. «É Tudo Carnaval. Com Ruth Amaral e Mano­ el Ferreira. Abertura: MPB Trio e acom­ panhamento da Banda do Candinho. 0 6 /1 2 , 20h. TEATRO. «Joana D'Arpo. Com Gardi Hulter (SUI). Uma lavadeira, entre de­ lírios, sonha com grandes ações herói­ cas contra inimigos. Ingressos a venda. 0 5 /1 2 , 20H30. INTERNET UVRE. Grátis. «Álbum de Fo­ tos Online. 5 e 6 /1 2 , 19h. «Emoticons Animados. 11, 12 e 1 3 /1 2 , 15h30. CINEMA FALADO. «São Carlos/68. De João Massarolo, 2007. Relata as me­ mórias da greve dos funcionários do Frigorífico São Carlos, em 1968. Grá­ tis. 0 4 /1 2 , 20K30.

Cassiano Ricardo. No Espaço Cultural Tim Lopes, Av. Ouro Fino, 2520, Bos­ que dos Eucaliptos. 0 1 /1 2 , 14h.

Quartas e auintas, 18h. Baile de En­ cerramento ao Curso Tardes Dançantes. 1 2 /1 2 , 20h.

LAMBE-LAMBE CONTEMPORÂNEO - RE­ TRATO DELAS COM SUAS FOTOS. Ex­ posição com trabalhos da fotógrafa Tika Tiritilli e da atriz Mônica Sucupira. Visitação: Grátis. 1 4 /1 2 a 1 2 /0 1 .

TEATRO INFANTIL Repertório Cia. Truks. Ingressos à venda. «Zôo-llógico. 0 1 /1 2 , 17h. «Cidade Azul. 0 8 /1 2 , 17h. «Gigante. 1 5 /1 2 , 17h.

SHOWS. «Tom Zé - Danc-Êh-Sá. N o Plenário da Câmara. Grátis. Ingres­ sos somente 13, 14 e 1 5 /1 2 na Cen­ tral de Atendimento do Sesc (dois por pessoa). Convite válido até o início do show. 1 6 /1 2 , 19h30. «Coral Luther King. Regência M ortinho Lutero. Participação Tito M artino. Show em benefício do Hospital Pio XII. Realiza­ ção Sindicato do Comércio Varejista e Hospital Pio XII. A p oio Sesc SP. N o Tênis Clube, Av. Nove de Julho, 23, Vila Ady-Anna. Ingressos à venda. 0 1 /1 2 , 20h. TRÊS ESTAÇÕES. Espetáculo de teatro dentro do projeto Princípio Ativo. Com a Cia. de Ensaio e orientação da mon­ tagem de Maria Thais. Acima 14 anos. Ingressos à venda. 0 8 /1 2 , sábado, 20h. GESTOS E CULTURAS. Grátis. «Tai Chi Chuan. Aulas abertas para todas as idades com W inne Le. 0 4 a 1 3 /1 2 , terças e quintas 16h. GINÁSTICA MULTIFUNCIONAL Grátis. •Bola Suiça. Aula aberta. 0 7 e 14, 17h. TRABALHO SOCIAL COM IDOSOS. Grá­ tis. «Compartilhar a Vida. Vivência pa­ ra troca de experiência e avaliação da participação nas ações do progra­ ma. Orientação Luiz Carlos Alves. 04 e 1 1 /1 2 , 15h. Sesc São José dos Campos - Rua Coronel José Monteiro, 275. Tel.: (12) 3904-2000

SESCSOROCABA__________________ TEATRO INFANTIL Com Cia. Tarcio Cos­ ta de Teatro. Grátis. «E a Vaca Foi pro Brejo!. 0 8 /1 2 , ló h . «CantandoeCon­ tando o Natal. 1 5 /1 2 , ló h . TORNEIOS. «Magic. M odalidade envolve estratégia e sorte. O participante mon­ ta um baralho de no mínimo 60 cartas a partir das mais de 4.0 0 0 existentes. Grátis. 16 /1 2 , 9h30. OFICINAS. Inscrições na Central de Aten­ dimento. «Cuidando de Natal. Com Fa­ biana dos Santos. 0 5 /1 2 , 19h. «An­ jo Estilizado. Com Rita M aria Papa. 0 8 /1 2 , 14h. «Velas de Natal. Com Elizabeth de Araújo Berni. 12 /1 2 , 14h. Sesc São Carlos - Avenida Comendador Alfre­ do Maffei, 700. Tel.: (16) 3373-2333

AÇÃO EXTERNA ESPECIAL DE NATAL. Apresentações da Orquestra SP Câ­ mara Studio, Orquestra Viola Tropeira com violeiro Ricardo Anastácio e Espe­ táculo Infantil Histórias, Folias e Canti­ gas de Natal com Cia. Cia. Tempo de Brincar. 05 a 1 4 /1 2 , em Itapeva, Itara­ ré, Itu, Itapetininga e São Roque. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AI­ DS. Projeto Garapa, com M arina Reis e Fernanda Ferrari. 0 7 /1 2 , 19h às 20h. SHOWS. «Carlos Madia e Banda - Mais Tudo Isso. Grátis. 0 7 /1 2 , 20 h.«Danilo Caymmi & Cláudio Nucci. Ingressos à venda. 1 4 /1 2 , 20h. «Ritmos do Bra­ sil - Tatiana Rocha. 0 1 /1 2 , 18h. Cho­ ro em Linha de Passe. 0 8 /1 2 , 18h. Trio Cartão de Natalino. 1 5 /1 2 , 18h.

SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS___________ DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS. Grátis. «Quem Vê Cara, Não Vê Aids. Performance do DJ Dedé 3 D, Dança de Rua com Grupo Raízes, Bate-papo com médico do Sesc, Hip-Hop com grupo A Oposição. Apoio Fundação Cultural

72

revista e

CINEMA Grátis. «Narradores de Javé. 0 6 /1 2 , 19h30. SESC GERAÇÕES. Inscrições antecipadas. •Vivência Corporal - Capoeira. 01, 08 e 1 5 /1 2 , 10n30. «Pa Tuan Chin. 05 e 1 2 /1 2 , ló h . «Tardes Dançantes.

ESPORTES. «Xadrez & Cia. Terça a sex­ ta, 13h às 21 h45, sábados e feriados, 9h 15 às 19h. «Espaço Radical. Cir­ cuito de Skate e Patins. Terça a sexta, 13h às 21h45 e sábados e feriados, 9h 15 às 19h. «Festival Esportivo - Tê­ nis. 0 8 /1 2 , lOh. CLUBE DA CAMINHADA. Terças e quin­ tas, 17h. VIVÊNCIAS. «Voga. Turma 1: 04 e 11, 20h e Turma 2: 05 e 12, 20h. «Tui Na. 06 e 13, 20h. «Dança de Salão. 07 e 14, 19h. «Tai-Chi-Chuan. 01, 08 e 1 5 /1 2 , 9h30. Sesc Sorocaba - Avenida Washington Luiz, 446. Tel.: (15) 3332 9933 SESCTAUBATÉ_______________________ DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS. Grá­ tis. «Banda Palhaçal. Intervenções clownescas. 0 1 /1 2 , lOh às 12h, Mer­ cado Municipal e 14h às ló h , Sesc. 0 2 /1 2 , lO h às 12h e 14h às ló h , Sesc. «Vídeo sobre Aids. 01 e 0 2 /1 2 , 9 h l5 às 18 h l5 . SHOWS. Grátis. «Drico Ferreria e Duo de Violões. 0 1 /1 2 , 12h às 15h. «Theo e Toninho Matos. 0 8 /1 2 , 12h às 15h. •Quarteto de Choro com Drico Ferrei­ ra. 1 5 /1 2 , 12h às 15h. «Clube do Choro com Waldir Azevedo. 2 2 /1 2 , 12h às 15h. DANILO E DORI CAYMMI. Show. Mais informações na unidade. 0 9 /1 2 , 1lh 3 0 . TEATRO. Grátis. «Joana D'Arppo. Pça Dom Epamimondas. 0 6 /1 2 , ló h . «Di­ ta Onça e a Cabra Rita. 0 2 /1 2 , ló h . •Cade Kika? 0 9 /1 2 , ló h . «Língua de Boi. 1 6 /1 2 , ló h . «ACentopéia Judite. 2 3 /1 2 , ló h . TRABALHO SOCIAL COM IDOSOS. Grá­ tis. «Baile. Encerramento das ativida­ des de 2007. Animação Banda São Francisco. 0 7 /1 2 , 19h às 22h. «Re­ trato Delas com Suas Fotos. Exposição. Visitação: até 0 9 /1 2 . «...E Paz na Ter­ ra aos Homens e Mulheres de Boa Von­ tade. Exposição. Visitação: 1 1 /1 2 a 0 6 /0 1 . TURISMO SOCIAL «Guarapari (ES): 2 8 /1 2 a 02 /0 1 . Detalhes e valores na unidade. Sesc Taubaté - Avenida Engenheiro Milton de Alvarenga Peixoto, 1264 - Esplanada Santa Terezinha. Tel.: (12) 3634-4000

DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AI­ DS. Espaço para informação, conscien­ tização e prevenção à AIDS e Doenças

Sexualmente Transmissíveis (DST). Com Sidnei G. Alípio (Psicólogo), M aria Jo­ sé Barreto (Assistente Social), Sandra R. Maderal e Durval Bochi (Enfermeiros). Grátis. 0 1 /1 2 , a partir 14h. AMBIENTAÇÃO DE NATAL Objetivo de criar uma reflexão e conscientização para novas atitudes e comportamentos. O processo de transformação e a bus­ ca de novos objetivos de vida são a tô­ nica desta instalação. Visitação: Grá­ tis. 0 4 a 3 0 /1 2 . SHOWS. Área de Convivência. Grá­ tis. «Som Tomé Groove Band. 0 1 /1 2 , ló h . «Kiko Zambianchi e Banda. 0 8 /1 2 , 1óh. «Luama e Banda - Sam­ ba. 1 5 /1 2 , ló h . «Quarteto Soul Pop - Anthology. 2 2 /1 2 , ló h . «Grupo Contradança. Com flautista e saxofo­ nista André Calixto e cantora Sonia Montesano. Inscrições antecipadas. 1 3 /1 2 , ló h . TEATRO INFANTIL. Grátis. «João e M a­ ria. Com C ia. Polichinelo. 0 2 /1 2 , ló h . «O Auto do Boi. Com Teatro do Alfinete. 0 9 /1 2 , 15h. «A Len­ da das Lágrimas. Com C ia. Polichi­ nelo. 1 6 /1 2 , ló h . «Cortejo Nata­ lino. Com G rupo Mundaréu. Com canções recolhidas de folias de reis, pastoris, reisados e outras manifesta­ ções. 2 3 /1 2 , 15h. SESC EMPRESA. «Torneio Futsal Mas­ culino Sesc / Sindeepres. Integração dos associados do Sindicato dos Em­ pregados de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administra­ ção de Mão-de-Obra, Trabalho Tem­ porário, Leitura de Medidores e Entre­ ga de Avisos do Estado de São Pau­ lo. Inscrição na Subsede do Sindepres P. Prudente (18) 3221 03 59 . Rua 12 de outubro, 1380 - Vila do Estádio. Inscrição: até 0 7 /1 2 , sexta. Início jo­ gos: 0 9 /1 2 , a partir 9h, Q uadra Ex­ terna Sesc. OFICINAS CULTURAIS - NATAL Inscri­ ções pagas. «Cartão de Natal. Técni­ ca de Kirigami com José Manuel Cle­ mente. 05 e 0 7 /1 2 , 14h às 17h. «Va­ so de Flores ou Cachepô. 0 6 /1 2 , 14 às 17h. «Decoração de Natal. Confec­ ção de enfeites natalinos e decoração de mesa para a Ceia. 12 e 1 4 /1 2 , 14 às 17h. ESPAÇO DOJO. Artes marciais, e os be­ nefícios proporcionados por sua ação. •Yoga. Inscrições pagas. Quartas ou sábados, 1Oh. «Tai Chi Chuan. Aulas abertas. Grátis. Terças, 15h ou sextas, 9h e domingos, 1Oh. «Karatê. Grátis. Terças e quintas, 14h40. ENCONTRO DE RPG. Mesas de RPG, campeonatos de Card, demonstração de jogos novos, exibição de documen­ tários, oficina para narradores, tor­ neios e mesas preparadas para o even­ to. Grátis. Inscrições no local. Orienta­ ção Felipe Pacca. 15 e 1 6 /1 2 , 10 às 17h. Sesc Thermas de Presidente Prudente - Rua Alberto Peters, 111 Jardim das Rosas. Tel: (18)3916 7619


ALMANAQUE PAULISTANO

A capela em fotos de 1975

Capela São Miguel Arcanjo Em 1560, o padre José de Anchieta construiu uma igrejinha dedicada a São Miguel Arcanjo, como parte das ações de expansão da evangelização dos jesuítas na terra recém-descoberta por Pedro Álvares Cabral. O povoado que se ergueu ao redor desse templo viria a ser um dos primeiros bairros paulistanos, São Miguel Paulista. Em 1622, uma nova igreja dedicada ao santo foi construída, dessa vez pelo padre João Álvares e pelo bandeirante Femão Munhoz, substituindo a construção original. E é essa que pode ser vista até hoje na Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, número 11. Aberta para missas, batizados e casamentos, a capela é o templo religioso mais antigo da cidade e mantém algumas peças de sua construção original, como a pia batismal e a bancada de comunhão, esculpida em jacarandá. A capela foi tombada pelo Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), em 1938, e encontra-se em processo de restauração desde março de 2006.

Vistas Contemporâneas - Memorial da América Latina Inaugurado em 18 de março de 1989, o Memorial da América Latina foi criado com o objetivo de ser um local destinado à reflexão sobre as relações políticas, históricas e culturais entre os países latino-americanos. 0 espaço foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, também autor da escultura A Mão, símbolo do memorial, uma imensa palma por onde escorre um fio de sangue que forma o desenho do mapa da América Latina. 0 local existe ainda para acrescentar ofer­ tas de atividades culturais à cidade. Entre outras atrações, há uma biblioteca com mais de 30 mil títulos, enquanto o Pavilhão da Criatividade reúne cerca de 2 mil peças de arte popular latino-americana - além da Galeria Marta Traba, que recebe exposições periódicas. 0 Memorial da América Latina fica na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda. Para mais informações, o telefone é 3823-4600.

revista e

73


ANDAR EM SAMPA por Maria Aíice Oieno de Otiveira Nassif Aparece na telinha o Kiefer Sutherland circulando agrada­ velmente num carro, mergulhado em conforto, boa música e paz, uma calma impressionante - sobretudo para quem se lembra da imagem, oposta a essa, de seu personagem Jack Bauer, estressadíssimo 24 horas por dia num seriado de TV. De fato, estar dentro de um carro, ainda mais que propor­ cione tais condições, é hoje um objeto de desejo de qual­ quer morador da cidade barulhenta, poluída sonora, visual e atmosfericamente, ora poeirenta, ora inundada... Isso sem falar no aspecto do medo, um tanto real e tão largamente veiculado e explorado pela mídia. Insulfilm, blin­ dagem... carro-armadura contra todos os dragões na cruza­ da diária. 0 carro já não se restringe mais ao meio de locomoção. Trata-se de um refúgio a que nos recolhemos, às vezes por horas, mesmo que a distância percorrida seja de uns pou­ cos quilômetros. Isso se vende facilmente, delirantemente. O prolongamento do humano, que consegue fazer este superar as dificuldades que sua condição humana lhe impõe. Não existe mais lugar na cidade para tantos e tantos carros-armaduras-refúgios. E só 30% dos paulistanos circulam de carro próprio. E 40% do solo urbano é ocupado por vias de trânsito de veículos... Ônibus, metrôs e trens, além de insuficientes, muitas vezes não oferecem a mínima dignidade para quem precisa se deslocar por distâncias maiores do que as pernas, o fôlego e o tempo dis­ ponível suportam. E mesmo de carro o tempo ficou pouco para ir e vir nesta terra superlotada. Esta cidade vive a angústia cada vez que um de seus filhos vai de um lado para outro. Uma disputa constante para ver quem consegue manter a cabeça acima da superfície afogadora. Disse, numa palestra, o professor pesquisador Paulo Saldiva, que estuda aspectos da poluição na cidade: “ Nós nos protege­ mos das péssimas condições de saúde que nos são oferecidas pelo Estado submetendo-nos a planos de saúde privados, da in­ segurança construindo condomínios equivalentes às fortalezas

74

revista e

medievais, da falta de transporte público decente comprando carros, e assim por diante” . Os que podem, contornam os problemas, os que não podem, apenas sofrem. E não se consegue atacar os problemas de forma a garantir que a cidade cumpra seu destino: a cidade, que nasceu da necessi­ dade humana, essencialmente humana, do encontro, da relação, tornou-se um estranho amontoado de indivíduos desconfiados e irritados uns com os outros e resignados à existência urbana nessas condições. Dá a impressão (impressão?) de que estão disputando e não convivendo num mesmo espaço. Cadê a rua do encontro? A praça, o boteco, a porta da escola, o ponto de ônibus, a rua cheia de lojas onde no balcão se dava bom-dia... Lugares-comuns, da vida em comunidade, do espaço e do interesse compartilhado. O teatro, a biblioteca, o acesso a tudo isso? Templos e mais templos confinam e restringem esse acesso a poucos grupos, sob controle. Muita correria e ao mesmo tempo muita frustração. Raras ve­ zes as agendas são cumpridas totalmente. Falta tempo. Falta en­ contro de pessoas. Foi para isso que os humanos inventaram as cidades, não foi? Para aproximar, para facilitar o acesso aos servi­ ços de todos os tipos, para enriquecermo-nos uns aos outros. Há que ser recuperado o sentido disso tudo. Solidariedade não é uma palavra do jargão assistencial apenas, ela deve fazer parte do sentido da convivência, elemento inerente à vida na cidade. São Paulo tem gente do país inteiro, do mundo inteiro, o que lhe confere um potencial de convívio e enriquecimento sem precedentes na história da humanidade. Na história podemos talvez encontrar o fio da meada, o que foi que fez desta Paulicéia o burburinho incessante e hoje quase imobilizante de gente e coisas. Ai, que saudade da minha terra, da gente da minha terra... eu, que nunca saí daqui, já nem sei onde eles estão. ■ M aria A lice O ieno de O liveira N assif , bióloga e educadora , é G erente A djunta de P rogramas S ocioeducativos do S esc SP


LANÇAMENTO DO CD

cia. cabelo de mana participações especiais destaladeiras de fumo de arapiraca Inspirado nas cantigas de trabalho de comunidades do interior do Brasil reunidas pelo grupo em mais de 10 anos de pesquisa. Participação especial das Destaladeiras de Fumo de Arapiraca (AL) e da cantora Ceumar. Direção Geral, Concepção Artística: Renata Mattar.

DIA 6, 21H. POMPEIA

ESTE CD E OUTRAS PUBLICAÇÕES VOCÊ ENCONTRA NAS UNIDADES DO SESC E NA LOJA VIRTUAL w w w .s e s c s p .o r g . b r / l o j a


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Revista E - Dezembro de 2007 - ANO 14 - Nº 6 by Sesc em São Paulo - Issuu