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Revista E - Novembro de 2001 - ANO 8 - Nº 4

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25ã Mostra Inj

ilicÍLo Gulubm?

liia FclLLÜl:

ÉtLCá, iv L'l 0 ! e Ivan Âiigelu Iv ü b e riü Iv ü iiu u iü

Juse G e iiu ín u

M ai iLi Aparecida de àüilllíü §

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Lama M arta Casalí Castaiiliu

RCG a G [AÉDLTa ~

LLeuaua LgiLLgüílil


T e x to de José S a ra m a g o . A d a p ta ç ã o M a r ia A d e la id e A m a ra l. D ire ç ã o José Possi N e to . C om W a ld e re z de Barros, P au lo G o u la rt, C elso F ratesch i, E rib e rto Leão, M a r ia F e rn a n d a C â n d id o , e Jú lia C a te lli. De 2 2 /1 1 a 3 / 0 2 / 0 2 . Q u in ta s ,*s e x ta s e s áb ados, às 21 h, d o m in g o s e fe ria d o s , às 1 8h .

V ILA M A R IA N A


rA a F t i An •

Ss

Os in s e to s observad o s sob os a s p ec­ to s c u ltu ra is , e d u c a c io n a is e c ie n t íf i­ cos. E sp etácu lo s e E s q u e te s T e a tra is . In s ta la ç õ e s C e n o g rá fic a s , M O STRAS: In s e c ta , p in tu ra s , e s c u ltu ra s e in s ta ­ lações de F ab rício S ic a rd i. A A r te dos In se to s , co leçõ es de o b je to s na fo r ­ m a de in seto s c o n fe c c io n a d o s a p a r­ t ir de d ife re n te s té c n ic a s e m a te ria is . O fic in a s Lúdicas: Fan tasias de In se­ tos, circo de pulgas, a rte

n a tu ra l,

d o b ra d u ra s , fa n ta s ia s e ad ereços, in ­ v e n ç ã o de insetos, m o biles, g ravuras, e scu ltu ras. Pro d u ção c o le tiv a de u m a c o lm é ia e um fo rm ig u e iro , com té c ­ nicas de e m p a p e la m e n to , tra m a s , es­ c u ltu ras, co lag em , e n tre outras. A b e r­ tu ra dia 8. A g e n d a m e n to de visitas m o n ito ra d a s : 5 6 6 2 - 9 5 3 3 . IN T E R L A Q O S


Jefferson Barcellos

Cultura da Paz A perplexidade vivida em torno dos graves acontecimentos recentes deve estimular novos modos de pensar e agir no cotidiano de todos os cidadãos. Necessitamos de ações que não sejam contraditórias com aquilo que estamos pretendendo combater. Diante da violência globalizada, precisamos criar condições para o surgimen­ to de uma consciência comprometida com a construção de uma cultura da paz. Nesse sentido, é imperativo transformar as dissidências em forças propulsoras do surgimento de sociedades democráticas, mais livres e menos desiguais, que acolham as pessoas em sua diversidade de culturas, aspi­ rações e possibilidades. Os princípios da tolerância devem ser praticados a todo o momento, para que possamos respeitar e con­ viver com a diferença, em todas as esferas da vida social, como condição necessária para o desenvolvimento de modos de vida mais solidários. Por mais difícil que seja essa empreitada, a construção de consensos humanos é a única saída viável para a superação dos obstáculos que enfrentamos. A intolerância ditada pelos radicalismos de qualquer espécie, sobrevinda na esteira da falta de diálogo, caracteriza-se pela adoção de posições excludentes e obscurantis­ tas, que inviabilizam, de maneira preocupante, a disseminação dos valores democráticos conquistados pelo homem ao longo de sua história. A sociedade organizada tem a responsabilidade histórica de fazer vigorar os valores da ética, dos direitos humanos e das leis diante da violência de qualquer gênero. Uma agenda concreta se impõe tendo em vista levar as lideranças da sociedade civil a atuarem com seu potencial democratizador de processos e, assim, con­ tribuam para que a vida social não seja refém de uma lógica destrutiva que possa comprometer o legado humano calcado no progresso, na racionalidade e na busca do bem-estar. A b ram S z a j m a n P residente do C onselho Regional do S esc no Estado de SAo Paulo

4 revista &


Nesta edição

The Overexcited Body Quarta Idade

25- Mostra de Cinema

Renato Janine Ribeiro

Dossiê Ética Encontros Em Pauta Ficção Inédita Em Cartaz Humor P. S.

Da redação Os atentados terroristas ocorridos em setembro passado nos Estados Unidos, e toda a série de precon­ ceitos disparados no calor da reação, colocaram em cena novamente uma questão de fato fundamental: a tolerância. Mais do que nunca, em um mundo globalizado, o respeito às crenças pessoais, às diferen­ ças de opinião, o convívio entre culturas diversas, muitas vezes antagônicas em vários aspéctos, faz com que o ser humano coloque em perspectiva toda a sua evolução - de sua saída das cavernas à invenção da Internet - e reflita sobre a importância da convivência entre os contrários como proteção inclusive para sua própria sobrevivência. Este tema candente é tema de nossa capa e do depoimento exclusivo da professora espanhola Amélia Valcárcel, uma das palestrantes no Seminário Internacional Ética e Cultura, rea­ lizado pelo Sesc São Paulo. No Em Pauta, professores, políticos e historiadores debatem o terrorismo, a ética e a ação política, em artigos exclusivos. Entre as reportagens, a exposição itinerante The Overexcited Body, no Sesc Pompéia, a 25a Mostra Inter­ nacional de Cinema, no Cinesesc e em várias outras salas da cidade, e os serviços colocados à disposição das pessoas que se encontram na quarta idade. Na Entrevista, uma conversa com o professor Renato Janine Ribeiro, abordando, entre outros temas, o preconceito do brasileiro diante da política. Na Ficção Inédita, um conto da poeta e escritora Renata Pallottini. E ainda, no Em Cartaz, o roteiro das atividades do Sesc São Paulo em novembro. Bom proveito!

D a n ilo S a n to s de M ir a n d a D iretor Regional do S esc de S ão Paulo

revista &

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DOSSIE Cidadão de Papel

"O desdobramento do projeto é criar condições para que grupos desenvolvam trabalhos culturais em suas próprias comunidades" Paulo Fabiano, diretor de Cidadão de Papel, da Cia. Teatro X

ticae ura

0 mundo vive hoje uma profunda crise moral. A ca­ pacidade técnica alcançada e as riquezas das nações não serviram para eliminar as crises sociais e políticas. Interesses se chocam, cul­ turas se confrontam, o indi­ víduo autônomo é esqueci­ do diante de uma socieda­ de enquadrada na cultura de massa. Com o objetivo de discutir como essas questões se relacionam com a ética na sociedade contemporânea, o Sesc promoveu, em parceria com a Unesco e com o Ins­ tituto Ethos, o Seminário In­ ternacional Ética e Cultura,

com a participação de inte­ lectuais brasileiros e estran­ geiros de diversas áreas. Para o professor da Unicamp Roberto Romano, que realizou uma das con­ ferências, a ética tem sido tratada de maneira banal, perdendo sua importância para a construção de uma sociedade mais equilibra­ da. “ E necessário apresen­ tar e discutir os diferentes modos de compreender o papel da ética, de uma for­ ma distinta da noção apre­ sentada em diversos veícu­ los de imprensa e em al­ guns setores da universida­ de e da vida pública.”

Cidadão de Papel é o nome do mais recente es­ petáculo do grupo Teatro X, apresentado de se­ tembro a outubro no Sesc Consolação. A peça é fruto de uma parceria entre o Sesc, o Projeto Aprendiz e o grupo, que pretende levar o espetáculo gratuitamente a centenas de crian­ ças e adolescentes, de modo a estimular a dis­ cussão sobre a relação entre o indivíduo e a so­ ciedade. A peça é uma adaptação do livro ho­ mônimo de Gilberto Dimenstein e conta a his­ tória de um garoto de classe média que se de­ para com uma realidade social violenta e exdudente. Para o diretor Paulo Fabiano, a obra é um aprendizado sobre a identidade, a afetividade e o posicionamento dos indivíduos diante da rea­ lidade. “Buscamos atingir um público variado. Queremos trabalhar essa discussão indepen­ dente da classe social. E a resposta tem sido muito boa. O espetáculo atinge o objetivo de estimular a reflexão e de fazer com que exista um movimento de integração entre os jovens.”

Carnaval dos Animais

Aproximar a música clás­ sica do público infantil é um dos objetivos do espe­ táculo teatral 0 Carnaval dos Animais, apresentado em outubro no Sesc Ipiran­ ga. Com direção de Regina Galdino, a peça traz o ator Cássio Scapin como prota­ gonista, acompanhado pe­ la Orquestra Sinfônica Jo­ vem do Estado de São Pau­ lo sob a regência do maes­ tro João Maurício Galindo. Cássio interpreta o papel de Camilo Sansão, uma

brincadeira com o compo­ sitor francês Camille SaintSaens, que compôs o con­ certo 0 Carnaval dos Ani­ mais em 1886. Para Regina Galdino, a montagem sem­ pre é muito bem recebida. “A criança, diferente do que pensamos, tem fortes referências de música clás­ sica, talvez por causa dos desenhos animados. Atra­ vés do espetáculo, propi­ ciamos que o interesse pela música erudita se consolide.”


Dom Paulo 80 anos

Romeu e Julieta

Dom Paulo Evaristo Arns teve uma participação especial no Seminário Internacional Ética e Cultura, em ou­ tubro, no Sesc Vila Mariana. 0 Arce­ bispo Emérito de São Paulo, que aca­ ba de completar 80 anos, é um dos mais árduos defensores dos direitos humanos no país. Sua luta à frente da maior arquidiocese católica do mun­ do tornou-o conhecido internacional­ mente como um respeitado militante engajado na construção de uma igre­ ja que se una à sociedade para cons­ truir um mundo de justiça, liberdade e prosperidade.

Romeu e Julieta talvez seja a obra teatral mais conhecida do mundo. Com ela, Shakespeare colocou o mito do amor juvenil impossível no inconsciente coleti­ vo. Com o objetivo de resgatar a importância da obra e trazê-la para o público contemporâneo, um dos grupos mais premiados da atualidade, Os Satyros, apre­ sentou, em outubro no Sesc Belenzinho, sua versão do espetácu­ lo shakespeariano, com direção de Rodolfo Garcia Vázquez.

"A riqueza de uma Igreja náo reside tanto em sua história secular, em suas catedrais e arquivos. Está em suas figuras humanas exem­ plares. Dom Paulo comparece como um inestimável patrimônio da Igreja do Brasil e de São Paulo" Leonardo Boff, sobre Dom Paulo Evaristo Arns

Curta na Praça Cine Mambembe é o nome do projeto itinerante de cine­ ma idealizado em 1996 pelos cineastas Luiz Bolognesi e Laís Bodanzky. Com um projetor de cinema, equipamento de som e uma tela desmontável, o projeto já percorreu os confins do país exibindo filmes nacionais de curta metra­ gem a quem muitas vezes nunca entrou em uma sala de ci­ nema. Em outubro, o Sesc Carmo promoveu o evento “Cur­ ta na Praça” , reservando o espaço da Praça da Esplanada para as apresentações do Cine Mambembe.

ia m b e m r e

corredore/.com

Divulgação

É notável a importância que determinados corre­ dores comerciais, como a rua 25 de março, a Santa Ifigênia ou a rua da Consolação, desempenharam no desenvolvimento da cidade de São Paulo. Para resga­ tar a contribuição deles para a metrópole, o Sesc Consolação iniciou, a partir de outubro, o evento cultural e esportivo Corredores.com. O projeto reune, através de campeonatos e festivais de várias modali­ dades, como vôlei, basquete e fiitsal, trabalhadores do comércio e serviços e empresários dos mais sig­ nificativos corredores comerciais da cidade. Além disso, conta com ambientação composta de exposiçnao fotográfica e painéis retratando um pou­ co da história da cidade e dos corredores comerciais.

Três Elos Durante o mês de outubro, a Galeria Sesc Paulista trouxe a São Paulo uma amostra do trabalho da artista plástica mineira Bernadete Amorim. Na exposição Três Elos, a artista apresenta obras que exploram diversas técnicas de manipulação de fios, como crochê e trançados, que se mistu­ ram e criam um complexo retra­ to do universo feminino.

Toque na Vila Marcos Suzano é um dos mais reconhecidos percussionistas brasileiros. É requisitado para apresentações e gravações no mundo todo. Já fez parte dos gru­ pos Nó em Pingo d Água e Aqua­ rela do Brasil e tocou com diver­ sos músicos, como Gilberto Gil e Marisa Monte. Sua parceria com Lenine, no disco Olho de Peixe, de 1993, rendeu um dos traba­ lhos mais importantes da música popular brasileira na década. Em outubro, no Sesc Vila Mariana, Suzano foi o convidado do proje­ to Toque na Vila, no qual apre­ sentou seu mais recente show e coordenou uma oficina sobre técnica instrumental e rítmica. revista <£?

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DOSSIE 1K 9 P V

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0 programa Beco Literário do Sesc Rio Preto homenageou em outubro o escritor mineiro João Guimarães Rosa, falecido em 1968. Palestras, narração de histórias, exposições fotográficas e exibição de filmes compuseram o evento. Para a professora do departamento de Letras Modernas da USP, Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, que proferiu uma palestra durante o evento, a obra de Rosa o coloca entre 05 maiores escritores não só brasileiros, mas também mundiais. “Creio que a literatura brasileira produziu dois dos grandes escritores da literatura universal: Machado de Assis, no século 19, e Guimarães Rosa, no século 20. O que Rosa conseguiu fazer do ponto de vista da técnica narrativa, de uma combinação daquilo que é mais regional com aquilo que é mais universal, é de fato um grande feito, uma grande façanha” , Sandra.

"Guimarães Rosa foi um homem de muitas leituras; um estudioso>interessado pelos mais diversos assuntos. Se interessava por religião, filosofia, xadrez, pintura. Foi um homem de uma formação mui­ to sofisticada. E foi capaz de combinar essa sofisticação com o mundo sertanejo, o que resultou numa mistura muitíssimo interessante" Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, professora da USFJ que participou do programa Beco Literário do Sesc Rio Preto

Aikidô

0 Aikidô é uma arte mar­ cial originária do Japão. Criada pelo mestre Morihei Ueshida na década de 1940, a prática concentra a essência do conjunto de ar­ tes marciais japonesas, bus­ cando coordenar à perfei­ ção as atividades conjuntas do corpo e da mente, em profunda unidade com as leis naturais. Em outubro, no Sesc Consolação, ocor­ reu o Seminário Internacional de Aikidô, reunindo cerca de 400 praticantes em vivên­ cias e palestras, que conta­ ram com a participação dos mestres japoneses Makoto Nishida e Massafiimi Sakanashi, além do mestre bra­ sileiro Wagner Buli.

Um futuro diferente

Quinteto

Em maio de 1996, um grande incêndio atingiu a favela de Heliópolis, na zona sul de São Paulo. Pela televisão, o maestro Silvio Baccarelli acompanhou a tragédia. Decidiu então que faria algo pelas crianças ca­ rentes da comunidade. Nas­ cia o Projeto Heliópolis Ensina Música, que hoje conta com a participação de mais de cem crianças, divididas en­ tre duas orquestras e um coral. Segundo o maestro, o projeto mudou a vida não só dos participantes, mas

São poucos os grupos brasileiros que têm o privi­ légio de completar 30 anos de carreira. Em outubro, no Sesc Pompéia, um dos ícones da cultura nordesti­ na, o Quinteto Violado, co­ memorou o trigésimo ani­ versário com o show “Vi­ são Futurística do Passa­ do” , que incluiu o lança­ mento do disco ao vivo de mesmo nome e contou com a participação do Balé Brasílica de Recife e do trio Matulão. Para Toinho Al­ ves, um dos fundadores do grupo, a data é um marco não só para o quinteto, mas também para a música brasileira. “ É uma grande vitória, sobretudo para nós nordestinos. Mesmo por­ que influenciamos vários movimentos, entre eles o manguebeat, como até Chico Science um dia de­ clarou” .

também de toda a comuni­ dade. “As crianças passam pela rua com um instrumen­ to nas costas e todo mun­ do fica perguntando para onde é que elas vão” , co­ menta Silvio. “As pessoas percebem que há para aquelas crianças a possibili­ dade de um futuro diferen­ te, com dignidade.” Em ou­ tubro, o CoralJovem Baccarel­ li se apresentou no Sesc Ipi­ ranga interpretando um re­ pertório que aborda temas relacionados à cidadania, natureza e não-violência.


Fotografia e cidadania Em outubro, o Sesc Itaquera recebeu a expo­ sição Fotografia e Cidadania, com imagens pro­ duzidas pelos jovens da Febem. A exposição é fruto do projeto de mesmo nome desenvolvido pelo fotógrafo João Kulcsàr desde 1999, e que conta hoje com a participação de cerca de qua­ trocentos jovens. Segundo João, os cursos não se limitam a ensinar a técnica. “As crianças pas­ sam a consumir criticamente as imagens que chegam até elas. Além disso, esse trabalho gera a oportunidade de a sociedade compreender a situação dos internos a partir do próprio regis­ tro fotográfico deles” , conclui.

"Mesmo estando nas piores condições, não devemos cruzar os braços, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos" Peterson, interno da Febem, comentando sua foto (acima) na exposição Fotografia e Cidadania, do Sesc Itaquera

Mamíferos e pegadas, aves e bicos Em outubro foi lançado o livro Mamíferos e Pegadas, Aves e Bicos, no Sesc Ipiranga. A publicação, produzida pela Coordenadoria de Educação Ambiental, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, tem como objetivo apresentar às crianças, por meio de ilustrações, fotos e textos, as diversas espécies de animais que habitam a Mata Atlântica. Para a pedagoga da Coordenadoria, Maria Julieta Penteado, as crianças normalmente têm poucas informações sobre a fauna da Mata Atlântica. “Em geral se fala muito sobre a cobertura vegetal e se deixa de falar de quem vive nela.”

O fazer literário Ziraldo foi o convidado da mais recente edição do Encontro com o Fazer Literário, do Sesc Catanduva. 0 proje­ to, que acontece desde o ano passado, já teve escritores como Ignácio Loyola Brandão, Lygia Fagundes Telles e Moacyr Scliar, e pretende incentivar o prazer e o hábito da leitura e da escri­ ta através do conhecimento dos pro­ cessos criativos de importantes auto­ res contemporâneos. Palestras, deba­ tes e oficinas com a participação de estudantes e professores compõem o projeto, que desde maio destaca a lite­ ratura infanto-juvenil. Para o professor de literatura brasileira da Unesp, Sér­ gio Vicente Motta, Ziraldo tem um di­

ferencial em relação aos outros escri­ tores infantis. “ Ele tem uma mente predominantemente visual, e por isso suas ilustrações e textos se comple­ mentam. Não há uma reiteração, há um interessante diálogo entre essas duas linguagens. E com isso Ziraldo atinge um efeito poético riquíssimo” , afirma o professor.


INSTITUCIONAL

k i d l s dèciajeE iuxíifiBs

ü iv o rá v é íl cia Neste mês ocorreram novas decisões judiciais favoráveis ao Sesc, no tocante às ações propostas por empresas prestadoras de serviços que desejam se eximir do recolhimento da contri­ buição destinada à Entidade. A primeira delas foi a do Juiz Federal Substituto Venilto Paulo Nunes Junior, no mandado de segurança impetrado pela Socie­ dade Civil Palmares Ltda, em andamento na 18.a Vara Cível Fe­ deral de São Paulo. Nesta decisão, foi indeferido o pedido de li­ minar, que pretendia a suspensão da exigibilidade da contribui­ ção destinada ao Sesc. Com brilhantismo, o Magistrado Federal não vislumbrou plausibilidade nos fundamentos e o perigo da demora, já que a mencionada empresa há anos vem recolhendo a contribuição ao Sesc, não lhe parecendo urgente que, por meio do pedido de liminar, deixe de recolhê-la. Além disso, ressaltou que a ma­ nutenção das atividades do Sesc depende dos recursos angaria­ dos com tal contribuição. Também não vislumbrou, para a concessão do pedido de limi­ nar, a presença da verossimilhança das alegações, já que a alu­ dida distinção entre empresas prestadoras de serviços e comer­ ciais se pautou na já ultrapassada teoria dos atos de comércio, adotada por nosso Código Comercial, em 1850. Aduziu, que este critério, além de estar superado pela teoria da empresa, a qual fora abraçada pelo Código Civil, também não é adotado pe­ las normas de regência da contribuição em comento. De acordo com esse apontado quadro normativo, definiu es­ tabelecimento comercial para efeito de incidência dessa contri­ buição, como “todo aquele que desenvolve atividades incluí­ das no quadro coordenado pela Confederação Nacional do Co­ mércio, a que se refere o art. 577 da CLT”. Partindo dessa defi­ nição, concluiu que: “Constando o sindicato a que é filiada a empresa do grupo relativo à Confederação Nacional do Co­ mércio, deve ela contribuir para o Sesc e Senac”. Outra brilhante decisão judicial que também merece desta­ que nesta edição refere-se ao recurso de agravo de instrumen­ to interposto pelo Sesc contra decisão que, em 1.a Instância, an­ tecipou os efeitos da tutela pretendida pelo Sindicato dos Em­ pregados no Comércio Hoteleiro e Similares do Estado de São Paulo, suspendendo a exigibilidade da contribuição em comen­ to. Em uma análise inicial, a Douta Desembargadora Federal Re­ latora Marli Ferreira - 6 aTurma do Tribunal Regional Federal da 10 revista &

3 a Região/SP - atribuiu a este recurso o efeito suspensivo, de­ terminado, desse modo, que o Sindicato volte a recolher a contribuição destinada ao Sesc. Essa decisão teve por fundamento o art. 240 da Constituição Federal, que recepcionou expressamente a contribuição insti­ tuída pelo Decreto-Lei 9.853/46. Além disso, ao final, a Desem­ bargadora Federal acrescentou que as atividades desenvolvidas pelo Sesc beneficiam os empregados da autora e estão postas à sua disposição.

Notas importantes: I - Juiz garante

o d ir e it o

das empresas filiadas

AO SlNAENCO DE PLEITEAR SUA EXCLUSÃO DA AÇÃO

O Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva - Sinaenco pleiteara, em juízo, o indeferimento dos pedidos de exclusão da lide, que vêm sendo apresentados pelas as empresas a ele filiadas, o que lhe foi, no entanto, negado. Logo, os pedidos das filiadas ao Sinaenco continuarão sendo apreciados pelo Poder Ju­ diciário e, via de regra, deferidos, o que determi­ nará não apenas o enfraquecimento da tese apontada por esse Sindicato, bem como uma diminuição crescen­ te de sua legitimidade, para pleitear, em seu nome, inte­ resse de suas filiadas, as quais, por sua vez, vêm de­ monstrando, por meio de seus requerimentos, discor­ dância com o mandado de segurança coletivo impetra­ do pelo Sinaenco, objetivando a suspensão das contri­ buições em questão. II -

T rib u n a l Re g io n a l F ederal d a 3 9 R e g iã o

DETERMINA QUE FACULDADE DEVE CONTRIBUIIR PARA O SESC

A Desembargadora Federal T h e r e z in h a C a z e r t a , julgando Embargos de Declaração opostos pelo Sesc, d e te rm in o u que a F a c u l d a d e B a t i s t a d e A d m i n i s t r a ç ã o e I n o r m ã t i c a c o n tin u e c o n tri­ b u in d o para a E ntid a d e .


Arnaldo Antunes ;Mary Jane Lamond

Zeca Baleiro e Varttina

Antônio Nóbrega e H a b ib

Koite

Alceu Valença Thierry Robin

arte

MILAGRE EM JUAZEIRO

1 s1oac i■e d1a d1e

Estréia Nacional, do film e de W o ln e y O li­ veira, a p a rtir do dia 9. Sessões: 15h30, 17 h3 0, 19 h 3 0 e 21 h30h. D ia ' 1 0 Às 2 0 h

e

esporte

C ín e S E S C S a n to A m a ro

/lostra itin e ra n te , desen vo lvid a em p arceria com I o rg a n iz a ç ã o A r t f o r t h e W o rld . R eúne 3 2 a rtis ta s I e v ário s países a p re s e n ta n d o p erfo rm an ces, in salaçõ es, vídeo s, desenhos e im ag en s fo t o g r á fi-

as. A té 2/1 2 .


ENTREVISTA

Renato Janine Ribe

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O professor de Ética e Filosofia Política 1 da USP, Renato Janine Ribeiro, fala da postura do brasileiro diante da ética e também do perigoso preconceito que existe em relação à política no país Certo e errado. Conceitos antagônicos que se colocam como dois pontos ligados por uma reta: o homem. Em entrevista ex­ clusiva à Revista E, o professor da USP, fala, que participou do Seminário Internacional Ética e Cultura, realizado em outubro no Sesc Vila Mariana, analisa que, sobretudo no mundo de hoje, essas noções não devem iludir como se fossem coisas claras. Há muitos outros pontos ao longo dessa reta. Há uma interpretação errada da obra de Maquiavel? Qual o conceito de ética presente nos textos do florentino? Durante muito tempo, Maquiavel foi considerado um autor maldito. 0 século 20 conheceu uma recuperação da sua obra por alguns motivos. Um deles é o recrudescimento do nosso interesse pela política. A leitura dos textos de Maquiavel nos leva a perce­ ber que ele não defendia a tese de que os fins justificam os meios e de que o mal deve ser praticado para conseguir um fim egoísta. Ele se mos­ tra preocupado com o fato de que na política não existem regras fixas; go­ vernar, isto é, tomar a iniciativa políti­ ca, é um trabalho extremamente cria­ tivo e, por isso mesmo, sem parâme­ 12 revista &

tros anteriores. Assim, essa preocu­ pação do filósofo, por curioso que pareça, torna-se um bom instrumen­ to para repensar a ética. Para falar de ética, também é necessária uma alu­ são a Max Weber e sua teoria das duas éticas. Weber, depois da Primei­ ra Guerra Mundial, distingue a ética de princípios, em que se aplicam va­ lores já estabelecidos, da ética da res­ ponsabilidade, que é a ética do esta­ dista. Esta modalidade aponta para a necessidade de pensar nos resultados possíveis de uma determinada ação. De modo geral, a ética da responsabi­ lidade é uma retomada de Maquiavel; ela representa a interferência da po­ lítica na ética. Agora, o fato interes­ sante é que nós, quando agimos, lan­ çamos mão de um misto das duas éticas. De alguma forma, há alguns valores e princípios dos quais não abrimos mão. Por outro lado, nin­ guém deixa de levar em conta as con­ seqüências de seus atos. Isso nada mais é do que a aplicação da ética da responsabilidade. Então, o ponto in­ teressante de Maquiavel e da questão ética está na maneira como nós a en­ xergamos sob a luz da política. E hoje, com o fim das garantias tradi­

cionais para a ação do indivíduo pri­ vado, estamos todos mais ou menos na posição do príncipe de Maquiavel - isto é, num mundo de incertezas, dentro do qual temos de inventar a melhor posição. O que devemos entender por ética? A ética diz respeito à conduta hu­ mana dividida entre o Bem e o Mal. Mas é muito complicado aplicar esse discurso em uma época em que os va­ lores não são mais absolutos. Não posso dizer que o homossexualismo é errado. Não posso nem dizer que, em princípio, o adultério é errado. Todas essas condutas foram relativizadas. É por isso que se torna essencial mos­ trar às pessoas como é importante que elas enunciem seus próprios valo­ res, e não apenas sigam valores im­ postos por outrem. É preciso que as pessoas descubram seus próprios va­ lores e sejam coerentes com eles. Elas devem pensar, também, quais seriam os resultados, para elas e para a socie­ dade, de uma escolha. O meu proble­ ma tem sido contestar uma ética do certo ou do errado. Uma ética assim acaba isentando a pessoa da dor e da dificuldade de escolher. Isso é muito comum. De modo geral, grande parte


das pessoas que discutem ética no Brasil exalta a reclamação, a indigna­ ção, a crítica, mas não no sentido de definir uma alternativa viável por meio de um pacto da sociedade e da política. Temos que ir além dessa in­ dignação fácil. É preciso estabelecer quais são os valores éticos que as pes­ soas estão prontas a assumir. 0 que não podemos fazer em termos éticos é dispensar as pessoas de suas pró­ prias escolhas. Como a referência à ética de princí­ pio e à ética de responsabilidade se aplica ao Brasil? No Brasil, há uma tendência muito forte de pensar que o político não é um indivíduo ético. Isso significa di­ zer que ele é alguém que até pode se­ guir alguns preceitos morais, mas que quando precisa escolher entre esses valores e o bolso, entre esses valores e o poder, geralmente opta pelo próprio interesse. O que quero dizer é que o preconceito contra a política que vigora no Brasil é extre­ mamente danoso, porque construí­ mos uma imagem de nós que ao mes­ mo tempo em que se mostra muito moralizada, encontra muita dificulda­ de de lidar com a vida real; construí­ mos uma espécie de esquizofrenia do brasileiro. De um lado, o discurso que proferimos se apresenta como um discurso altamente ético e moralizante, mas, de outro lado, a prática - de todos nós, não só dos políticos - é um Deus nos acuda. Esse quadro é particularmente agudo na política. Achamos que a política deveria ser pautada pela ética, por isso insisti­ mos em nos atermos a grandes prin­ cípios, mas no momento de executálos, falhamos. O que significa, então, agir politica­ mente? Significa você ser responsável pelas suas decisões. Antes de entregar um pacote pronto, definindo o que é cer­ to e o que é errado, seria necessário perguntar qual é a maneira correta de agir. Um Código de Ética é uma ex­ pressão contraditória, pois ética e lei são coisas diferentes, e até mesmo

opostas. Se existe um código com re­ gras de conduta pré-definidas, segui-lo ou não independe da pessoa aceitá-lo como certo e justo. O que importa para a sociedade é que ela cumpra a lei, não as razões que a levam a isso. Esse é o caso do trânsito: serei ético se parar no vermelho e se ceder a vez por convicção, e não por medo da lei. Mas, para as demais pessoas, não é impor­ tante se faço isso por razões éticas ou por medo da multa. Assim, se temos um pacote pronto (um Código de Éti­ ca), as pessoas tendem a não refletir sobre as suas próprias ações. Quem pode ser ético é o sujeito que pratica o ato, e não o ato em si.

"Um código de ética é uma expressão contraditória, pois ética e lei são coisas diferentes, e até mesmo opostas" Se o governante se pauta pelos re­ sultados e escolhe sozinho os cami­ nhos a serem seguidos, quais são os parâmetros que limitam sua ação? 0 governante tem mais responsabi­ lidade pelos resultados dos seus atos do que os outros cidadãos. Quando queremos condenar um político, cominamos sua culpa não pelos even­ tuais fracassos das suas escolhas polí­ ticas, mas pela sua corrupção. Esse jul­ gamento é equivocado. 0 governante, de qualquer forma, será julgado pelos resultados dos seus atos. Se o presi­ dente da República melhorar o nível de vida dos brasileiros e reduzir a dife­ rença social, terá cumprido sua missão com sucesso. Agora, sobre a maneira como ele atingirá esse objetivo, paira uma fronteira nebulosa. É difícil dizer que a ação política deve seguir os Dez Mandamentos. Claro, é desejável que siga. Mas não é uma atitude que deve ser perseguida a todo o custo. Há tra­ tados e regras eventualmente desobe­ decidos porque o governante lida com

situações sem ter qualquer proteção. Eu, como cidadão, quando tomo deci­ sões, posso ter uma proteção. Em uma sociedade organizada (que não é o caso do Brasil), sei que se eu trabalhar, for honesto e respeitar as leis, terei se­ gurança, saúde, respeito e educação. E sei também que se não seguir esses princípios não alcançarei essas benes­ ses. No entanto, essa é uma condição para os cidadãos e não para o gover­ nante. 0 governante vive uma situa­ ção de risco, de alto risco. A imposição da ética privada ao governante é com­ plicada. Mas essa é a teoria, digamos, clássica, a leitura convencional de Maquiavel. Eu vou além e acredito que essa ética aplicada ao governante, ou seja, que implica riscos, também vale para nós, cidadãos comuns. Ainda mais em um país como o Brasil, onde mesmo que eu siga a ética dos Dez Mandamentos, não terei a certeza de que tudo correrá bem. É nesse sentido que a ética de responsabilidade, que a princípio seria prerrogativa do estadis­ ta, transfere-se para os cidadãos. Essa é uma das grandes mudanças do final do século 20. No fim das contas, reduz-se a distinção entre as duas éticas - pública e privada. Seria necessário, então, construir um novo arcabouço de valores e prin­ cípios? A principal referência é a responsa­ bilização das pessoas, cuja base prescritiva tem de ser assumida pela pró­ pria pessoa. Tudo isso passa por um processo educativo. É claro que deve ser ensinado para as crianças que elas não podem fazer determinadas coisas. Tal ação tem de vir escudada no prin­ cípio da reciprocidade, que diz que eu não posso fazer algo a outras pessoas que não quero que façam comigo. Não defendo a total ausência de normas. Mas há uma dose enorme de prescri­ ções inúteis. Vivemos num sistema pendular, entre o excesso de proibi­ ções e o excesso de permissividade, que é justamente fruto da nossa difi­ culdade de perceber que a ética, em última análise, significa responsabili­ dade pessoal. Como nós não assumi­ revjsta 0

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en tr evista mos isso e nos pautamos em regras prontas, não conseguimos entender que, mesmo que eu apreenda uma re­ gra que venha de fora, ela só terá vali­ dade quando eu assumir sua autoria, por meio de um processo de questio­ namento. Em contato com uma pres­ crição emprestada, a primeira coisa que devo fazer é perguntar por que apreendê-la. Muito da moral sexual tem a ver com isso. Existe um mal-es­ tar em relação ao sexo ainda muito presente na sociedade brasileira. Esse estado é proveniente desse grande sentimento de culpa. Eu pergunto: que mal faz para a sociedade uma con­ duta sexual considerada pouco orto­ doxa? Qual o problema? O outro lado da mesma moeda é que acabamos sendo muito complacentes com desli­ zes morais de outra natureza, como a corrupção e a infração à lei. Qual é o limite da ética do gover­ nante? A ética do governante é, hoje, a éti­ ca de quase todos nós. A situação em que se encontra o governante, uma si­ tuação que não lhe garante o resulta­ do das ações, é a situação de todos nós. Como não há mais garantias so­ bre o resultado, devemos escolher os governantes considerando os resulta­ dos, mais do que considerávamos no passado. A intenção não é uma garan­ tia do caráter ético de uma ação. Até porque, desde as teorias de Freud, sa­ bemos que a intenção consciente sig­ nifica uma coisa, enquanto o desejo inconsciente significa outra bem dife­ rente. Muitas vezes, o discurso mais moralista esconde uma agressividade extraordinária. Assim, devemos pen­ sar numa ética em que a questão da in­ tenção perca a importância. Mas há outro ponto: a exigência ética sobre o governante, ao contrário do que se imagina, não é pequena. O governan­ te pode agir corretamente e ser con­ denado se ele não atingir resultados convincentes e se não cuidar da sua imagem. 0 governante tem prescri­ ções a seguir. 0 problema é que temos uma imagem falsa disso. Uma imagem que resulta do tempo em que se cen­ 14 revista (E?

surava a imprensa, em que o gover­ nante não prestava contas para a so­ ciedade. Hoje, existe uma série de pre­ ceitos que ele deve obedecer. Tendo em vista o princípio da res­ ponsabilidade, quais são as diferen­ ças entre a ética desenvolvida no pe­ ríodo da ditadura e a de hoje, quando vivemos, em tese, a democracia? Durante a ditadura não havia reci­ procidade: havia o lado que podia tudo e o lado que não podia nada. Ha­ via, em suma, uma desigualdade bru­ tal. Não havia transparência: as ques­ tões eram decididas sem que a opi­ nião pública soubesse o que se passa­ va. Em um regime democrático, mes­ mo com todas as limitações que o nos­ so apresenta, existe a responsabilida­ de do mandatário que passa pela transparência, pelo crivo da opinião pública, pela prestação de contas e pela reciprocidade.

"A ética diz respeito à conduta humana dividida entre o Bem e o Mal. Mas esses valores não são mais absolutos." Como o senhor define política e quais seriam os instrumentos de criti­ ca a um governante? Política, para mim, não está ligada à polis, à cidade, à organização das ins­ tituições, como estava na tradição da teoria política, mas está ligada ao po­ der, no sentido de ser a maneira como cada um de nós pega os fios descosturados da sua vida e tenta ser senhor deles. Então, na hora em que eu me torno adulto, isto é, no momento em que decido ser senhor do meu desti­ no, enfrentando todas as adversidades, é que eu faço política. Por isso eu digo: política é poder. Política é deixar de ser um joguete passivo daquilo que me formou e me tornar mais ou me­ nos um cidadão ativo da minha vida, um condottiere do meu destino. Serei o

estadista do meu futuro. Dessa forma, todos nós fazemos política, mas isso é uma coisa difícil de ser feita, e grande parte das pessoas mostra-se incapaz de conduzir. Para me tornar senhor desses fios - para tornar os meus valo­ res coerentes - preciso, porém, abrir mão de muitas coisas. A crítica à ação política tem a ver com a definição do futuro. É preciso analisar qual futuro o governante está urdindo para a socie­ dade. Qual é o seu projeto? Há êxito? E depois, como se confrontam esse projeto e o meu projeto pessoal. Mas é claro que se deve partir do pressu­ posto de que tais projetos sejam cla­ ros e legítimos, o que não ocorre no Brasil. Aqui, muitas vezes, esses proje­ tos, sobretudo os da direita, são deso­ nestos. Além do mais, faz muito mal à política brasileira que durante a cam­ panha eleitoral nós nos deparemos com atitudes maniqueístas: ora a direi­ ta representa o mal e eu voto na es­ querda, ora acontece o contrário. Como o senhor analisa a postura de nossos governantes diante da ética da responsabilidade? FHC alude à ética weberiana do estadista, ou seja, a essas duas éti­ cas às quais me referi. No entanto, acredito que a ética aplicada pelo governo tucano é a ética da irres­ ponsabilidade, e não a da responsa­ bilidade. Uma ética na qual, quando existem múltiplas escolhas a serem feitas, o governo releva as conse­ qüências e o resultado. Mas quando o resultado fracassa, ele não assume a responsabilidade. Diante do malo­ gro do projeto do governo atual, principalmente no campo social e da energia, não se assumiu a res­ ponsabilidade política. Em princí­ pio, o projeto do governo previa de­ senvolvimento econômico para im­ pulsionar o desenvolvimento social. 0 problema é que o desenvolvimen­ to social não ocorreu e as bases eco­ nômicas falharam no tocante à ener­ gia. Se o grande problema do país é a injustiça social, e o governo atual não conseguiu reduzir esse proble­ ma, então o fracasso é grande. ■


IrRO DE PESQUISA TEATRAL DO SESC E GRUPO DE TEATRO MACUNAÍMA APRESENTAM

1EDÉ1A de Eurípedes

d ir eç ã o : Antunes F ilh o

SESC BELENZINHÕ


ade usto Ruas

Enquanto o mundo novamente experimenta o gosto amargo da intolerância, a experiência étnica e cultural brasileira mais uma vez parece ser algo impensável em outros cantos do planeta

achado de Assis, que era negro, nunca saiu do Rio de Janeiro durante os seus 69 anos de vida. Um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos talvez não precisasse de mais nada. A então Capital Federal já era um verdadeiro calei­ doscópio. Não era preciso ir muito longe para perceber que a diversidade estava em toda a parte. Que o diga Dr. Simão Bacamarte, personagem machadiano de 0 alienista, que, mes­ mo depois de ter estudado na Universidade de Coimbra, em Portugal, voltou definitivamen­ te para a sua Vila de Itaguaí. A vocação brasileira à multiplicidade nunca deixou de existir. Ao contrário. Muitas cida­ des, como a megalópica São Paulo, apenas acentuaram essa vocação. Durante o século 20, não apenas os paulistas impulsionaram a chamada locomotiva do país, mas também os imi­ grantes, seus descendentes e vários refugiados de guerra tiveram a oportunidade de che­ gar e ficar. “ Sou grego de nascimento, judeu por religião, mas brasileiro por opção", afirma Shlomo Shoel, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro, bairro da zona central de São Paulo, famoso por seu ativo comércio e por ser um verdadeiro caldeirão cul­ tural que, ao contrário de outros lugares do mundo, é marcado pela paz. Segundo Shoel, sua entidade abriga hoje oito etnias diferentes. “Temos coreanos, gregos, judeus, italianos, bolivianos, chineses, indianos e árabes” , explica o ateniense que veio ao Brasil ainda criança, em 1954. “A harmonia sempre existiu. O Brasil é um país tranqüilo. Ára­ bes e judeus sempre se deram muito bem por aqui. Não existe o desacordo.” O presidente da Associação Brasileira dos Coreanos, Augusto Kwon, é enfático na sua fi­ gura de linguagem: “Aqui no Bom Retiro, somos iguais à ONU” . Nascido em Seul, o imigran­ te coreano já está há 30 anos no Brasil. Depois de períodos mais difíceis, durante a ditadu­ ra, quando a perseguição era maior, Kwon tem uma definição para a sua colônia aqui no Brasil: “Somos de feição coreana, mas de coração brasileiro” . Ao contrário de outras partes do mundo, principalmente depois do dia 11 de setembro de 2001 (dia dos ataques às tor­ res do World Trade Center, em Nova York), o presidente da Associação Brasileira dos Corea­ nos não tem dúvida em afirmar: “O Brasil é a verdadeira demonstração de uma democracia étnica” . Líder de uma comunidade de aproximadamente 50 mil pessoas no país, Kwon afir­ ma que os coreanos estão perdendo a vergonha e se integrando mais com os brasileiros.

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revista 6 ?

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Iguais à ONU Bairro paulistano é famoso por comércio internacional A Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro (bairro paulistano famoso pelo comércio e por ser um verdadeiro caldeirão cultural) abriga, hoje, oito etnias diferentes. "Temos coreanos, gregos, judeus, italianos, bolivianos, chi­ neses, indianos e árabes", explica o seu presidente, o grego Shlomo Shoel. O presidente da Associação Brasileira dos Coreanos, Augusto Kwon, completa: "Somos iguais à ONU."


“Nas nossas casas, por exemplo, assimilamos as duas culturas. Vivemos meio a meio” , admite. Para ele, o grande problema ainda é a generali­ zação que, às vezes, ocorre. “Não é porque um representante de uma determinada colônia faz algo errado que todos devem pagar por aquilo. Veja o caso dos atentados. É preciso entender o que são muçulmanos e o que são terroristas.” A sintonia também é a regra no famoso mer­ cado persa carioca. Localizado em onze ruas es­ treitas e 57 quadras próximas à rua da Alfânde­ ga, no centro da cidade, árabes, palestinos, liba­ neses e iranianos travam uma guerra diária. Mas essa é pelo preço mais baixo. Desde 1880, a di­ versidade étnica e religiosa existe entre os co­ merciantes da rua da Alfândega. Hoje, a região tem como principal entidade a Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega (Saara). As recentes guerras entre Irã e Iraque continuam trazendo imigrantes do Oriente Mé­ dio para o Rio de Janeiro. Sempre cabe mais um, dizem eles. A situação na famosa rua 25 de Março, no centro da cidade de São Paulo, não é diferente da do Rio de Janeiro. Além do comércio tradi­ cional (lojas de tecidos, de roupas e os procura­ dos armarinhos), outra atração da rua é a culiná­ ria do mundo árabe. Quer seja por alguns res­ taurantes (as cadeias árabes, hoje famosas em toda a cidade, começaram na região), ou nas pe­ quenas lojas de produtos alimentícios. Nesses minúsculos armazéns, se pode comprar condi­ mentos considerados raros pelos brasileiros, mas que são muito usados nos pratos monta­ dos pelos árabes e seus descendentes. O co­ merciante Elias Ambar faz parte da segunda ge­ ração de uma família de árabes que desembar­ cou no Brasil vinda do Oriente Médio. Seu pai, George Ambar, que deixou o interior do Líbano em 1948, resolveu montar um armarinho na 25 de Março há 50 anos, e Elias, ao lado de mais dois irmãos, é o responsável por dirigir os negó­ cios hoje. “Graças a Deus o clima aqui é de total harmonia. Não temos nenhuma referência pró­ xima do que é viver em guerra” , diz o comer­ ciante. Segundo ele, tanto a família de sua mãe como a de seu pai resolveram deixar o Líbano por causa do clima hostil que já havia naquela época. “ Infelizmente, as coisas pioraram recen­ temente outra vez” , atesta Elias. O objetivo de seus pais era bem claro: trocar um país sem ne­ nhuma perspectiva por um outro que poderia oferecer a eles um grande horizonte pela fren­ te. “Não nos arrependemos” , conclui.

Os árabes têm forte expressão no Brasil com uma colônia de aproximadamente 9 milhões de pessoas, sendo 6 milhões de libaneses. Os italianos e seus descendentes somam cerca de 25 milhões; os japoneses, 1,2 milhão. Os poloneses e seus descendentes, principalmente no sul do país, seriam quase 2 milhões.

U m po r to segur o

A sensação dos imigrantes que desembarca­ ram no Brasil no século passado - de que o país era um porto seguro - continua muito forte. O caldeirão étnico continua em ebulição. Nos anos mais recentes, não apenas os nossos vizi­ nhos latino-americanos, mas também os africa­ nos têm se refugiado aqui. Segundo o relatório do Sesc Carmo, uma das entidades que atende refugiados encaminhados pelo Alto Comitê das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), membros de nove países africanos estão, hoje, tentando recuperar a dignidade vivendo em São Paulo. A lista dos países (Serra Leoa, Angola, Re­ pública Federal do Congo, Nigéria, Libéria, Mar­ rocos, Tanzânia, Sri Lanka e Ruanda) mostra que a guerra é o grande motivo da fuga. Depois do acordo assinado em 1995, entre Sesc São Paulo, Senac e Cáritas (entidade ligada à Arquidiocese de São Paulo), 539 refugiados já foram atendidos pelo serviço. O Senac oferece cursos profissionalizantes; a Igreja, alojamento. Segundo Denise Collus, no Sesc eles têm aulas de português, acesso à Internet e a refeições a custo subsidiado. A Acnur recebe também refugiados do Leste Europeu, por causa de guerras e revoluções so­ ciais. São originários da Romênia, Albânia e exIugoslávia. U n iv e r s id a d e a b e r ta

A comunidade africana na Universidade de São Paulo (USP) também é bastante significativa. São mais de cem estudantes de graduação e pósgraduação que, através do Itamaraty, desembar­ cam todos os anos na maior universidade da América Latina. Bem enturmados, eles dizem não saber o que é intolerância étnica por aqui. revista G

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Porém, em outras épocas, a disponibilização de vagas para alunos africanos não era totalmente aceita pelo resto da comunidade, principalmen­ te pelos brasileiros que moravam perto do cam­ pus. Estudam, hoje, na graduação da Universida­ de de São Paulo, 45 representantes de países africanos. Segundo a Comissão de Cooperação Internacional (CCInt) da entidade, há 6 alunos de Angola, 24 de Cabo Verde, 10 da Guiné, 4 de Mo­ çambique e 1 da Nigéria. Dados do Memorial do Imigrante de São Paulo apontam que, entre os africanos, os angolanos são os que formam a maior população no Brasil, cerca de 40 mil pessoas. No geral, os grandes grupos de imigrantes ainda são os europeus lati­ nos (espanhóis e italianos) e os orientais (japone­ ses, chineses e coreanos). Os árabes têm forte expressão no Brasil, com uma colônia de aproxi­ madamente 9 milhões de pessoas, sendo 6 mi­ lhões de libaneses. Por essa estimativa, acreditase que vivam no Brasil hoje 25 milhões de italia­ nos e descendentes e 1,2 milhão de japoneses. Os poloneses, principalmente no sul do país, se­ riam quase 2 milhões. Os números referem-se aos imigrantes e seus descendentes diretos. Pa s s a d o x e n ó f o b o

Os imigrantes, que hoje vivem um período de relativa paz no Brasil, já passaram por momen­ tos bem mais difíceis por aqui. As lutas étnicas e religiosas, muitas vezes veladas - como é o caso do racismo hoje - , sempre existiram, de uma forma ou de outra. “As imigrações são, muitas vezes, forçadas; além disso, a falta de passado para um ser humano pode ser algo mais agressi­ vo que a morte” , explica Sônia Maria Freitas, his­ toriadora do Memorial do Imigrante que acaba de defender uma tese de doutorado na USP, pes­ quisando sobre a imigração armênia, chinesa, espanhola, húngara, italiana, lituana, okinawana, russa e ucraniana. “Depois da ditadura militar, que perseguiu comunistas de todas as origens, todos os povos tentaram recriar suas tradições. Muitas vezes, eles mantêm traços culturais já transformados no próprio país de origem” , afir­ ma. “Ao contrário do que se propaga, eles não estão tão integrados, aculturados ou abrasileirados", diz a pesquisadora, que conseguiu detec­ tar em sua pesquisa alguns períodos hostis aos imigrantes. O governo de Getúlio Vargas foi um dos mais xenófobos da história do Brasil. Segundo a histo­ riadora, o regime do Estado Novo não apenas impôs várias restrições à entrada de estrangeiros 20 revista

As vilas da paz A paz é possível, seja entre indivíduos ou en­ tre grupos. Todos podem viver juntos, lado a lado, sem hostilidades. Essa é a filosofia da Children's International Summer Villages (CISV), uma organização não-governamental espalhada em 62 países do mundo, inclusive no Brasil. O objetivo é colocar jovens e adul­ tos de diferentes culturas em um mesmo lu­ gar. Durante algumas semanas ou meses, de­ pendendo do programa escolhido, as diferen­ ças são mostradas à exaustão. O binômio paz-conhecimento tem dado muitos bons re­ sultados para os dirigentes dessa entidade, que tem sua sede na Inglaterra. Segundo o balanço oficial da instituição, 155 mil jovens participam das atividades da CISV em todo o mundo. A cada ano são realizadas mais de 4 mil atividades, nos oito principais projetos à disposição dos interessados. "O Brasil tem um papel ativo nesses eventos", in­ forma Paulo de Castro Reis, presidente da CISV nacional. "A associação brasileira é a que mais recebe e envia participantes para os pro­ gramas Summer e Seminar Camps e está en­ tre as quatro maiores do mundo nos progra­ mas Village e Interchange." Para mostrar que o conhecimento e o res­ peito mútuo começam na infância, um dos programas com mais adeptos da CISV é o Vil­ lage. Durante quatro semanas, grupos de crianças de 11 anos de idade se reúnem em algum lugar do planeta para um verdadeiro intercâmbio cultural. Por ano, apenas esse programa recebe a inscrição de 84 mil pes­ soas. Ao redor do mundo, existem 1.430 "vi-


Um acordo assinado pelo Sesc, Senac e Cáritas (entidade ligada à Arquidiocese de São Pauio) criou um serviço de assistência a refugiados que já atendeu 539 estrangeiros

ONG promove integração entre adolescentes ao redor do mundo Ias da paz". Os demais programas são reali­ zados seguindo a mesma filosofia, mas com crianças e jovens de outras idades. No Interchange, indicado para meninos e meninas de 12 a 15 anos, os participantes conhecem a cultura de famílias estrangeiras, in loco, nas residências dos anfitriões. O Summer Camp e o Seminar Camp são, respectiva­ mente, destinados para jovens de 13 a 15 anos e de 17 a 18 anos. O Youth Metting já mistura faixas etárias, dos 11 aos 19 anos. Outras formas de convívio também são montadas pelo staff da CISV. Um dos mais recentes projetos é dirigido a adultos com mais de 19 anos. O International People's Project já foi realizado cinco vezes em dife­ rentes lugares do globo. Geralmente, os gru­ pos são de 20 pessoas. Em 1999, foi a vez do Brasil sediar um desses eventos, que duram no máximo três semanas. A missão do grupo sempre é construir algo ou se integrar às atividades de alguma comunidade. A reserva natural de Salto Morato, no sul do estado de São Paulo, foi a eleita para a visita. Os partici­ pantes passaram os seus dias lá, dividindose entre atividades culturais e educativas, além das altamente braçais. Foram cons­ truídos na região trilhas de observação da natureza e até uma espécie de anfiteatro para sediar os eventos culturais do parque. O mesmo projeto, exemplo claro de diver­ sidade pacífica, também já visitou a Alema­ nha, a Suécia, a Costa Rica e a Espanha.

como intensificou a xenofobia no país. “ Instalouse aqui um verdadeiro clima de terror e perse­ guição, a partir de 1939, com o início da Segun­ da Guerra Mundial e, principalmente, a partir de 1942, com a entrada do Brasil no conflito inter­ nacional” , explica. Não ter passaporte nacional nos anos que correspondiam à Segunda Grande Guerra também era bastante perigoso. “Consta­ tamos que a política getulista de perseguição aos imigrantes atingiu também aqueles que não eram oriundos dos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão).” As pesquisas de Sônia mostram uma série de agressões contra húngaros, lituanos, ucranianos, russos e poloneses. “ Essa polí­ tica colaborou, e muito, para o enfraquecimento de traços étnicos ou manifestações culturais des­ ses grupos e de outros.” Porém, Getúlio Vargas não foi o primeiro a criar políticas xenófobas em território brasilei­ ro. Durante a Primeira República, o Estado bra­ sileiro também se mostrou bastante intolerante ao imigrante. “Tentaram barrar a entrada de mi­ litantes e de lideranças anarquistas” , lembra Sô­ nia. Por causa da forte atuação dos imigrantes espanhóis e italianos nas greves operárias de 1906, 1917 e 1919, o Governo passou a exigir dos estrangeiros um atestado de bons antece­ dentes. “ Era preciso provar que o candidato a vir ao Brasil não era nem grevista nem bolchevista, e que tinha bom comportamento moral e civil em seu país.” Em épocas ainda mais remotas, os cristãos-novos que habitavam principalmente a cidade do Rio de Janeiro durante o período colonial, sofreram com a perseguição do San­ to Ofício. A cíclica intolerância aos iguais não é um privilégio dos tempos modernos. “A In­ quisição antecipou em cinco séculos a insani­ dade racista do século 20” , afirma Anita Novinsky, professora do Departamento de Histó­ ria da Universidade de São Paulo. Segundo Anita, o fanatismo religioso da Inquisição tem as mesmas características do radicalismo apresentado hoje pelos grupos muçulmanos. “A Inquisição também se autoproclamava Cor­ te de Justiça Santa” , lembra a professora. Não é a primeira vez que o termo santo, hoje as­ sociado pelos terroristas muçulmanos à guer­ ra, é usado por uma causa nada religiosa. “ O fanatismo religioso sempre causou guerras sangrentas da História” , diz Anita, em um tom suave de alerta. ■ A u g u s t o R uas é j o r n a u s t a e b ió l o g o .


22 revista &


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do mundo Em sua 25- edição, a Cinema

de

São

Paulofoi a s

cineastas brasileiros. A variedade das produções ofereceu um belo exemplo de pluralidade

a 25a Mostra Internacional de Cinema, encerrada em I o de novembro, é possível ex­ trair algumas lições. A pimeira é que o evento demonstrou que o ci­ nema depende da exibição. Esse truísmo, à primeira vista óbvio, ain­ da não está muito bem assentado nas mentes guiadas pelo faro único do capital. Se cinema é arte, sua fi­ nalidade não deve vir atrelada tãosomente a estrondos de bilheteria. Vale mais oferecer ao público a oportunidade de apreciar a engenhosidade da técnica e da lin­ guagem cinematográficas, que, dis­ pendiosas, dependem de um ins­ trumental sofisticado para existir. Portanto, a Mostra é, a priori, um es­ petáculo democrático, que permite a veiculação de variadas veleidades dos cineastas. O que ocorre, de fato, é que o filtro meramente finan­ ceiro que pontua o cinema comer­ cial cai por terra, abrindo espaço a um outro critério de seleção que, justo ou injusto, pelo menos dis­ pensa o lucro fácil. E esse julgamen­

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Ao lado, cena do filme A professora de piano, que rendeu prêmio de melhor atriz em Cannes para Isabelle Huppert

to pôde ser realizado pelos especta­ dores em várias salas que abrigaram as exibições. “ Nos últimos anos, o mercado se abriu um pouco mais” , analisa Leon Cakoff, organizador da Mostra, que este ano recebeu o no­ me de Mostra BR de Cinema devido ao patrocínio da Petrobrás. “ 0 público está mais exigente também e isso é um reflexo da abertura que o festi­ val provoca no mercado” . Cakoff co­ menta que, em função desse cenário mais amplo, já se pode con­ tar com um número mais significati­ vo de distribuidores que ajudam a viabilizar um evento de cinema nos moldes da Mostra, sejam eles pequenos e independentes ou grandes multinacionais. Mas alerta: “Não dá para dormir de toca nunca. Tem que continuar fuçando e desco­ brindo novos talentos” . Essa data comemorativa permitiu uma revisão crítica ao colocar em evidência a produção cinematográfica mundial e, inclusive, a brasileira. “ 0 fasci­ nante desse festival, ao longo do tempo, é a possibilidade de pinçar rpvistA

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Acima, cena do documentário Memórias em Super 8, do diretor iugoslavo Emir Kusturica, que registra a turnê de sua banda peta Europa; na página ao lado, 0 Caminho para Kandahar, do iraniano Mohsen M akhamaibaf símbolos das épocas” , retoma Cakoff. “ Isso acontece em qualquer festival, não é privilégio nosso. 0 privilégio é ter 25 anos consecuti­ vos de história.” Nessa arena privilegiada, em que se encontram trabalhos de matizes tão divergentes, assistir à cópia restau­ rada de Ouro e maldição (Greed), de 1924, filme mudo originalmente montado para ser exibido em nove horas, deve ter alçado o espectador a um plano de embevecimento, no sen­ tido dele se sentir rendido às origens. Na verdade, esta pode ter sido a prin­ cipal lição que a 25a Mostra ensinou ao amante do cinema: um agradável e revelador retorno às origens. Conhecer o outro Esse é o pensamento generaliza­ do entre os promotores do evento. Luis Alberto Santana Zakir, gerente do CineSesc, uma das salas que abrigou o festival, atesta que o

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principal diferencial da Mostra In­ ternacional de São Paulo é a busca pelo novo, em termos “ geográfi­ cos, étnicos e de conteúdo". “ É in­ tenção do festival exibir o que não chegaria aqui de outra maneira. São filmes que estão fora de catálo­ go, trazidos por meio de um gran­ de garimpo na busca por cineastas de todas as partes do mundo. Privilegiam-se produções independen­ tes, que necessariamente não estão inseridas num sistema mais globali­ zado, mais comercial.” Há, também, um outro destaque importante proporcionado apenas em um colóquio desse porte: a pre­ sença in loco dos diretores. Ainda de acordo com Zakir, a importância do encontro do cineasta com o pú­ blico está em despertar um interes­ se que ultrapasse a simples exibi­ ção: “ São dois os objetivos. 0 pri­ meiro é a possibilidade de d irim ir uma eventual dúvida diretamente

com o criador do filme. Depois, a presença do diretor cria um vínculo mais próximo entre o espectador e a obra, tornando mais dinâmico es­ se contato” . No mesmo sentido, o crítico de ci­ nema Inácio Araújo ressalta as possi­ bilidades que um evento da enverga­ dura da Mostra abre para a distribui­ ção de novos filmes. “ O Brasil per­ deu, há muito tempo, a sua capaci­ dade de distribuição, cujo controle está nas mãos das grandes compa­ nhias. Durante a Mostra, além da possibilidade dos filmes serem exibi­ dos, muitos deles são adquiridos e entram no circuito comercial. Histo­ ricamente, tomamos contato com uma série de cineastas novos, que nos apontaram outros rumos a se­ rem seguidos. Ninguém conhecia o cinema iraniano antes dele ser exibi­ do na Mostra. Hoje, sabemos que a realidade social daquele país, e de muitos outros, assemelha-se à nossa


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nos sonhos, nas preocupações e nas dificuldades materiais. E, por outro lado, eles produzem filmes sofistica­ díssimos, de grande sensibilidade.” Se de um lado estão o crítico e o divulgador de cinema, do lado oposto está a figura do realizador. Daniela Thomas, diretora de 0 pri­ meiro dia, foi a única jurada brasilei­ ra a avaliar as produções exibidas durante o festival. Segundo ela, não há qualquer dificuldade em julgar filmes de compleição tão desseme­ lhantes. “ Não importa a etnia, a téc­ nica, o país ou a temática do filme, o que vale é a boa execução da lin­ guagem cinematográfica. A qualida­ de do filme está na capacidade de emocionar, de transmitir idéias de forma direta e emotiva. O cinema é uma linguagem universal e as parti­ cularidades que variam de filme para filme são um charme a mais. Até porque, um filme tecnicamente malfeito, como é o caso dos filmes do Dogma 95, pode conter uma grande beleza.” Outra questão ressaltada pela dire­ tora é a possibilidade que o cinema tem, como linguagem universal, de difundir uma cultura pelos quatro cantos da Terra. “ Em tempos de con­ flito mundial, conhecer o outro é es­

sencial e, nesse aspecto, o cinema tem grande importância. Através dos filmes, torna-se possível saber que as pessoas envolvidas no conflito atual têm os mesmos anseios, desejos e medos que nós.” Daniela ressalta, ainda, que o pró­ prio ambiente do festival, nesses 25 anos, foi (e ainda é) muito frutífero para a educação dos cineastas brasi­ leiros. “ Nesse grande encontro, te­ mos a possibilidade de conhecer pessoas que ainda produzem cinema pelo amor à linguagem, o que é cada vez mais raro, principalmente nos EUA. É uma chance de se manter antenado com o que ocorre em países mais inacessíveis. Acho que a Mostra é um serviço público de primeira qualidade, uma ilha de sanidade diante do ataque sem tréguas do ci­ nema comercial.” Além de todos esses benefícios, Daniela gosta do clima que assalta a cidade durante os dias do evento. “Acho um barato a expectativa dos paulistanos. Parecem torcedores de futebol esperando a final do cam­ peonato. E o mais importante é que a Mostra coloca a cidade de São Pau­ lo no mapa e cria um ambiente mui­ to propício para o contato entre produtores e diretores.” ■

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Múltiplas Culturas CineSesc e Mostra: 22 anos de parceria A trajetória do CineSesc se mis­ tura em grande medida à história da Mostra Internacional de Cine­ ma de São Paulo por dois moti­ vos. O primeiro é que desde sua inauguração, em 1979, a sala si­ tuada na rua Augusta sempre foi um dos locais de exibição do fes­ tival. O segundo motivo é que o critério que rege a escolha dos fil­ mes a serem mostrados durante o evento se aproxima muito da filo­ sofia seguida na programação do CineSesc. "Atendendo aos ideais da instituição de fomentar a cultu­ ra e difundir as múltiplas manifes­ tações artísticas, sem se prender ao resultado econômico, o Cine­ Sesc oferece ao público filmes de qualidade, que teriam pouca ou nenhuma chance de chegar ao consumidor pelo circuito comer­ cial", explica Luis Alberto Santana Zakir, gerente do CineSesc. "Além disso, fazemos o possível para exibir os filmes da Mostra na nos­ sa programação normal, dando continuidade à proposta inovado­ ra do festival." Em anos anteriores, Zakir ressal­ ta que foram, exibidos filmes como Amor proibido, Eureka, Luna Papa, ■ Tabu e Pão e tulipas, entre outros. rfevista 0

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1Duas das maiores expressões do ser humano, arte e esporte, aparecem juntas na exposição itinerante TheOverexcited

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fotos, vídeos, áudios e até videogames auxiliam na reflexão sobre a relação do homem com o corpo ma análise sobre o esporte pode ser conduzida por mui­ tos vieses. Há o aspecto socio­ lógico, que informa sobre sua integra­ ção nos vincos sociais; o aspecto da educação física, que trata da saúde; o âmbito econômico, que se refere aos negócios; podemos também aludir à política do esporte, à sua plasticidade, ao seu caráter antropológico. Enfim, o esporte, como uma produção do en­ genho humano, reflete todas as idios­ sincrasias da vida comum - é um es­ pelho do mundo, no sentido de que reproduz os dramas e as alegrias da existência do homem no planeta. Outra reflexão sobre o mundo es­ portivo, que considera suas raízes mais recônditas, diz respeito ao pon­ to fundamental da prática esportiva - inexoravelmente ligado à competi­ ção. Explica-se: na origem mais imberbe do esporte, encontra-se seu elemento fundador no antagonismo. Daí deriva uma lógica inextricável: o confronto entre rivais pontua as ma­ nifestações esportivas. É essa contra­

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dição é^sencial - ebulição de uma força dinâmica, que coloca frente a frente luta e paz, estratégia e movi­ mento, silêncio e ruído - que está re­ tratada na exposição The Overexcited Body, em cartaz no Sesc Pompéia até 2 de dezembro. Na mostra, são exibi­ das obras de artistas brasileiros e es­ trangeiros, cujo mote, claro, é o es­ porte, materializado em seus diver­ sos matizes. De acordo com a curadora do evento, Adelina von Fürstenberg, que encabeça a ONG Art for The World, o germe da exposição nasceu em 1997, quando ela organizou a ex­ posição Limites da Consciência, tam­ bém no Sesc Pompéia. “ Foi a concep­ ção do Sesc, unindo aspectos cultu­ rais e esportivos na sua base de tra­ balho, que me levou a pensar numa mostra como essa. Assim, The Overex­ cited Body não tem um objetivo espe­ cífico, tem apenas uma razão de exis­ tir.” A curadora convidou artistas cu­ jas trajetórias são envolvidas com o esporte, de uma forma ou de outra. revista

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Acima, Futebol, obra de Nelson Leirner; na outra página, trabalho da norte-americana Barbara Kruger; no box, vídeo instalação do espanhol Domingo Sanchez B/anco, que traz máscaras do jogador Garrincha “São artistas que gostam de esporte e que já o retrataram em seus traba­ lhos. Quando os convidei para expor, não divisei o que cada um faria, dei­ xei-os criar livremente sobre o tema geral. Na verdade, cada trabalho é uma reflexão individual sobre o es­ porte.” Dessa maneira, a exposição em si tornou-se uma arena de encontros, na qual as questões cruciais acerca do paradoxo inserido nas práticas espor­ tivas são debatidas com o público. Como a exposição é itinerante, tendo sido inaugurada em Milão, com pas­ sagens previstas por Genebra e Nova York, Adelina ressalta a importância de privilegiar aspectos locais na con­ cepção da mostra e dos eventos para­ lelos que a acompanham. “ Na Itália, utilizamos o grande velódromo muni­ cipal, pois os milaneses são fanáticos por ciclismo. No Brasil, claro, a paixão é o futebol, assim, procuramos dar destaque a esse esporte e aos futebo­ listas.” Na inauguração do evento, mês passado, a presença do ex-joga­ dor Sócrates, um concerto com Elza Soares e a distribuição de máscaras do célebre Garrincha tingiram a expo­ sição com tintas locais. 28 revista &

Pa r a d o x o n a a r e n a

Se não existe um objetivo específico determinado, o resultado material da exposição, representado pela produ­ ção multimídia à mostra no Sesc Pompéia, com performances, instalações, fotos, vídeos, áudios e até videogames, encontra eco em uma ampla pensata, que avaliou os usos estéticos do esporte ao longo do tempo, bem como sua apropriação pelas diversas áreas do conhecimento. O artista plástico Joseph Kossuth criou um pôster e uma camiseta inspi­ rados nos valores anti-racistas do es­ porte. Intitulado I Am We (Eu Sou Nós), o trabalho exprime a sua opinião so­ bre um elemento que ele considera a “ponte que une diferentes comunida­ des culturais” . “O esporte tem o po­ der de viabilizar o diálogo. Antes das pessoas negociarem acordos financei­ ros ou apreciações políticas, há outro negócio em um nível mais popular, que se desenrola nos campos, nas quadras e nas pistas” , afirma o artista americano. Já o suíço John Armleder, conhecido por desestabilizar a rela­ ção entre obra de arte e espaço de ex­ posição, criou a Skate Board Ramp, uma rampa de skate que pode ser

usada livremente por patinadores e amantes da modalidade, estabelecen­ do assim uma relação direta entre a cultura por excelência e a cultura de rua. “ Existe uma ligação muito antiga entre esporte e arte na minha vida” , explica. “ Por outro lado, nunca produ­ zi trabalho de ocasião para obedecer a um tema específico de uma exposi­ ção.” Armleder completa dizendo que, em alguns casos, seus trabalhos


“servem” ao propósito da curadora. “Foi isso que aconteceu neste caso. Eu tinha realizado essa obra com uma esteira rolante em 1980 e, para expôla, acrescentei alguns elementos. Eu nunca dou explicações sobre o signifi­ cado das minhas obras, deixo para as pessoas interpretarem.” Já obras como a do mexicano Carlos Morales (três lutadores de luta livre mascarados que se enfrentam no tea­ tro do Sesc Pompéia) e a instalação Iron Heavens, do jamaicano Nari Ward (bastões de beisebol queimados, re­ colhidos em guetos nova-iorquinos), atribulam espíritos inauditos, atrela­ dos ainda à lição simplória, porém louvável, do Barão de Cobertin, que um dia alardeou que o importante é competir. V e r d e -a m a r e l o

Os artistas brasileiros presentes no evento preferiram ressaltar os elemen­ tos defiision, tão caros à nossa cultura. Salvo Hélio Oiticica, homenageado, in memorian, com sua célebre Sala de Si­ nuca, obra apresentada em 1966 para a mostra Opinião 66, na qual ele recria as cores e as atmosferas da obra-prima de Van Gogh 0 Café Noturno, os outros artistas da terra lançam mão dos as­ pectos esportivos arraigados na vida do brasileiro.

Lenora de Barros e Cid Campos exibem a obra (Des)Encorpa - 0 Corpo Não Mente, 2001, peça que reúne texto, música e “ samples” . Regina Silveira, com sua série Dilatável, apresenta pequenas imagens de mi­ litares, políticos, executivos e joga­ dores de futebol com grandes som­ bras projetadas e distorcidas pela ação da perspectiva. Em Transferên­ cia, de Michel Groisman, a chama de uma vela é transportada de uma vela para outra com movimentos cuida­ dosos e equipamentos adaptados às pernas, braços e cabeça do artista. Mas, talvez, o exemplo mais pun­ gente fique a cargo de Nelson Leirner, que ornou um campo de futebol de botão e seus arredores com uma pluralidade de bonecos de gesso e plástico, adquiridos em lojas popula­ res. A manifestação é composta de mais de 3.000 índios, Mickeys, São Jorges, macacos, fadinhas, pretosvelhos, Super-Homens, Nossas Se­ nhoras e uma plêiade de peças dos mais variados tamanhos, dispostas aleatoriamente. “ Não há nenhuma pretensão especial por trás dessa manifestação, apenas o desejo de fazer com que as pessoas se identi­ fiquem com essa grande mistura que, no fundo, caracteriza o nosso país” , conclui Leirner. ■

Mostra

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Arte e esporte>juntos em exposição no Pompéia A mostra itinerante de arte contemporânea The Overexcited Body, A rte e Esporte na So­ ciedade C ontem porânea, reali­ zação da O N G Art for The World e do Sesc São Paulo, deve ser exibida ainda em Ge­ nebra e em Nova York em 2002. A exposição traz uma sé­ rie de peças de arte contempo­ rânea com raízes profundas nos esportes e nas mudanças ocorridas em nossa relação com o corpo - o que afeta nos­ sas vidas, em caráter indivi­ dual, e a sociedade como um todo. Ao representarem drásti­ cos contrastes entre vitória e derrota, entre os esforços indi­ viduais e em grupo, tais obras não apenas exploram e ques­ tionam as questões relativas à tolerância, à coexistência, à luta contra o racismo e a dis­ criminação social, mas tam ­ bém as pontuam. A mostra pretende, ainda, enfatizar os aspectos antropológicos dos esportes ao analisar os meca­ nismos pelo qual o espírito de integração é criado dentro da sociedade. A exposição, que traz obras de artistas brasilei­ ros e internacionais, fica em cartaz no Sesc Pompéia até 02 de dezembro. reyista &

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xistem no Brasil cerca de 10 mi­ lhões de pessoas com mais de 60 anos, o que eqüivale a 7% da população. Segundo dados da Organi­ zação Mundial de Saúde (OMS), se a tendência se mantiver seremos 32 mi­ lhões de idosos em 2025. O aumento da expectativa de vida do brasileiro, em média 65 anos, gerou uma mu­ dança no perfil demográfico do país. Atualmente chegar à casa dos 80 não é mais uma grande proeza. No entan­ to, mais importante é refletir sobre a qualidade de vida daqueles que alcan­ çam idades avançadas. Se considerar­ mos que as condições de existência da maioria dos brasileiros é insatisfa­ tória em qualquer faixa etária, con­ cluiremos que na velhice, momento que geralmente coincide com uma maior fragilidade física e precariedade de recursos financeiros, a situação se torna dramática. Para os que ultrapassam os 80 anos de idade, as debilidades por doenças crônico-degenerativas - hipertensão, diabetes, osteoporose, entre outras - tendem, obviamente, a se acentuar. A dificuldade de locomoção, as alte­ rações de visão e audição, além de déficits cognitivos, podem restringir drasticamente a autonomia dos ve­ lhos. Em países mais desenvolvidos, já existem alternativas públicas e pri­ vadas ao isolamento do idoso depen­

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Jefferson Barcellos

dente - exemplos que começam a existir no Brasil. As mais importantes são o atendimento domiciliar e o centro-dia. A t e n d im e n t o D o m ic il ia r

O atendimento domiciliar auxilia nas tarefas cotidianas do idoso, como a promoção da higiene e a ad­ ministração de medicamentos. Em São Paulo, a professora da Escola de Enfermagem da USP, Yeda Aparecida de Oliveira Duarte, coordena o Progesi - Programa de Gerenciamento da Saúde do Idoso, uma extensão do Providi - Programa de Visita Do­ miciliar ao Idoso. O serviço é gratui­ to. “ O programa se encarrega de vi­ sitar sistematicamente em suas ca­ sas os 700 idosos cadastrados e ofe­ recer a assistência necessária” , ex­ plica a professora. “ Nós dividimos esses idosos em quatro grandes gru­ pos: os independentes sem fatores de risco, os independentes com fa­ tores de risco, os semidependentes e os totalmente dependentes. To­ dos têm um planejamento de assis­ tência individual, mas para cada grande grupo há um tipo diferente

de acompanhamento” . O Padi - Programa de Atendimen­ to Domiciliar ao Idoso - é outro ser­ viço oferecido gratuitamente. Ligado a Unifesp - Universidade Federal de São Paulo, e coordenado pela assis­ tente social Naira Dutra Lemos, o programa atende 42 idosos da região da Vila Clementino, bairro paulista­ no. “ Nós damos uma assistência con­ tínua a essas pessoas e fazemos vá­ rias visitas de acordo com a necessi­ dade de cada paciente” , esclarece a coordenadora. O Padi trabalha com a figura do cuidador, aquela pessoa que, por vários motivos, ficou res­ ponsável pelo idoso. O cuidador fre­ qüentemente é um filho, um irmão mais jovem, um amigo ou até um vi­ zinho. “ Estamos batalhando o patro­ cínio de um manual a ser entregue ao cuidador, que nele pode encon­ trar todas as dicas de como cuidar melhor do idoso, embora já haja uma apostila que fornecemos na primeira entrevista” . Aos que podem pagar por atendi­ mento domiciliar, empresas como a Gerocare oferecem um serviço que busca garantir bem estar aos idosos


A longevidade do brasileiro aumentou. Porém, não basta apenas viver mais. Novos serviços oferecem qualidade de vida também na chamada Quarta Idade

0 Brasil possui, hoje, 10 milhões de pessoas acima de 60 anos

muito velhos e/ou dependentes. 0 diferencial é que, justamente por ser pago, os profissionais envolvi­ dos têm condições de permanecer até 24 horas por dia com os pacien­ tes. “ Geralmente, nós somos procu­ rados por famílias de idosos que não podem mais ficar sozinhos” , ex­ plica a fisioterapeuta Mônica Perracini, proprietária da Gerocare. “ Nós trabalhamos com os próprios médi­ cos desses idosos e oferecemos um corpo de auxiliares de enfermagem que são supervisionados por uma enfermeira” . Porém, o serviço é caro. Um acompanhamento em tem­ po integral não sai por menos de quatro mil reais mensais, embora haja planos que cheguem a mil reais e que oferecem um acompanhamen­ to de seis horas por dia. “ Hoje, te­ mos vários pacientes que usufruem desses serviços 24 horas por dia” , conclui a especialista. C e n t r o - d ia

Os centros-dia são locais em que os idosos passam o dia, retornando à noite aos seus lares. Além do auxílio nas tarefas cotidianas e dos cuidados

médicos, a grande vantagem do cen­ tro-dia está na possibilidade do con­ vívio e do exercício de atividades físi­ cas, recreativas e culturais. Todavia, no Brasil a oferta desse serviço é muito rara, e mais rara ainda a exis­ tência de atividades variadas e moni­ toradas por profissionais gabarita­ dos. Um exemplo desses locais é a Al­ deia dos Emaús, localizada a 10 km de Sorocaba, interior de São Paulo. Além de optar por passar o dia, os vi­ sitantes podem ficar por períodos maiores, como férias e finais de se­ mana, ou até mesmo morar lá. Se­ gundo o proprietário da Aldeia, o geriatra Paulo Canineu, não se trata de uma casa de repouso convencional. “Não é fácil afastar a idéia negativa do asilo ou a conotação de abando­ no” , explica o médico. “ Porém, quan­ do o indivíduo aqui chega, vê que existe uma integração muito positiva entre as pessoas.” A Associação Toca das Hortênsias também oferece serviços de centrodia, embora a maioria de seus pa­ cientes usufrua uma permanência mais duradoura, que vai de dois dias a uma semana, havendo também

moradores fixos no local. A Toca é es­ pecializada em pacientes portadores do Mal de Alzheimer e outras demências e, segundo a funcionária Ilza Santos de Paula, não tem fins lucrati­ vos, sendo a renda destinada exclusi­ vamente à manutenção do local. Os valores cobrados, tanto pela Toca quanto pela Aldeia dos Emaús, estão longe da realidade financeira da maioria dos nossos idosos. As diárias ficam em torno de 50 a 90 reais e as mensalidades chegam a dois mil reais. “ Estamos tentando conseguir convênios com hospitais, empresas e até instituições bancárias,” retoma Dr. Paulo Canineu. “ Mas até hoje não obtivemos resposta. Não há interes­ se. Cuidar do idoso é um conceito muito novo no Brasil” . Em nosso país observa-se um au­ mento considerável de instituições que propiciam espaços de lazer e convivência para a Terceira Idade, se­ guindo o exemplo pioneiro do Sesc de São Paulo. Todavia, para aqueles que não podem mais freqüentar tais instituições, resta o abandono e o desamparo. A manutenção da quali­ dade de vida na Quarta Idade ou, de modo mais amplo, de pessoas porta­ doras de limitações físicas e mentais, constitui-se ainda em um enorme de­ safio para uma sociedade que busca estar entre as mais desenvolvidas. ■ revista

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ÉTICA

3iveita às dí A professora espanhola de filosofia, Amélia Valcárcel, que participou do Seminário Internacional realizado no Sesc Vila Mariana, fala sobre o respeito à individualidade, em depoimento exclusivo à

m dos temas mais debatidos atualmente na esfera da éti­ ca e da filosofia política é o multiculturalismo. É um debate que nenhuma sociedade pode evitar porque, mais cedo ou mais tarde, todas serão multiculturais. Isso se deve ao fato de que o fluxo migra­ tório é uma forte característica do século 21 e não pode ser interrom­ pido, não só porque seria um ato ilegítimo, mas também porque não seria fácil interrompê-lo. Isso colo­ ca quase todas as sociedades for­ tes, politicamente estáveis e moral­ mente desenvolvidas diante de um debate que chamamos de multicul­ turalismo. Uma das pretensões do debate multiculturalista é que exista o di­ reito à diferença. Entretanto, deve­ mos entender que, em certos casos, os direitos individuais têm de ser vistos antes dos direitos coletivos. Isso nos coloca diante de um grave problema: os direitos que vêm da tradição de nossa trajetória revelam o que somos a partir da idéia da nossa cultura. Se as culturas não

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compartilham de nossa idéia, não deveriam ser entendidas, julgadas, nem submetidas a uma série de di­ reitos morais ou políticos padroni­ zados. 0 debate do multiculturalismo confronta posições. Os assim deno­ minados “filósofos multiculturais” acreditam que a pretensão dos di­ reitos individuais uniformiza exces­ sivamente a sociedade, que assim perde diferenças muito importan­ tes. Não é uma pretensão legítima dotar das mesmas características todos os seres humanos. A univer­ salidade, na realidade, é um peso sobre a diversidade. Este é um de­ bate muito presente, que vai se in­ tensificar ainda mais porque com­ promete a base do que entendemos por comunidade ética e política. Consideremos os traços históri­ cos que herdamos e o quanto nos custou fazer verdadeiras algumas dessas idéias. Um processo históri­ co normalmente é difícil e carrega­ do de terríveis destruições, violên­ cias e guerras, nos levando a acredi­ tar que certos princípios são melho­

res que outros, que certas formas de Estado são melhores que outras, e que queremos viver num mundo que seja assim. O processo de globalização que vivemos hoje não é de agora. Ele surgiu com a colonização do plane­ ta. Começou com a expansão roma­


na sobre o Mediterrâneo, conti­ nuou com o descobrimento da Ásia e da América nos séculos 16 e 17, terminando no final do século 19, quando se explora praticamente toda a África, e toma um novo im­ pulso no momento em que as redes comerciais se expandem. E, então,

esse mundo, que antes não existia, começa a ter interações. É nesse momento que nos vemos pela pri­ meira vez em um mundo que vive ao mesmo tempo. Hoje em dia, fala-se muito de in­ ternet sem mencionar algo funda­ mental: criamos uma tecnologia

quando necessitamos dela. A inter­ net é simplesmente uma ampliação da telefonia. E a telefonia surgiu nos anos de 1960, no momento em que precisávamos estar conecta­ dos. Quando tivemos a necessida­ de de ter grandes registros, a pes­ quisa de máquinas capazes de re­ gistrar uma enorme quantidade de dados foi naturalmente implanta­ da. A tecnologia não aparece como fenômeno, aparece quando há a necessidade de lidar com determi­ nadas coisas. Neste momento, quando nos de­ paramos com uma fase avançada do processo de globalização, o que percebemos? Temos uma situação que nos diz que o choque das civili­ zações é um processo inevitável. As pessoas crêem que já não cabe em nossa civilização uma cultura que nos divida. Vêem, no outro, figuras repugnantes, diabólicas, a encarna­ ção do grande Satã. Isso acontece não mais apenas com aqueles que estão fora de nossa sociedade, mas também com os que estão dentro. Há direito à diferença a partir do quê? Há direito de não comparti­ lhar a partir do quê? Então, minha tese, e digo isso de modo abrupto, é que o direito à dife­ rença surge quando a igualdade está definida. Só quando se define a igual­ dade em parâmetros claros é que se pode estabelecer o direito à diferen­ ça. E a igualdade que os seres huma­ nos adotaram é a que aparece na De­ claração dos Direitos Humanos de 1948. Portanto, todo multiculturalismo pretexto do direito à diferença - que interfere na declaração dos direitos humanos é espúrio, e não temos a obrigação de respeitá-lo, pois é a declaração dos direitos humanos que adotamos por consenso que nos faz humanos. E essa declaração de direitos mínimos nunca deve ser questionada. " O S e m in á r io I n t e r n a c io n a l E t ic a e C ultu ra a c o n te c e u d e 1 6 a 1 9 de OUTUBRO NO SESC V lL A M ARIANA

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uma ou outra forma, correspon­ as vogas lançadas pelas po­ dem aos seus interesses mais dire­ derosas máquinas divulgatos de ordem política, social e eco­ doras, nos diversos quila­ nômica. De décadas diferentes, ci­ tes, é preciso localizar certos ele­ temos Erich Fromm, Koestler, Mamentos de mistificação para eluci­ cluhan e Marcuse. A compilação do dá-los. Periodicamente, de manei­ gênero “ Digest para adulto” tem de ra simultânea, como que obede­ ousadia o que cendo ao controle lhe falta em remoto, as grandes "O abismo da singularidade, revistas internacio­ nais passam a pro­ compreensão qualitativa pouco convin­ cente em se­ jetar ensaístas ou pensadores. Dei­ que separa as instâncias riedade filosó­ xando de lado o fica. A “ promo­ de inteligência é maior ção sociológi­ aspecto de coinci­ dência da revelação ca” se escora de valores, por ex­ do que a distância entre na “ cultura de temporâneo, resta­ jargão” para uma língua e outra" ria o valor intrínse­ ser assoalhada co da obra do escri­ em fórmulas tor. Acontece que mesmo um co­ doutorais nas ante-salas das univer­ nhecimento perfunctório dos sidades e grêmios juvenis, tanto emaranhados do grande mundo menos perigosas quanto menos editorial e da informação permite embasadas na realidade social. constatar que esta é uma das ú lti­ O despudor com que se faz a mas facetas a serem levadas em exaltação da violência em todas as consideração. formas - das mais primárias (gangsO número de talentos despeja­ terismo na tevê e mocinho no cine­ dos no mercado é de tal monta que ma) até as mais complexas (o exer­ os controladores de opinião públi­ cício arbitrário do poder estatal e a ca podem, perfeitamente, dar-se ao guerra) - assume características pa­ luxo de selecionar aqueles que, de ranóicas exacerbadas na sociedade

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em conflito. A manipulação dos ins­ trumentos de crime (armas brancas e de fogo) apresenta-se cada vez mais ampla. Clubes de tiro ao ar li­ vre pululam. Fotografias coloridas nos jornais insensibilizam a juven­ tude, exibindo cenas chocantes de atropelamento. O golpeamento com a trituração do adversário é apresentado em todas as instâncias como a forma mais eficiente, rápida e elegante de triunfo, numa socie­ dade em que a vitória é o critério de aceitação. Os instintos mais bes­ tiais, que as condições ambientais excitam ao invés de sofrear, encon­ tram guarida e tolerância. Não podemos admitir, a não ser como resíduo da exploração comer­ cial desbragada, a entrega dos órgãos de comunicação para dirigentes que não têm condições intelectuais ade­ quadas. Constatamos a degenerescência que avassala a formação da cultura de opinião pública em nosso


país. Alguns desacertos que essas contingências provocam merecem destaque pela sua singular gravidade. Tirantes os dispositivos culturais, a constatação da capacidade imanente diferenciada de inteligência nos conduz ao problema de se ater a uma linguagem universal, como se pudesse abstrair desse elemento básico. A não ser para uma temáti­ ca específica - técnica ou condicio­ namento de interesses - , uma simbologia universal de vocábulos ser­ ve à linguagem. Tendo em vista que a captação e a enunciação são de­ correntes, em grande parte, de uma postura inteligente, pode-se avaliar o grau de resíduos a que essa preca­ riedade informativa induz. O abismo da compreensão quali­ tativa que separa as instâncias de inteligência é maior do que a dis­ tância entre uma língua e outra. Oscilando entre o jogo da hipo­ crisia convencional e os impulsos

descontrolados do aproveitamento, o sexo serve à fantasia publicitária, sem objetividade científica. Desde a proibição da menção dos órgãos genitais até os convites da lascívia exibidos em anúncios, prima-se por emprestar características de “tema tabu” ao problema do sexo. O apagar contínuo da sensibili­ dade pelo confinamento das rea­ ções acaba degenerando no crime, estimulante da cultura de vendas e, por isso, endeusado na arte e na divulgação, em verso e prosa. Mes­ mo nos países em que a presença da mulher, em termos de emanci­ pação social, vem se acelerando e facilitando a solução dos proble­ mas sexuais, os resíduos de impac­ to diário das informações desvir­ tuadas e dos “ apelos irracionais” , com base na exasperação do sexo - como elemento de mercadoria e sustentação de venda - dificultam seu dimensionamento lógico.

Uma comissão de psiquiatras nor­ te-americanos, presidida pelo Dr. John Sipieguel, diretor do Centro para o Estudo da Violência da Universi­ dade de Brandeis, dirigindo peritos em Sociologia, História, Medicina e Direito, aventou a tese de que a fór­ mula para a diminuição das ondas de violência e de ódio na sociedade mo­ derna seria a educação do público para “ aprender a perder” . Em pala­ vras não-condicionadas, isso seria uma proposição para aquietar as on­ das de insatisfação natural do indiví­ duo e de grupos diante de erros e in­ justiças que caracterizam o mundo com terríveis contrastes ante a opu­ lência e a guerra, o prazer e a dor que flagela grandes multidões. É cla­ ro que se trataria da tomada de consciência em favor da criação do homem-carneiro para as relações so­ ciais, em manada. O envilecimento paulatino dos meios e processos de comunica­ ção, a superficialidade e a m istifi­ cação terão como resultado a am­ bigüidade e a desorientação. E te­ remos de assoalhar o espírito da época, conforme Goethe: “ Sempre que ele graceja tem um problema oculto” . ■ revista

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Diante da história Professores, políticos e historiadores analisam, em artigos inéditos e exclusivos, as questões da ética, do terror e da ação política no cenário internacional

Ivan Angelo______________ é jornalista e escritor

Vamos por partes. Você acha correto uma economia global e poderosa promover gover­ nos corruptos, conservadores e antipopulares em países produtores de algum bem que a ela interessa, com o fim de garantir vantagens em negócios? Você acha correto nações poderosas apoia­ rem oligarquias em outros países, oligarquias que oprimem o povo e exploram os bens da terra em benefício de suas famílias e das pode­ rosas nações interessadas? Você acha correto um grupo que deseja aca­ bar com a ingerência das nações poderosas nos negócios e governos dos países de seus irmãos enviar agentes a um dos países que odeia, e es­ ses agentes matarem seis mil pessoas inocen­ tes de uma vez? Você acha correto a imprensa de um país no­ ticiar tudo sem considerar os erros cometidos por todos? Acha correto líderes religiosos não procurarem defender a humanidade contra a insensatez em vez de reforçar os rancores que a dividem? Acha correto líderes políticos tomarem decisões que afetam o destino da humanidade com a perspec­ tiva de ofensas mútuas? Todas essas questões envolvem a ética. Tanto a ética considerada como ciência (ou estudo, ou conhecimento) do comportamento moral de ho­ mens que vivem em uma sociedade, que tem

uma prática moral aprendida ao longo da sua his­ tória, quanto a ética entendida como um conjun­ to normativo de valores que se quer universal­ mente desejáveis, pelo exercício dos quais se al­ meja o bem, a correção, o dever, a liberdade, a escolha, a virtude e a justiça. No primeiro caso, da ética como ciência, falta aplicá-la nas análises e nas opiniões sobre a crise atual, que no fundo é uma crise política, que de­ nota a impossibilidade de transformar um adver­ sário em interlocutor, do que resulta o surgimen­ to do terrorismo como linguagem, com suas mil bocas destruidoras. No segundo caso, da ética como conjunto de normas desejáveis para a civi­ lização, falta aplicá-las nas ações de cada lado, no geral, e de cada indivíduo, no particular.

Roberto Romano__________ é professor de Filosofia Política da Unicamp

Os fatos de 11 de setembro espantaram as mentes lúcidas. Mas os seus atos resultam do uso sem medidas da racionalidade. As ju s tifi­ cativas dos terroristas não surgiram em nosso tempo, elas possuem longa história. O terro­ rismo de hoje teve predecessores em siste­ mas próximos aos costumeiros na política clássica, como o anarquismo. É preciso, pen­ sava o anarquista, exibir “fatos” , como a mor­ te dos “tiranos” . Durante os séculos 16 e 17 foi usual o ape­ lo à ação direta contra os dirigentes. Os “morevista Ê ?

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EM PAUTA narcômacos” , matadores de monarcas, prega­ vam essa atitude. Na Revolução Inglesa surgi­ ram muitos panfletos distinguindo o assassina­ to do justiçamento do tirano. Com o assassina­ to de Henrique IV por Ravaillac, em 14 de maio de 1610, uma etapa relevante foi definida na gê­ nese do terrorismo. Durante o século 19 e no começo do século 20, o alvo dos atentados ter­ roristas, seguindo o exemplo dos monarcômacos, eram os dirigentes políticos. Muitos even­ tos nesse sentido ocorreram na Áustria, na Ale­ manha, na França, na Espanha e na Itália. Até mesmo nos Estados Unidos, Johann Most, propugnador da propaganda pelo terrorismo, tornou-se famoso. Norbert Elias, em seu livro Os alemães: a luta pelo poder e a evolução do habitus nos séculos 19 e 20 (Zahar Ed.), escreveu um capítulo fundamen­ tal sobre o assunto, com um título sugestivo: “ Lúcifer sobre as ruínas do mundo” . Na Rússia, onde as idéias de Bakunin tiveram importância, o núcleo de propostas terroristas era o Partido Narodnaya Volya (A Vontade do Povo), criado em 1879. Em 1882, o imperador morreu num atentado à bomba. É eloqüente, sobretudo em nossos dias, o programa do Narodnaya Volya, que nos fornece uma definição interessante: “ a atividade terrorista consiste em destruir as pes­ soas mais perigosas do governo, defendendo o partido contra a espionagem, punindo os que realizam casos notáveis de violência e arbítrio no governo e na administração, deseja dim inuir o prestígio do poder governamental, demons­ trar a possibilidade de luta contra o governo, elevando deste modo o espírito do povo e sua confiança no sucesso da causa e, finalmente, pretende dar forma e direção às forças prontas e treinadas para a luta” (Programa do Comitê Executivo, 1879, extraído de Encyclopaedia ofthe Social Sciences). O terrorista de ontem e de hoje, enquanto poderoso, reflete os instrumentos e a liturgia do mando repressivo. Os três monopólios do Estado moderno - o da força física (polícia e exército), o da norma jurídica (a lei) e a imposi­ ção de taxas sobre o excedente econômico — para se exercitarem em democracia supõem o controle do cidadão, de múltiplas vontades e pensamentos reunidos de modo universal. Es­ ses três monopólios são exercidos pelo terroris­ ta e pelo seu grupo, banindo-se todos os de­ mais entes humanos. O terrorista faz-se Poder Legislativo, pois de­ creta as leis que devem ser obedecidas por toda 38 revista

e qualquer pessoa, mesmo que esta as desco­ nheça. O terrorista faz-se Poder Executivo, pois arranca vários bens e recursos de qualquer indi­ víduo ou grupo. O terrorista faz-se Poder Judi­ ciário, pois só ele julga com justiça plena o mun­ do e seus habitantes. Ele também exerce o po­ der de polícia, de espionagem, chegando a ser o carrasco que verte sangue sem culpa, atributo dos mais antigos governos. Entre terroristas, a pena de morte é norma. Dotado de razão em ex­ cesso, tudo no terrorista é calculado visando efeitos definidos. Notemos como foi perfeita, em termos técni­ cos, sobretudo no uso do tempo, a ação de 11 de setembro: nada deixou de ser previsto. Ne­ nhum defensor dos direitos humanos pode sen­ tir simpatia por aqueles deuses, pois eles ju l­ gam-se acima do humano, imaginando-se os únicos repositórios da justiça, a quem tudo e to ­ dos devem obedecer. Paranóicos que almejam o poder alegam lutar contra paranóicos que já es­ tão no exercício do mando. Ambos se entendem e se reconhecem pelos sinais da intolerância, do cálculo covarde, do desprezo pela diversidade de opiniões e de sentimentos. Terroristas? Ora, eles são “ desarraigados que perderam toda a co­ nexão interior com uma ordem social humana regulada [...] cheios de ódio a toda e qualquer autoridade, sua inquietação e impaciência só podem ser mitigadas pelo permanente tormen­ to e preocupação com a desintegração de qual­ quer coisa que exista no momento” . Quem fala assim? A dolf Hitler. Esse trecho foi retirado do discurso em que ele comenta a noite de 30 de junho de 1934, quando a ralé terrorista que aju­ dara o nacional-socialismo a chegar ao mando foi assassinada, como diz Norbert Elias, “ pela própria gente de Hitler, na noite das longas fa­ cas” . Os terroristas possuem uma língua co­ mum, seus vocábulos sempre são punhais crava­ dos nas costas de todo ser humano que deles discorde.

Maria Aparecida

Hp

Aquinn

é professora de História Contemporânea na USP

Desde a lamentável ocorrência dos atentados contra o World Trade Center e o Pentágono, nos EUA, ao lado do sentimento de horror que se abateu sobre todo o mundo, alguns elemen­ tos têm, incessantemente, incomodado. O hino escolhido para as incontáveis manifestações solidárias nos EUA foi Deus salve a América!. Os


meios de comunicação, para se referir aos EUA, usam as manchetes: "Guerra na América" ou "A América contra-ataca". Se juntarm os a isso o lema do presidente Monroe, na doutrina que leva seu nome, datada de 1823 ("A América para os ameri­ canos"), e a leitura decodificada da frase, que é "O continente americano para os norte-americanos", ou, para sermos mais específicos, para os "estadu­ nidenses", teremos uma explicação para a peculiar ignorância geográfica - calculada - a que vamos sendo submetidos dia após dia e, agora, com mais freqüência.

Quando se canta o hino acima referido devemos, países como Brasil, México, Colômbia, Bolívia etc., nos sentir contemplados, uma vez que também so­ mos parte do continente americano. É disso que se trata. Gostem ou não, os EUA fazem parte de um continente, do qual nós, brasileiros, também fazemos, o continente americano, conjunto das Américas do Norte, Central e do Sul. Desde a sua independência, no século 18, entretanto, um sen­ tim ento de domínio - que eles crêem parte de seu destino manifesto - e de não-pertencimento tem definido as relações dos EUA com a América, o continente, e com o restante do mundo. Nesse momento, a retórica equivocada do go­ verno dos EUA tem exposto pérolas, como estas: "Da América Latina exigimos mais do que re tó ri­ ca!" e "Quem não está conosco está com os te rro ­ ristas!". A isso soma-se a atuação do prim eiro-m i­ nistro britânico Tony Blair, agindo como diplom a­ ta em nome dos EUA (papel duvidoso para um es­ tadista do seu porte), numa verdadeira cruzada pelo mundo para conquistar apoio para a "causa" estadunidense. Em suma, trata-se da "exigência" de solidarie­ dade dos países do mundo à causa dos EUA. So­ lidariedade que os EUA obtiveram quando o mundo inteiro se encheu de h orro r contra os cruéis atentados, condenados por todos, de que foram vítimas. Todos conhecem a piada que envolve persona­ gens de histórias em quadrinhos e seriados de tevê: o herói Zorro se dirige a Tonto, dizendo: "Es­ tamos cercados por índios! Estamos perdidos!". Ao que o amigo Tonto responde: "Nós quem, carapálida?". Piadinhas à parte, para conquistar uma solida­ riedade que implique mais do que retórica aos seus atos, os EUA precisam desenvolver uma ati­ tude de quem se sente parte da humanidade e não de quem se coloca à parte, mesmo que seja de um continente, como a América, que eles pre­ tendem representar, e do qual são apenas uma pe­ quena parcela. Além disso, causas justas geram solidariedade espontânea. Atacar o miserável e destruído Afega­ nistão porque ele foi dominado pela milícia do Taleban, que dá abrigo a Osama Bin Laden, o prová­ vel - não comprovado oficialmente - autor dos atentados de 11 de setembro, não se figura uma causa justa para nenhum cidadão do mundo. Pelo contrário, pela violência cega, corre o risco de descer ao nível da violência destrutiva dos atos terroristas que, em nome de uma causa, matam e mutilam inocentes. revista G

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EM PAUTA ,lnsá Genoino_________________ é deputado federal pelo PT/SP

Os atentados terroristas nos EUA e os subse­ qüentes bombardeios ao Afeganistão, por se­ rem atos cometidos por seres humanos que vi­ sam deliberadamente destruir outros seres hu­ manos, suscitam horror e desesperança quan­ to à evolução civilizatória da humanidade. De modo geral, atos terroristas são motivados por convicções. Seus agentes visam apenas ali­ mentar a chama de suas convicções sem se im ­ portarem com as conseqüências e sem assumi­ rem responsabilidades pelo desdobramento dos seus atos. Existem vários tipos de terrorism o: terroris­ mo de grupos internos ou externos contra Es­ tados, terrorismo de Estado contra cidadãos, terrorismo de Estado contra outros Estados ou contra grupos de outros Estados. O terrorism o contem porâneo é representado mais por ações de grupos religiosos e étnicos contra Es­ tados. No caso dos ataques de grupos islâmi­ cos a objetivos norte-americanos, os motivos, supostamente, derivam da política dos EUA para o conflito Israel-Palestina e da presença norte-americana em países muçulmanos, espe­ cialmente na Arábia Saudita. 0 terrorismo, além de condenável tanto do ponto de vista ético quanto político, não se abriga em nenhuma legalidade interna ou in­ ternacional. Já a guerra, mesmo condenável do ponto de vista ético, é vista, dependendo das circunstâncias, como um ato legal e legítimo de um Estado. 0 direito internacional e a pró­ pria ONU abrigam, em tese, a legalidade das guerras. Um Estado, por exemplo, tem o direi­ to de se defender da agressão de outro Estado ou de grupos armados. Com as armas nuclea­ res e a partir da Segunda Guerra Mundial, a guerra perdeu relevância como ato econômi­ co. Durante os séculos 18 e 19 e as primeiras décadas do século 20, guerras com objetivos econômicos eram justificadas. É nesse sentido que Clausewitz definia a guerra como “ a conti­ nuidade da política por outros meios” . A per­ da da relevância econômica da guerra, o seu potencial cada vez mais destrutivo e a leg itim i­ dade crescente do direito internacional invali­ dam, contemporaneamente, a definição de Clausewitz. A rigor, cada vez mais, a única guerra que se abriga na legalidade e na leg iti­ midade é a guerra defensiva. Ou seja, o direito que um Estado tem de se defender da agres­ 40 revista

são de outro Estado ou de determinados gru­ pos. Num mundo globalizado e interdepen­ dente, até mesmo a guerra geoestratégica ten­ de a perder legitimidade. Com isso, há uma separação cada vez maior entre política e guerra. A política é definida como um processo de mediação entre Estados, entre grupos e entre Estados e grupos sociais. Nela, a palavra, o discurso e a negociação são ações que a definem por excelência. Sem anu­ lar os conflitos e as diferenças, a política visa construir acordos e saídas negociadas ou ma­ joritá rias para os conflitos. No âmbito interna­ cional, nas relações entre Estados, requer-se cada vez mais a mediação da política e cada vez menos a intervenção da guerra. Mas, para que isso se concretize, é necessário tanto re­ forçar o direito internacional como recons­ truir, democratizar e fortalecer instituições in­ ternacionais como a ONU. Construir um con­ ceito e uma prática de segurança mundial co­ letiva é um passo imprescindível para que a mediação política prevaleça sobre a guerra. Somente assim o mundo poderá se tornar menos perigoso, mais humano e mais pacífico.

Laura Maria Casali Castanho é socióloga e Gerente Adjunta do Sesc Consolação

Nas últimas décadas vivenciamos uma pro­ funda crise de valores em nossa sociedade. Valores tais como justiça, respeito humano, responsabilidade, tolerância, igualdade de d i­ reitos, compaixão, que deveriam fundamentar as relações sociais pois preservariam tanto nossa liberdade pessoal quanto política, foram relegados a um plano secundário. A busca pelo poder a qualquer preço e a compulsão pelo lucro exacerbado parecem nortear nossa sociedade, gerando uma inver­ são de valores, e o homem, que deveria ser o sujeito deste cenário, passa à condição de coadjuvante. Com este comportamento esta­ mos “ desumanizando” o mundo. Não raras são as vezes em que lemos sobre acontecimentos que envolvem a perda de vidas humanas e, nestes casos, a ênfase, o foco, são dados no quanto se perdeu materialmente, no quanto em dinheiro vai ser preciso para a reconstru­ ção, esquecendo-se de que o ser humano é a base de tudo. Esta situação tem gerado, há vários anos, debates e reflexões sobre o assunto, que aflo­


raram, agora, com mais intensidade, depois dos recentes acontecimentos internacionais, revelan­ do, de forma mais aguda, um impasse em rela­ ção às nossas certezas e incertezas, ao nosso senso de justiça e injustiça, à nossa noção do bem e mal. Esta questão, entretanto, não pode ser analisada de maneira simplista ou maniqueísta, pois a realidade é muito complexa e possui diversas facetas. Muito se tem falado na busca de uma ética uni­ versal para tornar o mundo mais humano e mais justo. Mas é muito difícil que uma transformação

de tal porte aconteça de forma abrupta e que consiga abranger a sociedade na sua totalidade e complexidade, desde os indivíduos, até in s titu i­ ções supranacionais, até mesmo porque os valo­ res universais estão trêmulos, em crise. Quando falamos em crise, a primeira impressão pode ser negativa, pois associa-se ao rompimen­ to da ordem, do equilíbrio, à ruptura e talvez ao retrocesso. No entanto, podemos entendê-la sob outro ângulo, a exemplo dos chineses, que sem­ pre tiveram uma visão de mundo inteiramente di­ nâmica e usam para designar crise o term o “ weij i ” , que é composto por dois caracteres, “ perigo” e “ oportunidade” . É nesse sentido de oportunida­ de que a crise pode estar associada a transforma­ ções, a mudanças e, ao mesmo tempo, a diferen­ tes possibilidades, a diversos caminhos. A mesma idéia da oportunidade em crise, mas a partir de uma perspectiva ocidental é abordada no livro No Tempo das Tribos , de Michel Maffesoli, professor da Sorbonne, que afirma que essa so­ ciedade dominada pela economia está em vias de perder a hegemonia. É a p artir das relações do cotidiano, constituídas por emoções, representa­ ções e experiências feitas de uma m ultiplicidade de “ ninharias” , “ pequenos desvios” , “ pequenos nadas” , que ele acredita que pode ser feita a mu­ dança. Relações estas que ocorreriam em peque­ nos grupos, em “ trib os” no interio r da sociedade de massa, efêmeras em sua realização, mas que nem por isso deixariam de criar um estado de es­ pírito que pareceria destinado a durar. Elas pode­ riam se espalhar, m ultiplicar e transformar em verdadeiras redes que conduziriam às mudanças. Recentemente a televisão mostrou o trabalho de um professor-pesquisador de São Paulo que abandonou suas atividades para dedicar-se ao en­ sino do praticamente extinto idioma tupi-guarani a descendentes de índios da trib o Potiguar, no nordeste brasileiro. Ele é movido pela crença de que, por meio do conhecimento do idioma de seus antepassados, essas pessoas terão a “ opor­ tunidade” de conhecer sua história, resgatar os valores fundamentais de seu povo, se reconhece­ rem e serem reconhecidos como parte desta na­ ção e, ainda no futuro, tornarem-se m ultiplicado­ res “ em rede” desta transformação. Muitas pessoas como este professor estão te­ cendo, em inúmeras redes, pequenas “ ninha­ rias” . Sonhadores? Ingênuos? Talvez não. Ape­ nas, são seres humanos que ainda acreditam em valores como justiça, respeitjo humano, respon­ sabilidade, tolerância, igualdade de direitos, m compaixão... revista G

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FICÇÃO INÉDITA

Renata Pallottini

ram muitas crianças e algumas tias velhas; chovia e ventava na casa de campo à beira do lago. Também, que idéia, juntar crianças em férias da escola numa casa no meio do mato, em dias de inverno. Nem a televisão resolvia, porque (coisas de economia e racionamento) a dis­ tante Prefeitura local mandara desligar a luz de tarde. Havia livros, rádio de pilha, pipoca. Mas, de repente, alguém veio com a terrível idéia: - Tia, conta uma história? - Que é isso, história, coisa completamente fora de moda! - Fora de moda é ficar aqui, olhando pro nada - arriscou o maiorzinho, Tiago, de 10 anos. - Ora, conta, vai! Olhou para as irmãs; nenhuma veio em seu socorro. Uma fazia palavras cruzadas, aproveitando a luz que vinha de uma das janelas, voltada para o norte. Outra fazia crochê e a ter­ ceira não fazia nada, olhava a montanha distante e lamenta­ va o fato de também estar em férias e não ter dinheiro que lhe facultasse uma boa viagem. Olga levava bem mal os seus 50 anos; fora bonita, ainda era, de certa maneira. Tinha tido namorados, mas nenhum se fixara nela. Por quê? Mistério. - Olga leva as coisas muito a sério - dizia a mais velha, Te­ resa. - Tinha mais é que ter dado logo. Guardar pra quê? - res­ pondia Eugênia, viúva, risonha e amante das palavras cruza­ das e das telenovelas. Bom, ninguém vinha em seu socorro, e o remédio era con­ tar logo a tal história. E fazê-la render um bocado, eram ape­ nas 5 horas e a luz só voltava às 6 horas. -Vou contar a história da araponga. Alguém sabe o que é uma araponga? Silêncio total. As duas irmãs levantaram a cabeça e riram, mas Olga seguia silenciosa. - Araponga. Um pássaro. Eu sei tudo sobre ela. - Você é fanática por passarinho, tia! - Sou. Até o nome indígena eu sei. É “guirapong” . - Nome científico nem diz, porque Ciência é sempre um

E

Adorava aquela displicência dos meninos, à vontade, fa42 revista O

bi n


lando o que lhes dava na telha. Quem sabe não tinha sido isso que faltara à sua geração? - É brasileira, vive mais na Amazônia. - Come tudo. - Tem um canto que parece um golpe de ferro no ferro. Assim: “toing” ! - Pô, é aquele bicho chato que tinha perto da casa do seu Marcelo, que enchia o saco e acordava cedo? - Esse. “Guirá” quer dizer pássaro. “Pong” é o barulho que ela faz. - Que você chama de canto, não é, tia? - É. E por isso estou contando uma história de araponga. - Então conte logo. Não era um preâmbulo animador. Também, quem lhe mandara ficar pra tia, quem lhe mandara não aceitar um da­ queles admiradores formais, bem-sucedidos e bem-engravatados, que faziam as delícias da mãe, já morta? Por que se apaixonar pela prima? E mais, por que deixar a companhia dos seus amados cães - que agora estavam presos no canil, longe dela - para vir fazer companhia aos sobrinhos mima­ dos? - Então, era uma araponga. As arapongas não são uns bi­ chos muito bonitos, na verdade, tamanho médio, colorido de um verde esbranquiçado, um pouco de amarelo, confor­ me seja macho ou fêmea. - Esse era macho ou fêmea? - Que importa? Se você não vai cruzar com ele, que im­ porta o sexo de um bicho? - Peraí, tia, galinha põe ovo, e galo não! Era agradável não ter razão, às vezes, e surpreender, num putinho daqueles (putinho no sentido que a palavra tinha em Portugal, claro), essas chispas de inteligência. - Está bem, mas para esta história, o gênero da araponga não tem importância. Essa era uma araponga solitária, que cantava. Era a primeira coisa que fazia, pela manhã, assim que raiava o sol. - Eu sei. É por isso que elas são chatas. - Quer calar a boca, caceta! Desta vez, as três irmãs levantaram a cabeça. - Olha, se você está sem paciência, teria sido melhor nem começar essa história. Você não é obrigada a nada, mas se­ ria melhor... - Está bem, desculpem... - A culpa foi da gente, tia. Desculpe a senhora. - Continua, continua! Já estou gostando dessa araporra. - Ponga! - A araponga cantava sempre. Fazer o quê? Ela estava pre­ sa, e não era por sua culpa. Não tinha pedido pra ser engaio­ lada, não tinha pedido pra vir encaixotada, filhote, desde a Amazônia, pra uma cidade barulhenta, poeirenta, longe das árvores e dos outros pássaros. Não tinha pedido pra ser ven­ dida e comprada. Tudo era vendido e comprado. Os prazeres, os amores, a terra, a água, o ar. Quantas vezes tinham tido de correr para revista Ê ?

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defender a montanha dos predadores humanos, do fogo, da cobiça? - A araponga cantava sempre, sempre solitária. O seu ins­ tinto mandava que ela cantasse, porque assim poderia con­ seguir encontrar um companheiro. Teria amor, calor, poderia ver em outro pássaro o verde que lhe fora negado. E, aliás, cantar era a única coisa que ela sabia fazer. Cantava desde a manhã até a noite e, por alguma razão, seu dono, que a comprara, gostava disso. - Era trapezista. - Masoquista! E eram cultos, os putinhos. - Cantava sozinha e cantou sozinha por algum tempo, sem ouvir nada em retorno, sem nenhum conforto. Por al­ gum tempo. Até que, um dia... ouviu um canto igual. - Não! Outra chata? - Ouviu um canto igual. A mesma batida, o mesmo “toing” ! Finalmente. Não estava mais sozinha! Até Olga tinha levantado a cabeça. - Não começava tão cedo, mas era... era um pássaro da mesma espécie, com a mesma voz, o mesmo canto! A ara­ ponga alongou todo o seu corpo, onde a cabeça resplande­ cia. Então, existia alguém no mundo igual a ela, alguém que respondia ao seu canto, um irmão, um amigo, um amor! Ti­ nha de encontrá-lo! Respirou fundo. - Mas havia o problema da prisão; não era propria­ mente uma gaiola, era mais uma espécie de poleiro, onde ela vivia, presa por uma corrente na pata. Era pre­ ciso vencer aquele obstáculo. Quem consegue impor obstáculos ao amor? Foi indo devagar, pacientemente, desgastando com o bico forte a madeira do poleiro. Era um trabalho de todo dia, e não podia obstruir o seu can­ to, porque era em resposta ao seu canto que vinha a voz do companheiro, do amigo, do irmão distante. Olhou ao seu redor e viu que todos estavam atentos. Que sensação deliciosa, a do artista que consegue a atenção do seu público! - Custou muito, mas conseguiu. Um dia, de madrugada, com um golpe mais forte, percebeu que estava livre. Teve pena de deixar aquela casa e o seu dono que, afinal, era bom e a tratava bem. Mas tinha de ir ao encontro da voz, do can­ to igual. E, naquela manhã, depois de tanto tempo, voltou a experimentar as asas, a tentar o vôo. Foi prudente. Pouco a pouco, recuperou a força e a agilidade. Voou decidida, nor­ teada pelo canto, que não falhava. Voou muito, muitas ho­ ras, a noite chegou e ainda não tinha alcançado o lugar da outra araponga, da companheira que respondia ao seu can­ to. De quando em quando, parava e emitia o seu grito, o seu apelo (“toing”)! Aquela coisa ridícula que a maioria dos ho­ mens detestava, mas que era a sua única maneira de cantar. 0 caderno de palavras cruzadas tinha caído da mão de Eugênia. 44 revista &

- Foi só no terceiro dia que chegou à fonte da voz. Vinha ansiosa, cansada, tinha bebido água de charco, tinha comi­ do vermes e insetos, estava fraca, mas tinha chegado. A vozirmã estava ali, ali perto, ali mesmo! Parou, ela mesma cansada. - Me dá um cigarro, Eugênia! - Nem pensar! Está proibido. E ainda mais diante das crianças! - Me dá, só um, vai! - Nada. Continua essa história, que até eu estou curiosa. Nada. Artista, sim, mas cercada de proibições, de carên­ cias, de faltas. - Tinha chegado ao seu destino. Olhou bem, com cui­ dado, devagar. A princípio não entendeu. Aquela arapon­ ga que tinha encontrado, aquela que lhe respondia, devia ser muito diferente das outras, diferente até das que ti­ nha conhecido na velha mata materna. Onde estava ela, onde estava a gaiola? Ouviu de novo a voz - “toing” mas não podia entender. Cadê a cabeça levantada, res­ plandecente, o bico pronto para o canto, as asas? Cadê o amor? Porque ali só havia alguns homens, que batiam um martelo numa peça de metal enorme, e fogo, fumaça e escuridão. Passou-se um pouco de tempo. Todos estavam silencio­ sos. Só Olga, na poltrona, olhando a montanha pela jane­ la, chorava baixinho. ■ R e n a ta P a l l o t t i n i é e s c r it o r a e a u t o r a de O f íc io s e a m a r g u r a s (E d . S c ip io n e), e n t r e o u t r o s


O Evangelho segundo Jesus Cristo

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Todos os Cantos do Mundo1

Festival do Minuto

A partir de 07 de novembro, no Sesc Ipiranga


SERVIÇO SOCIAL DO COMERCIO • SESC Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente. Abram Szajman Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda

REVISTA E Diretor Responsável: Miguel de Almeida Diretor de Arte: Werner Schulz Editor de Arte: Eduardo Burato Editor de fotografia: Patricia Yamamoto Ilustrações: Marcos Garuti Revisão: Cristina Yamazaki Divulgação

Repórteres1Julio Cesar Caldeira, Lyn Lee e João Rocha Rodrigues Supervisão Editorial: Joel Naimayer Padula Coordenação Executiva: Dante Silvestre Neto Assistente Executivo: Marcos Prado Luchesi Supervisão Gráfica: Eron Silva Distribuição: Antonio Carlos Cardoso Sobrinho

adaptação teatral de O Evangelho segundo Jesus

Coordenação Geral: Erivelto Busto Garcia

Cristo, de José Saramago, no Vila Mariana; do fes­

Conselho de Redação e Programação

tival de world music Todos os Cantos do Mundo

Diretor: Danilo Santos de Miranda Auna Ignèz Xavier Vianna. Cláudia de Figueredo, Cristiane Lourenço, Denise Martha, Dons Larizzati. Érika Mouráo T. Dutra, Fernando Fialho, Francisco Antonio Leite, José Carlos Ferrigno, Marcos Prado Luchesi, Reiane Furmankiewicz, Suzana Garcia, Ubiratan Nunes Rezende

Os destaques de novembro ficam por conta da

(foto), no Rompéia; e do Festival do Minuto, em várias unidades da capital e do interior.

Sesc Sao Paulo • Av. Paulista, 119 ■ CEP 01311-903 tel 1011] 3179-3400. fax. (011)284-1357. Jornalista Responsável: Miguel de Almeida M T B 14122. A Revista E é uma pu­ blicação do Sesc de Sáo Paulo, realizada pela Lazuli Editora. Distribuição gratui­ ta. Nenhuma pessoa está autorizada a vender anúncios. Esta publicação está disponível no Universo Online: vAwv.sescsp.com.br

SESC Conselho Regional do Sesc de São Paulo Presidente: Abram Szajman

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Membros Efetivos; Antonio Funari Filho, Cícero Bueno Brandão Júnior, Eduardo Vampré do Nascimento, Eládio Arroyo Martins, Fernando Soranz, Ivo DalAcqua Júnior Jose Maria de Faria, José Santino de Lira Filho, José Serapião Junior, Luciano Figliolia, Manuel Henrique Farias Ramos, Orlando Rodrigues. Paulo Fernandes Lucánia, Roberto . Bacil, Walace Gatroux Sampaio. Suplentes: Amadeu Castanheira, Arnaldo José Pieralmi. Henrique Paulo Marquesin, Israel Guinsburg, Jair Toledo, João Herrera Martins, Jorge Sarhan Salomão, José Kalicki, José Maria Saes Rosa, Mariza Medeiros Scaranci, Mauro Zukerman, Rafik Hussein Saab, Valdir Aparecido dos Santos. Representantes junto ao Conselho Nacional. Efetivos Abram Szajman, Euclides Carli, Raul C o c ito .. Suplentes: Aldc Minchillo, Manuel José Vieira de Moraes, Ubirajara Celso do Amaral Guimarães. Diretor do Departamento Regional: Danilo Santos de Miranda.

índice TEATRO MÚSICA DANÇA LITERATURA INTERNET & MULTIMÍDIA ARTES PLÁSTICAS & VISUAIS CINEMA & VÍDEO ESPORTES CORPO & EXPRESSÃO SOCIEDADE & CIDADANIA NATUREZA & MEIO AMBIENTE SAÚDE & ALIMENTAÇÃO INFANTIL TERCEIRA IDADE FÉRIAS & TURISMO SOCIAL INTERIOR

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Teatro espetáculos PRÊT-À-PORTER 4. Apresenta o seu mais recente trabalho com novas dra­ maturgias: cenas totalmente criadas, desenvolvidas e dirigidas pelos próprios atores. Uma sistematização do método de ator desenvolvido por Antunes Filho. Local: Hall de Convivência - lotação 50 lugares. Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (O). Recomendável para maiores de 14 anos. Sábados, às 22h. Sesc Consolação MEDÉIA. De Eurípedes. Adaptação e direção de Antunes Filho. Medéia, filha do rei da Cólquida, enamora-se de Jasão, líder dos Argonautas. Em oposição ao pai, Medéia ajuda Jasão a conquis­ tar o velocino de ouro, comete crimes terríveis e foge com o amado para a Grécia, exilando-se em Corinto. Depois de muitos anos de matrimônio, Jasão a abandona para casar-se com a filha de Creonte, rei de Corinto. Medéia, cheia de ira e sede de vingança, envenena a rival e seu pai e, para castigar Jasão, assassina os dois filhos do casal. R$ 20.00 e R$ 10,00 (O). Recomendável para maiores de 14 anos. Não será permitida a entrada após o início do es­ petáculo e o ingresso não será reembol­ sado. Até 16/12. Sextas, às 21 h. Sá­ bados, domingos e feriados, às 19h. Sesc Belenzinno

rinos e Coreógrafos a partir da idéia do bailarino, coreógrafo e ator, Carlos Martins, que emprestou do cinema di­ namarquês o manifesto "Dogma 95". Com Carmem Gomide, Claudia Decara, Eliana Cavalcante, Lali Krotoszynski, Maria Mommensohn, Mônica Bammann, Sofia Cavalcante e Soraya Sabino. 14/11. Quarta, às 20h. • Insônia. Trabalho baseado na obra "O Livro do Desassossego" de Fernando Pessoa. Uma "coreografia" teatral, um ballet traaicômico verbal e gestual onde o es­ tudo do ator coloca-se no interior das ações da "coreografia". Teatro da Pas­ sagem da UNI-RIO. Com Carlos Eduar­ do Cinelli, Rosana Reátegui, Tatiana Motta Lima, Warley Goulart e Daniela Fossaluza. Assistência de Direção de Ana Luíza Magalhães. Adapatação de Tarak Hammam e Tatiana Motta Lima. Direção de Tarak Hammam. 14/11. Quarta, às 20h. Sesc Consolação sábados, às 21 h. Domingos, às 20h. Sesc Consolação ELES PREFEREM AS LOIRAS. Monólogo em tom de comédia, onde a negra su­ burbana Maria Antônia sonha em ser Marilyn Monroe.Com Zezeh Barbosa. R$ 10,00, R$ 5,00 (□, aaa) e R$ 4,00 (Oh De 19 a 26/11. Segundas, às Sesc Pinheiros

O TRENZINHO VILLA LOBOS. Peça tea­ tral com manipulação de bonecos e mú­ sica ao vivo. O espetáculo fala da his­ tória do menino Tuhu, desde suas pri­ meiras artes, passando por várias peri­ pécias, até entrar em contato com os sons e a riqueza da música brasileira. Texto e direção de Dario Uzam. Com a Cia. Articularte. Auditório. R$ 6,00, R$ 4,50 (□) e R$ 3,00.10/11, 11/11, 17/11 e 18/11. Sábados e domingos, às 15h. Sesc Vila Mariana

MACBETH. Adaptação livre da obra de Shakespeare, aue fala do poder e da ambição a qualquer preço, a persona­ gem em foco é Lady Macbeth, de deli­ cada aparência e alma perversa. Teatro de Animação com o Grupo Caixa de Imagens. Capacidade de 20 pessoas por sessão. R$ 10,00, R$ 5,00 (□, aaa) e R$ 4,00 (O). De 22 a 29/11. Quin­ tas, às 21 h e 22h. Sesc Pinheiros

PANTAGRUEL O grupo Parlapatões, Patifes & Paspalhões apresenta sua mais nova montagem "Pantagruel", com texto de Hugo Possolo e Mário Vianna, inspirado nos romances "Gargântua" e "Pantagruel", obras do re­ nascentista François Rabelais. Trata-se de uma comédia aue conta a vida do gigante Pantagruel em sua busca de salvar o seu reino de uma invasão. Di­ reção: Hugo Possolo. R$ 20,00, R$ 10.00 (O). Estréia dia 16/11. Sextas e

O EVANGELHO SEGUNDO JESUS CRISTO. Adaptação para teatro do tex­ to de José Saramago, com direção de José Possi Neto. Entre os atores estão Paulo Goulart, Celso Frateschi, Eriberto Leão, Maria Fernanda Cândido, Júlia Catelli e Walderez de Barros. Cenários de J.C. Serroni. R$ 30,00, R$ 15,00 (□, aaa) e R$ 10,00 (O). Ingressos à venda a partir de 01/11 nas bilheterias do Sesc Vila Mariana e Unidades inte­ gradas da rede Sesc. De 22/11 a 03/02. Quintas, sextas e sábados, às 21 h / domingos e feriados, às 18h. Sesc Vila Mariana

O SESC O Sesc - Serviço Social do Comércio - é uma instituição de caráter privado, de âmbito nacional, criada em 1946 por iniciativa do empresariado do comércio e serviços, que a mantém e administra. Sua finalidade é a promoção do bem-estar social, a melhoria da ualidade de vida e o esenvolvimento cultural do trabalhador no comércio e serviços e de seus dependentes - seu público prioritário - bem como da comunidade em geral.

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CONTA COMIGO. Espetáculo em que um contador de histórias traz na baga­ gem vários contos recolhidos do folclo­ re brasileiro, com músicas da nossa cul­ tura popular, brincadeiras de rua e di­ tos populares. Com a Cia. Hermeneutas. Auditório. R$ 6,00, R$ 4,50 (□) e R$ 3,00 (O). 24 e 25/11. Sábados e domingos, às 15h. Sesc Vila Mariana TEATRO 3X4. Espaço voltado à valori­ zação do fazer teatral em espetáculos intimistas que privilegiam a aproxima­ ção entre ator e público. Auditório da Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Rua Visconde de Inhaúma, 730.

Bairro Nova Gerti. São Caetano do Sul. Ingressos à venda no Sesc São Caeta­ no. R$4,00, R$3,20 (□) e R$2,00 (O). Sesc São Caetano. OSCAR WILDE. Uma das figuras mais célebres da história da literatura ingle­ sa, é mostrada num dos momentos mais dramáticos de sua vida, quando esteve encarcerado por dois anos. Idealização e interpretação de Elias Andreato. Dire­ ção de Vivien Buckup. 05/11. Segun­ da, às 19h. Sesc São Caetano ROSE ROSE. Mostrando a trajetória de uma judia de 80 anos, a história reflete a verdadeira alma do povo judeu e sua batalha vigorosa para encontrar e estabelecer-se pacificamente em sua pátria. O espetáculo relata a luta comum do ser humano em busca da liberdade. Texto de Martin Sherman, com tradução de Luiz Fernando Tofanelli.. Direção Geral de Roberto Vignati. Com Ana Lucia Torre. Sábado, dia 24/11, às 20h. No teatro. R$ 12,00, R$ 10,00 (□), R$ 6,00 (aaa), R$ 5,00 (O). Sesc Santo Amaro especial REFLEXOS DE CENAS-2001. Apresen­ tações de cenas seguidas de discussões sobre estética e processo de criação. Mediação de Alexandre Mate. Grátis. •A Ilha Desconhecida. Espetáculo infanto-juvenil adaptado de um conto de José Saramago. Cia Elevador de Teatro Panorâmico. Com Anna Paula Basile, Carolina Fabri, Heloisa Cintra, Juliana Paié, Juliana Pinho, Juliana Offenbecker, Ma ira Chasseraux, Milena Costa, Pedro Haddad e Tathiana Bott. Direção de Marcelo Lazzaratto. Convidado es­ pecial: VladimirCapelIa. 07/11. Quar­ ta, às 20h. «Um Jovem no Teatro. Apresentação do trabalho do grupo de Hip Hop "Essência de Rua" de São Caetano. Coreografias de Homero Loes. Coordenação de Annette Ramersoven. Convidado especial: Vladimir Capella. 07/11. Quarta, às 20h. »8 Dogmas, Novas Dobras. Performances de dança que pretendem conduzir o es­ pectador a diferentes universos cênicos. Proposta desenvolvida pelo Núcleo Tandaz da Cooperativa Paulista dos Baila­

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TEATRO. Tem o objetivo de levar o par­ ticipante a entrar em contato com seu lado criativo, aumentando sua capaci­ dade de comunicação, imaginação e desbloqueio. Através de improvisações e exercícios, o aluno conhecerá teatro ao mesmo tempo em que conhecerá a si mesmo. Com Augusto Marin, ator e diretor. A partir de 17 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Terças, das 19h às 21 h30 / sábados, das 1Oh às 13h. Sesc Pompéia TEATRO PARA ADOLESCENTES. Minis­ trado por Roberto Áudio, tem por obje­ tivo aguçar a sensibilidade, estimular a capacidade criativa e desenvolver técni­ cas de atuação, buscando ampliar a presença cênica do ator. Durante o cur­ so o aluno terá a oportunidade de ex­ perimentar o fazer teatral em todas as suas etapas, finalizando com uma mon­ tagem produzida por alunos e profes­ sor. A partir de 13 anos. 20 vagas. R$ 16,00, R$ 12,00 (□) e R$ 8,0 0 (0 , ❖). Inscrições abertas. Segundas e quartas, das 14h às 17h. Sesc Santo Amaro AGITO JOVEM. Um projeto para jovens de 13 a 19 anos que integram várias linguagens culturais com o objetivo bá­ sico de desenvolvimento da cidadania e autonomia do grupo de adolescen­ tes. «Kit Teatro. Apresentação teatral, fi­ nalização da oficina de manipulação, Kit Teatro. Auditório. 21/11. Quarta, às 19h. Sesc Vila Mariana

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usuário matriculado

idosos acima de 65 anos, V aposentados e estudantes com carteirinha da UNE, UMES ou UBES

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Música espetáculos SOLO BRASILEIRO. Compositores e intér­ pretes em apresentações solo, mostrarão ao público, além de sua obra autoral, um pouco da produção musical de sua terra natal. • Paulinho Nogueira/ SP; dia 06. •Moacyr Luz/ RJ; dia 07. •Sérgio San­ tos/ MG; dia 13. «Eudes Fraga/ CE; dia 20. «Luiz Carlos Borges/ RS; dia 21. •Nilson Chaves/ PA; dia 27. «Zé Rena­ to/ ES; dia 28. Capacidade 80 lugares. R$ 10,00, R$ 5,00 (□, ❖) e R$ 4,00 (O). De 06 a 28/11. Terças e quartas, às 21 h. Sesc Pinheiros CONGADA DO PARQUE SÃO BERNAR­ DO. Os 45 integrantes tocam caixas, ata­ baques, tambores e chocalhos. 15/11. Quinta, às 14h. Sesc Itaquera

BEM BRASIL Shows musicais com novos talentos e renomados artistas da MPB, no Palco do Lago. Exibido ao vivo pela TV Cultura. De 01/07 a 25/11. Domingos, às 14h. Sesc Interlagos

R$ 3,00 (□) e R$ 2,00 (O, ♦). 09/11. Sexta, às 20h. Sesc Vila Mariana LUZ DE EMERGÊNCIA. Com uma ambiência anos 70, o evento reunirá inte­ grantes das bandas Tutti Frutti e Patrulha do Espaço, o baterista Paulo Zinner e uma performance especial dos Monges Tibetanos. R$ 6,00, R$ 4,50 (□) e R$ 3.00 (O). Na Choperia. 14/11. Quarta, às 21n. Sesc Pompéia

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MOACYR LUZ. Lançamento do CD Na Galeria. R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6.00 (O). Na Choperia. 23/11 e 24/11. Sexta e sábado, às 21 h. Sesc Pompéia

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ZEZO RIBEIRO. Acompanhado de Simone Guimarães nos vocais, Osvaldinho do Acordeon no acordeom, Cristiano Rocha na bateria e Cláudio Machado no baixo. No Teatro. R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6 ,0 0 ( 0 * ) . 23/11. Sexta, às21h. Sesc Ipiranga

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BOTECO DO CABRAL O jornalista cario­ ca Sergio Cabral bate papo com a pla­ CAT POWER. Além de suas composições, téia e com artistas convidados sobre os apresenta releifuras de clássicos como seus velhos amigos da MPB. A homena­ Rolling Stones, Bob Dylan e Velvet Undergem deste mês é para Aracy de Almeida, ground. Teatro Sesc Vila Mariana. R$ 20,00, R$ 10,00 (□, ❖) e R$ 7,50 (O). feita pelas cantoras Márcia e Cristina Buarque. No Teatro. R$ 12,00, R$ 9,00 06/11. Terça, as 21 h. (□) e R$ 6,00 (O, ❖)• 24/11. Sábado, Sesc Vila Mariana às 21 h. DEGUSTASSOM. Com o percussionista Sesc Ipiranga Dinho Nascimento, acompanhado por Paulo Assis (violão) e Gabriel Nascimen­ CAMPEONATO DE DJS. Finalíssima do to (percussão, berimbau e kalimba). Res­ campeonato que reuniu nas eliminatórias realizadas em julho e agosto na choperia taurante do Sesc Carmo. De 06 a 27/11. Terças, das 12h às 14h. do Sesc Pompéia, DJ's da Zona Norte, Sesc Carmo Sul, Leste e Oeste. Apresentações de break e grafite. R$ 5,00, R$ 4,00 (□) e MUSIKAOS. Gravação do programa da R$ 2,50 (O). Na Choperia. 25/11. Do­ TV Cultura. R$ 4,00. No Teatro. 06/11, mingo, às 17h. 13/11, 20/11 e 27/11. Terças, a partir Sesc Pompéia das 20H30. Sesc Pompéia ACÚSTICOS PARCEIROS. Tatiana Cobbett é bailarina e descobriu sua veia de FRED MARTINS. No show, toca acompa­ compositora ao ouvir os acordes do vio­ nhado por Wallace Cardia na bateria e lonista catarinense Marcos Oliva. No Fabio Lessa no contrabaixo. No Teatro. show, eles apresentam 18 composições R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6,00 (O, ❖)• em parceria, acompanhados pelo per­ 08/11. Quinta, às 21 h. cussionista Ivan Sanchuck. No Teatro. R$ Sesc Ipiranga 12,00, RS 9,00 (□) e R$ 6,00 (O, ❖). 30/11. Sexta, às 21 h. FESTIVAL UP LOAD. Festival que reú­ Sesc Ipiranga ne artistas e bandas independentes já consagrados no circuito underCORDEL DO FOGO ENCANTADO. Orgiground do rock. •Autoramas, Garanário de Arcoverde, Pernambuco, o gru­ ge Fuzz, Som Tomé, MQN, The Butpo faz música com elementos cênicos e chers Orchestra Matanza. Dia 09. poéticos marcantes, como a literatura de •Bidê ou Balde, Blemish, Pelvs, Ma­ cordel e cultura sertaneja, numa compo­ gazine, Astromato. Dia 10 «Graforsição celebrativa e inventiva. R$ 15,00, réia Xilarmônica, Video Kits, Hang R$ 11,00 (Q) e R$ 7,50 (O). No Teatro. The Superstar, Vado, Wonkavision, 30/11. Sexta, às 21 h. Maybees. Dia 11. R$ 15,00, R$ Sesc Pompéia 11,00 (□) e R$ 7,50 (O). Na Cho­ peria. 0 9 /1 1 ,1 0 /1 1 e 11/11. Sex­ 3a VIA Espaço para lançamentos de ta e sábado, às 20h e dominqo, às CDs, e aberto a todas as tendências mu­ 19h. sicais. R$ 6,00, R$ 4,50 (□) e R$ 3,00 Sesc Pompéia (O). «Diana Miranda. Lançamento do CD Nordestina. 03/11. Sábado, às 21 h. NO TOM DA HISTÓRIA Lançamento do Sesc Pompéia CD gravado no estúdio do Sesc Vila Ma­ riana. Uma homenagem do contrabaixis­ ANIMAÇÃO MUSICAL Apresentações ta francês residente no Brasil, Tibô Delor, musicais ao ar livre. Grátis, no Quintal. a um dos grandes mestres da música bra­ •Tá no Pé. Irônica fusão de informalida­ sileira, Antonio Carlos Jobim. R$ 4,00, de e precisão, show de sapateado basea­

Nasi e os Irmãos do Blues, e Claudia D, no Sesc Ipiranga. Confira no Roteiro do no som de um trio de guitarra, baixo e bateria. Direção de Susana Ribeiro. 03/11 e 04/11. Sábado, às ló h / do­ mingo, às 1Th. »Banda Tunísia. Big Band formada por 20 músicos, apresenta re­ pertório com pérolas do jazz, blues, ba­ ladas e MPB. 10/11. Sábado, às lóh. •Banda Savana. A banda é formada por 19 músicos do primeiro time e apre­ senta composições e arranjos inéditos so­ bre temas nacionais, sob a regência do maestro Branco. 17/11. Sábado, às 16h. «Claudia D. e Ambrosia Requenta­ da. Show inédito com a banda que faz uma mistura que chamam de "HippieHop", com roupagem brasileira. 24/11. Sábado, às 16n. «Os Opalas. Repertório composto por clássicos dos anos 70, de mestres como Jorge Benjor, Bebeto, Luis Vagner e Marcus Ribas, entre outros. 25/11. Domingo, às 16h. «Osmar Barut Quarteto. Mistura de MPB e Jazz. 18/11. Domingo, às 17h. Sesc Ipiranga ENCONTROS MUSICAIS DA NOVA SAFRA DA MPB. Show que reúne novos músicos e cantores cuja carreira vem crescendo dentro do cenário da MPB. «Carlos do Cavaco e Roberto Simões. Dia 17, às 21 h, no Teatro. Grátis. Retirar ingressos a partir das 19h30 do dia do show. Sesc Ipiranga ARENA MUSICAL Banda Maskavo. O rupo mostra suas influências, que vão e Bob Marley a "Seu Jorge". R$ 15,00, R$ 12,00 (□), R$ 7,50 (❖) e R$ 6,00 (O). 17/11. Sábado, às 20h. Sesc Santo Amaro SINFONIAS PAULISTAS. Projeto que abre espaço às orquestras paulistas, con­ templando a música erudita e os clássi­ cos populares. «Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo. Apresenta repertório popular e erudito sob a regên­ cia do maestro Paulo Rydlewski. Dia 11, às 16h, no Quintal. Grátis. Sesc Ipiranga CONVERSA DE MÚSICO. Série que apresenta as músicas que tiveram influên­

cia no início da carreira e na escolha do instrumento do artista convidado, num bate-papo com o curador musical André Geraissati. •Amilton Godoy. O convida­ do é pianista e faz parte do Zimbo Trio, o mais importante grupo da Bossa Nova e o primeiro grupo a acompanhar a canto­ ra Elis Regina. Ele também lança nesta noite o seu mais recente CD solo. No Tea­ tro. R$ 12,00, R$ 9,00 (usuário matric.) e R$ 6,00 (trabalhador no comércio e ser­ viços, estudantes e idosos). 21/11. Quar­ ta, às 21 h. Sesc Ipiranga ESPAÇO DANÇANTE. «Lobão. Depois do grande sucesso do projeto indepen­ dente nas bancas de jornais, Lobão pre­ tende mostrar o que ele chama de Músi­ ca Popular Brasileira Contemporânea. R$ 15,00, R$ 7,50 (□, ❖) e R$ 5,00 (O). 23/11. Sexta, às 22h30. «Trial of Dead. O quarteto texano apresenta uma mistu­ ra vigorosa de punk, heavy metal, rap e pop. Duas únicas apresentações em São Paulo. R$ 20,00, R$ 10,00 (□, ❖) e R$ 5.00 (O). 29/11 e 30/11. Quinta e sex­ ta, às 22h30. Sesc Belenzinho ESPAÇOS MUSICAIS. Encontros com os alunos do Centro de Música e palestras musicais abertas ao público. «Madalena Bemardes. A partir de sua pesquisa de 20 anos, a cantora realiza uma perfor­ mance sobre temas e estética vocal. Grá­ tis. Atrium. 10/11. Sábado, às 14h. Sesc Vila Mariana INSTRUMENTAL SESC SANTO AMARO. •Victor Biglione. O arranjador, composi­ tor e guitarrista demonstra todo o seu ecletismo e versatilidade, apresentado um repertório em que o suinaue do jazz mis­ tura-se ao rock, ao samba e ao melhor da MPB. Grátis. 27/11. Terça, às 20h. Sesc Santo Amaro INTIMIDADE É FATO. Encontro de dois artistas da MPB, num misto de show e talk- show. Gravação do programa da Globosat/Multishow. R$ 15,00, R$ 11.00 (usuário matric.) e R$ 7,50 (traba­ lhador no comércio e serviços matric.).


No Teatro. «Zé Renato e Flávio Venturini. 07/11. Quarta, às 21 h. «Ivan Uns e Celso Viáfora. 21/11. Quarta, às 21 h. Sesc Pompéia NOVOS RUMOS. Grandes nomes da música brasileira, apresentando traba­ lhos que vão além de seu estilo tradicio­ nal. «Angela Rorô & Johnny Alf. Uma homenagem ao jazz, seus maiores no­ mes e ao enriquecimento da música bra­ sileira pelos acordes dissonantes. Esta é a proposta desses dois grandes artistas, que se reúnem para lançar novos olhares sobre Cole Porter, Elinqton, Gershwin e outros. Teatro Sesc VÍla Mariana. R$ 15,00, R$ 7,50 (□, ❖) e R$ 5,00 (O). 08/11 e 09/11. Quinta e sexta, às 21 h. Sesc Vila Mariana PRATA DA CASA Projeto que visa abrir espaço para novos artistas. Conta com a redação de um crítico musical, definino gênero, repertório e postura cênica, diferenciando o "Prata da casa" de pro­ jetos similares. Grátis. Na Choperia. •Amaranto.Trio vocal formado pelas ir­ mãs Flávia, Marina e Lúcia Ferraz, minei­ ras de Belo Horizonte, escolhido como o melhor conjunto vocal de Minas Gerais. 01/11. Quinta, às 21 h. «Margareth Machado. Cantora, compositora e violo­ nista mineira. 08/11. Quinta, às 21 h. •Carrapa do Cavaquinho. Nome artísti­ co de Luiz Carlos Orione de Alencar Arraes, cavaquinista radicado em Brasília. 22/11. Quinta, às 21 h. Sesc Pompéia QUEM NÃO DANÇA, SECURA A CRIANÇA Djs animam o público antes e após os shows. R$ 15,00, R$ 11,00 (□) e R$ 7,50 (O). Na Choperia. «Funk Como Le Gusta. O grupo, consagrado das noites paulistanas, apresenta seu novo show. 15/11, 16/11 e 17/11. Quinta à sábado, às 21 h. Sesc Pompéia ROCK CONTEMPORÂNEO. Apresenta bandas que se destacam pelaousadia e inquietude. Assessoria de Paulo Barnabé. •Beto Lee. Filho de roqueira e guitarrista desde os 12 anos, produzindo atualmen­

te um rock'n'roll influenciado pelos anos 70. No Teatro. Grátis. Retirar ingressos a partir das 19h30 do dia do show. 10/11. Sábado, às 21 h. Sesc Ipiranga SEGUNDA NO CARMO. «Quinteto Em Branco e Preto. Com o CD "Riqueza do Brasil", considerado pela crítica como o melhor trabalho da nova geração do samba, o conjunto interpreta sambas iné­ ditos de Nelson Cavaquinho/ Wilson Moreira, Wilson das Neves/ Paulo César Pinheiro, Monarco/Mauro Diniz, além de composições próprias. R$ 4,00 e R$ 2,00 (O). 19/11. Segunda, às 19h. Sesc Carmo

brega e Habib Koite. Antônio Nóbrega, músico performático une, de forma criati­ va, sua coletânea do cancioneiro popular nordestino com novas harmonias em es­ petáculo inédito, juntamente com sua banda e dançarinos. Habib Koité é do Mali. Um dos instrumentos muito presen­ tes em sua música é o balafon, um tipo de xilofone. 15/11 e 16/11. Quinta, às 18h/ sexta, às 21 h. «Arnaldo Antunes e Mary Jane Lamond. Arnaldo Antunes, poeta, músico e compositor, acaba de lançar o CD Paradeiro onde tem canções em parceria com Paulo Leminski, Marisa Monte e Carlinhos Brown. No repertório de Mary Jane canções tradicionais celtas com uma leitura muito atual. 17/11 e 18/11. Sábado, às 21 h / domingo, às 18h. «Alceu Valenca e Thierry Robin. Al­ ceu Valença, um aos precursores em le­ var a cultura nordestina ao grande públi­ co brasileiro é, além de cantor e compo­ sitor um grande orador que, encontra no cordel pernambucano uma de suas mui­ tas fontes de inspiração. O cigano Thierry Robin reune os melhores músicos ciganos para apresentar a música cigana do Rajaslão até a Espanha. 22/11 e 23/11. Quinta e sexta, às 21 h. «Zeca Baleiro e Vãrttinâ. Zeca Baleiro, maranhanse é considerado um dos grandes composito­ res da nova geração, traduzindo num universo pop e bem humorado o espírito do norte do país. Vãrttinâ, o mais bem sucedido grupo folk contemporâneo da Finlândia, se destaca por ter inventado um estilo vocal/instrumental único. 24/11 e 25/11. Sábado, às 21 h / do­ mingo, às 18h. Sesc Pompéia NASI E OS IRMÃOS DO BLUES. Formada nos anos 90 pelo vocalista do IRA!, a banda conta hoje com três CDs lançados. Neste show, apresentam as músicas do último CD "O Rei da Cocada Preta", com muito soul, funk e R&B, além do velho e bom blues. A passagem de som será aberta ao público, e a banda faz um bate-papo com os fãs para mostrar como é montado um show musi­ cal. Grátis. Retirar ingressos com uma hora de antecedência. Show às 21 h, no Teatro. R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6,00 (O, ❖). Dia 20, às 16h. Sesc Ipiranga

SÉRIE LANÇAMENTOS. «Leandro Bon­ fim. Destaque para os aspectos cênicos do show, sob direção de Paulinho de Mo­ raes. Auditório. R$ 10,00, R$ 7,50 (□) e R$ 5,00 (O). 07/11 e 08/11. Quarta e quinta, às 20h. «Flautas Fantásticas. Neste show, os músicos Antônio Carlos Carrasqueira (flauta), Brooks De WetterSmith (flauta) e Maria José Carrasqueira (piano) mostrarão um panorama musical que abrange três séculos de composições para flauta. Auditório. R$ 10,00, R$ 7,50 (□) e R$ 5,00 (O). 15/11 e 16/11. VOZES DO BRASIL Programa de rádio, ao vivo, direto do Auditório Sesc Vila Quinta e feriado, às 20h. Mariana, com transmissão pela Rádio El­ Sesc Vila Mariana dorado e aprentação de Patrícia Palumbo.«Rosa Passos. A cantora e composi­ SEXTAS MUSICAIS. Espaço dedicado a tora, reverenciada como uma das princi­ apresentações de música instrumental pais intérpretes da Bossa Nova apresen­ privilegiando a divulgação de diferentes ta sua trajetória musical pautada pela ri­ intérpretes «Fábio Torres Trio. O pianista queza ritmica e improvisação vocal. Au­ e tecladista, acompanhado por Paulo ditório. Grátis. 2 5 /l0 . Quinta, às 1 lh Pauleli no contrabaixo e Marcus Teixeira Sesc Vila Mariana no violão, apresenta um repertório varia­ do de salsa, MPB e jazz, marcado pelo PROJETO TODOS OS SONS. Na tempo­ improviso e cadência contagiante. Na rada 2001, o projeto Todos os Sons, rea­ Área de Convivência. Grátis. 09/11, lizado em parceria com a rádio Mix FM, 16/11, 23/11 e 30/11. Sextas, às 19h. segue trazendo grandes nomes da Músi­ Sesc Ipiranga ca Popular Brasileira. 25/11. Domingo, a partir das 13h TODOS OS CANTOS DO MUNDO. Rea­ Sesc Itaquera lizado anualmente desde 1998 e centra­ do no estilo conhecido como World Mumúsica erudita sic, o evento busca, através da música, VIRANDO OS SÉCULOS. Música e Histó­ um intercâmbio entre culturas divergentes ria. Série de concertos que enfocam as e confluentes. R$ 25,00, R$ 18,00 (□) e transformações que a produção musical R$ 12,50 (O). No Teatro. «Antônio Nó-

experimentou nas três últimas viradas de século. Assessoria de Marina Brandão. O último recital conta com a presença da soprano Edna D'Oliveira, da mezzo-soprano Regina Elena Mesquita, do tenor Marcos Paulo, do barítono Manuel Alvarez e da pianista Rosely Gonçalves Freire para apresentar árias das óperas Tosca, Madame Butterfly, La Bohème, I Pagliacci, dentre outras. No Teatro. Grátis. Reti­ rar ingressos a partir das 19h30 do dia do concerto. 09/11. Sexta, às 21 h. Sesc Ipiranga SINFONIAS PAUUSTAS. Projeto que abre espaço às orquestras paulistas, contem­ plando a música erudita e os clássicos populares. «Orquestra Sinfônica de São Bernardo do Campo. No Quintal. Grá­ tis. 11/11. Domingo, às 16h. Sesc Ipiranga especial TOQUES - O UNIVERSO DO INSTRU­ MENTISTA EM DISCUSSÃO. Série Tecla­ do e Piano. «Sílvia Góes (piano), Michel Freidenson (teclado) e Kiko Continentino (teclado). Após o bate-papo, jam session e sorteio de instrumentos musicais. R$ 4.00 e R$ 2,00 (O.). 27/11. Terça, às 19h. «Uz de Carvalho (piano), Cláudio Andrade (teclado) e Pepe Rodriguez (te­ clado). Após o bate-papo, jam session e sorteio de instrumentos musicais. R$ 4,00 e R$ 2,00 (O). 28/11. Quarta, às 19h. Sesc Carmo

O CAMINHO DO CANTO. Com An­ dréa Drigo, musicista e especialista em técnica vocal. A partir de 16 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). De 06 /0 3 a 30/11. Sextas, das 19h 15 às 21 h30. Sesc Pompéia FLAUTA DOCE. Com Veronique de Oliveira Lima, musicista. A partir de 7 anos. R$60,00, R$50,00 (□) e R$25,00 (O). De 0 6 /0 7 a 30/11. Sábados, das 9h30 às 13h30. Sesc Pompéia HARMÔNICA (GAITA DE BOCA). Com Ailton Rios, músico instrumentista. R$60,00, R$50,00 (□) e R$25,00 (O). De 0 8 /0 7 a 30/11. Domingos, das 14h30 às 17h30. Sesc Pompéia VIOLÃO POPULAR PARA INICIANTES. A partir de 12 anos. Necessário ter o instrumento. Orientação de Julia No­ gueira e Duca Belintani. Na Sala 2. Inscrição na Recepção. R$ 80,00, R$ 60.00 (□) e R$ 40,00 (O). De 10/08 a 30/11. Sextas, das 16h às 17h30. Sesc Ipiranga CANTE E TOQUE SEU ROCK. Com Ju­ lia Nogueira e Duca Belintani. No Au­ ditório. R$ 12,00, R$ 9,00 (□ ) e R$ 6.00 (O). Inscrições na Área de Con­ vivência. De 14/09 a 30/11. Sextas, das 19h30 às 22h. Sesc Ipiranga CENTRO EXPERIMENTAL DE MÚSICA. O Centro Experimental de Música Sesc Consolação oferece diversas ati­ vidades procurando aproximar o pú­

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Dança

Música

espetáculos FOLIAS GUANABARAS. Espetáculo di­ rigido e coreografado pelo professor de reeducação corporal Ivaldo Bertazzo como parte do Projeto Mãe Gentil, que no ano passado trabalhou com crianças e jovens do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, e formou o Corpo de Dança da Maré. Com a par­ ticipação de 66 crianças do Complexo da Maré, da cantora Elza Soares, do cantor Seu Jorge e da atriz Rosi Cam­ pos. Direção musical e regência de Ana Fridman, com o pianista Benjamin Taubkin, DJ Dolores e Orquestra Retra­ tos Brasileiros. No Ginásio. R$ 10,00, R$ 7,00 (□) e R$ 5,00 (O. ❖). De 07 a 18/11. Quarta a sábado, às 21 h / domingos às 19h. Sesc Ipiranga

blico dos meios necessários para uma prática musical com qualidade. Sua atuação concentra-se no ensino, com cursos regulares para o aprendizado de instrumentos de cordas - violino, viola, violoncelo, contrabaixo e vio­ lão, desenvolvimento das potenciali­ dades vocais através do canto e diver­ sas atividades de musicalização dire­ cionadas às crianças. Possuindo um acervo de 125 instrumentos de cordas com arco, dos quais 30 violinos, 15 violoncelos e 5 contrabaixos são ade­ quados em tamanho e proporção para crianças, o CEM conta com 3 sa­ las de aula e 5 salas de estudo isola­ das acusticamente para a prática indi­ vidual. As inscrições estarão abertas a partir do dia 4 de agosto no setor de Matrícula - I o andar, de segunda a sexta, das 13h às 21 h / sábados, das 9h às 15h. São oferecidas aulas aber­ tas gratuitas para os interessados. De 01/10 a 30/11. Sesc Consolação

GESTO NA DANÇA CONTEMPOR­ NEA. Apresentação de resultado do cur­ so "O gesto da dança contemporânea", com os alunos participantes. Grátis. 29/11. Quinta, às 20h. Sesc Pinheiros

CAVAQUINHO. Com lido Silva, músi­ co. A partir de 15 anos. R$ 72,00, R$ 60,00 (□), R$ 30,00 (O). De 0 4 /0 7 a 30/11. Quartas, das 18h30 às 21 h30. Sesc Pompéia CORAL Sesc Pompéia. Com Piero Damiani, regente. Grátis. De 0 8/08 a 30/11. Domingos, das 9h30 às 12h30. Sesc Santo Amaro. Coordenação de Christina Guiçá. R$ 8,00, R$ 4,00 (□) e R$ 2,00 (O, ❖). De 0 1 /0 9 a 01/12. Sábados, das lOh às 12h. Sesc Santo Amaro. Com Christina Guiçá. Inscrições abertas para novas turmas. De 01/10 a 01/12. Segun­ das e quartas, das 19h às 20h30/ sá­ bados, das 1Oh às 13h. Sesc Itaquera. Com Charles Raszl. De 06/10 a 24/11. Sábados, das 13h às 17h. VIOLÃO. Com Marcelos Campo e Nelson Latif. A partir de 12 anos. R$ 72,00, R$ 60,00 (□), R$ 30,00 (O). De 03/07 a 30/11. Terças, das 19n às 21 h30/ quartas, das 14h às 17h / sextas, das 19h às 21h30/ sábado, das 14h às 17h. Sesc Pompéia serviços MÚSICA NA EMPRESA. As empresas de comércio podem contar com mais um serviço do Sesc, um programa de apoio ao lazer especializado na área musical, que oferece suporte para a organização de grupos (corais infan­ tis e adultos) e eventos (festivais musi­ cais e encontros de corais). Além dis­ so, o CEM coloca à disposição toda a sua estrutura para a realização de diversas atividades musicais com o objetivo de integrar os corais e os conjuntos já existentes nas empre­ sas aos grupos do próprio Sesc. As empresas interessadas em u tili­ zar esta assessoria deverão entrar em contato com o Centro Experi­ mental de Música Sesc Consola­ ção. Veja program ação. De 02/01 a 3 1 /1 2 . Sesc Consolação

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Todos os cantos do mundo De 15 a 2 5 de n ovem bro, o Sesc Pom péia pro m o ve a q u a rta edição do festival Todos os Cantos do M u n d o , um encontro de artistas brasileiros e internacionais de diversas regiões e tradições culturais. Nesta edição, oito atrações dividem o palco do teatro . Os convidados internacionais são H ab ib Koité, de M a li; M a r y Jane Lam ond (foto), do C an adá; Thierry "Titi" Robin, d a França; e V àrtin n à , d a Finlândia. Os nacionais, Alceu Valença, Antônio N ó b reg a, A rnaldo Antunes e Zeca Baleiro. Com direção artística da c antora Fortuna, o festival tra rá a cada noite um a atração b rasileira e outra estrangeira. Segundo Fortuna, a música oferece oportunidades p a ra que tom em os consciência de outras culturas. "Acho que o m undo precisa se m o b iliza r e d espertar cada vez mais p a ra a p ossibilidade de diálogos inter-étnicos e inter-religiosos", afirm a . Confira n a p rogram ação.

DANÇANDO A NOSSA HISTÓRIA. Apresentação das alunas dos cursos de dança da terceira idade, contando e dançando a história da música brasilei­ ra. Grátis. 30/11 .Sextas, às 18h. Sesc Pinheiros aulas abertas BIODANÇA. Com llson de Barros. 09/11. Sexta, às 19h. Sesc Pompéia DANÇAS CIRCULARES. Com Beatriz Esteves. 07/11 e 14/11. Quarta, às 20h30. Sesc Pompéia

BIODANÇA. De 15 a 55 anos. Os par­ ticipantes devem utilizar roupas ade­ quadas e trazer cadeado para utiliza­ ção no vestiário. Com llson de Barros. R$ 50,00 (□) e R$ 25,00 (O). Sextas, às 19h. Sesc Pompéia DANÇA CLÁSSICA. Com Alessandra De Fillipi. R$ 38,00 (□) e R$ 19,00 (O). Sá­ bado, das 9h30 às 11 h. Sesc Pompéia DANÇA MODERNA. Com Alessandra De Fillipi. R$ 38,00 (□) R$ 19,00 (O). Quarta e sexta, das 11 h30 às 13h/ sá­ bado, das 11 h às 12h30. Sesc Pompéia DANÇAS CIRCULARES Sesc Pompéia. A partir de 15 anos. Com Beatriz Esteves. R$ 30,00 (□) e R$ 15.00 (O). Quartas, às 20h30. Sesc Pinheiros. Quartas às 14h, R$ 15.00 preço único. Quartas às 20h, R$ 25.00 (O) R$ 50,00 (□) 30 vagas por horário. Quartas, às 14h e às 20h. DANÇA AFRO-BRASILEIRA Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$ 20,00(0) e R$ 40,00 (□). Turmas men­ sais. Inscrições diretamente com o pro­ fessor. Sextas, às 20h. Sesc Pompéia. Com Álvaro Santos e percussão de Valmir Fomel. De 15 a 55

anos. R$41,00 (□) e R$ 20,50 (O). Sá­ bados, às 13h. Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Coordenação de Ari Matos. R$ 30,00 (□), R$ 15,00 (O). Sábados, das 16h às 17h30. DANÇA DE RUA Sesc Vila Mariana A partir de 13 anos. Coordenação de Homero Lopes. R$ 38.00 (□), R$ 19,00 (O). Quartas e sextas, das 16h às 17h. DANÇA DE SALÃO Sesc Consolação. Com Ari Matos. R$ 25.00 (O) e R$ 50,00 (□). Sala Sigma. 40 vagas. De 15/01 a 15/12. Segun­ das e quartas, às 19h30. Sesc Ipiranga. Iniciação. A partir de 16 anos. Na sala 3. Inscrição com o profes­ sor no horário de aula. R$ 44,00, R$ 29.00 (MIS) e R$ 22,00 (O). Terças e quintas, às 19h30/ sábados, às 16h. Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. Sá­ bados às 10h, 11 Fi30,13h e 14h30. R$ 25.00 (O) e 50,00 (□). Turmas mensais, inscrições diretamente com o professor. Sábados às 10h, 11 h30, 13h e 14h30. Sesc Ipiranga. Aperfeiçoamento. A par­ tir de 16 anos. Na sala 4. Inscrição com o professor no horário de aula. R$ 44,00, R$ 29,00 (M.I.S) e R$ 22,00 (O). Sábados, às 14h30. Sesc Carmo. Acima de 16 anos. R$19,00(0), R$38,00. Segundas e quartas, às 19h, terças, às 11 h e 12h30. Sesc Pompéia. Com Sérgio Villas Boas e Neide Carvalho. Turmas iniciantes, in­ termediário I e intermediário II. De 15 a 55 anos. R$ 45,00 (□) e R$ 22,50 (O). Quartas ou sextas, às 2 0h/ sábados, às 14h30/ domingos, às 13h, 14h30 e lóh. Sesc Santo Amaro. R$ 40,00 (□) e R$ 20.00 (O). Sextas, às 18h30. Sesc Belenzinho. Com o professor Ricar­ do Liendo. 40 vagas. Acima de 16 anos. 2 aulas semanais. Taxa de inscri­ ção R$ 10,00 (□), R$ 5,00 (O, ❖) e R$ 2,50 (O acima de 55 anos). R$ 51,00 (□) e R$ 26,00 (O) R$ 21,00 (□ acima de 55 anos)e R$ 11,00 (O acima de 55 anos).Terças e quintas, às 14h, 15h, lóh (preços promocionais) , 19h, 20h ou 21 h. Sesc São Caetano. Com Cibele Cordei­ ro Takahashi. Turmas para alunos ini­ ciantes e intermediários. R$30,00 (□) e R$15,00 (O). Terças, às 20h/ sábados, às 15h. Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Coordenação de Ari Matos. R$ 30,00 (□), R$ 15,00(0). Domingos, das 11 h às 12h30. Sesc Consolação. Com Renato Assis. R$ 22.00 (O)e R$ 44,00 (□) Sala Sigma. Sábados, das 14h às 15h30. DANÇA DO VENTRE Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Coordenação de Angélica Rovida. Quartas e sextas, das 20h30 às 21 h30. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Sábados, das 10h30 às 12h. R$ 30,00 (□), R$ 15,00(0). Sesc Consolação. Com Marize Piva. A partir de 15 anos. 30 vagas por turma. R$ 28,00 (O) e R$ 56,00 (□). Sextas, às 19h/ sábados, às 12h45 Sesc Carmo. Acima de 16 anos.


Literatura R$19,00(0), R$38,00.Sextas, às 17he 18h30. Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. Se­ gundas e quartas às 20hl5. R$ 38,50 (O) e R$ 77,00 (□). Sextas às 20h30 e sábados às 1Oh e 11 h30. R$ 27,50 (o) e R$ 55,00 (□). Turmas mensais, inscri­ ções diretamente com a professora. Se­ gundas e quartas, às 20n 15/ sextas, às 20h30/ sábados, às 1Oh e 11 h30. Sesc Ipiranga. Iniciação e Aperfeiçoamento. A partir de 16 anos. Iniciação, às 14h30, na sala 3. Aperfeiçoamento, às 1óh, na sala 4. Inscrição com o profes­ sor no horário de aula. R$ 44,00, R$ 29.00 (MIS) e R$ 22,00 (O). Sábados. Sesc Santo Amaro. R$ 40,00 (□) e R$ 20.00 (O). Segundas, às 19h / Sába­ dos, às 13h. Sesc Pompéia. Com Marize Piva Pache­ co. De 15 a 55 anos. Iniciante, R$ 26.00 (O) e R$ 52,00 (□). Quartas, às 19h. Sesc São Caetano. Com Andrea Aríete Ferreira/ Luciana Ferie. R$30,00 (□) e R$15,00 (O). Sextas, às 19h30/ sába­ dos, às 1Oh. DANÇA FLAMENCA Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$ 26,50 (O) e R$ 53,00 (□). Turmas men­ sais. Inscrições diretamente com a pro­ fessora. Sábados, às 9h30 e 11 h. Sesc Ipiranga. Iniciação. A partir de 16 anos. Na sala 2. Inscrição com o profes­ sor no horário de aula. R$ 60,00, R$ 40.00 (M.I.S) e R$ 30,00 (comerciário matric.). Sábados, às 13h. Sesc Pompéia. Com Daniela Libâneo e Fábio Sardo. De 15 a 55 anos. Inician­ tes: 50,00 (□) e R$ 30,00 (O). Avança­ dos: R$ 60,00 (□) e R$ 35,50 (O). Sá­ bados; iniciantes, às 15h, avançados, às lóh. Sesc São Caetano. Com Marilia Nardotti Cartell. R$ 30,00 (□) e R$ 15,00 (O). Sábados, às 13h30. Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Coordenação de Débora Neffucci. R$ 30.00 (□), R$ 15,00 (O). Sábados, das 1Ohl 5 às 11 h45 e 11 h45 às 13hl 5. DANÇA INDIANA Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$ 30.00 (O) e R$ 60,00 (□). Turmas men­ sais. Inscrições diretamente com a pro­ fessora. Sextas, às 20h. JOGOS ESCOLARES DO SESC. Mostra de Dança dos Alunos. No Teatro. 09/11. Sexta, das 14h à s l7 h . Sesc Pompéia

In terlag o s Ip ira n g a Ita q u e ra O d o n to lo g i

forme estilos e gêneros. «Bom de Le­ tra. Uma leitura lúdica e dinâmica das obras de escritores solicitados nos principais vestibulares do país e também algumas das regras de nos­ sa gramática. Dia 13, Clarice Lispector; dia 20, dicas ortográficas e gra­ maticais e dia 27, João Guimarães Rosa. Com Mara Rúbia. Vagas limi­ tadas. Atividade voltada aos vestibulandos. Grátis. Informações e inscri­ ções na Central de Atendimento.Ter­ ças, das 15h às 17h. Sesc Vila Mariana oficinas CIRANDA DA POESIA. Participe co­ nosco de tardes agradáveis, ouvindo e declamando poemas de poetas brasileiros, participação dos técnicos da Unidade. Grátis. Biblioteca. Se­ gundas e quartas, às 14h. Sesc Carmo

Lygia Fagundes Telles, no Sesc Carmo. Confira no Roteiro HORIZONTES LITERÁRIOS. O pro­ grama propõe atividades que procu­ ram resgatar o hábito e o prazer da leitura, aproximando leitores de au­ tores consagrados da literatura bra­ sileira. «Vídeo. Como introdução à obra da autora, estaremos exibindo o filme "As meninas", (1995) de Emiliano Moraes, baseado no livro homônimo de Lygia Fagundes Telles. Vagas limitadas. 2 1 /1 1 . Quarta, às 17n. «Encontro com a Escritora. Neste mês, o projeto recebe a escri­ tora Lygia Fagundes Telles para um encontro descontraído com leitores. Grátis. Biblioteca. Vagas limitadas. 2 2 /1 1 . Quinta, às 18h. Sesc Carmo

SHOW de Ela Kobhiaco e Quarteto de Cordas com leitura de textos de M arilia Miyazawa e Ana Arcuri. Au­ ditório, às 20h. Troca de postais na Central de Atendimento a partir de 1 3 /1 1 /0 1 . Realização Sesc São Paulo e Nankin Editorial. 2 2 /1 1 . Quinta, às 19h. Sesc Vila Mariana

lançamento HIP HOP: A PERIFERIA GRITA. De Janaina Rocha, Mirella Domenich e Patrícia Casseano. Trata-se de uma ampla reportagem sobre o universo Hip Hop, paticularmente na cidade de São Paulo, com apresentação de um grupo de Rap e/ou dançarinos de break e/ou grafiteiros. Choperia. Grátis. 0 7 / l 1. Quarta, às 20h. Sesc Pompéia

SALA DE LEITURA. Um espaço aber­ to no Sesc On Line para se pensar e praticar de modo crítico a leitura de literatura. São duas seções princi­ pais: uma voltada para a reflexão do ato de leitura (Livro Vivo) e outra, interativa, voltada para a prática da leitura crítica de obras literárias (Oficina de Leitura). Sesc On Line

MOCÓ e VIJÓRIA. Lançamento dos livros MOCÓ de O. C. Louzada Fi­ lho e VITÓRIA, de Ela Kobhiaco. Grátis. Atrium, às 19h. POCKET-

especial BALAIO DE TEXTOS. Participe en­ viando .um texto para ser comentado ou criticado pelo escritor João Silverio Trevisan, no Balaio de Textos. De 01 a 2 0 /1 2 . Quintas, das 20h às 22h. Sesc On Line

aulas abertas PALAVRA EM CONSTRUÇÃO. Dis­ cussões e exercícios práticos desven­ dam a construção do texto literário e as obras de escritores famosos, con­

bibliotecas Sesc Pompéia. Oferece livros de lite­ ratura, saúde, artes e histórias em quadrinhos. Entre as novas aquisi­ ções estão: Voragem, de Junichiro Tanizaki, Coração das trevas, de Joseph Conrad, Um dia daqueles, de Bradley Trevor Greive e O cheiro de Deus, de Roberto Drummond. Grátis. Terça a sábado, das 9h às 20h30, domingos e feriados, das 9h às 19h30. Sesc Carmo. Fazem parte das novas aquisições da biblioteca os livros: "Conversando com a Eternidade": a inédita obra-prima de Victor Hugo, "Uma biografia do universo: do big bang à desintegração final" e "O fim da terra e do céu: o apocalipse na ciência e na religião". Além disso, a biblioteca possui um acervo de 7.4000 volumes de obras diversifi­ cadas para consulta e empréstimo. Segunda à sexta, das 1Oh às 18h. serviços SALA DE LEITURA Sesc Pompéia.Os principais jornais e revistas, nacionais e importados, para consulta. Grátis.Terça a sába­ do, das 9h às 20h30, domingos e fe­ riados, das 9h às 19h30. Sesc Vila Mariana. Terça a Sexta, das 7h às 21 h30; sábados, domin­ gos e feriados, das 10h às 18h30. Sesc Consolação. Principais jornais, revistas e gibis para leitura e consul­ ta. Grátis. De 01/11 a 3 1 /1 2 . Se­ gunda a sexta, das 12h30 às 2 0 h 3 0 / sábados e feriados, das 12h30 às ló h . SALA DE LEITURA E JOGOS Sesc Itaquera. Entretenimento e in­ formação para públicos de todas as idades; jornais, livros infantis, gibis, jogos e atividades recreativas. Quar­ ta a domingo, das 9h às 17h. Sesc Santo Amaro. Jornais, revistas, livros de arte, gibis e jogos de salão. Grátis. Segunda a sexta, das 1Oh às 19 h / sábados, das 1Oh às 18h. Sesc Carmo. Área de Convivência para recreação e lazer destinada ao público de todas as idades, com jor­ nais, gibis e jogos de mesa. Grátis. Segunda à sexta, das 9h às 18h.

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Internet & Multimídia INTERNET UVRE. Espaço destinado a pro­ mover a utilização da rede mundial de computadores em toda sua potencialida­ de. Oferece oficinas, cursos e palestras so­ bre lemas como navegação na rede, edi­ ção musical, edição de vídeo, design grá­ fico, construção de site. Exclusivo para tra­ balhadores no comércio e serviços e usuá­ rios matriculados. Monitores especializa­ dos orientarão os intemautas. Sesc Belenzinho. Quarta a sexta, das 14h às 21 h, sábados, domingos e feriados das 1Oh às 1Th. Sesc Carmo. Segunda a Sexta, das 11 h às 18h. Sesc Consolação. Segunda das 17h30 às 21 h, terça a sexta das 13h30 às 21 h, sá­ bado das 13h30 às 1Th. De 01 a 31 /O7. Sesc Ipiranga. Terça a Sexta, das 13h às 21 h. Sábados, domingos e feriados, das lO h à s lA Sesc Pompéia. Quarta a Sexta, das 1Oh às 20h30. Sábados, domingos e feriados, das 1Oh às 1Th. Sesc Santo Amaro. Segunda a Sábado, das 1Oh às 18h. Sesc Vila Mariana. Terça a sexta, das 13h às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 1Oh às 18h30. Monitoria: terças, das 13h30 às lTh. Quartas e quintas, das 13h30 às 21 h; sextas, das 13h30 às 1óh e das lTh às 21 h; sábados, das 12h às 1óh e domingos, das 10h30 às 18h. Na­ vegação grátis, com agendamento prévio. Atendimento especial para grupos de em­ presas comerciais, escolas e instituições. Maiores informações pelo lei. 5080-30T6. De 01/0T a 31/12. Terça a sexta, das 13h às 21 h30. Sábados, domingos e fe­ riados, das 10hh30 às 18h30„

ARTSHOW - Loop B. Espetáculo musical com o percussionista e criador de música digital. Os interessados podem participar do espetáculo, através da manipulação de soflwares de música digital durante a apresentação e utilizando os recursos de percussão dos artista. 18/11. Domingo, às 15h. «Papo Virtual. Programas e ativida­ des que visam integrar o usuário com as­ pectos culturais e de informática. «WebNews. Programa informativo com 30 mi­ nutos de duração que apresenta as novi­ dades ligadas ao mundo virtual. 10/11 e 24/11 .Sábado, às lóh. eO Que é Sesc. Bale papo com profissional do Sesc, apre­ sentando o trabalho social da instituição em uma área específica. Participação de Márcia Rehen, nutricionista do restaurante doSesc Pompéia. 25/11. Domingo, às Sesc Pompéia

IDADE.NET. •Iniciação ao Micro. Curso apostilado. Inscrições no local, quinze mi­ nutos antes da atividade, seguindo a or­ dem de chegada dos usuários na fila. Va­ gas limitadas. 07/11. Quarta, às 12h. •Diversões na Internet. Atividades lúdicas e jogos. Inscrições no local, com meia hora de antecedência. Vagas limitadas. 09/11. Sexta, às 12h. Sesc Pompéia WEB@TTVIDADES. Atividades didáticas, lúdicas ou de Iniciação ao uso do compu­ tador e de programas. «Sites e Curiosida­ des. Atividade de ensino ao usuário ini­

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ciante no uso de internet. Inscrições no lo­ cal, quinze minutos antes da atividade, se­ guindo a ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas limitadas. Quarta e domin­ go, às 12h. «Animação Veforial com Flash. Atividade de iniciação ao mais po­ pular programa de animação para inter­ net. Inscrições no local, quinze minutos an­ tes da atividade, seguindo a ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas limi­ tadas. 08/11. Quinta, às 19h. «Desenho Vetorial em Corel. Atividade que apresen­ ta os conceitos básicos para criação de arte vetorial, utilizando versão livre do Co­ rel Draw. Inscrições no local, quinze minu­ tos antes da atividade, seguindo a ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas li­ mitadas. 11/11. Domingo, às 13h. «Ini­ ciação ao Micro.Curso apostilado. Inscri­ ções no local, quinze minutos antes da ati­ vidade, seguindo a ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas limitadas. 14/11 e 23/11. Quarta e sexta, às 12h. •Photoshop. Atividade para usuários que já conhecem o funcionamento básico do programa, apresentando novos recursos. Inscrições no local, quinze minutos antes da atividade, seguindo a ordem de chega­ da dos usuários na fila. Vagas limitadas. 15/11. Quinta, às 19h. «Corei. Atividade para usuários que já conhecem o funcio­ namento básico do programa, apresen­ tando novos recursos. Inscrições no local, uinze minutos antes da atividade, seguino a ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas limitadas, l ó / l l . Sexta, às 19h. «Photoloucuras. Atividade lúdica com o uso de webcam e programa que in­ sere elementos e personagens 3D nas ima­ gens. Inscrições no local, quinze minutos antes da atividade, seguindo a ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas limi­ tadas. 17/11. Sábado, às 12h. «Criação de Cartão de Visitas. Inscrições no local, quinze minutos antes da atividade, seguin­ do a ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas limitadas. 22/11. Quinta, às 19h. «Criação de E-mail. Elaboração de e-mail pessoal e uso dos recursos disponí­ veis no programa. Inscrição no local com meia hora ae antecedência. Vagas limita­ das. 29/11. Quinta, às 12h. «Inclusão de Currículo na Internet. Atividade aberta ao público em geral com orientação dos ins­ trutores da sala e de técnicos da Gelre, em­ presa de recursos humanos e recolocação profissional. E necessário comparecer com toda a documentação. Inscrições no local, inze minutos antes da atividade, seguina ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas limitadas. 03/11 e 30/11. Sexta e sábado, às 12h. «Tratamento de Imagens com Photoshop. Atividade que apresenta os conceitos básicos do Photos­ hop, programa de retoques fotográficos e arte digital, utilizando versão de demons­ tração. Inscrições no local, quinze minutos antes da atividade, seguindo a ordem de chegada dos usuários na fila. Vagas limi­ tadas. 10/11. Sábado, às 13h. Sesc Pompéia

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SIR ADALBERT & INTERNÉT1CO. A apre­ sentação aborda a dominação estrangeira no Brasil de maneira crítica e bem humo­ rada. Com Cláudio Carneiro. Grátis. Dias: M , 15,18 e 25. Domingos e feriado, Sesc Vila Mariana

SAIA DE LEITURA, JOGOS EMULTIMÍDIA. Espaço de convivência com jornais, revis­ tas, computador com acesso à internet, jo­ gos em CD-ROM's como FIFA 2001 e Xa­ drez. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 1Th. Sesc Interiagos especial PROGRAMAS DE INICIAÇÃO. Grátis. 0T vagas por aula. Inscrições meia hora an­ tes. «Black.Net. Navegação por sites de cultura africana e negra. Sextas, das 14h às 14h30. «Edição tfe Imagem. Alterar o tamanho e as configurações de uma foto ou imagem. De 05 a 30/11. Quintas, das 11 h30 às 12h30. «Edição de Texto. Criar e configurar um texto no Word Pad. De 05 a 30/11. Terças, das 16h30 às lTh30. •Introdução à Informática. Conceitos bá­ sicos, partes do computador e sistema ope­ racional do Windows. De 05 a 30/11. Segundas, das 11 h30 às 12h30. «Intro­ dução à Internet. Conceitos da rede, sites de busca, salvar e imprimir conteúdos da rede. De 05 a 30/11. Terças, das 11 h30 às 12h30. «Webcam. Tirar fotos e gravar vídeos com a câmera. De 05 a 30/11. Segundas, das 16h30 às 1Th «Primeiros Passos da Internet para a Terceira Idade. Dividida em dois módulos, a oficina abrange noções de hardware, exercícios de teclado e mouse, Windows e editor de texto. Com Paulo César. Inscrições prévias no ramal 251. Dias: 0T, 14, 21 e 28. Quartas, das 1Oh às 12h. «Primeiros Pas­ sos da Internet para a Terceira Idade. No­ ções de rede, histórico da internet, aplica­ ções e usos da internet, browser, internet explorer, e-mail e ouflook. Com Paulo Cé­ sar. 0T vagas. Grátis, com inscrições pré­ vias no ramal 251. Dias: 09,16,23 e 30. Sextas, das 1Oh às 12h. Sesc Carmo aulas abertas •Música na Net. Espaço para você conhe­ cer mais sobre o universo musical on line. Informações na sala da Internet Livre. Grá­ tis. De 01 a 29/11. Quinta, às 15h e às 19h. «Weblinguagem. Aprenda os termos específicos utilizados nas salas de batepapo e nos e-mails.lnscrições na sala da Internet Uvre, uma hora antes da atividade. 15 vagas. Grátis. De 0T a 28/11. Quar­ ta, às 14h30 e 19h30. «Plantão de Deuvidas. Orientada pelos Web-animadores da Internet Livre. Informações na sala da Internet Livre. Grátis. De 09 a 30/11. Sexta, às 15h e às 19h. Sesc Belenzinho workshops •Cidadão em Rede. Conheça os serviços públicos e dados governamentais disponí­ veis na Internet. Grátis. De 03 a 25/11. Sábados e domingos, às 15h. «Iniciação à Internet. Aprenda os primeiros passos para se aventurar pela rede. R$ 15,00, R$ 7,50 (□), R$ 5,00 (O). De 06 a 14/11. Terça a sexta, das 13h às 14h30. «Multi­ mídia. Orientação coletiva sobre explora­ ção e utilização dos recursos do Realplayer e Windows mídia player. Grátis. De 06 a 29/11. Terças e quintas, às 15h e 20h. •O gratuito na net - Star Office. Progra­ ma para formatação de textos e planilhas. R$ 15,00, R$ T,50 (□), R$ 5,00 (O). De 06 a 29/11. Terças e quintas, das 1Th às 18h. «Sua saúde na rede. Dicas de sites com orientações sobre saúde e alimenta­

ção. Grátis. De 0T a 30/11. Quartas e sextas, das 15h e 20h. «Navegar é preci­ so. Os primeiros passos para a Terceira Idade se aventurar em suas buscas na Rede. R$ 10,00, R$ T,50 (□), R$ 5,00 (O). De 20 a 30/11. Teças, quartas, quin­ tas e sextas, das 13h às 14h30. Sesc Vila Mariana

•Click Emprego. Como usar a Internet para recolocação e requalificação profis­ sional. Terças, às 1Oh e quintas às 15h. •Click Vestibular. Como a Internet pode ajudar na preparação para o vestibular. Terças, às 1óh e quintas às 1Oh. «Oficina HTML Primeiras noções para a construção de páginas na Internet. Sábados, das 1Oh às 14n. Grátis. De 01/10 a 30/11. Se­ gunda à sábado e feriados, das lOh às 18h «Primeiro Click Terceira Idade. Inicia­ ção à internet voltada para a Terceira Ida­ de. Segundas, às 16h30 e terças, às 15h. •Introdução à linguagem paro criação de sites. Sábados, das lOh às 13h. De 01 a 30/11. Segunda à sábado e feriados, das lOh às 18n. Sesc Santo Amaro PHOTOSHOP DICAS E EFEITOS. Ativida­ de para usuários que já conhecem o fun­ cionamento básico do programa, apre­ sentando recursos simples que tomam o trabalho gráfico mais bonito. Inscrições no local, quinze minutos antes da ativida­ de, seguindo a ordem de chegada dos usuários na fila. Dia 21. Quarta, às 19h. Sesc Vila Mariana UNKS URBANOS. Oficinas de iniciação e aprimoramento nas áreas de criação e produção artística visual:- vídeo/cinema, fotografia, artes plásticas, novas mídias e design. «Fotografia: Música em Foco. O registro fotográfico como elo entre Música e Fotografia. Com Marco Aurélio Olimpio. A partir de 15 anos. 16 vagas. R$ 40,(X), R$ 30,00 (□) e R$ 20,00 (O). Informações e Inscrições na Central de Atendimento. Dias: 0T, 13,23 e 30. Das 19h às 21 h30. Sesc Vila Mariana INTERNET UVRE. Espaço destinado a pro­ mover a utilização da rede mundial de computadores em toda sua potencialida­ de. Além de cursos e palestras sobre temas como navegação na rede, etc. Monitores especializados orientarão os intemautas. De 01/0T a 31/12. Terça a sexta, das 13h às 21 h / sábados, domingos e feria­ dos, das 1Oh às 1Th. Sesc Ipiranga

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Artes Plásticas & Visuais

Vera Costa, exposição na Galeria Sesc Paulista. Confira no Roteiro exposições VERA COSTA A artista apresenta escul­ turas/instalações concebidas especifica­ mente para o espaço da Galeria Sesc Paulista. Os trabalhos, todos produzidos com materiais leves e alvos, ocupam todo o ambiente da exposição, permitin­ do que paredes e pisos sejam integra­ dos ao conjunto das obras. Galeria Sesc Paulista THE OVEREXCITED BODY - A ARTE E ESPORTE NA SOCIEDADE CONTEM­ PORÂNEA. Reúne 32 artistas de vá­ rios países (sendo 4 brasileirosjapresentando performances, instalações, vídeos, desenhos e imagens fotográfi­ cas. Curadoria de Adelina von Furstenberg. De 17/10 a 0 2/12. Terça a domingo, das 9h às 20h. Sesc Pompéia

BATIKEM MADEIRA. Com Celso Lima, artista plástico. Nas Oficinas de Criati­ vidade. R$ 72,00, R$ 60,00 (□) e R$ 30,00 (O). Quintas, das 19h às 21 h30 Sesc Pompéia ARTISTAS E ARTEIROS. Para adultos, adolescentes e crianças. Com técnicos do Sesc. Nas Oficinas de Criatividade. Grátis. Sábados, domingos e feriado, das 14h às 17h. Sesc Pompéia CARTÕES E ENVELOPES. Com Lucia Lacourt, artista plástica. Nas Oficinas de Criatividade. R$ 5,00, R$ 2,50 13h ^á*3aC*°Se domingos, das 1Oh às Sesc Pompéia

ARTESANATO EM CERÂMICA. Com Oey Eng Goan, ceramista. Nas Ofici­ nas de Criatividade. R$ 5,00, R$ 2,50 (O). Sábados, domingos e feriado, das lOh às 13h. Sesc Pompéia

AQUARELA. Com Maria Izabel Car­ doso, artista plástica. A partir 15 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Quintas, das 14h às 17h. Sesc Pompéia ARTE SOBRE TECIDO. Com Eduardo Kneipp, artista plástico. A partir 15 anos. R$96,00, R$80,00(Q) e R$40,00 (O). Terças, das 14h30 às 17h30. Sesc Pompéia MARCENARIA - CURSO BÁSICO. Com Arlindo Gomes, marceneiro, Dario Fonzar, marceneiro e Heraldo da Mota Enrique, marceneiro e arte edu­ cador. A partir de 18 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Terças, das 13h30 às 15h30 ou das 19h30 às 21 h30 / quartas, das 15h30 às 17h30 ou das 17h30 às 19h30 ou das 19h30 às 21h30 / sextas, das 19h às 21 h / sábados, das 14h às 16h. Sesc Pompéia TAPEÇARIA - CURSO BÁSICO. Com Ti! yoko Tomikawa, artista têxtil e Mara Doratiotto, artista têxtil. A partir de 14 anos. R$96,00, R$80,00 (□) e R$40,00 (O). Terças, das 14h às 17h / quartas, das 19h às 21h30 / quin­

tas, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia RESTAURAÇÃO E RECICLAGEM DE MÓVEIS E OBJETOS. Com Ana Lúcia Marcondes, artista plástica. A partir de 18 anos. R$72,00, R$60,00 (Q) e R$30,00 (O). Quartas, das 9h30 às 12h30 / quintas, das 9h30 às 12h30 ou das 18n30 às 21 h30. Sesc Pompéia TAPEÇARIA - CURSO AVANÇADO. Com Tiyoko Tomikawa, artista têxtil. A partir de 14 anos. R$120,00, R$100,00 (□) e R$50,00 (O). Quar­ tas, das 19h às 21h30. Sesc Pompéia JOALHERIA ARTÍSTICA. Com Patrício Alzamora, joalheiro e Marina Melego, artista plástica. A partir de 16 anos. R$84,00, R$70,00 (□) e R$35,00 (O). Quintas, das 19h às 21 h30 / sá­ bados, das 1Oh às 13h. Sesc Pompéia H.Q. E CARICATURA. Com Gáu Fer­ reira, ilustrador, quadrinhista e profes­ sor de quadrinhos. A partir de 12 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Sábados, das lOh às 13h ou das 14h às 17h. Sesc Pompéia TAPEÇARIA ARRAIOLO. Com Sérgio Brozoski, artesão. A partir de 14 anos. R$60,00, R$50,00 (usuário insc.) e R$25,00 (trabalhador no co­ mércio e serviços matric.). Sextas, das 1Oh às 13h. Sesc Pompéia

TAPEÇARIA ORIENTAL. Com Sergio Brozoski, artesão. A partir de 14 anos. R$60,00, R$50,00 (□) e R$25,00 (O). Sextas, das 14h às 17h. Sesc Pompéia ESCULTURA E MODELAGEM: PE­ DRA, ARGILA E FUNDIÇÃO. Com Regina Carmona, artista plástica. A pa rtir de 15 anos. R$84,00, R$70,00 (□) e R$35,00 (O). Sába­ dos, das 14h às 17h. Sesc Pompéia GRAVURA EM METAL. Com Evandro Carlos Jardim, artista plástico gra­ vador e Valdir Flores Teixeira, técni­ co impressor. A partir de 16 anos. R$ 96,00, R$ 80,00 (□) e R$ 40,00 (O). Sextas, das 14h às 20h. Sesc Pompéia CERÂMICA E MODELAGEM EM AR­ GILA. Com Oey Eng Goan, ceramis­ ta. A partirde 14 anos. R$72,00, R$60,00 (□), R$30,00 (O). Quar­ tas, das 15h30 às 18h. Sesc Pompéia DESENHO E PINTURA. Com Lúcia Lacourt, artista plástica. A partir de 14 anos. R$ 48,00, R$40,00 (□) e R$20,00 (O). Terça, das 18h às 21 h. Sesc Pompéia INICIAÇÃO AO TORNO. Com Oey Eng Goan, ceramista. A partir de 14 anos. R$ 72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Terças ou quintas, das 18h30 às 21 h. Sesc Pompéia

revista

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Artes Plásticas & Visuais ARRANJO FLORAL Com Ana L. Bellasque, estudiosa da arte de ikebana. Na Sala 1.15 vagas. R$ 80, R$ 60,00 (□) e R$ 40,00 (O) material incluso. Aula demonstrativa no dia 03, grátis. Inscrições prévias na Área de Convi­ vência. Sextas, das 15h30 às 17h. Sesc Ipiranga CERÂMICA EM RAKÚ. Com Oey Eng Goan, ceramista. A partir de 14 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Quartas, das 18h30 às 21 h. Sesc Pompéia CURSO DE ENGOBE. Com Oey Eng Goan, ceramista. A partir de 14 anos. R$ 72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Quintas, das 15h30 às 18h. Sesc Pompéia DECORAÇÃO EM RESINA. Com Oey Eng Goan, ceramista. A partir de 14 anos. R$ 72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Sexta, das 18h30 às 21 h. Sesc Pompéia

le Macedo, fotográfa. 11 vagas. A partir de 18 anos. R$120,00, R$100,00 (□) e R$50,00 (O). Sextas, das 19h às 21 h30 / sábados, das 09H30 às 12h30. Sesc Pompéia NÚCLEO DE LINGUAGEM FOTOGRÁ­ FICA. As atividades do núcleo se desti­ nam aos interessados em fotografia ue pretendem ampliar seus recursos e criação. Através de exercício expe­ rimentais em outras linguagens, preten­ de-se reconhecer ou apromndar eixos temáticos de trabalho. Isto ocorre na prática, com a execução de exercícios de slides, seus comentários e conse­ quentemente do reconhecimento dos rastros do processo criativo neles conti­ dos. Requisitos: possuir curso básico de fotografia e conhecimentos de labora­ tório p&b, carta de interesse e uma foto. Com Angela Di Sessa, fotógrafa. A partir de 18 anos. R$60,00, R$50,00 (□) e R$25,00 (O). Quintas, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia

DESIGN EM BUUTERIAS. Com Oey Eng Goan, ceramista. A partir de 14 anos. R$ 72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Sexta, das 15h30 às 18h. Sesc Pompéia

LABORATÓRIO FOTOGRÁFICO. Com o objetivo de desenvolver os partici­ pantes que tem conhecimentos básicos em laboratórios P&B, facilitando o de­ sempenho no processamento de seu material. Com Ricardo Ferreira, foto­ grafo e laboratorista. Nas Oficinas de ARTE SOBRE TECIDO. Com Eduardo Criatividade. R$ 150,00, R$ 120,00 Kneipp. Na Sala 1. R$ 84,00, R$ (□) e R$ 50,00 (O). Sextas, das 14h às 70,00 (□ e MIS) e R$ 35,00 (o). Aula 17h. demonstrativa dia 29/08, às 13h, na Sesc Pompéia Sala 1. Inscrições na Área de Convi­ vência. Quartas, das 14h às 17h. FOTOJORNALISMO - O COTIDIANO. Sesc Ipiranga Com André Douek. Nas Oficinas de Criatividade. R$ 120,00, R$ 100,00 ENCADERNAÇÃO. Com Patricia Gior(usuário insc.) e R$ 50,00 ( Trabalha­ dano, professora de encadernação e dor no comércio e serviços matric.). restauração. A partir de 15 anos. Sábado, das 14h30 às 18h. R$84,00, R$70,00 (□), R$35,00 (O). Sesc Pompéia Quartas, das 14h30 às 17h30 ou das 18h30 às 21 h30. JORNADA FOTOGRÁFICA. Saídas fo­ Sesc Pompéia tográficas que partem do Sesc Pom­ péia para retratar a cidade, abertas a INICIAÇÃO AO DESENHO. Com Dudi todos os interessados em fotografia. Maia Rosa. Na sala 1. Seleção me­ Após a saída é feita uma avaliação diante carta de intenção. Quintas, das dos trabalhos pelo fotógrafo orienta­ 19h às 22h. dor. As despesas com transporte, filme Sesc Ipiranga e revelação ficam a cargo do partici­ pante. Com Emídio Luisi, fotógrafo. AGITO JOVEM. Um projeto para jovens Grátis. 25/11. Domingo, das 9h às de 13 a 19 anos que integram várias 17h. linguagens culturais com o objetivo bá­ Sesc Pompéia sico de desenvolvimento da cidadania e autonomia do grupo de adolescentes. OFICINA DE ARRANJOS NATALINOS. •Fotografia. Exposição da Oficina de Com Roseli dos Santos Antonio. R$ Fotografia. Abertura com performance 30.00, R$ 22,50 (□), R$ 15,00 (O, da Caixa de Imagens, às 17h30, no ❖). De 06 a 17/11. Terças e quintas, dia 29. De 29/11 a 02/12. Quinta a das 14h às 17h. sábado, das 9h às 19h. Sesc Santo Amaro Sesc Vila Mariana fotografia FOTOGRAFIA P & B - BÁSICO. Com Marcelo Scandaroli, fotógrafo e Sérgio Ferreira, fotógrafo. 11 vagas. A partir de 18 anos. R$120,00, R$100,00 (□) e R$50,00 (O). Terças ou quintas, das 19h às 21 h30 / quartas ou quintas, das 14h30 às 17h. Sesc Pompéia FOTOGRAFIA P & B INTERMEDIÁRIO. Com Sérgio Ferreira, fotógrafo e Gise-

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Cinema & Video

TRAMANDO OBJETOS & PEÇAS. Com Silvana C. Costa Melo, artesã. Vagas limitadas, inscrições antecipadas. R$ 2.00. 24/11. Sábado, às 9n. Sesc Pinheiros Colagem e Aquarela. Com Sara Goldman Belz. 20 vagas. A partir de 15 anos. R$ 40,00, R$ 30,00 (□) e R$ 20,00 (O). Informações e inscrições na Central de Atendimento. Quartas e sextas, das 19h às 21 h30. Sesc Vila Mariana

filmes MILAGRE EM JUAZEIRO. Um documentário-ficção - 83'. Brasil, 1.999. Dire­ ção de Wolney Oliveira. Com José Dumont. O filme analisa o mito religioso do Padre Cícero, a partir dos registros de um milagre ocorrido em 1889, ten­ do como personagem central a beata Maria de Araújo. Produto do Pólo de Cinema do Estado do Ceará. Segunda a quinta, R$6,00, de sexta a domingo, R$ 8,00. De 09 a 22/11. Segunda a domingo, às 15h30, 17h30, 19h30 e 21 h30. No dia 8 às 20h, após exibi­ ção, o diretor do filme Wolney Oliveira estará conversando dòm a platéia. E a professora Maria do Carmo Pagan Forti estará autografando o livro a Beata e Reatualização do Milagre. Sesc CineSesc PROGRAMAÇAO ESPECIAL Exibição Especial dos filmes "Voltando a Viver" e "Copacabana". Neste dia excepcional­ mente idosos acima de 60 anos não pa­ gam. Voltando a Viver-México/199797' Direção-Juan Pablo Villasenor. ComJorge Galván,ignacio Retesjusto Martínez. Sessões às 14h, 17h40 e 21 h20. Copacabana-Brasil/ 2000- 100'. Direção-Carla Camurati. Com Marco Nanini, Lauro Cardoso, Myriam Pires Sessões às 15h50 e 19h30. R$ 6,00. R$ 3,00 (O), 05/11. Segunda, às 14h, 15h50, 17h40, 19h30 e 21 h20. Sesc CineSesc

tre pais e filhos, a monstruosidade do sis­ tema psiquiátrico brasileiro e a hipocri­ sia da sociedade brasileira diante das drogas. Ao final, bate-papo com Laís Bodansky e Austregésilo Carrano. 08/11. Quinta, às 19h. Sesc Santo Amaro

SALA DE VÍDEO. Exibições de docu­ mentários, longas e curtas-metragens dos mais variados gêneros, além da programação diária de fil­ mes educativos. De 0 3 /1 0 a 23/1 2 . Quarta a domingo, das 9h às 17h. Sesc Itaquera

FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO 2001. Exibição dos selecionados. 12/11, 1 3 /1 1 ,2 0 /1 1 e 2 7 /1 1 . Se­ gundas, às 19 h / quartas, às 14h. Sesc São Caetano FESTIVAL DO MINUTO. Exibição da Mostra Competitiva do Festival Mun­ dial do M inuto/ 2001. Grátis. 50 lu­ gares. 08/11 e 0 9 /1 1 . Quinta e sexta, às 20h e 21 h. Sesc Pinheiros

CINECLUBE ITAQUERA. O intuito deste projeto é reunir apreciadores da sétima arte para conversar a respeito de filmes clássicos nacionais e estrangeiros. De 10 a 24/11. Sábados, às 14h. Sesc Itaquera

lançamento A COMPOSIÇÃO DO VAZIO. Lança­ mento do filme " A Composição do Vazio". Direção Marcos Enrique lopes, Média metragem- 3 0'/2000 . Com depoimentos ae Ariano Suas­ suna, Marilena Chauí, Evaldo Coutinho, entre outros. Um filme sobre a vida e obra do filósofo Evaldo Coutinho. Grátis. 0 7 /1 1 . Quarta, às 20h. Sesc CineSesc

CINEMA EM DISCUSSÃO. Encontros reunindo professores e alunos para a discussão de temas relevantes, levanta­ dos pela cinematografia nacional. «Bi­ cho de Sete Cabeças. Direção Laís Bodansky. Inspirado no livro "Canto dos Malditos", escrito pelo curitibano Ausfregésilo Carrano, o filme é uma crônica visceral que mostra com extrema lucidez a intolerância e incomunicabilidade en­

HISTÓRIAS E HISTÓRIAS DO CINE­ MA. Com o crítico e jornalista Celso Sabadin. O curso oferece uma visão histórica e analítica sobre a ativida­ de cinematográfica desde suas ori­ gens até os dias de hoje. R$ 30,00, R$ 20,00(0) e R$ 15,00 (O, ❖). De 19 a 23/1 1 . 19h30 à 21 h30. Sesc CineSesc


Esportes

CORREDORES.COM. Evento esportivoI cultural que reúne os principais corredo| res comerciais da cidade de São Paulo, i nas modalidades de futsal (master, a par­ tir de 35 anos, empresários e principal), vôlei misto, basquete trios. Segunda a sexta, a partir das 19h/Sábados e do­ mingos, a partir das 9h30. Sesc Consolação DOMINGO NO POMPÉIA. Tomeios-relâmpago (futsal e vôlei), com aulas de alongamento com bate-papo antes do início de cada jogo (técnicos do Sesc). Programação Especial de 15/11 (Festi­ val de Natação, Gincana e Clínica), Au­ las Abertas (ginástica, hidroginástica), Brincando no DECK (amarelinha, jogos infantis para pais e filhos), Oficinas (artis­ tas e arteiros), Biblioteca (Ludoteca, sala de leitura), Convivência/teatro, espetácu­ los e intervenções, Recreação dirigida para diversas faixas etárias, atividades na piscina (recreação livre e atividades dirigidas - Aquasesc), além do restauran­ te - almoço aos domingos. Informações e agendamentos prévios das empresas no 1o. andar do Conjunto Esportivo. Sesc Pompéia 15 DE NOVEMBRO. Clínica de Natação (11 h), Festival de Natação (das 13h às 15h) e Gincana Aquática (das 15h30 às 17h) e Gincana Cooperativa (das 15h30 às 17h), no Deck Solarium. 15, 17 e 18/11. Quinta, sábado e domin­ go, das 11 h às 17h. Sesc Pompéia CIRCUITO ESTADUAL AMADOR DE SKATE. Inscrições prévias. Ginásio. 23, 24 e 25/11. Sexta a domingo, a partir das 9h. Sesc Ipiranga CLUBE DO PEDAL «Trilha da Fazenda. Em Atibaia se localiza a Fazenda Vale Encantado, com um dos melhores rotei­ ros de mountain bike do Brasil, que con­ torna toda a fazenda, em cuja área total se inclui 330 hectares quadrados de Mata Atlântica natural. R$ 30,00, R$ 25,00 (O) e R$ 20,00 (O). Acima de 16 anos. Obrigatório uso de capacete. Ins­ crições prévias na Área de Convivência. 25/11. Domingo, saída às óh. Sesc Ipiranga ESCALADA ESPORTIVA. «Curso para iniciantes. 20 vagas. R$ 10,00 (□) e R$ 5,00(0) por mês. Terças e quintas, das 19h30 às 21 h. «Recreação. Grátis. Quartas e sextas, das 1óh às 19h/Sábados, domingos e feriados, das 11 h às I Th. «Treino para escaladores. R$ 3,00 (□) e R$ 1,00 (O) por dia de treino. Quartas e sextas, das 19h às 20h. Sesc Belenzinho aulas abertas QUICANDO A BOLA. «Tchoukball. 3/11. Sábado, das 11 h às 13h. «Streetball. 10/11. Sábado, das 1Ih às 13h. •Tênis de mesa. 15/11. Quinta, das I I h às 13h. «Basquete. 17/11. Sába­ do, das 11 h às 13h. «Handebol. 24/11. Sábado, das 11 h às 13h. Sába­ dos, das 11 h às 13h/ quarta, das 11 h às 13h Sesc Santo Amaro

BADMINTON. A partir de 11 anos. R$ 30.00 (O), R$ 15,00 (□). Domingos, das 10h30 àsllhSO. Sesc Vila Mariana SKATE. De 4 a 12 anos. Obrigatório o uso de trajes esportivos adeauados. 12 vagas. Iniciantes, 04 aulas. Sábados, das 9h30 às 10h50. Básico I, 04 aulas. Do­ mingos, das 9h30 às 10h50. R$ 20,00, R$ 10,00 (□) e R$ 5,00 (O) por mês. Sesc Belenzinho SKATE PARA MAIORES. Acima de 21 anos. 08 aulas. Fornecemos capacete e skate para o curso, obrigatório o uso de trajes esportivos adequados. 10 vagas. R$ 20,00, R$ 10,00 (O) e R$ 5,00 (O) por mês. Aula avulsa, R$ 2,50 (preço único). Sábados e domingos, das 11 h às 12h. Sesc Belenzinho ESPORTE PARA ADOLESCENTE. Para jo­ vens de 13 a 17 anos. Para os meses de outubro e novembro, Handebol (manhã) e Tênis de Mesa (tarde). Grátis. Vagas li­ mitadas. Terça e quinta, das 1Oh às 11 h30 e 1óh às 17h30. Sesc Santo Amaro ATIVIDADE FÍSICA PARA A TERCEIRA IDADE. Acima dos 45 anos. Grátis. Quartas a sextas, às 9h30. Sesc Itaquera AGITO JOVEM. De 13a 19 anos. «Bas­ quete. R$ 5,00. Inscrições na central de atendimento. Terças e quintas, das 17h30 às 18h30. Sesc Vila Mariana BASQUETE. A partir de 15 anos. R$ 38.00 (□), R$ 19,00 (O). Quartas e sex­ tas, das 18h30 às 20h. Sesc Vila Mariana CLUBE DA NATAÇÃO. Para pessoas que já nadam e procuram manter seu condi­ cionamento físico. Vagas limitadas. R$ 39.00 (□) e R$ 19,50 (O). Terças e quin­ tas, às 19h30 e quartas e sextas, às 20h30. Sesc Pompéia ESPORTE CRIANÇA. De 7 a 12 anos. Ins­ crições dias 20 e 21, com atestado médi­ co. Grátis. Informe-se sobre horários e faixas etárias correspondentes: Futebol: 9h30 - 7 e 8 anos; 10h30 - 9 e 10 anos; 11 h30 - 11 e 12 anos. Basquete: 9h30 - 7 a 9 anos; 10h30 - 1 0 a 12 anos. Vo­ leibol: 9 h 3 0 -7 a 9 anos; 10 h 3 0 -1 0 a 12 anos. Tênis: 9h30 - 7 a 9 anos; 10h30 - 10 a 12 anos. Sábados, das 9h30 às 17h Sesc Itaquera ATIVIDADES COMPLEMENTARES. dia 3 - handebol; dia 10 - dama e xadrez; dia 17 - atletismo; dia 24 - gincana esporti­ va. Sábados, das 9h às 17h. Sesc Itaquera FUTSAL Grupo feminino. A partir de 15 anos. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Ter­ ças e quintas, às 20h. Sesc Vila Mariana NATAÇAO. Ensino básico dos estilos

crawl e costas. Cursos com duração de até 6 meses. Sesc Consolação. De 15 a 54 anos. 20 vagas por turma. Duração de 6 meses. R$ 33,00 (O) e R$ 66,00 (□). Terças e quintas, às 8h, 12h, 17h30 e 19h30/ se­ gundas e quartas, às 18h30 e 20h30. Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. R$ 63.00 (□) e R$ 31,50 (O). Necessário a apresentação da carteira do Sesc, com exame dermatológico atualizado. Terças e quintas, às 8h30, 17h, 18h30, 19h30 e 20h30/ quartas e sextas, às 7h30, 17h, 18h30, 19h30 e 20h30. Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Duração de 4 meses. R$ 30,00 (O), R$ 60.00 (□). Terças e quintas, às 8h30 e 19h30 / Quartas e sextas, às 7h30, 19h30 e 20h30. Sesc São Caetano. Acima de 14 anos. 2 aulas semanais com 4 meses de duração. R$60,00 e R$ 30,00 (O). 1 aula sema­ nal com 06 meses de duração. R$ 44,00 e R$22,00 (O). Segundas e quartas, às 13h30 e 19h30 / Terças e quintas, às 8h, 17h30 e 19h30 / Quartas e sextas, às 7h / Sextas, às 18h30 / Sábados, às 8h, 1Oh e 14h. TÊNIS. Iniciação aos movimentos, técni­ cas e regras básicas do Tênis. Sesc Pompéia. Turma de 10 alunos. R$ 39.00 (□) e R$ 19,50 (O). Maiores infor­ mações I o andar Conjunto Esportivo. Quartas e sextas, às 18h30. Sesc Santo Amaro. Cursos Intensivos de Iniciação e Aperfeiçamento com aulas para grupos de 4 alunos, 2 vezes por se­ mana, com duração de lh. Inscrições abertas, com início das aulas dia 23. Aci­ ma de 16 anos. 2 parcelas de R$ 45,00 (□) e R$ 22,50 (O). Terças e quintas, às 18h30 e 19h30/ quartas e sextas, às 18h30 e 19h30. VÔLEI

Sesc Consolação. A partir de 15 anos. 30 vagas por turma. Duas aulas sema­ nais: R$ 20,00 (O) e R$ 40,00 (□). Uma aula semanal: R$ 16,00 (O) e R$32,00 (□). Segundas e quartas, às 20h/ terças e quintas, às 18h30/ sábados, às 1Oh. Sesc Pompéia . De 15 a 55 anos. R$ 39.00 (O) e R$ 19,50 (O). Quartas e sextas, às 19h30 Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Quartas e sextas, às 20h. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Sábados, às 10h30. R$ 30.00 (□), R$ 15,00(0). arte marcial CAPOEIRA. De origem afro-brasileira, in­ tegra jogo, luta e música. Desenvolve a agilidade corporal através de exercícios dinâmicos de ataque e defesa. Sesc Ipiranga. A partir de 16 anos. Ins­ crição com o professor no horário de aula. R$ 44,00, R$ 29,00 (MIS) e R$ 22.00 (O). Terças e quintas, às 20h30. Sesc Santo Ámaro. R$40,00 (□) e R$20,00 (O). De 01 /0 3 a 13/12. Terças e quintas, às 18h30. Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Coordenação de Mestre César dos San­ tos. Terças e quintas, das 20h30 às 21 h30. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O) Coordenação de Marina Ribeiro Ricar­ do. Sábados, das 10h30 às 12h. R$ 30.00 (□), R$15,00 (O). Sesc Pompéia. Com Ámaucy Leite da Sil­ va (Mestre Trava). Terças e quintas, às

18h30, R$ 52,00 (□) e R$ 26,00 (O). JUDÔ Sesc Pompéia. Com Tomio Oki. De 15 a 55 anos. R$ 39,00 (□) e R$ 19,50 (O). Sábados, às 15fi30. Sesc Consolação. Com Douglas Vieira. A partir de 15 anos. 25 vagas. R$ 39,00 (O) e R$ 78,00 (□). Terças e quintas, às 19hl 0 / sábados, às 11 h. KARATÊ Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$ 25.00 (O) e R$ 50,00 (□). Turmas men­ sais. Inscrições diretamente com o profes­ sor. Terças e quintas, às 20h30. Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. Com Eduardo Àbud Filho. R$ 50,00 (□) e R$ 25.00 (O). Quartas e sextas, das 19h às 20h. TAEKWON DO Sesc Ipiranga. A partir de 16 anos. Ins­ crição com o professor no horário de aula. Na sala 4. R$ 44,00, R$ 29,00 (MIS) e R$ 22,00 (O). Terça e quintas, às 18h30. Sesc Pinheiros. A partir de 7 anos. Se­ gundas e quartas às, 12h30, 14h e 16h30/ terças e quintas, às , lóh, 17h, 18h e 19h/sexta às 14h. Turmas men­ sais. Preços a partir de R$ 16,50 (O) e R$ 33,00 (□). Segunda à sexta TAI CHI CHUAN Sesc Consolação. Com Michael Vieira dos Santos. Prática milenar chinesa de movimentos suaves e vitalizantes aue ob­ jetivam o bom funcionamento dos ór­ gãos, fortalecimento muscular e articular. R$ 25,00 (O) e R$ 50,00 (□). 30 vagas. Terças e quintas, às 1Oh. Sesc Ipiranga. Á partir de 16 anos. Ins­ crição com o professor no horário de aula. R$ 44,00, R$ 29,00 (MIS) e R$ 22.00 (O). Quartas e sextas, às 8h e 20h30. Sesc Pompéia. Com Douglas Wenzel Ro­ drigues. De 15 a 55 anos. R$ 44,00 (□) e R$ 22,00 (O). Terças e quintas, das 18h30 às 19h30/quartas e sextas, das 11 h30 às 12h30. Sesc Belenzinho. Com Marcelo Martinelli. Taxa de inscrição R$ 10,00 (□), R$ 5.00 ( O e □ acima de 55 anos) e R$ 2,50 (O acima de 55 anos). R$ 51,00 (□) e R$ 26,00 (O) R$ 21,00 (□ acima de 55 anos) e R$ 11,00 (O acima de 55 anos). Terças e quintas, às lOh, 15h e 20h30. recreação ESCALADA ESPORTIVA. Para escalado­ res habilitados - às terças e quintas, das 19h às 21 h30, sábados e domingos das 14h às 17h30. Para iniciantes - aos sá­ bados das 14h às 16h. Orientação da Equipe Técnica do Sesc. Grátis. Sesc Ipiranga JOGOS DE SALÃO. Aberto a comunida­ de. Tênis de mesa, futebol de mesa, da­ mas, dominó, baralho e jogos infantis. In­ forme-se sobre os horários no 6o an­ dar/torre B. Grátis. Sesc Vila Mariana CONJUNTO ESPORTIVO. Ginásio de es­ portes, 8 quadras poliesportivas, 3 cam­ pos para futebol, duas quadras de tênis, pista de atletismo, trilhas para caminha-

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Esportes da e corrida, amplos espaços para gi­ nástica nalural e banhos de sol. Quarta a domingo e feriados, a partir das 9h. Sesc Intedagos ESPORTE E RECREAÇÃO. Tênis, Futsal, basquete, vôlei, entre outras modalida­ des esportivas. Para crianças e jovens de 7 a 17 anos. Grátis. De 01/07 a 30/12. Sábados e feriados, das 1Oh às 18h. Sesc Santo Amaro RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. Vôlei, basquete, futsal, handebol no ginásio e quadras externas. Futebol de areia, tê­ nis de campo, atletismo e futebol de campo (finais de semana pela manhã). Quarta a domingo e feriados, das 9h Sesc Intedagos TRAMPOLIM ACROBÁTICO. Quarta a sexta, das 14h às 16h. Sesc Itaquera RÁDIO BORBULHA. Quarta a domingo das 11 h às 13h. Sesc Itaquera ESCALADA ESPORTIVA. Quarta a sex­ ta, das 14h às 16h. Sesc Itaquera CLUBE DO BASQUETE Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Inscrições antecipadas. Grátis. De 01 a 29/11. Quintas, das 18h30 às 19h50. Sesc Consolação. Segunda e quarta, às 14 e às 18h30. JOGOS AQUÁTICOS. Sábados, às 13h. Sesc Consolação CLUBE DO VÔLEI. Sesc Vila Mariana. Grátis. Terças, das 18h30 às 19h50. Sesc Consolação. Inscrições antecipa­ das. Grátis. Terças e quintas, às 20h/ sábados, às 11IÍ30. CLUBE DA NATAÇÃO. Grátis. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 11 h. Sesc Intedagos GALPÃO ESPORTIVO. «Recreação. Tê­ nis de mesa, futebol de botão, badminton, basquete, vôlei, peteca, futsal, pis­ ta de caminhada. Visa o desenvolvi­ mento da coordenação motora e da agilidade e a integração dos pratican­ tes em um ambiente saudável e adapta­ do. Grátis. Obrigatória a apresentação de carteirinha de matrícula do Sesc e o uso de trajes esportivos adequados. Terça a sexta, das 13h30 às 21 h30/ sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. Sesc Belenzinho JOGOS&RECREAÇÃO. Grátis. «Re­ creação aquática. Matriculados com exame médico atualizado. Terças a sex­ tas, das Th às 21 h30/ sábados, do­ mingos e feriados, das 9h às 18h30. Sesc Vila Mariana RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGIDA.

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Sesc Pompéia. Futsal, Vôlei e Basquete. A partir de 15 anos. Obrigatória a apresentação da carteira do Sesc. In­ formações sobre dias e horários de cada modalidade no Conjunto Esporti­ vo I o Andar. Terça a quinta, a partir das 17h30. Sesc Consolação. Sába­ dos, domingos e aos feriados, a partir das 9h30. Vôlei, Futsal e Basquete. O material é fornecido pelo Sesc. A partir de 16 anos. Vagas não limitadas. Grá­ tis. Sextas, das 17h30 às 21 h30/ sá­ bados, das 13h 30 às 17h30. FUTSAL Para matriculados no Sesc. A partir de 15 anos. Sábados, das 14h30 às 18h30/ domingos, das 14h às 18h30. Sesc Vila Mariana FUTSAL FEMININO. Para matriculados no Sesc. A partir de 15 anos. Sábados, das 13h às 14 h / domingos, das 13h às 14h. Sesc Vila Mariana BADMINTON. Para matriculados no Sesc. A partir de 11 anos. Domingos e feriados, das 12h às 13h45. Sesc Vila Mariana RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. Grátis. Sesc Consolação.Vôlei, Basquete e Tênis de Mesa. O material é fornecido pelo Sesc. A partir de 16 anos. Vôlei e Bas­ quete, segunda e quarta, das 17h30 às 18h30. Tênis de Mesa, quinta e sexta, das 14h às 21 h30/sábados e feriados, das 9h30 às 17h30. Grátis. Sesc Ipiranga. Quadra I. Necessário apresentação da carteirinha. Terças e Quintas: 9h e 13h30 -futebol infan­ til/l 0h30 e lóh- futebol juvenil/ 18h futebol adulto. Quartas e Sextas: 10h30 e 13h30 - futebol infantil/9h e 1óh - fu­ tebol juvenil/18h30 - futebol adulto. Sábados:9h30 - futebol infantil/ 11 h30 futebol juvenil/13h30 - futebol adulto. Domingos e Feriados: 9h30 - futebol adulto/l 3h30 - futebol juvenil/ 15h futebol infantil. Sesc Ipiranga. Quadra II. Necessária apresentação da carteirinha. Terças e quintas, às 9h e 13h30 - basquete­ bo l/l 7h30 ^voleibol (terça) /basquete­ bol (quinta). Quartas e sextas, às 9h e 13h30 - voleibol/ 17h - voleibol. Sába­ dos, às 9h30 - basquetebol/13h30 voleibol. Domingos e feriados, às 9h30 - basquetebol/13h30 - voleibol. Sesc Vila Mariana. Basquete e Vôlei. Para matriculados no Sesc. A partir de 15 anos. Basquete. Sábados, das 12h30 às 18h30; domingos, das 14h às 18h30 - Vôlei. Sábados, das 12h às 18h30; domingos, das 14h às 18h30. CLUBE DE SKATE - Master. Para Maio­ res de 21 anos. Obrigatória a apresen­ tação de carteirinha de matrícula do Sesc, inscrição no clube e o uso de tra­ jes esportivos adequados. Grátis. Quar­ tas, das 20h30 às 21 h30. Sesc Belenzinho torneios e campeonatos JOGOS DE INVERNO. Mais de 2000 trabalhadores de 75 empresas da zona sul. Além das modalidades básicas fut­ sal, futebol de 7, voleibol, basquete de 3, tênis de campo e de salão, a edição

2001 abre um espaço para a família dos participantes com provas de corrida rústica, vôlei de areia e peteca. Dia 10/11, Festival de Música. Inscrições abertas à participação da comunidade das empresas com atividades para crianças, jovens, adultos e veteranos. Domingos, das 9h às 17h. Sesc Interlagos X COPA AESA. Grande evento sobre o esporte escolar, reunindo mais de 4000 participantes de 30 escolas particulares da zona sul. Além das modalidades bá­ sicas - voleibol, basquetebol, futsal e handebol, na edição de 2001 a copa envolve a participação de alunos, pais, professores e funcionários das escolas, com atividades da corrida rústica, Desa­ fio de Lance Livre e Vôlei. Sábados, das 9h às 17h. Sesc Interlagos COPA COMERCIÁRIA. Torneio de futsal, categorias masculino e feminino, dispu­ tado entre equipes de funcionários das empresas do comércio e serviços. Inscri­ ções até 16/10. Informações e inscri­ ções no Núcleo de Esportes e Atividades Corporais, 6° andar, Torre B. Quartas e sexta, das 19h às 21 h30 / Sábados dasl 3h às 18h30. Sesc Vila Mariana TORNEIO ESPORTIVO ESCOLAR DA DI­ RETORIA DE ENSINO DA REGIÃO CENTRO-SUL. Evento socioeducativo aue reúne equipes formadas por alunos das escolas estaduais dos bairros do Ipiran­ ga, Aclimação, Vila Mariana, Jabaquara e região, para uma disputa esportiva com jogos de futsal, volei e basquete para crianças de 11 e 12 anos, de am­ bos os sexos. Inscrições prévias até o dia 11, no Setor de Programação. Abertura do evento no dia 23, no Ginásio. Terça a sexta, das 9h às 12h. Sesc Ipiranga JOGOS ESCOLARES DO SESC. Evento que reúne alunos das escolas públicas, estaduais e municipais, com a partici­ pação de cerca de 70 escolas e 3000 alunos. Oferece torneios nas modalida­ des esportivas tradicionais, na catego­ ria masculino e feminino, xadrez e tênis de mesa, além de clínicas e workshops para professores e alunos. Idade entre 15 e 17 anos. De 27 a 30/11. De 01 a 30/11. Sesc Pompéia COPA COMERCIÁRIA. Primeira fase da Copa Comerciária de Futsal masculino e feminino. 04, 11, 18 e 25/11. Do­ mingo, a partir das 1Oh. Sesc Itaquera TORNEIO ESPECIAL DE ESPORTES. Em parceria com a Delegacia de Ensino leste 4, o Sesc Itaquera realiza jogos para crianças portadoras de deficiên­ cia da rede pública. 09/11. Sexta, às 9h. Sesc Itaquera COPA TECBAN 2001. Jogos nas moda­ lidades de futsal masculino e feminino, tênis de mesa e voleibol misto. 10, 17, 24/11. Sábados, a partir das 12h. Sesc Consolação

Clube do Pedal. Confira no Roteiro serviços PARQUE AQUÁTICO. Reúne três pisci­ nas com profundidade variando de 40 cm a 150 cm, num total de 5000m2 e espelho dágua e 15 mil m2 de solário. O exame médico dermatológico pode ser feito no local. Quartas a domingos e feriados, das 9 às 17h. Sesc Interlagos EMPRÉSTIMO DE MATERIAL Emprésti­ mo de material esportivo, mediante apresentação de carteirinha e docu­ mento de identidade. Sesc Pompéia. Verifique os horários de cada faixa etária no painel informativo de recreação dirigida, no Conjunto Es­ portivo - Térreo. Retirada de material no 1o andar. Trazer cadeado para uti­ lização dos armários dos vestiários. Terça a quinta, das 9h às 21 h / sába­ dos, domingos e feriados, das 9h30 às 17h. Sesc Vila Mariana. Bolas de futebol in­ fantil e adulto, vôlei e basquete. Infor­ me-se Núcleo de Esportes e Atividades Corporais. Sesc Interlagos. Bolas de futebol, vôlei, basquete e handebol. Quarta a domin­ go e feriados, das 9h às 17h. LOCAÇÃO DE ESPAÇOS Sesc Pompéia. As locações deverão ser efetuadas diretamente no I o andar do Conjunto Esportivo, a partir do dia 16 do mês anterior à utilização. E obriga­ tório apresentação da carteira do Sesc atualizada e documento de identidade para utilização das dependências. Tra­ zer cadeado para utilização dos armá­ rios dos vestiários. Sesc Consolação. Locação mensal ou avulsa de quadras poliesportivas, so­ mente para empresas do comércio. Os pedidos devem ser enviados de 1 a 20 de cada mês. De 2°. a 6°. R$ 15,00/hora até 18h e R$ 30,00/hora


Corpo & Expressão especial HIDROANIMAÇÃO. De 0 1 /1 0 a 25/11. Sábados, domingos e feriados, das 11 h às 1óh. Sesc Interlagos NATAÇÃO, SAÚDE E HIGIENE. Vagas limitadas. Aulas às quartas e sextas, às 10h30 (a partir de 15 anos) e às 14h (7a 12 anos). R$ 10,00 e R$ 5,00 (O). Quarta a domingo, das 9h às 15h. Sesc Interlagos CAMINHANDO NA PATAGÔNIA. Com Maria Lúcia Bellenzani e Maria Célia Bellenzani. 08/11. Quinta, às 20h. Sesc Pinheiros EXERCÍCIOS DE FORÇA. Orientação do Prof° Júlio Fernandes. Ginásio Verde 2°andar. Grátis. 28/11. Quarta, às 19h30. Sesc Consolação SEMANA DA ATIVIDADE FÍSICA. Orientações e testes de avaliação física para caminhantes e corredores que pretendem melhorar a sua performance aliada ao potencial da natureza. De 28/11 a 02/12. Quarta a domingo, das 9h às 17h. Sesc Interlagos

após 18h. R$ 30,00 sábados. Sesc Santo Amaro. As quadras poliesportiva e de tênis estão à disposição das empresas comerciais e prestadoras de serviço para locação, organização e realização de torneios. Reservas com até uma semana de antecedência. R$15,00/hora-dia (O), R$20,00/horanoite (O), R$30,00/hora-dia (□) e R$40,00/hora-noite (□). Segunda a sexta, das 7h às 19h30/ sábados e fe­ riados, das 1Oh às 17h. SESC&EMPRESA. Programa de assessoria para grêmios e associações de empresas comerciais, estimulan­ do o acesso e a participação a ati­ vidades físico-esportivas, culturais e de educação para saúde. Inscrições e informações nas unidades. • Ma­ trículas na Empresa. Atendimento personalizado para coleta de matrí­ culas de empregados no comércio e serviços. Quarta a domingo e feria­ dos, das 9h às 17h. •Projeto Comu­ nidade. Possibilidade das empresas utilizarem parte do valor das loca­ ções de instalações para subsidiar a participação de grupos de creches, escolas, ONGs, associações comu­ nitárias, etc, no programa Viva o Verde e outras atividades no Sesc Interlagos. Quarta a domingo e fe­ riados, a partir das 9h. •Projeto Es­ porte para Todos. Reserva e loca­ ção de espaços esportivos. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. • Projeto RH. Reserva e loca­ ção de instalações para atividades de treinamentos. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. «Assessoria Técnica para Eventos Esporti­ vos. Organização de torneios para a empresa. Quarta a domingo e fe­ riados, a partir das 9h. Sesc Interlagos

Clube do p edal Em 1 7 9 0 , um aristocrata francês, o conde J.H. de Civrac, inventou um veículo construído em m adeira com duas rodas colocadas no mesm o plano, fixad as através de quatro traves. Acom odado no meio do plano, seu condutor dava passadas à direita e à esquerda p ara m ovim entar o curioso veículo, batizado em um prim eiro mom ento como celerífero. Surgia o m ais pop u lar meio de transporte do m undo, a bicicleta, que a p artir de então não parou mais de evoluir. Desde 19 9 7 , o Sesc Ip iran g a desenvolve o projeto Clube do Pedal, que tem como objetivos sensibilizar autoridades competentes p ara a valo rização e utilização da bicicleta como meio de transporte; resgatar e d ivulgar a história do surgimento e desenvolvim ento dela no Brasil e no mundo; fornecer a o público informações, dicas, conhecimentos específicos sobre sua conservação e boa utilização; e fo rm ar um grupo de interesse na U nidade p ara participar de atividades relacionadas à ela, como passeios, palestras, oficinas e exposições. Confira na program ação e informe-se na unidade.

FÁBRICA DA SAÚDE. Grátis. •Fitoterapia. Com o Dr. Silvio Franceschini, biomédico e acumpunturista. Após a pa­ lestra, vivência corporal com técnicos do Sesc. 20 e 28/11. Terça, às 10h30 e às 19h30/ quarta, às 1óh Sesc Pompéia

CORPO&SAÚDE. As inscrições são fei­ tas com antecedência até o limite das vagas. Os participantes devem utilizar roupas adequadas e portar um cadea­ do para utilização do armário no ves­ tiário. A partir de 15 anos. Grátis. •Alongamento. Com Equipe Sesc. De 03 a 25/11. Sábados, às 13h / do­ mingos e feriados, às 14h. •Condicio­ namento e Alongamento. Com Equipe Sesc. De 03 a 25/11. Sábados, às 13h, 14h30 e 1ó h / domingos e feria­ dos, às l0h30, 13h, 14h30 e lóh. •Ginástica e Alongamento. Com Equipe Sesc. De 03 a 25/11. Sába­ dos, domingos e feriados, às 14h30. •Hidroainástica. Aulas abertas aos matriculados Sesc com exame médico atualizado. Aula de 50 min. Com Equipe Sesc. De 03 a 25/11. Sába­ dos, domingos e feriados, às 10h30. •Ginástica Integrada. Com Equipe Sesc. De 07 a 30/11. Quartas e sex­ tas, às 18h30. Sesc Vila Mariana EUTONIA. Com Gabriela Bal. 21/11. Quarta, às 20h. Sesc Pompéia GINÁSTICA. Para matriculados no Sesc. De 15 a 55 anos. Duração de 50 minutos. Coordenação dos Técnicos do Sesc. Retirada de senha no 1.o andar do Conjunto Esportivo, com 30 minutos de antecedência. Grátis. Sábados, às 1 lh 3 0 / domingos às 10h30. Sesc Pompéia

HIDROGINÁSTICA. Necessário a apre­ sentação da carteira do Sesc, com exa­ PROGRAMA DE ATIVIDADES PARA me dermatológico atualizado. Os parti­ GESTANTES. • Atividades Físicas para cipantes devem trazer cadeado de qua­ Gestantes. Exercícios em sala de ginás­ lidade para utilização no vestiário. tica e piscina. 20 alunos por turma, au­ Grátis. Sábados, às 10h30/ domingos, las com lh20 min de duração. R$ às 11 h30. 19,50 (O)e R$ 39,00 (□). Informações Sesc Pompéia e inscrições no 1° andar do Conjunto Esportivo. Terças e quintas, às 8h/ YOGA. Com Beatriz Esteves. A partir quartas e sextas, às 19h30. «Nutrição de 15 anos. 08/11. Quinta, às 9h30 e na Gravidez. Com Luciana Ferranda, às 1óh. nutricionista, e Eneida Araújo, enfer­ Sesc Pompéia meira obstetra. Grátis. 24/11. Sábado, das 10h30 às 12h. workshops Sesc Pompéia SHIATSU. Com Sidney Donatelli, tera­ peuta e Diretor sa Associação de Mas­ aulas abertas sagem Oriental do Brasil. 23/11. Sex­ HIDROANIMAÇÃO. Grátis. Sábados, tas, às 19h30. às 14h. Sesc Pinheiros Sesc Consolação CHIBALL. Grátis. Com técnicos do Sesc. 09/11. Sexta, às 12h. Sesc Carmo AULAS ABERTA. Destinada aos alunos matriculados, com orientação de técni­ cos do Sesc e temas diferentes todos os sábados, dia 10, Circuito, dia 17, Step e dia 24, Ginástica Localizada. Vagas limitadas. Sábados, às 9h. Sesc Pinheiros

REORGANIZAÇÃO POSTURAL. Com Tania Guerra. Acima de 15 anos. Quintas, às 9h. Sesc Carmo

BIOBALL. Grátis. Com técnicos do Sesc. 23/11. Sexta, às 12h. Sesc Carmo

CONSCIENTIZAÇÃO E REESTRUTURA­ ÇÃO CORPORAL. Orientação Rosân­ gela Accioli. Taxa de inscrição R$ 10,00 (□), R$5,00 (O e □ acima de 55 anos) e R$2,50 (O acima de 55 anos) R$ 51,00 (□) e R$ 20,00 (O) R$ 21,00 (□ acima de 55 anosje R$ 11,00 (O acima de 55 anos). Quartas e sextas, às 18h. Sesc Belenzinho

ALONGAMENTO E RELAXAMENTO. Grátis. Com Técnicos do Sesc. 30/11. Sextas, às 12h. Sesc Carmo

TERCEIRO TEMPO. Sala 3. Grátis. É ne­ cessário apresentar exame médico atualizado e comprovante de paga­ mento do curso. Sempre aos sábados,

revista Ê ?

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técnicos do Sesc, na sala 2 da Sede So­ cial. R$10,00 e R$5,00 (O). Quartas e sextas, às 9h30. EUTONIA Sesc Consolação. Com Gabriela Bal. A partir de 15 anos. 20 vagas por turma. R$ 29,00 IO) e R$ 58,00 (O). Segun­ das, às 14 n / sextas, às 19h30. Sesc Pompéia. Com Gabriela Bali. R$ 58.00 (□) e R$ 29,00 (O). Quarta, das 20h às 21 h30. GAP Sesc São Caetano. Acima de 16 anos. R$ 38,00 e R$ 19,00 (comerciários matric.). Tèrças é quintas, às 20h30. GINÁSTICA Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. 30 alunos por turma. Freqüência semi-livre. Exercícios aeróbicos, localiza­ dos, step, alongamento e relaxamen­ to, com duração de 50 minutos. Au­ las opcionais de alongamento, com duração de 30 minutos, somente para alunos do Programa de Ginásti­ ca. Terças e quintas, às 8h e 18h, quartas e sextas às 8h30. R$ 39,00 (□) e R$ 19,50 (O). Terças e quintas, às 8h30, 15h, 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30/ quartas e sextas, às 7h30, 18h30, 19h30e 20h30. Sesc Vila Mariana Ginástica do meio-dia. Uma opção de atividade fí­ sica no horário de almoço para quem Hidroanimação, Sesc Interlagos. Confira no Roteiro trabalha na região. Aulas com dura­ ção de 45 min. De 15 a 54 anos. R$ às 9h30 (acima de 55 anos) e às e sextas, às 8h30, 9h30 e 20h30. 32.00 (□), R$ 16,00 (O).Terças e 1Oh30 (de 16a 54 anos). Sesc São Caetano. Acima de 16 anos. quintas, às 12hl 5. Sesc Ipiranga R$ 40,00 e R$ 20,00 (O). Segundas e Sesc Vila Mariana. Esta aula pode quartas, às 19h. ser uma boa opção para quem gosta CHI BALL Com Maurício Marchesani. de atividades com coordenação e rit­ Sala 2. R$ 44,00, R$ 29,00 (MIS) e R$ CONDICIONAMENTO FÍSICO mo. Aulas com duração de 50 min. 22.00 (O). Inscrição com o professor. Sesc Consolação. Com aparelhos. A De 15 a 54 anos. R$ 38,00 (□), R$ Terças e quintas, às 19h30. partir de 15 de anos. Capacidade de 19.00 (O). Terças e quintas, às 7h30, Sesc Ipiranga atendimento por hora é de 30 pessoas. 8h30, 18h30, 19h30 e 20h30 / R$ 33,00 (O) e R$ 66,00 (□). Segunda Quartas e sextas, às 8h30 e 19h30. REORGANIZAÇÃO POSTURAL Com a sexta, das 7h30 às 21 h30/ sábados, Sesc Vila Mariana. Postural Integra­ Tânia Guerra. R$ 30,00 (□) e R$ das 9h30 às 15h30. da. Trabalho de realinhamento postu­ 15.00 (O). Quintas, às 19h30. Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. ral baseado no método italiano de gi­ Sesc São Caetano Turmas mensais. R$ 19,00 (O) e R$ nástica corretiva, que tem por objeti­ 38,00 (□). Segundas e quartas, às vo desenvolver autonomia corporal e REEDUCAÇÃO POSTURAL. R$ 24,00 e 17h30, 20h, 20h30 e 21 h / terças e amenizar as dores causadas por má R$ 12,00 (O). Com Celimara Lima quintas, às 7h, 12h30, lóh, 18h30, postura. A partir de 55 anos. Com Gamba. 09, 11 e 30/11. Sextas, das 19h, 20h30 e 21h. Maria Cláudia Vanícola e Adriana 18h30 às 20h. Sesc Vila Mariana. Aulas com 50 min. Cognolato. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 Sesc Carmo de duração. De 15 a 54 anos. Terças e (O). Terças e quintas, às 14h e 15h. quintas, às 7h30, 8h30, 9h30, 11 h30, ALONGAMENTO 15h, lóh, 18h30, 19h30 e 20h30. GINÁSTICA LOCALIZADA Sesc Carmo. A partir de 16 anos. Quartas e sextas, às 7h30, 8h30, Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$12,00(0), R$24,00. Segundas e 9h30, 10h30, lóh, 18h30, 19h30 e Turmas mensais. R$ 19,00 (O) e R$ quartas, às 11 h e 1óh/ terças e quin­ 20h30. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). 38.00 (□). Segundas e quartas, às tas, lOh, 15h e 18h. Aulas com 1h20. Sábados, às 10h30. 7h30, 9h, 12n30, ló h , 17h, 18h, Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$ 30,00 (□), R$ 15,00(0). 19h e 19h30/ terças e quintas, às Turmas mensais. R$ 19,00 (O) e R$ Sesc São Caetano. Com Aparelhos. 17h, 18h e 20h. 38.00 (Ü). Segundas e quartas, às 18h Acima de 16 anos. R$46,00 e Sesc Vila Mariana. Aula para quem e 18h30/ terças e quintas, às 7h30 e R$23,00(0). Terceira aula opcional já faz atividades aeróbicas como cor­ 19h30. para alunos. R$26,00 e R$13,00 (O). rida, caminhada, etc, e quer comple­ Sesc Santo Amaro. R$ 40,00 (□) e R$ Segundas e quartas, às 15h30, 17h, mentar o seu programa de atividades 20.00 (O). Segundas e quartas, às 18h, 19h, 20h/ terças e quintas, às 7h, físicas. Aulas com duração de 50 8h30 e 17h30. 8h, 9h, lOh, 11 h, 15h,l7h, 18h, 19h, min. De 15 a 54 anos. R$ 38,00 (□), Sesc Vila Mariana. De 15 a 54 anos. 20h/ quartas e sextas, às 7h, 8h, 9h, R$ 38,00 (ü), R$ 19,00 (O). Terças e 10 h / sextas, às 17h, 18h e 19h/ sába­ R$ 19,00 (O). Terças e quintas, às 9h30 e 18h30 / Quartas e sextas, às quintos, às 16h e 19h30/ quartas e dos, às 8h, 9h, 1Oh. 8h30. sextas, às 10h30 e 18h30. Sesc São Caetano. Acima de 16 anos. Sesc São Caetano. Por meio de sua Sesc Vila Mariana. De 15 a 54 anos. R$ 38,00 e R$ 19,00 (O). Segundas e R$ 32,00 (ü), R$ 16,00 (O). Terças e quartas, às 17h30, 19h30, 20h30/ prática regular, desenvolvem-se prin­ cipalmente a força e a resistência quintas, às 12hl5. terças e quintas, às 8h, lOh, 14h muscular localizada. Acima de 16 Sesc Vila Mariana. De 15 a 54 anos. 17h30, 18n30, 19h30. R$ 38,00 (U), R$ 19,00 (O). Terças e Sesc Interlagos. Práticas orientadas de anos. R$ 38,00 e R$ 19,00 (O). Se­ gundas e quartas, às 18h30. quintas, às 18h30 e 20h30 / Quartas condicionamento físico, aplicadas por

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GINÁSTICA POSTURAL INTEGRADA. A partir de 15 anos. R$ 25,00 (O) e R$ 50.00 (□). Turmas mensais. Inscrições diretamente com a professora. Terças e quintas, às 9h30. Sesc Pinheiros

GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc de acordo com o ritmo e condições físicas de cada pessoa. Sesc Consolação. De 15 a 54 anos. 45 alunos por turma. Freqüência livre: se­ gundas e quartas, 7h, 17h30, 18h30 e 19h30/Terças e quintas, 15h30, 17h30, 18h30 e 19h30/Sextas, às 19h. R$ 20,00 (O) e R$ 40,00 (□). Sesc Ipiranga. De 16 a 54 anos. Inscri­ ções na central de atendimento. R$ 44,00, R$ 29,00 (M.I.S) e R$ 22,00 (O). Terça e quintas, às 8h, 15h30, 18h30 e 20h30/ quartas e sextas, às 18h30, 19h30 e 20h30. Sesc Carmo. A partir de 16 anos. R$12,00(0), R$24,00. Segundas e quartas, às 12h, 17h, 18h e 19 h / ter­ ças e quintas, às 8h, 12h, 17h, 18h e 19h. Sesc Santo Amaro. A partir de 16 anos. R$40,00 (□) e R$20,00 (O). Se­ gundas, quartas e sextas, às 7h30, 12hl0, 18h30 e 19h30/ terças e quintas, às 7h, 8h, 18h30 e 19h30. Sesc São Caetano. Acima de 16 anos. R$38,00 e R$19,00 (O). Terças e quin­ tas, às 7h. Sesc Interlagos. Atividades físicas rea­ lizadas após uma caminhada pela áreas verdes, como a Mata Atlântica e o Bosque das Araucárias. A partir de 14 anos. Sábados, domingos e feria­ dos, às 10h30. Sesc Itaquera. Proporciona ao aluno subsídios teóricos e práticos para a montagem de seu próprio programa de atividades físicas. De 16 a 44 anos. Grátis. Quarta a sexta, a partir das 10h30. HIDROGINÁSTICA Sesc Consolação. De 15 a 54 anos. 35 vagas por turma. R$ 33,00 (O) e R$ 66.00 (□). Aos sábados, a mensalida­ de é de: R$ 18,00 (O) e R$ 36,00 (□). Segundas e quartas, às 12h, 17h30 e 19h 3 0 / terças e quintas, às 7h, 16h30, 18h30 e 20h30/ sábados, às 9h30. Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. R$ 63.00 (□) e R$ 31,50 (O). Necessário a apresentação da carteira do Sesc, com exame dermatológico atualizado.Terças e quintas, às 7h30, 17h, 18h30, 19h30 e 20h30/ quartas e sextas, às 8h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. R$ 30,00 (O), R$ 60,00 (□). Ter­ ças e quintas, às 7h30, 19h30 e 20h30 / Quartas e sextas, às 8h30 e 18h30. Sesc São Caetano. Acima de 14 anos. 2 aulas semanais: R$64,00 e R$32,00 (O). 1 aula semanal: R$48,00 e R$ 24.00 (O). Segundas e quartas, às 16h30, 17h30, 18h30 e 20h30 / Ter­ ças e quintas, às 7h, 11 h, 15h30, 18h30 e 20h30 / Quartas e sextas, às 8h, 9h e 11 h / Segundas, às 8h / Sex­ tas, às 17h30 e 19h30 / Sábados, às 9h, 12h e 13h.


jie tácu lo s: .0 p a lh a ço do re in o, dia

10, A B a ila rin a e o

ipezista, dia 17. 0 P alhaço A n d a rilh o , dia 24. A m b ie n ta ç ã o

Roteir Am

jiica eom a g e n d a m e n to a n te c ip a d o para as o fic in a s H istó ria s i Picadeiro. A té d ia 30.

SÃ O CAETA NO

A te n d im e n to a g ru po s e s e o la re s e in v is ita s m onitor.adas. Rdj ^ Á m i ^ d e . Ü à 14 anos. R o te iro P la n t a ^ r T ^ à 10 ai A a i^ keti' ílto : 0 5 2 3 -9 2 B 0 e 6 5 2 3 -9 2 8 7 ^ Lt'A.QÜLELvA Ag ge n mdiffm

m es d is c u te m a q u e s tã o s o c ial e c u ltu r a l do idoso. V o lt a n d o ^ iv e r (M é x ic o ), d ire ç ã o J u an P a b lo V illa s e n o r . Sessões: 14h , rh 4 0 e 21 h 2 0 . C o p a c a b a n a (B ra s il) d ire ç ã o C a rla C a m u ra ti. :ssões: 1 5 h 5 0 e 1 9 h 3 0 . D ia 5. Idosos a c im a d e 6 0 a n o s n ão ig a m .

C IN E S E S C

Á g u a s de L in d ó ia (SP), de 7 a 9. Á g u a s

de São

P ed ro

(SP), de 7 a 9. B a n a n a l (SP), de 21 a 2 5 . G u a r a p a r i (ES), de de 2 8 /1 2 a 2 /1 . P ra ia de G ru ssaí-(R J), de 2 8 /1 2 a I o/. 0 1 . S a n to s (SP), de 2 8 /1 2 a 1 °/1 . S u l

N a t a lin o

(S C /R $ /

PR), de 9 a 17. A r a x á (M G ), de 1° a 4. B e rtio g a (SP), de 1° a 4 e d e . 1 4 a 18. C a ld a s N o v a s (G.O), de 6 a 12-

P A R A ÍS O


Corpo & Expressão UAN GONG. Técnica que procura unir elementos da medicina ocidental a an­ tigos exercícios terapêuticos da medici­ na tradicional chinesa. Sesc Belenzinho. E I Qi Gong. Com Ro­ sângela Accioli. Taxa de inscrição R$ 10.00 (O), R$ 5,00 (O e □ acima de 55 anos) e R$ 2,50 (O acima de 55 anos). R$51,00 (□) e R$ 26,00 (O) R$ 21.00 (□ acima de 55 anos)e R$ 11,00 (O.acima de 55 anos). Quartas e sex­ tas, às 8h, 9h30 (idosos), 14h, 15h30 (idosos), 19h30/ sábados, às 1Oh. Sesc Consolação. Sala Sigma, 7°.andar. Com Eliana Pinheiro. A partir de 16 anos. R$ 50,00 (□) e R$ 25,00 (O). Segundas e quartas, às 18hl 5. POWER YOGA Sesc Consolação. Com Júlio Fernandes. R$ 20,00 (O) R$ 40,00 (□). 35 alunos por turma. Segundas e quartas, às 20h30. Sesc Pompéia. Com Júlio Fernandes. De 15 a 55 anos. R$ 45,00 (□) e R$ 22,50 (O). Terças e quintas, às 19h30/ sábados, às 10h30. Sesc Vila Mariana. De 15 a 54 anos. Coordenação de Márcia Jorge do Amaral. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Terças e quintas, às 7h30. PROGRAMA LIVRE DE CONDICIONA­ MENTO FÍSICO •Alongamento. Terças e quintas, às 17h e às 18h/ quartas e sextas, às 18h e 19h. «Circuito. Terças, quartas, quin­ tas e sextas, às 16h30, 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30/ sábados, às 1Oh. Sesc Belenzinho STEP. Exercícios dinâmicos sobre uma plataforma. Sesc Vila Mariana. Aula para quem já pratica atividade física, e procura ênfa­ se no trabalho de resistência geral (aeróbica). Aulas com duração de 50 min. De 15 a 54 anos. Terças e quintas, às 8h30 e 19h30. Quartas e sextas, às 9h30 e 18h30. R$ 38,00 (□), R$ 19.00 (O). De 06/03 a 21/12. Terças e quintas, às 8h30 e 19h30 / Quartas e sextas, às 9h30 e 18h30. YOGA Sesc Consolação, lyengar Yoga. Com Júlio Fernandes. A partir de 15 anos 25 vagas. R$ 20,00 (O) e R$ 40,00 (□). Segundas e quartas, às 17h30, 18h30 e 19h30. Sesc Consolação. Suásthya Yoga. A partir de 15 anos. 25 vagas. R$ 20,00 (O) e R$ 40,00 (□). Terças e quintas, às Sesc Carmo. R$19,00 (O), R$38,00. Segundas e quartas, às 9h, 12h, 14h / terças e quintas, às 1Oh. Sesc Pinheiros. De 15 a 50 anos R$ 22.00 (O) e R$ 44,00 (□). Turmas men­ sais. Inscrições diretamente com a pro­ fessora. Segundas e quartas, às 18h e 19h/ terças e quintas, às 8h30. Sesc Santo Amaro. R$ 40,00 (□) e R$ 20^00) (O). Segundas e quartas, às Sesc Belenzinho. Com Helena Maria Santos. Taxa de inscrição R$ 10,00 (usuários matric.), R$ 5,00 (O e □ aci­ ma de 55 anos) e R$ 2,50 (Q acima de 55 anos). R$ 51,00 (□) e R$ 26,00 (O) R$ 21,00 (□ acima de 55 anos) e R$

11.00 (O acima de 55 anos). Terças e quintas, às 8h, 9h, láh, 18h30 e às 19h30. Sesc Pompéia. Com Julio Fernandes e Beatriz Esteves. A partir de 15 anos. R$ 45.00 (□) e R$ 22,50 (OtJ.Terças e quintas, às 8h30, 9h30, 15h, láh e 20h30. Sesc Vila Mariana. De 15 a 54 anos. Coordenação de Márcia Jorge do Amaral. Terças e quintas, às 8h30 / Quartas e sextas, às 19h30. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Sábados, das 15h30 às 17h. R$ 30,00 (□), R$ 15,00 (O).

Sesc São Caetano. Com Clementina de Abreu Marques Lyra. R$ 30,00 (□) e R$ 15,00 (O) Terças, às 15h e 18h30/ sábados, às 14h30. caminhadas CLUBE DA CAMINHADA Sesc Belenzinho. Atividade monitorada pelos técnicos do Sesc, em que são uti­ lizados os diversos espaços da unida­ de. Grátis. Terças e quintas, às 16h30/ sábados, às 9h. Sesc Santo Amaro. Pista demarcada de caminhada (três níveis: iniciantes, inter­ mediários e avançados) com acompa­ nhamento especializado e uma série de atividades paralelas de orientação para uma vida mais saudável. Grátis. Sábados, às 1Oh. Sesc Interlagos. Trilha realizada em alamedas e áreas verdes sob a supervi­ são de um técnico. Informações sobre saúde e atividade física. A partir dos 14 anos. Quintas, às 1Oh e 14h (saída do Recanto Infantil)/ sábados, domingos e feriados, às 9h30 (saída do Galpão da Criatividade). Sesc Itaquera. Atividade física pratica­ mente sem restrições, com dicas para sua boa realização, como alongamen­ tos, postura, ritmo e freqüência. Grátis. Sábados, às 9h30. Sesc Vila Mariana. Dicas e passeios orientados na região. Caminhadas no bairro, dias 04, 11 e 18, das 1Oh às 12h30. Caminhada especial dia 25, das 8h30 às 15h30. Informações e ins­ crições até dia 11 no Centro de Ativida­ des Corporais. De 04 a 25/11. Sesc Ipiranga. Cavernas do Petar/SP. Na cidade de Iporanaa fica o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), que concentra mais de 250 ca­ vernas. Em trilhas de média intensida­ de, conheceremos as cavernas de San­ tana, Água Suja, Morro Preto e Lambari de Baixo, além de experimentarmos as emoções do Aquaride. Inscrições prévias na Área de Convivência. Sexta, sábado e domingo, saída no dia 30, às recreação AQUASESC. Programação especial com vivências aquáticas, festivais e tor­ neios de diversas modalidades aquáti­ cas, sábados ou domingos às 15h30. A partir de 13 anos. Necessário a apre­ sentação da carteira do Sesc, com exa­ me dermatológico atualizado. Trazer cadeado de qualidade para utilizar o vestiário. Grátis. •Circuito Aquático. 02/11, 04/11, 10/11 e 25/11. «Gincana. 17/11 e 18/11. Sesc Pompéia

Sociedade & Cidadania exposições FOTOGRAFIA ECIDADANIA. Exposição idealizada pelo professor e fotógrafo João Kúlcsar, apresenta os registros foto­ gráficos de jovens internos da FEBEM. A sensibilidade e a percepção destes jo­ vens constituem uma leitura crítica do mundo. De 01/11 a 16/12. Quarta a domingo e feriados a partir das 9h. Sesc Itaquera palestras PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO UMA PROPOSTA DE INCLUSÃO. Em co­ memoração ao Dia Nacional da Cons­ ciência Negra, será feita uma análise das relações raciais no sistema educa­ cional por meio de reflexões sobre o pro­ cesso social de construção do racismo e a escola como veículo de sua reprodu­ ção. Com o Prof. Dr. Antonio Sérgio Gui­ marães (Departamento de Sociologia da FFHCL/USP). Grátis. 24/11. Sábado, às 1Oh. Sesc Santo Amaro

ATOS @ JOVENS. Programa educacio­ nal destinado a jovens de 13 a 17 anos, com as seguintes oficinas: dia 3, Expres­ são Corporal; dia 10, Introdução e Téc­ nicas de Acrobacia; dia 17, Maquiagem de Palhaço e dia 24, Beisebol Adapta­ do. De 01 a 30/11. Sábados, às lOh e 13h. Sesc Interlagos TECENDO O FUTURO. Projeto de forma­ ção socioculfural que investe no potencial criativo e na atuação cidadã de jovens, tomando-os protagonistas de iniciativas que visem a uma melhor condição de vida, tendo a formação artística como eixo de um propósito maior de educação para a cidadania. No mês de outubro, após a apresentação final das oficinas, os jovens terão a oportunidade de co­ nhecer outros projetos socioeducativos em visitas monitoradas. Público: de 13 a 20 anos. Informações: 6523-9303. Sesc Itaquera TEATRO MUSICAL Fundamentos da ex­ pressão cênica que estimulam o exercí­ cio da comunicação, da expressão e do desbloqueio. Com Luís Canos Laranjei­ ras. 01/11, 08/11, 22/11, 29/11, 6/12. Quintas, das 14h às 17h Sesc Itaquera

OFIQNA DE CIDADANIA. Curso desti­ nado à formação de agentes sociais mul­ tiplicadores, com ênfase nas áreas de práticas organizacionais e formulação de projetos de desenvolvimento local. Partindo de uma visão histórica e critica, serão fornecidas ferramentas de análise das diferentes instâncias de poder pre­ sentes na sociedade. Durante 03 meses, alguns módulos de trabalho destacarão os seguintes temas: CIDADANIA: DIREITOS E DEVERES. Co­ locação dos preconceitos e distorções existentes no campo dos Direitos e eluci­ dação do conceito de cidadania. Objeti­ vo, verificar a aplicabilidade das idéias abstratas de direitos e deveres. Grátis. Com Carfos Thadeu C. de Oliveira (Mes­ tre em Ciência Política - FFLCH/USP)e

Valéria Sanches (Mestre em Sociologia FFLCH/USP). De 03/10 a 15/12. Quartas, das 19h às 21 h30. Sesc Santo Amaro DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS. Formulação de projetos comunitários elaborados pelos próprios participantes do curso, a partir da identificação dos principais problemas da localidade onde atuam/moram. Com Carfos Thadeu C. de Oliveira (Mestre em Ciência Política FFLCH/USP) e Valéria Sanches (Mestre em Sociologia - FFLCH/USP). De 03/10 a 15/12. Quartas, das 19h às 21 h30. Sesc Santa Amaro EXCLUSÃO SOCIAL Identificação e diagnóstico mais preciso das situações de exclusão, a partir de conceitos desen­ volvidos pelo Mapa da Exclusão/Inclu­ são Social da Cidade de São Paulo (es­ tudo publicado em 1996 pelo Núcleo de Seguridade e Assistência Social da PUC/SP). Objetivo: desenvolver os con­ ceitos de desigualdade e exclusão social, e fornecer ferramentas para a análise da realidade de determinadas localidades. Grátis. Com Carlos Thadeu C. de Olivei­ ra (Mestre em Ciência Política FFLCH/USP)e Valéria Sanches (Mestre em Sociologia - FFLCH/USP). De 03/10 a 15/12. Quartas, das 19h às 21 h30. Sesc Santo Amaro INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO PO­ LÍTICA. Apresentação da origem, impor­ tância e lunção de alguns instrumentos legais, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (E.C.A.), as Constituições Federal e Estadual, dentre outros. Obje­ tivo, compreender como interagem as di­ ferentes instâncias de poder. Grátis. Com Carfos Thadeu C. de Oliveira (Mestre em Ciência Política - FFLCH/USP) e Valéria Sanches (Mestre em Sociologia FFLCH/USP). De 03/10 a 15/12. Quartas, das 19h às 21 h30. Sesc Santo Amaro UDERANÇAE ORGANIZAÇÃO. Objeti­ vo, definir conceitos e diferenciações en­ tre ação comunitária, ação social, orga­ nização e desenvolvimento de comuni­ dade. Grátis. Com Carlos Thadeu C. de Oliveira (Mestre em Ciência Política FFLCH/USP) e Valéria Sanches (Mestre em Sociologia - FFLCH/USP). De 03/10 a 15/12. Quartas, das 19n às 21 h30. Sesc Santo Amar


Natureza & Meio Ambiente Sesc Interlagos. Próximo ao autódromo de Interlagos, área de cerca de 500 mil m2, às margens da repre­ sa Billings. Pode-se conhecer e cami­ nhar pela reserva de Mata Atlântica nativa, bosque de araucárias, pi­ nheiros do brejo, entre outros, além do Viveiro de Plantas e lagos. Oito quadras poliesportivas, duas de tê­ nis, campo oficial de futebol, ginásio coberto, conjunto aquático com pis­ cinas para adultos e crianças, quios­ ques para churrasco. Um jacaré gi­ gante, brinquedos para as crianças, além da casa na árvore, a aldeia lú­ dica e o recanto infantil. Há ainda lanchonetes, sala de vídeo, ludoteca e áreas de convivência diversas. Shows, espetáculos e atividades di­ versas completam os serviços ofere­ cidos pela unidade. De Quarta a Domingo e feriados, das 9h às 18h00. R$1,50 (★) e R$3,00 (0)(de Quarta a Sexta), R$2,00 (★), R$4,00 (O) sáb., dom. e feriados; R$1,00 de 4 a 10 anos, quarta a sexta, R$2,00 de 4 a lOanos, sáb. dom. e feriados; R$7,00 de Quarta a Sexta e R$9,00 aos sáb., dom. e feriados (visitante com parque aquá­ tico), R$4,00 de quarta a sexta e R$5,00 sáb., dom. e feriados (visi­ tante sem parque aquático), R$2,00 de quarta a sexta e R$3,00 aos sáb., dom. e feriados (visitante infantil sem parque aquático); R$4,00 de quarta a sexta e R$6,00 aos sáb., dom. e feriados (visitante infantil com par­ que aquático). Estacionamento no local: R$5,00. Ônibus urbano com saída da plataforma F do metrô Ja-

Sesc Itaquera. ó3 mil m2 de área construída, em 350 mil m2 de área. Atividades esportivas, artísticas, cul­ turais, recreativas, sociais e de con­ tato com a natureza. Quadras po­ liesportivas, pistas de cooper, cam­ pos de malha, futebol e bocha. Par­ que aquático com oito tobogans, além de locais para churrasco, fes­ tas, feiras, shows, exposições, vídeo e leitura. Parque lúdico com brinque­ dos Orquestra Mágica, Trenzinho Cenográfico, Bichos da Mata e Es­ paço de Aventura. De Quarta a Do­ mingo e feriados, das 9h às 17h. O estacionamento comporta 1.100 carros, R$5,00. R$1,50 de Quarta a Sábado e R$2,00 sábados, domin­ gos e feriados (★), R$8,00 de quar­ ta a sábado e R$10,00 sábados, do­ mingos e feriados (visitante com par­ que aquático), R$4,00 de quarta a sábado, R$5,00 sábados domingos e feriado, (visitante infantil com par­ que aquático); R$3,00 quarta a sá­ bado e R$5,00 aos sábados, domin­ gos e feriados (visitante sem parque aquático); R$4,00 de quarta a sába­ do e R$5,00 sábado, domingo e fe­ riado (visitante infantil sem parque aquático). Escola Pública: R$3,00 por aluno sem exame médico, parti­ cular R$ó,00 por aluno sem exame médico , com parque aquático. Ô ni­ bus urbanos com saída da estação Arthur Al vim (linha 3772, gleba do pêssego e terminal São Mateus (li­

nha 253F, Jardim Helena). Aos sá­ bados domingos e feriados saída da estação do metrô Itaquera (linha 2522, Shopping Aricanduva). palestras MATA ATLÂNTICA. Palestra de aber­ tura do seminário de avaliação das iniciativas deconservação, recupera­ ção e uso sustentável dos recursos naturais da Mata Atlântica. Grátis. Teatro. Realização Sesc São Paulo e Instituto Socioambiental. 2 8 /1 1 . Quarta, das 9h às 12h30. Sesc Vila Mariana

BARATAS&AFINS: O Notável Mundo dos Insetos. Aspectos lúdicos, cultu­ rais, educacionais e científicos do notável mundo dos insetos e sua importânica no equilíbrio ecológico. •Espetáculos e Esquetes Teatrais. Teatro & Educação: espetáculos a partir de 8 de novembro, todas as quintas às lOh e 14h, e aos dominos, às 13h, no Teatro, com lotação e 330 lugares. Inscrições: 56629538. Pequenas intervenções com contadores de histórias e brincadei­ ras. A partir de 10 de novembro, to­ dos os sábados, domingos e feria­ dos, às 14h e 15h. Inscrições: 5662953. De 08 a 29/11. Quintas, às lOh e 14h/ domingos, às 13h. «Ins­ talações Cenográricas. De 08 a 3 0/1 1 . Quarta a domingo e feria­ dos, das 9h às 17h. •Mostras. Insecta, pinturas, escultu­ ras e instalações de Fabrício Sicardi (artista plástico, entomologista e agrônomo). «A Arte dos Insetos: co­ leções de objetos na forma de inse­ tos confeccionados a partir de dife­ rentes técnicas e materiais. Abertura dia 08 de novembro, às 11 h. Agendamento de visitas monitoradas: 5662-9533. Quarta a domingo e fe­ riados, das 9h às 17h. «Oficinas Lú­ dicas. A partir de 10 de novembro, de quarta a domingo e feriados, das 9h às lá h. Vagas limitadas. Inscri­ ções: 5662-9533. De 08 a 30/11.

Quarta a domingo e feriados, às lOh e 14h. Sesc Interlagos UM DIA DE BRINCAR. Uma Roda de Histórias, Mitos e Lendas. Atividades elaboradas a fim de proporcionar mo­ mentos de lazer e convívio social a gru­ pos de portadores de deficiências e de distúrbios emocionais. Neste mês os participantes larão um passeio pelo mundo encantado daslendas, encon­ trando através destas raízes as formas de pensar e agir dos povos, criando uma oportunidade de criar o mundo e as relações entre os seres através da fan­ tasia com a educadora ambiental San­ dra Stahlhauer. Dia 08, lOh. Agendamento antecipado. Informações pelos ramais 9217/9229 Sesc Itaquera DIÁLOGOS COM A ZONA LESTE: SE­ MINÁRIO: "QUALIDADE DE VIDA NA ZONA LESTE". O Fórum para Desenvol­ vimento da Zona Leste tem neste seminá­ rio, o objetivo de levantar os principais problemas ambientais da região e dis­ cutir possíveis soluções que envolvam a sociedade civil, para isso pretende fo­ mentar a participação popular como es­ tratégia para a busca de um ambiente saudáveí. Dia 10, a partir das 9h. Infor­ mações e Inscrições antecipadas pelos ramais 9217/9229 Sesc Itaquera QUEM ANDA DE CRAVO INCARNADO CORRE O RISCO SÃO FRANCISCO. Es­ petáculo teatral de Chico Canindé, que aborda o direito de ir e vir de cada um com responsabilidade social, política e ecológica . Dia 20, às 14h. Sesc Itaquera BENFEITORES DA NATUREZA. Prorama permanente de capacitação e educadores voltado para melhoria da qualidade de vida do aluno e para valorização da vida no planeta. •Curso Meio Ámbienfe Prático 1. Dia 0ó das 9h às 17h Jardinagem Orgâ­ nica, 27 das lOh às 17h Horta,

10/11 das 1Oh às 17h Ervas Medici­ nais em Sala de Aula, 24/11 das 1Oh às 17h Benfeitores da Natureza. Isento das taxas de acesso. Pagamen­ to somente de estacionamento. Inscri­ ções pelos ramais 9217/9229.10 e 2 4/11. Sábados, das 9h às 17h. •Curso Meio Ambiente Prático 2. Uti­ lizando didática simples e dinâmica, o curso irá oferecer subsídios teóricos e práticos para o desenvolvimento de ações de educação ambiental nas esco­ las. Módulo 1 - Dia 24, das 9h as 17h Integração, interdisciplinaridade e surgi­ mento da educação ambiental, premis­ sas básicas para o entendimento da questão ambiental são tratados de for­ ma dinâmica e interativa. Módulo 2 Dia 01/12 , das 9h às 1Th - Elabora­ ção e implantação de projetos de edu­ cação ambiental. Atividades de arte educação como ferramenta na implan­ tação destes projetos. Gratuito. Inscri­ ções pelos ramais 9217/9229 Sesc Itaquera PÓLOS INTEGRADOS DE EDUCA­ ÇÃO AMBIENTAL. Programa de Edu­ cação Ambiental desenvolvido no Sesc Itaquera que tem como base os elementos da natureza como terra, água, ar e o próprio homem. «Hor­ ta. Está aberta para visitas monito­ radas e orientação técnica para montagem de hortas comunitárias. Quarta a domingo, a partir das 9h. •Mata Atlântica. Trabalho de reintrodução e readaptação de espécies vegetais nativas, além de caminha­ das nas trilhas, jogos e brincadeiras. Quarta a domingo, a partir das 9h. •Momento do Meio. Brincadeiras, oficinas e dinâmicas. Quarta a sex­ ta, às 15h. «Piscicultura. Quarta a domingo, às 11 h e às 14h. «Plaritinhas ao Mato. De 07 a 12 anos. Agendamento prévio pelos ramais 9286/9287. Quarta a sábado, das 9h30 às 12h e das 13h30 às láh. •Pomar. Quarta a domingo, a partir das 9h.«Reciclagem de Materiais. Quarta a domingo, a partir das 9h. •Viveiro de Plantas. Quarta a do-


Natureza & Meio Ambiente mingo, a partir das 9h. «Coleta Se­ letiva: Encontros no primeiro sábado do mês. Maiores informações pelo ramal 9217. Sábados, às 1Oh. Sesc Itaquera PROGRAMA VIVA O VERDE. O pro­ grama de educação ambiental com metodologias que integram ativida­ des lúdicas, culturais e científicas ao rico e diversificado potencial da na­ tureza e instalações do Sesc Interlagos. Viva o Verde 1: sensibilização, para grupos de 3 a 6 anos Viva o Verde 2: iniciação, para grupos de 7 a 12 anos Viva o Verde 3: iniciação, para grupos de 13 a 18 anos Viva o Verde 4: grupos de estudo, para ida­ de superior a 13 anos Viva o Verde 5: jogos&natureza, visita auto-monitorada «Cada Lixo no seu Lugar. Quintas e sextas, das 9 às 17h. •Conhecendo o Viveiro. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. •H20m al. Uma caminhada intera­ tiva explorando o caminho das águas do Sesc Interlagos: nascente, poço semi-artesiano, córrego, bre­ jo, lagos, piscina e represa Billings. Quintas e sextas, das 9 às 17h. •Por Dentro da Mata Atlântica. Uma expedição monitorada na re­ serva local. Quintas e sextas, das 9h às 17h. «Viva o Verde - Agendamento. As informações, reservas e agendamento podem ser feitas pessoalmente na Central de Atendimento, pelos telefo­ nes 5ÓÓ2-9521 /33/34/3Ó /37/38, fax 5662-9535 ou pela internet email@inlerlagos.sescsp.com.br. Quarta a sába­ do, cbs 9h às 1Th. Sesc Interlagos ROTEIROS AMBIENTAIS. Atividades ela­ boradas para atender grupos de escola­ res por meio de visitas monitoradas. •Roteiro Árvore. Introdução de concei­ tos sobre cadeia alimentar, sucessão ecológica, preservação, entre outros. Apresenta a preparação dos substratos, as formas de propagação, transplante de mudas, reintrodução de espécies para reflorestamento, árvores exóticas e nativas e conceitos de arborização ur­ bana. Como e onde acontece:Caminhada pelo pequeno trecho de Mata Atlân­ tica remanescente no Sesc, com ativida­ des lúdicas. Práticas de reprodução de mudas e plantio no Viveiro. De 11 a 14 anos. Agendamento prévio pelos ramais 9286/9287. Quarta a sábado das 9h30 às 12h e das 13h30 às 16h. «Ro­ teiro Planta. Introdução de conceitos so­ bre cadeia alimentar, sucessão ecológi­ ca e preservação. Reconhecimento de espécies animais e vegetais da Mata Atlântica. A atividade incentiva também a reutilização de materiais. Caminhada pelo pequeno trecho de Mata Atlântica remanescente no Sesc, com atividades lúdicas. Dinâmica sobre coleta seletiva. Vídeo comentado sobre animais da Mata Atlântica, mecanismos de defesa e interação planta animal. De 07 à 10 anos. Agendamento prévio pelos ramais 9286/9287. Quarta a sábado, das 9h30 às 12h e das 13h30,às 16h. «Ro­ teiro Sementinha. Atividade que propor­ ciona o primeiro contato das crianças oom a natureza, introduzindo a impor­ tância do "cultivar as coisas", desae a

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pequena e frágil sementinha até valores como amizade, amor e responsabilida­ de. Favorecendo sempre a interação homem-meio ambiente. Visita monitorada na horta orgânica, oficinas de cultivo. Dinâmicas sobre coleta seletiva de lixo e visita ao lago para alimentação dos pei­ xes, onde serão dadas informações so­ bre os animais e o respeito pela nature­ za. De 04 à 06 anos. Agendamento prévio pelos ramais 9286/9287. Quar­ ta a sábado, das 9h30 às 12h e das 13h30 às 16h Sesc Itaquera oficinas VIVEIRO: OFICINAS ESPECIAIS. Dicas e Cuidados com Plantas para Vasos Pen­ dentes, dia 03; Técnicas de Poda de For­ mação de Cercas Vivas, dia 10; Confec­ ção de Mudas por Estacas e Alporquia, dia 17 e Produção de Mudas de Ervas e Temperos, dia 24. Sábados, às 14h. Sesc Interlagos ARTE DA RECICLAGEM. A educação ambiental e a reflexão sobre o meio am­ biente por meio de aulas abertas e ofici­ nas que compartilham valores responsá­ veis e comprometidos com a sustentabilidade do planeta. • Cestaria em Papel Jornal. Coordenação de Silvana Melo. 25 vagas. R$ 10,00, R$ 7,50 (o) e R$ 5,00 (O). Informações e inscrições na Central de Atendimento. 20, 22, 27e 29/11. Terças e quintas, das 19h às 21h30. •Origami Recicla. Com Mari Kanagae. Vagas limitadas. Grátis. Reti­ rada ae senha 30 minutos antes do iní­ cio da atividade. 03, 04, 10 e 11/11. Sábados e domingos, das 14h às 16h. •Embala Arte. Com Cida Oliveira. 20 vagas. Grátis. Retirada de senha 30 mi­ nutos antes do início da atividade. Praça de Eventos. 02,17,18, 24 e 25/11. Fe­ riados, sábados e dominqos, das 14h às lóh. Sesc Vila Mariana caminhadas TRILHA DA CODESP. O objetivo é descer a Serra do Mar utilizando estradas ru­ rais, trilhas e o leito de uma ferrovia sem uso. Durante o caminho passamos por cachoeiras, rios, e um dos mais belos ce­ nários da Serra do Mar. A Trilha da Codesp é um caminhada de leve/médio impacto. Até 55 anos de idade. Infor­ mações na Central de Atendimento. Re­ torno previsto às 18h 10/11. Saída às 7h Sesc Carmo B elenzinho ICinesesc Consolação

S A O P A U L O ^ J ln te r la g o s V Ip ira n g a £ 2 Ita q u e ra ^ u o n fo lo g ia ^ P a r a ís o 6 FS Paulista 4 | Pinheiros i Po m p éia JSan to A m aro São C aetano jV ila M a ria n a

Saúde & Alimentação CULINÁRIA INTELIGENTE. Informa­ ção e criatividade em torno da prá­ tica rotineira do preparo de alimen­ tos. «Curso de Cestas. Montagem de cestas para café da manhã, happy hour, aniversário. Com Miriamd Tei­ xeira. R$ 6,00, R$ 3,00 (□, ❖) e R$ 2.00 (O). 08/1 1 . Quinta, às 14h e às 19h. «Crianças na Cozinha 1. Brincando e aprendendo, a criança­ da vai preparar divertidas receitas de mousse de chocolate e trufas. Com Miriamd Teixeira. R$ 6,00, R$ 3.00 (□, ❖) e R$ 2,00 (O). 10/11. Sábado, às 10h30. «Geléias e Com­ potas. Aprenda a preparar e a co­ mercializar geléias caseiras. Com Miriamd Teixeira. R$ 6,00, R$ 3,00 (□, ❖) e R$ 2,00 (O). 10/11. Sába­ do, às 14h. «Sobremesas Geladas. Torta holandesa, pirâmide de choco­ late, pavê de nozes e floresta tropi­ cal. Com Miriamd Teixeira. R$ 6,00, R$ 3,00 (□, ❖) e R$ 2,00 (O). 20/11. Terça, às 14h e às 19h. •Congelamento de Alimentos. Dicas de utilização do freezer e receitas. Com Miriamd Teixeira. R$ 6,00, R$ 3.00 (□, ❖) e R$ 2,00 (O). 24/11. Sábado, às 14h. «Crianças na Cozi­ nha 2. Hamburguinhos doces e sur­ presas de morango. Com Miriamd Teixeira. R$ 6,00, R$ 3,00 (□, ♦>) e R$ 2,00 (O). 2 4/11. Sábado, às 10h30. «Sobremesas - Bolos Trufados. Bolos trufados de morango, no­ zes e cerejas. Com Valquiria Silva. R$ 6,00, R$ 3,00 (□, ♦ ) e R$ 2,00 (O). 27/1 1 . Terça, às 14h. «Sobre­ mesas - Pavês. Pavês de morango, bombom, chocolate branco, nozes e trufão. Com Valquiria Silva. R$ 6,00, R$ 3,00 (□, ❖) e R$ 2,00 (O). 2 9/11. Quinta, às 14h Sesc Belenzinho oficinas CEIA NATALINA. Oficina de culiná­ ria, vários pratos e sobremesas para a ceia natalina. R$ 30,00, R$ 22,50 (□)R$ 15,00 (O, ❖). De 05 a 28/11. Segundas e quartas, das 14h às 17h. Sesc Santo Amaro EXAME MÉDICO E DERMATOLÓGICO Para os freqüentadores da piscina. Apresentar-se em traje de banho. Crianças até três anos não pagam. Sesc Pompéia. Válido por três me­ ses. R$ 12,00 (□) e R$ 6,00 (O). Terças e quartas, das 9h às 11 h30 e das 15h às 18h30/ quintas e sextas, das 11 h30 às 15h e das 18h30 às 21 h / sábados, domingos e feriados, das lOh às 12h e das 13h às 17h. Sesc Vila Mariana. Validade de 3 meses. R$ 12,00 (□) e R$ 6,00 (O). Apresentar-se em traje de banho. De 01/01 a 31/12. De terça a sexta, das ló h às 19h45/Sábado, domin­ go e feriado, das 10h30 às 14h45. Sesc Consolação. Segundas, das 9h às 12h45 e das 17 às 20h45/terças, das 13h às 20h45/quartas, das 9h às 12h45/quintas, das 13h às 16h45/sextas, das 9h às 12h45 e das 17h às 20h45/ sábados e feria­ dos, das 9h às 13h45. Apresentar-se em traje de banho. R$ 6,00 (O) e R$ 12.00 (□). Segundas/ terças/quar­

tas/quintas/ sextas/ sábados. Sesc São Caetano. Válido por 3 me­ ses. R$ 15,00 (□) e R$ 7,50 (O). Apresentar-se em traje de banho. Segunda a sexta, das 17h30 às 20h50. serviços ATENDIMENTO AO PÚBUCO. Fale com o Sesc Odontologia - Dúvidas e Suges­ tões: email@odontologia.sescsp.com.br telefone: 11 33292800 Atendemos às seguintes especialidades odonfológicas: restaurações em geral, tratamento de canal, doenças da gengiva, cirurgias, odontopediatria, próteses, radiologia (radiografias, panorâmicas, periapicais, interproximais e oclusais). Não oferecemos implantes dentários e ortodontia (aparelhos corretivos) Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira em três períodos - aas 8h às 12h, das 12h30 às 16h30 e das 17h às 21 h. Sesc Odontologia MESA SÃO PAULO. Ação contra a fome e o desperdício, pela qualidade de vida. Um conjunto de atividades cujo objetivo é agregar qualidade e valor nutricional às refeições servidas por instituições sociais aos segmentos carentes da sociedade por elas aten­ didas. Distribuição diária de alimen­ tos e desenvolvimento de atividades educativas. A sustentação do Mesa São Paulo está na parceria com em­ presas e com profissionais e pessoas ue se dispõem a participar através a prestação de serviços voluntários, dentro de uma perspectiva de solida­ riedade e compromisso social. O Mesa São Paulo viabiliza os esforços destas parcerias. Atualmente, partici­ pam do programa 142 empresas, 126 instituições e 216 voluntários. Entre julho de 97 e setembro de 2001, foram doadas 2.614.121 to­ neladas de alimentos que possibilita­ ram complementar cerca de 10.456.484 refeições. Alimente esta idéia.Ligue grátis: 0800 177 772. Segunda à Sábado. Sesc Carmo MESA SÃO PAULO. O projeto reali­ za coleta e distribuição de alimentos em parceria com empresas privadas, instituições que possuem projetos so­ ciais com crianças, adolescentes, idosos e com pessoas voluntárias.Terça a sábado, das 9h às 17h. Sesc Itaquera FRALDÁRIO. Espaço destinado às fa­ mílias com crianças pequenas. Dis­ põe de geladeira, microondas e lo­ cal para a troca de fraldas. De 0 1 /0 7 a 30/1 2 . Sábados, domin­ gos e feriados, das 9h às 17h Sesc Itaquera BAR. Cafeteria, lanches quentes e frios, salgados, petiscos, águas, su­ cos, refrigerantes, cervejas e destila­ dos De 11/05 a 28/1 2 . De terça a sexta, das 14h às 22h/sábados, do­ mingos e feriados, das 1Oh às 19h/Dias 5 e 19 de outubro, sextasfeiras, das ló h às 21 h (devido a programação do Espaço Dançante) Sesc Belenzinho


Infantil restaurantes Sesc Carmo. Refeições com quali­ dade. Os cardápios são elaborados e supervisionados por nutricionis­ tas, com controle de procedência dos gêneros e higiene de produção. Experimente as novas saladas. Se­ gunda a sexta, das 1 Ih às 14h45. Sesc Interlagos. Restaurante da Sede Social, com cardápio variado. Aos fins de semana, a culinária dos imigrantes. Quartas a domingos e feriados, das 12h às 15h. Sesc Vila Mariana. Lanches, salga­ dos, sucos, doces gelados e sorve­ tes. Serviço de almoço de terça a domingo das 11h30 às 14h, gre­ lhados variados, guarnições e sala­ das. De terça a sexta, das 1Oh às 22h/Sábado, domingo e feriado, das 1Oh às 19h. Sesc Itaquera. G rill São Matheus. Self-service com saladas, molhos, carnes, massas, guarnições, sobre­ mesa, bebidas, sorvetes. Aos sába­ dos, bufê de feijoada e self-service. Sábados, domingos e feriados, das llh 3 0 às ló h Sesc Pompéia. Self-service por qui­ lo, massas e grelhados. Terça a Sex­ ta, das 11 h30 às 14h30, Sábados, domingos e feriados, das 11 h30 às 15h. lanchonetes Sesc Belenzinho. Cafeteria, lanches quentes e frios, sucos. Terça a Sex­ ta, das 14h às 22h. Sábados, do­ mingos e feriados, das 9h às 18h. Sesc São Caetano. Grande varieda­ de de salgados, porções, mini-pizzas, tábua de frios elanches natu­ rais, além de sucos, refrigerantes, bebidas e sorvetes. Segunda a sexta, das 13h30 às 21n 4 5 / sábados, das 9h às 17 h l 5. Sesc Santo Amaro. Serviço de pra­ tos rápidos (grelhados e acompa­ nhamentos), diversos tipos de lan­ ches, aperitivos, doces, salgados, refrigerante e bombonière. Reser­ vas para festas. Segunda a sexta, das 12h às 15h e das 1óh às 19 h / sábados, das 11 h às 18h. Sesc Interlagos. Variedades de lan­ ches quentes, minipizzas de mussarelas, pão de queijo,tortas, doces, sucos naturais e bebidas. Quarta a domingos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Ipiranga. Pratos variados, lan­ ches rápidos. Terça a Sexta, das 12h às 22h. Sábados, domingos e feriados, das lOh às 18h. choperia Sesc Pompéia. De Terça a Domingo, a partir das 20h. Música ao vivo. Cardápio variado com petiscos e lanches. clínicas odontológicas O serviço de odontologia do Sesc oferece tratamentos clínicos e ci­ rúrgicos em diferentes especialida­ des: endodontia e periodontia, odontopediatria, prótese e rádiodiagnóstico. As ações na área de odontologia procuram prevenir e evitar problemas de saúde, sendo complementadas também por tra­

balho educacional. Informe-se so­ bre o período de inscrição nas uni­ dades do Sesc. Sesc Ipiranga. De 01 a 3 1 /1 2 . Se­ gunda a sexta, das 13h às 21 h30, tel: 3340-2000. Sesc Pompéia. De 0 1/01 a 31/1 2. Terça à sexta, das 8h às 17 h / sá­ bados, das 8h às 16 h30, tel: 3871-17700. Sesc Consolação. 4o. andar. Inscri­ ções, apenas para comerciários matriculados. De 0 7 /0 2 a 3 1 /1 2 . Segunda a sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e das 17h30 às 21 h30, tel: 234-3000 Sesc Odontologia. Segunda a Sex­ ta das 8h às 22h, tel: 3329-2800 Sesc Vila M ariana. Segunda a Sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e das 17h30 às 21h30, tel: 5080-3000. PROJETO ODONTOSESC. Com o objetivo de contribuir para a me­ lhoria da saúde bucal existente no país, o Departamento nacional do Sesc desenvolveu o Projeto OdontoSesc, voltado para a prestação de serviços odontológicos e de Educação em Saúde através de Unidades Móveis. A carreta do OdontoSesc é composta com os equipamentos mais modernos para atender aos trabalhadores do co­ mércio e serviços e seus dependen­ tes. Atendimento e marcação de consultas de terça a sábado, das 9h às 18h. Terça a sábado, das 9h às 18h. Sesc Santo Amaro

Matrícula O cartão de matrícula no Sesc é o seu passaporte para participar, com vantagens, das várias atividades oferecidas e também para desfrutar as piscinas, quadras e outros equipamentos. Para matricular-se no Sesc são necessários os seguintes documentos. Trabalhador no comércio e serviços: carteira profissional do titular, ultimo recibo de pagamento, certidão de casarnento e certidão de nascimento dos filhos menores de 21 anos. A taxa de matrícula varia de acordo com a faixa salarial. A matrícula pode ser feita em qualquer unidade do Sesc e tem validade nacional de 12 meses. Aposentado do comércio e serviços: carteira profissional e carne do INSS. Outros: documento de identidade e consulta na unidade de interesse sobre a disponibilidade de vaga.

Deck Solarium. Grátis. 03/11. Sábado, PANDALELÊ - LABORATÓRIO DE BRIN­ CADEIRAS. Sediado na Escola Funda­ mental da UFMG, este projeto foi criado em 1993 com o objetivo de formar gru­ pos de brincantes adolescentes. Coorde­ nado por Eugênio Tadeu Pereira. »Murucututu. Espetáculo cênico-musical de­ dicado ao público infantil. Concepção e direção de Eugênio Tadeu Pereira e Mi­ guel Queiroz. Duração 50 minutos. Li­ vre. R$ 5,00, R$ 2,50 (□, ❖), R$ 2,00 (O) e grátis para crianças até 3 anos. 15/11 e 18/11. Quinta e domin­ go, às lóh. •Pandalelê. Lançamento do livro/CD "Pandalelê! Brinquedos Cantados", pro­ duzido pelo Pandalelê - Laboratório de Brincadeiras, em parceria com o selo Palavra Cantada. Duração 2 horas. Li­ vre. Vagas Limitadas. Grátis. De 15 a 18/11. Quinta, ás 11 h/sexta e sábado, às 11 h e 15h/domingo, às 11 h. Sesc Belenzinho espetáculos A BELA ADORMECIDA O espetáculo é fiel ao original francês, reunindo um elenco afinadíssimo que se reveza em vinte personagens, cinco ambientes cenográficos e cinqüenta minutos de muita ação, música, aventura e emoção. Escri­ to e dirigido por Crispim Junior. Com a Companhia de Teatro Sia Santa. R$ 5,00, R$ 2,50 (□, ❖) e R$ 2,00 (O). Sá­ bados e domingos, às 1óh. Sesc Belenzinho

Sesc Pompéia BZZZ! O RETRATO DE JANETE. Mariste­ la é uma atriz bicentenária e tragicômica que tem como única companhia uma vespa chamada Janete. A monotonia da vida de ambas é quebrada com o apa­ recimento inesperado do público. Com a atriz Magali Biff. Direção de Dedé Pa­ checo, música de Marcelo Pretto, texto de Marcelo Romagnoli e cenografia de Laura Carone. No Teatro. Grátis para crian­ ças até 12 anos. Retirar ingressos a par­ tir das 14h30 nos dias de espetáculo. R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6,00 (O, ❖). 04, 11, 18 e 25/11. Domingos, às lóh. Sesc Ipiranga CONTANDO CARNEIRINHOS. Duas crianças não conseguem dormir e come­ çam a brincar de poesia. Baseado nos poemas da escritora Cecília Meirelles. Com a Cia. Contadores de Emoções. Choperia. Grátis. 04/11. Domingo, às 17h. Sesc Pompéia LAVOU TÁ NOVO. Dois varredores de rua encontram soluções bem humoradas para realizar suas tarefas diárias. O es­ petáculo é uma fusão de linguagens, cir­ co, teatro, música e dança. Com a Cia Circo Navegador. 04/11 e 18/11. Do­ mingo, às 13h. Sesc Itaquera

ACORDA, CORDEL Este espetáculo tem como base a literatura de cordel e reúne em cena três atores que dividem o pal­ co, numa história sobre a vida de um homem que virou cachorro a fim de não trabalhar. Com o grupo Na Companhia do Sol. Auditório. 02, 03, 04 e 15/11. Sábado, domingo e feriado, às 15h. Sesc Vila Mariana

A1MIRIM E A TERRA SEM MAL Aimirim fugindo de Juruparí (espírito que desfrói a natureza ), esconde-se dentro de uma caixa e vai parar em outras terras. Teatro de Animação com a Cia. Patética. Grátis para crianças até 12 anos, R$ 5,00, R$ 2,50 (□, ❖) e R$ 2,00 (O). 50 lugares. 10/11. Sábado, às 15h. Sesc Pinheiros

TRIPLO MORTAL A história do primeiro trapezista do mundo a conseguir dar o triplo salto mortal e seu amor por uma mulher. Com Cia Frarândola Troupe. 02/11 e 25/11. Domingo, às 13h. Sesc Itaquera

AS AVENTURAS DO SAPO TADEU. Uma menina, brincando de contar histórias, fala sobre as aventuras de Tadeu, um sapo quer vive divertidas aventuras com os amigos Pato e Rato. Com Romina Boemer e Marcelo Cunha. Praça de Eventos. Grátis. 10/11 e 11/11. Sábado e domingo, às 17fi30. Sesc Vila Mariana

BOIZINHO MEU BOI. Criado a partir de uma das mais conhecidas manifestações do folclore nacional, o Bumba-meu-boi, a encenação brinca com sotaques e as­ pectos fundamentais da cultura popular, suas cores, seu linguajar e seus ritmos marcantes. Com a Cia Mevitevendo. Praça de eventos. Grátis. 03, 04, 17 e 18/11. Sábados e domingos, às 17h30. Sesc Vila Mariana CONTA OUTRA. Dois afores e dois mú­ sicos contam histórias da cultura popular brasileira recolhidas por grandes folcloristas como, Silvio Romero, Câmara Cascudo, Amadeu Amaral, Ruth Gui­ marães e entremeadas por canções, cantigas, versos, ditos populares e tro­ vas. Com os Hermeneutas. R$ 3,00, R$ 2,00 (□), R$ 1,50 (❖) e R$ 1,00 (O). 03/11. Sábado, às 1óh. Sesc Santo Amaro DIA DE FESTA. Espetáculo intinerante com a Cia. Megamini. Rua Central e

ROMANCE DE ROSINHA E SEU NOIVO QUE VEIO COM O MAR. Espetáculos com bonecos, baseado nos cordéis. His­ tória de uma moça e a briga com seu pai, que não aceitava seu amor por um marinheiro. Com o grupo Teatro por um Triz. R$ 3,00, R$ 2,00 (□), R$ 1,50 (❖) e R$ 1,00 (O). 10/11. Sábado, às 1óh. Sesc Santa Amaro O CIRCO DO SEU BOLACHA. Espetácu­ lo que possibilita uma reflexão sobre a si­ tuação atual do mundo circense, apre­ sentando ao público ritmos de roda, ci­ randa, frevo, além de números de malabares e acrobacias. Com a Cia Fama. 11/11. Domingo, às 13h. Sesc Itaquera A HORA DO CONTO. Utilizando adere­ ços, como tecidos e instrumentos musi­ cais, as "Meninas do Conto" conduzem as criancas a uma roda de histórias, en-


STV Rede SescSenac de T elevis ão PROGRAMAÇÃO • NOVEMBRO 2 0 0 1

Terça-feira

MG

A Rede SescSenac de Televisão pode ser vista na cidade de São Paulo no canal 3 da NET. Transmitida via satélite (DirectTV, Sky e TecSat), a cabo e em canais abertos VHF e UHF, em todo o território nacional, atinge público potencial de 25 milhões de telespectadores. Por sinal codificado, chega, também, a unidades da rede nacional do SESC e do SENAC.

- Programa de Palavra - Estação Trabalho - Viva Vida - Visões do Mundo - Mundo da Alimentação - Literatura/Brasil Solidário - Instrumental Sesc Brasil - 0 Mundo da Fotografia - Mundo da Alimentação - Visões do Mundo -Cine STV-2 - Visões do Mundo -Trampolim - Perspectiva - Balaio Brasil - Oficina de Video/ Visões do Mundo 11:30 - Reportagem/Documentário 12:30 - Fragmentos/Em Rede 13:00 - Cine STV-3 14:00 - Modernidade / Diálogos Impertinentes 15:00 - Diálogos Impertinentes / Visões do Mundo Trampolim STV na Dança Programa de Palavra Gerações Perspectiva Visões do Mundo Panorâmica Cine STV-1 Literatura / Brasil Solidário Instrumental Sesc Brasil 0 Mundo da Arte

Segunda-feira

Quarta-feira

00:00 - Instrumental Sesc Brasil 01:00 - 0 Mundo da Arte 01:30 - Literatura / Brasil Solidário 02:30 — Mundo da Alimentação 02:45 - Documentário 03:45 - Panorâmica 04:15 - Literatura 05:15 - Mundo da Alimentação 05:30 - Visões do Mundo 06:30 - Trampolim 07:30-STV na Dança 08:30 - Cine STV-2 09:30 - Programa de Palavra 10:00 - Estação Trabalho 10:30 - Balaio Brasil 11:30-Trampolim 12:30 - Perspectiva 13:00-Cine STV-3 14:00 - Reportagem/Documentário 15:00 - Fragmentos/Em Rede 15:30 - Visões do Mundo 16:00 - Literatura/Brasil Solidário 17:00 - Instrumental Sesc Brasil 18:00 - Oficina de Video/ Visões do Mundo 18:30-Viva Vida 19:00 - Gerações 19:30 - Visões do Mundo 20:00 - Perspectiva 20:30 - Filhos 21:00-0 Mundo da Fotografia 21:30- Modernidade/ Diálogos Impertinentes 22:30 - Diálogos Impertinentes / Visões do Mundo 23:00 - Cine STV-1

00:00-Trampolim 01:00 - Perspectiva 01:30 - Mundo da Alimentação 01:45-Cine STV-3 02:45-Trampolim 03:45 - Programa de Palavra 04:15- Visões do Mundo 04:45 - Filhos 05:15- Mundo da Alimentação 05:30 - Visões do Mundo 06:30 - Balaio Brasil 07:30 - Gerações 08:00 - Visões do Mundo 08:30 - Reportagem/Documentário 09:30 - Fragmentos/Em Rede 10:00 - Literatura/Brasil Solidário 11:00-Visões do Mundo 11:30 - Instrumental Sesc Brasil 12:30 - Diálogos Impertinentes / Visões do Mundo 13:00 - Modernidade / Diálogos Impertinentes 14:00 - Literatura / Brasil Solidário 15:00- Instrumental Sesc Brasil 16:00 - 0 Mundo da Arte 16:30 - Cine STV-1 17:30 - 0 Mundo da Fotografia 18:00- Panorâmica 18:30 - STV na Dança 19:30 - Perspectiva 20:00 - Oficina de Video/ Visões do Mundo 20:30 - Reportagem 21:30 - Programa de Palavra 22:00-Estação Trabalho 22:30 - Viva Vida 23:00 - Cine STV-2

Quinta-feira

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Reportagem/Documentário Fragmentos/Em Rede Mundo da Alimentação Cine STV-1 STV na Dança Trampolim Visões do Mundo Mundo da Alimentação Literatura/Brasil Solidário Instrumental Sesc Brasil •Oficina de Video/ Visões do Mundo 08:00 - Modernidade / Diálogos Impertinentes ■Diálogos Impertinentes / Visões do Mundo ■Programa de Palavra ■0 Mundo da Fotografia • Perspectiva - Visões do Mundo - Literatura / Brasil Solidário - 0 Mundo da Arte - Instrumental Sesc Brasil - Programa de Palavra - Estação Trabalho - Viva Vida - Visões do Mundo -Cine STV-2 - Visões do Mundo

00:00-Trampolim 01:00 - Perspectiva 01:30 - Mundo da Alimentação 01:45 - Literatura/Brasil Solidário 02:45 - Reportagem 03:45 - Modernidade / Diálogos Impertinentes 04:45 - Visões do Mundo / Diálogos Impertinentes 05:15 - Mundo da Alimentação 05:30 - Visões do Mundo 06:30 - Programa de Palavra 07:00-Visõesdo Mundo 07:30-Cine STV-3 08:30 - Reportagem/Documentário 09:30 - Fragmentos/Em Rede 10:00-STVna Dança 11:00-Gerações 11:30-Visões do Mundo 12:30-Perspectiva 13:00 - Trampolim 14:00 - Literatura / Brasil Solidário 15:00 - Instrumental Sesc Brasil 16:00 - OMundo da Arte 16:30 - Programa de Palavra 17:00 - Estação Trabalho 17:30-Viva Vida 18:00-Cine STV-1 19:00 - Balaio Brasil 20:00-Filhos 20:30 - Oficina de Video / Visões do Mundo 21:00-Documentário 22:00-Panorâmica 22:30 - 0 Mundo da Fotografia 23:00-Cine STV-2

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Sexta-feira Modernidade / Diálogos Impertinentes Diálogos Impertinentes / Visões do Mundo Mundo da Alimentação Visões do Mundo Documentário Trampolim Perspectiva Mundo da Alimentação Visões do Mundo 0 Mundo da Fotografia •Visões do Mundo ■Cine STV-2 • Literatura / Brasil Solidário •0 Mundo da Arte Instrumental Sesc Brasil ■Programa de Palavra ■Estação Trabalho ■Viva Vida •Cine STV-3 - Trampolim ■Perspectiva • Visões do Mundo ■Panorâmica ■Balaio Brasil - Perspectiva • Oficina de VideoA/isões do Mt - Literatura/Brasil Solidário ■Instrumental Sesc Brasil - STV na Dança • Reportagem/Documentário - Fragmentos/Em Rede - Cine STV-1

Domingo Programa de Palavra Visões do Mundo Mundo da Alimentação Cine STV-1 Documentário Visões do Mundo Literatura Mundo da Alimentação Visões do Mundo Panorâmica Oficina de Video / Visões do Mundo OMundo da Fotografia Trampolim Perspectiva Modernidade / Diálogos Impertinentes Diálogos Impertinentes/ Visões do Mundo Literatura/Brasil Solidário Gerações Cine STV-2 Reportagem/Documentário ■Fragmentos/Em Rede • Programa de Palavra ■Estação Trabalho Viva Vida STV na Dança Literatura / Brasil Solidário Instrumental Sesc Brasil O Mundo da Arte Balaio Brasil Trampolim Perspectiva ■Cine STV-3


Infantil Ire fábulas, contos de fadas e contos bra­ sileiros. Praça de Eventos. Grátis. 15, 24 e 25/11. Feriado, sábado e domingo, às 17h30. Sesc Vila Mariana BRINCAR COM PALAVRAS. Espetáculo pretende apresentar um universo lírico e aproximá-las do poeta, que através da linguagem recria o mundo com novas co­ res. Com a Cia. Furunfánfun. Rua Central e Deck Solarium. Grátis. 15 e 17/11. Quinta e sábado, às 17h. Sesc Pompéia BZZZ! O RETRATO DE JANETE. Espetácu­ lo bem humorado que conta a história de uma atriz de duzentos anos que tem como única companhia uma vespa. A monotonia da vida delas é quebrada com o aparecimento inesperado do pú­ blico. Com Magali Biff. R$ 3,00, R$ 2,00 (□), R$ 1,50 (♦) e R$ 1,00 (O). 15/11. Quinta, às lóh. Sesc Santo Amaro ESSES MENINOS ESQUISITOS E SUAS HISTÓRIAS MARAVILHOSAS. Dois meni­ nos contam as histórias "João mata sete" e "A Ovelha de lã dourada", recheadas de terríveis monstros e incríveis aventuras. Com a Cia. A Santa Palavra. Grátis para crianças até 12 anos, R$ 5,00, R$ 2,50 {□, ❖) e R$ 2,00 (O). 50 lugares. 17/11. Sábado, às 15h. Sesc Pinheiros POR QUE O MAR TANTO CHORA. Uma rainha tem uma filha que nasce com uma cobra no pescoço. Quando a menina cresce casa-se com um rei rabugento, mas a cobra a ajuda a fugir e a encon­ trar a felicidade. Com As Meninas do Conto. R$ 3,00, R$ 2,00 (□), R$ 1,50 (❖) e R$ 1,00 (O). 17/11. Sábado, às lóh. Sesc Santo Amaro PROCURANDO FIRME. Uma princesa mora num reino onde um terrível dragão monta guarda, um dia desafiando o dra­ gão sai pelo mundo atrás não se sabe bem do quê, mas procurando firme. Tex­ to de Ruth Rocha. Choperia. Grátis. 18/11. Domingo, às 1Th. Sesc Pompéia ESSES MENINOS ESQUISITOS E SUAS HISTÓRIAS MARAVILHOSAS. Temperan­ do o humor ingênuo e absurdo do palha­ ço o grupo resgata uma época em que os artistas viajavam pelo mundo apresen­ tando peças populares e alegrando o pú­ blico por onde passavam. Com a Cia. A Santa Palavra. Rua Central e Deck Sola­ rium. Grátis. 24 e 25/11. Sábado e do­ mingo, às 15h. Sesc Pompéia LAVOU, TÁ NOVO. Dois palhaços faxi­ neiros, criam dificuldades para realizar suas tarefas diárias e propõem a reflexão da automatização e mecanização das relações humanas. Com Cia. Circo Na­ vegador. Grátis para crianças até 12 anos, R$ 5,00, R$ 2,50 P , ❖) e R$ 2,00 (Oj. 50 lugares. 24/11. Sábado, às Sesc Pinheiros UM CERTO PATINHO FEIO. Musical di­

vertido que traz para a realidade da criança a idéia de que a beleza depende do ponto de vista. Conta a história de um patinho diferente dos demais; nem feio, nem bonito, apenas diferente, especial. Com a Cia. VandenRizzo. R$ 3,00, R$ 2,00 P ), R$ 1,50 (♦) e R$ 1,00 (O). 24/11. Sábado, às 1óh. Sesc Santo Amaro O PALHAÇO DO REINO. O rei Grunki foi enfeitiçado pela bruxa Maligna que le­ vou toda alegria do reino. Para acabar com a tristeza do palácio todos são con­ vocados para fazer o rei rir novamente, o venceaor será o palhaço do reino. Após o espetáculo oficinas circenses. R$ 2,00, R$1,ÓOP), R$ 1,00(0). 10/11. Sesc São Caetano A BAILARINA E O TRAPEZISTA Este es­ petáculo mostra o mundo lúdico do circo e suas paixões. Uma bailarina com medo de altura se apaixona pelo trapezista do circo que voa como um pássaro. Após o espetáculo oficinas circenses. R$ 2,00, R$ 1,60 P ),R $ 1,00(0). 17/11. Sesc São Caetano O PALHAÇO ANDARILHO. O grupo conta a história de um palhaço em busca de um circo onde possa criar números com a ajuda das crianças. Após o espe­ táculo oficinas circenses. R$ 2,00, R$ 1,Ó0P),R$ 1,00(0). 24/11. Sesc São Caetano lançamento ESPAÇO LÚDICO BRINCANTE. Espaço para brincar com equipamentos lúdicos, jogos, brinquedos e livros infantis. Para crianças até 12 anos. Lançamento com "contação" de histórias, oficinas de jogos e brincadeiras e artes plásticas, teatro in­ fantil e animação. Grátis. Segunda a sá­ bado, das 1Oh às 18h. Sesc Santo Amaro ALTA VOLTAGEM ESPECIAL Atividades corporais, esportivas e artísticas, estas com ênfase nas áreas de teatro ou artes plásticas. De 13 a 15 anos. Informações e inscrições no 1° andar do Conjunto Es­ portivo. Terças e quintas ou quartas e sex­ tas, das 9h às 12ri e das 14h às 17h. Sesc Pompéia UM DIA DE ESCOLA NO SESC. Atendi­ mento a escolares com programação te­ mática, contemplando expressões artísti­ cas, corporais, reflexivas e esportivas com atividades lúdicas, fora do ambiente escolar. Tema novembro, Foldore."Um Saci Passou por Aqui". "Contação" de causos na Casa do Caboclo, gincana so­ bre folclore na Sala de Internet e oficina de ritmos brasileiros. Segundas, quartas e sextas, das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30. Para crianças de 7 a 12 anos. Segunda, quarta e sexta, das 9h às 12n30 e das 14h às 17h30. Sesc Santo Amaro OFICINAS DE GINÁSTICA OLÍMPICA. Serão oferecidas oficinas de cama elásti­ ca, acrobacias de solo e aparelhos e gi­ nástica rítmica. Para todas as idades. R$ 0,50. 1 5 ,1 6 ,17e 18/11. Quinta a do­ mingo, das 11 h às 17h.

FESTIVAL DE FUTSAL INFANTIL Para crianças de 7 a 14 anos. Inscrições ante­ cipadas no Centro de Atividades Corpo­ rais. 25/11. Domingo, a partir das 10h30. Sesc Vila Mariana

antecedência. Grátis. De 1/11 a 30/11. Segunda a quinta, das 14h às 15h30 e das 15h45 às 1 7 fil5 / terças e quintas, das 9h30 às 11 h. Sesc São Caetano

FINALIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO INFANTO JUVENIL Resultado dos traba­ lhos desenvolvidos no 2° semestre de 2001, Dentro das áreas de: teatro, artes plásticas, cinema, musicalização, ativida­ de física e esporte. Hall e Teatro. Grátis. 28/11. Quarta, às 18h. Sesc Pompéia

ESPORT&JOVENS. Grupo 7/10 anos: terças e quintas, às 15h30. Grupo 11/14 anos: quartas e sextas, às 15h30. R$38,00 p ), R$19,00 (O). Sesc Vila Mariana

ALTA VOLTAGEM. De 13 a 17. R$5,00 (O, ❖). «Basquete. Terças e quintas, às 15h «Cinema. Com Ralph Thomas Friedericks. I o andar das Oficinas de Criati­ vidade. Quarta, das 14h às 17h. «Futsal. 25 vagas. Quartas e sextas, às 16h30. «Judô. 15 vagas por turma. Ter­ ças e quintas, às 15h / Quartas e sextas, às 1óh. «Ritmo e Expressão Corporal. Quartas e sextas, às 1óh. «Teatro. Com Carol Badra e Newton Moreno. 1°andar das Oficinas de Criatividade. Sábado, das 14h às 17h. «Teatro. Com Jaqueline Obrigon. 9° andar do Conjunto Esporti­ vo. Quinta, das 9h às 12h. «Vôlei. 25 vagas. Quartas e sextas, às 15h. «Musicafização. Com Wagner Miranda. Terça, das 9h às 12h. Sesc Pompéia ESTAÇÃO CRIANÇA De 7 a 14 anos. Grátis. «Jogos de Tabuleiro. 03,10,17 e 24/11. Sábados, das 15h30 às 17h30. •Bem Debaixo do seu Nariz. Com Parlapafões, Patifes & Paspalhões. 10, 17 e 24/11. Sábados, às Uh. «R.P.G. 10,17 e 24/11. Sábados, das 13h30 às 15h30. Sesc Consolação TRIBO URBANA Programa de ativida­ des integradas para adolescentes de 12 a 18 anos. Vagas limitadas. Informações no Setor de Esportes, 5°andar. «Capoei­ ra. De 10/09 a 30/11. Segundas e quartas, às 14h. «HO Histórias em Qua­ drinhos. Terças e quintas, às 19h. «Inicia­ ção em Basquete. Terças e quintas, às 15h. «Iniciação em Futsal. Segundas e quartas, às 10h30/ terças e quintas, às 15h. «Iniciação em Vôlei. Segundas e quartas, às 9h/ terças e quintas, às 16h30. «Teatro. Segundas e sextas, às 18h30. «Voz da Tribo. Quintas, às 18h30. Sesc Consolação VAMOS BRINCAR? Até 09/11. «Brincomo o de nossos avós. Peças Juedos o acervo de brinquedos tradicionais do Sesc Regional São Paulo. Área de Convi­ vência. Grátis. De 09/10 a 09/11. Senda a sexta, das 1Oh às 18h «Ciran, Cirandinha. Fotos de Danielle Sandrini. Área de Convivência. Grátis. Se­ gunda a sexta, das 1Oh às 18h, Sesc Carmo VIVA O CIRCO! «Ambientação lúdica. Exposição de painel de lona colorida adereçado para interferência lúdica das crianças. Grátis. De 1/11 a 30/11. Se­ gunda a sexta, das 12h às 21h30/ sá­ bados, das 9h às 17h30. «Histórias de Picadeiro. Oficinas. Agendamentos com

G.R.D. De 5 a 12 anos. R$ 20,00 (□) e R$ 10,00 (O). Terças e quintas, às 15h. Sesc Santo Amaro TRAMPOLIM ACROBÁTICO. De 09 a 14 anos. No Ginásio. Orientação dos Técni­ cos do Sesc. Inscrições na Área de Con­ vivência. Grátis. Quartas e sextas, às 16h30. Sesc Ipiranga CINEMA. Com Ralph Thomas Friedericks. 1° andar das Oficinas de Criativi­ dade. R$ 5,00. Quarta, das 14h às 1Th. Sesc Pompéia ESPORTE CRIANÇA. Projeto que propor­ ciona o aprendizado, a cooperação e a socialização por meio da vivência nas se­ guintes modalidades esportivas: futebol, basquete, tênis e voleibol. De 7 a 12 anos. Grátis. Informe-se sobre horários e faixas etárias correspondentes: Futebol: 9h30 - 7 e 8 anos; 10h30 - 9 e 10 anos; 11 h30 - 11 e 12 anos. Basquete: 9h30 - 7 a 9 anos; 10h30 - 10a 12 anos. Vo­ leibol: 9h30 - 7 a 9 anos; 10 h 3 0 -1 0 a 12 anos. Tênis: 9h30 - 7 a 9 anos; 10h30- 10a 12anos. AtividadesComplementares: dia 03 - handebol; dia 10 - dama e xadrez; dia 17 - atletismo dia 24 gincana esportiva .Das 14h às 17h. De 03/10 a 15/12. Sábados, das 9h30 às 17h. Sesc Itaquera CURSOS FÍSICO-ESPORWOS INFAN­ TIS. Informações no 1° andar do Conjun­ to Esportivo. Grátis. «Futsal. De 10 a 12 anos. Quartas e sextas, às 9h30. «Escolinha de Esportes. De 7 a 9 anos. 15 va­ gas. Quartas e sextas, às 8h30 e 14h. •Ginástica Acrobática Infantil. De 10 a 12 anos. Terças e quintas, às 10h30 e 15h. «Judô. De 7 a 12 anos. 15 vagas por turma. Terças e quintas, às 9h30/quartas e sextas, às 14h e às 15h/ sábados, às 9h30, 10h30 e 14h. «Ree­ ducação Respiratória. Para crianças de 07 a 12 anos. 25 vagas. Quartas e sex­ tas, às 17h. «Vôlei. 25 vagas. De 10 a 12 anos. Quartas e sextas, às 9h30 Sesc Pompéia DANÇA Estimula a criatividade e ex­ pressão através de vários tipos de dança como jazz, ballet moderno, técnicas de improvisação e composição de movi­ mentos rítmicos, entre outros. Sesc Ipiranga. Juvenil. De 10 a 15 anos. Na Sala 3. Inscrição com o professor no horário de aula. R$ 44,00, R$ 29,00 (MIS) e R$ 22,00 (O). Terças e quintas, às 17h30. FUTSAL Sesc Vila Mariana. Iniciação nos funda­ mentos básicos da modalidade, através

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Infantil de aulas práticas. De 7 a 10 anos. R$ 1900 (J), R$ 9,50 (O). Sábados, das 10n30 às 1lh50. GINÁSTICA. Aulas com ênfase na melho­ ria das qualidades físicas, da consciência e expressão corporal. Sesc Consolação. Respiratória e Nata­ ção para Asmáticos. De Oó a 12 anos. Com Márcia P. Moisés. 25 vagas. R$ 40.00 (□) e R$ 20,00 (O). Sábados, às lOh.

NATAÇÃO. Ensino básico dos estilos crawl e costas. Cursos com duração de até ó meses. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. Sesc Pompéia. Duração de ó meses. A partir de 5 anos. R$ 60,00 (O) e R$ 30.00 (O). 15 vagas por turma. Peixi­ nho (5 a 6 anos): terças e quintas, às 9h30 e 15h. Golfinho (7 a 10 anos): quartas e sextas, às 9h30 e 15h. Tuba­ rão (11 a 14 anos): terças e quintas, às 8h30e 15h. Sesc Consolação. Duração de até ó meses. 20 vagas por turma. 6 e 7 anos, segundas e quartas, às 9h. De 8 a 11 anos, segundas e quartas, às 1Oh e às 14h. De 12 a 14 anos, segundas e quartas, às 15h. R$ 33,00 (O) e R$ 66.00 (□). Sesc Vila Mariana. Grupo 5 /6 anos: terças e quintas, às 15h; quartas e sex­ tas, às 10h30. Grupo 7 /10 anos: ter­ ças e quintas, às 16n; quartas e sextas, às 9h30. Grupo 11/14 anos: terças e quintas, às 9n30; quartas e sextas, às 16h. R$ 30,00 (O), R$ 60,00 (□). Sesc São Caetano. De 08 a 13 anos. 2 aulas semanais com 4 meses de dura­ ção, R$ 60,00 e R$ 30,00 (O). 01 aula semanal com 6 meses de dura­ ção, R$ 44,00 e R$ 22,00 (O). Terças e quintas, às lOh e 16h30/ segundas, às 10h/ sábados, às 11 h.

OFICINAS INFANTIS. Várias técnicas e materiais diferentes para serem explo­ rados pelas crianças. 03/11 Pintura. 10/11 Modelagem em Argila. 15/11 Confecção de massinha caseira. 17/11 Pipas e 24/11 Cartão de Na­ tal. Das 13h às 16h. Grátis. 03, 10, 15, 7 e 24/11. Sábados e feriados, das 13h às 16h. Sesc Santo Amaro QUANDO O DESENHO É GRANDE. Com Flavia Bertinato. Inscrições com 30 minutos de antecedência na Área de Convivência. Para crianças de 07 a 12 anos. Grátis. Na Sala de Internet Li­ vre e conclusão na Sala 1. 10/11 e 24/11. Sábados, das 14h às 16h. Sesc Ipiranga curumim Sesc Interlagos. Para crianças de 7 a 12 anos. Esportes, artes, meio ambien­ te, tecnologia, cultura do cotidiano e ci­ dadania. Atividades regulares durante a semana e eventos participativos abertos à comunidade infantil e fami­ liares nos fins de semana. Quarta a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 16h. Sesc Pompéia. Programa dirigido à crianças de 07 a 12 anos que objetiva seu desenvolvimento integral por meio de atividades artísticas e rísicas.Os do­ cumentos necessários são 01 foto 3x4 atual, xerox da certidão de nascimento e comprovante da matrícula escolar. In­ formações no I o andar do Conjunto Esportivo. Terças e quintas, das 9h às 11 h30 ou das 14h às 16h30 de 7 a 9 anos/ quartas e sextas, das 9h às 11 h30 ou das 14h às 16h30 de 10 a

Sesc Vila Mariana. Destinado a crian­ ças de 7 a 12 anos, com intuito de es­ timular o senso de responsabilidade, autonomia e reforço das relações inter­ pessoais. No segundo semestre o Cu­ arte marcial rumim do Sesc Vila Mariana irá apro­ CAPOEIRA. De 7 a 15 anos. Inscrição fundar a sua relação com a unidade, com o professor no horário de aula. proporcionando diversas experiências, Na sala 2. R$ 44,00, R$ 29,00 (MIS) como: aulas de música, oficinas de e R$ 22,00 (O). Terça e quintas, às criatividade, exploração da Internet Li­ 17h30. vre, atividades na piscina. Inscrições Sesc Ipiranga do dia 31/0 7 a 05/08, das 13h30 às 19h. 200 vagas. Grátis. Terças e quin­ TAE KWON DO. Infanto-Juvenil. De 7 tas ou quartas e sextas, das 14n às a 15 anos. Na Sala 4. Inscrição com o 17h. professor no horário de aula. R$ Sesc Consolação. Para crianças de 7 a 44,00, R$ 29,00 (MIS) e R$ 22,00 12 anos, dependentes de comerciários. (O). De 01 /0 2 a 15/12. Terças e quin­ Um programa de desenvolvimento in­ tas, àsl7h30. fantil nas áreas de expressão física, ar­ Sesc Ipiranga tes, relações sociais, meio ambiente, ciência e tecnologia. A criança fre­ oficinas qüenta o Sesc diariamente, em horá­ ART&AÇÃO. Grátis. Praça de eventos. rios alternativos ao escolar. Sábados e domingos, das 12h às 14h. Sesc Carmo. Novembro será um mês Sesc Vila Mariana de efervescência no Curumim. Após meses de pesquisas, visitas, observa­ BAÚ DE JOGOS. Grátis. Praça de ções, registros e discussões, chegou a eventos. Sábados, domingos e feria­ hora de soltar a imaginação e tentar dos, das 10h30, às 12h. concretizar desejos, então, elaborare­ Sesc Vila Mariana mos um documento em forma de papi­ ro com a planta do centro velho da ci­ DESENHO MÁGICO. Para crianças de dade de São Paulo, planejada e dese­ 07 a 12 anos. Com Ideli Russo. Inscri­ nhadas pelas mãos de todos os curu­ ções com 30 minutos de antecedência mins, retratando os sonhos viáveis de na convivência. Para crianças de 07 a uma criancada que ainda acredita que 12 anos. Grátis. Na Sala 1. Sábados, é possível brincar nas praças do centro das 14h às 16h. da cidade. A expressão física ficará Sesc Ipiranga por conta dos JOGOS DA AMIZADE, que irão reunir através de jogos coope­

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rativos e brincadeiras as turmas da manhã e da tarde. Na oficina de Circo Teatro da Cia Circo Navegador, as crianças estarão desvendando os mis­ térios dos números circenses de trapé­ zio, corda e tecidos. Na visita que será feita ao aterro sanitário São João, será discutida a questão do desperdício, um dos pontos mais debatidos dentro do projeto RECICLANDO. Gostaríamos de lembra-los que nossa coletq seletiva vai de vento em popa e contamos com sua participação. Segunda a sexta, das 8h às 11 n e das 14h às 1Th. recreação BRINCANDO NO DECK. Participação livre. Deck Solarium. Grátis. Sábados, domingos e feriados, das 11 h às 17h. Sesc Pompéia OFICINA DE JOGOS. Quarta a sexta, às 14h. Sesc Itaquera AQUASESC. Programação especial com vivências aquáticas, festivais e torneios de diversas modalidades aquáticas, sábados ou domingos às 15h30. De 07 a 12 anos. Necessário a apresentação da carteira do Sesc, com exame dermatológico atualiza­ do. Trazer cadeado ae qualidade para utilizar o vestiário. Grátis. 03, 11, 15, 17, 18 e 24/11. Sesc Pompéia BICHOS DA MATA. Em meio a uma área de Mata Atlântica secundária, onde o contato com a natureza e o espírito de aventura são um convite às mais divertidas histórias, encon­ tram-se seis esculturas gigantes de animais, ponte pênsil e um mirante com três níveis. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. Sesc Itaquera ESPAÇO DE AVENTURAS. Numa combinação de alvenaria, concreto, madeira, pedra, fibras, metal, estru­ turas pré-moldadas e acabamentos diversificados, oferece formas de brincar já inexistentes nos grandes centros: são túneis, pontes, monta­ nha, mirante, tanques de areia, árvo­ res, cavernas e mistérios e segredos a serem desvendados que possibilitam às crianças aventuras incríveis. Quar­ ta a domingo e feriados, das 9h às 17h. Sesc Itaquera ORQUESTRA MÁGICA. Formada por 15 instrumentos musicais gigantes que são, ao mesmo tempo, escorregadores, trepa-trepa, labirintos e es­ caladas. A idéia é unir as tradicio­ nais brincadeiras infantis (pular, es­ corregar, escalar) com atividades que estimulem a imaginação, a sociabili­ zação, a criatividade e a improvisa­ ção musical nas crianças. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. Sesc Itaquera RECREAÇÃO DIRIGIDA DE FUTSAL. Grátis. O material é fornecido pelo Sesc. De 7 a 15 anos. Sábados, das 9h30 às 13h. Sesc Consolação

RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. Grá­ tis. Vôlei, basquete e tênis de mesa. O material é fornecido pelo Sesc. De 10 a 15 anos. Vôlei e basquete, segundas e quartas, das lóh às 17h30. Sextas, das 9h às 17h30. Tênis de Mesa, quin­ ta e sexta, das 14h às 21 h30/sábados e feriados, das 9h30 às 17h30. Sesc Consolação FUTSAL FEMININO. Para matriculados no Sesc. De 7 a 17 anos. Sábados, das 12h às 13h/ domingos, das 10h30 às 13h. Sesc Vila Mariana serviços ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS. Fale com o Sesc Odontologia - Dúvidas e Su­ gestões: email@odontologia.sescsp.com.br telefone: 11 33292800. O setor de odontopediatria realiza restaurações em geral, trata­ mento de canal, doenças aa gengiva, cirurgias, radiologia, etc. Não oferece­ mos ortodontia (aparelhos corretivos). O Sesc Odontologia também oferece sistema de escovação supervisionado por uma higienista, que em cada con­ sulta reavalia e reforça os aspectos re-


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Terceira Idade CONVIVER COM ARTE. Quartas, às 16h. Na Choperia. Grátis. «Irmãs Galvão. Mostrando porque a música sertaneja, a música de raiz, a catira e o pagode cai­ pira, ficaram fazendo parte do cancio­ neiro brasileiro. 07/11. «Toninha Nasci­ mento. Com seu novo CD Tempos Imor­ tais, o repertório constitui-se basicamente do que há de melhor do MPB, enriauecido pelas influências do jazz, samba e erudito. 14/11. «Claudia Barroso. Can­ tora e compositora de sensibilidade que compôs varias músicas, entre elas, A vida é mesmo assim, Quem mandou você er­ rar, e muitas outras, cantadas no Brasil in­ teiro. 21/11. «Orquestra Osvaldo Sandoli. Ao som de metais em brasa, partici­ pantes dos melhores bailes de São Paulo, apresentando o ritmo para dançar. 28/11. Sesc Pompéia exposições FOTOGRAFIA DE AUTO-IMAGEM. Re­ sultado dos trabalhos de três meses de oficina Fotografia de Auto-imagem. Com participantes das atividades sob orienta­ ção da fotografa Evelyn Ruman. Nas Ofi­ cinas de Criatividade. Grátis. De 29/11 a 14/12. Terça a sexta, das 13h às 22h/ sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h. Sesc Pompéia palestras SAÚDE EM DIA: HIPERTENSÃO E DIABE­ TES. Bate papo trazendo informações so­ bre a Hipertensão e a Diabetes, com afe­ rição da pressão e exame de glicemia para os participantes. Inscrições anteci­ padas. Vagas limitadas. Grátis. 21/11 e 23/11. Quarta e sexta, das 9h30 às 12h. Sesc Vila Mariana

lativos à escovação e saúde bucal. Ho­ rário de atendimento: de segunda a sexta-feira em dois períodos - das 8h às 12h, das 12h30 às 16h30. Sesc Odontologia espaço lúdico Sesc Santo Amaro. Com escorregador, túnel, canto de leitura, fantasias, casinha, jogos e brinquedos. Espaço para oficinas e mobiliário para crian­ ças. tudo isso acompanhados pelos simpáticos personagens Dinossauro e Cobra Gigante. Segunda à sabado e feriados, das 1Oh às 18h. Sesc Carmo. Para leitura, jogos e brin­ cadeiras. Grátis. Segunda a sexta, das 9h às 17h30. Sesc Ipiranga. Para crianças de 3 a 12 anos acontece também o Momento Lúdico, onde são realizadas oficinas, jogos e brincadeiras, com um instrutor. Para os maiores de 12 anos, perma­ nece aberta em tempo integral. Grátis para trabalhador do comércio e servi­ ços com carteirinha e R$ 0,50 para os demais. Terça a sexta, das!3h às 19h/ sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 12h ou das 13h às 17h30.

TROCANDO IDÉIAS. Um espaço para troca de idéias, opiniões e informações sobre a programação do próximo mês. Grátis. 30/11. Sexta, às 15h. Sesc Vila Mariana TERCEIRA IDADE. Programação mensal para grupos de terceira idade, tendo como tema Esporte e Natureza, ativida­ des esportivas junto à natureza, com as seguintes atividades: Festival de vôlei adaptado, festival da natação, aula aber­ ta de tênis, tai-chi-chuan, lian gong, ava­ liação física, provas de corrida rústica e exposição sobre insetos. Almoço préagendado R$ 5,00. Informações e agendamento de grupos na Central de Atendi­ mento (5662.9533/34/35/36/37/38). 29/11. Quinta, a partir das 1Oh. Sesc Interlagos FESTA AFRO-BRASILEIRA. Encontro da Terceira Idade com atividades sócioculturais e esportivas, além de um al­ moço com pratos da culinária típica, apresentações artísticas e animação musical. R$ 5,00 (almoço incluso). Va­ gas limitadas. 30/11. Sexta, das TOh às 16h. Sesc Santo Amaro FÁBRICA DA SAÚDE. Programa de cons­ cientização e divulgação de valores so­ ciais sobre a saúde, qualidade de vida e

os benefícios da prática regular de ativi­ dades físicas, através de palestras, vivên­ cias corporais, bate-papos, relatos de experiência, exposições e debates entre outros. Dirigido aos alunos e freqüenta­ dores do Sesc. Grátis. «Fitoterapia. Com o Dr. Silvio Franceschini, biomédico e acumpunturista. Após a palestra, vivên­ cia corporal com técnicos do Sesc. 20/11 e 28/11. Terça, às 10h30 e às 19h30/ quarta, às 16h Sesc Pompéia INCORPORANDO. Busca tratar o Corpo como instrumento de linguagem e ex­ pressão, incorporando atividades lúdicocorporais, de criatividade, raciocínio e equilíbrio mental, proporcionando lazer, além de recuperar a auto-estima e a au­ toconfiança. «Fotografia de Auto-lmaem. Com Evelyn Ruman. Nas Oficinas e Criatividade. Grátis. De 09/08 a 29/11. Quintas, das 14h às 17h. «Vi­ vência e Reflexão. Com Mathida Yakhni e Sandra Taiar, psicólogas. Nas Oficinas de Criatividade. Grátis. De 06 a 27/11. Terças, das 14h às 17h. «Pintura Sobre o Algodão. Com Celso Lima, artista plás­ tico. R$ 15,00 (□), R$ 7,50 (O). Terças, das lOh às 13h. Sesc Pompéia

idade. Com técnica do Sesc.Quartas e sextas, às 11 h. Sesc Itaquera ENCONTRO DA TERCEIRA IDADE. Um dia para confraternização de grupos da terceira idade, guando acontecem ativi­ dades físicas, culturais e de lazer. Agen­ de seu grupo com antecedência e reserve almoço no telefone 6523-9316/9325. Confira a programação: 9h - Chegada dos grupos 9h30 - Caminhada Monito­ rada 1Oh - Atividade Recreativa com téc­ nico do Sesc U h - Vídeo 11 h30 - Almo­ ço com música ao Vivo 14h - Show Baile com Os Incríveis Obs: Programação su­ jeita a alteração. 29/11. Quinta, a partir das 9h. Sesc Itaquera

REFLEXÕES. O tema do mês propõe re­ flexões e atividades relacionadas ao diaa-dia de cada um de nós nesse começo de século e os acontecimentos que estão agitando o mundo. «Vamos ao Cinema? Com os filmes Copacabana, de Carla Camuratti e o mexicano Voltando a Viver, de Juan Pablo Villasefior. Troque um qui­ lo de alimento não perecível a ser doado a uma instituição de idosos atendida pelo programa Mesa SP por uma das 80 vaas disponíveis. Inscrições antecipadas. INTERGERACIONAUDADE. O relaciona­ 5/11. Segunda, às 13h. «Recicle sua mento entre pessoas de diferentes gera­ Fantasia. Com Fabiana Fukui, cenógra­ ções é o tema da programação que pro­ fa. 04 turmas, 12 pessoas por turma. R$ põe atividades que estimulem o convívio 6.00 e R$ 3,00 (O). 08, 13, 20, 22, 27 e as trocas entre gerações. «A História e 29/11. Terças ou quintas, 1Oh às 12h feita de Arte. Coordenação de Daniela ou 14h às lóh. «Bate-papo no Carmo. Caltran, artista plástica. 15 vagas. R$ Neste primeiro encontro, algumas idéias 3,00 (O), R$ 6,00 (□). Segundas, das e questões sobre o Islã e a Política Exter­ 14h às 1óh.« Vivência e Reflexão Sobre na Norte-Americana. 09/11. Sexta, às o Envelhecimento. Coordenação de Ja­ 16h. «Para Transformar Materiais. Com nete M. Guide de Lima e Maria Cristina Ana Paula Oliveira, artista plástica e arteDal Rio, assistentes sociais com experiên­ educadora. 15 pessoas. R$ 6,00 e R$ cia em trabalhos com família e geronfo3.00 (O). 13/11, 20/11, 27/11 .Terças, logia. 20 vagas. R$ 3,00 (O), R$ 6,00 às lOh. «Danças Populares. Com Lucia(□). Quartas, das 14h às lóh. na Neves, dançarina e arte-educadora. Sesc Carmo 25 vagas. R$ 6,00 e R$ 3,00 (O). 14/11,21/11,28/11. Quartas, às 1Oh. NÚÇIEO DE PRÁTICAS CORPORAIS E •Pra continuar Falando. Inscrições ante­ SAÚDE. São cursos regulares, cursos es­ cipadas. Com Rosa Awran Epelbaum, peciais, aulas abertas, caminhadas e professora, formada em fonoaudiologia atividades recreativas. Informações no pela Escola Paulista de Medicina. 60 va­ I o andar do Conjunto Esportivo. «Intro­ gas. Grátis. 23/11. Sexta, às 15h30. dução às Práticas Corporais. Duração •Baile à Fantasia. R$ 5,00. 30/11. Sex­ de 4 meses. R$ 5,00 (□) e R$ 2,50 (O). ta, às 16h30. Terças e quintas, às 10h30/quartas e Sesc Carmo sextas às 14h. «Danças Cooperativas. Com Patrícia Maria Pedotte. De 06 a aulas abertas 29/11. Terça e quinta, das 13h30 às DANÇA. «Forró, Samba, Rock. Com Lu15h. «Auto-Massagem. Com terapeuta ciana Dantas e Mariangela Catalan. Gi­ corporal Zilton Lemos Junior. De 07 a násio vermelho. Grátis. 20/11. Terça, às 15h. «Yoga Hatha. Com Paola Di Rober­ 30/11. Quarta e sexta, das 9h às 10h30. to. Sala Ômega, 8o andar. Grátis. Sesc Pompéia 28/11. Quarta, às 15h. Sesc Consolação PROGRAMA PERMANENTE DE EDUCA­ PROGRAMA DA TERCEIRA IDADE. Ativi­ ÇÃO PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL dades corporais, artísticas, reflexivas e 30 vagas para cada curso. R$ 2,00 (□) recreativas são alguns dos ingredientes e R$ 1,00 (O). «Atividade Física. Acima deste programa que proporcionará ao de 45 anos. Grátis. Quarta a sexta, às idoso um espaço para a livre expressão, 9h30. «Ilustrando a Vida. Com Neuza aprendendo e trocando experiências. Soares. Quarta a sábado, das lOh às Acima de 55 anos. R$ 10,00 (O) e R$ 13h. «Dança Flamenca. Com Lessandra 20.00 (□). Além da Ginástica Voluntária, Silvestre. Sextas, às lOh. «Teatro. Com Oficina de Criatividade, Clube da Cami­ Luciano Carvalho. Sextas, às 13h. «Clu­ nhada e Palestras. Na última sexta de be da Caminhada. Grátis. Sábados, às cada mês, um Encontro Especial. Segun­ 9h30. «Joaos Adaptados. Adaptação da e quarta, às 15h 1 0 / terça e quinta, de modalidades esportivas, como vôlei, às 14hl5 / sexta, às 14h30. basquete e tênis, de acordo com as con­ Sesc Santo Amaro dições físicas das pessoas da terceira

revista Ê ?

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Terceira Idade TEATRO. Com Marllon Chaves e Eliane Weinfurter. R$20,00 (□) e R$10,00 (O). Terças e quintas, das 1Oh às 13h. Sesc Pompéia CERÂMICA E MODELAGEM EM AR­ GILA. Com Oey Ena Goan, ceramista. R$20,00 (□), R$ 10,00 (O). Ter­ ças, das 15h30 às 18h. Sesc Pompéia DESENHO E PINTURA. Informações básicas sobre técnicas de desenho e pintura. Com Lúcia Lacourt, artista plástica. R$ 20,00 (□), R$ 10,00 (O). Terças e quartas, das 9h30 às 12h30. Sesc Pompéia AUTO-MASSAGEM. Com terapeuta corporal Zilton Lemos Junior. De 07 a 30/11. Quarta e sexta, das 9h às 10h30. Sesc Pompéia PROGRAMA PERMANENTE DE EDU­ CAÇÃO PARA O ENVELHECER SAU­ DÁVEL. Atende aposentados a partir de 45 anos. Inscrições até 7/11, na Sala de Leitura. 30 vagas para cada curso. R$ 2,00 (□) e R$ 1,00 (O). Atividade Física, inscrições: 16 e 17, com atestado médico. Grátis. De 7/11 a 14/12. Quarta a sexta, às 9h30. Dança Flamenca - trabalhando ritmo e articulações, ajuda a melho­ rar a postura e agilidade. Com Lessandra Silvestre. De 9 a 30, sextas, às 1Oh. R$ 2,00 (□) e R$ 1,00 (O). Tea­ tro, Sensibilizar para a arte da repre­ sentação, despertando o potencial criativo de cada um. Com Luciano Carvalho. De 9 a 30, sextas, às 13h. R$ 2,00 (□) e R$ 1,00 (O). De 07 a 30/11. Quarta a Sábado. Sesc Itaquera

com o professor no horário de aula. Terças e quintas, às 11 h. Sesc Ipiranga DANÇA EXPRESSÃO. Na sala 4. Ins­ crição com o professor no horário de aula. R$ 44,00, R$ 29,00 (MIS) e R$ 22.00 (O). Quartas e sextas, às 14h30 Sesc Ipiranga

TÊNIS. Curso de iniciação com aulas adaptadas ao público da Terceira Idade e que desenvolve os golpes bá­ sicos da modalidade. R$ 24,00 (□) e R$ 12,00 (O). Terças, quartas, quin­ tas e sextas, às 1óh. Sesc Santo Amaro VÔLEI ADAPTADO Sesc Consolação. 30 vagas por tur­ ma - no Ginásio Verde (2o. andar). Grátis. Exceto em Julho. Segundas e quartas, às 15h. Sesc Pompéia. Turma de iniciação. A partir de 50 anos. Grátis. Terças e quintas, às lóh.

ESPORTES ADAPTADOS. Modalida­ des criadas especificamente para o público da terceira idade, visando promover a manutenção da saúde e a CLUBE DA NATAÇÃO. Processo contí­ sociabilização. R$ 19,00 (O), R$ nuo de aprendizagem que tem por 9,50 (O). Terças e quintas, às 15b30. objetivo aprimorar os estilos crawl e Sesc Vila Mariana arte marcial costas, com abordagem nos estilos TAI CHI CHUAN. Com Michael Vieira clássico e borboleta. Vagas limitadas EXPRESSÃO CORPORAL. Desenvolvi­ dos Santos. A partir de 55 anos. R$ 19,00 (□) e R$ 9,50 (O). Quartas mento do condicionamento físico e R$50,00 (□) e R$25,00 (O). 30 vae sextas, às 10h30. da expressão corporal através da as.Terças e quintas, às 1Oh. Sesc Pompéia dança clássica, jazz, moderna e con­ esc Consolação temporânea. R$19,00 (□) e R$9,50 DANÇA (O). Informações I o andar do Con­ ginástica Sesc Pinheiros. A partir de 50 anos. junto Esportivo. Quartas e sextas, às ALONGAMENTO Turmas mensais. R$ 8,00 (preço úni­ 10h30, Sesc Carmo. R$12,00(0), R$24,00. co). De 12/02 a 30/12. Segundas e Sesc Pompéia Segundas e quartas, às 11 h e 1óh / quartas, às 10 h/ terças e quintas, às terças e quintas, 1Oh, 15h e 18h. lóh. NATAÇÃO Sesc Pinheiros. A partir de 50 anos. Sesc São Caetano. Recreativas Sesc Consolação. 30 por turma. Du­ Turmas mensais. R$ 8,00. Segundas R$20,00 e R$10,00 (O) ração de 12 meses. R$ 16,50 (O) e e quartas, às 8h30, 11 h, 1óh e 17h / De 01 /0 ó a 31/12. Terças e quintas, R$ 33,00 (□). Terças e quintas, às terças e quintas, às 14h, 15h e 17h. às 1Oh. 1Oh e 13h. Sesc Pompéia. A partir de 50 anos. Sesc Pompéia. Danças Cooperativas. Sesc Pompéia. Cursos com duração R$ 9,50 (O) e R$ 19,00 (□). Terças e Com Patrícia Maria Pedotte. Terça e de ó meses. A partir de 50 anos. R$ quintas, às 7h30, llh 3 0 e 17h/ quinta, das 13h30 às 15h. 31.00 (□) e R$ 15,50 (O). Terças e quartas e sextas, às 10h30, 15h e quintas, às 1 lh30 e ló h / quartas e lóh. DANÇA AFRO-BRASILEIRA. A partir sextas, às 13h, 14h e 1óh. Sesc Vila Mariana. Aulas com dura­ de 55 anos. Coordenação de Marcos Sesc Vila Mariana. A partir de 55 ção de 50 min. A partir de 55 anos. de Miranda. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 anos. R$ 15,00 (O), R$ 30,00 (□). R$ 19,00 (□), R$ 9,50 (O). Terças e Terças e_quintas, às 10h30 e 17h. 1?li3()rÇ0S 6 C,U'ntos' ^ 0 às quintas, às 9h30, 10h30e 17h. Sesc São Caetano. Acima de 55 Sesc Vila Mariana anos. Duas aulas semanais, duração CONDICIONAMENTO FÍSICO de 05 meses. R$ 30,00 e R$ Sesc Consolação. Com Aparelhos. DANÇA DE SALÃO. Com Rondinelle 15,00(0). Segunda e quarta, às Capacidade de atendimento por Pinto da Nóbrega. Na Sala 2. R$ 15h30/ terça e quinta, às 9h/ quar­ hora é de 30 pessoas. R$ 10,50 (O) 44,00 (□) e R$ 22,00 (O).Inscrições ta e sexta, às 1On. e R$ 21,00 (□). Freqüência livre. Em

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janeiro serão oferecidos horários al­ ternativos para os alunos matricula­ dos. Segunda a sexta, das 7h30 às 2 1 h30/ sábados, das 9h30 às 15h30. Sesc Vila Mariana. Aulas com 50 min. de duração. A partir de 55 anos. R$ 19,00 (□), R$ 9,50 (O). Terças e quintas, às 10h30. EUTONIA. Com Gabriela Bal. 20 va­ gas por turma. R$ 23,00 (O) e R$ 47,00 (□).Segundas, às 14h. Sesc Consolação GINÁSTICA Sesc Pompéia. A partir de 50 anos. R$ 19,00 (□) e R$ 9,50 (O). De 01 /0 2 a 31/12. Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 15h e 1ó h / quartas e sextas, às 9h30, 10h30, 14n e 15h. Sesc Pinheiros. Acima de ó5 anos. Turmas mensais. R$ 8,00. De 12/02 a 30/12. Segundas e quartas, às 9h30 e 15h/ terças e quintas, às 9h30, 10h30, 13he 14h. Sesc Pinheiros. De 50 a 65 anos. R$ 8,00. Segundas e quartas, às 8h, 8h30, 10n30, 13h e ló h / terças e quintas, às 8h, 9h30, 15h, lóh, 17h e 18h30. Sesc Belenzinho. Acima de 55 anos. Taxa de inscrição R$ 5,00 (□) e R$2,50 (O) R$ 20,00 (□) e R$ 10,00 (O). Terças e quintas, às 14h. Sesc Vila Mariana. A partir de 55 anos. Aulas com duração de 50 min. R$ 19,00 (□), R$ 9,50 (O). Terças e quintas, às 10h30, 13h e lóh / Quartas e sextas, às 10h30. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc de acordo com o ritmo e condições físicas de cada pessoa. Sesc Ipiranga. A partir de 55 anos. Inscrições na central de atendimento.


Férias & Turismo Social Terça e quintas, às 14h30 e 16 h 30 / quartas e sextas, às 8h e 16h30 Sesc Consolação. 35 vagas por tur­ ma. R$ 10,50 (O) e R$ 21,00 (□). Segundas e quartas, às 14 h / terças e quintas, às lOh, 15h e ló h. Sesc Carmo. R$12,00 (O), R$24,00. Segundas e quartas, às 1Oh e 15 h / terças e quintas, às 9h e 14h. Sesc Sâo Caetano. Acima de 55 anos. R$ 20,00 e R$ 10,00 (O). De 0 1 /0 5 a 31/1 2 . Segunda e quarta, às 1ó h / terça e quinta, às 9h.

A ARTE DE CRIAR E DECORAR OS ALIMENTOS. Com Isaias Cintra e Edna Ribeiro, integrantes da equi­ pe de alimentação do Sesc Conso­ lação. Sala Ômega, 8o andar. 20 vagas. R$ 4 ,00 (□) e R$ 2,00 (O). 2 6 /1 1 . Segunda, às 15h30 Sesc Consolação

temporadas de férias SESC BERHOGA. No município de Bertioga, primeira cidade do litoral norte paulista, o Sesc mantém um dos maiores centros de férias e lazer do país, com ca­ pacidade para hospedar aproximada­ mente mil pessoas/dia. O Sesc Bertioaa conta com completa infra-estrutura de la­ zer e recreação, dispondo de ginásio de OFICINAS NATALINAS esportes, canchas de bocha, quadras de Patchwork no Isopor. 15 vagas. tênis e poliesportivas, pista de cooper, O rientação: M aria e Stefânia Sikocampo de futebol, mini-campo, bibliote­ ra. Estúdio A, Centro Experimental ca, parque aquático, salas de jogos e ci­ de Música, I o andar. R$ 10,00 (□) nema, além de lanchonete e pista de HIDROGINÁSTICA e R$ 8,00 (O). Inscrições setor da dança. Uma equipe especializada proSesc Consolação. 35 vagas por tur­ terceira idade, 4o andar. 21/11 e rama e desenvolve atividades diárias ma. R$ 16,50 (O) e R$ 33,00 (□). 2 2 /1 1 . Q uarta e quinta, às 14h e recreação e lazer, inclusive na praia. Sesc Consolação Segundas e quartas, às 8h, 11 h e Estadas em regime de pensão completa, 13 n / terças e quintas, às 9h, 11 h, com diárias de R$ 30,00 (O) e R$ 60,00 CAIXAS E EMBALAGENS PARA 14h e 15h. (o). Para maior chance de atendimento, Sesc Pompéia. A partir de 50 anos. PRESENTES. Orientação: M aria e as solicitações de reservas deverão ser R$ 31,00 (□) e R$ 15,50 (O). Terças Stefânia Sikora. Estúdio A, Centro efetuadas dentro dos prazos previstos e quintas, às 9h30, 10h30, 11 h30 Experimental de Música, I o andar. para as inscrições. Trabalhadores do co­ 13n, 15h, 1ó h / quartas e sextas, às R$ 6,00 (□) e R$ 4,00 (O). Inscri­ mércio e serviços e usuários matriculados ções no setor da terceira idade, 4o poderão efetuar suas inscrições, pessoal­ 7h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 13h, 14h, 15h, ló h , 17h. andar. 2 7 /1 1 . Terça, às 14h mente, em qualquer unidade do Sesc ou, Sesc Consolação ainda, por correio ou fax, diretamente Sesc Vila Mariana. A partir de 55 ao Sesc Paraíso. Por necessidades ope­ anos. R$ 15,00 (O), R$ 30,00 (□). RECICLAGEM DE CAIXAS. O rienta­ racionais, poderão ocorrer alterações Terças e quintas, às 11 h30, 13h e nos períodos pré-determinados. *De 14 h / quartas e sextas, às 13h, 14h e ção: M aria e Stefânia Sikora. Estú­ 15/02 a 21 /02/2002. Período disponí­ dio A, centro Experimental de M ú­ 15h. vel para estada de 15/02/2002 a Sesc São Caetano. Acima de 55 sica, I o andar. R$ 6,00 (□) e R$ 4,00 (O). Inscrições no setor da 21/02/2002 (6,5 diárias). De 13/09 a anos. 2 aulas por semana, R$ 30,00 13/12. Inscrições. «De 22/02 a terceira idade, 4° andar. 2 8 /1 1 . e R$ 15,00 (O). 1 aula por semana, 28/02/2002. Período disponível para Q uarta, às 14h. R$ 22,00 e R$ 11,00 (O). De 01 /0 6 estada 22/02/2002 a 28/02/2002 Sesc Consolação a 31/12. Segundas e quartas, às (6,5 diárias).«De 13/09a 13/12. Inscri­ 14h30/ terças e quintas, às 12h, ções. «De 29/01 a 06/02/2002. Perío­ CONFECÇÃO DE PRATOS TROPI­ 13h30 e 14h 3 0 / quartas e sextas, às do disponível para estada de CAIS PARA O NATAL. Orientação: 12h/ segundas, às 9h e 11 h / sextas, 29/01/2002 a 06/02/2002 (8,5 diá­ Denise M eira Dias Gonçalves, nu­ às 16h30. rias). »De 13/09 a 13/12. Inscrições. tricionista integrante da equipe de •Pacote Especial, Carnaval. Entrada às alim entação cfo Sesc Consolação. YOGA 7h30 com café. Saída às 18h sem jantar. Sala Ômega, 8o andar. 20 vagas. Sesc Consolação. Hatha Yoga. Com Acréscimo de 30% sobre o valor das diá­ R$ 4 ,00 (□) e R$ 2,00 (O). Inscri­ Paola Di Roberto. R$ 33,00 (□) e R$ rias. Estada de 0 8 /02/2002 a ções no setor da terceira idade, 4o ló ,5 0 (O). 25 vagas por turma. Se­ 13/02/2002 (5,5 diárias). «De 13/09 andar. 2 9 /1 1 . Quinta, às 15h30. gundas e quartas, às 9h30. a 13/12. Inscrições. *De 03/01 a Sesc Consolação Sesc Consolação. Suásthya. Com 08/01/2002. Períodos disponíveis para Odete Santana. R$ 33,00 (□) e R$ estada de 0 3 /01/2002 a 16,50 (O). 25 vagas por turma. Ter­ caminhadas 08/01/2002(5,5 diárias).De 14/09 a CLUBE DA CAMINHADA. O rienta­ ças e quintas, às 9h, lOh, 14h, 15h 14/11. Inscrições. «De 03/01 a ção dos Técnicos do Sesc. Grátis. e 1óh. 09/01/2002. Períodos disponíveis para De 01 /0 8 a 1 5 /1 2 . Terças e quin­ Sesc Vila Mariana. A partir de 55 estada de 03/01 /2002 a 09/01 /2002 anos. Com Márcia Jorge do Amaral. tas, às 14h. (6,5 diárias). De 14/09 a 14/11. Inscri­ Sesc Ipiranga R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Terças e ções. »De 03/01 a 10/01/2002. Perío­ quintas, às 9h30. dos disponíveis para estada de passeios de um dia 03/01/2002 a 10/01/2002 (7,5 diá­ VISITA CULTURAL. Exposição Paraoficinas rias). De 14/09 a 14/11. Inscrições. de, 100 anos de arte à francesa. AQUARELA E CRIATIVIDADE. Com •De 09/01 a 15/01/2002. Períodos Na Oca, Parque do Ibirapuera. Sara Goldman Belz. Na Sala 1. Grá­ disponíveis para estada de R$5,00. 2 3 /1 1 . Sexta, às 14h. tis. Inscrições na Área de Convivên­ 09/01/2002 a 15/01/2002 (6,5 diá­ Sesc Pompéia cia. Terças e quintas, das 14h às rias). De 14/09 a 14/11. Inscrições. 17h. •De 10/01 a 16/01/2002. Períodos ARIGATÔ SÃO PAULO. Conheça Sesc Ipiranga disponíveis para estada de mais sobre os imigrantes japoneses 10/01/2002 a 16/01/2002 (6,5 diá­ em São Paulo, sua arte, crenças e DESCOBRINDO A INFORMÁTICA. rias). De 14/09 a 14/11. Inscrições. culinária, visitando locais que são Com Ricardo Carvalho. R$ 5,00 a R$ •De 11/01 a 17/01/2002. Período dis­ 15,00. De 06 a 29 /1 1. Terça e quin­ marco da cultura japonesa; como ponível para estada de 11/01/2002 a a feira de artes, o templo budista ta, das 9h30 às 11 h30 17/01 /2002 (6,5 diárias). De 14/09 a Busshinji, museu histórico da mi­ Sesc Vila Mariana 14/11. Inscrições. eDe 16/01 a gração japonesa, pavilhão japo­ 23/01/2002. Período disponível para nês localizado no paraue IbirapueVIVENCIANDO A COR. Com Thiago estada de 16/01 /2002 a 23/01 /2002 ra réplica do Palácio de Katura em Honório. R$ 7,00 a R$ 17,00. De Oó (7,5 diárias). De 14/09 a 1 4 /VI. Inscri­ Quioto. Saída do Sesc Consolação a 29/11. Terça e quinta, das 15h às ções. «De 17/01 a 23/01/2002. Perío­ às 9h, com retorno previsto às 16h30 do disponível para estada de 17h. R$ 15,00. Lanche e almoço Sesc Vila Mariana 17/01/2002 a 23/01/2002 (6,5 diáincluso. 30 vagas. Informações e riasJ.De 14/09 a 14/11. Inscrições. «De inscrições dias 12, 13 e 14, das ARTE DE RECICLAR. Com de Silvana 18/01 a 23/01/2002. Período disponí­ 1Oh às 17h, no 4° andar, setor da C. Costa Melo, artesã. Inscrições ante­ vel para estada de 18/01/2002 a terceira idade. 2 5 /1 1 . Domingo, cipadas. Vagas limitadas. R$ 2,00. De 23/01 /2002 (5,5 diárias). De 14/09 a às 9h 19 a 23/11. Segunda à sexta, às 14h 14/11. Inscrições. • Pacote Especial, Sesc Pinheiros Sesc Consolação

Aniversário de São Paulo. Entrada às 20h sem jantar. Saída às 18h sem jantar. Acréscimo de 20% sobre o valor das diá­ rias. Estada de 24/01/2002 a 27/01/2002 (3 diárias). De 14/09 a 14/11. Inscrições. passeios de um dia ÍTANHAEM. Saída do Sesc Carmo, às Th. R$ 45,00 que podem ser divididos em duas parcelas (inclui transporte com seguro, guia, monitoria local e almoço). 24/11. Sábado, às 7h Sesc Carmo DIVERCIDADES. Passeios de um dia por cidades próximas a São Paulo, que pos­ suam atrativos turísticos significativos, permitindo ao público a participação em programas de viagens culturais de curta duração e baixo custo. Saídas do Sesc Paraíso. Todos os passeios incluem acompanhamento de técnico do Sesc, transporte, seguro viagem e, conforme o roteiro, lanche, almoço, ingressos e pas­ seios. R$ 20,00 (total: R$ 40,00) (O).Pré-reservas por telefone a partir de 15/10. •Nascentes do Tietê/Salesópolis. Pas­ seio para observação do rio Tietê em toda sua extensão, com visitas à Usina Hidrelétrica de Salesópolis, Parque Esta­ dual Nascentes do Tietê e Barragem da Ponte nova. Saída às 7h. 08/11. •Fazenda Sto Antônio da Bela Vista Itu. Passeio pela fazenda com apresentação sobre a cultura do café (história, plantio, desenvolvimento da planta e suas práti­ cas culturais), visitando a plantação, horta orgânica e Armazém do Café e caminhada pela mata. Saída às 7h.

20/1T. •Passeio de Trem Pindamonhangaba/ Campos do Jordão. Passeio de trem pela Estrada de Ferro Campos do Jor­ dão - EFCJ, visitando o Balneário das Águas Claras, Estação Santo Antonio do Pinhal, Viaduto Gavião Gonzaga, Alto do Lajeado e passeio pela cidade de Campos do Jordão. Saídas às 6h30, 1° grupo; e às 8h30, 2a grupo. 22/11. •Porto Feliz e Salto. Passeio pela cida­ de de Porto Feliz com visita ao Largo da Penha, Museu Histórico e Pedagógico das Monções, Parque das Monções e Igreja Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens, e cidade de Salto, visitando o Monumento a Nossa Senhora do Monte Serrat, Museu da Cidade, Parque da Ro­ cha Moutonneê e Queda d'água de Sal­ to. Saída às 7h. 28/11. Sesc Paraíso DIVERSÃOPAULO. Passeios de um dia em grupo, por espaços urbanos que re­ flitam a história aa cidade de São Pau­ lo. Saídas do Sesc Paraíso. Todos os passeios incluem acompanhamento de técnico do Sesc, transporte, seguro via­ gem e, conforme o roteiro, lancne, almo­ ço, ingressos e passeios. R$ 12,00 (uni­ dades do Sesc) (O) e R$ 15,00 (outros roteiros) (O). Pré-reservas por telefone a partir de 15/10. «Parque da Cantarei­ ra. Visita com caminhada pelas trilhas do núcleo da Pedra Granae. Saída às 8h30. 10/11. «Arte na Luz. Visitas mo­ nitoradas à Pinacoteca do Estado, Mu­ seu de Arte Sacra e participação na apresentação do Coral Sinfônico do Es­ tado de São Paulo, na Sala São Paulo

revista €E?

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Férias & Turismo Social da Estação Júlio Prestes, da obra de Carl Orff (Catulli Carmina) e de Stravisnky (Les Noces). Saída às 11 h. 25/11. Sesc Paraíso

Itanhandu. A partir de 5 x R$ 79,00 (to­ tal de R$ 395,00). Pré-reservas por tele­ lone. De 15/10 a 12/11. Inscrições. Sesc Paraíso

excursões rodoviárias Nos passeios está incluso acompanha­ mento de técnico do Sesc, transporte, se­ guro viagem, hospedagem

PETRÓPOUS (RJ). Período de 14 a 18/11. Saída às 7h, do Sesc Paraíso. Hospedagem no Sesc Nogueira com pensão completa e passeios pela cidade de Petrópolis. A partir de 5 x R$ 45,00 (total de R$ 225,00). Pré-reservas por te­ lefone. De 15/10 a 12/11. Inscrições. Sesc Paraíso

ÁGUAS DE UNDÓIA (SP). Período de 07 a 09/12. Saída às 19h30, do Sesc Pa­ raíso. Hospedagem no Guarany Center Hotel com pensão completa e passeios POÇOS DE CALDAS (MG). Período de 15 pelas cidades de Águas de Lindóia e a 18/11. Saída às 7h, do Sesc Paraíso. Monte Sião (MG). A partir de 5 x R$ 34,00 (total de R$ 170,00). Pré-reservas Hospedagem no Sesc Pousada Poços de Caldas com pensão completa e passeios por telefone. De 15/10 a 05/12. Inscri­ pela cidade. A partir de 5 x R$ 48,00 (to­ ções. tal de R$ 240,00). Pré-reservas por tele­ Sesc Paraíso fone. De 15/10 a 13/11. Inscrições. Sesc Paraíso ÁGUAS DE SÃO PEDRO (SP). Período de 07 a 09/12. Saída às 19h, do Sesc Pa­ PRAIA DE GRUSSAÍ (RJ). Período de raíso. Hospedagem no Hotel Jerubiaçaba com pensão completa e passeios pe­ 28/12/01 a 01/01/02 (Reveillon). Saí­ las cidaaes de Águas de São Pedro e São da às 20h, do Sesc Paraíso. Hospeda­ Pedro. A partir de 5 x R$ 34,00 (total de gem no Sesc Mineiro de Grussaí com R$ 170,00). Pré-reservas por telefone. De pensão completa e passeios pelas cida­ 15/10 a 05/12. Inscrições. des de São João da Barra e Átafonas. A Sesc Paraíso partir de 5 x R$ 72,00 (total de R$ 360.00). Pré-reservas por telefone. De BANANAL (SP). Período de 21 a 25/12 15/10 a 26/12. Inscrições. (Natal). Saída às 8h, do Sesc Paraíso. Sesc Paraíso Hospedagem no Hotel Fazenda Boa Vis­ ta com pensão completa e passeios pela RIO DE JANEIRO (RJ). Hospedagem no cidade de Bananal e Fazendas Históricas Sesc Copacabana com meia pensão e locais. A partir de 5 x R$ 68,00 (total de passeios pelas praias e Pão de Açúcar R$ 340,00). Pré-reservas por telelone. De (ingresso não incluso). A partir de 5 x R$ 15/10 a 19/12. Inscrições. 60.00 (total de R$ 300,00). Pré-reservas Sesc Paraíso por telefone. De 15/10 a 12/11. InscriGUARAPARI (ES). Período de 28/12/01 a 02/01/02 (Reveillon). Saídas às 20h30, do Sesc Paraíso. Hospedagem no Centro de Turismo de Guarapari com pensão completa, passeios pelas cidades de Guarapari e Ánchieta. A partir de 5 x R$ 72,00 (total de R$ 360,00). Pré-reser­ vas por telelone. De 15/10 a 26/12. InsSesc Paraíso MONTE VERDE (MG). Período de 01 a 04/11. Saída às 19h30, do Sesc Paraí­ so. Hospedagem no Green Village Hotel com pensão completa e passeios pela ci­ dade. A partir de 5 x R$ 56,00 (total de R$ 280,00). Pré-reservas por telelone. De 15/10 a 01/11. Inscrições. Sesc Paraíso PANTANAL SUL (MS). Período de 20 a 29/11. Saída às 20h, do Sesc Paraíso. Hospedagem nos hotéis Indaiá Park (Campo Grande), Nacional Palace (Co­ rumbá), Pousada do Bosque (Ponta Porã) e Hotel JR (Presidente Prudente), com meia pensão, passeios pelas cidades de Campo Grande, Puerto Soarez, Ladário, Corumbá, Ponta Porã, Pedro Juan Caballero e Presidente Prudente. A partir de 5 x R$ 140,00 (total de R$ 700,00). Pré-re­ servas por telefone. De 15/10 a 14/11. Inscrições. Sesc Paraíso PASSA QUATRO (MG). Período de 14 a 18/11. Saída às 19h30, do Sesc Paraí­ so. Hospedagem no Hotel Recanto das Hortênsias com pensão completa e pas­ seios pelas cidades de Passa Quatro e

70 revista &

Sesc Paraíso SANTOS (SP). Período de 28/12/01 a 01/01/02 (Reveillon). Saída às 19h, do Sesc Paraíso. Incluso acompanhamento de técnico do Sesc, transporte, seguro viagem, hospedagem no Hotel Paulista Praia com meia pensão e passeios pela cidade de Santos. A partir de 5 x R$ 72.00 (total de R$ 360,00). Pré-reservas por telefone. De 15/10 a 26/12. InscriSesc Paraíso SÃO LOURENÇO (MG). Período de 01 a 04/11. Saída às 8h, do Sesc Paraíso. Hospedagem no Hotel Primus com pen­ são completa e passeios pelas cidades de São Lourenço, Cambuquira e Caxambu. A partir de 5 x R$ 52,00 (total de R$ 260.00). Pré-reservas por telefone. De 15/10 a 01/11. Inscrições. Sesc Paraíso SUL NATAUNO (SC/RS/PR). Período de 09 a 17/12. Saída às 20h, do Sesc Pa­ raíso. Hospedagem nos hotéis Tirol (Treze Tílias), Gramado Palace (Gramado) e Pa­ raná Suite (Curitiba) com meia pensão e passeios pelas cidades de Treze Tílias, Gramado, Canela, Nova Petrópolis e Cu­ ritiba. A partir de 5 x R$ 120,00 (total de R$ 600,00). Pré-reservas por telefone. De 15/10 a 06/12. Inscrições. Sesc Paraíso POÇOS DE CALDAS/MG. Hospedagem com pensão completa. Passeios pela Re­ presa Bortolan, Relógio Floral, Fonte dos Amores, Jardim Japonês, Cascata Véu

„ UNIDADES Sesc c a p i t a l da Noiva, feira de artesanato, Thermas Antonio Carlos e visita à cidade de Águas da Prata. Hospedagem no Sesc Poços de Caldas. A partir de 5 X R$ 50,00 (total de R$ 250,00 para O). De 01 a 04/11. Sesc São Caetano FLOR1ANÓPOUS. Com hospedagem no Sesc Cacupé, regime de meia pensão, com saídas para as praias de Cacupé e Balneário Camburiú. Saída do Sesc Car­ mo, às 7h. Valor O R$ 329,00 (dividido em até 5 parcelas). De 13 a 18/11. Ter-

B e le n zin h o Av. Álvaro Ramos, 991 tel- 6605.8143

Ca r m o Rua do Carmo, 147 te l-3105.9121

ClNESESC Rua Augusta, 207 5 tel- 3082.0213

Sesc Carmo

Co n s o l a ç ã o

OURO PRETO/CIDADES HISTÓRICAS DE MINAS GERAIS. Hospedagem com meia pensão. Passeios pela cidade de Ouro Preto, visitando as cidades de Mariana, Congonhas, Tiradentes e São João Del Rei. Hospedagem no Sesc Estalagem das Minas Gerais/ Ouro Preto. A partir de 5 X R$ 68,00 (total de R$ R$ 340,00 para O). De 14 a 18/11. Sesc São Caetano

Rua Doutor Vila Nova, 245 tel- 3 2 34.3000

RIO DE JANEIRO. Saída às 18h30. Hos­ pedagem com meia pensão no Sesc Co­ pacabana, passeios pelas praias, Pãode -Açúcar e Corcovado (ingressos não inclusos). A partir de 5 x R$ 65,00 (total de R$ 325,00). Pré-reservas por telefone. 14/11/15/11,1 6/11,17/11e 18/11. Quarta a domingo. Sesc P' ‘ • CALDAS NOVAS/GO. Hospedagem com pensão completa. Passeios pela ci­ dade de Caldas Novas, visitando o Jar­ dim Japonês e Lagoa de Pirapitinga. Hos­ pedagem no Sesc Caldas Novas. A par­ tir de 5 X R$ 76,00 (total de R$ 380,00 para O). De 20 a 26/11. Sesc São Caetano GRUSSAÍ/RJ. Hospedagem com pensão completa. O Sesc de Grussaí dispõe de um parque aquático com amplas piscinas com toboáguas, saunas, campos de fute­ bol, quadras poliesportivas, jardins, la­ gos, capela, salas de TV e vídeo, e pro­ porciona um passeio em uma autêntica "Maria Fumaça", locomotiva a vapor. Passeios São João da Barra, visita a Atafona e Campos/RJ. Hospedagem no Sesc Grussaí. Hospedagem no Sesc Grussaí. A partir de 5 X R$ 54,00 (total de R$ 270,00 para O). De 20 a 25/11. Sesc São Caetano ARAXÁ (MG). Saídas às 7h30 do Sesc Paraíso. Incluso: acompanhamento de técnico do Sesc, transporte, seguro via­ gem, hospedagem no Sesc Araxá com pensão completa e passeios pela cidade. Pré-reservas e informações por telefone: 3054.9000. BERTIOGA (SP). Saídas do Sesc Paraíso. Hospedagem no Sesc Bertioga com pen­ são completa e caminhada de reconheci­ mento. Pré-reservas e informações por te­ lefone: 3054.9000. CALDAS NOVAS (GO). Saídas às Th do Sesc Paraíso. Hospedagem no Sesc Cal­ das Novas com pensão completa e pas­ seios pela cidade. Informações e reservas lei: 3054-9000.

I nterlagos Av. Manuel Alves Soares, 1100 tel- 5662.9 5 0 0

I p ir a n g a Rua Bom Pastor, 822 tel- 3340.2000

I taquera Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 tel- 6523 .9 2 0 0

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d o n t o l o g ia

Rua Florêncio de Abreu, 305 tel- 3 3 29.2800

Pa r a ís o Rua Abílio Soares, 404 tel- 3 0 54.9000

Paulista Av. Paulista, 119 tel- 3 1 79.3400

P in h e ir o s Av. Rebouças, 2876 tel- 3815.3 9 9 9

POMRÉIA Rua Clélia, 93 tel- 3 8 71.7700

Sã o C a e ta n o Rua Piauí, 554 tel- 4229.8 2 8 8

Sa n t o A m a r o Rua Amador Bueno, 505 tel- 5 5 25.1855

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Rua Pelotas, 141 tel- 5 0 80.3000

S esc

o n l in e

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Interior Sesc A raraquara

HISTÓRIA DE PESCADOR. Roteiro e direção de Rodrigo Matheus, com a Cia Circo Mínimo. O espetáculo, criado para ser apresentado dentro de uma piscina, é uma adaptação livre do romance "O Velho e o M ar", de Ernest Hemingway. Par­ que Aquático. Grátis (retirada ante­ cipada de convites). 0 7 /1 1 . Q uar­ ta, às 20h30. BOTECO DO CABRAL. O jornalista Sérgio Cabral é o mestre de cerimô­ nias que recebe os convidados de seu tradicional Boteco para um en­ contro em homenagem a cantora Araci de Almeida, a mais fiel intér­ prete da obra de Noel Rosa. Com participação das cantoras Márcia e Cristina Buarque de Hollanda. Con­ vivência Externa. R$ 15,00, R$ 7,50 (□, ❖) e R$ 5,00 (O). 2 3 /1 1 . Sexta, às 21 h. TERTÚLIAS - 100 ANOS DE CECÍLIA MEIRELES. Sarau literário em home­ nagem à escritora, poetisa e inte­ lectual, Cecília Meireles, que no dia 7 de novembro completaria 100 anos de idade. Regido pelo profes­ sor de literatura brasileira da UNESP de Araraquara, Luiz Gon­ zaga. Com leitura de textos, música ao vivo e projeção de imagens. Bi­ blioteca. Grátis. 2 1 /1 1 . Quarta, às 20h30. LITERATURA & CINEMA. Exibição do filme "Os Miseráveis", baseado na obra literária de Victor Hugo. Antes da sessão, a professora de li­ teratura francesa da UNESP de Araraquara, Ana Luiza Silva Camarani, fará palestra sobre o autor e sua obra. Teatro. Grátis. Agendamento de grupos de alunos. 2 8 /1 1 . Quarta, às 19h. LETRÔNICA : LITERATURA ELETRÔ­ NICA Curioso em descobrir a nova literatura eletrônica, o Sesc A ra ra ­ quara, através do endereço eletrô­ nico letrônica@techs.com.br está re­ cebendo a sua mensagem. Fale, conte, relate, revele a sua história, sua poesia, sua crônica. Os melho­ res trabalhos serão' publicados no Expresso Fanzine. De 0 1 /0 9 a 3 0 /1 2 . COPA COMERCIÁRIA. O Sesc, em parceria com os Sindicatos repre­ sentativos dos funcionários do Co­ mércio e Prestação de Serviços, pro­ moverá a Copa Comerciária. Mo­ dalidades, Futsal (masc/fem), Vôlei 4x4 (misto), Truco (masc/ fem / mis­ to), Pebolim (masc/fem/misto)e Biribol (mas/fem). Inscrições de 2 a 2 1 /1 0 , na Central de Atendimento. Abertura dia 28 . De 0 2 /1 0 a 1 5/12.

rão recontados pelos seus vilões protagonistas: o Lobo-Mau, a Bruxa-Madrasta e o lendário Capitão Gancho. Área de Exposições. G rá­ tis. De 1 2 /1 0 a 1 8/1 1 . Terça a sex­ ta, às 15h e 16h (para agendamento de grupos interessados)/ sába­ dos, às 1ó h / domingos, às 11 h / fe­ riado, às 11 h e 15h. Sesc Bauru _____________

QUANDO AS MÁQUINAS PARAM. Com Kátia Brito e Manuel Boucinhas. Resgata a única peça do dra­ maturgo Plínio Marcos que apre­ senta uma história de amor sem marginais nem submundo. R$ 5,00 e R$ 2,50 (❖). No ginásio. 0 6 /1 1 . Terça, às 21. GERINGONÇAS DO MESTRE MOLINA E MIL BRINQUEDOS. Propõe o resgate da arte popular do brinque­ do artesanal e a valorização da cultura do brincar como um proces­ so de desenvolvimento artístico, so­ cial e educacional. Durante o even­ to estão previstas exposição de brinquedos, oficinas infantis, per­ formances, teatro e intervenções. Grátis. De 15/11 a 13 /0 1 . Terça a sexta, das 14h as 21 h / sábado, domingo e feriado, das 1Oh às 17h. LETRAS EM TRÂNSITO. Palestras com escritores discutindo os cami­ nhos da literatura. Após, haverá es­ petáculos de dança inspirados em obras literárias. Agosto. Espetáculo inspirado na obra de Rubem Fonse­ ca. 0 8 /1 1 . Quinta, às 21h30. Ignácio de Loyola Brandão. Palestra com o escriíor.08/11. Quinta, às 19h30 Deonísio Silva e Menalton Braf. Palestra com os escritores. 0 9 /1 1 . Sexta, às 19h30 Na área de convivência. Grátis. Inscrições antecipadas. DRENAGEM LINFÁTICA. Com Regi­ na Helena Strambi Tol. Consiste em uma massagem que auxilia as tro­ cas circulatórias e metabólicas, pro­ porcionando equilíbrio de todo sis­ tema linfático. R$ 20,00 e R$ 10,00 (m atriculados e estudantes com comprovante). 10/11 e 1 1/11. Sá­ bado, das 9h às 12h e das 13h às 18 h / domingo, das 9h às 13h CONHEÇA A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA. Com Domin­ gos M aria Goulart. A Programação Neurolingüística proporciona ao ser humano a abertura da mente, do coração, para poder tomar con­ tato com o seu "eu" de maneira in­ tensa e profunda, superando as li­ mitações para resgatar o ser mara­ vilhoso, pleno e livre que vive em seu interior. Na sala de uso múltiplo 1.29 /1 1. Quinta, às 20h. Sesc B irigüi

COM A PALAVRA: OS VILÕES! Proramação especial de narração de istórias comemorando o mês da criança. Os clássicos contos de fada como "Três Porquinhos", "Branca de Neve" e "Peter Pan" se­

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COPA COMERCIÁRIA. Confraterni­ zação e integração entre trabalha­ dores do comércio e serviços, utili­ zando o esporte como ferramenta de inclusão social, destacando o

ano do voluntariado. Modalidades, Biribol, Futsal, Futebol de Areia, Bola Queimada, Truco, Damas, Xa­ drez e Bocha. De 0 7 /1 0 a 11/11. Segunda a domingo, das 9h às 22h JOGOS DA SOLIDARIEDADE. Con­ fraternização e integração entre trabalhadores do comércio e servi­ ços de diversos ramos de atividade, proporcionando melhoria na quali­ dade de vida. Modalidades, b iri­ bol, futsal, vôlei de quadra e de areia, bocha, truco, dama e xa­ drez. De 2 8 /1 0 à 18/11 no Centro de Lazer de Araçatuba. Segunda a domingo, das 9h às 22h. Sesc Campin as ____________

O FLUXO. Com Alexandre Metz. Na Sala Corpo&Arte. Para pes­ soas que não dançam por inibição ou que simplesmente nunca dança­ ram. Quem já dança poderá aper­ feiçoar seus conhecimentos. Inscri­ ções na Biblioteca (20 vagas). R$ 60.00 e R$ 30,00 (O, □ , ❖J.De 1 1 /0 9 a 2 9 /1 1 . Terças e sextas, às 19h30. COPA COMERCIÁRIA. Torneios es­ pecialmente criados para empre­ sas do comércio. Participe com sua empresa montando um time. Fute­ bol Society. No M ini-campo. De 0 8 /0 5 a 2 8 /1 2 . Terças e quintas, às 19h Futsal. No G inásio.De 0 9 /0 5 a 2 8 /1 2 . Quartas e sextas, às 19h . ADOLESCENTE. COM. ATIVIDADE. Atividades especialmente voltadas para quem tem mais de 12 anos. Dança Contemporânea - Criando a Dança do Mundo. Com o Grupo Excaravelhas . R$ 40,00 e R$ 20.00. Inscrições na Biblioteca. (20 vagas por turma).De 0 1 /1 0 a 0 5 /1 2 . Quartas e sextas, às 17h. Violão para adolescentes. Noções básicas de violão e canto com Laine Carvalho. Inscrições na Biblio­ teca (15 vagas) R$ 40,00 e R$ 20.00 .Forró Universitário.Com Luciana de Campos e Francis Alves do Nascimento. Na Sala C or­ po&Arte. R$ 20,00 e R$ 10,00 .1 6 /1 0 , 1 8 /1 0 , 2 3 /1 0 , 2 5 /1 0 , 3 0 /1 0 e 0 1 /1 1 . Terças e quintas, às 16h Street Dance.Com Vanessa França. R$ 10,00 e R$ 5.0 0 .2 1 /1 0 , 2 8 /1 0 e 0 4 /1 1 . Do­ mingos, às 15h. TAI CHI CHUAN. Na Corpo&Arte. R$ 30,00 e R$ 15,00 (O). 3 Tur­ mas.De 0 8 /0 5 a 2 8 /1 2 . Terças e quintas, às 10h30, 14 h / quartas e sextas, às 10h30. Sesc Catanduva____________________

TEXTURA EM OBJETOS DE MADEI­ RA. Neste curso aprenderemos a confeccionar e pintar lindos sacos em Juta e TNT para embalagens de presentes. Com Renata Belintani e Silvana Carvalho. A partir de 15 anos. 20 vagas. Sala de Artes. R$ 20,00 e R$ 10,00 (matriculados no

Sesc). 2 0 /1 1 , 2 1 /1 1 , 22/11 e 2 3 /1 1 . Terça a sexta, das 19h30 às 21h30. FUTEBOL DE AREIA. Iniciação nos fundamentos básicos da modalida­ de e na dinâmica do jogo, através de aulas práticas. Turma masc. I 10 a 14 anos, terças e quintas, às 16h30. Turma masc. II - 10 a 14 anos, terças e quintas, às 18h. Tur­ ma fem. - 10 a 14 anos, quartas e sextas, às 1 8h. 25 vagas por turma. Grátis. De 0 3 /0 4 a 2 8 /1 2 . SESC CURUMIM. Em novembro, as crianças vivenciarão brincadeiras de rodas cantadas, resgatando a coope­ ração nas danças , ressaltando seu poder de transformação e de cons­ trução da convivência grupai. De 01 a 30/11. Terça a sexta, aas 13h às 17h. ESCOLA ABERTA DA TERCEIRA IDA­ DE. Propicia o preenchimento do tempo livre dos idosos com ativida­ des que permitem o desenvolvimen­ to da criatividade, a aquisição de informações e possibilita novas re­ lações interpessoais. 4 turmas, com 50 vagas cada. Grátis. Inscrições na Central de Atendimento. «Dan­ ça de Salão. Com Vanderlei Gomes dos Santos. De 01/11 a 0 7 /1 2 . Terças, quartas, quintas e sextas, das 14h às 15h. «Lian Gong. Prá­ tica corporal especificamente proje­ tada para prevenção de doenças e fortalecimento do funcionamento do organismo e do corpo. Com Minoru Kina. De 01 a 3 0 /1 1 . Terças, quartas, quintas e sextas, das 14h às 15h . «Mosaico em Vidro. A tra­ vés da técnica de pintura em vidro podemos criar peças decorativas para casa. Com Eslaine Vaccari Rogante. 0 1 /1 1 , 0 7 /1 1 , 1 3 /1 1 , 1 6 /1 1 , 2 0 /1 1 , 2 1 /1 1 , 0 6 /1 2 e 0 7 /1 2 . Terças, quartas, quintas e sextas, das 15h30 às 17h . «Caixas Para Presentes. Técnica de montaem de caixas com papel microonulado. Com Rosângela Ap. Cândi­ do da Silva. 0 6 /1 1 , 0 8 /1 1 , 0 9 /1 1 , 1 4 /1 1 , 2 0 /1 1 , 2 1 /1 1 , 29/11 e 3 0 /1 1 . Terça, quarta, quinta e sexta, das 15h30 às 17h Joalheria Artística. Técnicas de ma­ nuseio de diferentes materiais para confecção de ornamentos. Com Mônica Prado Gallo. 0 8 /1 1 , 1 3 /1 1 , 1 4 /1 1 , 1 6 /1 1 , 2 2 /1 1 , 2 3 /1 1 , 27/11 e 2 8/11. Terças, quartas, quintas e sextas, das 15h30 às 17h . «Textura em Ma­ deira. Através de técnicas de textu­ ras explicadas passo a passo, você pode criar várias peças de madeira atraentes. Com Renata Belintani e Silvana Carvalho. 2 2 /1 1 , 2 3/11, 2 7 /1 1 , 2 8 /1 1 , 2 9 /1 1 , 3 0 /1 1 , 04/11 e 0 5 /1 1 . Terças, quartas, quintas e sextas, das 15h30 às 17h. Sesc Piracicaba _______________ ____

ELBA RAMALHO & BANDA. A can­ tora mostra músicas do seu último CD e um resumo da sua carreira. Antecipados, R$ 15,00 e R$ 7,00.


Interior No dia, R$ 20,00 e R$ 10,00. 23/11. Sexta, às 21 h. NOVOS VENTOS. Espetáculo de Dança com Raça Cia de Dança de São Paulo. Direção Geral e Coreo­ grafia de Roseli Rodrigues. Grátis. No Ginásio de Eventos. 3 0 /11 . Sexta, às 21 h FINAL DOS TEMPOS. Mostra de Desenhos e Pinturas de José Cornélio Ribeiro (1962-1999) e Cássio Padovani (1965). A Mostra traz 30 desenhos e pinturas em lápis dermatográfico, esferográfica, giz de cera, pastel oleoso e acrílica. De 07 a 30/11 . Abertura dia 07, às 20h30. AÇÃO EXTERNA. A mostra Traba­ lho & Lazer é uma exposição itine­ rante temática de arte nair planeja­ da pelo Sesc Piracicaba. No Museu de Arte Contemporânea de Botucatu. De 08 a 3 0 /1 1. Abertura dia 08, às 20h30. Sesc Ribeirão Preto________________

A LOUCURA E A PRODUÇÃO AR­ TÍSTICA. Exercício de delírio estéti­ co, cujo texto inclui fragmentos de poesias e peças teatrais de vários autores nacionais e internacionais que refletem: A loucura existencial, Á loucura política, A loucura social, A loucura histórica, A loucura reli­ giosa e A loucura poética. Concep­ ção de José Maurício Cagno e Constantino Sarantopoulos. Dire­ ção e encenação de José Maurício Cagno. R$ 4,00. R$ 2,00 (O, □, ❖). 1 0/11, 1 1 /1 1 , 1 2 /1 1 , 1 3 /1 1 , 14/11. Sábado, segunda, terça e quarta, às 20h30 / domingo, às 19h. ATELIÊ ITINERANTE. Sensibilização artística e oficina com contos de fada. Com Rita de Cássia Barcelos Bittencourt, terapeuta ocupacional e coordenadora aas oficinas de arte do Museu Bispo do Rosário - Rio de Janeiro. 10/11. Sábado, das 9h às 12h. A VIDA É DOCE. Lobão mostra, nes­ te show, a cara do que ele chama de Música Popular Brasileira Contem­ porânea que, a seu ver, reflete as dúvidas de um ser urbano, no meio do mundo, dentro do seu país. R$ 6,00, R$ 4,00 (□) e R$ 3,00 (O, ❖). 22/11. Quinta, às 21 h. MOSTRA DE ARTE DA JUVENTUDE. A Mostra reúne obras de arte con­ temporânea, exclusivamente de a r­ tistas jovens, com idade entre 15 e 30 anos. Grátis. De 08 a 23 /1 1. Segunda a sexta, das 13h30 às 21 h3 0 / sábados, domingos e feria­ do, das 9h às 17h30. TRAJETOS. Oficina de fotografia tendo como tema central a possibi­ lidade de retratar parte do dia-adia dos participantes. Com Ana Daniela Costa, jornalista e arte-educadora. Inscrição no setor de matrícu­

72 revista 6 ?

la 15 vagas. R$10,00, R$8,00 (Q), R$5,00 (O); R$2,50 (❖). 12/11, 1 3 /1 1 , 1 9 /1 1 , 2 0 /1 1 , 2 6 /1 1 , 2 7/1 1 . Segundas e terças, das 14h às ló h . Sesc Rio Preto_____________________

ENCONTRO REGIONAL DE ATIVI­ DADES FÍSICAS, SAÚDE E LAZER. Evento que propõe a reflexão, atua­ lização, troca de experiências e aperfeiçoamento técnico em torno deste tema que é de fundamental im­ portância para o desenvolvimento do ser humano. De 08/11 a 11/11. Vagas limitadas. Informações e Ins­ crições no Setor de Esportes.

leira em variados gêneros e estilos num ambiente informal e descon-

Sesc Sã o José dos Campos_________

ANA LUIZA. Finalista do Prêmio Visa-lntérprete, Ana Luiza preparase para gravar seu segundo CD este ano. 0 8 /1 1 . Quinta, às 21 h. LANCASTER E OS EMBAIXADORES DO BLUES. Estreando sua nova Ban­ da, cujo som tem uma sofisticação sonora comparável às de B.B.King e Buddy guy, Lancaster continua cheio de surpresas, o que garantem um clima de bom humor e descontração. 2 2 /1 1 . Quinta, às 21 h30. Sesc Sã o Carlos ___________________

FESTIVAL SESC OLHAR A DANÇA. Marcado neste ano por um momento de intensa reflexão e reestruturação, o Festival Sesc Olhar a Dança, que passa a ser bienal, traz em 2001 um formato diferenciado, reduzido, con­ sistente e centrado principalmente no importante ato de compartilhar expe­ riências entre os grupos da cidade e região circunvizinha. A programa­ ção conta com exposição, apresenta­ ções de espetáculos, workshops, mo­ mentos para reflexão e troca de ex­ periências entre grupos participan­ tes. De 14/11 a 17/11. BRASIL WILL WILL WILL... Com a Companhia de Teatro do Absurdo RJ. 4 /1 1 . Domingo, às 16h, no Tea­ tro. Oficina: Técnicas circenses, Lin­ guagem teatral do surdo e Jogos cê­ nicos. 3 /1 1 . Sábado, das 14h às 18h, no Teatro. Entrada franca. M a­ triculados e não-matriculados de­ vem retirar convites na recepção do Sesc Rio Preto. FESTIVAL DO MINUTO. Exibição da Mostra Competitiva do IX Festival Mundial do Minuto - evento que conta com a participação de produ­ tores de cinema, vídeo e animação que realizam trabalhos com dura­ ção máxima de 60 segundos. 2 7 /1 1 , 2 8 /1 1 , 29/11 e 30/1 1 . Quinta a Domingo, às 14h e às 20h, na Sala de Vídeo. Entrada

Sesc Santos

MONÓLOGOS DA VAGINA. Adap­ tado e dirigido por Miguel Falabella. Com Zezé Polessa, Claudia Ro­ drigues e Vera Setta. 0 2 /1 1 , 03/11 e 0 4 /1 1 . Sexta, sábado e domingo. BANDA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO. A Banda é conside­ rada uma das melhores do gênero na América Latina. Regência e dire­ ção artística do maestro norte-ame­ ricano Daniel Havens. No teatro. R$ 10,00, R$ 8,00 (antecipado, não matriculado) e R$ 5,00 (matricula­ dos). 0 8 /1 1 . Quinta, às 20h30. SOL MAIOR. O projeto Sol Maior, realizado todas as quintas no palco do Bar, apresenta a riqueza e diver­ sidade da produção musical brasi­

do, das 14h às 17h, domingo, das lOh às 13h.

JAMIE WOOD E JOHNNY ROVER. Os músicos norte americanos, em tournê pelo Brasil, se apresentam com o acompanhamento do gaitista Flávio Guimarães, integrante do Blues Etílico, e lançam seus novos CDs. No Tea­ tro. R$ 2,00 (O), R$ 5,00 (Q, ❖) R$ 10,00 (inteira). 08/11. quinta, às 20h30. SÁ, RODRIX E GUARABIRA. Após 30 anos, os três músicos decidiram se juntar novamente. Não só revivem seus grandes sucessos juntos e separa­ dos, como também mostram em pri­ meira mão a nova safra de canções que têm produzido. 12 anos. No Gi­ násio de Eventos. R$ 16,00, R$ 8,00 (Q ❖) e R$ 5,00 (O). 13/11. Terça, às 20h30. FÁBIO TAGLIAFERRI. Show de lança­ mento do segundo CD, Só um é Mui­ to Só, do compositor, arranjador e instrumentista, viola e violão, Fábio Tagliaferri. No Teatro. R$ 2,00 (O), R$ 5,00 (Q ❖). R$ 10,00 (inteira). 14/11. quarta, às 20h30. ELBA RAMALHO. Show de lançamen­ to do cd "Cirandeira" da cantora pa­ raibana. 12 anos. No Ginásio de Eventos. R$ 20,00, R$ 10,00 (CL ❖) e R$ 5,00 (O). 22/1 1 . Quinta, às 20h30 CORDEL ENCORPADO. A investiga­ ção do universo lúdico e poético do cordel, cruzando suas linhas de rit­ mo e rima com a forte tendência ao improviso na atual dança contempo­ rânea brasileira. Concepção, coreo­ grafia e direção de Sergio Rocha. No Teatro. R$ 2,00 (O), R$ 4,00 (❖, □), R$ 8,00 (inteira). 2 1 /1 1 . quar­ ta, às 20h30. A FORMA DA EMOÇÃO. Coordena­ do por Denise Namura e Michael Bugdhan, este workshop é uma opor­ tunidade para experimentar o traba­ lho desenvolvido pela prestigiada Cia. "À Fleur de Peau". Para coreó­ grafos, bailarinos e/ou atores com experiência em trabalhos corporais, a partir de 16 anos. Inscrições na Matrícula a partir do 01/novembro, quinta. Vagas Limitadas. Na Sala de Dança e Sala de Multiuso. Taxa de inscrição R$ 2,00. 0 9 /1 1 , 10/11 e 11/11. sexta, das 19h às 21 h, sába­

QUANDO AS MÁQUINAS PARAM. De Plínio Marcos. Com Kátia Brito e Manuel Boucinhas. Direção de Kátia Brito. R$ 10,00, R$ 5,00 (O) e R$ 3.00 (O). Auditório. 0 8 /1 1 . Quinta, às 20h30 ESPAÇO ABERTO DE DANÇA. Pro­ grama que tem o objetivo de divul­ gar e estimular a dança nas mais variadas tendências, do clássico ao contemporâneo, com a parceria das academias da região e grupos inde­ pendentes. Academia Ação Corpo­ ral - Aula aberta de ginástica e sa­ pateado e apresentações coreográficas de ginástica, sapateado e bal­ let clássico. Grátis. Ginásio. 11/11. Domingo, às 15h. CINE LITTERA. Todo mês um encon­ tro da Sétima Arte com a Literatura. Nesta edição: A Peste de Camus, fil­ me baseado na obra de Albert Ca­ mus. Grátis. Auditório. 2 7 /1 1 . Ter­ ça, às 19h. FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO. Exibição da Mostra Competitiva do Festival Mundial do Minuto de 2001. Dias 08, 09, 12, 13 e 14, às 19h30, e no dia 10, às 15h. 0 8 /1 1 , 0 9 /1 1 , 1 0 /1 1 , 1 2 /1 1 , 13/11 e 1 4 /1 1 . Segunda a sexta, às 19 h 3 0 / sábado, ás 15h. CORPO CONSCIENTE. Workshop Florais dos Golfinhos, técnica tera­ pêutica que utiliza florais e essên­ cias vibracionais no reequilíbrio energético do organismo. Sob orientação da terapeuta floral e cromoterapeuta Laís Médici. Vagas li­ mitadas. Inscrições no Setor ae Es­ portes. R$ 15,00, R$ 10,00 (□) e R$ 5.00 (O). Mini-ginásio. 10/11 e 11 /1 1 . Sábado, das 14h30 às 17 h / domingo, das lOh às 12h30. Sesc Taubaté _______________________

ESPAÇO ALTERNATIVO. Área reser­ vada aos adeptos do esporte radi­ cal. Pista com mini-ramp e área para street. Funcionamento das 14h as 21 h30 de terça a sexta e das 9h as 17h30 aos sábados e domingos. De 0 1 /0 8 a 3 0 /1 2 . Terça à sexta, das 14h às 21 h 3 0 / sábados e do­ mingos, das 9h às 17h30. ESCOLINHA DE ESPORTES RADI­ CAIS. Cursos de skate e bike com os instrutores Márcio Sapão e Fábio Pi­ res. De 0 1 /0 8 a 3 0 /1 2 . Terça e quinta, às 9h30 e ló h ( Bike)/ quar­ ta e sexta, às 9h e 16h30 (SKATE). TEATRO PARA A TERCEIRA IDADE. Aulas de expressão corporal e vo­ cal, improvisação, interpretação, história do teatro e montagem de espetáculo. Professores, Conceição Fenille M olinaro e Paulo Fenille. De 0 1 /0 8 a 3 0 /1 2 . Quinta, das 14h às 17h.


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limpos “Japonês calabrês come sapo todo mês!” Ao ouvir nova­ mente esta frase, o menino de oito anos corre da rua de chão batido para a casa de madeira ao lado das bananeiras. “ Eu sou brasileiro!” , fala da boca para dentro. Tenho minhas reservas à idéia de que a tolerância seria a solução para os conflitos culturais, raciais, étnicos e reli­ giosos. Na concretude do cotidiano, o respeito à alteridade não é tão simples como supõem teorias que concluem: um respeita as diferenças do outro que respeita as de um, e ambos celebram a comunhão. “Meu nome é Hideki, professora!” “ Mas em brasileiro é Milton!" - a professora liquidou o assunto. Meses depois, vê uma cópia da certidão de nascimento onde Hideki está antes de Milton e é obrigada a corrigir os documentos es­ colares. “ Porquê você não me avisou?” O menino, de medo, molha as calças. “Japonês mijão!” Na adolescência, trabalhava e estudava no período no­ turno. Fase de questionamentos sociais e rebeldia sem causa. Notas medianas mancharam o boletim. O professor alertou: “Japonês não tira essas notas!” Na fila para entrar na sala do vestibular. “Mais um de olhos rasgados! Uma vaga a menos!” Eles queriam cursar medicina, engenharia, odontologia e publicidade. Eu, ape­ nas ciências sociais. Fiquei aliviado por ninguém ter segui­ do a sugestão pichada no muro: “Garanta uma vaga. Mate um japonês por mês!” Hoje, “nossos japoneses são mais criativos". Mesmo esta valorização dos nipo-brasileiros é paradoxal. Não são japo­ neses os japoneses mais criativos. Eles são nossos e só são melhores porque assimilaram o jogo de cintura. Aliás, os mestiços entre nipo-brasileiros e brasileiros são mais boni­ tos, principalmente, as mestiças. São manifestações irreverentes. A capacidade de fazer piadas e aceitá-las com bom humor é uma expressão da to­ lerância. Porém, as gozações dos primeiros imigrantes so­ bre os brasileiros vistos como indolentes, mesmo ditas pe­ los melhores comediantes, dificilmente seriam entendidas como brincadeiras para melhorar a convivência. Há uma relação de desigualdade que determina o que é tolerância e intolerância. Os que detém o poder político, 74 revista G

econômico ou bélico, mantêm a dominação sob a aparên­ cia da tolerância - um estado democrático - e se dá ao di­ reito de agredir e até eliminar como intolerante, o outro que ousar manifestar sua indignação com o desmando, a miséria e a impossibilidade de existir em sua diferença. Os exemplos dizem respeito à relação dos nipo-brasilei­ ros com os brasileiros, mas o problema é de âmbito geral. Minha irmã está trabalhando no Japão. Ela tem olhos puxa­ dos mas é rapidamente identificada como uma dekassegui, e reconhecida como brasileira antes mesmo de abrir a boca. Sua expressão corporal não é a mesma do japoneses: “nós somos diferentes aí e aqui” . A tolerância é muito ins­ tável. E só a economia japonesa entrar em crise para os dekasseguis, solução para serviços indesejáveis, serem enca­ rados como uma ameaça à empregabilidade do japonês. Para concluir, um fato que não vivi mas ilustra como as crises afloram a intolerância. Aconteceu na cidade de Oswaldo Cruz, no dia 31 de julho de 1946, e está descrito no livro Corações sujos, de Fernando Moraes. O autor conta a história de uma organização secreta de japoneses - a Shindo Renmei - que assassinou japoneses considerados traido­ res por assumirem publicamente a rendição do Japão na Se­ gunda Guerra. Reproduzo algumas frases que anotei aleato­ riamente. “Sem que ninguém pudesse jamais explicar por que fazia aquilo, pacatos pais de família pareciam ter<des­ pertado com o diabo no corpo naquela fria quarta-feira.” “A avenida estava cheia de gente, de brasileiros querendo pe­ gar japoneses. O pau comia para todo lado. Um caboclo la­ çou um japonês e o arrastou pela avenida.” “Alguém achou original a idéia do laço, e a partir daí todo mundo queria la­ çar seu japonês e arrastá-lo pelas ruas.” O saldo da batalha que durou o dia todo: 49 pessoas internadas com ferimen­ tos graves. Nenhum morto por que a intenção era “só hu­ milhar” . Ninguém pertencia a Shindo Renmei. Tolerância também é resignação. Assim, para os menores e para as minorias, ser tolerante é a arte de “engolir sapo” . H id e k i M . Y o s h im o t o , n ip o - b r a s il e ir o , p a g ã o , e d u c a d o

pel a

RELIGIÃO BUDISTA, CASADO NA IGREJA CATÓLICA COM UMA DESCENDENTE DE PORTUGUESES E ESPANHÓIS, É TÉCNICO DO SESC.


0 SESC tem na cultura e no bem -estar social os seus principais cam pos de ação. ^ música, o teatro, o cinema, a dança, as artes em geral. Mas tam bém a educação social, o lazer, os esportes, a saúde. Porque sabe que investir

nessas coisas e investir no sonho das pessoas. N o sonho de um m undo melhor, mais justo e mais hum ano. E tam bém mais belo. A vida é sonho, escreveu C alderón de Ia Barca. O SESC assina em baixo.

SESC

SXÕ PAULO


Io Evaristo Arns 80 anos


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Revista E - Novembro de 2001 - ANO 8 - Nº 4 by Sesc em São Paulo - Issuu