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Revista E - Julho de 1997 - ANO 4 - Nº 1

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ICÇRO

INÉDI TA

ISAL - JULHO - 1997 - N° 1 - ANO 4

I

j

ADEMAR DE FREITAS

/

PINHEIROS, O BAIRRO DE VANGUARDA

/ O ESPORTE EM DEFESA DA SAÚDE

H O M E PAGE: http://w w w .sescsp.com .br E -M A IL:revistae@ sescsp.com .br


SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO-SESC Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: A bram Szajm an Diretor Regional: D anilo S an tos de M iranda REVISTA E Diretor Responsável: M iguel d e A lm eida Editor de Arte: Paulo Sayeg Equipe de Arte: A ntonio B arbosa, Carla Conti Revisão: M árcia Villaça da Rosa Colaboradores: Ana S aggese, Marcília Ursini, Nicola Labate, A ndré Rosem berg Supervisão Editorial: Je su s Vazquez Pereira Coordenação Executiva: Erivelto B. Garcia Assistente Executivo: M alu Maia Supervisão Gráfica: Eron Silva Distribuição: G lenn Poleti N unes Conselho de Redação e Programação Diretor: Danilo S an tos de M iranda ia Maria Cerqueira Leite, A ndrea C. Bisatti, Cláudia Darakjian T. Prado, Cristina R. Madi, inte Silvestre Neto, Denise M artha G. Baptista, Erivelto Busto Garcia, Eron Silva, itanislau da Silva Salles, Felipe M ancebo, Ivan Paulo Gianini, Jesu s Vazquez Pereira, Jo sé ilma Bodra, Laura Maria C. Castanho, Lauro Freire da Silva, Luis Alberto S. Zakir, Malu aia, Marcelo Salgado, Mareia M. Ferrarezi, M arcos Antonio Scaranci, Maria Luiza Souza as, Mário Augelli, M arta R. Colabone, Ricardo Muniz Fernandes, Roberto da Silva irbosa, Rui M artins de Godoy, Silvio Luis França, Tania Mara Conrado. SESC São Paulo - Av. P aulista, 119 - CEP 01311-903 I. (011| 284-2111. Jornalista Responsável: M iguel d e A lm eida MTB 14122. A ;v ista E é um a publicação do SESC d e S ão Paulo, realizada pela Lazuli E ditora, istribuição gratuita. N enhum a p esso a está autorizada a v end er anúncios.

(DS E S C SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SAO PAULO

Conselho Regional do SESC de São Paulo Presidente: Abram Szajman lembros Efetivos: Aldo

Minchillo, A ntonio Funari Filho, Carlos Alberto Ferraz e ilva, Cícero Bueno Brandão Júnior, Eduardo Vampré do Nascim ento, Ivo alFÁcqua Júnior, Jo ão Pereira Góes, Juljan Dieter Czapski, Luciano Figliolia, lanuel H enrique Farias Ram os, Orlando Rodrigues, Paulo Fernandes Lucânia, edro Labate, Ramez Gabriel, R oberto Bacil, Suplentes: Alcides Bogus, A m adeu astanheira, Arnaldo Jo sé Pieralini, Dauto Barbosa de Sousa, Fernando Soranz, enrique Paulo M arquesin, Israel Guinsburg, Jair Toledo, João Herrera Martins, orge Sarhan Salom ão, Jo sé Maria de Faria, José Rocha Clem ente, José ántino de Lira Filho, Roberto Mário Perosa Júnior, Valdir Aparecido dos antos. Representantes junto ao Conselho Nacional. Efetivos: Abram Szajm an, uclides Carli, Raul Cocito. Suplentes: Olivier M auro Viteli Carvalho, W alace arroux Sam paio, M anoel Jo sé Vieira de M oraes. Diretor do Departamento agional: Danilo Santos de Miranda.

NESTA EDICAO A

década de 90 inaugura em silêncio uma nova rela­ ção entre os museus e a iniciativa privada. Embora mantidos pelo Estado, essencialmente em sua infraestrutura, esses espaços artísticos, diante da constatação de que o dinheiro público se tomou escasso, constituíram suas sociedades de amigos para tentar uma alternativa de sobrevi­ vência e ainda garantir a realização de seus projetos. A medida obteve seu pleno êxito. São poucos os museus que não montaram suas sociedades de amigos com a intenção de captar recursos, de agilizar sua burocracia e de melhorar suas realizações. Muitas das grandes exposições presenciadas pela metrópole nos últimos anos surgiram por conta da ação dessas entidades sem fins lucrativos. Vale anotar a mostra de Rodin, ocorrida ano passado na Pinacoteca do Estado, cujo resultado foi uma das maiores audiências já vistas no Brasil. Em geral, as sociedades de amigos de museus começaram a surgir no meio dos anos 80. A matéria situa a precedência no Museu de Arte Sacra, por meio de seu lendário diretor João Marino que conseguiu, junto desse auxílio, tomar o es­ paço um dos lugares mais charmosos e visitados da cidade. Ele mesmo teria auxiliado na formação das sociedades de amigos em outros espaços públicos. Esse tipo de entidade geralmente é formado por empresá­ rios e personalidades ligadas ao mundo plástico da cidade. Ficam responsáveis, às vezes, por angariar fundos destinados a grandes projetos e agilizar a burocracia do museu, como, por exemplo, providenciar a contratação de um profissional para determinada exposição. Tais sociedades terminaram por garantir abertos muitos dos atuais espaços públicos, sempre às voltas com problemas financeiros. No cenário da cidade, a ação dessas entidades possibilitou colocar o paulistano diante de grandes exposições e de temas culturais candentes. Como ocorre muito nesses casos, o pú­ blico não sabe quem são essas pessoas e o que resulta de seus trabalhos. É do que trata a matéria de capa, ao mostrar como as sociedades de amigos tornaram-se fundamentais na forma­ ção cultural dessa metrópole. D a n il o S a n t o s de M ir a n d a Diretor do Depto. Regional do SESC

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i DOSSIÊ

Sesc Vila Mariana será inaugurado em outubro E m outubro, São Paulo ganhará m ais um centro cultural e

As experiências do Sesc de São Paulo em programas esportivos para crianças e adolescentes serão o tema desenvolvido por Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc de São Paulo, no XVI Congresso Panamericano de Educação Física, a realizar-se em Quito, no Equador, este mês. Dentre essas, destacam-se o atendimento ao público infantil e adolescente, nos programas Viva o Verde, em Interlagos e Sesc Escola, em Itaquera, que recebem cerca de 5000 alunos por dia, além do Sesc Curumim e do Programa de Alfabetização Esportiva que caracte­ rizam-se por processos pedagógicos regulares voltados para a mesma faixa etária.

desportivo com a finalização das obras e inauguração do Sesc V ila M ariana. O novo equipam ento fica no núm ero 141 da rua Pelotas, onde em um terreno de 5218 m 2 foram erguidos dois prédios que som am 22.138 m 2 de área coberta construída. Será um a unidade inteligente, dispondo de supervisão predial totalm ente inform atizada, com capacidade m édia de atendim ento de 150 m il pessoas por m ês.

Campanha Dê uma aula para o Brasil arrecada recursos

A lém de todos os recursos técnicos para o m elhor aproveitam ento do espaço, o Sesc Vila M ariana terá a m arca da qualidade de anim ação cultural, esportiva e de lazer do Sesc de São Paulo.

Nova unidade terá serviços para a cultura e os esportes A unidade Vila M ariana contará com um centro de estudos m usicais que terá estúdios individuais e c o le ­ tiv o s, auditório de 130 lu g are s, e stú ­ dio de gravação e biblioteca in fo r­ m atizada especializada, com 18 te r­ m inais conectados à Internet, e um teatro com 650 lugares e q u ipado com alta tecnologia para cenografia e ilum inação, fosso para orquestra e um p alco com 18 m etros de boca de

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SESC apresenta seus trabalhos de esportes em Quito

cena. A u n id ad e terá ain d a g inásios e salas eq u ip ad as p a ra d iv ersas m o d a­ lidades e sp o rtiv as, g in ástica e d ança, um co n ju n to de salas p a ra atividades de ex p ressão artística d irig id as à te r­ ceira id ad e, às crian ças e ao púb lico com erciário em g eral, além de p isc i­ na sem i-o lím p ica aq u ecid a e um a clín ica o d o n to ló g ica com esp aço e serv iço d e stin ad o s à p rev e n ç ã o e edu cação p ara saúde b u cal.

O IBEAC e os Conselhos Comu­ nitários estão iniciando uma campa­ nha de arrecadação de recursos fi­ nanceiros, com o slogan Dê uma au­ la para o Brasil. A contribuição da sociedade civil poderá garantir a continuidade do projeto no ano de 1997. O IBEAC (Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário) é uma ONG que contribui para erradi­ car o analfabetismo no Estado de São Paulo. Sua ação se realiza através dos Conselhos Comunitários de Edu­ cação, Cultura e Ação Social, presen­ tes em 42 municípios paulistas. Em quatro anos de trabalho esses Con­ selhos promoveram alfabetização de 40 mil jovens e adultos.

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INDICE C ultura

N O S S A CAPA E n t r e v is t a

A dem ar R odrigo d e Freitas fala à E so b re seu trabalh o.

A m atéria d e capa m ostra c o m o a s s o c ie d a d e s de a m ig o s ajudam o s m u se u s.

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Renata Bueno e Daniel Medina são artistas gráficos

C om portam en to

A A

No local d a s futuras I U in sta la ç õ e s do n o v o S e s c P inheiros, as p erfo rm a n ces de B abel, num a região a c o stu m a d a à v angu ard a.

X

Em Pauta A e ducação d ia n te dos desafios im postos p e lo m e rc a d o de tra b a lh o é disc u tid a em a rtig o s exclusivos. Pág. 3 0

Ficção Bosco B rasil escreve c o n to in é d ito p a ra E. Pág. 3 6

Humor O c a rtu n is ta Luscar fa z um a c rític a à vida cib e rn é tica .

Em Cartaz Em ju lh o , os destaques fic am p o r co n ta de um a pro g ra m aç ão esp e c ia l de férias do P rojeto C urum im e do Festival In te rn ac io n a l de V io lã o . Pág. 3 9

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Os e x er c íc io s p o d em ajudar a prevenir um a série de d o e n ç a s e aum en tar a qu alidade de vida.

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Em seu terceiro an o c o n sec u tiv o , o D ia do D esafio e n v o lv e agora 109 c id a d e s da A m érica Latina.

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P.S. Ênio Bruno Q u ico li escreve o artig o A C ultu ra Precisa de A juda em que tra ta da a tuação das e ntidad es civis na vida c u ltu ra l da cidade. Pág. 6 6

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0 empresário Ademar de Freitas há mais de trinta anos sai às ruas, duas vezes por sem ana, para distribuir comida aos sem -tetos paulistanos. Nesta entrevista exclusiva, ele com enta a sua ação e afirma que, caso todos colaborassem , a situação social estaria num estágio superior Qual o motivo que levou o senhor a distribuir alimentos? R e g is tra n d o a d o r d e s te s n o s s o s s e m e lh a n te s , n ó s n ã o p o d e ría m o s f ic a r in d ife re n te s a ta m a n h a n e ­ c e s s id a d e . Q u e ro c re r q u e os q u e n ã o p a rtic ip a m a in d a n ã o tiv e ra m a fo rç a q u e e u tiv e d e v e r, re g is tra r e se n tir.

Há quanto tempo faz isso? E s to u e n v o lv id o c o m a q u a lid a ­ de d e J e s u s , h á 3 6 a n o s . N ó s c o ­ m e ç a m o s n a ru a , e m b a ix o d e v ia ­ d u to s e d is trib u ía m o s s a n d u íc h e s . Iss o h á 11 a n o s . N a p ra ç a fa z p o u ­ co te m p o , c e rc a d e q u a tro a n o s.

Quantos quilos de alimentos o senhor distribui? N ó s d a m o s 150 q u ilo s d e c a rn e e 130 q u ilo s d e a rro z c ru . F a z e m o s 1 .200 m a rm ita s de c o m id a p o r s e ­ m an a .

Quantas pessoas, em média, o se­ nhor atende? A te n d o 1 .2 0 0 p e s s o a s . M a s aq u i fa lta tu d o , o q u e n ó s te n ta m o s fa z e r é a m e n iz a r e s sa s c a rê n c ia s . F a lta m re m é d io s , c a lç a d o s , r e m é ­ d io s p a ra s a rn a .

e m p r e s á r io s d o P u e r i D o m u s , d a S a n til. H á m u ito s c o o p e ra d o r e s e e u s o u u m d e le s . P a r a d iv id ir o s g a s to s , n ó s r a te a m o s o s c u s to s . P o r m ê s , n ó s g a s ta m o s a p r o x im a ­ d a m e n te R $ 3 0 m il.

Algum outro empresário partici­ pa corpo a corpo da distribuição de alimentos? N a s e g u n d a - f e ir a h á u m tra b a ­ lh o s e m e lh a n te a e s te fe ito p o r u m e m p re s á rio d a S a n til. N a te rç a e n a q u in ta , so u e u .

O senhor disse que é um grupo que realiza o trabalho. Como é a constituição desse grupo. E uma organização não-governamental? T o d a a o r g a n iz a ç ã o q u e q u e r se o rg a n iz a r m u ito a c a b a se d e s o rg a ­ n iz a n d o . E n tã o , o n o s s o tra b a lh o é fe ito d e fo rm a e m p ír ic a e o r e s u lta ­ d o é a m a rm ita q u e n tin h a n a m ão . N ã o se p o d e o rg a n iz a r m u ito o tr a ­ b a lh o d e ru a p o rq u e e le s são c r ia ­ tu ra s c o m m u ita s c a rê n c ia s . N ó s te m o s n o ç ã o d a s n e c e s s id a d e s d e ­ le s e te n ta m o s s u p rir u m a p e q u e n a p a rte d e la . N a m e d id a d o p o s s ív e l, r e s o lv e m o s o q u e d á .

E como é feita a organização? Qual é o custo dessa atividade? De onde vêm os recursos? E u n ã o d iria o q u a n to e u g a s to , m as sim o q u a n to n ó s g a s ta m o s p o rq u e é u m g ru p o d e p e s s o a s q u e p a rtic ip a d e s te tra b a lh o . M i­ n h a e s p o s a , p o r e x e m p lo , fa z e n ­ x o v a is p a ra re c é m -n a s c id o s . C e r ­ c a d e c e m e n x o v a is p o r m ê s e c a d a u m c u s ta U S $ 4 0 . A q u i q u e m c o n tr ib u i é u m g r u p o d e

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N ó s d is trib u ím o s u m a fic h a . T e ­ m o s se is s e g u ra n ç a s , q u e sã o os m a is r e s p e ita d o s d o p e d a ç o , os q u a is d is trib u e m as fic h a s , o s c o ­ b e rto r e s , as b a n a n a s .

l ig io s a , m as sim a c a rid a d e q u e e s tá n o p r in c íp io d e to d a s as r e li­ g iõ e s . A c a r id a d e , o s o c o rr o a q u e m tem s e n tin e la , c h a m a d o s o ­ f rim e n to . N o s s o o b je tiv o n ã o é r e ­ lig io s o n e m p o lític o , m as o s n o s ­ s o s r e c u rs o s , a m ão n o b o lso .

O que falta para que outros em­ presários, com mais recursos e poder, contribuam com essa causa? S e e s sa s p e s so a s v ie re m p a ra a p ra ç a e s e n tire m as n e c e s s id a d e s , n ã o v ã o fic a r in d ife re n te s . E u d iria q u e n ó s a tra v e s s a m o s e s se b lo ­ q u e io ta m b é m . N ó s e s ta m o s fa z e n ­ d o o tra b a lh o h á 3 6 a n o s. A n te s n ó s ta m b é m n ã o f a z ía m o s , e n tã o te m o s d e re s p e ita r q u e m n ã o faz .

O que o motivou a começar fazer caridade? A m is e ric ó rd ia d iv in a n o s fa la to d o s o s d ia s p a ra a b rirm o s o n o s ­ s o o u v id o d e o u v ir, o s o lh o s d e v e r o c o ra ç ã o d e se n tir. T o d o s n ó s s o ­ m o s c o n v id a d o s d ia ria m e n te p a ra a lg o d iv in o . É só n o s s e n s ib ili­ z a rm o s u m p o u c o m a is q u e n ó s r e ­ g istra re m o s o a p e lo . N ó s c o m e ç a ­ m o s fa z e n d o u m a c a m p a n h a q u e e x is te a té h o je , a C a m p a n h a A lta d e S o u z a , d o m in g o d e m an h ã .

O senhor empresaria em que ramo? N o ram o d as T e lec o m u n ic a ç õ e s.

Há alguma moção religiosa por trás desse ato?

Quanto tempo dedica do seu dia para a caridade?

E u , p a rtic u la rm e n te , so u e s p ír i­ ta. A g o ra , a q u i n ó s n ã o e s ta m o s d e fe n d e n d o n e n h u m a b a n d e ira r e ­

O d ia in te iro . F ic a m is tu ra d o à a trib u iç ã o c o m e rc ia l e à c a rid a d e , n ã o d á p a ra se p ara r.

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"Não vamos esperar o governo, o compromisso de socorro é nosso"

Como o senhor vê a situação do morador da rua? Tem piorado ou melhorado? A situação, de um modo geral, tem piorado, não só a do morador de rua, mas a do mundo todo. O mundo em si tem sofrido necessi­ dades em cima de necessidades. Mas nós temos de confiar na mise­ ricórdia divina que sempre soluci­ onou problemas do universo. Ela não vai deixar a nossa terra e a nossa família humana à deriva. Va­ mos confiar e fazer a nossa parte. Por que, nas ruas o número de idosos e mulheres é mais reduzi­ do que o de adultos e crianças? As crianças sofrem uma aten­ ção especial porque conseguem comover mais. Os idosos não têm condições de suportar as intempé­ ries, as chuvas e os frios. Muitos deles morrem. Agora, quem vai querer ter contato com essas pes­ soas? Ninguém. Vão dizer que são pessoas fortes e poderiam traba­ lhar. Mas eles não têm mais condi­ ções de reiniciar a vida deles. O que querem é encher a barriga de comida e mais nada. Nós compre­ endemos isso e estamos fazendo a nossa parte. O senhor conhece alguém que está há muito tempo recolhendo comida e continua nas ruas e o exemplo contrário, de alguém que tenha saído das ruas e conse­ guido emprego? Alguns saem, outros morrem e também não vêm mais. Nós desco­ nhecemos para onde tenham ido ou são postos em manicômios. O sofrimento deles é muito grande. Nós fazemos de três a quatro re­ feições por dia, temos um teto, cama, banho e o conforto da famí-

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lia. Eles não têm nada. Suportam a fome, o frio, as doenças. Não po­ demos esquecer a dor que está ao nosso lado. Não tem sentido o nosso dinheiro se ele não servir para diminuir a infelicidade do ou­ tro. Nós precisamos partir para a ação, socorrer sempre. De acordo com a sua experiência, quais são os motivos que levam uma pessoa a ir para as ruas? A responsabilidade é de quem? Não há culpa. Não podemos culpar ninguém porque nenhum de nós se sentiria responsável por uma situação dessas. Todo mundo, mesmo que não se manifeste, deve se empenhar para que esse sofri­ mento termine. Não podemos atri­ buir culpa porque ocorrências in­ felizes acontecem no mundo. Te­ mos de entender que para tudo há uma razão divina que nós desco­ nhecemos. Nós precisamos fazer a nossa parte, sempre que possível. Mas se há uma razão divina para todo o sofrimento, como é possí­ vel suplantar isso? Quero crer que isso é uma bele­ za porque, quando se sofre as pro­ vações, você está acertando coisas do passado. Ninguém sofre de gra­ ça porque Deus não é injusto. Nós acreditamos que tudo tem uma ra­ zão de ser. Atrás do sofrimento dessas pessoas, há uma história. Como o senhor vê a atuação do governo na assistência social? Eu tenho convicção de que 0 governo faz o possível para dimi­ nuir isso tudo. Nós devemos regis­ trar que sempre que se tem uma pessoa se afogando, não vamos chamar o salva-vidas e esperar o socorro, mas sim salvá-la. Não va­

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mos esperar o governo, o compro­ misso de socorro é nosso. O senhor passou por diversas ad­ ministrações. Vê alguma diferen­ ça entre uma e outra? Sempre considerei que uma melhorava em relação à outra. To­ dos deram sua contribuição, tenta­ ram diminuir o sofrimento, envol­ veram-se no campo social. Nem sempre tiveram sucesso, mas to­ dos possuíam uma proposta. Eu quero crer que nós atingiremos condições bem melhores do que hoje estamos enfrentando. Para divulgar o trabalho que faz, qual seria a melhor opção? Vir na praça e participar. É ne­ cessário se envolver com isso. A participação extra não ocorre com frequência, mas nós fazemos o que está a nosso alcance. Quais seriam as outras formas de ajudar a amenizar o problema das pessoas? Trazer um bombom, uma bala, uma palavra carinhosa, uma cami­ seta. Socorrer as pessoas. Ser pre­ sente. Esse tipo de assistência é realmen­ te eficaz? Será que essas pessoas não perderiam a capacidade de se indignar perante a sua condição? Nós registramos a história da vara e do peixe. Eles não têm mais condições psíquicas, braços, rumo, não têm mais nada. Eles não pedem julgamento, mas comida para se alimentar, roupa para se aquecer. Qual seria a saída definitiva? Todos se envolverem com cari­ dade, auxílio, sem se intitularem juizes. ■

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Fotos: Nicola Labate

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A partir da dé cada de 90, os museus voltaram a ditar as tendê ncias das artes plásticas, que estavam nas mãos das galerias, e se transform aram em centros culturais ao oferecer várias atividades artísticas aos paulistanos. Mas, para ostentar essa posição importante, são necessários dinheiro e agilidade. Normalmente geridas pelo governo, as instituições sofrem com a morosidade e a falta de recursos oficiais. Para solucionar o problema, algumas pessoas criaram entidades civis sem fins lucrativos, as sociedades trabalho cuidadoso

dos detinha o povo que corrialapressado diante Ida teca do Estado. Enquanto isso, ;s peças de cobre dançavam despreocupaiidas no ar até serem depositadas no ||t e r i o r do majestoso edifício na aiivenid;a Prestes Maia, nao sem o ai issantes que orientavam, aos berros p e “mais pra cá, ser tomado mais pra pelo condutor do veículiIo. Assim, de forma inusitada e convencional, a exposição do francês Aiuguste Rodin foi inaugurada em São ulo. Alguns dias depois e, dessa vez de forma oficial, as estátuas atraíram a multidão, batendo todos os recordes de visitas a um is na cidade. evento de artes

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Antes de ap o rtar por aqui, as obras do escultor percorreram um trajeto in­ trincado: foram embaladas, embarca­ das, desmontadas e remontadas. Até o destino final, no conforto dos pedestais da Pinacoteca, vários contratem pos aborreceram os organizadores. Em qualquer exposição, são tantos os deta­ lhes que envolvem o trâm ite de objetos de valor inestimável, que até o mais perseverante diretor de museu sente-se desanimado. No caso do Rodin, um hors-concours das artes plásticas, o preço que envolve um evento do calibre do exibi­ do em São Paulo se perde em zeros. Segundo o d ireto r da Pinacoteca, Emanoel Araújo, entre o seguro das peças, o transporte, as viagens e as ta-

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xas alfandegárias, o custo para exibir as preciosidades na exposição Expressões do Corpo na Escultura de Rodin, Leopoldo e Silva, Ernesto de Fiori, Brecheret e Bruno Giorgi foi estimado em R$ 900 mil. A esse valor, somam-se inúmeros outros encargos que seriam impossíveis de serem cobertos pelo dinheiro público, mantenedor da mai­ oria dos museus da cidade. Diante do desafio de garantir a boa dose de cultura aos sedentos paulistanos, suprindo a insuficiência do erário, alguns beneméritos cidadãos resolveram comple­ mentar o mister oficial e criaram socieda­ des civis sem fins lucrativos com o único objetivo de apoiar a atividade cultural dos museus. A empatia inicial tornou-se amizade du­ radoura que, inclusive, passou a acompa­ nhar o nome das associações. Generica­ mente, os camaradas das artes são denomi­ nados de sociedade de amigos de museus e se responsabilizam pela viabilização de ex­ posições com maior dinamismo, além de angariar e gerir receitas. As entidades privadas, livres do vínculo estatal, foram idealizadas para servir como um braço independente da Secretaria de Cultura. O empenho das sociedades de ami­ gos é imprescindível para a vida saudável dos museus e, sem ele, segundo a opinião unânime de quem respira cultura, muitas instituições sequer abririam as portas. Mas, por que os museus, utilizando-se da própria estrutura administrativa, não conseguem caminhar a passos firmes? Quem responde é Fábio Magalhães, ex-diretor do Masp, da Pinacoteca e membro da Sociedade de Amigos do MIS (Museu da Imagem e do Som). “A atividade cultural é por si mesmo muito dinâmica e ágil. Para se montar um espetáculo, por exemplo, vá­ rias decisões têm de ser tomadas de última hora. Toda essa agilidade seria impossível através das normas da Administração Dire­ ta, lenta e morosa. Assim, dentro da buro­ cracia, se o museu quisesse contratar deter­ minado serviço artístico, teria de percorrer um caminho complicado e tortuoso. Com o auxílio das sociedades, o procedimento é muito mais rápido, pois, sendo um órgão apartado do Poder Público, não está sub­ metido aos regulamentos que regem os museus.” Traduzindo. Durante o penoso dia-a-dia, as sociedades de amigos são quem suplanta os intermináveis empecilhos burocráticos. Imagine este exemplo corriqueiro: uma ex­

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posição sobre arte plumária que, à última hora, necessite de um antropólogo indianista. Caso não haja previsão orçamentária prévia, avaliação do caixa, levantamento detalhado do melhor preço, requerimento competente etc., as plumas ficarão órfãs de especialista. Por intermédio das sociedades de amigos, o indianista seria contratado com recursos próprios, sem barreiras, sem burocracias e, sobretudo, a tempo. O resultado imediato da intervenção ci­ vil no panorama artístico determinou uma espécie de privatização velada dos museus. Desenvolveu-se uma interdependência cru­

cial entre os dois entes. O caráter eminen­ temente público ainda prevalece no arca­ bouço das instituições, mas a cumplicidade do setor privado tomou-se inafastável. Em última análise, a presença das sociedades de amigos atraiu investimentos vultosos de grandes empresas, fundamentais para a afluência das megaexposições em São Pau­ lo e no Rio, principalmente.

Do Peito Contudo, o trabalho das sociedades não é tão romântico como se possa supor. Le­

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vantar fundos para montagem de exposi­ ções, reunir patrocinadores e viabilizar a política cultural dos museus consomem tempo e algum sacrifício. Isso porque seus membros são pessoas de destaque social. Gente ligada a todo o tipo de atividade, dotada de respeito inquestionável na área em que atua. A lista dos patronos é exten­ sa e ostenta ilustres, como Antônio Ermírio de Morais, Mino Carta, Cosette Alves, Celso Lafer, Olavo Setúbal, José Mindlin, Lygia Fagundes Telles, Paulo Mendes da Rocha e, Rudá Duprat, só para citar, alea­ toriamente, alguns. Os sócios pertencem a diversas socie­ dades que abonam diferentes museus. Mas, comparando-se os registros civis, todas elas se parecem muito, variando ora conforme o número de diretores, ora se­ gundo a forma de contribuições. O museu Lasar Segall, que comemora 30 anos de vida, conta com uma das mais atuantes associações. Seu corpo diretivo é formado por 11 pessoas, divididas entre diretoria, suplência e conselho fiscal. No estatuto de fundação, a entidade ganhou o nome de “Associação Cultural de Amigos do Museu Lasar Segall” e os objetivos da en­ tidade estão traçados no artigo 4o: “A As­ sociação tem por finalidade precípua dar apoio às atividades artísticas/culturais do Museu L. S., auxiliando-o a preservar e divulgar seu acervo artístico, e também estimular as demais atividades que de­ sempenha na sua qualidade de Casa de Cultura e Criatividade.” O brilho considerável que orna os ami­ gos dos museus mostra-se um caminho arejado para obtenção de receitas. “Com um telefonema, a Cosette Alves {presiden­ ta da Sociedade de Amigos da Cinemateca) fala até com o presidente”, assegura Fábio Magalhães. “É muito bom ter alguém com

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A/a página anterior, a imponente fachada da Pinacoteca. Acim a, três salas novas no Museu Lasar Segall, bancadas pela Associação de Amigos e à esq. corredor do Museu de A rte Sacra

a credibilidade dela trabalhando em nome da Cinemateca. Só o fato dela emprestar o nome para o museu já é uma coisa fantásti­ ca.” O Museu de Arte Sacra, através da di­ retora Mari Marino em conjunto com a so­ ciedade de amigos, conseguiu junto a Sie­ mens reformar, de graça, todo o sistema de iluminação do prédio. “Quando preciso de algum material, eu ligo para lá e eles me mandam. As mesas de escritório foram doadas pela empresa. Além disso, obtive um desconto grande na compra de um sis­ tema moderno de telefonia.” O Museu de Arte Sacra, aliás, foi um dos pioneiros ao criar uma sociedade de amigos. O célebre João Marino, pai de

Mari, falecido no começo do ano, desen­ volveu a idéia no fim da década de 80 e, por meio do esforço comum, reestruturou o que era, até então, apenas um depósito. A ressurreição do museu culminou com a monumental exposição em agosto de 96, A Iconografia dos Santos, orçada em R$ 160 mil, incluída a confecção do livro-catálogo. Hoje, o Museu de Arte Sacra é um dos mais visitados de São Paulo e sobrevive de doações, admissões, patrocínios e venda de souvenirs. Na maioria dos museus, o Estado res­ ponde somente com os gastos da manuten­ ção geral e serviços gerais de vigilância, limpeza. As sociedades de amigos se in­

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cumbem das divisas empregadas nos pro­ jetos culturais. Ou seja, todo o dinheiro destinado às atividades inerentes à institu­ ição ingressa no caixa da entidade privada. Sem intermediários. E está aí a grande vantagem.

Caminho Livre Ausente o braço moroso da Administra­ ção Pública, as sociedades zelam pela inte­ gridade financeira dos museus. A prestação de contas é rigorosa e todo montante ame­ alhado, depois de investido, deve ser anali­ sado pelos contribuintes. A agilidade no trato com o tesouro possibilita o sucesso das exposições. O contato com patrocina­ dores, o preço das entradas, as doações, en­ fim, toda a verba que aterrissa no museu advinda de fontes particulares passa pelas mãos prudentes dos amigos, com a garan­ tia de que será utilizada em benefício úni­ co da instituição. Além do cuidado extremo na lida finan­ ceira, as associações respondem pela aplica­ ção do dinheiro. O processo funciona assim: definida a política cultural do museu, os projetos são apresentados a empresas patro­ cinadoras ou, quando carecem os interessa­ dos, bancados com recursos próprios. Caso haja pretendentes (cooptados através do suor dos sócios), viabiliza-se o projeto e a exposição é montada. A recente mostra de Piranesi, na Pinacoteca, empacou na alfân­ dega e a liberação foi bancada com recursos da sociedade; os desenhos de Lirigran cus­

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taram R$ 33 mil, sendo que 20 deles saíram do caixa dos parceiros. Apesar da grande autonomia usufruída pelas sociedades, elas não têm o poder de interferir na gerência do museu. Devem, ao contrário, dispor de to­ dos os esforços para possibilitar as campa­ nhas planejadas. No entanto, o relaciona­ mento entre os dois corpos diretivos é mar­ cado pela harmonia. Carlos Fernando, dire­ tor do Lasar Segall, também encarregado da superintendência da sociedade de amigos, define os encargos da entidade. “A Associ­ ação não tem vontade própria, ela não gera projetos. Funciona como um instrumento para realizar os interesses do museu.” Em diversas ocasiões, há quem exerça os dois cargos ao mesmo tempo. Nos prin­ cipais museus da cidade, não se vê o menor sinal de cizânia. Existe, na verdade, um concerto de boas intenções. “Todos os inte­ ressados são do ramo e o trabalho é total­ mente voluntário” , conclui. A parceria amistosa foi uma das responsáveis pelo boom vivido pelas artes plásticas a partir do fim do governo Collor. O limiar dos anos 90 marcou, ainda, a derrocada das galerias como foco principal da produção cultural na cidade. A incursão maciça do capital privado nas artes plásti­ cas permitiu aos museus recobrarem para si os eventos que, até a década de 80, eram exibidos pelas galerias, com interesses ex­ pressamente comerciais. O esforço dos amigos reconduziu a trilha do dinheiro, in­ dicando os espaços públicos como os ideais para receberem as obras de arte.

O cinem a do Museu Lasar Segall e a obra principal do p in to r ucraniano têm apoio fundam ental do dinheiro privado

Sem o auxílio das sociedades e, por conseqüência, do capital privado, os mu­ seus seriam incapazes de recuperar a força cultural. Esse movimento migratório foi de­ terminante para o aumento da popularidade experimentado pelas artes plásticas, uma vez que, nas prateleiras dos museus, as pe­ ças têm como função principal serem apre­ ciadas e admiradas, enquanto o cunho mer­ cantil, prevalente nas galerias, fica em se­ gundo plano. A criação das sociedades de amigos, enfim, contribuiu para democrati­ zar uma atividade historicamente elitista.

E a Grana? Além de viabilizar projetos, as socie­ dades de amigos precisam angariar os re­ cursos imprescindíveis. Os altos custos das exposições não podem ser pagos ape­ nas com o dinheiro das entradas ou das contribuições. Trazer obras de Picasso, Rodin e Miró depende de pecúnia grossa, proveniente de grandes empresas interes­ sadas em veicular a marca à cultura. Essa permuta geralmente ocorre a partir do in­ centivo presente nas leis de dedução fis­ cal (ver box). As sociedades passam a cumprir o papel de aliciadoras de modernos mecenas. Atra­ vés da labuta dos sócios e da força instituci­

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I onal das obras trazidas, muitas exposições de grande porte vêm sendo custeadas por empresários. O trabalho jesuíta implica na catequese dos céticos quanto à força publici­ tária presente na cultura, principalmente no tocante às artes plásticas. “Nós batemos de porta em porta. Qualquer valor, como R$ 100, é importante”, assegura Mari. Reflexos da interação dinheiro-arte podem ser obser­ vados por toda a cidade. Desde os enormes cartazes com o dístico Ouça Monet, pendu­ rados por toda a avenida Paulista, anuncian­ do a qualidade do áudio na exposição do mestre francês, patrocinado por uma empre­ sa de eletrônicos, passando pela reforma da Igreja de São Cristovão (em frente à Pinaco­ teca), bancada por capital privado, até a es­ cultura representando uma aranha, de Louise Borgouase, adquirida por uma grande banco durante a última Bienal, e exposta no pátio da agência matriz. Além disso, o aluguel das dependências dos museus para realização de eventos va­ riados costuma ser utilizado para engordar as algibeiras. Em decorrência de impedi­ mentos legais, o dinheiro do arrendamento não pode seguir direto para o museu. Pre­ cisa baldear primeiro pelos cofres das as­ sociações. A Pinacoteca tem o hábito de ceder alguns dos seus espaços; o Museu de Arte Sacra só não o faz por falta absoluta de locais apropriados; já o MIS, na busca heróica de organizar e informatizar o acer­ vo que relata a história visual e sonora do país, está implementando o sistema. Outra forma de rechear o caixa, a con­ tribuição regular em parcelas periódicas, pesa pouco na receita total. A Casa das Rosas cobra R$ 50 anuais de cada sócio que, em troca, recebe os catálogos e a pro­ gramação do museu. No Museu Lasar Segall, o valor a ser pago é livre. Dos 600 sócios cadastrados, 400 pagam religiosa­ mente o valor avençado, em média, em R$ 15 mensais. O diretor do museu adver­ te que o contribuinte contumaz não tem os mesmos benefícios do patrocinador even­ tual. “Esse sócio é anônimo e o retorno que ele recebe é ínfimo.” No mesmo sen­ tido, Mari explica. “A lei não beneficia o doador fiel. Só prevê incentivos a quem patrocina algum evento.” O exemplo positivo vem de fora. No Metropolitan Museum de Nova Iorque, um dos maiores do mundo, o Membership Club (espécie de clube para os membros do museu) oferece inúmeras vantagens aos filantropos. Quem contribui com uma

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quantia acima de US$ 7 mil anuais (pata­ mar mais alto das doações) tem direito a jantares suntuosos nas dependências do museu, tours privados, medalhas comemo­ rativas, entre outras regalias. Além disso, US$ 6,8 mil podem ser deduzidos dos im­ postos. O mais impressionante é que do to­ tal arrecadado em 1996, 12,6% foram pa­ gos por sócios, enquanto 10,6% provieram das admissões. O Metropolitan funciona em um sistema de gestão parecido com os museus do Esta­ do de São Paulo, ou seja, está submetido a um regime público e subsiste com verbas da cidade de Nova Iorque, além de doações públicas e privadas. Mas, o museu america­ no acumulou, no ano passado, entre patri­ mônio artístico e receitas recebidas em es­ pécime, nada menos do que (não derrube o queixo) US$ 1,212 bilhão! É de dar inveja. Voltando à realidade palpável dos reais,

o valor percebido pelos pares nacionais é muito inferior. Enquanto os patrocinadores de maior porte, interessados apenas em fi­ nanciar grandes eventos, investem espora­ dicamente, o pequeno contribuinte não vê vantagem nenhuma ao pagar parcelas cons­ tantes. Sobra o Poder Público, mas a féria destinada aos museus cobre apenas os gas­ tos estruturais.

Dificuldades Na luta pela sobrevivência, na tentativa de convencer empresários cautelosos a co­ laborarem com a causa digna, no esforço de se esquivarem da burocracia e da in­ competência, as associações de amigos de museus sofrem provações diárias. São en­ traves tão mesquinhos a serem suplantados que, às vezes, parecem piada; brincadeira de mau gosto.

instituição que conta apoio das sociedades de amigos, o MAC, na Cidade Universitá­ ria, utiliza a associação para aferir o dinheiro que recebe

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A Sociedade de Am igos da Cinem ateca, através da sua presidenta Cosette Alves, obtém diversos recursos para a sala de cinem a facima a entrada do cinema )

0 diretor do Lasar Segall conta um epi­ sódio exemplar. Há uns dois anos, estava sendo organizada uma retrospectiva da obra do patrono da casa a ser exibida em Berlim, bancada integralmente por uma instituição alemã. 0 cuidado foi tamanho que até o filme fotográfico para manufatu­ ra do catálogo foi enviado pelos europeus. Ocorre que na última hora faltou dinheiro para a revelação das fotos, cuja ausência determinaria a desgraça do livro. 0 museu, sob responsabilidade de uma autarquia fe­ deral, o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), não dispu­ nha das quimeras, necessárias para o singe­ lo serviço. Diante da urgência monetária, a associação de amigos foi interpelada e sal­ vou a exposição. Essa fábula real ilustra bem como as so­ ciedades driblam os empecilhos criados pelo Poder Público. “Lidamos com solu­ ções inversamente proporcionais aos pro­ blemas. A burocracia trata igualmente um centavo e um milhão”, desabafa Carlos

A c u ltu ra e as leis d e in c e n tiv o 0 ingresso da iniciativa privada no

ori, Brecheret e Bruno G iorgi; os R$ 500

m undo das artes plásticas não se deve,

m il da m ostra do escultor A ristide M aillol

somente, ao esforço das associações de

e 30% dos US$ 200 m il; gastos em uma

am igos. As leis de incentivo à cultura são

mostra de Lasar Segall em Nova Iorque.

um grande atrativo tanto para empresas

Em vista da lei, uma grande empresa

com o para, pessoas físicas patrocinarem

recebe cerca de dez projetos mensais in­

exposições.

teressados na verba institucional. Ela in­

Nos três âm b ito s ad m in istrativo s União, Estados e M unicípios - existem

veste entre R$ 1000 e R$ 50 m il nos pro­ gram as culturais. A Lei de Incentivo à

leis que deduzem do fu ro r fiscal parte do

Cultura (LINC), editada pelo governo es­

que é investido em cultura. A lém do atra­

tadual em 1994, criou o Programa Esta­

tivo financeiro, o m arketing institucional

dual de Incentivo à Cultura que, dentre

de patrocinar artistas de renom e interna­

outras atribuições, perm ite

cional, vinculando a empresa ao evento,

vadores (doadores, legatários, produto­

é m uito apreciado.

aos incenti-

res, realizadores etc.) reduzir a incidência

Há inúm eros exem plos de exposições

do ICMS.

bancadas por empresas, através de leis

Os projetos aprovados pela Secretaria

de incentivo. A principal, a Lei Rouanet,

de Cultura poderão deduzir em até 80%

de com petência federal, editada em 1995,

do valor investido. A Pinacoteca, quando

prevê, no caso de pessoa jurídica, a dedu­

trouxe Niki de Saint Falle no ano passa­

ção de 40% sobre o valor das doações e

do, custeou, através da LINC, R$ 32 m il

de 30% sobre v alor dos patrocínios, no li­

dos R$ 40 m il equivalentes ao preço total

mite de 10% do im posto sobre a renda.

da mostra. Além disso, o museu dispõe

U tilizando-se

de R$ 450 mil a serem utilizados, neste

desse

e x pediente,

uma

grande empresa patrocina diversos even­

ano, para bancar outros projetos.

tos, com o a ilum inação do Museu de Arte

Em âm bito m unicipal, foi editada a Lei

Sacra. Um grande banco pagou os R$ 900

10.923, em 1990, de autoria de Marcos

m il da Expressões do Corpo na Escultura

M endonça, que prevê dedução de IPTU e

de Rodin, Leopoldo e Silva, Ernesto de Fi-

ISS até o lim ite de 20% do valor devido.

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Fernando. “O pior é que o governo tam­ bém não cumpre suas próprias normas. O prazo estipulado para a liberação das ver­ bas, por exemplo, raramente é respeitado.” Outra situação circense impingida pelo desmazelo público é a proibição imposta ao museu de contratar novos funcionários. “Mesmo se alguém for embora, não pode­ mos repor o lugar” , lamenta. O Lasar Segall, por estar vinculado ao MEC (Ministério da Educação e Cultura), recebe tratamento diferenciado dos demais museus públicos de São Paulo, sob respon­ sabilidade do governo estadual. Estes são regidos pelo DEMA (Departamento de Museu e Arquivo), ligado à Secretaria da Cultura. O orçamento destinado para 1997 é de R$ 7 milhões, a serem investidos em todo o Estado. Indagado sobre a importân­ cia das sociedades de amigos, o diretor do DEMA, Carlos Alberto Dêgelo, respon­ deu: “Estas parcerias são uma forma ideal e necessária para a participação da socie­ dade civil nas ações do governo. Estas ins­ tituições têm entendido e procuram da me­ lhor forma somar esforços para consecu­ ção de objetivos comuns. Assim, o relacio­ namento entre o DEMA e as associações de amigos têm sido o melhor possível.” Apesar do benefício inquestionável se­ meado pelas sociedades, não são todos os museus que contam com esse auxílio. Não há nenhuma entidade civil por trás do MASP (mas o museu está em vias de criar uma) e, no MAC, a associação de amigos desempenha apenas o papel de contadora, demonstrando os gastos aos patrocinadores. O futuro das artes plásticas, no entanto, reside na feracidade dos companheiros da cultura que se uniram com um objetivo ab­ negado de promover a saúde perfeita dos museus. Eles são uns dos responsáveis por São Paulo assomar novamente ao roteiro seleto dos grandes eventos mundiais e pela participação crescente da iniciativa privada no fomento cultural. Se os museus estran­ geiros estão mais complacentes em ceder as obras e os nossos, fanáticos em recebêlas, muito se deve ao trabalho estrepitoso dos amigos. No fim, quem agradece é o pú­ blico que, enfim, pode apreciar o que há de melhor em sua própria cidade. 1

A fachada e o interio r do Museu de A rte Sacra recebe ilum inação profissional, que só fo i possível graças ao capital privado

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ELEIRO DE Numa região de grande efervescência cultural, onde convivem todas as tribos artísticas e local das instalações do futuro Sesc Pinheiros, o Babel reúne a cultura emblemática dos anos 90

m senhor dirige seu autom ó­ vel p ela rua Paes L em e, P in h eiro s, quando percebe que está ficando sem com bustível. Avista um posto e encosta para abaste­ cer. Leva um grande susto ao perceber que o frentista é uma exótica dragqueen e, à sua volta, uma m ultidão, na sua m aioria vestindo roupas não con­ vencionais, assiste a um show em que um hom em esm urra uma m áquina de lavar roupas. Pode parecer loucura ou sonho, m as é pura realidade. Nas dependências de um antigo posto de gasolina, de uma casa de espetáculos e um galpão abandonado, o Sesc reali­ zou, de 2 a 15 de junho, o Projeto Babel que, reunindo novas tendências e trabalhos de vanguarda, iniciou as atividades culturais da futura unidade do Sesc Pinheiros e encerrou a Temporada Sesc Outono/97.

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Babel procurou dar voz às formas de expressão emergentes, apresentando o trabalho de 90 criadores e comprovou que a arte contem porânea existe, vive e respira com força, ainda que seus artis­ tas não tenham o devido reconheci­ mento. A program ação contou com performances, vídeos, shows, exposi­ ções, moda, dança e comportam ento. Um a das marcas do evento foi a falta de sem elhança entre os trabalhos. Algumas artistas abordaram questões feministas; Renata Jesion, no espaço designado como Vitrine, incorporou as prostitutas da Red Light, bairro de Amsterdã. A atriz e artista plástica americana Karen Finley utilizou voz, corpo e arte para denunciar os abusos sofridos pelas m ulheres. Cabelo, um dos convidados a representar o Brasil na Documenta de Kassel deste ano, apresentou Cefalópode H eptópode,

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onde derramou óleo de soja e álcool em um aquário com peixes e depois ateou fogo, sem matá-los. A dança tam bém confirm ou sua presença, com m ontagens de novas com panhias e propostas diferencia­ das. M arcelo G abriel, com um a lin­ guagem particular, m ostrou sua ver­ são do clássico de Tchaikovsky, O Lago dos Cisnes, enquanto E liana de Santana e W elington apresentaram ao público Tragédia Brasileira, baseado em texto de M anuel Bandeira. O m es­ tre do butoh K azuo O hno, no prim ei­ ro dia do evento, causou surpresa ao realizar um a perform ance na pista de dança, ao m esm o tem po que visitava as instalações do posto. Tendências musicais dos mais varia­ dos estilos, do tecno à M PB, passando pelo rock com influências regionais, tam bém tiveram grande sucesso e

Alguns eventos do Projeto Babel ocorrido no espaço do futuro Sesc Pinheiros

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repercussão. Na área teatral, Gerald Thomas causou furor com o seu “acontecim ento” , como ele próprio definiu, em Os Reis do Iê-Iê-Iê. A Com panhia Opera Seca retratou os delírios de John Lennon nos dois minutos que separaram o m omento em que foi baleado e a sua morte. Fechando o festival, Zé Celso e a Uzina Uzona celebraram o fim de Babel com um inusitado Happening/ Performance e com uma grande festa com todos os participan­ tes do evento e o público presente. Ao contrário do mito da torre de Babel segundo o qual as línguas faladas eram tantas que seus habi­ tantes não conseguiam se entender, o evento Babel comprovou que o intercâmbio entre as diversas ex­ pressões contemporâneas é enriquecedor. O projeto, localizado numa área da cidade com grande vocação comercial e cultural, veio catalisar o potencial aglutinador que Pinheiros apresenta desde a sua fundação.

Aldeia A região que abrigou o Projeto B a­ bel nasceu às m argens do Rio Jerivatuba, atual Pinheiros, como aldeia indígena form ada por cerca de 800 habitantes, aglom erados em torno de uma capela conhecida pelo nome de N. Sra. Dos Pinheiros. O povoado ori­ ginal foi, em 1590, atacado pelos tupiniquins que incendiaram a igreja e queim aram a imagem da santa. Pos­ teriorm ente, o lugar estabeleceu-se como porta de entrada ou saída da Vila de São Paulo e retom ou seu cres­ cim ento. Quando Portugal passou ao domínio espanhol, N. Sra. de M onte Serrate tornou-se padroeira da região e ali foi construída uma nova igreja que recebeu o nome da santa. A aldeia dos jesuítas do século 16 transform ou-se numa aglom eração de tropeiros que vinham vender suas

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a

m ercadorias em carros de boi no início do século 20 A vila contava com cerca de 200 casas distribuídas ao longo de sete ou oito ruas. Em 1904, surge a prim eira linha de bonde ligando Pinheiros ao centro da cidade. Um núm ero crescente de com erciantes, vindos da outra m argem do rio, chega­ vam ao local com suas botas pendura­ das na ponta de um a vara e lavavam os pés sujos de lam a para entrar no bonde. Em 1907, é criado o M ercado Rural de P in h eiro s, cham ado de M ercado dos Caipiras, que em prestou o nome dos vendedores da outra m ar­ gem do rio. Dessa form a, Pinheiros prosperou como núcleo receptor da produção ag ríco la v inda de Itapecerica, Cotia e Itu e firm ou-se como centro de com ércio atacadista. A pri­ m eira fábrica de sapatos do bairro foi instalada em 1911 com o nom e de Casa Lídia. A sapataria ostentava um a im ensa placa: “G rande Fábrica de Calçados a Vapor” . No seu rastro vie­ ram a C asa C icle B rasil, a C asa C entenário, a Loja dos Dois M il Réis e a Casa Pequena, tradicional casa de ferragens que existe até hoje. O bairro de Pinheiros que atual­ mente fornece transporte público para todas as regiões era servido pelos bon-

des 29, conhecidos por “cam arões” e pelo Caradura. No Diário da Noite de 6 de setem bro de 1928, na seção car­ tas dos leitores encontra-se a seguinte nota: “ Sr. Redator: Disseram -m e que no M ercado de Pinheiros yinham cai­ piras vender gêneros em boas condi­ ções. Fui ver e tomei o já fam oso

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bonde 29..., que cham am de “ cam a­ rão” , m as que é, em verdade, um bar­ ril de sardinhas prensadas. B ancos repletos e m ais de 30 passageiros em pé. Cestas de verduras, caixas de fer­ ram entas e bem na entrada três bojudas trouxas de roupas sujas. D esasseio geral. Não conhecia Pinheiros, nem

C erqueira César. N em tam pouco todo a rrab ald e que co m eça na av. M unicipal e cresce pela encosta até Pinheiros. A ssim , já a partir da rua Theodoro Sam paio, onde estão em construção os edifícios da E scola de M edicina e do Instituto de Phisiologia do E stado, eu tive despertada m inha adm iração que ia aum entando a m edi­ da que iam aparecendo construções novas na rua Theodoro Sam paio (...)” O bairro m ais antigo de São Paulo tam bém se tornava, devido ao seu desenvolvim ento, o m ais bem -equipado, perdendo apenas para o elegante centro da cidade. A lbertino Iasi, fun­ dador do jornal O Pinheirense, atual Gazeta de P inheiros, relem brava o bairro na década de 30, na crônica Os bengalinhas, publicada no dia 7 de setem bro de 1956: “Pinheiros era um a cidade dentro da cidade. Nós éram os um burgo distante do Triângulo. Já tínham os o nosso cinem inha, bares, confeitarias, bilhares e sinucas, enfim , tínham os vida própria e até um clube distinto e luxuoso para as fam ílias da Eventos do Babel: Karen Finlen (acima à esq.), instalação de Edilson Viriato (acima à dir.) e Video-instalação de Lucila M eirelles (ao lado)

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elite.” De fato, em fins dos anos 30, a região ad­ q u iria um a fisio n o m ia urbana beneficiada pelos prim eiros serviços públi­ cos de água encanada e pavim entação das princi­ pais vias. N a época, P i­ nheiros estava equipado com duas salas de cine­ m a (o Cine B rasil e Cine P inheiros), um a H ípica, u m sistem a h o sp italar, um a Faculdade de M edi­ cina, um a rede oficial de colégios, com três esco ­ las, um jo rn al, o Instituto M édico L egal, um cem i­ tério, clubes às m argens do Rio Pinheiros, um a co o p erativ a ag ríco la (a prim eira do B rasil), um m ercado m unicipal e um com ércio em ascensão. N a década de 40, o bair­ ro apresentava-se densa­ m ente edificado, o que im possibilita­ va determ inar seus lim ites. Pinheiros avan çav a em d ireção à C erq u eira C ésar e acrescentava novas áreas ao antigo núcleo. A tualm ente, alastra-se em direção à Vila M adalena, Jardim P aulistano, Jardim A m érica, Jardim das Bandeiras e Vila B eatriz. A região vem crescendo com ercialm ente mas sem abandonar seu caráter de bairro residencial.

A cidade dentro da cidade O bairro que nos anos 80 foi berço de um a fértil geração de m úsicos com o Arrigo B am abé e Itam ar A s­ sunção e apresentava locais com o a Casa7, onde os pintores N uno Ram os, Carlito Carvalhosa e Rodrigo Andrade desenvolviam um a linguagem bastan­ te rep re se n ta tiv a , com provou que pode ser m ais um a vez palco para as n ovas m an ifestaçõ es a rtísticas da década de 90. A liás, a fertilidade da região tam bém aparece em outras áreas. O Lgo. da B atata, por exem plo, o ferece tran sp o rtes coletivos para todos os cantos da cidade, agregando um a m ultidão de pessoas que passam p or ali ou fazem baldeação para outros p o n to s. A lém dos ô nibus,

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Livraria da Vila (abaixo), Igreja do Calvário onde ocorre uma das maiores quermesses de São Paulo (ao Lado)

irm -t-E E IB S

ifrrüfrr-gi!

i r r '•eüteüM ic c m iK ia i!

Pinheiros ainda conta com o serviço ferroviário e em breve, será servido pela linha Clínicas-O ratório do m etrô. Na área gastronôm ica, observa-se uma grande variedade de restaurantes que vão desde a com ida típica brasi­ leira, como a m ineira e a baiana, pas­ sando pela cozinha francesa, espanho­ la, italiana, japonesa, até a exótica m arroquina. Na rua Aspicuelta, Vila M adalena, o restaurante M aria apre­ senta um cardápio transcultural que m istura massas italianas ao tem pero tailandês, hambúrgueres aos sabores apimentados do Nordeste brasileiro. O bistrô D anton, localizado na M ourato C oelho, 740, contraria o mito de que a cozinha francesa é necessariamente cara. O menu com ­ pleto, com entrada, prato principal e sobrem esa, pode custar R$ 20,00. Com as mesas sempre ocupadas, o Dom Curro é considerado o melhor restaurante espanhol da cidade. Aos 40 anos de existência, mantém a qua­ lidade excelente de sua paella. O tradicionalíssim o Rei das Batidas, esta­ belecido atrás da igreja N. Sra. de

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M onte Serrate, possui em seu cardápio sucos e batidas à base de frutas e de fórm ulas m isteriosas, além do fam oso sanduíche de calabresa e queijo. Aos sábados, um a ótim a pedida após a feira da M ourato Coelho é o agitado Bar das Em panadas, que reúne um público jovem em suas m esas na cal­ çada até altas horas. Pinheiros tam bém é um agitado bairro noturno. Vários bares e danceterias se estabeleceram na região. O Bar Avenida, na Pedroso de M orais, recém -reform ado, apresenta grandes bandas para quem quiser dançar ao som da salsa, m erengue, pagode, dan­ ças de salão ou forró. Antes de abrir a pista, um musical de W olf M aia, o Quatro C arreirinhas, entretém a pla­ téia. M as, a região m ostra que em m atéria de pistas de dança é eclética e sem preconceitos. A fam osa gafieira do Sandália de Prata, o arrasta-pe do Rem elexo e do Galpão 16, o som da black music do Dolores e os hits dos anos 70 e 80 do N ias, fazem as noites, não só de sexta e sábado, mas de todos os dias da semana. Para os mais carna­ valescos, a rua Girassol transform a-se, às sextas, em quadra de ensaio da escola de samba Pérola Negra. As igrejas da região, como na sua fundação, ainda mantêm forte vínculo com a comunidade através das festivi­ dades típicas e santas. A N. Sra. de

M onte Serrate prom ove um a rom aria e festa da padroeira no dia 8 de agos­ to e, no dia 27 de julho, uma com em o­ ração a São Cristóvão. A igreja do Calvário, dos dias 31 de maio a 29 de ju n h o , organiza um a das m aiores querm esses da cidade. Em termos culturais, o bairro tam ­ bém está m uito bem-equipado. A edito­ ra Ática acaba de inaugurar um shop­ ping cultural que assusta pelos seus números. São cinco pavimentos onde estão distribuídos 300 mil volumes, num total de 105 mil títulos de livros nacionais e estrangeiros, além de 107 mil CDs, uma sessão infanto-juvenil e outra destinada a softwares e multimí­ dia, uma papelaria, um café e um espa­ ço para eventos. Para quem prefere um lugar aconchegante com vendedores bem-informados, a Livraria da Vila é uma grande pedida. Com um total de 22 mil títulos, a casa organiza noites de autógrafos e lançamentos de livros. Há um pequeno sebo e um café. A região ainda é servida p o r três bibliotecas: a infanto-juvenil Álvaro Guerra, a Alceu Am oroso Lim a e a biblioteca do Instituto Goéthe. Para os interessados na cultura alemã, o acervo do Goéthe reúne mais de 15 mil títulos, uma videoteca com mais de mil e 200 fitas como o Gabinete do Dr. Caligari e o Anjo Azul, além de uma filmoteca com cópias 16 milímetros, cassetes, periódi­

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cos e alguns títulos em CD -ROM s. D esde o ano passado, a biblioteca ainda oferece pesquisa via Internet.

Instituto Goethe (acima), Igreja Nossa Senhora de M onte Serrate, m arco inicial do bairro de Pinheiros (ao lado)

Atrações Culturais Com a dupla função de escola e tea­ tro, o Espaço Brincante do ator, m úsi­ co e diretor Antonio Nóbrega tem leva­ do um repertório que muito combina com o trabalho de seu fundador. Num antigo galpão de um a fábrica inativada na Vila M adalena, o Brincante conta com um a estrutura de salas, oficinas e um teatro com arquibancada com 130 lugares onde são realizadas peças, cur­ sos de interpretação teatral, artes plás­ ticas, canto, m ím ica, práticas circenses e execução m usical. N a m esm a linha, O Piccolo apresenta espetáculos tea­ trais, shows de músicas e cursos de artes. O bairro ainda conta com as salas do tradicional clube A Hebraica e o teatro da Cultura Inglesa que apresenta um a program ação eclética, recebendo desde renom ados artistas ingleses a alunos da escola. O Sesc Pinheiros, localizado na avenida Rebouças, oferece um a série de serviços culturais, como exposições de artes plásticas, cursos e palestras, além de atividades físicas, caminhada pelas ruas do bairro e a ginástica volun­ tária. Para a Terceira Idade, desenvolve um program a pioneiro de visitas a

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m useus, parques, teatro e centros cultu­ rais. Apesar de sua atuação, a unidade encontra-se im possibilitada de atender a toda dem anda da região. Dessa form a, o Sesc, em breve, construirá um m oder­ no centro cultural no espaço onde foi realizado o Projeto Babel que irá m ovi­ m entar ainda mais a região. Pinheiros, que já foi servido por várias salas de cinem a como os Cines Santa Luzia, Goiás e Fiam etta, no pro­ cesso de expansão e desenvolvim ento, perdeu suas salas e deu espaço para os cinem as dos shoppings. O único cine clube da região é a Sala C inem ateca, antigo Cine Fiam etta, que encontravase abandonado e foi reativado graças à Sociedade dos A m igos da Cinem ateca. A tualm ente, apresenta um a program a­ ção não-com ercial com ciclos de docu­ mentários e debates, envolvendo auto­ res, críticos e público. A p esar da m aioria dos eventos ocorrerem em estabelecim entos co­ m erciais, as ruas da Vila M adalena e a praça da Benedito Calixto estão há anos prom ovendo cultura e diversão no bairro. Todos os sábados, a praça é

tom ada por dezenas de barracas que vendem desde antiguidades e curiosi­ dades, com o coleções de caixas de fósforos e bolinhas de gude, até m o­ dernos acessórios feitos à m ão. O quiosque reservado à gastronom ia é disputado e oferece deliciosos acara­ jés, tortinhas indianas e doces casei­ ros. U m a vez por ano, a Feira da Vila reúne artesãos, circenses, quituteiros e toda espécie de gente que quer ver ou m ostrar seus trabalhos, A feira é autosustentável e atrai um núm ero muito grande de pessoas. Organizada pelo Centro Cultural Vila M adalena, já está na sua vigésim a edição. Palco ideal para a confraternização de velhos am i­ gos e ex-m oradores, a Vila se transfor­ ma num festivo ponto de encontro que chega a reunir, em m édia, 200 mil pes­ soas durante um só dia. Nesse cenário, um local de cultura e lazer com o a nova instalação do Sesc Pinheiros só vem estim ular e agregar os m oradores e m esm o aqueles que são atraídos d iariam en te à região. Haja vista a enorm e festa na qual se tom ou o Projeto Babel. ■

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Saúde P or T odos

os P oros

Atividades propostas a prevenção em detrimento

físicas desenvolvidas diferenciadas aju e a manutenção de conceitos

essoas deitadas no chão, gritando e esperneando desesperadamente como se estivessem à beira de um colapso. Ao contrário do que pos­ sa parecer, essa é uma das inúmeras atividades físicas proporciona­ das pelo Sesc em busca de uma saúde melhor. É um dos exercícios da aula de Bioenergética, realizada na unidade Ipiranga, uma ginástica diferen­ ciada que usa o corpo e as emoções. A filosofia do Sesc, em relação às ativida­ des que propõe, é diferente da de qualquer outra academia. Hoje, percebe-se que o culto ao corpo está presente em todos os momentos do nosso cotidiano. Seriados de televisão, propaganda, academias de ginástica lotadas às vésperas do verão. Enfim, em quase todos os setores da sociedade vende-se um modelo físico único que desvaloriza a naturalidade e a identidade de cada indivíduo. A corrida às academias com intuito de se obter o “corpo per­ feito” faz com que a maioria das pessoas se desespere em horas de esforço físi­ co não pelo cuidado com a saúde, mas em busca de uma estética mais valori­ zada. A situação se agrava com um fato: em grande parte dos casos, os alunos não têm qualquer orientação ou trabalho educacional sobre o que estão fazen­ do e não existe a preocupação de transmitir o conhecimento. Outro grande vilão da boa saúde é o sedentarismo. A rotina de trabalho diá­ rio e a falta de atividades físicas são grandes causas de graves problemas de saú­ de. Estudos realizados em 25 mil ex-alunos de Harvard revelaram que 54% do risco de se morrer de problemas cardíacos depende do estilo de vida da pessoa.

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A porcentagem de câncer é de 37%, en­ quanto que a de um derrame cerebral é de 50%. Uma pessoa ativa, que pratica algum tipo de esporte, diminui em 66% os riscos de morte prematura. A simples mudança do grau sedentário para pouco ativo reduziria em 200 mil o número de mortes, só da população do Estado de São Paulo, em cinco anos, segundo o Celafiscs (Cen­ tro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul). Por esse benefício, as medidas preventivas em rela­ ção à saúde são cada vez mais valorizadas. A prevenção é ponto fundamental da filosofia do Sesc que, com uma proposta totalmente diferenciada das academias de ginástica tradicionais, privilegia a manu­ tenção da saúde dentro dos limites e pos­ sibilidades do aluno. Objetivos como a perda de peso não são descartados, mas a prioridade é conseguir que o corpo esteja saudável, independentemente da estética. Também é um ponto fundamental oferecer condições para que o aluno entenda e aprenda o que está fazendo, as quais per­ mitam que ele realize sozinho exercícios para a boa saúde.

Autoginástica A ginástica voluntária, um dos cursos mais populares, presente na programação de diversas unidades do Sesc, segue essa linha. Os participantes podem fazer todas as atividades de uma academia convenci­ onal. A diferença é que nesses locais os exercícios são feitos separadamente, de maneira individualizada, dependendo das necessidades do aluno. Na ginástica vo­ luntária, o aluno escolhe o tipo de ativida­ de que deseja fazer, desde que esteja se exercitando corretamente. Maria José Fi­ lha faz a ginástica voluntária na unidade do Sesc Pinheiros. Ela conta que procu­ rou a aula para perder peso e sua inscrição foi realizada através da empresa na qual trabalha, o Condomínio Conjunto Nacio­ nal. “No começo eu só pensava em ema­ grecer. Descobri que tinha um problema circulatório e por isso ficava inchada. Passei a fazer a ginástica para solucionálo. Melhorei a minha saúde, comecei a perder peso e já emagreci sete quilos” , conta. Maria foi orientada para que seu problema de saúde tivesse uma melhora.

A aula de hidroginástica (abaixo) e a natação (pág. anterior) são atividades recom endadas para problem as estruturais

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Ela afirma que aprendeu os exercícios e depois os aplicava em casa. A perda de peso foi decorrência da melhora de seu estado de saúde. Flávia é colega de classe de Maria e sofre de asma. Por isso, pratica atividades físicas desde pequena. Ela conta que já participou de aulas em academia: “Fazia natação em uma piscina pequena e a gi­ nástica não tinha qualquer acompanha­ mento. O instrutor mandava fazer uma sé­ rie de exercícios sem maiores explica­ ções. Aqui no Sesc você sabe o que e o por que está fazendo determinada coisa. É re­ almente uma aula” , afirma. Daniela Mathias, aluna da ginástica voluntária, ressalta outro ponto fundamen­ tal da filosofia do Sesc: a sociabilização. “O clima das academias é de competição todos ficam se analisando, se vigiando. Aqui no Sesc o pessoal é mais variado e despreocupado com aparência física.”

Extravasando emoções A sociabilidade também é um dos pon­ tos fundamentais da Bioenergética, ativi­ dade física que procura atender não só ao corpo, mas principalmente à mente dos alunos. “A Bioenergética trabalha as emo­ ções através do corpo. Cada exercício mexe com diferentes sentimentos, como raiva, tristeza e ansiedade” , conta Ivanilde Sampaio, psicóloga responsável pelo cur­ so. Juntamente com Carmen Nisticó, tam­ bém psicóloga, elas transmitem aos alu­ nos o que estão fazendo, pois o principal objetivo é que eles tenham a percepção sensível da atividade. Um dos exercícios explora o toque. Dois alunos, frente a frente e de olhos fechados, tocam-se mu­ tuamente, procurando trocar energias. No fim, um caloroso abraço. “O mundo está cada vez mais individualista e desumano” , diz Teresa, aluna de Bioenergética. “O abraço é um agradecimento, uma forma de respeito entre as pessoas, um ato que vem se tornando raro” , completa. A Bioenergética, além de cuidar da par­ te física do aluno, também realiza um tra­ balho psicológico. “Ela mexe com a respi­ ração, baseada na obra de Alexander Loen, discípulo de Reich, que por sua vez era dis­ cípulo de Freud. Os exercícios interferem na agressividade, timidez, segurança, autoestima, sexualidade, sempre lidando com a parte emocional”, diz Carmen. Vera, uma das alunas, afirma que a

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Nicola Labate

Yoga (esq.), ginástica voluntária (acima) e bio­ energética (dir.): atividades diversifi­ cadas para boa saúde

Bioenergética alterou a sua vida. “Vim em busca de uma aula de Yoga, para fazer al­ gum exercício, quatro anos atrás”, conta. Ela diz que passou a ter maior autocontro­ le e isso mudou sua forma de relaciona­ mento com as pessoas. “Aprendi a viver com mais tranqüilidade. Mudei o relacio­ namento com os meus amigos e com a mi­ nha família, pois pude me controlar e hoje fico menos ansiosa e nervosa” , afirma. A vida sedentária também é uma gran­ de causadora de problemas físicos e emoci­ onais. Adelaide, também aluna de Bioener­ gética, conta que trabalha o dia todo no es­ critório. As posturas incorretas e o estresse diário, além dos problemas físicos, acaba­ ram por reprimir suas emoções. “Com o trabalho sedentário sentia que estava acu­ mulando rancor. Percebi que passei a ter problemas físicos por não extravasar as mi­ nhas emoções.” Através dos exercícios, que envolvem desde gritos até dança, Ade­ laide passou a se sentir mais aliviada. Segundo o médico Victor Matsudo, responsável pelo programa Agita São Paulo, dez anos atrás o sedentarismo e inatividade não eram considerados fatores de risco à saúde. Estudos posteriores reve­ laram que a inatividade mata mais do que a obesidade, alto colesterol e a hiperten-

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são e alcança o número de casos provoca­ dos pelo tabagismo. Esses dados chama­ ram a atenção da Organização Mundial da Saúde, que passou a incentivar a criação de programas de atividade física em massa, como o próprio Agita São Paulo, e o Challenge Day, em que cidades competem pela maior mobilização da população em uma atividade física durante 15 minutos.

Tratamento sem impacto Um dos mais freqüentes efeitos da vida sedentária são os problemas de coluna. As más posturas causam essa situação, que se torna cada vez mais comum entre os brasi­ leiros. Seja por conta própria ou por reco­ mendação médica, milhares de pessoas re­ correm a um tratamento cada vez mais po­ pular para aliviar ou solucionar a questão: a hidroginástica. O exercício dentro da piscina não tem qualquer efeito colateral e é indicado para o tratamento de problemas estruturais, como dores na coluna, artrose, hérnia de disco, osteoporose e de articulação. “Na água o im­ pacto de um exercício é muito menor. As­ sim, é possível o tratamento desse tipo de problema, além de desenvolver a respiração e o trabalho cardiovascular. Com a quase

ausência de impacto, a hidroginástica é re­ comendada até para gestantes”, diz Simone Engbruch, instrutora do Sesc Ipiranga. Neuza, uma das alunas, conta que quan­ do seu médico lhe recomendou a atividade, sentiu calafrios. “Eu tinha medo de água”, revela. “Hoje já estou habituada e freqüen­ to as aulas há quatro anos. Melhorei do meu problema de coluna e pretendo aprender a

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nadar”, afirma com convicção. Lourdes, colega de classe, revela que o exercício, além de amenizar seu problema de articula­ ção, ajudou-a a fazer grandes amigos du­ rante as aulas. “A hidroginástica também contribui para manter o pique, pois traba­ lho o dia inteiro com outro astral”, revela. Assim como Lourdes e Neuza, Helena Polizio faz o curso há quatro anos. “Antes, freqüentei aulas de aeróbica em academia durante 12 anos. Aqui existe um clima di­ ferente, mas os resultados são os mesmos”, afirma. Sua instrutora, Simone, explica essa diferença. “O Sesc não visa a perfor­ mance, o indivíduo atlético, ao contrário da academia, onde a busca é estética. O traba­ lho é mais forte, pois o resultado tem de ser imediato. Sem esse resultado rápido, o alu­ no abandona a atividade física.” A intenção educacional é levada ao seu ponto máximo por meio do trabalho de­ senvolvido nas unidades do Sesc Consola­ ção e Pompéia. Além das atividades nor­ mais, também são oferecidos projetos es­ pecialmente desenvolvidos para crianças asmáticas, como a ginástica respiratória e a natação. A aula é dividida em duas partes

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A natação para asm áticos é parte da aula que ajuda no cotidiano dos alunos (acima)

com duração de 45 minutos cada. Na pri­ meira, é desenvolvida a ginástica, quando elas aprendem a controlar melhor a respira­ ção no seu cotidiano e nas crises, mais con­ stantes no inverno. “O grupo é específico, só freqüentam alunos com comprovação médica” , diz Fabiana Passoni, instrutora. Nessa atividade é desenvolvida a consciên­ cia do problema respiratório, tanto da cri­ ança quanto a dos pais. Os exercícios de expectoração são ensinados com o intuito de melhorar a vida dos alunos. “Nós tenta­ mos educar a criança para que ela consiga enfrentar uma crise leve ou moderada, evi­ tando um conflito mais severo e para que possa viver sua vida normalmente, sem medo ou restri-ções pelo problema que possui” , diz Maria Ivani Gama, monitora de esportes do Sesc Consolação. Na segun­ da parte da aula, na piscina, as crianças de­ senvolvem exercícios para a autoconfian­ ça, extremamente necessária para superar uma crise. O fato da piscina ser aquecida

faz com que o vapor umedeça e aqueça as vias respiratórias superiores, uma espécie de inalação. “Estes exercícios transmitem responsabilidade, a consciência do proble­ ma e as formas de evitar ou sair de uma crise. A partir do momento em que são de­ senvolvidos, a criança passa a ter controle sobre as crises e percebe que tem a possi­ bilidade de viver normalmente”, afirma Ivani. Segundo ela, que também é asmáti­ ca, os pais precisam ser “educados”, pois muitas vezes não sabem lidar com esse tipo de situação. “Eles acabam, por exces­ so de protecionismo, podando a vida de seus filhos ou entram em pânico durante uma crise. Um semblante de desespero na cara dos pais só piora a situação, pois a criança percebe que algo está realmente errado", afirma Ivani. Desse modo, quan­ do o aluno inicia o curso, há uma reunião com os pais, na qual são orientados sobre como devem agir, os objetivos, os benefí­ cios da atividade e também são esclareci­ das algumas dúvidas. Mais um exemplo de que a prevenção e a educação para a boa saúde devem ser encaradas como pri­ oridade, não como alternativa. ■

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I Divulgação

S em V en cid o s , N em V encedores No seu terceiro ano consecutivo, o Dia do Desafio reúne quase cinco milhões de pessoas em um dia de esporte para todos

pós uma longa viagem atra­ vés do Oceano A tlântico, o comandante do navio brasi­ leiro Clipper ordena à sua tripulação os preparativos para atracar no Porto de Santos. A ssustado, seu im ediato, antes de executar a ordem , responde: “Se­ nhor, isso não será necessário” , e pede para que o capitão olhe pela janela. O com andante, nervoso com a desobedi­ ência do subordinado, fica ainda mais estarrecido ao ver cerca de 6 mil pes­ soas à espera do navio, com cordas prontas para executar a difícil tarefa. Esta foi um a das inúmeras ativida­ des físicas realizadas no C hallenge D ay, o Dia do D esafio, pela cidade de Santos, no ano passado. Este ano, o evento, realizado no dia 28 de maio, quarta-feira, reuniu 109 cidades do Brasil e da A m érica Latina sob a coor­ denação geral do Sesc de São Paulo e

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m obilizou um total de 4.694.333 pes­ soas que com bateram a vida sedentária e os problem as de saúde através de ati­ vidades físicas variadas.

Não à Preguiça Quando o evento foi criado pela P a rticip A ctio n , entidade canadense não-govem am ental, em 1993, o goverdo Canadá estava m uito preocupado com a vida sedentária da população. A entidade, que presta serviços para o M inistério da Saúde, teve a idéia de criar o C hallenge Day para que os ca­ nadenses adquirissem a consciência da im portância da prática física como m e­ dida de prevenção a doenças e m elho­ ria da saúde e do bem -estar social. Para isso, 15 m inutos diários de qualquer atividade serviriam para estabelecer um hábito saudável. Assim , para cha-

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Douglas Vaz

Herconides M. Oliveira Filho

A/a página anterior, hidroginástica, em Bauru (em cima), e aula aberta de voleibol, no ginásio do Sesc São José dos Campos (em baixo). Acim a, limpeza e lavagem do Monum ento da Praça da Independência, em Santos e, ao lado, grupo da Terceira Idade puxa o bonde do Parque Taquaral, em Campinas

m ar a atenção do povo, a ParticipAction configurou o Challenge D ay com o um dia de com petição m arcado pelo confronto entre duas cidades do m es­ mo porte. A quela que conseguisse a m aior porcentagem de participantes “venceria” a disputa. A idéia deu tão certo que a Tafisa Trim and Fitness Sport For A li Association, ligada à Federação de Esportes da A lem anha, solicitou ao Canadá a re­ produção do m odelo em âm bito inter­ nacional. D essa form a, cidades de di­ ferentes países com petiriam e o pro­ gram a seria exportado para além das fronteiras canadenses. Após duas experiências, que pas­ saram praticam ente desapercebidas, o Challenge D ay começou a tom ar vulto no Brasil a aprtir de 1995, quando Lamartine Pereira da Costa, então repre­ sentante da Tafisa no país, procurou o

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Sesc para que a entidade coordenasse a atividade em cinco cidades brasileiras. O Sesc aceitou a m issão e sugeriu que o Dia do D esafio fosse disputado tam bém entre cidades do Estado de São Paulo.

Educar e Prevenir Em seu terceiro ano consecutivo, o C hallenge D ay m udou de cara. Além do Sesc coordenar o program a em São Paulo, a entidade passou a ser a res­ ponsável pela atividade em toda a A m érica Latina, am pliou a participa­ ção para outros Estados do B rasil, in ­ corporando o Rio G rande do Sul, P ara­ ná, Santa Catarina e M inas G erais ao D ia do Desafio e contando com a par­ ceria da A LATIR - Associação LatinoAm ericana de Tempo Livre e R ecrea­ ção. O utro dado que m uda em relação ao ano passado são os objetivos do

program a. “A té 96, o Challenge Day era um evento internacional com o ob­ jetiv o central de sensibilizar as com u­ nidades sobre a im portância da ativi­ dade física constante para a preserva­ ção da saúde. A partir deste ano, além da realização do evento, nós querem os desencadear um trabalho perm anente nessas cidades e, por m eio de um diag­ nóstico, instrum entalizar pessoas para atuarem ju n to 'a s necessidades das co­ m unidades” , conta Rui M artins de Godoy, coordenador das atividades de es­ portes do Sesc. A idéia da entidade é realizar um a ação preventiva e educa­ tiva, com o apoio de lideranças a partir das Secretarias M unicipais, e oferecer treinam ento técnico, além de m odelos prontos de atividades que venham a fa­ zer com que a população se conscien­ tize da im portância e a necessidade da prática física. N o dia 28, valeu de tudo para m obi­ lizar as com unidades. C am pinas, ven­ cedora do Challenge D a y , com a p arti­ cipação de 320.460 pessoas, confron­ tou-se com a cidade de Q uito, capital do Equador. Com o parte das inúm eras atividades, foi realizada um a cam inha­ da orientada e um grupo de idosos res­ ponsabilizou-se pela tarefa de puxar um bonde. Em Santos, os 298 m il p ar­ ticipantes dividiram -se entre a lim peza e a lavagem do M onum ento da Praça da Independência, o cabo de guerra en ­ tre faculdades, e o desafio de quebra de recorde do m aior núm ero de arrem essos sim ultâneos de bum erangue. A cidade de Bauru coordenou a sua par­ ticipação no evento e a de m ais oito m unicípios vizinhos. A ssim , optou por não esta b e le c e r um a p ro g ram ação fixa, m as perm itiu que cada pessoa, grupo, em presa, escola e instituição se organizasse em tom o de atividades que fossem ao encontro do espírito de confraternização do evento. A p e sa r dos n ú m ero s ap o n tarem Cam pinas com o a “v en cedora” do D ia do D esafio, a idéia do projeto é a de que não h aja vencidos nem vence­ dores. P arte-se do princípio de que to ­ dos os participantes são vitoriosos, pois cum priram com o grande desafio de p ro porcionar um dia de esportes, além de m obilizar as com unidades em torno de um objetivo que visa o bemestar social. ■

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A EDUCAÇAO CORRE ATRÁS DO MERCADO As escolas e universidades formam todos os anos pessoas que buscam um lugar no mercado de trabalho. Este, por sua vez, sofre transformações cada vez mais dinâmicas. Veja, a seguir, em artigos exclusivos, algumas das maneiras encontradas pelas instituições para solucionar o problema C a r l o s F e l ip e M o is é s

Formação UNIVERSITÁRIA E PERSPECTIVAS PROFISSIONAIS Você atravessou o gargalo do vestibu­ lar e agora está interessado nas perspecti­ vas profissionais que o seu curso oferece? Então, antes de mais nada, é preciso distin­ guir entre qualificação e habilitação profis­ sional. A primeira, como o próprio nome diz, tem a ver com a qualidade da forma­ ção que o curso lhe proporciona e reverte­ rá (ou não) na competência e na capacida­ de que você efetivamente comprove no seu desempenho profissional; a segunda diz respeito ao diploma, isto é, à legalida­ de do exercício da profissão. Se algum autodidata sair por aí dando consultas, prescrevendo terapias ou até praticando intervenções cirúrgicas, o CRM, (Conselho Regional de Medicina), poderá mandá-lo para a cadeia por “exer­ cício ilegal da profissão” . Isso vale para quem constrói uma casa sem ser engenhei­

ro ou dá palpites jurídicos sem ser advoga­ do e assim por diante. O exercício das profissões regulamen­ tadas exige do candidato, além do diploma de habilitação, a sua filiação ao órgão re­ presentativo da categoria - Crm, Crea, OAB etc. Mas, e a qualificação? E a efeti­ va competência que o autodidata eventual­ mente possua, mesmo sem o diploma? (Vamos pôr de lado o charlatão, que não é nem habilitado nem qualificado.) A lei é fria e acha que esse “detalhe” não vem ao caso. Se a profissão for regulamentada, você só poderá exercê-la caso tenha o di­ ploma. Por outro lado, pressupõe-se que a ha­ bilitação implique automaticamente a qua­ lificação adequada, ou seja, se a pessoa tem o diploma, admite-se que também es­ teja devidamente capacitada. Todos sabe­ mos, há décadas, que isso nem sempre é verdade, mas só agora começamos a des­ pertar para o fato. Hoje, um dos temas mais polêmicos na área é a proposta do MEC no sentido de se avaliar não só a real capacitação dos diplomados, mas também a qualidade dos cursos oferecidos. A habi­ litação é um aspecto legal, porém a quali­ ficação não é. Será o caso de legalizá-la?

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Será que a boa qualidade pode ser institu­ ída por decreto? Se você sentir, no seu caso, que ao seu diploma não corresponde uma efetiva qualificação profissional, minha sugestão é que você não fique à espera de que as au­ toridades resolvam o impasse. Brigue, com todas as armas disponíveis, e exija dos seus professores e da sua faculdade um curso que não só habilite, mas de fato qualifique. Isso vale para dezenas de áreas e profissões, porém eu não estou habilita­ do nem qualificado para falar de todas elas. Por isso deixei para o final uma ob­ servação que se refere à área de Letras, a única que conheço um pouco. Criados há cerca de 60 anos (é o caso da USP), os cursos de Letras continuam a oferecer uma única habilitação profissio­ nal devidamente regulamentada, que é o magistério, embora qualifiquem, ou te­ nham capacidade e a terefa de qualificar, para várias outras: tradutor, intérprete, re­ dator, pesquisador nas áreas de língua e li­ teratura, consultor editorial, preparador de texto, crítico literário e por aí vai. No mer­ cado de trabalho há uma demanda cada vez maior de bons profissionais dispostos a atuar em editoras, órgãos de imprensa, institutos de pesquisa, agências de publici­ dade, organismos internacionais... Mas acontece que nenhuma dessas profissões que têm afinidade com a área de Letras é regulamentada. Algumas estão a caminho, porém a burocracia... O resultado é que aí vale “só” a qualificação, a competência de fato, não aquela subentendida por diploma e carteirinha. Por isso, se você for da área de Letras e não tem pretensões de atuar no magisté­ rio, prepare-se para enfrentar a concorrên­ cia de qualquer pessoa que, com ou sem diploma, possua real capacidade para tra­ duzir, redigir, editorar etc. Se algum auto­ didata demonstrar capacidade superior à sua, numa dessas áreas, e lhe tomar o em­ prego almejado, você não terá amparo le­

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gal para proibi-lo de exercer a atividade. A mentalidade corporativista recomen­ da que você lute pela regulamentação da sua profissão, pois isso reduzirá a concor­ rência só aos seus colegas. Entretanto, a questão da validade da qualificação será mais uma vez adiada. Caso não seja essa a sua mentalidade, reitero a sugestão anteri­ or: brigue com seus professores e sua fa­ culdade para que o preparem adequada­ mente para o exercício de outras profissõ­ es além do desprestigiado magistério. O resto é propaganda enganosa. Ou falta de competência. Carlos Felipe Moisés é escritor, crítico li­ terário e ex-professor da área de Letras da USP e PUC-SP A n t o n io C a r l o s C a r u s o R o n c a

U niversidade , mundo DO TRABALHO E CIDADANIA Mesmo tendo 800 anos de existência, só há três décadas a universidade começou a pensar como uma instituição como uma instituição organicamente ligada à econo­ mia, à política e à cultura. Passou a atuar co-responsavelmente em projetos de de­ senvolvimento social. Nos tempos atuais, de globalização e de revolução tecnológica - fatores que vêm provocando com extrema velocidade mu­ danças nas relações sociais e, sobretudo, na organização do trabalho - o poder da in­ formação/formação ganha cada vez mais força. Exatamente aí residem os maiores desafios para as universidades brasileiras. A formação de blocos econômicos com atuação mundial cada vez maior nas

empresas, o rompimento das fronteiras fí­ sicas proporcionado pela tecnologia de co­ municação, entre outros aspectos, exigem novas posturas da sociedade brasileira e das universidades. Isso requisita da comunidade acadêmi­ ca enormes esforços e dinâmicas diferen­ ciadas, na medida em que abriga a se mo­ ver e avançar para além dos domínios, dos campos, instrumentos e tecnologias tradi­ cionais do conhecimento. Para dar resposta a esse desafio, a uni­ versidade terá de ampliar seu leque de açõ­ es e parcerias, atuando, cada vez mais, jun­ to a diferentes segmentos da sociedade empresas, sindicatos, organismos gover­ namentais e movimentos sociais. Nesse sentido, ganha destaque o gran­ de déficit de cooperação entre a universi­ dade e os trabalhadores, um dos setores mais afetados pelos reflexos do desenvol­ vimento tecnológico e da globalização, que impõem a esse segmento crescentes demandas de qualificação. Preocupa também o assustador aumen­ to do desemprego. Até os países mais de­ senvolvidos estão sofrendo com o proble­ ma. Infelizmente, não se comprovaram as previsões de que, com o desenvolvimento tecnológico, os trabalhadores da indústria iriam ser absorvidos pelo setor de serviços. Mesmo nos países que conseguiram eleva­ ção do PIB, não houve aumento proporci­ onal da massa salarial e muito menos do nível de emprego. Neste contexto, por ter clareza do pa­ pel que a pesquisa acadêmica representa para a transformação da sociedade e da fragilidade da cooperação entre a universi­ dade e os movimentos so­ ciais, em especial com as organizações de trabalhadores, é que foi criada há dois anos a Fundação Unitrabalho - Rede Interuniversitária de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho. Quando estiver completamente impoderá ser acessada on line por

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qualquer universidade, central sindical, instituto de pesquisa ou sindicato que fizer parte do sistema. Para a universidade, ela significa a de­ mocratização da transmissão do conheci­ mento produzido e sistematizado pelos pesquisadores. Através dela, a academia estará mais próxima do mundo real. Para os trabalhadores, um mecanismo de aces­ so ao conhecimento produzido sobre eles - que serão interlocutores ativos na dinâ­ mica que as pesquisas nesse campo deve­ rão ter daqui em diante. Outra dificuldade enfrentada pelos tra­ balhadores é o acesso ao ensino superior. Nesse caso, de certa maneira, a universi­ dade brasileira reproduz as desigualdades da nossa sociedade. Hoje estratos médios e médio-inferiores da população estão chegando ao 3a grau, mas em que cursos? Tanto nas uni­ versidades públicas quanto privadas, os de maior procura e destaque são freqüenta­ dos pelos estratos economicamente privi­ legiados da população e os de menor status, porém de extrema relevância para a sociedade, são freqüentados pelos alunos de baixo poder aquisitivo. Além de democratizar o seu acesso, a universidade deverá estar preocupada para além das linhas temáticas que já vêm sendo abordadas nos diferentes cursos e pesquisas acadêmicas - com a participa­ ção efetiva dos trabalhadores no seu inte­ rior, garantindo-lhes programas de qualifi­ cação mais amplos do que apenas e privilegiadamente técnicos, avalizados pelas instituições acadêmicas. As propostas de cooperação e parceria devem sempre garantir um sentido de mão dupla na reação universidade e tra­ balhador. Essa contribuição se configura na bus­ ca de aprimoramento da qualidade acadê­ mica e, consequentemente, de seu com­

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promisso social, uma vez que qualidade acadêmica significa preservação da articu­ lação estreita entre a procura de aprimora­ mento técnico e da ampliação de consciên­ cia ético-política no trabalho que se desen­ volve em todos os segmentos e unidades. A globalização e a revolução tecnoló­ gica que se processam no mundo inteiro não podem deixar de levar em considera­ ção o fator humano: o trabalhador, índices de produtividade e programas de qualidade total que resultem na melhoria dos produtos são fatores que medem a evolução industrial e tecnológica de um país. M as, acima desses fatores, está a melhoria da qualidade de vida da popula­ ção, em sua maioria formada por traba­ lhadores. A universidade tem uma enor­ me tarefa pela frente. Antonio Carlos Caruso Ronca, reitor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), é presidente da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (ABRUC) e da Fundação Unitrabalho

A n t o n io C a r l o s B e r n a r d o

Limites da ação UNIVERSITÁRIA NA SOCIEDADE BRASILEIRA Em um passado não muito distante, a universidade era apontada por muitos ana­ listas como um dos principais instrumen­ tos, quando não o fundamental, para pro­ mover a mudança social, resultante do de­ senvolvimento econômico. Posteriormen­ te, outro grupo de pesquisadores procurou demonstrar que, apesar de agente produtor do conhecimento e qualificador da mãode-obra, a universidade não teria condiçõ­ es para, isoladamente, alavancar o proces­ so de mudança. Hoje, ainda que submersa e surda, ocorre, no interior da universidade, uma discussão que procura, no plano acadêmi­ co, situar como deverá se desenrolar a in­

teração entre ela e a sociedade, entenden­ do-se esta última, na maioria das vezes, como sendo o setor produtivo. Evidentemente que em se tratando da sociedade brasileira, essa temática deve ser ampliada para um contexto mais am­ plo, envolvendo a qualidade do ensino, o desenvolvimento da pesquisa, a prestação de serviços à comunidade e o investimen­ to financeiro responsável pela manutenção das universidades públicas. Se a partir desse cenário formos capa­ zes de identificar os outros fatores sociais que contracenam com o universo acadê­ mico, constataremos que, para apontarmos o grau de adequação da universidade à so­ ciedade, faz-se necessário caracterizarmos qual a política de ciência e tecnologia im­ plementada no país. Na sociedade contemporânea, mais significativa que a globalização da econo­ mia, é a nova divisão internacional do tra­ balho, que tem por base a ciência e a tec­ nologia. Os países que hoje se constituem como pólos hegemônicos da ordem eco­ nômica internacional investem em tomo de 3.0% a 3.5% de seu PIB em P&D, sen­ do que 80% desse investimento tem sua origem nas empresas privadas. O caso brasileiro é curioso. A política de ciência e tecnologia existente no país tem no Estado o seu principal responsável, com uma participação de 80% desse total, através do aporte realiza em suas universi­ dades e institutos de pesquisa, enquanto que os 20% ou 15% restantes são de res­ ponsabilidade da iniciativa privada. Convertido em moeda corrente, isso representa, em 1994, um investimento de US$ 3.9 bilhões em diferentes unidades de trabalho. Assim, o tema da modernização da sociedade brasileira, que poderia ocor­ rer via uma estreita relação entre universi­ dade e sociedade, passa não só por variá­ veis vinculadas ao setor produtivo, mas também por um caldo cultural que tem muito de conservadorismo entre seus in­ gredientes. Os limites e as relações de poder cria­

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dos com a produção científico-tecnológica não são os mesmos que inauguraram a ordem econômica internacional, quando do advento da atividade industrial. A crise pela qual perpassa a nossa sociedade nos dias de hoje é fundada na capacidade de reflexão e criação em todas as áreas. Não basta afirmar o primado da ciência e tec­ nologia, é necessário reordenar nosso es­ tágio atual, com definição de critérios e prioridades. Sob essa perspectiva, quase que exclu­ sivamente acadêmica, para que as univer­ sidades possam vir a atender às demandas sociais, faz-se preciso um diagnóstico de nossas “ilhas de excelência”, o que impe­ dirá que os já poucos recursos aplicados não sejam pulverizados e possam ter um retomo efetivo. Para isso, a interação en­ tre universidade e sociedade deve ser aprofundada, sem que isso venha a margi­ nalizar a pesquisa básica. Esse aprofunda­ mento deverá permitir a definição de áre­ as de pesquisa onde haja massa crítica de pesquisadores e demanda efetiva do setor produtivo. Assim, estaremos dando os pri­ meiros passos para tomar possível e segu­ ra a aplicação de nossos recursos, além de atender demandas formuladas junto à área científico-tecnológica, efetivando-se a tão esperada integração entre universidade e sociedade. Antonio Carlos Bernardo é doutor em Sociologia e professor da UNESP no Pro­ grama de Pós-Graduação do Campos de Araraquara

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R ic a r d o C o s t a M e s q u it a

A RESPOSTA DAS ESCOLAS ÀS ATUAIS MUDANÇAS DE TRABALHO Perguntaram-me como deve fazer a escola para corresponder às novas deman­ das sociais, tais como perfil do mercado de trabalho, novas profissões, evolução contínua e rápida da tecnologia, informa­ tização, globalização etc. À primeira vis­ ta, parece mesmo que precisamos correr para atualizar o ensino que praticamos. Importante, porém, é não cairmos na situ­ ação de deslumbramento com o nosso presente tecnológico, informatizado e ve­ loz. Para não ficarmos na confusão, será preciso ter clareza do papel da escola na sua relação com o todo social. Não pre­ tendo, entretanto, fazer aqui nenhum tra­ tado e, por isso, vou apenas distinguir duas situações frente a uma questão que me parece fundamental. Em primeiro lugar, consideremos os cursos técnicos e/ou profissionalizantes. Acredito que sua importância cresceu muito nos últimos tempos. Basta pensar na grande quantidade de novas profissões e tecnologias surgindo a todo momento, fazendo com que conhecimentos e habili­ dades técnicas logo se tomem obsoletos. Eles pretendem formar mão-de-obra es­ pecializada para uso imediato. Além da necessidade de estarem bem atualizados, eles correm sempre o risco de formarem profissionais que podem estar ultrapassa­ dos em pouco tempo. Não é preciso falar muito da sua necessidade eficiência, en­ quanto técnicos, mas a novidade parece residir em outra prioridade, esta sim nova para eles. Refiro-me ao fato de que não basta fornecer a técnica; hoje é preciso municiar o futuro trabalhador com mais do que informações, é necessário dar-lhe condições de adaptação às mudanças, se­ jam elas quais forem. E isso só se pode fa­ zer investindo na sua formação, procuran­

do desenvolver nele qualidades tais como autocrítica, curiosidade, iniciativa, capaci­ dade de trabalhar em grupo etc. Dito de forma mais simples: é imprescindível for­ necer algo que não se perca com o tempo, que não o corra risco de se desatualizar. Em segundo lugar, a situação das es­ colas de 1“ e 2a graus não-profissionalizantes. Sempre se diz, e geralmente em tom de crítica, que a escola é muito lenta para acompanhar as mudanças da socieda­ de. Embora admitindo que haja casos real­ mente pouco defensáveis, é preciso escla­ recer que essa lentidão tem a ver com a vocação da escola. Sendo ela, depois da família, provavelmente, a principal insti­ tuição com objetivo de introduzir as novas gerações ao mundo da cultura, ao conhe­ cimento, à vida em sociedade, não poderia mesmo ser muito sensível a ventos, ondas ou similares. Estar “antenada” com o mundo significa, no caso da escola, antes ser capaz de distinguir os modismos e re­ sistir a eles, e só depois deixar-se permear pelas mudanças mais consistentes e ne­ cessárias. Assim, mesmo admitindo que é necessário maior plasticidade nos atuais currículos escolares, não se deve esquecer de que qualquer proposta pedagógica tem de estar baseada em princípios estáveis. Porém, falando um tanto generica­ mente, é fato que as escolas de Ia e 2a graus precisam rever seus conteúdos e for­ mas de trabalho frente às novas realida­ des. O que se requer são novas grades cur­ riculares, novas metodologias de ensino e de avaliação. Enfim, um novo conteúdo para a escola. Mas insisto na idéia de que é preciso cuidado com isso. Temos visto educadores deslumbrados com a informá­ tica ou obcecados com o ensino de língua estrangeira. São coisas obviamente muito importantes. No entanto, aqui vale tam­ bém o que foi dito a respeito dos cursos profissionalizantes: o que necessita de for­ ça é a formação de habilidades e qualida­ des e não a quantidade de informação. Acho que devemos retomar a máxima se­ gundo a qual não se deve dar o peixe ao homem. Hoje, entretanto, ao ensiná-lo a pescar, mais do que pescar temos de ga­ rantir que ele aprenda a aprender. Em tempos de mudanças, procuremos algo sólido. Precisamos de princípios. O que me ocorre, pensando na relação da es­ cola com o todo social, é o conceito de ci­ dadania. As qualidades que pensamos se­ rem fundamentais para o trabalhador

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adaptado são aquelas com que definimos o cidadão: consciente e responsável (ter curiosidade, iniciativa e autonomia), preo­ cupado com o seu entomo (procurar atua­ lizar-se continuamente), capaz de se asso­ ciar e de conviver com a diferença (saber trabalhar em conjunto, discutir e participar de consensos), etc. Acredito mesmo que formar o futuro trabalhador eqüivale a for­ mar o futuro cidadão e que essa seja a guia mais importante, a qual não deve se perder de vista atualmente. Ricardo Mesquita é coordenador do Colégio Oswald de Andrade O l e g á r io M a c h a d o N e t o

A ESCOLA DO FUTURO, QUE PRECISAMOS NO PRESENTE Ao analizarm os os processos de aprendizagem sociocultural no qual os indivíduos estão submetidos, observa­ mos uma secundarização do papel da escola enquanto instituição encarregada da form ação e do desenvolvimento edu­ cacional da nossa população. A interação social ou as diferentes formas de comunicação significativas que processam informações, conheci­ m entos e aprendizagem etre as pessoas, têm encontrado outros espaços ou siste­ m as, com menos form alismo, m enor duração, e sobretudo, m aior eficácia quanto aos resultados exigidos pelo mercado, em particular, e pela socieda­ de em geral. A proliferação de escolas de inglês, de informática, academias de ginástica e natação, instituições e em preendim en­ tos culturais privados, assim como a re­ alização de eventos artísticos e esporti­ vos, ao lado do crescimento exponencial do uso e consumo dos multimidias, não podem ser vistos como sinais isola­ dos dos novos tempos infotainm ent, ou seja, da interface da insdústria da infor­

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m ática e do entretenimento. É sim e so­ bretudo, a ação dos pais e dos próprios indivíduos atuando como auto-gestores do seu processo educacional e de form a­ ção profissional, em resposta à frágil e ineficaz ação das escolas, sejam elas pú­ blicas ou privadas. A lim itação dos conteúdos de conhe­ cim ento ligados à ciência, à ética e às ar­ tes, das escolas de I o e 2o graus à univer­ sidade e esta, ao form alismo das notas e do diplom a, parece separada do proces­ so de form ação do indivíduo em todas as suas dimensões. Essas características “utilitárias” são redutoras e predatórias contra as quais os usuários dos diferen­ tes sistemas escolares devem se rebelar. Sem atrelar-se a m odism os, precisamos na verdade, que os projetos de Qualida­ de Total cheguem m ais rápido e em m ai­ or núm ero às escolas e, os nossos direi­ tos de consum idor precisam ser mais respeitados. Por outro lado, é no encontro do in­ divíduo com seus valores, princípios e aspirações e, a realidade da vida em co­ m unidade, que se revela e se produz o cidadão. O hom em como sujeito pen­ sante, possuidor de opinião, capaz de julgar a partir de dados objetivos e pro­ por m udanças, deveria ser o fundam en­ to básico do processo pedagógico. M as se as necessidades individuais são esta­ belecidas a partir do ambiente social, e a escola tem se m ostrado com um a sur­ preendente indiferença e distanciam en­ to, em que situação essa relação se dá atualmente? Identificamos hoje a concepção de um a ordem social fragmentada e seg­ mentada, típica da cultura pós-m odema, m as ao mesmo tempo, coesa tecida por um estilo de consumo simbólico univer­ sal, homogeneizado. E é dentro desse contexto, que as mega corporações vêm utilizando-se de novas ferramentas de marketing, tendo como valor de referên­ cia a customização - produção com altos níveis de produtividade e qualidade de um determinado produto, que incorpora entretanto, especificidades e diferenças

atendendo às aspirações do consumidor em diferentes regiões e mercados. N este sentido, os meios tecnológicos num a escala de eficiência, muitas vezes m aior do que a escola, constróem signos sociais e de consumo que assumem di­ mensão m undial. A transmissão de in­ form ações em tempo real, através de da­ dos, imagens e sons, deixam para trás os limites culturais, históricos e ideológi­ cos, antes determinantes no processo de hegem onia cultural. A ssim, na infosociedade, ontem foi a lam bada e a ôla, um pouco depois a m acarena, mas sempre com Coca-Cola. O m undo tecnológico tem suas pró­ prias formas de absolutism o e a escola tem que ter competência para entender e decifrar esse aparente enigm a. M as não se trata aqui de lutar contra o computa­ dor, como a escola fez décadas atrás com a televisão e o vídeo. Com o vimos anteriorm ente, além de m íope, é um a batalha desnecessária, além de perdida. Esse equipam ento pode ser dócil, obedi­ ente e de certa form a, um “ingênuo” e alienante companheiro de games para os nossos filhos e alunos. Ou um poderoso instmm ento de desnvolvimento da iden­ tidade intelectual e cultural das nossas novas gerações. A escola do futuro, que precisamos tê-la no presente, necessita fazer suas opções estratégicas e preferencias; vol­ tar-se ao m esm o tem po para a qualidade de vida, ao estabelecimento de uma éti­ ca dos tempos pós-m odem os e no de­ senvolvimento do conceito de empregabilidade junto aos alunos. Os meios tec­ nológicos poderão ajudar ou obstruir es­ ses objetivos. Dependerá do grau de competência e articulação dos alunos, pais, professores, administradores da sociedade. Olegário Machado Neto é formado em Educação Física, pai de Marcela, Cláudia e Manuela e é gerente do Sesc Itaquera

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Ga LÁ PA GOS B osco B r a s il

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or mais de setenta anos sonhou como seria desembarcar em um porto das Galápagos. O vento quase frio, quase seco; a sensação de que a terra continuava a menear sob os pés depois de tantos dias de viagens; um cheiro de cardumes invisíveis que chegava misturado ao apito das embar­ cações. Antônio estalava a língua, diluindo o sal que vinha com o ar, antecipando os dias de sabedoria aos quais estava destina­ do naquele arquipélago. E os baús e caixotes com suas coisas por ali lembravam mesmo o fim de uma grande jornada pelo Oceano Pacífico, como Antônio as conhecia pelos livros de aventuras. Mas era apenas uma mudança que terminava, para um pequeno aparta­ mento, mais próximo ao centro da cidade, onde morava seu único filho Balthasar. Por Antônio, jamais teria saído do subúrbio. Tudo se dera um pouco a sua revelia. Os argumentos de dona Fátima, sua mulher, acabaram vingando. Super­ mercado, igreja, hospital e filho mais à mão. Ele nem disse nada. De fato pouco falava. Especialmente a Balthasar, com quem não conversava desde a última dis­ cussão, uns oito anos atrás. Chegava a ser estranho os dois ali, então, esperando juntos o jantar. Em silên­ cio. O tempo os aproximara, pelo menos quanto à aparência física. Pequenos, cur­ vos beirando à corcunda, de barriga salien­ te, que parecia prestes a pingar numa única gota quando anda­ vam com seus passos curtos. Balthasar era mais calvo. Mais descuidado. O pouco cabelo que tinha estava em desalinho, pedindo uma visita ao barbeiro. Antônio ainda cultivava o hábito de tratar-se: cortava suas unhas com alicate, sem deixar a cutícu­ la, lixando-as cuidadosamente em seguida. Hábitos de um contador meti­ culoso com os números e objetos. Agora, aposentado, perguntavase se não teria sido meticuloso com as pessoas também, exigindo-lhes uma precisão aritmética de suas reações. Sentia que todos o evitavam quando passeava pelas ruas da vizinhança, prefe­ riam conversar com dona Fátima - quando estivesse sozinha. Não tinha o privilégio que era dedica­

do aos outros velhinhos (e ele agora era um velhinho, desistira de negar): o sorriso con­ descendente, a conversa fiada, a celebração instantânea. A companhia mesmo que por uns poucos segundos. A lógica da idade não valia para Antônio. Ninguém se via na obrigação de lhe dedicar os devidos cuidados, único prêmio da velhice, segundo entendia. Nem seus filhos - eram oito. Todos o tinham abandonado, dispersando-se pelo país, mantendo distâncias confiáveis. Menos Balthasar. Dono de dois postos de gasolina e solteiro, fazia visitas regulares, pagava o médico, levava as frutas, completava o orçamento dos pais todo o mês. Antônio não atinava como aquele filho tinha se dado tão bem na vida, como podia controlar sua própria conta no banco. Se fechasse os olhos poderia ver claramente Balthasar aos doze, treze anos de idade, tentando solucionar, a pedido do pai, con­ tas complicadas de cabeça. Via-o clara­ mente, a testa suando, as mãos hirtas de medo, o pé direito fazendo um círculo ima­ ginário no chão. Os lábios cerrados, pla­ nos. Nesses momentos, Balthasar tinha o costume de dar qualquer resposta que lhe viesse à cabeça, só para se ver livre do vexame de gastar tanto tempo para sair com uma solução errada. Mesmo depois que percebeu o expediente do filho, Antônio continuou a lhe exigir rapidez nas contas. Balthasar continuou a se confundir com os números. E o pai a revelar a respos­ ta correta, cheia de zeros, após longo suspense, na frente de quem quer que fosse, colegas, irmãos, parentes - aliviados de não estarem na pele do garoto. Essas sabatinas caseiras se arrastavam durante anos. Até mesmo algum tempo depois que Balthasar já tinha se formado em Ciências Políticas. Por um instante uma estúpida dúvida deslizou rapidamente pela cabeça de Antônio: o filho alguma vez teria deixado o pai dar a resposta certa (ou errada?), com receio de vencê-lo? Os negócios de Balthasar vinham crescendo tanto, que seria de se espantar que nunca tivesse sido bom com os números, afinal. Talvez fosse a agitação da mudança, mas vinha ouvindo perguntas estranhas assim, de repente, entre os cálculos men­ tais que gostava de fazer para afugentar a senilidade. Chegavam como se fossem sussurradas por alguém que não podia enxergar. Só se dava conta delas bem depois que as ouvia, de modo que não

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podia reconhecer sequer de quem era a voz. Não podia mesmo arriscar que fosse sua própria voz. Assim, Antônio teve um rápido tremor ao reconhecer a voz do filho, perguntando: - Está sentindo alguma coisa, pai? Passaram-se alguns segundos antes que Antônio atinasse que era Balthasar mesmo que lhe dirigia a palavra. Após oito anos. - Está sentindo alguma coisa, pai? insistiu Balthasar, preocupado. - Não - respondeu Antônio depois de longa deliberação interna e de certo des­ conforto. Não era tipo de fantasiar, mas Antônio imaginava que as palavras de reconcilia­ ção entre pai e filho deveriam ter mais grandeza. Aquilo lhe pareceu excessiva­ mente coloquial. Franziu o cenho, calouse, e chamou o silêncio. Nesse instante, porém, chegou dona Fátima da cozinha, trazendo o jantar. Tudo se tomou repentinamente mais midoso. Não que ela falasse muito. Pelo contrário. Criada numa ilha, era uma mulher que gos­ tava de ouvir. Bem maior que o marido e o filho, tinha braços grossos, flácidos, seios fartos, e, flutuando entre as bochechas, um nariz pequeno que fazia seus olhos, tam­ bém pequenos, brilharem sofregamente. Imediatamente dona Fátima percebeu que havia alguma coisa diferente entre o marido e o filho. Depositou cuidadosa­ mente, no centro da mesa improvisada sobre os caixotes, a sopeira com o caldo verde feito às pressas. Serviu o filho, ser­ viu o marido, escolhendo os melhores pedaços de paio, movimentando-se como se pudesse partir aquela peça de fiança com qualquer suspiro mais forrado de ar. Essa economia forçada nos gestos da mulher incomodou Antônio. Baixou seu rosto para o prato, buscando em sua memória algum decimal cheio de algaris­ mos para um cálculo mental, mas não conseguiu reunir atenção suficiente. Levantou os olhos e deu de cara com o sorriso do filho, difuso na fumaça que subia do prato fundo. Espalhava-se dente a dente, lembrando uma resistência elétri­ ca que se encandecia. Antônio também sorriu, mas não sorriu de volta, fora ape­ nas a resposta simpática do sistema nervo­ so, tinha certeza! Balthasar começou a falar. Falar, falar, falar... Antônio nada ouvia. Tentava se lembrar por que tinha deixado de conver­ sar com ele durante esses oito anos.

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Lembrava somente que tinha sido uma tácita decisão do filho. Uma discussão? Não, não se lembrava de palavras ríspidas. Balthasar apenas se cansara das sabatinas do pai, que com o tempo tinham se esten­ dido aos mais diversos assuntos: História, Mecânica, Geografia, enfim, quanto o pai considerasse importante a um vencedor, nos tempos modernos. Seguiram-se anos de separação, durante os quais Balthasar largara sua militância política e reiniciara seus negócios. Vinha sendo aos poucos, através de dona Fátima, que se reaproximava do pai. Mas em silêncio. Agora o filho estava ali, na sua frente, falando, falando, falando... Rememorando algo que se revelava tão macio. Antônio ouvia tudo aquilo e sentia-se outro. Aquele pai excêntrico, cheio de manias divertidas não era ele. Sentia-se um farsante frente àquele homem feito que se multiplicava em sons e dentes alvos. Quando teria visto Balthasar assim tão falante, feliz? Seus lábios sempre planos. Estremeceu ao per­ ceber que não se lembrava de jamais ter visto o filho sorrir antes. Remexia a memória e não se lembra­ va, remexia a memória e só via números. Não lhe vinha nenhum dia de verão, nenhum dia na praia, tendo o corpo cober­ to de areia molhada e fria. Nada de vagas imagens perfumadas à lenha queimada, da família toda deitada na mesma cama a ver o homem pisar na Lua pela TV. Nada. Sabia que tudo isso tinha acontecido por­ que dona Fátima repetia sempre para si mesma - ainda que se dirigisse a ele - as mesmas histórias do passado, detalhada­ mente. Sabia que tinham acontecido por­ que ainda podia colocar palavras, umas atrás das outras, reproduzindo conheci­ mento, dados, datas. Mas era como se Antônio nunca esti­ vesse presente naqueles momentos. Mesmo ali, enquanto falava, falava, fala­ va... Estaria de fato presente? Tudo aquilo era muito dolorido. Balthasar, inesperada­ mente, levantara-se da cadeira, a fazer imi­ tações do pai, de seus cacoetes. Agitava-se de um lado para o outro pomposamente, quando, num rompante, passou a reprodu­ zir um dos original de seu velho. Plantouse no meio da sala, empertigou-se, fez um risco no ar com o dedo, para apontá-lo na direção da janela - que dava para os fundos de um prédio - dizendo, galante: - Para lá fica o Arquipélago das Galápagos!

Ali, estático, o pequeno Balthasar per­ deu repentinamente a corcunda, parecendo muito alto a Antônio. Parecendo o homem mais alto que jamais tinha visto na vida. - Talvez - disse friamente Antônio, após um silêncio. - Este prédio tem face para o norte? Dona Fátima levantou os olhos aflitos do caldo verde, e ainda teve tempo de ver o filho encolher, ficar curvo, enquanto confessava que não sabia dizer. - Você sabe pra que lado ficam as Galápagos, não é mesmo, Balthasar? insistiu Antônio. Até o fim do almoço, não se ouviu mais a voz nem de pai nem de filho. Antônio sentia-se melhor, ruminando seus pensamentos e um naco de paio. Ainda que tivesse que evitar o olhar da mulher, a refeição se dava de modo ordeiro, quieto. Como deve ser, concluiu. Podia pensar. Olhou pela janela do apartamento, notou que anoitecera. Um azul trêmulo vibrava apaticamente na parede dos fundos do prédio para o qual dava a janela. Lembrou-se de como teria sido sua primeira noite nas Galápagos, segundo imaginara todos esses anos. Nada podia ver, naquela escuridão de lua nova. As rochas e as ondas tinham perdido o peso, sem massa nem contorno. Pegadas po­ deriam surgir ali, na sua frente, sem cor­ pos. De concreto só os rumores. Das folhas que arranhavam o vento. Do farfalhar das asas longas sobre sua cabeça. Do rastejar dos répteis a distâncias im­ previsíveis. Nesse instante Antônio percebeu que tinha ouvido uns tamborilar. Toque, toque, toque, toque. Três pancadas secas. Ouviuas, como vinha ouvindo aquelas perguntas incômodas que deslizavam por sua cabeça ultimamente. Após um lapso, logo reco­ nheceu do que se tratava: Balthasar tinha assinado o cheque do mês, destacara a folha do talão, e, com de costume, batuca­ va com a nódoa dos dedos sobre ele, para indicar à mãe onde tinha deixado. Antônio estremeceu e, sem querer, cru­ zou seu olhar como o olhar do filho. Por um instante, teve a impressão de ter reco­ nhecido nos olhos de Balthasar os olhos de uma iguana. Mas foi só por um instante. Como podia ter certeza? Nunca vira uma iguana antes, no final das contas. ■ B o sc o

B rasil é dramaturgo, autor de

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LUSCAR E CA RTUNISTA


ROTEIRO SELETIVO DE ATIVIDADES CULTURAIS, ESPORTIVAS E DE SAÚDE DO SESC DO ESTADO DE SÃO PAULO

Em Cartaz J u lh o de

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Fotos:Divulgação

Í N D I C E TEATRO

o m ês das féria s, uma série de ativid ad es m ovim entam o tem p o livre da garotad a. E stão ab ertas as in scriçõ es para a program ação de férias do Projeto Curumim, d estin a d o a cria n ças de 7 a 12 an o s. A través da o b serv açã o e da d esco b erta das s e n sa ç õ e s , o púb lico infantil vai m exer com g iz, gu ach e e aquarela no Ateliê de Artes Plásticas. No p rojeto Invenções, Engenhocas e Cia., d iv erso s trab alh os ligad o s ao tem a Ciência e Tecnologia serão ex p o sto s a partir do dia 9. E, no Teatro S e s c A n c h ieta , o Festival Sesc

N

Internacional de Violão com a participação de vários nomes, entre eles o v io lo n ista S c o tt T ennant.

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MÚSICA

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DANÇA

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ARTES PLÁSTICAS & VISUAIS

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LITERATURA/CINEMA & VÍDEO

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ESPORTES

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CORPO & EXPRESSÃO

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NATUREZA & MEIO AMBIENTE

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SAÚDE & ALIMENTAÇÃO

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INFANTIL

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TERCEIRA IDADE

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FÉRIAS & TURISMO SOCIAL

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INTERIOR

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Espetáculos JORNADA SESC DE TEATRO 97. P rojeto que a cada ano revela n ovos ta le ntos e perm ite que pro fission a is já conhecidos m o strem , ao grande público, m ontag en s inéditas. De 8 a 20, no Teatro Sesc A nchieta. Veja a p rogram ação a seguir.

SESC Consolação •

Exercício para Antígona.

Sem perder o sentido épico do texto de Sófocles, escrito em 442 a.C., essa montagem busca expli­ citar os conflitos da obra inseridos numa estética contem porânea. Narra a história da filha de Édipo que, por sua luta pelo direito de opor uma verdade sem poder a um poder sem verdade, é conde­ nada por Creonte a ser enterrada viva. Vítim a humana oferecida aos deuses, Antígona reinventa sua própria morte, buscando no suicídio um sacrifício fora das norm as. Direção de Sérgio Ferrara. Dias 8 e 9, às 21 h. R$ 5,00 (comerciário matric.) e R$ 10,00.

• Labirinto. Tem com o tem a

Espetáculo O Festival Sesc de Teatro 97 visa revelar novos talentos, além de abrir espaço para profissionais gabaritados mostrarem a produção em montagens inéditas. Confira no Roteiro

c entral a lo ucura explícita, não a lo u c u ra la te nte de to d o ser h um ano. A fig u ra central é A rtu r B ispo do Rosário, m arinheiro, p ug ilista, esqu iso frên ico e para­ n óico. U m a rtis ta da pósm o d e rn id a d e . A c re d ita n d o -s e um m e nsageiro de Deus ou o p ró p rio C risto encarnado, Bispo inicio u a grande obra que to m a ­ ria tod o s os segundos de sua vida. Direção de M árcia Bozon. Dias 10 e 11, às 21 h. R$ 5,00 (c om erciário m atric.) e R$ 10,00.

esta m ontagem desvenda a in ti­ m idade dessas duas fig u ra s que estiveram ao lado dos expoen­ tes m áxim os do nazism o e do fa scism o . Elas se d iv e rte m d e bochando escrachadam ente do poder de destruição que têm em m ãos. Direção de Roberto V ignati. Dias 15 e 16, às 21h. R$ 5,00 (com erciário m atric.) e R$ 10,00.

• Eu Era Tudo Pra Ela... E Ela Me Deixou. É um a peça non sense, mas o absurdo só tem intenção de despertar o am o r à vida. Direção de Roney Facchini. Dias 17 e 18, às 21 h. R$ 5,00 (com erciário m atric.) e R$ 10,00.

• Cárcere Privado. Enredo com grande influência do m oderno cinem a am ericano, m esclado ao je ito brasileiro. D ireção de Leonardo A lkm im . Dia 19, às 21h e dia 20, às 20h. R$ 5,00 (com er­ ciário matric.) e R$ 10,00.

da Bahia, o poeta, ator, c o m p o ­ s ito r e c a n ta d o r João Bá tem suas m ú s ic a s g ra v a d a s p o r grandes nom es co m o H erm eto Pascoal, A lm ir Sater, M a rlu i M ira n d a , e n tre o u tro s . Sua obra apresenta características o rig in a is , c o n s titu in d o -s e em um e stilo bem acabado, can­ ta n d o raízes populares. Dias 10 e 11, às 19h30. G rátis.

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SESC São Caetano

C entro E xperim ental de M úsica d o SESC criou a série C om ­ panhia S onora para m o stra r ao púb lico o m e lh o r da produção atual em nossa m úsica popular. Veja a p rogram ação a seguir.

Exposição MULHERES BRASILEIRAS EM CENA. Exposição de fo to s m o stra n d o atrizes de diferentes escolas e gerações, captadas em cena, pela lente de M arcelo Greco. C oncepção de P aulo Faria e M arcelo Greco. Início no dia 7. De segunda à sexta, das 13h às 21 h30 e, aos sábados, das 9h às 17h30.

passeio pelos ritm o s xote, cate­ retê, cana verde e corta-jaca, o g ru p o apresenta um re p e rtó rio de c lá ssico s da v e rd a d e ira m úsica caipira. Dias 24 e 25, às 19h30. G rátis.

CO M P A N H IA

SONORA.

O

SESC Consolação •

Juliana Caymmi. Com o m aestro e arranjador Chico M o ­ reira, a cantora de 21 anos vem pesquisando a m úsica regional brasileira para o repertório do seu prim eiro sh o w profissional. Dias 7, 8 e 9, às 19h. Grátis.

• Luiz Gayotto. Nascido em F lo ria n ó p o lis, G ayotto, o Ca­ tarina, apresenta ritm os brasilei­ ros com uma produção pop e le­ tras bem -hum oradas e irônicas. Dias 14,15 e 16, às 19h. Grátis. ANDRÉ CHRISTOVAM. Um dos p rin cip a is bluesm an bra si­ leiros lança seu m ais recente tra b a lh o . Dias 17 e 18, às 21h.

SESC Pompéia • O vento não levou. Partindo

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• João Bá. N ascido no sertão

• Nós Caipira. N um d e licio so

•

do enco ntro fic tíc io entre Eva B row n, am ante de Hitler, e Clara Petacci, am ante de M ussolini,

SESC Consolação

MÃOS SÁBIAS MÃOS. Exer­ cício teatral insp ira d o no poe­ ma Estas M ãos, de Cora Coralina. Resultado da o ficina de te a tro para a Terceira Idade nos m eses de abril, m aio e ju n h o , orientada p o r M irte s M esquita. Dia 4, às 20h. Espaço de c o n v i­ vência. 200 lugares. Grátis.

SESC Consolação Desembestai. As aventuras assassinas de dois adolescentes irados são lidas por habitantes de um prédio de apartamentos situa­ do ao lado de um presídio. Através de releituras com estilos cinem ato­ gráficos, o hum or se funde com a tragédia, evocando sensações que vão da agonia ao êxtase. Direção de Dionísio Neto. Dia 12, às 21 h, e dia 13, às 20h. R$ 5,00 (comerciário matric.) e R$ 10,00.

sileira. Os repertórios e seus intérpretes indicam a a u te n tici­ dade e história do gênero, atra­ vés do xote, do cateretê, da cana-verde, do corta-jaca, entre o utros. Veja a seguir.

CANTADORIA. M ostra m u s i­ cal que reúne cantadores da tra d icio n a l m úsica regional bra­

• Natália M allo. V inda da A rgentina há dois anos, a canto­ ra, c om positora e in stru m e n tis­ ta traz em sua bagagem m usical um a fo rte influência da MPB, p roduzindo um estilo peculiar. Dias 21, 22 e 23, às 19h. Grátis. • Paula Santisteban. Após

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i EM CARTAZ d o is anos de tra b a lh o m usical in flu e n c ia d o p o r in té rp re te s a m erica n o s de jazz e p op, a cantora ad en tra no ca m p o dos n o vo s c o m p o s ito re s b ra s ile i­ ros. Suas inte rp re ta ç õ e s b us­ cam co ntra stes, in d o do g rave ao agudo, da a g re ssivida de ao s e n tim e n ta lis m o . Dias 28, 29 e 30, às 19h. G rátis.

FESTIVAL SESC INTERNA­ CIONAL DE VIOLÃO. No período de 1a a 11, o Sesc ofe re ­ ce a m ú sico s, e stud a n te s e púb lico em geral a o p o rtun ida de de contato e aprendizado com im portantes nom es do cenário m usical atual, do país e do exte­ rior. O Festival Sesc In te rn a ­ cional de V iolão tem em sua p ro ­ gram ação w orksho p s, palestras e aulas ind ivid ua is sobre té c n i­ cas e p rática s in s tru m e n ta is , repertório para o in strum e nto, m úsica de câm ara e história do violão. O evento oferece ainda um a série de concertos in te rna ­ cionais apresentando um painel abrangente das linhas estéticas e de pesquisa do vio lã o com alguns dos m ais destacados in­ térpretes e autores da atu a lida ­ de. Veja a program ação a seguir.

SESC Consolação • Carlinhos Antunes. S h o w d ia 1°, às A nchieta.

19h. T e atro

Sesc

•

Nigel North (Inglaterra).

• Ralph Tow ner (EUA). C on­ certo dia 1a, às 21 h. R$ 10,00 ( c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 20.00. Teatro Sesc A nchieta. • S cott Tennant (EUA). C on­ certo dia 2, às 21 h. R$ 10,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 20.00. Teatro Sesc A nch ie ta . • Abel Carlevaro. M asterclasses dias 1a e 2, das 14h às 16h. Teatro Sesc A n ch ie ta . • Nigel N orth. M asterclasses de 1a a 3, das 19h às 21 h. Teatro Sesc A n c h ie ta .

•

19h.

T e a tro

S esc

São Paulo Strings Trio.

S h o w dia 4, às 19h. T eatro Sesc A nchieta.

• Eduardo Agni. S h o w dia 5,

19h. Teatro Sesc A n chieta.

• Clem er A ndreotti. A u la s in d iv id u a is de 1 a 5, das 9h às 12h e de 7 a 11, das 14h às 17h. Vagas es gotadas. • Everton G loeden. A u la s in d iv id u a is de 1 a 5, das 9h às 12h e de 7 a 11, das 14h às 17h. V agas esgotadas. • Henrique Pinto. A u la s in d i­ v id u a is de 1 a 5, das 9h às 12h e de 7 a 11, das 14h às 17h. V agas e sgotadas.

• Egberto Gismonti (Brasil).

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•

Ron Purcell. Palestra que d iscu te a situação do v io lã o no a tual m ercado de tra b a lh o . Dia 1a, às 17h.

SESC Pompéia

• Frederico Grassano. Pales­ tra com o tem a O processo Cria­ tiv o do Intérprete na C om po­ sição M u s ic a l Contem porânea. Dia 4, às 17h.

C oncerto dia 6, às 20h. R$ 10,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 20.00. Teatro Sesc A n chie ta.

o te m a M ú s ic a de C âm ara: a m p lia n d o o re p e rtó rio /m é to d o de tra b a lh o . Dia 5, às 17h.

e c o m p o s ito r tro p ic a lis ta lança seu n o v o CD E s tilh a ç o s de P aixão e relança o liv ro Deus da C huva e da M o rte , P rêm io J a b u ti de 1962. Dia 16, às 21h.

•

(Brasil).

• Q uaternaglia. Palestra com

JORGE MAUTNER. O ca n to r

• Egberto G ism onti. W o rk ­ s hop. M estiço & C aboclo. Dia 5, às 14h. T eatro Sesc A nch ie ta .

P ow ell

Paulo Castagna. Palestra com o te m a O v io lã o n o B rasil: do a c o m p a n h a m e n to de m o d i­ nhas à co n q u is ta dos palcos. Dia 2, às 17h.

• Baden Pow ell. W orkshop. U m a co n ve rsa a m iga sobre a MPB. Dia 6, às 14h. Teatro Sesc A nch ieta .

C oncerto dia 3, às 21 h. R$ 10,00 ( c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 20.00. Teatro Sesc A nch ie ta .

Baden

•

• Regina V ieira. De 1 a 5, das 9h às 12h e de 7 a 11, das 14h às 17h. Vagas esgotadas.

• Abel Carlevaro (Uruguai).

C oncerto dia 5, às 21 h. R$ 10,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 20.00. Teatro Sesc A n chie ta .

O badalado violonista Baden Powell ministra um workshop no dia 6, no Sesc Consolação. O evento faz parte do Festival Sesc Internacional de Violão. Confira no Roteiro

• S cott Tennant. M aste rcla s­ ses d ias 3 e 4, das 14h às 16h. T eatro Sesc A n ch ie ta .

às 16h. Teatro Sesc A n chieta.

• Trio Água. S h o w dia 3, às

Bojo, Braço e Cordas

• Ralph Towner. M a ste rcla s­ ses dias 1a e 2, das 9h às 11 h. Teatro Sesc A nch ie ta .

• Gilvan de Oliveira. S h o w d ia 2, às Anchieta.

Divulgação

C on certo dia 4, às 21h. R$ 10,00 ( c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 20.00. Teatro Sesc A n ch ie ta .

• Paulo B ellinati. Palestra sobre o v io lã o acústico e as n ovas tecn ologias. Dia 3, às 17h.

LUCA BULGARINI. R esgatan­ d o a lg u m a s das p rin c ip a is fases da MPB, o v io lin is ta exe­ cuta clássicos e ru d ito s e p o p u ­ lares, re v ive n d o em suas in te r­ p re ta çõ e s os m e lh o re s m o ­ m e n to s da bossa nova e dos festiva is. C anções atuais de Toq u in h o , Caetano V eloso, D o­ rival C aym m i e P aulinho N o ­ gueira ta m b é m estão no reper­ tó rio . Dia 11, às 20h30. R$ 1,50

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(com e rciá rio e e s tudante com carteirinh a da UNE ou UMES) e R$ 3,00 (outros).

SESC São Caetano NOITES NA CONVIVÊNCIA. E spetáculos na Área de Con­ v ivên cia . Veja pro gra m a çã o a

pa rtir dos spiritu a ls e de canções de tra b a lh o dos negros, o blues m arcou p rofundam ente o desen­ vo lv im e n to do jazz e do rock em to d o o m undo. Veja a p rogram a­ ção a seguir.

SESC Consolação • B-12. U tiliza n d o arra n jo s p ró ­

SESC Pompéia • Trio Lunar. Delicadeza e m a­ gia do circo m ístico e outras canções. O trio é fo rm a d o p o r Cecília M ota, M ayra M oraes e S ílv io R am iro, no teclado, saxo­ fo ne e v io lin o , resp ectivam ente. Dias 2 e 30, às 19h.

• Companhia Brasileira de M ystérios e Novidades. Direção de Lígia Veiga. Com o espetá culo La D olce Vita, em ho m en a ge m aos circos de a n ti­ ga m en te e a N in o Frota. Dias 4 e18, às 19h.

• Sons e Artes das Arábias. F o rm a d o p o r R a quel, d ança; Roberto A ra ú jo , oboé e percus­ são. O g ru p o apresenta o típ ico D erbake, com danças e in s tru ­ m en to s de s op ro e Zahm r. Dias 9 e 11, às 19h.

• Banda Paralela. Com cinco in s tru m e n tis ta s de so p ro (sax b a ríto n o , tro m b o n e , sax alto, tro m p e te , fla u ta /p ic c o lo e scaleta) e duas percussões, está fo r ­ m ada a Banda Paralela, que res­ gata a tra d iç ã o de bandas brasi­ leiras sob um e n foq ue inovador, m esclan do o a n tig o e o co n te m ­ porân eo , o clássico e a va n g u a r­ da. Dias 23 e 25, às 19h.

No Gogó Aprenda as técnicas de canto através de exercícios vocais, impostação e respiração. A partir de 16 anos. Confira no Roteiro

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PROGRAMA

BEM

BRASIL.

S ho w s m usicais com renom ados artistas da MPB e tra n s m is ­ são ao v iv o pela TV Cultura. D o m ing os, às 11h.

SESC Interlagos RITA RIBEIRO. A cantora lança seu p rim e iro CD, in te rp re ta n d o canções de Chico César, Zeca Balero e C arlos Careca. Dias 1s e 2, às 21h.

SESC Pompéia TARDES DE BLUES. O Centro Experim ental de M úsica do Sesc apresenta, nas tardes de sábado, um a das fo rm a s de m úsica p o p u la r n o rte -a m e rica n a que m ais influ en cio u o cenário m usi­ cal pop deste século. N ascido a

14h às 15h30; entrevistas dia 22, às U h . Terças e quin ta s, das 18h30 às 20h; entrevistas dia 22, às 18h30. De 5 de agosto a 27 de no ve m b ro . R$ 16,50 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 33,00.

prios, a banda fo rm a d a em 1995 toca o blues tra d ic io n a l. É c o m ­ posta p o r d o is v io lõ e s , d o is vocais e um a gaita. Dias 12,19 e 26, às 16h. G rátis.

ZÉ NOGUEIRA E ZÉ RENATO. S h o w in tim is ta que reúne Zé Renato e o saxoffnista Zé N o­ gueira para in te rp re ta r pérolas da m úsica brasile ira num even­ to inédito. De 4 a 5, às 21 h e dia 6, às 20h.

SESC Pompéia ZÉLIA DUNCAN. Projeto O u­ v in d o Estrelas. Direção artística e apresentação de Zuza H om em de M ello. Dia 15, à s2 1 h .

SESC Pompéia Cursos CANTO. Exercícios vocais, dic­ ção, articulação, im postação e respiração. O rientação de A ndréa Drigo. Quintas, das 16h às 18h30 ou das 19h às 22h. A partir de 16 anos. 15 vagas. R$ 20,00 (com er­ ciário m atric.), R$ 40,00 (usuário) e R$ 48,00.

SESC Pompéia CAVAQUINHO. Teoria, prática e história do cavaquinho. O curso em três etapas: básico, inte rm e ­ d iá rio e avançado. O rientação de Rosana Silvestre. Q uartas, das 18h30 às 2 1 h 3 0 .15 vagas. A par­ tir de 15 anos. R$ 30,00 (com er­ ciário m atric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00.

SESC Pompéia CENTRO EXPERIMENTAL DE M Ú SICA DO SESC. O CEM está c o m in s c riç õ e s a b e rta s para novas atividades. A m a io ­ ria dos cursos não exige co n h e ­ cim e n to a n te rio r em m úsica e os in s tru m e n to s de cordas com arco são fo rn e c id o s pelo Sesc para aula s e e s tu d o s in d iv i­ duais. Inscrições de 1o a 19 de ju lh o . Veja a seguir. SESC Consolação • Violino. O rientação de João M aurício G alindo. D irig id o a in i­ ciantes. Terças e q uintas, das

• Viola de arco. O rientação de João M aurício G alindo. D irig id o a iniciantes. Terças e quintas, das H h às 15h30; e ntrevistas dia 22, às H h . Terças e q uintas, das 18h30 às 20h; entrevistas dia 22, às 18h30. De 5 de agosto a 27 de n o ve m b ro . R$ 16,50 (co m e rciá rio m atric.) e R$ 33,00. • Violoncelo. O rientação de Leonel Dias. D irigido a iniciantes. Terças e q uintas, das 14h às 15h30; entrevistas dia 22, às 14h. Terças e quintas, das 18h30 às 20h; entrevistas dia 22, às 18h30. De 5 de agosto a 27 de no ve m ­ bro. R$ 16,50 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 33,00. • Contrabaixo Acústico. Ori­ entação de Gerson Frutuoso. D iri­ gido a iniciantes. Terças e quintas, das 14h às 15h30; entrevistas dia 22, às 14h. Terças e quintas, das 18h30 às 20h; entrevistas dia 22, às 18h30. De 5 de agosto a 27 de novem bro. R$ 16,50 (com erciário matric.) e R$ 33,00.

• Orquestra de Cordas. O rien­ tação de João M aurício G alindo, Leonel Dias e G erson Frutuoso. D irig id o a iniciados. Q uartas e sextas, das 14h às 16h; entre vis­ tas dia 04/8, às 14h. Q uartas e sextas, das 19h às 21 h; en tre vis­ tas dia 4 de agosto, às 18h30. De 6 de agosto a 28 de n ovem bro. R$ 16,50 (com erciário m atric.) e R$ 33,00. •

Grupo

de

Violoncelos.

O rientação de Leonel Dias. D irig id o a iniciados. Segundasfeiras, das 18h às 19h30; entre­ vistas dia 4 de agosto, às 18h. De 4 de agosto a 25 de novem bro. R$ 8,50 (com erciário m atric.) e R$ 17,00.

•

Voz. O rientação de Gisele Cruz e Cecília V alentim . D irig id o a iniciantes. Terças e quintas, das 16h às 17h30; entrevistas dias 21 e 22, às 16h ou às 19h. Terças e quintas, das 20h30 às 21h50; e ntrevistas dias 23 e 24, às 16h ou às 19h. De 5 de agos­ to a 27 de nove m b ro . R$ 13,50 (com e rciá rio m atric.) e R$ 27,00.

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l=LM»M;WiV4 • Bateria e Percussão. O rie n­ tação de M areei C angiani. D iri­ g id o a inic ia n te s . S e gundas, das 14 às 16h e sábados, das 13M30 às 15h30; en tre v is ta s dia 26, às 13h30. De 4 de ag osto a 29 de n o v e m b ro . R$ 50,00 (com e rciá rio m atric.) e R$ 100,00, taxa bim e stra l.

Flávio V ajm an. D om ingos, das 13M30 às 15h (iniciantes), das 15h às 16M30 (in te rm e d iá rio ) ou das 16h30 às 18h (avançado). 25 vagas. A p a rtir de 14 anos. R$ 20.00 (com e rciá rio m atric.), R$ 40.00 (usuário) e R$ 48,00.

SESC Pompéia VIO LÃO E G UITARRA. O rie n ­

• Bateria e Percussão. O rien­ tação de Mareei Cangiani. D irigido a iniciados. Sábados, das 9h30 às 11 h30; entrevistas dia 26, às 9h30. De 9 de agosto a 29 de novem bro. R$ 50,00 (com erciário m atric.) e R$ 100,00, taxa bim estral. • Violão. O rientação de Renato S antoro. D irig id o a inic ia n te s . Segundas e quartas, das 14h às 15h30 ou das 19h às 20h30; entrevistas dia 1 de agosto, às 14h ou às 19h. Sábados, das 9h30 às 11 h30 ou das 13h30 às 15h30; entrevistas dia 2 de agosto, às 9h30 ou às 13h30. De 4 de agosto a 29 de n o v e m b ro . R$ 25,00 (com erciário m atric.) e R$ 50,00.

• Coral Infantil. O rientação de G isele Cruz. D irig id o a crianças de 7 a 12 anos. Segundas e q u a r­ tas, das 14h30 às 15h30. De 4 de a gosto a 26 de n o v e m b ro . G rátis.

• Como m ontar um Coral Infantil. O rientação de G isele Cruz. Segundas e quartas, das 14h30 às 17h30; e ntre vista s dia 25, às 14h. De 4 de ago sto a 26 de n ovem bro . R$ 13,50 (co m e r­ ciário m atric.) e R$ 27,00.

ta ç ã o de T ia go C esquim . Terças, às 19h, e s á b a d o s , às 13h. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 30,00.

SESC São Caetano V IO LÃ O . N o ç õ e s de te o ria , r itm o , h a rm o n ia e im p ro v is o , re p e rtó rio e p rá tica de c o n ju n to para to d o s os níveis. In iciação à té c n ic a do in s tru m e n to a través da m ú s ic a p opular.

SESC Pom péia - O rientação de M a rc e lo C am pos. Sextas, das 19h às 2 2h. O rie n ta ç ã o de L e o n ard o C osta. S ábados, das 14h30 às 1 7 h 3 0 .10 vagas. A p a r­ t ir de 12 anos. R$ 25,00 (co m e r­ c iá rio m a tric .), R$ 50,00 (usuá­ rio) e R$ 60,00.

SESC Carmo - O rientação de A le x a n d re A u g u sto M a xim ilia n o . Iniciação à técnica pela m úsica popular. N oções de te o ria e p rá ti­ ca de a c o m p anham ento. A p a rtir de 10 anos. Segundas, das 18h30 às 19h30 e das 19h30 às 20h30. R$ 16,00 (com erciário m atric.) e R$ 33,00 (usuário).

Som Para Todos os Gostos O Centro Experimental de M úsica (CEM) oferece diversos cursos em vários instrumentos, como o violoncelo. Em julho, estarão abertas novas inscrições que irão até o dia 19. Sesc Consolação do Ballet Guaíra; DC, do Rio de Janeiro; Ballet Popular, do Recife, entre outros. De 9 a 13.

SESC Pompéia PROJETO

PALCO ABERTO.

A prese n ta çã o de várias te n d ê n ­ cias da dança em espetáculos para este p ro je to . Veja p ro g ra ­ m ação a seguir.

SESC Pompéia VOZ. Técnica e expressão vocal, dicção e re p e rtó rio popular.

• Compondo para Coral In­ fa n til. O rie n ta ç ã o de G isele

• Corpus e Encontro com Vênus. Direção de Roseli Ro­

SESC Pinheiros - O rientação

Cruz. S egundas e quartas, das 13h30 às 14h30; entre vista s dia 25, às 14h. De 4 de a gosto a 26 de novem bro . R$ 8,50 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 17,00.

de W ils o n Sá Brito. Sábados, das 14h às 15h - R$ 15,00 (com erciá­ rio m a tric) e R$ 30,00 (usuário m atric) - e das 15h às 16h45 - R$ 22.00 (co m erciário m atric) e R$ 44.00 (u suário m atric.). 20 vagas.

drigues, com a Raça Com panhia de Dança de São P aulo. A C om panhia apresenta duas co­ reografias em que enfatiza a ex­ pressão dos sentim entos e a des­ coberta da libido. Dias 5 e 6, às 15h, Área de C onvivência.

FLAUTA DOCE. Iniciação m usi­ cal através da flau ta doce. Orientação de Veronique Oliveira Lima. Sábados, das 9h30 às 13h30. 10 vagas. A partir de 7 anos. R$ 20.00 (co m e rciá rio m atric.), R$ 40.00 (usuário) e R$ 48,00.

SESC São Caetano - O rien­ tação de W ilson Sá Brito. Sá­ bados, das 9h30 às 11 h. 20 vagas. R$ 30,00 (com erciário m atric.) e R$ 60,00.

SESC Pompéia HAR M Ô NICA (G AITA DE BOCA DIATÔNICA E CROMÁ­ TICA). E studos te óricos-perceptivo s sobre escalas e p rog res­ sões harm ônicas. R epertório e im p ro v is o do b lue s e o u tro s gêneros m usicais. O rie ntação de

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Espetáculos PROJETO DANÇA. A p rogra­ m ação in c lu i apresentações, debates e w orkshops. Presença

• A Hora da Estrela. Direção e atuação de Denise C ourtourké. C oreografia inspirada na obra de Clarice Lispector. Dias 12 e 13, às 15h, na Área de Convivência.

• Rasgo Flamenco. Com panhia Triana Flam enca. D ireção de A ndrea G uelpa. G uitarras: Tlto G onzales e F lávio M arques. Canto: M arisol Jardim . O tablado flam enco atual destaca núm eros de Jaleos (cantos executados por to d o o elenco) e trabalho com m a n to m de m a n illa (xale borda-

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do), na coreografia Alegrias. Dias 19 e 20, às 15h, na Área de C onvivência.

quartas, às 20h. Sábados, das 14h30 às 16h. R$ 20,00 (com erciá­ rio matric.) e R$ 40,00.

to d o através de m o v im e n to s rít­ m icos e sensuais, baseados nos ciclos sagrados da natureza.

• Street Power Show. Direção de Jo ã o C elso. O espetáculo S tree t Power, baseado em Street dance, tem cinco anos de estrada e é festejado em festivais no Brasil e na A m érica Latina. Dias 26 e 27, às 15h, na Área de Convivência.

DANÇA DE SALÃO. A p re n ­ dizado de ritm o s típ ic o s dos salões de baile de várias épocas e regiões: bolero, tango, rum ba, m am bo, salsa, m erengue, lam ­ bada, sam ba, rock, valsa etc.

TENISESC - Orientação de Lygia

TENISESC - O rientação de Pau­

BALÉ CLÁSSICO. O rientação

lo Batista e Egle de C arlos. Sextas, às 20h. R$ 25,00 (com er­ ciário m atric.) e R$ 40,00.

de Elisabeth M a rin ho . A p a rtir de 16 anos. S egundas e quartas, às 17h. S áb ad os, às 15h30. R$ 15.00 (com e rciá rio m atric.) e R$ 30.00 (usuário m atric.). 15 vagas p or h orário.

SESC Ipiranga - Terças e q u in ­ tas, às 20h30. Sábados, à s14h30 e 16h. O rie n ta çã o de Paulo Batista e Egle de Carlos. R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 30,00.

SESC Pinheiros DAN ÇA AFRO-BRASILEIRA. O curso d e se n vo lve o m o v im e n ­ to e xp ressivo através da fusão do canto, m úsica e dança negra p rim itiv a e c o ntem p orânea.

SESC Pinheiros - O rientação de Juvenal Á lva ro. Sexta, às 20h. R$ 20,00 (c o m e rc iá rio m a tric) e R$ 40,00 (u s u á rio m a tric.). 15 vagas.

SESC Carmo - O rientação de Ana M aria Viana, H u m b e rto e Cris. A p a rtir de 16 anos. Terças, às 12h; quartas, às 19h10; e sex­ tas, às 18h 10. R$ 16,00 (co m e r­ ciá rio m atric.) e R$ 33,00 (usuá­ rio m atric.). SESC Consolação - O rientação de S im o n e Suga B enites. Segundas ou quartas, às 20h. 30 vagas p o r tu rm a . R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 30,00.

SESC São Caetano - O rien­ tação de Enoque Santos. Sá­ bados, às 9h. R$ 20,00 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 40,00 (outros).

SESC Ipiranga - Orientação de

Mistura de Ritmos

Enoque Santos, formado em Dança pela UFBA, professor e pesquisador de dança afro-brasileira. Quartas e sextas, às 19h30. R$ 15,00 (comer­ ciário matric.) e R$ 30,00.

As miscigenação entre Brasil e África pode ser desfrutada no curso de Dança Afro-Brasileira, que desenvolve o movimento expressivo através das influências entre os dois universos. Confira no Roteiro

SESC Pom péia - O rie n ta çã o de J u v e n a l A lv a ro . A p a r tir de 15 a nos. S á ba do s, às 13h30. R$ 12,50 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 25,00 (u s u á rio ).

DANÇA DE RUA. U tilizando m úsicas funk, rap, black, a aula tra b a lh a p rin c ip a lm e n te m e m ­ b ros in fe rio re s , re sistência e coordenação com m u ito suingue.

SESC Pinheiros - A p a rtir de 15 anos. Terças e sextas, às 20h30. O rie n ta ç ã o de N orm a R egina do C a rm o . R$ 20,00 (co m e rciário m a tric.) e R$ 40,00 (usu ário m atric.). 20 vagas.

SESC São Caetano - Orientação de Hom ero Lopes. Segundas e

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SESC Pinheiros - O rientação de S im o n e Suga B enites. Q uintas, às 20h30 e sábados, às 14h e 15h30. R$ 22,00 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 44,00 (usuário m atric.). 20 vagas p o r horário.

SESC Pompéia - Aprendizado e prática de ritm os de salão, com o bolero, samba, valsa, lambada e outros. Aulas com 90 m inutos de duração. A p a rtir de 15 anos. Quartas ou sextas, às 19h30; sába­ dos, às 14h30;e dom ingos, às 11h, 13h, 14h30 e 16h. Orientação de Neide Carvalho e Sérgio Villas Boas. R$ 19,00 (com erciário matric.) e R$ 38,00 (usuário).

SESC São Caetano - O rien­ tação de Nico e Inésia: segundas e quartas, às 19h; terças e q u in ­ tas, às 20h; quartas e sextas, às 20h; e sábados, às 16h. R$ 20,00 (com erciário m atric) e R$ 40,00. O rientação de A le ssa n d ro e Andréa: sábados, das 10h30 às 12h. R$ 15,00 (co m e rciá rio m atric) e R$ 30,00. DAN ÇA DO VENTRE. De o ri­ gem egípcia, exercita o corpo

Pracchia. Segundas e quartas, às 18h30, e terças, às 19h. R$ 35,00 (com erciário m atric.) e R$ 40,00 (um a aula/sem ana); R$ 40,00 (com erciário m atric.) e R$ 45,00 (duas aulas/semana).

SESC Ipiranga - O rientação de G racy Rojas. S ábados, às 14h e 15h30. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Orientação de Luciana Lambert. Segundas e quartas, às 20h30. R$ 35,00 (comer­ ciário matric.) e R$ 70,00 (usuário matric.). Sexta, às 20h. Sábados, às 9h30 e 11 h. R$ 25,00 (comerciário m atric.) e R$ 50,00 (usuário matric.). 20 vagas por horário. SESC Carmo - O rientação de M ônica Nassif. A p a rtir de 16 anos. S extas, às 12h, 16h50, 18h10 e 19h30. R$ 16,00 (co m e r­ ciá rio m atric.) e R$ 33,00 (usuá­ rio m atric.). SESC Consolação - O rie n ­ tação de M arize Piva. Sextas, às 18h30 e 19h30, e sábados, às 11 h e 12h30. 30 vagas p o r tu r ­ ma. R$ 21,00 (com e rciá rio m a­ tric.) e R$ 42,00. SESC Pompéia - O rientação de M arize Piva. Quartas, das 19h30 às 21 h. R$ 22,00 (com erciário m atric.) e R$ 44,00 (usuários). SESC São Caetano - O rien­ tação de Vanessa Del Rey. Se­ gundas e quartas, às 14h, e sába­ dos, às 9h. R$ 30,00 (com erciário m atric.) e R$ 60,00. DANÇA FLAMENCA. De o ri­ gem espanhola, integra dança, m úsica e ritm o m arcado p a rticu ­ larm e n te pelas batidas de pal­ m as e pés. SESC Ipiranga - Sábados, às 13h e 15h30. O rie n ta çã o de Daniela Libâneo, acom panhada do m úsico Fábio Sardo. R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 30,00.

SESC Consolação - Orientação de Paulo S érgio Souza dos Santos. Sábados, às 11 h30 e 13h. 30 vagas. R$ 21,00 (com erciário m atric.) e R$ 42,00.

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i EM CARTAZ SESC Pinheiros - O rien ta ção de V ivia n e M a ld o n a d o . S ábado, às 9h30, 11 h e 12h30. R$ 22,00 (c o m e rc iá rio m atric .) e R$ 44,00 (u s u á rio m a tric .) 20 vaga s p o r h o rá rio .

SESC Pompéia - O rientação de D aniela Libâneo. Sextas, das 19h30 às 21 h. R$ 22,00 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 44,00 (usuário).

SESC São Caetano - O rien­ tação de Luciana Lom akine. Sá­ bados, das 13h às 14h30 e das 14h30 às 16h. 20 v a ga s p o r tu rm a . R$ 20,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 40,00. DANÇA INTEGRADA. O rien ­ tação de Geórgia Lengos. Terças e quintas, às 18h15 e 19h30. 25 vagas p o r tu rm a . R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 30,00. SESC Consolação DANÇA. E stim u la a c ria tiv id a ­ de e expressão a través de v á rio s tip o s de dança, c o m o jazz, ba lle t m o d e rn o , técn ica s de im p ro v i­ sação e c o m p o s iç ã o de m o v i­ m e n to s rítm ic o s , entre ou tro s. SESC Ipiranga - Terças e q u in ­ tas, às 19h30. R$15,00 (c o m e r­ c iá rio m atric.) e R$ 30,00.

SESC Pompéia - O rie ntaçã o de M ina Pires. A p a rtir de 15 anos. Sábados, às 9h30 e 12h. A u la s co m um a hora de d u ra ­ ção. R$ 13,50 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 27,00 (usu ário ). S ábados, 10h30 e 13h. A u la s de 90 m in u to s . R$ 14,50 (c o m e rc iá ­ rio m atric.) e R$ 29,00 (usuário).

R$ 20,00 (com erciário matric.) e R$ 40,00 (usuário matric.). 20 vagas. Orientação de Nanei Cardoso. A p artir de 12 anos. Segundas e quartas, às 19h e 20h. Terças e quintas, às 17h. R$ 15,00 (com er­ c iário m atric.) e R$ 30,00 (usuário m atric.). 15 vagas por horário.

PROJETO

SAMBA GAFIEIRA E BOLERO. O rie n ta ç ã o de S im o n e Suga Benites. Sábados, às 11h30. 30 v agas. R$ 17,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 34,00. Início, dia 12.

SESC Consolação

I B H B I Exposição MOMENTOS. Exposição da es­ cultora Macá Yanes. De 15 a 31. A bertura dia 15, às 20h, com apre­ sentação de Cantos Peregrinos, te x to de José A n to n io Souza e d ire ç ão de M arco A n to n io R odrigues, com Renata Zanetta. SESC Pinheiros

M O V IM E N TO .

O

De o rig e m am e rica na , p ro p o rcio n a ritm o , cadência e sin cro n ia a través de m o v im e n ­ to s d in â m ic o s e sensuais.

p ro je to A rte em M o v im e n to co­ loca fre n te a fre n te várias ex­ pressões artísticas d e s e n v o lv i­ das pelo ho m e m desde a cerâm i­ ca até a arte digital.

SESC São Caetano - Iniciante:

SESC Pompéia

terças e qu in ta s, às 19h. R$ 15,00 (com erciá rio m atric.) e R$ 30,00. In te rm e d iá rio : terças, q uintas e sextas, às 20h. R$ 20,00 (co m e r­ ciário m atric.) e R$ 40,00.

SESC Carmo - O rie nta ção de Félix de Assis. A p a rtir de 15 anos. Terças e q u in ta s , às 18h 10. R$ 16,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 33,00 (usuário). SESC Pinheiros - Orientação de Daioner Romero. A partir de 13 anos. Sábados, das 15h30 às 17h.

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Roca e Agulha

SESC Consolação

A R T E $EM JAZZ.

C U N N IN G H A M .

T em p o r o b je tiv o d ifu n d ir a o b ra de M e rce C u n n in g h a m , n o m e im p o rta n te no m u n d o da dança e no m u n d o das artes c o n te m p o râ n e a s . P ro je to em p arce ria c o m o L a b o ra tó rio de D ança, d o P ro g ra m a de C o m u ­ nica çã o e S e m ió tic a da PUC/SP e FAPESP. O rie n ta çã o de G icia A m o rim . R$ 30,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 60,00.

Aprenda a arte milenar da Tapeçaria: armação e montagem do tear e outras técnicas no Sesc Pompéia. Os cursos abrangem os níveis básico e avançado. Confira no Roteiro c enários. H um or, ca rtu n s, charges e tira s . O rie n ta çã o de Car­ los A lb e rto F erreira. S ábados, das 10h às 13h. 20 vagas. A par­ t ir de 12 anos. R$ 30,00 (co m e r­ c iá rio m a tric.), R$ 60,00 (usuá­ rio) e R$ 72,00.

SESC Pompéia JOALHERIA ARTÍSTICA E OBJETOS ORNAMENTAIS EM METAL. Noções de design de jóias. O rientação de Patrício Alz am ora e M arina M elego. 12 va­ gas. A pa rtir de 16 anos. R$ 35,00 (com erciário m atric.), R$ 70,00 (usuário) e R$ 84,00.

SESC Pompéia

HISTÓRIA EM QUADRINHOS E CARICATURA. Criação, ro te i­

MARCENARIA. Curso básico. C o n h e cim e n to e utiliza çã o de m áquinas e ferram entas, noções básicas de m arcenaria e execu­ ção de p ro je to s in d iv id u a is . O rientação de A rlin d o Gom es. Terças ou quartas, das 18h às 20h ou das 20h às 22h. O rientação de Dario Fonzar. Terças ou quartas, das 13h30 às 15h30 ou das 15h30 às 17h30. O rientação de Heraldo da M ota Enrique. Sextas, das 18h às 20h ou das 20h às 22h ou sábados, das 14h30 às 16h30. 10 vagas. A p a rtir de 18 anos. R$ 30,00 (com erciário m atric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00.

ro,

SESC Pompéia

DECORAÇÃO DE INTERIO­ RES. O rientação de M ary Ester S ilva. S egundas, às 19h. Terças e q uintas, das 14h às 16h e das 19h às 21h. 15 vagas por tu rm a . Uma vez p o r sem ana. R$ 35,00 (com e rciá rio m atric.) e R$ 70,00. Duas vezes, R$ 45,00 e R$ 90,00. A os sábados R$ 40,00 e R$ 80,00.

SESC Sao Caetano

p e rs o n a g e n s ,

d iá lo g o s

e

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MARCHETARIA. A rte de incrus­ ta r peças em obras de m arcena­ ria, fo rm a n d o desenhos com a utilização de folhas de m adeira de cores diferentes. Orientação de Sérgio M endes. Terças, das 16h às 18h ou das 19h às 21h. 10 vagas. A pa rtir de 15 anos. R$ 30.00 (com erciário m atric.), R$ 60.00 (usuário) e R$ 72,00. SESC Pompéia M ODELAGEM

EM

TORNO.

D irig id o a pessoas com conh e ci­ m en to básico de m odelagem em cerâm ica. O rientação de João A p a re c id o B ressanim . Q uintas ou sábados ou d o m in g o s das 14h30 às 17h30. 6 vagas. A p a rtir de 15 anos. R$ 40,00 (com erciá­ rio m a tric.), R$ 80,00 (usuário) e R$ 96,00.

SESC Pompéia PINTURA EM TECIDO. Criação de estam pas, m o n o tip ia , tecido em te xtura s, m o ld e vazado, p in ­ tu ra com sal grosso, descolora­ ção e batik. SESC Pompéia - O rientação de Vivian Braga. Q uintas das 14h às 17h. 10 vagas. A partir de 15 anos. R$ 25,00 (com erciário m atric.), R$ 50.00 (usuário) e R$ 60,00. SESC São Caetano - O rien­ tação de Tânia M endes. Terças, das 14h às 17h. R$ 20,00 (com er­ ciá rio m atric.) e R$ 40,00.

PINTURA ÓLEO/TELA. O rien­ tação de Luciana. Q uartas, das 19h às 21 h. R$ 22,50 (com erciá­ rio m atricu la do ) e R$ 45,00.

vagas. A p a rtir de 14 anos. R$ 50.00 (com erciário m atric.), R$ 100.00 (usuário) e R$ 120,00.

SESC Pompéia TAPEÇARIA. Curso básico. A r­ mação e m ontagem do tear, urdi­ dura, tecelagem e acabam en­ to.O rientação de S olange Tessarin. S ábados, das 14h30 às 17h30. Orientação de Tiyoko To­ m ikawa. Quartas ou quintas, das 19h às 22h. Orientação de Thais Cam piglia. Terças ou quintas, das 14h às 17h. Orientação de Mara D oratiotto. Terças das 19h às 22h. R$ 50,00 (com erciário m atric.), R$ 100.00 (usuário) e R$ 120,00. 10 vagas. A partir de 14 anos.

SESC Pompéia

nicas básicas de co n stru çã o de desenho, c o m p o siçã o e e q u ilí­ b rio e às técnicas m istas co m o tê m p e ra e n a n q u im . O rientação de Luiz Castanon. Terças, das 19h às 22h ou sábados, das 10h às 13h. A p a rtir de 18 anos. R$ 40.00 (c o m e rciá rio m atric.), R$ 80.00 (u suário) e R$ 96,00.

SESC Pompéia DE

SESC Carmo FOTOGRAFIA. Teoria e prática. O rientação de A n tô n io A u g u sto C oe lh o N eto. De s e g u n d a à sexta, às 19h. Sábados, das 9h30 às 12h. 15 vagas p o r tu rm a . R$ 45.00 e R$ 90,00. SESC São Caetano LABORATÓRIO AVANÇADO.

TÉCNICA DE PINTURA EM AQUARELA. In tro d u çã o às té c ­

TÉ C N IC A S

FOTOGRAFIA. O rientação de Paulo Preto. A u la s de la b o ra tó ­ rio , te ó rica s e práticas, revela­ ção de film e s e a m pliação de có p ia s em papel fo to g rá fic o . F orm ação de novas tu rm a s a p a rtir de ju lh o . In form ações na C entral de A te n d im e n to , ram ais 208, 237 e 239.

P IN TU R A .

O rientação de S it Kong Sang. Terça a sexta, das 19h às 22h. A p a rtir de 15 anos. 10 vagas. R$ 60.00 (co m e rciá rio m atric.) R$ 120.00 (usuário), R$ 144,00.

SESC Pompéia Aulas Abertas HISTÓRIA EM QUADRINHOS. Noções básicas de desenho, ana­ to m ia , luz e som bra, criação e construção de personagens, ro­ te iro e diagram ação de quadros. H ilário Ribeirão Filho. Dia 19 ou 20, das 14h às 17h. A p a rtir de 13 anos. 20 vagas. G ratuito.

Curso básico de p in tu ra através de c o n c e ito s de c o m p o s iç ã o , p e rs p e c tiv a , s o m b ra e luz. O rie n ta çã o de A d e m a r S him ab u ku ro . Q uintas, das 15h às 18h ou das 19h às 22h. 10 vagas. A p a rtir de 14 a nos. R$ 25,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) R$ 50,00 (usuário) e R$ 60,00.

PEDRA SABÃO. Noções te ó ri­ cas e práticas do tra b a lh o em pedra bruta. D efinição de form a, enta lh e e a cabam ento. O rie n ­ tação de Regina Carm ona. Dia 26 e 27, das 14h às 17h. G ratuito.

SESC Pompéia

SESC Pompéia

Cursos de Fotografia BÁSICO . O rie n ta ç ã o de S it

O ficinas ARTE EM PAPEL. A aplicação

K ong Sang. Q uartas e sextas, das 19h às 22h. O rie n ta çã o de G isele R o d rig u e s M acedo. Sá­ b a dos das 9h30 às 13h30. Iní­ cio dia 26. O rie n ta çã o de C arlos E du a rd o F rucci. A p a rtir de 15 a n o s. Q u a rta s e s e x ta s das 14h30 às 17h30. R$ 60,00 (c o m e rc iá rio m a tric.), R$ 120,00 (u su á rio ) e R$ 144,00.

do papel na criação a rtística. Temas: papel reciclável, papel artesanal, m arm orização e e m ­ bala gens, cartonagem , em papelam ento e pap ie r m achê. Terças, das 19h às 22h. 12 vagas. A par­ tir de 14 anos. O rientação de Luiz Masse. R$ 30,00 (com erciá­ rio m atric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00.

SESC Pompéia

SESC São Caetano

HQ As histórias em quadrinhos sempre povoaram o imaginário de crianças e adultos. Aproveite para aprender um pouco sobre essa arte. Sesc Pompéia

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SERIGRAFIA. Técnica para im ­ pressão de grande quantidade de u m m esm o m o tiv o com várias cores e tip o s de m ateriais: tecido, p apel, plá s tic o , m ad e ira etc. O rientação de Laedir A n to n io . S ábados das 14h30 às 17h30. 10 vagas. A p a rtir de 15 anos. R$ 25.00 (com erciário m atric.), R$ 50.00 (usuário) e R$ 60,00.

SESC Pompéia.

SESC Pompéia

SESC Pompéia

INTERM EDIÁRIO . O rie n ta çã o

CERÂM ICA.

TAPEÇARIA. Curso avançado. D irig id o a pessoas com conheci­ m en to s básicos em tecelagem . Tapeçaria artística, elaboração de p ro jeto s in d ividu ais, diagram ação em tea r de pedal e aperfei­ ç o a m e n to de té cn ica s. O rie n ­ tação de Tlyoko Tom ikaw a. Q uar­ tas ou q u intas, das 19h às 22h. 10

de G isele R o d rig u e s M acedo. S ábados das 14h às 18h. 10 Vagas. A p a rtir de 15 anos. Início dia 26. R$ 60,00 (c o m e r­ c iá rio m a tric.), R$ 120,00 (u su á ­ rio) e R$ 144,00.

SESC Pompéia

M o d e la g e m em argila. Técnicas básicas, in icia ­ ção ao to rn o , e sm a lta çã o e e s c u ltu ra . O rie n ta çã o de Oey Eng G oan. Terças, quartas ou s extas, das 14h30 às 17h30. Terças e quartas, das 19h às 22h. O rientação de A n to n io M a xim o

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H EM CARTAZ Borba. Sextas, das 19h às 22h d o m in g o s , das 9h às 12h. vagas. A p a rtir de 14 anos. 25.00 (co m e rc iá rio m a tric.), 50.00 (u suá rio ) e R$ 60,00.

ou 15 R$ R$

SESC Pompéia

B ib lio t e c a s L e it u r a

DESENHO E HISTÓRIA DA ARTE. O rie n ta ç ã o de M a ria

SESC Carm o - A c e rv o d e s tin a ­

Isabel C a rd o s o . Q u a rta s , das 19h às 21 h. 15 Vagas. A p a rtir de 14 anos. R$ 20h (c o m e rc iá rio m atric.), R$ 40,00 (u suá rio ) e R$ 48,00.

SESC Pompéia ENCADERNAÇÃO. O rientação de Patricia de A lm e id a G io rd a no . Q uartas das 14h30 às 17h30 ou 19h às 22h e sextas, das 14h30 às 17h30 ou das 19h às 22h. 10 Vagas. A p a rtir de 15 anos. R$ 32,50 (com e rciá rio m atric.), R$ 65.00 (usuário) e R$ 78,00. SESC Pompéia PRO GRAMAÇÃO ESPECIAL. De 1 a 13 das 10h às 18h. P ú­ b lic o a lvo : jo v e n s a rtis ta s , e s tu ­ d a n te s de a rte s p lá s tic a s e v is u a is . Será fe ita s eleçã o a tra ­ vés de c u rric u lu m e /ou p o rtifó lio . Vagas lim ita d a s . Taxa de in s c riç ã o R$ 2 0,00. P a ra le la ­ m e n te , de te rç a a sexta a p a rtir das 18h, h a ve rá a p re s e n ta ç õ e s m u s ic a is , p e rfo rm a n c e s e m o s ­ tra s de víd e o .

SESC Pom péia • O ficina Tridim ensional. Es­ c u ltu ra s e in s ta la ç õ e s . S é rg io R am agnolo, de 1 a 6. C arlos Fa­ ja rd o , de 1 a 13. M a u ríc io Bentes, de 8 a 13. • O ficina Bidim ensional. Pin­ tu ra , desenho, técn ica s m istas. A le x Cerveny, de I 2 a 13. S é rg io F inguerm a nn , de 1 a 6. Israel Pedrosa, de 8 a 13. •

Oficina de Gravura. X ilo ­ gra vu ra co m R uben G rilo , de 1 a 5. M etal c o m E van dro C arlos J a rd im , de 8 a 13.

le itu ra . J o rn a is e re vista s so b re o s m a is d iv e rs o s a s s u n to s e jo g o s q u e e s tim u la m a c r ia tiv i­ d ad e e a im a g in a çã o . De s e g u n ­ da a s áb ad o, das 12h às 21 h. S áb a do s, das 9h às 17h. G rátis.

SESC Interlagos - Sala de le i­ tu ra c o n te n d o liv r o s in fa n tis , re v is ta s , jo r n a is , h is tó ria em q u a d rin h o s , liv ro s s o b re e c o lo ­ g ia e ja rd in a g e m . De q u a rta a d o m in g o , das 9h às 17h.

C lo v is V ie ira e J o a q u im S a n ­ ta n a , de 1 a 6. M ilto n S o g a b e , de 8 a 13.

Julho 97

A Festa da Magrela Com mais de um século, a bicicleta é uma modalidade muito praticada pela juventude. A gora esse meio de transporte e de diversão pode ser apreciado na exposição Bicicleta e a Filatelia. Sesc Ipiranga. Confira no Roteiro

SESC Ipiranga - Na Á re a de C o n v iv ê n c ia você e n c o n tra re v is ta s d iv e rs a s s o b re os m a is v a ria d o s a s s u n to s (saú d e , es­ p o rte s , e c o lo g ia , m ú s ic a , v í­ d eo , c in e m a , d e c o ra ç ã o , m o ­ da), jo r n a is d iá rio s , liv ro s de a rte , g ib is , h is tó ria s em q u a d ri­ n h o s para a d o le s c e n te s e a d u l­ to s . À d is p o s iç ã o para c o n s u lta no lo c a l. De te rç a a se xta , das 13h às 2 1 h30 e s á b a d o s , d o m in g o s e fe ria d o s , das 9h às 17h30. G rá tis.

SESC

P om péia - L iv ro s de arte, ro m a n c e s e h is tó ria s em q u a d rin h o s . C on su lta s no local ou e m p ré s tim o . De te rç a à s e x ta , da s 10h às 20h30. S ábados, d o m in g o s e fe ria d o s , das 10h às 18h30.

H

• Oficina de Fotografia. Eduar­

O ficin a de A rte D ig ita l.

de

SESC Consolação - Á rea de

C atunda, de 1 a 13.

•

S a la s

do a e m p ré s tim o s e para a c o n ­ s u lta no lo cal. A lé m d is s o o espaço p o s s ib ilita a realização de pe sq u is a s e scolares e você te m à d is p o s iç ã o jo rn a is d iá rio s e re vistas. De segu n d a à sexta, das 10h às 19h. In fo rm a ç õ e s no 1a a n d a r ou p elo te le fo n e 6059121, ra m a is 232 e 234 .

• O ficina de Cerâm ica. Lígia

do Castanho, de 1 a 6. Em ídio Luisi, de 8 a 13.

&

JULES ET JIM (U M A M U ­ LHER PARA DO IS). R e la n ­ ç a m e n to d o clássico de François T rufaut. A p a rtir d o dia 4, às 15h30, 17h30, 19h30 e 21h30.

CINESESC

E s p e c ia l BICICLETA E FILATELIA. A te m á tic a E sp o rte faz parte das m o d a lid a d e s m a is a p re cia d a s pela ju v e n tu d e na colecão de selos e peças fila té lic a s . U n in d o esta te n d ê n c ia com as p ro p o s ­ ta s e o b je tiv o s d o C lube do Pedal, p ro g ra m a m o s vá ria s a ti­ vid a d e s para o p e río d o de fé ria s esco la re s, a b o rd a n d o o te m a acim a. C onfira a p ro g ra m a çã o .

SESC Ipiranga • Exposição a B ic ic le t a e a F i l a t e l i a . A e x p o s iç ã o será m o n ta d a , s e g u n d o as n o rm a s in te rn a c io n a is q u e re g e m as co le ç õ e s te m á tic a s q u a n to à sua fo rm a ta ç ã o . A c o le çã o é c o m p o s ta p o r s e lo s, e n v e lo ­ pes, b lo c o s , cartazes e p o sta is re fe re n te s ao te m a . Faz p a rte ta m b é m d o a c e rvo um tr ic ic lo baú a no 1960 e um a b ic ic le ta de e n tre g a , a m b o s u tiliz a d o s p e lo s C o rre io s . A e x p o s iç ã o c o n s ta rá de peças fila té lic a s in é d ita s acom panhadas de te x to /p e s q u is a . De 9 a 27. Á rea da C o n v iv ê n c ia . G rátis.

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i • Oficina Filatélica Infantil. O ficina que visa c o ntato dire to das crianças (até 12 anos) com o m aterial básico para se in icia r um a coleção tem á tica e noções de m o ntag em . Dias 15, 17, 23 e 25, às 15h. Inscrições prévias e g ra tu itas. O rientação da Equipe T é cnica do D e p a rta m e n to de Filatelia dos C orreios.

•

V ídeo/Palestra. A h is tó ria

in s titu c io n a l dos C o rreios, o in í­ c io e d e s e n v o lv im e n to da F ila te lia no B rasil e no m u n d o , con ta da atra vé s de d o is vídeos: Viagem F an tá stica ao M u n d o d o s S e los e S e lo s B ra s ile iro s : U m M u n d o de Cores. A e x ib i­ ção do s víd e o s será seguida de um a p alestra , ond e as crianças in te ra g e m re s p o n d e n d o a p e r­ g u n ta s re la c io n a d a s ao te m a do víd e o. Dias 15, 17, 23 e 25, às 14h. G rátis.

•

E stande

dos

C orre ios.

A p ó s a rea lizaçã o e p a rtic ip a ­ ção do p ú b lic o nas a tiv id a d e s , cria -se um a e x p e c ta tiv a para a co m p ra e in íc io de um a c o le ­ ção de selos, p o r isso, te re m o s um e sta nd e do s C o rre io s com v á rio s selo s a d is p o s iç ã o dos inte re s s a d o s . Dias 15, 17, 23 e 25 a p a rtir das U h . P alestra: F ila te lia e E sporte. A tiv id a d e d e s tin a d a ao p ú b lic o a d u lto , c o m o o b je tiv o de e s tim u la r, o rie n ta r e e n s in a r aos in te re s ­ sad os os p ro c e d im e n to s neces­ s á rio s para in ic ia r um a coleção fila té lic a . Dia 17, às 19h. Sala de V ídeo. G rátis.

Raquetes em Punho Várias unidades do Sesc oferecem cursos em muitas modalidades esportivas. Escolha a sua preferida e venha participar. Confira no Roteiro

• M aratona C iclística. D an­ d o c o n tin u id a d e aos passeios m o n ito ra d o s , p ro g ra m a m o s um a m a ra to n a cic lística com o o b je tiv o de e s tim u la r um a p rá ­ tic a física re g u la r e saudável, o nd e a p ro v e ita re m o s para co ­ nh e ce r a lg u m a s U n idades do Sesc na C apita l: C onsolação, P om péia, P inh e iro s e V ila M ariana (em fase de acabam ento). Esta m ara to n a encerra as a tiv i­ dades do C lube do Pedal no m ês das fé ria s e scolares. Dia 27, saída d o Sesc Ipira n g a , às 8h. O b rig a tó rio o uso de capa­ cete. In scriçõe s prévias. Idade m ín im a de 14 a no s. G rá tis . O rien taçã o da eq u ip e técnica do Sesc.

PROJETO FÉRIAS 97. O Sesc Pom péia realiza entre 15 e 25 o

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P rojeto Férias 97, direcio n a d o para o pú b lico in fa n to -ju ve n il. Serão realizadas diversas a tivi­ dades físico-esportivas, através de to rn e io s relâ m pagos, festivais e aulas abertas. Inform ações: 1fl andar do C onjunto E sportivo ou pelos telefones 871-7772 ou 8717783. Grátis.

SESC Ipiranga - A p a rtir de 16 anos. Terças e qu in ta s, às 19h30 e 20h30. Q uartas e sextas, às 18h30. R$ 24,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 48,00. A p e rfe i­ ço am ento: sábados, às 9h30 e 10h30. R$ 18,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 36,00.

SESC Pompéia

SESC Consolação - Iniciação e

Cursos BASQUETE E VÔLEI. Curso de iniciação e sportiva. O rientação de R icardo de O live ira S ilva. Basquete: segundas e quartas, às 19h. V ôlei: segundas e q u a r­ tas, às 20h15 (tu rm a avançada); terças e qu in ta s, às 19h e 20h15 (turm as iniciantes) e sábados, às 10h (tu rm a iniciante) e às 11h30 (tu rm a avança d a ). 30 va g a s p o r tu rm a . R$ 15,00 (co m e rciá rio m atric.) e R$ 30,00 (duas aulas sem anais). R$ 11,50 (com e rciá rio m atric.) e R$ 23,00 (um a aula sem anal).

SESC Consolação BASQUETEBOL. E nsino dos fu n d a m e n to s b á sicos do passe, d r ib le , a rre m e s s o s , s is te m a s de ata q u e e defesa. C urso para pessoas com ida d e a p a rtir de 15 anos. Terças e q u in ta s , às 18h30. R$ 16,50 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 33,00 (u su á rio ). A o s s ábados, às 9h30. R$ 8,00 (c o m e rc iá r io m a tric .) e R$ 16,00 (u su á rio ).

a p e rfe iç o a m e n to dos nados cra w l e costas. D uração do curso de 1 a 6 meses. Segundas e q u a rta s , às 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Terças e quintas, às 10h 15, 12h 15, 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30. S á bados, às 9h15, 11h e 12h. 25 vagas por tu rm a . R$ 24,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 48,00 (duas aulas sem anais). R$ 18,00 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 36,00 (um a aula sem anal).

SESC Pompéia - E nsino bási­ co dos e stilo s cra w l e costas com d uração de até 6 m eses. A p a rtir de 15 anos, nos períodos da m a n h ã , ta rd e e n o ite . A p e n a s para c o m e rc iá rio s e d ependentes. R$ 26,50 (co m e r­ ciá rio m atric.). SESC São Caetano - Opção

lidade para m ulheres a p a rtir de 15 anos. E n sin o de té c n ic a s básicas do jo g o , a tra v é s de exercícios com bola, in d iv id u a is e coletivos.

de duas aulas sem anais de 45 m in u to s cada ou um a aula se m a n a l de 60 m in u to s . Iniciação: s e gundas e q uartas, às 14h, 17h45, 19h 15; terças e q u in ta s , às 7h45, 8h30, U h , 17h45, 18h30 e 19h15; Sextas, às 19h e sá b a d o s , às 10h. A p e rfe iç o a m e n to : se g undas e q u a rta s , às 2 0h45; te rç a s e q u in ta s , às 20h45; q u a rta s e sextas, às 7h; sextas:, às 18h e sábados, às 8h. De R$ 20,00 à R$ 24,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e de R $ 31,00 a R$ 40,00.

SESC Pompéia - O rientação

TÊ N IS .

SESC Pompéia FUTEBOL DE SALÃO FEMINI­ NO. Curso de iniciação à m o d a ­

dos Profs. M arce llo S iniscalchi e R onaldo Bueno. Terças e q u in ­ tas, das 19h30 às 21h. R$ 16,50 (com erciária m atric.) e R$ 33,00 (usuária).

SESC Consolação - O rientação de M arcello S iniscalchi e Ro­ naldo Bueno. Terças e quintas, às 19h30 e 20h30. R$15,00 (com er­ ciário m atric.) e R$ 30,00.

NATAÇÃO. Ensino básico dos estilos cra w l e costas. Cursos com duração de até 6 meses. In form e-se na unidade do Sesc m ais p róxim a.

C u rso de in ic ia ç ã o para a d u lto s co m os g o lp e s bá sico s d o tê n is . D uração de 3 m e se s, co m a u la s u m a ou duas vezes p o r sem ana. Terças e q u in ta s , às 10h30, 11 h30, 12h, 17h, 18h30, 19h, 19h30, 20h e 20h30; q u a rta s e sextas, às 18h, 18h30, 19h e 19h30; sá b a d o s às 8h 3 0 , 9 h30 e 10h30. Inscriçõ e s de 1 a 20 ; in íc io das aulas dia 2 de a g o s­ to . R$ 54,00 (dia), R$ 74,00 (n o ite ) (c o m e rc iá rio m a tric .), R$ 9 4,00 (d ia ), R$ 105,00 (n o ite ) (u s u á rio in s c rito ) e R$ 110,00 (dia) e R$ 127,50 (n o ite ).

TENISESC

Julho 97


I EM CARTAZ VOLEIBOL. E nsino dos fu n d a ­ m e n to s b á s ic o s c o m o to q u e , m anchete , co rta da , siste m as de ataque e defesa. A p a rtir de 15 anos, terças e q u in ta s, 15h e qua rta s e sextas, às 18h30 e 20h. R$ 16,50 (co m e rc iá rio m atric.) e R$ 33,00 (u suário). A os sábados, às 11 h. R$ 8,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 16,00 (usuário).

SESC Pompéia

das 13h30. Inscrições dia 12, das 9h às 13h.

SESC Consolação TORNEIO SESC JU V EN IL DE TÊNIS. T o rn e io de tê n is v á lid o para p o n tu a çã o no ra n kin g da F.P.T., para te n is ta s fe d e ra d o s. C a te g o ria s 9-10 a n o s, 11-12 anos, 13-14 anos, 15-16 anos e 17-18 anos, m a s c u lin o e fe m in i­ no. De 7 a 12 a p a rtir das 9h.

Torneios e Cam peonatos COPA SESC/APS DE FUTE­ BOL SOCIETY. T o rn e io q u e

TENISESC

reú n e os fu n c io n á rio s das E m ­ p re sa s A ta c a d is ta s de F e rra ­ gens, F erra m e n ta s , T in ta s , M a ­ te ria is E lé tric o s e H id rá u lic a da R e g iã o Leste de S ão P a u lo , lig a d a s à APS. M ais de 20 e q u i­ pes p a rtic ip a r ã o d o s jo g o s e n tre os m e s e s de ju n h o e ju lh o , s e m p re aos s á b a d o s . Dias 5, 12, 19 e 26, às 13h.

SIN DPD. E vento d irig id o aos tra b a lh a d o re s em P rocessam en­ to de D ados do Estado de São P aulo. Os jo g o s acontecem aos sábados, a p a rtir das 9h.

SESC Itaquera

to , fu n c io n á rio s das lojas da rua F lo rê n cio de A b re u (Associação d o s L o jis ta s da F lo rê n c io de A b re u ). S extas, a p a rtir das 19h.

II COPA SESC DE VOLEIBOL. T orneio d ire c io n a d o ao p ú b lic o c o m e rc iá rio , a p a rtir de 15 anos, nas c a te g o ria s m a s c u lin o e fe m in in o . P a rtic ip a ç ã o de 13 e q uipes m a s c u lin a s e 10 e q u i­ pes fe m in in a s (n um to ta l de 300 a tletas). J o g o s d ias 5, 6 e 12. Finais dia 13, a p a rtir das 10h, no G in á sio Prim a vera .

SESC Pompéia II TROFÉU SESC POM PÉIA DE FUTSAL. T o rne io nas ca te ­ g o ria s m a s c u lin o e fe m in in o , e xclu s iv a m e n te para c o m e rc iá rios com id ade a p a rtir de 15 a nos. In s c riç õ e s até d ia 18. M aio re s in fo rm a ç õ e s lig u e 8717762 ou 871-7783.

V CAM PEONATO DE FUTSAL

86 em p re s a s e 240 e q u ip e s visa n d o a in tegração dos p a rtic i­ pan te s a travé s de a tiv id a d e s sócio -cu ltu ra is e a prática e spo r­ tiv a org a n iz a d a . M o d a lid a d e s : futsal, v o le ib o l, basquete, tê nis de cam po fe m in in o e m a scu lin o; fu te b o l soc ie ty fe m in in o e fu te ­ bol de cam p o m asculino ; jo g o s de salão: sinuca, tê n is de mesa, xadrez, fu te b o l de bo tã o, d o m i­ nó, truco. A os sábados e d o m in ­ gos entre 9h e 17h.

SESC Interlagos TORNEIO RELÂMPAGO DE FUTSAL E VÔLEI. M a s c u lin o e fe m in in o . Dia 12, jo g o s a p a rtir

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A peteca não é apenas um jogo infantil. Em M inas Gerais, principalmente, ela é um esporte muito popular. Para difundi-la por aqui, o Sesc Ipiranga organiza o Festival de Peteca. Confira no Roteiro

SESC Consolação Recreação AQUASESC. A u la s a bertas, jo g o s e a tiv id a d e s aqu á tica s vis a n d o e s tim u la r d iversos p ú b li­ cos. S ábados e d o m in g o s, das 15h30 às 16h30. O b rig a tó rio a pre se n taçã o da carte ira Sesc com exam e d e rm a to ló g ico atua­ lizado. Grátis. SESC Pom péia ESPAÇO

RAD IC AL. E spaço para prática de skate, patins in line e b icicleta freestyle. De q u a r­ ta a d o m in g o , das 10h às 16h. SESC Interlagos

SESC Pompéia JOGOS DE INVERNO. R eúnem

De Lá pra Cá

SESC Consolação. X I CAMPEONATO ESPORTI­ VO ALFA/97 FUTSAL M A S ­ CULINO. P a rticipam deste even­

ESPORTE M IX . N o g in á s io de esp o rte s será m o n ta d o um c ir­ c u ito de a tiv id a d e s e sp o rtiva s, o n d e to d o s p o d e rã o e x p e rim e n ­ ta r e p ra tic a r v á rio s esportes: escalada e s p o rtiv a , b a d m in to n , b o lic h e , a rco e fle ch a , peteca, cam a elástica, frisb e e , tê n is de m esa, tê n is a d a p ta d o , fu te b o l de b o tã o, ra pei, d e n tre o u tro s. De 8 a 25, das 14h às 18h. G rátis. SESC Ipiranga FESTIVAL

DE PETECA. A p eteca é u m e s p o rte de o rig e m in d íg e n a q u e se p o p u la riz o u e n tre os p o rtu g u e s e s . N os dia s a tu a is , to r n o u - s e m a n ia em M in a s G e ra is de o n d e d ifu n ­ d iu -s e para o re s to d o país.

P ro c u ra n d o in c e n tiv a r a p rá ti­ ca d esse e s p o rte , e s ta re m o s re a liz a n d o um fe s tiv a l de pe_teca a b e rto a to d o s os in te ­ re s s a d o s . Dia 20, às 14h30, no S o la riu m . G rá tis .

SESC Ipiranga FUTEVOLEI. Esse e sp o rte s u r­ g iu nas praias cariocas co m o um a a lte rn a tiv a para o fu te b o l q ue in c o m o d a v a os banh ista s com seus chu te s e boladas. Para d ifu n d ir essa prática, q ue to m o u con ta de to d o o nosso lito ra l, e tir a r a in ju sta fa m a de espo rte de praia e ve rã o , fa re m o s um to rn e io com to d o s os in te re ssa ­ d os. Dia 6 às 14h30, no S o la riu m . G rátis. SESC Ipiranga GRAND PRIX DE CARRINHOS DE ROLIMÃ. Bastante p o p u la r entre a garotada em anos passa­ dos, o carrinho de ro lim ã fo i aos poucos sendo substitu íd o pelo skate e patins. P rocurando resga­ ta r essa brincadeira, o Sesc reali­ za o G rand Prix de C arrinhos de Rolim ã, um a com petição recrea­ tiva aberta ao p úblico em geral (crianças e adultos), com d ive r­ sas baterias na alm eda central do Parque da Independência. Serão utilizados os carrinhos do Sesc e um a bateria especial para quem

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tiv e r o seu p róp rio carrinho. Dia 13, às 14h30, no Parque da Independência. Grátis.

a n d a r d o C o n ju n to E s p o rtiv o ou p e lo s te le fo n e s 871-7783 e 871-7772.

SESC Ipiranga

SESC Pompéia

JOGOS AQ UÁTIC OS. S ába­

Serviços

d os, das 13h às 14h. A p re ­ sen ta ção de c a rte irin h a de m a­ tríc u la d o Sesc e e xam e m é d i­ co. P a rticipa ção liv re para m a i­ ores de 12 anos.

ESPORTEMPRESA. Setor espe­ cializado em assessorar e desen­ volver program ações esportivas e recreativas, com a finalidade básica de prom over a integração entre em presas com erciais e seus funcio n á rio s. A tivid a d e s com o: torneios e cam peonatos (organi­ zação e realização), locações de quadra para bate-bola e recrea­ ção, reservas de quadras para intercâm bio de em presas, pro­ m oções especiais para facilitar o acesso das empresas a outros eventos do Sesc Pompéia.

SESC Consolação RECREAÇÃO AQ UÁTIC A LI­ VRE. De segunda à sexta, das 9h às 21h30, sábados e fe ria d o s das 9h às 17h30. A p resentação de c a rte irin h a de m atrícula do Sesc e exam e m éd ico. G rátis.

SESC Consolação RECREAÇÃO

DE

FUTSAL

FEMININO. A p a rtir do dia 2 o Sesc P om péia abre um novo espaço para o p ú b lic o fe m in in o , cada vez m ais atu an te em to d o s os esportes. Terças e quintas, das 20h30 às 21h30 e sextas, das 17h30 às 19h30 no G inásio O u ton o I. A p a rtir de 15 anos. O b rig a tó ria a p re s e n ta çã o da carteira Sesc atualizada. Grátis. SESC Pompéia

SESC Pompéia

SESC Consolação RECREAÇÃO ESPORTIVA LI­ VRE. Futsal, vôle i, basquete e

Futsal Feminino As mulheres que quiserem bater uma bolinha já têm espaço garantido no Sesc Pompéia, a partir do dia 2, no Ginásio Outono I. A partir de 15 anos. Confira no Roteiro

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tê nis de mesa. O m aterial é fo r­ necido pelo Sesc. Futsal: segun­ das e quartas, das 10h30 às 12h. Terças e q u in ta s , das 11 h às 13h30. Sextas, das 10h30 às 12h e das 17h30 às 21h30. Sábados, das 15h30 às 17h30. Vôlei e bas­ quete: segundas e quartas, das 10h30 às 12h; das 13h30 às 15h30 e das 17h30 às 19h. Terças e q u in tas, das 17h30 às 19h. Sextas, das 11 h às 14h e das 17h30 às 21h30. S ábados, das 15h30 às 17h30. Tênis de mesa: sábados e feriados, das 9h15 às 17h30. Grátis.

ciona harm o n ia e relaxam ento corp o ra l através de exercícios de fle x ib ilid a d e para a re o rg a n i­ zação da postura.

SESC Pinheiros - A partir de 16 anos. Segundas e quartas, às 7h30,12h30,18h e 20h30. Terças e quintas, às 8h, 16h, 17h,18h e 19h30. R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 30,00 (usuário matric.). Sábados, às 8h e 13h. R$ 11,50 (com erciário matric.) e R$ 23,00 (usuário matric.). 15 vagas.

EXAME MÉDICO DERMATO­ LÓGICO. D irig id o aos fre q ü e n ­ tadores das piscinas. Para c ria n ­ ças, a dultos e idosos. SESC Consolação - De seg u n ­ da à sexta, das 16h às 19h50. S ábados e fe ria d o s, das 10h às 13h50. Ft$ 4,50 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 9,00. A presentar-se em tra je de banho.

RECREAÇÃO ESPORTIVA DI­ RIGIDA. V ôle i, basquete e fu t­ sal: sá b a d o s , das 13h30 às 15h30. G rátis.

Ginástica ALO NG AM EN TO E CONS­ CIÊNCIA CORPORAL. P ropor­

SESC Pompéia - V álido por três meses. Crianças até 3 anos não pagam . Q uartas e quintas, das 19h às 20h30; sábados, das lOh às 1 1 h 3 0 e d a s 13h às15h30. R$ 5,00 (com erciário m atric.) e R$ 10,00 (usuário). A presentarse em tra je de banho. PROJETO EMPRESA. Progra­ ma d ife re n cia d o de a poio ao lazer, ju n to às empresas do co­ m ércio. Tem com o objetivo prin­ cipal a prática de a tividades recreativas, culturais e esportivas possibilitando aos participantes e seus dependentes um m a io r envolvim ento nas program ações. Assessoria para organização de torneios e cam peonatos, festivais de esportes e cessão de espaços.

SESC Pompéia - O rientação de Eduardo Fraga. A p a rtir de 15 anos. Q uartas e sextas, às 7h30. R$ 22,00 (com e rciá rio m atric.) e R$ 44,00 (usuário).

SESC Carmo - H arm onia e re laxam ento do co rp o através de m o v im e n to s suaves. A p a rtir de 16 anos. S egundas e quartas às 11 h, 14h e 16h; terças e q u in ­ ta s às 10h e 15h. R$ 10,00 (co m e rciá rio m atric.) e R$ 21,00 (usuário m atric.).

SESC São Caetano - Segundas e qu a rta s, às 19h. R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 30,00.

A U T O M A S S A G E M . E n sin o de té cn ica s de m assagem para a utiliza çã o no c o tid ia n o . O rie n ­ tação de A u g u s to Pereira da R ocha. Q u a rta s e sextas, às 9h30, 12h e 14h. G rátis. SESC Pompéia BIOENERGÉTICA. O rie n ta çã o de C arm em N is tic ó e Iv a n ild e S a m p a io . Q uartas, às 14h30. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 30,00.

SESC Consolação

SESC Ipiranga

SESC Consolação

SORTEIO DE QUADRAS DE TÊNIS PARA EMPRESAS. As

EUTONIA. Favorece o autoco-

RECREAÇÃ O.

quadras de tê n is estão à d is p o ­ sição das em presas com erciais, basta inscrever a em presa e par­ tic ip a r do so rte io que perm ite u tiliza r a quadra por um período de três m eses. Inscrições até dia 20; so rte io dia 23, às 19h30.

H o rá rio s e e sp a ço s para a p rá tica liv re d as m o d a lid a d e s : b a s q u e te , fu ts a l, v o le ib o l (in fa n til e a d u l­ to ) e h a n d e b o l (s o m e n te in fa n ­ til) . O b rig a tó ria a a p re s e n ta ­ ção da c a rte ira Sesc a tu a liz a ­ da. M a io re s in fo rm a ç õ e s no 1e

TENISESC

n hecim e n to e o realin h a m e n to p ostural através de exercícios de reconhecim ento das e s tru tu ­ ras do corpo.

SESC Consolação - O rie n ­ tação de G abriela Bali. Sextas, às 19h30. 25 vagas. R$ 22,00 (com erciário m atric.) e R$ 44,00.

Julho 97


a EM CARTAZ SESC Pinheiros - De o rig e m d in a m a rq u e s a , essa té c n ic a p ro p õ e u m a re e d u c a ç ã o do m o v im e n to a tra vés d o e q u ilí­ b rio d o tô n u s m u scu lar. O rie n ­ ta çã o de M árcia Bozon. S extas, de 16h às 17h.

G INÁS TICA PARA GESTAN­ TES. O rie n ta ç ã o de V a lm a Valzachi. Terças e qu in ta s , das 19h às 20h. 20 vagas. R$ 40,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 80,00.

SESC São Caetano G IN Á S T IC A

V O L U N T Á R IA .

M é to d o de g in á s tic a d e s e n v o l­ v id o p e lo Sesc de a c o rd o c o m o r itm o e c o n d iç õ e s fís ic a s de ca d a p e s s o a . A c ad a m ê s te m a s d ife re n te s s o b re a tiv id a ­ de fís ic a , s a ú de e b em -e s ta r. In fo rm e -s e na u n id a d e do Sesc m a is p ró x im a .

SESC Ipiranga - A d u lto (16 a 44 anos): terça s e q u in ta s , às 15h30, 18M30 e 20h30 e q u a rta s e s e xta s, às 18h30 19h30 e 20h30. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 30,00. S ábados, às 10h30 e 14h30. R$ 11,50 (c o m e r­ ciá rio m atric .) e R$ 23,00.

TENISESC - T urm as de m a nh ã, à ta rd e e à n o ite , de se g u n d a à q u in ta . O a lu n o p o d erá m o n ta r seu p ró p rio h o rá rio e fre q ü e n ta r qu a n ta s au la s q uiser. A lé m das aulas regu la re s , po de -se p a rtic i­ par de a ulas esp ecia is aos sá ba ­ dos, se m p re às 10h, ta m b é m abertas ao p ú b lic o em g era l. M a trícu la para n o v o s a lu n o s a p a rtir do dia 1 de cada m ês. R$16,00 (c o m e rc iá rio m a tric .), R$ 32,00 (u s u á rio in s c rito ) e R$ 37,50. Vida U rba na é o te m a para o m ês de ju lh o . S e rão ab o rd a d a s as rela çõe s d o c o rp o no espaço u rb a n o , a tra vés de aulas abertas, fo lh e to s in fo rm a ­ tiv o s e p a in e l da G in á s tic a V o lu n tá ria .

R$ 11,50 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 23,00 (u m a a ula se m a n a l).

SESC Interlagos - Em ju lh o , ê nfase às a tiv id a d e s de c o o rd e ­ nação m o to ra e fo rta le c im e n to m u s c u la r a través de e xercícios de c o o rd e n a ç ã o gera l e g in á s ti­ ca loc alizada. Todos os d o m in ­ g os, a p a rtir das 9h30.

SESC Pinheiros - S egu n d a s e q ua rta s , te rç a s e q u in ta s , das 7h às 20h30. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 30,00 (u s u á rio m atric .). S extas, 17h e 18h. R$ 15.00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 30.00 (u s u á rio m a tric.). 15 vagas p o r h o rá rio . SESC Pom péia - A u la s com du ra ç ã o de 50 m in u to s , duas vezes p o r se m ana, nos p e río d o s m an h ã, ta rd e e noite . A p a rtir de 15 anos. R$ 16,50 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 33,00 (usu á rio ). E a u la s s o m e n te aos sá b a d o s , c o m 80 m in u to s de d uração. A p a rtir de 15 anos. H orários: 9h30 e 14h. R$ 13,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 26,00 (usuário).

Suor Dentro D’água A hidroginástica desenvolve a resistência e o equilíbrio, reforçando a musculatura. Os exercícios aeróbicos e localizados, praticados em meio líquido, são recomendados para todas as pessoas. Confira no Roteiro SESC São C a etano - O pção

SESC

São

C a etan o

- Se­ g u n d a s e q u a rta s , às 17h20, 18h10, 19h e 19h50. Terças e q u in ta s , às 6h30, 7h30, 9h 10, 14h, 17 h 20, 18h 10, 19h e 1 9h50. Q u a rta s e se x ta s , às 6h30, 7h3 0 e 8h20. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric .), R$ 30,00.

H ID R O G IN Á S T IC A . D e sen­ v o lv e re s is tê n cia , e q u ilíb rio e m u s c u la tu ra através de e xercí­ cio s a e ró b ic o s e lo calizados pra­ tic a d o s d e n tro da água. SESC Ipiranga - Terças e q u in ­ tas, às 15h30 e 18h30. Q uartas, às 15h30 e 19h30. R$ 24,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 48,00. S á ba do s, às 14h30. R$ 18,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 36,00.

de d u a s ou u m a aula s e m a n a l. S e g u n d a s e q u a rta s , às 16h 15, 18h30, 20h. Terças e q u in ta s , às 7 h , 11 h 3 0 , 1 5 h30, 20h. Q u a rta s e s e xta s, 7h45, 8h30, 10h45. S á b a d o s, às 9h e 14h. De R$ 20,00 a R$ 24,00 (c o m e r­ c iá r io m a tric .) e de R$ 31,00 a R$ 40,00.

M A SSAG EM B IO DINÂM IC A. T écnica d e se n v o lv id a pela p s i­ cólo g a e fisio te ra p e u ta n o ru e ­ guesa Gerda Boysen que p ro ­ m o ve esco a m e n to suave de te n ­ sões e estresse. O curso oferece n oções básicas desse tra b a lh o . O rientação de E urídice C arvalho e Regina G ouvea. S ábados, de 12h30 às 14h. R$ 25,00 (co m e r­ ciá rio ) e R$ 50,00 (usuário).

SESC Pinheiros SESC Consolação - Terças e

SESC Carmo - Tu rm a s a cim a

M A S S A G E M P S ÍQ U IC A E Q U IR O P R Á TIC A . O rie n ta ç ã o

de 16 anos. Segu n da s e qu artas às 12h, 17h, 18h 10 e 19h10; te r­ ças e q u in ta s às 8h, 12h, 17h, 18h 10 e 19h 10. R$10,00 (c o m e r­ c iá rio m atric.) e R$21,00 (usu á­ rio m atric.).

q u in ta s , às 9h15, 15h30, 18h, 19h e 20h. Sextas, às 12h, 16h30 e 19h. S á bados, às 10h. R$ 24,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 48,00 (duas aulas sem anais). R$ 18,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 36,00 (um a aula s em anal).

SESC Pinheiros

SESC

SESC Pompéia - A p a rtir de 15

YOGA.

C onsolação

De se g unda a sá b ad o, a p a rtir das 9h15, 30 a lu n o s p o r tu rm a . R$ 15.00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 30.00 (duas aula s s em a na is) e

Julho 97

anos, de terça a sexta, m anhã, ta rd e e n o ite . A p e n a s para c o m e rc iá rio s e d ependentes. R$ 26,50 (c o m e rc iá rio m atric.).

de P ie r C a m p a d e llo . Q u a rta , às 21 h. R$ 20,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 40,00 (u s u á rio m a tric .). 15 v a g a s.

De o rig e m in d ia n a , reúne e x e rc íc io s re s p ira tó rio s , de re la x a m e n to e m e d ita ç ã o para o e q u ilíb rio do c o rp o , da m e n te e do e s p írito .

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TENISESC - O rie n ta ç ã o de M a rim á P ery A lv e s C am pos. Terças e q u in ta s às 17h e 18h, s e g u n d a s e q u a rta s às 11 h. R$ 38,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 48,00.

SESC Carm o - O rie n ta çã o de

SESC Pinheiros - Orientação de

Inajara G onçalves. A p a rtir de 12 anos. Terças e q u in ta s , às 19h30. R$ 16,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 33,00 (u s u á rio m a tric .).

M aria Ester A zevedo. Sábados às 14h. R$ 22,00 (com erciário m a­ tric.) e R$ 44,00 (usuário m atric.) 25 vagas.

SESC

SESC Pinheiros - O rientação

Ip iran g a - Terças e q u in ta s , às 14h30; q u a rta s e s e x ta s , às 14h30, 15h30 e 19h30. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 30,00. SESC Consolação - O rientação de O dete Santana, J ú lio S érgio Fernandes. Segundas e quartas, às 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Terças e quintas, às 9h. 30 vagas p o r tu rm a . R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 30,00.

SESC P inheiros - S e g u n d a s e q u a rta s , às 17 h30, 18h30 e 19h30. T erça s e q u in ta s , às 8 h 3 0 . O rie n ta ç ã o de S ilv ia M a rtin s M e ire le s . R$ 15,00 (co ­ m e rc iá rio m a tric .) e R$ 30,00 (u s u á rio m a tric .). 15 va g a s p o r h o rá rio .

SESC

Pom péia - O curso baseado no Hatha-Yoga. A cim a de 15 anos. Terças e q u in ta s 8h30, 15h e 16h, sob orientação de Beatriz Esteves. Terças e q u in ­ tas, às 9h30, 10h30 e 20h30, sob o rientação de J u lio Fernandes. R$ 19,00 (com e rciá rio m atric.) e R$ 38,00 (usuário).

Oriente-se Através de seqüências de movimentos de braços e pernas, o Kung Fu, arte marcial chinesa, desenvolve a velocidade e a precisão. A partir de 15 anos. Sesc Pompéia

SESC São Caetano - O rie n ­ ta ç ã o de R o s iris M a rtin s : q u a r­ ta s e sex tas , às 8 h30. O rie n ­ ta ç ã o de Ja ci C o rd e iro : q u a rta s e sex tas , às 15h. 20 va g a s p o r tu rm a . R$ 17,50 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 35,00. O rie n ta ç ã o de M á rio S tra m b e : s e g u n d a s, às 20h. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 30,00. A rtes M arciais CAPOEIRA. De o rig e m a fro b ra sile ira , in te gra jo g o , luta e m úsica. D esenvolve a agilid a d e corp o ra l a través de exercícios d in â m ic o s de ataq ue e defesa.

TENISESC

- O rie n ta ç ã o de Inajara G onçalves. Q uartas, às 15h. R$ 22,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 44,00.

SESC Ipiranga - O rie n ta çã o d o M e s tre G ato. Terças e q u in ­ ta s , às 20 h3 0. S á b a d o s , às 9 h3 0. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 30,00.

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de M estre Cesar A u g u sto Barros dos Santos. Terças e quintas, às 20h. R$ 22,00 (com erciário m a­ tric.) e R$ 44,00 (usuário m atric.). S extas, às 19h30. R$ 22,00 (com erciário m atric.) e R$ 44,00 (u s u á rio m a tric.). S ábados às 9h30 e 11h. R$ 22,00 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 44,00 (usuário m atric.). 20 vagas p o r horário.

SESC Pompéia - O rientação de M e stre B a iano (J o so e l V ita lin o ). A p a rtir de 15 anos. Terças e qu in ta s, às 18h30 e 20h. R$ 33,00 (c o m e rciá rio m atric.) e R$ 66,00 (usuário). Sábados, às 15h. R$ 20,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 40,00 (usuário).

SESC São Caetano - Terças e q u in ta s /q u a rta s e sexta s, às 7h30. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m atric.) R$ 30,00 (usuário) KUNG FU. A rte m arcial de o ri­ ge m c h in e sa . D e s e n v o lv e a força , v e lo cid a d e e precisão nos m o v im e n to s de braços e per­ nas, através de seqüências de exercícios físicos. O rientação de R icardo Fernandes Cser. A p a rtir de 15 anos. Q uartas e sextas, às 20h. R$ 19,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 38,00 (usuário). D o m in g o s , às 14h, R$ 14,50 (co m e rciá rio m atric.) e R$ 29,00 (usuário). SESC Pompéia TAE KWON DO. A rte m arcial

de o rig e m coreana. D esenvolve a a g ilid a d e , fle x ib ilid a d e e a lo n ­ g a m e n to , através de exercícios q u in ta s , às 17h. R$ 15,00 d in â m ic o s de co n fro n to . (c o m e rc iá r io m a tric .) e R$ 30,00. O rie n ta ç ã o de H erm es SESC Ipiranga - O rientação de Soares. S ábados, às 10h30. R$ 20,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e de A riagna Cristina Sam paio. Terças e quin ta s, às 17h30, 18h30 e R$ 40,00. 19h30. Q uartas e sextas, às 16h30. Sábados, às 13h. R$ 15,00 J UDÔ . A rte m a rcia l de o rig e m (com erciário m atric.) e R$ 30,00. ja p o n e sa . D ese n vo lve c o n c e n ­ tra çã o , destreza e h a b ilid a d e s SESC Pinheiros - S egundas e fís ic a s a tra v é s de e x e rc íc io s quartas, às 10h, 12h30 e 14h. d in â m ic o s de c o n fro n to . Terças e q uintas, às 16h30 e 1 8 h 3 0 .O rie n ta ç ã o R o m ild o R. SESC Consolação - O rie n ­ A m a ra l Ju n io r. R$ 22,00 (co m e r­ taçã o de D o u g la s V ie ira . Terças c iá rio m atric.) e R$ 44,00 (usuá­ e q u in ta s , às 19h 10 e 20h. rio m atric.). Sábados às 8h e 11 h S á bados, às 10h30. 25 vagas R$ 17,00 (co m e rciá rio m atric.) e p o r tu rm a . R$ 30,00 (c o m e rc iá ­ 34,00 (usuário m atric). 20 vagas rio m a tric .) e R$ 48,00. p o r horário. SESC Pom péia - O rie n ta ç ã o TAI CHI CHUAN. A rte m arcial de T o m io Oki. A p a rtir de 15 de o rig e m chinesa. D esenvolve anos, sá b a d o s, às 15h30. R$ 16,50 (c o m e rc iá rio m a tric .) e ha rm o n ia c o rp o ra l e e q u ilíb rio das fu nções psíquicas e o rg â n i­ R$ 33,00 (u s u á rio ). cas, a tra vé s de m o v im e n to s suaves baseados na natureza. KARATÊ. A rte m a rc ia l de o r i­ gem ja p o n e sa . D e s e n vo lve fle ­ SESC Ipiranga - O rientação de x ib ilid a d e , fo rç a , v e lo c id a d e e M a rilia Rodela. Q uartas e sex­ co n c e n tra ç ã o , a tra vé s de e x e r­ tas, às 18h30 e 20h30. R$ 15,00 cício s b aseados no p rin c íp io da (c o m e rciá rio m atric.) e R$ 30,00. n ã o -v io lê n c ia .

SESC São Caetano - Terças e

SESC Carm o - O rie n ta ç ã o de

SESC Carmo - O rientação de

F ra n cisco J ú n io r. A p a rtir de 7 a nos. S e g u n d a s e q u a rta s , às 20 h . R$ 16,00 ( c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 33,00 (u s u á rio m a tric .).

D o u g la s R. W enzel. T u rm a s acim a de 16 anos. S egundas e q u a rta s , às 18h 10. R$ 16,00 (c o m e rciá rio m atric.) e R$ 33,00 (usuário m atric.).

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H EM CARTAZ SESC Pinheiros - Sextas, às 18h30. R$ 25,00 (c o m e rc iá rio m a tric .). R$ 50,00 (u s u á rio m atric.). 15 vagas p o r h o rá rio .

SESC Pompéia - A c im a de 15

C A M IN H A D A - JARDIM BO­ TÂNICO. O Sesc C arm o está

anos. Terças e qu in ta s , 18h20 e 19h30. R$ 19,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 38,00 (u su á rio ). O rientação de J a ir D iniz. Terças e q u in ta s , 8h20. R$ 19,00 (c o m e rciá rio m atric.) e R$ 38,00 SESC Carm o (u suário) e sábados, 11h30. R$ 14,50 (co m e rc iá rio m a tric.) e R$ 29,00 (u suá rio ). O rie nta ção de CA M IN H A R E TROTAR. E xer­ cíc io s a e ró b ic o s co m c a m in h a ­ M arília Rodella de O liveira. da e tro te (c o rrid a em m e n o r SESC Consolação - O rie n ­ in te n s id a d e ) u tiliz a n d o o m é to ­ d o de in te rv a l tra in in g . Dia 26, taçã o de J a ir Diniz. Terças e às 10h. P on to de e n c o n tro : Pra­ q u in ta s , às 9h 15, 10h30 e 14h; ça da Paz, no Parque do Ibisábados, às 9h30. 30 vag as p o r tu rm a . R$ 17,50 (c o m e rc iá rio rap u era G rátis. TENISESC m a tric .) e R$ 35,00.

SESC São Caetano - O rien­ tação de N ilson Neves. S egundas e quartas, às 16h30. Sábados, às 8h. U m a aula p o r sem ana: R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 30,00. Duas aulas, R$ 20,00 e R$ 40,00. Três aulas R$ 22,50 e R$ 45,00.

Aulas Abertas EUTONIA - O ANDAR. V ivên­

Caminhadas CLUBE DA

EXERCÍCIOS DE RESISTÊN­ CIA. A u m e n ta r o v o lu m e m u s ­

C A M IN H A D A .

R eúne s e m a n a lm e n te g ru p o s para prática da ca m in h a d a in te ­ gra n d o a a tiv id a d e física com d e s e n v o lv im e n to da percepção para os a spectos c u ltu ra is da cidade. O rien ta çã o para c a m i­ nhadas em áreas v erd es, ce n­ tro s h istó ric o s , b airro s , p arques etc. Inform e-se na u nid a d e do Sesc m ais p ró x im a .

SESC Interlagos - Os p a rtic i­ pantes podem d e s fru ta r da na tu ­ reza e da beleza das m ais v a ria ­ das trilh a s , co m o a do V iveiro , das A raucárias, da C om po ste ira e da M ata A tlâ ntica . D om ing os, a p a rtir das 9h30. P o nto de e n c o n tro no R ecanto In fa n til. Grátis.

SESC Itaquera. C om o v a i o seu coração e a sua e m oção? Este será o te m a a b o rd a d o d urante as c a m inh ad a s e nas a tivid a d e s especiais em ju lh o através de b ate-p ap os, p a le s­ tras, vídeos c o m e n ta d o s e aulas abertas. S ábados, a p a rtir das 9h30. As pessoas ou g ru p o s in te re ssa d o s nas c a m in h a d a s aos d o m in g o s e fe ria d o s devem s o lic ita r um m o n ito r.

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Cida Ceciliano

p ro g ra m a n d o um a ca m in h a d a ao J a rd im B otânico, na Á gua Funda, o rie n ta d a pelos in s tru to ­ res de a tiv id a d e s co rp o ra is. A c a m in h ad a será finalizada com um p iq u e n iq u e . Dia 17, q uinta, às 9h. E n con tro no Sesc C arm o. Duração de 2 horas. Inscrições e in fo rm a ç õ e s p e lo te le fo n e 605.9121, ram al 237. Grátis.

cia que p o s s ib ilita a conscientiza­ ção dos apo io s dos pés no chão e da biom e câ nica de cada passo. Dia 25, às 19h30. O rientação de G abriela Bali. Grátis.

SESC Consolação

c u la r s ig n ific a m e lh o ra r a q u a li­ dade de vid a. A fo rça é in d is ­ p ensável para su p o rta r as te n ­ sões do c o tid ia n o . Dia 5, às 10h. G rátis.

TENISESC FLEXIBILIDADE. O papel da fle x ib ilid a d e no c o tid ia n o e seus d e s d o b ra m e n to s . Dia 19, às 10hs. G rátis. TENISESC INVERNO AQUECIDO. Exer­ cícios ae ró b ic o s para a u m e n ta r a fre q u ê n c ia cardíaca, a tiv a r a circu la ç ã o e esquentar. Dia 12, às 10h. G rátis.

Foi Dada a Largada! O projeto M aratona do Corpo oferece diversas aulas abertas a partir dos cursos desenvolvidos pelo Sesc Ipiranga, na área esportiva. Todas as atividades são gratuitas. Confira no Roteiro A q u á tic o vã o se d iv e rtir com h idrog in á stica , jo g o s e brincadei­ ras. De quarta a d o m in g o , a par­ t ir das 11 h.

SESC Itaquera M A R A TO N A

DO

CORPO.

M aratona de ativid a d e s físicas com diversas aulas abertas dos cursos ofere cid o s pelo Sesc Ip i­ ranga. No e n cerram ento, um a gra n d e aula com o p ro fe sso r c o n v id a d o C e le stin o A m o e d o (Feira de Santana-BA), que tra ­ balha os ritm o s característicos da Bahia e um a M aratona de R itm os, com os dive rso s p ro fe s­ sores do Sesc. Todas as a tiv id a ­ des são gratuitas. P rogram ação a seguir.

SESC Ipiranga

TENISESC

• G inástica V oluntária. De 22

TAI CHI CHUAN. A rte m arcial

a 25, às 19h, dias 22, 23 e 25, às 16h e dia 24, às 14h30.

de o rig e m chinesa. D esenvolve h arm o nia c orporal e e q u ilíb rio das funções psíquicas e o rg â n i­ cas, através de m o vim e n to s sua­ ves baseados na natureza. Dia 8, às 9h15 e 10h30 e dia 12, às 9h30. O rientação de J a ir Diniz. Grátis.

• Yoga. Dia 22, às 14h30 e dia 23, às 19h.

• Dança. Dia 22, às 19h. • Dança Infanto-Juvenil. Dias

SESC Consolação

22 e 24, às 16h30.

Recreação ANIM AÇÃO AQ UÁTICA. Os

• Tae Kwon Do. Dia 22, às 19h.

fre q ü e n ta d o re s

• Capoeira. Dia 22, às 20h30.

do

P arque

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•

Bioenergética. Dia 23, às

14h30.

• Dança Flamenca. Dia 23, às 19h.

• Dança Afro-Brasileira. Dia 23, às 20h30.

CASA DA FARINHA E M O N ­ JOLO. E quip a m e n to que utiliza o m o v im e n to da água c o m o energia para a realização de in ú ­ m eras tarefas do dia-a-dia, to ta l­ m ente in te g ra d o ao a m biente, sem d e s tru í-lo . De q u a rta a d o m in g o , das 9h às 17h.

SESC Interlagos • Tai Chi Chuan. Dia 24, às 16h e dia 25, às 19h.

• Dança do Ventre. Dia 24, às 19h.

•

Reorganização

Postural.

Dia 24, às 19h.

CASA DO JECA. E stru tu ra fe ita de ta ip a , m o b ilia d a e a m bie n ta d a com ele m e n to s típ i­ cos da cu ltu ra caipira, co m o : fo g ã o à lenha, fo rn o de barro, p o ço e h o rta . De q u a rta a d o m in g o , das 9h às 17h. SESC Interlagos

• Dança de Salão. Dia 24, às 20h30. • Dança Expressão. Dia 25, às 14h30.

• Hidroginástica Recreativa. Dia 26, às 13h30. • Circuito Lúdico. Dia 26, às 10h30.

Jogos ecológicos para colocar o público infantil em contato com o meio ambiente. As experiências lúdicas serão vividas em diversos espaços. Para crianças acima de 7 anos. De quarta a domingo. Sesc Itaquera

FO RM IG AS.

F o rm ig u e iro a rtific ia l, m o n ta d o em estru tu ra de v id ro , que p e r­ m ite a c o m p a n h a r o tr a b a lh o incessante de um a sociedade a lta m e n te organizada na n a tu re ­ za. De q uarta a d o m in g o s das 9h às 17h.

SESC Interlagos CO M PLEXO DE RECICLA­ GEM. C om preende cinco in sta ­

• M aratona de Ritmos, g ra n ­ de aula e nfo c a n d o dive rso s r it­ m os, m in is tra d a p o r d iv e rs o s p ro fe s s o re s d o Sesc - Street dance, dança do ve n tre , dança fla m en ca, dança afro e dança de salão. Dia 26, às 15h.

lações e n v o lv id a s d ire ta m e n te no p ro g ra m a de re c ic la g e m d e se n v o lv id o na unidade, para o m e lh o r a p ro v e ita m e n to do lixo gerado. São elas: central de tria g e m , estação de tra ta m e n to de e sgoto, pocilga, m in h o c á rio e c o m p o s te ira . De q u a rta a d o m in g o , das 9h às 17h.

SESC Interlagos VIVÊNCIAS AQ UÁTIC AS. Es­ te curso te m p o r o b je tiv o le va r o a lu n o a co n he cer as diversas po s s ib ilid a d e s de ativid a d e s no m e io líq u id o , c o n fe rin d o -lh e m a io r d o m ín io c o rp o ra l, c o n ­ fian ça e de scontração. A p a rtir de 16 anos. S ábados, às 11h30. R$ 18,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 36,00. SESC Ipiranga

Instalações BILLINGS PARA SEMPRE VIVA. Painéis ilu s tra tiv o s retra­ ta m a h is tó ria da represa B illin gs, os m o tiv o s que le varam a sua c onstrução, a poluição e a luta da c o m u n id a d e e a m b ie n ta ­ listas para d espoluí-la. De quarta a d o m in g o , das 9h às 17h.

SESC Interlagos

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DAS

•

G inástica/Axé. Dia 25, às 20h30, co m C elestin o A m o e d o .

Mamãe Natureza

CID A D E

M ATA A TLÂ N TIC A . P equena re s e rv a de M a ta A tlâ n tic a , com d iv e rs a s e s p é c ie s da flo ra . De q u a rta a d o m in g o , das 9h às 17h. SESC Interlagos

s e n ta tiv o c o m p o s to q uiosque. das 9h às

da c u ltu ra japonesa p o r um ja rd im com De quarta a d o m in g o , 17h.

SESC Interlagos VIVEIRO DE PLANTAS. D ive­ rsas espécies de plantas e m u ­ das para observação e venda, estufa, m in h o c á rio , h orta, vasos decora tivo s, o rientações sobre ja rd in a g e m . De q uarta a d o m in ­ gos, das 9h às 17h.

SESC Interlagos Cursos PROGRAMA VIV A O VERDE. P rogram a d e stin a d o a estu d a n ­ tes da pré-escola ao segundo grau. D esenvolve a tivid a d e s de educação a m b ie n ta l e lazer, com o in tu ito de levar as crianças à reflexão e q u e s tio n a m e n to dos p ro b le m a s a m b ie n ta is o c a sio ­ n a d o s pela in te rfe rê n c ia do h o m e m . N atureza X X I é o tem a d e s e n v o lv id o d u ra n te este ano e a borda a im p o rtâ n c ia da sensi­ b ilid a d e em relação ao a m b ie n ­ te urbano. De q uarta à sexta, das 9h às 17h. Inscrições e in fo r­ m ações pelo te le fo n e 520-9911, ram ais 200 e 203.

SESC Interlagos Recreação JOGOS ECOLÓGICOS. Cada jo g o cria situ a çõ e s em q ue a n atureza é a m estra. O o b je tiv o é u tiliz a r e le m e n to s da natureza em sua re la ç ã o c o m o ser h u m a n o , para e s tim u la r e xp e ­ riê n cia s lú d ica s em d ife re n te s espaços c o m o praça de e ve n ­ to s, p a rq u e lú d ic o e sala de le i­ tu ra . Para crianças a p a rtir de 7 anos. De q u a rta a d o m in g o , a p a rtir das 13h. SESC Itaquera

RANCHO

DOS

A N IM A IS .

C om cavalos, vacas, ca rn e iro s e g a lin h a s , a in sta la çã o oferece o p o rtu n id a d e de co n ta to com os a n im a is. T ra ta m e n to , p re p a ­ ração de rações, a c o m p a n h a ­ m e n to da o rd e n h a da vaca, re cicla g e m de e sterco e água p ro v e n ie n te da h ig ie n iz a ç ã o dos re c in to s são p ro c e d im e n ­ to s re alizados em h o rá rio s fix o s d iv u lg a d o s ao p ú b lic o in te re s ­ sado. De q u a rta a d o m in g o , das 9h às 17h.

SESC Interlagos SEN TIM EN TO OFERTADO ÀS CRIAN ÇAS RUM O AO SÉCULO X X I. Espaço rep re ­

Centros Campestres SESC Interlagos. P ró xim o ao a u tó d ro m o de Inte rla g o s, ocupa área de 500 m il m e tro s q u a d ra ­ d o s às m a rg e n s da R epresa B illin g s . P o ssib ilita cam in h a d a s e ntre paisagens naturais, com b osques de araucárias, p in h e i­ ros do brejo, fig u e ira s , ja to b á s, M ata A tlâ n tic a nativa, v iv e iro de plantas, recanto de pequenos a n im a is e lagos com p e d a li­ nhos. Estão à d isp o siçã o dos v is ita n te s sete quad ra s p olidesp o rtiva s, trê s de tê n is, d o is m in i c a m p o s de fu te b o l, g in á s io c o b e rto , c o n ju n to a q u á tico com piscinas para a d u lto s e crian-

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EM CARTAZ ças, q u io s q u e s para c h u rra s c o e recanto in fa n til. Na sede so cia l, sala de le itu ra , lu d o te c a , te rra ­ ços ao ar liv re , b e rç á rio , re s ta u ­ rante e la n c h o n e te . A u d itó rio , p a ra e x ib iç ã o de v íd e o s em te lã o e o pa lco do lago, para sh o w s e esp etá c u lo s d iv e rs o s , c o m p le ta m os s e rv iç o s desta un id a d e . De q u a rta a d o m in g o , das 9h às 17h30. R$ 0,50 (c o m e rc iá rio m atric .), R$ 1,10 (u s u á rio s m a tric .) e R$ 3,50. D esconto de 50% para crian ças de 4 a 14 anos. E s ta c io n a m e n to no local p o r R$ 1,65. Ô n ib u s u rb a n o s c o m saída s da P la ­ ta fo rm a F do M e trô Ja b a q u a ra (lin h a 675 - C en tro Sesc) e do Lgo. São F rancisco (lin h a 5317 C entro C a m pe stre Sesc).

na reg iã o m e tro p o lita n a de São P au lo. O p ro g ra m a C o zinha C en tra l d is trib u i refeições p ro ­ c e s sad as no re s ta u ra n te do Sesc C a rm o , no C entro V elho da c a p ita l, custe adas e tra n s p o rta ­ das p o r e m p re s a s p a rc e ira s para as in s titu iç õ e s de caridade. A C olh e ita U rbana de a lim e n to s é um a p o n te en tre e m presas qu e p o ssu em a lim e n to s exce­ d e n te s e as in s titu iç õ e s q u e de les n e cessitam . Os a lim e n to s d o a d o s ao M esa São P aulo C olhe ita U rbana são d is trib u í­ d os g ra tu ita m e n te e de im e d ia to às in s titu iç õ e s s o c ia is . Veja c o m o sua e m presa pode p a rtic i­ par. In fo rm a ç õ e s: 19 andar, das 10h às 19h ou p elo te le fo n e 6059121, ra m a is 209, 236 e 254.

SESC Carmo SESC

Ita q u era . Os 63 m il m e tro s q u a d ra d o s de área c o n stru íd a , em 350 m il m e tro s q u a d ra d o s de área to ta l, o fe re ­ cem v a ria d a s opçõ es de lazer, in c lu in d o a tiv id a d e s e s p o rtiv a s , a rtísticas, c u ltu ra is , re cre ativa s, sociais e de c o n ta to c o m a n a tu ­ reza. Q u a d ra s p o lie s p o rtiv a s , pistas de co op e r, c a m p o s de m alha, fu te b o l e bo cha e p arq ue a q u á tic o c o m 8 to b o á g u a s , a lé m de lo ca is para c h urra scos, fe sta s, fe ira s , s h o w s , e x p o s i­ ções, víd e o e le itu ra . Para as crianças o P arque L ú d ic o a p re ­ senta os b rin q u e d o s O rqu estra M ágica, T re nzinh o C e n o g rá fic o e Bichos da M ata. De q u a rta a d o m in g o e fe ria d o s , das 9h às 17h. O e sta c io n a m e n to c o m p o r­ ta 1100 carros. R$ 0,55 (c o m e r­ c iá rio m a tric .), R$ 1,10 (us u á rio m atric.), R$ 5,00 (v is ita n te ), R$ 2,50 (v is ita n te , sem p a rq u e a q u á tic o ), R $1,50 (e s ta c io n a ­ m e n to ). Ô n ib u s u rb a n o s com saída da Estação A r tu r A lv im (Linha 3772, G leba do Pêssego) e T erm in a l São M a te us (Linha 253F, J a rd im H elena).

Programa MESA SÃO PAULO. Este p ro ­ gram a é um m o d e lo de ação co n ju n ta que e n v o lv e o SESC, In s titu iç õ e s e E m p resa s, no com b a te à fo m e . É um tra b a lh o de parceria q ue te m c o m o o b je ­ tiv o c o n trib u ir para a qu alid a d e de vid a de p o pu laçõ es carentes

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Exercícios Corretivos G IN Á S T IC A PARA A CO LU­ N A . T ra b a lh o c o rre tiv o e p re ­ v e n tiv o para p ro b le m a s de lo rd os e , e s c o lio s e , c ifo s e e o u tro s d e c o r r e n te s da m á p o s tu ra . O rie n ta ç ã o de V alm a V alzachi. T e rç as e q u in ta s , às 18h. R$ 25,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 50,00.

SESC São Caetano

Inspire e Espire O Sesc Pompéia desenvolve um curso direcionado a portadores de doenças respiratórias com ênfase em exercícios de respiração e fortalecimento muscular. Além desses benefícios, a atividade favorece a correção postural. Confira no Roteiro A w ra m . S á b a d o s, de 11 h às 12h30. R$ 20,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 40,00 (u s u á rio m a tric .). 20 vagas.

G IN Á S TIC A RESPIRATÓRIA E NATAÇÃO. T rabalho de ree­

SESC Pinheiros

d ucação p osturaI e técn ica s res­ p ira tó ria s para crianças e a d o ­ lescentes c om idade en tre 6 e 15 anos, p o rta d o re s de asm a brônq u ic a . O rie n ta çã o de Fabiana P assoni M a rtin s Khun. Terças e q u in ta s , das 14h às 16h30. 25 va g a s . R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 30,00.

Serviços CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS.

SESC Consolação NATAÇÃO PARA A S M Á T I­ COS. C u rso d ire c io n a d o aos p o rta d o re s de d e ficiê n cia s res­ p ira tó ria s . É d e s e n v o lv id o a tra ­ v és de e xe rcícios de respiração, fo rta le c im e n to m u s c u la r e c o r­ reção p o s tu ra l. São 45 m in u to s de aula em sala e 30 m in u to s na p iscin a . De 7 a 11 anos. Terças e q u in ta s , às 17h. Q uartas e sex­ tas, 7h30. A penas para d e p e n ­ d e n te s de c o m e rc iá rio s . R$ 16,50 (c o m e rciá rio m atric.).

SESC Pompéia

O serviço de o d o n to lo g ia do Sesc oferece tra ta m e n to s clín ico s e cirú rg ico s em diferentes especia­ lidades: e n dodontia e periodontia, m á-form ação, o d o ntopediatrja , próteses e rádio-diagnóstico. A s ações na área de od o n to lo g ia p rocuram p revenir e e vita r p ro ­ blem as de saúde, sendo co m p le ­ m entadas ta m b é m por trabalho educacional.

SESC Consolação - De s e g u n ­ da à sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e das 17h30 às 21h30.

SESC Ipiranga - De segunda à sexta, das 13h às 21h30.

SESC O dontologia - De s egunda à sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e das 17h30 às 21h30.

VO Z E FALA. D irig id o a pes­ soas in te re s s a d a s em m e lh o ra r a c o m u n ic a ç ã o , u tiliz a n d o a voz e a fa la co m e fic iê n c ia e sem e s fo rç o . O rie n ta ç ã o de Rosa

Restaurante SESC Carm o - O Sesc C a rm o o fe re c e ao tra b a lh a d o r do c o m é rc io re fe iç õ e s de b a ix o

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c u s to , c a ra c te riz a d a s , fu n d a ­ m e n ta lm e n te , pela q u a lid a d e . N os c a rd á p io s e la b o ra d o s e s u p e rv is io n a d o s p o r n u tric io ­ n is ta s , nos ríg id o s c o n tro le s de p ro c e d ê n c ia do s g ê n e ro s e na h ig ie n e de p ro d u ç ã o , o c o m e rc iá rio te m a certeza e a g a ra n tia de n o ssos se rv iç o s , c r ia n d o h á b ito s a lim e n ta r e s s a u d á v e is . De s e g u n d a a sex ta , das 11 h às 14h.

Lanchonetes SESC Carm o - G ra n d e v a r ie ­ da d e de la n c h e s e p ra to s rá p i­ do s. Ideal para q u e m tra b a lh a até m a is ta rd e ou e s tu d a à n o ite , se m r e to rn a r para casa. De s e g u n d a a s e x ta , das 17h

encantar as férias da criançada e de to d a a fa m ília . M u ita acroba­ cia, m alabaristas, m agia, palh a ­ çada e d iv e rsã o . O ficin a s de circ o , in s ta la ç õ e s in te ra tiv a s , te a tro in fa n til com tem as circe n ­ ses e espetáculos. O ficinas de circo, às 11 h; te a tro in fa n til, às 13h; apresentação circense, às 14h. De quarta a d o m in g o .

- V ários tip o s de s a nd uích e s q u e n te s e frio s , p ra to s rá p id o s, b atatas fr ita s , s o rv e te s , m ilk s h a k e s , g e la tin a s , re frig e ra n te s e ce rve ­ ja s no H all de C o n v iv ê n c ia , o nd e aco ntece v á ria s a tiv id a ­ des c u ltu r a is , p e rfo rm a n c e s , a p re sen ta çõe s m usicais, e spe­ tá c u lo s in fa n tis , expo siçõ e s e p ro je ç õ e s em víd eo . De se g u n ­ da à se xta, das 11h às 22h e sábados, das 10h às 18h.

Depois da Aula

BAÚ. C om a Cia Os Im p o s ­ síveis. O d e te tiv e E ngole Pre­ go s e sua fie l e scu d e ira S a n ti re c e b e m u m a m is s ã o m u ito im p o rta n te . P o ssu e m um m apa, um a pista e pre cisa m e n c o n tra r um baú. Dias 12 e 26, às 11 h. G rátis.

Abertas as vagas para o Projeto Curumim. Destinado às crianças de 7 a 12 anos, esse programa oferece atividades lúdicas, nos períodos matutino ou vespertino, com o objetivo de desenvolver a criatividade. Grátis. Informe-se no saguão do Sesc Carmo

HISTÓRIAS AO PÉ DO FOGO.

realizam um s h o w de gala com in s tru m e n to s fe ito s de garrafas de re frig e ra n te s , b e x ig a s e o u tro s o b je to s . B rin ca m com a rran jo s especiais e executam m e lo d ia s co nhecidas. É um v e r­ d a d e iro s h o w de n ú m e ro s e m usicais, b rinca de iras e de rela­ ções hum anas. Dias 20 e 27, às 15h. C o n v ite s g ra tu ito s para crianças co m até 12 anos, de terça a sábado. R$ 3,00 (com erciários m atric.) e R$ 6,00.

SESC Ipiranga A RUA DOS FANTASMAS. O cora joso Jo ã o z in h o e sua noiva M aria se vêem às vo lta s com u m a fa m ília de fa ntasm as que insiste em a ssom brá-los.

SESC Ipiranga AQ UI

TEM

M A R M E LA D A !

Vem aí a tru p e do circo para

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E AGORA IOIÔ? Teatro de bo necos de luvas e varas. Com o G ru p o de Teatro P o p u la r (SP). B rin c a n d o co m o im p ro v is o p o p u la r, p e rs o n a g e n s de um c irco p ro c u ra m n ovas atrações. Nessa busca e n c o n tra m a b a ila ­ rin a C o lo m b ia n a , o p a lh a ç o P ie rro t e o c o n ta d o r de h is tó ­ rias A rle q u im . C om o nova a tra ­ ção A rle q u im c o n ta h is tó ria s dos so n h o s d o g a ro to Io iô e de sua fa m ília , q u e no s fa la m so b re d ife re n te s aspe cto s da re a lid a d e b ra s ile ira . Dias 5 e 19, às 11 h. G rátis. SESC Consolação

TEATRO Espetáculos A BANDA. C lo w n s e m úsicos

p a d e iro e n fre n ta o p io r dos d ia ­ bos, o D iabo dos Três Rabos. Com o g ru p o A C aixa do E lefante. Dias 6 e 13, às 15h. C on vite s g ra tu ito s para cria n ­ ças com até 12 anos, de terça a sábado. R$ 3,00 (c o m e rc iá rio s m a tric.) e R$ 6,00.

SESC Ipiranga

SESC Itaquera

SESC Consolação SESC Consolação

O PADEIRO E O DIABO. Um

O espetáculo reúne h istó ria s g in á ria s da tra d iç ã o o ra l d ive rsa s cu ltu ra s . D ireção T in in h a C alazans. Dia 15, 15h30. G rátis.

o ri­ de de às

SESC São Caetano HISTÓ RIAS DA CARROCINHA. R ecriando a A n d a rie g a , pequena carroça que servia de palco para o M e stre Ja vie r, o s im p á tic o c a c h o rro A b e la rd o ap re se n ta -n o s trê s de suas his-

SESC Ipiranga M A R G A R ID A

CONTADORA

DE HISTÓRIAS. É um a via ja n te que chega com sua m ala e ao abri-la os personagens que se enco n tra m em seu in te rio r ilu s­ tra m e ajudam a c o m p o r as his­ tó ria s. Com a Cia Coisa & Treko. D ireção de Vanessa C astro e W a g n e r S e ra g lia . Dia 22, às 15h30. Grátis. SESC Sao Caetano

O PIRATA E O FA N TA S M INHA. Peça in fa n til de J u ra n d ir P ereira. D ire çã o de A u g u s to M a c ie l. U m p ira ta , c o m fa m a de m a u , te n ta se d e s v e n c ilh a r de um a b ru x in h a q u e q u e r c o n q u is tá - lo . A o m e s m o te m p o , co m suas b ru ­ xa ria s , ela p ro c u ra re s u lta d o s sem suce sso para a ju d a r um fa n ta s m a e um re i. Dia 8, às 15h30. G rá tis.

SESC Sao Caetano O VENDEDOR DE BALÕES. Um v e n d e d o r é abo rd a d o pelo Sr. U nhoso, que planeja fu ra r to d o s os seus balões com as suas longas e p o n tu d a s unhas.

SESC Ipiranga TELECO, O COELHINHO. Con­ to de M u rilo Rubião adaptado po r A ndré Pink, M arcelo Cunha e Rom ina Boem er. Teleco é um coelho capaz de se m etam orfosear em outro s anim ais. Um dia resolve v ira r hom em adulto e com eça enfrentar as dificuldades típ ica s da natureza h u m ana. Direção de A nd ré Pink. Dia 1o, às 15h30. Grátis.

SESC São Caetano Curum im SESC Carm o - Para c ria n ça s de 7 a 12 anos, q u e este ja m e s tu d a n d o , d e p e n d e n te s de co m e rc iá rio s ou não. A tra v é s deste p ro g ra m a a c ria n ça p a r­ tic ip a de b rin c a d e ira s , e s tim u ­ la a sua c r ia tiv id a d e e o c o n v í­ v io co m c ria n ça s da m esm a fa ix a e tá ria . A s va g a s são lim i­ ta d a s e to ta lm e n te g rá tis . In fo rm a ç õ e s no s a g u ã o de e n tra d a , das 10h às 20h.

SESC Consolação - P rogram a g ra tu ito de a tivid a d e s físicas, te cnológicas, artísticas, de con­ vív io social e educação a m b ie n ­ tal, para crianças de 7 a 12 anos, filh o s de c o m e rc iá rio s . De segunda à sexta, das 13h30 às 17h30, de m arço a ju n h o e de agosto a n ovem bro.

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I EM CARTAZ PROJETO CIRCO NERINO. 0 Sesc P om p éia realiza o p ro je to C irco N e rin o , em h o m e n a g e m ao c irco e ao pa lh a ç o P ic o lin o , p o r seu p io n e iris m o . 0 eve n to c o n ta c o m e x p o s iç ã o m u s e o g rá fic a e c e n o g rá fic a , in s ta la ­ ções lúdica s, e spe tá culos, o fic i­ nas a rtís tic a s e c irc e n s e s , v ídeos, de ba te s e w o rk s h o p s . De 7 de ju lh o a 10 de a g osto .

SESC Pompéia C U R U M IM

C O M U N ID A D E .

A tiv id a d e s in fo r m a is p a ra o d e s e n v o lv im e n to g lo b a l das cria n ç a s de 7 a 12 anos. O te m a de ju lh o é V io lê n c ia U rb a n a Trate essa q u e s tã o c o m a m o r. De q u a rta a sáb a d o , das 10h às 17h. G rátis.

SESC Interlagos Cursos de Expressão A rtís tic a AS MÃOS COMO ELE­ M ENTO PLÁSTICO . P in tu ra a d edo: 1a tu rm a , d ias 8 e 10 - 2a tu rm a , dia s 9 e 11. M o d e la g e m em A rg ila : 1a tu rm a , dia s 15 e 17 - 2- tu rm a , dia s 16 e 18. F antoche de D edo: d ia s 23 e 24. F antoche de Luva c o m Papel C re p o n : dia s 30 e 31.

SESC Ipiranga ATELIER DE ARTES PLÁSTI­ CAS. Tem c o m o o b je tiv o s e n s i­ b iliz a r as crian ças em relação à arte e e s tim u lá -la s a tra vés do olhar, da o b s erva çã o e da d es­ co b e rta de sensações, re s p e i­ ta n d o sem p re a in d iv id u a lid a d e de cada cria nça . C o m o e s tím u lo é p ro p o s to o uso de d ife re n te s m a te ria is c o m o g ua che , a q u a re ­ la, lápis de cor, giz de cera, lá pis a quarela, d ife re n te s te x tu ra s de papéis, c o la ge m . O rie ntaçã o de Berenice Farina da Rosa. De 5 a 12 anos. 15 vaga s p o r tu rm a . Inscrições p révias na Á re a de C o n vivência .

SESC Ipiranga GAG S E P A N TO M IM A . P er­ fo rm a n c e te a tra l in s p ira d a nos g ra n d e s c ô m ic o s d o c in e m a e na C o m m e d ia D e ll'A rte , c o nta com m ím ic a e te a tro de b o n e ­ cos. O e s p e tá c u lo c o m e ç a q u a n d o s u rg e re p e n tin a m e n te de a lg u m lu ga r, um p e rs o n a ­ g em ba sta n te c u rio s o , q ue aos p o u c o s v a i se re la c io n a n d o c om a pla té ia . E n tre u m q u a d ro e o u tro s o m o s c o n v id a d o s a in g re s s a r nu m m u n d o ale gre ,

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c r ia tiv o e c h e io de te rn u ra . C om V a ld o M a rq u e s . Dia 12, às 16h, na Á re a de C o n v iv ê n c ia .

Saco de Risadas Cesar Marques

SESC Ipiranga

Inspirado nos divertidos personagens do cinema e na Commedia D ell’Arte, o espetáculo G ag’s e Pantomima mistura mímica com teatro de bonecos. D ia 12, na Á rea de Convivência. Grátis. Sesc Ipiranga

T A P E Ç A R IA . T é c n ic a s de te c e la g e m e fa m ilia riz a ç ã o co m as fe r r a m e n ta s de tr a b a lh o , c o m o a g u lh a s , n a v e te s , tear. O rie n ta ç ã o de M a ra D o ra tio tto . S e xtas, das 14h30 às 17h30. De 10 a 14 a no s. R$ 30,00 (c o m e rc iá rio m a tric .), R$ 60,00 (u s u á ­ r io ) e R$ 72,00. SESC Pom péia Cursos de Dança D A N Ç A . E s tim u la a c ria tiv id a ­ de e e xpre s s ã o atra vé s de v á rio s tip o s de d ança c o m o jazz, balé m o d e rn o , té c n ica s de im p ro v i­ sação e c o m p o s iç ã o de m o v i­ m e n to s rítm ic o s , e n tre o u tro s . SESC Carm o - O rie n ta çã o de L uciana A lv e s D antas. De 7 a 11 a nos. Terças e q u in ta s , às 17h. R$ 16,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 33,00 (us u á rio ). SESC Ipiranga - De 10 a 15 anos: te rç a s e q u in ta s , às 16h30. De 4 a 9 a nos: q u a rta s e sextas, às 16h30. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 30,00.

JAZZ.

De o rig e m am e rica n a , p ro p o rc io n a ritm o , cadência e s in c ro n ia , através de m o v im e n ­ to s d in â m ic o s e sensuais.

C APO EIR A. De o rig e m a fro b ra s ile ira , in te g ra jo g o , lu ta e m ú s ic a . D e s e n v o lv e a a g ilid a ­ de c o rp o ra l a tra v é s de e x e rc í­ c io s d in â m ic o s de a ta q u e e d e fe s a . Terças e q u in ta s , às 1 6h. R$ 1 5 ,0 0 (c o m e rc iá rio m a tri.) e R$ 30,00.

SESC São Caetano

SESC São C aetano De se g u n ­

ESC O LIN H A DE TÊ N IS . Na E s c o lin h a , c ria n ç a s de 6 a 14 a n o s a p re n d e m os g o lp e s b á s i­ cos d o tê n is a tra v é s de jo g o s e SESC Pinheiros - De 7 a 12 b r in c a d e ir a s , to rn a n d o as anos. S eg u n d a s e qua rta s, às a u la s d iv e rtid a s . A u la s às te r ­ 9h. Terças e q u in ta s , às 14h30. ças e q u in ta s , às 8h30, O rie n ta ç ã o Nanei C ardozo de 9 h 3 0 ,1 5 h e 16h. In s c riç õ e s de 1 C a rvalh o. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio a 31; in íc io das a u la s d ia 5 de m a tric .) e R$ 30,00 (u s u á rio a g o s to . R$ 48,50 ( c o m e rc iá rio m a tric .). S ábados, às 9h30. R$ m a tr ic .), R$ 58,0 0 (u s u á rio 11,50 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ m a tric .) e R$ 72,50. 23.00 (u s u á rio m atric.). 18 vagas TENISESC p o r h o rá rio . FUTEBOL DE SALÃO. Curso Iniciação Esportiva para m e n in o s e m e n in a s en tre 9 BASQUETE. O c u rs o a b o rd a e 14 a nos que a b orda os fu n d a ­ os fu n d a m e n to s b á sico s c o m o m e n to s e técn ica s básicas, ju n ­ passe, d rib le , a rre m e s s o s , s is ­ ta m e n te com e xercícios para o te m a s de a ta q u e e d e fe s a . d e s e n v o lv im e n to da m o tric id a D ire c io n a d o e n tre 12 a 14 anos. de, sociab iliza çã o e racio cín io . Terças e q u in ta s , às 8h30 e O rientação dos Profs. M a rce llo q u a rta s e se xta s, às 14h. R$ S in is c a lc h i e R o n a ld o B ueno. 11.00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e Terças e q u in ta s , às 8h30. R$ 22,00 (u s u á rio ). Q uartas e sextas, às 14h30 (9 a SESC Pompéia 14 anos). A u la s com 90 m in u to s da à sexta , às 18h. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 30,00.

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de duração. R$ 16,50 (com erciário m atric.) e R$ 33,00 (usuário).

SESC Pompéia HANDEBOL. D ire c io n a d o a pessoas en tre 12 a 14 anos. Terças e q u in ta s , às 15h, q u a r­ tas e sextas, às 9h30. Turm as m istas. R$ 11,00 (co m e rciá rio m atric.) e R$ 22,00 (usuário). SESC Pompéia INICIAÇÃO ESPORTIVA. Futsal: E ntre 7 e 15 anos, às terças e q u in ta s . O rie n ta ç ã o de Osw a ld o J o s é F ra ga e D io g o S an to s O kada. De 7 a 9 anos, às 9h ; de 10 a 12 anos, às 10h 15. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 30,00.

SESC Consolação INTEG RAÇÃO

ESPORTIVA.

C u rso para crianças entre 9 e 11 a no s s o b re os fu n d a m e n to s básicos de esportes, ta is co m o A tle tis m o , B asquete, G inástica, H a n d e b o l, F u te b o l, T ê n is e V ô le i, c o n trib u in d o para a fo r­ m açã o c o rp o ra l da c ria n ça . T urm as m istas. Terças e q uintas, às 14h e q ua rta s e sextas, às 8h30. R$ 11,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 22,00 (usuário).

SESC Pompéia JUDÔ . A rte m arc ia l de o rig e m jap o n e s a . D ese nvo lve c o n ce n ­ tra ç ã o , destreza e h a b ilid a d e s fís ic a s a tra v é s de e x e rc íc io s d in â m ic o s de c o n fro n to .

Rumo a Wimbledon Divirta-se com o programa Férias & Tênis no Parque com aulas abertas de 21 a 26 de julho. Nas quadras de tênis próximas à Bienal, no Parque do Ibirapuera. Grátis. TeniSesc

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SESC Consolação - O rientação de D ouglas V ieira. Segundas e quartas, às 8h15 e 15h. Terças e qu inta s, às 17h30 e 18h20. Sá­ bados, às 9h30 e 12h. 25 vagas p o r tu rm a . R$ 24,00 (com erciário m atric.) e R$ 48,00. SESC Pompéia - O rientação de T o m io Oki. A rte m arcial ja p o ­ nesa, fu n d a m e n ta d a no e q u ilí­ b rio m e n tal e físico, alia d o à d is­ cip lin a e ao re speito. Terça a sábado, m anhã e ta rde, a p a rtir de 7 anos. R$ 16,50 (com erciário m a tric .) e R$ 33,00 (u su á rio ) para duas aulas se m anais e R$ 8.00 (com e rc iá rio m atric.) e R$ 16.00 (usuário) aos sábados. KARATÊ. A rte m arcial de o ri­ gem jap onesa. D esenvolve fle x i­ b ilid a d e , fo rç a , v e lo c id a d e e c o ncentração, através de exercí­ cios baseados no p rin cíp io da n ão -vio lê ncia. Q uartas e sextas,

às 9h40. S egundas e quartas, às 15h10 e 16h. Terças e qu in ta s, às 8h40 9h40 e 15h10. R$ 15,00 (preço único).

SESC São Caetano

m a tric .) e R$ 23,00 (u s u á rio m a tric.). 20 vagas p o r h o rá rio .

SESC Pinheiros VOLEIBOL. Iniciação esportiva

estilo s craw l e costas. Cursos com duração de até 6 meses. Inform e-se na u nidade do Sesc m ais pró xim a .

através de seus fu n d a m e n to s básicos, visa n d o o aprendizado e d e s e n v o lv im e n to das práticas de jo g o . De 10 a 14 anos. Terças e quin ta s, 14h e q uartas e sex­ tas, 9h30. R$ 11,00 (com e rciá rio m atric.) e R$ 22,00 (usuário).

SESC Ipiranga - De 7 a 9 anos: terças e q u in ta s, às 16h30 e quartas e sextas, às 16h30. De 10 a 15 anos: terças e q u in ta s, às 17h30 e quartas e sextas, às 17h30. R$ 24,00 (co m e rc iá rio m atric.) e R$ 48,00.

Aulas Abertas FÉRIAS & TÊNIS NO PAR­ QUE. Nas fé ria s de ju lh o , o

NATAÇÃO. Ensino básico dos

SESC Consolação - Iniciação e a p e rfe iç o a m e n to do s n ados c ra w l e costas. D ura çã o do curso de 1 a 6 m eses. S egundas e q u a rta s às 9h15, 10h 15 e 15h45. Terças e qu in ta s, às 14h e 15h45. Sextas, às 9h15 e sába­ dos, às 10h15. De 6 a 14 anos. 25 vag a s p o r tu rm a . R$ 24,00 (co m e rciá rio m atric.) e R$ 48,00 (duas aulas sem anais). R$ 18,00 (co m e rciá rio m atric.) e R$ 36,00 (um a aula sem anal). SESC Pompéia - P eixinho, de 5 a 6 anos. G o lfin h o , de 7 a 10 anos. Tubarão, de 11 a 14 anos. De terça a sexta, nos p e ríodos da m anhã e tarde. A penas para depen d e n te s de co m e rc iá rio s . R$ 26,50 (co m e rciá rio m atric.).

SESC São Caetano - O pção de d uas au la s se m a n a is de 45 m in u to s ou um a aula se m a n a l de 60 m in u to s . S e g u n d a s e q u a rta s : às 14 h 45 e 17h; te rça s e q u in ta s : às 10h, 10h45, 14h45, 16h 15 e 17h; q u a rta s e sextas: às 10h; sextas: às 16h e 17h; s ábados: às 11 h e 12h. De R$ 20,00 a R$ 24,00 (c o m e rc iá ­ rio m a tric .) e de R$ 31,00 a R$ 40,00.

TAE KWON DO. A rte m a rcia l de o rig e m c o re a n a . D e se n ­ v o lv e a a g ilid a d e , fle x ib ilid a d e e a lo n g a m e n to , a tra v é s de e xe rcício s d in â m ic o s de c o n ­ fro n to . De 5 a 12 anos. Se­ g u n d a s e q u a rta s, às 9h, te rça s e q u in ta s , às 14h30. O rie n ta çã o R o m ild o R. A m a ra l J ú n io r. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 3 0 ,0 0 (u su á rio m a tric .). 20 vag a s p o r h o rá rio . S ábados, às 9h30. R$ 11,50 (c o m e rc iá rio

SESC Pompéia

tê n is c o n tin u a em ação, desta vez no P arque d o Ib ira p u e ra . A u la s a b e rta s de tê n is para cria n ça s e a d o le sce n te s com g o lp e s e té c n ica s básicas. Dias 22, 23, 24, 25 e 26, às 15h. Local: q u a d ra s de tê n is p r ó x i­ m as à B ienal, no P arque do Ib ira p u e ra . G rátis.

TENISESC S EM ANA M USICAL INFAN­ TIL. C o n ju n to de ativid a d e s de m u s ic a liz a ç ã o para c ria n ça s entre 7 e 12 anos, com oficin a s de voz, in s tru m e n to s de peque­ na p e rcu ssã o , m o v im e n to e e x p re ssã o c o rp o ra l e c o ra l In fa n til. De 28 a 2 de agosto.

SESC Consolação Recreação ACO NTECE NOS BICHOS DA MATA. A tiv id a d e s re c re a ti­ vas q ue in te g ra m as crianças com o m e io a m b ie n te , e x p lo ­ rando o im a g in á rio e a fa n ta sia que a in sta la çã o p ro p o rc io n a . De q u a rta a d o m in g o , a p a rtir das 14h.

SESC Itaquera A TIV ID A D E S

A Q U Á T IC A S .

D estinada ao p ú b lic o in fa n til q u e fre q ü e n ta os c u rs o s de n atação. J o g o s e b rin c a d e ira s fa ze m p a rte da re c re a ç ã o , o rie n ta d a p o r p ro fe s s o re s do Sesc. Nas sem anas de 7 a 12 e de 14 a 19. G rátis.

SESC São Caetano HISTÓRIAS DO BAÚ. Apresenta duas narrativas. Em Contos Da Mata são usados os mais variados recursos: objetos, adereços, papéis recortados, originais e a roupa do corpo acom panham o Contador de Histórias, que a tudo transform a. Em Jab u ti e a Lebre a roupa do Contador transform a-se

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i EM CARTAZ em personagens. Com A m a u ri Alves. Dia 26, às 16h, na Área de Convivência. Grátis.

SESC Ipiranga INVENÇÕES, ENGENHOCAS E CIA. O p roje to de férias do C u ru m im C a rm o va i a b o rd a r ciência e tecn olo gia através do lú d ic o . A p ro g ra m a ç ã o c o nta com exposição perm anente, ins­ ta la ç õ e s in te ra tiv a s , c ic lo de vídeos e o ficinas de c onstrução para crianças de 7 a 12 anos, com um dia reservado para a Terceira Idade. O e v e n to acon te ce de segunda a sexta, das 10h às 19h e aos sábados, das 12h às 17h. O C u ru m im estará recebendo v is i­ tas de g rup os fechados m ed ian te a gendam ento antecipado. In for­ m ações ad icionais na Central de A te n d im e n to . A p a rtir do dia 9 de ju lh o até 15 de agosto.

SESC Carmo JOGOS COOPERATIVOS. Fa­ zer a sua parte, em u nião co m o o u tro , e em ben e fício de to d o s é a prop o sta da a tiv id a d e d irig id a à escolares e p ú b lic o em geral. U m a boa o p o rtu n id a d e para v e r as ativid a d e s c o m p e titiv a s sob um a nova ótica. Para crianças a p a rtir de 12 anos. Todas as sex­ tas, às 11 h.

RECREAÇAO. P rogram a o rie n ­ ta d o de re c re a ç ã o e s p o rtiv a para c rian ças e n tre 7 e 14 anos. A b e rto à p a rtic ip a ç ã o dos pais. S áb ad os e d o m in g o s , das 9h30 às 13h30, no G in á sio Verão 2 e d o m in g o s , das 9h30 às 11h30, no G in á s io O u to n o I. O b r ig a tó r io a p re s e n ta ç ã o da c a rte ira Sesc. G rátis.

Invenções, Engenhocas e Cia. ’ Este é o nome da exposição que as crianças do Projeto Curumim apresentarão de 9 a 15 de agosto, no Sesc Carmo. A programação terá instalações interativas, ciclos de vídeos e oficinas de construção e abordará o tema Ciência e Tecnologia. Confira no Roteiro

SESC Pom péia Brinquedotecas SESC Ipiranga - C entral de J o g o s : se v ocê ado ra b rin c a r c o m seu s a m ig o s , co m seus f ilh o s , o u e n tã o , g o s ta de e n fre n ta r de s a fio s, escolha sua m e lh o r d iv e rs ã o ! V á rio s jo g o s fic a m ao seu d is p o r na Á rea de C o n v iv ê n c ia : W ar, S itu a ç ã o L im ite , D e te tiv e , S enha, Im a ge m & A ção, e n tre o u tro s. E m p ré s tim o s m e d ia n te a p re ­ sen ta ção da c a rte ira do Sesc ou d o RG o rig in a l. De terça à sexta das 13h30 às 21 h30. S ábados, d o m in g o s e fe ria d o s das 9h30 às 17h30. G rátis. SESC Interlagos - D iversos jo g o s e b rin q u e d o s, a d e quados para to d a s as idades, estão à d is ­ po siçã o para d iv e rtir e a n im a r o te m p o livre. De q uarta a d o m in ­ g o e fe ria d o s , das 9h às17h.

trib u íd o s em um espaço a m p lo e c o n fo rtá v e l. S ábados, d o m in ­ go s e fe ria d o s , das 9h às 17h.

SESC Itaquera

SESC Itaquera SESC Itaquera - Espaço c o n v i­ RECREAÇÃO A Q U Á T IC A D I­ RIG IDA. J o g o s A q u á tic o s . Sá­ bados, das 13h às U h . P a rtic i­ pação liv re para m a io re s de 12

SESC Consolação RECREAÇÃO A Q U Á T IC A LI­ VRE. Piscina g ra n d e : de s e g u n ­ da à sexta, das 9h às 21h30, sá bados e fe ria d o s , das 9h às 17h30. G rátis.

SESC Consolação RECREAÇÃO ESPORTIVA LI­ VRE. Futsal: s e gundas e q u a r­ tas, das 9h às 10h30. Terças e quin ta s, das 9h às 11 h. Sextas, das 9h às 10h30. Sábados, das 11 h às 13h30. B asquete e vô le i: segundas e qu arta s, das 9h às 10h30 e das 15h30 às 17h30. Terças e q u in ta s, das 13h30 às 14h30. Sextas, das 9h às 11 h e das 14h às 17h30. Sábados, das 9h às 11 h. T ênis de Mesa: sába­ d o s e fe ria d o s , das 9 h15 às 17h30. O m a te ria l é fo rn e c id o pelo Sesc. Grátis. SESC Consolação

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d a tiv o em q u e p o d e m ser e n c o n tra d o s revista s de a tu a li­ dades, liv ro s de arte e d ive rso s jo g o s qu e e s tim u la m a c ria tiv i­ d ade e im a g in a çã o . De qua rta a d o m in g o , das 9h às 17h.

SESC Pom péia - Espaço lú d ico com a cervo de b rin q u e d o s e jo g o s , para e m p ré s tim o , no Sesc, m e d ia n te o p a g a m e n to de u m a ta xa de R$ 0,50 p o r b rin ­ q u e d o e a a p resentação de um d o c u m e n to o rig in a l pelo usuá­ rio. De terça a d o m in g o , das 9h às 17h. No caso de e m p ré s tim o e x te rn o ao SESC, o p e río d o é de te rça à sexta -fe ira , no m e sm o h o rá rio para só cio s (c u ru m in s, c o m e rc iá rio s e u su á rio s m a tri­ cula do s). In fo rm a çõ e s no local co m os lu d o te c á rio s ou p elo te le fo n e 871-7700, ram al 7819. Serviços BERÇÁRIO. Este se rviço visa a te n d e r fa m ília s com crianças p equenas. Está e q u ip a d o com fo g ã o , ge la d e ira , berços, fra ld á rio e b rin q u e d o s que estão d is ­

DEM Ô NIO S

DA GAROA. O

g ru p o que é parte da h is tó ria e referê n cia do sam ba pau lista e q ue fo rm o u um a p arceria de lo n g o te m p o c o m A d o n ira n B arbosa, apresenta seus m a io ­ res sucessos. A lé m do show , cam in h a d a s, a tiv id a d e s re cre a ti­ vas, o fic in a s de arte, víd e o , baile e m u ita m úsica. O e ve n to é d iri­ g id o às associações e e n tid a d e s c o m u n itá ria s da Zona Leste e o u tra s regiões. Dia 31, a p a rtir das 9h. S how , às 14h.

SESC Itaquera Cursos de Expressão A rtís itica ARTE EM PAPEL VEGETAL. C urso de confecção de cartões de N atal, Páscoa, a n iv e rsá rio , casam ento, etc. O rientação de Leonardo Luiz da Silva. Dias 30 e 31, das 14h30 às 16h30. 40 vagas. G rátis.

SESC Consolação

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CORAL. E s tim u la o e s p írito de tra b a lh o em g ru p o u tiliz a n d o a voz e o ritm o c o m o in s tru m e n ­ to s . O rie n ta ç ã o de Ira ce m a Ram pazzo. D o m in g o s, às 10h. SESC Pompéia CRIAÇ ÃO LITERÁRIA. De­ s e n v o lv e r a ex p re ssã o escrita e o ra l, u tiliz a n d o a m e m ó ria c o m o m a té ria -p rim a do p ro ­ cesso de c ria ç ã o de te x to s . O rie n ta ç ã o de E lizabeth Z ia n i. Terças, d as 14h às 16h. 20 vagas. G rátis. SESC Consolação DESENHO E PINTURA. Pro­ m ove um a refle xão sobre as artes plá stica s c o m o fo rm a de expressão e não s im p le s apre n ­ dizado de técnicas. O rientação de E linete W. Paes. M ó d u lo Ser e Criar, terças, às 9h30. M ó d u lo Ver e C riar, q u in ta s , às 9h. G rátis. SESC Pompéia SESC Consolação

Atividades Físicas CLUBE DA C A M IN H A D A . A tivid a d e orientada p o r um té c­ nico do Sesc, com o b je tiv o de in ce n tiva r a prática re g u la r de um a a tivid a d e física saudável, com info rm a çõ e s sobre postura, siste m a c a rd io rre s p ira tó rio e outras condições físicas básicas. Terças e qu in ta s, às 14h. G rátis.

SESC Ipiranga EUTONIA. Favorece o autoconh e cim e n to e o rea lin h a m e n to posturaI através de exercícios de reco n h e cim e n to das e s tru tu ­ ras do corpo.

SESC Consolação - O rie n ­ tação de G abriela Bali. Q u a r­ tas, das 14h às 15h15. 30 v a ­ gas. R$ 12,00 (c o m e rc iá rio m atric .) e R$ 24,00. SESC Pinheiros - Técnica de tra b a lh o co rp o ra l o rig in á ria da D inam arca que pro p õ e um a ree­ ducação do m o v im e n to através do e q u ilíb rio do tô n u s m uscular. C oordenação de M árcia Bozon. Sextas de 16h às 17h.

HISTÓRIA DA ARTE. A p re ­ sen ta um a v is ã o h is tó ric a e a bra ng en te das várias m o d a li­ dades de arte. O rientação de Décio D ru m m o n d . Q uartas e sex­ tas, às 10h. Grátis.

SESC Pompéia

Resgate a Memória Curso de criação literária com o objetivo de desenvolver a escrita e a expressão oral. Nesse processo, a memória é a matéria-prima para a elaboração de textos. 20 vagas. Sesc Consolação

O F IC IN A

DE V O Z . Visa a u m e n ta r o r e p e rtó rio atra vé s de a tiv id a d e s p rá tic a s e o d e s e n v o lv im e n to do e x e rcício da té c n ic a v o c a l. O rie n ta ç ã o de C ecília V a le n tin . Q u in ta s , das 14h às 15h30. De 7 de a g o s to a 27 de n o v e m b ro . In scriçõ e s de 1 a 17 de ju lh o . G rátis. SESC Consolação TEATRO. O ficina de iniciação e d e s e n v o lv im e n to das técnicas te atrais. O rientação de R oberto M arco nd es. Terças, q u a rta s e qu intas, às 9h30. G rátis.

SESC Pompéia TÉCNICAS TEATRAIS. F ig u ­ rin o , c e n o g ra fia e in te rp re ta ­ ção . O rie n ta ç ã o de C a rlo s L u p in a c c i. Q u a rta s e se xta s, das 9h30 às 11h. G rátis.

SESC Consolação VIOLÃO. Curso básico. O rien­ tação de Iracem a Ram pazzo. D om ingos, às 12h. Grátis. SESC Pompéia

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G IN Á S TIC A

V O L U N TÁ R IA .

(c o m e r c iá r io m a tric .) 16.00 (u s u á rio ).

e

R$

SESC São Caetano - S e g u n ­ das e q u a rta s , às 16h e te rça s e q u in ta s , às 8 h20. R$ 15,00 (p re ço ú n ico ). H ID R O G IN Á S TIC A . D esen­ v o lv e resistência, e q u ilíb rio e m usculatura através de exercí­ cios aeróbicos e localizados pra­ tica d o s d e n tro da água. SESC Consolação - D uração de 12 m eses. S egundas e q u a r­ tas, às 14h e 15h; terças e q u in ­ tas, às 11 h15 e 14h e sextas, às 11 h. 25 vagas p o r tu rm a . U m a vez p o r sem ana R$9,00 (com er­ ciá rio m atric.) e R$18,00. Duas vezes p o r se m ana, R$12,00 (co m e rciá rio m atric.) e R$24,00. SESC Pompéia - Terça à sexta, m anhã e tard e . A penas para co m e rc iá rio s e dependentes. R$ 13.00 (c o m e rciá rio m atric.). P R Á T IC A S

C O R P O R A IS .

Este c u rs o te m p o r o b je tiv o a m p lia r o u n iv e rs o das p o s s i­ b ilid a d e s c o rp o ra is , u tiliz a n d o para isso as m a is d iv e rs a s té c ­ n ic a s e v iv ê n c ia s c o m o a dan ça , a c o n s c iê n c ia d o c o rp o , o e sp o rte e a re cre a çã o . A c im a de 40 a n o s . S á b a d o s , às 10h30. R$ 11,50 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 23,00.

M é to d o de g in á stica d e s e n v o l­ v id o pelo Sesc de a c o rd o com o ritm o e c o n d iç õ e s física s de cada pessoa. A cada m ês tem as d ife re n te s so b re a tiv id a d e fís i­ ca, saúde e bem -estar. In fo rm e se na u n id a d e do Sesc m ais p ró x im a .

SESC Ipiranga

SESC Ipiranga - Terças e q u in ­

TAI CHI CHUAN. A rte m arcial

tas, às 15h30. Q uartas e sextas, às 16h30. R$ 15,00 (com e rciá rio m atric.) e R$ 30,00.

de o rig e m chinesa. D esenvolve ha rm o n ia co rp o ra l e e q u ilíb rio das fu nções psíquicas e o rg â n i­ cas, a tra vé s de m o v im e n to s suaves baseados na natureza.

SESC Carmo - Turm as acim a de 50 anos. S egundas e quartas, às 10h e 15h; terças e quin ta s, às 9h e 14h. R$ 5,00 (com e rciá rio m a tric .) e R$ 10,00 (u s u á rio m atric.). SESC Consolação - Segundas e quartas, às 14h e 16h. Terças e quintas, às 10h15, 14h e 15h. 30 va gas p o r tu rm a . R$ 7,50 (com e rciá rio m atric.) e R$ 15,00. SESC Pinheiros - S egundas e quartas das 7h30 às 15h. Terças e quintas, das 7h às 18h30. R$ 7,50. Sextas, às 9h, 10h e 13h30. R$ 5,50. 20 vagas p o r horá rio . SESC P o m p éia - Terça à s e xta , m a n h ã e ta rd e . R$ 8,00

SESC Ipiranga - O rientação de D ouglas W enzel R odrigues, ins­ tru to r de Tai Chi Chuan e m assoterapeuta. Terças e quintas, às 16h30. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m atric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Terças e quintas, às 7h30. R$ 20,00. 15

SESC Consolação - O rie n ­ tação de J a ir Diniz. q u in ta s , às 10h30 e vagas p o r tu rm a . (com erciário m atric.) e

Terças e 14h. 30 R$12,00 R$ 24,00.

YOG A.

De o rig e m in d ia n a , reúne exercícios re sp ira tó rio s,

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de re la x a m e n to e m e d ita ç ã o para o e q u ilíb rio d o c o rp o , da m e n te e do e sp írito .

SESC Carm o - O rie nta ção de Paola di R o be rto e M árcia J o rg e d o A m a ra l. A p a rtir de 50 anos. S e gundas e qu arta s , às 9h30, 14h e 15h; te rças e q u in ta s às 9h, 10h e 11h. R$ 11,00 (co m e rc iá rio m a tric .) e R$ 22,00 (u suá ­ rio m atric.). SESC Consolação - S e gu n da s e q uartas, às 9h, 10h e 15h. Terças e q u in ta s , às 9h, 10h, H h , 15h e 16h. 30 vag as p o r tu rm a . R$ 12,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 24,00. SESC Pinheiros - S e g un da s e qu a rta s, às 15h. Terças e q u in ­ tas, às 9h30 e 10h30. O rien ta ção de S ilvia M a rtin s M eire le s . R$ 7,50. 15 vag as p o r h o rá rio .

c o n s c iê n c ia c o r p o r a l. T e rça s o u q u in ta s , às 14h30. R$ 11,00 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R$ 22 .0 0 ( u s u á r io m a tr ic .).

SESC Ipiranga - A c im a de 40 anos. Q u arta s, às 14h. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 30,00.

SESC Pinheiros - S egu n d a s e q u a rta s , às 8h30, 9h30 e 15h, te rç a s e q u in ta s , às 10h30, 15h. R$ 7,50. Se xtas às 15h. R$ 5,50. 20 v a ga s p o r h o rá rio . D A N Ç A INTEG RADA. H arm o nia ção de m o v im e n to s da dança a p a rtir da in te ra çã o de técn ica e c ria ç ã o d o m o v im e n to , c o m e xe rc íc io s de té cn ica m o d e rn a e c o n te m p o râ n e a , a lo n g a m e n to s , im p ro v is a ç õ e s e c o re o g ra fia s . O rie n ta ç ã o de G eó rg ia Lengos. Terças e q u in ta s , às 16h. 30 va g a s . R$ 7 ,50 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 15,00.

Cursos de Dança DAN ÇA AFRO. D es e nv o lv e o

SESC Consolação

m o v im e n to e x p re s s iv o a tra vés da fu sã o do ca n to, m úsica e dança negra p r im itiv a e c o n te m ­ porânea. A u la s de dança e c u ltu ­ ra afro para a te rc e ira idade. O rie n ta çã o de J u v e n a l Á lv a ro S antos. Sextas, às 10h30. G rátis.

D AN ÇAS FOLCLÓRICAS. Es­ tim u la a c ria tiv id a d e e a e xp re s ­ são atra v é s de danças fo lc ló r i­ cas n a c io n a is e in te rn a c io n a is . O rie n ta ç ã o de Piroska Z ednik. Q u in ta s , às 13h. G rátis. SESC Pom péia

SESC Pompéia D A N Ç A DE SALÃO . A p re n ­ d iza d o de ritm o s típ ic o s dos salões de b a ile de v á ria s é p o ­ cas e re g iõ e s : b o le ro , ta n g o , ru m b a , m a m b o , salsa, m e re n ­ g u e , la m b a d a , s a m b a , ro c k , valsa, etc.

Esportes Adaptados ESP O RTE S A D A P T A D O S . A tiv id a d e s e s p o rtiv a s a d a p ta ­ da s p a ra p e s so a s a p a rtir de 50 a n o s c o m o o b je tiv o de m e ­ lh o r a r a c o n d iç ã o fís ic a g e ra l. Q u a rta s e s e x ta s , às 15h. G rá tis .

SESC Pom péia SESC C onsolação - O rie n ­ ta çã o de S im o n e S. B e n ite s . S exta s, às 14h. 30 v a g a s . R$ 12,00 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 24,00.

NATAÇÃO. E nsino básico dos e s tilo s c ra w l e costas. Cursos co m d u ra ç ã o de até 6 m eses. In fo rm e -s e na u n id a d e do Sesc m ais p ró x im a .

SESC Pompéia - C urso básico. O rie n ta çã o de C arlos T rajano. Q uartas ou sextas, às 9h30 e 11h. G rátis.

tas, às 13h30 e 14h30. R$ 24,00 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 48,00.

D A N Ç A . E s tim u la a c r ia tiv id a ­

SESC C onsolação - In ic ia ç ã o

d e e e x p re s s ã o a tra v é s de v á rio s tip o s de d an ça c o m o jazz, balé m o d e rn o , té c n ic a s de im p ro v is a ç ã o e c o m p o s iç ã o de m o v im e n to s r ítm ic o s , e n tre o u tro s .

e a p e rfe iç o a m e n to b á s ic o d os n a d o s c ra w l e c o sta s. D ura çã o do c u rs o de 1 a 12 m eses. S e g u n d a s e q u a rta s , às 11 h e 1 3 h 15; te rç a s e q u in ta s , às 13h15. 25 v a g a s p o r tu rm a . R$ 12.00 ( c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 24,00.

SESC C arm o - O rie n ta ç ã o de L u c ia n a D a n ta s . T u rm a s a c i­ m a de 50 a n o s . A d a n ç a c o m o e le m e n to de e x p r e s s ã o e

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Arquivo E

SESC Ipiranga - Terças e q u in ­

Encontro com as Artes Para grupos da Terceira Idade, o Sesc Pompéia organizou uma visita monitorada ao museu Lasar Segall, como forma de amplia­ ção do universo artístico. Após o evento, o grupo participará de uma oficina no ateliê. Dia 16. Grátis. Confira no Roteiro co m e rc iá rio s e depen d e n te s. R$ 13,00 (c o m e rc iá rio m atric.).

SESC São C aetano - Duas aulas se m a n a is de 45 m in u to s cada. S e g u n d a s e q u a rta s : às 1 5h30; te rç a s e q u in ta s : às 9h 15; q u a rta s e sextas: às 9h15. R$ 24,00 (pre ço ú n ico ). VÔLEI ADA PTA DO . Trabalha a re sistência m uscular, a ca paci­ dade ae ró b ica e c o o rd e n a çã o m o to ra , d e n tro dos lim ite s in d i­ v id u a is . O rie n ta ç ã o de Luis F e rn a n d o S aad. S e g u n d a s e qua rta s, das 14h às 15h30. 30 va g a s. R$ 7,50 ( c o m e rc iá rio m a tric.) e R$15,00.

SESC Consolação Aulas A bertas DANÇAS FOLCLÓRICAS. In fo rm a ç õ e s e técn ica s básicas para o a p re n d iza d o de danças fo lc ló ric a s c o m o o m a ra ca tu , côco, cira n d a , q u a d rilh a , b u m ­ ba -m e u -b o i; a través de a lo n g a ­ m e n to , e xercícios re s p ira tó rio s , re la x a m e n to . O rie n ta ç ã o de M ô n ic a G o u v e ia e F á tim a O live ira . Dia 4, às 14h. G rátis.

SESC Consolação

SESC Pompéia - Terça a sexta,

Oficinas ESCULTURA.

m anhã

Yanes.

e ta rd e . A p e n a s

para

C om M acá Dia 29, às 13h30. 20

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vagas. Inscrições com antece­ dência. G ratuito .

SESC Pinheiros

ESPAÇO ABERTO PARA G RUPO S DE TERCEIRA IDADE. Em ju lh o , a Festa da

Tem a da o fic in a lite rá ria em que os p a rtic ip a n te s fa rã o um resg a ­ te da m e m ó ria para p o s te rio r e la b o ra ç ã o de um liv r o . O rie n ta ç ã o de E liz a b e th M. Z ia n i. Q u in ta s , às 9h30. G rátis.

A m iz a d e a b o rd a te m a s c o m o s o lid a rie d a d e , fid e lid a d e e re s p e ito atra vé s de a tiv id a d e s re c re a tiv a s c o m o ca m in h a d a s , ja rd in a g e m , fio p o é tic o , c o r­ re io da am iza d e , danças de salão e s h o w m u s ic a l. Dia 17, a p a rtir das 9h.

SESC Pom péia

SESC Interlagos

JORNAL DA TERCEIRA ID A ­ DE. O fic in a s de cria çã o do

G RUP O

A U T O B IO G R A FIA S .

n osso in fo rm a tiv o . O rie n ta çã o de R o n a ld o L. M . A ra ú jo . S áb a do s, às 10h. G rátis.

DE

IN TE R E SS E .

E n c o n tro s p ara d is c u s s ã o e p ro g ra m a ç ã o das a tiv id a d e s . S e m p re às q u in ta s , às 14h.

SESC Pom péia

SESC Pinheiros

Palestras GRUPO DE INTERESSE. De­

GRUPO DE REFLEXÃO. T ro ­ ca de e x p e riê n c ia s , s o c ia liz a ­ ção, a tu a liz a ç ã o de c o n h e c i­ m e n to s e a n á lis e das d ific u l­ da d e s de a d a p ta ç ã o ao p e río ­ d o da v e lh ic e . In fo rm a ç õ e s no b a lc ã o da T e rce ira Idade. G rá tis.

de q u a lid a d e , e c o n o m ic a m e n ­ te v iá v e l, q u e e n fa tiz a os a s p e cto s s ó cio - c u ltu ra is dos r o te ir o s . R o te iro s a é re o s e ro d o v iá rio s (em ô n ib u s pad rã o tu ris m o ) co m h o s p e d a ­ gem em C e n tro s de Lazer e Férias do Sesc ou H o té is co n v e n ia d o s .

Excursões Rodoviárias A N G R A DOS REIS (RJ). P eríodo de 30 de ju lh o a 3 de ag o sto . M eia p ensão. Saída m a tu tin a . H o s p e d a g e m no H otel do B osque. C ity to u r, p asseio de s a v e iro e v is ita a Parati. Preços a p a rtir de 5 x R$ 68,00 (to ta l R$ 340,00).

SESC Paraíso

b ate de v á rio s te m a s , u tiliz a n ­ do té c n ic a s de d in â m ic a de g ru p o , b u s c a n d o a s o c ia b ili­ da d e e a c o n v iv ê n c ia . Dias 7, 14, 21 e 28, às 14h30. G rátis.

SESC Consolação

BERTIOGA (SP). P e río d o de 8 a 16. P en sã o C o m p le ta . S aída m a tu tin a . H o s p e d a g e m no Sesc B e rtio g a . P reços a p a r tir de 5 x R$ 46,00 (to ta l R$ 230.00). SESC Paraíso

SESC Pom péia

M a t r íc u l a 0 cartão de m atrícula no Sesc é o seu passaporte para participar, com vantagens, das várias atividades oferecidas e tam bém desfrutar das piscinas, quadras e outros equipam entos. Para m atricular-se no Sesc são necessários os seguintes documentos: comerciário: carteira profissional do titular, certidão de casam ento e certidão de nascim ento dos filh o s menores de 21 anos. A taxa de m atrícula varia de acordo com a faixa salarial. A m atrícula poderá ser feita em qualquer unidade do Sesc e tem validade nacional de 12 meses. Comerciário aposentado: carteira profissional e carnê do INSS. Não-comerciários: docum ento de identidade e consulta na unidade de interesse sobre a disponibilidade de vaga

PON TO

DE

ENCO NTRO .

R e un ião e n tre os p a rtic ip a n te s do G ru p o da T e rceira Idade para d is c u s s ã o de te m a s de in te re s s e com um v is a n d o d e s e n v o lv e r n ov a s a tiv id a d e s . Dia 30, às 14h. G rátis.

SESC Consolação

m a io r d e s c o n tra ç ã o no dia a dia . O rie n ta ç ã o de M a rc e lle A n to u n . Q u a rta s e s e xta s, às 8h. In ic io d ia 4. In s c riç õ e s no B a lc ã o da T e rc e ira Id a d e .

Q U A N D O VIV E R CO M O OUTRO SE TO RNA DIFÍCIL.

SESC Pom péia

S erã o d is c u tid o s q u e s tio n a ­ m e n to s e d ific u ld a d e s da v id a , na re la ção c o m o o u tro e a im p o r tâ n c ia da busca de m a io r e q u ilíb r io p e s s o a l. O rie n ta ç ã o de E va ldo T eixeira da R ocha e M a g da T a rta ro tti. Dia 29, às 14h30. G rátis.

RECREAÇÃO PARA TER­ CEIRA ID A D E . P o n to de

SESC Consolação

SESC Pom péia

VAM O S LER. E n c o n tro s para

V IS ITA AO M U SEU LASAR SEGALL. Para a m p lia ç ã o da

le itu r a em g ru p o , e s tu d o s o b re u m a u to r e suas o b ra s, tro c a de liv ro s e d iscu ssã o de te m a s e m e rg e n te s p u b lic a d o s em jo r n a is ou re v is ta s . O rie n ta ç ã o de N o rb e rto A u g u s to P reto. D ias 4 ,1 1 ,1 8 e 25, às 14h30. G rátis.

e n c o n tro para o p ú b lic o m a io r de 50 a nos para a p rá tica liv re de b rin c a d e ira s , jo g o s , c a m i­ nhada ou b a te -p a p o . Q ua rta s e sextas, das 13h30 às 15h, no G in á sio O u to n o I. G rátis.

v is ã o do p ro ce sso de c o n s tru ­ çã o d o u n iv e rs o a rtís tic o , s e g u id a de um a o fic in a no a te liê . D ia 16, às 14h30. In fo rm a ç õ e s no b alcão da te r­ ceira idade. G rátis.

SESC Pom péia

SESC Consolação

SESC Consolação

B LU M E NAU (SC). De 16 a 21. C om h o s p e d a g e m no Sesc lo c a l. P ensão c o m p le ta . P a s s e io s ao B e to C a rre iro W o rld e a F lo ria n ó p o lis . A p a rtir de 5 X 50,00 T otal R$ 250,00. SESC São Caetano B LU M E N A U

(SC). P e río d o de 22 a 27. P ensão C o m p le ta . Saída n o tu rn a . H o s p e d a g e m no Sesc B lu m e n a u . C ity to u r, p a s s e io s lo c a is e v is ita ao B e to C a rre iro W o rld . P reços a p a r tir de 5 x R$ 52,00 (to ta l R$ 260.00). SESC Paraíso CABO

FRIO (RJ). P e río d o de 9 a 13. M e ia P ensão. Saída m a tu tin a . H o s p e d a g e m no M a lib u P a la ce H o te l. C ity to u r e p a s s e io s a B úzio s e ao A rr a ia l d o C a b o . P re ço s a p a rtir de 5 x R$ 74,00 (to ta l R$ 370,00). SESC Paraíso CALDAS NOVAS (GO). De 18 a 24. Com h o s p e d a g e m no B o u g a in v ille H otel co m p e n ­ são c o m p le ta . Passeios locais. A p a rtir de 5X R$ 71,00. Total R$ 355,00.

Recreação BAILE COM M Ú S IC A AO V IV O . A n im a ç ã o d o G ru p o M u s ic a l Free Way. Dia 25, às 15h. R e tira r c o n v ite a n te c ip a ­ d a m e n te . G rá tis.

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GRUPO DE R E LA X A M E N ­ TO . T é c n ic a s b á s ic a s p ara

SESC São Caetano P ro g ra m a e s p e c ífic o que a te n d e c o m e rc iá rio s e d e p e n ­ d e n te s , o fe re c e n d o tu r is m o

CALDAS NOVAS (GO). De 18’ a 24. C om h o sp e d a g e m no

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j

i


B o u g a in v ille H otel c o m p e n ­ são c o m p le ta . P asseios lo c a is . A p a rtir de 5X R$ 71,00. T o ta l R$ 355,00.

NOVAS

R$ Arquivo E

V IT Ó R IA (ES). P e río d o de 15

SESC São C aetano CALDAS

le it o . A p a r t i r d e 5 X 1 5 9 ,6 0 . T o ta l R$ 7 9 8 ,0 0 .

SESC São C aetano

(GO).

P e río d o de 3 a 9. P en são C o m p le ta . S a íd a m a tu tin a . H o sp e d a g e m no B o u g a in v ille T h e rm a s C lub e H otel. C ity to u r e passe io s ao J a rd im J a p o n ê s e Lagoa de P ira p itin g a . Preços a p a r tir de 5 x R$ 61,00 (to ta l R$ 305,00).

SESC Paraíso GUARA PA RI (ES). De 8 a 14. C o m h o s p e d a g e m n o S esc lo c a l, pensão c o m p le ta . P a s s e io s lo c a is e v is ita s a V itó ria e V ila V elha. V ia g e m e m ô n ib u s le ito . A p a r tir de 5 X R$ 65,40 T otal 327,00.

SESC São C aetano GUARA PA RI (ES). P e río d o de 1 a 6. P ensão C o m p le ta . Saída n o tu rn a . H o s p e d a g e m n o Sesc G u a ra p a ri. C ity t o u r e p a sse io s à V itó ria e V ila V elha. P reços a p a r tir de 5 x R$ 53,60 (to ta l R$ 265,00).

a 20. M e ia p e n s ã o . S a íd a n o tu r n a . H ospedagem no H o te l S E N A C Ilha d o B oi. C ity t o u r e p a s s e io s lo c a is . P reços a p a r tir de 5 x R$ 82,40 (to ta l R$ 412,00).

SESC P araíso V iagem A é rea PORTO SEGURO. Com 8 dias e 7 noites. Saídas sem anais aos d o m in g o s 6, 13, 20 e 27. A e ro p o rto de C um bica/G uaruIhos. F reta m en to exclu sivo FLY AIR. In c lu s o : m eia pensão, tra n s fe r in /ou t, luau, by night, c ity tou r, passeios a Trancoso, A rra ia l D 'A jud a, escuna, seguro v iag em e a c o m p a n h a m e n to de té c n ic o s do SESC. Hos­ p edagem : F enix H otel, N áutico Praia H otel e B osque do Porto Praia H otel. Preços a p a rtir de R$ 522,00 (1â parcela de R$ 106, 00 + taxa de em b a rq u e de R$ 15,20 e 4 x R$ 104,00, fixa s sem juros).

Mar à Vista Venha desfrutar suas férias no Sesc Bertioga. Localizada no Litoral Norte, a colônia oferece ampla infra-estrutura de lazer e recreação, dispondo de quadras poliesportivas, parque aquático, sala de jogos, pista de dança. Confira no Roteiro

SESC Paraíso

c o r r e io . D iá ria s : R$ 20,00 (c o m e rc iá rio s m a tric u la d o s ).

SESC Paraíso

Tem poradas de Férias SESC B ertioga. N o m u n ic í­

SESC Paraíso

M O NTE VERDE (M G ). De 25

p io de B e rtio g a , lito ra l p a u lis ­ ta , o Sesc m a n té m u m d os m a io re s c e n tro s de fé ria s e laze r d o p aís, co m ca p a c id a d e pa ra m il pe s so a s p o r dia. O Sesc B e rtio g a c o n ta c o m c o m ­ p le ta in fra -e s tru tu ra de lazer e re c re a ç ã o , d is p o n d o de g in á ­ s io de e s p o rte s , ca n ch a s de b o c h a , q u a d ra s de tê n is , q u a ­ d ra s p o lie s p o rtiv a s , p ista de c o o p e r, c a m p o de fu te b o l, m in i c a m p o , b ib lio te c a , p a r­ q u e a q u á tic o , salas de jo g o s e c in e m a , a lé m de p is ta de d a n ç a e la n c h o n e te . U m a e q u ip e e s p e c ia liza d a p ro g ra ­ m a e d e s e n v o lv e a tiv id a d e s d iá ria s de re cre a çã o e lazer, in c lu s iv e na p ra ia . E s ta d ia s em re g im e de p e n sã o c o m p le ­ ta. Em s e te m b ro os p e río d o s d is p o n ív e is para e s ta d ia são: 2 a 9, 8 a 14, 10 a 17 e 18 a 25. A s in s c riç õ e s para o s o rte io de v a g a s de s e te m b ro d e v e rã o se r fe ita s de 1 a 15 de ju lh o , d ire ta m e n te n o SESC Paraíso. C o m e rc iá rio s da c a p ita l que d e s e ja re m d e v e m c o n ta ta r a u n id a d e s o lic ita n d o fo r m u lá ­ rio e s p e c ífic o para in s c riç ã o , v ia fa x n9 (011) 885-5854 ou

a 28. C om h o s p e d a g e m no G reen V illa g e H o te l. P ensão c o m p le ta . P as s e io s lo c a is e c a m in h a d a s e m c lim a de m o n ta n h a (S erra da m a n tin q u e ira ). A p a r tir de 5X 59,00. T otal R$ 295,00.

SESC São C aetano PA N TA N A L CO M

BO NITO

(M S). P e río d o s de 16 a 24 e de 26 de ju lh o a 3 de a g o s to . Pensão c o m p le ta . S a íd a m a tu tin a . H o s p e d a g e m no P a n ta n a l Park H o te l e Z a g a ia R e so rt H o te l. C ity to u r e p a s ­ s e io s a C o ru m b á , P u e rto S oarez (B o lív ia ) e de balsa p e lo Rio P a ra g u a i e re g iã o e co ló g ic a de B o n ito . P reços a p a r tir de 5 x R$ 159,60 (to ta l R$ 798,00). SESC Paraíso PANTANAL E B O N IT O (M S ). De 16 a 24. C o m h o s ­ p e d a g e m n o P a n ta n a l P a rk H o te l e n o Z a g a ia R e s o r t H o te l. P a s s e io s d e b a rc o s , s a fa ris , m e r g u lh o s e v is ita s a C o ru m b á e P u e rto S u a re z (B o lív ia ). V ia g e m e m ô n ib u s

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Especiais FÉRIASESC. D eixe a TV e o v id e o g a m e de la d o e v e n h a p a s s a r c o m a g e n te um a sem a n a de m u ita b rin c a d e ira e d iv e rs ã o n o S esc B e rtio g a . V ag a s lim ita d a s . In s c riç õ e s a b e rta s. De 19 a 6, fé ria s e x c lu ­ s iva s para a cria n ç a d a de 8 a12 anos. Ô n ib u s p a d rã o tu ris m o , s e g u ro v ia g e m , m o n ito r e s e s p e c ia liz a d o s , té c n ic o do Sesc, c a m is e ta , bo n é , sacola, p e nsão c o m p le ta e m u ita s a ti­ v id a d e s e d iv e rs õ e s . Preço do p a co te R$ 150,00 ( 5 parce la s de R$ 30,00, fix a s sem ju ro s ). SESC Paraíso DIV ER SÃ O P A U LO . T u ris m o S o c ia l c o rrio in s tru m e n to de a ção c u ltu r a l. D e n tro d e sta v is ã o , o Sesc Paraíso realiza e n tre 8 e 24, v is ita s à e x p o s i­ çã o M o n e t, o M e s tr e d o Im p re s s io n is m o , no M A S P. No d ia 26, h a v e rá ta m b é m a p a le s tra M o n e t, o Im p re s s io n is m o e In flu ê n c ia s n o s M o v i­ m e n to s P o s te rio re s , c o m o P ro fe s s o r A g n a ld o F a ria s. P ro g ra m a ç ã o g ra tu ita . SESC Paraíso

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C a m p in a s

Música CONCERTOS SESC NA CA­ TEDRAL. P rojeto que apresen­ ta m úsica clássica, erudita, gospel, entre o utras, na Catedral M e tro p o lita n a de C am pinas. Dia 6, C oral F ila rm ô n ic o co m a regência de Rui S ilva Costa. Dia 14, N elson A y re s & M arce lo Jafé, às 21 h.

M Ú SIC A SESC NO CORETO. Neste m ês ac ontece, no Largo do Pará, um p ro g ra m a rechea­ do de h u m o r, n o s ta lg ia e ro m a n tis m o . Dia 10, D erico & G ru po Pelo T ele ph o ne. Dia 24, M a tto li & G ru p o , às 18h.

Cursos OFICINA CRIATIVA - POE­ SIA: DO VERSO AO VÍDEO. O rie n ta ç ã o de J o ã o Bandeira. In c e n tiv o à p ro d u ç ã o de te x to s p o é tic o s , fe ito s p o r pessoas com ou sem e x p e riê n cia nesta a tiv id a d e , p o r m e io de exercí­ cio s de c o m p o s iç ã o , e x p o s i­ ções so b re té cn icas poética s e a nálises te x tu a is . Dias 9 e 10, das 9h às 12h e das 14h às 17h30. Dia 11, das 9h às 12h.

SESC Cam pinas - Av. H e ito r P enteado s/n. P o rtão 7 S ão J osé dos C am po s

In fa n til U M A HISTÓRIA QUE A M A ­ NHÃ CONTOU AO TEMPO PARA G ANHAR A ROSA AZUL. E spetáculo in spirado na

O Olhar Curso de História da Arte com o objetivo de desenvolver a criatividade e a sensibilidade, enfocando as questões relativas ao olhar de cada época. De 29 a 31. Sesc Ribeirão Preto

o b ra O G ato M a lh a d o e a A n d o rin h a S in h á, de J o rg e A m a d o , que narra o a m o r entre um fe lin o e um a ave. A fantasia se m istura com a realidade no en con tro desses do is persona­ gens tã o p ró x im o s e tão d istan­ tes ao m e sm o te m p o . Direção de C in tia A lv e s . C om a Cia. AC M . Dia 13, às 15h. Preços: R$ 2,00 (co m e rciá rio m atric. e usuá­ rio) e R$ 3,00 (pú blico eventual).

Especial SUPERFÉRIAS - ENTROU POR U M A PORTA SAIU PE­ LA OUTRA... QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA. A p ro ­ g ra m açã o das fé ria s de in v e rn o c onta co m as m a is v aria d a s his­ tó ria s , co n to s e fa ntasias. Par­ tic ip e dessa a ven tu ra e abra a

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porta da sua im aginação... Ins­ crições abertas para crianças de 7 a 12 anos. De 15 a 27, das 14h às 17h. G rátis.

SESC São José dos Campos - Av. A d h e m a r de B arros, 999. Tel: (0123) 22-9811. www.virtualvale.com.br/sesc.htm

R ib e ir ã o P r e t o ___________

Música PROJETO Q UINTA INSTRU­ MENTAL - TO NINHO HORTA. G u ita rrista , c o m p o s ito r e can­ tor, T o n in h o H orta te m m o s tra ­ do a m ú sica b ra s ile ira p e lo m u n d o e vem co n q u is ta n d o , há m ais de um a década, um p ú b li­ co in te rn a c io n a l c o n s is te n te q ue ra p id a m e n te valoriza o ined itis m o de seu tra b a lh o . Neste show , estará a c o m p a n h a d o p o r A ris m a r do E s p írito S a n to (baixo) e R o b e rtin h o S ilva (p e r­ cussã o ). Dia 31, às 20h30. Preços: R$ 2,00 (c o m e rciá rio e u s u á rio m a tric .) e R$ 4,00 (p ú b lic o eventual).

HISTÓRIA DA ARTE ATRA­ VÉS DA PINTURA - O OLHAR. O curso tem co m o objetivo o desenvolvim ento da sensibilida­ de e criatividade p o r m eio de ex­ ercícios e da troca de experiên­ cias, enfocando as questões rela­ tivas ao olh a r de cada época; o o lhar Renascentista, o olh a r Im ­ pressionista e o olh a r C ontem po­ râneo. Orientação de Sara G ol­ dm an Belz. De 29 a 31, das 14h30 às 17h e das 19h30 às 22h. Pre­ ços: R$ 5,00 (com erciário m a­ tric.). R$ 8,00 (público eventual).

da razão - Exposição de painéis co n tra p o n d o fo to g ra fia s regis­ tra d a s na segunda m etade da década de 20 de im p o rta n te s ruas e edificações de caráter p ú b lico em Rio Preto - particu la ­ res ou estatais -, com fo to g ra ­ fia s con te m p o râ n e a s dos m es­ m os locais, realizadas p o r Paulo Berton. F ragm entos de te xto s retira d o s do Á lb u m Ilu stra d o da C om arca de Rio Preto, p u b lica ­ do em 1929, ilu stra m o ideal p o s itiv is ta das classes d o m i­ nantes nas p rim e ira s décadas do século 20. De 19 a 3 de agos­ to. Cadernos de h is tó ria O ral Lançam ento do p rim e iro v o lu ­ m e da coleção. A edição será dedicada à jo rn a lis ta e escritora D inorath do Valle. A g e n d a X X I U m a nova fo rm a de pensar e v iv e r a cidade. C oordenado p o r M iria m Rechenberg, b ió lo g a e pesquisadora do IBILCE/Unesp, o w o rk s h o p pretende apresen­ ta r as diretrizes básicas ap o n ta ­ das p elo d o c u m e n to A g e n d a XXI, ela b o ra d o du ra n te a ECO 92, no que se refere às pre o cu ­ pações com o passado, presen­ te e fu tu ro das cidades m o d e r­ nas. Dias 12 e 13, das 9h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30. C arga h o rá ria de 12 horas. S w ift: Passado, P resente e F u tu ro - C oordenado p o r N ilce A p parecida Lodi, presidente do C ondephact, o w o rk s h o p será d iv id id o em q u a tro m ó d u lo s , a p re s e n ta n d o a h is tó ria da S w ift, seu to m b a m e n to e a lg u ­ m as das p ropostas de revitaliza­ ção do local discu tid a s atual­ m ente. Dias 19 e 20, das 9h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30. Carga h orária de 12 horas.

SESC São José do Rio Preto SESC Ribeirão Preto - Rua T ib iriçá , 50. Tel. (016)610-0141.

- Av. F rancisco C hagas O live ira , 1333. Tel. (0172) 27-6069.

S ã o J o s é d o R io P r e t o

S a n t o s ____________________

Especial M E M O R IA L DE SÃO JOSÉ: NO SSA S LEM BRANÇAS M A IS PESSOAIS PODEM VIR MORAR AQ UI. No dia 19 de ju lh o de 1894, Rio Preto o b te ­ ve sua em an cip a çã o política. L e m b ra n d o a im p o rtâ n c ia da data, o Sesc desenvolve, d u ra n ­ te o m ês de ju lh o , o pro je to M e m o ria l de São José. Pro­ gramação: T em poralidade: Da a p o lo g ia do p ro g re sso à crise

O CARA DE PAU. Espetáculo com grande sucesso de público e crítica, esta com édia com O sm ar Prado e grande elenco prom ete m uitas surpresas para a platéia. De 18 a 20, às 21 h, no Teatro.

Exposição LABIRINTO DA MODA: U M A AVENTURA INFANTIL. E x p o ­ siçã o m u ltim íd ia q u e e n fo ca o v e s tir d o u n iv e rs o in fa n til,

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I INTERIOR ab o rd a a h is tó ria da m o d a c o ­ m o m e c a n is m o de c o m p re e n ­ são e in te rp re ta ç ã o de o u tra s so c ie d a d e s e é p o cas; a ro u p a c o m o m a n ife s ta ç ã o de e x ­ pre ssã o p lá s tic a e in d iv id u a l e a cria ç ã o e o lú d ic o do v e s tirse, e s tim u la n d o a c rític a e e d u c a n d o o o lh a r. D u ra n te o e v e n to , a c o n te c e rã o v á ria s o fic in a s e e s p e tá c u lo s . De 1 a 14 de s e te m b ro , na Á re a de C o n v iv ê n c ia .

Especial FESTIVAL SESC AUTO N O ­ M IA DO CORPO. Neste m ês, o Sesc será palco de d iversas a p re s e n ta ç õ e s nas área s de g in á s tic a , a rte s m a rc ia is e dança, com a presença de aca­ de m ia s e g ru p o s da re gião . O e v e n to visa d is c u tir o m o v i­ m e n to , a expressão e as te n ­ dências que v a lo riz a m as p o s ­ sib ilid a d e s c ria tiv a s d o corp o . De 10 a 13, às 21 ho ras, no G inásio de E sportes e Teatro.

SESC Santos - Rua C onselheiro Ribas, 138. Tel. (013) 227-5959. S ão C arlos

Especial A R R A IÁ DO SESC. T e n d o c o m o m o tiv a ç ã o a p re s e rv a ­ ção das m a n ife s ta ç õ e s c u ltu ­ ra is e tra d iç õ e s p o p u la re s , no c a m p o da d a n ç a , m ú s ic a , c u ­ lin á ria e lazer, o S esc faz em ju lh o a sua fe s ta . B a rra c a s de c o m id a s e b e b id a s típ ic a s , jo g o s (la ta , a rg o la , p au de se­ bo etc.) e b rin c a d e ira s (R abo no B u rro , P ula C o rd a , Peteca, B ola de M e ia ...). P ro g ram a ­ ção: A lm ir S a te r - O c a n to r faz a a b e rtu ra d o A rra iá c o m c a n ç õ e s p o p u la r e s d e se u v a ria d o re p e rtó rio . Dia 4, às 2 0 h30, n o G in á s io de E s p o r­ te s. A n a s tá c ia - A c o m p a n h a ­ da pela b a n d a S a b o r C aju , a c a n to ra faz u m g ra n d io s o " a rra s ta p é " . Dia 5, às 20h30, no c o re to . M a r io Z a n e B a n d a - U m d o s m a is tra d ic io n a is s a n fo n e iro s a n im a a fe s ta . Dia 6, às 20 h3 0 , no c o re to . S a n fo n e ir o s e V io le ir o s D u ra n te to d a a fe s ta te re m o s a a n im a ç ã o de s a n fo n e iro s , v io le ir o s , c a tire iro s , n o m a is p u ro e s tilo ju n in o . D ias 5 e 6. Q u a d rilh a s - Os G ru p o s de C o n v iv ê n c ia de Id o s o s d a s

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c id a d e s de S ão C a rlo s , A ra ra q u a ra e P ira s s u n u n g a a p re ­ s e n ta r ã o a d a n ç a da Q u a ­ d r ilh a . D ia s 5 e 6. Dia 4, a p a r­ t i r da s 2 0 h3 0. Dia 5, das 15h às 2 4 h. Dia 6, das 14h às 22h. E n tra d a fra n c a (c o m e rc iá rio s , id o s o s e c ria n ç a s ); R$ 2,00 ( u s u á r io s e e s tu d a n te s ); R$ 5,00 (o u tro s ).

SESC

São C arlos - Av. C o m e n d a d o r A lfr e d o M a ssi, 700. Tel. (016)272-7655. B a u r u _____________________

Especial ESCOLA ABERTA DA TER­ CEIRA IDADE. Realização de o fic in a s de m e m ó ria , jo rn a lis ­ m o , a rte s a n a to , ca n to co ra l; curs o s de te c la d o , e s p a n h o l, dança de salão, renda turca. A tiv id a d e s especiais: dia 1, às 14h, Tarde A rtística ; dia 3, às 1 3h30, O fic in a de Cesta de J o rn a l; dia 8, às 14h, B ingo; dia 10, às 13h30, O ficina de Ponto Cruz; dia 15, às 14h, Batalha C u ltu ra l; dia 17, às I3h30, O ficin a de C ulinária; dia 22, às I4h, aula ab erta de dança com o te m a "d e s c o n tra ç ã o "; dia 24, às 13h30, O ficina de D obradura; dia 29, às 14h, apresentação de víd eo s o bre Terceira Idade; dia 31, às 13h30, O ficina de C ostura em Estopa.

SESC Bauru - Av. A u re lia n o C ardia, 6-71. Tel. (014) 223-6344. P ir a c ic a b a

Especial SHOW DE

CUR URU. Este

s h o w p re te n d e re g is tra r em u m a g ra v a ç ã o ao v iv o , o e n c o n tro de d o is poetas e m es­ tre s do c u ru ru : N hô Serra, de Piracicaba, e Zico M o re ira , de Tietê. O c u ru ru é um a m a n ife s­ ta ç ã o da c u ltu ra p o p u la r de P iracicaba e região em fo rm a de rep en te e desafio. Dia 25, às 21 h. C o nvite s g ra tu ito s .

VÍDEO E SEU DIRETOR. A p ro g ra m a ç ã o do Vídeo SESC o pto u p o r sessões em que o d ire to r e xibe e com enta seus tra b a lh o s , d estacando assim a im p o rtâ n c ia de e ncontros entre p ro d u to re s e platéia. Dia 9 - Tata A m a ra l; dia 16 - Rita M oreira;

dia 23 - P hilippe B arcinski e dia 30 - Jo ã o G odoy. S em pre às 20h, com entrada franca.

SESC Piracicaba - Rua Ipi­ ranga, 155. Tel: (0194) 34- 4022

T aubaté

Música M Ú S IC A

NO

Q UIO SQ UE .

A p re sentações ao v iv o de a rtis ­ tas e g ru p o s locais e regionais. M PB, S a m b a , P agode, A xé M u sic e Rock. D estaque para os g ru p o s : Na C adência do S am ba, Flor de Liz e Kuka Livre. S extas-feiras, às 20h, e d o m in ­ gos, às 16h. E ntrada franca.

Esportes COPA C O M E R C IÁ R IA DE FUTEBOL DE SALÃO - TRO­ FÉU TRANSITÓRIO "JOSÉ ELIAS A N D R A U S ". A s p rin ­ c ip a is e q u ip e s de fu te b o l de s a lã o d o V ale do P araíba, L ito ra l N o rte e Região S errana, reu n id a s n u m a n im a d o to rn e io q ue, este ano, encon tra -se em sua 8â edição. De 1 de ju lh o a 8 de ag o sto , a p a rtir das 20h. E ntrada franca.

SESC Taubaté - Av.Eng. M ilton de Alvarenga Peixoto, 1264. Tel: (0122) 32-3566

C atanduva

Cultura P R IM IT IV O S E PADRO EI­ ROS. V alorização da p ro d u ­ ção da p in tu ra in g ê n u a da reg iã o e m o stra h is tó ric a atra ­ vés de im a g e n s e te x to s dos s a ntos p a d ro e iro s re ve re n cia ­ dos nesta época d o ano.

Esportes INVER NO ESPORTIVO. São a tiv id a d e s d e s tin a d a s a com e rc ia rio s e seus d e p e n d e n ­ tes, e a c o n v id a d o s , para que no m ês de ju lh o , p o ssam p a r­ tic ip a r de jo g o s , to r n e io s e s p o rtiv o s e recre a çã o , p ro ­ p o rc io n a n d o -lh e s m o m e n to s de c o n g r a ç a m e n to s o c ia l, d e s e n v o lv im e n to e s p o rtiv o e fo rta le c e n d o de fo rm a in te ­ g ra d a a sua c u ltu ra . A p a r tir do dia 13.

Movimento & Expressão O Festival Sesc Autonomia do Corpo apresentará diversas atividades nas áreas de Ginástica, Artes Marciais e Dança. O objetivo do encontro é discutir o movimento, a expressão e as possibilidades criativas do corpo. Sesc Santos. Confira no Roteiro

SESC Catanduva - Pça. Felício Tonello, 228. Tel: (0175) 22-3118

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■ A Cultura Precisa de Ajuda E nio B r uno Q uicoli

ociedades de incentivo à cul­ tura - isso fun­ ciona? A julgar pelos resultados, a resposta é não! Por outro lado, estaríamos em situação ainda pior se elas não existissem. Apesar de ainda in­ cipientes em nosso m eio, essas sociedades que se form aram em torno de um ou mais tem as preferidos dos grupos que as susten­ tam financeiramente como, por exemplo, as sociedades Amigos da Opera, dos M useus, da M úsica Clássica, entre outros, garantem que se m antenha um certo rit­ mo de produção cultu­ ral em segmentos m e­ nos populares. Essas sociedades proliferam prin­ cipalm ente nos Estados U nidos, onde governo e iniciativa privada já se entendem com razoável bom senso, com plem entando o trabalho do E s­ tado e vice-versa. Pois, os consum i­ dores de produtos culturais pouco se im portam com a origem dos eventos, desde que de boa qualidade e a preços acessíveis. Em bora sejam absurdam ente díspa­ res os montantes que se investe em cul­ tura em outros países, em comparação com o Brasil, ainda é possível apren­ dermos alguma coisa. Que venha a globalização - não somente nas trocas de produtos culturais acabados - m as, principalm ente, de novos conceitos sobre a forma de se entender a produ­ ção cultural e o papel do Estado. Ainda nos deparamos com verda­

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deira concorrência entre este e a inicia­ tiva privada, desconhecendo o verda­ deiro significado da palavra parceria. Para a iniciativa privada, parceria com o Estado significa que um deve entrar com a idéia de criação e produção e o outro, por sua vez - Estado - , com a infra-estrutura e o financiamento. Por outro lado, o Estado cria intram uros em seus projetos culturais e os lança com grande repercussão na m ídia e, ao final, diz candidam ente que está à procura de parceiros da iniciati­ va privada, pois não possui recursos para a sua im plementação. Q uantos projetos bem -intenciona­ dos e de boa qualidade desaparece­ ram pela ausência do diálogo e de discernim ento de com o se trabalhar em parceria. Os exem plos de in su cesso das

cham adas “Leis de In­ centivo à C ultura” con­ tinuarão a ocorrer, ca­ so o processo não seja invertido e reiniciado a partir do velho e sempre bom entendim ento entre as bases da construção de políticas m unicipais, que sedim entarão polí­ ticas reg io n a is e se constituirão nos pilares da Política N acional de Cultura. No ano passado uma parcela m ínim a de recur­ sos, disponibilizados pe­ la “Lei R ouanet” , foram utilizados por absoluta falta de preparo de pro­ dutores culturais e lenti­ dão dos m unicípios para criar m ecanism os para seu aproveitam ento. É natural que as polí­ ticas culturais a serem im plementadas sejam de responsabili­ dade dos governos federal, estaduais e m unicipais. “Estar sob a responsabilidade” não significa que o Estado tenha de produ­ zir má política cultural com reduzida ou nenhuma - participação da socieda­ de civil, mas que lidere pela sua base institucional o processo de organização de todas as vertentes culturais e ainda comande a sua execução. Durante esse processo, as chamadas “ Sociedades de Incentivo À Cultura” têm um papel importante como fonte de informação, como executoras em sua área específica de ação cultural, consentânea com a política cultural, cuja criação participaram ativamente. Ênio B runo Q uicoli é assistente social e gerente do Sesc Campinas

Julho 97


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