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Revista E - Fevereiro de 1997 - ANO 3 - Nº 8

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F I CÇRO

INEDITH

RICO

LRCERDR

PaeSvLowreJro


E tam b ém o am arelo , o azul, o lilás, o verm elho, o rosa e a rosa. E to d as as cores e flores. Porque no SESC INTERLAGOS é sem p re prim avera. Em 5 0 0 mil m etros q u a d ra d o s d e á re a verde, com um tra tam e n to p aisag ís­ tico q u e preservou intactos os m ais belos e representativos exem plares da riquíssi­ m a flora da M ata Atlântica, aqui o fre q u e n ta d o r vai reto m ar o gosto pela vida no tranqüilo e estim ulante contato com a n atureza. M as sem p re com o conforto e a com odidade d e um a infraestrutura d e d e s ­ canso e lazer sem igual. Piscinas, ginásio e q u a d ra s poliesportivas. Q u a d ra s de tênis, lago com pedalinhos, playgrounds e interessantíssim os brinquedos e instala­ ções lúdicas p a ra as crianças. Am bientes de e sta r e convivência, salas d e jogos, de encontros e reuniões, á re a s d e exposições e d e leitura, auditório, lanchonetes, chur­ rasqueiras e m uito esp aço p ara estacionam ento. E sem pre um a program ação variada, alegre e descontraída, d e música, dança, exposições, torneios e cam p eo n ato s. SESC Interlagos. Indicado p a ra pessoas qu e e stão can sa d a s d a cidade. Pessoas q ue buscam o verde e vivem à procura da e ter­ na prim avera, m as q u e n ão im aginam q u e fiquem assim tão perto.


NESTA EDICAO SERVIÇO SOCIAL DO COMERCIO-SESC A dm inistração R egional no E stado de São Paulo Presidente: Abram Szajm an Diretor Regional: Danilo S antos de M iranda REVISTA E Diretor R esponsável: Miguel de Alm eida Editor de Arte: Paulo Sayeg Equipe de A rte: Antonio B arbosa, Carla Conti Revisão: Márcia Viliaça da Rosa Colaboradores: Ana Saggese, Marcília Ursini, Nicola Labate, A ndré Rosem berg Supervisão Editorial: Je su s Vazquez Pereira Coordenação Executiva: Erivelto B. Garcia A ssistente Executivo: Malu Maia Supervisão Gráfica: Eron Silva Distribuição: Glenn Poleti Nunes C onselho de Redação e Program ação Diretor: Danilo S antos de M iranda Ana Maria Cerqueira Leite, Andrea C. Bisatti, Cláudia Darakjian T. Pràdo, Cristina R. Madi, Dante Silvestre Neto, Denise Martha G. Baptista, Erivelto Busto Garcia, Eron Silva, Estanislau da Silva Salles, Felipe Mancebo, Ivan Paulo Gianini, Jesus Vazquez Pereira, José Palma Bodra, Laura Maria C. Castanho, Lauro Freire da Silva, Luis Alberto S. Zakir, Malu Maia, Marcelo Salgado, Mareia M. Ferrarezi, Marcos Antonio Scaranci, Maria Luiza Souza Dias, Mário Augelli, Marta R, Colabone, Ricardo Muniz Fernandes, Roberto da Silva Barbosa, Rui Martins de Godoy, Silvio Luis França, Tania Mara Conrado. SESC São Paulo - Av. Paulista, 119 - CEP 01311-903 tel. (011) 284-2111. Jo rn alista R esponsável: M iguel de Alm eida MTB 14122. A Revista E é um a publicação d o SESC de S ão Paulo, realizada pela Lazuli Editora. D istribuição gratuita. N enhum a p esso a está autorizada a v en der anúncios.

SESC Conselho Regional do SESC de São Paulo Presidente: Abram Szajman M em bros Efetivos: Aldo M inchillo, A ntonio Funari Filho, C arlos A lberto Ferraz e Silva, C ícero B ueno B randão Jún io r, E du ard o V am pré do N ascim en to , Ivo D all'A cqua Júnior, Jo ã o Pereira G óes, Ju ljan D ieter C zapski, L uciano Figliolia, M anuel H enrique Farias R am os, O rlando R od rig ues, Paulo F e rn a n d es L ucânia, Ped ro L abate, Ram ez G abriel, R oberto Bacil. Suplentes: A lcides B ogus, A m adeu C astan heira, A rnaldo Jo s é Pieralini, D auto B arbosa d e S o u sa, F ernan d o Soranz, H enrique Paulo M arquesin, Israel G u in sb urg, Ja ir T oledo, Jo ã o H errera M artins, Jo rg e S a rhan S alom ão , Jo s é M aria d e Faria, Jo s é Rocha C lem ente, Jo sé S an tin o d e Lira Filho, R oberto M ário Pero sa Jú nior, Valdir A parecido dos S an to s. R epresentantes junto ao Conselho Nacional, Efetivos: A bram Szajm an, E uclides Carli, Raul Cocíto. Suplentes: Olivier M auro Vrteli C arvalho, W alace G arroux Sam p aio , M anoel Jo s é Vieira d e M oraes. Diretor do Departam ento Regional: Danilo S a n to s d e M iranda.

á algumas décadas, ser artista era quase um sinônimo de juven­ tude. Crescemos acompanhando a carreira de alguns deles, sob uma curiosa constatação: ao contrário de nós, eles não envelhe­ ciam! O truque se dava muito mais pela maquiagem e outros disfarces, do que pela mágica de se congelar o tempo. Só soubemos que Cary Grant estava na terceira idade, quando enfim surgiu de cabelos grisalhos no cinema. Até então uma tintura o transformava num etemo galã romântico. Ocorre que os tempos de fato mudaram - e para melhor, neste sentido. E não apenas pelos milhares de tratamentos para rejuvenescimento e de medi­ camentos capazes de retardar a chegada da velhice. A mudança se deu den­ tro da cabeça das pessoas, com reflexos no cotidiano e no comportamento das últimas gerações. Até meados da década de 60, alguém que estivesse com cinquenta anos, já era visto por seus pares como um cidadão idoso. Todos colaboravam para isso, principalmente o cinquentenário que se com­ portava como esperava a sociedade da época: muitas vezes aposentado, com o corpo relaxado e só escolhendo programas de acordo com sua idade adqui­ rida e seu status de senhor. Nos últimos trinta anos, chegar aos cinquenta deixou de significar a entrada na velhice. Antes seria inconcebível se imaginar alguém com essa idade, como Mick Jagger, correndo de um lado a outro no palco, diante de milhares de pessoas, vestindo camiseta e jeans, à frente de seus Stones todos eles também cinquentenários e com poses de adolescentes. Ou seja: a juventude, e muitos de seus hábitos, foi prolongada. Mick Jagger é apenas um reflexo público dessa constatação. Costuma-se dizer que era muito mais chato ter cinquenta anos na década de 60, do que nos tempos atuais. E é verdade. Se naquela época a marca sim­ bolizava um lento afastar-se da sociedade, hoje muitas vezes serve de marco a uma mudança radical realizada na vida pessoal. Não são incomuns os casos de pessoas que adotam novas profissões, resolvem casar de novo e ter filhos, que iniciam cursos adiados desde a adolescência ou que abandonam carreiras sólidas para viver outras aventuras. Como construir um barco e rodar o mundo - num exemplo flagrado pela reportagem de capa desta edição. Na educação e no comportamento, as mudanças também são visíveis. Os pais deixaram de posar de severos professores, para se transformarem, aos olhos de seus filhos, em amigos sempre presentes, quase irmãos mais velhos. Tomou-se muito mais fácil o diálogo entre as gerações e a discussão, dentro de casa, de assuntos antes tabus, como sexo, drogas e mesmo inquietudes do espírito. Os pais de hoje estarão falando menos vazados em teoria e mais ver­ sados na prática. Afinal, é a geração dos hippies que agora se encontra na casa dos cinquenta - aquela mesma que tanto falou em amor livre, drogas e liberdade de costumes. Até parece que a vida agora começa aos cinquenta, e não mais aos quarenta, como antigamente. As pessoas que chegam a essa idade, parecem estar dispostas a encarar novos desafios, encontrando ener­ gias para iniciar projetos muitas vezes adiados. E o fazem com a disposição de adolescentes: seja entrando num curso de computação, seja buscando uma nova profissão, seja encarando a vida com olhos joviais. O resultado é bené­ fico: a vida não mais parece ter idade.

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D anilo S antos de M iranda Diretor do Depto. Regional do SESC

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D O S S IÊ

Espaços lúdicos para crianças viram livro Mais um título vem aumentar a coleção Fazer/Lazer, da Edi­ U M A PROPOSTA LÚ DICA tora Papirus. Trata-se de O Parque e a Ar­ quitetura - Uma Pro­ posta Lúdica, obra organizada pelo soció­ logo Danilo Santos de Miranda, Diretor do Sesc de São Paulo, que também assina um dos capítulos. O livro, que reúne o trabalho de profissionais de dife­ rentes áreas - arquite­ tura, ciências sociais, DA NILO S A N TO S DE M IR A N D A serviço social, educa­ (ORG.) ção, economia e admi­ nistração - documenta o processo de planeja­ mento e implantação de instalações lúdicas diferenciadas, destinadas ao público infantil. Ele registra o conhecimento e a experiência adquiridos pelo Sesc de São Paulo, postos em prática com o objetivo de substituir os playgrounds convencionais por equipamentos inovadores, trabalho que culminou com a criação do Parque Lúdico do Sesc Itaquera.

ARQUITETURA

Abolição é tema de mostra itinerante Instalações, pintura, fotografia e escultura - trabalhos de dez artistas de diferentes países - compõem a exposição A Rota da Arte sobre a Rota do Escravo, de 25 de feverei­ ro a 23 de março no Sesc Pompéia. Numa iniciativa do Sesc, em parce­ ria com o Consulado Geral da França em São Paulo e a OCEA Organisation et Conception d’Expositions d ’Art, a mostra comemora o bicentenário da pri­ meira abolição de escravos nas colônias francesas. Para a curadora, Regine Cuzin, a exposição evoca um fato maior: mais do que

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qualquer outro evento na História, o tráfico escravo provocou uma interpenetração profunda dos con­ tinentes africano, americano e europeu. O Brasil é o primeiro país a sediar A Rota da Arte sobre a Ro­ ta do Escravo, após a montagem inaugural, feita na França. A seguir, itinerando pelo mesmo caminho percorrido pelo tráfico, a mostra seguirá por diversos países, até vol­ tar ao território francês. Nota pecu­ liar, em cada país ela será acrescida da obra de um artista local. Representando o Brasil, encontrase Rosana Paulino.

Encontro nacional debate as perspectivas para o futuro Em encontro realizado no Rio de Janeiro, em fins do ano que pas­ sou, os diretores regionais do Sesc de todo o País debateram as pers­ pectivas da entidade para o futuro e o sentido de sua ação. C o­ ordenados pelo Departamento Nacional, esses debates permiti­ ram aprofundar, dentre outros aspectos, os campos da ação finalística institucional, no sentido de adequá-la às novas condições da sociedade brasileira. A educação, a saúde, a cultura e o lazer foram exaustivamente analisados, bem com o as características dessa ação, seu caráter educativo, a busca da eficácia, a questão da qualidade e da acessibilidade.

Atendimento odontológico amplia sua ação Com a abertura, em fevereiro, de quatro gabinetes odontológicos no Sesc Pom péia, o Sesc amplia seus serviços de atendi­ mento odontológico aos comerciários e dependentes. Funcio­ nando com seis profissionais, a nova clínica odontológica estará aberta em três turnos - manhã, tarde e noite - e oferecerá trata­ mento com hora marcada em clí­ nica geral, prótese, endodontia (tratamento de canais), periodon­ tia (lim peza bucal, remoção de tártaro, etc.), restaurações estéti­ cas, aplicação de flúor e radiogra­ fia. A nova clínica, equipada com instalações modernas e confortá­ veis, está aparelhada para prestar, em ritmo normal, cinco mil atendim etos por mês.

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INDICE 0 secretário d e E d u cação do E stado do Pará fala d as m a n ife s ta ç õ e s artísticas da região Norte.

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N O S S A CAPA

A m atéria Vida Sem Lim ite

retrata a nova realidade de q u em já a tra v esso u m eio sé cu lo . Luiz C astanon é aq u arelista A A

A su p er-p rod u ção de lixo é um I M prob lem a m undial, qu e m obiliza cada v ez m ais p e s s o a s na b u sca de so lu ç õ e s.

IV

E m Pauta A o r g a n iz a ç ã o d o s e v e n to s a r tís t ic o s é o te m a d e a r tig o s in é d ito s . P á g . 3 0

Ficção _________________ R o d rig o L a c e rd a e s c re v e , e s p e c ia lm e n te p a ra E, o c o n to

Lazer

0 Projeto Sesc Verão en v o lv e to d a s a s u n idad es, com ativid ad es esp o rtiv a s e culturais.

E sc a rp a s. P ág. 3 6 H umor

_________________

O s ire s im a g in a u m c a r n a v a l p e la te la da T V . Pág. 4 0

E m C artaz

0 P rojeto C urum im C om un idade

beneficia ian ças caren tes da rtA q i i I r i a r ir ia /H e »

Os c u rs o s d o C e n tr o E x p e r im e n ta l de M ú s ic a e a p r o g r a m a ç ã o de t e a tr o in fa n til são os d e s ta q u e s d o m ê s de fe v e r e ir o . P ág . 41

P.S 5 0 a n o s - O Son h o N ão A cabou . d e A r a ty P e ro n i, fa la da m u lh e r de m e ia id a d e . P ág . 6 6

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Fotos: Nicola Labate

P a e s Lo u r e ir o No mesmo seminário, o sr. também O secretário de Educação do Estado do disse que a cultura é uma questão de dimensões sociais e políticas e que na Pará, participante do seminário houve uma dissociação de tura das Metrópoles ,promovidopelo Amazônia atividades que provocaram um enfraquecimento cultural. Como se Sesc, revela os problemas vividos pela deu esse processo? região Norte e mostra como encara as N a A m a z ô n ia , h á u m a c o n v ersão m anifestações culturais através do con­ d a situ ação de p ro d u çã o c u ltu ral p ara a de co n su m o . D e atores p a ra co a d ju ­ ceito de "conversão semiótica" v an tes. A s p o líticas de d e sen v o lv i­ Como a Amazônia convive com a realidade da cultura de consumo via parabólica? C o n v iv e de u m a fo rm a a in d a v a g a , do p o n to de v ista c u ltu ra l, m as d ra m á tic a sob o â n g u lo só c io ec o n ô m ic o . A s u b stitu iç ã o do c o n ­ su m o a ju s ta d o à p ro d u ç ã o lo c a l p elo c o n su m o e stim u la d o a p a rtir d as cid a d e s c ria u m a e sp é c ie de s o n a m b u lism o so c ia l. A s p o p u la ­ çõ es c a m in h a m sem c o n s c iê n c ia do seu p re se n te , de suas p o s s ib ilid a ­ d e s, p e rd e n d o o se n tid o de suas rela ç õ es co m o a m b ie n te . E , c o m o os in seto s da re g iã o , são atra íd o s pelas luzes da c id a d e , n u m êx o d o

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ru ra l d e im p re v is ív e is c o n s e q u ê n ­ c ia s , c a so n ã o s e ja e v ita d o . O sr. começou sua explanação no seminário A Cultura das Metrópoles, citando o final do romance Madame Bovary, em que a filha de Emma B. p arte para Paris para conseguir um emprego; um emblema da m oderni­ dade. Com que imagem poderíamos ilustrar o momento atual? C o m a im ag em do pai q ue in stala e m seu p eq u en o c o m ércio à b e ira do rio , u m a a n ten a p ara b ó lic a e o filho q ue, após alg u m tem p o , vai se to m a r u m d e sem p reg a d o n a p e rife ria d a c id ad e g rande.

m en to não têm c riad o c o n d içõ es ou esp aço ao d esen v o lv im en to cu ltu ral, a p e sa r d a fo rça d a cu ltu ra a m azô n ica, c ap az de su rp re e n d e r co m e x em p lo s iso lad o s co m o o “ B oi de P a rin tin s” . A Amazônia é uma região em que idiomas indígenas convivem com a língua oficial. O sr. poderia nos con­ ta r como foi seu trab alh o na Secretaria de Educação e Cultura e como lidou com essas diversidades? N o P ará, a relação com as culturas in d íg en as sem p re foi d esen v o lv id a p elo M useu E m ílio G o eld i, U n iv er­ sid a d e e F U N A I. A tu a lm e n te , na p arte relativ a à edu cação é que entra a S ecretaria de E d u cação do Estado.

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“ As políticas de desenvolvimento não têm criado condições ao desenvolvimen­ to cultural, apesar de serem capazes de surpreender com exemplos isolados”

N o entanto, na S ecretaria da C ultura p rocuram os sem pre g aran tir a p lura­ lidade cultural intercorrente. O sr. chegou a afirm ar que a cultura é um elemento no qual todo homem, enquanto ser social, vem a ser aquilo que é. Como se constitui o homem transcultural? N ão creio na ex istên cia de um “h o m em tra n s c u ltu ra l” . P a ra isso , se ria n e c e s s á rio q ue ele tam b é m fosse “tran sn acio n al” . ítalo Calvino, no livro Seis Propostas Para o Próximo M ilênio, dedica um capítulo só p ara a visibilidade. Segundo o autor, a capacidade de criar imagens pessoais estaria se per­ dendo num mundo onde há, gradativamente, um bombardeio de imagens prontas. O sr. acredita nessa possibi­ lidade a partir do ponto de vista de alguém que vive no Norte do país? A credito. É o deslocam ento da co n d ição de atores para coadjuvantes de que já falei. T rata-se de um dos problem as decorrentes da su b stitu i­ ção de um a civilização oralizad a ou d a escrita, para a das im agens. O sr. poderia explicar o conceito de “conversão semiótica” , que tratou no seminário Arte Pública? A “ conversão sem iótica” é o c o n ­ ceito que proponho em m inha tese de d o u to ra m en to na S o rb o n n e , p a ra desig nar o m om ento da m udança na qu alidade do signo, decorrente da m udança da função dom inante. P ro p o m o s a d e n o m in a ç ã o de

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c o n v ersão sem ió tica a essa gern de m u d an ça de q u alid ad e dos sig n o s, qu e resu lta d o cru z a m en to e da in v ersão das fu n çõ es situ ad as no alto e no b aix o de um fen ô m en o c u l­ tural d e te rm in a d o , fru to d o m o v im e n ­ to d ialé tic o de re a rran ja m e n to d as fu n çõ e s, co m o resu ltad o d e a lteração d a d o m in an te em u m c o n tex to c u ltu ­ ral. O b ru sco estra n h am e n to q u e , nas a rtes, p o r e x e m p lo , an u la o e stad o de ep ifa n ia e p assa o d o m ín io à d o m i­ n ante de u m a o u tra fu n ção . D e o u tro lad o , o fen ô m en o de e p ifan ização é, tam b é m , um p ro ce sso de “c o n v ersão sem ió tica” . Q u e b ra r a au ra, p o r ex e m ­ p lo , é u m o u tro c a so de “ c o n v ersão se m ió tic a ” . P o d e -se o b se rv a r, tam ­ b é m , qu e certa m o d alid ad e de c o n v e r­ são tem lu g ar no in te rio r m esm o de certas o b ras, c o m o aq u elas de M ig u el A n g elo , nas qu ais u m a p arte d o q u a ­ d ro p erm an ece e m estad o de esb o ço e o o lh ar p erco rre um trajeto qu e vai do d o m ín io d a realização p ara o d o m ín io do p ro ced im en to ou d a realid ad e do esb o ço . N as e scu ltu ras do a u to r da “ P ie tá ” , co m o a sé rie “e s c ra v o s ” , escu lp id a para o tú m u lo de Jú lio II, o b serv a-se esse fen ô m en o sem ió tico , na m ed id a em qu e as fo rm as h u m an as são prisio n eiras de p ed ra b ru ta, rev e ­ lan d o um esfo rço a n g u stiad o p ara se lib ertarem . São o bras ditas in acab ad as, que adq u irem o e statu to de o b ras term in a­ das. P o d e-se c o n sta tar a m esm a co isa em certas e scu ltu ras aparen tem en te in co m p letas de R o d in , p o r e x em p lo , qu an d o as m ãos ou ro sto s p arecem d estacar-se das p edras. D urante o p er­

cu rso d a co n te m p la ç ã o d a p arte p in ta ­ d a ou escu lp id a p ara o esb o ço d a tela ou d a p ed ra in fo rm e, h á um m om en to de co n v e rsã o de sím b o lo s e sig n ifica­ ções no in te rio r m esm o d a o b ra. E sta n o ção de “ co n v e rsã o sem ió tica,” p re ­ sen te em n u m ero so s fato s d a cu ltu ra am a z ô n ica , n asceu no estu d o d essa cu ltu ra. Como as m anifestações tradicionais que sofreram um a trad u ção , que nem o caso do Boi-Tinga, incorpo­ rara m elementos m odernos à sua celebração? N o caso d o B o i-T in g a não h o uve p ro p riam en te u m a in co rp o ração de elem en to s m o d ern o s. H o u v e a cria ­ ção de u m a e sp écie de B o i-B u m b á, co m nov o e stilo , n o v a c o reo g rafia, no v a e stru tu ra m usical e cên ica. N ão se tra ta p ro p ria m e n te de trad u ção p a ra o u tra c a te g o ria m o d ern iza d a , m as de u m a trad u ção in tern a p ara um a n o v a fo rm a d e e x p ressão . O B oiT in g a é u m a no v a c a teg o ria de B oiB u m b á “tra d icio n a l” , criad o em São C aetan o de O d iv elas, no Pará. A chamada globalização repercute de m aneira benéfica ou negativa sobre as culturas regionais? R e p e rcu te de m an e ira b en éfica e n eg ativ a. B en é fic a d ev id o ao c o n ­ fro n to co m no v as estra té g ias e sté ti­ c a s, n o v as téc n ic as, n ovos m ateriais. N e g a tiv a , p o rq u e as c u ltu ras reg io ­ n a is , e n fra q u e c id a s n as p ró p ria s reg iõ es e p ad ecen d o d a frag ilid ad e qu e a fa lta d e le g itim a ç ã o lh es im p õ e, acab am a b so rv en d o as novas

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“O Boi de Parintins é uma pororoca musical inundando, com sua maré de transculturalidade nativa, as metrópoles do mundo”

ten d ê n c ias de fo rm a su b o rd in a d a e v io len tad o ra.

en tre m etró p o le e p ro v ín c ia d a v id a h istó ric a b rasile ira .

Uma m atéria da revista The Economist, do ano passado, revelava que a música am ericana nunca ven­ deu tão pouco no m undo como nos dias de hoje, enquanto as populações consomem cada vez mais seus ídolos nacionais. O sr. acredita que esse fenômeno deva prosseguir?

Existem culturas mais fracas e cultu­ ras mais fortes? Ou a capacidade de sobrevivência está ligada somente ao fator econômico?

Isso dep en d e das p o p u laç õ e s e da m íd ia. M as é um fen ô m e n o que deve p ro ss e g u ir, na m e d id a e m q ue a p o p u lariza ç ã o do d isc o C D , a d ifu ­ são de sua q u a lid a d e téc n ic a refo rç a a p o ssib ilid a d e de d iv u lg a ç ã o desses íd o lo s. H o je , em c ad a E stad o b ra s i­ leiro o n ú m ero de grav a ç õ e s de a u to ­ res lo ca is, com b oa qua lid a d e té c n i­ ca , am p lia-se , p e rm itin d o que um g ran d e núm ero de a rtistas p a sse m a ser cu ltiv ad o s em sua co m u n id ad e ou em sua tribo. Por que a música do Norte é tão Çouco difundida pelo resto do Brasil? E por uma questão de poderio econô­ mico ou o samba é mais expressivo do que o carimbó? E u m a questão de pod e rio e c o n ô ­ m ico, controle da m ídia, d om ínio do m ercado, tendência à c e n tralização dos m eios de produção e div ersifica ­ ção do consum o. O sam ba é tão ex p ressivo com o o carim b ó , m as o sam ba tem um a inserção no m ercado, no go sto, na cultura brasileira m uito m ais antiga. Entre o sam ba e o carim bó p e r­ p assa toda um a história do conflito

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C ad a cu ltu ra é u m a to talid ad e ín te­ gra co m sua p ró p ria fo rça. N ão h á co m o m ed ir c ad a qual das cu ltu ras co m as c ateg o rias d o m ais fo rte ou do m ais fraco. D o m ais ou d o m en o s. O fato r eco n ô m ico é u m de seus co m p o ­ n en tes e stru tu ra is c o m o p ro d u to e fo rm a de trab alh o . N ão e stá fo ra dela. M as são as relaçõ es dos h o m en s en tre si e co m a n atu reza qu e lhe dão a fo rça im a n e n te , m as não co m p arativ a. Neste momento, o Boi de Parintins, da Amazônia, virou um a coqueluche. O que se vê de fato é a cultura amazô­ nica ou é algo inventado pela indús­ tria do disco? Inclusive uma das bai­ larinas, que se veste de índia, é loura. Isto é possível? B oi de Parin tin s é u m fen ô m en o de d u p la face. N a cu ltu ra a m azô n ica, um ad m iráv el e x em p lo d e c riativ id a­ de, ultrap assam en to ou trad u ção da trad ição , an tro p o fag ia e c a m av alização. É um boi cam a v a liz a d o , o que s ig n ific a o B ra sil m ira n d o -s e no Brasil e no B rasil recrian d o -se. N a m ídia in ternacional é um fen ô m en o de m o d a p assag eiro , co m seu tem p o lim itado de gló ria e x ó tica e d eliran te. M as, de q u alq u er m an eira, ele co lo ca um a im agem cultural e artística com base na trad ição in d íg en o -cab o cla da A m azô n ia, com p etin d o com as o ndas

artísticas internacionais e a elas se impondo. O Boi de Parintins é uma pororoca musical inundando, com sua maré de transculturalidade nativa, as metrópoles do mundo. Um momento universal de transe dionisíaco. Como é ser secretário de C ultura num estado fora do eixo Rio-São Paulo? Quais são as prioridades cul­ turais?

Atualmente, desempenho a fun­ ção de secretário de Educação do Pará. Quando fui secretário de Cultura, nossas prioridades eram a abertura de espaços à expressão artís­ tica da cultura, especialmente da cul­ tura tradicional e popular; estimular a criatividade e a relação com o públi­ co; distinguir tradição do tradicionalismo; garantir a preservação parale­ lamente à transformação tradutora; reconhecer a pluralidade cultural intercorrente no Estado; entender o caminho irreversível para a transcul­ turalidade com espírito crítico e sem perda da auto-estima e auto-reconhecimento; promover o desisolamento das manifestações sem significar descaracterização; estimular o diálo­ go entre a tribalização e a mundialização; reconhecer as diferenças cul­ turais sem que elas fossem promoto­ ras de desigualdades; favorecer um processo contínuo de educação da sensibilidade pela convivência com os fatos artísticos da cultura paraense e universal; entender a cultura como alma que transforma a sociedade humana dispersa em comunidades afectuais. ■

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A V ida S em I dade Há meio século, ter 50 lhice. Hoje, a geração livre e derrubou mitos mocidade. Qual o juventude? A seguir, dos personagens que I uando Nelson Rodrigues se dirigia aos principiantes em geral, virgens na arte de I viver, aconselhava sem titu­ bear: ‘Jovem , a m elhor coisa que tens a fazer é envelhecer o quanto antes.’A pressa do dramaturgo em atingir a idade da razão, driblando a m ocidade febril, foi a tônica das gerações nascidas antes da Segunda Guerra. Neste tem po, o sujeito, após desbra­ var 40 anos de existência, era considera­ do um poço de sabedoria, pessoa respon­ sável que atingira a plenitude intelectual. Somadas quatro décadas no lombo, o cidadão era senhor absoluto dos atos. Já havia decifrado todas as armadilhas, ven­ cido vários perigos e conhecido intensos amores. A vida, a esse ponto, estava segura, e o homem ou a m ulher de 40 se tom ava um alicerce de concreto armado. Chegando aos 50, o indivíduo era um verdadeiro ancião. Retraía-se para gozar das experiências acumuladas. Aos olhos dos filhos jovens, agia como um avô e, para os netos, era um ente quase imate­ rial. Conselheiro e austero, personificava ora a palavra de ordem, ora o gesto bene­ volente. O idoso suspirava no vapor das memórias, relatando à curiosidade puéril, as proezas dos idos venturosos. Em meados do século, os privilegia­ dos que varavam o cinquentenário já

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faziam hora extra na vida. É claro que havia exceções, m as a regra geral rezava que ao com pletar 50 anos, o felizardo iniciava um processo de recolhim ento natural, excluindo-se gradativam ente da agitação cotidiana para usufruir dos pro­ ventos da idade avançada. A vida depois dos 50, enfim , m artelava o m esm o tom até o final. A realidade atual é bem diferente. Os 50 anos já não corcovam tanto como há m eio século. Hoje, a pessoa na meiaidade literalmente sacode a poeira e dá a volta por cima. Aberta a novas experiên­ cias, revigora a cada m inuto o aprendiza­ do amealhado. Com os filhos criados e a m aturidade em ocional alcançada, um leque de alternativas salta aos olhos. O cinquentão, se comparado a seus pais, prolongou ao infinito a juventude, que antes term inava aos 30. É facil perceber o novo sintoma nas traquinagens de M ick Jagger, livre, leve e solto pelos palcos do mundo. Ao con­ trário de Frank Sinatra, que vestia tem o e gravata desde a adolescência. A juventude não está mais atrelada aos anos percorridos. Independente da idade, o idoso é aquele sujeito que se aposenta e vai para casa. Os novos garo­ tos de 50 anos inventaram uma máxima: provam a todo instante que, hoje em dia, só é velho quem quer.

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Festas e Xadrez Jairo Ribeiro Cordiolli concluiu, no ano passado, o prim eiro ano do curso de Direito na USP. Entusiasm ado com o fim do vestibular e com o ingresso na faculdade, participou de todas as ativi­ dades sociais, esportivas e culturais da São Francisco. Tudo m uito natural, não fosse um pequeno d etalhe. O calouro dedicado com pleta 50 anos em agosto e, antes de iniciar carreira ju rí­ dica, construía prédios com o engenhei­ ro civil. Form ado pela Politécnica em 1970, Jairo se cansou da profissão e de peito aberto retrocedeu no tem po para aten­ der a um desejo do pai advogado. “Eu decidi prestar vestibular depois da crise por que passou a construção civil” , explica. “Entre 81 e 92 não tinha nem uma calçada para cim entar.” Extenuado da vida m etódica, o exengenheiro largou tudo e resolveu dis­ putar um a vaga na USP, em 91, concor­ rendo com adversários mais novos e mais íntimos nos assuntos escolares. “Não passei na prim eira tentativa, tive que prestar de novo para entrar.” O esforço valeu à pena. N o meio da m ole­ cada, Jairo está no paraíso. Percorre as tradicionais arcadas da faculdade cer­ cado por colegas sedentos pelas histó­ rias calientes do com panheiro. “A São Francisco é especial. Estou vibrando com tudo isso. Foi am or à prim eira vista.” A em polgação do calouro é tanta que ele abandonou de vez qual­ quer tipo de relação em pregatícia e vive das rendas provenientes do alu­ guel de dois sobrados que construiu no passado. No futuro, alm eja fazer nome em uma banca de advocacia. Durante o dia, quando não está afundado nos livros de K ant, Bobbio, K elsen e afins, dedilha com destreza um violão e pinta quadros preciosos. M as sua paixão m aior é travada em um tabuleiro. As peças m arciais do xadrez encantam o acadêm ico. C am peão bra­ sileiro de ginástica olím pica, aos vinte anos, Jairo chegou até a participar de cam peonatos pan-am ericanos. Porém as vilanias do tem po recrudesceram os m úsculos do atleta, que se viu obriga­ do a substituir os saltos m ortais pela defesa do rei. “Esta foi outra m udança na m inha vida. Precisava de um a ativi­ dade no lugar da ginástica e parti para

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J a iro C ord io lli: " A lguns c o le g a s s ã o m a is v e lh o s d o q u e eu" ; G u ita D e b e r t, a n tr o p ó lo g a da T erceira Id a d e (pág. s eguinte) o xadrez.” Jairo assegura que o xadrez é um a das m ais ferrenhas com petições no m undo esportivo e a dedicação ao tabuleiro lhe rendeu qualificativos para particip ar do C am p eo n ato Pau lista, disputado em Rio C laro, em novem bro passado. O calouro, no entanto, sentia falta de jo g ar um as partidas na faculdade, onde seu pai se sagrou cam peão univer­ sitário nos anos 50. D iante da carência de adversários, Jairo não pestanejou. Juntou alguns colegas e reativou a m odalidade esquecida desde a época de seu pai. “Foi um sucesso. H oje, joga-se mais xadrez que futebol” , garante. Sua perform ance foi laureada com um reco n h ecim en to em o cio n an te e carinhoso: Jairo conquistou o Troféu Calouro 96, atribuído ao prim eiranista dono não só dos mais expressivos dotes esportivos, m as, que prem ia, tam bém , aquele estudante que se sobressai na frenética vida social acadêm ica. “Esta foi a conquista que mais me com oveu. O Troféu m ostra que os colegas me acolheram com m uito carinho” , diz, em ocionado, o Kasparov das Arcadas. Cioso do tempo que lhe resta, não desperdiça uma boa “balada” em prol de um dia de estudos. A explicação é dire­ ta: “Todos trabalham até os 60 e morrem logo porque não têm o que fazer, eu fiz diferente: me aposento agora e, aos 60, eu começo a trabalhar.”

Baby Boomers A coragem de Jairo em inverter os passos trilhados desde o fim da adoles­ cência, preterindo da reputação adquiri­ da como engenheiro para sentar nova­ mente nos bancos escolares, é fenôm eno recente. Esta chacoalhada nos interesses encontra nas pessoas nascidas após a Segunda Guerra reflexos significativos. Segundo a antropóloga, especialista em Terceira Idade, Guita Debert, um a das características da geração concebida nos anos do pós-guerra é reavaliar a vida quando se irrompe a barreira da, generi­ cam ente, cham ada m eia-idade. “Os baby boom ers, como são conhecidos os nascidos no pós-guerra, são um a gera­ ção muito específica” , explica. “Eles tiveram a infância e a form ação em uma época de afluência de riqueza e de con­ sumo e cruzaram a adolescência duran­ te a década de 60, engendrando os m ovi­ m entos de contra-cultura.” Os baby boom ers, conhecidos tam ­ bém como a Geração F eliz, na verdade, foram os primeiros rebeldes colegiados, que form aram maioria em um grupo social. C ontextualizados em amplos movim entos mundiais, radiados através dos avanços tecnológicos da televisão e dos satélites, desafiaram os padrões estabelecidos pelos pais, que, até o pri­ meiro terço do século, eram consumidos sem estardalhaço pelos jo vens. Iniciaram, ainda, uma série de escara­ muças ideológicas e comportamentais, germ e da criatividade própria dessa geração. Sua influência foi tão podero-

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sa, que ainda hoje ditam os padrões vigentes. E, particularm ente o Brasil, não viu eclodir nenhum m ovim ento relevante que sobrepujasse a produção das décadas anteriores. A cultura urdi­ da pelos hippies reflete os com porta­ mentos dos jovens atuais Esta verdade está estam pada nos tra­ balhos de José Roberto Aguilar, de Cláudio Tozzi e de Ivald Granato: todos cinquentenários. Na m úsica, escutam-se os ecos dos festivais da Record, atendese ao recado do Tropicalismo, de Chico Buarque e de Tom Jobim , além da rebel­ de Rita Lee, só para ficar com os mais conhecidos. A última revolução sonora por aqui foi a de João Gilberto (já chegando aos 60) com a bossa-nova, que substituiu toda um a orquestra por voz e violão. A invenção que data da década de 60 perm anece inquestionável e se transformou em sinônimo de M PB. O s representantes fam osos dos baby boomers estão cercados por um a linha de frente enfurecida, atuante em todos os ram os de atividade, que singra pela turbulência tecnológica bastante im piedosa com a Geração Feliz. “Ter 50 anos não é mais um m om ento de retração” , prossegue a antropóloga. “Pelo contrário, esta é um a etapa privi­ legiada para viver novas experiências, pôr em prática novos projetos que não puderam ser realizados em outras fases. Existe, enfim , um novo signifi­ cado para essa faixa etária.” Se, por um lado, a geração nascida no pós-guerra revolucionou os padrões de m eia-idade, por outro, vive a angús­ tia de estar esprem ida entre os pais, que necessitam de amparo e os filhos, que prolongam a adolescência. “O indiví­ duo passa a ter preocupação com o desem prego, encargo que não sofreria há m eio século. Os conhecim entos adquiridos atrapalham a colocação nas empresas, pois existe dificuldade de se adaptar às novas regras de reengenharia. Tudo isso vem somado à dificulda­ de dos filhos ingressarem no m ercado de trabalho” , conclui Guita. O artista plástico Ivald Granato par­ ticipou dos movimentos de contra-cultura. Ex-hippie, dividia amores e usava drogas. Aos 46 anos, vê que alguns ele­ mentos criados na época são copiados pelos jovens. “Observo que há uma tendência de repetição dos chavões hip­ pies” , explica. “Mas sem nenhum ideal­

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ism o.” A luta pela liberdade, quebrando as barreiras morais impostas, foi a causa da fertilidade do movim ento. “Nós só tínham os am or livre e drogas, hoje eles têm muito mais opções.” O espírito rev­ olucionário dos hippies, enfim , não foi herdado por seus filhos. O esclarecim en­ to sobre as drogas e a ameaça da Aids são freios que os conservaram à margem dos feitos dos pais. “Eles estão m ais qua­ drados” , garante Granato.

Sombra e Agua Fresca Arregimentar 50 primaveras, no fim do século 20, faz do revolucionário uma espécie nova no mundo. Nunca tantas gerações coexistiram, compartilhando os m esm os interesses e disputando o mesmo quinhão. A nova m eia-idade apa­ rece de cara aberta para reciclar aprendi­ zados e realizar sonhos impensáveis em outros tem pos. Respirar novos ares, enfim, é privilégio dos cinquentenários que romperão a barreira do milênio. Industrial radicado em S. Paulo, Fábio Orsini vai, com certeza, estourar um cham panhe no réveillon do ano

2000. Entusiasta do m ergulho esportivo, costum ava passar as m inguadas férias de executivo fu ll tim e, desbravando as praias do país. Foi em um a dessas via­ gens, há vinte anos, que ele se deparou com um pedacinho de paraíso, esqueci­ do nos rincões de Alagoas. O lugarejo cercado de m ar e de areia seria eleito o lar definitivo de Fábio e sua mulher, Heleni. O vaticínio prem aturo foi con­ cretizado com êxito em 1991, quando o casal Orsini, na beirada de com pletar 50 anos, m udou-se, de mala e cuia, para baixo do sol escaldante de Itatuamunha. “Chegou um m om ento em que eu me desfiz de tudo o que eu possuía em S. Paulo” , conta com estusiasm o. “A vila de duas m as mudou com pletam en­ te meu ritm o de vida.” À agitação infa­ me da paulicéia sobreveio a calm a das marés; ao capitalism o feroz, que sugava a alegria do em presário, impôs-se o escam bo quase prim itivo dos pescados. “Com prei um barco pesqueiro e passava até três dias em alto-mar: adaptar-se ao estilo de vida m ilenar dos habitantes locais foi difícil.” O co tid ian o d esp reocupado do

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N ordeste cativou Fábio. O ex-em presário se recusa a voltar para S. Paulo. Para ele, a cidade grande é um a “ficção científica” e quando é obrigado a cum ­ prir tem porada por aqui, chega às raias do desespero. “ Sabia que um dia faria essa viagem e fui me preparando para isso. Quando estava no carro, indo para Itatuam unha, pensava apenas no sosse­ go que seria m inha vida dali em dian­ te.” Sem vontade de olhar o passado, Fábio convenceu a m ulher, m édica, a abandonar o sufoco da capital em troca da serenidade do litoral. H eleni relutou um pouco em acom panhá-lo e confessa que tem eu pelo sucesso da jornada. “Tive m edo de não me adaptar a um local diferente. M as hoje estou conven­ cida de que tom ei a atitude m ais acerta­ da.” Em Alagoas, além de se dedicar às hortas e aos jardins, aplica seus conhe­ cim entos de m edicina para atender à população local. O céu límpido e o m ar cristalino pagam com juros as incertezas iniciais da mudança. Os cinco anos vividos distante da poluição levaram o casal a program ar projeto ainda mais aventureiro. Fábio e Heleni estão construindo um veleiro para deixar Itatuamunha e dobrar o m undo. A segunda m udança radical vem sendo encarada sem receios. “Vamos aprender a viver novamente. Percebemos que não precisam os fincar raízes em nenhum lugar. Estamos livres para m udar de rumo” , dizem os marinheiros.

Amor, Eterno Amor Idade pródiga em experim entar pai­ xões fugazes, a adolescência é tida como a melhor época da vida. Entre os arrou­ bos de rebeldia e as caturrices de oca­ sião, inevitáveis transform ações biológi­ cas culm inam no conflito eterno entre gerações: as atitudes tirânicas dos pais versus o comportam ento degradante dos filhos. No campo da libido, é certo que o primeiro am or padece da bucólica eter­ nidade, o casal enfeitiçado troca juras m elosas e vê os dias passarem preguiço­ sos. O lugar-comum de tantos pares juvenis não foi. diferente no relaciona­ mento dos púberes Carlos Am érico de Cam pos, de 15 anos e Zélia Saggesi, de 12. O amor precoce entre eles durou cinco longos anos, até que por um desa­ tino da vida, ou melhor, da mãe da m oça, separaram-se no verão de 1961.

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Zélia e C arlos A m é r ic o n a m oraram p o r c in c o a n o s d u ra n te a a d o ­ le sc ê n c ia e s e reen co n tra ra m após 4 0 anos A despedida foi atroz. A fam ília da m enina m udou-se para a E uropa dei­ xando o rapaz a ver navios. A tem pora­ da que a princípio deveria ser curta, esten d eu -se p o r dois anos e m eio, tem po suficiente para que o renegado arrum asse núpcias definitivas com um a “ in im ig a ” de Z é lia , cujo co ração m achucado foi tam bém socorrido por um m atrim ônio de atropelo. A vida seguiu assim . C ada um com seus parceiros (dois casam entos para cada), criando um a vasta prole (quatro para cada) e suando o pão de cada dia (ele, cineasta e ela, estilista). Os encon­ tros casuais traziam a dura recordação do am or perdido: um a lem brança furti­ va dele, um suspiro prolongado dela. As distâncias foram m antidas por 40 anos, até que em um a m issa de sétimo dia em razão da alm a de um prim o de Carlos, a vida redim iu seu erro e deu cabo no calvário do casal. H á um ano e m eio C arlos Am érico de C am pos, 55 anos e Z élia Saggesi, 52, juntaram os trapinhos e vivem sob o m esm o teto, em um apartam ento m inúsculo, em Pinheiros. “ D urante 40 anos, todos os dias da m inha vida, eu pensava nele", confessa Zélia, apaixonada. “A paixão

era tan ta, que na m issa de sétim o de dia, a m ãe do faleci­ do me disse: ‘A gora, vê se não deixa ele escapar.’ D epois de três dias, estávam os nam orando.” Quatro décadas de separação não foram suficientes para arre­ fecer o am or entre os dois. A idade incom um para reatar o namoro é vista como um fato r positivo. “V ivem os em um a lua-de-m el. Passamos o (tempo inteiro ju n ­ to s” , diz C arlos A m érico. “N inguém p recisa m udar as m aneiras para agradar o outro. Vivemos um a m aturidade m uito grande que não seria possível no passa­ do.” Zélia endossa o namorado: “Foi a prim eira vez em que coloquei m inha vida em prim eiro plano, apesar do reco­ m eço ter sido complicado. M as, respei­ tam os m uito o espaço alheio. Não temos mais idade para fazer concessões.” Para com pletar a felicidade, os pombinhos planejam , para junho, casar-se de papel passado. A iminência do m atrim ô­ nio sepultou de vez os entreveros do passado. A mãe da noiva, que exorcizou o rapaz na adolescência, anda feliz da vida com o futuro genro, enquanto a m ãe do noivo (que sempre chamou Zélia de ‘norinha’, torcendo o nariz para todas as outras esposas do filho) vai ser m adrinha do casório. Zélia e Carlos Am érico estão apro­ veitando ao m áxim o o rom ance em idade avançada. A serenidade dos 50 anos trouxe m aior consistência ao rela­ cionam ento. T ornar a d iv id ir um m esm o lar, convivendo com todas as consequências (boas ou más) decorren­ tes da união, substitui a vida solitária, m as que corria individualizada, sem necessidade de concessões. A criação do instituto do divórcio (lei aprovada em 1977) desmistificou a eternidade do casam ento e indultou perante a sociedade os casais que dissol­ viam “os laços sagrados do matrimô­ nio” . Antes de 77, o processo de separa-

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ção judicial era com plicadíssi­ m o e ficava proibida nova união civil para os descasados. A lém disso, existia m uito pre­ conceito contra aqueles (princi­ palmente com as m ulheres) que não haviam obedecido à ordem do “até que a m orte os separe” . A proliferação dos casais que se divorciam é reflexo do dinam ism o inerente aos baby boomers. Afinal, são eles os prim eiros a usufruir efetiva­ m ente do instituto legal. Reavaliar a vida após já haver cruzado m eio século, exige m uita confiança, m as é carac­ terística inegável dessa gera­ ção. “Geralm ente, na faixa dos 50 anos, dentro de alguns padrões sociais, vê-se a neces­ sidade de reform ular o am bien­ te” , explica o psiquiatra M iron Vladm ir Sly witch. “Com todo o avanço tecnológico, há m udanças nas relações sociais e de trabalho, ou seja, um a socie­ dade mais exigente. Chega um m om en­ to em que a pessoa cansa de ter que cumprir as regras impostas e inaugura uma certa rebelião, no sentido positivo, em relação ao tipo de vida que está levando.” O psiquiatra identifica o dese­ jo de m udança presente na m eia-idade dos anos 90, diante das modificações sócio-culturais de duas décadas atrás: “Este m ovim ento resultou em um a m udança m uito grande nos conceitos do jovem e do ado­ lescente da época, abrindo espaços para m aior liberdade.” A busca pela eterna juven­ tude faz parte dos anseios da hum anidade há séculos. O homem e a mulher procuram sempre postergar a velhice. A pele flácida e as rugas traiçoei­ ras são sinais inexoráveis da ação do tempo. Os elixires fei­ ticeiros de outros tem pos ganharam o auxílio do bisturi, capaz de operar milagres sobre a tez desobediente. Guita Debert identifica no gm po nas­ cido no pós-guerra o pânico de envelhecer, alim entado pela pressão social que deprecia as marcas naturais da idade. “A sociedade está dizendo: ‘Mantenha-se jovem ’, ou seja, existe

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interrom pe a solidariedade com o idoso, pois foi ele o res­ ponsável pelo próprio enve­ lhecim ento.” Porém , Guita reconhece um lado positivo nos novos valores de joviali­ dade: “A juventude não é mais um a coisa que se tem, ou não tem , é algo que se conquista independente da idade.”

Mulher e Sua Idade

O p siq u ia tra M iron S ly w itc h (acim a) e a p s ic ó lo g a Vera S ônia , q u e fa z e s tu d o s o b r e a m en o p a u sa (abaixo) um a m aneira adequada para um a pessoa de m eia-idade conduzir a vida. Se não está fazendo ginástica, ou tomando vita­ minas, a pessoa vai ser vista com o um pária.” A antropóloga vai além. “Existe um a indústria muito interessada em dizer isso. Se você tem certa flacidez no corpo, isto passa a ser visto como um a lassidão m oral, o que provoca discriminação con­ tra quem não segue as fórmulas ditadas e

Preocupado em apoiar a difícil missão do indivíduo encontrar o ponto de equilíbrio ao atingir a meia-idade -, o Sesc conta com projetos que m ostram às pessoas dessa faixa etária, a m edida saudável a ser atingida quando toda um a vida é reexaminada. Os tem ores, a euforia e as expec­ tativas nas diversas áreas de atividade são analisados de forma honesta e produ­ tiva no program a A M ulher E Sua Idade. Realizado na unidade do Ipiranga desde 1993, o projeto trabalha com ciclos de interesse. A cada semestre trata de um assunto específico ligado à m eia-idade. “O program a teve seu iní­ cio voltado p ara os problem as da m ulher, m as com a grande procura, hoje contam os com um a am pla platéia m as­ culina” , diz M aria A parecida de Souza, técnica do Sesc Ipiranga. A no passado, foram en ­ cam pados os tem as O M ito da B eleza e O M ercado de Trabalho. Os sim pósios são apresen tad o s em form a de c u rso s, p alestras e w o rk s­ hops, que contam com a pre­ sença de profissionais gabari­ tados para discutir a m atéria com os p articip a n te s. “ As pessoas procuram o projeto com o form a de redefinir a vida. Elas estão em busca de inserção na sociedade. Q ue­ rem se sentir produtivos.” Em conversa com os fre­ q uentadores m ais assíduos, M aria Célia percebe que o program a atinge seus objeti­ vos. “As pessoas estão muito envolvidas. Querem encontrar um espaço, adaptar-se à nova fase. Nós buscam os ampliar


as possibilidades para elas.” Há, dessa form a, diversas atividades que estim u­ lam a criatividade e auxiliam na defini­ ção de novos lim ites. Dentro do sim pó­ sio M ercado de Trabalho, por exem plo, foi traçado um paralelo entre a situação do Brasil e da A lem anha, cursos de m assagem oriental, oficina de criação literária, além de espetáculos e shows. “O projeto visa perm itir a eles um a autonom ia m aior através do conheci­ mento de tecnologias novas e aprendi­ zados dinâm ico s” , conclui M aria Aparecida. Frequentadora assídua da unidade do Ipiranga, lid a Pereira Lucera, de 58 anos, participa sempre das atividades do program a A M ulher E Sua Idade. Atenta à program ação, ela

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aproveita todos os cursos, as palestras e w orkshops. “Eu adoro” , diz. “D á um a noção m uito grande das possibilidades para m inha faixa etária. A través do S esc, fico m ais esclarecida das oportu­ nidades que surgem .” A atitude do Sesc em ajudar a meiaidade encontrar novos conceitos nessa difícil fase da vida deveria ser copiada com mais frequência. Existem as uni­ versidades para Terceira Idade, mas as opções são reduzidas. Os estudos volta­ dos para as questões que afligem os indivíduos de m eia-idade tam bém são deficitários. C ontudo, existem exceções. É o caso da pesquisa acadêm ica realizada p ela psicóloga Vera Sônia M incoff

M enegon, que estuda um a peculiarida­ de característica da m ulher, norm al­ m ente carregada de conotação negativa, m as que, apesar de possuir abrangência universal, é bastante m isteriosa. Espécie de tabu na sociedade, a m enopausa interfere na vida de cem , a cada cem m ulheres. Este fenôm eno da n atureza está atrelado há séculos à idade de 50 anos. “A m enopausa deve ser vista com o um a construção social” , ex p lica a p esq u isad o ra. “ A cada m om ento da H istória, existe um a expli­ cação diferente para o evento. Apesar de ainda carregar conotação negativa, com certeza, não é o fim de linha.” O fim do ciclo reprodutivo da m ulher não tinha nom e até o séc. 18. Foi a partir daí que a m enopausa foi associada à doen­ ça e todo um corpo de conhecim ento se desenvolveu. “Foram correlacionados os diversos sintom as com o fim da m enstruação. Para a OM S (Organiza­ ção M undial da Saúde) ela é: ‘Falência ovariana, que tem com o consequência deficiência horm onal.’” Os sintom as, explica Vera Sônia, tam bém variaram ao longo do tem po. “Já Aristóteles se referia à m enopausa. A partir do séc. 18, identificaram a sudorese e as ondas de calor com o eventos ligados ao fim da m enstrua­ ção.” A m enopausa foi considerada u m a form a de equilíbrio das funções corporais, com o suor substituindo a descarga sanguínea da m enstruação. N a atualidade, discute-se a questão da reposição sintética de horm ônios, com o via de prevenção da osteoporose e das doenças cárdio-vasculares, decorrentes da carência horm onal provocada pela m enopausa. “M as não são todos os especialistas que concordam com isso” , assevera a psicóloga.

Começar de Novo Vera Sônia diz que há um a lista imensa de sintomas físicos e psicológi­ cos atribuídos ao evento, mas o certo é que resistem dúvidas e preconceitos no tocante a esse período. Ouvindo opi­ niões em conversas informais, colheu informações interessantes sobre o ideá­ rio de homens e mulheres sobre o assun­ to. “U m a disse: ‘M inha m enopausa já passou e eu não senti nada’, ainda houve um psicólogo em um a m esa de bar que falou: ‘M enopausa, que assunto horrí-

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vel. Acho que a m ulher deve sofrer m uito.’” A psicóloga conclui: “O im por­ tante é que a m enopausa deve ser enca­ rada como um fato normal.” Ao se aproxim ar dos 50 anos, o indi­ víduo sofre os efeitos inequívocos da natureza, que devem ser lidados de m aneira desinibida. Esta é um a época de reexam e dos fatos aparentem ente bem esclarecidos. N o entanto, o mundo que parecia estruturado pode ruir e as certezas de um a vida inteira se desfa­ zem em um piscar de olhos. Silvana Nabuco e Fernando Teixera M endes sentiram o chão desabar sob os pés depois de percorrerem cinco déca­ das de relativa calmaria. Ambos senti­ ram na pele a dificuldade de reconstruir a vida depois de abalos inesperados. A história de Silvana é surpreen­ dente. Após viver “à som bra da fam í­ lia” por 27 anos, com os dois filhos já independentes, separou-se do m arido e se tom ou um prodígio nas piscinas. Em quatro anos se sagrou cam peã m aster de natação. Depois do divórcio, resol­ veu doar todas as energias para o espor­ te. N adava “com raiva” cinco quilôm e­ tros por dias, sem se im portar com téc­ nicas ou resultados. As braçadas fun­ cionavam como terapia para am ainar a dor do episódio. “ Sem pre fui esportista. Antes de nadar, jogava tênis e fazia w indsurf” , diz. “E depois da separação nadava para me recuperar.” Silvana começou a m udar de vida aos 50 anos. Com a ajuda da treinadora Beatriz Bertani da Silva, ordenou o esti­ lo atabalhoado, fruto da persistência e gana de se livrar do passado, e arrebatou mais de 120 m edalhas de ouro em diversas competições. A natação, além de reordenar as idéias, abriu-lhe as por­ tas do mundo. Com apenas dois anos de treinamento apropriado, levantou o títu­ lo m undial no estilo costas. “As outras competidoras não acreditavam quando eu dizia que só treinava há apenas alguns anos.” A nadadora perdeu a conta de quantos países conheceu, mas garante que o esporte foi um bálsam o para os tempos atribulados. “Recobrei m inha auto-estima” , garante, decidida. “Estou com 54 anos e m uito mais segu­ ra. Hoje, sei m uito bem o que eu quero.” Tanta dedicação garante a Silvana um patrocínio fixo que banca as frequentes viagens para o exterior. O casam ento também foi reatado. M as, agora, a nata­

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Dr. F ernando: "Ter um filh o a o s 5 0 m e r e ju v e n e s c e u " (acim a) e a r e c o r d is ta m u n d ia l S ilva n a N a b u co (pág. a n te rio r) ção preenche a m aior parte do tem po da atleta, que em 1996 bateu três vezes o recorde mundial da sua categoria. Em 1971, o hematologista Fernando Teixeira M endes já se debruçava sobre os 50 anos quando acompanhou o nasci­ m ento de seu quarto filho, Pedro. O nas­ cim ento do caçula alterou por completo seu cotidiano e obrigou o médico a ini­ ciar nova vida. Com idade para ser avô do filho e pai da namorada, Cláudia, dr. Fernando se desligou da fam ília original e passou a morar na nova casa. Em 1997, com 75 anos, relem bra o doloroso processo de form ação de uma nova famíla, três décadas depois da pri­ meira experiência. “O relacionam ento foi muito difícil, mas eu estava diaria­ mente ao lado do Pedro” , diz. “O mais complicado era conviver com as duas famílias.” O m édico era 24 anos mais velho que a mãe do caçula e isso trouxe obstáculos para o contato com o filho mais novo. O gênio difícil da m ulher e o trabalho desgastante não lhe permitiram compartilhar intimidade suficiente com o garoto. “M as, o Pedro sempre contou com muito carinho, tanto materno como

patem o. Apesar da diferença de idade, a relação afetiva é muito boa.” C onstituir um a segunda fam ília foi o grande desafio da vida do m édico. C onseguir com un­ gar o interesse de quatro filhos e duas esposas parece exa­ gerado para um único hom em . Mas a decisão de fazêlo, quando tinha 50 anos, foi o m ais surpreendente. Dr. Fernando conta que utilizou a experiên­ cia adquirida ao criar os três prim ei­ ros filhos na assis­ tência ao caçula. “ D epois que o Pedro nasceu, eu já tinha noção do que seria bom ou ruim para ele e refinei esse conhecim ento com a experiência.” O conflito natural entre pais e filhos m arca o contato entre os dois. As cinco décadas que os separam não aprofun­ dam o dram a além da medida aceitável. “A única coisa que me aborrece é a dis­ ciplina do Pedro. Além dos gostos musi­ cais, que eu não suporto (Pedro é aficio­ nado p o r heavy metal) .” Indagado se é válido ser pai aos 50, dr. Fernando sorri e assegura que antes de conceber o filho, apaixonou-se per­ didam ente p or Cláudia. E , a partir desse am or atem poral, resultou seu com panheiro dos dias de hoje. “A con­ vivência com meu filho me rejuvenes­ ceu. Diante de m eus colegas contem po­ râneos, não me sinto com o um velho. Porém , não posso dissociar o Pedro do grande am or que eu vivi.” Chegar aos 50 anos é um ato de heroísm o. Afinal, atravessar meio sécu­ lo sob constante intem périe dem anda cabeça no lugar e m uito afinco. Desafiar o tem po, atropelar as décadas e m udar o que parecia assentado requer m uita coragem . Graças a esses saudá­ veis reb eld es, a H istória cam inha inquieta, escrita pela mão pioneira dos que, alheios às 50 prim averas, recom e­ çam a viver. ■

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Um dos maiores inimigos do meio ambiente, o lixo, preocupa cada vez mais pessoas. Alguns projetos ganham prêmios e melhoram a qualidade de vida das comunidades alar em lixo é afogar-se em números. Estima-se que uma pessoa produza um quilo de lixo por dia. Uma metrópole como São Paulo fabrica 14 mil toneladas. Em uma semana, são 98 mil toneladas. Em um mês, 420 mil. Isto tudo sem contar os grandes produtores de dejetos como hos­ pitais, supermercados, fábricas, feiras etc. É um mar de restos que somem depois que caminhões os engolem, dia­ riamente. Você sabe para onde vão? Pouca gente sabe, pouca gente vê. Para se pensar em equilíbrio ecoló­ gico é necessário passar pela questão do saneamento básico. São Paulo possui dois aterros sanitários, dois incinerado­ res e duas usinas de compóstagem que dão conta da produção da cidade. Segundo João Fuzaro, gerente de resí­ duos sólidos da Cetesb, se considerar­ mos a quantidade de dejetos, vamos chegar à conclusão de que a situação de

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São Paulo é boa, pois todo o lixo da cidade tem um destino satisfatório. A gora, se pensarm os no Estado, a situa­ ção se inverte: “No interior temos pou­ quíssimos locais para a destinação do lixo. Isso quer dizer que temos um défi­ cit ambiental muito grande, que implica numa falta de controle. Não sabemos exatam ente para onde vai e qual a situa­ ção de degradação ambiental causada por esse foco” , diz Fuzaro. Se quisermos reverter esse quadro, precisam os nos preocupar, desde já, com nossa produ­ ção de lixo. Na conferência Rio-92, mais de 170 p aíses reuniram -se para d iscu tir os rumos do meio am biente. U m a das questões levantadas com o prioridade m áxim a foi a extinção dos recursos na­ turais (matérias-prim as) e o acúmulo de resíduos não aproveitados e prejudi­ ciais, decorrentes da industrialização e utilização de produtos.

Baias de separação de material reciclável (à esq.) e lixeiras coloridas para a separação de material do S esc interlagos (à dir.)

No evento foi elaborada a Agenda XXI, um plano de ações concretas a serem praticadas no que se refere às questões ambientais, visando mudanças drásticas nos cam inhos atualmente seguidos, que já se mostraram totalmen­ te inadequados e arriscados. Foi propos­ to, ainda, que cada grande metrópole ou grupo de municípios elaborasse a sua Agenda XXI local, para ajustar os pla­ nos, da maneira mais realista possível, facilitando e acelerando sua viabilização. O município de São Paulo elaborou a sua em 21 de setembro do ano passado. Em todas as agendas, a reciclagem aparece como grande solução para os dois pro­ blemas cruciais: escassez de matériaprima e acúmulo de lixo.

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Ciclo Natural Sensível a essa questão, o Sesc Interlagos desenvolve, há quatro anos, um trabalho de educação ambiental. “Hoje em dia, a questão do lixo está fazendo parte do cotidiano das pessoas. A educação em relação ao m eio ambiente é de extrem a im portância e deve ser repetida à exaustão, em todos os meios de com unicação, de todas as m aneiras” , diz a anim adora cultural M aria Alice Oieno. O Sesc Interlagos está inserido em uma área de m anancial e dentro de uma reserva da M ata A tlântica, por isso todo esgoto é tratado antes de ser lançado na represa. O índice de pureza da água alcança um a m édia acim a da porcentagem estabelecida pela Cetesb. Espalhados pela unidade, lixos colori­ dos ajudam a separação dos diversos m ateriais. M etais, papéis, plásticos e

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vidros, depois de separados, são com ­ prim idos e vendidos. O dinheiro obtido é revertido para o grêm io de funcioná­ rios. C om o m aterial orgânico, com o aparas da m ata, é feito um adubo. “N a com postagem , o ciclo de reciclagem o rg ân ica é facilm en te id en tificad o . Esse m aterial, depois de decom posto, vira adubo que poderá ser usado nas árvores” , explica M aria Alice. A horta e a estufa de plantas tam bém se benefi­ ciam deste com posto. O resto de ali­ m ento da cozinha é dado para os por­ cos. O esterco dos anim ais tam bém é colo cad o na co m postagem . A ssim , quase todo o lixo do Sesc Interlagos é reciclado. O Sesc Bertioga, tam bém inserido dentro de um a área de M ata Atlântica adota um a política am biental sem e­ lhante. Todo o esgoto passa por um tra­ tam ento conhecido por lodo ativado, que é um processo puram ente biológico.

Depois de tratada, a água pode ser eli­ m inada sem danos ao meio ambiente. Com restos de aparas e folhas retiradas do jardim é feita uma composteira que posteriorm ente será utilizada nas plan­ tas. Segundo o engenheiro agrônomo M árcio José da Rocha Lupi, o solo are­ noso da unidade é ruim para o cresci­ m ento das plantas. “Com essa com pos­ tagem nós aceleram os o processo de m ineralização das plantas e elas se desenvolvem muito bem ” , diz.

Educação Ambiental Para P atrícia B lauth, educadora ambiental e coordenadora do projeto USP Recicla, a reciclagem é um cam i­ nho muito interessante para m inimizar o lixo, mas ela deve ser considerada apenas uma das etapas de um programa de conscientização. “A reciclagem e a coleta seletiva são formas de diminuir a

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Seleção de lixo na Riviera de São Lourenço (acima); seleção de vidros e adubo, com pactação de latas no Sesc Bertioga e baias de separação de material no Sesc Interlagos (ao lado) quantidade de lixo. M as o mais interes­ sante é nos reeducarm os para reduzir o desperdício e a produção de dejetos” , diz Patrícia. Num a época em que a propaganda é a alma do negócio, somos levados a consumir desenfreadam ente. O uso de produtos descartáveis e o consum o de novas tecnologias que criam dependên­ cias inúteis aum entam consideravel­ mente a produção de lixo. “Há uma desagregação social que facilita o con­ sumo. Somos levados a com prar desen­ freadamente. A educação teria que tra­ balhar com isso. A escola deveria levar a criança a desenvolver uma crítica a esse tipo de consum o” , afirm a Patrícia. Cam panhas de conscientização se­ riam um caminho viável? Quanto a essa questão Patrícia é taxativa: não! “As pessoas só mudam de comportam ento se seus valores e sentimentos também mudarem. A informação isolada não m uda nada. Se fosse assim, não existi­ riam mais fumantes. As pessoas estão conscientes de que fumar é prejudicial à saúde e, no entanto, continuam fum an­ do” , afirma. O caminho é a educação. É preciso se criar espaços de discussão, de trocas de informações e experiências. Quando Patrícia Blauth, há oito anos, começou um projeto de recicla­ gem junto à Prefeitura de São Sebastião, em pleno Carnaval, as pessoas diziam que seria impossível realizar um traba­ lho desses. Atualmente, o programa de

coleta seletiva conseguiu reduzir em 10% os dejetos destinados aos lixões. É um dado significativo, pois em termos de volume corresponde a 30%. É um índice alcançado pelos program as de coleta seletiva europeus. Esses números deverão aumentar ainda mais com o tra­ balho de m inimização de resíduos e con­ trole do desperdício que a Prefeitura de São Sebastião irá realizar. O utra experiência que tem alcança­ do bons resultados é a de coleta seleti­ v a, d esen v o lv id o p ela edu cad o ra am biental Georgeta de Oliveira G on­ çalves, no condom ínio Riviera de São Lourenço, em Bertioga. O program a é dividido em três par­ tes: trabalho educativo, coleta seletiva e triagem e vendas. No começo, o trabalho foi muito complicado, pois como o condomínio é um em preendim ento planejado, não teve um crescim ento espontâneo. A Riviera foi construída e as pessoas posteriorm en­ te se instalaram, mas não tinham uma relação de afeto e responsabilidade com o local. Quando eram organizadas reu­ niões para a discussão sobre o destino do lixo, as pessoas não apareciam , pois entendiam que aquilo significava traba­ lho. “Eu sempre entendi que essas reu­ niões podiam ser um ponto de partida para discutir outras questões sociais” , explica Georgeta. Hoje, após três anos de trabalho, o resultado é bastante ani­ mador: dos 71 prédios, 51 aderiram à coleta seletiva. O dinheiro gerado pela venda dos materiais reciclados é destina­ do à Sociedade Amigos da Riviera de São Lourenço (SARSL), para organiza­ ção de cursos para a comunidade.

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Programa Modelo Inaugurado em 1956, o Conjunto Nacional foi o prim eiro shopping cen­ ter da A m érica Latina. H oje, reúne cen­ tenas de escritório s das principais empresas do país, recebendo um a po­ pulação diária de 20 mil pessoas que geram cerca de cinco toneladas de lixo. Com o acontece com todos os pré­ dios da Avenida Paulista, no final do dia o lixo era levado para a calçada. Form avam -se m ontanhas de sacos que eram rem exidos e espalhados pelo com ércio clandestino de m aterial reci­ clado. Pensando em alternativas para resolver esse problem a, foi constatado através de um a pesquisa prévia que 80% dos resíduos produzidos pelo Conjunto Nacional eram recicláveis. E sta constatação fez o condom ínio considerar a coleta seletiva com o um m eio de racionalizar a rem oção de lixo. D epois de explicado o objetivo, os benefícios e a viabilidade do pro­ g ram a, a idéia foi aceita através de um a assem bléia de condôm inos. No início, só os papéis eram separados e havia um trabalho de educação e tre i­ namento para funcionários e condô­ m inos. “N o com eço não foi fácil, como trabalham os basicam ente com a criação de um novo hábito até as pes­ soas entenderem e incorporarem a nova idéia, dem orou um tem po” , diz M aria C ristina K izska, coordenadora do program a. Em 1994, o Programa Permanente de Coleta Seletiva do Conjunto Nacional foi premiado pela ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do

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Material reciclável no Conjunto Nacional (acima); tanque de tratamento de água Sesc Interlagos, minhocário e papelão compactado no Sesc Interlagos, trabalhos manufaturados na Riviera de São Lourenço (ao lado) Brasil) com o Top de Ecologia/94. O processo é m uito simples: depois de separado nas unidades, o lixo nãoreciclável vai para a caçam ba compactadora e o m aterial selecionado, vai para as baias, para ser fragm entado, prensado e vendido. Por m ês são reco­ lhidas 16 toneladas de material reciclá­ vel, que englobam papelão, plástico, alum ínio, papel e vidro. A coleta seletiva não apresenta ne­ nhum ônus para o condom ínio, ao con­ trário, dá um retom o em form a de bene­ fícios. O dinheiro arrecadado com a venda de todo o material é destinado à educação dos funcionários. A tualm ente, nenhum em pregado do C onjunto Nacional é analfabeto, seus filhos têm o material escolar custeado e, desde 1993, os funcionários da lim peza recebem o 142 salário. “Isso significa que o dinhei­ ro do lixo retom a em m elhor qualidade de vida para o funcionário e um serviço m elhor para os condôm inos” , explica M aria Cristina. As pessoas, ao verem esse tipo de retom o, participam com mais empenho. Em 97, o program a de conscientiza­ ção vai continuar e será implantado um projeto para m inim izar a geração de resíduos. “Ninguém vê o lixo que pro­ duzim os, ele fica no segundo subsolo e sai em cam inhões fechados. O condo­ mínio resolveu enfrentar o desafio e venceu” , diz M aria C ristina. ■

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Ferias para Gregos e Troianos chegada da estação m ais quente do ano não combina com o cotidiano agitado dos paulistanos: vestir terno quando a tem ­ peratura bate nos 30°C , ficar preso em congestionam entos, andar pelos corre­ dores de shoppings ou passar um a tarde inteira assistindo a televisão. O período que deveria ser destinado ao descanso acaba se tom ando insuportável para os habitantes da m etrópole. E a chuva que poderia ser um refresco nos dias de calor, tom a-se mais um em pecilho para

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quem deseja se d ivertir. Para criar opções de lazer que rom pam com o diaa-dia e façam com que crianças, jovens e adultos tenham com o vencer a m ono­ tonia dos program as habituais, o Sesc desenvolveu em todas as suas unidades da capital e do interior o Projeto Verão, organizando atividades físicas, esporti­ vas e culturais, durante o mês de janeiro. No Sesc Pom péia, o projeto teve iní­ cio no dia 11 e estendeu-se até o dia 2 de fevereiro. A m aior parte da progra­ m ação ocorreu nos finais de sem ana já

que o deck da unidade costum a ficar lotado nos sábados e dom ingos de sol. Com exceção dos três cursos destina­ dos ao público adulto, Bioenergética, Eutonia e m assagem Ayurvédica, que necessitavam de inscrição prévia e tinham vagas lim itadas, o restante das atividades envolveu todas as faixas etá­ rias e tiveram participação aberta. A program ação contou com escaladas m o n ito rad as, tram polim acrobático, aulas abertas de dança e ginástica, vivências de vôlei, futebol e handebol,

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Durante o mês Projeto Verão, realizad unidades do Estado, crianças, jovens e opções diferenciadas lazer e cultura quatro shows m usicais, com o o da Banda M afuá, no dia 12, além de apre­ sentações de hidroginástica e brinca­ deiras dentro da água. Um a barraca foi montada no deck, nos dias 1 8 ,1 9 ,2 5 e 26, promovendo um serviço de avalia­ ção física para quem estivesse interes­ sado. A intenção foi atender cerca de 150 pessoas por dia. Segundo Hum berto Perón Júnior, m onitor de esportes, “todos os dias do Sesc Verão foram iniciados com uma aula aberta para que houvesse uma certa m obiliza­

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ção e conscientização para que o públi­ co participasse. Logo após, um a série de atividades com eçavam e eram encer­ radas na piscina, às 15h” .

Diversões Urbanas Com um a proposta diferenciada, a unidade da C onsolação preferiu destacar os aspectos culturais da cidade e prom o­ ver atividades durante todos os dias da sem ana, até 8 de fevereiro. Apresentando o subtítulo Toda Hora É

Hora, a program ação teve o objetivo de rom per com os horários e dias certos para a prática de esportes e lazer. A cada hora redonda iniciava-se uma nova atividade e o participante podia continuar no que estava fazendo ou m udar sua opção, sem a obrigação de cum prir um a tarefa. Com o não poderia faltar, atividades relacionadas ao verão foram adaptadas ao espaço do Sesc, como frescobol, frisbee e jogos aguáticos. Fora as opções esportivas, a parte cultural foi destacada com os

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Fotos: Nicola Labate

C o n ta d o re s d e H istórias, a tiv id a d e realizada no C o n so la çã o (esq.) e oficina

d e caiaqu e, p a r te da p ro g ra m a çã o d e férias, e m Itaquera (dir.) C ontadores de Histórias, às terças e quintas. “A idéia é que o interessado conheça um pouco mais das etnias que fazem parte da form ação cultural de São Paulo” , conta M ariza N akaozi, ani­ m adora sócio-cultural. A prim eira sem ana foi destinada aos contos italia­ nos e noruegueses, a segunda, aos jap o ­ neses, espanhóis e dinam arqueses. No sábado, dia 25, aniversário de São Paulo, foi a vez dos contadores portu­ gueses e africanos e, fechando o pro­ gram a, os contos judaicos, persas e bra­ sileiros. Com o com plem ento, às quar­ tas, sextas e sábados, cards e R.P.G, anim aram a tarde da garotada. Segundo os organizadores, cerca de 6.000 pes­ soas participaram das atividades. No dia 19, um a cam inhada ao Parque Estadual da Cantareira foi orga­ nizada, levando os p a rticipantes a Trilha da Pedra Grande. Esta atividade, em conjunto com a TV B andeirantes, fez parte do projeto Verão Vivo, desen-

volvido pela em issora nesta época do ano. D u ran te o p ercu rso de 9.500 m etros, os cerca de 150 participantes receberam inform ações sobre a utiliza­ ção do parque, cuidados com os exercí­ cios, aquecim ento certo para a cam i­ nhada, além de noções sobre ecologia, hidratação e nutrição. N o Ipiranga foi realizado o Pentatlo U rbano, com oficinas e com petições, em cinco m odalidades: bum erangue, arco e flecha, m ountain bike, m ergulho livre e corrida de orientação. Com o as provas exigiam dos participantes capa­ cidade física básica e conhecim ento prévio do esporte, antes do Pentatlo a equipe do Sesc Verão organizou ofici­ nas e vivências das atividades. O cole­ cionador de bicicletas, Valter Busto, realizou um a clínica de m ountain bike, no dia 12, passando conhecim entos gerais sobre bicicletas de lazer, passeio, trilhas e com petições, além de técnicas para a utilização de m archas. N os dias

14 e 16, o professor Café explicou noções im portantes para a prática do arco e flecha. A oficina de bum erangue contou com a participação de Carlos M artini, o M agrão, um dos m aiores especialistas, divulgador e incentivador da m odalidade, no B rasil. M artini, que tam bém fabrica e coleciona bum eran­ gues, centrou-se nos fundam entos de arrem essos e pegadas. O instrutor do Sesc Ipiranga, M arcelo A ffonso, desen­ volveu a oficina de m ergulho livre, utilizando-se de instrum entos com o nada­ d e ira s, m áscara e sn o rck el. M uito popular nos países escandinavos, a cor­ rida de orientação pode ser com parada à popular brincadeira de caça ao tesou­ ro. Cada participante, m unido de um m apa, um a carta topográfica do local e um a bússola deve localizar um a série de p o ntos, obedecendo um a ordem determ inada. O objetivo desta oficina, m inistrada por Ebenezer Caetano, do G rupo Ecológico B arê, foi estim ular os

Aula a b e rta d e h id ro g in á stica qu e e n v o lv e u crianças e a d u lto s, na p isc in a da uni­ dade de Interlagos

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conhecim entos topográficos e de vege­ tação, além da percepção e do interesse por instrum entos de orientação. Depois do ciclo de vivências, a com petição aconteceu nos dias 18 e 19, sendo que algum as provas realizaram -se na unida­ de e outras no P arque da Independência. Segundo Sílvio Luis França, coordenador de program ação esportiva, “O objetivo do Pentatlo é dar oportunidade para que as pessoas pos­ sam conhecer, aprender e praticar estas m odalidades esportivas e, posterior­ m ente, prom over um a integração social através das oficinas e com petições, dentro da proposta do Sesc Verão” .

Meio Líquido Atividades aquáticas não faltaram na unidade de Interlagos. Com um con­ junto de piscinas que nesta época do ano atendem a um a m édia de 5 m il a 8 mil pessoas por dia, a program ação ine­ vitavelm ente explorou as possibilida­ des do meio líquido. Aulas de hidrogin ástica, com m úsica e brincadeiras recreativas, m ini pólo aquático, biribol, gincanas e até um a Radio Bolha, criada para transm itir alguns recados relativos à saúde, com portam ento e alim entação, divertiu os participantes com m úsica e program as de entrevistas de caráter inform ativo e cultural. Longe da pisci­ na, os interessados puderam se inscre­ ver em torneios de futevôlei, vôlei de areia e com petições com em presas do com ércio. Em Itaquera, as atividades dentro da água tam bém foram bastante privile­ giadas, com ênfase nos esportes radi­ cais e ações ligadas à natureza. Para levá-las ao público, foram organizadas apresentações das m odalidades menos conhecidas, com o o rappel, descidas de cascatas e cachoeiras com cordas, e canoagem . N a abertura do projeto, quinze espetáculos esportivos envolve­ ram atletas de alto nível e público em geral, como form a de incentivar a práti­ ca física: passeio ciclístico, Streetball, com orientação do ex técnico de bas­ quete José M edalha, vôlei de praia, com a participação de M ontanaro, fute­ bol fem inino, com o tim e do Vasco e do Inter-RS e um a hom enagem à torcida corinthiana, com a presença do ex joga­ dor Vladimir. Para o público infantil foram traçadas atividades na Estação

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Escalada m oni­ torada realiza­ da no dia d e abertura do p ro jeto Verão, no d e c k do S e sc Pom péia (acima) e o esp etá cu lo Velox, exibido em São Carlos, pela Cia. d e Dança Déborah Colker (ao lado)

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Criança, Praça Tempo e Pé Na M ata. “Com esse projeto a frequência de par­ ticipantes aum enta bastante. Observam os que com as atividades extras há um público de até 20 mil pes­ soas. No ano passado, tivemos 22 mil e 800 pessoas em um dom ingo. O recor­ de da unidade. A repercussão é fantás­ tica e as pessoas que acabam passando o dia todo aqui m ontam a seu próprio program a, participando de várias ativi­ d a d e s ” , conta Felipe M ancebo, coor­ denador da program ação de Itaquera.

Super-aventuras São Carlos optou por atividades não-convencionais. Sesc Verão Radical explorou as oficinas de caiaques, asa delta, surf e skate, vivências de vôo livre, escaladas e ciclism o. A unidade preocupou-se em escolher os maiores nomes do Brasil nestas m odalidades, com apresentações e orientações técni­ cas. O ciclo de vídeo, de 14 a 6 de feve­ reiro, seguiu a m esm a linha: Caçadores de Em oção, O Rio Selvagem e K2 - A M ontanha da M orte foram alguns dos filmes escolhidos. Velox, da Cia. de Dança Deborah Colker, desenvolveu cinco temas esportivos que m isturam vigor, vitalidade, precisão e técnica na busca do movimento. No dia 11 foi aberto o Sesc Verão Divulgação

Aventura, na unidade de Santos. No litoral, a idéia do projeto foi expandir as atividades para a com unidade e parte da program ação realizou-se na praia, entre os canais 5 e 6. “A inten­ ção de fazer as atividades na praia deve-se, principalm ente, à quantidade de público e tam bém porque as pessoas não gostam de am bientes fechados, no horário da m anhã e da tarde” , diz W aldem ar M arques Junior, do setor de esportes. N o prim eiro dia de Aventura, foram desenvolvidas aulas de ginásti­ ca, lam baeróbica, cam a elástica, jogos de salão e atividades esportivas. A equipe de pára-quedistas do C entro de A tiv id ad es A éreas e A q u áticas do Litoral Paulista realizou saltos de pre­ cisão na areia e acrobacias no ar. Um a sim ulação de afogam ento envolveu a P o lícia M ilita r e o C orpo de Bom beiros, com resgate e transporte do afogado até o hospital m ais próxi­ m o, com o parte da operação feita em todo o Litoral Sul, na época do verão. À noite, o baile de abertura reuniu cerca de 800 pessoas ao som da salsa e do m erengue. C om o parte da progra­ m ação, oficinas de m ergulho, canoa­ gem , surf, construção de aviões e bar­ cos com m aterial reciclável, trilhas e a barraca de praia do Sesc, que esteve aberta de terça a dom ingo, com ativi­ dades perm anentes e tam bém com uma

brinquedoteca para divertir o público infantil. Com um a p roposta d estinada a crianças de oito a treze anos, o Sesc P araíso desenvolveu o projeto FériaSesc, reedição de um trabalho efetivado em julho do ano passado. O program a b aseou-se em excursões m onitoradas pelas unidades de Bertioga, Interlagos e Itaquera, durante três dias da semana. Por 5 reais, cada pai interessado pode inscrever seu filho em um dos passeios. No dia 7, a saída era para Bertioga. Os três ônibus, divi­ didos por faixa etária e com três m oni­ tores cada, saíam do Paraíso, às 7h, com as 104 crianças devidam ente iden­ tificadas por crachás e cam isetas para passar um dia no litoral, participando de um a série de atividades no Parque A quático e nas outras instalações de Bertioga. Segundo Nelson Lourenço, gerente do Sesc Paraíso, “nossa pro­ posta é não interferir nas atividades das unidades visitadas, m as criar uma certa personalidade ao program a. Então, os m onitores saem com as possibilidades de atuação e se integram às atividades de um dia das unidades.” Com 60 reais foi possível inscrever-se em 12 pas­ seios e proporcionar um a opção de férias para quem fica na cidade. FériaSesc, que term inou no dia 30, atendeu cerca de 1700 crianças. ■ Nicola Labate

Exibição de montanhism o, no projeto S esc Verão Radical, em São Carlos (acima) e oficina de mergulho livre, dada por instrutor técnico da unidade do Ipiranga (ao lado)

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Fotos: Nicola Labate

C idadão

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A manhã

O projeto Curumim Comunidade atende crianças dos bairros carentes, oferecendo alimentação, saúde, cultura e lazer m a cena com um em várias m oradias hum ildes da ci­ dade de São Paulo: pais e m ães, para sustentar a fa ­ m ília, são obrigados a deixar os filhos sozinhos em casa, e os irm ãos m ais velhos ficam reponsáveis pelos m ais novos. M uitas v ezes, o prim ogênito não tem m ais de dez anos de idade. Isto já não ocorre m ais nas redonde­ zas do Sesc Interlagos. Sensível ao problem a que se a gra­ vava dia a dia, a instituição resolveu fazer algum a coisa pela com unidade na qual se encontra inserida. C om

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to d o o p o te n c ia l de f u n c io n á rio s , equ ip am en to s e, p rin cip alm en te, com sua filo so fia so cial, era qu ase um a afro n ta ter p essoas carentes de c u ltu ­ ra, lazer, e sp o rte, edu cação e até de co nvívio social ao lado de u m a u n id a­ de do Sesc. P esso as q ue tinham v o n ta­ de, m as sem co ndições de p articipar. O p ro jeto C urum im C o m u n id a d e, dirig id o a crian ças en tre sete e 12 anos de id ad e, m o rad o ras em b airro s pobres que cercam o S esc In terlag o s, fo i a so lu ção p a ra a m en izar o p ro b le ­ m a. In iciad o no co m eço deste an o , o pro g ram a atende 200 crian ças, com o

o b jetiv o de alcan çar cerca de m il, no fu tu ro . A ú n ica ex ig ên cia é que o p a r­ ticip an te e steja estu d an d o . A lém do livre acesso às in stalaçõ es, as cria n ­ ças p assam p o r todo um p ro g ram a social. O o b jetiv o p rin cip al do C urum im C o m u n id a d e é que a crian ça seja um e lem en to m o d ificad o r de co m p o rta­ m en to , m esm o dentro de sua fam ília. Q ue ela g anhe um a co n sciên cia a resp eito do m undo qu e a ro d eia, de suas p o ssib ilid ad es, am p lian d o seus h o riz o n tes. P ara isso , as crian ças passaram a ter livre acesso ao Sesc,

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on d e, através de div ersas ativ id ad e s, são tra nsm itidas regras de c o n vívio social e de c o m p o rtam e n to , hábitos de h ig ie n e , um a m aio r p ro x im id ad e com a c u ltu ra através do tea tro , v ídeo e m ú sic a , e a prática de e sp o rte s, com um de sen v o lv im e n to in te lec tu ­ al. A alim en tação tam bém é fo rn e c i­ da g ratu itam en te, com café da m anhã e alm oço d iário s, um a refeição que ven h a a su p rir algum as das carências n u tricionais tão co m u m en te e n c o n ­ tra d a s. A lé m d is s o , ta m b é m há ac o m panham ento e a ssistên cia m éd i­ ca, o rie n tan d o e ex p lican d o os p ro ­ blem as de saúde que a tingem c ria n ­ ça s, com o m icoses e verm in o ses, com tra ­ ta m e n to e re m é d io s gratu itos. A inda é fe i­ to um a c o m p a n h a ­ m en to o d o n to ló g ic o p e rió d ico , in stru in d o com o deve ser feita co rretam ente a lim p e ­ za dos dentes. A s e s ­ co v as e pastas, assim com o bonés, c a m ise ­ tas, sh o rts, m ochilas, to a lh a s , s a b o n ete s e p entes de c abelo são fo rn ecidos pelo Sesc. T udo isso com o intu­ ito de form ar cidadãos m ais c o n s c ie n te s , dan d o um a a lternativa de educação a essas crianças.

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Pulando o Muro A situ ação c o m eço u a se ag rav ar nos ú ltim o s an o s. C o m o c rescim en to ráp id o e d e so rd en ad o d a cid a d e , em vin te anos o co rreu u m a m o d ificação total na p aisag em em v o lta do Sesc: de u m a reg ião b asicam en te o cu p ad a p o r sítios e ch ácaras à fo rm ação de um ag lo m erad o de fav elas e m o rad ias p o ­ bres, circu n d an d o os m u ro s d a in stitu ­ ição. A reg ião , caren te e m to d o s os as­ pecto s, não o ferece op çõ es de lazer. C o m isso , o Sesc In terlag o s to rn a-se a ún ica a ltern ativ a p a ra essas p esso as. M esm o com os p reço s po p u lares p rati­

R e fe iç õ e s d iá ria s, a te n d im e n to m é d ic o g r a tu ito (acima) e a c e s s o liv re à s in s ta la ç õ e s d o S e s c In terla g o s (abaixo) p a ra a s c ria n ç a s d o p r o je to C u ru m im C o m unidade

c a d o s, gran d e p arte dos m o rad o res, a m aio ria co m gan h o s en tre um e três salário s m ín im o s, não tem con d içõ es de fre q u e n ta r a u n id ad e v izin h a à suas casas. Sem dinheiro para entrar, dezenas de crianças esm olavam entradas gratu­ itas ou então sim plesm ente pulavam os m uros que rodeiam o Sesc Interlagos.

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M arco Souza, in stru to r do Curum im Com unidade, p a ssa o dia com as cri­ anças, tra n sm itin do n o ç õ e s de co n vívio so c ia l (acim a); Fernando Vieira, orien tador d e público: trabalho facilitado e con vivên cia p a cífica (abaixo) T iago, 11 a nos, j á e ra c o nhecido dos fu n cio n ário s do Sesc, tal a fre ­ q u ên cia de suas “ in v asõ e s” . “ E u p u ­ lav a o m uro pa ra p o d e r brin c a r no p arq u e ou jo g a r fu te b o l e , quando q u eria ir na p isc in a , tam b é m p u lav a o m u ro em v o lta de la ” , revela. M o ra d o r d o P arq u e G u a n h e m b u , T iago era ap en as u m a das várias c rianças que se arriscava a g anhar alguns m ac h u ­ cados e ser con fu n d id a com m arg i­ n ais, p ara satisfazer seu desejo de d i­ v ersão.

Carência Afetiva G rande parte das c rianças aten d i­ das hoje O pulavam os m uros. “ E ra um a situação m uito ruim . E u pegava crianças de sete anos pulan d o um m uro de m ais de dois m etros de altu ­ ra, e sentia p en a delas. C om o C uru­ m im C om unidade já não há m ais n in ­ g uém invadindo o Sesc, e hoje as m esm as crianças que tinham m edo e até atiravam pedras nos v ig ias, são am igáveis e m uito m ais tra n q u ila s” , diz F ernando V ieira, orie n tad o r de público do Sesc. A agressividade foi tro cad a pela afetividade. L ivres do sentim ento de

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m arg in aliza ç ã o , as c rian ças d e m o n s­ tra m sua carê n c ia afe tiv a , a d o tan d o os m o n ito re s do p ro jeto c o m o v e rd a d e i­ ro s p ais. “ N ó s sen tim o s a ca rê n c ia de a feto d as c rian ças e o carin h o que elas n ão têm em ca sa , p o is a g ran d e p arte d os p ais tra b a lh a , d e ix an d o -as so zi­ n h as. N ó s p ro cu ram o s tra n sm itir esse c arin h o e co m isso ten ta r ed u car, tra ­ z ê-las p a ra o n o sso o b jetiv o ” , diz M arco A n tô n io S o u za, in stru to r de ativ id ad es do C u ru m im C o m u n id a d e,

após ser jo g a d o na p isc in a p o r u m a m u ltid ão de m en in o s e m en in as do p ro g ram a. O s p ais ap ro v a m sem restriçõ es o p ro je to . L ú c ia M artin s tem dois so ­ b rin h o s in scrito s no C u ru m im C o m u ­ n id a d e. “ A s crian ças têm ativ id ad es p a ra d e sen v o lv e r, e m v ez de ficarem em c a sa so zin h as ou irem p a ra a ru a, q ue é v io le n ta. E u fico d e sp re o c u p a ­ d a p o is, e n q u a n to tra b a lh o , sei que m eu s so b rin h o s e stão e m b oas m ão s, se d iv e rtin d o e a p re n d e n d o , e sei qu e isso a cab a d e i­ x a n d o e le s m ais ed u cad o s e m en o s a g re s s iv o s . T en h o o u tro s dois so b ri­ nhos q ue e stão a n ­ sio so s p a ra e n tra r tam b ém . A lém de tu d o , o alm o ço é de g raç a , e eu não p re ­ ciso v ir m ais para c a sa p a ra fa z e r co m id a p ara as c ri­ an ç as” , rev ela em to m de ap ro v ação . O m en in o T ia ­ go resu m e os p ri­ m e iro s re s u lta d o s do p ro je to em u m a re s p o s ta : “ A g o ra po sso b rin c a r sem te r m ed o . E sto u m ais tra n q u ilo e fe liz .” ■

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Alguns dos mais importantes agentes e produtores culturais discutem formas de harmonizar os eventos artísticos em São Paulo, em textos inéditos para N elson A

g u il a r

0 AGENTE CULTURAL DEVE FORTALECER A INSTITUIÇÃO NA QUAL TRABALHA

ORGANIZADA

O a g e n te c u ltu ra l, a n tes d e m ais n a d a , d e v e c o n h e c e r se u o fíc io . H o je , n ão b a sta te r c o n h e cim en to s ab ra n g e n tes so b re a á rea em qu e se atu a. P a ra d e se n h a r u m p ro je to , o p ro p o n en te lid a co m a e c o n o m ia . N ã o q u e seja im p re sc in d ív e l d ip lo ­ m a n a e sp ec ia lid a d e, m as a a s sis tê n ­ c ia de a lg u ém e x p e rim e n ta d o é fu n ­ d a m e n ta l. H á alg u n s a n o s, no c u rri­ cu lu m d as u n iv ersid a d e s n o rte -am e ­ ric a n a s d e d ic a d a s a ativ id ad e s a rtís ­ tic a s, e x iste a c a d eira do m ark etin g . T odo pro je to d ev e se r aco m p an h ad o de seus cu sto s. O c o n h ecim en to das leis de in cen ­ tiv o fiscal em nível fed eral, estad u al e m u n icip al co n ta m uito. O acom pa-

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n h am ento po lític o é in d isp e n sáv e l, p o is as leis que p ro te g e m o p a trim ô ­ n io a rtístic o b ra s ile iro d e ix a m a desejar. N ã o h á im p o sto so b re su c es­ sões qu e p o ssam ser liq u id a d as sob fo rm a de d o a ç ão de b en s a rtístico s, o qu e to m a n ossos m u se u s ca re n tes de a cerv o e nos fo rç a a v iaja r a p aíses co m o F ra n ça ou os E stad o s U n id o s, q u e se b e n e fic ia m de tal leg isla ç ã o . O agente cultural deve forta le c e r a in stituição na q ual trabalha. U m dos m eios pa ra tal tarefa é co n h ecen d o a h istó ria do c o legiado que a orienta. N o B rasil, ao c o ntrário do q ue ocorre nos E stados U n id o s, onde os c o n se ­ lheiros ou “ tru stee s” de u m m u seu , po r ex e m p lo , são selecionados entre os qu e têm aptidão em p ro m o v e r a d iv u lg ação da arte no p a ís, os que o cu p am alto e scalão no m undo das fin a n ç a s, os m em b ro s d e v e m sua nom eação a c ritérios m enos p rag m á ­ ticos. O agente cu ltu ral, d en tro da m ais estrita d iscrição , deve su g erir as m o d ificações que se im põem . O a gente c u ltural tem de c o n h e ­ c e r in stituições do ex terio r, p a rticip a r d e co n g resso s in te rn ac io n a is, se não d o m in a r inte ira m en te a o u tra lín g u a , lev a r o texto tra d u z id o e o 1er p e s­ so alm ente. O que não po d e sob h ip ó ­ tese n e n h u m a é d e p e n d er d e terceiros ou p a d e ce r de p ro v in c ian ism o , tem e r se d irig ir a c o le g a s e s tra n g e iro s. Q u an d o iniciei tra b a lh o na B ienal de São P a u lo , desco b ri o d e slu m b ra ­ m en to de m eus interlo cu to res e stra n ­ geiro s em c o n h e ce r o pro g ra m a artís­ tico d e p rim e ira m ão , de m aneira a rticu lada. E m várias o c a siõ e s, rec e ­ b iam um reg u la m e n to e tin h a m de d ecifrá-lo. R e su lta v a na qu alid ad e sofrível ou d e sin to n iz a d a dos envios. F a lar u m a lín g u a estra n g eira não é p ra tic á -la c o m o C e rv a n te s , S h a ­ k esp eare, R ac in e ou P e tra rca , m as até co m o em itia m os im ig ran tes de prim eira geração que e d u c ara m o país (cf. - R a ízes do B ra sil, de S érgio B uarque de H o la n d a ). D e p refe rên ­ cia, os contatos no e x te rio r d ev em ser feitos pelos cura d o re s, não po r d iretores em viagem de n e gócio ou turism o. O s problem as de um a e x p o ­ sição são e m in en tem en te técnicos e não h á com o resolvê-los sem que h aja d edicação integral de sua vida às q u estões artísticas.

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O c a tá lo g o d a M o stra d ev e ser p rio ritá rio . U m ev e n to sem catá lo g o não ex istiu e a im a g e m d a e m p re sa q u e o aju d o u a d a r à lu z e m p a lid e c e . O n o m e d e to d o s os p a rticip a n te s, d esd e o p resid e n te até o o ffice-b o y , d e v e ser m e n c io n a d o . O p resid e n te tem d e p refa c ia r, m en c io n a n d o os a g en tes fin a n c ia d o re s e o p ap el d a M o stra e m su a g e stã o e o c u ra d o r d e v e e x p lic a r c o m o c h e g o u até o c o n ­ c eito q u e m o tiv o u a in ic iativ a . N e ste a n o , tiv e co n h e cim en to d e d u as m o s­ tras d as q u a is fu i a u to r in telectu al sem ser m esm o rec o n h e c id o p elo s se u s o rg a n iz a d o re s . E s te p r o c e d i­ m en to a n ti-ético d ev e se r m a n ife sta ­ d o ju n to à A sso c ia ç ã o B ra sile ira d o s C rític o s d e A rte (A B C A ) o u à A s s o c ia ç ã o N a c io n a l d o s P e s q u i­ sad o res e m A rtes P lá stic a s (A N PA P). U m ag e n te cu ltu ral q u e n ão p a rticip a d e sse tip o d e ag re m ia ç õ e s e , q u e se n ão o faz , é p o r te r c ríticas e m rela ç ão à u m a d e la s, alija-se v o lu n ta ria m en te d o m eio . E ssa s a sso c ia çõ e s p o d e m a b rig a r d e fe ito s, m as têm d e ser sa n a ­ d o s d e d en tro . Se essa s reg ra s fo re m se g u id as p e lo s in te g ran te s d o c irc u ito a rtístico , S ão P a u lo não d e p e n d erá e m g ran d e p a rte d a B ien al In te rn ac io n a l p a ra ter u m a v id a cu ltu ral reg u la r e à altu ra d as g ran d es ca p ita is in te rn ac io n a is. A g u ila r é c u r a d o r - g e r a l F u n d a ç ã o B ie n a l d e S ã o P a u lo N e ls o n

da

Leo n C ako ff

N a c r is e s o c ia l , A CULTURA É A PRIMEIRA SACRIFICADA N ã o ten h o p ro b le m as d e c o n s­ c iê n c ia ao o rg an iz a r u m ev e n to c o m o a M o stra In te rn ac io n a l de C in e m a e m São P a u lo . D iz e m q u e o m ês de o u tu ­ b ro e stá c o n g e stio n ad o d e ev en to s. E stá m esm o , m as o retro sp e c to do e v e n to , sem p re rea liz a d o no m ês de o u tu b ro d esd e a su a c ria ç ão em 1977, lev a -n o s a u m a d a ta c o m e m o ra tiv a d o p ró p rio a n iv e rsário d o M A SP , o M u seu d e A rte d e S ão P a u lo , q u an d o a M o stra fo i c ria d a p o r m in h a in ic ia ­ tiv a c o m o p arte c o m e m o ra tiv a d os e n tã o trin ta anos d o m u seu . H á v in te a n o s, ou nos p rim e iro s an o s d a M o stra , n ão só n ão h a v ia c o n g e stio n am e n to d e e v e n to s em São P a u lo co m o n ão e x istia a p o ssib ilid a ­ de d e se fa z e r q u a se m ais n a d a p elo p a ís. C o n se q u ê n c ia s d e u m a p o lític a m ilita r raiv o sa e d e u m a c e n su ra v ig i­ lan te q u e v ia c o n sp ira çã o e m cad a a tiv id a d e c u ltu ra l. N o p a n o ra m a in te rn ac io n a l, o ca le n d á rio de fe sti­ vais in te rn ac io n a is d e cin e m a tam ­ b é m d e s ta c a v a o fe s tiv a l d e São P a u lo iso la d a m e n te. J á nos ú ltim o s a n o s, o m ês d e o u tu b ro an d a ig u al­ m en te c o n g e stio n ad o co m festiv ais in te rn ac io n a is d e c in em a. A q u e stã o do co n g e stio n am e n to de ev e n to s n o p erío d o d a M o stra nãò m e p a re c e a la rm a n te . A la rm a n te seria os e v en to s não m o tiv a re m as

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suas platéias para a absorção das in fo rm a ç õ e s tra z id a s. A fin a l, São P au lo , cidade que pretende se m anter num a posição de destaque no p an o ra­ m a internacional das grandes rea liz a ­ ções c u lturais, não pode viv er só de aforism os. S enão estarem os rep e tin ­ do eternam ente a nossa sina h e rdeira do baronato da b o rracha, do ca fé , da in d u strialização, sem pre à espera de um a nova a v e n tu ra b a n d o le ira de m ecenato ao estilo do e sperto A ssis C h ateaubriand. O que seria m ais salutar disc u tir neste m om ento h istórico do país é o papel que cabe às elites de sem p e n h a ­ rem para que se possa recuperar o atraso p rovocado po r tantos anos de crise social. A nos em que a p rio rid a ­ de da cultura, m esm o que a trelada ao co n ceito de lazer, virou letra m orta e pareceu fantasia ofen siv a ao ser c ita ­ da en tre as cinco p rioridades m áx i­ m as para que um ser hum ano possa to car a sua vida com a m ínim a d ig n i­ d ad e possível. P ara ser m ais c la ro , na c o n juntura de um a crise social, qual é a p rio rid a ­ de do alim ento cultural p ara quem não consegue ter alim entação segura de fato, saúde, habitação e ed u cação b ásicas? N a crise so cial, o nosso v elh o instinto anim al, m esm o c o n ­ g e stio nado fren te às co m p licaçõ es diárias vividas num a grande c idade co m o São P aulo, o prim eiro item de um a vida com d ig nidade que é sacri­ ficad o é o lazer, em prim eiro lugar, a e d u c a ç ã o , c a ta s tro fic a m e n te em seg u n do, depois a saúde, cujas c a tá s­ trofes endêm icas não saem do no ti­ ciário nacional. A tualm ente o que vai d esm oronando é a dignidade de se ter u m teto seguro p ara m orar. A s elites brasile ira s c o ntinuam fiéis às heranças das prim eiras é p o ­ cas coloniais: fiéis ao extrativism o. N ão é só a M ata A tlântica que d e sa ­ pareceu em nossa c osta e interiores. O acúm ulo do capital gerou d esertos e oásis. M ais d esertos que o ásis. E o b aronato que o stenta a sua o p ulência nos o ásis, quando pouco exerce o dom do m ecenato, faz isso com a intenção de ostentar ainda m ais. Vai d a í a quantidade de eventos de op o r­ tu nidade que surgiram nos últim os anos no país, diretam ente vinculados aos nom es dos seus patrocinadores.

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P lan tar, in v estir no fu tu ro , na e d u c a ­ ção cultural de um p o v o sacrificad o e e m b ru tec id o , e stá fo ra de p ro p ó sito . O im ed iato , sim , é qu e d á reto rn o nos p receito s d estas m en tes c o n d ic io n a ­ das ao e x trativ ism o . F ren te a esse q u ad ro em q ue to d a a ação cu ltu ral co n tin u a p arecen d o ato de resistê n c ia , som os ain d a o b ri­ gad o s a o u v ir alard es c a n alh as de a m eaça ao belo trab alh o d esen v o lv i­ do p elo s “ se sq u e s” ao lo n g o de c in ­ q u en ta anos de ap licad a p o lític a em fav o r do laz e r e d a cu ltu ra de um a sig n ificativ a p a rcela d a c o letiv id ad e. A s m esm as elites q u e reclam am sem ­ pre às b en ev o len tes tetas do g o v ern o p o r m ais p ro teçõ es aos seus c o m é r­ cio s e às suas in d ú strias n ac io n a is, q u an d o o B rasil d eix o u faz tem p o de s e r r e fe rê n c ia n a c o m p e titiv id a d e in tern acio n al - n em m ais do café do B rasil se fala no e x terio r, só d o café co lo m b ian o -, d ev e ria m se d e d ic a r m ais ao salu tar esp o rte de ab rir os o lh o s, p ró p rio s e da co letiv id ad e. E n ad a m elh o r, p a ra se ab rir os o lh o s, do qu e u m a b oa a tiv id ad e cu ltu ral. P o rta n to , n ad a c o n tra o c o n g e stio ­ n am en to de e v e n to s em o u tu b ro ou em q u a lq u e r o u tro p e río d o d o ano. F az m ais falta a c o n d iç ã o de d ig n id a ­ d e h u m an a à n o ssa v o lta p a ra qu e os b en s cu ltu rais sejam de fato c o n su m i­ d o s c o m o u m a d as cin c o p rio rid a d e s da v id a.

A

dhem ar

O l iv e ir a

NOVOS EVEIMTOS DEVEM PREENCHER AS LACUNAS DO CALENDÁRIO CULTURAL V irou lu g ar co m u m a crítica às co in c id ê n cia s de datas de e v en to s cu ltu rais, q u ase sem p re co n sid eran d o a im p o ssib ilid ad e física de e sta r em do is lo cais ao m esm o tem p o o u , tam ­ b é m , a im p o ssib ilid ad e do b o lso de a te n d e r co n su m o s co n ju g ad o s. Será q ue o p lan e ja m e n to d a ria c o n ta do recad o: a a rticu lação de u m c a le n d á ­ rio q u e to m a sse racio n al a d istrib u i­ ç ão ao lo n g o do an o dos e v en to s de u m a cid a d e /esta d o /p a ís? S e v iv ê s s e m o s n a te rra de D e sc a rte s, a resp o sta seria in fa liv e l­ m en te sim . N o en ta n to , o esp ecífico de n o sso p aís faz d u v id ar de u m a res­ p o sta a b ru p ta . P o rq u e o s g ran d e s ev e n to s (alé m de não o c o rre rem em g ra n d e q u a n tid a d e ) se a lo ja m em d e te rm in a d a s d atas p o r fato res q ue não são ap en as d eterm in ad o s p o r b ra ­ sile iro s, m as - n a m aio ria das vezes p o r a c o m o d açõ es in tern acio n ais (o caso d o c in e m a , p o r ex em p lo ).

Leon Cakoff é d i r e t o r - p r e s i d e n t e d a M o s tr a I n te r n a c io n a l S ã o P a u lo

de

C in e m a

de

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H á, além disso, um a peculiaridade n acio n al que faz o p aís p a ra r de dezem bro até o Carnaval: todos que não trabalham o V erão/C arnaval, p la­ n ejam suas p ro d u çõ e s a p a rtir de m arço, o que reduz o ano para nove m eses. N a realidade, q ualquer pré-produção em janeiro/fevereiro é seria­ m ente prejudicada pela m entalidade de férias que se instala no país; isto dim i­ nui ainda m ais o tem po real de p repa­ ração de um evento. H á, ainda e, prin­ cipalm ente, a definição fiscal de todos os patrocinadores que depende da aná­ lise do ano anterior para transform ar os pré-contratos em patrocínio efetivo. P o r fim , as crenças de p ro d u to ­ res/p a tro c in a d o re s so b re a m elh o r d ata p a ra seus e ventos faz e m um rol de m o tivos in d ecifráv eis à prim e ira v ista, m as que aten d em seus in te res­ ses e os do pú b lic o , esp elh ad o s nos resu ltados. O s ev e n to s perm a n e ce m n u m a m esm a d ata ao longo de anos p o rq u e estão d ando certo. O ra, frente à e ssa rea lid a d e e c o n ­ trário a qu a lq u e r decreto sobre ca le n ­ d ário , inverto a p e rgunta e indago: N ão seria o caso de se pree n c h e r as lacu n as (o p rim e iro se m e stre , por exem p lo) co m novos e v entos p ara p ro d u zir fartu ra , ao invés de se d isc u ­ tir a d istribuição eq u ita tiv a do pouco e x isten te ao longo do ano? O liv eira é d i r e t o r - g e r a l d a M o s t r a R io e p r o g r a m a d o r d o E s p a ç o U n ib a n c o d e C in e m a

A dhem ar

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J oão M

arco s

C o e lh o

O r g a n iz a ç ã o ,

pla n eja ­

m e n t o e s e r ie d a d e :

FORMAS DE RESPEITO AO PÚBLICO P a ra o jo rn a lis ta , o im p o rta n te , o b á sic o , é o leito r (“rem e m b e r” o rab o p reso d a Folha)', p a ra o p ro fissio n al de p ro p ag a n d a , m ark etin g e v e n d a s, o im p o rta n te , o b á sic o , é o c o n su m id o r. O ra , isso faz su p o r q u e , se ja ele o lei­ tor, seja o co n su m id o r, o o b jetiv o é a tin g ir o ser h u m an o - co rre n d o o risc o de n em sem p re c h e g ar a ele. O c a stig o , to d o s sab em o s, é a falên cia. O ra , no d o m ín io d a c u ltu ra, em to d o o p a ís, m as so b retu d o São P a u lo , on d e o fen ô m e n o ac ab a se to m a n d o m ais a g u d o , a reg ra de o u ro d o c o n su ­ m id o r não vale. O u se ja , p ro d u to re s, a rtis ta s , a d m in istra d o re s c u ltu ra is p a u ta m suas a tiv id ad es p e la co n q u is­ ta o u n ão d e p a tro c ín io - se n ão e sta ­ tal, ao m en o s p riv a d o . A í e stão as div ersas leis m u n ic ip ais, e sta d u a is e fed erais de in ce n tiv o ao m ecen ato q u e não m e d e ix a m m entir. U m a v ez o b tid o o p a tro c ín io , n in g u é m se o c u p a em e m b o la r o m eio de cam p o p ro v o ca n d o o ac ú m u lo , em p o u cas e p rec io sas sem an as, de v ário s e v en to s qu e in te ressa ria m b o a p arte d a p o p u ­ lação . S em saíd a, o c o n su m id o r cu ltu ­ ral é su b m etid o a u m c m e l ex ercício de e x clu são . C am pos do Jo rd ão , onde a M K T Im p ren sa, M arketing e E ventos - atuou

c o m o p ro d u to ra e d iv u lg a d o ra do p atro cín io d a So u za C ru z S.A . ao Festival de In v ern o , de 1985 a 1995, é talvez o exem p lo de caso m ais em b le­ m ático d essa situação absurda. Todos ev en to s se co n cen tram no m ês de ju lh o - do tênis ao ro ck , d a m úsica c lássica ao b alé e ao country. N os onze m eses restan tes, o auditório to m a-se u m elefan te b ranco e a cidade m ingua e m b u sca de atividades que p reen ­ ch am os fins de sem ana dos turistas. E m S ão P a u lo , en q u an to o s p ro ­ d u to re s jo g a m o jo g u in h o d o m ec e n a ­ to e c o n v e n ce m as e m p re sas p a tro c i­ n a d o ras de q u e seu ev e n to se d e sta c a ­ rá e a b a fa rá os d e m a is, a b rig u in h a p o r e sp aço s n a m íd ia o co rre até en tre as S ecretarias d e C u ltu ra. O s c a le n d á ­ rio s se so b re p õ e m , c ad a in stitu ição q u e r g rita r m ais alto p a ra a p a re c e r e ju stific a r as v erb as em p e n h a d a s p elos p atro cin ad o res. T alv ez o p ro b le m a resid a n a já tra ­ d ic io n a lís s im a m a n ia n a c io n a l de faz e r tudo n a ú ltim a h o ra. E m N o v a Y ork, L o n d res o u P a ris, o c o n su m i­ d o r c u ltu ral p o d e p ro g ra m ar-se com um o u d ois anos d e an te c e d ê n c ia , p a ra assistir a u m a ó p e ra n o M e tro ­ p o litan co m u m a K iri Te K a n a w a e u m P lá cid o D o m in g o , p o r e x em p lo ; a u m recital d o len d ário p ian ista ro m e ­ n o R ad u L u p u , no W ig m o re H all; ou a u m a rara a p arição d o p ian ista ita lia ­ n o M a u riz io P o ilin i, n a S alle G av eau . N este caso , n o tem b em , não é ap e­ nas o n o v a-io rq u in o , o londrino ou o p arisien se qu e p o d em an o tar em suas ag en d as tais ev en to s. N ós m esm os, aqui de São Pau lo ou de q u alq u er cid ad e no plan eta, po d em o s reserv ar in g resso s co m a an teced ên cia d eseja­ d a e ter certeza de qu e estarem o s lá. O ra, isso sig n ifica o rg an ização , p lan e ja m e n to , seried ad e e , acim a de tu d o , resp eito ao p ú b lico . A S o cie­ d a d e d e C u ltu ra A rtís tic a e o M o zarteu m têm p ro cu rad o h arm o n i­ zar suas ag en d as - e a d iv u lg ação das atraçõ es e das d atas com a n teced ên ­ c ia co n trib u i p ara que tudo não vire u m sam b a de crio u lo d oido. A g o ra m esm o , em d ezem b ro , o M o zarteu m j á div u lg o u seu c a len d ário p ara 1997; a C u ltu ra A rtís tic a d e v e fa z e r o m esm o no in ício do ano. N ão seria tão difícil seg u ir tais ex em p lo s. M as, acim a de tu d o , seria

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m u ito pro fissio n al - tan to p a ra o púb lico c onsum idor de arte e c ultura quan to p ara as em presas pa tro c in a d o ­ ras - ofere c e r-lh e s um c a le n d á rio o rganizado e harm ônico. P ara que isso aconteça, não apenas produtores e artistas, m as os a d m inistradores dos esp aços culturais da cidade p recisam se p ro fissionalizar. Só assim o pobre do interessado em artes plástic a s, tea ­ tro , c inem a, literatura e m ú sic a c o n ­ seg u irá esco lh er com liberdade. E , a fin a l, n ó s, p ro d u to re s, a rtista s e ad m in istradores c u ltu rais, só e x isti­ m os p orque há um p ú blico in te ressa ­ d o em arte e cultura. P o rta n to , só po d em os fic a r m esm o de rabo preso co m esse público... J o ã o M a rco s C o e lh o é j o r n a l i s t a , c r í t i c o

d e m ú s ic a e d ire to r d a M K T - Im p re n s a , M a r k e tin g e E v e n to s S o l a n g e Fa r k a s

A ORGANIZAÇÃO DO S EVENTOS REGULARES DE

S ão Paulo C o m o resp o n sáv el p o r um dos e v en to s (V ideobrasil: F estiv al In te r­ n a c io n a l de A rte E le trô n ic a ) q ue co m p õ em a age n d a cu ltu ral da c id a ­ de de São P aulo há treze a n o s, tenho p o r fo rç a das circ u n stâ n c ia s e ta m ­ b ém p o r e x tre m a a fin id ad e , a c o m p a ­ n h a d o a p e rfo rm a n c e do c irc u ito in tern acional de a rte s, de te n d o -m e n a tu ralm ente nos ev e n to s rela c io n a ­ dos às artes eletrô n ic a s. N esse sentido tenho observ ad o co m o São P aulo v em d e senvolvendo d os últim os dez anos p ara c á , um g en eroso e sólido roteiro cu ltu ral, tran sform ando-se aos poucos na p rin ­ cipal referência cultural da A m érica d o Sul, sobretudo no que diz respeito a p ro gram as audiovisuais. A o m eu ver, a fo rç a fu n d am e n ta l d este ro teiro e s tá na e x istê n cia dos a ssim ch a m a d o s “ e v e n to s re g u la ­ r es” , que são os festiv a is de c in e m a , tea tro , víd eo e , é c la ro , a B ienal In te rn a c io n a l. S ão e sse s e v e n to s , q u e h á q u a se d u a s d é c a d a s têm resistid o brav a m e n te à in sta b ilid a d e d a e c o n o m ia e à fa lta de um a p o líti­

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c a cu ltu ral q u e tan ta s v e z es am e a ç o u a c o n tin u id ad e d e sse s^ Jfõ je to s. T odos n ó s, co n su tn id o res d e arte e p ro d u to res de cu ltu ra au d io v isu al no B ra sil, esp ec ia lm e n te n a c id ad e de São P a u lo , sab em o s a v aliar a im p o r­ tân cia e a en o rm e co n trib u ição p ara a c u ltu ra c in e m a to g rá fic a e m n o sso p aís qu e têm e v en to s c o m o a M o stra In tern acio n al de C in e m a , o rg an izad a tão im p ecav elm en te p o r L eo n C ak o ff, a ssim c o m o o Festiv al de C u rtas, d a Z ita C arv alh o sa. Q u an to s de n ós só tiv em o s a g raça de a ssistir a v e rd ad eiras p é ro las da c in e m a to g ra fia in tern acio n al e x c lu si­ v am en te p o r c a u sa d a “M o stra do L e o n ” , na e sp era a n sio sa p e la p ro g ra ­ m ação d o an o seg u in te. Q u em não se lem b ra d a feliz red e sc o b e rta d o c in e ­ m a nacio n al atrav és d a v irtu o sa g e ra ­ ção de cu rta m e tra g ista s q ue su p erlo ta as salas do M IS d u ran te o s festiv ais de cu rta? P o d em o s fala r tam b ém d a m ara v i­ lh o sa e m p re ita d a te a tra l d a R u th E sco b ar, q ue a c a d a ano tem g a rim p a ­ do pelo m u n d o o q ue h á de m ais m o d ern o e co n tu n d e n te d a arte de rep resen tar, m o v id a co m c e rte za p ela p aix ão ao teatro . O v íd eo e as n ovas tecn o lo g ias co n trib u em tam b ém com b a stan te rele v â n cia p a ra a ag e n d a de “e v en to s reg u la re s” d o ro teiro c u ltu ­ ral d a c id ad e de São P au lo . O V id eo b rasil, em seus quato rze anos de ex istên cia, realizo u o nze e d i­ ções do festiv al, não p o rq u e ten h a interro m p id o a lg u m a e d ição , m as p o r­ qu e p asso u a ser bienal q u an d o da sua tran sfo rm ação de u m festiv al nacional

de víd eo para um festival in tern acio ­ nal de arte eletrô n ica. D esd e en tão , o V ideobrasil vem oferecen d o um esp a­ ço p ara a m an ifestação artística em v íd eo no p aís, rev elan d o talen to s e siste m a tiz a n d o o c o n h e cim en to de suas d iversas lin g u ag en s, tem se c o lo ­ c ado co m o p alco p ara as d iscussões que têm co n d u zid o à c o n sciên cia e à e x p lo ração d o s lim ites e recursos da lin g u ag em v id eográfica. P arale la m e n te , o V ideobrasil c o n ­ trib u iu p ara a b rir ao m ercad o e ao p ro d u to res o leq u e de in o v açõ es te c ­ n o ló g icas. C o n q u isto u esp aço e in te ­ g ração in tern acio n al. F irm o u c o m u ­ n icação p erm an en te co m o circu ito in tern acio n al de arte ele trô n ic á , c u lti­ v an d o rec o n h e c im e n to e trân sito em alg u m as d as m ais im p o rtan tes in sti­ tu iç õ e s c u ltu rais e a rtísticas ao red o r do m undo. P ro m o v e n d o u m in te n so in te r­ c â m b io e n tre a rtistas b rasile iro s e e stra n g eiro s, o V id eo b rasil tro u x e e tem tra z id o , p e la p rim e ira vez ao B ra sil, as p rin cip ais p e rso n alid ad es d e ste u n iv erso artístico . É in q u estio n áv el tam b ém o papel q ue esses “ ev en to s reg u la re s” têm c o m o in cen tiv ad o res p a ra o su rg im en ­ to de ev en to s p aralelo s o casio n ais e q u e, em alguns caso s, vêm apon tan d o tam b ém a lg u m a reg u larid ad e. U m d ad o c u rio so d a a g en d a c u ltu ­ ral d a c id ad e de São P au lo é u m a g ra n d e c o n c e n tra ç ã o d e e v e n to s , esp ec ia lm e n te desses aos qu ais v enho

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m e referindo, no segundo sem estre do an o , m ais p recisam en te entre os m eses de outubro e n ovem bro. E ste fen ô m eno tem um lado in te ressa n tís­ sim o: a atm osfera favorável q ue a c idade adquire com a c ircu lação de o b ras, a rtistas e cu rad o res, p ro v o ca d a p elos a contecim entos m uitas v ezes c o n c o m ita n te s. U m o u tro a sp ec to não tão interessante é a terrível c o rri­ da p a ra v er quem c hega prim eiro na b u sc a do patrocinador, pautas de tea ­ tros e, p ior ain d a, espaço na m ídia. T alvez e ste ja na h o ra de n ó s, curad o res e p rom otores dos eventos reg u lares da cidade de São P aulo, to m arm os um café ju n to s pa ra m o n ­ tar u m calendário em com um acordo p a ra os nossos eventos. Solange Farkas é p r e s i d e n t e e c u r a d o r a d a A s s o c ia ç ã o C u ltu r a l V id e o b r a s il E s t a n is l a u

da

S il v a S a l l es

U m a agenda CULTURAL NÃO DEVE PRETENDER CONTER 0 INCONTÍVEL U m grande pólo econôm ico agre­ gou tam bém um a grande variedade de equipam entos culturais. São Paulo, pouco a pouco, passou a ser referen­ c iada pela generosa oferta de teatros, c inem as, livrarias, cen tros cu ltu rais p arq u es, centros de convenções, g ale­ rias, casas de show. A gora, a m esm a

ind ú stria que tro u x e riq u eza, p ouco a po u co e stá m u d an d o o seu en d ereço. O m a io r p ó lo in d u stria l d a A m é ric a L a tin a cede esp aço a um g ran d e cen tro p restad o r d e serv iço s. E n tre e le s, a o ferta de ben s cu ltu rais. A lém d a d isp o n ib ilid ad e d e eq u ip a ­ m en to s p e rm a n e n te s, co m o m u seu s, g a lerias, teatro s e c in em as, a m etró ­ p o le já se d estaca en tre as p rin cip ais cid ad es do m u n d o p ela in ten sa circ u ­ laç ã o d e p ro d u to s c u ltu rais. A rtes p lá s tic a s , arte s c ê n ic a s , lite ra tu ra , v íd eo , ja z z , d a n ç a, ro ck , c in em a e ou tro s tem as co m p õ e m ev en to s que lev a m a m arca reg istra d a d a cid ad e ou p a ssa m p o r aqui p eram b u lan d o p e la s c a p ita is d o m u n d o c o m o m eg am am b em b es de u m m u n d o g lo ­ balizad o . São eventos que m obilizam pessoas e desm obilizam idéias. D espertam não apenas o interesse dos habitantes da cidade, m as tam bém de outras regiões, até m esm o as m ais distantes. O a co n tecim en to c u ltu ral ag o ra su scita p ro jeto s. A s v ezes co m o n o v a refe rên c ia de m ark ertin g , assin alan d o os ev en to s cu ltu rais co m o u m a p o d e ­ ro sa fren te g erad o ra de riq u ezas. O u tam b ém em esfo rço s q ue p ro cu ram a d efin ição de u m a p o lítica de ação c u l­ tural p ara a c id ad e de São Pau lo . P o lític a qu e p o ssa co m p reen d er desd e o d in am ism o n atu ral dos aco n ­ tecim en to s - esses qu e o co rrem à

revelia d a ação institucionalizada, m as explosivam ente nos “gu eto s” e tribos -, até co nsiderar a cultura com o um instrum ento de intervenção e interfe­ rên cia para o aprim oram ento da vida d as p essoas. A questão é intrincada e com plexa tam b ém é a rede de produção e inter­ ferên cia cultural n a cidade. A linha de m o n tag em d essa n o v a indústria já m obiliza um a grande v ariedade de agências culturais, das m ais variadas naturezas e p ropósitos, co m preenden­ do desde com plexas estruturas em pre­ sariais até singelos núcleos com unitá­ rios. O projeto de u m calendário pres­ supõe, e isso parece m uito in teressan­ te, o encontro desses produtores e a g e n te s de c u ltu ra d a cid a d e . E ntretanto, é preciso co nsiderar que o p ro jeto de u m calen d ário ou um a a genda cultural não deve ser concebi­ do com o a m era definição de um a g rad e de p ro g ram ação , ev itando a c oincidência de im portantes eventos (com o já reclam ou a im p ren sa espe­ cializada), e distribuindo os aconteci­ m entos para ev itar longos, custosos e entediantes períodos de entressafra e o utros dissabores. A agenda deve ser o resultado de u m projeto m ais am plo, que co m ponha e integre as várias pro­ p o stas, enfim , que reflita um a política g eral p ara a cultura d a cidade. M as é preciso estar atento. C idade e com ­ plexidade co m põem rim as perfeitas: m ultiplicidade de idéias, m ultiplicida­ de de sonhos, m ultiplicidade de p ro­ b lem as. M ultiplicidade de encontros e desencontros. C aos e dinam ism o que g eram m uita d or de cabeça em alguns patam ares da cidade, m as quando se d esdobram no plano da cultura, con­ c ebem férteis m otivações para a cria­ ç ão . U m a c u ltu ra p o lifô n ic a , que constrói, questiona, destrói, conserva e reconstrói. E aqui cabe um a im por­ tante questão. E m que m edida um calendário ou u m a agenda conseguem captar, refletir e incentivar todo o d inam ism o e desejável caos cultural de um a grande cidade? Essa agenda não deve pretender conter o incontível. M as sim sistem atizar para perm i­ tir a livre m anifestação e organizar sem correr o risco de se to m ar orgâniE sta n isla u da S ilv a S a lle s é técnico

d o S esc.

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Ilustrações: Paulo Sayeg

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0 ladeira, sobretudo fam iliar. Fresca nas m anhãs, suave nos poentes; tam bém fria nas horas I escuras, deserta nas m adrugadas; aconI chegante em seu ar leve, na quietude II superior, e ainda tirana m elíflua, de ane­ los arm ada, que me libertou num a dire­ ção pré-estabelecida. M as, sobretudo, fam iliar, reconhecível, consistente nas virtudes e nos defeitos. Terreno santo de m inhas lem branças, ponto de equilíbrio I entre o bem e o m al, sítio im antado por grandes duelos, onde conheci a am bigüi­ dade de tudo o que existe. Aprendi quan­ do resolveu me ensinar, é a decorrência. Sinuosam ente, ela galgava o dorso norte da m ontanha, reino das coisas urba; nas: o asfalto, os jardins, as m ansões, as L placas, os seguranças e os serviços em • geral, o pequeno com ércio, a padaria do : português e a creche-escola. Quase ao ■ topo, m inha casa escondia-se por trás de m uros altos, grades e um a porta aparenteI m ente sólida. Lá dentro, a ilusão possível : de infância radiante. A ladeira se fazia reconhecível apenas por sua índole mais branda. Ela me abra­ çava, fam iliar, antes de se m ostrar por inteiro. Escondia suas forças no verso da ! montanha. Quando lhe sorriu a hora, com ) o sorriso frio dos educadores, num estalo ! rompeu minhas fantasias ideais, adquirin­ do com plexidade m ais autêntica; no i fundo por m im pressentida, e que por isso • m esm o, ao aflorar, só aumentou a sensa: ção de reconhecim ento. Tom am o-nos mais íntimos à m edida que me agredia. Na escarpa sul da im ensa pedra, distante, ou m elhor, distanciado, outro reino J aguardava o momento de se revelar; chão I barrento, ar fétido, toscos degraus encaraj pitados uns nos outros, barracos de 1 aspecto agressivo, atm osfera belicosa de ) ilicitudes, m ovim entação sorrateira de < donas-de-casa, burburinho de m oleques verm inados, e sol, e calor. Eu vinha quase em branco, aos doze 1 anos. Barrado na porta do colégio, sem I caderneta, sem identificação, voltava j para casa às oito e m eia da manhã. I Ônibus vazio, orvalho nas m as. O sol - ainda afagava, raiando cristalino, e a t brisa batia mansa. Saltei no ponto, atra3 vessei a praça. Deixei para trás o comér'i cio. Distraía-me pensando em como gas! tar meu tem po, m inha vida nas próximas I horas: aventuras de heróis de plástico? 1 Futebol de botões? M arionetes? Subitamente, vozes atraíram m inha

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atenção. À m eia distância, vi um hom em sentado, de rosto pálido, que sangrava por um corte na testa e abria a boca pro­ curando ar. N o intuito de socorrê-lo, esposa, auxiliares e fregueses o rodeavam aflitos. M ãos frenéticas afrouxavam -lhe o colarin h o , en x u gavam -lhe os suores. A lém do ferim ento na testa, um pré-infarto m agoava o Joaquim padeiro. Testem unhando os gemidos do portu­ guês, m ercadorias espalhavam -se por todo o lado, silenciosas, em arranjo de m uda anarquia. Cartazes haviam sido ras­ gados nas paredes. Lâm padas, quebradas no teto. O espaço era atravancado por engradados atirados a esm o, de cerveja e refrigerante, enquanto o chão era coberto por um núm ero infinito de cacos de vidro, canudos entortados, restos de sanduíches, guardanapos sujos e copos de plástico esfacelad o s. Três ou quatro m oscas sobrevoavam a im undície, com relativo desinteresse. Eu via um quadro de tons escuros sobre o negro, com ponto de fuga naquele rosto, o rosto do valente hom em pálido, retrato de cam es m uito brancas e orgulhosas. Orgulhosas do quê? D a risí­ vel coragem que expressavam diante da m orte. Eu via um jogo violento em m eio à decadência, no qual ato e oportunidade pareciam sinônimos. Ou me enganava eu? Ou seriam-no invariavelmente? A nterior à explosão do ódio no recin­ to, um a grande tristeza abafava a pada­ ria, m anifesta em sua luz m arrom , em seu piso gasto de cerâm ica, em seus refrigeradores carcom idos, que apodre­ ciam sob os balcões de fórm ica. U m raio, quando cai, atende a cham ados? Ato e oportunidade são m esm o um só? U m a tristeza an tig a, c u ltiv ad a, e que eu, em bora freguês ocasional, com prador de balas, sorvetes e gom as de mascar, só então percebi, ou supus vislum brar, na origem daquele m om ento de aflição e de absoluta desordem . A proxim ando-m e tem eroso, captei fragm entos de conversa. - Cinco ou seis m arginais, disse a esposa, apareceram de repente, subindo o m orro pelo nosso lado. - E, atestou com eloqüência imbecil uma freguesa, acrescentando, pareciam droga­ dos... - Um deles conheço de vista, anun­ ciou o balconista nordestino, é mesmo hom em do tráfico; mas subindo por aqui? - A ladeira é tão vigiada, especulou um freguês solidário. - Isto lá os preocupa, aos animais! - esbravejou o padeiro, semi-apoplético, entre gemidos de dor.

- A gridem -me sem m otivo, espatifam as vitrinas de meu estabelecimento, viram as latas do meu lixo, e quem os irá casti­ gar? Tu, eu, a esposa; tu, Ceará? Estão a se rir de nós, estão a se rir, gritou, caindo num dolorido acesso de tosse, que o fez crispar a m ão sobre o om bro esquerdo. Sem querer presenciar o desfecho do episódio, retom ei a subida até m inha casa, m ansam ente, disposto a afastar da cabeça o ocorrido. - M enino! - ouvi chamarem. Ao me voltar, deparei com uma das enferm eiras de circunstância. Era uma senhora m agra, num vestido gasto, com mãos e braços ressequidos, cabelos pre­ sos sob um lenço m al-am arrado, e cujo rosto era coberto por um a forte m aquia­ gem branca, delineando os sulcos das m uitas rugas. - N ão vá! Berrou com voz estridente, pondo à m ostra seus dentes escuros e denotando surpresa por me ver prosseguindo em m eu trajeto. - Estão soltos por aí! Sem pensar, fugi ladeira acima. Tive m edo de aprender as lições contidas no episódio da padaria, desejei afastar-me. Resisti em nom e das esperanças no futu­ ro, em nom e das felicidades por serem construídas, em nome da autodeterm ina­ ção dos indivíduos nos labirintos do tem po. E m nom e de todas essas entidades que agora sei imateriais, mas que, não obstante, possuíam form a na arquitetura vaporosa de m inha infância. M as foi em vão essa fuga. Imaginando escapar, diri­ gi-m e à consciência da qual eu corria. Parei cem metros adiante. Havia um resto de brilho no asfalto úmido, as calça­ das continuavam tranqüilas, os m uros, impassíveis, o ar, leve. Por força do hábi­ to, as ameaças me pareceram novamente distantes, e a distância julguei purificado­ ra da realidade. Passei um a curva, depois outra. Um carro desceu correndo a ladei­ ra. Uma revoada de pássaros alçou vôo, abandonando a copa das árvores e partin­ do rumo ao poente. Uma jovem senhora passeava em traje de esportes, uma em pregada dom éstica voltava da feira, ambas despreocupadas. Dei braços à tranqüilidade, que me conduziu por alguns instantes. Já as ofertas do ócio voltavam-me às idéias, quando nova aglom eração apre­ sentou-se diante de mim. Vislumbrei os portões da creche-matem al abertos, cer­ cados de pessoas alvoroçadas. Deles, saíam mães e crianças, curvadas sobre si

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m esmas, como alvos móveis protegen­ do-se de um inimigo invisível, indo abri­ gar-se espavoridas no interior de ricos autom óveis. Um guarda, de uniforme cinza e coturno preto, ele próprio de pele escura, ouvia atenciosam ente a descrição do acontecido, feita por quem julguei ser a diretora do estabelecimento. Ela contava que cinco feras, sem m o­ tivo, com prazendo-se apenas em disse­ m inar o terror, haviam sitiado a creche, escalado os m uros em volta do pátio, agarrando-se ao gradil que os encim ava, com dedos sujos e rom budos entrelaça­ dos aos gom os de ferro, com rostos am eaçadores distorcidos em caretas pavorosas, com bocas ferozes escarrando verde. A diretora contava com o haviam balançado as grades, prestes a invadir a escola, sacudindo-as com todas as for­ ças, em meio a uivos, gritos, novos escarros e xingam entos, criando verda­ deira histeria entre as pobres crianças, provocando um corre-corre frenético, um a gritaria ensurdecedora de professo­ ras, bedéis e alunos. Então, de repente, cansaram -se e partiram , sem mais aque­ la, deixando todos em desespero. - N em sei o que faço com m inhas funcionárias, exclam ava a diretora. - O que digo aos pais? Tudo aconteceu em plena hora do recreio, quando as crianças, todas expos­ tas, lanchavam ou brincavam , pulando elástico ou am arelinha. - Com o encaro o espelho? Com o entendo esse com portam ento de bicho - as crianças debatendo-se pelo pátio, cercadas de anim ais ferozes? O que podem ter feito, tão pequenas que são, para m erecerem isso? Uma vez relatado o ata­ que, o guarda, um brutam on­ tes solene, anunciou conclu­ sões e providências. - Voltam à favela, bloquearei a rua daqui para cim a, enquanto reforços não chegam. Ouvindo isso, pus-m e a correr novam ente. Q ueria chegar em casa, sem dúvida, antes que fechassem a ladei­ ra, mas agora também atiça­ ra-se m inha curiosidade. Tinha vontade de saber quais outras marcas deixariam os vândalos em sua passagem. Onde se gerou esta curiosida­ de? - pergunto-me até hoje.

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De que form a o medo natural transfor­ m ou-se em audácia? M oveu-m e o im pul­ so de testar a onipotência dos anos ado­ lescentes? Teria eu pressentido algo de filosoficam ente educativo nos odiosos atentados? Ou sim plesm ente ascendi rumo ao que me fora prescrito? E, no caso de qualquer um a dessas hipóteses ser a correta, em que exato instante ela com eçou a se concretizar? A ladeira revelava gradualm ente seus segredos, mas sem negar o que era antes, sem quebrar a impressão de fam iliaridade que sem pre a caracterizara, apenas expandindo sua natureza. Talvez por isso, afinal, eu não me acovardasse. Apertei o passo, continuando a subir. Venci a grande casa de m uros brancos, a m ansão ocre, a de janelas verdes, e fui subindo, até que, entre um portão e outro, atentei para o esvaziamento ao meu redor. No sentido ascendente, pensei, em decor­ rência da interdição da ladeira a partir da creche. M as ninguém que já estivesse no alto parecia atrever-se a pôr os pés fora de casa. O que antes era m ovim entação de pedestres, agora havia estancado; o ir e vir dos autom óveis interrompera-se; cessara o balanço nas folhas das árvores, e mesmo o vôo do ar, que era brisa constante, havia acabado sem explicação. A inda assim , m inha fam iliaridade com o local me puxava para o alto, atraindo-me ao m om ento de receber a segunda

m arca, à hora de me entranhar definitiva­ m ente com os ensinam entos que me haviam sido reservados. Todos os ele­ mentos da ladeira, animados e inanima­ dos - pedestres, autom óveis, pássaros, folhas das árvores e brisa -, pareciam am ed rontados, paralisados ante uma força que reconheciam maior. Deixa­ vam -m e isolado, indefeso, lim itando-se a assistir o cum prim ento de meu destino. Eu, de m inha parte, sentia a iminência de um a dolorosa revelação; novos conheci­ m entos em troca de novos sacrifícios, pois não há uns sem os outros. Nessa atm osfera pesada, vindo na curva do outro lado da rua, surgiu-me a figura de um velho delirante. Ele vinha transido, pungente em sua dor. Descia a ladeira vagaroso, tinha na cabeça uma coroa de flores m urchas e desalinhadas. Vestia-se com um a longa e andrajosa túnica de lona grossa. Suas barbas grisa­ lhas em aranhavam -se aos longos cabelos brancos, destacando dois olhos que cho­ ravam , verm elhos com o conchas em brasa, das quais escorria chum bo derreti­ do. A boca aberta num grito m udo, os passos lentos, de penitente, de fantasma que arrasta os pés, que arranha as portas, dilacerado por sofrimentos intermináveis. O velho trazia nos braços o cadáver de um perdigueiro, cuja língua tombava frouxa, denunciando a m orte recente. Chagas espalhavam -se por todo o pobre anim al. O m endigo camba­ leava, raquítico, padecendo para carregar o defunto e sucumbindo ante o peso da tristeza, da velhice e da soli- : dão. Instantes depois, gutural, sua voz finalmente ven- ! ceu a longa distância entre o ar e a origem profunda do sentimento: - Hom ens sem alma! O que eu não faria com vossas ■ forças? Q uantos a castigar, quantos a proteger... Eu não m erecia, não m erecia... A p e - 1 nas um amigo eu tinha, e agora morreu... E o velho encrespou o sem blante, esgarçou os teci­ dos da garganta: -T raid o res! Vós vos diz­ eis filhos de Deus, feitos à Sua imagem e semelhança, mas foi o Demônio quem vos com prou; vós vos dizeis

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hom ens, senhores do intelecto, m as a razão se refugia nas bestas, para escapar à sua corruptora natureza. Quem são os I filhos de Deus? Quem detém os segredos do mundo? Se fordes vós, antes um a boa morte. Em m ãos erradas, de que valem tais ascendências ou virtudes? E, novamente, caindo no desespero: - Cão, se tu voltasses a viver... M as é n impossível... Talvez em ti Deus se apreI! sente m elhor, talvez em ti a razão se abriil gue, mas a vida te foi arrancada, e os que a levaram, incólum es, seguiram caminho. í Os honestos são os impotentes, e a m aior j crueldade estará sempre no que é gratui. to. Lágrim as que sulcam m eu rosto, solui( ços que explodem em meu peito, amigo :> inerte que carrego, no m omento em que ? faço este pedido, sirvam de testemunhas: 1 Oh, Deus! Um a boa morte, eu quero um a ;( boa morte. Tirai-me deste palco trágico, ri Tirai-me deste personagem insano que 1 represento, orgulhoso, cheio de invejas e I rancores. Estais ouvindo, Senhor? Após segundos de intensa gritaria, 1 durante a qual o andarilho encenou um a li coreografia de m orte, um a dança meio R m acabra, rodopiando o próprio corpo e o ) cadáver em seu colo, virando-se para li todos os lados, à procura do resgate r implorado. M as, sem dem ora ele se aperí: cebeu do eco vazio que lhe vinha encon£ trar, respondendo com o infinito. Em seu } espírito, o rancor deu espaço à mágoa, Vlevando-o a explodir em s prantos redobrados, em meio (ao s quais só pude ouvir, iqcomo que num gem ido, i enquanto ele apertava o rosto do cachorro ao seu. - Per­ il doai... perdoai... O m endigo passou por » mim às lágrimas, arrastando oi ladeira abaixo pés, trapos e odores. Imensa dó acudiu-me na m inha perplexidade, uma 1 vaga de com padecim ento pela ruína do hom em . No entanto, apesar de m inha juventude, aquela visão, soI mada aos acontecimentos do dia, me fez enxergar as engre­ nagens do destino, essa teia mais delicada e poderosa. Pude entender como a deca­ dência conformista do padei­ ro atraiu o ataque dos margi­ nais a seu estabelecimento; de que forma a inocência das

Í

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crianças era artificial e m erecia o trata­ m ento de choque aplicado e, sobretudo, como a impotência do m endigo, sua resig­ nação, sua autopiedade em último nível, eram co-responsáveis pelas desgraças que o haviam acometido. Traidores existiam , dè fato, hom ens selvagens, anim ais, lobos vorazes soltos pelo m undo. M as para cada traidor há alguém implorando para ser traído; para cada ato com etido, há um a oportunidade criada. O invocado pelo m endigo como razão m aior de sofrimen­ to, a gratuidade, é algo que não existe. N ada que nos acontece é alheio a nossa natureza, descabido em nossa biografia. V á lá que um núcleo de solidariedade hum ana deva subexistir a tal constatação, mas sem apagar, na alma do culpado, a fonte das culpas, no organismo da cobaia, a origem da experiência. Cam inhei por mais alguns m inutos, tonto, abalado. Afinal avistei o portão de m inha casa. A lgum a coisa arrastava-se pelo chão, sem form a nítida, retorcen­ do-se. Aproxim ei-m e e reconheci meu pai. Com as m ãos na barriga, ele continha o jorro de sangue que brotava de um feri­ m ento à bala. - Pedro, ele me cham ou, ofegante. - Cinco hom ens atacaram a casa, tua m ãe está m orta, teus irm ãos, a cozinheira, o copeiro, e eu, Pedro, que m orro tam bém. T rêm ulo, ajoelhei-m e a seu lado, segurando-o em meus braços. Todos m or­

tos... Por quê? - indaguei. - Fui poupa­ do? - O tem po dirá, filho querido, ele res­ pondeu. - Os hom ens nunca sabem. Esta é indagação a que todos temos direito. De onde vieram nossas alegrias? Com o cres­ ceram nossas dores? Entre ardências lan­ cinantes, m eu pai continuou, devolven­ do-me a pergunta. - Por que um ganhou sobrevida? Por que outro sucumbiu? - N ada é gratuito, eu respondi, sur­ preso com igo m esm o, com a força de m inha resignação perante os aconteci­ m entos, com m inha coragem ao assum ir as responsabilidades sobre o que me acontecesse, por todo o resto da vida. - N ada que nos acontece é alheio a nossa natureza, ratificou m eu pai, orgu­ lhoso de m im , mas com a voz já fraca. - Eu tam bém aprendi isso. Então, se pas­ samos a vida nos debatendo, a procurar onde se soltou o prim eiro fio do novelo, o gerador do fato que agora sucede, causa a um só tem po distante e interior, se tudo isso é verdade, filho, esta é real­ m ente indagação a que todos tem os direito. M as, para respondê-la, além do direito é preciso o tem po, e esse já não possuo, encerro aqui m inha busca para descobrir o porquê dos acontecim entos de m inha vida. E tu, o que vais fazer? O que vais fazer? Antes que eu respondesse, suas mãos apertaram a região do ferim ento, meu pai contraiu o rosto num a última careta de dor. Encontrara o alívio da morte. Pousei-o no meio fio, ergui-me controlado. O que fazer senão prosseguir? - Eu pergunto. N ão entrei em casa. Para quê? Não era só lá que eu conheceria as causas de meu destino, ou melhor, a m im m esm o. Toda a ladeira era meu território, tudo nela me dizia respeito, nada me era estranho. U sando-a como guia, retomei a subida pela trilha dos marginais. Eu estava solto no ar, possuído pela ambigüi­ dade do que é real. A chave de tudo exibia-se no mundo apa­ rente, mas também se escon­ dia dentro de mim; paradoxal e concom itan tem ente, na escarpa sul da montanha. R o d r i g o L a c e r d a é e s c r it o r , a u t o r d e A D in â m ic a d a s L arva s, e n tr e o u t r o s .

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ROTEIRO SELETIVO DE ATIVIDADES CULTURAIS, ESPORTIVAS E DE SA Ú D E DO SESC DO ESTADO DE SÃO PAULO

E m C a rta z F ev er eir o

de

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Arquivo

Divulgação

O Centro Experimental de Música abre inscrições de seus cursos para principiantes. Os instrumentos violino, viola, contra-baixo, percussão e violão são fornecidos pelo Sesc. Através de pedagogia própria, o participante desenvolve um novo meio de expressão. Neste mês, a intensa programação de teatro infantil oferece várias opções, em quase todos os Sesc. Entre elas Histórias Con Desperdícios, do grupo argentino El Teatro de la Plaza, Za Bumba, da Cia. da Tribo (foto), e o teatro de animação da Cia. Truks.

E TEATRO

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MÚSICA

42

DANÇA

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ARTES PLÁSTICAS & VISUAIS

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LITERATURA

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CINEMA

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ESPORTES

49

CORPO & EXPRESSÃO

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NATUREZA & MEIO AMBIENTE

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SAÚDE & ALIMENTAÇÃO

55

INFANTIL

55

TERCEIRA IDADE

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FÉRIAS & TURISMO SOCIAL

63

INTERIOR

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TEATRO DE RUA. O f i c i n a q u e d á , o p o r tu n id a d e a o a lu n o a to r e m d e s e n v o lv e r a s u a c r ia tiv id a d e e e x p re s s ã o . A d in â m ic a a s e r p ra ­ tic a d a s e r á v iv a e i n te n s a , m is t u a n d o té c n ic a s te a tr a is , c ir c e n ­ s e s e m u s ic a is . O r ie n ta ç ã o d e P a m e la D u n c a n , a triz , d i r e to r a , a r te e d u c a d o r a . T e rç a s o u q u a r ­ t a s , d a s 1 9 h à s 2 2 h . R $ 4 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) , R $ 4 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 9 6 ,0 0 . 2 0 v a g a s . A p a r tir d e 1 4 a n o s .

SESC Pompéia Aula Aberta TEATRO DE RUA. E n c o n t r o p r á t i ­ co o n d e se rã o a b o rd a d o s a sp e c ­ to s d a e x p r e s s ã o c o r p o r a l, r e la x a ­ m e n to , té c n ic a s d a v o z , im p ro v i­ s a ç õ e s e m ím ic a , o r i e n t a ç ã o d e P a m e l a D u n c a n , a tr iz e d i r e t o r a t e a t r a l . D ia s 4 e 5 , d a s 1 9 h à s 2 2 h . 2 5 v a g a s . A p a r tir d e 1 5 a n o s . G r a tu ito .

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r e c e n t e m e n t e , e a r r a n j o s ja z z ís ticos de su cesso s da M PB e do pop i n te r n a c i o n a l , c o m o M u ito , d e C a e ta n o V e lo s o , U n c h a in M y H e a r t , d e R a y C h a r l e s , E la , d e G i l b e r t o G il e F u n D a y , d e S t e v i e W o n d e r. P a rtic ip a m A d ria n o B u s k o n a p e r c u s s ã o , K ik o M o u r a n a g u i ­ t a r r a e C a rlin h o s M o re ira n o s a x a lto . D e 3 a 5 , à s 1 9 h . G r á tis .

Miriam Maria. D e p o i s d e p a r t i c i ­ p a r d o s d is c o s d e Ita m a r A s su m p ç ã o , J o s é M ig u e l W is n ik e C h ic o C é s a r, M íria m M a ria p r e p a ­ ra n e s s e s s h o w s a g ra v a ç ã o d e s e u p rim e iro C D s o lo , R o sa F e r v i d a e m M e l. N o e s p e t á c u l o in te r p r e ta c a n ç õ e s d e M a rtin h o d a V ila , C h ic o B u a r q u e , Z e c a B a le r o e C h ic o C é s a r, e n tr e o u tr o s . D e 1 8 a 2 0 , à s 1 9 h . G rá tis . Gilvan de Oliveira. V i o l o n i s t a , c a n to r, c o m p o s ito r e a rra n ja d o r, G ilv a n já a c o m p a n h o u a r tis ta s c o m o M ilto n N a s c i m e n t o e P e n a B ra n c a e X a v a n tin h o , e n tr e o u ­ tro s. N e ss e s s h o w s, a p re s e n ta c o m p o s iç õ e s p ró p ria s e de C a e ta n o V e lo so , H e rm e to P a s c o a l e P ix in g u in h a , e n tr e o u tr o s . D e 2 4 a 2 6 , à s 1 9 h . G r á tis . CONCERTOS COMENTADOS. S é ­

S how s CÂMBIO NEGRO. N a c o n t i n u i d a d e

Aprendendo a Atuar

d e u m a p ro g ra m a ç ão q u e c o n ­ te m p la o jo v e m , e s ta re m o s tra z e n ­ d o u m d o s g ru p o s d e m a io r e x p r e s s iv id a d e n o c e n á r io d o ra p n a c io n a l. N a f o r m a ç ã o , X (v o c a l), M a r c e l i n h o ( p i c k u p s ) , B e ll ( g u i t a r ­ r a ) , L u iz ( b a i x o ) e R i t c h i e ( b a t e r i a ) . D ia 2 3 , à s 1 6 h 3 0 . S o l a r iu m . G r á tis .

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Misturando técnicas circenses, teatrais e musicais, a atriz Pamela Duncan dá ao aluno orientação para desenvolver a criatividade e expressão. Terças ou quartas, das 19h às

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SESC Consolação

22h. Sesc Pompéia Paulo Brioschi. C o n t r a b a i x i s t a e a r r a n j a d o r , P a u lo B r io s c h i, o B ira , a p re s e n ta n e s s e s s h o w s c o m p o s i­ ç õ e s d o s e u p rim e iro C D la n ç a d o

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rie d e s h o w s a p r o x im a n d o m ú s i­ c o s e p ú b lic o e m to r n o d a p r o d u ­ ç ã o m u sic a l e m in s tr u m e n to s d e c o r d a s c o m a r c o . D ia s 1 9 , 2 1 , 2 4 , 2 6 e 2 8 , à s 2 0 h 3 0 . G r á tis .

ESPAÇO ABERTO. O b r a s i l e i r o é m u n d ia lm e n te re c o n h e c id o p o r s e u s w in g , ritm o e r iq u e z a m u s i­ c a l, ta n to n o q u e s e r e fe re à c o m ­ p o s iç ã o q u a n to à in te rp re ta ç ã o . A s s im , o S e s c Ip ira n g a a b r e u m e s p a ç o p a ra q u e d iv e rs a s m a n ife s ­ ta ç õ e s m u sic a is se ja m m o s tra d a s p o r c a n to re s /c o m p o s ito re s c o n s a ­ g ra d o s o u n ã o . A s a p re s e n ta ç õ e s a c o n te c e m d u a s v e z e s p o r m ê s , à s s e x ta s , s e m p re à s 1 9 h 3 0 , n a Á re a d e C o n v iv ê n c ia . G r á tis . D ia 1 4 Misty - a b r i n d o o p r o j e t o , e s t a c a n ­ t o r a - v o z r e v e la ç ã o d o ja z z e m 1 9 8 8 - m o s tr a r á to d a a e x te n s ã o d e s u a v o z in te rp re ta n d o g ra n d e s n o m e s d a M P B , a l é m d o j a z z . D ia 2 8 - Maria da Paz - a c o m p o s i t o r a , in té r p r e te e v io lo n is ta fa z u m s h o w a c ú s tic o o n d e a p r e s e n ta u m re p e r­ tó r io d e c o m p o s iç õ e s p ró p ria s c o m v á r io s r i tm o s b e m b r a s ile ir o s , te n d o c o m o a c o m p a n h a m e n to a p e r c u s s ã o d e C lá u d io P in to .

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SESC Ipiranga ESCOLAS DO SAMBA. F e v e r e i r o t e m c a r n a v a l! N a d a m e lh o r d o q u e re u n ir o s v a r ia d o s e s tilo s d e s t e g ê n e r o m u s ic a l a p a r tir d a s e g u i n t e p r o g r a m a ç ã o : Dia 9 O rig in a is d o S a m b a e R o y c e d o C a v a c o . Dia 10 - K a t i n g u e l ê . Dia 11 - T h o b i a s d a V a i - V a i. Dia 16 M a r t i n h o d a V i l a . Dia 23 - P a u l i n h o d a V io la . N o P a lc o d o L a g o , s e m ­ p re à s 15h. SESC Interlagos

Felipe Cubano Quarteto. O s a x o ­ f o n i s t a F e lip e L a m o g lia , d e s d e 1 9 9 1 n o B r a s il, v e m c o m o p ia n is ­ t a P e p e B a c o n a l e o b a t e r i s t a T u to F e rra z, p a ra to c a r s a ls a , s a m b a e r itm o s c a r ib e n h o s . O b a ix is ta S iz ã o M a c h a d o c o m p le ta o Q u a r­ t e t o . D ia 3 , à s 1 8 h 3 0 , n o A u ­ d itó r io . G rá tis . Curare Quinteto. V a l s a s b r a s i l e i ­ ra s , s a m b a s , m a r a c a t u s e b a iõ e s s ã o o re p e rtó rio d o g ru p o d e jo v e n s in s tr u m e n tis ta s p a u lis ta ­ n o s f o r m a d o p o r T ia g o C o s ta a o p i a n o , G o i o L im a n o s a x e f l a u t a , R ic a rd o M a ts u d a n o b a ix o , P e p a D 'E l i a n a b a t e r i a e D a n i e l S a l l e s n o t r u m p e t e . D ia 1 7 , à s 1 8 h 3 0 , n o A u d itó r io . G r á tis . Trem de Corda. O T r e m v e m d e C a m p i n a s p a r a t o c a r V illa L o b o s , E r n e s to N a z a re th , A ry B a rro s o , V a ld ir A z e v e d o . O c o n d u t o r é o

Fevereiro 97


EM CARTAZ il : >| 1

v io lo n is ta e p ro fe sso r Jo s é E d u a rd o G ra m a n i e tra z s e u b a n d o lim . Iv a n V ile la t r a z v io lã o e v io la c a ip ir a e L a ra Z ig g ia tti v e m c o m v io lo n c e lo e d e v e m t r a z e r s e u C D T r ilh a s . D i a 2 4 , à s 1 8 h 3 0 , n o A u d itó r io . G r á tis .

MÚSICA NO ARICANDUVA. E s ­ p a ç o p e r m a n e n te m e n te a b e rto p a ra d ifu s ã o d e b o a m ú sic a e s e u s in té r p r e te s , p o s s ib ilita d iv e r ­ s o s e s tilo s , p riv ile g ia n d o n o v a s te n d ê n c ia s e e x p e rim e n ta ç õ e s , se m e s q u e c e r n o m e s e tra b a lh o s já c o n s a g r a d o s . V e ja p r o g r a m a ­ ç ã o a s e g u ir.

I

r r il I

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in flu ê n c ia s d e g r a n d e s p o e ta s d e s u a r e g i ã o c o m o L u iz G o n z a g a , A lc e u V a le n ç a e o u t r o s . P a r tic ip o u e m 8 5 , d o " F e s tiv a l d o s F e s tiv a is " d a R e d e G lo b o , d e s d e e n tã o te m fe ito p a r c e r ia s i m p o r ta n te s c o m J a n e D u b o c , B e to M i e o u t r o s . N e s te s h o w tra z to d a v e r s a tilid a ­ d e , b a g a g e m d e p e s q u i s a s d e rit­ m o s e s o n s c o m o x o te , e m b o la d a , f r e v o e tc . D ia 2 2 , à s 1 5 h .

Banda Frevo. M ú s i c o s d e S ã o P a u lo , R io , e P e r n a m b u c o , c o m in f lu ê n c ia s d is tin ta s ju n ta r a m - s e e e s tã o fa z e n d o o fre v o m o d e rn o , c o m n u a n c e s e le tr ô n ic a s . N e s te s h o w r e s g a ta a m u s ic a lid a d e e tr a ­ d iç ã o d a s m a rc h in h a s d o s g ra n d e s b a il e s c a r n a v a le s c o s . D ia 8 , à s 1 5 h .

TARDES DE BLUES. O C e n t r o

Banda Agueré. F o r m a d a e m 9 3 , ' c o m m ú s ic o s b a ia n o s , p a r te in te ­ g r a n te d o G r u p o C u ltu ra l A fro A g u e r é . T r a b a lh o m a r c a d o p e la p e rc u rs s ã o e to q u e d o s ta m b o ­ r e s r e g is tr a d o e m s e u p rim e ir o C D , c o m c o m p o s iç õ e s p ró p r ia s e a lg u n s s u c e s s o s já c o n s a g r a ­ d o s d e o u tro s g ru p o s c o m o O lo d u m , A r a k e tu , T im b a la d a e tc . D ia 1 6 , à s 1 5 h . Tavinho Limma. C a n t o r , c o m p o s i ­ to r, m ú s ic o p e r n a m b u c a n o , s o fre u

Fevereiro 97

A intérprete Misty abre o Espaço Aberto, destinado a compositores, consagrados ou não, mostrarem o balanço da música brasileira.

p e tá c u lo s m u s ic a is c o m r e n o m a d o s a r tis ta s d a M P B e tr a n s m is ­ s ã o a o v iv o p e la T V C u ltu r a . D o m in g o s , à s 1 1 h .

SESC Interlagos

Magali Géara & Banda. A t r i z e c a n to r a p e rs o n a liz a s u a s in te rp re : t a ç õ e s c o m u m a lin g u a g e m c ê n i­ c a , c o m p o s iç õ e s d e g r a n d e s p o e - ta s d e n o s s o c a n c io n e iro c o m o i S in h ô , A s s is V a le n te , N e ls o n f C a v a q u in h o e o u tro s . T o d o s o s £ C a r n a v a is , s h o w q u e t r a z r e p e r t ó i rio d e f r e v o s e m a r c h i n h a s d e í C a r n a v a l . D ia 1 1 , à s 1 5 h .

F. Lucrécio Jr./Divulgação

PROGRAMA BEM BRASIL. E s ­

SESC Itaquera

Jarbas Mariz & Banda. C a n t o r , in s t r u m e n t is ta , c o m p o s it o r c r ia ti­ v o , tra z n a b a g a g e m u m "B a la io d e S o n s " , re s u lta d o d a e x p lo ra ç ã o d e d iv e r s o s r itm o s c o m o fo rró , x o te , e m b o la d a q u a d r ilh a e m a r a c a tu . T em p a rc e ria s e m se u C D , n o m e s c o m o T o m Z é , L u la , C ô r te z , C h ic o C é s a r , D id a F ia lh o e o u t r o s . T e m c o m o r e f e r ê n c ia s r itm o s d o N o rte e N o r d e s te s e m s e r r a d ic a lm e n te r e g io n a l is ta . D ia 9 , à s 1 5 h .

Festa da MPB

E x p e r im e n ta l d e M ú s ic a d o S e s c a p re s e n ta , n a s ta rd e s d e sá b a d o , u m a d a s fo rm a s d e m ú s ic a p o p u ­ la r n o rte -a m e ric a n a q u e m a is in f lu e n c io u o c e n á r io m u s ic a l p o p d e s te s é c u lo . N a s c id o a p a r ­ tir d o s s p ir itu a ls e c a n ç õ e s d e tr a ­ b a lh o d o s n e g r o s , o b lu e s m a r ­ c o u p ro fu n d a m e n te o d e s e n v o l­ v im e n to d o ja z z e d o ro c k e m t o d o o m u n d o . V e ja p r o g r a m a ­ ç ã o a s e g u ir.

Sesc Ipiranga. Confira no Roteiro

SESC Consolação Crocodile Juice. F o r m a d a p o r B ib b a C h u q u i, v o z e p e r c u s s ã o ; M a rc o s M e n d o n ç a , g u ita r r a e v o z , e M a rc e lo G ia n g r a n d e , v io lã o e g u ita r r a , a b a n d a a p r e s e n ta u m n o v o p ro je to m u sic a l q u e m e s c la fu n k e a m b ie n t m u sic . O g ru p o tr a z n o v a s v e r s õ e s d e S ly S to n e e C u r tis M a y f ie ld e c l á s s i c o s d o b lu e s e rh y th m & b lu e s . D ia s 19 e 8 , à s 1 6 h . G r á tis . Clara Ghimel. D e p o i s d o s p a s ­ s e i o s p e lo ja z z e p e la b la c k m u s ic , a c a n to r a b a ia n a C la ra G h im e l in c lin o u - s e d e f in itiv a m e n te p e lo b lu e s . E m s e u p rim e iro C D te v e a c o m p a n h a m e n t o d o T r io d e A n d ré C h ris to v a m , g u ita r r is ta q u e ta m b é m a s s in a a p ro d u ç ã o e d ire ­ ç ã o m u s ic a l d e s e u s h o w . D ia s 1 5 e 2 2 , à s 1 6 h . G r á tis .

VIOLINO & FAMÍLIA. E v e n t o q u e a p r e s e n ta a o p ú b lic o o s in s tr u ­ m e n to s d e c o rd a c o m a rco d a o r q u e s tr a s in fô n ic a , s e u p r o c e s s o d e c o n fec ç ão , p ro d u ç ão d e so m , p rin c ip a is c o m p o s ito r e s e in s tr u ­ m e n tis ta s e o u tr a s p a r tic u la r id a ­ d e s . V e ja p r o g r a m a ç ã o a s e g u ir .

SESC Consolação

Música Ligeira. I n t e g r a d o p o r M a rio M a n g a , v io lo n c e lo , F á b io T a g lia f e r r i, v io la e R o d rig o R o d r ig u e s , v io lã o e s o p r o s , o tr io a p re s e n ta n a a b e rtu ra d o e v e n to u m r e p e rtó rio v a ria d o a rr a n ja d o e s p e c ia lm e n te p a ra a fo rm a ç ã o . D ia 1 7 , à s 2 0 h . G r á tis . Exposição. M o s t r a s o b r e a c o n ­ f e c ç ã o , s o n o r id a d e e o u tr a s in fo r­ m a ç õ e s a r e s p e it o d o v io lin o , d a v io la , d o v io lo n c e lo e d o c o n tr a ­ b a ix o , in s tr u m e n to s s in f ô n ic o s i n te g r a n te s d a f a m ília d o v io lin o . A e x p o s iç ã o a p r e s e n ta m a te ria l d e ta lh a d o q u e c o m p õ e c a d a in s ­ tr u m e n to , o tr a b a lh o a r te s a n a l d e e n ta lh e e m o n ta g e m e te rm in a is m u ltim íd ia c o m a m o s tr a s d e s o m d o s in s tr u m e n to s e m v á ria s c o m ­ b in a ç õ e s. D e 17 d e fe v e re iro a 15 d e m a r ç o , d a s 9 h à s 2 2 h . G r á tis . Aulas Abertas. A t i v i d a d e p r á t i c a c o le tiv a c o m in s t r u m e n t o s f o r n e ­ c id o s p e lo S e s c . C o o r d e n a ç ã o d o s in s tru to re s d e c o r d a s d o C E M . N ã o é n e c e ss á rio c o n h e c im e n to e m m ú s ic a . D ia s 1 8 ,2 0 , 2 5 e 2 7 , à s 1 6 h o u à s 1 9 h . G r á tis .

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■ Masterclasses. A t i v i d a d e d i r i g i d a a in s tr u m e n tis ta s d e c o r d a s c o o r ­ d e n a d a p o r a lg u n s d o s m e lh o r e s m ú s i c o s d o p a ís . D ia s 1 9 , 2 1 , 2 4 , 2 6 e 28, às 16h. Oficina. T é c n i c a s d e m a n u t e n ç ã o , lim p e z a e c o n s e r v a ç ã o d e in s tr u ­ m e n to s d e c o rd a s c o m a rco . C o o r d e n a ç ã o d o lu th ie r M a u ro C a lix to . D ia 2 1 , à s 1 6 h . G r á tis . Música Erudita ALEH FERREIRA, REGIONAL E QUARTETO DE CORDAS HOME­ NAGEIAM 100 ANOS DE PIXINGUINHA. O p r o g r a m a d e m ú s i c a e r u d i ­ ta d o S e s c Ip ira n g a a b re s u a te m ­ p o ra d a d e 97, co m u m a h o m e n a ­ g e m a e s te q u e fo i u m d o s g r a n d e s c o m p o s ito r e s d a m ú s ic a b ra s ile ira . O m ú s ic o , c o m p o s ito r e o r q u e s tr a d o r A le h F e r r e ir a , to c a s e u b a n d o ­ lim a c o m p a n h a d o p e l o s g r u p o s Q u a r t e t o d e C o r d a s e R e g io n a l . D ia 2 1 , à s 2 1 h . G r á tis .

SESC Ipiranga Cursos CENTRO EXPERIMENTAL DE MÚSI­ CA DO SESC. O f e r e c e a t i v i d a d e s

Sábados Azuis O blues é o tema das tardes de sábado no Sesc Consolação. Apresentado pelo CEM (Centro Experimental de Música), o estilo norte-americano influenciou ritmos como o jazz e o rock. Confira no Roteiro.

p a r a u m p r i m e i r o c o n ta t o c o m a lin ­ g u a g e m m u s ic a l. A m a io ria d o s c u r­ s o s n ã o e x ig e c o n h e c im e n to a n te ­ rio r e m m ú s ic a e o s in s tr u m e n to s v io lin o , v io la , v io lo n c e lo e c o n tr a ­ b a ix o - s ã o f o r n e c id o s p e lo S e s c p a ­ ra a s a u la s e e s t u d o s in d iv id u a is . A s a tiv id a d e s s e g u e m u m a p e d a g o g ia p r ó p r ia d e e n s in o c o le tiv o q u e fa z d a m ú s ic a u m m e io d e e x p re s s ã o d a s p e s s o a s . In s c riç õ e s d e 19 a 2 2 .

SESC Consolação Violino e Viola. I n i c i a n t e s . C o o r ­ d e n a ç ã o d e J o ã o M a u ríc io G a lin d o , i n s tr u to r d o C E M . T e rç a s e q u in ta s , à s 14h o u 18h30. D e 4 d e m arç o a 2 6 d e ju n h o .

Violoncelo. I n i c i a n t e s . C o o r d e n a ­ ç ã o d e L e o n e l D ia s, in s tr u to r d o C E M . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 4 h o u 18h30. D e 4 d e m arç o a 26 d e j u n h o . Contrabaixo. I n i c i a n t e s . C o ­ o rd e n a ç ã o d e G e rso n F ru tu o so , in s tru to r d o C E M . T e rç a s e q u in ta s , à s 14h o u 18h30. D e 4 d e m arç o a 26 d e ju n h o . Orquestra de Cordas. A v a n ç a d o . C o o rd e n aç ã o d e Jo ã o G a lin d o , L e o n e l D ia s F ru tu o s o , in s tr u to r e s d o ç a s , à s 1 6 h o u q u a r ta s e 19h. D e 5 d e m arç o a 27

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M a u ríc io e G e rso n C E M . T er­ s e x ta s , à s d e ju n h o .

E n tre v is ta s d ia 2 5 , à s 1 6 h e 2 6 , à s 19h.

Grupo de Violoncelos. A v a n ç a d o . C o o r d e n a ç ã o d e L e o n e l D ia s , in s ­ tru to r d o C E M . S e g u n d a s , à s 1 8 h . D e 3 d e m a rç o a 3 0 d e ju n h o . E n tr e v is ta s d ia 2 4 , à s 1 8 h .

c im e n to a tr a v é s d a v o z , d ic ç ã o e r e p e r tó r io p o p u la r. O rie n ta ç ã o d e W il s o n S á B r ito . S á b a d o s , d a s 1 4 h à s 1 5 h . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 2 0 V a g a s .

SESC Pinheiros VIOLÃO. I n i c i a ç ã o à t é c n i c a p e l a

Voz. I n i c i a n t e s . C o o r d e n a ç ã o d e G is e le C r u z e C e c ília V a le n tim , i n s ­ tr u to r a s d o C E M . Q u a rta s e s e x ta s , à s 16h o u à s 19h. D e 5 d e m arç o a 2 7 d e ju n h o . E n tr e v is ta s d ia s 2 4 e 26, às 19h. Percussão. I n i c i a n t e s . C o o r d e n a ­ ç ã o d o b a te r is ta e p e r c u s s io n is ta M a re e i C a n g ia n i. Q u a r t a s e s e x t a s , às 14h, ou sáb ad o s, às 9h30 e 1 3 h 3 0 . M ín im o d e d e z a lu n o s p a ra fo rm a ç ã o d e c a d a tu rm a . D e 5 d e m a rç o a 28 d e ju n h o . Violão. I n i c i a n t e s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 4 h e 1 9 h . S á b a d o s , à s 9 h 3 0 e 1 3 h 3 0 . M ín im o d e d e z a lu ­ n o s p a ra fo rm a ç ã o d e c a d a tu rm a . D e 3 d e m a rç o a 3 0 d e ju n h o . Como Montar um Coral Infantil. C o o r d e n a ç ã o d e G ise le C ru z , in s ­ tr u to r a d o C E M . S e g u n d a s e q u in ­ ta s , à s 1 4h. D e 3 d e m a rç o a 3 0 d e

Compondo Para Coral Infantil. C o o r d e n a ç ã o d e G is e le C ru z , in s ­ tr u to r a d o C E M . S e g u n d a s e q u in ­ ta s , à s 1 7 h 3 0 . D e 3 d e m arç o a 30 d e ju n h o .

GAITA. N o ç õ e s d e t e o r i a , r e c u r s o s té c n ic o s , im p ro v is o e r e p e rtó rio d e m ú s ic a s v a r ia d a s , p r e d o m in a n d o c a n ç õ e s tra d ic io n a is n o rte a m e r ic a ­ n a s , c o u n tr ie s e b lu e s . O r ie n ta ç ã o d e F lá v io V a jm a n , m ú s i c o i n s t r u ­ m e n tis ta . D o m in g o s, d a s 1 6 h à s 1 8 h . R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 4 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 4 8 ,0 0 . 2 5 v a g a s . A p a rtir d e 1 4 a n o s . SESC Pompéia OFICINA DA VOZ. D e s e n v o l v i m e n ­ to d a e x p r e s s ã o v o c a l, p r á tic a in d i­ v id u a l e c o ra l, d e s ib in iç ã o e té c n ic a de p a lc o , r e p e r tó r io p o p u la r. O r i e n ta ç ã o d e W il s o n S á B r ito . S áb ad o s, d as 15h às 16h45. R $ 2 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 4 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) . 2 0 v a g a s . SESC Pinheiros TÉCNICA VOCAL. I n i c i a ç ã o à t é c n i ­ c a e e x p r e s s ã o v o c a l e a u to c o n h e -

I

m ú sic a p o p u la r. N o ç õ e s d e te o ria e 1 p rá tic a d e a c o m p a n h a m e n to .

SESC Pompéia - T e o r i a , r i t m o , h a r -

.1

m o n ia e im p ro v is o , r e p e r tó r io e ] p r á tic a d e c o n ju n to p a r a t o d o s o s n í v e i s - o r i e n t a ç ã o d e C l á u d i o R e is , q u in ta s o u s á b a d o s , d a s 1 4 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . In ic ia ç ã o à té c n ic a d o in s tr u - 1 m e n to a tr a v é s d a m ú s ic a p o p u la r e . n o ç õ e s d e te o r ia e p rá tic a d e a c o m ­ p a n h a m e n to o rie n ta ç ã o de M a rc e lo C a m p o s , s e x ta s , d a s 19h | á s 2 2 h . R $ 2 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io j m a t r i c .) , R $ 5 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 6 0 ,0 0 .1 0 v a g a s . A p a rtir d e 12 a n o s . 1

SESC Carmo - O r i e n t a ç ã o d e A le x a n d r e A u g u s to M a x im ilia n o . A ■ p a rtir d e 1 6 a n o s . S e g u n d a s , d a s 18h30 às 19h30 e d as 19h30 às i 2 0 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io 1 m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) . Recreação CARNAVAL AMBIENTAL. U n i n d o

c o n c e ito s d e e c o lo g ia c o m o s r it- 1 m o s m u s ic a is d o n o rte e n o rd e ste 1 e s ta a tiv id a d e p r e te n d e tra z e r d e j v o lta o c lim a d e a le g r ia d a s a p r e - j s e n t a ç õ e s d o s a n ti g o s c a r n a v a is , v a lo r iz a n d o a e s p o n t a n e i d a d e e a c ria tiv id a d e d o s p a r tic ip a n te s . S e rá 1 c o m p o s ta p o r tr ê s a tiv id a d e s in te - 1 g r a d a s o f ic in a d e f i g u r in o s , a u la 1 a b e rta d e d a n ç a e s h o w s m u s ic a is .* O f ic i n a d e f i g u r i n o s . U t i l i z a n d o - s e * | d e m a te r ia is r e c ic lá v e is e s u c a ta s , 1 ; o s p a r tic ip a n te s e s ta r ã o c r i a n d o » 1 s u a s p r ó p r i a s f a n ta s i a s e a le g o r ia s , 1 te n d o c o m o re fe rê n c ia o s p a r a n g o - 1 lé s d e H é lio O itic ic a . C o o r d e n a ç ã o d o g r u p o T a k e te d e d r u m s . D ia s 9 e 1 1 , d a s 1 1 h à s 1 4 h . G r á t i s . A u la a b e r t a d e d a n ç a . E n f o c a n d o d i v e r - „■ s o s r itm o s e d a n ç a s c a r n a v a le s c a s V c o m o a fo x é , sa m b a re g g a e , fre v o e m a r a c a tu , a lé m d e a f r o - b r a s ile ir o s , a s a u la s te m o o b je tiv o d e tra n s m i- , tir a lg u n s p a s s o s b á s ic o s p a ra q u e o p ú b lic o p o s s a s e a q u e c e r p a r a o s h o w m u s i c a l . D ia 9 , c o o r d e n a ç ã o d e M a u ric i B ra sil e d ia 1 1 , c o o r d e ­ n a ç ã o d o g ru p o T a k e te d e d ru m s , s e m p r e d a s 1 4 h à s 1 5 h 3 0 . G r á tis , i S h o w s m u s ic a is . T ra z e n d o ritm o s j a f r o s q u e s e m is tu r a m c o m te m a s

I

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B EM CARTAZ 5c

lá s s ic o s d o c a r n a v a l, o s s h o w s : e s ta r ã o a c o n te c e n d o n o d o m in g o e e n a te r ç a . N o p r im e ir o d ia a a p r e - s e n ta ç ã o s e r á c o m o s 2 5 r itm is ta s : d o b lo c o d e m a r a c a tu " B a q u e B a la d o " . N a te r ç a é a v e z d o íiT a k e te d e d r u m s , c o m p o s to p o r 13 m ú s ic o s . D ia s 9 e 1 1 , d a s 1 6 h à s 1 8 h . G r á tis .

I

SESC Ipiranga RÁDIO BOLHA. A n i m a ç ã o m u s i c a l

n o C o n ju n to A q u á tic o , c o m g in c a $ n a s c u ltu ra is , e n tr e v is ta s , b rin c a i d e ira s e d ic a s d e v e rã o . D e q u a r ta a i d o m in g o , d a s 1 0 h 3 0 à s 1 2 h 3 0 e d a s 1 14h à s 16h.

SESC Interlagos

D a n ç a p e la U n ic a m p . S e g u n d a s o u q u a rta s , à s 2 0 h . 3 0 v a g a s p o r t u r m a . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 .

Chorando no Ipiranga Divulgação

SESC Carmo - O r i e n t a ç ã o d e N e i d e C a r v a lh o e S é r g io V ila s B o a s . A p a r tir d e 1 6 a n o s . Q u a r ta s , à s 1 9 h 1 0 ; te rç a s à s 12h e s e x ta s à s 1 8 h 1 0 e 1 9 h 3 0 . R $ 1 6 ,0 0 ( c o m e r c iá ­ rio m a tr ic .) e R $ 3 3 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) .

O bandolim de Aleh Ferreira homenageia o imortal Pixinguinha na abertura da temporada musical do Sesc Ipiranga. O músico é acompanhado pelos grupos Quarteto de Cordas e Regional. Dia 21, às 21h. Grátis

SESC Ipiranga - T e r ç a s e q u i n t a s , à s 20h30. S á b a d o s, à s 14h30 e 16h. O r i e n ta ç ã o d e P a u l o B a tis ta e E g le d e C a r lo s . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Pinheiros - O r i e n t a ç ã o d e

Cursos

DANÇA AFRO-BRASILEIRA. D e lis e n v o lv e o m o v im e n to e x p r e s s iv o 3 a tr a v é s d a f u s ã o d o c a n to , m ú s ic a ile d a n ç a n e g r a p r im itiv a e c o n te m ip o râ n e a . SESC Consolação - O r i e n t a ç ã o d e u M a rly R o d rig u e s d a S ilv a , c o r e ó ­ g ra fa e b a ila r in a . S á b a d o s , à s 1 5 h 3 0 . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io lím a tr ic .) e R $ 4 8 ,0 0 .

SESC Pinheiros - O r i e n t a ç ã o d e N C a r lin h o s B a tá . T e r ç a s , à s 2 0 h 3 0 e f o s e x t a s , à s 2 0 h ,R $ 2 5 ,0 0 ( c o m e r c i á ­ rio m a tr ic .) e R $ 5 0 ,0 0 ( u s u á r i o ittn a tr ic .) . 3 5 v a g a s . SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e d v Ju v e n a l Á lv a ro , b a ila rin o e c o re ó h g ra fo . A p a rtir d e 1 5 a n o s . S á b a d o s , a s 1 3 h 3 0 . R $ 1 1 ,0 0 ( c o m e r c iá r io ifp n a tric .) e R $ 2 2 ,0 0 ( u s u á r i o ) . DANÇA DE RUA. U t i l i z a n d o m ú s i ■t o a s f u n k , r a p , b l a c k , a a u l a t r a b a l h a " ■ » p r in c ip a lm e n te m e m b r o s i n f e r i o ­ r e s , re sistê n c ia e c o o rd e n a ç ã o a tr a ­ v é s d e m u ito s w in g . O r ie n ta ç ã o d e H o m e ro L o p es. S á b a d o s , d a s 1 5h às 16h30. 40 v ag as. SESC São Caetano DANÇA DE SALÃO. A p r e n d i z a d o d e ritm o s típ ic o s d o s s a lõ e s d e ■ b a ile d e v á r i a s é p o c a s e r e g i õ e s : 'b o le r o , t a n g o , r u m b a , m a m b o , 's a l s a , m e r e n g u e , l a m b a d a , s a m b a , sro c k , v a ls a , e tc .

SESC Consolação - O r i e n t a ç ã o d e S im o n e S u g a B e n ite s , f o r m a d a e m

Fevereiro 97

S i m o n e S u g a B e n ite s . Q u in ta s , à s 2 0 h 3 0 e s á b a d o s , à s 1 4 h . R $ 2 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 4 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 3 5 v a g a s .

SESC Pompéia - A u l a s c o m 9 0 m i n u ­ t o s d e d u r a ç ã o . A p a r tir d e 1 5 a n o s . Q u a rta s o u se x ta s , à s 1 9 h 3 0 ; s á b a ­ d o s , à s 1 4 h 3 0 e d o m in g o s , à s 11 h , 1 3 h , 1 4 h 3 0 e 1 6 h . R $ 1 7 ,0 0 ( c o m e r ­ c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 4 ,0 0 ( u s u á r io ) . SESC São Caetano - O r i e n t a ç ã o d e N ic o e I n é s ia . T e r ç a s e q u i n ta s , à s 2 0 h e à s 21 h ; s e g u n d a s e q u a r ta s , às 19h e sáb a d o s, d as 16h30 às 18h. 20 v ag as.

TENISESC - O r i e n t a ç ã o d e P a u l o B a tis ta e E g le d e C a r lo s . S e x t a s à s 1 9 h 3 0 . R $ 2 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 0 ,0 0 . I n íc io d ia 1 4 .

DANÇA DO VENTRE. D e o r i g e m e g íp c ia , e x e rc ita o c o r p o t o d o a tr a ­ v é s d e m o v im e n to s rítm ic o s e s e n ­ s u a is , b a s e a d o s n o s c ic lo s s a g r a ­ d o s d a n a tu re z a . SESC Carmo -

O r ie n ta ç ã o d e M ô n ic a N a s s if. A p a r tir d e 1 6 a n o s .S e x ta s à s 1 2 h , 1 6 h 5 0 , 1 8 h 1 0 e 1 9 h 3 0 . R $ 1 6 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 3 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) .

SESC Pinheiros - O r i e n t a ç ã o d e L u c ia n a L a m b e rt. S e g u n d a s e q u a r ­ t a s , à s 2 0 h 3 0 . R $ 3 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 7 0 ,0 0 ( u s u á r io m a t r i c .) . S e x t a s , à s 2 0 h . R $ 2 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 5 0 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . S á b a d o s , à s 9 h 3 0 e 11 h . R $ 2 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 5 0 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 40 v ag as. SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e M a riz e P iv a , d a n ç a r in a , c o m f o r m a ­ ç ã o e m D a n ç a p e la U N IC A M P . Q u a r t a s , d a s 1 9 h 3 0 à s 2 1 h . R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 0 ,0 0 (u su á rio s). TENISESC - O r i e n t a ç ã o d e L y g i a

SESC Consolação - O r i e n t a ç ã o d e M a r iz e P iv a , f o r m a d a e m D a n ç a p e la U n ic a m p . S e x t a s , à s 1 8 h 3 0 e 1 9 h 3 0 e s á b a d o s , à s 11 h e 1 2 h 3 0 . 3 0 v a g a s p o r t u r m a . R $ 2 1 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 2 ,0 0 .

SESC Ipiranga - O r i e n t a ç ã o

de G ra c y R o ja s . S á b a d o s , à s 1 4 h e 1 5 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

P ra c c h ia . A u la s s e g u n d a s e q u a r ta s à s 1 8 h 3 0 e t e r ç a s à s 1 9 h . R $ 3 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 5 ,0 0 , 1 v e z / s e m a n a e R $ 4 0 ,0 0 ( c o m e r c iá ­ r io m a t r i c .) e R $ 4 5 ,0 0 , 2 v e z e s / s e m a n a . In íc io d ia 3.

DANÇA FLAMENCA. D e o r i g e m e s p a n h o la , in te g ra d a n ç a , m ú s ic a e r itm o m a r c a d o p a r tic u la r m e n te p e la s b a tid a s d e p a lm a s e p é s .


SESC Consolação - O r i e n t a ç ã o d e P a u lo S é rg io S o u z a d o s S a n to s . S áb ad o s, às 11h30. 30 vagas. R $ 2 1 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 2 ,0 0 .

a n o s . T e rç a s e q u in ta s , à s S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 9 h e R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) 3 0 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 1 5 p o r h o rá rio .

17h. 20h. e R$ vagas

SESC Pinheiros SESC Ipiranga - S á b a d o s , à s 1 3 h e 1 5 h 3 0 . O r ie n ta ç ã o L ib â n e o . R $ 1 5 ,0 0 m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

d e D a n ie la ( c o m e r c iá r io

SESC Pinheiros - O r i e n t a ç ã o d e V iv ia n e M a ld o n a d o . S á b a d o s , à s 9 h 3 0 , 11 h , 1 2 h 3 0 e 1 4 h . R $ 2 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 4 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 3 5 v a g a s .

SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e D a n ie la L ib â n e o , d a n ç a r i n a d e f la ­ m e n c o d e s d e 1 9 8 7 e m e s tr a n d a e m A r te s C o r p o r a is p e la U N IC A M P . S e x t a s , d a s 1 9 h 3 0 à s 2 1 h . R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 0 ,0 0 (u s u á rio ).

DANÇA INTEGRADA. O r i e n t a ç ã o d e G e o rg ia L e n g o s , fo rm a d a e m d a n ç a p e la U N IC A M P , p e s q u i s a d o ­ ra d a in te g ra ç ã o e n tr e té c n ic a e c r ia ç ã o d o m o v im e n to . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 8 h 1 5 e 1 9 h 3 0 .2 5 v a g a s p o r t u r m a . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Consolação

Para Entrar no Ritmo Sob orientação de Georgia Lengos, formada pela Unicamp, a dança integrada envolve técnica e criação do movimento. Terças e quintas, às 18hl5 e 19h30. Sesc

DANÇA. E s t i m u l a a c r i a t i v i d a d e e e x p r e s s ã o a tr a v é s d e v á rio s tip o s d e d a n ç a c o m o ja z z , b a lle t m o d e r ­ n o , té c n ic a s d e im p ro v is a ç ã o e c o m p o s iç ã o d e m o v im e n to s rítm i­ c o s , e n tr e o u tro s . SESC Carmo - A p a r t i r d e 1 6 a n o s . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 8 h e 1 9 h 3 0 . R $ 1 6 .0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 3 .0 0 ( u s u á r io ) . SESC Ipiranga - T e r ç a s e q u i n t a s , à s 1 9 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 .

( c o m e r c iá r io

n o , d e o rig e m c u b a n a e q u e o c u p a h o je g r a n d e e s p a ç o n o re p e rtó rio d a d a n ç a s o c ia l. M ú s ic a s a le g r e s , m o v im e n to s s e n s u a is e h a r m ô n i­ c o s fa z e m d a S a lsa u m a d a n ç a c o n ta g ia n te . O r ie n ta ç ã o d e S im o n e S u g a B e n ite s . S á b a d o s , á s 1 1 h 3 0 . 3 0 v a g a s . R $ 1 7 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 4 ,0 0 .

SESC Consolação Aulas Abertas DANÇA DE SALÃO. C o m

ê n fase n o s r itm o s e m a lta n e s s a e s t a ç ã o p a g o d e , sa lsa , m e re n g u e - e s s a a u la a c o n te c e d ia 4 , te r ç a , à s 1 9 h . O r i e n ta ç ã o d e P a u lo B a tis ta e E g le d e C a rlo s . G rá tis .

TENISESC NO RITMO DO VERAO. A u l a s a b e r ta s d e d a n ç a , c o m o s ritm o s q u e m a rc a m o v e rã o n e ste m ê s d e c a r n a v a l . Salsa & Merengue - o s ritm o s m a is d a n ç a n te s d o v e r ã o , c o m o c a lo r e s w in g d o s tr ó p ic o s . D ia 5 , à s 1 9 h 3 0 . O r i e n ta ç ã o d e R o b e r to M a u r o ( C a m a r ã o ) e L íg ia S e i x a s . Samba & Pagode - o s p a s s o s d o m o m e n to , to d a a g in g a , a tr a v é s d o s ritm o s q u e e s tã o n a a lm a e n o s a n g u e b r a s i le i r o . D ia 1 3 , à s 1 9 h 3 0 . O r ie n ta ç ã o d e R e i n a l d o D u t r a . Frevo - a i n d a n o e m b a lo d o c a r n a v a l, é s ó c a ir n o p a s s o e c u rtir e s s e ritm o - d a n ç a c o n ta g ia n te , c a ra c te rís tic o de P e r n a m b u c o . D ia 1 9 , à s 1 9 h 3 0 . O rie n ta ç ã o d o G ru p o C a lu n g a s d o P a s s o . G r á tis .

SESC Ipiranga SESC VERAO 97. N a e s t a ç ã o m a i s

SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e M in a P ire s , b a ila rin a e c o r e ó g r a f a c o m f o r m a ç ã o e m E d u c a ç ã o F ís ic a p e la U S P . S á b a d o s , à s 9 h 3 0 e 1 2 h . A u la s c o m 1 h o ra d e d u r a ç ã o . R $ 1 2 .0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 2 4 .0 0 ( u s u á r io ) . S á b a d o s , 1 0 h 3 0 e 1 3 h . A u l a s d e 9 0 m in u t o s . R $ 1 3 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 6 ,0 0 (u s u á rio ).

Consolação JAZZ. D e o r i g e m a m e r i c a n a , p r o ­ p o r c io n a r itm o , c a d ê n c ia e s in c r o ­ n ia , a tr a v é s d e m o v im e n to s d in â ­ m ic o s e s e n s u a is . A p a rtir d e 12

46

SALSA E MERENGUE. R i t m o l a t i ­

q u e n te d o a n o o s o l d á o c lim a d a e s ta ç ã o n o m ê s d e ja n e iro . A u la s a b e r ta s d e : D a n ç a A fro d ia 2 ; A x é / S a m b a R e g g a e d i a s 8 , 9, 1 0 e 11; L a m b a d a /F o rró d ia 16; S a ls a /M e r e n g u e d ia 2 3 ; à p a rtir d a s 1 2 h . H id ro g in á s tic a , d e q u a r ta a d o m in g o , à s 11 h . E x p o s iç ã o d e v á r io s p e rfis e m t a m a n h o n a tu ra l, d e m a d e ira m o s tra n d o c e n a s b e m h u m o r a d a s d o v e rã o e in fo rm a n d o s o b r e c u id a d o s c o m o c o rp o , so l e m e x c e s s o , h id ra ta ç ã o , a lim e n ta ­ ç ã o e o u tro s , n a e s ta ç ã o .

SESC Itaquera

Exposições A ROTA DA ARTE SOBRE A ROTA DOS ESCRAVOS. É u m a e x p o s i ç ã o \ r e a liz a d a p e lo S e s c e m p a rc e ria c o m C o n s u la d o d a F ra n ç a e a O C E A . R e ú n e d e z a r ti s t a s d e d ife ­ r e n te s p a ís e s p a ra c o m e m o r a r o b i c e n te n á r io d a p r im e ir a a b o liç ã o d e e s c r a v o s n a s c ô lo n ia s fra n c e s a s . A e x p o s iç ã o c o n ta c o m tr a b a lh o s e m p in tu r a , fo to g r a f ia , e s c u ltu r a e a p re s e n ta ta m b é m in sta la ç õ e s. E s ta m o s t r a i ti n e r a n t e c o m e ç a p e lo B ra sil e d e v e p e r c o r r e r d if e r e n te s p a ís e s c o m o : M a r tin ic a , G u in é , H a iti, e tc . S e m p r e q u e e la e s tiv e r e m u m p a ís , q u e n ã o f a ç a p a r te d o p r o j e t o in ic ia l, c o m o é o c a s o d o B r a s il, u m a r ti s t a d o p a ís s e r á in c lu id o n o c o n ju n t o e x is te n te e p e rc o rre rá e s ta c a m in h a d a d as a r te s q u e te rm in a n a F ra n ç a . A a r t i s t a q u e r e p r e s e n t a o B ra sil n e s ta m o s t r a é R o s a n a P a u lin o . D e 2 5 d e fe v e re iro a 2 3 d e m a rç o .

]

j j : J |

1 i !

SESC Pompéia DEFICIENTE CIDADAO. E x p o s i ç ã o c o m o ito o b r a s q u e ilu s tr a m o " G u ia d a s P e s s o a s P o r t a d o r a s d e D e fic iê n c ia " d o s a r tis ta s A g d a C a rv a lh o , A irto n C a ld e r a n , A n a F l a q u e r , A u g u s to C o e lh o , E d ils o n F e r r i, F á t im a R .S . K i r s c h n e r , S ô n i a R a m o s e W ilm a r G o m e s . O g u ia e n c o n tr a - s e à d is p o s iç ã o n a u n id a ­ d e e o s tra b a lh o s e s ta rã o e m e x p o -J s iç ã o a té d ia 2 8 . G rá tis . V is ita ç ã o d e j s e g u n d a a s e x ta , d a s 9 h à s 2 2 h e sá b a d o s d a s 9h à s 17h. SESC São Caetano VÂNIA MIGNONE. M o s t r a d e 2 4 d e s e n h o s c o m im a g e n s e la b o r a d a s a p a r tir d o d ia a d ia d a a r tis ta , r e a li- . z a d o s e n tr e 9 6 e 9 7 .

Galeria SESC Paulista VOLTA AO MUNDO SOBRE DUAS RODAS. E x p o s i ç ã o f o t o g r á f i c a d a v i a g e m d e A n t o n i o O lin to F e r r e ir a , c u r it i b a n o , q u e p e d a l o u 4 6 .0 0 0 K m d u ra n te tr ê s a n o s e m e io , p e rc o r­ re n d o 3 4 p a ís e s e n tr e E u ro p a , Á f r ic a , Á s ia e A m é r ic a . D e 4 a 2 2 . D e s e g u n d a à s e x ta , d a s 1 2 h à s 21 h e s á b a d o s , d a s 9 h à s 1 6 h . A n to n io O lin to f a r á t a m b é m , u m a P a le s tr a c o m s lid e s , c o n ta n d o a s a v e n tu r a s e e x p e riê n c ia s d e s s a v ia g e m , p ro c u ­ r a n d o in c e n tiv a r a p r á tic a d o c ic lo tu -

Fevereiro 97

j


i EM CARTAZ lí r i s m o n o B r a s i l . D i a 2 0 , à s 2 0 h . 3 0 >ii v a g a s . I n s c r i ç õ e s c o m a n t e c e d ê n c i a .

SESC Pinheiros AQUARELA E ÓLEO SOBRE TELA. 8 O r ie n ta ç ã o d e W ilm a r G o m e s . X S e x ta , d a s 1 4 h à s 1 7 h . 15 v a g a s .

SESC São Caetano ARTE EM PAPEL. O f i c i n a q u e v i s a y ií ( i( 1

i 0 9 1 C ii

a p r e s e n ta r f o r m a s d e a p lic a ç ã o d o p a p e l n a c ria ç ã o a rtís tic a . S e r ã o a b o r d a d o s o s s e g u in te s a s s u n to s : p a p e l r e c ic lá v e l, p a p e l a r te s a n a l, m a rm o riz a ç ã o e e m b a la g e n s , c a rto n a g e m , e m p a p e la m e n to e p a p ie r m a c h ê . T erç a s, d a s 1 9h à s 2 2 h . O r i e n t a ç ã o d e L u iz M a s s e , a r t e s ã o . R $ 3 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 6 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 7 2 ,0 0 . 1 2 v a g a s . A p a rtir d e 1 4 a n o s .

SESC Pompéia CERÂMICA I. M o d e l a g e m e m a r g i l a . A t r a v é s d e t é c n i c a s b á s i c a s , i n ic ia ç ã o a o to r n o , e s m a lta ç ã o e e s c u ltu r a . O r ie n ta ç ã o d e O e y E n g G o a n , c e ra m is ta . T e rç a s , q u a r ta s o u se x ta s , d a s 1 4 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . T erç a s e q u a r ta s , d a s 1 9 h à s 2 2 h . O r ie n ta ç ã o d e A n to n io M a x im o B o rb a , c e r a m is ta . S e x ta s , d a s 1 9 h à s 2 2 h o u d o m in g o s , d a s 1 0 h à s 1 3 h . R $ 2 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) , R $ 5 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 6 0 ,0 0 . 1 5 I v a g a s . A p a rtir d e 1 4 a n o s . û H u ir il " £ i » •

SESC Pompéia CERÂMICA II. M o d e l a g e m

em n t o r n o . D ir ig id o a p e s s o a s c o m if! c o n h e c i m e n t o b á s i c o e m c e r â m i c a . ■ U tiliz a ç ã o d o t o r n o , a p r e n d e n d o a c e n tra liz a r f o r m a s e c o n f e c c io n a r : p e ç a s s im p le s , a c a b a m e n to , te x tu riz a ç ã o e c o n fe c ç ã o d e p e ç a s m a is r c o m p le x a s . O r ie n ta ç ã o d e J o ã o ■ A p a re c id o B re s s a n im , to rn e iro . I Q u in ta s , d a s 1 4 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . f S áb ad o s, d as 14h30 às 17h30. R$ 4 0 .0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 8 0 .0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 9 6 ,0 0 . 6 v a g a s . I A p a rtir d e 1 5 a n o s .

SESC Pompéia DECORAÇÃO I 1 1 -

DE

INTERIORES.

O rie n ta ç ã o d e M a ry E s te r S ilv a . T e rç a s e q u in ta s , d a s 1 4 h à s 1 6 h e d a s 1 9 h à s 2 1 h e s á b a d o s d a s 9 h às 1 2 h - 15 v a g a s p o r tu rm a .

SESC São Caetano DESENHO E HISTÓRIA DA ARTE. 3 D e s e n v o lv im e n to d a p e r c e p ç ã o « v is u a l, d e s e n v o lt u r a d o t r a ç o e a m p lia ç ã o d o c o n h e c im e n to g e ra l, : a tra v é s d a h is tó ria da a rte .

Fevereiro 97

O rie n ta ç ã o d e M a ria Is a b e l C a rd o s o , a r te e d u c a d o r a . Q u a r ta s , d a s 1 9 h à s 2 2 h . R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 4 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 4 8 ,0 0 . 1 5 V a g a s. A p a rtir d e 1 4 a n o s .

História Visual Reprodução

SESC Pompéia DESENHO E PINTURA. O r i e n t a ç ã o d e W ilm a r G o m e s . Q u in ta , d a s 1 4 h à s 17h. 15 v a g as. SESC São Caetano

SOBRE

s e a d e s p e r ta r o in te r e s s e d o s a lu ­ n o s p e lo tr a b a lh o d e e n c a d e r n a ç ã o e a s d iv e r s a s p o s s ib ilid a d e s q u e s u r g e m a p a r tir d e la . P r o c u r a n d o c a p a c ita r a o a lu n o a d e c id ir o p r o ­ c e d im e n to m a is a p r o p r ia d o p a ra c a d a liv r o , s e r ã o t r a n s m i t i d a s in f o r ­ m a ç õ e s d a s d iv e rs a s té c n ic a s d e e n c a d e r n a ç ã o , tip o s d e c o s tu r a , n o ç õ e s d e re s ta u ro e re p a ro s , m a r­ m o r iz a ç ã o , t ip o s d e a c o n d ic io n a ­ m e n to , b e m c o m o d o s d ife re n te s m a te ria is , q u e p o d e m s e r e m p r e ­ g a d o s . O r ie n ta ç ã o d e P a tr ic ia d e A lm e id a G io rd a n o . Q u a r ta s o u s e x ­ ta s , d a s 1 4 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 o u 19h à s 2 2 h . R $ 3 2 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 6 5 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 7 8 ,0 0 . 1 0 V a g a s . A p a r tir d e 1 5 a n o s .

SESC Pompéia

A

ROTA

ESCUAV

ENCADERNAÇÃO. O c u r s o p r o p õ e -

A Rota da Arte sobre A Rota dos Escravos é uma exposição itinerante, realizada pelo Sesc, OCEA e Consulado Geral da França, em São Paulo. A mostra reúne dez artistas para comemorar o bicentenário da abolição francesa. Sesc Pompéia

ESCULTURA. L i n g u a g e m e t é c n i c a . P o s s ib ilita a p r o f u n d a r a e x p r e s s ã o n o p la n o tr id im e n c io n a l. C o m a u ti­ liz a ç ã o d e t é n i c a s v a r ia d a s - c u r s o d iv id id o e m 4 m ó d u lo s . M ó d u lo I C ria ç ã o e c o n s tr u ç ã o . E n fa tiz a n d o a e ta p a in ic ia l d a e s t r u t u r a ç ã o d a f o r m a c o m u tiliz a ç ã o d e v e r g a Ih õ e s , a r a m e s , te la s , m a d e ir a , b a ls a e p lá s tic o s . O r ie n ta ç ã o d e M a u ro F a ig u e le rn t, e s c u lto r. Q u in ta s , d a s 19h à s 2 2 h . D u ra ç ão d e u m m ê s. 10 v a g a s . A p a r ti r d e 1 4 a n o s . R $ 6 7 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 1 3 4 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 1 6 0 ,0 0 .

SESC Pompéia

d e s , n o ç õ e s b á s ic a s d e m a rc e n a ria e e x e c u ç ã o d e p r o j e t o s in d iv id u a is . O r ie n ta ç ã o d e A rlin d o G o m e s , m a r ­ c e n e iro . T e rç a s o u q u a r ta s , d a s 18 h às 20h ou das 20h às 22h. O r i e n t a ç ã o d e D a ri o F o n z a r , m a r c e ­ n e iro . T e rç a s o u q u a r ta s , d a s 1 3 h 3 0 às 15h30 ou d as 15h30 às 17h30. O r ie n ta ç ã o d e H e ra ld o d a M o ta E n r iq u e , m a r c e n e ir o e a r te e d u c a ­ d o r. S e x ta s , d a s 1 8 h à s 2 0 h o u d a s 2 0 h à s 2 2 h . R $ 3 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) , R $ 6 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 7 2 .0 0 .1 0 v a g a s . A p a r tir d e 1 5 a n o s .

SESC Pompéia H.Q. E CARICATURA. O d e s e n h o e s u a s f u n ç õ e s n a s a r té s g rá fic a s . C ria ç ã o , ro te iro , p e r s o n a g e n s , d iá ­ lo g o s e c e n á rio s . H u m o r, c a rtu n s , c h a r g e s e tir a s . O r ie n ta ç ã o d e C a r lo s A lb e r to F e r r e ir a - G á u , d e s e ­ n h is ta ilu s tr a d o r . S á b a d o s , d a s 1 0 h à s 1 3 h . R $ 3 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) , R $ 6 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 7 2 ,0 0 .2 0 v a g a s . A p a r tir d e 1 2 a n o s . SESC Pompéia MARCENARIA. C o n h e c i m e n t o e u t i ­ liz a ç ã o d e m á q u i n a s e f e r r a m e n ta s , t ip o s d e m a d e ir a , u s o e p o s s ib ilid a -

MARCHETARIA. D e s e n v o l v e o s p rin c íp io s d a a r te d e in c r u s ta r p e ç a s e m o b ra s d e m a rc e n a ria , fo r­ m a n d o d e s e n h o s c o m a u tiliz a ç ã o d e fo lh a s d e m a d e ira d e c o r e s d ife ­ r e n te s , a tr a v é s d a s té c n ic a s d e c o r te c o m e s tile te , s is te m a d e ja n e ­ la s , té c n ic a s d e g a b a r ito e m é to d o d e m ú ltip la s f o lh a s . O r ie n ta ç ã o d e S é rg io M e n d e s , a r te s ã o . T e rç a s, d a s 1 9 h à s 2 1 h . R $ 3 0 ,0 0 ( c o m e r c iá ­ rio m a tr ic .) , R $ 6 0 ,0 0 ( u s u á r io ) e R $ 7 2 .0 0 .1 0 V a g a s . A p a r tir d e 1 5 a n o s . SESC Pompéia

47


B MODELAGEM EM VIDRO. C o m o tr a b a lh a r o v id ro p la n o : o m a n u ­ s e io , c o r te , la p id a ç ã o . O m o ld e , a q u e im a , o e s m a lte , o a c a b a m e n to fin a l. O b á s ic o te r á o r ie n ta ç ã o d e E lid ia A . d a S i l v a , a r ti s t a p l á s ti c a e o a v a n ç a d o , d e J o a q u i m C a rlo s d a S ilv a , a r tis ta p lá s tic o . Q u in ta s , d a s 1 9 h à s 2 2 h . 1 0 v a g a s . A p a r tir d e 1 5 a n o s . R $ 4 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a ­ ir ie .) , R $ 8 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 9 6 ,0 0 . SESC Pompéia TAPEÇARIA I. C u r s o b á s ic o . A rm a ç ã o e m o n ta g e m d o te a r, u rd i­ d u ra , te c e la g e m e a c a b a m e n to . O r ie n ta ç ã o d e A n a b e la R o d r ig u e s d o s S a n to s , te c e lã . Q u a r ta s , d a s 1 4 h à s 1 7 h . O rie n ta ç ã o d e S o la n g e T e s s a r in , te c e lã . S á b a d o s , d a s 1 4 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . O r ie n ta ç ã o d e T iy o k o T o m ik a w a , a r ti s t a t ê x til, t e r ­ ç a s o u q u in ta s , d a s 1 9 h à s 2 2 h . O r ie n ta ç ã o d e T h a is C a m p ig lia , te c e lã . T ferç a s o u q u in ta s , d a s 1 4 h à s 1 7 h . R $ 5 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 1 0 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 1 2 0 ,0 0 . 1 0 v a g a s . A p a rtir d e 1 4 a n o s .

té c n ic a s d e r e v e la ç ã o d e s tin a d o a p e s s o a s in te r e s s a d a s e m fo to g ra fia e q u e te n h a m c o n h e c im e n to in te r ­ m e d iá r io o u a v a n ç a d o e m re v e la ­ ç ã o e a m p lia ç õ e s fo to g rá fic a s , b e m c o m o c o n h e c im e n to n o m a n u s e io d a c â m a r a . O r ie n ta ç ã o d e S it K o n g S a n g , fo tó g ra fo . D u ra ç ã o d e 21 d e ja n e iro a 27 d e fe v e re iro . T e rç a s e q u in ta s , d a s 1 9 h à s 2 2 h . 1 0 v a g a s . A p a r ti r d e 1 4 a n o s . R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 4 0 ,0 0 ( u s u á r io ) e R $ 4 8 ,0 0 .

SESC Pompéia SESC Carmo - O r i e n t a ç ã o d e P a u l o P re to . T e m c o m o o b je tiv o o e n s in o d a s té c n ic a s f u n d a m e n ta is e a c ria ç ã o d e u m a lin g u a g e m f o to g rá fic a p e s s o a l. A u la s d e la b o r a tó r io , te ó r i­ c a s e p rá tic a s , s o b r e a r e v e la ç ã o d e film e s e a a m p lia ç ã o d e c ó p ia s e m p a p e l fo to g rá fic o . S e g u n d a s e q u a r ta s , d a s 1 8 h 3 0 à s 2 0 h 3 0 . T e rç a s e q u in ta s , d a s 1 6 h à s 1 8 h e d a s 1 8 h 3 0 à s 2 0 h 3 0 . T rê s p a rc e la s d e R $ 5 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io ) e t r ê s p a r c e la s d e R $ 8 0 ,0 0 ( u s u á r io s ) .

SESC Pompéia SESC São Caetano - T e o r i a e p r á t i ­ TAPEÇARIA II. C u r s o

avançado. D ir ig id o a p e s s o a s c o m c o n h e c i ­ m e n to s b á s ic o s e m te c e la g e m . T a p e ç a ria a rtís tic a , e la b o r a ç ã o d e p r o je to s in d iv id u a is , d i a g r a m a ç ã o e m te a r d e p e d a l e a p e rfe iç o a m e n to d e té c n ic a s . O r ie n ta ç ã o d e A n a b e la R o d rig u e s d o s S a n to s , te c e lã . Q u a r ta s , d a s 1 4 h à s 1 7 h . O r ie n ta ç ã o d e T iy o k o T o m ik a w a , a r ti s t a t ê x til, te r ç a s o u q u in ta s , d a s 1 9 h à s 2 2 h . R $ 5 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 1 0 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 1 2 0 ,0 0 . 1 0 v a g a s . A p a r tir d e 1 4 a n o s .

Restauração

SESC Pompéia

c a . O r ie n ta ç ã o d e A n tô n io A u g u s to C o e lh o N e to . D e s e g u n d a a s e x ta , d as 19h às 21h e ao s sáb ad o s, d as 9 h 3 0 à s 1 2 h . 15 v a g a s p o r tu rm a .

d e p in tu ra e m a q u a r e la . A u la te ó r i­ c a /p r á tic a d ir ig id a a i n te r e s s a d o s d e u m m o d o g e ra l, n ã o s e n d o o b ri­ g a tó r io o c o n h e c im e n to p r é v io . O r ie n ta ç ã o de L u iz C a r lo s C a s ta n o n , a r tis ta p lá s tic o . D ia s 2 2 e 23, d a s 14h à s 18h. 15 v a g as. A p a r­ t ir d e 1 2 a n o s . G ra tu ito .

SESC Pompéia

Cursos de Fotografia FOTO PARA SE PENSAR EM CON­ CURSOS. C u r s o d e f o t o g r a f i a a v a n ­ ç a d o n a á re a d a c o m p o s iç ã o e tr a ­ t a m e n to d a i m a g e m p o r f iltr o s e

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SESC Pompéia WORKSHOPS. A

p ro p o sta d o s w o r k s h o p s é o f e r e c e r o p o r tu n id a ­ d e s d e a p re n d iz a g e m d e n o v o s c o n te ú d o s c u ltu r a is e s u a s té c n i­ c a s , b e m c o m o o in te rc â m b io d e e x p e riê n c ia s p e s s o a is e p ro fissio ­ n a is a e d u c a d o r e s e in te r e s s a d o s e m g e ra l. In s c riç õ e s p r é v ia s n o C C I, s e n d o R $ 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io s ) , R $ 6 ,0 0 ( u s u á r i o m a t r i c .) e R $ 8 ,0 0 .

O Teatro de Bonecos e a Edu­ cação. O r i e n t a ç ã o d e A n a M a r i a A m a ra l - e s p e c ia lis ta e m te a tr o d e a n im a ç ã o , d ire to ra , d ra m a tu rg a , c r ia d o r a d e b o n e c o s e /o u o b je to s e p e s q u i s a d o r a . O b je tiv o : A p r e s e n ­ ta r te o ric a m e n te o te a tro d e b o n e ­ c o s e s u a s r e la ç õ e s c o m a s o u tra s a rte s e a e d u c a ç ã o , b e m c o m o s u g e s t õ e s d e b o n e c o s c o n f e c c io ­ n a d o s c o m s u c a ta s e u s o d e o b je ­ to s d o c o tid ia n o c o m o p e r s o n a ­ g e n s p a r a d r a m a t i z a ç ã o . D i a 1 9, d a s 9 h à s 1 7 h , n o C C I. SESC Pompéia

Aulas A bertas AQUARELA. I n t r o d u ç ã o à t é c n i c a

TÉCNICAS DE PINTURA. O c u r s o

Utilizando materiais p r e te n d e le v a r o a lu n o à s p r im e ir a s simples, as aulas n o ç õ e s p r á tic a s d e, p in tu ra . A tra v é s d o m a n u s e io d o m a te r ia l p ic tó ric o , abertas.de encader­ s e r ã o d e s e n v o lv id o s c o n c e ito s d e nação artesanal abor­ c o m p o s i ç ã o , p e r s p e c t i v a , s o m b r a , dam quatro estilos de l u z e o u t r o s e l e m e n t o s b á s i c o s i n e ­ aplicação, através da r e n t e s à s a r t e s v i s u a i s . O r i e n t a ç ã o d e A d e m a r S h im a b u k u r o , a r tis tq confecção de protóti­ p l á s t i c o . Q u i n t a s , d a s 1 4 h à s 1 7 o u pos. Dias 22 e 23, das d a s 1 9 h à s 2 2 h . R $ 2 5 , 0 0 ( c o m e r c i á ­ r io m a tric .)., R $ 5 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 14h30 às 17h30. 6 0 ,0 0 .1 0 v a g a s . A p a rtir d e 1 4 a n o s . SESC Pompéia Confira no Roteiro

im p r e s s ã o d e g r a n d e q u a n tid a d e d e u m m e s m o m o tiv o , u tiliz a n d o v á r ia s c o r e s e o p a p e l c o m o s u p o r ­ te . O r ie n ta ç ã o d e L a e d ir A n to n io , a r te e d u c a d o r . D ia s 1 5 e 1 6 , d a s 1 4 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . 1 2 v a g a s . A p a r tir d e 1 5 a n o s . G ra tu ito .

ENCADERNAÇÃO

ARTESANAL.

S e r ã o d e s e n v o lv id o s n o m ín im o q u a tr o e s tilo s d e e n c a d e r n a ç õ e s c o m d ife re n te s c a ra c te rís tic a s e a p lic a ç õ e s a tr a v é s d a c o n f e c ç ã o d e p r o tó tip o s , u tiliz a n d o m a te r ia is s i m p le s q u e a lé m d e in tr o d u z ir o a lu n o a u m p a r te d o u n iv e r s o d a e n c a d e r n a ç ã o , d e s p e r te o in te r e s s e p e la s d iv e r s a s p o s s ib ilid a d e s q u e s u g e m a p a r tir d e la . O r ie n ta ç ã o d e P a tric ia d e A lm e id a G io r d a n o , e s p e c ia lis ta e m e n c a d e r n a ç ã o . D ia s 22 e 23, d a s 1 4 h 3 0 à s 17h30. 10 v a g a s . A p a r tir d e 1 5 a n o s . G r a tu ito .

SESC Pompéia. SERIGRAFIA. I n t r o d u ç ã o a o c o n h e ­ c im e n to d a té c n ic a q u e p o s s ib ilita a

Bibliotecas SESC Carmo - A b i b l i o t e c a l o c a l i ­ z a -s e n o 12 a n d a r e p o s s u i a c e rv o d e s tin a d o a e m p ré s tim o s e p a ra a c o n s u l ta n o lo c a l. O e s p a ç o ta m ­ b é m p o s s ib ilita a re a liz a ç ã o d e p e s q u is a s e s c o la re s . A á re a d e c o n v iv ê n c ia fic a n a s o b r e lo ja e c o lo c a à d i s p o s i ç ã o d o p ú b lic o , jo r n a is d iá rio s , r e v is ta s e jo g o s p a r a u s o n o lo c a l. D e s e g u n d a a s e x ta , d a s 10h à s 19h. SESC Consolação - Á r e a d e l e i t u r a , j J o r n a i s e r e v is ta s s o b r e o s m a is d i v e r s o s a s s u n t o s e j o g o s q u e e s ti- j m u la m a c ria tiv id a d e e a im a g in a - j ção. D e seg u n d a a sáb ad o , das 1 2 h à s 21 h . S á b a d o s , d a s 9 h às 1 7 h . G r á tis . SESC Interlagos - S a l a d e l e i t u r a c o n te n d o liv ro s in f a n tis , r e v is ta s , jo r n a is , h is tó r ia e m q u a d r in h o s , liv r o s s o b r e e c o lo g ia e ja r d i n a ­ g e m . D e q u a r ta a d o m in g o , d a s 9 h às 17h.

F evereiro 97


EM CARTAZ SESC Ipiranga - N a Á r e a d e C o n ' v iv ê n c ia v o c ê e n c o n tr a r e v is ta s 1 d iv e rs a s s o b r e o s m a is v a r ia d o s ; a s s u n to s (s a ú d e , e s p o rte s , e c o lo ­ g ia , m ú s ic a , v íd e o , c in e m a , d e c o r a . ! ç ã o , m o d a ) , jo r n a i s d iá r io s , liv r o s ! d e a r te , g ib is , h is tó r ia s e m q u a d r i ­ n h o s p a r a a d o le s c e n te s e a d u lto s . À d is p o s iç ã o p a ra c o n s u lta n o lo c a l. D e te r ç a a s e x ta , d a s 1 3 h à s 2 1 h 3 0 e s á b a d o s , d o m in g o s e f e r ia ­ d o s , d a s 9 h à s 1 7 h 3 0 . G r á tis .

c id a . R e s t a u r a d o p e la C in e m a te c a B r a s ile ir a , a p e líc u la t e r á t r ê s e x ib i­ ç õ e s c o m m ú s ic a a o v iv o , c o m p o s ­ t a e e x e c u t a d a p o r L ív io T r a ­ t e m b e rg e W ils o n S u k o r s k i, m ú s i ­ c o s , p e s q u is a d o r e s e c r ia d o r e s d e v á r ia s tr ilh a s s o n o r a s n o c in e m a p a u li s t a . D ia 5 , s e s s ã o à s 2 1 h e d ia 6 , à s 2 0 h e 2 2 h . G r á tis .

CINESESC

Tecendo Arte

SESC Pompéia - L i v r o s d e a r t e , ! r o m a n c e s e h is tó r ia s e m q u a d r iI n h o s . C o n s u lta s n o lo c a l o u : e m p ré s tim o . D e te rç a a se x ta , d a s ; 1 0 h à s 2 0 h 3 0 . S á b a d o s , d o m in g o s e f e r ia d o s , d a s 1 0 h à s 1 8 h 3 0 .

LEITURAS. N a b i b l i o t e c a d o S e s c ir3 a rm o v o c ê p o d e te r u m e n c o n tro i : o m a u t o r e s i m p o r t a n te s d a lite r a V :u ra n a c io n a l c o n te m p o r â n e a . L e ia à J ó i a s d e F a m í lia , d e Z u l m i r a f T a v a r e s e L a v o u r a A r c a ic a , d e u P a d u a n N a s s a r. L e i a t a m b é m , n M o tíc ia d e u m S e q u e s t r o , o m a i s n e c e n te la n ç a m e n to d o e s c r ito r ti :o lo m b ia n o G a b rie l G a rc ia : M a rq u e z e a in d a O A le p h , u m a d a s |i 3 ) r in c i p a i s o b r a s d o m e s t r e d a lite a tu r a f a n t á s t i c a J o r g e L u is B o r g e s , slã o e s q u e ç a d e c o n f e r i r o c lá s s ic o i \ C o n fis s õ e s d e L ú c io , d o e s c r it o r n o r t u g u ê s M á rio d e S á C a rn e iro . a m b é m d is p o n ív e is p a ra e m p ré s ít i m o s Z í b i a G a s p a r e t o , S t e p h e n ; I v in g e m u it o s o u t r o s . >ESC Carmo

-Umes \ REGRA DO JOGO. ( F r a n ç a / 1 9 3 9 )

SESC Consolação

Sesc Pompéia

FUTEBOL DE SALÃO FEMININO. C u r s o d e in ic ia ç ã o à m o d a l i d a d e p a ra m u lh e r e s e n tr e 1 5 e 4 9 a n o s . E n s in o d o s f u n d a m e n to s e té c n ic a s b á s ic a s d o jo g o , a tr a v é s d e e x e rc í­ c io s c o m b o la , in d iv id u a is e c o le ti­ v o s . O rie n ta ç ã o de M a rc e llo S in is c a lc h i e R o n a ld o B u e n o , fo r ­ m a d o s e m E d u c a ç ã o F ís ic a p e la U S P. T e rç a s e q u in ta s , d a s 1 9 h 3 0 à s 2 1 h . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r ia m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r i a ) .

SESC Consolação - S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 7 h 3 0 , 1 8 h 3 0 , 1 9 h 3 0 e 2 0 h 3 0 . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 0 h 1 5 , 12h 15, 1 7 h 3 0 , 1 8 h 3 0 , 1 9 h 3 0 e 2 0 h 3 0 . S á b a d o s , à s 9 h 1 5 , 11 h e 1 2 h . 2 5 v a g a s p o r t u r m a . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 8 ,0 0 ( d u a s a u l a s s e m a n a i s ) . R $ 1 8 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 6 ,0 0 (u m a a u la s e m a n a l) .

SESC Pompéia

s í á t i r a c o r r o s i v a d a s c l a s s e s d ir i- l e n t e s b u r g u e s a s e s u a s i n t r i g a s i MERGULHO LIVRE. C u r s o q u e 4 im o r o s a s . C o n s id e r a d o u m d o s ' a p r e s e n ta n o ç õ e s e le m e n ta r e s d e :lá s s ic o s d o c in e m a . C ó p ia n o v a . d e s lo c a m e n to , re s p ira ç ã o s is te m á ­ ^ o m M a r e e i D a lio , E d y D e b r a y e tic a e u tiliz a ç ã o d e e q u ip a m e n t o s I ^ o ra G re g o r. D ire ç ã o d e J e a n b á s ic o s . N e c e s s á r io n a d a d e ir a s , il R e n o ir . S e s s õ e s à s 1 5 h 3 0 , 1 7 h 5 0 , s n o rk e l e m á s c a r a , a lé m d e e x a m e I9 h 3 0 e 2 1 h 3 0 . m é d ic o d e r m a to ló g ic o a tu a liz a d o . binesesc D ia s 1 9 , 2 1 , 2 6 e 2 8 , d a s 2 0 h 3 0 à s 21h30. O r ie n ta ç ã o de V a n ia 3ÃO PAULO, SYMPHONIA DA R a n g e l. R $ 1 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io VIETRÓPOLE. E m 1 9 2 9 o s h ú n g a m a tr ic .) e R $ 1 5 ,0 0 . H -o s A d a lb e r to K e m e n y e R o d o lp h o SESC Ipiranga B ex L u s tin g , r e c é m c h e g a d o s a o B r a s i l, r e a l i z a r a m e s s e f i l m e . U m NATAÇÃO. E n s i n o b á s i c o d o s II d o c u m e n t á r i o m u d o , q u e n a r r a u m e s tilo s c ra w l e c o s ta s . C u rs o s 1^ ia n a v id a d e u m a c id a d e m o d e r n a c o m d u r a ç ã o d e a té 6 m e s e s . - d e s d e o a m a n h e c e r , s e u s ú ltim o s In fo rm e -s e n a u n id a d e d o S e s c m o v im e n to s , a té a c id a d e a d o r m e ­ m a is p ró x im a .

Fevereiro 97

Curso básico e avançado sob orientação de tecelãs e artis­ tas têxteis, desenvolvendo técnicas artísti­ cas sobre tapeçaria. Vagas lim i­ tadas. Confira no Roteiro.

BASQUETE E VÔLEI. C u r s o d e i n i ­ c ia ç ã o e s p o rtiv a q u e v is a d e s e n v o l­ v e r o a p re n d iz a d o d o s fu n d a m e n ­ to s b á s ic o s e o f e r e c e r c o n d iç õ e s d e p a r t i c i p a ç ã o e m u m j o g o . Bas­ quete: s e g u n d a s e q u a r t a s , à s 1 9 h . Vôlei: s e g u n d a s e q u a r t a s , à s 2 0 h 1 5 (tu rm a a v a n ç a d a ); te rç a s e q u i n ta s , à s 1 9 h e 2 0 h 1 5 ( t u r m a s in i­ c ia n te s ) e s á b a d o s , à s 1 0 h (tu rm a in ic ia n te ) e à s 11 h 3 0 ( tu r m a a v a n ­ ç a d a ) . 3 0 v a g a s p o r t u r m a . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( d u a s a u l a s s e m a n a i s ) . R $ 1 1 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 3 ,0 0 (u m a a u la s e m a n a l) .

SESC Ipiranga - T e r ç a s e q u i n t a s , à s 1 9 h 3 0 e 2 0 h 3 0 . Q u a rta s e se x ta s , à s 1 8 h 3 0 . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 8 ,0 0 .

SESC Pompéia - A p a r t i r d e 1 5 a n o s , n o s p e r ío d o s d a m a n h ã , t a r d e e n o ite . A p e n a s p a r a c o m e r c iá r i o s e d e p e n d e n t e s . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) . SESC São Caetano - O p ç ã o d e d u a s a u la s s e m a n a is d e 4 5 m in u to s c a d a o u u m a a u la s e m a n a l d e 6 0 m in u ­ to s . In ic ia ç ã o : s e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 4 h , 1 7 h 4 5 ,19 h 15; te rç a s e q u in ­ ta s , à s 7 h 4 5 , 8 h 3 0 , 1 4h, 1 7 h 4 5 , 1 8 h 3 0 e 19 h 15; s e x ta s , à s 1 9 h ; s á b a d o s , à s 1 0 h . A p e r f e iç o a m e n to :

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s e g u n d a s e q u a r ta s , à s 2 0 h 4 5 ; te r ­ ç a s e q u in ta s , à s 2 0 h 4 5 ; q u a r ta s e se x ta s , à s 7 h ; s e x ta s , à s 2 0 h e s á b a ­ d o s , à s 8 h . U m a a u la s e m a n a l ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) R $ 2 0 ,0 0 e u s u á r i o R $ 3 1 ,0 0 . D u a s a u l a s s e m a ­ n a is ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) R $ 2 4 ,0 0 e u s u á r i o R $ 4 0 ,0 0 .

Torneios & Cam peonatos COPA SÃO PAULO DE VÔLEI DE AREIA. D a n d o c o n t i n u i d a d e a o t o r ­

SESC Itaquera

FESTIVAL DE BASQUETE AQUÁTI­ CO. F e s t i v a l r e c r e a t i v o c o m a p a r t i ­

PETECA. A p e t e c a é u m e s p o r t e d e o r ig e m in d íg e n a q u e p o p u la r i­ z o u -s e e n tr e o s p o r tu g u e s e s , q u e jo g a v a m p rin c ip a lm e n te d u r a n te o in v e rn o . N o s d ia s a tu a is o e s p o rte to rn o u -s e m a n ia e m M in a s G e ra is , d e o n d e d if u n d iu - s e p a ra o r e s to d o P a ís. D u ra n te e s s e m ê s s e r ã o r e a liz a d a s a tiv id a d e s q u e e n v o lv e m u m a c lín ic a c o m d e m o n s tra ç ã o e um fe s tiv a l. C lín ic a e d e m o n s tr a ç ã o : d ia 1 6 , à s 1 4 h . O rie n ta ç ã o d e a tle ta s d a F e d e r a ç ã o P a u lis ta d e P e te c a . F e stiv a l d e p e te c a , a b e r to a to d o s o s in te re s s a d o s : d ia s 2 2 e 2 3 , a p a r ti r d a s 11 h . G r á tis .

II COPA FUTSAL ENTRE SUPER­ MERCADOS. E v e n t o d i r e c i o n a d o

c ip a ç ã o d a s e q u ip e s o rg a n iz a d a s p e lo s f r e q u e n t a d o r e s d a p is c in a . D ia 9 , à s 1 5 h . G r á t is .

SESC Ipiranga PÓLO AQUÁTICO. E s p o r t e o l í m p i ­ c o , p r a tic a d o ta n to p o r h o m e n s c o m o m u lh e re s , v e m s e d e s ta c a n ­ d o n o s ú ltim o s a n o s e g a n h a n d o n o v o s a d e p to s . N e ste m ê s o S e s c o f e r e c e u m c u r s o b á s ic o d e P ó lo A q u á tic o , o n d e s e r ã o e n f a tiz a d a s a s re g ra s b á s ic a s , fu n d a m e n to s e d in â m ic a d e jo g o . D ia s 1 8 , 2 0 , 2 5 e 2 7 , d a s 1 9 h 3 0 à s 21 h 3 0 . O r ie n ta ç ã o d e M a r c e lo J o r g i n o A f f o n s o . G r á tis . SESC Ipiranga

Água para todos O Aquasesc oferece aulas abertas, atividades aquáticas e jogos diversifica­ dos, abrangendo os mais diferenciados públicos. Nos fins de semana, das 15h30 às 16h30. Grátis.

Sesc Pompéia

50

TÊNIS. C u r s o d e i n i c i a ç ã o p a r a a d u lto s o n d e o o b je tiv o é a p r e n d e r o s g o lp e s b á sic o s d o tê n is; o c u rso te m d u ra ç ã o d e 3 m e s e s d e d u ra ­ ç ã o , c o m a u la s 1 o u 2 v e z e s p o r s e m a n a . T e rç a s e q u in ta s à s 1 0 h 3 0 , 11 h 3 0 , 1 2 h , 1 7 h , 1 8 h 3 0 , 1 9 h , 1 9 h 3 0 , 2 0 h e 2 0 h 3 0 ; q u a r ta s e s e x ta s à s 1 8 h , 1 8 h 3 0 , 19h e 1 9 h 3 0 ; sáb ad o s às 8h30, 9h30 e 10h30. I n íc io d i a s 1 2 . R $ 5 4 ,0 0 ( d ia ) / R $ 7 4 ,0 0 ( n o ite ) ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 9 4 ,0 0 (d ia ) / R $ 1 0 5 ,0 0 ( n o ite ) ( u s u á r i o in s c r ito ) e R $ 1 1 0 ,0 0 (d ia ) / R $ 1 2 7 ,5 0 ( n o ite ) .

TENISESC

n e io a b e r to d e v o le i d e a r e ia , n a s c a te g o r ia s a d u lto m a s c u lin o e fe m i­ n in o . O s jo g o s a c o n te c e m a o s d o m in g o s e f e r ia d o s .

e x c lu s iv a m e n te à f u n c io n á r io s q u e a tu a m n e s te s e g m e n t o c o m e r c ia l. D is p u ta d o n a s c a te g o ria s m a s c u lin o e fe m in in o . C a d a e m p r e s a p o d e rá in s c r e v e r a té d u a s e q u ip e s p o r c a te ­ g o ria . T o d o s o s a tle ta s d e v e r ã o te r v ín c u lo e m p r e g a tíc io c o m a e m p r e ­ s a . T a x a d e p a r ti c ip a ç ã o : R $ 3 0 ,0 0 p o r e q u ip e m a s c u lin a (n ã o s e r á c o b r a d a t a x a d e in s c r iç ã o p a r a a s e q u ip e s fe m in in a s ) . O b rig a tó rio p o s s u ir a c a r te ir a S e s c ( c o m e r c iá r io ) a tu a liz a d a . In s c riç õ e s d e 1 8 d e f e v e ­ r e ir o a 5 d e m a r ç o , d e t e r ç a a s e x ta , d a s 9 h à s 2 1 h 3 0 , s á b a d o , d o m in g o e fe ria d o , d a s 9 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . M a io re s in f o r m a ç õ e s p e lo s te le fo n e s : 8 7 1 7 7 6 4 , 8 7 1 -7 7 6 2 e 8 7 1 -7 7 7 2 .

SESC Pompéia

d o à p r á ti c a d o s k a t e , p a t i n s in lin e e b ic ic le ta f r e e s ty le , c o m r a m p a s e o b s tá c u lo s . D e q u a r ta a d o m in g o , d as 10h às 16h.

SESC Interlagos

SESC Ipiranga JOGOS AQUÁTICOS. S á b a d o s , d a s 1 3 h á s 1 4 h . P a r t ic i p a ç ã o liv r e p a r a m a io re s d e 12 a n o s.

SESC Consolação JOGOS DE SALÃO. E s p a ç o p a r a T ê n is d e M e s a , F u te b o l d e B o tã o , X a d re z , D a m a , D o m in ó e B a ra lh o . D e te rç a a se x ta , d a s 1 3 h 3 0 à s 2 1 h 3 0 ; s á b a d o s , d o m in g o s e f e r ia ­ d o s, d a s 9 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . T rag a o se u jo g o o u r e tir e e m p r e s t a d o n o a lm o x a rifa d o d e e s p o r te s , 2 - a n d a r. P a ra o T ê n is d e M e s a , t r a g a a s u a b o li­ n h a . O b r ig a tó r io a p r e s e n t a ç ã o d a c a r te ir a S e s c . G r á tis .

SESC Pompéia TORNEIO SESC DE PEGADORES DE BOLA. T o r n e i o d e t ê n i s a b e r t o a m e n o re s q u e tra b a lh a m com o p e g a d o r e s d e b o la e m c lu b e s e a c a ­ d e m ia s d e S ã o P a u lo e te m p o r o b je tiv o s a in te g ra ç ã o so c ia l. A e d u ­ c a ç ã o a tr a v é s d o e s p o r te e o in c e n ­ tiv o à p rá tic a d o tê n is . C a te g o ria s : 9 1 0 a n o s , 1 1 -1 2 a n o s , 1 3 -1 4 a n o s , 1516 a n o s e 1 7 -1 8 a n o s . D e 2 a 7 , a p a r tir d a s 9 h . G rá tis .

RECREAÇÃO AQUÁTICA LIVRE. D e s e g u n d a à se x ta , d a s 9 h à s 21h30. S á b a d o s e f e r ia d o s d a s 9 h à s 1 7 h 3 0 . G r á tis . SESC Consolação RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGI­ DA. Vôlei e basquete: s á b a d o s , d a s 1 3 h à s 1 5 h . Futsal: s á b a d o s , d a s 1 3 h 3 0 à s 1 5 h 3 0 . G rá tis .

TENISESC

SESC Consolação

TORNEIO SESC VERÃO DE VÔLEI MISTO. P a r t i c i p a m d e s t e e v e n t o ,

RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE.

f u n c io n á r io s d e e m p r e s a s d o c o m é r c io e m g e ra l e s e u s d e p e n ­ d e n te s c o m id a d e a c im a d e 16 a n o s . In sc riç õ e s, d e 3 a 13 d e fe v e ­ r e iro , d a s 1 3 h à s 2 2 h . In íc io , d ia 1 7 a p a r tir d a s 1 9 h 3 0 . T a x a d e in s c ri­ ç ã o : R $ 5 0 ,0 0 p o r e m p r e s a .

SESC Consolação

F u ts a l, v ô le i, b a s q u e te e tê n is de m e s a . O m a t e r ia l é f o r n e c i d o p e lo S e s c . Futsal: s á b a d o s d a s 1 5 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . Vôlei e basquete: d e s e g u n - i d a a q u in ta , d a s 1 7 h 3 0 à s 1 9 h ; se x ta s , d a s 1 7 h 3 0 à s 21 h 3 0 e sá b a d o s, d a s 1 5 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . Tênis de mesa: s á b a d o s e f e r ia d o s , d a s 9 h 1 5 à s 1 7 h 3 0 . G rá tis .

J

SESC Consolação Recreação AQUASESC. A u l a s a b e r t a s , j o g o s

d e a tr a v é s d o s f u n d a m e n to s b á s i­ c o s , p a r a a tin g ir a d in â m ic a d o jo g o . A p a r tir d e 1 5 a n o s , t e r ç a s e q u in ta s , 1 5 h e q u a r ta s e s e x ta s , à s 1 8 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io ) .

e a tiv id a d e s a q u á tic a s v is a n d o e s tim u la r p r á tic a s d iv e r s if ic a d a s e a c e s s ív e is a o s m a is v a ria d o s p ú b lic o s . S á b a d o s e d o m in g o s , d a s 1 5 h 3 0 à s 1 6 h 3 0 . O b r ig a tó r io a p r e s e n ta ç ã o d a c a rte ira S e s c c o m e x a m e d e r m a to ló g ic o a tu a li­ z a d o . G rá tis .

SESC Pompéia

SESC Pompéia

VOLEIBOL. I n i c i a ç ã o n a m o d a l i d a ­

ESPAÇO RADICAL. E s p a ç o d e s t i n a ­

RECREAÇÃO. A r e c r e a ç ã o v i s a o d e s e n v o lv im e n to e s p o n tâ n e o e a g rad á v e l d o se r h u m a n o em seu s m o m e n t o s d e la z e r , o b j e t i v a n d o s a tis f a z e r n e c e s s id a d e s fu n d a m e n - ' ta is d e s o c ia liz a ç ã o , e x p r e s s ã o e r e n o v a ç ã o d e e n e r g ia s , c o n trib u in ­ d o , d e s ta fo rm a , p a ra m e lh o ra r a q u a lid a d e d e v id a . B a s q u e te - te r ­ ç a s e q u in ta s , d a s 1 8 h 3 0 à s 21 h 3 0 ;

Fevereiro 97


B EM CARTAZ s á b a d o s , d o m in g o s e f e r ia d o s , d a s 9 h 3 0 à s 1 3 h 3 0 . F u ts a l - te r ç a s e q u in ta s , d a s 1 8 h 3 0 à s 2 1 h 3 0 ; s á b a ­ d o s , d o m in g o s e f e r ia d o s , d a s 1 3 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . V ô le i - q u a r ta s e se x ta s , d a s 18M 30 à s 21 h 3 0 ; s á b a ­ d o s , d o m in g o s e f e r ia d o s , d a s 1 3 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . N o G in á sio O u to n o . É o b rig a tó ria a a p r e s e n ta ­ ç ã o d a c a r te ir a S e s c a tu a liz a d a .

SESC Pompéia SESC VERÃO - UM VERÃO DE LAZER NO SESC. P r o g r a m a ç ã o d if e r e n c ia d a c o m a tiv id a d e s e s p o r ­ tiv a s , p e r f o r m a n c e s , e q u ip a m e n to s lú d ic o s , v iv ê n c ia s e s h o w s m u s ic a is c o m o o b je tiv o d e o fe re c e r a o s c o m e rc iá rio s e à c o m u n id a d e u m a o p ç ã o d e l a z e r c o m q u a l i d a d e . Dia 1a, à s 1 1 h - a u l a a b e r t a d e S t r e e td a n c e , 11 h - r e c r e a ç ã o c o m T r a m p o lim A c r o b á tic o , 1 1 h 3 0 V iv ê n c ia d e T ê n is , 1 3 h - p e r f o r m a n ­ c e d e S tre e td a n c e , 1 5h - re c re a ç ã o c o m B a s q u e t e A q u á t i c o . Dia 2 , 1 1h a u la a b e r ta d e g in á s tic a , 11 h r e c r e a ç ã o c o m T ra m p o lim A c r o ­ b á tic o , 11 h 3 0 - v iv ê n c ia d e B a s ­ q u e te , 1 3 h - s h o w m u s ic a l c o m a B a n d a M o x o tó , 1 5 h - F e s tiv a l d e N a ta ç ã o , 1 5 h 3 0 - e s p e tá c u lo e s p o r ­ tiv o d e B ik e S t r e e t . P a r a p a r ti c ip a r d a s a tiv i d a d e s n a p is c in a é o b r i g a ­ tó r ia a p r e s e n ta ç ã o d a c a r te ir a S e s c c o m e x a m e d e r m a t o ló g i c o a tu a liz a ­ d o . M a io re s in fo rm a ç õ e s p e lo s te le ­ f o n e s , 8 7 1 -7 7 7 2 e 8 7 1 -7 7 8 3 . G r á tis .

SESC Pompéia SESC VERÃO. T o r n e i o s e n v o l v e n ­ d o e s p o r t e s in d iv id u a is , d e d u p la s e c o le tiv o s n a e s ta ç ã o m a is q u e n te d o a n o . A s m o d a lid a d e s s ã o : v ô le i d e d u p la s m a s c u lin o e fe m in in o , r fu te v ô le i m a s c u lin o e fe m in in o , p e te c a m is ta , t ê n i s d e c a m p o m a s ­ c u lin o e f e m in in o , t ê n i s d e m e s a ' m a s c u lin o e fe m in in o , h a n d e b o l : m a s c u lin o e f e m in in o , b a s q u e te ! m a s c u lin o e fe m in in o e fu te b o l s o c ie ty fe m in in o . T o d o s o s d o m in ­ g o s a p a rtir d o d ia 1 6 . I n f o r m a ç õ e s p e lo te le f o n e 5 2 0 .9 9 1 1 , r a m a i s 2 0 6 , 242 e 244.

SESC Interlagos Serviços ESPORTEMPRESA. S e t o r e s p e c i a l i ­ z a d o e m a s s e s s o r a r e d e s e n v o lv e r p r o g r a m a ç õ e s e s p o r tiv a s e re c r e a ­ tiv a s , c o m a f in a lid a d e b á s ic a d e c p r o m o v e r a in te g r a ç ã o e n tr e a s e m p r e s a s c o m e r c ia is e s e u s f u n c io 1 n á r io s . A tiv id a d e s c o m o : t o r n e i o s e c a m p e o n a to s (o rg a n iz a ç ã o e re a -

Fevereiro 97

liz a ç ã o ) , l o c a ç õ e s d e q u a d r a p a r a "b a te -b o la " e re c re a ç ã o , r e s e rv a s d e q u a d r a s p a ra in te r c â m b io d e e m p r e s a s , p ro m o ç õ e s e s p e c ia is p a r a fa c ilita r o a c e s s o d a s e m p r e ­ s a s a o u tro s e v e n to s d a u n id a d e .

SESC Pompéia EXAME MÉDICO DERMATOLÓGI­ CO. D i r i g i d o a o s f r e q u e n t a d o r e s d a p is c in a , c r ia n ç a s , a d u lto s e id o s o s . D e s e g u n d a a s e x ta , d a s 1 6h à s 1 9 h 5 0 . S á b a d o s e f e r ia d o s , d a s 1 0 h à s 1 3 h 5 0 . R $ 4 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 9 ,0 0 . A p r e s e n t a r - s e e m tra je d e b a n h o .

SESC Consolação PROJETO EMPRESA.

P ro g ra m a d if e r e n c ia d o d e a p o io a o la z e r, j u n to a e m p r e s a s d o c o m é rc io . T e m c o m o o b je tiv o p r in c ip a l a p r á tic a d e a tiv i­ d a d e s re c r e a tiv a s , c u ltu r a is e e s p o r ­ tiv a s , p o s s ib ilita n d o a o s p a r tic ip a n ­ te s e s e u s d e p e n d e n te s m a io r e n v o lv im e n to n a s p r o g r a m a ç õ e s . P re s ta a s s e s s o r ia p a r a o rg a n iz a ç ã o d e to r n e io s e c a m p e o n a to s , f e s tiv a is d e e s p o rte s e c e s sã o d e e sp a ç o s .

SESC Consolação

ca

k1 Ginástica ALONGAMENTO E CONSCIÊNCIA CORPORAL. P r o p o r c i o n a h a r m o n i a e r e la x a m e n to c o rp o ra l a tr a v é s d e e x e r c íc io s d e fle x ib ilid a d e p a r a a re o rg a n iz a ç ã o d a p o stu ra .

Match Point O curso de iniciação ao tênis é destinado a adultos, ensinando os primeiros passos e golpes básicos da nobre modalidade esportiva. A partir do dia 12. TeniSesc

x a m e n to e v iv ê n c ia s c o rp o ra is q u e e s tim u la m a a u to - e s tim a e a a u to - c o n f ia n ç a . Q u a r ta s , à s 1 4 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Ipiranga SESC Carmo - A p a r t i r d e 1 6 a n o s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 11 h , 1 4 h e 1 6 h ; te r ç a s e q u in ta s , à s 1 0 h e 1 5 h . R $ 1 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 2 1 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) .

SESC Pinheiros - A p a r t i r d e 1 6 a n o s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 7 h 3 0 , 1 2 h 3 0 , 18h e 2 0 h 3 0 . T erç a s e q u in ­ ta s , à s 8 h , 1 6 h , 1 7 h , 1 8 h , 1 9 h 3 0 . S á b a d o s à s 8 h e 1 1 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io m a tric .). 12 v a g a s p o r h o rá rio .

SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e E d u a rd o F ra g a , te r a p e u ta c o rp o ra l. A p a r tir d e 1 5 a n o s . Q u a r ta s e s e x ­ t a s , à s 7 h 3 0 . R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 0 ,0 0 ( u s u á r i o ) .

BIOENERGÉTICA. C u r s o q u e t r a ­ b a lh a o s p r o c e s s o s e n e r g é tic o s d o c o r p o a tr a v é s d e e x e r c íc io s , r e la ­

EUTONIA. F a v o r e c e o a u t o c o n h e c i m e n to e o r e a lin h a m e n to p o s tu ra l a tr a v é s d e e x e rc íc io s d e re c o n h e c i­ m e n to d a s e s tr u tu r a s d o c o rp o . O r i e n ta ç ã o d e G a b r i e l a B a l. S e x t a s , à s 1 9 h 3 0 . 2 5 v a g a s . R $ 2 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 4 ,0 0 .

SESC Consolação GINÁSTICA PARA A COLUNA. T ra b a lh o c o rre tiv o e p re v e n tiv o p a ra p ro b le m a s d e lo rd o se , e s c o ­ lio s e , c if o s e e o u t r o s d e c o r r e n t e s d a m á p o s tu r a . O r ie n ta ç ã o d e V a lm a V a lz a c h i. T e r ç a s e q u i n t a s , d as 14h às 15h.

SESC São Caetano GINÁSTICA PARA GESTANTES. O r i e n ta ç ã o d e V a lm a V a lz a c h i. T e rç a s e q u in ta s , d a s 1 8 h à s 1 9 h e d a s 19h à s 20h. 20 v ag as.

SESC São Caetano

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■ s e g u n d a s e q u a r ta s , à s 2 0 h 4 5 ; te r ­ ç a s e q u in ta s , à s 2 0 h 4 5 ; q u a r ta s e s e x ta s , à s 7 h ; s e x ta s , à s 2 0 h e s á b a ­ d o s , à s 8 h . U m a a u la s e m a n a l ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) R $ 2 0 ,0 0 e u s u á r i o R $ 3 1 ,0 0 . D u a s a u la s s e m a ­ n a is ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) R $ 2 4 ,0 0 e u s u á r i o R $ 4 0 ,0 0 .

Torneios & Cam peonatos COPA SÃO PAULO DE VÔLEI DE AREIA. D a n d o c o n t i n u i d a d e a o t o r ­

SESC Itaquera

FESTIVAL DE BASQUETE AQUÁTI­ CO. F e s t i v a l r e c r e a t i v o c o m a p a r t i ­

PETECA. A p e t e c a é u m e s p o r t e

II COPA FUTSAL ENTRE SUPER­ MERCADOS. E v e n t o d i r e c i o n a d o

c ip a ç ã o d a s e q u ip e s o r g a n iz a d a s p e lo s f r e q u e n t a d o r e s d a p is c in a . D ia 9 , à s 1 5 h . G r á tis .

d e o r ig e m in d íg e n a q u e p o p u la riz o u -s e e n tr e o s p o r tu g u e s e s , q u e jo g a v a m p rin c ip a lm e n te d u r a n te o in v e rn o . N o s d ia s a tu a is o e s p o rte to rn o u -s e m a n ia em M in a s G e ra is , d e o n d e d if u n d iu - s e p a ra o re s to d o P a ís. D u ra n te e s s e m ê s s e r ã o re a liz a d a s a tiv id a d e s q u e e n v o lv e m u m a c lín ic a c o m d e m o n s tr a ç ã o e um f e s tiv a l. C lín ic a e d e m o n s t r a ç ã o : d ia 1 6 , à s 1 4 h . O rie n ta ç ã o d e a tle ta s d a F e d e ra ç ã o P a u lis ta d e P e te c a . F e stiv a l d e p e te c a , a b e r to a to d o s o s in te re s s a d o s : d ia s 2 2 e 2 3 , a p a r ti r d a s 11 h . G r á tis .

SESC Ipiranga PÓLO AQUÁTICO. E s p o r t e o l í m p i ­ c o , p r a tic a d o ta n to p o r h o m e n s c o m o m u lh e r e s , v e m s e d e s ta c a n ­ d o n o s ú ltim o s a n o s e g a n h a n d o n o v o s a d e p to s . N e ste m ê s o S e s c o f e r e c e u m c u r s o b á s ic o d e P ó lo A q u á tic o , o n d e s e r ã o e n f a tiz a d a s a s re g ra s b á s ic a s , fu n d a m e n to s e d in â m ic a d e jo g o . D ia s 1 8 , 2 0 , 2 5 e 2 7 , d a s 1 9 h 3 0 à s 21 h 3 0 . O rie n ta ç ã o d e M a r c e lo J o r g i n o A f f o n s o . G r á tis . SESC Ipiranga

Água para todos O A quasesc oferece aulas abertas, atividades aquáticas e jogos diversifica­ dos, abrangendo os mais diferenciados públicos. N os fins de semana, das 15h30 às 16h30. Grátis.

Sesc Pompéia

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TÊNIS. C u r s o d e i n i c i a ç ã o p a r a a d u lto s o n d e o o b je tiv o é a p r e n d e r o s g o lp e s b á s ic o s d o tê n is; o c u rs o te m d u ra ç ã o d e 3 m e s e s d e d u ra ­ ç ã o , c o m a u la s 1 o u 2 v e z e s p o r s e m a n a . T e rç a s e q u in ta s à s 1 0 h 3 0 , 11 h 3 0 , 1 2 h , 1 7 h , 1 8 h 3 0 , 1 9 h , 1 9 h 3 0 , 2 0 h e 2 0 h 3 0 ; q u a rta s e se x ta s à s 18 h , 1 8 h 3 0 , 19h e 19 h 3 0 ; sáb ad o s às 8h30, 9h30 e 10h30. I n íc io d i a s 1 2 . R $ 5 4 ,0 0 ( d ia ) / R $ 7 4 ,0 0 (n o ite ) ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 9 4 ,0 0 ( d ia ) / R $ 1 0 5 ,0 0 ( n o ite ) ( u s u á r i o in s c r ito ) e R $ 1 1 0 ,0 0 ( d ia ) / R $ 1 2 7 ,5 0 ( n o ite ) .

TENISESC

n e io a b e r t o d e v o le i d e a r e ia , n a s c a te g o r ia s a d u lto m a s c u lin o e f e m i­ n in o . O s jo g o s a c o n te c e m a o s d o m in g o s e f e r ia d o s .

e x c lu s iv a m e n te à f u n c io n á rio s q u e a tu a m n e s te s e g m e n t o c o m e rc ia l. D is p u ta d o n a s c a te g o r ia s m a s c u lin o e fe m in in o . C a d a e m p r e s a p o d e rá in s c re v e r a té d u a s e q u ip e s p o r c a te ­ g o ria . T o d o s o s a tle ta s d e v e r ã o te r v ín c u lo e m p re g a tíc io c o m a e m p r e ­ s a . T a x a d e p a r ti c ip a ç ã o : R $ 3 0 ,0 0 p o r e q u ip e m a s c u lin a (n ã o s e r á c o b r a d a ta x a d e in s c riç ã o p a r a a s e q u ip e s f e m in in a s ) . O b r ig a tó r io p o s s u ir a c a r te ir a S e s c ( c o m e r c iá r io ) a tu a liz a d a . In s c riç õ e s d e 1 8 d e f e v e ­ r e ir o a 5 d e m a r ç o , d e t e r ç a a s e x ta , d a s 9 h à s 21 h 3 0 , s á b a d o , d o m in g o e f e r ia d o , d a s 9 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . M a io re s in f o r m a ç õ e s p e lo s te le fo n e s : 8 7 1 7 7 6 4 , 8 7 1 -7 7 6 2 e 8 7 1 -7 7 7 2 .

SESC Pompéia

d o à p r á ti c a d o s k a t e , p a ti n s in lin e e b ic ic le ta f r e e s ty l e , c o m r a m p a s e o b s tá c u lo s . D e q u a r ta a d o m in g o , d a s 10h à s 16h.

SESC Interlagos

SESC Ipiranga JOGOS AQUÁTICOS. S á b a d o s , d a s 1 3 h á s 1 4 h . P a r t ic i p a ç ã o liv r e p a r a m a io re s d e 12 a n o s .

SESC Consolação JOGOS DE SALÃO. E s p a ç o p a r a T ê n is d e M e s a , F u te b o l d e B o tã o , X a d re z , D a m a , D o m in ó e B a ra lh o . D e te rç a a s e x ta , d a s 1 3 h 3 0 à s 2 1 h 3 0 ; s á b a d o s , d o m in g o s e fe ria ­ d o s , d a s 9 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . T rag a o se u j o g o o u r e tir e e m p r e s t a d o n o a lm o x a rifa d o d e e s p o r te s , 2 e a n d a r. P a ra o T ê n is d e M e s a , tr a g a a s u a b o li­ n h a . O b rig a tó rio a p r e s e n ta ç ã o d a c a r t e ir a S e s c . G r á tis . SESC Pompéia

TORNEIO SESC DE PEGADORES DE BOLA. T o r n e i o d e t ê n i s a b e r t o a m e n o re s q u e tra b a lh a m com o p e g a d o r e s d e b o la e m c lu b e s e a c a ­ d e m ia s d e S ã o P a u lo e te m p o r o b je tiv o s a in te g r a ç ã o s o c ia l. A e d u ­ c a ç ã o a tr a v é s d o e s p o r te e o in c e n ­ t iv o à p r á tic a d o tê n is . C a te g o r ia s : 9 1 0 a n o s , 1 1 -1 2 a n o s , 1 3 -1 4 a n o s , 15 1 6 a n o s e 1 7 -1 8 a n o s . D e 2 a 7 , a p a r tir d a s 9 h . G rá tis .

RECREAÇÃO AQUÁTICA LIVRE. D e s e g u n d a à s e x ta , d a s 9 h à s 2 1 h 3 0 . S á b a d o s e fe ria d o s d a s 9 h à s 1 7 h 3 0 . G r á tis . SESC Consolação RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGI­ DA. Vôlei e basquete: s á b a d o s , d a s 1 3 h à s 1 5 h . Futsal: s á b a d o s , d a s 1 3 h 3 0 à s 1 5 h 3 0 . G rá tis .

TENISESC

SESC Consolação

TORNEIO SESC VERÃO DE VÔLEI

RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE.

MISTO. P a r t i c i p a m d e s t e e v e n t o , f u n c io n á rio s d e e m p r e s a s d o c o m é r c io e m g e ra l e s e u s d e p e n ­ d e n te s c o m id a d e a c im a d e 16 a n o s . In s c riç õ e s , d e 3 a 13 d e fe v e ­ r e iro , d a s 1 3 h à s 2 2 h . In íc io , d ia 17 a p a r tir d a s 1 9 h 3 0 . T a x a d e in s c ri­ ç ã o : R $ 5 0 ,0 0 p o r e m p r e s a .

F u ts a l, v ô le i, b a s q u e te e tê n is d e : m e s a . O m a t e r ia l é f o r n e c i d o p e lo » S e s c . Futsal: s á b a d o s d a s 1 5 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . Vôlei e basquete: d e s e g u n ­ d a a q u in ta , d a s 1 7 h 3 0 à s 1 9 h ; s e x ­ ta s , d a s 1 7 h 3 0 à s 21 h 3 0 e s á b a d o s ,, d a s 1 5 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . Tênis de mesa: s á b a d o s e f e r ia d o s , d a s 9 h 1 5 à s: 1 7 h 3 0 . G rá tis .

SESC Consolação

SESC Consolação Recreação AQUASESC. A u l a s a b e r t a s , j o g o s

d e a tr a v é s d o s f u n d a m e n to s b á s i­ c o s , p a ra a tin g ir a d in â m ic a d o jo g o . A p a rtir d e 1 5 a n o s , te r ç a s e q u in ta s , 1 5 h e q u a r ta s e s e x ta s , à s 1 8 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io ) .

e a tiv id a d e s a q u á tic a s v is a n d o e s tim u la r p r á tic a s d iv e r s if ic a d a s e a c e s s ív e is a o s m a is v a r ia d o s p ú b lic o s . S á b a d o s e d o m in g o s , d a s 1 5 h 3 0 à s 1 6 h 3 0 . O b r ig a tó r io a p r e s e n ta ç ã o d a c a rte ira S e s c c o m e x a m e d e r m a to ló g ic o a tu a li­ z a d o . G r á tis .

SESC Pompéia

SESC Pompéia

VOLEIBOL. I n i c i a ç ã o n a m o d a l i d a ­

ESPAÇO RADICAL. E s p a ç o d e s t i n a ­

RECREAÇÃO. A r e c r e a ç ã o v i s a o d e s e n v o lv i m e n t o e s p o n t â n e o ei a g rad á v e l d o se r h u m a n o em seu s: m o m e n t o s d e la z e r, o b je tiv a n d o : s a tis f a z e r n e c e s s id a d e s f u n d a m e n ­ ta is d e s o c ia liz a ç ã o , e x p r e s s ã o e: r e n o v a ç ã o d e e n e r g ia s , c o n trib u in ­ d o , d e s t a f o r m a , p a r a m e l h o r a r a: q u a lid a d e d e v id a . B a s q u e te - te r ­ ç a s e q u in ta s , d a s 1 8 h 3 0 à s 21 h 3 0 ;

F evereiro 97' 1


i EM CARTAZ s á b a d o s , d o m in g o s e f e r ia d o s , d a s 9 h 3 0 à s 1 3 h 3 0 . F u ts a l - te r ç a s e q u in ta s , d a s 1 8 h 3 0 à s 2 1 h 3 0 ; s á b a ­ d o s , d o m in g o s e fe ria d o s , d a s 1 3 M 3 0 à s 1 7 h 3 0 . V ô le i - q u a r ta s e se x ta s , d a s 1 8 h 3 0 à s 2 1 h 3 0 ; s á b a ­ d o s , d o m in g o s e f e r ia d o s , d a s 1 3 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . N o G in á sio O u to n o . É o b rig a tó ria a a p r e s e n ta ­ ç ã o d a c a r te ir a S e s c a tu a liz a d a .

SESC Pompéia SESC VERÃO - UM VERÃO DE LAZER NO SESC. P r o g r a m a ç ã o d if e r e n c ia d a c o m a tiv id a d e s e s p o r ­ tiv a s , p e r f o r m a n c e s , e q u ip a m e n t o s lú d ic o s , v iv ê n c ia s e s h o w s m u s ic a is c o m o o b je tiv o d e o fe re c e r a o s c o m e r c iá r io s e à c o m u n id a d e u m a o p ç ã o d e l a z e r c o m q u a l i d a d e . Dia I 9, à s 1 1 h - a u l a a b e r t a d e S t r e e td a n c e , 11 h - r e c r e a ç ã o c o m T ra m p o lim A c r o b á tic o , 1 1 h 3 0 V iv ê n c ia d e T ê n is , 1 3 h - p e r f o r m a n ­ c e d e S tre e td a n c e , 15h - re c re a ç ã o c o m B a s q u e t e A q u á t i c o . Dia 2 , 1 1 h a u la a b e r ta d e g in á s tic a , 11 h r e c r e a ç ã o c o m T r a m p o lim A c r o ­ b á tic o , 11 h 3 0 - v iv ê n c ia d e B a s ­ q u e te , 1 3 h - s h o w m u s ic a l c o m a B a n d a M o x o tó , 1 5 h - F e stiv a l d e N a ta ç ã o , 1 5 h 3 0 - e s p e tá c u lo e s p o r ­ tiv o d e B ik e S t r e e t . P a r a p a r ti c ip a r d a s a tiv id a d e s n a p is c in a é o b r ig a ­ tó ria a p r e s e n t a ç ã o d a c a r te ir a S e s c c o m e x a m e d e r m a t o ló g i c o a tu a liz a ­ d o . M a io re s in fo rm a ç õ e s p e lo s te le ­ f o n e s , 8 7 1 -7 7 7 2 e 8 7 1 -7 7 8 3 . G r á tis .

SESC Pompéia SESC VERÃO. T o r n e i o s e n v o l v e n ­ d o e s p o r t e s in d iv id u a is , d e d u p la s e c o le tiv o s n a e s t a ç ã o m a is q u e n te d o a n o . A s m o d a lid a d e s s ã o : v ô le i d e d u p la s m a s c u lin o e fe m in in o , fu te v ô le i m a s c u lin o e fe m in in o , p e te c a m is ta , tê n i s d e c a m p o m a s ­ c u lin o e f e m in in o , tê n i s d e m e s a m a s c u lin o e fe m in in o , h a n d e b o l m a s c u lin o e fe m in in o , b a s q u e te m a s c u lin o e fe m in in o e fu te b o l so c ie ty fe m in in o . T o d o s o s d o m in ­ g o s a p a r tir d o d ia 1 6 . I n f o r m a ç õ e s p e lo t e l e f o n e 5 2 0 .9 9 1 1 , r a m a i s 2 0 6 , 242 e 244. SESC Interlagos Serviços ESPORTEMPRESA. S e t o r e s p e c i a l i ­ z a d o e m a s s e s s o r a r e d e s e n v o lv e r p r o g r a m a ç õ e s e s p o r tiv a s e r e c r e a ­ tiv a s , c o m a f in a lid a d e b á s ic a d e p ro m o v e r a in te g r a ç ã o e n tr e a s e m p r e s a s c o m e rc ia is e s e u s f u n c io ­ n á r io s . A tiv id a d e s c o m o : t o r n e i o s e c a m p e o n a to s ( o r g a n iz a ç ã o e re a -

Fevereiro 97

liz a ç ã o ) , l o c a ç õ e s d e q u a d r a p a r a " b a te -b o la " e r e c re a ç ã o , r e s e rv a s d e q u a d r a s p a ra in te r c â m b io d e e m p r e s a s , p ro m o ç õ e s e s p e c ia is p a r a fa c ilita r o a c e s s o d a s e m p r e ­ s a s a o u tro s e v e n to s d a u n id a d e .

Arquivo E

SESC Pompéia EXAME MÉDICO DERMATOLÓGI­ CO. D i r i g i d o a o s f r e q u e n t a d o r e s d a p is c in a , c r ia n ç a s , a d u lto s e id o s o s . D e s e g u n d a a se x ta , d a s 1 6h à s 1 9 h 5 0 . S á b a d o s e f e r ia d o s , d a s 1 0 h à s 1 3 h 5 0 . R $ 4 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 9 ,0 0 . A p r e s e n t a r - s e e m tra je d e b a n h o .

SESC Consolação PROJETO EMPRESA. P r o g r a m a d if e r e n c ia d o d e a p o io a o la z e r, ju n to a e m p r e s a s d o c o m é r c io . T e m c o m o o b je tiv o p rin c ip a l a p r á tic a d e a tiv i­ d a d e s r e c r e a tiv a s , c u ltu r a is e e s p o r ­ tiv a s , p o s s ib ilita n d o a o s p a r tic ip a n ­ te s e s e u s d e p e n d e n te s m a io r e n v o lv im e n to n a s p r o g r a m a ç õ e s . P re s ta a s s e s s o r ia p a r a o r g a n iz a ç ã o d e to r n e io s e c a m p e o n a to s , fe s tiv a is d e e sp o rte s e c e s sã o d e e sp a ç o s . SESC Consolação

E qS S ä H B H Ginástica ALONGAMENTO E CONSCIÊNCIA CORPORAL. P r o p o r c i o n a h a r m o n i a e re la x a m e n to c o rp o ra l a tr a v é s d e e x e r c íc io s d e fle x ib ilid a d e p a r a a re o rg a n iz a ç ã o d a p o s tu ra .

Match Point O curso de iniciação ao tênis é destinado a adultos, ensinando os primeiros passos e golpes básicos da nobre modalidade esportiva. A partir do dia 12. TeniSesc

x a m e n to e v iv ê n c ia s c o rp o ra is q u e e s tim u la m a a u to - e s tim a e a a u to - c o n f ia n ç a . Q u a r ta s , à s 1 4 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Ipiranga SESC Carmo - A p a r t i r d e 1 6 a n o s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 11 h , 1 4 h e 1 6 h ; te r ç a s e q u in ta s , à s 1 0 h e 1 5 h . R $ 1 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 2 1 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) .

SESC Pinheiros - A p a r t i r d e 1 6 a n o s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 7 h 3 0 , 1 2 h 3 0 , 1 8h e 2 0 h 3 0 . T e rç a s e q u in ­ ta s, à s 8 h , 16h, 17h, 18h, 19h30. S á b a d o s à s 8 h e 1 1 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 1 2 v a g a s p o r h o r á r io .

SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e E d u a rd o F ra g a , te r a p e u ta c o rp o ra l. A p a r tir d e 1 5 a n o s . Q u a r ta s e s e x ­ t a s , à s 7 h 3 0 . R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 0 ,0 0 ( u s u á r io ) . BIOENERGÉTICA. C u r s o q u e t r a ­ b a lh a o s p r o c e s s o s e n e r g é tic o s d o c o r p o a tr a v é s d e e x e rc íc io s , r e la ­

EUTONIA. F a v o r e c e o a u t o c o n h e c i m e n to e o r e a lin h a m e n to p o s tu ra l a tr a v é s d e e x e rc íc io s d e re c o n h e c i­ m e n to d a s e s tru tu ra s d o c o rp o . O r i e n t a ç ã o d e G a b r i e l a B a l. S e x t a s , à s 1 9 h 3 0 . 2 5 v a g a s . R $ 2 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 4 ,0 0 . SESC Consolação GINÁSTICA PARA A COLUNA. T ra b a lh o c o rre tiv o e p re v e n tiv o p a ra p ro b le m a s d e lo rd o se , e s c o ­ lio s e , c if o s e e o u t r o s d e c o r r e n te s d a m á p o s tu ra . O rie n ta ç ã o d e V a lm a V a lz a c h i. T e r ç a s e q u i n ta s , d a s 14h à s 15h.

SESC São Caetano GINÁSTICA PARA GESTANTES. O r i e n ta ç ã o d e V a lm a V a lz a c h i. T e rç a s e q u in ta s , d a s 1 8 h à s 1 9 h e d a s 19h à s 20h. 20 v ag as.

SESC São Caetano


GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. M é t o d o d e g in á s tic a d e s e n v o lv id o p e lo S e s c d e a c o r d o c o m o ritm o e c o n ­ d iç õ e s fís ic a s d e c a d a p e s s o a . A c a d a m ê s te m a s d ife re n te s s o b re a tiv id a d e fís ic a , s a ú d e e b e m -e s ta r. In fo rm e -s e n a u n id a d e d o S e s c m a is p ró x im a . SESC Carmo - P a l e s t r a - Verão Ativo. C o m o , q u a n d o , o n d e e p o r ­ q u e p ra tic a r a tiv id a d e s fís ic a s n o v e r ã o . D ia 2 0 , à s 1 5 h 3 0 , n o A u d itó r io . G r á tis . A u la s A b e r ta s Dança Integrativa. E s t a a t i v i d a d e v is a re la c io n a r o in d iv íd u o c o m a m ú s ic a e c o m a s p e s s o a s a tr a v é s d e r i tm o s a l e g r e s d o v e r ã o . D ia 2 5 , à s 1 8 h 3 0 n o 3 9 a n d a r . G r á tis . Circuito de Verão. M ú l t i p l a s e s t a ­ ç õ e s d e m o v im e n to s c o rp o ra is p e lo s e s p a ç o s d a u n i d a d e . D ia 2 7 , às 18h30. G r á tis . Calor & Movimento. P r á t i c a d e g i n á s t i c a e té c n ic a s c o rp o ra is a s s o c ia d a s a o r i tm o d e v e r ã o . D ia 1 8 , à s 1 8 h 3 0 , n o 3 e a n d a r . G r á tis .

2 0 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) . S e x ta s , d a s 7 h 3 0 à s 1 8 h e s á b a d o s , à s 8 h 3 0 . R $ 1 1 ,5 0 ( c o m e r ­ c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 3 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) . 1 5 v a g a s p o r h o r á r io .

SESC Pompéia - A u l a s c o m d u r a ­ ç ã o d e 5 0 m in u to s , d u a s v e z e s p o r s e m a n a , n o s p e río d o s m a n h ã , ta r d e e n o ite . A p a r tir d e 1 5 a n o s . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 .0 0 ( u s u á r io ) . E a u la s s o m e n te a o s s á b a d o s , c o m 8 0 m in u to s d e d u ra ç ã o , à s 9 h 3 0 ,1 1 h e 1 4 h . A p a r­ t ir d e 1 5 a n o s . R $ 1 1 ,5 0 ( c o m e r c i á ­ rio m a tr ic .) e R $ 2 3 ,0 0 ( u s u á r io ) .

SESC São Caetano - S e g u n d a s e q u a rta s à s 1 6 h 3 0 , 1 7 h 2 0 , 1 8 h 1 0 , 1 9 h e 1 9 h 5 0 . T e rç a s e q u in ta s , à s 6h30, 7h30, 9h10, 14h, 16h30, 1 7 h 2 0 , 18 h 10, 19h e 1 9 h 5 0 . Q u a rta s e se x ta s , à s 6 h 3 0 , 7 h 3 0 e 8 h 2 0 R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a ­ tr ic .) , R $ 3 0 ,0 0 .

TENISESC - T u r m a s c o m a u l a s n o s SESC Consolação - D e s e g u n d a a s á b a d o , a p a r tir d a s 9 h 1 5 . 3 0 a lu ­ n o s p o r t u r m a . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá rio m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( d u a s a u la s s e m a n a i s ) e R $ 1 1 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 3 ,0 0 ( u m a a u la se m a n a l).

p e r ío d o s m a n h ã , t a r d e e n o ite , d e s e g u n d a a q u in ta , p o d e n d o o a lu n o m o n ta r s e u p ró p r io h o r á r io e f r e ­ q u e n ta r q u a n ta s a u la s q u is e r . M a tr íc u la s p a r a n o v o s a lu n o s a p a rtir d o d ia 19 d e c a d a m ê s . R $ 1 5 .0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) , R $ 3 0 .0 0 ( u s u á r i o in s c r ito ) e R $ 3 4 ,5 0 .

SESC Interlagos - N e s t e m ê s c o n t i ­ n u a r e m o s d a n d o ê n f a s e à s a tiv id a ­ d e s v o lta d a s a o a p a r e lh o c a rd io re sp ira tó rio , tra ta n d o d e a s s u n to s c o m o a v a lia ç ã o d a c o m p o s iç ã o c o r p o r a l, n u tr iç ã o , c a p a c id a d e c a rd io - r e s p ir a tó r ia . T o d o s o s d o m in ­ g o s a p a rtir d a s 9 h 3 0 .

Ritmos Carnavalescos N o mês do Carnaval estão abertas aulas dos ritmos que contagiam a festa popular, com o axé, pagode, samba e marchinhas. A partir do dia 3. Grátis.

TeniSesc

D e s e n v o lv e r e s is tê n c ia , e q u ilíb r io e m u s c u la ­ tu ra a tra v é s d e e x e rc íc io s a e ró b ic o s e lo c a liz a d o s p r a tic a d o s d e n ­ tro d a á g u a .

SESC São Caetano - O p ç ã o d e d u a s o u u m a a u la s e m a n a l. S e g u n d a e q u a r ta à s 1 6 h 1 5 , 1 8 h 3 0 , 2 0 h . T erç a e q u in ta , à s 7 h , 1 1 h 3 0 , 1 2 h 1 5 , 1 5 h 3 0 , 2 0 h . Q u a rta e s e x ta , 7 h 4 5 , 8 h 3 0 ,1 0 h 4 5 e 1 1 h 3 0 . S á b a d o à s 9 h e à s 1 4 h . U m a a u la s e m a n a l ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) R $ 2 0 ,0 0 e u s u á r i o R $ 3 1 ,0 0 . D u a s a u la s s e m a ­ n a i s ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) R $ 2 4 ,0 0 e u s u á r i o R $ 4 0 ,0 0 .

MASSAGEM PSÍQUICA E QUIROPRÁTICA. O r i e n t a ç ã o d e P i e r C a m p a d e llo . Q u a r ta s , à s 21 h . R $ 2 0 .0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 0 .0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) . 1 5 v a g a s .

SESC Pinheiros MASSAGEM RELAXANTE ANTI­ STRESS. O r i e n t a ç ã o d e M a r i a d a G ra ç a G o n ç a lv e s . S e g u n d a s e q u a r ta s , d a s 1 4 h à s 1 6 h . S e x ta s , d a s 14h à s 18h.

SESC São Caetano RITMOS CARNAVALESCOS. N a s e m a n a q u e a n te c e d e o C a rn a v a l, a s a u l a s d e G .V . e s t a r ã o a b e r t a s n ã o s ó a o s s e u s a lu n o s re g u la re s , m a s ta m b é m a o s in te r e s s a d o s n o s ritm o s p r e s e n te s n e s s a f e s ta p o p u ­ la r, q u e t e r á m u ito a x é , p a g o d e , s a m b a e m a rc h in h a s . D e 3 a 6, n o s h o r á r io s d e a u la , s e g u n d a e q u a r ta às 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30, te r ç a s e q u in ta s à s 7 h , 8 h , 1 7 h , 1 8 h , 1 9 h e 2 0 h . G r á tis . TENISESC

SESC Consolação - T e r ç a s e q u i n ­

VIVÊNCIAS AQUÁTICAS. L e v a a o

q u in ta s , à s 1 5 h 3 0 , 1 6 h 3 0 , 1 8 h 3 0 e 2 0 h 3 0 . Q u a rta s e s e x ta s , à s 1 8 h 3 0 , 1 9 h 3 0 e 2 0 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c i á ­ rio m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 . S á b a d o s , à s 1 0 h 3 0 , 11 h 3 0 e 1 4 h 3 0 . R $ 1 1 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 3 ,0 0 .

ta s , à s 9 h 1 5 ,1 5 h 3 0 ,1 8 h , 1 9 h e 2 0 h . S e x ta s , à s 1 2 h , 1 6 h 3 0 e 1 9 h . S á b a d o s , à s 1 0 h . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r ­ c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 8 ,0 0 ( d u a s a u l a s s e m a n a i s ) . R $ 1 8 ,0 0 ( c o m e r ­ c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 6 ,0 0 ( u m a a u la s e m a n a l).

c o n h e c im e n to d a s d iv e rs a s p o s s i­ b ilid a d e s d e a tiv id a d e s n a á g u a , c o n f e r in d o m a io r d o m ín io c o r p o ­ ra l, c o n f ia n ç a e d e s c o n tr a ç ã o . S á b a d o s , à s 1 1 h 3 0 . R $ 1 8 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 6 ,0 0 .

SESC Itaquera - N e s t e m ê s , l i b e r d a ­

SESC Ipiranga - T e r ç a s e q u i n t a s , à s

YOGA. D e o r i g e m i n d i a n a , r e ú n e

d e d e e x p r e s s ã o e m u ita d a n ç a p a r a q u e a fo lia d o c a r n a v a l s e ja m a is d o q u e e s p e c ia l, e m a u la s a b e r ta s c o m a lg u n s te m a s p o p u la ­ r e s d o v e r ã o . A tiv id a d e s : d ia 2 D a n ç a A f r o , d i a s 8 , 9 , 1 0 , e 11 A x é /S a m b a R eggae; d ia 16, L a m b a d a /F o rró , e d ia 23, S a ls a /M e r e n g h e , à p a r tir d a s 1 2 h .

1 5 h 3 0 . Q u a rta s , à s 1 5 h 3 0 e 1 9 h 3 0 . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 8 ,0 0 . S á b a d o s , à s 1 4 h 3 0 . R $ 1 8 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 6 ,0 0 .

e x e r c íc io s r e s p ir a tó r io s , d e r e la ­ x a m e n to e m e d ita ç ã o p a ra o e q u i­ líb r io d o c o r p o , d a m e n te e d o e s p ír ito .

SESC Itaquera - Á g u a , d i v e r s ã o e

SESC Consolação - O r i e n t a ç ã o d e

m u ita m ú s ic a s ã o o s e le m e n to s p a ra a q u e c e r a n o s s a g in á s tic a a q u á tic a . D e q u a r ta a d o m in g o , à s 1 1 h .

O d e te S a n ta n a , fo rm a d a e m Y oga p e la U n iã o N a c io n a l d e Y o g a . J ú lio S é r g io D ia s F e r n a n d e s , c o m e s p e ­ c i a l i z a ç ã o n o s E . U .A . e n a í n d i a . S e g u n d a s e q u a rta s , à s 1 7 h 3 0 , 1 8 h 3 0 , 1 9 h 3 0 e 2 0 h 3 0 . T erç a s e

SESC Ipiranga - A d u l t o , t e r ç a s e

SESC Pinheiros - S e g u n d a s e q u a r ­ ta s / te r ç a s e q u in ta s , d a s 7 h à s

52

HIDROGINÁSTICA.

t a r d e e n o ite . A p e n a s p a r a c o m e r ­ c iá r i o e d e p e n d e n t e s . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) .

SESC Pompéia - A p a r t i r d e 1 5 a n o s , d e te rç a

a s e x ta , m a n h ã ,

SESC Ipiranga

F evereiro 97


I EM CARTAZ : q u in ta s , à s 9 h . 3 0 v a g a s p o r tu r m a . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c u l a d o ) : e R $ 3 0 ,0 0 .

a tr a v é s d e e x e rc íc io s d in â m ic o s d e c o n f r o n to .

Nicola Labate

SESC Consolação - O r i e n t a ç ã o d e

SESC Ipiranga - T e r ç a s e q u i n t a s , à s f 1 4 h 3 0 . Q u a rta s e se x ta s , à s 1 4 h 3 0 , r 1 5 h 3 0 e 1 9 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá 1 r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 . SESC Pinheiros - S e g u n d a s e q u a r ­ ta s , à s 17h30, 1 8h30 e 19h30. T e r ç a s e q u i n ta s , à s 8 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io m a tric .). 1 5 v a g a s p o r I h o rá rio . SESC Pompéia - T é c n i c a s H a th a -Y o g a . A c im a d e 1 5 T e rç a s e q u in ta s , à s 8 h 3 0 , 10h30, 15h, 16h e 20h30. R$ ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ (u s u á rio ).

do an o s. 9h30, 1 7 ,0 0 3 4 ,0 0

TENISESC - O r i e n t a ç ã o d e M a r i m á P e ry A lv e s C a m p o s . T e rç a s e q u in ­ ta s à s 17h e 18h, se g u n d a s e q u a r­ t a s à s 1 1 h . R $ 3 3 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 3 ,0 0 .

D o u g l a s V ie ira , m e d a l h a d e p r a ta n a O lim p ía d a d e L o s A n g e le s . T e rç a s e q u in ta s , à s 2 0 h 3 0 e s á b a ­ d o s, à s 10h30. 25 v a g a s p o r tu r­ m a . R $ 3 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 8 ,0 0 .

SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e T o m io O k i, S e x t o D a n , t é c n i c o d o E s p o r te C lu b e C o r in th ia n s P a u lis ta e á r b itr o d a F e d e r a ç ã o P a u lis ta d e J u d ô . A p a r tir d e 1 5 a n o s , s á b a d o s , à s 1 5 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io ) . KARATÊ. A r t e m a r c i a l d e o r i g e m j a p o n e s a . D e s e n v o lv e fle x ib ilid a d e , f o rç a , v e lo c id a d e e c o n c e n tr a ç ã o , a tr a v é s d e e x e rc íc io s b a s e a d o s n o p rin c íp io d a n ã o -v io lê n c ia . SESC Carmo - A p a r t i r d e 1 2 a n o s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 2 0 h . R $ 1 6 .0 0 ( c o m e r c i á r i o m a t r i c .) e R $ 3 3 .0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) .

A rtes Marciais CAPOEIRA. D e o r i g e m a f r o - b r a s i l e i ­

SESC Pinheiros - O r i e n t a ç ã o d e

ra , in te g r a jo g o , lu ta e m ú s ic a . D e s e n v o lv e a a g ilid a d e c o rp o ra l a tr a v é s d e e x e rc íc io s d in â m ic o s d e a ta q u e e d e fe s a .

M a ria E s te r A z e v e d o . S á b a d o s , à s 14h. R$ 2 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 4 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) . 2 5 v a g a s .

SESC Carmo - O r i e n t a ç ã o

KUNG FU. A r t e m a r c i a l d e o r i g e m c h in e s a q u e d e s e n v o lv e a fo rç a , v e lo c id a d e e p r e c is ã o n o s m o v i­ m e n to s d e b r a ç o s e p e r n a s , a tr a v é s d e s e q u ê n c ia s d e e x e rc íc io s fís ic o s . O rie n ta ç ã o d e R ic a rd o F e r n a n d e s C se r, c o m f o r m a ç ã o n o s e s tilo s S h o a lin d o N o r te e C h o y L e e F u t. A rte m a rc ia l d e o rig e m c h in e s a q u e d e s e n v o lv e a fo r ç a , v e lo c id a d e e p r e c is ã o n o s m o v im e n to s d e b r a ­ ç o s e p e rn a s , a tr a v é s d e s e q u ê n ­ c ia s d e e x e r c íc io s f ís ic o s . A p a r tir d e 15 a n o s . Q u a rta s e se x ta s , à s 2 0 h . R $ 1 7 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 4 ,0 0 ( u s u á r io ) . D o m in g o s , à s 1 4 h , R $ 1 3 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 2 6 ,0 0 ( u s u á r io ) .

de I n a ja ra G o n ç a lv e s . A p a r tir d e 1 2 a n o s . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 9 h 3 0 . R $ 1 6 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 3 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) .

SESC Ipiranga - T e r ç a s e q u i n t a s , à s 2 0 h 3 0 . S á b a d o s , à s 9 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 I ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Pinheiros - O r i e n t a ç ã o d e M e s tre C e s a r A u g u s to B a rro s d o s S a n to s . T e rç a s e q u in ta s , à s 2 0 h . R $ 2 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 4 4 .0 0 ( u s u á r i o m a t r i c .) . S e x t a s , à s i 1 9 h 3 0 e s á b a d o s , à s 9 h 3 0 e 11 h . R $ 1 7 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e 3 4 .0 0 ( u s u á r i o m a t r i c ) . 2 0 v a g a s p o r h o r á r io .

Férias na Capital O Sesc Verão oferece uma programação diferenciada com esporte, música e show s, uma opção de lazer com qualidade na estação mais quente do ano. Confira no Roteiro

S á b a d o s , à s 1 3 h . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r ­ c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Pinheiros - S e g u n d a s e q u a r ­ ta s , à s 10 h , 1 2 h 3 0 e 1 4 h . T e rç a s e q u i n ta s , à s 1 6 h 3 0 e 1 8 h 3 0 . R $ 2 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 4 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . S á b a d o s , à s 8 h e 11 h . R $ 1 7 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e 3 4 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic ) . 2 0 v a g a s p o r h o r á r io . TAI CHI CHUAN. A r t e m a r c i a l d e o rig e m c h in e s a . m o n ia c o rp o ra l e ç õ e s p síq u ic a s e d e m o v im e n to s n a n a tu r e z a .

D e se n v o lv e h a r­ e q u ilíb rio d a s f u n ­ o r g â n ic a s , a tr a v é s su av es b a sead o s

SESC Pompéia SESC Carmo - O r i e n t a ç ã o

SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e

TAE KWON-DO. A r t e m a r c i a l d e o r i ­

M e s tre B a ia n o ( J o s o e l V ita lin o ), a p a rtir d e 1 5 a n o s . T e r ç a s e q u i n ta s , às 18h30 e 19h30. S áb ad o s, às 15h. R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 0 .0 0 ( u s u á r io ) .

g e m c o r e a n a . D e s e n v o lv e a a g ilid a ­ d e , f le x ib ilid a d e e a lo n g a m e n t o , a tr a v é s d e e x e rc íc io s d in â m ic o s d e c o n f r o n to .

de D o u g la s R o d rig u e s . T u rm a s a c im a d e 16 a n o s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 7 h e 1 8 h . R $ 1 6 ,0 0 ( c o m e r c iá ­ rio m a tr ic .) e R $ 3 3 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) .

SESC Ipiranga O r i e n t a ç ã o d e A r ia g n a C ris tin a S a m p a io . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 7 h 3 0 , 1 8 h 3 0 e 1 9 h 3 0 . Q u a rta s e s e x ta s , à s 1 6 h 3 0 .

SESC Consolação - O r i e n t a ç ã o d e J a i r D in iz , f o r m a d o p e la A s s o c ia ç ã o B r a s ile ir a de T a i- c h i- c h u a n e C u ltu r a O r ie n ta l. T e r ç a s e q u i n ta s ,

JUDÔ. A r t e m a r c i a l d e o r i g e m ja p o n e s a . D e s e n v o lv e c o n c e n tr a ­ ç ã o , d e s tre z a e h a b ilid a d e s fís ic a s

Fevereiro 97


I às 10h30 e 14h; sáb ad o s, às 9h30. 3 0 v a g a s p o r t u r m a . R $ 1 7 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 5 ,0 0 .

c o a e d u c a ç ã o m o to r a e a lu d ic id a d e . D ia 2 0 , à s 1 8 h 3 0 e d ia 2 6 , à s 1 9 h 3 0 . G r á tis .

SESC Ipiranga SESC Ipiranga - O r i e n t a ç ã o

de M a r ilia R o d e la . Q u a r t a s e s e x t a s , à s 1 8 h 3 0 e 2 0 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c i á ­ rio m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Pinheiros - O r i e n t a ç ã o d e Is a o T a k a i. S e x t a s , à s 1 8 h 3 0 . R $ 2 5 .0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 5 0 .0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) . 1 5 v a g a s p o r h o r á r io .

SESC Interlagos HIDROGINÁSTICA CARNAVALES­ CA. A u l a a b e r t a d e h i d r o g i n á s t i c a n o ritm o d o c a r n a v a l. É n e c e s s á r io c a rte irin h a d o S e s c e e x a m e m é d i­ c o a tu a l iz a d o . D ia 1 1 , à s 1 2 h . G r á tis .

SESC Ipiranga HIDROGINÁSTICA. D i a s 1 6 e 2 3 , à s 1 2 h . G r á tis .

SESC Ipiranga SESC Pompéia - A r t e m a r c i a l c h i n e ­ s a c o m m o v im e n to s e x e c u ta d o s d e fo r m a c o n tín u a , c o o r d e n a n d o e q u i­ líb r io , r e s p i r a ç ã o e c o n c e n t r a ç ã o . A c im a d e 1 5 a n o s . T e rç a s e q u in ­ t a s , 8 h 2 0 , 1 8 h 2 0 e 1 9 h 3 0 . R $ 1 7 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 4 ,0 0 (u su á rio ).

SESC São Caetano - O r i e n t a ç ã o d e N ils o n N e v e s . S e g u n d a s e q u a r ta s , às 16h.

Caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. R e ú n e

Ação Comunitária Algumas unidades do Sesc oferecem serviços odontológicos para as comunidades. Com este atendimen­ to é possível realizar tratamentos clínicos e cirúrgicos em várias especialidades, com o prótese e odontopediatria. Além disso, a ação desenvolve um trabalho educacional de prevenção. Confira no Roteiro

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s e m a n a l m e n t e g r u p o s p a r a p rá tic a d a c a m i n h a d a in te g r a n d o a a tiv id a ­ d e fís ic a c o m d e s e n v o lv im e n to d a p e r c e p ç ã o p a ra o s a s p e c to s c u ltu ­ ra is d a c id a d e . O r ie n ta ç ã o p a r a c a m in h a d a s e m á re a s v e rd e s , c e n ­ tr o s h is tó r ic o s , b a ir r o s , p a r q u e s e tc . I n f o r m e - s e n a u n i d a d e d o S e s c m a is p ró x im a .

SESC Itaquera - D e i x e a p r e g u i ç a d e la d o e a p r o v e ite a n a tu r e z a p a ra c a m in h a r p e la s a la m e d a s e b o s q u e s d o S e s c Ita q u e ra e re c e b a ta m b é m in fo rm a ç õ e s g e r a is s o b r e c u id a d o s c o m a s a ú d e . S á b a d o s , d o m in g o s e f e r ia d o s , a p a rtir d a s 9 h 3 0 .

1 E xposições BILLINGS PARA SEMPRE VIVA P a in é is ilu s tr a tiv o s r e tr a ta m a h is ­ t ó r ia d a r e p r e s a B illin g s , a p r e s e n ­ ta n d o o s m o tiv o s q u e le v a ra m à s u a c o n stru ç ã o , o s p ro b le m a s d e p o lu iç ã o q u e a m e s m a e n f r e n ta , e a lu ta d a c o m u n i d a d e e a m b i e n ta l is ­ ta s p a ra d e s p o lu í-la . D e q u a r ta a d o m in g o , d a s 9 h à s 1 7 h .

SESC Interlagos SENTIMENTO OFERTADO ÀS CRIANÇAS RUMO AO SÉCULO XXI. E s p a ç o q u e r e p r e s e n t a u m a p a r te d a c u ltu ra m ile n a r ja p o n e s a , c o m p o s to p o r u m ja rd im o n d e s e in c lu i u m q u io s q u e q u e s im b o liz a u m a c a s a típ ic a . N e s s e e s p a ç o o s v is ita n te s s e r ã o s e n s ib iliz a d o s p a ra o r e s p e ito à n a tu r e z a , h a r m o n ia e filo s o fia d e v id a , o n d e a in te r p r e ta ­ ç ã o d o s e l e m e n t o s a li p r e s e n t e s m o d if ic a r á d e a c o r d o c o m o n ív e l d a c o n s c iê n c ia d a p e s s o a q u e e s tá o b s e r v a n d o . D e q u a r ta a d o m in g o , d as 9h às 17h.

SESC Interlagos SESC Interlagos - O s p a r t i c i p a n t e s p o d e m d e s f r u ta r d a n a tu re z a e d a b e le z a d a s m a is v a r ia d a s tr ilh a s , c o m o a d o V iv e ir o , d a s A r a u c á r i a s , da C o m p o s te ira e da M a ta A tlâ n tic a , s e m p r e c o m v is ta p a ra a r e p r e s a . D o m in g o s , a p a rtir d a s 9 h 3 0 . P o n to d e e n c o n tro n o R e c a n t o I n f a n til. G r á tis .

VIVEIRO DE PLANTAS. D i v e r s a s

Aulas A bertas GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. A u l a

PROGRAMA VIVA O VERDE. P r o ­ g ra m a d e s tin a d o a e s tu d a n te s d a p ré e s c o la a o s e g u n d o g ra u , d e s e n ­ v o lv e a tiv id a d e s d e e d u c a ç ã o a m b i e n ta l e la z e r , c o m o in tu i t o d e le v a r a s c r ia n ç a s a re f le x ã o e a o q u e s tio n a m e n to d o s p ro b le m a s a m b ie n ta is o c a s io n a d o s p e la in te r ­

a b e rta s o b re o p ro g ra m a d e e d u c a ­ ç ã o c o r p o r a l d e s e n v o lv id o p e lo S e s c , q u e v is a a v a lo riz a ç ã o d o in d iv íd u o a tr a v é s d e u m a p rá tic a c o n s c ie n te , v o lu n tá ria e a u tô n o m a , u tiliz a n d o c o m o i n s tr u m e n to b á s i­

f e rê n c ia d o h o m e m . D e q u a r ta a s e x ta , d a s 9 h à s 1 7 h . In sc riç õ e s e in f o r m a ç õ e s p e lo te le f o n e 5 2 0 9 9 1 1 , ra m a is 2 0 0 e 2 0 3 .

e s p é c ie s d e p la n ta s e m u d a s p a ra o b s e r v a ç ã o e v e n d a , e s tu f a , m in h o c á rio , h o r ta , v a s o s d e c o r a tiv o s , o rie n ta ç ã o s o b re ja rd in a g e m . D e q u a rta a d o m in g o s , d a s 9 h à s 1 7 h .

SESC Interlagos

C entros C am pestres SESC Interlagos. P r ó x i m o a o a u t ó d ro m o d e In te rla g o s o c u p a á re a d e 5 0 0 m il m 2 à s m a r g e n s d a R e p r e s a B illin g s . P o s s i b il i ta c a m i n h a d a s e n tr e p a is a g e n s n a tu ra is , c o m b o s ­ q u e s d e a ra u c á ria s , p in h e iro s d o b r e jo , f ig u e ir a s , ja to b á s , M a ta A tlâ n tic a n a tiv a , v iv e iro d e p la n ta s , r e c a n to d e p e q u e n o s a n im a is e la jg o s c o m p e d a l i n h o s . E s tã o à d i s ­ p o s iç ã o d o s v is ita n te s s e te q u a d r a s p o lid e s p o r tiv a s , tr ê s d e tê n is , d o is m in i- c a m p o s d e fu te b o l, g in á s io c o b e r to , c o n ju n to a q u á tic o c o m p is c in a s p a r a a d u lto s e c r ia n ç a s , q u io s q u e s p a ra c h u rra s c o e re c a n to in f a n til. N a s e d e s o c i a l , s a l a d e le i­ t u r a , l u d o t e c a , t e r r a ç o s a o a r liv r e , b e rç á rio , r e s ta u r a n te e la n c h o n e te . A u d itó r io , p a r a e x ib iç ã o d e v íd e o s e m te lã o e o p a lc o d o la g o , p a ra s h o w s e e s p e tá c u lo s d iv e rs o s , c o m p le ta m o s s e r v iç o s d e s ta u n i­ d a d e . D e q u a r ta a d o m in g o , d a s 9 h à s 1 7 h 3 0 . R $ 0 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) , R $ 1 ,1 0 ( u s u á r i o s m a t r i c .) e R $ 3 ,5 0 . D e s c o n t o d e 5 0 % p a r a c r ia n ç a s de 4 a 14 an o s. E s t a c i o n a m e n to n o lo c a l p o r R $ 1 ,6 5 . Ô n i b u s u r b a n o s c o m s a í d a s da P la ta f o r m a F do M e trô J a b a q u a r a (lin h a 6 7 5 - C e n tr o S e s c ) e d o L g o . S ã o F r a n c is c o (lin h a 5 3 1 7 - C e n tr o C a m p e s tr e S e s c ).

SESC Itaquera. 6 3 m i l m 2 d e á r e a c o n s t r u í d a , e m 3 5 0 m il m 2 d e á r e a . O f e r e c e v a r i a d a s o p ç õ e s d e la z e r, in c lu in d o a tiv id a d e s e s p o r tiv a s , a r tís tic a s , c u ltu r a is , r e c r e a tiv a s , s o c ia is e d e c o n ta to c o m a n a tu r e ­ z a . Q u a d r a s p o lie s p o r tiv a s , p is ta s d e c o o p e r, c a m p o s d e m a lh a , fu te ­ b o l e b o c h a e p a rq u e a q u á tic o c o m 8 t o b o á g u a s , a lé m d e lo c a is p a r a c h u r r a s c o s , f e s ta s , fe ira s , s h o w s , e x p o s iç õ e s , v íd e o e le itu ra . P a ra a s c r ia n ç a s o P a r q u e L ú d ic o a p r e s e n ­ ta os b rin q u e d o s O rq u e s tra M á g ic a , T re n z in h o C e n o g rá fic o e B ic h o s d a M a ta . D e q u a r ta a d o m in g o e f e r ia d o s , d a s 9 h à s 1 7 h . O e s ta c io n a m e n to c o m p o rta 1 1 0 0 c a r r o s . R $ 0 ,5 5 ( c o m e rc iá rio m a t r i c .) , R $ 1 ,1 0 ( u s u á r i o m a t r i c .) , R $ 3 ,5 0 ( v i s i ta n t e ) , R $ 1 ,7 5 ( v i s i ta m t e , s e m p a r q u e a q u á t i c o ) , R $ 0 ,2 5 ( c o m e r c iá r io m a tr ic . in fa n til), R $ 0 ,5 5 ( u s u á r i o m a tr ic . in f a n til) ,

Fevereiro 97

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0 EM CARTAZ R $ 1 ,6 5 ( e s t a c i o n a m e n t o ) . Ô n i b u s u rb a n o s c o m sa íd a d a E s ta ç ã o A r t u r A lv im ( L in h a 3 7 7 2 , G l e b a d o P ê s s e g o ) e T e rm in a l S ã o M a te u s ( L in h a 2 5 2 3 F , J a r d i m H e le n a ) .

S aúde & A lim en ta ção Serviços

d e d e f ic iê n c ia s r e s p ir a tó r ia s e d e s e n v o lv id o a tr a v é s d e e x e rc íc io s d e re s p ira ç ã o , d e fo rta le c im e n to m u s c u la r e c o r r e ç ã o p o s tu ra l. S ã o 4 5 m in u to s d e a u la e m s a la e 3 0 m in u to s n a p is c in a . D e 7 a 1 4 a n o s . Q u a rta s e s e x ta s , 7 h 3 0 e 1 7 h . A p e n a s p a ra d e p e n d e n te s d e c o m e r c iá r io s . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá ­ rio m a tr ic .) .

SESC Pompéia

MESA SÃO PAULO. E s s e p r o g r a m a é u m m o d e lo d e a ç ã o c o n ju n ta q u e e n v o lv e o S e s c , I n s titu iç õ e s e E m p re sa s, n o c o m b a te à fo m e . É u m tra b a lh o d e p a rc e ria q u e te m c o m o o b je tiv o c o n trib u ir p a ra a q u a lid a d e d e v id a d e p o p u la ç õ e s c a r e n t e s n a r e g iã o m e tr o p o lita n a d e S ã o P a u lo . V e ja c o m o s u a e m p r e s a p o d e p a rtic ip a r. In fo r­ m a ç õ e s n o 1g a n d a r , d a s 1 0 h à s 1 9 h o u p e lo te le f o n e 6 0 5 -9 1 2 1 , r a m a is 209, 236 e 254. SESC Carmo

CLINICAS ODONTOLOGICAS. O s e rv iç o d e o d o n to lo g ia d o S e s c o f e r e c e t r a ta m e n to s c lín ic o s e c ir ú r g ic o s e m d if e r e n te s e s p e c ia li­ d a d e s : e n d o d o n tia e p e rio d o n tia , m á-fo rm a çã o , o d o n to p e d ia tr ia , p r ó te s e s e r á d io - d ia g n ó s tic o . A s a ç õ e s n a á r e a d e o d o n to lo g ia p r o ­ c u r a m p r e v e n ir e e v ita r p r o b le m a s d e sa ú d e , se n d o c o m p le m e n ta d a s ta m b é m p o r tr a b a lh o e d u c a c io n a l.

SESC Consolação - D e s e g u n d a à s e x ta , d a s 8 h à s 1 2 h , d a s 1 3 h à s 1 7 h e das 17h30 às2 1 h 3 0 . SESC Ipiranga - D e s e g u n d a à se x ta , d a s 13h à s 2 1 h 3 0 .

Restaurante SESC Carmo - N a á r e a d e a l i m e n t a ­ ç ão , o S e sc C a rm o se p re o c u p a em o fe re c e r a o tra b a lh a d o r d o c o m é r­ c io , r e f e i ç õ e s a b a ix o c u s t o , c a r a c ­ te r i z a d a s , f u n d a m e n t a l m e n t e , p e la s u a q u a lid a d e . N o s c a r d á p io s e la ­ b o ra d o s e s u p e rv isio n a d o s p o r n u tric io n is ta s , n o s r íg id o s c o n tr o ­ le s d e p r o c e d ê n c ia d o s g ê n e r o s e n a h ig ie n e d e p r o d u ç ã o , o c o m e r ­ c iá r io t e m a c e r te z a e a g a r a n t i a d e n o s s o s s e rv iç o s , q u e , e m s u a e s s ê n c ia , ta m b é m s ã o e d u c a tiv o s , u m a v e z q u e d if u n d e m h á b it o s a li­ m e n ta r e s s a u d á v e is , e lim in a n d o p r e c o n c e ito s e d e s in f o r m a ç ã o .D e s e g u n d a à s e x t a , d a s 11 h à s 1 4 h .

AOS USUÁRIOS DO RESTAURANTE/CHOPERIA. A b u s c a c o n s t a n t e d e m e lh o ria d o s n o s s o s s e rv iç o s é a n o s s a p rin c ip a l m e ta . P a ra g a ra n tíla , n e c e s s it a m o s i n te r r o m p e r t e m ­ p o r a r ia m e n te a p a rtir d o d ia 3 o f u n ­ c io n a m e n to d o R e s ta u ra n te /C h o p e ria p a r a r e p a r o s e m s u a e s tr u tu r a . O te m p o p r e v is to p a ra c o n c lu s ã o d o s s e rv iç o s é d e 10 m e s e s .

SESC Pompéia

d e la n c h e s e p r a to s r á p id o s . Id e a l p a ra q u e m tr a b a lh a a té m a is ta r d e o u e s t u d a à n o ite , s e m r e to r n a r p a ra c a s a . D e se g u n d a a se x ta , d a s 17h às 20h.

Exercícios Corretivos GINÁSTICA RESPIRATÓRIA E NATAÇÃO. T r a b a l h o d e r e e d u c a ç ã o

SESC Consolação - V á r i o s t i p o s d e

p o stu ra l e té c n ic a s re s p ira tó ria s p a ra c ria n ç a s e a d o le s c e n te s c o m id a d e e n tr e 6 e 15 a n o s , p o r ta d o r e s d e a s m a b r ô n q u ic a . O r ie n ta ç ã o d e F a b ia n a P a s s o n i M a rtin s K h u n , c o m e s p e c ia liz a ç ã o e m G in á s tic a R e s p ira tó ria . T e rç a s e q u in ta s , d a s 1 4 h à s 1 6 h 3 0 . 2 5 v a g a s . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Consolação

s a n d u íc h e s q u e n te s e frio s , p r a to s r á p id o s , b a ta ta s fr ita s , s o r v e te s , m ilk s h a k e s , g e la tin a s , r e f r ig e r a n te s e c e r v e j a s n o H a ll d e C o n v i v ê n c i a , o n d e a c o n te c e v á r ia s a tiv id a d e s c u ltu r a is , p e r f o r m a n c e s , a p r e s e n t a ­ ç õ e s m u s ic a is , e s p e tá c u lo s in fa n tis , e x p o s iç õ e s e p r o je ç õ e s e m v íd e o . D e s e g u n d a a s e x ta , d a s 11 h à s 2 2 h e sá b a d o s, d a s 10h à s 18h.

SESC São Caetano - G r a n d e v a r i e ­ NATAÇÃO

PARA ASMÁTICOS.

C u rso d ire c io n a d o a o s p o rta d o re s

Fevereiro 97

s o r v e t e s . L o c a liz a d a n a á r e a d e c o n v iv ê n c ia , o n d e e s tá in s ta la d o u m te lã o d e 100 p o le g a d a s n o q u a l s ã o e x ib id o s c lip s e m v íd e o c a s s e ­ te e v íd e o la s e r. D e s e g u n d a à s e x ta , d a s 9 h à s 2 2 h 3 0 e s á b a d o s , d a s 9h à s 18h.

Lanchonetes SESC Carmo - G r a n d e v a r i e d a d e

se x ta , d a s 8 h à s 1 2 h , d a s 13h à s 17h e d as 17h30 às2 1 h 3 0 .

SESC Odontologia - D e s e g u n d a à

Qualidade de Vida Caminhar é um dos exercícios mais indicados para quem deseja manter a forma e desenvolver o condicionamento físico. Todas as semanas, grupos se reúnem nas unidades de Interlagos e Itaquera para a prática desta atividade, utilizando áreas verdes e locais públicos da cidade. Confira no Roteiro

d a d e d e s a l g a d o s e p o r ç õ e s , a lé m d e s u c o s , re f r ig e r a n te s , b e b id a s e

A CASA MALUCA. E s p e t á c u l o d e f a n to c h e s q u e r e ú n e m u ita m ú s ic a , a n im a ç ã o e ris a d a s p a ra c o n ta r a s tr a v e s s u r a s d e T e q u in h o , s u a a m ig a J u j u , s e u N ic o la u e s e u g a to - a g r a n d e v ítim a d a s t r a v e s s u r a s q u e a c a b a v ira n d o a s itu a ç ã o c o m m u ita e s p e r te z a . C o m o g r u p o M i l e n a r t e . D ia 9 , à s 1 4 h 3 0 . SESC Interlagos ANTES SÓ DO QUE SOZINHO. P e ç a te a tra l b a s e a d a n o p ró p rio s e r h u m a n o , s u a s m a n ia s , s e u s tre je i­ to s , s u a fo rm a d e p e n s a r e d e c o n ­ v iv e r c o m o u tro s d e s u a e s p é c ie . D e u m a fo rm a b e m h u m o rad a o

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e s p e tá c u lo tr a n s f o r m a e s ta s c a ra c ­ te rís tic a s a tr a v é s d e e s q u e te s q u e tr a ta m ju s ta m e n te d e c id a d ã o s c o m u n s n a s típ ic a s s itu a ç õ e s d o s e u c o tid ia n o ; u s a n d o d e p e r s o n a ­ g e n s "c lo w n " , té c n ic a s c ir c e n c e s e s e m ú sic a ao v iv o . A C ia . P a s te u riz a d a tra z m a is u m a v e z a a le g r ia e o p r a z e r d e v iv e r. D ia s 2 1 , 2 2 e 2 3 , a p a rtir d a s 1 3 h .

SESC Itaquera AS AVENTURAS DE TIBICUERA (RJ). E s t e s e s p e t á c u l o t e a t r a l f o i

Folclore Brasileiro Partindo da lenda do Bumba-M eu-Boi, a Cia. da Tribo montou o espetáculo Za Bumba. A partir de personagens fantásti­ cos, um boi e seus folguedos, a peça traduz o universo folclórico brasileiro e a criatividade de seu povo. Dias 22 e 23, às 17h.

Sesc Pompéia

a d a p t a d o d o liv r o h o m ô n im o d e É r ic o V e r ís s im o e c o n ta a t r a j e tó r i a d e u m h o m e m n o d e s e n v o lv im e n ­ t o d a s u a n a ç ã o . S e r T ib ic u e r a é e s ta r p r e s e n te e m to d o s o s f a to s h is tó r ic o s b r a s ile ir o s , é u m m o d o d e v id a , d e e n f r e n ta r o d ia -a -d ia c o m in te lig ê n c ia . A e n c e n a ç ã o s e u tiliz a d e d i v e r s a s t é c n i c a s c o m o te a tro d e so m b ra s, b o n e c o s d e v a ra , f a n to c h e s , m a r io n e te s , m á s ­ c a ra s , e n tre o u tra s . O s c ria d o ­ r e s /p r o d u to r e s v ê m d e s e n v o lv e n ­ d o há q u a se d u a s d é c a d a s tra b a ­ lh o s in te r lig a n d o te a tr o e e d u c a ­ ç ã o . N o R io G r a n d e d o S u l e n o R io d e J a n e i r o , a c u m u l a r a m p r ê ­ m io s im p o r ta n te s c o m p r o je to s d e s tin a d o s a c r ia n ç a s e a d o le s c e n ­ te s . D ia s 1 5 e 1 6 , à s 1 7 h , n a Á re a d e C o n v iv ê n c ia .

SESC Pompéia BOIZINHO ENCANTADO, O BRIN­ QUEDO. O g r u p o T r o u p e P a n o d e R o d a tr a z d e v o lta o e s p ír ito d a s c o m é d ia s d e p ic a d e iro e a tr a v é s d e u m a p e s q u is a p e lo t e a t r o d e s o m ­ b r a s , s ilu e ta s e o b je to s e n tr e o u tr a s , e s c o lh e a té c n ic a d o te a tr o d e b r in q u e d o p a ra u m a n o v a le itu ­ ra d o a u to d o b u m b a - m e u - b o i. A e n c e n a ç ã o é f e ita s o b r e u m p e q u e ­ n o p a lc o d e m a d e ir a c o m c e n á r io s e te lã o q u e r e tr a ta e m m in ia tu r a o c e n t r o h i s t ó r ic o d e S ã o L u ís d o M a ra n h ã o , g ra n d e b e rç o d a s m a n i­ fe sta ç õ e s d o s b u m b a s . B o n e co s c o lo r id o s e m a d e ira , s itu a ç õ e s d iv e rtid a s e a n im a d a s a o s o m d e p a n d e iro , z a b u m b a e triâ n g u lo fa z e m o m a is p u ro d o s e s p e tá c u lo s p o p u la r e s . D ia s 8 ,9 ,1 0 , e 1 1 , a p a r ­ tir d a s 1 3 h .

SESC Itaquera CLOWN SHOW. P e ç a t e a t r a l q u e c o n ta c o m a h is tó ria d o p e r s o n a ­ g e m c lo w q u e a tr a v é s d a m ím ic a c o n ta a o p ú b lic o o c o m e ç o d a s u a v id a n o s p i c a d e ir o s d o c ir c o . A v id a d o c lo w n é c o n ta d a p o r e le e s u a

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m a la d a q u a l v a i tir a n d o d if e r e n te s o b je to s q u e le m b ra m p a s s a g e n s d a s u a h is tó ria , ta is c o m o : q u a n d o e r a c r ia n ç a e c o m o fo i a p r e n d e n d o ju n to a o s e u p a i o s e u o fíc io d e p a lh a ç o e a s u a c o n v iv ê n c ia c o m o s d ife re n te s p e rs o n a g e n s q u e tra b a ­ lh a v a m n o c ir c o . O e s p e tá c u lo c o n ta c o m v á r io s n ú m e r o s c ô m ic o s m is tu r a n d o té n ic a s d e m a r io n e te s e m ím ic a r e s u lta n d o n u m a a p r e s e n ­ ta ç ã o d in â m ic a e b e m -h u m o ra d a .

SESC Itaquera - D i a s 1 5 , 1 6 e 1 9 , a p a rtir d a s 1 3 h .

in te r n a c io n a is . E m 1 9 9 0 , e s tr e o u " H is to ria s c o n D e s p e r d íc io s " q u e r e c e b e u o 1g p r ê m io C o c a C o la d e T e a tro d e B o n e c o s . D ia s 19 e 2 , à s 1 7 h , n a Á re a d e C o n v iv ê n c ia .

SESC Pompéia HISTÓRIAS DE FIOS. U m c o n t o d e a m o r e p o d e r n o s e r tã o n o r d e s tin o e m q u e a h e r o ín a a p r e n d e c o m a a ju d a d e a m ig o s a " te c e r o s fio s d a p r ó p r ia h i s t ó r ia " e m s u a lu ta c o n tr a o c o ro n e l, d o n o d a te rra e d a s p e s ­ s o a s . A d a p ta ç ã o e a tu a ç ã o d e P é r ic le s R a g g io e M á r c ia N u n e s . D ia 1 6 , à s 1 4 h 3 0 .

SESC Interlagos - D i a 2 3 , à s 1 4 h 3 0 .

SESC Interlagos

DIA DE FESTA. C o m G a b r i e l G u i ­

CORCUNDA DE NOTRE DAME. D e V i t o r H u g o . A d a p t a ç ã o d e É r ik a B a r b in . O e s p e tá c u lo n a r r a a h is tó r ia d o d e f o r m a d o Q u a s í m o d o , o s in e ir o q u e v iv e u s e m p r e e s c o n d id o n a s to r r e s d a c a te d ra l d e N o tre D a m e , t e n d o c o m o a m ig o s , a s fié is g á r g u ­ la s a tr a p a lh a d a s e o m is te r io s o m e s ­ t r e F io llo . N o d ia d a f e s t a d o s l o u ­ c o s, to m a c o ra g e m e re so lv e d e sc e r. C o n h e c e E s m e r a ld a , a c ig a n a , e s u a v id a c o m e ç a a m u d a r. D ire ç ã o d e R e n a to F ig u e ire d o . C o m M a u ríc io M a c h a d o , L u iz a V i e g a s e M a n u e l a A s s u n ç ã o . D ia s 2 , 1 6 e 2 3 , à s 1 5 h . C o n v ite s g r a tu i t o s p a r a c r ia n ç a s a té 1 2 a n o s , d e t e r ç a a s á b a d o . R $ 3 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 6 ,0 0 .

m a r d . u m e s p e tá c u lo q u e u tiliz a a lin g u a g e m d o c lo w n e m is tu r a a c r o b a c ia s , m a la b a r is m o s , m ím i­ c a, m a n ip u la ç ã o d e o b je to s , c a n to , te x to . E x tr a b ã o é o n o s s o h e ró i q u e , n a fig u ra d e u m a p re s e n ta d o r d e p ic a d e ir o , s e v* o b r i g a d o a r e a ­ liz a r d e i m p r o v i s o t o d o s o s n ú m e ­ r o s d o c irc o . N o s c o n d u z i n d o a u m a a v e n tu r a q u e é u m e lo g io a o d e v a n e io , é im a g in a ç ã o , s e m p re c o m h u m o r e n o n - s e n s e . D ia s 8 e 2 2 , à s 11 h . G r á tis .

SESC Consolação ENCONTRE A BONECA BABY BLUE. M u i t o m i s t é r i o e s u r p r e s a s d iv e r te m o p ú b lic o q u e a c o m p a ­ n h a a s p e r ip é c ia s d e T u lip a e T ab e fe , d o is p e rs o n a g e n s d is p o s ­ to s e m d e s v e n d a r o d e s a p a re c i­ m e n t o d a b o n e c a m ím i c a a z u l. D ia 2, à s 14h30.

SESC Interlagos HISTÓRIAS CON DESPERDÍCIOS. G r u p o El te a t r o d e L a P la z a (B u e n o s A ire s ) E n tr e o s d e s p e r d íc io s d e u m a g r a n d e c id a d e , u m c a ta d o r d e p a p e l ã o e n c o n tr a u m v e lh o r á d io q u e lh e in tr o d u z ir á e m u m a h is tó r ia d e a m o r, o n d e o s d e s p e r d íc io s d e i­ x a m d e s e r lix o p a r a c o n v e r t e r e m s e e m e le m e n t o s m á g i c o s q u e a li­ m e n ta rã o s u a s e s p e ra n ç a s . O e s p e ­ tá c u lo m o s tr a a a n tig a a r te d o te a ­ tr o d e a n im a ç ã o , q u e a b a r c a to d o o e s p a ç o c ê n ic o p a r a c ria r s itu a ç õ e s , p e r s o n a g e n s e a " a lm a " q u e v iv e n o s a p a re n te s o b je to s . O g ru p o s e fo rm o u e m 1983, c o m o b ra s b a s e a ­ d a s e m c o n to s fo lc ló ric o s . A p a r tir d e 1 9 8 5 , u n ir a m - s e a o p ro je to d iri­ g id o p o r A rie s B u fa n o , in ic ia n d o u m a n o v a e ta p a d e in v e s tig a ç ã o e d e s e n v o lv im e n to , c o m a p a rtic ip a ­ ç ã o e m d is tin to s fe s tiv a is e tu r n ê s

SESC Ipiranga PINTANDO O 7 . C o m é d i a i n f a n t i l c o m a T r a m a P r o d u ç õ e s A r tís tic a s . O S e n h o r H a to m its u , c o m e rc ia n te z e lo s o e e d u c a d o , s o lic ita , p o r te le ­ fo n e , a e x e c u ç ã o d e p e q u e n o s s e r­ v iç o s d e re p a ro e m u m a d e s u a s p a r e d e s . N i c a n o r e E u lá lio , e n c a r r e ­ g a d o s d e s s a ta r e f a , p e la f a lta d e c o m u n ic a ç ã o c ria m g r a n d e c o n fu ­ s ã o , g e r a n d o in ú m e ra s s itu a ç õ e s c ô m i c a s . D ia s 12 e 1 5 , à s 11 h . G r á tis . SESC Consolação UMA HISTÓRIA DO MUNDO. C i a T ru k s (S P ) " U m a H is tó ria d o M u n d o " b rin c a c o m o te m p o , c o m o s h o m e n s e v ia ja p e la h is tó ria fo to g ra fa n d o o s a c o n te c im e n to s c o m s u a s le n te s to r ta s , in e x a ta s o u in v e rtid a s , q u a s e c o m o o s p o e ta s . E s te e s p e tá c u lo d e te a tr o d e a n im a ­ ç ã o " d á a lm a , v id a " a a lg o in a n i­ m a d o , c o m o b o n e c o s , o b je to s , so m b ra s, p e d ras ou p e d aç o s de p a u . U tiliz a t a m b é m a c e n t e n á r i a té c n ic a ja p o n e s a d e " B u n ra k u " , c u ja p r in c ip a l c a r a c te r ís tic a é o b o n e c o d e c o r p o in te ir o , a n im a d o

F evereiro 97


i i s im u lta n e a m e n te p o r tr ê s a to r e s , p o r m e io d e u m jo g o d e in te r a ç ã o a I s e is m ã o s , q u e lh e o f e r e c e m g e s to s I q u a s e " h u m a n o s " . A C ia . T r u k s fo i c r ia d a e m 1 9 9 0 e c o n f ir m o u q u a s e 1 0 0 0 a p r e s e n ta ç õ e s d o e s p e tá c u lo "A B ru x in h a " , v e n c e d o r d o tro fé u M a m b e m b e /9 4 , n a c a te g o r ia T e a tro ’ I n f a n til. E m 1 9 9 3 , e s t r e o u a p e ç a " O A p r e n d i z " , q u e a b r i u o V II F e s t i v a l In te r n a c io n a l d e T e a tro d e B o n e c o s d e C a n e la (R S ) d e 1 9 9 4 . N e s te a n o , p a r tic ip a r á c o m o c o n v id a d o d o X I F e s tiv a l M u n d ia l d e M a rio n e te s , n a c id a d e d e C h a r le v ille - M e z ie r e s (F ra n ç a ). D ia s 8 e 9 , à s 1 7 h , n a Á re a d e C o n v iv ê n c ia .

SESC Pompéia VIDA DE PALHAÇO. O s p a l h a ç o s M e lã o e V ito r in o s a e m d e s u a s c a s a s a p ro c u ra d e tra b a lh o , p o is e s t ã o s e m c ir c o p a r a t r a b a l h a r e o q u e lh e s s o b ra é a ru a . A o p e rc e b e r u m a g lo m e r a d o d e p e s s o a s a rm a m o s e u "c irc o " e m o s tr a m o q u e s a b e m fa z e r: to c a r, c a n ta r, a c r o b a ­ c ia , p a n to m in a , m a la b a ris m o , m á g ic a e p o e s ia e d e s ta fo rm a m a t a m a s a u d a d e d o c ir c o e p a s ­ s a n d o o c h a p é u a in d a c o n s e g u e m u m a g r a n in h a p a r a s e a lim e n ta r . G ru p o V a g a b u n d o s d e B o rra ch a . D ia s 1° à s 1 3 h e 2 , à s 1 4 h .

SESC Itaquera ZA BUMBA. C i a d a T r i b o ( S P ) . D iz a le n d a q u e o f a to a c o n te c e u a u m c a s a l d e e s c r a v o s , F ra n c is c o e C a tir in a . G r á v id a c o m d e s e jo d e c o m e r lín g u a d e b o i, C a tir in a p e d e a o m a r id o q u e lh e tr a g a u m a . F r a n c is c o r o u b a u m b o i d e s e u p a tr ã o e c o m e ç a a m a tá - lo , m a s é d e s c o b e rto e p re so . T o d o s s e m o b i­ liz a r a m p a r a s a l v a r o b o i. T a n to o b o i c o m o F r a n c is c o s e s a lv a m . A a le g r ia e x p lo d e . N a v e r d a d e a le n d a d o B u m b a -M e u -B o i é s o m e n te u m p re ­ te x to p a ra q u e a b rin c a d e ira a c o n te ­ ç a . A s s im a h is tó r ia v a i s e r c o n ta d a d e m a n e i r a d i f e r e n t e , o n d e C a tir in a ( m ã e ) e B a s t iã o (filh o ) s e r ã o o s m e s ­ t r e s d e c e r i m ô n ia . E le s ir ã o s a u d a r e a p r e s e n ta r o b o i, s e u s f o lg u e d o s e in ú m e r o s p e r s o n a g e n s f a n tá s tic o s , o n d e a f e s ta , a c r ia tiv id a d e , a d o r e a e sp e ra n ç a d e u m p o v o tra d u z e m a p o e s ia v ib ra n te d o n o s s o u n iv e rs o f o lc ló r ic o . A C ia . d a T r ib o s u r g i u e m 1 9 9 2 e d e s d e e n tã o v e m s e v a le n d o d e s u a s v iv ê n c ia s te a tra is , m a n ip u ­ la ç ã o d e b o n e c o s , d a n ç a , m ú s ic a e in te r p r e ta ç ã o . D ia s 2 2 e 2 3 , à s 1 7 h , n a A re a d e C o n v iv ê n c ia .

SESC Pompéia

Fevereiro 97

Curumim SESC Pompéia - O q u e é ? O S e s c C u r u m im é u m p r o g r a m a d e a tiv i­ d a d e s c u ltu r a is p a ra c r ia n ç a s , g r a ­ tu ito e o r ie n ta d o p o r p r o f e s s o r e s d e n ív e l u n iv e r s itá r io . E n v o lv e o fic i­ n a s p e r m a n e n te s , lu d o te c a , á r e a s d e in te re s s e , w o r k s h o p s e p ro je to s e s p e c i a is . C o m o p a r tic ip a r ? P a r a p a rtic ip a r d a p r o g r a m a ç ã o d e f é r ia s d o S e s c C u r u m im , b a s ta s e in fo r­ m a r n o C e n tro d e C o n v iv ê n c ia In f a n til (C C I), t e l e f o n e 8 7 1 - 7 7 6 8 . Q u a is s ã o a s a tiv id a d e s ? O S e s c C u r u m im re a liz a d e 7 d e ja n e ir o a 2 8 d e fe v e re iro d e 199 7 a p ro g ra ­ m ação d e f é r ia s S o lta n d o a I m a g i n a ç ã o . .. O o b j e t i v o é e s t i m u ­ la r a im a g in a ç ã o , s u b lin h a n d o a f a n ta s ia q u e e x is te e m c a d a c r ia n ­ ç a , p o r m e io d e d iv e rs a s v iv ê n c ia s d o b r i n c a r . O f ic in a s P e r m a n e n te s . D e s e n v o lv e m c o n te ú d o s c u ltu ra is a rtís tic o s , c o r p o r a is , te c n o ló g ic o s e d e e d u c a ç ã o a m b ie n ta l, p a ra c r ia n ­ ç a s d e 7 a 12 a n o s d e id a d e , v is a n ­ d o o e s t ím u l o d o e s p í r it o c r ític o , d a c r ia tiv id a d e e d a a u to n o m ia p a r a u m a m a io r p a r tic ip a ç ã o c u ltu r a l d e c a d a c r i a n ç a . F a n t o c h e e F a n ta s ia . C r ia ç ã o d e h i s t ó r ia s , liv r o s , f a n to ­ c h e s e m á s c a r a s a p a rtir d e d iv e r­ s o s m a te r ia is e t é c n i c a s a r tís tic a s . O r ie n ta ç ã o d e L ú c ia V. L a c o u rt A rte -e d u c a d o ra . D e te rç a à s e x ta , n o C C I, d a s 9 h à s 1 2 h . B r in q u e d o s . C o n s tr u ç ã o d e b r i n q u e d o s a p a r tir d e s u c a ta s e o u tr o s m a te r ia is . O r ie n ta ç ã o d e E lis a b e te G . R . V e c c h ia to - S o c i ó lo g a . B r in c a d e ir a s e J o g o s . R e s g a te d o b rin c a r p o r m e io d e b rin c a d e ir a s e jo g o s tr a d i­ c io n a is , c o m e s e m m a te r ia is . O rie n ta ç ã o d e R e n a ta B . M . S a n to s - p r o f e s s o r a E d u c a ç ã o F ís ic a . D e t e r ç a à s e x t a , n o C C I, d a s 9 h à s 1 2 h .

Brincando com a Imaginação. J o g o s a p a r tir d e d iv e r s o s t e m a s e m a te ria is . O rie n ta ç ã o d e M a rc e la d e M a rc o S o b ra l - p ro fe sso ra d e E d u c a ç ã o F ís ic a . D e te r ç a à s e x ta , n o C C I, d a s 1 4 h à s 1 7 h . C o n ta n d o e C r ia n d o . T e a t r o e a r t e s p l á s t i c a s a p a r tir de c o n to s p o p u la re s . O r i e n t a ç ã o d e L u iz F. F i g u e i r e d o S o c i ó lo g o . D e t e r ç a à s e x t a , n o C C I, d a s 14h à s 17h.

SESC

Consolação - O S e s c C u ru m im é u m p r o g r a m a g r a tu ito d e a tiv id a d e s fís ic a s , te c n o ló g ic a s , a r tís tic a s , d e c o n v ív io s o c ia l e e d u ­ c a ç ã o a m b ie n ta l, p a ra c r ia n ç a s d e 7 a 1 2 a n o s , filh o s d e c o m e r c iá r io s . É u m e s p a ç o lú d ic o d e d e s c o b e r t a , in v e n ç ã o , c r ia ç ã o , a v e n tu r a e

Divulgação

As Aventuras de Tibicuera Peça infantil adaptada do livro hom ônimo de Érico Veríssimo que narra a trajetória de um hom em junto ao desenvolvim ento de sua nação. Os criadores deste espetáculo desenvolvem há vinte anos trabalhos na área de educação, utilizando-se de teatro de som ­ bras, fantoches e máscaras. Dias 15 e 16, às 17h. Sesc Pompéia

a p re n d iz a g e m . A c o n te c e d e s e g u n ­ d a a s e x ta , d a s 1 3 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 , d e m a rç o a ju n h o e d e a g o s to a n o v e m b ro . In sc riç õ e s a b e rta s a p a r tir d e 1 5 d e f e v e r e ir o , d e s e g u n ­ d a a s e x ta , d a s 1 3 h 3 0 à s 2 0 h .

SESC Carmo - P a r a c r i a n ç a s d e s e te a d o z e a n o s , q u e e s te ja m e s tu d a n d o , d e p e n d e n te s d e c o ­ m e rc iá rio s o u n ã o . A tra v é s d e s s e p r o g r a m a a c r ia n ç a p a rtic ip a d e b r in c a d e ir a s , e s tim u la a s u a c ria ti­ v i d a d e e o c o n v ív io c o m c r ia n ç a s d a m e s m a f a ix a d e id a d e . A s v a g a s s ã o lim ita d a s e to ta lm e n te g r á tis . In f o r m a ç õ e s n o s a g u ã o d e e n tr a d a , d a s 1 0 h à s 2 0 h .

PROJETO CURUMIM COMUNIDA­ DE. A t i v i d a d e s i n f o r m a i s v o l t a d a s p a ra o d e s e n v o lv im e n to g lo b a l d a s c r ia n ç a s d e 7 a 12 a n o s q u e m o ra m p ró x im a s a o S e s c In te rla g o s . C o n c e ito s c o m o s a ú d e , h ig ie n e , m e io a m b ie n te e c o m p o r ta m e n to s o c ia l s ã o a lg u n s d o s te m a s tr a ta ­ d o s a tr a v é s d e p rá tic a s e s p o r tiv a s , r e c r e a tiv a s e a r tís tic a s .

SESC Interlagos

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PRÓXIMAS ATRAÇÕES DO SESC CURUMIM!!! Oficinas Perma­ nentes: g r a t u i t a s p a r a c r i a n ç a s d e 7 a 12 a n o s d e id a d e , d e m a rç o a n o v e m b ro , d e te rç a a s e x ta , d a s 9 h à s 11h30 e d as 14h às 17h. In s c riç õ e s d u r a n te o s d e z p rim e i­ r o s d i a s d e c a d a m ê s , n o C C I. Ludoteca: n o v o s s e r v i ç o s d e e m p r é s tim o e x te rn o a o S E S C , p a ra s ó c io s ( c u r u m in s , c o m e r c iá rio s e u s u á r io s m a tric u la d o s ), d e 3 â à 6 - fe ir a , d a s 9 h à s 1 7 h . I n fo rm a ç õ e s c o m lu d o te c á rio s n o lo c a l o u p e lo t e l e f o n e 8 7 1 - 7 7 0 0 , r a m a l 7 8 1 9 . Áreas de Interesse: M o s tr a d e v íd e o s , O f ic in a s A b e r ta s e T e a tr o I n f a n til, c o m t e m a s m e n ­ s a is d if e r e n c ia d o s , p a r a c r ia n ç a s v is ita n te s d a u n id a d e . S e m p r e a o s fin a is d e s e m a n a , a p a r tir d a s 1 3 h . Workshops: t e m a s m e n s a i s p a r a e d u c a d o re s e in te r e s s a d o s e m g e r a l . I n s c r i ç õ e s p r é v ia s n o C C I. Projetos Especiais: n a s f é r i a s d e ju lh o e n o m ê s d a c r ia n ç a ( o u tu ­ b ro ), c o m te m a s q u e a b o rd a m o u n i v e r s o lú d ic o in f a n til. M a i o r e s in fo rm a ç õ e s , fa v o r c o n s u lta r o C e n tr o d e C o n v iv ê n c ia I n fa n til (C C I), t e l e f o n e : 8 7 1 - 7 7 6 8 .

TEATRO. U m e s p e t á c u l o d e t e a t r o in fa n til m a r c a o re in ic io d o s t r a ­ b a lh o s d o P r o g r a m a C u r u m im p a r a 1 9 9 7 . D ia 2 1 , à s 1 0 h e 1 5 h , n o 2 - a n d ar.

SESC Carmo

A Terra em Questão O Programa Viva o Verde terá atividades de educação ambien­ tal e lazer, para estu­ dantes da pré-escola ao segundo grau. De quarta à sexta, das 9h às 17h.

Sesc Interlagos

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Cursos de Expressão A rtística CERÂMICA. D e s e n v o l v e o p o t e n ­ c ia l c r ia t iv o e m o t o r d a s c r ia n ç a s , a tr a v é s d a in ic ia ç ã o à s té c n ic a s d e m o d e la g e m e m a rg ila . C o n ta to c o m o m a te r ia l, v is a n d o o c o n h e c i­ m e n t o d a a r g ila e m e s t a d o p r ó p r io p a r a t r a b a l h a r . T é c n i c a s d e r o lin h o s , p la c a s , e s c a v a d o s , m o d e la ­ g e m e té c n ic a s d e e n g o b e s , e s m a lt a ç ã o e p á t i n a s . O r i e n t a ç ã o d e R ita E n g i, a r te e d u c a - d o r a e c e r a m is ta . S á b a d o s, d a s 10h à s 13h. D e 10 a 14 a n o s. D u ra ç ão d e 1 a n o s. R $ 3 0 .0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 6 0 .0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 7 2 ,0 0 .

MARCENARIA. P r o p r o c i o n a a in c ia ç ã o d a c ria n ç a a o u n iv e r s o té c n ic o d a a r te e m m a d e ira , f a m i­ lia r iz a n d o - a c o m o lo c a l d e t r a b a ­ lh o , u tiliz a ç ã o d e f e r r a m e n ta s e n o ç õ e s d e m e d id a s . P o s s ib ilita r o c o n h e c im e n to d e d iv e r s o s tip o s d e s e r r o t e s , s u a u tiliz a ç ã o e a f ia ç ã o , té c n ic a d e e n c a ix e e a c a b a m e n to s . N e s te p r o c e s s o , o s a lu n o s p o d e ­ rã o a lc a n ç a r o d o m ín io b á s ic o p a ra c o n s tr u ir p e q u e n o s o b je to s à s u a e s c o lh a , c o m a o rie n ta ç ã o d o in s tr u to r . O r ie n ta ç ã o d e H e r a ld o d a M o ta , m a r c e n e ir o e a r te e d u c a ­ d o r. S á b a d o s , d a s 1 0 h à s 1 3 h . D e 10 a 14 a n o s. D u ra ç ão d e 1 a n o . R $ 3 0 .0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) , R $ 6 0 .0 0 ( u s u á r i o ) e R $ 7 2 ,0 0 . SESC Pompéia MONOTIPIA. T é c n i c a d e i m p r e s s ã o u tiliz a n d o p la c a d e a c rílic o e tin ta g r á f ic a , e x p lo r a n d o a im p r e s s ã o e m n e g a tiv o e p o s itiv o . D ia s 1a e 2 2 , d a s 1 4 h à s 1 6 h . G r á tis . P a r a c r ia n ç a s d e 7 a 12 a n o s . O rie n ta ç ã o d e M á r c ia G o n ç a lv e z .

Natureza & Meio A m biente PROGRAMA VIVA O VERDE. P r o ­ g r a m a d e s tin a d o a e s tu d a n te s d a p r é e s c o la a o s e g u n d o g ra u , d e s e n v o lv e a tiv id a d e s d e e d u c a ­ ç ã o a m b ie n ta l e la z e r, c o m o in tu i­ t o d e le v a r a s c r ia n ç a s a re f le x ã o e a o q u e s tio n a m e n to d o s p ro b le ­ m a s a m b i e n ta i s o c a s io n a d o s p e la in te r f e r ê n c ia d o h o m e m . D e q u a r ­ ta a s e x ta , d a s 9 h à s 1 7 h . In s c r iç õ e s e in f o r m a ç õ e s p e lo te le ­ fo n e 5 2 0 -9 9 1 1 , ra m a is 2 0 0 e 2 0 3 .

SESC Interlagos Cursos de Dança BALLET. D e 7 a 1 1 a n o s , s e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 7 h . S á b a d o , à s 1 5 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 .0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 1 5 v a g a s p o r h o rá rio .

SESC Pinheiros DANÇA. D e 1 0 a 1 5 a n o s , t e r ç a s e q u in ta s , à s 1 6 h 3 0 . D e 4 a 9 a n o s , q u a r t a s e s e x t a s , à s 1 6 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

SESC Ipiranga

SESC Ipiranga

OFICINA DE PINTURA. A o f i c i n a

JAZZ. D e o r i g e m a m e r i c a n a , p r o ­

v is a o f e r e c e r à c r ia n ç a u m c o n ta ­ to c o m a re p re s e n ta ç ã o d o a m b ie n te a tr a v é s d a p in tu ra , f a v o r e c e n d o o e s tím u lo a o b s e r ­ v a çã o d e fo rm a s e c o res, tra b a ­ lh a n d o e m g r u p o s p a ra a re a liz a ­ ç ã o d e u m p a in e l c o le tiv o . D ia s 8 e 2 2 , d a s 1 4 h à s 1 6 h . P a ra c ria n ­ ç a s d e 7 a 12 a n o s . O rie n ta ç ã o d e S ilv io R e b ê lo . G r á tis .

p o r c io n a ritm o , c a d ê n c ia e s in c r o ­ n ia , a tr a v é s d e m o v im e n to s d in â ­ m ic o s e s e n s u a i s . D e 7 a 11 a n o s , t e r ç a s e q u i n t a s , à s 1 5 h . R $ 1 5 ,0 0 i ( c o m e r c i á r i o m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) . 1 5 v a g a s .

SESC Ipiranga

jo g o s e b r in c a d e ir a s , c r ia n ç a s d e 6 a 14 a n o s a p r e n d e m o s g o lp e s b á s i­ c o s d o tê n is; o c u rs o te m d u ra ç ã o d e 5 m e s e s , c o m a u la s 2 v e z e s p o r s e m a n a . T e rç a s e q u in ta s à s 8 h 3 0 , 9 h 3 0 ,1 5 h e 1 6 h . In íc io d a s a u la s d ia 1 3 . R $ 4 8 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) R $ 5 8 .0 0 ( u s u á r i o i n s c r ito ) e R $ 7 2 ,5 0 .

OFICINAS ABERTAS. A s o f i c i n a s

SESC Pinheiros Iniciação Esportiva ESCOLINHA DE TÊNIS. E m m e i o a

SESC Pompéia

a b e r ta s d e s e n v o lv e m c o n te ú d o s c u ltu r a is e s e c o n s titu e m e m u m a a m o s tr a d a s O f ic in a s P e r m a ­ n e n te s . S ã o d e s tin a d o s à s c ria n ç a s d e 7 a 12 a n o s d e id a d e . V a g a s lim ita d a s . É n e c e s s á r io r e tir a r s e n h a n o C C I . Máscaras Carna­ valescas. O r i e n t a ç ã o d e E l i s a b e t h G . R . V e c c h ia to . D ia s 1a e 2 . D a s 1 4 à s 1 7 h , n o C C I . Carnaval das Cores: m á s c a r a s e a d e r e ç o s . O r i e n t a ç ã o d e L u iz F. F i g u e i r e d o . D ia s 8 e 9 . D a s 1 4 à s 1 7 h , n o C C I.

CORAL INFANTIL. A t i v i d a d e p a r a

Seres e veículos da terra, do ar e do mar, c o n f e c c i o n a d o s c o m

c r ia n ç a s e n tr e 7 e 12 a n o s d e id a d e . C o o rd e n a ç ã o d e G is e le C ru z , in s tr u to r a d o C e n tr o E x ­ p e r im e n ta l d e M ú s ic a . S e g u n d a s e q u in ta s , à s 1 4 h . D e 3 d e m a rç o a 3 0 d e ju n h o . G r á tis .

d iv e r s o s m a te r ia is . O r ie n ta ç ã o d e L u c ia V. L a c o u rt. D ia s 1 5 e 1 6 . D a s 1 4 à s 1 7 h , n o C C I . Fantasias com papel crepom. O r i e n t a ç ã o d e E lis a b e th G . R . V e c c h ia to . D ia s 2 2 e 2 3 . D a s 1 4 à s 1 7 h , n o C C I.

FUTEBOL DE SALÃO. C u r s o p a r a m e n in o s e m e n in a s e n tr e 9 e 14 a n o s q u e a b o rd a o s fu n d a m e n to s e té c n ic a s b á s ic a s , ju n ta m e n te c o m e x e rc íc io s p a ra o d e s e n v o lv im e n to d a m o tr ic id a d e , s o c ia b iliz a ç ã o e ra c io c ín io . O r ie n ta ç ã o d o s P ro fs . M a r c e llo S in is c a lc h i e R o n a ld o B u en o , fo rm ad o s em E d u cação F ísic a p e la U S P . T e rç a s e q u in ta s , à s 8 h 3 0 . Q u a r t a s e s e x t a s , à s 1 3 h 3 0 (9 a 1 4 a n o s ). A u la s c o m 9 0 m in u to s d e d u r a ç ã o . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io ) .

SESC Consolação

SESC Pompéia

SESC Pompéia

1

TENISESC

Fevereiro 97

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EM CARTAZ INICIAÇAO ESPORTIVA. B a s q u e t e

SESC Consolação - S e g u n d a s e

/ e V ô le i, d e 1 2 a 1 5 a n o s , o r i e n t a >\ ç ã o d e R o s a B r a n c a , b i c a m p e ã o m u n d ia l d e b a s q u e te e m 63. Basquete: s e g u n d a s e q u a r t a s , à s r 9 h e 1 4 h 3 0 . Vôlei: s e g u n d a s e I q u a r ta s , 1 5 h 4 5 e te r ç a s e q u in ta s , 8 |à s 9 h . F u ts a l: f a ix a e t r ia , d e 7 a 1 6 j a n o s . O r i e n ta ç ã o d e M ira i e B a n z ,, V e x - jo g a d o r e s d a S e l e f ã o B ra s ile ira d e F u ts a l M a s c u lin o . S e g u n d a s e £ q u a r ta s : d e 7 a 8 a n o s , à s 9 h ; d e 9 a ; 10 a n o s, à s 10h; d e 13 a 14 a n o s, ' à s 14h; d e 15 a 16 a n o s, à s 15h. 5 T e rç a s e q u in ta s : d e 11 a 12 a n o s , i à s 9 h ; d e 13 a 14 a n o s, à s 10h. : F u ts a l fe m in in o : te r ç a s e q u in ta s , I d e 10 a 16 a n o s, às1 5 h . 30 v a g a s p o r t u r m a . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c i á r i o Ê m a t r i c .j e R $ 3 0 ,0 0 .

q u a r ta s , à s 9 h 1 5 , 1 0 h 1 5 e 1 5 h 4 5 . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 4 h e 1 5 h 4 5 . S e x ta s , à s 9 h 1 5 e s á b a d o s , à s 10h15. D e 6 a 14 a n o s. 25 v a g a s p o r t u r m a . R $ 2 4 ,, 0 0 ( c o m e r c i á r i o m a t r i c . ) e R $ 4 8 ,, 0 0 ( d u a s a u l a s s e m a n a is ) . R $ 1 8 ,0 0 (c o m e r c iá r io m a t r i c . ) e R $ 3 61 , 0 0 ( u m a a u l a s e m a n a l).

SESC Consolação JUDÔ. A r t e m a r c i a l d e o r i g e m ( . < )

ja p o n e s a . D e se n v o lv e c o n c e n tra ç ã o , d e s tre z a e h a b ilid a d e s fís ic a s a tr a v é s d e e x e rc íc io s d in â m ic o s d e c o n f r o n to .

SESC Consolação - O r i e n t a ç ã o d e ; D o u g l a s V ie ir a . S e g u n d a s e q u a r ­ ta s , à s 8 h 15 e 1 5 h . T e rç a s e q u in ­ ta s , à s 1 7 h 3 0 , 1 8 h 3 0 e 1 9 h 3 0 . : S áb ad o s, às 9h30 e 12h. 25 v ag as p o r t u r m a . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io I m a tr ic .) e R $ 4 8 ,0 0 . SESC Pompéia - O r i e n t a ç ã o d e í T o m io O k i, S e x t o D a n , t é c n i c o d o : E s p o r te C lu b e C o r in th ia n s P a u lis ta i e á r b itr o n a c io n a l. D e te r ç a a s á b a ­ d o , m a n h ã e ta r d e , a p a rtir d e 7 an o s. R$ 1 5 ,0 0 (c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io ) p a r a d u a s a u la s s e m a n a i s e R $ 7 ,5 0 ( ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 1 5 ,0 0 (u s u á rio ) a o s s á b a d o s .

)

NATAÇÃO PARA ASMÁTICOS. C u rso d ire c io n a d o a o s p o rta d o re s d e d e fic iê n c ia s r e s p ir a tó r ia s e d e s e n v o lv id o a tr a v é s d e e x e rc íc io s d e re sp ira ç ã o , d e fo rta le c im e n to m u s c u la r e c o r r e ç ã o p o s tu ra l. S ã o 45 m in u to s d e a u la e m s a la e 3 0 m in u to s n a p is c in a . D e 7 a 1 4 a n o s . Q u a rta s e s e x ta s , 7 h 3 0 e 1 7 h . A p e n a s p a ra d e p e n d e n te s d e c o m e r c iá r io s . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá ­ rio m a tr ic .) .

SESC Pompéia NATAÇÃO. E n s i n o b á s i c o d o s e s tilo s c ra w l e c o s ta s . C u rs o s c o m d u ra ç ã o d e a té 6 m e s e s . In fo rm e -se n a u n id a d e d o S e sc m a is p ró x im a .

Fevereiro 97

Divulgação

SESC Ipiranga - D e 7 a 9 a n o s - t e r ­ ç a s e q u in ta s , à s 1 8 h 3 0 e q u a r ta s e se x ta s , à s 1 6 h 3 0 . D e 10 a 15 a n o s te r ç a s e q u in ta s , à s 1 7 h 3 0 e q u a r ta s e s e x t a s , à s 1 7 h 3 0 . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 4 8 ,0 0 .

SESC Pompéia - P e i x i n h o , d e 4 a 6 a n o s . G o lfin h o , d e 7 a 1 0 a n o s . T u b a r ã o , d e 11 a 1 4 a n o s . D e te r ç a a s e x ta , n o s p e río d o s d a m a n h ã e ta rd e . A p e n a s p a ra d e p e n d e n te s d e c o m e r c iá r io s . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá ­ rio m a tr ic .) . TAE KWON-DO. A r t e m a r c i a l d e o r i ­ g e m c o r e a n a . D e s e n v o lv e a a g ilid a ­ d e , f le x ib ilid a d e e a lo n g a m e n to , a tr a v é s d e e x e rc íc io s d in â m ic o s d e c o n fro n to . D e 5 a 12 a n o s . S e ­ g u n d a s e q u a r ta s , à s 9 h ; te r ç a s e q u i n t a s , à s 1 4 h 3 0 e 1 5 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 3 0 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 2 0 v a g a s p o r h o r á r i o . S á b a d o s , à s 9 h 3 0 . R $ 1 1 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 3 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) . 2 0 v a g a s .

SESC Pinheiros

O Sineiro e a Cigana A peça Corcunda de N otre D am e, adaptada do romance de Victor Hugo, narra a paixão do sineiro Quasímodo pela cigana Esmeralda. Dias 2, 16 e 23, às 15h.

Sesc Ipiranga

a tr a v é s d e e x e rc íc io s a e r ó b ic o s e lo c a liz a d o s p r a tic a d o s d e n tr o d a á g u a . S á b a d o s , à s 9 h 3 0 . G r á tis .

SESC Consolação VOLEIBOL. I n i c i a ç ã o e s p o r t i v a a t r a ­ v é s d e s e u s f u n d a m e n to s b á s ic o s , v is a n d o o a p r e n d iz a d o e d e s e n v o l­ v im e n to d a s p rá tic a s d e jo g o . D e 10 a 1 4 a n o s . T e rç a s e q u in ta s , 1 3 h 3 0 e q u a r t a s e s e x t a s , 9 h 3 0 . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 (u s u á rio ). SESC Pompéia Aulas A bertas CERÂMICA: SUA CRIATIVIDADE A PROVA. A c r i a t i v i d a d e i n a t a d a s c r ia n ç a s e a p l á s tic id a d e d a a r g ila s e r ã o a b a s e p a ra d e s e n v o lv e r u m p ro je to o n d e o s p a r tic ip a n te s irã o c ria r m o d e la n d o s o b r e a p la c a d e a r g ila m o ti v o s d e s u a im a g in a ç ã o . O r i e n ta ç ã o d e R ita E n g i, c e r a m i s t a e a r te e d u c a d o r a . D ia 1 5 e 1 6 , d a s 1 4 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 .10 v a g a s . D e 8 a 12 a n o s . G r a tu ito .

SESC Pompéia HIDROGINÁSTICA. D e s e n v o l v e r e ­ s is tê n c ia , e q u ilíb rio e m u s c u la tu r a

Recreação CONTADORES DE HISTÓRIAS. O s c o n to s , a s le n d a s e m ito s s ã o h e r a n ç a s d e ix a d a s p o r n o s s o s a n c e s tr a is e fa z e m p a r te d o im a g i­ n á r io in d iv id u a l e c o le tiv o . R e s g a ta r e s ta tr a d iç ã o , c o m p a r tilh a n d o - a c o m n o s s a s c r ia n ç a s é re v e la r a e la s u m te s o u r o p re c io ­ s o . N o p r o g r a m a : O Rei Sapo. U m a d a s m a is b o n i ta s e s ig n if ic a ­ tiv a s h i s t ó r ia s d o c ic lo n o iv o - a n im a l. R e g is tr a d a p e lo s ir m ã o s G rim m , c o n ta a h is tó r ia d e u m p rín c ip e q u e é lib e r ta d o d a fo rm a d e s a p o a tr a v é s d a a c e ita ç ã o d e s u a c o n d iç ã o a n im a l p o r u m a l i n d a j o v e m . Joanorzim. C o n t o d a t r a d iç ã o o ra l ita lia n a . N e s te c o n to a a ju d a v e m a tr a v é s d o s p r e s e n te s m á g ic o s o fe re c id o s a o h e ró i p o r q u a tr o a n im a is . A s u a g e n e r o s id a ­ d e é re c o m p e n sa d a n a fo rm a d e p o d e r e s q u e fa c ilita m a r e s o lu ç ã o d o s e u c o n f l i t o . Luna. U m a e s p é c i e

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d e G a ta B o r r a lh e ir a d a t r a d iç ã o ita ­ lia n a . A q u i a jo v e m p r o ta g o n i s ta d o c o n to re c e b e a a ju d a d a L u a p a r a s a ir ile s a d a m a ld a d e d a s i r m ã s . D ia 1 5 , à s 1 6 h , á r e a d e c o n ­ v i v ê n c i a . C o m C l e o B u s a t t o e E lz a Q u e v i c i . G r á t i s . Os Músicos De Bremern. C o n h e c i d a h i s t ó r i a d o s ir m ã o s G rim m q u e n a rra a s a v e n ­ tu r a s d e q u a tr o a n im a is q u e r e s o l­ v e m s a ir p e lo m u n d o e a b a n d o ­ n a m s e u s d o n o s in g ra to s e c ru é is. As Três Penas. O u t r o c o n t o d o s ir m ã o s G rim m . A q u i o p r o ta g o n is ­ ta é o irm ã o m a is jo v e m , ta m b é m c h a m a d o d e to lo p e lo s m a is v e lh o s . P o r é m é e le q u e m s o lu c io ­ n a a s ta r e f a s c o lo c a d a s p e lo p a i e h e rd a o tr o n o , r e in a n d o c o m ju s ti­ ç a e s a b e d o r i a . Belinda E O Monstro. C o n t o d a t r a d i ç ã o o r a l i ta l ia n a . U m a e s p é c i e d e A B e la e a F e ra . A q u i p o ré m e n c o n tra m o s a im a g e m d a " á rv o re d o riso e d o c h o ro " , u m e le m e n to d a n a tu r e z a q u e d á p re n ú n c io s à p e rs o n a g e m . D ia 2 2 , à s 1 6 h , á r e a d e c o n v iv ê n ­ c ia . C o m C l e o B u s a t t o e E lz a Q u e v ic i. G rá tis .

SESC Ipiranga MOSTRA DE VÍDEOS. A v e n t u ­

Quero Água! Escorregadores, brinquedos e muita àgua compõem o Play Ground Aquático, do Sesc Interlagos. Venha se divertir! De quarta a domingo, das 10h às 16h30. Confira no Roteiro

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r e i r o s d o E s p a ç o ( 1 9 8 7 ) 6 0 '. S é c u l o 2 1 ... O s m e m b r o s d a A c a d e m i a E s p a c ia l c ria ra m u m p la n o e x tr a o r ­ d in á rio p a ra e n c o n tra r p la n e ta s c o m o m e s m o c lim a d a T e rra . E x p lo r a d o r e s c o r a jo s o s s ã o e s c o ­ lh id o s p a r a c o m a n d a r a s m a is a v a n ç a d a s n a v e s e s p a c ia is , e m b u sc a d e u m so n h o : e n c o n tra r o p la n e ta O z m a , o p rim e iro a s e r c o lo n iz a d o , o n d e a s p e s s o a s v iv e m e m to ta l h a r m o n ia . D ia s 1 - e 2 , à s 1 3 h , n a á r e a d e v í d e o . R a tin h o G a m b a - A F e s ta d o s R a tin h o s M a r i n h e i r o s ( 1 9 9 4 ) 6 0 '. G a m b a e s e u a m ig o B o b o n u n c a v ira m o m ar. Q u a n d o c h e g a m a o p o rto d a c id a d e , e le s a c a b a m p a r tic ip a n d o d a in c rív e l f e s ta d o s r a tin h o s m a r i­ n h e ir o s e c o n h e c e m n o v o s a m i­ g o s ... A té q u e u m ra tin h o m u ito a s s u s ta d o in v a d e a f e s ta p e d in d o a ju d a ! D e p o is d e o u v ir e m a h is tó ­ ria d o a s s u s t a d o r a ti n h o s o b r e o s p e r ig o s q u e t o d o s o s h a b ita n te s d e u m a p e q u e n a ilh a e s t ã o c o r r e n d o , G a m b a e s e u s n o v o s a m ig o s a v e n ­ tu r e ir o s d e c id e m a ju d á - lo . P a ra is s o , e le s p r e c is a m e n c o n tr a r u m n a v io e e m b a r c a r e m d ir e ç ã o a m a io r d e t o d a s a s a v e n tu r a s . D ia s 8 e 9 , à s 1 3 h , n a Á re a d e V íd e o . O P e q u e n o N e m o ( 1 9 9 2 ) 8 5 '. N e m o é u m g a r o tin h o a le g r e e in te lig e n te ,

m a s q u e s e s e n te m u ito s ó , te n d o c o m o ú n ic o a m ig o íc a ro , u m d iv e r­ tid o e s q u ilo v o a d o r . N u m a n o ite in e s q u e c ív e l e le s r e c e b e m a in e s ­ p e r a d a v is ita d o p r o f e s s o r G e n iu s , q u e o s c o n v id a p a ra u m a f a s c in a n ­ te v ia g e m n o m u n d o e n c a n ta d o d o s s o n h o s . E m m e io a in ú m e ra s e m o ç õ e s , N e m o c o n h e c e o b rin c a ­ lh ã o re i M o r p h e u s e a b e la p r in c e ­ s a C a m ille e s e t o r n a m b o n s a m i ­ g o s . C o n fia n d o e m N e m o , o re i lh e e n tr e g a u m a c h a v e m á g ic a c o m o p o d e r d e a b r ir a p o rta d a s o m b r ia e d e s c o n h e c id a "T e rra d o s P e s a ­ d e lo s " , d e ix a n d o e s c a p a r u m te rrí­ v e l m o n s t r o q u e a p r i s i o n a o r e i. A g o ra , N e m o p re c is a s a lv á -lo e , p a ra is s o , c o n ta c o m a a ju d a d e c o r a jo s o s a m ig u in h o s q u e , ju n to s , p a r te m p a r a u m a e m o c io n a n te a v e n t u r a p e lo m u n d o e n c a n t a d o . D ia s 1 5 e 1 6 , à s 1 3 h , n a Á re a d e V íd e o . A G u e rra d o s P á s s a ro s ( 1 9 9 0 ) 6 8 '. N a f l o r e s t a o n d e n o r ­ m a lm e n te o s p á s s a r o s c o n v iv e m e m p a z e h a rm o n ia , u m a tra g é d ia e s tá p r e s te s a a c o n te c e r . F a g in , u m a c ru e l a v e d e ra p in a , a ta c a d o is f ilh o te s q u e te n ta m p r o te g e r s e u n in h o , d e s iq u ilib r a d o p e la a g ita ç ã o d a lu ta , o n in h o c a i a o c h ã o e t o d o s o s o v in h o s s e q u e b ra m ; p o ré m , u m d e le s ro la p e lo c h ã o e e n c o n t r a a b r ig o n u m a á r v o r e o c a , e s c a p a n ­ d o a o te rrív e l a ta q u e d o p re d a d o r. T o d a e s s a tra g é d ia fo i a s s is tid a p o r u m p á s s a r o q u e p a s s a v a p o r a li e q u e c o m p e n a d o o v in h o s o litá r io , d e c id e c h o c á - lo . D ia s 2 2 e 2 3 , à s 1 3 , n a Á re a d e V íd e o .

SESC Pompéia PLAY GROUND AQUÁTICO. C o n ­ ju n to d e in s ta la ç õ e s c o m p o s to p o r e s c o r r e g a d o r e s , b rin q u e d o s e e fe i­ to s c o m á g u a . D e q u a rta a d o m in g o e f e r ia d o s , d a s 1 0 h à s 1 6 h 3 0 . SESC Interlagos PRAÇA TEMPO. V e r ã o , F o l i a

e D iv e rs ã o ! A p r a ç a e s tá e m e b u liç ã o : V ô le i, S t r e e t b a ll , F r e e s b y , a lé m d e e s p a ç o s p e rm a n e n te c o m ra m p a s p a r a s k a te , b ik e e p a tin s . S á b a d o s , d o m in g o s e f e r ia d o s , à s 1 4 h .

SESC Itaquera

d a s 9 h à s 2 1 h 3 0 ; s á b a d o s e f e r ia ­ d o s , d a s 9 h à s 1 7 h 3 0 . G r á tis .

SESC Consolação RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. F u ts a l, b a s q u e te , v ô le i e tê n is d e m e s a . Futsal, basquete e vôlei: d e s e g u n d a a se x ta , d a s 9 h à s 12h; te r­ ç a s e q u i n t a s , d a s 1 4 h à s 1 7 h . Tênis de Mesa: a o s s á b a d o s e f e r i a d o s , d a s 9 h 1 5 à s 1 7 h 3 0 .0 m a te r ia l é fo r­ n e c id o p e lo S e s c . G r á tis .

SESC Consolação RECREAÇÃO. P r o g r a m a o r i e n t a d o

d e r e c r e a ç ã o e s p o r tiv a d e s tin a d o à c r ia n ç a s n a f a ix a e tá r ia d e 7 a 14 a n o s e , t a m b é m , a b e r t o a p a r tic i- < p a ç ã o d o s p a is . É u m e s p a ç o j d e m o c r á ti c o o n d e s e p r e t e n d e e s ti- , m u la r a p r á tic a d iv e r s if ic a d a d e m o d a lid a d e s e s p o r tiv a s e r e c re a ti-1 v a s o p o r tu n iz a n d o o c o n h e c im e n ­ to e o r e s g a te d e j o g o s a n tig o s , c o m ê n f a s e à c ria tiv id a d e e s o c ia li­ z a ç ã o . S á b a d o s e d o m in g o s , d a s 9 h 3 0 à s 1 3 h 3 0 , n o G in á s io In v e rn o . O b rig a tó rio a p r e s e n ta ç ã o d a c a r- , t e ira S e s c . G r á tis .

SESC Pompéia SEMANA

MUSICAL

INFANTIL.

C o n ju n to d e a ti v i d a d e s d e m u s ic a liz a ç ã o p a r a c r ia n ç a s e n tr e 7 e 12 a n o s . M u s ic a liz a ç ã o A tr a v é s d a v o z , s o b a c o o r d e n a ç ã o d e M a ria L ú c ia H o lc m a n , p ia n is ta e p r o f e s s o ­ ra e s p e c ia liz a d a e m m u s ic a liz a ç ã o in f a n til, m é t o d o K o d a ly ; M u s ic a ­ liz a ç ã o a tr a v é s d e i n s t r u m e n t o s d e p e q u e n a p e rc u s sã o , so b a c o o rd e ­ n a ç ã o d e C ris ta l V e llo s o , p r o p r ie tá ­ ria d a e s c o la E s p a ç o A r te I n te g r a d a , f la u tis ta e p r o f e s s o r a e s p e c ia liz a d a n o s m é to d o s O rff e K o d a ly d e m u s ic a liz a ç ã o ; M o v im e n to e E x­ p r e s s ã o C o rp o ra l, s o b a c o o r d e n a ­ ç ã o d e l lz a Z e n k e r , p r o f e s s o r a d a U F S C A R , a tu a n o s c u r s o s d e e x te n ­ s ã o u n iv e r s itá r ia e m m u s ic a liz a ç ã o in f a n til; C o r a l I n f a n til, s o b a c o o r d e ­ n a ç ã o d e G is e le C ru z , re g e n te c o ra l e in s tru to ra d e m ú s ic a v o c a l d o C E M , a tu a n a á re a d e re g ê n c ia c o ra l in fa n til m in is tr a n d o c u r s o s e w o rk s h o p s. D e 24 a 28, à s 14h. A p r e s e n t a ç ã o d e r e s u l t a d o s d ia 1s d e m a r ç o , à s 1 1 h . G r á tis .

RECREAÇÃO AQUÁTICA DIRIGIDA.

SESC Consolação

J o g o s A q u á tic o s . S á b a d o s , d a s 1 3 h à s 1 4 h . P a r t ic i p a ç ã o liv r e p a r a m a io re s d e 12 a n o s.

SESC VERÃO. T o d a H o r a é H o r a

SESC Consolação RECREAÇÃO AQUÁTICA LIVRE. P is c in a g r a n d e : d e s e g u n d a a s e x ta ,

| ; ;

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p a r a s e d iv e r tir n e s t a s f é r ia s . M u ita s a tiv id a d e s p a r a a d o le s c e n - I t e s e c r ia n ç a s e o p r ó p r i o p a r tic i- j p a n te o r g a n iz a e m o n ta s e u p r o g r a ­ m a d e a c o r d o c o m s e u s in te r e s s e s , j

Fevereiro 97


EM CARTAZ E n tr e a s d i f e r e n t e s o p ç õ e s d e a tiv i­ d a d es, e ssa p ro g ra m a ç ã o o fe rec e c o n ta d o r e s d e h is tó ria , R P G , v iv ê n ­ c ia s , c lín ic a s , jo g o s d e q u a d r a s ta m b o r é u , v ô le i, b a s q u e te , fu te b o l e h a n d e b a ll - e a tiv id a d e s a q u á ti­ c a s . A té d ia 8.

SESC Consolação VAI QUEM QUER... A d u l t o s e c r i a n ­ ç a s p a r tic ip a m d e u m b a r r a c ã o a ra a c o n fe c ç ã o d e m á s c a ra s , fa n >, m a q u i a g e m , i n s t r u m e n t o s m u s ic a is e m u ito m a is p a ra b r in c a r o C a r n a v a l. D ia s 1g e 2 , b is n a g a s d 'â g u a d ã o o t o m d a b r i n c a d e ir a . D ia s 8 , 9 , 1 0 e 1 1 , B a r r a c ã o d a F o lia . D ia s 1 5 e 1 6 , C o la re s , c o r o a s e f a n ­ t a s ia s . D ia s 2 2 e 2 3 , V e n ta ro la s , a d e re ç o s d e m ã o e in s tru m e n to s m u s ic a is . S e m p r e a p a r tir d a s 1 0 h .

1p

SESC Itaquera frinquedotecas ESC Interlagos. E s p a ç o d e s t i n a d o la o e m p r é s t i m o d e jo g o s , b r in q u e íd o s , jo r n a is e r e v is ta s . D e q u a r ta a id o m in g o e fe ria d o s , d a s 9 h à s 1 7 h . SESC Ipiranga. C e n t r a l d e J o g o s : se v o c ê a d o ra b rin c a r c o m s e u s i a m ig o s , c o m s e u s f ilh o s , o u e n tã o , s g o s ta d e e n f r e n t a r d e s a f io s , e s c o h a s u a m e lh o r d iv e rs ã o ! V á rio s jo g o s fic a m a o s e u d is p o r n a Á re a d e C o n v iv ê n c ia : W ar, S itu a ç ã o L im ite , D e t e t i v e S e n h a e I m a g e m & < \ç ã o , e n t r e o u t r o s . E m p r é s t i m o s m e d ia n te a p r e s e n ta ç ã o d a c a r te ir a d o S e s c o u d o R G o r ig in a l. D e te r ç a 3 s e x ta d a s 1 3 h 3 0 à s 2 1 h 3 0 . S á b a d o s , d o m in g o s e fe r ia d o s d a s )h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . G rá tis . Ï3ESC Pompéia. A c e r v o d e b r i n q u e ­ d o s a r te s a n a is e in d u s tr ia liz a d o s m b r a n g e n d o a fa ix a e tá r ia d e u m D in o p a r a c i m a . D e t e r ç a a d o m i n g o 2d a s 9 h à s 1 9 h .

Cursos de Expressão Artística TÉCNICAS TEATRAIS. F i g u r i n o ,

ju n h o . E x c lu s iv o a o s p a r tic ip a n te s d o T ra b a lh o S o c ia l c o m Id o s o s .

SESC Consolação Ginástica CLUBE DA CAMINHADA. D a n d o c o n ti n u i d a d e a o t r a b a l h o in ic ia d o n o a n o p a s s a d o , m a r c a m o s o in íc io d a s c a m in h a d a s c o m a te r c e ir a id a d e n e s te a n o . A s a tiv id a d e s e s tã o a b e r ta s a to d o s o s in te r e s s a ­ d o s e " a m a n te s " d a c a m in h a d a o r ie n ta d a e s a u d á v e l.T e rç a s e q u in ­ t a s , à s 1 5 h 3 0 . G rá tis . SESC Ipiranga EUTONIA. F a v o r e c e o a u t o c o n h e c i m e n to e o r e a lin h a m e n to p o s tu ra l a tr a v é s d e e x e rc íc io s d e r e c o n h e c i­ m e n to d a s e s tr u tu r a s d o c o rp o . O r i e n t a ç ã o d e G a b r i e l a B a ll . Q u a r t a s , d a s 1 4 h à s 1 5 h 1 5 . 3 0 v a g a s . R $ 1 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 4 ,0 0 . SESC Consolação GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. M é t o d o

Consciência Corporal

d e g in á s tic a d e s e n v o lv id o p e lo S e s c d e a c o r d o c o m o ritm o e c o n ­ d iç õ e s físic a s d e c a d a p e s s o a . A c a d a m ê s te m a s d ife re n te s s o b re a tiv id a d e fís ic a , s a ú d e e b e m -e s ta r. In fo rm e -s e n a u n id a d e d o S e sc m a is p ró x im a .

A eutonia é um trabalho que favorece o conhecimento da imagem corporal e seu reequilíbrio. Orientação de Gabriela Ball. Quartas, das 14h às 15h l5. 30 vagas.

a n o s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 0 h e 1 5 h ; te r ç a s e q u in ta s , à s 9 h e 1 4 h . R $ 5 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 1 0 .0 0 ( u s u á r i o m a t r i c .) .

SESC Consolação - S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 4 h e 1 6 h . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 0 h 1 5 , 1 4 h e 1 5 h . 3 0 v a g a s p o r t u r m a . R $ 7 ,5 0 ( c o m e r ­ c iá r i o m a t r i c .) e R $ 1 5 ,0 0 . SESC Ipiranga - T e r ç a s e q u i n t a s , à s

SESC Pinheiros - S e g u n d a s e q u a r ­ ta s , d a s 7 h 3 0 à s 1 5h. T e rç a s e q u in ­ t a s , d a s 7 h à s 1 8 h 3 0 . R $ 7 ,5 0 . S e x t a s , à s 9 h , 1 0 h e 1 3 h 3 0 . R $ 5 ,5 0 . 2 0 v a g a s p o r h o rá rio . SESC Pompéia - T e r ç a à s e x t a , m a n h ã e t a r d e . R $ 7 ,5 0 ( c o m e r c iá ­ r io m a tr ic .) e R $ 1 5 ,0 0 ( u s u á r io ) .

SESC Consolação

SESC São Caetano - S e g u n d a s e

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das e ap tra ç ã o . A n to u n , ta s , d a s G r á tis .

r e n d a a v iv e r O r ie n ta ç ã o p s ic ó lo g a . Q 10h à s 11h.

com desco n d e M a rc e lle u a rta s e s e x ­ In íc io d ia 8 .

SESC Pompéia HIDROGINÁSTICA. D e s e n v o l v e r e ­ s is tê n c ia , e q u ilíb rio e m u s c u la tu r a a tr a v é s d e e x e r c íc io s a e r ó b ic o s e lo c a liz a d o s p r a tic a d o s d e n tr o d a

1 5 h 3 0 . Q u a rta s e s e x ta s , à s 1 6 h 3 0 . R $ 1 5 .0 0 ( c o m e r c i á r i o m a t r i c . ) e R $ 3 0 , 0 0 .

ro e n o g ra fia e in te r p r e ta ç ã o . O r ie n ­ t a ç ã o d e C a r lo s L u p in a c c i. Q u a r t a s ’3 s e x ta s , d a s 9 h 3 0 à s 1 1 h . G r á tis .

V O Z . C o o r d e n a ç ã o d e C e c ília V a le n tim , i n s tr u to r a d o C e n tr o e x p e r im e n ta l d e M ú s ic a . Q u a r ta s , às 14h. D e 5 d e m arç o a 25 d e

Sesc Consolação

SESC Carmo - T u r m a s a c i m a d e 5 0

q u a r ta s , à s 1 5 h e t e r ç a s e q u in ta s , à s 8 h 2 0 . R $ 1 5 ,0 0 .

GRUPO DE RELAXAMENTO. C o ­ n h e ç a a s d i v e r s a s t é c n i c a s u tiliz a -

SESC Consolação - D u r a ç ã o d e 1 2 m e s e s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 4 h e 1 5 h . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 1 h 1 5 e 1 4h e se x ta s , à s 1 1h. 25 v a g a s p o r t u r m a . U m a v e z p o r s e m a n a R $ 9 ,0 0 ( c o m e r c i á r i o m a t r i c .) e R $ 1 8 ,0 0 . D u a s v e z e s p o r s e m a n a R $ 1 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 2 4 ,0 0 . SESC Pompéia - T e r ç a a s e x t a , m a n h ã e ta rd e . A p e n a s p a ra c o m e rc iá r i o s e d e p e n d e n t e s . R $ 1 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tric .). SESC São Caetano - D u a s a u l a s s e m a n a is d e 4 5 m in u to s c a d a . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 1 5 h 3 0 ; te r-

61


ç a s e q u in ta s , à s 9 h 1 5 ; q u a r ta s e s e x t a s , à s 9 h 1 5 . R $ 2 4 ,0 0 .

PRÁTICAS CORPORAIS. A m p l i a o u n iv e rs o d a s p o s s ib ilid a d e s c o r p o ­ r a is , u tiliz a n d o p a r a i s s o a s m a is d iv e rs a s té c n ic a s e v iv ê n c ia s c o m o a d a n ç a , a c o n s c iê n c ia d o c o r p o , o e s p o r te e a r e c re a ç ã o . A c im a d e 4 0 a n o s . S á b a d o s , à s 1 0 h 3 0 . R $ 1 1 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 2 3 ,0 0 .

SESC Ipiranga

b lo q u e a d a s , a tr a v é s d a a p re c ia ç ã o e e s tu d o d o s r itm o s e e s tilo s m u s i­ c a is , d e e x e rc íc io s te a tr a is e p rin c i­ p a lm e n te te r a p ê u tic o s q u e v is a m e s te s d e s b lo q u e io s .

Palestras GRUPO DE INTERESSE. D e b a t e d e

SESC Ipiranga - A c i m a d e 4 0 a n o s .

SESC Consolaçao

Q u a r t a s , à s 1 4 h . R $ 1 5 ,0 0 ( c o m e r ­ c iá r i o m a t r i c .) e R $ 3 0 ,0 0 .

GRUPO DE INTERESSE. E n c o n t r o s :

SESC Consolação - T e r ç a s e q u i n ­ t a s , à s 1 4 h 3 0 . R $ 1 1 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 2 ,0 0 ( u s u á r io m a tr ic .) .

v á r io s t e m a s , u tiliz a n d o té c n i c a s d e : d in â m ic a d e g ru p o , b u s c a n d o a i s o c i a b i l iz a ç ã o e a c o n v iv ê n c ia . D ia s i 3 , 1 0 , 1 7 e 2 4 , à s 1 4 h 3 0 . G r á tis .

p a ra d is c u s s ã o e p ro g ra m a ç ã o d a s s a tiv id a d e s . S e m p r e à s q u in ta s , à s : 1 4 h . G r á tis .

SESC Pinheiros

TAI-CHI-CHUAN. A r t e m a r c i a l d e o rig e m c h in e s a . D e s e n v o lv e h a r ­ m o n ia c o r p o r a l e e q u ilíb rio d a s f u n ­ ç õ e s p s íq u ic a s e o rg â n ic a s , a tr a v é s d e m o v im e n to s s u a v e s b a s e a d o s n a n a tu r e z a . O r ie n ta ç ã o d e J a ir D in iz . T e r ç a s e q u i n ta s , à s 1 0 h 3 0 e 1 4 h . 3 0 v a g a s p o r t u r m a . R $ 1 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 2 4 ,0 0 .

SESC Consolação VIVÊNCIAS AQUÁTICAS. L e v a a o

M a t r íc u l a

c o n h e c im e n to d a s d iv e r s a s p o s s ib ili­ d a d e s d e a tiv id a d e s n a á g u a , c o n f e ­ rin d o m a io r d o m ín io c o r p o r a l, c o n ­ fia n ç a e d e s c o n tra ç ã o . A c im a d e 4 5 a n o s . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 6 h 3 0 . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c i á r i o m a t r i c . ) e R $ 4 8 ,0 0 .

SESC Ipiranga 0 c a rtã o d e m a tríc u la n o S e sc é o se u p a ssa p o rte p a ra p a rtic ip a r, c o m v a n ­ ta g e n s , d a s v á r ia s a tiv id a ­ d e s o fe re c id a s e ta m b é m d e s f r u ta r d a s p is c in a s , q u a d ra s e o u tro s e q u ip a ­ m e n to s . P a ra m a tric u la rse no S e sc sã o n e c e ssá ­ rio s o s s e g u in te s d o c u ­ m e n t o s comerciário - c a r ­ te ira p ro fis s io n a l d o titu ­ la r, c e r ti d ã o d e c a s a m e n to e c e rtid ã o d e n a s c im e n to d o s filh o s m e n o r e s d e 21 a n o s . A ta x a d e m a tríc u la v a ria d e a c o r d o c o m a fa ix a s a la r ia l. A m a tr íc u la p o d e r á s e r f e ita e m q u a l­ q u e r u n id a d e d o S e s c e te m v a lid a d e n a c io n a l d e 1 2 m e s e s . Comerciário aposentado: c a r t e i r a p r o ­ fis s io n a l e c a r n ê d o IN S S . Não-comerciários - d o c u ­ m e n to d e id e n tid a d e e c o n s u lta n a u n id a d e d e in te re s s e s o b re a d is p o n i­ b ilid a d e d e v a g a

YOGA. D e o r i g e m

in d ia n a , r e ú n e e x e r c íc io s r e s p ir a tó r io s , d e r e la x a ­ m e n to e m e d ita ç ã o p a r a o e q u ilíb r io d o c o r p o , d a m e n te e d o e s p ír ito .

SESC Carmo - O r i e n t a ç ã o d e P a o l a d i R o b e r to e M á r c ia J o r g e d o A m a ra l. A p a r tir d e 5 0 a n o s . S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 9 h 3 0 , 11 h , 1 4 h e 1 5 h ; te r ç a s e q u in ta s , à s 9 h , 1 0 h e 11 h . R $ 1 1 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 2 ,0 0 ( u s u á r i o m a tr ic .) .

SESC Consolação - S e g u n d a s e q u a r ta s , à s 9 h , 1 0 h e 1 5 h . T e rç a s e q u in ta s , à s 9 h , 1 0 h , 1 4 h , 1 5 h e 1 6 h . 3 0 v a g a s p o r t u r m a . R $ 1 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a t r i c .) e R $ 2 4 ,0 0 .

Recreação

ra ç ã o e h a rm o n iz a ç ã o d o s m o v i­ m e n to s d a d a n ç a a p a r tir d a in te r a ­ ç ã o d e té c n ic a e c r ia ç ã o d o m o v i­ m e n to , c o m e x e rc íc io s d e té c n ic a m o d e r n a e c o n te m p o r â n e a , a lo n ­ g a m e n to s , im p ro v is a ç õ e s e c o re o ­ g r a f ia s . O r ie n ta ç ã o d e G e o rg ia L e n g o s . T e rç a s e q u in ta s , à s 1 6 h . 3 0 v a g a s . R $ 7 ,5 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 1 5 ,0 0 .

BAILE DE CARNAVAL. G r a n d e b a i l e d e c a r n a v a l, a n im a ç ã o c a r n a v a le s ­ c a d a tu r m a d a te rc e ira id a d e , c o m m ú s i c a a o v iv o e m u it a a le g r ia . F a n t a s i e - s e e e n t r e n a f o l i a ! D ia 6 , à s 18h.

SESC Consolação DANÇA INTERATIVA. A d a n ç a d e s a lã o in te g r a n d o e e d u c a n d o p e s ­ s o a s . O r ie n ta ç ã o d e E d u a rd o C a r m e llo , p r o f e s s o r d e E d u c a ç ã o F ís ic a , a to r , d a n ç a r i n o e m ím ic o . Q u in ta s e s e x t a s , à s 1 4 h . G rá tis . SESC Pompéia Esportes A daptados NATAÇÃO. E n s i n o b á s i c o

dos e s tilo s c ra w l e c o s ta s . C u r s o s c o m d u ra çã o de a té 12 m eses. In fo rm e -s e n a u n id a d e d o S e sc m a is p ró x im a .

SESC Consolação - S e g u n d a s e q u a r ta s , 11 h e 1 3 h 1 5 ; t e r ç a s e q u in ta s , 13 h 15. 2 5 v a g a s p o r t u r m a . R $ 1 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) e R $ 2 4 ,0 0 .

SESC Ipiranga - T e r ç a s e q u i n t a s , à s 1 3 h 3 0 e 1 4 h 3 0 . R $ 2 4 ,0 0 ( c o m e r c iá ­ r io m a tr ic .) e R $ 4 8 ,0 0 .

SESC Carmo BAILE. C o m m ú s i c a a o v i v o , a n i m a ­ d o p e lo G r u p o R e v iv e n d o . D ia 28, à s 1 5 h . G r á tis . R e tir a r c o n v ite a n te ­ c ip a d a m e n te .

SESC Consolação CICLO DE CINEMA EM VÍDEO. A

c a d a s e m a n a u m te m a d ife re n te , n u m t r a b a l h o c o o r d e n a d o p e lo p r o f e s s o r D é c io D r u m m o n d , c rític o d e a r te e m e s tr e e m lite ra tu ra , q u e fa rá u m a e x p la n a ç ã o s o b r e o te m a ; * a p ó s a e x i b i ç ã o d o f i l m e . Dia 4) V e m D a n ç a r C o m i g o ; dia 6| : C i n d e r e l a e m P a r is ; dia 13, U m i V o z P a r a M ilh õ e s ; d i a 1 8 , In trig a e n W a s h i n g t o n ; dia 20, A C o n v e r s a ç ã o ; dia 25, U m a C l a r ã o n a i T r e v a s ; dia 27, D i s q u e M P a n i!! M a ta r . T e r ç a s e Q u i n t a s , à s 1 4 h G r á tis .

SESC Pompéia ESPAÇO ABERTO PARA GRUPO."

DE TERCEIRA IDADE. R e i n i c i a n d f l a s a t i v i d a d e s , r e a l i z a r e m o s a F e s t .' i C a r n a v a l e s c a d a n d o o g r i t o d e c a » ;í n a v a l. D ia 6 , a p a r ti r d a s 9 h . SESC Interlagos

SESC Pinheiros - S e g u n d a s e q u a r ­ ta s , à s 1 5 h . T e rç a s e q u in ta s , à s 9 h 3 0 e 1 0 h 3 0 . R $ 7 ,5 0 .1 5 v a g a s p o r h o rá rio .

SESC Pompéia - T e r ç a a s e x t a ,

Cursos de Dança DANÇA. S e g u n d a s e q u a r t a s , à s

VÔLEI ADAPTADO. T r a b a l h a a r e ­

8 h 3 0 , 9 h 3 0 e 1 5 h ; te r ç a s e q u in ta s , à s 1 0 h 3 0 e 1 5 h . R $ 7 ,5 0 . S e x t a s , à s 1 5 h . R $ 5 ,5 0 . 2 0 v a g a s p o r h o r á r io .

SESC Pinheiros DANÇA-EXPRESSÃO. R e s g a t a a s e x p re s s õ e s c o rp o ra is e e m o c io n a is

62

DANÇA INTEGRADA. V i s a a e x p l o ­

m a n h ã e ta rd e . A p e n a s p a ra c o m e r c iá r io s e d e p e n d e n te s . R $ 1 2 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m a tr ic .) .

s is tê n c ia m u s c u la r, a c a p a c id a d e a e r ó b ic a e c o o r d e n a ç ã o m o to ra , d e n tr o d o s lim ite s in d iv id u a is . O r i e n ta ç ã o d e L u is F e r n a n d o S a a d . S e g u n d a s e q u a r ta s , d a s 1 4 h à s 1 5 h 3 0 .3 0 v a g a s . R $ 7 ,5 0 ( c o m e r c iá ­ rio m a t r i c .) e R $ 1 5 ,0 0 .

SESC Consolação

FESTA CARNAVALESCA. N a a b e i t u r a d o P r o je to C a r n a v a l A ir b ie n ta l, p r o g r a m a m o s u m a n im í d o b a ile a tr a v é s d e r itm o s e a rn ? t v a le s c o s a n tig o s e a tu a is , o b a ile 1 < d e s tin a d o a to d o s q u e g o s ta m d d a n ç a r e p u l a r n e s t a f e s t a d a c u lti • J r a b r a s i le i r a . A a n i m a ç ã o f ic a pc c o n ta d a B a n d a M o n te C a r io , q u • p o s s u i m a i s d e 1 0 a n o s d e exp< riê n c ia n o m e r c a d o , a p r e s e n t a i 1 d o - s e e m v á r io s tip o s d e e v e n to s ;1 e s p e c ia liz a n d o - s e e m b a ile s p a t

Fevereiro 91


EM CARTAZ t e r c e ir a i d a d e . D ia 8 , a p a r t i r d a s 1 5 h . G r á tis .

SESC Ipiranga PASSEIO AO SESC BERTIOGA. I V isita à c o lô n ia d e F é r ia s c o m m u i-

GUARAPARI (ES). P e r í o d o d e 7 a Nicola Labate

1 2 . P e n s ã o C o m p le ta . S a íd a n o tu r ­ n a . H o s p e d a g e m n o C e n tr o d e T u r is m o d e G u a r a p a r i - S e s c . C ity to u r e p a s s e io s lo c a is . P re ç o s a p a r­ tir d e 5 x R $ 5 2 ,0 0 ( to ta l R $ 2 6 0 ,0 0 ) .

ita s o p ç õ e s d e la z e r a lé m d a p r a ia . D ia 4 , à s 7 h .

SESC Paraíso

SESC Pompéia

ITATIAIA (RJ). P e r í o d o d e 1 3 a 1 6 . P e n s ã o C o m p le ta . S a íd a n o tu r n a . H o s p e d a g e m n o H o te l C o n o r a . C ity to u r e p a s s e io s lo c a is . P re ç o s a p a r ­ tir d e 5 x R $ 4 2 ,4 0 ( to ta l R $ 2 1 2 ,0 0 ) .

SESC Paraíso Excursões P ro g ra m a e s p e c ífic o , q u e a te n d e c o m e r c iá r io s e d e p e n d e n te s , o f e r e ­ c e n d o tu ris m o d e q u a lid a d e , e c o n o ­ m ic a m e n te v iá v e l, e n fa tiz a n d o o s a s p e c to s só c io -c u ltu ra is d o s ro te i­ r o s . D e s e n v o l v e m - s e a t i v i d a d e s l ú d i: a s , e s tim u la - s e a c ria tiv id a d e , s o c ia : a iliz a ç ã o e p a r tic ip a ç ã o d o s in te ­ g r a n te s . R o te ir o s r o d o v iá r io s (e m â n ib u s p a d r ã o tu r is m o ) c o m h o s p e i d a g e m e m C e n tr o s d e L a z e r e F é ria s d o S e s c o u H o té is c o n v e n ia d o s .

MMGRA DOS REIS (RJ). P e r í o d o d e 16 d e f e v e r e i r o a 2 d e m a r ç d . M e i a 3e n s ã o . S a í d a m a t u t in a . H o s p e d a ­ g e m n o H o t e l d o B o s q u e . C i ty t o u r e a a s s e io a P a r a ty . P r e ç o s a p a r tir d e 5 X R $ 6 8 ,0 0 (to ta l R $ 3 4 0 ,0 0 ).

MONTE VERDE (MG). P e r í o d o d e 21 a 2 3 . P e n s ã o C o m p le ta . S a íd a n o tu rn a . H o s p e d a g e m n o G re e n V illa g e H o te l. C ity t o u r e p a s s e i o s lo c a is . P r e ç o s a p a r tir d e 5 x R $ 3 7 . 6 0 ( t o t a l R $ 1 8 8 ,0 0 ) . SESC Paraíso PANTANAL COM BONITO (MS). P e río d o d e 15 a 2 3 . P e n s ã o C o m ­ p le ta . S a íd a v e s p e r tin a . H o s p e ­ d a g e m n o P a n ta n a l P a rk H o te l e Z a g a i a R e s o r t H o te l. C ity t o u r e p a s s e io s e m C o ru m b á e P u e rto S u a r e z ( B o lív ia ) , f lu v ia l ( r io P a ­ ra g u a i) e n a re g iã o e c o ló g ic a d e B o n ito . P r e ç o s a p a r ti r d e 5 x R $ 1 5 9 .6 0 ( t o ta l R $ 7 9 8 ,0 0 ) .

SESC Paraíso

Vôlei para a Terceira Idade Com orientação do professor Luis Fernando Saad, o curso de vôlei adaptado para a terceira idade trabalha a resistência muscular e a coordenação motora. Confira no Roteiro

SESC Paraíso RIO DE JANEIRO (RJ). P e r í o d o d e 3ERTIOGA (SP). P e r í o d o d e 2 1 a 2 7 . 3e n s ã o C o m p l e t a . S a í d a m a t u t i n a . H o s p e d a g e m n o S e s c B e r tio g a . 3r e ç o s a p a r t i r d e 5 x R $ 4 3 ,8 0 ( t o ta l H$ 2 1 9 ,0 0 ).

1 4 a 1 7 . P e n s ã o S im p le s . S a íd a n o tu rn a . H o s p e d a g e m n o S e sc C o p a c a b a n a . C ity t o u r e p a s s e i o s lo c a is . P r e ç o s a p a r tir d e 5 x R $ 3 9 .6 0 ( t o ta l R $ 1 9 8 ,0 0 ) .

5ESC Paraíso

SESC Paraíso

'ABO FRIO (RJ). P e r í o d o d e 7 a 1 2 .

RIO DE JANEIRO (RJ). P e r í o d o d e 8 a 1 2 . P e n s ã o S im p le s . S a íd a m a tu ­ tin a . H ospedagem no S esc C o p a c a b a n a . C ity t o u r e p a s s e i o s lo c a is . P re ç o s a p a rtir d e 5 x R $ 5 0 ,4 0 ( to ta l R $ 2 5 2 ,0 0 ) .

M e ia P e n s ã o . S a íd a m a tu tin a . H o s p e d a g e m n o M a lib u P a la c e H o t e l. C i t y t o u r e p a s s e i o s a B ú z i o s 3 A rra ia l d o C a b o . P r e ç o s a p a r tir d e 5 x R $ 1 0 9 ,6 0 ( to ta l R $ 5 4 8 ,0 0 ).

SESC Paraíso / SESC São Caetano

SESC Paraíso

CALDAS NOVAS (GO). P e r í o d o d e

SAÍDAS EM FEVEREIRO. D e 7 à 1 2

17 a 2 4 . P e n s ã o C o m p le ta . S a íd a m a tu tin a . H o s p e d a g e m n a C o lô n ia d e F é r i a s d o S e s c . C ity t o u r e p a s ­ s e io s lo c a is . P r e ç o s a p a r tir d e 5 x R $ 6 2 ,8 0 ( to ta l R $ 3 1 4 ,0 0 ) .

- C a r n a v a l - C a ld a s N o v a s (G O ) e C a b o F rio (R J). D e 1 6 a 2 2 , S e r r a s C a ta r in e n s e /S C . D e 2 0 a 2 3 , R io d p J a n e iro /P e tro p ó lis (R J). D e 21 a 2 3 , Ita tia ia (R J). E e m m a r ç o : G u a r a p a r i (E S ) / C a m p o s d o J o r d ã o (S P ) e C a m b o r iú (S C ).

SESC Paraíso

CALDAS NOVAS (GO). P e r í o d o d e 7 a 1 2 . P e n s ã o C o m p le ta . S a íd a ; m a tu tin a . H o s p e d a g e m n a C o lô n ia d e F é r ia s d o S e s c . C ity t o u r e p a s ­ s e io s lo c a is. P re ç o s a p a rtir d e 5 x R $ 5 9 , 0 0 ( t o t a l R $ 2 9 5 ,0 0 ) . SESC Paraíso / SESC São Caetano

Fevereiro 97

SESC São Caetano Temporadas de férias N o m u n ic í p io d e B e r tio g a , lito r a l p a u lis ta , o S e s c m a n té m u m d o s m a io r e s c e n tr o d e fé ria s e la z e r d o p a ís , c o m c a p a c id a d e d e h o s p e d a r

a p r o x i m a d a m e n t e m il p e s s o a s / d ia . O S e s c B e rtio g a , c o n ta c o m c o m p le ta in fra -e s tru tu ra d e la z e r e re c r e a ç ã o , d is p o n d o d e g in á s io d e e sp o rte s , c a n c h a s d e b o c h a , q u a ­ d r a s d e tê n is , q u a d r a s p o lie s p o r tiv a s , p ista d e c o o p e r, c a m p o d e f u t e b o l , m in i c a m p o , b i b lio te c a , p a rq u e a q u á tic o , s a la s d e jo g o s e c in e m a , a lé m d e p is ta d e d a n ç a e la n c h o n e te . U m a e q u ip e e s p e c ia li­ z a d a p r o g r a m a e d e s e n v o lv e a tiv i­ d a d e s d iá r ia s d e r e c r e a ç ã o e la z e r, in c lu s iv e n a p ra ia . E s ta d a s e m re g im e d e p e n s ã o c o m p le ta . P e r í o d o s d e e s t a d a s e m a b ril/9 7 : 12 a 8 /4 e 9 a 1 6 /4 . P a c o te e s p e c ia l d a " T i r a d e n t e s " - 1 8 a 2 1 /4 /2 , a c ré s c im o d e 2 0 % s o b r e a d iá ria n o rm a l. A s in s c r iç õ e s p a ra o s o r ­ te io d e v a g a s p a ra o s p e r ío d o s d is p o n ív e is d e v e r ã o s e r e f e tu a d a s d e 3 a 17 d e f e v e r e ir o /9 7 , d i r e t a ­ m e n te n o S e s c P a r a ís o . C o m e r ­ c iá rio s d a c a p ita l q u e d e s e ja r e m d e v e m c o n ta ta r a U n id a d e so lic i­ ta n d o fo rm u lá rio e s p e c ífic o p a ra in s c r iç ã o , v ia F a x n 2 (0 1 1 ) 8 8 5 5 8 5 4 o u c o r r e io . D iá r ia s R $ 2 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io s m a tr ic .) .

63


Ba u r u

Especial SESC Verão. Trata-se de projeto e stad u al, q u e visa proporcionar a co m erciário s e à co m u n id ad e em geral opo rtu n id ad es de aproxim ação e contato com as atividades de lazer e em esp ecial d o s lazeres físicoe sp o rtiv o s, identificados com a e sta ç ã o do ano. O correrão várias a tiv id ad es, co m o frescobol, stre e t d ance e aeróbica, voleibol, futebol de salão, pingue-pongue, hidroginástica, tam b o réu , anim ação m usical entre o utras. Dias 2 e 9, d as 14 à s 18h30

Infantil CURUMIM. Dia 1, 9h e 14h, Oficina de Fantasia de Carnaval

Terceira Idade

som ente aos frequentadores habituais da unidade, com o tam bém à com u­ nidade em geral. A program ação con­ tinua com atividades nas seguintes áreas: Esportes & Recreação, Teatro e Música. Até dia 16.

área de arte, artistas plásticos, estu­ d a n te s e in te re ssa d o s em geral. Inscrições a partir do dia 20, de segunda a sexta-feira, das 13h às 22h. R$ 50,00 (comerciário matric.) e R$ 60,00 (usuário matric.).

Música

Literatura

PABLO COIM BRA. Show "Romance".

BIBLIOTECA A M B ULANTE.

Lançam ento do CD de m esm o nom e solo de violão e orquestra. É o oitavo CD da carreira do artista. Dia 28, ingressos gratuitos devem ser retira­ dos antecipadam ente. PAULO FREIRE. Show "Rio Abaixo". Além do som puro e m ágico da viola, com su as afinações e técnicas de exe­ cução originais, Paulo Freire incorpora ao instrum ento inovações produzidas por pedais de efeito. Dia 21, às 21h. R$ 3,00 (comerciários matric.) e R$ 6,00.

ESCOLA ABERTA. A tividades sociais,

recreativ as, c u ltu rais e e sp o rtiv as p ara m aiores de 50 anos. Início dia 25.

Turismo VIAGEIMS RODOVIÁRIAS: 30 de janeiro

a dia 5 - Cabo Frio (RJ), 31 de janeiro a dia 5 - Bertioga (SP), 7 a 12 - Caldas Novas (GO), 14 a 17 - Rio de Janeiro (RJ), 14 a 22 - Rio de Janeiro e Guarapari (ES), 17 a 28 - Serras Gaúchas. SESC Bauru - Av. A ureliano Cardia,

DALMOS. Exposição de peças em

m archetaria - arte de criar dese n h o s o rn am entais por meio de inscrusta çõ e s de m ateriais em um a superfí­ cie, que geralm ente é de m adeira - de H enrique Amaral e Renato Lino. De 19 de fevereiro a 2 de m arço, às 20h30.

Esportes

P rog ram açã o especial de verão no Sesc Santos. Filmes, escalad as, m ergulho, surfe, trekking, canoagem , tram polim acrobático, etc., fazem parte deste projeto, q ue preten de colocar a aven­ tura no cotidiano d as pessoas.

Com o objetivo de reunir e prom over a integração entre os comerciários de Piracicaba. Inscrições de 18 a 28.

A VEN TU R A.

CARNAVAL. A banda Aventura do Som

estará anim ando quatro super m atinês de carnaval, com repertório variado. Muito sam ba, pagode, axé, lambada, bum ba-meu-boi e m archinhas. Espa­ ços diferenciados para crianças, ado­ lescentes e adultos. Dias 8,9,10 e 11, às 15h, na Área de Convivência.

Esporte C A NO AG EM . C urso de c an o a g em

com a u la s p rá ticas e te ó ricas. O rien tação do atleta J o s é Carlos Etinger. Dias 29 de janeiro e 5, das 19h às 21 h, no parque aquático. Gratuito. SESC Santos - Rua Conselheiro Ribas, 138. Tel (013) 227-5959

E FOLHUFAS. A peça conta a história de um gato e um rato, que, ao se encontrarem , travam a batalha que m udará su as vidas. Amizade, am or e esperança no futuro é a m ensagem que transm ite. Dia 16, às 16h. Ingresso gratuito para filhos de com erciários e R$ 3,00 (outros).

I^ YN G U IF O F L U S

SESC Piracicaba SESC Piracicaba - Rua Ipiranga, 155.

Tel: (0194) 34-4022.

R ib e ir ã o P r e t o ___________

PEÇA TEATRAL "O DECOTE". Criação coletiva. Oito e sq u ete s que fazem um a paródia da obra de escritor Nelson Rodrigues e são protagoniza­ dos por alguns parentes de seus tipos m arcantes. Direção de Daniel Herz e S u san n a Kruger. Grupo Companhia de Teatro A tores de Laura, Rio de Janeiro. Dia 23, às 20h. Teatro Municipal de Ribeirão Preto. Grátis.

P ira c ic a b a ________________

Cursos Especial

HISTÓRIA DA ARTE. Curso m inistra­

SESC VERÃO. C ontinuação da progra­

do pelo A rtista Plástico Nelson Serenei, destinado a profissionais da

m ação

especial,

destin a d a

SESC Ribeirão Preto -

Rua Tibiriçá,

50. Tel: (016) 610-0141.

S ã o J osé

do

R io P r eto

15, a partir das 9h. Participação aberta.

Especial

O espetáculo D ecote, inspirado na obra de Nelson Rodrigues, retrata o Rio de Janeiro das décadas a ca ^ rde 50 e 60. Confira no Roteiro

Folhetos e cartazes ilustrativos com textos enfocando a problem ática da Dengue na com unidade, que serão distribuídos nas e m presas comerciais c a d a stra d a s no Projeto SESCEm presa. De 1 a 28.

CLINICA DE FUTEBOL DE BOTÃO. Dia

COPA DO COMÉRCIO PIRACICABANO.

S a n t o s ___________________

O Rio de Nelson

Campanha TRABALHO PREVENTIVO - DENGUE.

O SÉTIM O DIA. Espetáculo teatral

671. Tel: (0142) 23-6344.

VERÃO

Caixasestantes com postas de livros de ficção e de assuntos variados estão à dis­ posição do comerciário. Uma opção a mais de lazer cultural e promoção social para os funcionários das empre­ sas cadastradas no Program a Trabalho Social com Em presas. Em presas a serem atendidas: D.Paschoal, Grupo São Francisco Clínicas e Adriano Coselli S/A. De 1 a 28.

não

com a com panhia A ugusta Não Deu Conta. Dia 22, sábado, 21 h, no Teatro.

Exposição EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA RIO-PRETENSE. Mostra coletiva reunindo 28

fotógrafos da cidade de José do Rio Preto, e mostra BRASIL: RETRATOS POÉTICOS, com os fotógrafos Araquém I Alcântara, Bruno Alves e Jo sé Caldas. De 05 a 23, na Área de Convivência.

Esporte RAFTING - Clínica e dem onstração do

esporte que utiliza um bote inflável I para descer corredeiras levando até 8 i p e sso a s. Com o esp o rtista e 1 em presário César Kaizer da Empresa h REMAR de Canoagem e Rafting, que: desen v o lv e a m o d alidade nas Cachoeiras de São Roberto na cidade: de Pontes G esta u/SP. Participação gratuita. Dia 14, sábado, às 15h, nas piscinas do SESC.

Terceira Idade GINCANA AQUASESC DA TERCEIRA: IDADE. Festival de atividades recreati­

vas aquáticas envolvendo som ente: pesso as com mais de 50 anos. Tarefas: com instrum entos coloridos e muita: anim ação. Dia 23, dom ingo, às 10h, na piscina de treinam ento. Sesc São José do Rio Preto - Av. Francisco Chagas de Oliveira, 1333.: Tel: (0172) 27-6089.

Fevereiro 97


INTERIOR S ã o J osé

dos

Campos

Teatro DECOTE. Espetáculo inspirado em 1 texto e crônicas de Nelson Rodrigues,

, retratam o Rio de Janeiro, nas décadas ; de 50 e 60. A peça é dividida em 8 1 esquetes escritas pelo grupo, paroí diando a obra do escritor. Vencedor do I IV Festival de Teatro de Resende, nas I categorias m elhor texto, direção e e !espetáculo. Dia 20, às 20h. Grátis.

Infantil PLANETA LILÁS. Musical infantil de Ziraldo, em elogiada produção do Grupo Sia Santa. Era um a vez um bichinho q ue m orava num planeta lilás. Um dia, cansado de ver tudo roxo ao seu redor, resolve viajar para conh ecer o universo. Assim, o bichin­ ho conhece o Branco, o Preto, a Idéia, as Cores, O Ponto Final e o Planeta. Dias 22 e 23. S ábado, às 17h e dom in­ go, às 11 h. Teatro. SESC São Carlos - Av. C o m en d a­

PARAGLIDER. Atividade q u e integra a . program ação do projeto S e sc Verão. í Palestra informativa so b re as técnicas í e características dos eq uipam entos, sob orientação de Max Maia e equipe, i! Dia 20, às 19h. Grátis.

d o r A lfredo M assi, 700. Tel: (016) 272-7555.

C a m p in a s

Infantil ju "Música", elaborado pelo Sesc CuruI mim. O objetivo é fazer com que a criI I ança descubra a música e todos os seus t I desdobramentos, com o ritmos, fluên( ;ia corporal e análise crítica. Dentre as I atividades propostas, as crianças if ‘ astarão participando de oficinas de fan, :asia, vivência com escolas de sam ba [ : da região, oficinas de máscaras, fan' : asias e m iniaturas de carros alegóricos. y ! De terça à sexta, das 14h às 17h. Grátis. íESC São José dos Campos - Av. Dr. 1 ■\d h e m a r de Barros, 999. Tel: (0123)

M >2-9811.

S ã o C a r l o s ______________

Especial »ROJETO SESC VERÃO RADICAL.

£ Em fevereiro o enfoque é dado aos • ieguintes esportes: tênis de m esa, ikate e surf.

’AIXÃO. De Betty Milan. Direção de /Volf Maia. Cenário e figurinos de I João G om es e A ndréa S aletto. Vlúsica: M aestro Julio Medaglia. Com : Mathalia Timberg. Interlúdio com T ragm entos de autoria de gran d es lom es da literatura. A atriz acom panf iada por dois m úsicos faz as palavras ,f' luírem à m edida q ue vai revelando a II smoção das d ores e alegrias de nquem am a intensam ente. Dias 4 e 5, 6 :erça e quarta, às 20h30. Teatro.

Música INFLUÊNCIAS DO JAZZ. Ivete Souza se

apresenta em show que tem como : objetivo maior levar ao público a relação direta do intercâmbio entre o jazz e a música brasileira. A cantora tem a companhia de Paulinho Paraná (gui­ tarra), Giba (contra-baixo), Drums (bate­ ria) e Amendoim (saxofone). Dia 14, sexta, às 20h. Área de Convivência 1.

Fevereiro 97

Especial PROJETO SESC VERÃO 97. Tema: "O Corpo e o Ritmo". Dia 2: apresentação de patinação artística, às 11h; vivência de capoeira, às 14h, sob a coorde­ nação do m estre Q uebrinha, da A cademia Ginga Brasil. Dia 9: Matinê Infantil de Carnaval. Brincadeiras e concurso de fantasias, às 14h. Tema: "O Corpo e os Esportes Radicais". Dia 16: aula aberta de escalada, às 11h; vivências e exibição de skate, às 14h. Dia 23: passeio ciclístico, às 11h e apresentação de freestyle bike, às 14h. Entrada Franca. AS ÁGUAS DO VALE DO PARAÍBA.

Especial SESC VERÃO. O projeto acontece nas

SAMBA. Em fevereiro, o sam ba será 3 objeto de pesquisa dentro do tem a

T a ubaté

d ep e n d ê n c ia s do Parque Portugal, local provisoriam ente ocupado pela equipe de e sp o rtes e recreação do Sesc Cam pinas, nos dias 1, 2, 15, 17, 22 e 23. Concebido a partir de três tem as, tom ou form a com a inclusão de atividades de espetáculo, partic­ ipação e o bservação, desenvolvidas através da ex perim entação e da ludicidade. O o b jetivo é pro m o v er a aproxim ação do hom em com o seu corpo, descobrindo su as potenciali­ d a d es e limitações além da inte­ gração com o próximo, através da desco n tração típica da tem porada. Tem as desenvolvidos: O Corpo No Ar e Na Água, O Corpo Sobre Rodas, Corpo e Expressão. SUPERFÉRIA S

SESC

VERÃO.

P ro gram ação especial d estinada às c rianças de 6 a 13 anos, desenvolvi­ da à partir d os se g u in te s tem as: B rincando no Parque, Brincando de C iências, B rincando de Á gua, B rincando Com os A stros e as Estrelas e B rincando de Brincar. Cada te m a co m p reen d e um bloco especial de atividades recreativas e de d e se n ­ volvim ento, com o: oficina tem ática, passeio s, recreação, gincana, jogos aquático s e d e m onstrações. Dias 17 a 21, d a s 14h à s 17h, no Parque Portugal.

Panoram a da situação das águas do Vale do Paraíba através de painéis fotográficos, artísticos e estatísticos. P articipação do d e p a rta m e n to de Á guas e Energia Elétrica (DAEE), CE SP, CETESB e Comitê da Bacia Hidrográfica do Vale do Paraíba do Sul e Serra da M antiqueira. De 15 a 2 de m arço. Entrada franca. CARNAVAL DA SAUDADE. Rem em o­ rando os carnavais do passado nos tem pos áureos do rádio. Escolha da rainha do carnaval da 3à Idade. Exposição "A Memória do Carnaval"; concurso de m áscaras e fantasias; show "Sinfonia Carnavalesca da Rádio Nacional", a partir das 21 h. Preços: com erciários m atriculados R$ 2,00, usuário e público eventual R$ 4,00. SESC Taubaté - Av. Eng. Milton de A lvarenga Peixoto, 1264. Tel: (0122) 32-3566.

Catanduva

Especial PROJETO SESC VERÃO. P rojeto voltado para a prática e visualização de a tiv idades físicas alternativas, b a seadas em m ódulos que possibili­ tam ao fre q u e n ta d o r fazer am pla escolha, de m odo a ocupar o período de férias. O projeto propõe oferecer condições necessárias a participação do com erciário e se u s dependentes n as diferentes form as de atividades físicas, culturais, recreativas e de lazer. Até dia 16.

ONDAS TROPICAIS. Trata-se de um a rádio móvel adaptada, incrivelmente equipada com 4.000 CDs, onde a DJ Sônia Abreu prom ove uma viagem m usical p o r to d o s os can to s do m undo, executando desde os ritmos trib ais d o s ta m b o re s da "m à m a " África até os clássicos étnicos com o as vozes da Bulgária. Em meio ao d eslum bram ento de um a descoberta e outra, a rádio estará divulgando as atividades do Sesc Verão, dando as dicas m ais quentes da estação. Dias 1 ,15 e 22, d as 16h às 18h.

"História do Comércio Catanduvense", composta por painéis fotográficos que com põe um acervo de resgate da mem ória arquitetônica, cultural, econômica e hum ana da cidade, com valiosa contribuição dos diferentes gru­ pos étnicos formadores da base popu­ lacional. De 1 a 28, na comunidade.

Cam pinas - Av. Penteado, s/n. Portão 7.

SESC Catanduva - Pça. Felício Tonello, 228. Tel: (0175) 22-3118.

SESC

Heitor

Exposição MUSEU DE RUA. Exposição itinerante

Brincando na Avenida No mês do Carnaval, o Sesc Curumim faz com que a criança descubra os ritmos e o trabalho das escolas de samba. Grátis. Sesc São José

dos Campos

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50 ANOS - O SONHO NAO ACABOU A raty P er o n i

“Sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu.” Dona Ivone Lara, autora desta canção, só abriu o peito, subiu aos palcos e disse, a todo mundo, que tinha seus sonhos, depois dos 50 anos, vida já insta­ lada e vivida. Deu a sua “volta por cima” . De viúva e aposentada virou compositora e cantora de sucesso. Existem outros exem­ plos semelhantes, como o da len­ dária cantora americana Alberta Hunter, enfermeira praticamente a vida toda, que só depois de ter cumprido toda uma etapa de vida, ousou ir a uma casa noturna, sol­ tou os cabelos brancos sobre os ombros, a voz rouca e... ali nascia uma nova pessoa, que estivera aprisionada dentro de outra, como borboleta no casulo. No final do ano passado, as jornalistas Gilda Châtaignier e Lea Maria Aarão Reis lançaram, pela Editora Rocco, o livro Nova Idade -50 anos é o máximo. Nele traçam o perfil da mulher desta faixa etária - a chamada meia-idade - já que o termo terceira idade, de acordo com a ONU, só se aplica a pes­ soas acima de 65 anos. Nas 320 páginas se constata que, hoje, a mulher de 50 anos, que, em outras épo­ cas, conformava-se com o papel de dona de casa, não tem mais medo de ir à luta, que­ brar tabus e brigar pelo seu espaço, tanto no mercado de trabalho, quanto na busca da realização emocional plena. A mulher de 50 anos - nascida durante a Segunda Guerra Mundial ou no imediato pós-guerra, e que assistiu a todas as mudanças libertárias, que mudaram o sécu­ lo, tem perfil bem-definido: 65, 68 quilos, manequim G, estado civil múltiplo, alguns filhos e netos, curso superior e uma série de singularidades. Suas maiores preocupações são a soli­ dão, o envelhecimento e a situação finan­ ceira. É uma idade onde também surgem peculiaridades, tanto nos aspectos físicos e psicológicos - depressão, solidão e a cha­ mada síndrome do ninho vazio, represen­

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tada pela depressão enfrentada quando os filhos saem de casa para viverem suas vidas. Ela enfrenta ainda outras barras como as crises com o companheiro e a vida de aposentada, fatores que, muitas vezes, provocam sensações de rejeição e abandono. Com todos esses fatores adversos, esta mulher está à procura de novos caminhos e atividades que preencham sua vida. Na verdade, tem provado que nunca é tarde para recomeçar e, para tanto, jogou fora os modelos convencionais, estabelecendo novds padrões. Geralmente, a maturidade traz maior serenidade. Prazeres que, antes, eram des­ frutados de forma gulosa, como se fossem acabar no próxim o m inuto, devorados voluptuosamente, passam a ser melhor “degustados” . Dá-se mais tempo para a vida seguir o seu curso. Adquire-se paciência para, sim­ plesmente, acompanhar o fluir do rio. Quando se tem 20 anos, a tendência é de se querer fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Já a maturidade traz uma revisão existencial, o caminho está aberto para o

âmago das coisas. A autocensura que cerceou tantos projetos, anos atrás, de repente não é mais tão rigo­ rosa, o que importa é a procura do estar bem, do prazer, da felicidade. Surgem novas sensações e certe­ zas. Não importa mais tanto a apa­ rência física, pois aparece, resplan­ decente, a força do eu interior, a sabedoria adquirida na vivência de tristezas e alegrias. É com essa bagagem que as respostas aos ques­ tionam entos do mundo externo podem ser mais imediatas, pois a pessoa, redimensionada, faz uma verdadeira conexão com o universo. O trabalho, e sobretudo o tipo de trabalho, sintoniza com as novida­ des. Recicla constantemente, e essa atualização contínua retarda o avan­ ço da idade. Há trabalhos que não obrigam a um esforço intenso de atualização. Há outros, no entanto,, que requerem um empenho perma- ! nente nesse sentido - caso de quem trabalha na área de cultura. A idade não é cronológica, como tam­ bém não é determinada pela aparência físi­ ca, moldada pela passagem do tempo. Para o indivíduo que se mantém atualizado, “plugado” no tempo presente, a idade cro-1 nológica e a aparência física não contam u muito. Ele mantém-se jovem. Assim como é possível manter-se r jovem através do trabalho e da formação, é possível manter-se jovem através da vida i afetiva. Reeditar a paixão, entregar-se apaixo­ nadamente ao objeto do amor significa sen jovem. A pessoa da meia-idade é capaz1J disso tudo, pois ela conserva, no setor: amoroso, o mesmo “gás” da juventude. As habitantes de Okinawa, no Japão, vivem, em média, 84 anos. Uma existência, mágica pautada pelo trabalho, independên­ cia e intenso convívio social. Elas são um legado de juventude e sonho para todas as mulheres do mundo. E costumam dizer: “Aos 70 você é ainda uma criança; aos 80, um jovem. E, se, aos 90, alguém lá do céu. o chamar, diga-lhe: “Ah, vá embora, volte, quando eu tiver 100."

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E s s a é a p rop osta d o T E N IS E S C . Fazer com q u e o tê n is , u m d o s m a is n o b res e e le g a n te s e s p o r te s , d e ix e d e se r um p r e v ilé g io d a s e lite s . Q u e p o s sa d e m o ­ cr a tica m en te, s e r p ra tica d o p or to d a s as p e s s o a s d e s te p a ís d o fu te b o l, d o v o le i, d o b a s q u e te . Por is s o , a s q u a d r a s d o T E N IS E S C e s t ã o a b e r ta s d e m a n h ã à n o ite p ara r e c e b e r a q u e le s q u e já d e s c o ­ briram o en ca n to d o tê n is. E p ara a q u e ­ le s q u e a in d a n ão p e r c e b e r a m q u e o s te m p o s m u d aram , o T E N IS E S C d e s e n ­ v o lv e u m in te n s o p rogram a d e d ifu sã o d e s s a m o d a lid a d e, u tiliz a n d o p a rq u e s e p ra ça s, e s ta c io n a m e n to s d e s h o p p in g s , in c lu s iv e a s q u ad ras d os ou tros e sp o r­ te s. Tudo p ara m ostrar q u e o tê n is n ão é m a is a q u e le . M as q u e n em p or is s o p er­ d eu o ch arm e.

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