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SEMENTINHA | ANO XXII | NÚMERO 3

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Sementinha REVISTA DO COLÉGIO CAMPO DE FLORES | ANO XXII | NÚMERO III | março a julho de 2022 | sementinha@campodeflores.com

HORIZONTE Sexualidade na Adolescência CRESCER SAUDÁVEL Higiene do Sono DA NOSSA PARA A SUA...FAMÍLIA! HippoTrip Dino Parque Lourinhã


CONTEÚDO 2

SEMENTINHA ANO XXII | março a julho de 2022

CAPA Passeio de Final de Ano - Alunos do 1.º Ano EDITORIAL 3 PONTO DE CHEGADA 4 NOTÍCIAS Uma manhã muito especial! 4 NOTÍCIAS Os animais que queriam provar a Lua 5 NOTÍCIAS Deputados do CCF debatem a desinformação 6 NOTÍCIAS Coelhinho da Páscoa, o que trazes para mim? 6 NOTÍCIAS Olimpíadas Nacionais da Filosofia 7 NOTÍCIAS A voz não é para gritar! 8 NOTÍCIAS Guerrilheiros da Natureza 9 NOTÍCIAS Biollonys na Final Europeia do Blue Innovation Award 10 NOTÍCIAS Alunos regressam à ISCTE Business School 12 NOTÍCIAS CCF arrecada 1.º e 3.º lugar na 2.ª edição do IC BPI 12 NOTÍCIAS Assertividade e convição na 3.ª edição do CCF BOOTCAMP 13 NOTÍCIAS Alunos de Economia do CCF representam Portugal na Global Money Week14 NOTÍCIAS Pottle participa no projeto «Skills for the Future» 15 NOTÍCIAS CCF na Competição Nacional 16 NOTÍCIASCCF «Got Talent» - Final 18 NOTÍCIASA Guerra do Tabuleiro de Xadrez 20 NOTÍCIAS Dia Mundial da Poesia e Dia Mundial da Árvore e da Floresta - Tanta Festa num só dia! 22 NOTÍCIAS A Receita Mágica do Bem-Estar 24 NOTÍCIAS Os Alunos «Cantam e Encantam» 25 NOTÍCIAS Cidadania e desenvolvimento para os mais pequenos 25 NOTÍCIAS ComunicaçãoViolenta vs Comunicação NãoViolenta 26 NOTÍCIASConvidados especiais 27 NOTÍCIAS Desenho de observação no exterior 27 NOTÍCIAS Pangea - fase Final e Entrega de Prémios Nacionais 28 NOTÍCIASHigiene Oral 29 NOTÍCIASSaúde Sexual 29 NOTÍCIAS Suporte Básico deVida 30 NOTÍCIAS Aula sobre aparelho reprodutor32 NOTÍCIAS Sessão de saúde postural 32 NOTÍCIASDrogas lícitas e ilícitas 33 NOTÍCIASConcurso «Canção à espera de palavras» 34 NOTÍCIASDia ! do Desporto 34 NOTÍCIA ! Seamos Solidarios! 35 NOTÍCIA Ayudemos el medio ambiente! 35 NOTÍCIASProjeto «O Mar começa aqui» 36 NOTÍCIASPoesia escondida - Blackout Poetry 36 NOTÍCIASOficina de Artes 37 NOTÍCIASEspetáculo «Válvula» 38 NOTÍCIASTrabalho do Dia do Pai e da Mãe 38 NOTÍCIASPatrimónio Marítimo Português 39 NOTÍCIASProjeto «Viver o campo» - Passeio Pedestre 39 NOTÍCIASTambém se aprende a ser Solidário! 40 NOTÍCIASO pássaro da Alma41 NOTÍCIASPasseios de Final de Ano 42 NOTÍCIASO que é a Solidão? 42 NOTÍCIASEntrega de Diplomas de Leitura 43 NOTÍCIAS41.ª Campanha do Banco Alimentar 43 NOTÍCIASFeira do Livro em 2.ª Mão 44 NOTÍCIASTeatro de Fantoches 45 NOTÍCIASUm dia especial 46 NOTÍCIASGosto deles porque sim 46 NOTÍCIASAjuda de Berço - Mais uma recolha Solidária 47 NOTÍCIASMascal’22 48 NOTÍCIASO 4.º Ano viaja até à Lua! 49 NOTÍCIASAudições e Concerto Acústico CCF 50 NOTÍCIASPasseio de Final de Ano da Pré 52 NOTÍCIASO 3.º Ano foi ao Badoca Safari Park 53 NOTÍCIASO 4.º Ano na Quinta da Escola - Alvados 54 NOTÍCIASDias fantásticos do 5.º Ano 55 NOTÍCIASPasseio ao Cadaval - 6.º Ano 56 NOTÍCIASPasseio de 7.º Ano - Tomar 57 NOTÍCIASPasseio de 8.º Ano - Óbidos 58 NOTÍCIAS9.º Ano -Viagem de Finalistas a Paris 59 NOTÍCIASDias Incríveis do 12.º Ano! 60 NOTÍCIASA Rir e a Brincar, o Futuro vamos Abraçar! 61 NOTÍCIASA garrafa Mágica 62 NOTÍCIASEntrega dos Diplomas do 9.º Ano 63 NOTÍCIASJantar de Finalistas de 12.º Ano 64 CRESCER SAUDÁVEL Higiene do Sono 65 ABRIR CAMINHOS O meu estágio profissional no CCF 67 HORIZONTE 70 Sexualidade na Adolescência 70 DA NOSSA PARA A SUA...FAMÍLIA! HippoTrip 72 Dino Parque Lourinhã 72 AO SABOR DAS PALAVRAS Alunos do 9.º Ano recebem carta do Passado! 73 OUTROS ÂNGULOS Marcas e Sinais 76 ESTILO «Livre para Pensar, Responsável para Agir.» 78 O T Í C I

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EMOÇÕES RENASCIDAS «O NOVO NORMAL»

Este ano letivo, principalmente no segundo semestre, voltámos a ter um Colégio com a sua Alma, ou seja, ruído, risos, muita alegria, muita animação, muitas aprendizagens. Assistimos, muito satisfeitos, à “Festa da Primavera”, às viagens dos Finalistas, aos Passeios anuais, às cerimónias de entrega de diplomas (5 anos, 4.º,9.º e 12.ºanos), às “Férias no Colégio”. Nem tudo está bem, nem “tudo ficou bem”, mas voltámos a ver sorrisos e a fazer sorrir tantas pessoas. O nosso tradicional cariz solidário renasceu cheio de vontade: apoiámos a Cruz Vermelha Ucraniana (19.270€); a Refood Almada; o Banco Alimentar; a Ajuda de Berço; a Associação Juvenil Padre Amadeu Pinto, a Associação Almadense Rumo ao Futuro; o Agrupamento de Escuteiros 1135 da Sobreda, Sentimo-nos bem a fazer o bem, bem feito. O nosso Plano de Atividades foi superado: falámos via rádio com a estação científica alemã na Antártida (Neumayer III); o nosso Clube de Radiocomunicações e Proteção Civil participou, a convite da Proteção Civil Municipal, no exercício europeu MASCAL 2022 e nas ações de proteção da floresta (ainda em curso); obtivemos resultados globais muito interessantes no Canguru Matemático e no Pangea (dois primeiros lugares a nível nacional - 9.º e 10.º anos). No âmbito do Programa “A Empresa”, foram múltiplas as participações em concursos nacionais e internacionais, com resultados convincentes; deliciámo-nos com a competência dos nossos alunos na apresentação dos seus projetos de investigação (PIN) cuja qualidade foi reforçada pelos Professores universitários nossos parceiros; estivemos em Bruxelas (instituições europeias) e no CERN (Suíça/França); visitámos museus; fomos ao teatro; os pequenotes absorveram tudo o que o nosso pinhal lhes pode dar, e que é muito; a expressão dramática esteve em alta com tantas e tão interessantes representações (interdisci-

plinares); a expressão musical não deu tréguas com as audições, onde a evolução dos nossos jovens alunos ficou evidente, bem como o nosso “Concerto Acústico” (desta feita ao ar livre), só possível pela vontade de alunos e professores. Regressaram as aulas assistidas por Pais e só faltou o “Lanche com Avós” (ficará para o próximo ano). O nosso lema anual - Livre para Pensar, Responsável para Agir - viu-se desafiado por um conflito em que vimos a Liberdade e a Responsabilidade serem esmagadas com efeitos dramáticos. Assistimos, todos, à Guerra em direto como se estivéssemos na fila da frente do cinema, um filme de verdadeiro terror. Percebemos que, com a pandemia, nem “Tudo pôde ficar bem” pois, para além da morte de tantos entes queridos, a saúde mental de tantos de nós (crianças, jovens, adultos) vai continuar a merecer uma atenção muito especial por parte de todos nós no Colégio. Não só cumprimos, como gostámos muito de o fazer. Muito Obrigado a Todos (Alunos, Famílias e Colaboradores) pela colaboração num ano tão exigente. Só podemos aspirar a que o próximo ano letivo, comemorando o nosso quinquagésimo quinto aniversário, seja marcado pela Paz no mundo. P.S. Este é o primeiro exemplar da nossa “Sementinha” de divulgação exclusivamente digital, ainda assim o empenho, a criatividade e a eficácia da nossa coordenadora (Professora Cláudia Luís) e da nossa responsável pelo grafismo (Paula Alcobia) não foi menor. Muito Obrigado a ambas.

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UMA MANHÃ MUITO ESPECIAL! Nos dias 15 e 17 de março, foi com muita alegria que recebemos, pela primeira vez, os pais no Colégio, para assistirem e participarem numa aula de dança. Foi com grande sorriso que os nossos alunos entraram no auditório, onde tinham uma calorosa plateia à sua espera. Envolveram-se e mostraram o quão crescidos estão e o que já conseguem fazer. Dando continuidade ao projeto de sala, interpretaram orgulhosos as personagens da história A que sabe a lua?. Foram fantásticos nestas interpretações e, no final, também tiveram direito a provar a “lua”! Os pais mostravam, no olhar atento, o quanto estavam orgulhosos dos seus filhos! Mas não ficaram só a assistir! No final, foram convidados a dançar e, todos juntos, em grande festa, terminámos esta manhã tão especial! Que saudades já tínhamos destes momentos de partilha! Rosarinho Almeida - Coordenadora do Pré-Escolar , Carla Laneiro e Cristina Rodrigues - Educadoras do Grupo dos 4 Anos


OS ANIMAIS QUE QUERIAM PROVAR A LUA “Era uma vez…” Foi assim que mais um projeto começou nos grupos dos 4 anos. A história A que sabe a Lua? foi o ponto de partida para despertar a curiosidade dos nossos alunos. Tanto na língua materna, como na língua inglesa, muitas foram as atividades desenvolvidas. Também a dança esteve presente na exploração desta história. Os alunos pesquisaram sobre os animais da história e partilharam as suas descobertas, através de trabalhos feitos com muito empenho. O brilho nos olhares das nossas crianças foi mágico, enquanto assistiram à peça de teatro “Cabeça na lua”, inspirada na história explorada. Este projeto abraçou a transdisciplinaridade, à medida que foram surgindo os vários interesses dos grupos, fomentando a compreensão e a aquisição de conhecimentos de maneira holística e contextualizada. Por fim, os nossos alunos tiveram oportunidade de apresentar o que aprenderam numa aula assistida pelos pais. Conseguem adivinhar o projeto seguinte? Aguardem-nos! Rosarinho Almeida - Coordenadora do Pré-Escolar -, Carla Laneiro e Cristina Rodrigues - Educadoras do Grupo dos 4 Anos

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PONTO DE CHEGADA

DEPUTADOS DO CCF DEBATEM A DESINFORMAÇÃO Ema Oliveira, Dinis Oliveira e Martim Gonçalves foram os deputados eleitos pelo Colégio Campo de Flores para participar na Sessão Distrital/Regional do Círculo Eleitoral de Setúbal do Parlamento dos Jovens, que teve lugar no dia 22 de março, no Auditório dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal. Durante a sessão, na qual estiveram presentes 66 deputados das 22 escolas secundárias participantes, Ema Oliveira, Dinis Oliveira e Martim Gonçalves defenderam com entusiasmo o nosso projeto de recomendação, com as medidas aprovadas em sede de Sessão Escolar. Assim, foi com veemência que os nossos deputados debateram o tema proposto – O impacto da desinformação na sociedade. Orgulhosamente, assistimos à discussão de um tema tão atual, com jovens ativos e responsáveis em prol de um mundo melhor. Os parabéns aos nossos deputados que, de forma digna e eloquente, defenderam o nosso projeto de recomendação. Cláudia Eduardo – Professora de Economia.

COELHINHO DA PÁSCOA, O QUE TRAZES P'RA MIM?! No último dia de aulas, antes da interrupção letiva de abril, recebemos uma visita muito especial, na entrada do Pré-Escolar. Com uma recepção de alegria e boa disposição, iniciámos este dia. Saída das páginas de uma história, uma coelhinha de chocolate gigante surpreendeu-nos com a sua doce presença e presenteou as nossas crianças com um ovinho e desejos de uma Páscoa Feliz. Este dia foi também marcado por muita brincadeira e, de tarde, os recreios foram invadidos pelos nossos mini-coelhos, numa grande caça aos ovos. Para terminar o dia, os grupos dos cinco anos fizeram um piquenique no pinhal, com os amigos. Foi com este espírito de alegria que desejámos a todas as famílias e amigos do CCF uma Páscoa muito docinha. Coordenadora e Educadoras do Pré-Escolar

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PONTO DE CHEGADA X OLIMPÍADAS NACIONAIS DA FILOSOFIA Nos passados dias 4 e 5 de março, realizaram-se as X Olimpíadas Nacionais da Filosofia, em Montemor–O–Novo, na sede do Agrupamento de Escolas de Montemor–O–Novo e, como já vem sendo hábito, o nosso Colégio participou. Foi com imensa alegria que esta edição das Olimpíadas se realizou, dado que teve um interregno de dois anos, devido à pandemia. A nossa participação foi abrilhantada pela participação das alunas Joana Águas, da turma A do 11.º ano, e Rita Silva, da turma C do 11.º ano que, apesar de não terem obtido nenhum lugar no pódio, nos orgulharam a todos, como de costume, com o seu empenho, disponibilidade, alegria e postura neste evento. Por tudo isto, estão de parabéns! Fomos dignamente representados. As Olimpíadas decorreram num ambiente filosófico único e inesquecível para todos, mas fundamentalmente para as nossas alunas, que tiveram a oportunidade de assistir a uma palestra sobre a arte e trocarem ideias com outros colegas, que partilham os mesmos interesses e diferentes experiências. Dois dias para recordar, sem qualquer dúvida! Esta foi uma oportunidade de contacto com temas da Filosofia que não estão, na maioria, diretamente, contemplados nos programas, mas que “empolgam” os nossos jovens filósofos, como por exemplo o transhumanismo, as pseudociências, a guerra e a política. Foi muito positivo assistir a uma partilha de ideias tão saudável, viva e, sobretudo, digna, por parte dos jovens participantes, que deveria servir de exemplo a muitos adultos. Ficámos hospedados no Hotel da Ameira e, para além da discussão filosófica, como não poderia deixar de ser, houve também muita diversão, um ótimo jantar e música. Tudo esteve muito bem organizado e planeado, contemplando uma visita cultural ao castelo de Montemor–O–Novo, que todos adoraram. Este é um evento que, embora sirva para despertar a reflexão filosófica, esperamos que contribua, também, para um desenvolvimento integrado dos alunos na sua vertente de cidadania. Para o próximo ano haverá mais e lá estaremos para mais uma aventura filosófica. Rita Franco – Professora de Filosofia

«Foi uma experiência muito positiva, pois tivemos a oportunidade de falar e trocar ideias com pessoas da nossa idade, vindas de escolas de todo o país com vontade de saber. Fazer o ensaio exigiu mais de nós do que antecipávamos, pois três horas a pensar deixou a nossa cabeça exausta, mas num ótimo sentido, pois também despoletou discussões sobre temas importantes. O restante tempo da estadia foi agradável e permitiu-nos conhecer uma nova cidade, Montemor-O-Novo, com belas paisagens e simpáticos habitantes! Foi um fim-de-semana muito preenchido e bem passado, tanto a nível intelectual, como cultural e social. Pudemos também fortalecer a nossa relação como colegas e com a professora Rita Franco.» Joana Águas (11.º A) e Rita Silva (11.ºC)

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A VOZ NÃO É PARA GRITAR! Foi com grande expectativa que, mais uma vez, recebemos o pai do Lopo, na nossa sala. Trouxe-nos uma história, A voz não é para gritar, que escutámos com atenção e, a propósito desta narrativa, trocámos algumas ideias com o Bruno Almendra. Aprendemos que a nossa voz é especial e deve ser utilizada como um meio de comunicar com os outros de forma agradável. Obrigada, Bruno! São Neto e Rosarinho Almeida - Educadora do grupo dos 5anos B e Coordenadora do Pré-Escolar, respetivamente.

"Gostei da história, porque eu não sabia para que servia a voz. Agora sei que serve para pedir ajuda e para dizermos se estamos bem." (Miguel Mendes) "Gostei da história, porque ensina como usar a voz: deve-se falar baixo." (Carolina Afonso) “A voz não é para gritar” este foi o conto que levei para contar na sala da São. Entre brincadeiras e conversas um Conto é sempre um Conto. Sou apaixonado pela vida dos meus filhos, e pelos Contos, e o que vos conto é que eles passam muito tempo na escola. É por isso, para mim, importante ter tempo para criar uma relação com esse espaço. A relação escola-família. Eu acredito na Disciplina Positiva, onde tenho aprendido que os pais mais bem sucedidos são aqueles que evitam ser "Autoritários" ou "Permissivos". A minha escolha é o estilo "Democrático". Valorizo a regra ensinada com amor. Firmeza e Carinho nas palavras. Os pais e os professores/educadores não podem gritar. Não podem. Quando lhes contei a história "A voz não é para gritar" senti que a mensagem é para mim. “A voz não é para gritar”, não importa assim tanto o que lhes dizemos, muito mais como lhes mostramos. A voz é uma ferramenta da Paz. Os pais, os professores e os educadores são construtores da Paz. É a Paz que nos faz felizes, é o exemplo de sermos felizes que permite que os nossos filhos aprendam o que mais desejamos para eles. Que sejam felizes. Se a voz deles subir temos de ter a coragem de.. » Bruno Almendra - pai do Lopo

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GUERRILHEIROS DA NATUREZA POR UM PLANETA MAIS CONSCIENTE, COLORIDO, ALEGRE E SAUDÁVEL! Em março, com a Primavera a aproximar-se, os alunos do 6.º ano participaram no Workshop “Guerrilheiros da Natureza”. Foi uma oportunidade para conhecerem a importância dos polinizadores para a reprodução das plantas com flor, para se divertirem, mas também para compreenderem a importância de agir para recuperar os ecossistemas e a biodiversidade. No início do workshop, a Emma e a São começaram por fazer uma breve apresentação sobre a importância das plantas e dos seus polinizadores. Depois realizámos um jogo de equipas com nomes de polinizadores (abelha, borboleta, escaravelho) para encontrarmos os ingredientes necessários à criação de bombas de sementes. Quando os descobrimos juntámos 10 colheres de húmus, 5 colheres de argila e sementes de diferentes plantas muito atrativas para insetos benéficos, como por exemplo alecrim, tremocilha-azul, dama-dobosque, malva e sálvia. Depois amassámos tudo com as mãos, até obtermos uma massa com a qual formámos pequenas bolinhas e deixámo-las secar durante uns dias. Já secas, com o objetivo de aumentar o número de plantas e seus polinizadores na nossa cidade, lançámos algumas no pinhal do Colégio e levámos outras para lançar em terrenos baldios. Sofia Reis - 6.º D

Gostaríamos de incentivar mais pessoas a fazê-lo, pois achamos que todos temos o dever de contribuir para esta causa e, por isso, aqui fica a receita.


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BIOLLONYS NA FINAL EUROPEIA DO BLUE INNOVATION AWARD A miniempresa Biolloonys, composta pelas alunas Maria Magueijo, Marta Domingos e Matilde Melo, do 12.º ano D, foi a vencedora da Competição Nacional Blue Innovation Award e, por isso, representou Portugal na Competição Europeia do Blue Challenge, que decorreu a 18 de maio. Além de representar o País nesta competição europeia, as alunas receberam um merecido troféu e participaram na cerimónia do toque do sino com a Euronext. Esta competição está integrada no âmbito do Blue Challenge, programa com foco nas competências de Economia Azul e que resulta de uma parceria entre a JA Europe e a Euronext. Nove equipas nacionais do programa A Empresa que estão a desenvolver produtos ou serviços no âmbito da Economia Azul e das Alterações Climáticas competiram entre si com o objetivo de se apurarem para a próxima fase. O prémio europeu foi atribuído à equipa Biological Organic Action, de Itália – entre equipas da Bélgica, Dinamarca, França, Irlanda, Itália, Noruega, Portugal, Holanda ou Reino Unido – que revelou a ideia de negócio mais inovadora. Explique-se que o programa Blue Challenge pretende promover a literacia financeira e a

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inovação como forma de limitar as mudanças climáticas e desenvolver competências nos empreendedores jovens ao nível da economia azul. A miniempresa Biolloonys foi criada no âmbito no Projeto A Empresa e tem por objetivo comercializar balões biodegradáveis, constituídos por materiais específicos (PLAs ou Polímeros de Amido) que minimizam o impacto negativo que os balões têm nos ecossistemas.Estes balões biodegradáveis foram criados numa parceira entre o CCF e a NOVA School of Science and Technology. Queríamos, antes demais, enaltecer o trabalho desenvolvido pelas nossas alunas, tanto na elaboração do protótipo fora do horário escolar, como o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo. Foram incansáveis, resilientes e, muitas vezes, tiveram que enfrentar os seus próprios medos, como fazer apresentações públicas. Os nossos parabéns. Queremos deixar o nosso agradecimento aos jurados da competição nacional: Luís Aguiar, presidente da JAP; Isabel Ucha, CEO da Euronext


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Lisbon; Ruben Eiras, secretário-geral da Fórum Oceano, e Rui Quaresma, diretor do Departamento de Gestão da Universidade de Évora. A todos eles, o nosso muito obrigado! Não podemos deixar de fazer um enorme agradecimento ao mentor da Euronext que acompanhou as nossas alunas nesta jornada: João Barbosa. Aqui fica o nosso “OBRIGADA”. Finalmente, mas não menos importante, o nosso agradecimento à A NOVA School of Science and Technology | FCT NOVA, uma das escolas públicas portuguesas mais prestigiadas no ensino de engenharia e de ciências, que se disponibilizou para acompanhar as nossas alunas na aventura que foi criar um protótipo de balões biodegradáveis. A toda a equipa da FCT o nosso “OBRIGADA”. Um agradecimento ainda à JAP pelo facto de proporcionar estas oportunidades aos nossos alunos e pelo acompanhamento diário que é feito: tanto aos alunos como professores. Cláudia Eduardo – Professora de Economia e Coordenadora do Programa “A Empresa”

«Participar no Euronext Blue Innovation Award foi uma experiência que nunca iremos esquecer, pois deu-nos a oportunidade de desenvolver competências em diversas áreas. Ampliámos conhecimentos sobre literacia financeira e economia sustentável do oceano, e habilidades, sobretudo a nível comunicacional, já que os vários momentos avaliativos fizeram-nos aumentar a confiança nas apresentações e na exposição de ideias em frente de júris. O nosso projeto baseava-se na criação de balões biodegradáveis e tivemos a sorte de conseguir uma parceira com a Faculdade de Ciências e Tecnologias para produzir o nosso protótipo o que nos permitiu, entre outras coisas, conhecer de perto o ambiente universitário. Apenas lamentamos as competições não terem sido presenciais, pois teria sido ainda melhor contactar diretamente com as outras equipas, sem termos um ecrã a separar-nos, o que teria facilitado a partilha de ideias e enriquecido ainda mais esta experiência. Seremos eternamente gratas por esta vivência inesquecível!» Equipa Biollonys SEMENTINHA ANO XXII | março a julho de 2022

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ALUNOS REGRESSAM À ISCTE BUSINESS SCHOOL Depois de um interregno provocado pela situação pandémica vivida nos dois últimos anos, a ISCTE Business School voltou a promover as 11 e 12 horas de Gestão. E o nosso Colégio não podia deixar de participar. O evento teve lugar no dia 1 de abril e o CCF foi muito bem representado, com três equipas nas 11 horas de Gestão, enquanto nas 12 horas de Gestão, participou uma equipa. Este evento promove um primeiro e privilegiado contacto com a realidade universitária da gestão de empresas, através da participação num jogo de carácter pedagógico. Assim, num ambiente de colaboração e simultaneamente de competição, os nossos alunos desenvolveram ideias de negócio no âmbito da sustentabilidade dos recursos. Cláudia Eduardo - Professora de Economia

CCF ARRECADA 1.º E 3.º LUGAR NA 2.ª EDIÇÃO DO IC BPI A equipa Engage, composta por Rafaela Boa Morte, Leonardo Grilo, Simão Azevedo e Leonor Cruz, e a equipa Widgets Intuitivos, composta por Mariana Figueiredo, Rodrigo Pires e Joana Ribeiro, obtiveram o 1.º e 3.º lugar, respetivamente, na 2.ª edição do IC BPI. Os nossos alunos do 10.º ano irão receber cheques Fnac, mas o prémio mais aguardado é o Braço Direito. Os alunos vencedores serão recebidos na sede do BPI e irão acompanhar o dia a dia da comissão de marketing. Durante uma semana, os nossos alunos foram convidados a participar no Digital Innovation Challenge by Banco BPI – 26 alunos do ensino secundário, de quatro escolas, foram desafiados a participar no Comité de Inovação que está a trabalhar sobre como melhorar a BPI App para os jovens até aos 30 anos em três eixos diferentes: ecologia, educação e interesse pela app. O desafio foi lançado e os nossos alunos aceitaram. No final de uma semana de trabalho e de muitas aprendizagens, a equipa Engage apresentou, segundo o júri, a melhor solução para melhorarem a BPI App para os jovens, num pitch virtual. Muitos parabéns às nossas equipas que participaram neste grande desafio! Cláudia Eduardo – Professora de Economia

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ASSERTIVIDADE E CONVICÇÃO NA 3.ª EDIÇÃO DO CCF BOOTCAMP Dezoito miniempresas competiram na 3.ª edição do BootCamp, prova na qual os alunos do Colégio Campo de Flores estiveram à altura e apresentaram as suas ideias de negócio com assertividade e convicção, tendo sido expostas novas ideias relacionadas com a sustentabilidade e com a proteção do meio ambiente. A manhã foi longa, mas compensadora. Os pitchs das miniempresas foram fantásticos e os nossos alunos mostraram-se maduros e afirmativos ao defenderem as suas ideias. Naturalmente, houve vencidos e vencedores. A miniempresa Potle ganhou o prémio de melhor dinâmica de grupo com a sua garrafa de papel de pedra. A Econology ganhou o prémio de melhor pitch, com a sua ideia sustentável para os utilizadores de bicicletas. Já a miniempresa Biolloonys venceu a melhor ideia de negócio com os seus balões sustentáveis. A nossa aluna Anaís Dias arrebatou o prémio distinção, cujo objetivo é reconhecer um aluno que se tenha destacado durante o CCF Bootcamp. Este evento, recorde-se, é realizado no âmbito do programa A Empresa, da Junior Achievement, e é a oportunidade para as miniempresas, do 12.º ano, apresentarem e testarem a sua ideia de negócio a um júri. Contámos, pela primeira vez, com a presença do professor Ivo Meco, do CCF, e da manager da JAP, Ana Alves. De congratular a presença do nosso júri, sem o qual não seria possível a realização do evento. Agradecemos, uma vez mais, às nossas voluntárias – Patrícia Correia e Catarina Silva – que têm sido incansáveis na ajuda aos nossos alunos. Destaque-se ainda a importância de Paula Alcobia, pela sua infinita disponibilidade em ajudar os nossos alunos na concretização dos seus projetos. Ao Dr. João Rafael, ao Sr. Pedro Almeida e ao Paulo Henriques e ao seu estagiário Ricardo que nos ajudaram na concretização deste evento. A todos aqui fica o nosso agradecimento. Cláudia Eduardo - Professora de Economia e Coordenadora do Programa “A Empresa”

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ALUNOS DE ECONOMIA DO CCF REPRESENTAM PORTUGAL NA GLOBAL MONEY WEEK Coordenada pela Secretaria Internacional de Child and Youth Finance, a Global Money Week (GMW) é uma celebração anual, que ocorre em março, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre o dinheiro e envolver diretamente crianças e jovens em todo o mundo sobre o tema. O Colégio Campo de Flores participou neste evento, através dos alunos do 10.º ano e do 11.º ano de Economia. 15 alunos do 10.º ano de Economia do CCF representaram Portugal no workshop de Literacia Financeira, organizado pela Junior Achievement (JA) Europe em parceria com o BNP Paribas. Inserida na GMW, vários alunos europeus, com o apoio de voluntários do BNP Paribas, tiveram a oportunidade de aprender como se faz e se apresenta um orçamento e de ficar a saber mais sobre as várias opções de carreira no setor financeiro. O workshop contou com a participação dos voluntários Luís Mendonça, Fragile Customers Dir. Recovery Cetelem Portugal; João Gonçalves, Customer Experience & B2C Director Cetelem Portugal; e Paula Silva, B2C Cetelem Portugal. Os voluntários participaram em atividades de mentoring. Por sua vez, os alunos do 11.º ano de Economia do CCF representaram Portugal na Global Money Week, encontro digital realizado pela JA Europe em parceria com o grupo Arrow Global. O encontro teve como objetivo informar vários alunos europeus sobre as possíveis opções de carreira no setor financeiro, pelas vozes de profissionais do grupo Arrow Global da Albânia, Irlanda, Itália, Portugal e Reino Unido. Além de alargarem os seus horizontes de carreira, os alunos participantes tiveram oportunidade de colocar várias perguntas sobre o setor, alargar a sua rede de contactos e participar numa experiência internacional no registo de Speed Learning. Ou seja: hoje, os nossos alunos estão mais bem informados sobre como construir o seu plano de carreira no setor financeiro. Registe-se que o Speed Learning contou com a participação dos voluntários Hugo Monteiro, Communication & Marketing Director da Norfin e da Whitestar Asset Solutions, S.A. Joaquim Ruivo, Treasury & Collections Management Director da Whitestar Asset Solutions, S.A. E Maria João Figueira, Transaction & Portfolio Management Director da Whitestar Asset Solutions, S.A. Cláudia Eduardo - Professora de Economia

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POTTLE PARTICIPA NO PROJETO SKILLS FOR THE FUTURE Júlia Pacheco, Joana Barros, Helena Tavira e Filipa Dinis, com o seu projeto da garrafa de papel de pedra, representaram o CCF no Showcase Nacional do projeto Skills For The Future, projeto paralelo ao programa A Empresa. Num evento virtual, que se realizou a 17 de maio, dez equipas apresentaram os seus projetos desenvolvidos no âmbito do programa A Empresa, e que se relacionam com conceitos de economia circular e princípios de manufatura. Cada equipa foi convidada a mostrar, inicialmente, o seu vídeo promocional, realizando de seguida uma apresentação virtual de quatro minutos. Infelizmente, mesmo sendo uma ideia de negócio bastante interessante, as nossas alunas não conseguiram ficar no pódio desta iniciativa. No entanto, acreditamos que esta foi uma excelente oportunidade para que a Pottle exibisse o seu projeto e recebesse feedback dos júris que certamente irá ser relevante para a melhoria do seu projeto.

“Uma experiência única obtida através de muito empenho e perseverança.” Esta seria a melhor forma de descrever o ocorrido. Um ano inteiro a desenvolver um produto revolucionário, com a capacidade de vir a substituir parcialmente o uso de plásticos, foi uma experiência enriquecedora. Através de um imenso esforço, um trabalho árduo de equipa e um desafio à nossa criatividade, criámos uma invenção, reconhecida por várias instituições, que nos abriu portas a várias oportunidades, sendo uma delas a participação na honrosa competição: “Skills for the future”. Esta competição proporcionou-nos uma nova visão sobre aspetos relacionados com a manufatura ecológica, a economia circular, a comunicação, o trabalho de equipa, a resiliência e o discursar em público. Estamos gratas por esta experiência da qual levamos lições para a vida e ferramentas que certamente iremos aplicar nos nossos futuros.” Júlia Pacheco, Joana Barros, Helena Tavira e Filipa Dinis - 12.º Ano

Cláudia Eduardo - Professora de Economia

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PONTO DE CHEGADA

CCF NA COMPETIÇÃO NACIONAL A miniempresa Switch Your Shoes, composta pelas alunas Inês Silva, Matilde Chambel, Mariana Silva e Mafalda Alves, conquistou o seu lugar na XV Competição Nacional do programa A Empresa, da Junior Achievement Portugal, que se realizou no dia 25 de maio. Este ano, a competição, que após um interregno de dois anos voltou a ser presencial, realizou-se no Porto. As nossas alunas tiveram que subir ao palco do Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota, juntamente com 25 equipas, cerca de 125 alunos, e perante um painel de 15 jurados, apresentaram a sua ideia de negócio num pitch de quatro minutos e da parte da tarde as equipas participantes tiveram que defender as suas ideias em entrevistas pelos jurados, em inglês. Infelizmente, a nossa miniempresa Switch Your Shoes não conseguiu arrecadar nenhum prémio. As nossas alunas não conseguiram convencer o júri com a sua ideia de negócio – que consistia numa única sola, de ténis, fabricada a partir de termoplásticos que podia ser utilizada com diferentes modelos de ténis. Ideia foi já concretizada em protótipo desenvolvido pelas alunas. Não obstante, foi uma experiência gratificante em que os nossos alunos tiveram a oportunidade para mostrar a sua capacidade de comunicação e o trabalho desenvolvido durante o ano letivo.

Mesmo não tendo chegado ao pódio, podemos afirmar que as nossas alunas hoje estão dotadas de competências fundamentais que as vão acompanhar para o futuro, como: comunicação, trabalho em equipa, liderança, planeamento, gestão administrativa, inovação e aprendizagens empreendedoras. Vamos relembrar como tudo começou... Batsun, Biollonys, Econology, Glove wash, One book, Potle company, Rescued dolls, Sustaina e Switch Your Shoes foram as digníssimas miniempresas que representaram o Colégio Campo de Flores na JAP Unlimited da Junior Achievement, nos dias 26 e 27 de abril, no ISEG – Lisbon School of Economics & Management. As nossas miniempresas competiram com 50 equipas, em dois dias, tendo mostrado o motivo por que tinham sido selecionadas para estarem presentes naquele evento. No palco, apresentaram a sua ideia de negócio num pitch e à tarde, numa feira, apresentaram o seu projeto em formato de stand. Nos dois momentos, os nossos alunos foram avaliados por um painel de jurados de renome. No final JAP Unlimited, de dia 27 de abril, soubemos da grande notícia: a miniempresa Switch Your Shoes iria passar à próxima fase – A XV Competição Nacional do programa A Empresa. Cláudia Eduardo – Professora de Economia

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«No âmbito do projeto “A Empresa”, criámos a empresa “Switch Your Shoes”, dedicada à comercialização de ténis com solas feitas a partir de material termoplástico que se podem conjugar com várias partes de cima (modelos), podendo o consumidor ter assim vários pares de ténis de várias cores e modelos. Foi uma experiência muito enriquecedora que nos proporcionou aprender a trabalhar em equipa e auxiliou-nos a ter uma visão geral de todo o processo por trás da criação de uma empresa. A experiência de estudar um determinado mercado e perceber a influência do nosso produto foi uma das partes mais interessantes, pois nunca tínhamos feito nem pensado em algo do género, em todo o nosso percurso escolar. A criação do nosso protótipo levou-nos a puxar pela nossa criatividade e foi muito satisfatório ver a nossa ideia a tornar-se concreta. Todo o projeto para nós foi muito desafiante. Se por si só este projeto já estava a ser uma experiência muito positiva, a nossa passagem à fase nacional tornou-o ainda mais desafiante. Esta fase nacional, no Porto, a 25 de maio, foi um dia em que, além de apresentarmos o nosso produto, tivemos a oportunidade de assistir à apresentação de 24 outros produtos criados por colegas a nível nacional. Foi um dia gratificante, no qual constatámos que a inovação e criatividade não têm limites. Infelizmente não fomos apuradas para a fase europeia, mas por esta experiência já consideramos que saímos vencedoras. Como lema deste dia guardamos que, os nossos sonhos são o limite, só é preciso esforço, trabalho e dedicação. Obrigada, Colégio Campo de Flores, por esta oportunidade!! Obrigada, Junior Achievement Portugal, pela criação de iniciativas como esta! Obrigada, professora Cláudia Eduardo e Patrícia, por toda a ajuda e pela companhia nesta aventura.» Equipa Switch Your Shoes

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CCF GOT TALENT O CCF Got Talent é um concurso inspirado no programa Got Talent e tem como objetivo incentivar e promover a originalidade e criatividade dos alunos do Colégio Campo de Flores. Este concurso surgiu de uma iniciativa do departamento de Línguas Estrangeiras e todos os alunos tiveram a oportunidade de enviar a sua inscrição por e-mail, onde era anexado um vídeo sobre a prestação do talento individual ou coletivo. No dia 4 de março, decorreu a final do concurso, houve uma apresentação pública presencial com um limite de pessoas onde os doze finalistas escolhidos, pessoas selecionadas a partir dos vídeos enviados, apresentaram os seus talentos, com exibições tão variadas como execução musical (instrumentos e voz), ventriloquismo, destrezas físicas, entre outras. Antes do concurso aberto ao público decorreram os ensaios gerais. A entrada foi organizada e calma, os participantes entraram gradualmente e o concurso começou às 16:30. O concurso decorreu no auditório do Colégio, onde se encontravam cadeiras dispostas para os convidados, uma mesa para os jurados, um palco, equipamentos de música e um quadro interativo onde foram projetados slides com uma breve apresentação dos finalistas e, no final, a tabela das classificações disponibilizada pelo júri. Os jurados do concurso foram o professor César

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Soares (Direção), a professora Ana Marta Santos (Arte Dramática), o professor Bruno Simão (Educação Musical), a professora Cristina Tavares (Educação Física) e a professora Sandra Gago (Inglês), tendo a apresentação deste concurso ficado a cargo de dois alunos do 9.º ano, Miguel Matos e Margarida Igrejas. Os alunos apurados para a final do CCF Got Talent foram: Clara Lage, Sofia Frutuoso e Matilde Mendes, Dinis Aço, Madalena Fradique, Mariana Brito e Miguel Guerreiro, Tomé Mendes, Lara Romão, Maria Pinheiro, Vicente Ferreira, João Gonçalves, Maria Bensabat, Mª Constança Gonçalves e Anaís Dias. Em 1.º lugar, ficou a aluna Maria Pinheiro com a pontuação máxima, em 2.º lugar, Anaís Dias e, em 3.º lugar, verificou-se um empate, entre o aluno Tomé Mendes e a dupla Sofia Frutuoso e Matilde Mendes. As apresentações foram cativantes! Esta iniciativa foi uma ideia inovadora, tendo sido notório o preparo e organização do concurso. Espera-se que este evento se possa realizar muitas mais vezes, citando o Dr. João Rafael: “Para gerar legado de competência e interesses.” Isabel Arroja e Sofia Oliveira - 8.°D


«CCF Got Talent is a competition inspired on the program Got Talent and its aim is to promote the creativity and the originality of the students attending Campo de Flores School. This contest started as an idea devised by the department of Foreign Languages, and all the students had the opportunity to enroll by email with an attached video where their individual or collective talent was showed. CCF Got Talent Final was held on the fourth of March of 2022, there was a public presentation with a limited number of people where the contestants could present their talent. The performances were varied, ranging from singing, playing a musical instrument, ventriloquism to a gymnastics routine, and much more. Before the public appearance, there was a final rehearsal for all the competitors. The entrance was organized and calm, and all the participants made their entrance gradually. The competition started at half past four at the school's auditory, where there were chairs for the public, a stage, audio equipment and an interactive board that showed a brief presentation of the finalists as well as the final score chart. The judges of the competition were César Soares (School Administration), Ana Marta Santos (Drama teacher), Bruno Simão (Musical Education teacher), Cristina Tavares (Physical Education teacher), and Sandra Gago (English teacher). The hosts were Miguel Matos and Margarida Igrejas , two ninth grade students. The finalists were: Clara Lage, Sofia Frutuoso and Matilde Mendes, Dinis Aço, Madalena Fradique, Mariana Brito and Miguel Guerreiro, Tomé Mendes, Lara Romão, Maria Pinheiro, Vicente Ferreira, João Gonçalves, Maria Bensabat, Mª Constança Gonçalves and Anaís Dias. The first prize was awarded to Maria Pinheiro that reached the maximum score, with Anaís Dias coming in second and a tie, Tomé Mendes, Sofia Frutuoso and Matilde Mendes placing third. The presentations were appealing and catchy and this all initiative was an innovative idea. This contest was well organized and in our opinion, this competition was a very funny event to be repeated in future years and quoting Dr. João Rafael:” I hope this day will be carried out many more times to promote the legacy of the competence and interest.” SEMENTINHA ANO XXII | março a julho de 2022

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A GUERRA DO TABULEIRO DE XADREZ Durante o mês de março, os alunos do 4.º ano apresentaram a peça de teatro A Guerra do Tabuleiro de Xadrez, de Manuel António Pina. Este texto convida-nos a fazer uma reflexão sobre o tema da PAZ e da inutilidade de todas as guerras. Citando o texto: “A paz é o assunto mais importante do mundo!” Numa das conversas em aula sobre o paralelo que podíamos fazer entre o nosso texto e a atualidade, um dos alunos propôs que convidássemos o presidente da Rússia a vir assistir ao nosso espetáculo, pois com certeza iria mudar de ideias e parar a guerra na Ucrânia. Na impossibilidade de tal acontecer, houve ainda outro que sugeriu que gravássemos o espetáculo, colocássemos legendas em russo e enviássemos para o Kremlin… A solução está nas crianças! Este projeto foi desenvolvido em parceria com as disciplinas de Expressão Dramática, onde os alunos trabalharam a expressão corporal, vocal e a interpretação do texto; Expressão Musical, na aprendizagem das músicas cantadas ao longo do espetáculo e Expressão Plástica, onde os alunos confecionaram os adereços que foram utilizados na peça de teatro. Os alunos gostaram bastante deste desafio e estiveram muito empenhados durante as aulas. Chegado o dia da apresentação, brilharam e

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surpreenderam com os seus fantásticos desempenhos e entreajuda demonstrada durante o espetáculo. Para nossa grande alegria, pudemos ver novamente na plateia pais e Encarregados de Educação, para partilharmos esta inesquecível experiência: pisar o palco! Ana Marta Santos - Professora de Expressão Dramática


«Com este texto percebi que a guerra só nos faz mal e a paz é o assunto mais importante do mundo. Devemos sempre procurar a paz! Gostei muito de fazer esta peça de teatro e descobri que todos juntos somos melhores que um só. Descobri também que o papel que me calhou (o Bobo) foi muito engraçado e era o ideal para mim. Nos bastidores estava um pouco nervoso e ansioso mas, quando entrava em cena, o nervosismo desaparecia e só me divertia e divertia o público. Deveria haver mais bobos neste mundo e haveria menos guerras! Achei que esta peça representa muito bem a guerra atual entre a Rússia e a Ucrânia. Espero que tenha um final semelhante a este.» Gonçalo Pires – 4.ºC «Durante as aulas, quando soube que íamos receber o guião, fiquei muito curioso sobre qual seria o meu papel. Quando a professora me disse que ia ser o Rei fiquei muito orgulhoso. Adorei! Quando pisei o palco e vi os meus pais no público, senti-me muito nervoso, mas depois os meus amigos ajudaram-me. E a professora também! Os meus pais gostaram muito do espetáculo!» Miguel Couto – 4.ºA «Eu achei bom o que nós fizemos, até porque levou muito tempo. Gostei dos colegas me ajudarem, porque eu estava de cadeira de rodas e como eles me ajudaram eu não tive de desistir de fazer o teatro. Correu muito bem e foi diferente! Quando saí, os meus pais deram-me os parabéns. O espetáculo correu muito bem!» Alice Correia – 4.ºB «Eu acho que esta peça foi uma coincidência boa e má. Boa porque conseguimos explicar às pessoas que com guerras e discussões não se resolve nada, devemos em vez disso dialogar e perceber o que está mal e encontrar soluções pacíficas. Na peça de teatro, eu consegui memorizar as falas todas. Quando uma colega disse que estava nervosa eu fui acalmá-la. Consegui projetar a voz para passar a mensagem para o público. Nos ensaios e nas aulas, eu aprendi o que é o “ponto”. Também aprendi que todos juntos conseguimos fazer melhor do que sozinhos. Nas aulas, estive bem e fiz sempre o que a professora Marta pediu.» Ana Teresa Costa – 4.ºD SEMENTINHA ANO XXII | março a julho de 2022

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DIA MUNDIAL DA POESIA E DIA MUNDIAL DA ÁRVORE E DA FLORESTA; TANTA FESTA NUM SÓ DIA! 21 de março é o Dia Mundial da Poesia, criado pela UNESCO em 1999. É um dia de festa em que se celebra a criação de ideias através das palavras, da criatividade, da inovação e da imaginação. É também um dia em que agradecemos aos poetas por partilharem connosco os seus mais belos sonhos em poemas. Mas 21 de março é mais do que isso… É o Dia Mundial da Árvore e da Floresta! Conseguem imaginar combinação mais maravilhosa do que esta? Três festas tão belas no mesmo dia! Vamos celebrar! Foi desta maneira que, nas salas de aula do 3.º ano, nos deixámos embalar pelas palavras que mais nos encantam e experimentámos encher uma árvore com os nossos poemas. O mais engraçado é que, se à partida poderia parecer um desafio difícil, a verdade é que não só foi fácil, como nos deu muita alegria e prazer pegar nas nossas palavras, ouvir a sua musicalidade e reconhecer o eco que fazem em nós. As nossas árvores ficaram felizes quando as enchemos com os nossos poemas em folhas! Ana Guerra - Coordenadora do Programa Escrever +

3.º B A importância de ler Para escrever, é preciso criatividade e muito ler. É preciso a natureza para poder conhecer. É preciso criatividade e atenção para um poeta nascer. É preciso sonhar para o poema se ver. Miguel Marques e Diogo Vilarinho Na floresta encantada Eu vi um passarinho Fiquei muito espantada Com o que vi no ninho: Uma menina fantástica Que gostava de matemática! Inês Amaral e Rodrigo Souza Nós os três gostamos de desporto De ginástica e equitação, Só falta para o João! Ai espera.. ele gosta de natação. Benedita Rocha e João Simões

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3.ºA A Felicidade do Natal O Natal é O que dá felicidade A todos no mundo. É o que Une a família inteira, Que espalha o amor Pelo planeta Da melhor maneira. O Natal é nosso amigo, Dá-nos amor e carinho. Mo Zhou e Manuel Alves O que tu amas? Eu amo sentimentos, amor, alegria, Felicidade, entusiasmo, Carinho e família. O que vou fazer quando crescer? Vou amar, cuidar e florescer, À família, carinho vou dar. Beatriz Cabral e Diogo Mendonça Queremos paz em Portugal! Amor na natureza. Festejar com alegria, Ternura e certeza. Carinho com imaginação Celebrar com emoção! Teresa Marques e Carolina Silva


PONTO DE CHEGADA 3.ºC O amor é a amizade Que vive na verdade E que é amiga do respeito. A paz é a empatia Que vive nos nossos corações. Clara Queluz e Francisco Guerreiro O coração A árvore é a paz E o poema é a morte da solidão. A folha é veloz como o vento sónico. A família é A magia do coração A explodir de alegria. E a mentira faz um buraco negro no coração. Rafael Teixeira e Francisco Tralhão Natureza, folhas e beleza Querido pai, querida mãe, Sejam as nossas proteções, Os nossos corações E as nossas ligações. Matilde Silva e Núria Martins

3.ºD Um gato foi atrás Do rato para o comer E a si próprio satisfazer. O rato estava a correr E disse que nunca seria apanhado pelo gato, Que ficou sem respiração, E pela cabeça até lhe saiu ar. Lara Galocha e Tiago Mithá Ribeiro O sol dá vida à palmeira E dá luz às florestas, Os animais dão alegria aos humanos, A areia da praia brilha. Mais tarde, nasce o pôr-do-sol E, de noite, a lua brilha e adormece as crianças. Letícia Vidal e João Gonçalves Tenho carinho Por um gatinho Que está na família Para nos dar alegria. Ao fim de semana Comemos bolo e gelado Com o gato destapado. Beatriz Sousa e Dinis Inverno

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A RECEITA MÁGICA DO BEM-ESTAR Foi com grande entusiasmo de todos (Alunos, Colaboradores, Famílias) que pudemos voltar a realizar a nossa “Festa da Primavera”. Festa solidária que permitiu angariar 19.270,00€ para a Cruz Vermelha Ucraniana. Que esta verba possa servir para atenuar a dramática situação em que encontram as crianças ucranianas. Mais uma vez um grande Bem-Haja a todos! Festa colaborativa, pois resulta da entreajuda da comunidade escolar e em que se sente a “alma” do nosso Colégio (participaram 1034 alunos dos 5 aos 18 anos). Festa pedagógica, pois desenvolveu um tema tão relevante nos dias desafiantes de hoje: a importância do BEM-ESTAR. A todos agradecemos por mais este momento mágico! João Rafael Almeida - Diretor

Vídeo da Festa disponível aqui..

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PONTO DE CHEGADA OS ALUNOS “CANTAM E ENCANTAM” Uma das atividades propostas nas aulas de Educação Musical, que desperta maior entusiasmo para muitos dos nossos pequenos cantores e para os colegas que assistem, é a “prova de canto” que os alunos têm de preparar para cantar na turma. Mesmo os melhores, não conseguem evitar o nervosismo de atuação ao vivo, mas sem dúvida que é uma oportunidade de mostrarem os seus dotes musicais e de divulgação de muitos artistas e das músicas que mais gostam. Poderíamos trazer muitos exemplos mas, como o espaço não nos permite, trazemos um dos grupos que, pelo empenho, criatividade e qualidade nos merece algum destaque, o grupo da Maria Pinheiro, Mariana Antunes e Joana Malheiro do 5.ºB, cuja foto é ilustrativa da sua atuação e na qual, a par da coreografia bem ensaiada, houve lugar a uma máquina de fazer balões de sabão e uma caixa surpresa com balões coloridos. João Pedro Costa - Professor de Educação Musical

“Gostámos bastante do que fizemos, pois divertimo-nos muito ao sermos avaliadas em canto com uma coreografia um pouco louca e criativa. Pudemos passar um tempo de qualidade e partilhar ideias com quem mais gostamos.” Maria Pinheiro, Mariana Antunes e Joana Malheiro - 5.ºB

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO PARA OS MAIS PEQUENOS

“Esta atividade deu imenso trabalho a preparar para que ficasse bem. Espero que eles se tenham divertido e aprendido muito, tal como eu.” Lara Romão - 6.º B

Nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento, são abordadas diversas temáticas através de pequenos vídeos e atividades lúdicas, que promovem a reflexão e partilha de opiniões, como por exemplo: “Ser bom cidadão”, “Sustentabilidade”, “Respeito pela diferença”, “Igualdade de género”, “Resiliência”, “Direitos das crianças e Direitos Humanos”, entre outros, que têm sido recebidos com bastante agrado pelos nossos alunos do 2.º ciclo, visível pelos comentários feitos durante as aulas. No final do semestre, os alunos têm a oportunidade de trabalhar em grupo, desenvolvendo os temas apresentados ou abordando novas temáticas, que são divulgadas no contexto escolar, quer aos colegas de turma, quer a outros colegas. Nesse sentido, e a exemplo, a Lara Romão e a Madalena Gonçalves do 6.ºB tiveram a oportunidade de visitar várias turmas do 1.º Ciclo, para apresentar o trabalho que desenvolveram sobre “Direitos Humanos” e a professora Anabela Caldeira do 2.ºB fez-nos chegar o seguinte comentário: «Gostei bastante da interação da aluna com os mais novos e do modo como soube explicar os Direitos Humanos. Todos os alunos estiveram atentos e participantes!” (Nessa aula só pôde estar presente a Laura Romão). João Pedro Costa - Professor de Educação Musical

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COMUNICAÇÃO VIOLENTA VS COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA! Nos dias 29 e 31 de abril, o Bullying e o Cyberbullying foram temas debatidos nas turmas do 8.ºano do Colégio Campo de Flores, no âmbito das aulas de Cidadania. Durante dois dias, os agentes da GNR – Escola Segura estiveram com os alunos e foram debatidos vários assuntos relacionados com o Bullying, nomeadamente o que é e quais são as características das vítimas e dos agressores. Os agentes da GNR alertaram os alunos para os cuidados a ter e sensibilizaram-nos para as consequências e para os modos de atuação perante este comportamento. Os alunos mostraram grande recetividade e interesse nesta atividade, participaram, debateram e fizeram muitas questões sobre o tema. As suas dúvidas foram mote para um interessante diálogo entre alunos, professores e os agentes de segurança. Os ecos dos alunos refletem o seu entusiasmo! Esta atividade resulta da planificação de Cidadania/DT do 8.ºano de escolaridade, que trabalhou a comunicação e relação entre pares, por forma a prevenir e minimizar este tipo de comportamento entre os alunos. Obrigada, Senhores Agentes! Diretoras de Turma do 8.º ano

“Eu achei a apresentação da GNR sobre o bullying muito útil, porque focou e reforçou o tema trabalhado nas aulas de cidadania, desfazendo qualquer dúvida ou questão que apresentássemos.” Ema Piñeiro - 8.ºB “Acho que é importante ter estas sessões onde se fala sobre tópicos sérios, especialmente sobre bullying, que é uma coisa presente em muitas escolas. Não só se aprende como evitar o bullying, mas também se fica mais informado sobre o que se anda a passar.” Alice Bernardo - 8.ºB “Esta informação foi bastante importante, porque nos fez conhecer melhor um assunto tão comum nas escolas, ajudando a perceber melhor e a estarmos mais atentos.” Maria Batalha - 8.ºB “Infelizmente, o bullying é algo bastante presente nas escolas e não só, na sociedade em geral. A formação da GNR foi bastante importante e relembrou-nos que o bullying é algo bastante grave. O bullying existe, é real e depende de cada um de nós para que não se torne em algo normal.” Carolina Machado - 8.ºB “Eu gostei muito da formação da GNR; deu para entender os assuntos e o porquê de os estarmos a aprofundar, e foi uma pena não termos tido mais tempo, pois os dois agentes da GNR não conseguiram acabar a sua apresentação. No final de tudo, conseguimos entender que se deve ajudar as outras pessoas, quando precisam.” Constança Amador - 8.ºB “A ação da GNR em relação ao bullying tem impacto tanto nas escolas, como na vida de cada pessoa que sofre este tipo de agressão. Acho extremamente essencial o trabalho que a GNR está a desempenhar para combater o bullying em Portugal. A GNR, ao dar palestras às escolas. está a colaborar para nos informar acerca da importância de comunicar, se estivermos perante um caso de bullying e de não ficar parado se o detetarmos num colega ou amigo.” Lara Russo - 8.ºD

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CONVIDADOS ESPECIAIS Já tínhamos muita vontade de receber os pais nas nossas salas, mostrar-lhes os nossos trabalhos e um pouco do que temos aprendido. Por isso, nas manhãs dos dias 25 e 27 de Maio, convidámos as pessoas mais especiais para virem ver como estamos crescidos! Mostrámos-lhes como, a partir de uma história, brincamos com a matemática, com a consciência fonológica e com a expressão plástica. Foi ao conhecermos "as preocupações do Billy", que demonstrámos que já sabemos seriar, agrupar, fazer cálculo mental, resolver problemas, discriminar sons das palavras, dividir frases em sílabas e fonemas e tantas outras coisas. Quisemos exemplificar como trabalhamos em equipa e, para isso, convidámos os pais a "porem as mãos na massa" e trabalharem connosco, construindo os nossos próprios bonecos das preocupações. Agora, podemos todos dormir descansados, enquanto os bonecos se preocupam por nós e resolvem as nossas preocupações. E os nossos pais, certamente, dormem descansados e orgulhosos das nossas conquistas e da forma como aprendemos a brincar. Marta Macedo, São Neto e Bela Magalhães Educadoras dos Grupos dos 5 anos- e Rosarinho Almeida - Coordenadora do Pré-Escolar

DESENHO DE OBSERVAÇÃO NO EXTERIOR Os alunos do 9.º ano A fizeram um desenho de observação no exterior. A tarefa consistia em realizar quatro desenhos com tempo cronometrado. Esta atividade foi divertida e reveladora de potenciais artistas! Lina Vieira - Professora de Educação Visual

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PANGEA – FASE FINAL E ENTREGA DE PRÉMIOS NACIONAIS Decorreu no nosso Colégio, no dia 2 de junho, a final do concurso Pangea! Contámos com a presença de 32 alunos, que se mostraram empenhados e entusiastas na resolução das suas provas! Os nossos campeões estão, desde já, de parabéns!!! São eles: 3.º ano - Miguel Costa, Vasco Oliveira, Inês Beja, Miguel Marques e Diogo Vilarinho. 4.º ano- Lucas Sança, Guilherme Pardal, Santiago Batista, Gonçalo Pires, Mª Beatriz Carvalho, Mª Clara Burgos, Matilde Pereira, Miguel Couto, Miguel Franco e Gonçalo Leite. 5.º ano - Gaspar Garcia e Gabriela Mourinha. 6.º ano - Manuel Da Câmara. 7.º ano - Tiago Silva, Carolina Metello e Gonçalo Gaffney. 8.º ano - Duarte Nunes e Diogo Carvalho. 9.º ano - Ricardo Henriques, David Fonseca, Beatriz Soares, João Jorge, Gonçalo Mercier e Miguel Matos. 10.º ano - João Alves, Miguel Marto, Vitória Santos e Bernardo Agapito.

No dia 4 de julho, no grande auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa, realizou-se a cerimónia de entrega de prémios da fase nacional do Concurso Pangea. Unidos pela Matemática, alunos, encarregados de educação e professores reuniram-se para premiar o esforço dos alunos participantes! Contámos com a presença dos alunos premiados, a nível nacional: Gonçalo Pires (10.º lugar – 4ºC), Ricardo Henriques (1.º lugar - 9ºB), João Jorge (2.º lugar – 9.ºA) e João Alves (1.º lugar - 10ºA). Parabéns aos campeões! Cátia Pinto - Professora de Matemática

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HIGIENE ORAL Os dentes desempenham um papel importante na nossa vida e ter uns dentes saudáveis e limpos é extremamente importante para a nossa saúde. Com o objetivo de melhorar a higiene oral das nossas crianças, os alunos das turmas do 2.º ano tiveram uma aula sobre Higiene Oral, dinamizada por mim e com o apoio da marca Colgate, de modo a poderem aprender mais sobre os dentes, como os lavar corretamente, de que forma os podemos manter mais saudáveis e o que não devemos fazer, bem como a importância da ida ao dentista. No final da aula, os nossos alunos tiveram a possibilidade de ver um filme e, de uma forma lúdica, compreender melhor todos estes conhecimentos. Gostaríamos de deixar um agradecimento à Colgate por tão generosamente nos ter fornecido, mais uma vez, material didático, pastas dentífricas e escovas dos dentes para todos os alunos. Sílvia Carvalho - Enfermeira do Colégio

SAÚDE SEXUAL O tema da sexualidade tem vindo a ser abordada ao longo dos anos no Colégio, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, e com a minha colaboração, em particular, nos 9.º e 12.º anos. Como este é um tema que envolve uma grande diversidade de assuntos, teve de ser dado maior enfoque a alguns deles e, neste caso, foram os métodos contracetivos e as infeções sexualmente transmissíveis (ISTs). Os objetivos destas sessões são o de esclarecer os alunos, apelar à sua responsabilidade e contribuir para que, no presente ou futuro, façam as melhores escolhas. Existem diferenças entre as sessões, sendo as do 12.º ano mais completas, pois são alunos com maior maturidade e que, na sua grande maioria, seguirão a área da saúde e já lhes é dado algum conhecimento mais aprofundado nesse sentido, pois ficam com a perceção de todos os métodos existentes e das ISTs mais frequentes. No 9.º ano, é realizada a primeira introdução a este tema, abordando apenas os métodos mais usuais para as suas idades e não aprofundando muito o tema das ISTs. Em ambos os anos, é ainda dado realce à importância das consultas médicas do aparelho reprodutor, tanto para rapazes como para raparigas, e abordada a importância do respeito para connosco, o nosso corpo, chamando à atenção para a violência, que infelizmente se verifica, por vezes, entre os casais. Consideramos que é importante os nossos alunos estarem devidamente informados sobre estes temas de modo a que as suas escolhas sejam as melhores para si mesmos e possam ser sempre feitas em consciência. Sílvia Carvalho - Enfermeira do Colégio

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PONTO DE CHEGADA

SUPORTE BÁSICO DE VIDA O nosso dia a dia pode confrontar-nos com situações complexas e de emergência, mas quantos de nós conseguem dar uma resposta atempada e correta à situação, até os meios mais adequados chegarem ao local? É neste sentido que todos os anos é oferecida uma formação aos nossos alunos de 9.º ano, integrada no programa de Ciências Naturais sobre Suporte Básico de Vida. Ministrei esta formação e os alunos tiveram a possibilidade de consolidar a teoria bem como colocar os conhecimentos em prática. Foi, ainda, abordado o tema de desobstrução da via aérea e a posição lateral de segurança, bem como o SBV nas crianças, com o intuito de tornar mais capacitados os nossos alunos, caso se vejam perante uma situação em que estes conhecimentos tenham de ser colocados em prática. Também integrada na disciplina de Ciências, foi ministrada uma pequena sessão explicativa aos alunos do 6.º ano, de modo a podermos introduzir o tema do SBV e dotar os nossos alunos com algum conhecimento adaptado à sua idade e que

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pudesse ser útil. Acreditamos que capacitar os nossos alunos de competências para poderem atuar perante situações mais complexas será uma mais-valia para eles, para a família e para a sociedade onde se encontram inseridos, podendo fazer toda a diferença caso venham a ser confrontados com uma situação destas até a ajuda especializada chegar. Sílvia Carvalho - Enfermeira do Colégio


PONTO DE CHEGADA

“Do meu ponto de vista, estas aulas foram bastante interessantes e enriquecedoras, visto que nos permitiram obter o conhecimento necessário, no caso de alguém precisar do SBV para sobreviver. Gostei muito destas aulas pelos importantes temas que foram abordados. Estes têm uma grande importância no nosso dia a dia, dado que em casos extremos nos podem permitir salvar vidas. A meu ver, a duração destas aulas foi a adequada uma vez que não foi demasiado longa, o que tornaria esta experiência cansativa, mas suficiente para nos permitir adquirir toda a informação necessária. Na minha opinião, estas aulas estão bem organizadas e não tenho qualquer ponto negativo a apontar. Concluo, então, que foi uma experiência muito importante e muito gratificante na minha vida.” Inês Oliveira - 9.ºA “Foi uma atividade muito importante para todos nós, e eu desfrutei bastante das aulas. É importante aprendermos a realizar o suporte básico de vida, e se o devemos ou não aplicar, pois isso pode ser a diferença entre a vida e a morte de uma determinada pessoa. É uma pena que grande parte da população não tenha conhecimento sobre este tema. Acho que uma semana foi o suficiente para aprendermos o que pretendíamos aprender, e também achei importante simularmos uma situação em que temos de aplicar o suporte básico de vida. Na minha opinião, as aulas foram bastante completas.” Martim Cruz - 9.ºA “Achei esta experiência muito interessante e claramente muito útil. Se acontecer alguma coisa em que seja necessário utilizar o que aprendemos, saberemos instantaneamente o que fazer. Todos os métodos e etapas aprendidas são muito importantes e têm de ser seguidos por uma ordem específica. O que tornou esta atividade ainda mais extraordinária e útil foi termos um boneco onde nós conseguimos aplicar as aprendizagens, treinando-nos para a possibilidade de haver alguma situação em que seja necessário utilizar os temas que aprendemos. Estes temas são muito importantes caso seja necessário utilizá-los, pois, podem salvar uma vida, ou pelo menos, se agirmos depressa, aumentar a possibilidade de vida da pessoa. Achei que a duração foi adequada, pois as primeiras 3 aulas foram teóricas, que foi o tempo suficiente para abordar os temas, depois, tivemos 2 aulas práticas, que foi também o tempo suficiente para aplicarmos os temas. Acho que estas aulas estão bem organizadas” Maria Couto - 9.ºC

“Sendo o Suporte Básico de Vida um conjunto de técnicas que pode salvar vidas, considero que os temas abordados nestas sessões foram de extrema importância. Não só porque foram abordadas as questões teóricas, como também puderam ser aplicadas em ambiente de simulação, permitindo ter um melhor conhecimento de posicionamentos, aplicação, força, ritmo, contribuindo ainda para melhoria e aperfeiçoamento das técnicas. Na minha opinião, foi um investimento valioso. A duração foi adequada e a partilha e acompanhamento por parte da Sr.ª Enfermeira foram perfeitos, tendo cativado a atenção da generalidade dos alunos, mesmo dos que se distraem mais facilmente. Face à experiência que vivi, julgo que o Colégio deveria dar continuidade a este tipo de formações, mesmo em ambiente de Pandemia. O que nos ensinaram podenos, se necessário, ajudar a salvar vidas.” Matilde Figueiredo - 9.ºC “Começo por dizer que adorei estas sessões de SBV, pois é um tema que me cativa. As sessões sobre SBV foram, creio eu, importantíssimas para todos nós. Os temas abordados são importantes tendo em conta que o que foi abordado pode acontecer a qualquer um, a qualquer momento, assim podemos ajudar, sabendo não só o que executar, mas também como e quando. A meu ver a duração do “curso” de SBV foi adequada, aprendemos sem pressas ou faltas de rigor. Para futuras sessões sugiro, por exemplo, a realização não só das manobras de SBV, como também da PLS, das pancadas interescapulares e da manobra de Heimlich, talvez num boneco próprio. Resumidamente, gostei muito e pretendo repetir um curso de SBV. Termino por agradecer à Enfermeira Sílvia pelo seu tempo e disponibilidade para a dinamização destas aulas.” Miguel Matos - 9.ºD “Gostei muita da experiência! Consegui desenvolver melhor a matéria do suporte básico de vida. Os temas abordados são muito importantes, pois poderá acontecer alguma situação grave e, com a aprendizagem desses temas, sabemos o que fazer nessas situações. A duração das aulas foi adequada e sinceramente eu acho que estas sessões estão bem organizadas e está tudo como deve ser! Obrigada por essas aulas de aprendizagem” Marta Silva - 9.ºB

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"Valeu muito a pena ouvir as explicações da Enfermeira Sílvia, porque esclareceu muitas dúvidas." Tiago Ribeiro - 3.ºD

AULA SOBRE O APARELHO REPRODUTOR O estudo de diversos sistemas, como o digestivo, respiratório ou excretor, faz parte da matéria a ser lecionada no decorrer do 3.º ano. Neste ano letivo, a introdução ao estudo do sistema reprodutor foi feita em parceria com o Departamento de Enfermagem do Colégio. O objetivo é esclarecer os alunos sobre este tema, que tantas dúvidas e curiosidades suscita, de uma forma mais científica, fazendo uma ligação com outros anos, como o 6.º e o 9.º ano, onde este tema é novamente abordado. Foram tratados diversos assuntos, entre eles, como surgem os gémeos, os gâmetas femininos e masculinos e diferenças entre os aparelhos, o crescimento do bebé dentro do útero, como nascem os bebés, cuidados de higiene, entre outros. Pensamos que assim ajudamos a desmistificar alguns mitos e dúvidas que surgem entre as crianças, contribuindo para um crescimento mais informado. Sílvia Carvalho - Enfermeira do Colégio

SESSÃO DE SAÚDE POSTURAL

"Aprendi como se formam os gémeos." Beatriz Sousa - 3.ºD "Fiquei a saber que os bebés podem nascer de duas formas: pela barriga e pela vagina." Ana Carolina Galvão - 3.ºD “Gostei muito da aula, aprendi a ter mais noção do que é a reprodução” Manuel Araújo - 3.ºC “A aula foi divertida, pois pudemos aprender mais coisas sobre a reprodução, e compreender que a reprodução não é apenas ter um filho, é um processo onde o homem e a mulher se juntam em amor.” Clara Queluz - 3.ºC “Foi uma aula que ajudou a compreender melhor o aparelho reprodutor e que nos vai ajudar no nosso futuro.” Turma do 3.ºB “Eu gostei da aula, porque foi muito informativa e eu não sabia tanto sobre o aparelho reprodutor.” Eva Bernardes - 3.ºA “Eu achei a aula muito interessante e aprendi muitas coisas.” Clara Gonçalves - 3.ºA “Aprendi que, para nascer um menino, era preciso juntar um Y com um X e, para nascer uma menina, juntar dois X's.” Filipe Leite - 3.ºA

No decorrer dos últimos dias de aulas do mês de junho, ministrei uma palestra sobre a saúde postural a todos os alunos do 4.º ano. Cada vez mais as crianças estão a apresentar problemas de má postura, passíveis de serem prevenidos, apontando as estatísticas para que uma em cada cinco crianças apresentem queixas de dores nas costas. Nesta sessão, foram abordadas diversas posturas corretas para desempenhar diversas tarefas do dia a dia, bem como qual é a melhor postura para estar sentado e como devem as mochilas ser transportadas, dando atenção ao peso do conteúdo colocado no seu interior. Foram ainda realizados alguns exercícios de correção postural, com a promoção do alongamento muscular, e alertados os alunos para a importância da prática de exercícios físicos como meio de prevenção de problemas posturais. O grande objetivo desta palestra é o de alertar os nossos alunos para o risco das más posturas e sensibilizá-los para a adoção de comportamentos que lhes proporcionem um melhor estilo de vida. Sílvia Carvalho - Enfermeira do Colégio

“Eu aprendi que se não tiver uma postura correta, no futuro vou ter vários problemas na coluna.” Francisco Gonçalves - 4.ºA “Aprendemos que se não tivermos a coluna direita podemos ter dores péssimas e também aprendemos a melhorar as posturas.” Diana Rocha - 4.ºD “Foi uma experiência muito boa, porque conseguimos perceber, através dos exercícios práticos, como ter uma boa postura.” Turma do 4.ºB “Gostei de aprender exercícios para ajudar a nossa coluna vertebral e a postura correta para estar sentado.” Bernardo Santos - 4.ºC

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PONTO DE CHEGADA

DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS A Organização Mundial de Saúde define droga como “toda a substância que, pela sua natureza química, afeta a estrutura e funcionamento do organismo”. Neste sentido. foi realizada uma sessão de esclarecimento de questões sobre as drogas lícitas e ilícitas para os 9.º anos. Consideramos que esta é uma idade chave para abordar tal tema, pois a adolescência é caracterizada, entre outras coisas, pela sua curiosidade, e dela surge, muitas das vezes, a experimentação e o consumo de substâncias, denominadas de drogas, seja pela pressão dos amigos, irreverência característica desta fase ou pela necessidade de testar os seus limites. O grande objetivo desta sessão prendeu-se com o facto de esclarecer os nossos jovens sobre os efeitos dos consumos e algumas razões da sua ocorrência, tendo-se falado sobre as drogas mais comumente consumidas, os seus efeitos, com bastante enfoque nos não desejados e na sua dependência, e as consequências físicas, mentais e sociais, que toda esta situação pode implicar no futuro. Sílvia Carvalho - Enfermeira do Colégio

“Para mim, esta aula sobre drogas lícitas e ilícitas foi bastante importante. No futuro, podemos vir a estar expostos a drogas e é necessário aprendermos sobre as mesmas para tomarmos as decisões certas. Esta aula alertoume para os perigos das drogas que nos rodeiam e a explicação da enfermeira sobre cada uma esteve muito bem realizada. A enfermeira soube criar um ambiente em que nos sentíssemos à vontade para tirar as nossas dúvidas sobre este tema e foi algo que muito apreciei. Gostaria por último de agradecer à enfermeira Sílvia e à professora Dalila por me proporcionarem esta experiência.” Leonor Galocha - 9.ºA

“Gostei muito desta sessão, pois ajudou-me a perceber mais sobre um tema que, para mim, ainda era desconhecido. Tive a oportunidade de ouvir mais exemplos de drogas e dos efeitos nocivos de cada uma. Assim, sinto-me mais preparado para dizer não.” Diogo Águas - 9.ºA “A sessão dada pela enfermeira Silvia sobre as drogas lícitas e ilícitas foi bastante importante e interessante, na minha opinião. Sinto que é um tema que devia ser mais abordado na nossa idade, para que pudéssemos ter informações para criar a nossa opinião sobre as drogas e as sua consequências e senti que, nesta aula, nos foi dada a possibilidade de ter acesso a diversas informações, desde a origem da droga até as consequências que esta traz para a nossa saúde. A sessão realizada foi uma sessão esclarecedora e que, acima de tudo, em pouco tempo, teve como objetivo informar e alertar toda a turma, para este tema cada vez mais presente no nosso dia a dia e, a meu ver, o objetivo foi cumprido com sucesso.” Diana Martins - 9.ºB “Gostei da sessão. Achei muito importante haver uma sessão sobre as drogas, já que estas arruínam a vida de muitos adolescentes e também achei muito importante a enfermeira Sílvia ter explicado os efeitos das drogas e ter alertado para o perigo das mesmas.” Henrique Abreu - 9.ºB “Na sessão dada pela enfermeira Sílvia, aprendemos um pouco mais sobre as drogas lícitas e ilícitas e os seus efeitos no corpo humano. Nesta sessão de aprendizagem, sinto que percebi um pouco mais sobre como as drogas funcionam e atuam, mas também o impacto que podem ter na nossa vida. Descobri que as drogas quebram relações com amigos ou até mesmo família e que atingem não só a nossa vida, como também quem está presente nela. Um grande obrigada à enfermeira Sílvia, por ter dispensado parte do seu tempo para nos ajudar a compreender um pouco mais sobre o lado positivo e negativo das drogas e as suas causas.” Margarida Igrejas - 9.ºC “Na minha opinião, esta sessão foi muito importante, pois este é um tema sobre o qual devemos estar informados, para nunca experimentarmos nenhum tipo de droga. Acho que termos esta aula com a enfermeira Sílvia fez todo o sentido e penso que deveriam continuar a fazer estas sessões para os alunos. Gostaria de agradecer à enfermeira Sílvia e à professora Dalila por nos terem dado a aula. Obrigado.” Maria Catarino - 9.ºD

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PONTO DE CHEGADA CONCURSO “CANÇÃO À ESPERA DE PALAVRAS” Com o intuito de fomentar o envolvimento das crianças em projetos artísticos e musicais criativos, a Associação Portuguesa de Educação Musical lançou o desafio a todas as escolas do país para a participação no concurso "Canção à espera de palavras”. O objetivo deste concurso é a criação, em grupoturma, de uma letra para uma canção original, da compositora Luísa Sobral. O nosso Colégio aceitou o desafio e todas as turmas do 4.º, 5.º e 6.º anos participaram com bastante entusiasmo e dedicação na composição das suas letras. Os alunos tiveram a oportunidade de sentir as emoções de gravar as suas vozes com um técnico de som profissional, que se deslocou ao auditório do Colégio para esse efeito. Depois das gravações concluídas, pedimos a opinião dos nossos “letristas cantores” e todos manifestaram o gosto pela experiência. Bruno Simão, João Pedro Costa, Sandra Martins Professores de Educação Musical

“Eu adorei este trabalho, achei que todos em conjunto fizemos uma música linda e fantástica e que nos divertimos muito a criar e a cantar.” Margarida Pereira - 5.ºB “Gostei muito de fazer a letra.” Francisco Magalhães - 4.ºC “Gostei do trabalho de pares para fazermos a letra.” Maria Caetana Correia - 4.ºC “Gostei de irmos ao auditório cantar a música.” Lucas Sança - 4.ºC “Gostei quando gravámos as vozes para a música.” Maria Inês André - 4.ºC

DIA DO DESPORTO O evento Dia do Desporto é das atividades desportivas que mais aceitação tem junto dos alunos, atividade que foi dividida em dois momentos. Um que aconteceu no dia 11 de maio para os alunos do 5.º ao 8.º ano e uma segunda etapa para os alunos do 9.º ano e secundário que se realizou no dia 7 de junho. Os alunos de todos os anos de escolaridade envolvidos têm a possibilidade de participar em duas modalidades coletivas. A classificação é apurada pela prestação final das 4 equipas da turma, duas masculinas e duas femininas de cada modalidade proposta para um determinado ano letivo. As modalidades vão sendo alteradas, ao longo do percurso escolar dos alunos, para que estes tenham contato com as principais modalidades coletivas, neste contexto de competição. A adesão ao evento foi massiva e a participação foi a mais elevada dos últimos anos, com muitas turmas a terem grande parte dos seus alunos envolvidos, seja na participação em uma ou em ambas as modalidades, seja fora do campo no apoio aos colegas que se encontravam em prática. Resultados à parte, queremos salientar o espírito de respeito e de desportivismo que se viveu em ambos os momentos, em que vencedores respeitaram os seus adversários e os vencidos saudaram quem triunfou!

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Hugo Amiguinho - Coordenador do Departamento de Educação Física SEMENTINHA ANO XXII | março a julho de 2022


¡SEAMOS SOLIDARIOS! Os alunos do 9.°C e do 9.ºB tiveram a oportunidade de realizar mais um trabalho colaborativo entre a disciplina de Espanhol e Geografia. Este trabalho deu-nos a possibilidade de aprender um pouco mais sobre as organizações não governamentais, que têm um grande impacto no mundo, pois são organizações que apoiam os que mais necessitam, sem receber nada em troca para além de agradecimento. Com este mini-estudo que realizámos, aprendemos mais sobre as funcionalidades das ONG's e apercebemo-nos como o ser humano pode ser solidário e responsável. Percebemos também como podemos fazer a diferença no mundo, se colaborarmos todos juntos. Com este trabalho os alunos do 9.° ano perceberam um pouco melhor como funcionam as OGN's (Organizações Não Governamentais) e a maneira como mudam o mundo todos os dias com os projetos que levam a cabo. Os alunos ficaram motivados com os projetos que estas ONG's realizaram, o que lhes deu motivação para fazer a diferença, para ajudar e para fazer do mundo um lugar mais generoso. ¡Seamos solidarios!

¡AYUDEMOS EL MEDIO AMBIENTE! Os alunos da turma D, por sua vez, dedicaram-se a questões ambientais. Sendo o tema da unidade 6 “el medio ambiente”, os alunos começaram por criar, através da exploração da unidade, dois campos lexicais, um dedicado aos problemas do meio ambiente e catástrofes naturais e outro com medidas e ações para solucionar estes problemas. Depois desta primeira parte, o 9.º D desenvolveu um trabalho específico sobre o tema: selecionaram um problema do meio ambiente/uma catástrofe natural, pesquisaram informações sobre o tema (causas, consequências, soluções...), criaram uma apresentação, num programa à sua escolha e, para melhor ilustrar a sua apresentação, produziram um cartaz publicitário, com criativos slogans inventados por si. O trabalho culminou com a apresentação oral à turma. Mafalda Costa Dias - Professora de Espanhol

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PONTO DE CHEGADA

PROJETO “O MAR COMEÇA AQUI” “O Mar começa aqui” é um projeto que a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), Organização não Governamental de Ambiente, lançou como desafio às escolas. Os objetivos do projeto são: alertar para a necessidade de preservar os ecossistemas e a biodiversidade, educar para uma cidadania ativa, estimular a criatividade e promover a sustentabilidade. A turma do 6.ºC, que já tinha trabalhado os temas dos ecossistemas e da sustentabilidade no 5.º ano, ficou muito interessada no tema e nas potencialidades do mesmo e decidiram trabalhá-lo. Nesse sentido, na aula de Direção de Turma, os alunos, em pequenos grupos, investigaram os diferentes temas associados ao ciclo da água e à poluição do mar e apresentaram à turma as conclusões. Depois, ainda em grupo, elaboraram uma proposta de desenho a pintar numa sarjeta do Colégio. As diferentes propostas foram apresentadas e resultaram num acordo final. Por fim, associando o projeto aos conteúdos da disciplina de Educação Visual, mais especificamente ao tema do Património, foram selecionados apenas animais marinhos que pertencessem ao património natural português. O trabalho final foi desenhado e pintado no chão junto a uma das sarjetas mais importantes do Colégio, por onde toda a comunidade educativa passa, transmitindo assim a mensagem de forma mais eficaz. O trabalho foi um sucesso, não só porque a turma adorou fazê-lo, uma vez que proporcionou momentos de aula no exterior, mas também porque foi muito elogiado pela comunidade educativa, que ficou muito agradada com a dinâmica criada pelas pinturas que se encontraram no chão. Flávia Cadete - Professora de Educação Visual e DT do 6.ºC

POESIA ESCONDIDA

BLACKOUT POETRY

A Blackout Poetry é uma forma de poesia visual que consiste em destacar palavras (e/ou rasurar outras) em páginas extraídas de livros e jornais velhos e já inutilizados e é utilizada por poetas há centenas de anos. Tem como objetivo descobrir/revelar novas mensagens e criar ao mesmo tempo um poema verbal e visual. Já no século XVIII, o vizinho de Benjamin Franklin usou as colunas de um jornal para fazer alguns trocadilhos e esconder o que não interessava. Desde então, outros poetas seguiram o mesmo caminho, brincando com as palavras. Esta poesia tornou-se popular através de um jovem criativo, Austin Kleon, que descobriu que havia uma maneira diferente de ler algumas passagens de um jornal. Começou a escolher palavras, num jornal diário e a escurecer com um marcador preto o que não lhe interessava. Acabou por publicar um livro chamado Newspaper Blackout Poetry onde incluiu os seus poemas.

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Flávia Cadete e Cristina Almeida - Professoras de Educação Visual


OFICINA DE ARTES A Oficina de Artes é um espaço de criação livre, tendo como principal objetivo a reutilização de materiais existentes nas salas de expressão artística. Este espaço está aberto a todos os alunos do 2.º ciclo. Neste primeiro ano de existência, a avaliação foi muito positiva, os alunos aderiram em “massa” e houve a necessidade de criar uma lista de participante por dias (a oficina funcionava às terças e quintas, das 16h às 17h), porém o entusiasmo vai-se desvanecendo à medida que os alunos vão percebendo que não podem fazer tudo o que lhes apetece. No final do primeiro semestre, a seleção natural estava finalizada, os alunos que foram mais assíduos continuaram a participar na oficina até ao final do ano letivo. No início do segundo semestre, apareceu um grupo do 7.º ano, que ajudou a criar uma dinâmica diferente, ajudavam os mais novos com algumas tarefas e criavam os seus próprios trabalhos. A oficina é gratuita e, por esse motivo, os materiais a utilizar passam, essencialmente, pelo reaproveitamento de trabalhos que ficaram inacabados, por materiais que podem ser transformados e reutilizados e por dinamizar trabalhos no exterior. Trabalhos para as decorações do Colégio, a manutenção de pinturas murais existentes no pinhal, criação das bibliotecas de rua (transformação de um frigorífico e de um armário velho em bibliotecas), a reorganização do nosso “espanta espíritos”, são alguns dos trabalhos que estes alunos puderam realizar. Para contextualizar alguma da dinâmica desta oficina, ficam algumas fotografias de trabalhos realizados pelos alunos. Cristina Almeida - Professora de Educação Visual

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PONTO DE CHEGADA ESPETÁCULO VÁLVULA No âmbito da disciplina de Educação Visual, em março, tivemos a oportunidade de assistir a um espetáculo relacionado com uma anciã arte de rua, proveniente das pinturas rupestres, e a que chamamos, hoje em dia, graffiti. Foi uma experiência que, para além do seu caráter lúdico, nos permitiu retirar uma bela aprendizagem e desenvolver uma nova ideia acerca deste tema que, apesar de ser do conhecimento geral, não lhe é dado o devido valor e atenção. Este espetáculo foi algo de extraordinário e permitiu-nos desenvolver uma ideia diferente da que tínhamos, anteriormente. Descobrimos, portanto, que esta arte ultrapassa simples rabiscos ou “vandalismos”, como lhe costumamos chamar. Ela passa, acima de tudo, uma mensagem, muitas das vezes de libertação e de revolta para com as desigualdades entre seres humanos. Em suma, esta experiência enriqueceu de forma muito positiva a nossa forma de pensar e abordar certos assuntos. Adorámos a experiência! Alunos do 9.º Ano

TRABALHO DO DIA DO PAI E DA MÃE Este ano, o Dia do Pai e da Mãe foi comemorado pelos alunos do 2.º ciclo com técnicas muito diferentes, desde o bordado em papel até à técnica da Cianotipia. As turmas de 5.º ano, no dia do Pai, fizeram uma bolsa para as moedas em pele sintética e com um formato ergonómico, própria para ser usada no bolso das calças. Para o Dia da Mãe, o trabalho foi de modelagem em pasta de papel, na qual criaram o perfil de três casas que tinham como objetivo servir de luminárias. Quanto ao 6.º ano, no Dia do Pai, foi realizado um trabalho na técnica de Cianotipia. Essa técnica consiste na impressão fotográfica em tons de azul, descoberta em 1842, por John Herschel, mas ficou conhecido por ser o método usado pela botânica Anna Atkins para imprimir o seu primeiro livro de fotografia da História. Os alunos acharam a técnica divertida, porque só tiveram a noção do produto final quando a folha foi emersa em água e a imagem aparece definida na folha e as cores alteradas, de verde o fundo passa a azul e a imagem criada fica na cor da folha, neste caso a branco. O trabalho pautou-se pela construção de um calendário com íman, para ser consultado pelos pais menos digitais. Para o Dia da Mãe, o trabalho foi um caderno em capa craft bordado. O tema era a natureza e, para tal, os alunos desenharam vários elementos, na sua maioria flores, que posteriormente foram picotados e bordados na capa de um caderno. Os alunos não apresentaram grandes dificuldades na realização da tarefa, uma vez que já tinham adquirido no 5.º ano experiência na técnica. O resultado foram trabalhos muito bonitos e delicados. Flávia Cadete e Cristina Almeida - Professoras de Educação Visual

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PATRIMÓNIO MARÍTIMO PORTUGUÊS Considerámos que os dois últimos conteúdos a trabalhar no 6.ºano, nas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, podiam gerar um trabalho mais divertido se trabalhados em conjunto. Assim, juntámos os temas das estruturas e do património, e desafiámos os alunos a construir, com rede de capoeira, animais marinhos que pertencessem ao património natural português. O trabalho foi realizado em grupo e passou por três fases: de pesquisa, de projeto (elaboração de desenhos e moldes) e realização do animal final em arame (construção e pintura). O resultado foram animais tridimensionais de grande dimensão e que irão fazer parte da decoração do corredor interior das salas do 2.º ciclo. Flávia Cadete e Cristina Almeida - Professoras de Educação Visual

PROJETO VIVER O CAMPO «PASSEIO PEDESTRE» O Projeto Viver o Campo, através do Departamento de Educação Física, voltou a organizar um passeio pedestre no mês de maio, mais concretamente na manhã de sábado dia 21. O percurso escolhido continha grande parte dos passadiços implantados na zona florestal da Mata dos Medos, que nos levam até vários miradouros na Arriba Fóssil da Costa da Caparica, onde observámos a bela paisagem sobre as praias da região. Contudo a surpresa para os participantes, grupo constituído por cerca de 40 pessoas entre alunos, encarregados de educação e colaboradores do colégio, foi a visita à RAC – Regimento de Artilharia de Costa – 6.ª Bateria, localizada na Fonte da Telha. Neste local, tivemos hipótese de visitar as peças de artilharia, que apesar de desativadas, encontram-se ainda em muito bom estado de conservação, aspeto que não acontece com a maioria das baterias de outros regimentos. Foi uma manhã muito bem passada, com uma temperatura amena, num passeio de 7km realizado, num misto de contato com a natureza e visita histórica com a atividade física a ligar todos estes elementos. Hugo Amiguinho - Coordenador do Departamento de Educação Física

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TAMBÉM SE APRENDE A SER SOLIDÁRIO! Tempos estranhos estes que vivemos! Uma pandemia que ninguém imaginava, três anos letivos consecutivos, completamente atípicos, uma guerra a que assistimos e para a qual não encontramos justificação e, como o tempo não para, os nossos alunos crescem a par de tudo isto. Nestas circunstâncias, é necessário, mais do que nunca, zelar pelos valores que consideramos fundamentais, como a solidariedade, o respeito e a empatia pelo próximo, pilares do desenvolvimento de qualquer jovem. Este é um processo que deve ser estimulado desde cedo, alertando para a existência de outras realidades. Sendo a Escola um local de aprendizagem e de formação, é nosso dever zelar pelos diversos componentes, nomeadamente o que diz respeito à Cidadania. Foi com este propósito que o Departamento de Ciências Naturais promoveu e apoiou a realização de várias atividades, ao longo do ano letivo. Inicialmente, decorreu uma campanha de recolha de alimentos, dinamizada pelos alunos do 9.ºC e alargada a toda a comunidade escolar. Foram angariados 1700 Kg de alimentos, que contribuíram para melhorar a ceia de Natal de 86 famílias (236 pessoas), apoiadas pela Refood Almada. Segundo diz o conhecido slogan “dar sangue é dar vida”, pelo que foram organizadas duas campanhas de recolha de sangue, em parceria com o IPST (Instituto Português do Sangue e Transplantação), em janeiro e em junho, registando-se 113 inscrições, 77 unidades de sangue recolhidas e 18 novos dadores. Mais uma vez, a adesão da comunidade escolar e envolvente ultrapassou as expectativas. Já próximo do final do ano, decorreu uma recolha solidária de apoio à “Ajuda de Berço”, com o propósito de angariar fraldas e toalhetes. Mais uma vez, a adesão foi espetacular. Em tempo de arrumações, promovemos uma recolha de papel para ser entregue à Refood, no âmbito da campanha “Toneladas de Ajuda”, promovida pela Amarsul e considerada por aquela instituição como essencial para a respetiva sustentabilidade financeira. Este tipo de iniciativas motiva bastante os docentes do Departamento, pelo que é nosso propósito continuar a realizá-las, estimulando e acompanhando os nossos alunos no respetivo processo de desenvolvimento. Departamento de Ciências Naturais

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O PÁSSARO DA ALMA "No fundo, bem lá fundo do nosso corpo, mora a alma. Ainda não houve quem a visse, mas todos sabem que ela existe. E não só sabem que ela existe, como também sabem o que tem dentro... um Pássaro... o Pássaro da Alma". Ao longo do ano letivo, os alunos do 2.º ano leram e exploraram o livro O Pássaro da Alma, que explica, de forma simples e poética, a essência da Alma e a origem das emoções. Após a leitura da história, foi muito interessante discutir a mensagem que passou para cada criança e ver com elas que gavetas têm dentro de si e o que guardam lá dentro. Os alunos foram, assim, capazes de trabalhar a sua expressividade e explorar as diferentes emoções que, por vezes, nos percorrem o corpo. Recebemos ainda a visita do grupo “Aqui Há Gato”, que nos apresentou a obra de uma forma tão bonita e sentida. No auditório do Colégio Campo de Flores, abriram-se tantas gavetas! A do amor, a da preguiça, a da alegria, a da inveja,... Mas a do ódio ficou bem fechadinha! Em sala de aula, realizaram-se diversas atividades com o objetivo de ajudar as crianças a conhecerem-se melhor e a dar um nome aos diferentes sentimentos que experienciam. Tivemos, também, a colaboração da professora Daniela Marto, que elaborou um áudio de mindfulness (QR Code), inspirado n'O Pássaro da Alma, que fez os alunos viajarem num mundo recheado de emoções. Os meninos começaram, assim, a ouvir o seu Pássaro da Alma com muita atenção, pois ele vive em nós, é único e está juntinho ao coração! Professoras do 2.º ano

O que é para ti a alma? «A alma é uma coisa que nos aconchega. É fofinha e está cheia de felicidade!» (Teresa Martins)

Vamos falar de sentimentos! a) Quando te sentes zangado/a? «Sinto-me zangada quando a minha irmã implica comigo.» (Mariana Rodrigues)

«A alma é como nuvens que nos dizem como estão os nossos sentimentos. Quando se clica nas nuvens, os sentimentos vão para as pessoas.» (Leonor Gonçalves)

b) Quando te sentes triste? «Sinto-me triste quando magoo os meus pais.» (Diana Costa)

«A alma é a minha maneira de ser.» (Maria Penha) «A alma é aquilo que eu sinto.» (Guilherme Beleza)

«Sinto-me triste quando me batem.» (Santiago Pádua)

O que podes fazer para alguém se sentir melhor? «Devo pedir desculpa, reconhecer que errei e pensar como agir numa próxima vez.» (Matilde Ressurreição) «Se magoar alguém, devo pedir desculpa e não repetir o mesmo erro.» (Mafalda Galrito)

c) Quando te sentes contente? «Sinto-me muito contente quando brinco com os meus amigos.» (Catarina Silva) SEMENTINHA ANO XXII | março a julho de 2022

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PONTO DE CHEGADA

PASSEIOS DE FINAL DE ANO No dia 21 de junho, o 1.º Ano foi ao Badoca Park. A excitação foi imensa, desde a ida até ao regresso, as atividades foram muito divertidas: assistimos aos espetáculos dos répteis e das aves, fizemos um Safari pelo parque, assistimos à alimentação dos Lémures e a uma apresentação sobre o habitat e características dos diversos animais. Foi um dia cheio de emoção, convívio e partilha, onde reinou a alegria ! Professoras do 1.º Ano

O QUE É A SOLIDÃO ? No livro O peixe Arco-Íris, a personagem principal tinha as escamas mais bonitas e coloridas, no entanto estava sozinho e triste. A partir deste acontecimento da história, os alunos do 1.º Ano expressaram-se através do desenho sobre o que era para si a Solidão. O tema foi explorado oralmente no anfiteatro do pinhal, onde cada aluno falou do que sentia. Muitas emoções foram trabalhadas nesta atividade e todos perceberam que também existem sentimentos menos bons que fazem parte da vida. Professoras do 1.º Ano

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ENTREGA DE DIPLOMAS DE LEITURA No dia 22 de junho, os alunos do 1.º ano foram reconhecidos pelo seu trabalho e empenho na leitura, ao longo deste ano letivo. Foi-lhes entregue o Diploma de Leitura, o qual foi recebido com distinção e muita alegria. Todos ficaram felizes, por este momento cheio de emoção. As professoras não poderiam estar mais orgulhosas dos seus alunos!!! Parabéns, 1.º Ano!! Professoras do 1.º Ano

41.ª CAMPANHA DO BANCO ALIMENTAR Depois de termos estado, dois anos, afastados das campanhas do Banco Alimentar, por causa da Pandemia, no passado mês de maio, voltámos a dinamizar a campanha, num dos Minipreços de Almada. Os voluntários foram alguns alunos do 9.º e 10.º anos, a quem agradecemos a disponibilidade, o contributo para que conseguíssemos juntar 340kg de alimentos, a gentileza no trato com as pessoas que connosco se cruzaram, os sorrisos e a alegria de dar de si! Cláudia Luís - Coordenadora do Programa de Solidariedade

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A Feira do Livro em 2.ª Mão, organizada pelo Departamento de Português e que contou com a nossa colaboração, foi uma experiência bastante diferente daquilo a que estávamos acostumadas. Ao ajudar a organizar este evento, vivemos algumas inseguranças e preocupações: “Será que vamos conseguir angariar uma boa quantia de dinheiro?”, “E se as pessoas não gostarem dos livros?”, “Será que haverá muita gente interessada?”, entre outras. Todas estas perguntas tiveram uma resposta, surpreendendo-nos pela positiva. Claro que, para além de todas estas inseguranças, tivemos de superar alguns desafios. O primeiro de todos foi a arrumação dos livros para exposição. Como as doações superaram as nossas expectativas, tivemos de ser criativas ao arranjar espaço para expor todos os livros, tendo utilizado como solução cadeiras em frente às mesas, onde colocámos mais livros e conseguimos manter uma maior distância para controlo de venda. Para nós, outro grande desafio foram os horários de exposição, pois praticamente todas as pessoas vinham ao mesmo tempo, o que criava um aglomerado de clientes. Neste caso, a solução consistiu num maior número de voluntários e numa maior eficiência de trabalho. Salvo os desafios, também tivemos grandes momentos de felicidade pura, especialmente quando víamos o brilho nos olhos de algumas crianças a comprar os livros, sentindo que estávamos realmente a fazer a diferença na experiência daquela pessoa em relação à leitura. Em suma, houve uma grande adesão tanto na questão das doações, como na compra dos livros. Logo, na nossa opinião, deveria ser algo a repetir, podendo a organização desde já voltar a contar connosco. Joana Barros e Helena Tavira - 12.º ano

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NOTA DO DEPARTAMENT PORTUGUÊS

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PONTO DE CHEGADA TEATRO DE FANTOCHES Durante o meses de maio e junho, os alunos do 3.º ano apresentaram, para os Encarregados de Educação, o projeto teatral: “Teatro de Fantoches”, inspirado por vários autores e textos onde foram abordados temas variados como o respeito pela diferença, a valorização das emoções, a amizade, a cooperação, a liberdade, a responsabilidade, entre outros. Este projeto foi desenvolvido pela disciplina de Expressão Dramática, onde os alunos trabalharam a expressão vocal, a interpretação do texto e a técnica de manipulação de fantoches, em parceria com Expressão Musical, na aprendizagem das músicas cantadas ao longo do espetáculo, e Expressão Plástica, onde os alunos criaram o fantoche da sua personagem. Esta articulação do projeto teatral com outras áreas das Expressões, permitiu que os alunos se envolvessem no projeto de uma forma mais ampla e desenvolveu uma visão global da prática teatral. No dia 1 de junho, a propósito da celebração do Dia da Criança, os alunos apresentaram com orgulho, a sua peça de teatro aos colegas dos 5 anos e do 1.º Ciclo. A exigente audiência adorou o presente teatral, neste dia tão especial! Embora as vozes estivessem previamente gravadas e os alunos não passassem pela exposição pública, tal não evitou que os nervos invadissem os bastidores, revelando o seu empenho em querer fazer um bom trabalho. E fizeram. Estão todos de parabéns! Ana Marta Santos - Professora de Expressão Dramática

“Foi uma experiência boa. Gostei de apresentar o teatro. Fiquei nervoso, quando apresentamos para os pais e gostei muito da história que apresentei: "Desculpa, por acaso és uma Bruxa?" Depois da apresentação percebi que estar nervoso até é bom, porque sentimos que temos de estar com mais atenção no teatro para que tudo corra bem.” Manuel Alves - 3.ºA “Eu senti-me nervosa e ansiosa e, quando começou o espetáculo, parece que foi mais fácil do que no ensaio. Valeu a pena trabalhar bastante nas três disciplinas: Expressão Dramática, Plástica e Musical. No fim, quando terminámos e cantámos a música à frente do público, senti-me bastante envergonhada.” Sofia Barroso - 3.ºB “Gostei muito da experiência. Quando estávamos a escrever a história, conseguimos entender-nos e não discutir. Antes tinha vergonha de falar em público, mas agora sinto-me muito mais confiante.” Helena Carvalho - 3.ºC “Estar no palco foi muito emocionante e a minha parte favorita foi quando tinha de mexer a boca do fantoche para ele falar.” Maria Martins - 3.ºD

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PONTO DE CHEGADA

UM DIA ESPECIAL No nosso Colégio, todos os dias são da criança, mas o dia 1 de junho é especial! É o dia em que recordamos que temos direitos e deveres e que lembramos a sorte que temos em poder festejar juntos e felizes, com amigos e família. Nesta 4ª feira especial, a entrada do Colégio encheuse de balões e nós viemos vestidos com a roupa com que nos sentíamos mais felizes. Participámos num animado festival de música e dança, onde cantámos e nos divertimos, e brincámos muito com os amigos. Ao longo dia, houve várias atividades: aprendemos a andar de andas, assistimos a um teatro de fantoches realizado pelos colegas do 3.º ano, fizemos tarde de cinema e brincámos com moinhos de vento e papagaios de papel. Foi um dia muito especial, que ficará na nossa memória. É tão bom ser criança! Coordenadora e Educadoras do Pré-Escolar

GOSTO DELES PORQUE SIM A Margarida tem 8 anos e é a personagem do livro Gosto deles porque sim, de Lara Xavier. Esta foi a obra selecionada para ser explorada, ao longo do ano letivo. Os amigos da Margarida são todos diferentes, mas ela gosta de cada um por qualquer coisa especial. Brincam juntos e, às vezes, também se zangam. Neste livro de pequenos contos, a ação desenvolve-se em torno de valores representados através de situações vividas pelos colegas da Margarida. A partilha, a amizade, a obediência, o respeito, a honestidade, a coragem e a perseverança são alguns dos valores que promoveram nos alunos do 3.º ano o pensamento crítico, através de debates com desempenho de papéis, acrósticos com algumas palavras selecionadas pelos alunos e a reflexão sobre acontecimentos que podem ser vividos por qualquer um de nós. Alunos do 3.º ano

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PONTO DE CHEGADA “AJUDA DE BERÇO” – MAIS UMA RECOLHA SOLIDÁRIA Mais uma vez, a minha turma, o 9.ºC, tomou a iniciativa de realizar um projeto solidário, porém, desta vez, foi para ajudar mães e crianças. Desta forma, ao invés de pedirmos alimentos, como fizemos no semestre anterior, pedimos a solidariedade de toda a comunidade educativa para a doação de fraldas e toalhetes. Apesar de uma causa diferente, mantivemos o nosso foco e metodologia: começámos pela realização de cartazes alusivos à nossa ação solidária, divulgámos a nossa intenção nas diversas salas e, finalmente, desdobrámo-nos na recolha dos bens pedidos. Foi gratificante saber que as turmas, mais uma vez, nos ouviram (mesmo já sendo nos últimos dias de aulas) e ajudaram quem mais precisava, mostrando que este tipo de instituições pode contar com o nosso Colégio! Foi também gratificante saber que, com o meu pequeno contributo, terá sido possível dar um pouco mais de felicidade e alento às mães e crianças a quem a “Ajuda de Berço” dá apoio. Esperamos ainda que o Colégio mantenha estas iniciativas deveras importantes para o dia a dia daqueles que, tendo menos sorte, são seres humanos que realmente necessitam de um pouco de atenção, de ajuda, para que não se sintam injustiçados e possam ter uma vida mais digna. Matilde Figueiredo - 9.ºC

AGRADECIMENTO - “AJUDA DE BERÇO” Caros Amigos do Colégio Campo de Flores, Vimos agradecer o donativo que nos fizeram chegar de bens que tão importantes são para a nossa causa. Obrigada por connosco abraçarem esta Missão a que nos propusemos desde 1998, só assim é possível, com o apoio de todos os amigos que acreditam no nosso trabalho e que nos apoiam nesta caminhada, dar mais e melhor para que as crianças por nós acolhidas, possam ter um futuro mais digno, com mais qualidade e segurança. Em nome destas crianças, da Direção da Ajuda de Berço e de todos os que connosco trabalham, muito obrigada por fazerem a diferença na vida destes bebés e crianças! A Joana, o Pedro, o João, a Teresa, a Beatriz, o Bruno, o Fábio, o Henrique, o Joel, a Ana, a Vera, o Gerson, o Rodrigo, o Francisco, a Janice, a Keila, a Fabiana, o Paulo, a Karen, a Melissa, a Clara, a Laura, o Daniel, o David, a Paula, o José, o Bruno, a Catarina, a Samanta, a Rafaela, o Rafael, o João, a Janira, a Bela, o Roberto, o Cristiano, o Jorge, o Tiago, e a Inês, agradecem!

“No final deste ano letivo, nós, alguns alunos do 9.ºC, decidimos criar uma iniciativa, em parceria com a instituição “Ajuda de Berço”, de recolha de fraldas e toalhetes para crianças que merecem e precisam de um futuro digno. O resultado desta iniciativa não podia ter sido melhor, graças a todas as famílias dos nossos alunos que contribuíram não só para a felicidade, mas também para o conforto destas crianças, que ainda nem um “obrigado” conseguem dizer. Tal como disse Platão: “O primeiro passo para mover o mundo, é mover-se a si mesmo”. Foi precisamente isso que, em conjunto, fizemos. Isto é uma razão para nos sentirmos orgulhosos! OBRIGADO! Duarte Ribeiro - 9.ºC

Com os melhores cumprimentos, Cláudia Pereira Serviços Administrativos

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MASCAL'22 O Clube de Radiocomunicações e Proteção Civil do Colégio Campo de Flores proporcionou aos alunos a possibilidade de participar enquanto figurantes/atores no exercício "Mascal'22". A realização deste exercício visou criar condições para testar o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, permitindo avaliar diferentes valências ao nível da resposta operacional, com vista à melhoria da capacidade de resposta conjunta e integrada a situações de emergências de maior complexidade. Alunos, professores e encarregados de educação interpretaram papéis no âmbito de um aviso meteorológico vermelho, emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o qual previa a aproximação de um furacão ao território continental português. Os cenários foram diversos, sendo que colaborámos no cenário B, C, D e E. O cenário B decorreu no cais Galo, em Porto Brandão, e tratou-se da simulação de um incêndio e acidente de embarcação a bordo de um cacilheiro. No cenário C, imaginou-se a existência de uma fuga na trasfega de gás, tendo sucedido um incêndio na Indústria Seveso (Repsol). No cenário D, simulou-se a busca e resgate em grandes áreas, seguida de acidente na Falésia. No cenário E, o exercício incidiu no acidente de um

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autocarro que teve início no final da tarde e se prolongou noite dentro. Este cenário teve lugar no parque de estacionamento SCMA, no Pragal. Os cenários foram muito realistas, envolvendo caracterização e efeitos especiais típicos de uma situação catastrófica. O papel dos figurantes/atores foi fundamental, tendo-se registado situações de ansiedade, escoriações, fraturas expostas e deformidades! Clube de Radiocomunicações e Proteção Civil CCF


PONTO DE CHEGADA “No dia 18 de junho, tivemos a possibilidade de participar no Exercício de Proteção Civil MASCAL'22, a convite do Serviço Municipal de Proteção Civil de Almada. Deslocámo-nos desde o centro de operações da Proteção Civil de Almada até ao parque industrial Seveso da Repsol, na Banática, onde ocorreu o segundo cenário. Este envolvia um aviso meteorológico vermelho, emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, que previa a aproximação de um furacão ao território continental português. Tínhamos como papel desempenhar a figura de pescadores amadores que foram afetados por gases nocivos provenientes daquela indústria (REPSOL) e também por um desastre numa fábrica local. A maioria dos sintomas, simulados por nós, foi tosse, náuseas e prurido (irritação na pele e olhos). Fomos assistidos pelos bombeiros (preencheram uma ficha que especificava a condição de cada um) e, mais tarde, fomos transportados numa ambulância até ao RAC (Regimento de Artilharia de Costa), onde estava situado um hospital de campanha. Neste, mediram-nos a tensão e cuidaram daqueles que tinham problemas mais graves. Os próprios profissionais no local criaram situações fictícias, como por exemplo ataques asmáticos por parte das vítimas, o que foi bastante importante para acrescentar verosimilhança ao cenário de catástrofe e para treinar alguns voluntários desta experiência. A participação nesta atividade foi muito enriquecedora uma vez que nos mostrou todo o processo, trabalho e organização que existe neste tipo de situações”. André Silva, Daniel Peres, Miguel Gonçalves, Raquel Costa e Tiago Hora - 12.º ano “Poder estar presente em dois cenários do Exercício MASCAL'22 foi uma experiência muito enriquecedora devido ao facto de me ajudar a perceber como trabalham diferentes entidades em situações de emergência”. Miguel Gonçalves - 12.º ano “O exercício MASCAL'22 foi bastante importante para a preparação das unidades de emergência como, por exemplo, Proteção Civil, GNR, PSP, Corporações de Bombeiros, entre outros agentes de proteção civil. Ao ter participado em dois cenários, um que consistia numa busca e salvamento e outro em que teria ocorrido um acidente com um autocarro, acredito que podemos sempre contar com estas unidades de emergência, pois estarão sempre disponíveis para nós”. Leonardo Grilo - 10.º ano “Participar no MASCAL'22 foi um exercício importante para testar a capacidade de resposta e de articulação da Proteção Civil com diversas entidades em situações de calamidade. Além disso, foi muito útil treinar procedimentos de ação em caso de emergência. Sentimo-nos mais seguros se conseguirmos reagir conscientemente, sem nos deixarmos avassalar pelo pânico, face ao perigo”. José Fernandes e Sandra Gago - professores membros do Clube de Radiocomunicações e Proteção Civil CCF

O 4.º ANO VIAJA ATÉ À LUA! Os alunos do 4.º ano, no dia 20 de maio, tiveram oportunidade de realizar uma visita de estudo ao Planetário, em Lisboa, no âmbito da disciplina de Estudo do Meio. Nesse sentido, puderam usufruir de uma “visita guiada” pelo espaço, intitulada de “Heróis e Berlindes no Céu!”, onde foram convidados a observar as estrelas e a conhecer com mais detalhe cada astro no nosso Sistema Solar. Nesta viagem guiada, viajaram até ao Sol e à Lua e conheceram todo o nosso Sistema Solar de uma forma mais interativa e dinâmica. Como este foi um dos conteúdos de Estudo do Meio mais aguardado pelos alunos, esta visita de estudo foi recheada de entusiasmo e alguma ansiedade. Todos, alunos e docentes, se divertiram a imaginar como seria viajar até à Lua! Carla Sousa, Susana Gomes, Moisés Couto e Susana Formigo - Professores do 4.º ano

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AUDIÇÕES E CONCERTO ACÚSTICO CCF Audições Musicais

Concerto Acústico

Durante o mês de junho, foram dinamizadas as audições de Guitarra, Bateria, Órgão e Violino. Foram excelentes momentos em que os alunos inscritos nas atividades referidas, interpretaram peças de diferentes estilos, épocas e compositores. Apesar de algum nervosismo, os alunos demonstraram o seu talento e encantaram o público presente com as suas performances! A apresentação em público complementa a aprendizagem e gera a sensação de bem-estar: nada melhor do que partilhar a música com uma audiência, é uma das maiores recompensas da prática, esforço, persistência, estudo e trabalho. Acreditamos também que um dos grandes objetivos das audições é o facto do aluno, perante o desafio da apresentação pública, dedicar mais tempo ao estudo, sendo benéfico para o seu progresso e desenvolvimento, superando por vezes as suas dificuldades técnicas. Muitas vezes, o progresso alcançado no estudo de uma peça para determinada audição é maior do que o de vários meses de estudo normal. A aprendizagem de um instrumento musical é um desafio. É um processo que requer não só o gosto pela música, como a dedicação, a persistência e a prática regular; tempo e continuidade. As vantagens são inúmeras e nunca é tarde para começar a aprender!

O Concerto Acústico é um projeto dinamizado pelos professores das atividades extracurriculares de Guitarra, Órgão, Violino e Bateria e tem como objetivo promover a prática musical de conjunto, permitindo assim desenvolver as competências inerentes à aprendizagem da música: a coordenação motora, a memorização, a concentração, a destreza, a sensibilidade e a criatividade. Este trabalho de conjunto fomenta ainda o espírito de equipa e a socialização e promove a autonomia, a responsabilidade e a cooperação. A última edição do Acústico, que se realizou no dia 24 de junho, contou com cerca de 60 intérpretes, de entre os quais, um coro de alunos do 3.º ano, alunos das atividades acima referidas com idades compreendidas entre os 8 e os 18 anos, e vários colaboradores do Colégio. Foi um grande momento, no qual foi possível verificar o talento e o progresso dos nossos jovens, deixando muito orgulhosos, Pais, professores envolvidos e a Direção do Colégio.

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Bruno Simão, Carlos Falcão e Sandra Martins - Professores de Atividades Extracurriculares Musicais


“Acho que o Acústico é uma experiência muito boa, pois leva os alunos a fazerem aquilo de que gostam: cantar ou tocar! O Acústico une os alunos e os professores e origina novas amizades.” Clara Lage - 7.º ano “Eu gostei do Acústico, acho que a organização foi melhorada e o tempo definitivamente está bom assim, menos necessidade de ensaios, menos necessidade de espera para os pais que apenas foram ver os filhos a tocar uma ou duas músicas! Acho que assim está excelente, toda a gente tem o seu momento de brilhar e mesmo que seja só um, não é abafado pelos outros que tenham o dobro dos momentos. Assim sim, o concerto está bom e a dinâmica das congas, por exemplo, também ficou muito boa, espero que continue tudo assim.” Rodrigo Martins - 9.º ano “Foi um dos melhores concertos acústicos em que eu já participei, não só pelo ótimo esforço e performance de nós, músicos, mas por ser o meu último ano, sendo aluno do Colégio, a participar num concerto acústico. Obrigado por tudo!” Guilherme Santos - 12.º ano "Gostei muito do concerto acústico, ao início estava muito nervosa, mas como adoro cantar, os nervos foram desaparecendo. Na primeira canção, estava um bocado insegura, mas na segunda que cantei já estava mais habituada ao público e diverti-me mais. A banda tocou muito bem e, no geral, achei que o público gostou muito e se divertiu. Adoraria participar nos próximos concertos acústicos.” Beatriz Silva - 8.º ano "Foi uma experiência interessante poder trabalhar em conjunto com os meus colegas, o que com o esforço de todos originou um espetáculo muito bonito e, acima de tudo, rico em muitos géneros musicais diferentes.” Daniel Peres - 12.º ano “Todos os anos, uma experiência incrível que nos surpreende a todos! Além de fomentar o espírito de equipa, faz-nos crescer como artistas e como pessoas. E este ano voltou a não desiludir, tendo sido a noite incrível que foi!” Miguel Matos - 9.º ano "É sempre um privilégio ser convidada para participar no Concerto Acústico do Colégio. É um momento muito especial, pois para este acontecer é preciso muito esforço e dedicação. Este ano, tive o prazer de cantar e também de apresentar, algo que nunca tinha feito antes. Obrigada, Colégio, por me proporcionares algo tão gratificante.” Madalena Fradique - 11.º ano

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PASSEIO DE FINAL DE ANO DA PRÉ 1, 2,3… fomos felizes juntos, outra vez! Depois de um ano letivo de muitas aprendizagens, descobertas e brincadeira, chegou o momento de celebrar as nossas conquistas. No dia 28 de junho, viajámos até Palmela, ao Lagus Campo e Aventura. Para todos os grupos, esta foi a primeira aventura fora do Colégio e, por isso, estávamos todos muito expectantes e entusiasmados por participar em novos desafios. Fomos recebidos por uma equipa de monitores muito simpática, que nos acompanhou nas atividades. Neste dia, a animação foi uma constante e que bom foi sentir a alegria de estarmos juntos. Participámos em brincadeiras muito divertidas. Dançámos, pulámos nos insufláveis, visitámos uma quinta pedagógica, fizemos uma caça ao tesouro, fomos à piscina e até experimentámos o arborismo. Fomos tão corajosos! Entre amigos, partilhámos um piquenique delicioso! Despedimo-nos de mais um ano, com muita amizade e diversão! Foi um dia muito feliz! Coordenadora e Educadoras do Pré-Escolar

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O 3.º ANO FOI AO BADOCA SAFARI PARK O 3.º ano chega ao fim e o momento é de celebração. O Badoca Safari Park foi o espaço escolhido para o nosso passeio de final de ano. Por lá, vivemos experiências e aventuras que ficarão durante muito tempo nas nossas memórias. Chegados ao parque, fomos de imediato ver uma apresentação de lémures, oriundos de Madagáscar. São animais em vias de extinção, amorosos, rápidos que, quando se sentem ameaçados pelos seus predadores, unem-se todos, formam uma enorme bola de pelo e cobrem-se com as caudas para criarem a ilusão de que são um bicho assustador. Seguimos, ainda antes do almoço, para um incrível safari. Vimos girafas, zebras, búfalos e outros tantos animais selvagens, mas simpáticos à aproximação dos humanos. O guia esclareceu algumas das nossas curiosidades com explicações sobre cada espécie que passava por nós. Após a pausa do almoço, vimos uma apresentação de aves de rapina. Águias, mochos, abutres ou uma cegonha africana são algumas das estrelas deste espetáculo. Os treinadores partilharam connosco as suas principais características e comportamentos de acordo com os habitats de cada um. É extraordinária a inteligência e astúcia destes animais. Por último, tínhamos uma aventura de rafting africano à nossa espera. Trata-se de barcos pneumáticos que navegam num percurso de 500 metros de águas turbulentas durante, aproximadamente, dez minutos de gargalhadas, muitos salpicos e emoções fortes. Que dia fantástico! Alunos do 3.º ano

“A visita ao Badoca foi muito divertida, porque pude ver animais que nunca tinha visto antes.” Luís Veiga - 3.ºA “A nossa visita ao Badoca Park fez com que pudéssemos conviver todos e fazer atividades diferentes. Diverti-me muito!” Maria Fortunato - 3.ºA “O que mais gostei foi de participar no safari e no rafting. Também gostei de aprender curiosidades sobre animais.” Manuel Pedrosa - 3.ºA “Gostei muito de ver pessoalmente animais que só tinha visto na televisão.” Sofia Estevão - 3.ºB “O rafting foi muito divertido. Fiquei toda molhada!” Inês Amaral - 3.ºB “Tivemos muita sorte por termos tido um dia diferente, para estarmos com os colegas fora da escola a aprender e a brincar.” Alice Campaniço - 3.ºB “Gostei muito do Badoca Park, porque conheci muitas espécies de animais e a experiência de estar com a minha turma foi excelente.” Clara Queluz - 3.°C “Gostei muito do parque e foi excelente conhecer espécies de animais que não conhecia.” Manuel Araújo - 3.°C “O Badoca Park é uma animação, ver o funcionamento de tudo já é uma experiência incrível, e ainda ver um mar de animais no seu habitat natural já supera todas as expectativas.” Matilde Silva - 3.°C “Foi uma excelente oportunidade para estar bem pertinho de animais selvagens. Tive um dia incrível!” João Gonçalves - 3.ºD “No rafting tive um bocadinho de medo misturado com entusiasmo por experimentar uma coisa nova.” Matilde Fonseca - 3.ºD “Tive um búfalo a cheirar as minhas pernas! Que medo!” Clara Pinheiro - 3.º D

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4.º ANO NA QUINTA DA ESCOLA - ALVADOS Os alunos do 4.º ano, nos dias 14 e 15 de junho, seguiram rumo à Quinta da Escola, em Alvados, para o seu passeio de finalistas, preparados para uma grande aventura. Nestes dias, o entusiasmo tomou conta de todos os alunos, professores e vigilantes. A emoção de voltarmos a estar juntos, após dois anos de pandemia, foi muito grande. Os alunos puderam voltar a usufruir de atividades ao ar livre, tais como: escalada, slide, arborismo, trampolins, futebol, matraquilhos humanos e piscina. A noite temática "Desporto" foi surpreendente, onde os alunos, divididos em grupos, puderam dar asas à sua criatividade. Criaram divertidas coreografias, divertindo-se e animando o público. A noite culminou com o famoso e assustador passeio noturno, no qual docentes, vigilantes e equipa de monitores interpretaram um papel diferente do dia a dia. Felizes, mas, muito cansados, os alunos foram para os seus quartos recuperar energias para o dia seguinte. O regresso foi tranquilo e era visível no rosto dos alunos a alegria de momentos bem passados. Carla Sousa, Susana Gomes, Moisés Couto e Susana Formigo - Professores do 4.º ano

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DIAS FANTÁSTICOS DO 5.º ANO No passado mês de maio, os alunos do 5.º ano realizaram o seu passeio anual de fim de ano letivo. No dia 13 de maio, pela manhã, partiram entusiasmados em direção ao Dino Parque, na Lourinhã, onde em grupos e realizando diferentes atividades ao ar livre e com fósseis, tiveram a oportunidade de descobrir o mundo jurássico. Após um almoço volante, rumaram ao campo de férias “Tempo de Aventura”, no Cadaval. Depois de chegarem e se instalarem, envolveram-se em animadas atividades lúdico-desportivas na quinta, o que incluiu canoagem, escalada e belos banhos na piscina, sob um caloroso sol de primavera. Já ao anoitecer, alunos e professores prepararamse a preceito para o jantar temático das “Mil e uma noites” e, posteriormente, cada equipa deu o seu melhor na apresentação das suas provas, pondo em evidência a sua criatividade e presenteando a plateia com um fantástico espetáculo artístico. O dia terminou com o desafio da prova noturna, onde alguns alunos superaram os seus medos e foram ao encontro do desconhecido. Foi uma prova tão desafiante e envolvente, que até os javalis dos campos do Cadaval perderam o temor e se aproximaram dos pequenos grandes humanos da quinta, os alunos do Colégio Campo de Flores! É certo que não foram avistados, mas foram ouvidos. Ou seriam fruto do medo, qual Gigante Adamastor? A dúvida persistirá... Na manhã seguinte, houve tempo para mais jogos

e para arrumar os quartos, que depois do almoço seriam inspecionados. Por fim, realizou-se a viagem de regresso, que contou com uma paragem numa estação de serviço para todos os aventureiros se deliciarem com um gelado à sua escolha. A cereja no topo do bolo! Ao longo de dois dias fantásticos, os alunos do 5.ºano desenvolveram a autonomia e o espírito crítico, assim como a cooperação e o espírito de equipa. Foram, sem dúvida, dias inolvidáveis de desafios, de convívio, de superação, de entreajuda e de estreitar laços de afetos entre todos. Cristina Miguel - Diretora de Turma do 5.ºA

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PONTO DE CHEGADA

PASSEIO CADAVAL - 6.º ANO Foi na manhã do dia 26 de maio que vimos os alunos de 6º ano chegarem com as suas grandes malas. Nestas malas, para além de roupa e objetos pessoais, encontrávamos grandes expectativas já que seria o primeiro passeio das suas vidas! Tudo começou algumas semanas antes. Cada turma foi dividida em duas equipas, cada equipa escolheu o seu nome e logotipo e iniciaram os ensaios para as provas livres. Por estes dias, apenas uma coisa interessava: O PASSEIO! A partida realizou-se com imensa excitação e alegria! Os pais despediam-se já com saudades, mas os alunos só pensavam no quanto se iriam divertir em conjunto. A primeira aventura foi no Dino Parque. De provas na mão, com alguma dedicação e criatividade, lá foram preenchendo o questionário entregue, explorando este espaço no coração da Lourinhã. Mas a vontade de chegar ao Campo de Aventura era gigante! Cada vez mais próximos, brindados com um sol quente e reconfortante, avistávamos o grande grupo de monitores que nos esperava. O desejo era mergulhar na piscina e iniciar as provas que estavam preparadas para nós! Este dia terminou da melhor forma possível, com a tão esperada prova noturna que, apesar do que se possa sempre dizer agora, deu realmente para assustar até os alunos mais corajosos. E foi assim que se seguiram os dias, com provas divertidas e desafiantes, mergulhos refrescantes e brincadeiras na água, convívio entre alunos e professores e muita dança e animação. Mas, antes de terminar esta aventura, não podemos deixar de referir o jantar temático, realizado na última noite de convívio, e da superação que cada equipa demonstrou na apresentação das provas livres, que espelharam criatividade e união. Olhando para trás e pensando na experiência passada, podemos dizer que foram dias felizes, de partilha, de brincadeira, de muita animação, mas também cansaço e até algumas birras. Não poderíamos ter um grupo de alunos e professores mais especial do que este! Diretores de Turma do 6.º ano

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«No 6.º ano, tive muitas dificuldades, mas também momentos em que estive muito feliz. O passeio de ano foi um desses momentos em que me senti mesmo muito feliz, para além de ter atividades divertidas e de estar rodeada de pessoas que eu gosto. Também acho que precisamos de ficar um pouco mais longe da nossa zona de conforto. Gostei muito!» Madalena Pereira - 6.º D «O passeio de 6.º ano, este ano, foi espetacular! Fomos ao Cadaval e divertimo-nos imenso. Foi uma experiência completamente diferente. Quero muito para o ano ter mais passeios.» Mariana Castro - 6.º D


PONTO DE CHEGADA

PASSEIO DE 7.ºANO - TOMAR Nos passados dias 12, 13 e 14 de maio, realizou-se o passeio anual de 7.º Ano. Após uma interrupção prolongada devido à Pandemia, finalmente voltou um dos momentos mais importantes do ano letivo… Momentos de diversão, cooperação e superação finalmente estão de volta. Tudo começou no Colégio, no meio de agitação e algum nervosismo. O nosso primeiro destino foi a praia do Penedo Furado, onde juntos fizemos uma caminhada, debaixo de um sol esplêndido com muitas subidas e descidas, onde a paisagem envolvente se misturava com um sentimento de alegria. Após a superação deste desafio, nada melhor do que um banho nas águas límpidas e cristalinas da praia fluvial do Penedo Furado, onde todos nos divertimos e comemos. O nosso destino seguinte foi a Quinta dos Ganados, próxima de Tomar. Nesta quinta, realizámos durante três dias várias atividades desportivas, nomeadamente, slide, escalada, canoagem, laser tag, prova de orientação e uns refrescantes mergulhos na piscina, que ajudaram a recuperar forças. No início de todas as refeições, levantámos a colher e cantámos, antes de começar a comer. As nossas vozes uniram-se como uma só, na esperança dos nossos pais as ouvirem, objetivo que, se não foi conseguido, ficou muito próximo. A prova noturna consistia em superar medos e promover o espírito de equipa, uma vez que com apenas uma lanterna, tivemos de percorrer um bosque e ir completando etapas, sempre com a companhia de burros. Estes animais foram uma companhia dócil e afável. Após estes dias fantásticos, regressámos exaustos, mas felizes! Diretores de Turma 7.º Ano

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PASSEIO DE 8.º ANO - ÓBIDOS Nos dias 12, 13 e 14 de março, realizámos a nossa viagem de final de ano a Olho Marinho, Óbidos. Às 9h do dia 12, já estávamos no Colégio, carregados de malas, mochilas, entusiasmo e alegria. Foi numa grande animação que entrámos nos autocarros e rumámos ao Campo Aventura. Chegámos por volta das 11h e fomos logo recebidos pelos simpáticos monitores, que nos acompanharam nestes dias. Ao chegarmos, fizemos uma atividade de exploração e reconhecimento do espaço, com a ajuda de um mapa. Almoçámos e fizemos algumas atividades, tais como slide, escalada e canoagem, e também alguns desafios nos quais precisávamos de colaborar uns com os outros, para termos sucesso na sua realização. Fomos à piscina, lanchámos e fomos trocar de roupa. Jantámos, fizemos laser tag e experimentámos a emoção de estar à volta duma fogueira, a cantar e a fazer jogos. Antes de irmos dormir, ainda “abrimos” uma piñata! Dia 13, acordámos cedo para mais um dia de atividades. Fomos tomar o pequeno-almoço e fizemos algumas atividades, como a mina. Almoçámos e, algum tempo depois fomos à piscina, tendo o privilégio e a alegria de estar numa segunda “piscina” cheia de espuma. Depois da piscina, preparámo-nos para o jantar temático “Glow Party” e para a discoteca. No dia 14, acordámos, ainda cansados e moídos de tanta agitação. Depois do pequeno-almoço, arrumámos as nossas malas, sentindo já o peso do final daqueles dias maravilhosos. Fizemos algumas atividades colaborativas e uma outra muito emocionante, uma espécie de queda livre. Almoçámos e aproveitámos as últimas horas na quinta. Por volta das 16h, despedimo-nos dos monitores e daquele lugar tão especial, onde passámos momentos inesquecíveis. Esta viagem foi incrível e guardo-a num lugar especial do meu coração. Tem um sabor ainda mais especial devido aos dois anos de pandemia que nos privaram destes momentos tão importantes da nossa vida, que criam tão boas memórias e que nos fazem tão, mas tão felizes! Ema Piñeiro – 8ºB

«Eu achei que foi um sítio que continha atividades diferentes do normal e que nos conseguiram manter entretidos, durante todos os dias noites; a minha atividade preferida foi a “Old Mine”, pois foi algo diferente do normal, sendo que tínhamos de rastejar pelo subsolo.» João Pinto - 8.ºA

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PONTO DE CHEGADA

9.º ANO: VIAGEM DE FINALISTAS A PARIS Depois de um 7.º e 8.º anos em que as viagens de final de ano não se realizaram, devido à situação pandémica, pudemos concretizar a viagem de finalistas do 9.º ano. Durante meses, vendemos rifas, organizámos bailes e fizemos de tudo para garantir que conseguíamos ter a nossa viagem e que nada nos ia tirar mais um momento destes. E assim foi! No dia 8 de abril, estávamos no aeroporto, a despedirmo-nos dos pais e a despachar as malas, à espera de entrar no avião e que este nos levasse onde iríamos ficar durante os dias seguintes. Desde o momento em que aterrámos, ficámos encantados com a cidade e tivemos logo a oportunidade de a explorar, parando para almoçar na La Défense. Tal como nos outros dias, andámos de metro, o que era sempre motivo de diversão, pela nossa falta de experiência ou falta de jeito; visitámos monumentos icónicos, como o Arco do Triunfo, Notre-Dame e o Louvre; vimos jardins e praças; aprendemos um pouco mais sobre a história de edifícios e localidades com o Dr. João Rafael e percorremos muitos quilómetros, com o Prof. Vicente Pitaça sempre a relembrar-nos que tínhamos de ir mais rápido ou não íamos chegar a tempo a lado nenhum. Houve também outros momentos importantes como: a ida à Disneyland, onde tivemos o dia inteiro para andar em montanhas-russas e comprar recordações; a subida à Torre Eiffel; a viagem de barco pelo rio Sena, de onde pudemos ver a cidade com uma perspetiva diferente e os momentos passados no FIAP-Jean Monet, o alojamento onde passámos as noites a jogar às cartas, a conversar ou até a adormecer numa cadeira ou sofá. Desta viagem, não trouxemos apenas memórias de lugares, momentos com amigos ou com os professores. Trouxemos também ensinamentos e lições de vida. Cada viagem de metro, cada passeio que demos só com amigos, cada compra em que tivemos nós de falar, cada momento em que tivemos de ser responsáveis e autónomos foram os momentos que nos fizeram crescer. Quero também aproveitar para agradecer, mais uma vez, a todos os professores que experienciaram esta viagem connosco, pois foram responsáveis por muitas das memórias, nesta que foi uma das viagens mais importantes das nossas vidas e que será recordada para sempre. Catarina Punilhas, 9.ºD

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DIAS INCRÍVEIS DO 12.º ANO! Foram dias incríveis! Decidimos ir para Palma de Maiorca, não só porque era mais perto, como mais barato. Dissemos logo que o sítio pouco nos importava, desde que estivéssemos juntos. Queríamos também convidar professores, por também eles terem feito parte do nosso percurso. Apesar da vontade de levar todos connosco, só pudemos escolher duas professoras, Ana Pedro e Rita Duarte, que representaram da melhor forma todos os que nos acompanharam neste percurso académico. Fizemos bolos e vendemos rifas para angariar dinheiro. Já fazia parte da nossa rotina, e nós adorávamos. Em Palma de Maiorca, visitámos cidades, fomos à praia, conhecemos locais, saímos à noite, mas, mais importante de tudo, estivemos juntos. Éramos um grupo unido, e fortalecemos a nossa amizade. Foram dias que eu não vou esquecer e vou com muito carinho levar para sempre. Estou grata por cada segundo que passei com eles, e não mudaria nada. Bem... talvez mudasse o incidente da primeira noite: fomos roubados! Duas carteiras e um telefone! Na altura foi chato, mas hoje olhamos para trás e rimonos da situação! De resto, a viagem correu exatamente como a tínhamos planeado, talvez até melhor! Falo por todos, quando digo que foram momentos verdadeiramente especiais, que só foram possíveis devido a todos nós e ao grupo que somos! Anaís Dias - 12.º D

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A RIR E A BRINCAR, O FUTURO VAMOS ABRAÇAR! O dia 15 de Junho foi, talvez, o mais especial deste ano letivo, para os grupos dos 5 anos. Foi o dia da tão aguardada festa de finalistas e o momento de receberem os diplomas do Pré-Escolar. Os sorrisos nervosos denunciavam a alegria e o entusiasmo de receberem os pais, para este acontecimento tão importante. Foi com orgulho e satisfação que as famílias assistiram ao empenho dos nossos pequeninos, que dançaram, cantaram e animaram todos os presentes. O tema da nossa festa surgiu dos projetos trabalhados em sala, este ano letivo, e da curiosidade que despertam em nós o amanhã, as novas etapas, o Futuro. Hoje, o Mundo está sem cor e, por isso, é cada vez mais importante colori-lo, todos os dias. E ninguém sabe melhor fazê-lo do que as nossas crianças. Gostávamos que a magia de acreditar, com que as nossas crianças saem do Pré-Escolar, se mantivesse, mesmo quando já fossem adultos. Acreditar é para a vida toda. Em nós, nos outros, nos sonhos e num mundo melhor. Todos os dias escrevemos o nosso futuro. Da Pré, levam as memórias, as canções, as aprendizagens e a "varinha mágica" para continuarem a construir a sua caminhada. E vai ser tão feliz! «A rir e brincar, o futuro vamos abraçar!» Rosarinho Almeida - Coordenadora do Pré-Escolar Marta, São e Bela - Educadoras dos 5 anos Alunos dos 5 anos A, B e C


A GARRAFA MÁGICA No dia 23 de julho, pelas 21h00, decorreu nas instalações do Colégio Campo de Flores, a Festa de Finalistas dos alunos do 4.º ano, com o título A Garrafa Mágica, baseada na obra com o mesmo nome, da autora Sara Rodi. O guião, elaborado pelos professores e pelos alunos das turmas do 4.º ano, contava a história de quatro amigos preocupados com as questões ambientais que, após encontrarem uma garrafa que lhes dava o poder mágico de ouvir e falar com os animais, iniciaram uma viagem pelos mares. Nessa viagem, encontraram seres que, na vida real, são vítimas da pesca acidental, da pesca excessiva ou da poluição do mar. Todos os alunos participaram neste lindo espetáculo que juntou música, dança e arte dramática. As alunas da Dança Contemporânea e do Hip Hop abrilhantaram a festa com criativas coreografias. No final da festa, os alunos receberam os seus Diplomas, Livros de Curso e Medalhas que materializam o final do 1.º Ciclo. A célebre Queima das Fitas simbolizou a entrada no 2.º Ciclo. Sorrisos e lágrimas de felicidade ou saudade espelhavam os rostos de professores, pais e alunos, uma mistura de emoções difícil de descrever. Carla Sousa, Susana Gomes, Moisés Couto e Susana Formigo - Professores do 4.º ano

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ENTREGA DOS DIPLOMAS DO 9.º ANO Foi na tarde de 18 de junho que, felizmente com todos os meus colegas, recebi o diploma como finalista do 9.º ano. Podemos pensar que é algo simples, pois apenas fomos a uma cerimónia para nos ser entregue um diploma por termos terminado o último ano do 3.º ciclo, mas, na verdade, nunca vai deixar de ser um acontecimento marcante nas nossas vidas. Acho que falo por todos, quando digo que o 3.º ciclo não foi fácil, aliás, nenhum foi, mas este exigiu mais maturidade por parte dos alunos. Enfrentámos novos e maiores desafios (como adaptarmo-nos a uma nova turma e fazer novos amigos), mais trabalho e exigência, uma pandemia e ainda tivemos de refletir sobre o que queríamos fazer mais tarde da nossa vida, visto que, no final de tudo, era preciso tomar uma grande decisão, ainda que a mesma não defina necessariamente o nosso futuro. Com o apoio dos nossos professores e família, esta caminhada não foi tão difícil, o que tornou estes três anos de trabalho, aprendizagem e novas oportunidades mais divertidos e bem-sucedidos. Obviamente que todos tivemos os nossos momentos mais baixos, no entanto também tivemos muitos momentos altos. Por isso, naquele dia, estávamos todos presentes, para mais um grande momento, uma grande memória, uma orgulhosa vitória: juntos terminámos mais uma grande etapa das nossas vidas. Ao longo deste caminho, podemos ter caído, porém estamos de cabeça erguida, depois de nos levantarmos, prestes a começar um novo caminho: 10.º ano, aqui vamos nós! Matilde Morgado – 9.º B

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PONTO DE CHEGADA

JANTAR DE FINALISTAS DE 12.º ANO O tão esperado jantar de finalistas do 12.º ano tomou vida, no dia 9 de junho, no hotel Trip da Costa da Caparica. Logo à porta de entrada, tínhamos à nossa espera o diretor, Dr. João Rafael, e o coordenador do 3º ciclo, Engenheiro César Soares, prontos para nos congratular pela nossa caminhada que chegava ao fim. Ao subirmos o elevador para o último piso, onde decorreu o cocktail e o jantar, vimos as nossas diretoras de turma, Teresa Ribeiro, Margarida Ferreira e Ana Guerra, com um brilho nos olhos, orgulhosas por ter chegado este dia. Ao chegar à varanda encontrámos, os diretores de turma e os professores que nos acompanharam neste magnífico percurso, e, claro, os nossos colegas que, tal como nós, estavam radiantes, devido a este momento de celebração do nosso esforço. O local e a noite foram mágicos, assim como todas as raparigas com as suas roupas deslumbrantes, os rapazes com fatos à altura e o esperado momento de entrega dos diplomas. Para mim, o mais especial desta noite não foi o diploma, nem o estarmos a ser celebrados, mas sim a felicidade, orgulho e saudade que víamos nos olhos dos nossos Professores, Coordenadores e Diretor. Não esquecendo que todo este momento mágico só foi possível graças à organização das três turmas e ajuda das diretoras de turma, professores e Dr.ª Sílvia Correia, que transformaram as nossa ideias em realidade. No meio de tudo isto, fica o carinho e memórias especiais, que criamos e sentimos com o jantar excecional que tivemos. Joana Barros - 12.º C

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Crescer Saudável Sílvia Carvalho - Enfermeira do Colégio

HIGIENE DO SONO

“Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer.” Todos crescemos com este provérbio e, de facto, dormir adequadamente e ter uma boa noite de sono reparadora trazem inúmeros benefícios para a saúde. Todos vivemos de acordo com o nosso ciclo circadiano, também chamado de ritmo circadiano. Este é um relógio biológico interno com cerca de 24h, cujo hipotálamo assume o controlo e regula não só as nossas horas de sono, mas também outras funções, como a pressão sanguínea, temperatura, o apetite, níveis hormonais, entre outras. O que é o sono? É um processo fisiológico complexo, que ocorre durante uma determinada fase do nosso dia, onde são identificadas duas fases principais que se vão alternando: o sono mais lento e o sono mais rápido, conhecido como REM. Durante o sono, estas duas fases vão-se alternando entre si, sendo que num indivíduo adulto saudável por norma ocorrem 4 a 6 ciclos por noite, tendo uma duração cada ciclo de 70 a 110 min. Quantas horas devemos dormir? Não existe uma resposta com um valor certo para esta pergunta, o mais correto é dizer-se que depende. Dormir é um comportamento com características individuais, por isso varia de indivíduo para indivíduo e, à medida que vamos envelhecendo, esta necessidade também vai diminuindo. Dentro de cada faixa etária, existe sempre recomendação de um tempo mínimo e outro máximo do número de horas de sono, conforme apresentado: Recém-nascido 14h -17h 4 a 12 meses 12h -16h 1 a 2 anos 11h -14h 3 a 5 anos 10h -13h 6 a 12 anos 9h -12h 13 a 18 anos 8 -10h Adultos 7h - 9h Pessoas com mais de 65 anos7h - 8h

Estes valores, conforme referido anteriormente, são os recomendados, podendo variar conforme a pessoa. Para sabermos o número de horas de sono que se torna reparador para cada um de nós, basta analisar o nosso comportamento e verificar quanto tempo dormimos, quando estamos livres de compromissos, durante alguns dias, como nas férias. Se ao acordarmos espontaneamente, verificarmos que estamos sem sono, nos sentimos bem e que o sono foi reparador, então esse é o nosso número de horas necessário. Como a luz influencia o sono? A luz tem um papel preponderante na regulação do ciclo sono-vigília. A retina do nosso olho, ao detetar a luz solar e a quantidade que esta apresenta, envia uma mensagem ao nosso cérebro, mais concretamente a uma região específica do hipotálamo, que aciona determinadas alterações químicas e hormonais no nosso corpo. Existe uma hormona que está diretamente relacionada com o sono, a melatonina que, apesar de apresentar mais funções no nosso organismo, tem uma função promotora do sono, sendo a sua segregação bastante influenciada pela quantidade de luz solar a que somos expostos. Com o entardecer, e consequente diminuição da luz solar, a melatonina começa a ser produzida e a temperatura corporal a diminuir, o que leva a uma diminuição do nosso estado de alerta e a uma preparação para o sono. Por sua vez, pela manhã, a produção de melatonina é suspensa com a presença de luz solar, dando lugar à produção do cortisol, uma hormona que atinge o seu pico de produção pela manhã, e que nos vai fazer sentir mais alerta para começarmos um novo dia. Deste modo, a melatonina apresenta o seu pico máximo durante a noite, o que leva a que noites mais longas aumentem o seu tempo de produção e, por isso, ela apresenta um efeito de ajustar e alterar o relógio endógeno em função da quantidade de horas de luz solar que vão variando ao longo do ano.

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DE DENTRO

Existem algumas recomendações que podemos seguir para ter uma melhor higiene do sono. São elas: ● Ter um horário regular para dormir e acordar; ● Evitar consumir álcool e tabaco à noite; ● Evitar bebidas com cafeína à noite; ● Não realizar exercício físico pelo menos 4h antes de ir dormir; ● Ter um quarto sem luz e sem ruído; ● Ter uma temperatura adequada no quarto; ● Estar confortável com o colchão, almofada e roupa de dormir; ● Evitar ter aparelhos eletrónicos no quarto; ● Fazer refeições ligeiras à noite; ● Em caso de haver dificuldade em adormecer, evitar fazer sestas; ● Não utilizar a cama como local de trabalho intelectual ou lazer; ● Realizar uma rotina calma e gratificante antes de adormecer.

Problemas de sono Existem algumas questões associadas à falta de dormir bem como ao seu excesso, falando-se por norma mais daquelas que derivam da sua falta. Vários estudos apontam para o facto de que dormir pouco está associado a um maior risco de doenças cardiovasculares, alterações cognitivas, excesso de peso, diabetes, hipertensão, depressão, entre outras. Dormir em excesso também pode estar associado a problemas de sono, e vários estudos apontam para que as questões de saúde que surgem na privação, também surgem no seu excesso. Em qualquer das situações, deve-se procurar ajuda clínica, de modo a que as questões do sono sejam vistas por um especialista e a pessoa possa obter uma resposta adequada ao seu problema, o mais atempadamente possível.

Fontes digitais: Site da Associação Portuguesa de Sono; Site da Hospital da Luz; Site da DGS; Bibliografia: BOTAS, F, O Papel da Melatonina, Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz; Outubro, 2014.

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Abrir caminhos... Raquel Brito - Psicóloga Estagiária

O MEU ESTÁGIO PROFISSIONAL NO CCF

O meu nome é Raquel Brito, sou mestre em Psicologia Clínica pelo ISPA-IU e encontro-me a realizar o meu estágio profissional de acesso à Ordem dos Psicólogos Portugueses, no Colégio Campo de Flores. Um dos meus objetivos profissionais, ao nível do estágio em contexto escolar, passaria por desenvolver uma intervenção promocional, preventiva e remediativa, com o objetivo geral de desenvolver as capacidades e competências dos alunos e grupos, promovendo contextos facilitadores da aprendizagem e do desenvolvimento de competências pessoais e sociais. A literatura remonta-nos para a importância do desenvolvimento de competências sócio-emocionais, correlacionando-se de forma significativa com a saúde psicológica, a aprendizagem, o exercício da cidadania e o sucesso pessoal e profissional. Devido à pandemia a que todos nós fomos sujeitos, verificou-se um acentuar de dificuldades relacionais nos jovens, tais como a capacidade de resolver situações de forma autónoma e adaptada, lidar com as emoções, regular o comportamento, ser resiliente, mostrar empatia e comunicar eficazmente. Desta forma, ao longo do meu estágio profissional, elaborei um programa sobre competências sócioemocionais destinado às turmas do 6.º ano, com o objetivo de promover os aspetos anteriormente referidos. Este programa dividiu-se em 8 sessões e os temas desenvolvidos nas mesmas foram: Emoções, Tristeza, Raiva, Medo. O objetivo era conhecerem as emoções básicas e identificarem-nas nas suas variadas componentes (sensações corporais, pensamentos e comportamentos); Pensamentos e Comportamentos, procurando conhecerem o impacto que os pensamentos têm nas nossas ações, recorrendo a uma atividade em que teriam que introduzir alternativas mais positivas aos exemplos de pensamentos automáticos negativos, que, muitas vezes, nos surgem; Estilos e Barreiras de Comunicação, no qual aprenderam quais os vários estilos de comunicação existentes e, ainda, realizaram uma atividade que promovia a compreensão das possíveis barreiras à comunicação; Resolução de

Problemas, através de uma atividade em que perante uma situação-problema, cada grupo teria que encontrar estratégias para a sua resolução e, por último, Cooperação, com uma atividade mais dinâmica para promoção da capacidade de envolvimento entre pares aquando de um objetivo comum. As dinâmicas relacionadas com estes temas procuraram ser com recurso a metodologias de aprendizagem ativas, realizadas em grupos com os alunos a envolverem-se e a solucionarem diretamente as atividades e tarefas propostas.

Para além do programa atrás referido, realizei uma intervenção com um grupo específico de crianças do Pré-Escolar (5 anos). Nesta idade, as crianças apresentam diferentes níveis de desenvolvimento global e, deste modo, favorecer alguma estimulação direcionada ao nível social, emocional e cognitivo, facilitará a entrada no percurso escolar, desconstruindo possíveis dificuldades até aqui apresentadas. O objetivo do

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DE DENTRO

programa seria trabalhar e estimular competências pré-académicas, emocionais e psicomotoras, essenciais para a aprendizagem. Numa componente cognitiva, procurou-se estimular a memória de trabalho, aumentar a atenção nas tarefas, com recurso ao jogo da memória ou a atividades de diferenças e semelhanças e, também, promover o raciocínio lógico-matemático, com realização de jogos que estimulam o conceito de número e quantidade.

Ao nível sócio-emocional, pretendeu-se aumentar a capacidade de persistência nas tarefas, aumentar a resistência à frustração face ao erro ou à dificuldade, promover interesse e motivação pelo currículo escolar. Na componente motora, desenvolver a noção e o controlo do próprio corpo (e.g: num percurso pré-definido, colocar a mão esquerda, direita ou ambas ou o pé esquerdo, direito ou ambos consoante o que é apresentado), potencializar a motricidade global, através de atividades que promovam o equilíbrio (e.g: percorrer uma linha reta ou zig-zag) e aperfeiçoar a motricidade fina, ou seja, a forma como são usados os dedos, as mãos e os braços de forma coordenada para realizar uma atividade, determinando a capacidade em utilizar a caneta ou a tesoura com eficiência. Para isso, as crianças realizaram atividades de colorir figuras, como também contornar linhas e formas. Enfatizando que é através do brincar que mais se aprende, as atividades desenvolvidas procuraram ser essencialmente lúdicas.

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Por fim, como a transição de ciclo é sempre um acontecimento impactante na vida das crianças e jovens, é importante criar momentos que facilitem a integração e o bem-estar dos alunos. Deste modo, pensou-se abordar as mudanças e as expectativas e preocupações que se fazem acompanhar das mesmas, numa sessão com as turmas do 4.º ano. No início da sessão, os alunos elaboraram um desenho que representasse aquilo que sentem em relação ao 5.º ano e, posteriormente, foram convidados a partilhar os seus desenhos. Sentimentos como o receio/nervosismo, pelo facto de existirem muitas disciplinas e novos professores, confiança e alegria, por transitarem de ano e conhecerem novos colegas e tristeza, por se separarem da turma habitual e dos professores titulares, estiveram presentes nas partilhas de todas as turmas. De seguida, procurou-se informar os alunos sobre as mudanças e gerir as expectativas relativamente às mesmas: mais disciplinas, maior quantidade de professores, separação da turma e, ainda, a normalização de possíveis sentimentos de nervosismo que possam estar presentes nesta fase.


Todo este processo vai ao encontro da minha maior motivação como psicóloga, poder contribuir para o desenvolvimento saudável e integral das crianças e jovens de hoje, para que sejam adultos sãos amanhã. Com isto, quero agradecer ao Colégio Campo de Flores e, especialmente, ao Departamento de Psicologia e Orientação Escolar (DPOE), por me darem oportunidade de me desenvolver a nível pessoal e profissional. Acredito que serei melhor psicóloga graças a esta experiência!

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HORIZONTE

SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA SUSANA CHEIS Psicóloga, Coordenadora do Programa de Formação CONSIGO

Sexualidade não é o mesmo que sexo A educação sexual tem início na infância, ou melhor, na sala de partos e acompanhanos toda a vida, do nascimento à morte. Sexualidade não é sinónimo de relações sexuais, diz respeito a quem nós somos e a como nos sentimos como homens e mulheres. Ensinar os nossos filhos sobre sexualidade vai muito além de falar de órgãos sexuais, de mudanças corporais, de gravidez e de contracetivos. É ajudá-los a conhecerem quem são, a sentirem-se seguros nos seus

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corpos, a lidarem pacificamente com as suas mudanças ao longo do tempo e a comunicarem as suas vontades e necessidades, respeitando os seus limites e os limites dos outros. Segundo a Organização Mundial de Saúde a sexualidade é "uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso,


HORIZONTE

influencia também a nossa saúde física e mental". Crianças e jovens que vivem em ambientes 1 sexualmente saudáveis terão oportunidade de viver com mais saúde física e emocional. Quem ensina sexualidade? Os pais são os primeiros e mais importantes educadores sexuais dos seus filhos e acerca disto todos os autores são unânimes. Devem ser os pais a transmitir os valores que desejam transmitir. A sexualidade está carregada de uma história cultural e diz respeito a crenças e atitudes dos que nos rodeiam. E porque nos dias que correm estamos rodeados de mensagens carregadas de valores sexuais, nas redes sociais, nos meios de comunicação, na publicidade, nos filmes, na música e por toda a parte, é muito importante que cada família, que tem os seus próprios valores, exerça o seu direito e responsabilidade de os transmitir aos seus filhos, etapa a etapa, ao longo do seu crescimento.

Esqueça a Grande Conversa! Ensinamos sobre sexualidade quando perguntamos a um menino de 5 ou 6 anos se tem muitas namoradas na escola ou quando dizemos que devia vestir-se, pois é vergonha andar sem roupa. Ensinamos acerca da sexualidade quando fazemos comentários acerca dos corpos das pessoas, acerca de casais homossexuais ou acerca da responsabilidade das tarefas em casa. Tudo é aprendizagem. Tudo conta. E por isso esqueça a “grande conversa” e lembre-se de que as ações ensinam mais do que as palavras e aproveite os momentos propícios a boas conversas. A propósito de um filme ou de uma letra de uma música, podemos escutar atentamente as opiniões dos nossos jovens filhos e passar-lhes as mensagens que desejamos transmitir para que cresçam mais conscientes e saudáveis.

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Da nossa para a sua...Família! Sugestões de leitura, visitas, passeios, atividades...

Os dias longos e o calor convidam a atividades no exterior, pelo que vos deixamos duas sugestões de atividades para fazerem, ao ar livre, em Família!

O HIPPOtrip não é bem um autocarro, porque também é um barco, permite-nos mergulhar no rio Tejo e ter uma perspetiva diferente da zona de Belém, a partir do rio. A originalidade do veículo, o percurso proposto e a simpatia da equipa conquistam os visitantes, que se dispuserem a descobrir mitos, lendas e curiosidades da cidade de Lisboa! Mais informações neste QR CODE…

A nossa segunda sugestão é o Dino Parque! O maior parque temático com dinossauros de Portugal delicia todos os fãs destes seres pré-históricos! Um passeio em contacto com a Natureza, que permite conhecer as mais fascinantes espécies de dinossauros e as suas caraterísticas particulares. Será, certamente, um dia muito bem passado, na Lourinhã! Mais informações neste QR CODE…

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AO SABOR DAS PALAVRAS

ENSINAR PORTUGUÊS… PARA QUÊ? “Afinal de contas, para que é que isto serve?”. Esta é a pergunta cujo ténue eco permanece na sala de aula, já dado o último toque de saída. Permanece no pensamento dos alunos, é certo, e permanece no nosso, deste lado, o mais belo da sala de aula, onde tudo se vê, até aquilo que é invisível aos olhos. Os nossos alunos gostam de ciência, têm pensamento lógico, prático e crítico… logo, para que é que têm de conhecer tantos autores portugueses espalhados por novecentos anos de história do nosso país? E é precisamente quando estas interrogações parecem encher o nosso ar, tantas vezes mais em jeito de queixume que de ousadia para enfrentar o desafio, que parece surgir o silêncio e o espanto genuínos: se, hoje, alguns destes alunos se permitem ceder ao encanto de tantas vozes em português e vivem a oportunidade, muitos reconhecê-lo-ão em idade já mais madura, quando o amor, o sentimento pátrio, a sensibilidade e a crítica tiverem moldado a personalidade de cada um. O Guilherme Antunes é um daqueles alunos que, quando pede desculpa por não ter a disciplina de Português como sua preferida, não se apercebe de quão facilmente mergulha na visão crítica de Gil Vicente ou de Saramago, nem de quão atentamente questiona Pessoa na sua multiplicidade. Aconteceu, inadvertidamente, quando conhecemos Álvaro de Campos: o Guilherme ergueu a sua voz e, na vénia do silêncio, meu e dos colegas de turma, declamou “Aniversário” e “Lisboa Revisitada” de Álvaro de Campos. Oiçamos, então. Ana Guerra - Professora de Português (12.º Ano)

Poem Lisbo a Revi a sitad a

Poema rio Aniversá

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ALUNOS DO 9.º ANO RECEBEM CARTA DO PASSADO! Lemos memórias! Durante a última semana de aulas, as turmas do 9.° ano tiveram uma agradável viagem ao passado! Tiveram a oportunidade de reler uma mensagem escrita por eles mesmos, que vinha do 7.°ano. Muitos escreveram algo que os deixou perdidos em risos, muitos soltaram lágrimas, mas todos tiveram o mesmo sentimento de nostalgia. Estas cartas do passado foram escritas e fechadas no início do 7.°ano, na primeira aula de Português, e foram elas que trouxeram, maioritariamente, um sentimento de alegria que encheu as salas do 9.°ano. Foi uma experiência fantástica, que merece reconhecimento e que, de certeza, vai deixar marca na jornada dos alunos. Por último, um grande obrigado à nossa professora de Português, que fez com que fosse possível realizar viagens no tempo… Margarida Igrejas – 9.° C

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«É surpreendente como nos podemos surpreender a nós próprios! Como se, por momentos, vivessem em nós dois «eus», duas imagens num espelho que nem sempre reflete. Esta pode ser a experiência que temos, quando lemos uma carta do nosso «eu» do passado. No final deste ciclo, lemos as cartas que escrevemos quando iniciámos o 7.º ano. Foi uma experiência de confronto e conforto pessoal, um exercício de autoconhecimento que levamos para a vida. A prodigiosa ferramenta da memória é tão útil quanto traiçoeira. Tem um funcionamento próprio, que não dominamos, mas que confiamos que nos auto-preserve. Lembramos o que nos convém, esquecemos o que nos incomoda. Quando escrevemos para o nosso «eu» do futuro, também estamos a ler o nosso «eu» do passado. Então, temos que recalibrar as nossas memórias com a informação que ficou inalterada no papel. Este confronto do «eu» que fomos com o «eu» que somos motiva sentimentos diversos: orgulho, vergonha, nostalgia, esperança, constrangimento, alegria, deceção e ilusão. No fundo, humanidades e intimidades que li na carta do meu «eu» - porque já não sou quem escreveu - e que só posso adivinhar numa lágrima, num sorriso, numa gargalhada de um colega, quando liam as deles. Um processo pessoal que também nos conforta, na certeza de sabermos que, sem deixar de ser quem somos, estamos sempre a mudar. Se puderem, escrevam para vocês! Saibam que, quem for ler a vossa carta, será alguém diferente de quem a escreveu. Mas, podem ter a certeza, essa pessoa vai entender-vos melhor que ninguém! Maria Eduarda Boavida - 9.ºA

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DE DENTRO

Outros ângulos Cátia Pinto, Rita Nunes e Vicente Pitaça Professores de Matemática do Colégio Campo de Flores

MARCAS E SINAIS

Em muitos livros, podem encontrar-se artigos de quebra-cabeças ou charadas em que uma afirmação idiota se torna sensata através da alteração da pontuação. Eis um poema que parece descrever coisas impossíveis: “Apesar de raramente passear no meu quintal, Vi algumas coisas estranhas aqui em casa. Vi madeira flutuando no ar; Vi uma cotovia maior que do que um urso; Vi um elefante com braços e mãos; Vi um bebé a partir faixas de ferro; Vi um ferreiro pesando meia tonelada; Vi uma estátua a cantar, a rir e a correr; Vi um rapaz da escola quase com três metros de altura; Vi um carvalho atravessando as quedas do Niágara; Vi um arco-íris, preto, branco e castanho; Vi um guarda-sol andando pela cidade; Vi um político comportando-se como devia; Vi um homem – e vi alguma madeira.” O poema faz sentido se os pontos e vírgulas foram mudados para o meio de cada linha: [...] Vi madeira; flutuando no ar Vi uma cotovia; maior do que um urso Vi um elefante; [...] e assim por diante até ao fim. As palavras não são mais do que combinações de letras, numa certa ordem estabelecida, assim como as frases são

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sequências de palavras ligadas entre si segundo as regras de sintaxe. Portanto, a língua tem um forte sabor a matemática combinatória, com muitas semelhanças com a teoria combinatória de números. O uso de sinais de pontuação numa frase corresponde ao uso de símbolos matemáticos (parênteses, sinais de mais e de menos, etc) para “pontuar” uma frase de álgebra. Façamos a analogia com quebra-cabeças de números. Consideremos a seguinte expressão falsa: um segmento de reta (aresta de um grafo).

A tarefa consiste em transformar a expressão em verdadeira, alterando a “pontuação” do lado esquerdo. Só podem ser utilizados sinais mais e menos, mas o espaçamento entre os dígitos pode ser alterado para se formarem números maiores. Eis a única solução com apenas três sinais:

A solução com o maior número de sinais mais e menos é:


Há apenas onze soluções que tornam esta expressão verdadeira:

Pode colocar-se o mesmo problema com os dígitos por ordem descendente. Há 15 soluções se excluirmos, como no problema anterior, a utilização de um sinal menos em frente do primeiro número: A “pontuação” não tem de ser limitada a sinais de mais e menos, nem a soma tem de ser 100. Por exemplo, a soma poderia ser os dois últimos dígitos do ano corrente, ou qualquer outro número que se queira. Propomos-lhe agora alguns desafios: Será que consegue tornar as seguintes expressões verdadeiras, colocando apenas um par de parênteses? Vamos a isso!!

Se for permitido colocar um sinal de menos atrás do primeiro número, há mais três respostas para as séries descendentes e mais uma para a ascendente:

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DE DENTRO

Estilo Carla Alves - Professora de Físico-Química

O Tema Integrador deste ano é «Livre para Pensar, Responsável para Agir».

1. Em que medida este tema é pertinente nos dias em que vivemos? A liberdade de pensar é intrínseco ao ser humano, não existe maior prazer do que vaguear nas correntes do nosso pensamento. Um simples desligar daquilo que nos rodeia e voamos livremente, sem limites, muito além da nossa existência fisica. Todo este processo é essencial nas nossas rotinas, estas mesmas que nos obrigam a contar horas, minutos e segundos… A importância de parar e pensar está muito aquém da resolução de problemas e dilemas. É indispensável refletir no presente, assente na experiência passada e projetarmos algo com significado para o futuro. Se para qualquer ação existe uma reação, torna-se imperativo sermos responsáveis quando colocamos os nossos pensamentos em prática. A título de exemplo, os cientistas que se empenharam na pesquisa sobre o átomo e sobre fissão e fusão nuclear nunca pensaram nas trágicas consequências dos seus pensamentos/conhecimentos.

2. Como se concretiza este tema no dia a dia do nosso Colégio? No Colégio Campo de Flores tenho alunos curiosos e criativos, que exigem sempre mais. Eles têm toda a liberdade de percorrer os caminhos tortuosos da construção do saber e eles próprios sabem que é essencial “crescer” neste processo, por vezes, doloroso. Pensar “custa”, exige tempo e energia. A minha responsabilidade é de os orientar e a deles é de agir sempre com a certeza que qualquer ato tem sempre prós e contras. Pensar é um dever e direito mas as opções traçadas têm sempre que ser projetadas e percorridas com sensatez e seriedade.

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