

Ponto de regional
9 de abril de 2026





Renovando e evoluindo nossa proposta de eventos
Nesse sentido, também estamos renovando e evoluindo a forma como nomeamos nossas reuniões. As antigas Task Forces, que funcionavam como espaços de troca entre membros, estão sendo reformuladas como Pontos de Encontro Regionais, criando oportunidades mais abertas para diálogo, troca e conexão entre as regiões. Ao mesmo tempo, o termo “Task Forces” continuará a se referir a grupos de trabalho mais focados e orientados a resultados, projetados para avançar em fluxos de trabalho específicos e entregar resultados concretos.







PONTO DE ENCONTRO REGIONAL BRASIL
AGENDA
13h30 – 14h00 Boas Vindas e Apresentação de todos
14h00 – 14h30 Atualizações da RTRS
• Força Tarefa Reforma da RTRS
• Números de mercado e novidades da RTRS
14h30 – 15h45 Projeto Piloto de Agricultura Regenerativa da RTRS
• Resultados do projeto em campo
• Baseline da Produzindo Certo
• Próximos passos
15h45 – 16h15 Coffee break
16h15 – 17h00 Mercado e Padrão RTRS de Produção de Milho Responsável
• Dinâmica de grupo sobre o future da certificação RTRS de milho

Marina Muscolo
Marina Muscolo Cid Sanches
Helen Estima Lazzari Charton Locks
Álvaro Queiroz
17h00 – 17:30h Projeto Piloto DCF físico (desmatamento e conversão zero) Cid Sanches
17h30 – 18h00 Sobre o aniversário da RTRS e os próximos eventos
Comentários finais e Encerramento
Mariana Aguilar
Marina Muscolo


Task Force da Reforma da RTRS
Grupos de Trabalho
Governança
COMPOSIÇÃO E EQUILÍBRIO DO CONSELHO
Garantir paridade entre as constituintes, limitar qualquer constituinte a um máximo de X assentos simultaneamente, introduzir rodízio e mecanismos de prevenção de conflitos de interesse, definir Presidente/Vice-Presidente, limitar direitos de veto.
COMITÊ DE INDICAÇÕES E ÉTICA
COMITÊ DE INDICAÇÕES E ÉTICA
Aplicar procedimentos de impedimento, manter um registro público de interesses para membros do Conselho, Comitês e líderes do Secretariado.
MANDATOS E DESEMPENHO
Implementar limites de mandato e avaliações anuais de desempenho vinculadas a objetivos claros.
GARANTIAS DE ENVOLVIMENTO DOS MEMBROS
TRANSPARÊNCIA E INTEGRIDADE DAS DECISÕES
Política de Associação
NOVA POLÍTICA DE ASSOCIAÇÃO
Introduzir uma nova política aplicável aos membros da RTRS, detentores de certificação e entidades associadas relevantes.
PRINCÍPIOS DE CONDUTA INACEITÁVEL
REAVALIAÇÃO DE DATAS-LIMITE
Datas-limite à luz de legislações divergentes
OBRIGAÇÕES DE DUE DILIGENCE
Avaliação anual de riscos, mapeamento da cadeia de suprimentos até o nível da fazenda/área, planos de mitigação documentados.
ESCADA DE APLICAÇÃO
Notificação e plano de ação corretiva, período de prova, penalidades, padrões de evidência, definição de recursos, resultados publicados.
INCENTIVOS À REMEDIAÇÃO
Proteção para divulgação proativa e remediação credível, reconhecimento após ações corretivas verificadas.
SUPERVISÃO
Comitê de Garantia e Integridade com especialistas externos

Assurance System
ACREDITAÇÃO E SUPERVISÃO
Acreditação de Organismos de Certificação (CBs), auditorias e calibração, publicação de um Relatório Anual de Integridade.
AUDITORIA BASEADA EM RISCO
Modelo de pontuação de risco para priorizar auditorias, definir taxas mínimas e auditorias testemunhais.
COMPETÊNCIA DOS AUDITORES
Treinamento e exame de auditores RTRS, estrutura de sanções graduadas para CBs com não conformidades persistentes.
GESTÃO DE NÃO CONFORMIDADES
Padronizar a classificação de NC, com prazos fixos de fechamento, análise de causa raiz e escalonamento automático para NCs críticas vencidas.
RECLAMAÇÕES
Nomear um ouvidor independente, publicar um registro transparente de casos com resultados.
Cronograma-alvo:


https://reform.responsiblesoy.org/


rtrsreform@responsiblesoy.org





cid.sanches@responsiblesoy.org



Impacto da RTRS em 2025
Membros RTRS | Comunidade Global



26 Novos membros (2025-2026*)
Industry, Trade and Finance: 15
• Natura (Brasil)
• Dragsbaek (Dinamarca)
• Haid (Ecuador) Feed CIA. Ltda. (Ecuador)
• Sumitomo (Brazil)
• Salmones- Nissui (Chile)
• Barentz International B.V. (Paises Baixos)
• York House Foods Ltd (Reino Unido9
• Productores de Camaron de el Oro -PCO (Venezuela)
• Productora Occidental Porcina, C.A. (Ecuador)
• ITALCOL SA (Colombia)
• Nutritional Technologies SAC – Naltech (Peru)
• Luzar Trading S.A. (Panama)
• Vitali Alimentos Guatemala S.A. (Guatemala)
• VERONESI S.R.L (Italia)
• AGRIPAC S.A. (Ecuador)




Produtores 5
• Shahgarh Farmers Producer Company Limited (Índia)
• Khaderi Farmers Producer Company Limited (Índia)
• Begamganj Aatmnirbhar Kisan (India)
• Petrovina Sementes (Brasil)
• Sementes Produtiva LTDA (Brasil)
Membros
Observadores 6
• Fazenda Certificada LTDA (Brasil)
• Vega Monitoramento (Brasil)
• Meridia (Paises Baixos)
• BMC Assurance S.L. (Espanha)
• QIMA Brasil Ltda. (Brasil)
• Tract B.V. (Paises Baixos)

















Evolução da produção global certificada RTRS


*Dados atualizados em 24 de março de 2026. Estas informações refletem os resultados das auditorias aprovadas até essa data, e auditorias adicionais ainda estão em revisão.
Área certificada por Estado em Brasil 2025

Em 2025*, o Brasil alcançou 2,0 milhões de hectares plantados certificados RTRS, crescimento de 28% em relação à 2024
*Dados até 25 de março de 2026. Esta informação reflete os resultados das auditorias aprovadas até essa data, e ainda há auditorias adicionais em processo de revisão.

Estados
Produtores certificados RTRS 2025
+84.000*
Produtores certificados segundo o Padrão de
Produção da RTRS
Mais de 83.000 são pequenos produtores.

*Dados em 24 de março de 2026. Estas informações refletem os resultados das auditorias aprovadas até essa data, sendo que auditorias adicionais ainda estão em análise.

RTRS chain of custody certification



Em 2025, 17 novas empresas com 41 novos sites foram certificadas segundo o Padrão de Cadeia de Custódia na Argentina (6), Brasil (2), Chile (11), Índia (5), Israel (1), Panamá (1), Paraguai (13) e Uruguai (2).















Adoção de material certificado RTRS em 2025

O consumo de materiais certificados em 2025 representa um aumento de 9,5% em comparação com o mesmo período de 2024 (7,4 milhões de toneladas).


Visão geral da produção certificada RTRS 2025

Certificada
Produção
Certificada
*Considerando apenas a revenda de créditos.

22 principais organizações que adotam material RTRS 2025


Adoção de material certificado RTRS atinge recorde em 2025


900.000 Toneladas de material físico certificado RTRS Mass Balance foram adquiridas em 2025, número semelhante ao de 2024.
112.000 toneladas: produção (volumes EURED)

Restante: indústrias de ração animal e produção de alimentos


Material uptake per customer sector
Uptake of certified material by sector (million tons)*
Retailer and Food services

Food, Consumer goods Feed
Biofuel, Crusher, Mixing
*Considering certified material re-sales only. Source: Chainpoint, MDU analysis

Evolução da produção de milho certificado RTRS

O milho certificado aumentou 17% em 2025*, alcançando 5,4 milhões de toneladas distribuídas entre 241 produtores de milho.


*Dados até 24 de março de 2026. Estas informações refletem os resultados das auditorias aprovadas até essa data, e auditorias adicionais ainda estão em análise.
2026 – Evolução do mercado segue aquecida


Vendas no 1ª trimestre de 2026, destacam que o mercado continua aquecido


Novo Curso online – Auditor líder RTRS
Será lançado na próxima semana as inscrições para o novo curso de Auditor Líder da RTRS
4 cursos disponibilizados pela plataforma Udemy:

1. Padrão RTRS de Produção responsável
2. Procedimentos, Acreditação e Certificação no Padrão RTRS de Produção de Soja Responsável
3. Interpretações nacionais (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) no Padrão RTRS de produção responsável
4. Gerenciamento de Grupos no Padrão RTRS de Produção de Soja Responsável Quem pode participar?

• Auditores líderes: Profissionais que desejam se qualificar com excelência técnica e conduzir auditorias alinhadas aos critérios globais.
• Gestores de grupo: Interessados em liderar certificações em grupo ou multi-site com eficiência e responsabilidade.
• Empresas e profissionais do agronegócio: Organizações e indivíduos comprometidos em implementar práticas sustentáveis reconhecidas mundialmente.



Projeto piloto Agricultura Regenerativa




Sistemas de Incentivos Regenerativos da RTRS
Um projeto financiado pelo Fundo de Inovação ISEAL, que conta com o apoio da Secretaria de Estado Suíça para Assuntos Econômicos (SECO).

Tècnico
Avaliação da adoção de práticas regenerativas.
Principais resultados medidos anualmente em cada fazenda para permitir que os produtores melhorem.
Dois tipos de incentivos financeiros–ambos negociados através da plataforma
RTRS
Mercado
Verificação
Garantia
Verificação por terceiros durante a auditoria anual regular da RTRS
Pontuação baseada em pontos pelas práticas implementadas
Esquema de certificação em que a pontuação é convertida em níveis: básico, avançado e top performance
Créditos RegenStart
• Avançado – para produtores com acesso limitado a financiamento
• Um crédito por hectare
Créditos RegenCert
Básico / Avançado / Top Performance
• Emitido após a certificação
• Um crédito por tonelada

Programa Regenerativo da RTRS


Projeto piloto em fazendas no cerrado do Mato Grosso
Objetivos:
• avaliar o nível de adoção das 21 práticas regenerativas em fazendas (aplicação checklist)
• coletar experiências e aprendizados dos produtores para melhoria do protocolo adaptar o protocolo de agricultura regenerativa

Piloto nas fazendas
• 5 fazendas no Mato Grosso (Diamantino, Nova Mutum, Sapezal, Sorriso e Tapurah)
• Área total das fazendas: 96.528,85 ha
• Área do piloto: 14.953,17 ha
• Volume de soja do piloto: ~59.000 ton

• Fazenda Água Quente – Amaggi (5)
• Fazenda Paiaguás – SLC (9)
• Fazenda Piúva (Grupo Bom Jesus) – Bunge (8)
• Fazenda Santa Helena (6)
• Fazenda Vale do Rio Verde (Bom Futuro) (6)





• Visita em outubro
• Interação com mais de 34 pessoas


Baseline para o Cerrado do MT



• Avaliação do nível de adoção de 21 práticas na região do Cerrado do Mato Grosso
• Impactos esperados, viabilidade de implementação, combinação e sinergia entre práticas, condições edafoclimáticas
• Critérios de avaliação (que poderão ser utilizados no futuro para definir o peso de cada indicador): benefício econômico, custo, escalabilidade, impacto ambiental, nível atual de adoção e viabilidade de implementação

Relembrando o que fizemos
Aplicação do checklist
-perguntas para entender o nível de adoção da prática na fazenda
-informações adicionais de cada indicador
-indicadores da à nível de propriedade e por talhão



Coleta de sugestões e aprendizados
Escopo Prática
Cultura de cobertura

RTRS – Padrão de Agricultura Regenerativa
Score: 0 Score: 1 Score: 2 Score: 3 Sugestões/Aprendizados
Não aplicável. 1 Aplicável, mas em <10% da área aplicável. 4
Aplicável em 10-40% da área aplicável.
Aplicável em >40% da área aplicável.
Não é comum em fazendas que possuem rotação com algodão, que foi o caso de todas as fazendas do piloto.
Plantio direto
Aplicável em <20% da área produtiva.
Aplicável em 20-40% da área produtiva.
Aplicável em 40-60% da área produtiva.

Rotação de culturas
Múltiplas espécies & Consórcio*
Cultivo perene*
Há uma plano de rotação e a área produtiva é deixada em pousio durante entressafra. 1
Não aplicável .3
Aplicável na área produtiva com 2 culturas em rotação. 2
Aplicável na área produtiva com 3 culturas em rotação.
2
Aplicável, mas em <3% da área produtiva.
Aplicável em 3-10% da área produtiva. 1
Aplicável em >60% da área produtiva. 5
Aplicável na área produtiva com 4 ou mais culturas em rotação, sendo que uma cultura não pode ser plantada duas vezes seguida no mesmo campo.
Aplicável em >10% da área produtiva. 1
A sucessão de duas culturas foram enquadradas no score 1.
Análise de solo
Não aplicável. Aplicável, mas em <3% da área produtiva. 5
Aplicável em 3-10% da área produtiva.
Aplicável em >10% da área produtiva.
Em outros estados essa prática é mais comum, talvez seria interessante manter este indicador.
Sugestão de retirar, pois o comum é cultivar eucalipto para biomassa. Nesse sentido seria indicador perene ou reflorestamento?
Foram realizadas análises de solo, mas não nos últimos 3 anos, e existe um plano de manejo do solo.
Análises de solo realizadas nos últimos três anos e plano de manejo do solo em vigor. Análises de solo realizadas nos últimos três anos e o plano de manejo do solo incluem uma estratégia para melhorar a MOS. 1
Análises de solo são realizadas anualmente e o plano de manejo do solo possui uma estratégia para melhorar o teor de MOS. O teor de MOS está aumentando. 4
Escopo Práticas
Estratégia de fertilizantes
naturais
Redução de fertilizantes
sintéticos
Estratégias
naturais de proteção de culturas
Redução de pesticidas sintéticos
Score: 0 Score: 1 Score: 2 Score: 3
Plano de manejo de nutrição de plantas está em vigor e implementado, mas < 25% do aporte de NPK é proveniente de fontes orgânicas ou naturais 5
Plano de manejo de nutrição de plantas está em vigor e implementado, mas o aporte de NPK sintético é igual ou superior à linha de base, com uma margem de 5%. 4
Nenhuma estratégia natural de proteção de culturas (CPP) está em vigor ou implementada.
De 25% a 50% do aporte de NPK é proveniente de fontes orgânicas ou naturais.
De 50% a 75% do aporte de NPK é proveniente de fontes orgânicas ou naturais.
O aporte de NPK
sintético está de 5% a 25% abaixo da linha de base.

Acima de 75% do aporte de NPK é proveniente de fontes orgânicas ou naturais.
Energia renovável
Plano de redução de pesticidas sintéticos está em vigor e implementado, mas o uso de pesticidas sintéticos está igual ou acima da linha de base, com uma margem de 5%. 1
Nenhuma energia utilizada nas operações da fazenda é proveniente de fontes renováveis.
Gases de Efeito
Estufa (GEE)
O aporte de NPK
sintético está de 25% a 50% abaixo da linha de base. 1
O aporte de NPK sintético está mais de 50% abaixo da linha de base.
Estratégia natural de proteção de culturas (CPP) desenvolvida e implementada em mais de 10% da área produtiva.
O uso de pesticidas sintéticos está de 5% a 25% abaixo da linha de base. 4
Estratégia natural de proteção de culturas (CPP) desenvolvida e implementada em 10–30% da área produtiva. 5
O uso de pesticidas sintéticos está de 25% a 50% abaixo da linha de base.
Estratégia natural de proteção de culturas (CPP) desenvolvida e implementada em mais de 30% da área produtiva.
O uso de pesticidas sintéticos está mais de 50% abaixo da linha de base, e nenhum HHP (pesticida altamente perigoso) é utilizado.
Sugestões/Aprendizados
Não há disponibilidade de adubos naturais para áreas totais das fazendas. Revisar o %, pois está muito alto. Geralmente não vai substituir sintético por natural. Score considerar % de área.
Score muito elevado, identificar fertilizantes NPK. Sugestão de modificar o score para estratégias de redução: listar as práticas (adubação orgânica, soja inoculada,...), com % de uso de cada prática. Para considerar a prática, mínimo de x % de adoção
Listar práticas naturais de proteção. Sugestão de ampliar o % dentro dos scores, as fazendas do piloto utilizam biológicos na maior parte das áreas.
% muito elevado. Poderia ser avaliado práticas, mas isso já é realizado no padrão RTRS.
Entre 1% e 15% da energia utilizada nas operações da fazenda é proveniente de fontes renováveis.
Entre 15% e 50% da energia utilizada nas operações da fazenda é proveniente de fontes renováveis. 1
Mais de 50% da energia utilizada nas operações da fazenda é proveniente de fontes renováveis (exceto energia hidrelétrica). 4
Não faz inventário. 1 Tem inventário Tem inventário e baseline. 2 Tem inventário, baseline e plano de mitigação. 2
Retirar exceção de hidrelétrica no score 3.
Score 1: ter inventário da fazenda
Score 2: ter inventário e baseline
Score 3: ter inventário, baseline e plano de mitigação.
Biodiversidade
Score: 0 Score: 1 Score: 2
Plano de biodiversidade desenvolvido, mas nenhuma prática foi implementada.
Plano de biodiversidade desenvolvido, com 1 prática implementada. 1
Plano de biodiversidade desenvolvido, com 2 práticas implementadas.

Score: 3 Sugestões/Aprendizados
Plano de biodiversidade desenvolvido, com mais de 2 práticas implementadas. 4
Maior clareza das práticas aceitas e algumas já são exigidas no Padrão como Plano de fauna e flora, avistamento, APP preservada. Esse indicador parece mais um outcome.
Cercas vivas e barreiras contra o vento
< 30% do campo é margeado por cercasvivas ou barreiras contra o vento. 5
Entre 30% e 60% do campo é margeado por cercas-vivas ou barreiras contra o vento.

Conservação do Habitat natural*
< 1% das terras agrícolas é dedicado à conservação de áreas naturais sem quaisquer atividades antrópicas.
Entre 1% e 2% das terras agrícolas é dedicado à conservação de áreas naturais sem quaisquer atividades antrópicas.
Entre 60% e 80% do campo é margeado por cercas-vivas ou barreiras contra o vento.
> 2% das terras agrícolas é dedicado à conservação de áreas naturais sem quaisquer atividades antrópicas. 5
> 80% do campo é margeado por cercas-vivas ou barreiras contra o vento.
Prevenção da poluição plástica*
Nenhum plano de gestão de plásticos foi implementado.
Um plano de gestão de plásticos foi desenvolvido.
Reflorestamento* 4 Foi desenvolvido e implementado um plano de manejo de árvores, mas não houve ganho líquido no número de árvores por hectare nos últimos 5 anos. 1
Foi desenvolvido e implementado um plano de manejo de árvores, com um ganho líquido de 0,1 a 1,5 árvores por hectare ao longo de um período de 5 anos.
O plano de gestão de plásticos está implementado e é continuamente aprimorado. 3
Foi desenvolvido e implementado um plano de manejo de árvores, com um ganho líquido de mais de 1,5 até 3 árvores por hectare ao longo de um período de 5 anos.
> 2% das terras agrícolas é dedicado à conservação de áreas naturais sem quaisquer atividades antrópicas. A propriedade tem aumentado (> 0,5% do total) a área destinada à conservação ao longo do último ano.
Sugestão de retirar este indicador. Essa prática não é realizada em áreas produtivas, apenas ao em torno das sedes.
Definir melhor se a área avaliada é de toda a fazenda. No caso do Brasil, é exigido por lei % de preservação conforme Código Florestal. No score 3 retirar aumento de 0,5% de área no último ano.
O plano de gestão de plásticos está implementado e a redução no uso de plásticos é mensurável e comprovada. 2
Sugestão de retirar, já é exigido no Padrão.
Foi desenvolvido e implementado um plano de manejo de árvores, com um ganho líquido de mais de 3 árvores por hectare ao longo de um período de 5 anos, sendo algumas integradas ao sistema de produção agrícola ou pecuário (como em sistemas agroflorestais com linhas de cultivo, silvipastoris, cercas-vivas e barreiras contra o vento).
Adequar score, porque não faz sentido do jeito que está, talvez considerar o % de área. E entender se o reflorestamento para produção de biomassa seria enquadrado. Sugestão de retirar.
Práticas
Proteção ao redor de cursos d’água
Score: 0
Áreas de vegetação
natural ao redor de nascentes e ao longo de cursos d'água naturais têm menos de 5 metros de largura.
Qualidade da água & Prevenção da poluição*
Captação de água da chuva*
Nenhuma prática-chave implementada. 1
RTRS – Padrão de Agricultura Regenerativa
Score: 1
Áreas de vegetação
natural ao redor de nascentes e ao longo de cursos d'água naturais têm entre 5 e 15 metros de largura.

Medidas de irrigação eficiente 4
Nenhum sistema de captação de água da chuva foi implementado. 3
Score: 2
Áreas de vegetação
natural ao redor de nascentes e ao longo de cursos d'água naturais têm entre 15 e 25 metros de largura.
Pelo menos uma práticachave implementada. 4 Pelo menos uma práticachave implementada e ao menos uma prática adicional.
Sistema de captação de água da chuva foi desenvolvido e implementado, atendendo a menos de 10% das necessidades hídricas. 2
Sistema de captação de água da chuva foi desenvolvido e implementado, atendendo entre 10% e 30% das necessidades hídricas.

Score: 3 Sugestões/Aprendizados
Áreas de vegetação
natural ao redor de nascentes e ao longo de cursos d'água naturais têm mais de 25 metros de largura. 5
Pelo menos uma práticachave implementada e ao menos duas práticas adicionais.
Para Brasil é legislação e depende da largura do rio, para até 10m de largura 30m de proteção e na nascente 50m.
Sistema de captação de água da chuva foi desenvolvido e implementado, atendendo a mais de 30% das necessidades hídricas.
Padrão considera já no MIC (Manejo Integrado de Cultivo) e Plano de boas práticas agrícolas. Faz sentido ter gestão de efluentes.
Indicador com pouca adoção, revisar o % dos scores, pois está muito elevado. Talvez 10 a 15% ser o máximo.
Plano de manejo e monitoramento da irrigação está em vigor, mas nenhuma prática de manejo da irrigação foi implementada. 1
Plano de manejo e monitoramento da irrigação está em vigor e implementado, com 1 prática de manejo da irrigação adotada.
Plano de manejo e monitoramento da irrigação está em vigor e implementado, com 2 a 3 práticas de manejo da irrigação adotadas.
Plano de manejo e monitoramento da irrigação está em vigor e implementado, com mais de 3 práticas de manejo da irrigação adotadas.
Inserir score de não se aplica e definir quais práticas podem ser aceitas. Além disso, definir como considerar indicadores com score não aplicáveis na conta final.
INDICADORES

Pontuação total: 3 (nª de score) x 20 (indicadores) = 60
Classificação: 50% → fazenda regenerativa básica
*Foram considerados 20 indicadores, pois apenas uma fazenda utiliza o indicador opcional de medidas de eficiência da irrigação.
**A medida de tendência central utilizada foi a moda, que é o valor que ocorre com maior frequência. Em outras palavras, foi considerado o valor mais frequente em cada indicador.
INDICATORES

Remover (3): Reflorestamento*
Prevenção da poluição por plástica*
de água da chuva*
Mudança no score (9):
Cultivo perene (menor)
Estratégias
Redução de fertilizantes
(menor)
(maior)
de pesticidas sintéticos (menor)
Energia renovável (menor)
Cercas vivas e quebra-ventos (menor)
Conservação de habitats naturais (menor)
Qualidade da água e PP (menor)
Biodiversidade (menor)
Sem alteração (9)
Feedback para as fazendas
• Apresentação do resultados globais


• Coleta de mais sugestões e feedbacks
• Alinhamento dos próximos passos
• Visita da Biomar
• Reuniões de feedback realizadas em dezembro






Divulgação








Màquinas
Primeira Notìcia
Fazenda Vale do Rio Verde (MT)
Reaplicação do checklist








Ferramentas de carbono
• Avaliação da pegada de carbono de um talhão de cada fazenda

• ProCarbono da Bayer
• Metodologia da Soja Baixo Carbono da Embrapa




Aprendizados
• Dificuldade na avaliação em nível de parcela – escala, evidências e sistema de verificação.
• Dificuldade na avaliação de resultados em áreas de impacto, como melhoramento do solo, biodiversidade, qualidade da água e emissões.
• Definir uma abordagem holística para a propriedade ou apenas para o cultivo de soja. Outras culturas podem impactar significativamente os resultados da pontuação, como a redução do uso de fertilizantes e pesticidas.

• Muitas dessas práticas já são exigidas por lei no Brasil e algumas práticas, como a conservação de áreas de preservação permanente, não são valorizadas.
• Ajuste da linha de base de acordo com a região. A pontuação não deve diferir de um país para outro: isso impossibilitaria a comparação.
• Ajustes nos indicadores, como a fusão de indicadores, a revisão das pontuações de adoção, a definição de alguns indicadores como resultados (como a biodiversidade), a sobreposição de alguns indicadores com o padrão RTRS e a definição do peso de cada indicador. Como a agricultura digital pode ser considerada na transição para a agricultura regenerativa?
• Todas as fazendas do programa piloto cultivam algodão, o que influencia significativamente os resultados, assim como a rotação de culturas, o cultivo de cobertura e o cultivo consorciado.

• Dificuldade de encontrar compradores interessados.

Próximos passos
Março/Abril

Coleta de dados para pegada de carbono Reaplicação do checklist atualizado
Abril
Relatório consolidado do piloto e relatório de cada fazenda
Negociação do incentivo financeiro

Webinar de apresentação dos resultados Último report ISEAL
Fechamento do piloto
Maio
Carbono

Hipóteses de abordagem: uma solução, uma ferramenta e/ou uma declaração de MUT

Foco inicial: entender a demanda de MERCADO para carbono
- escopo de abrangência: global e aquacultura
- certificação de produção e CdC
- metodologias: GHG, LCA/PEFCR. Alinhamento SBTi, GFLI, entre outros.
- revisão estudos passados: estudos Blonk (mercado e aplicação cálculos), comparação de calculadoras, resultados de pegada de carbono do regenerativo, aprendizados projeto de agricultura regenerativa
*Ponto de encontro LATAM: aquicultura como motor da demanda: oportunidades para soja responsável e de baixo carbono na América Latina.


Padrão RTRS de Produção de Milho
Responsável




Por que a RTRS decidiu olhar esse mercado?

Milho safrinha

• Demanda de membros da RTRS da constituinte da Industria
• Estima-se que entre 80% e 95% dos produtores de soja também cultivam milho, seja 1ª ou 2ª safra.
• Há uma sinergia na certificação do milho, ao se aproveitar a certificação da fazenda e auditorias.
• É uma oportunidade para o produtor capturar algum valor adicional também para o milho.
• Mas para isso, é necessário gerar demanda pelo milho certificado!

Fatia do mercado de exportação controlado por apenas 3 países

Principais Produtores Principais Exportadores Principais Importadores 1. EUA (~33%) 2. China (~23%) 3. Brazil (~10%) 5. Argentina (~4%)
EUA (~41%)
Brazil (~21%)
Argentina (~18%)

Mexico
Uniao Europeia
Japão
Vietnam
Coreia

Exportações brasileiras de milho


Mercado interno: 60% destinado para nutrição animal


Novo protagonista: a explosão do etanol de milho


30% do etanol brasileiro virá do milho nos próximos anos
+20 milhões de toneladas já destinadas ao etanol
Subprodutos do etanol de milho



Cadeia de valor do milho
Produção
Agrícola
Tradings / Indústria
Processadora/ Cooperativas


















Indústria de Ração
Indústria de Alimentos e Bebidas















Varejo










Etanol & Bioenergia
A certificaçao RTRS para milho
Padrão de Produção de Soja

• Disponível para produtores já certificados em soja

• Padrão de produção muito similar ao da soja, com pequenos ajustes a cultura do milho ( orientação da sementeira).
• Possibilidade de certificação da cadeia de custódia
• Módulos de bio-combustíveis disponíveis.
• Créditos: fee de € 0,10 por toneladas.

Evolução da produção de milho certificado
RTRS
O milho certificado aumentou 17% em 2025, alcançando 5,4 milhões de toneladas entre 241 produtores de milho

*Data up to 24 March 2026. This information reflects the results of audits approved up to that date, and additional audits are still under review.


Balanço de milho certificado RTRS


*Data up to 24 March 2026. This information reflects the results of audits approved up to that date, and additional audits are still under review.

O Passaporte da Sustentabilidade
Certificações e Compliance
ISCC & 2BSvs
• Foco: Biocombustíveis e emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa).
• Impacto: Passaporte de entrada para mercados globais de energia renovável mais rigorosos.

RTRS

• Foco: Milho responsável e agricultura livre de desmatamento.
• Impacto: Rápida expansão para a cultura do milho (ex: Caldenes e SLC Agrícola atingindo a marca inicial de 500 mil toneladas certificadas).
Dinâmica de grupo
Em grupos, discutir:
1. Mercados e/ou segmentos com maior aptidão por milho certificado
• Mercado interno ou exportação?
• No mercado externo, quais países com maiores exigências ao milho?
• Quais setores mais aptos a comprar milho certificado? E quais não possuem interesse?
2. Drivers de demanda de milho certificado:
• Quais as principais razoes de compra?
• Quais as necessidades atualmente não atendidas?
• RTRS EU RED - vale a pena estender nossa certificação para milho?
• 15 min discussão
• 15 min apresentação

3. Qual a modalidade:
• Crédito,
• balanço de massa
• volume físico segregado
4. Como a RTRS pode se diferenciar de outras certificações relevantes para milho?
O que precisa melhorar para explorar esse mercado?

Dinâmica de grupo
Grupo 1
1. JBS/Seara
2. Bunge Alimentos
3. Bunge
4. Syngenta
5. Radar
6. Vega monitoramento
7. Food Chain ID
8. Cerquality
9. SLC Agrícola
10.RTRS - Alvaro
Grupo 2
1. Nestle 2. IFF 3. Cargill 4. KOPPERT
5. NovaAgri
6. Control Union
7. Genesis Certificações
8. CAT Sorriso
9. Fazenda Certificada 10.RTRS – Cid / Mariana A.
11.Swedish University
Grupo 3



RTRS vDCF
Projeto Piloto

Justificativa do Projeto
Produção

O Cerrado, entre outras regiões da América Latina, está enfrentando uma taxa alarmante de desmatamento e conversão devido à pressão da expansão agrícola, com vastos impactos negativos sobre o clima e a biodiversidade.
Não existe uma solução única para lidar com essa pressão, sendo necessárias diversas mudanças.
Mercado
Um elemento central identificado é garantir cadeias de suprimento livres de desmatamento e conversão, eliminando assim um dos incentivos para a conversão da vegetação natural em áreas agrícolas para produzir produtos que atendam à demanda do mercado.

Por outro lado, os compromissos DCF estão se tornando agora expectativas padrão para operadores, comerciantes e fabricantes responsáveis na Europa e além.
Graças à Accountability Framework Initiative (AFi) e às políticas de abastecimento orientadas pelos compradores, um número crescente de grandes comerciantes de soja e fabricantes de marcas se comprometeram publicamente com o DCF.
Empresas de bens de consumo estão assumindo compromissos DCF em suas cadeias de suprimento e exigindo cada vez mais que seus fornecedores demonstrem rastreabilidade e conformidade, muitas vezes até o nível do talhão da fazenda.
Alianças da indústria, como o Soft Commodities Forum e a Forest Positive Coalition do Consumer Goods Forum, também estão se alinhando em definições e expectativas para os benchmarks da AFi.
Objetivos do Projeto


O piloto vai facilitar um mercado não apenas para produtores e empresas já certificados pela RTRS, mas também apoiar aqueles que ainda não são certificados. Isso será feito verificando a produção/fornecimento livre de desmatamento e conversão, que opera dentro da lei e respeita os direitos tradicionais e humanos.
A soja que chega ao mercado europeu como
“RTRS-DCF Controlled Mix” dentro do framework piloto vai apoiar a implementação da Accountability Framework Initiative e cumprir os compromissos de fornecimento livre de desmatamento e conversão, conforme também referenciado nas orientações do SBTN e SBTi FLAG, além de apoiar empresas com metas alinhadas.

O papel dos modelos CdC da RTRS
Uma mudança de créditos para fluxos físicos para atender à demanda do mercado

O fluxo de volumes físicos certificados pela RTRS ainda é relativamente muito baixo. Apenas 0,1% da soja RTRS foi vendida como segregada em 2024 e menos de 15% como maioria foi vendida como créditos.
• A compra de créditos RTRS apoia a produção responsável no nível da fazenda, mas não impede necessariamente que o financiamento da cadeia de suprimentos contribua para a conversão de novas fronteiras, a menos que os créditos sejam especificamente provenientes de áreas de alto risco.
• Os créditos não cumprem os requisitos legais para soja sob o escopo do EUDR, nem fornecem o material físico necessário para atender às metas de clima e biodiversidade de empresas responsáveis.
• O mercado exige fisicamente é livre de (DCF), além de atender sociais mais amplos responsável.
• O fornecimento definições da Accountability Framework Initiative (AFi) e com o monitoramento recomendados.

Padrão de Cadeia de Custódia (CdC)

O padrão de Cadeia de Custódia (CdC) da RTRS é uma ferramenta prática e eficaz que garante a rastreabilidade e o controle do material certificado pela RTRS em toda a cadeia de suprimentos (incluindo produtores, processadores, distribuidores e usuários finais), assegurando a conformidade com os mais altos padrões de sustentabilidade.
O padrão é obrigatório para organizações que desejam processar, receber ou comercializar soja ou produtos de soja certificados RTRS.

PRODUTOR
Estrutura do Padrão CdC da RTRS
Etapa 1
Tipos de atores da Cadeia de Custódia


Etapa 2
Modelos principais de Cadeia de Custódia

Modelo A: Requisitos para Balanço de Massa

Modelo B: Requisitos para Segregação
Etapa 3
Modelos opcionais de Cadeia de Custódia

Modelo Opcional I: Requisitos para múltiplos locaise

Modelo Opcional II: Requisitos para produtos não transgênicos (non-GMO)

Modelo Opcional III: Requisitos para o Balanço de Materiais por País

Modelo Opcional IV: Requisitos para Alinhamento com a EUDR
Modelo Piloto Opcional – Adicionalidade DCF
Etapa 1
Etapa 2
Modelos principais de Cadeia de Custódia


Etapa 3
Modelos opcionais de Cadeia de Custódia

Modelo A: Requisitos para Balanço de Massa

Modelo B: Requisitos para Segregação

Modelo Opcional I: Requisitos para múltiplos locaise

Modelo Opcional II: Requisitos para produtos não transgênicos (non-GMO)
Modelo Opcional III: Requisitos para o Balanço de Materiais por País
Modelo Opcional IV: Requisitos para Alinhamento com a EUDR
Modelo Piloto Opcional V: Adicionalidade Livre de Desmatamento e Conversão
Tipos de atores da Cadeia de Custódia
1. General
Metodologia e Estrutura para o RTRS-DCF
Controlado Mix

A RTRS desenvolveu um modelo de cadeia de custódia no qual auditores independentes podem verificar se os volumes certificados RTRS de uma fazenda certificada pelo Padrão
RTRS para Produção de Soja Responsável V4.0 são misturados de forma controlada apenas com soja que não tenha causado desmatamento e conversão, violações de direitos humanos ou tradicionais e que tenha sido produzida legalmente, em conformidade com a Accountability Framework Initiative.

Isso é garantido pela aplicação dos Critérios Mínimos de Monitoramento para produtos livres de desmatamento e conversão (DCF) – para commodities originadas no Brasil, acordados pela TNC Brasil, Imaflora, WRI Brasil e WWF.
Segue os princípios, definições e orientações da Accountability Framework, conforme estabelecido no protocolo MVR do anexo A e guiado pela abordagem de Madeiras Controladas (Controlled Wood) do FSC.
RTRS -DCF Controlado Mix
• Permite a verificação do fluxo físico de DCF e dos volumes produzidos de forma responsável RTRS.
• Uma forma de garantir fornecimentos livres de desmatamento e conversão, ao mesmo tempo em que apoia o aumento dos volumes produzidos de forma responsável RTRS.

Novo padrão RTRS: O status DCF da soja misturada com soja produzida pela RTRS é verificado e os volumes são controlados.

vDCF = Verificado: sem conversão pós-2020, alinhado com a AFi, conforme descrito nos Critérios Mínimos de Monitoramento para o primeiro agregador.
RTRS
RTRS DCF Controlado
Uma rota para enfrentar a conversão em larga escala e atender à demanda do mercado

First aggregator
First aggregator w vDCF procedures
RTRS CoC certified first aggregater w vDCF procedures
Producer w no post 2020 conversion
Producer w post 2020 conversion
RTRS certified producer

RTRS certified crusher



Outcomes:
• Permitir o aumento dos fluxos físicos de soja produzida certificada pela RTRS → atender à demanda do mercado
• “Transbordamento” do fornecimento vDCF
• Reduzir o incentivo à conversão em larga escala
• Possibilitar a transição de créditos para fluxos físicos

Brazil soy exportation corridors

1.639.516 toneladas
certificadas pelos produtores 1.750.925 toneladas
toneladas
certificadas pelos produtores Certificação RTRS CdC com volumes de fazendas em 4 corredores no Brasil (2024)

certificadas pelos produtores
certificadas pelos produtores 673.547 toneladas
Geolocalização das fazendas e instalações certificadas RTRS

Certificação CdC
(Silos, transbordos, usinas de processamento, portos)
Certificação de produção



Próximos eventos 20º Aniversário da RTRS





20 Anos de Impacto da RTRS


Próximos Pontos de Encontro Regionais
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