Então queres arteirice de incertezas, para ir-te às sortes, pois curtes antitecnoburocracias?
Traçaremos uma pauta de serendipidades contratacando encimadomurismos inconfessos?
Marotos poetizares a ruir distopias, a florescer desnudamentos, em irteurtes provocativos?
Festins a celebrar esfuziâncias: arte, erte, irte, orte, urte, agentes dos devires desatrelados?
Aderindo aos discursos flácidos, ecos partirão de arenas mimadas, qual estatutos clínicos?
Utopiaremos à derradeira, desentocando traquinagens articulistas, porém nunca serelepes?
Proliferaremos desutilidades, qual alvoroçado pincel apontado à crua tela ainda por esticar?