Serpentine gallery pavilion 2006 Rem Koolhaas Cecil Balmond
A
Planta de situação
N
A
Planta
N
Planta cobertura N estrutura pneumática
Corte A
5m
Estrutura Planta
Estrutura Pneumática
Iluminação natural
Configuração Volumétrica
Planta em relação ao corte
Circulação espaço de uso
Simetria e equilíbrio
Aditivo e subtrativo
Da unidade ao todo
Geometria Planta
Geometria Corte
Parti
Do repetitivo ao único
A
1
Hierarquia
2
B
C
O pavilhão reconhece o parque e a Serpentine Gallery como parte de sua própria arquitetura. Ao se inserir entre as árvores e diante do edifício existente, estabelece uma continuidade com o lugar, ao mesmo tempo em que cria uma nova marca na paisagem.
O pavilhão atua como um enquadramento da paisagem, delimitando o espaço sem isolá-lo do exterior. Sua forma circular e o policarbonato translúcido filtram luz e vistas, integrando interior e entorno.
“Quando iluminado à noite, o pavilhão se transforma em um OVNI completo, um objeto-não-objeto pairando acima do solo." -Pavel Nasadil.
Caderno de análise gráficaMetodologia aluno: Rodrigo de Castro Silva Koizumi prancha 1: plantas e corte Fonte: BLANCHET, Clément. Pavilion Serpentine Gallery, 2006. pranchas 2 e 3 — Diagramas Fonte: Elaboração do autor a partir de BLANCHET, Clément. Pavilion Serpentine Gallery, 2006. colagens e artes gráficas Fonte: Elaboração do autor a partir de fotografias e imagens de referência disponíveis em Pinterest, ARCHIWEB. Serpentine Gallery Pavilion 2006. e BLANCHET, Clément. Pavilion Serpentine Gallery, 2006.