SENSO INCOMUM - 051 - agosto 2022
Talvez não existam palavras que descrevam melhor o que ecoa nas páginas seguintes. Muito mais do que verdades escancaradas ou realidades subjetivas, o que surge quando jovens se unem nas universidades é desejo de justiça e o ardor nas gargantas que gritam por mudança. É preciso ouvir as dores que são sentidas pelos nossos, verdadeiramente. O grito da 12ª turma de Jornalismo da UFU é por meio do Senso (in)comum, onde ansiamos por um futuro melhor, já que não há como avançar dando as costas ao agora e tapando os ouvidos para os problemas que nos puxam para trás. Para a geração que pode percorrer o mundo em um deslizar de dedos, seus indicadores apontam a necessidade de valorização da pluralidade e em negação às taxas que limitam os sonhos, erguendo seus polegares em sinal de recepção ao novo. Enquanto alguns buscam reivindicar o direito de assumir seus corpos
como desejam, outros escancaram a desigualdade de renda e o preconceito étnico-cultural.