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REVISTA TOTAL_EDIÇÃO 223_CAPA 02

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GUIMARÃES & LACERDA ADVOGADOS

COMPLETA UMA DÉCADA

TRANSFORMANDO O DIREITO EM INSTRUMENTO DE DIGNIDADE E JUSTIÇA

SOCIAL

Fundado a partir da educação pública e guiado por propósito, o GLA consolida um modelo de advocacia humana, técnica e sustentável, que impacta milhares de servidores públicos e projeta sua atuação para o cenário nacional

PROVÉRBIOS 23

ESSES VERSÍCULOS FAZEM UMA ADVERTÊNCIA CONTRA O TRABALHO EXAGERADO, QUEM VOAM COMO ÁGUIAS. A RIQUEZA NÃO É FONTE DE SEGURANÇA, ELA PODE SUMIR EM

1. Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para o que é posto diante de ti,

2. E se és homem de grande apetite, põe uma faca à tua garganta.

3. Não cobices as suas iguarias porque são comidas enganosas.

4. Não te fatigues para enriqueceres; e não apliques nisso a tua sabedoria.

5. Porventura fixarás os teus olhos naquilo que não é nada? porque certamente criará asas e voará ao céu como a águia.

6. Não comas o pão daquele que tem o olhar maligno, nem cobices as suas iguarias gostosas.

PROVÉRBIOS 24

7. Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele. Come e bebe, te disse ele; porém o seu coração não está contigo.

8. Vomitarás o bocado que comeste, e perderás as tuas suaves palavras.

9. Não fales ao ouvido do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.

10. Não removas os limites antigos nem entres nos campos dos órfãos, 11. Porque o seu redentor é poderoso; e pleiteará a causa deles contra ti. 12. Aplica o teu coração à instrução e os teus ouvidos às palavras do conhecimento.

13. Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá.

14. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno.

15. Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio.

16. E exultarão os meus rins, quando os teus lábios falarem coisas retas.

17. O teu coração não inveje os pecadores; antes permanece no temor do Senhor todo dia.

18. Porque certamente acabará bem; não será malograda a tua esperança.

19. Ouve tu, filho meu, e sê sábio, e di-

A IDEIA BÁSICA QUE JÁ POR DETRÁS DESSES DOIS PROVÉRBIOS É O TRAMAR, NO SENTIDO QUE A

1. Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles.

2. Porque o seu coração medita a rapina, e os seus lábios falam a malícia.

3. Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece;

4. E pelo conhecimento se encherão as câmaras com todos os bens preciosos e agradáveis.

5. O homem sábio é forte, e o homem de conhecimento consolida a força.

6. Com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros.

7. A sabedoria é demasiadamente alta para o tolo, na porta não abrirá a sua

OPINIÃO PÚBLICA CONDENA TAL ATITUDE, MAIS CEDO OU MAIS TARDE. “SE TE

boca.

8. Àquele que cuida em fazer mal, chamá-lo-ão de pessoa danosa.

9. O pensamento do tolo é pecado, e abominável aos homens é o escarnecedor.

10. Se te mostrares fraco no dia da angústia, é que a tua força é pequena. 11. Se tu deixares de livrar os que estão sendo levados para a morte, e aos que estão sendo levados para a matança; 12. Se disseres: Eis que não o sabemos; porventura não o considerará aquele que pondera os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma? Não dará ele ao homem confor-

me a sua obra?

13. Come mel, meu filho, porque é bom; o favo de mel é doce ao teu paladar.

14. Assim será para a tua alma o conhecimento da sabedoria; se a achares, haverá galardão para ti e não será cortada a tua esperança.

15. Não armes ciladas contra a habitação do justo, ó ímpio, nem assoles o seu lugar de repouso,

16. Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal.

17. Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar;

QUEM TRABALHA SOMENTE PARA ENRIQUECER VIVE PARA CONQUISTAR COISAS QUE

EM UM

PISCAR DE OLHOS, COLOCAR NOSSA CONFIANÇA NO DINHEIRO É SER TOLO

rige no caminho o teu coração.

20. Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.

21. Porque o beberrão e o comilão acabarão na pobreza; e a sonolência os faz vestir-se de trapos.

22. Ouve teu pai, que te gerou, e não desprezes tua mãe, quando vier a envelhecer.

23. Compra a verdade, e não a vendas; e também a sabedoria, a instrução e o entendimento.

24. Grandemente se regozijará o pai do justo, e o que gerar um sábio, se alegrará nele.

25. Alegrem-se teu pai e tua mãe, e re-

gozije-se a que te gerou.

26. Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos.

27. Porque cova profunda é a prostituta, e poço estreito a estranha.

28. Pois ela, como um salteador, se põe à espreita, e multiplica entre os homens os iníquos.

29. Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos?

30. Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando vinho misturado.

31. Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.

32. No fim, picará como a cobra, e como o basilisco morderá.

33. Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades.

34. E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro.

35. E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei? aí então beberei outra vez.

SENTIDO DE MALDADE

DELIBERADA E DESCARADA. AMBOS OS DITADOS MOSTRAM

TE MOSTRARES FRACO

NO DIA DA ANGÚSTIA, É QUE A TUA FORÇA É PEQUENA

18. Para que, vendo-o o Senhor, seja isso mau aos seus olhos, e desvie dele a sua ira.

19. Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos ímpios, 20. Porque o homem maligno não terá galardão, e a lâmpada dos ímpios se apagará.

21. Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei, e não te ponhas com os que buscam mudanças,

22. Porque de repente se levantará a sua destruição, e a ruína de ambos, quem o sabe?

23. Também estes são provérbios dos sábios: Ter respeito a pessoas no jul-

gamento não é bom.

24. O que disser ao ímpio: Justo és, os povos o amaldiçoarão, as nações o detestarão.

25. Mas para os que o repreenderem haverá delícias, e sobre eles virá a bênção do bem.

26. Beijados serão os lábios do que responde com palavras retas.

27. Prepara de fora a tua obra, e aparelha-a no campo, e então edifica a tua casa.

28. Não sejas testemunha sem causa contra o teu próximo; e não enganes com os teus lábios.

29. Não digas: Como ele me fez a mim,

assim o farei eu a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra.

30. Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento,

31. Eis que estava toda cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras estava derrubado.

32. O que eu tenho visto, o guardarei no coração, e vendo-o recebi instrução.

33. Um pouco a dormir, um pouco a cochilar; outro pouco deitado de mãos cruzadas, para dormir,

34. Assim te sobrevirá a tua pobreza como um vagabundo, e a tua necessidade como um homem armado.

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CONTEÚDO

12

CAPA

Guimarães & Lacerda Advogados uma década transformando o Direito em instrumento de dignidade e justiça social. Fundado a partir da educação pública e guiado por propósito, o GLA consolida um modelo de advocacia humana, técnica e sustentável, que impacta milhares de servidores públicos e projeta sua atuação para o cenário nacional.

24

VISÃO

Três Poderes se unem em pacto histórico para enfrentamento ao feminicídio no Brasil. Desde o ano passado, Lula tem endurecido o tom ao tratar do combate à violência contra a mulher.

28

ESTRATÉGIA

TSE recebe mais de

1,4 mil sugestões para regras das Eleições. A análise técnica que se inicia agora terá a missão de filtrar esse mosaico de 14 mil vozes, transformando as melhores ideias em resoluções práticas e compreensíveis.

32

COMPORTAMENTO

Anvisa aprova regras de plantio de cannabis para fins medicinais. Cultivo será liberado somente

para pessoas jurídicas (empresas, universidades e associações). Plantio da cannabis medicinal não foi liberado para a população em geral e não tem relação com uso recreativo.

36

MERCADO

Indústria brasileira fecha o terceiro ano consecutivo de crescimento. Mesmo com o crescimento baixo acumulado em 2025, este foi o terceiro ano seguido de alta em ritmo cada vez

CONHEÇA A VERSÃO DIGITAL

menor, após expansão de 3,1% em 2024 e de apenas 0,1% em 2023.

40 CARREIRA

Gildo Sales e uma trajetória de serviço público marcada pela disciplina, educação e compromisso social. Exvereador de Vitória de Santo Antão, tenente aposentado do Exército, advogado e professor, ele reúne diferentes missões em uma vida.

NA CAPA: GUIMARÃES & LACERDA ADVOGADOS UMA DÉCADA

TRANSFORMANDO O DIREITO EM INSTRUMENTO DE DIGNIDADE E JUSTIÇA SOCIAL. FUNDADO A PARTIR DA EDUCAÇÃO PÚBLICA E GUIADO POR PROPÓSITO, O GLA CONSOLIDA UM MODELO DE ADVOCACIA HUMANA, TÉCNICA E SUSTENTÁVEL, QUE IMPACTA MILHARES DE SERVIDORES PÚBLICOS E PROJETA SUA ATUAÇÃO PARA O CENÁRIO NACIONAL

FUNDADA EM 28 ABRIL 2004 POR MARCELO MESQUITA

DIRETOR PRESIDENTE MARCELO MESQUITA

DIRETOR NORTE E NORDESTE MICKAELL ANTHONY NERY DE SOUSA MESQUITA

SÓCIO E DIRETOR DE PROJETOS ESPECIAIS NACIONAL E INTERNACIONAL CARLOS ROBERTO

DIRETOR CENTRO-OESTE E SUDESTE

CORONEL PAULO CÉSAR ALÍPIO

DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO MICKAELL ANTHONY MESQUITA E JOSÉ DE PEREIRA PAULO NETO

DIRETOR INSTITUCIONAL JACILENE MESQUITA E MARCELO GUILHERME MESQUITA

DIRETOR DE DISTRIBUIÇÃO

MARCOS MESQUITA E GERALDO MESQUITA

DIRETOR COMERCIAL

JOAQUIM PEREIRA, MARCELO MESQUITA E SÉRGIO REDÓ

DIRETOR DE PROJETOS ESPECIAIS MARCO ANTONIO CALZOLARI

JORNALISTAS ESPECIAIS MÁRCIO MAIA

ASSESSOR JURÍDICO

DR. RONALDO PESSÔA, DR. HELENO RODRIGUES E DRª. KISSIA MESQUITA

Editor Severino Ferreira

Jornalista Visual e Editor de Conteúdo Sandemberg Pontes Reportagens Aline Mirelly Curadoria de Conteúdo Digital Sandemberg Pontes Fotografias Ademilton Barbosa, Jupiasi Andrade, Paulo Sérgio e Roberto Fontes e Fernando Frazão

Projeto Editorial e Projeto Gráfico Sandemberg Pontes

COLABORADORES

Cláudia Montes, Hermógenes Soares, Jota Gilson, André Mendes, Sérgio Sobreira, Elias Romã e Filho, Clebson Belo, George Aragão, Madiael Leal de Lucena, Lívio Cavalcanti, Cícero Walter, Rômulo de Deus e Melo Mesquita, Geraldo Paulo de Jesus e Fernanda Vera Cruz da Silva

PUBLICIDADE para anunciar na Revista TOTAL, ligue para: (81) 99660.9090 ou (81) 98803.3470

Permissões da Revista TOTAL para usar selos, logos e citar qualquer avaliação da revista, envie um e-mail para a redação revistatotaloficial@gmail.com. Nenhum material pode ser reproduzido sem autorização por escrito. Saiba que os artigos assinados pelos colaboradores da Revista TOTAL não expressam necessariamente a opinião da revista. A Revista TOTAL não se responsabiliza pelo conteúdo dos textos de colunas e anúncios. É permitida a reprodução das matérias publicadas pela revista, desde que citada a fonte.

A Revista TOTAL, edição 223, ano 21, é uma publicação quinzenal da Editora Mesquita Brasil, com distribuição comercializada, por R$ 30,00 e com distribuição dirigida para os municípios brasileiros.

Impressão Gráfica e Editora Mesquita Brasil

REDAÇÃO EM BRASÍLIA

Edifício Le Quartier, 13º andar, sala 1322, Plano Piloto, Brasília, Distrito Federal (DF) tel. (61) 8598.4009 de 2ª a 6ª feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Sábado, das 8h às 13h. E-mail: revistatotaloficial@gmail.com

CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO E ASSINATURAS

Rua Antônio Bernardo, 73, Bairro Lagoa Redonda, Vitória de Santo Antão, Pernambuco tel. (81) 99660.9090 de 2ª a 6ª feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Sábado, das 8h às 13h. E-mail: revistatotaloficial@gmail.com

CONTATO COMERCIAL (para todo o Brasil) Marcelo Mesquita, tel. (81) 98803.3470 ou (81 ) 99660.9090 (Paraíba e Rio Grande do Norte), Cícero Walter e Fernanda Patrícia (Prisma Consultoria). Das 8h às 12h e das 14h às 18h, de 2ª a 6ª feira Sábado, das 8h às 13h. E-mail: revistatotaloficial@gmail.com

DISTRIBUIDORES

Norte e Nordeste: Marcos Mesquita e Geraldo Mesquita Centro-Oeste e Sudeste: Marcelo Alessandro da Silva e Sérgio Redó

REPRESENTANTES

Rio de Janeiro: Antoniel Basto São Paulo: Sérgio Redó Brasília: Helga Jucá e Marcelo Alessandro

PELO PAÍS

RESULTADO

DÍVIDA

PÚBLICA FEDERAL CRESCE

18% EM 2025, A R$8,6 TRI, E PODE

ATINGIR R$10,3 TRI EM 2026

O RESULTADO FICOU DENTRO DO INTERVALO DE R$ 8,5 TRILHÕES A R$ 8,8 TRILHÕES ESTABELECIDO COMO META NO PLANO ANUAL DE FINANCIAMENTO (PAF) DO TESOURO, MAS ACIMA DO ESPERADO PELA PASTA NO INÍCIO DO ANO PASSADO

A dívida pública federal fechou 2025 em R$8,635 trilhões ao registrar um crescimento de 18% em relação ao ano anterior, informou o Tesouro Nacional, prevendo que ao final de 2026 o estoque poderá saltar a até R$10,3 trilhões, enquanto o nível elevado dos juros aumenta custos para o governo. O resultado ficou dentro do intervalo de R$8,5 trilhões a R$8,8 trilhões estabele-

cido como meta no Plano Anual de Financiamento (PAF) do Tesouro para 2025, que foi revisado em setembro, mas acima do esperado pela pasta no início do ano passado, quando previa um estoque de até R$8,5 trilhões.

Em dezembro sobre novembro, o crescimento da dívida pública federal foi de 1,82%. No período, a dívida interna subiu 1,76%, somando R$8,309 trilhões. Já a dí-

vida externa cresceu 3,53% e totalizou R$326 bilhões.

Para 2026, a meta do Tesouro é que a dívida pública federal feche o ano no intervalo de R$9,7 trilhões a R$10,3 trilhões, bem acima de 2025.

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, disse que o custo da dívida pública é impactado por um nível mais alto dos juros nos Estados Unidos, que pressiona taxas no resto do mundo, e sofre “efeito relevante” do nível de juros básicos implementado pelo Banco Central. “O Banco Central está muito próximo de atingir os objetivos que estavam traçados para este ciclo de restrição da política monetária. Então, devemos ter um

alívio nesse ciclo, isso ajuda muito a gestão da dívida”, disse.

Ele afirmou que o déficit fiscal do governo tem caído a cada ano e esse fator não tem sido determinante para a dívida pública, ressaltando que o impacto da política monetária do BC sobre o endividamento “é brutal”.

O BC tem mantido a taxa básica de juros do país em 15% ao ano, nível mais alto em quase duas décadas, com o objetivo de arrefecer a atividade econômica e levar a inflação à meta. Um dos efeitos colaterais, no entanto, é a elevação do gasto do governo com juros da dívida, já que quase metade do seu estoque é indexado pela Selic.

TARIFA

ANEEL MANTÉM BANDEIRA VERDE, SEM CUSTO EXTRA,

NA CONTA DE LUZ

A bandeira tarifária do setor elétrico em fevereiro continuará verde, sem cobrança de custos adicionais na fatura de energia do consumidor, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira implementada em janeiro se deve a chuvas mais favoráveis nos últimos 15 dias deste mês, em relação à primeira quinzena, “havendo uma recuperação do nível dos reservatórios das usinas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte”. “Dessa forma, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras”, ressaltou a Aneel, indicando que as chuvas garantem que o funcionamento das hidrelétricas

em níveis adequados.

Na véspera, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afirmou que chuvas poderão ser mais favoráveis ao setor elétrico no mês de fevereiro, depois de meses mais secos que o normal, ajudando a reduzir o déficit de precipitações em importantes bacias em momento crucial para garantir mais armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas.

O mecanismo das bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar o custo real da energia. Ele reflete o custo variável da produção de energia, considerando fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, o avanço das fontes renováveis, e o acionamento de fontes de geração.

GUIMARÃES & LACERDA ADVOGADOS

UMA DÉCADA TRANSFORMANDO O DIREITO EM

INSTRUMENTO

DE DIGNIDADE E JUSTIÇA SOCIAL

FUNDADO A PARTIR DA EDUCAÇÃO PÚBLICA E GUIADO POR PROPÓSITO, O GLA CONSOLIDA UM MODELO DE ADVOCACIA HUMANA, TÉCNICA E SUSTENTÁVEL, QUE IMPACTA MILHARES DE SERVIDORES PÚBLICOS E PROJETA SUA ATUAÇÃO PARA O CENÁRIO NACIONAL

Aadvocacia costuma ser vista como um território técnico, marcado por prazos, petições e decisões judiciais. Mas, em alguns casos, ela ultrapassa os limites do exercício profissional e se transforma em instrumento de impacto social, construção de dignidade e transformação de destinos. É nesse ponto de encontro entre técnica e propósito que se inscreve a trajetória do Guimarães & Lacerda Advogados, um escritório que chega aos seus dez anos de atuação consolidado como referência na defesa dos servidores públicos e como exemplo de que crescimento e humanidade podem caminhar lado a lado.

Fundado a partir de uma inquietação genuína diante das injustiças enfrentadas por professores e demais servidores da educação pública, o GLA nasceu com uma vocação clara: transformar o Direito em ferramenta concreta de proteção, reconhecimento e valorização de quem sustenta o serviço público. Mais do que abrir portas no universo jurídico, o escritório construiu, desde o início, uma identidade própria, ancorada na escuta ativa, na empatia e no compromisso real com a justiça social.

A história do Guimarães & Lacerda não começa em grandes salas comerciais ou estruturas consolidadas, mas nas vivências pessoais de seus fundadores, profundamente marcadas pela educação pública.

Jhonny Guimarães e Gustavo Lacerda carregam trajetórias que se entrelaçam com a realidade de professores, escolas estaduais e famílias que sempre viram no estudo o caminho possível para a autonomia e a dignidade. Essa origem comum não é apenas um dado biográfico, mas o alicerce ético que sustenta todas as decisões estratégicas do escritório até hoje.

C A PA

RECONHECIMENTO O escritório Guimarães e Lacerda Advogados será agraciado com o Troféu Águia Dourada pelo projeto inovador

GLA Alliance, uma residência jurídica de alto nível criada a partir do propósito de formar novos talentos da advocacia com acompanhamento prático e visão de mercado. A iniciativa integra jovens profissionais a um programa estruturado de compartilhamento de honorários, fortalecendo carreiras de forma ética, colaborativa e sustentável.

O reconhecimento também alcança os sócios Jhonny Guimarães e Gustavo Lacerda, que recebem a indicação ao Troféu Leão Dourado, distinção que simboliza credibilidade, liderança e influência positiva no cenário jurídico. A homenagem reflete trajetórias construídas com dedicação constante, compromisso com a excelência e uma atuação que inspira confiança dentro e fora da profissão. No campo social, o escritório reafirma seu compromisso com a transformação por meio da educação ao instituir a Bolsa de Estudos Edmilson Barbosa, em parceria com a OAB. A partir de 2026, alunos carentes da rede pública terão a graduação em Direito integralmente custeada pela banca, ampliando oportunidades e abrindo caminhos reais para que novos sonhos se tornem possíveis.

Em 2014, ainda como estudantes universitários, os dois jovens desenvolveram uma tese jurídica que viria a beneficiar milhares de professores do Estado de Pernambuco, relacionada à revisão do FUNAFIN. Aquela iniciativa acadêmica se transformou em um divisor de águas, revelando que havia espaço e necessidade para uma advocacia especializada, técnica e comprometida com os servidores públicos. Foi ali que nasceu o impulso definitivo para a fundação do Guimarães & Lacerda Advogados, com a missão de oferecer uma advocacia de alto nível a quem tradicionalmente não tinha acesso às grandes bancas.

Os primeiros anos foram marcados por desafios típicos de quem começa do zero. Sem sede própria, sem equipe estruturada e sem capital inicial, o escritório foi sustentado pela confiança de professores que acreditaram no propósito apresentado. Essa confiança se tornou combustível para atravessar os momentos mais difíceis e consolidar uma atuação pautada pela entrega de resultados e pelo cuidado humano. Em 2017, a conquista da primeira sede, uma sala modesta no bairro de Santo Amaro, simbolizou mais do que crescimento físico, representou a validação de um projeto construído com coerência e perseverança.

O passo seguinte foi ainda mais ousado. Em 2018, os sócios percorreram Pernambuco de ponta a ponta, visitando escolas, dialogando diretamente com professores e compreendendo, de forma profunda, as dores e desafios enfrentados pela categoria. Essa imersão no território e na realidade dos clientes moldou definitivamente a cultura do GLA, que passou a se estruturar a partir da escuta ativa e do entendimento de que cada processo carrega uma história humana por trás dos autos.

C A PA

Ao longo da década, o escritório expandiu sua atuação de forma consistente e responsável. Hoje, o Guimarães & Lacerda representa servidores públicos em mais de 96% dos municípios de Pernambuco e ampliou sua presença para estados como Alagoas, Paraíba e Ceará. Essa expansão não ocorreu por acaso, mas como consequência natural de um modelo que alia técnica jurídica sólida, gestão profissional e compromisso social. O escritório acumula mais de R$ 600 milhões reivindicados judicialmente em favor dos professores estaduais, números que expressam a dimensão do impacto gerado, mas que não resumem a totalidade de sua atuação.

Internamente, o GLA se consolidou como um espaço de formação e acolhimento. A política de desenvolvimento de talentos adotada pelo escritório foge dos padrões tradicionais do mercado jurídico. Estudantes e jovens advogados passam por uma formação integrativa, vivenciando diferentes áreas e setores até se tornarem profissionais completos, tecnicamente preparados e humanamente conscientes. A valorização da saúde mental, do equilíbrio entre vida pessoal e carreira e do crescimento sustentável é parte central da cultura organizacional, refletindo a convicção de que prosperidade verdadeira se constrói de forma coletiva.

Essa maturidade institucional chamou a atenção do mercado financeiro, que passou a atuar como parceiro estratégico do Guimarães & Lacerda no fortalecimento de suas políticas e na ampliação de sua capacidade de atuação. Ainda assim, o escritório manteve intacta sua essência, conciliando uma advocacia de massa, com mais de 3.000 novos clientes por ano, com a atenção individualizada e o cuidado humano que

sempre definiram sua identidade.

O ano de 2025 marcou novos avanços. O GLA consolidou parcerias institucionais relevantes com a OAB de Pernambuco e ampliou sua atuação social por meio de projetos como o Direito de Sonhar e a Bolsa de Estudos Edmilson Barbosa, iniciativa que permitirá custear o ensino superior de alunos da rede pública. Esses projetos não surgem como ações pontuais de responsabilidade social, mas como desdobramentos naturais de uma cultura organizacional que acredita na educação como principal vetor de transformação.

A liderança de Jhonny Guimarães e Gustavo Lacerda segue sendo um dos pilares centrais desse percurso. Jhonny, filho da educação pública, bolsista integral do PROUNI na Universidade Católica de Pernambuco, construiu sua carreira a partir da convicção de que o Direito deve estar a serviço da realidade social. Sua trajetória pessoal, marcada pela influência de uma mãe professora e pela vivência direta com a rede pública, se reflete em uma advocacia comprometida com a dignidade dos servidores e com a formação de novos profissionais.

Gustavo Lacerda, por sua vez, carrega uma herança familiar profundamente ligada à educação, à disciplina e à reputação construída ao longo do tempo. A história de sua família, marcada por escolhas firmes em favor do estudo e do trabalho, se traduz em uma visão estratégica que privilegia governança, previsibilidade e continuidade. Para ele, sucesso não é um ponto de chegada, mas consequência de decisões coerentes tomadas ao longo do caminho.

Juntos, os sócios construíram um modelo institucional que se propõe a ir além do êxito financeiro. O Gui-

marães & Lacerda se apresenta como uma instituição comprometida com gerações passadas, presentes e futuras, capaz de honrar sua origem, agir com responsabilidade no presente e projetar um futuro de impacto ampliado. A expansão nacional prevista a partir de 2026 surge como desdobramento natural dessa trajetória, levando para outros estados um modelo de advocacia que provou ser possível crescer sem perder humanidade.

Ao completar dez anos, o GLA se

consolida como mais do que um escritório de advocacia. É uma organização que transformou o conhecimento jurídico em instrumento de justiça social, que fez da educação sua raiz e do cuidado sua principal estratégia. Em um cenário frequentemente marcado por pragmatismo excessivo, o Guimarães & Lacerda mostra que propósito, técnica e gestão podem coexistir de forma virtuosa, construindo uma advocacia que não apenas resolve conflitos, mas também transforma realidades.

TRÊS PODERES

HISTÓRICO

PARA ENFRENTAMENTO AO FEMINICÍDIO NO BRASIL

DESDE O ANO PASSADO, LULA TEM ENDURECIDO O TOM AO TRATAR DO COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, TEMA QUE TAMBÉM PASSOU A OCUPAR ESPAÇO CENTRAL EM SEUS DISCURSOS PÚBLICOS EM ANO ELEITORAL

Ador causada pelo feminicídio ecoa muito além das estatísticas frias, revelando as cicatrizes de uma sociedade que ainda luta para superar desigualdades profundas e raízes de controle. Esta face extrema da violência de gênero raramente se manifesta como um evento isolado ou repentino; ela costuma ser o capítulo final de um rastro de agressões psicológicas, humilhações e silenciamentos que se acumulam sob o manto da privacidade. Cada vida perdida deixa um vácuo irreparável nas famílias e uma ferida aberta na consciência civilizatória do país. Enfrentar esse cenário exige mais do que indignação: demanda uma sensibilidade aguçada para perceber os sinais de perigo e uma vontade política inabalável para colocar a segurança das mulheres no centro das prioridades nacionais.

Dentro dessa necessidade de agir com urgência e delicadeza, surge o Pacto Brasil para o Enfrentamento do Feminicídio, uma iniciativa que simboliza um aperto de mãos histórico entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O entendimento central dessa união é que a vio-

lência contra a mulher possui raízes tão complexas que nenhuma instituição conseguiria resolvê-la de forma solitária. Ao integrar as forças do Estado, o acordo busca substituir a fragmentação de ações por uma rede de proteção contínua, onde o sistema de justiça, a segurança pública e as políticas sociais falem a mesma língua e operem com a mesma agilidade.

As diretrizes desse pacto foram desenhadas para fortalecer o amparo muito antes que a ameaça se torne irreversível. O foco recai sobre a prevenção e a criação de caminhos seguros para que a mulher em situação de risco encontre acolhimento e escuta sem julgamentos. Fortalecer as redes de proteção nos municípios e estados significa garantir que, ao buscar ajuda, essa cidadã receba uma resposta rápida e eficaz do Estado. A proposta valoriza a integração federativa, assegurando que o suporte oferecido em uma capital tenha a mesma qualidade e prontidão no interior do país, eliminando as lacunas institucionais que muitas vezes deixam as vítimas vulneráveis.

Um dos pilares mais sensíveis desse compromisso reside na humanização do sistema de Justiça. O pacto prevê medidas para que a aplicação da lei seja célere e atenta às particularidades de cada caso, evitando que falhas burocráticas ou desinformação exponham as mulheres a riscos maiores. Existe o reconhecimento de que a demora em uma decisão judicial ou a falta de comunicação entre os órgãos pode custar vidas. Por isso, a eficiência institucional passa a ser medida pela capacidade de antecipação e pela proteção efetiva da integridade física e emocional de quem denuncia.

A inteligência de dados também ganha um papel estratégico, funcio-

nando como uma lanterna que ilumina os padrões de violência e orienta as políticas públicas de forma precisa. O compartilhamento de informações qualificadas entre os Poderes permite identificar onde o Estado precisa ser mais presente e quais comunidades demandam ações preventivas específicas. Sem transparência e monitoramento constante, o combate ao feminicídio perderia sua bússola. Por meio de mecanismos integrados, o Brasil busca agora transformar dados em estratégias de preservação da vida, garantindo que as ações adotadas sejam avaliadas e aprimoradas continuamente.

Para além das estruturas de governo, o pacto reconhece que a verdadeira transformação nasce de uma

mudança cultural profunda nas escolas, nas empresas e nos lares. A violência é alimentada por discursos que naturalizam o desequilíbrio de poder, e desconstruir esses comportamentos exige educação e campanhas de conscientização constantes. A iniciativa reforça a importância de promover a igualdade de gênero como um valor fundamental, atacando as causas estruturais da agressividade e fomentando uma cultura de respeito e empatia.

Articulado com o peso institucional da Presidência da República, este pacto sinaliza que proteger a vida das mulheres é um dever compartilhado por toda a arquitetura democrática brasileira. Ele retira o tema do campo das promessas e o coloca no terreno das obrigações coor-

denadas, reafirmando que o Estado assume a missão de agir de forma humana e preventiva. O objetivo final é que o medo deixe de ser uma realidade cotidiana e que a proteção se torne uma barreira intransponível contra a violência.

Cada avanço desse acordo representa uma vitória da civilidade sobre a barbárie. O Pacto Brasil propõe-se a ser um instrumento vivo de mudança social, lembrando-nos de que enfrentar o feminicídio é defender o direito humano mais básico: o de viver sem medo. Ao unir as mãos dos três Poderes em torno dessa causa, o país reconhece suas feridas e se compromete a curá-las através da integração, da justiça e, acima de tudo, de um profundo respeito pela vida de cada brasileira.

TSE RECEBE MAIS DE 1,4 MIL SUGESTÕES PARA REGRAS DAS ELEIÇÕES

A ANÁLISE TÉCNICA QUE SE INICIA AGORA TERÁ A MISSÃO DE FILTRAR ESSE MOSAICO DE 14 MIL

VOZES, TRANSFORMANDO AS MELHORES IDEIAS EM RESOLUÇÕES PRÁTICAS E COMPREENSÍVEIS

Poucas vezes se viu uma mobilização tão espontânea e volumosa em torno das engrenagens que fazem a democracia brasileira girar. O número que ecoa nos corredores do Tribunal Superior Eleitoral neste início de 2026 é emblemático: mais de 14 mil sugestões enviadas por cidadãos, partidos e entidades para ajudar a desenhar as regras do próximo pleito. Esse dado é uma estatística fria de protocolo e o retrato de um país que decidiu participar ativamente da construção do seu próprio destino político. Ao abrir as portas para essa consulta pública, a Corte Eleitoral transforma o que poderia ser um rito técnico e árido em um processo vivo, onde a voz das ruas e a expertise técnica se encontram para garantir que as eleições transcorram com a leveza e a segurança que o eleitor espera.

Essa enxurrada de ideias e contribuições revela que a preocupação com a integridade do voto deixou de ser um tema exclusivo de especialistas para ocupar as mesas de café e as discussões em redes sociais. Existe um desejo genuíno de entender e influenciar a forma como a tecnologia será usada, como as campanhas serão financiadas e, principalmente, como a verdade será protegida em um ambiente digital cada vez mais complexo. O TSE, ao acolher esse volume massivo de propostas, humaniza sua atuação e se coloca na posição de um ouvinte atento, reconhecendo que a legitimidade de uma regra é muito maior quando ela nasce do diálogo e não apenas da imposição de um gabinete em Brasília.

Dentro desse vasto repertório de sugestões, nota se uma atenção especial voltada para a convivência com as novas ferramentas de inteligência artificial. O desafio de 2026

será equilibrar o potencial inovador dessas tecnologias com o direito inalienável do cidadão de não ser enganado por simulações ou desinformações. As propostas enviadas mostram que a sociedade brasileira amadureceu e agora exige mecanismos de fiscalização que sejam tão ágeis quanto a própria disseminação de conteúdos na internet. Esse debate, tratado com a leveza de quem busca soluções e não apenas punições, é o que permite ao tribunal ajustar as normas à realidade do tempo presente, evitando que o processo eleitoral fique anacrô-

nico diante da velocidade da vida moderna.

Além das questões tecnológicas, as contribuições também mergulham em temas clássicos que ainda despertam paixões, como a transparência no uso dos recursos públicos e a igualdade de oportunidades entre os candidatos. O engajamento de partidos de diferentes matizes ideológicas nesse processo de consulta sinaliza que, apesar das naturais divergências de opinião, há um consenso fundamental sobre a importância de manter o tabuleiro do jogo equilibrado. Quando uma insti-

tuição abre espaço para ouvir quem está na linha de frente da disputa política, ela reduz drasticamente as chances de conflitos futuros, criando um ambiente de previsibilidade que beneficia tanto quem concorre quanto quem vota.

Do ponto de vista institucional, o balanço desse período de escuta reforça a imagem de uma Justiça Eleitoral que não se vê como um poder isolado, mas como uma prestadora de serviços à democracia. A análise técnica que se inicia agora terá a missão de filtrar esse mosaico de 14 mil vozes, transformando as melhores ideias em resoluções práticas e compreensíveis. É um trabalho de ourivesaria jurídica que exige sensibilidade para captar os anseios populares e rigor para garantir que as regras finais sejam sólidas e imunes a questionamentos de ocasião. O sucesso dessa empreitada reside justamente na capacidade de harmonizar interesses diversos em prol de um objetivo comum: uma eleição limpa, pacífica e representativa.

O resultado de todo esse esforço será sentido na ponta da linha, no dia em que milhões de brasileiros saírem de casa para exercer sua cidadania em 2026. A confiança que o eleitor deposita na urna é alimentada por esse trabalho silencioso de construção de regras que acontece agora, sob a luz do sol e com as portas abertas. Ao valorizar a participação social, o Tribunal Superior Eleitoral não apenas cumpre seu dever legal, mas celebra o espírito de uma nação que, a cada ciclo, reafirma sua vocação democrática com mais vigor e criatividade. O caminho para o pleito de 2026 já está sendo pavimentado com o diálogo, garantindo que, quando o momento chegar, o foco esteja apenas no debate de ideias e no futuro do Brasil.

UM NOVO LAR PARA CONECTAR PESSOAS E TRANSFORMAR VIDAS EM CAMPO GRANDE - RIO DE JANEIRO

A Zona Oeste do Rio de Janeiro ganha um novo esperança e oportunidades com a inauguração da Incluir. Com o slogan "Conectando Pessoas", dedica a promover a inclusão social e profissional de grupos vulneráveis, COMO PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, JOVENS, MULHERES, PESSOAS COM MAIS DE 50 ANOS E A COMUNIDADE LGBTQIA+

CASA REDE INCLUIR

ANVISA APROVA REGRAS DE PLANTIO DE CANNABIS PARA FINS MEDICINAIS

CULTIVO SERÁ LIBERADO SOMENTE PARA PESSOAS JURÍDICAS (EMPRESAS, UNIVERSIDADES E ASSOCIAÇÕES). PLANTIO DA CANNABIS

MEDICINAL NÃO FOI LIBERADO PARA A POPULAÇÃO EM GERAL E NÃO TEM RELAÇÃO COM USO RECREATIVO

Asaúde pública no Brasil acaba de atravessar um dos seus portais mais significativos em direção à modernidade terapêutica e à sensibilidade humana. Para além dos termos jurídicos e das salas de audiência, a utilização de derivados da planta para fins medicinais já faz parte da rotina de famílias que buscam alívio para crises de epilepsia, dores neuropáticas e os desafios severos de doenças degenerativas. Quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária decide, por um consenso absoluto entre seus diretores, estabelecer as regras para a produção nacional dessa matéria prima, o Estado brasileiro oferece um abraço institucional a pacientes que, por anos, viveram na angústia de depender de importações caríssimas ou de decisões liminares para manter o bem estar de seus entes queridos.

Essa deliberação histórica cumpre o que foi determinado pelo Superior Tribunal de Justiça e coloca o país em sintonia com as melhores práticas internacionais de controle e qualidade. Ao organizar o cultivo e a fabricação dentro das fronteiras brasileiras, a agência garante que cada gota do extrato medicinal passe por um rigoroso processo de fiscalização, assegurando a pureza e a concentração correta de cada componente. O cuidado técnico demonstrado nesse novo marco regulatório permite que médicos e pesquisadores trabalhem com substâncias padronizadas, reduzindo os riscos de contaminações e garantindo que o tratamento seja, antes de tudo, seguro para quem o consome. Observa se que a mudança de postura da vigilância sanitária reconhece o crescimento constante da demanda por essas terapias, que deixaram de ser vistas como alternativas experimentais para se torna-

rem escolhas essenciais em casos de difícil controle. A produção nacional tem o potencial de transformar a economia do setor, diminuindo a burocracia do comércio exterior e barateando os custos finais para o consumidor, o que beneficia diretamente o orçamento das famílias e as contas do próprio sistema público de saúde. Existe uma clareza agora sobre quem pode plantar, como deve ser feito o armazenamento e quais são as obrigações de segurança, o que afasta de vez os medos de desvios e cria um ambiente de absoluta transparência.

No campo da ciência, a nova regra funciona como um adubo valioso para as universidades e centros de tecnologia que desejam aprofundar os estudos sobre o potencial farmacológico do vegetal. O Brasil possui um dos corpos científicos mais respeitados do mundo e agora conta com a segurança jurídica necessária para realizar testes clínicos e desenvolver medicamentos inovadores em solo nacional. Essa autonomia científica é fundamental para que o país deixe de ser apenas um comprador de tecnologia estrangeira e passe a exportar conhecimento e produtos de alto valor agregado, aproveitando o clima e a expertise técnica que possuímos de sobra.

A humanização dessa pauta passa pela compreensão de que, por trás de cada autorização concedida, existe uma história de resiliência e a busca por uma noite de sono sem interrupções ou um dia sem dores limitantes. A decisão unânime da diretoria colegiada mostra que a ciência e a lei podem caminhar de mãos dadas com a compaixão, oferecendo soluções reais para problemas que os remédios convencionais nem sempre conseguem solucionar. O país avança ao tratar o tema com sobriedade e responsabilidade téc-

nica, deixando para trás preconceitos históricos em favor da evidência clínica e da proteção à vida.

Dessa forma, o fechamento desse ciclo regulatório sinaliza o início de uma nova fase para a medicina brasileira em 2026. A clareza das normas traz tranquilidade para as empresas que desejam investir no setor e, principalmente, para os profissionais de saúde que ago-

ra podem prescrever tratamentos com a certeza de que haverá um fornecimento contínuo e fiscalizado. O fortalecimento desse marco legal consolida a imagem da Anvisa como um órgão técnico de excelência, capaz de responder às demandas da sociedade com agilidade e rigor, garantindo que a inovação caminhe sempre ao lado da segurança do paciente.

INDÚSTRIA BRASILEIRA FECHA O TERCEIRO ANO CONSECUTIVO DE CRESCIMENTO

MESMO COM O CRESCIMENTO BAIXO ACUMULADO EM 2025, ESTE FOI O TERCEIRO ANO SEGUIDO DE ALTA EM RITMO CADA VEZ MENOR, APÓS EXPANSÃO DE 3,1% EM 2024 E DE APENAS 0,1% EM 2023

Ocenário industrial brasileiro em 2025 apresenta uma narrativa de resiliência, mas também de exaustão, onde os números oficiais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e dos institutos de pesquisa econômica traduzem uma realidade vivida diariamente nos pátios das fábricas e nas linhas de montagem. O crescimento de 0,6% registrado no fechamento do ano, embora represente uma variação positiva no rigor da técnica estatística, revela um setor que caminhou sob uma densa neblina de incertezas e obstáculos financeiros que impediram uma decolagem mais vigorosa. Para o empresário que planeja o próximo turno de produção e para o trabalhador que busca a manutenção do seu posto, esse índice modesto é o reflexo de um esforço hercúleo para manter as engrenagens girando em um ambiente onde o custo de produzir e investir tornou se um fardo pesado demais para ser carregado sem o devido suporte macroeconômico.

Ao longo de todo o ano de 2025, o custo do dinheiro consolidou se como o principal freio de mão puxado da economia produtiva, estabelecendo uma barreira quase intransponível para a modernização necessária ao parque fabril nacional. As taxas de juros, mantidas em patamares que sufocam a capacidade de planejamento, não apenas encareceram o crédito para a compra de novas máquinas e tecnologias, mas também drenaram a disposição das diretorias em assumir riscos em novos projetos de expansão. Em uma estrutura industrial que depende visceralmente de financiamento para sustentar seus ciclos de produção e inovação, a manutenção de uma política monetária rígida agiu como uma âncora que limi-

tou o crescimento ao campo da sobrevivência operacional, impedindo que o Brasil aproveitasse as janelas de oportunidade que se abriram no comércio global.

Essa dinâmica de avanço contido expôs de forma nítida as feridas abertas na indústria de transformação, o segmento que mais sofre com a sensibilidade aos juros e com o poder de compra da população. Enquanto setores voltados à exportação de matérias primas conseguiram navegar com maior agilidade, a indústria que agrega valor, que gera empregos técnicos e que movimenta as cidades brasileiras enfrentou uma luta árdua contra a estagnação. A disparidade entre o crescimento da indústria extrativa, que saltou 4,9%, e a timidez da manufatura indica que o país corre o risco de se tornar uma economia de enclave, onde a riqueza brota do subsolo mas encontra dificuldades para se transformar em produtos acabados, inovação tecnológica e bem estar social distribuído por toda a cadeia produtiva.

Outro fator determinante para o ritmo lento observado em 2025 reside no comportamento das famílias brasileiras, cujo consumo avançou de maneira tímida e carregada de cautela. O endividamento elevado do cidadão comum e a insegurança quanto à manutenção da renda futura criaram um cenário de demanda interna enfraquecida, o que forçou as fábricas a reduzirem encomendas e a trabalharem com estoques mínimos. Esse movimento de retração no consumo doméstico atingiu até mesmo os setores mais resilientes, como o de alimentos e bens de consumo não duráveis, mostrando que a fragilidade econômica não é um fenômeno isolado, mas uma condição que permeia toda a estrutura social e afeta desde

a grande montadora até o pequeno fornecedor de componentes. No campo político, o resultado de 2025 reacendeu com força o debate sobre o equilíbrio necessário entre o controle rigoroso da inflação e a necessidade vital de estimular o crescimento econômico. Existe uma compreensão crescente de que, embora a estabilidade de preços seja um valor inegociável para a saúde do país, os efeitos colaterais de juros excessivamente altos sobre a atividade produtiva podem gerar um dano estrutural de longo prazo, desidratando a indústria e comprometendo a soberania tecnológica nacional. Representantes do setor industrial têm alertado que a falta de um ambiente de negócios mais acolhedor ao investimento impede que o Brasil desenvolva uma visão de futuro que ultrapasse o próximo fechamento de trimestre, dificultando a retomada de um ciclo robusto e sustentável de desenvolvimento.

O desempenho registrado também funciona como um espelho fiel que reflete desafios estruturais que acompanham a realidade brasileira há décadas, como a complexidade burocrática, os gargalos logísticos que encarecem o transporte de mercadorias e a carga tributária que penaliza a produção em favor do consumo. Mesmo com avanços pontuais em legislações específicas, a indústria ainda opera muito aquém de sua capacidade instalada e distante de seus recordes históricos, o que sugere que a recuperação celebrada em certos discursos oficiais permanece incompleta e desigual. O número de 0,6%, portanto, é um grito silencioso por reformas que ataquem o custo Brasil e que permitam que a engenhosidade do empresariado e a competência do trabalhador brasileiro se-

jam traduzidas em progresso real.

A leitura humana e econômica desse cenário sugere que o país se encontra em uma encruzilhada decisiva, onde é necessário avançar em uma agenda que não se limite apenas à estabilidade financeira, mas que promova uma reindustrialização moderna e competitiva. A indústria continua sendo o coração pulsante do desenvolvimento nacional, não apenas pela riqueza que

gera, mas pela sua capacidade única de transformar a realidade das pessoas através da educação técnica e da inovação. O resultado de 2025 deve ser encarado como um alerta urgente para a necessidade de políticas públicas que incentivem o investimento produtivo, para que o setor industrial volte a ser o grande motor que conduz o Brasil rumo a um futuro de prosperidade e liderança global.

C A R R E I R A

GILDO SALES E UMA TRAJETÓRIA DEPÚBLICOSERVIÇO MARCADA PELA DISCIPLINA, EDUCAÇÃO E COMPROMISSO SOCIAL

EX-VEREADOR DE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO, TENENTE APOSENTADO DO EXÉRCITO, ADVOGADO E PROFESSOR, ELE REÚNE DIFERENTES MISSÕES EM UMA VIDA DEDICADA À FORMAÇÃO DE PESSOAS E AO BEM COLETIVO

Atrajetória de Gildo Sales é marcada por disciplina, vocação pública e compromisso permanente com a formação de pessoas e com o serviço à sociedade. Ex-vereador de Vitória de Santo Antão, tenente aposentado do Exército Brasileiro, advogado e professor, Gildo construiu uma caminhada que transita com naturalidade entre a vida militar, a atuação política, o exercício do Direito e a educação, sempre guiado por valores sólidos e pelo senso de responsabilidade coletiva.

Durante sua atuação como vereador em Vitória de Santo Antão, destacou-se pela postura firme, pelo diálogo respeitoso e pela defesa de pautas voltadas ao interesse público. Sua passagem pelo Legislativo municipal deixou a marca de alguém que compreende a política como instrumento de transformação social, exercida com ética, equilíbrio e compromisso com a população. Mesmo após deixar o mandato, Gildo manteve presença ativa na vida pública, contribuindo com reflexões, orientação e participação cidadã.

A formação militar teve papel central na construção de sua identida-

de. Como tenente do Exército, carreira que exerceu com honra até a aposentadoria, Gildo incorporou valores como disciplina, lealdade, liderança e espírito de missão, princípios que passaram a orientar todas as demais áreas de sua vida profissional. Essa base sólida é perceptível tanto em sua atuação jurídica quanto em sua relação com alunos, colegas e a comunidade.

No campo do Direito, Gildo Sales atua como advogado com a mesma seriedade que marcou sua vida militar e política. Seu trabalho é reconhecido pela postura ética, pela clareza técnica e pela capacidade de orientar com responsabilidade aqueles que buscam amparo jurídico. Como professor, amplia ainda mais esse impacto, compartilhando conhecimento, formando consciências críticas e contribuindo para a construção de novas gerações comprometidas com a justiça e com o bem comum.

A educação, aliás, sempre ocupou lugar de destaque em sua trajetória. Como diretor de colégio de magistério em Vitória de Santo Antão, Gildo exerceu papel fundamental na formação de professores, compreendendo que investir na educação é investir no futuro da sociedade. Sua atuação à frente da instituição foi marcada pelo zelo pedagógico, pelo incentivo à excelência e pelo cuidado humano com alunos e profissionais da educação.

O reconhecimento recebido com o Troféu Leão Dourado, durante o evento Totalizando Brasil, dialoga diretamente com essa trajetória plural e coerente. A homenagem simboliza a força, a coragem e a dedicação de um homem que fez da própria vida um serviço contínuo à coletividade. Gildo Sales representa o elo entre diferentes missões que se complementam: servir à Pátria, re-

presentar o povo, formar cidadãos e defender o Direito.

Ao enaltecer Gildo Sales, a homenagem valoriza não apenas cargos ocupados ou títulos conquistados, mas uma história construída com constância, fé, trabalho e compromisso social. Sua caminhada inspira porque demonstra que é possível transitar por diferentes áreas da vida pública sem abrir mão de prin-

cípios, mantendo integridade, humildade e profundo respeito pelas pessoas.

Gildo Sales segue como referência em Vitória de Santo Antão e em Pernambuco, símbolo de uma liderança que se constrói pelo exemplo e pela dedicação silenciosa, deixando marcas que vão além dos mandatos e das funções formais, alcançando vidas, consciências e futuros.

É tempo de mergulhar nas Sagradas Escrituras e fortalecer nossa fé.

A leitura diária da Bíblia nos aproxima de Deus, traz paz ao coração, orienta nossas decisões e nos ensina valores preciosos para a vida.

Você já leu a Bíblia hoje? Faça desse hábito uma parte do seu dia e sinta as transformações em sua caminhada espiritual!

A REVISTA TOTAL BRASIL TEM O COMPROMISSO DE INCENTIVAR A LEITURA E REAFIRMAR QUE LER A BÍBLIA É APRENDER EM CADA CAPÍTULO, É DESCOBRIR O NOVO EM CADA PÁGINA. LEIA A BÍBLIA.

LEIA A BÍBLIA

PROVÉRBIOS 21

EXISTEM SOFRIMENTOS QUE O JUSTO ENFRENTA COMO FRUTO DO SEU COMPROMISSO

CASTIGO, MAS COMO UM PRIVILÉGIO. NINGUÉM PRECISA, OU DEVE, RETRIBUIR O MAL ELE RETRIBUIRÁ CADA UM SEGUNDO AS SUAS OBRAS

1. Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o seu querer.

2. Todo caminho do homem é reto aos seus olhos, mas o Senhor sonda os corações.

3. Fazer justiça e juízo é mais aceitável ao Senhor do que sacrifício.

4. Os olhos altivos, o coração orgulhoso e a lavoura dos ímpios é pecado.

5. Os pensamentos do diligente tendem só para a abundância, porém os de todo apressado, tão-somente para a pobreza.

6. Trabalhar com língua falsa para

PROVÉRBIOS 22

ajuntar tesouros é vaidade que conduz aqueles que buscam a morte.

7. As rapinas dos ímpios os destruirão, porquanto se recusam a fazer justiça.

8. O caminho do homem é todo perverso e estranho, porém a obra do homem puro é reta.

9. É melhor morar num canto de telhado do que ter como companheira em casa ampla uma mulher briguenta.

10. A alma do ímpio deseja o mal; o seu próximo não agrada aos seus olhos.

11. Quando o escarnecedor é casti-

gado, o simples torna-se sábio; e o sábio quando é instruído recebe o conhecimento.

12. O justo considera com prudência a casa do ímpio; mas Deus destrói os ímpios por causa dos seus males.

13. O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido.

14. O presente dado em segredo aplaca a ira, e a dádiva no regaço põe fim à maior indignação.

15. O fazer justiça é alegria para o justo, mas destruição para os que praticam a iniqüidade.

MUITAS PESSOAS ACREDITAM SER IMPORTANTE SE ESFORÇAREM PARA ALCANÇAR

IMPORTANTE TER UM BOM NOME DO QUE GRANDES RIQUEZAS. ESTE CAPÍTULO NOS MAS PARA A GLÓRIA DE DEUS

1. Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro.

2. O rico e o pobre se encontram; a todos o Senhor os fez.

3. O prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando.

4. O galardão da humildade e o temor do Senhor são riquezas, honra e vida.

5. Espinhos e laços há no caminho do perverso; o que guarda a sua alma retira-se para longe dele.

6. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.

7. O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta.

8. O que semear a perversidade segará males; e com a vara da sua própria indignação será extinto.

9. O que vê com bons olhos será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre.

10. Lança fora o escarnecedor, e se irá a contenda; e acabará a ques-

tão e a vergonha.

11. O que ama a pureza de coração, e é amável de lábios, será amigo do rei.

12. Os olhos do Senhor conservam o conhecimento, mas as palavras do iníquo ele transtornará.

13. Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas.

14. Cova profunda é a boca das mulheres estranhas; aquele contra quem o Senhor se irar, cairá nela.

15. A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará dela.

ESSES SOFRIMENTOS NÃO DEVEM NUNCA SER VISTOS COMO

O MAL, O QUE PRECISAMOS FAZER É CONFIAR NOSSA CAUSA A DEUS, POIS

16. O homem que anda desviado do caminho do entendimento, na congregação dos mortos repousará.

17. O que ama os prazeres padecerá necessidade; o que ama o vinho e o azeite nunca enriquecerá.

18. O resgate do justo é o ímpio; o do honrado é o perverso.

19. É melhor morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e irritadiça.

20. Tesouro desejável e azeite há na casa do sábio, mas o homem insensato os esgota.

21. O que segue a justiça e a bene-

ficência achará a vida, a justiça e a honra.

22. O sábio escala a cidade do poderoso e derruba a força da sua confiança.

23. O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias.

24. O soberbo e presumido, zombador é o seu nome, trata com indignação e soberba.

25. O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam trabalhar.

26. O cobiçoso cobiça o dia todo, mas

o justo dá, e nada retém.

27. O sacrifício dos ímpios já é abominação; quanto mais oferecendo-o com má intenção!

28. A falsa testemunha perecerá, porém o homem que dá ouvidos falará sempre.

29. O homem ímpio endurece o seu rosto; mas o reto considera o seu caminho.

30. Não há sabedoria, nem inteligência, nem conselho contra o Senhor.

31. Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do Senhor vem a vitória.

SUCESSO E RIQUEZA. NO ENTANTO, PROVÉRBIOS 22 NOS ACONSELHA QUE É MAIS

ENSINA COMO CONSTRUIR UM BOM NOME – NÃO PARA A AUTO-GLORIFICAÇÃO,

16. O que oprime ao pobre para se engrandecer a si mesmo, ou o que dá ao rico, certamente empobrecerá.

17. Inclina o teu ouvido e ouve as palavras dos sábios, e aplica o teu coração ao meu conhecimento.

18. Porque te será agradável se as guardares no teu íntimo, se aplicares todas elas aos teus lábios.

19. Para que a tua confiança esteja no Senhor, faço-te sabê-las hoje, a ti mesmo.

20. Porventura não te escrevi excelentes coisas, acerca de todo con-

selho e conhecimento,

21. Para fazer-te saber a certeza das palavras da verdade, e assim possas responder palavras de verdade aos que te consultarem?

22. Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem atropeles na porta o aflito;

23. Porque o Senhor defenderá a sua causa em juízo, e aos que os roubam ele lhes tirará a vida.

24. Não sejas companheiro do homem briguento nem andes com o colérico,

25. Para que não aprendas as su-

as veredas, e tomes um laço para a tua alma.

26. Não estejas entre os que se comprometem, e entre os que ficam por fiadores de dívidas,

27. Pois se não tens com que pagar, deixarias que te tirassem até a tua cama de debaixo de ti?

28. Não removas os antigos limites que teus pais fizeram.

29. Viste o homem diligente na sua obra? Perante reis será posto; não permanecerá entre os de posição inferior.

CONTEÚDO

REPORTAGENS

16

CAPA

Francisco Bandeira de Mello assume a Presidência do TJPE. Experiente, equilibrado e com foco em celeridade e tecnologia, o desembargador inicia a gestão à frente do Tribunal de Justiça de Pernambuco sob a expectativa de um Judiciário mais ágil, moderno e próximo da sociedade.

26

CENÁRIO

Sessão solene marca abertura dos trabalhos após o recesso no STF. Em um cenário político marcado por polarização e disputas narrativas, o discurso institucional do STF buscou reforçar a ideia de que a Corte atua como guardiã da Constituição, com responsabilidade técnica e compromisso com a legalidade, afastando leituras que tentam reduzir o papel do

tribunal a interesses conjunturais.

30

DESAFIO

Na volta do Legislativo, Motta e Alcolumbre deram recados políticos. O início dos trabalhos no Congresso Nacional é marcado por uma forte defesa da autonomia parlamentar e pela sinalização de que a Câmara e o Senado atuarão como filtros rigorosos

das propostas do Executivo, priorizando a estabilidade das instituições e o equilíbrio fiscal.

34

RESULTADO

Produção de petróleo e gás no país cresce 13,3% em 2025 e bate recorde. O desempenho recorde de 2025 confirma a indústria extrativa como um dos motores da indústria nacional. A produção da indústria

brasileira cresceu 0,6% no ano passado, sendo que a indústria extrativa avançou 4,9%.

38 POTENCIAL

Embraer atinge

US$ 31,6 bilhões em encomendas no trimestre, maior nível da história. Cada avião entregue em um aeroporto da Europa ou da Ásia carrega consigo o selo da inovação brasileira.

MOVIMENTO

Na engrenagem institucional brasileira iniciou o ano emitindo sinais claros de movimento, renovação e responsabilidade pública. Em Pernambuco, a chegada do desembargador Francisco Bandeira de Mello à Presidência do Tribunal de Justiça de Pernambuco inaugura um novo capítulo administrativo marcado por experiência, equilíbrio e uma visão contemporânea de gestão. A expectativa que se forma em torno de sua condução passa, sobretudo, pela busca de maior celeridade processual e pela incorporação definitiva da tecnologia como ferramenta de aproximação entre o Judiciário e a sociedade. Em tempos em que eficiência institucional deixou de ser diferencial para se tornar obrigação, sua gestão surge como resposta a uma demanda social cada vez mais urgente por agilidade e transparência. Essa atmosfera de reabertura institucional também ganhou contornos simbólicos em Brasília, com a sessão solene que marcou o fim do recesso no Supremo Tribunal Federal. Em meio a um ambiente político ainda atravessado por polarizações e disputas narrativas, o discurso institucional da Corte buscou reafirmar seu papel constitucional, reforçando a ideia de que decisões judiciais devem permanecer ancoradas na técnica e na legalidade. A mensagem transmitida foi a de estabilidade: a de que, independentemente das pressões conjunturais, o tribunal permanece como guardião da Constituição e mediador dos conflitos que atravessam a democracia brasileira. No mesmo compasso, a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional evidenciou que o ano legislativo começa sob forte vigilância política. As falas de Hugo Motta e Davi Alcolumbre sinalizaram um Par-

CONHEÇA A VERSÃO DIGITAL

C

lamento atento à preservação de sua autonomia e disposto a atuar como filtro rigoroso das propostas oriundas do Executivo. O recado foi claro: estabilidade institucional e equilíbrio fiscal seguirão como premissas centrais das decisões legislativas. A harmonia entre os Poderes permanece como ideal, mas sempre mediada pelo exercício firme das competências constitucionais de cada Casa.

Enquanto o campo político reorganiza suas prioridades, a economia brasileira apresenta indicadores que ajudam a sustentar um horizonte de confiança. A produção de petróleo e gás registrou crescimento de 13,3% em 2025, alcançando nível recorde e consolidando a indústria extrativa como um dos motores da atividade nacional. O avanço de 4,9% do setor ajudou a impulsionar o desempenho geral da indústria, que fechou o ano com alta de 0,6%.

Esse ambiente de dinamismo econômico encontra expressão concreta quando se observa o desempenho da Embraer. A fabricante brasileira atingiu US$ 31,6 bilhões em encomendas em um único trimestre, o maior volume de sua história. Cada aeronave entregue em aeroportos da Europa ou da Ásia transporta mais do que passageiros: leva consigo o selo da engenharia nacional, reafirmando a capacidade brasileira de competir em igualdade tecnológica com as maiores potências industriais do planeta.

A mesma ideia de impacto social

por meio da excelência técnica pode ser percebida no campo jurídico com a trajetória do Guimarães & Lacerda Advogados. Ao completar uma década de atuação, o escritório consolida um modelo de advocacia orientado por propósito, nascido da educação pública e voltado à promoção da dignidade humana. Sua atuação junto a servidores públicos e sua expansão para o cenário nacional revelam que o Direito, quando exercido com sensibilidade social, transforma realidades e amplia cidadania.

Esse compromisso institucional com a proteção da vida ganha dimensão ainda mais urgente quando os Três Poderes se unem em um pacto histórico de enfrentamento ao feminicídio. A mobilização nacional em torno do tema reflete uma mudança de postura do Estado brasileiro diante da violência contra a mulher. Desde o ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem endurecendo o tom em relação ao assunto, incorporando o combate ao feminicídio ao centro de seus discursos e políticas públicas.

No campo sanitário e regulatório, a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária de aprovar regras para o plantio de cannabis para fins medicinais abre um novo horizonte terapêutico no país. A medida reflete o avanço do debate científico e o amadurecimento institucional diante de temas que exigem equilíbrio entre regulação, saúde pública e inovação farmacêutica. É mais um exem-

plo de como participação social e análise técnica podem caminhar juntas na formulação de políticas públicas. Esse conjunto de movimentos institucionais encontra respaldo em indicadores econômicos que reforçam a sensação de continuidade do crescimento. A indústria brasileira fechou seu terceiro ano consecutivo de expansão, ainda que em ritmo moderado. Após altas de 3,1% em 2024 e 0,1% em 2023, o novo avanço confirma a resiliência do setor produtivo diante de cenários desafiadores. No mercado de trabalho, os dados reforçam esse ambiente de recuperação gradual. A taxa de desemprego caiu para 5,1% no trimestre, o menor nível da série histórica. No consolidado anual, o índice ficou em 5,6% em 2025, segundo a PNAD Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Assim, entre posses institucionais, reaberturas solenes, pactos sociais, avanços econômicos e histórias de dedicação pública, o Brasil inicia mais um ciclo anual reafirmando valores que sustentam sua democracia. Justiça mais ágil, política mais equilibrada, economia produtiva, direitos ampliados e cidadãos comprometidos formam, juntos, o mosaico de um país que segue em movimento, ajustando rotas sem perder de vista o horizonte do desenvolvimento com responsabilidade social.que segue em movimento, ajustando rotas sem perder de vista o horizonte do desenvolvimento com responsabilidade social.

DIRETOR-PRESIDENTE

Marcelo Mesquita

PELO PAÍS

RECUPERAÇÃO DESEMPREGO CAI PARA 5,1% NO TRIMESTRE ATÉ DEZEMBRO, RECORDE DA SÉRIE HISTÓRICA

COM O RESULTADO, A TAXA ANUAL DO INDICADOR CAIU PARA 5,6% EM 2025, SEGUNDA A PNAD (PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS) CONTÍNUA, DIVULGADA PELO IBGE

P E LO PA Í S

A taxa de desemprego caiu a 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, menor taxa de desocupação desde a série histórica iniciada em 2012, mostrou a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada pelo IBGE.

Nos três últimos meses do ano, a população desocupada no Brasil ficou em 5,5 milhões, o menor contingente da série da pesquisa.

Com o resultado do mês de dezembro, a taxa anual do indicador caiu para 5,6% em 2025, ante 6,6% registrado no ano anterior, também o patamar mais baixo desde 2012. No período de um ano, a média de pessoas desocupadas caiu de 7,2 para 6,2 milhões.

A população ocupada no país em 2025 também registrou recorde na série histórica, com 103 milhões de pessoas, frente a 101,3 milhões em 2024, mostrou ainda o IBGE. Em 2012, o valor era de 89,3 milhões.

Nível de ocupação vai a 59%

Já o valor anual do nível de ocupação

– percentual de ocupados na população em idade de trabalhar – ficou em 59,1% em 2025, menor da série, enquanto em 2024 era de 58,6%.

A renda média real habitual dos trabalhadores atingiu o maior valor desde 2012, ficando em R$ 3.560, aumento de 5,7% (ou R$ 192) na comparação com 2024. Na série histórica, o menor resultado havia sido em 2022 (R$ 3.032).

Já o valor anual da massa de rendimento real habitual chegou a R$ 361,7 bilhões, em 2025, o maior da série, com alta de 7,5% (mais R$ 25,4 bilhões) em relação a 2024.

“Importante registrar que a queda da desocupação não foi provocada por aumento da subutilização da força de trabalho ou do desalento, reduzindo a pressão por trabalho. A trajetória de queda da taxa de desocupação em 2025 foi sustentada pela expansão da ocupação, principalmente nas atividades de serviços”, afirmou a coordenadora de pesquisas do IBGE, Adriana Beringuy. Em 2020 e 2021, anos da pandemia da Covid 19, a taxa de desemprego chegou a 13,7% e 14%, e cerca de 14 milhões de desocupados.

PETROBRAS ANUNCIA REDUÇÃO DE 5,2% NO PREÇO DA GASOLINA PARA DISTRIBUIDORAS

PREÇO MÉDIO DE VENDA DA EMPRESA PARA AS DISTRIBUIDORAS PASSARÁ A SER, EM MÉDIA, DE R$ 2,57 POR LITRO, O QUE SIGNIFICA REDUÇÃO DE R$ 0,14

A Petrobras anunciou que reduzirá o preço de venda da gasolina A para as distribuidoras em 5,2%. A medida está valendo desde a última de terça-feira (27). Dessa forma, o preço médio de venda da companhia para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, o que significa redução de R$ 0,14 por litro.

O movimento tende a desestimular o interesse por importações, que avançaram forte no ano passado. Além disso, uma gasolina mais barata pode fazer frente a uma safra que deverá ter maior produção de etanol, de acordo com analistas.

De acordo com dados da Petrobras, foi o terceiro corte seguido no preço da gasolina. O último havia sido em outubro do ano passado, quando a redução foi de 4,9%.

De acordo com relatório do Itaú BBA, a redução no preço da gasolina veio

abaixo do esperado.

Após o ajuste, os preços da Petrobras devem ficar ainda aproximadamente 5% acima da paridade, segundo o Itaú BBA, que ponderou que a petroleira também utiliza parâmetros de sua própria estratégia comercial.

A diminuição do valor foi anunciada em momento em que o preço da Petrobras operava 8% acima da paridade de importação, de acordo com dados do site da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). Essa conjuntura favorecia importações do combustível, colocando maior concorrência para a Petrobras.

De acordo com analistas, a redução no preço da gasolina comercializada pela Petrobras era esperada pelo mercado, diante da conjuntura, mas também acontece antes de uma safra que deverá ter mais oferta de etanol.

FRANCISCO BANDEIRA DE MELLO ASSUME A PRESIDÊNCIA DO TJPE

EXPERIENTE, EQUILIBRADO E COM FOCO EM CELERIDADE E TECNOLOGIA, O DESEMBARGADOR INICIA A GESTÃO À FRENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO SOB A EXPECTATIVA DE UM JUDICIÁRIO MAIS ÁGIL, MODERNO E PRÓXIMO DA SOCIEDADE

C A PA

OPalácio da Justiça, imponente em sua arquitetura que guarda séculos de história no coração do Recife, foi palco de uma daquelas cerimônias que conseguem transbordar os limites do rigor protocolar para tocar o cerne da vida pública e das esperanças sociais. A posse do novo presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco não representou apenas uma troca formal de bastão entre magistrados de carreira, mas o marco inicial de um ciclo que carrega consigo o peso da tradição jurídica e o frescor da inovação necessária aos novos tempos. Ao assumir o comando de uma das instituições mais estratégicas e influentes do estado, o desembargador Francisco Bandeira de Mello não ocupa somente uma cadeira de destaque administrativo, mas aceita o compromisso ético e histórico de guiar o Judiciário pernambucano por mares que exigem, simultaneamente, a firmeza absoluta da lei e a sensibilidade aguçada do diálogo com as ruas. O prestígio da solenidade pôde ser medido pela presença maciça de lideranças vindas de todas as esferas, desde a cúpula do Poder Executivo e do Legislativo até as representações mais expressivas da advocacia, do Ministério Público e da sociedade organizada. No entanto, o que realmente preencheu o ambiente não foi apenas o brilho das medalhas ou o rigor das togas, mas uma atmosfera vibrante de confiança mútua e expectativa de progresso. Existe a percepção clara e compartilhada de que a nova gestão nasce sob o signo da estabilidade institucional, fundamentada na trajetória de um homem que conhece cada engrenagem da máquina judicial. Nos olhares e nos cumprimentos trocados durante o evento, o que se lia era o desejo coleti-

vo por uma Justiça que não se esconda atrás de pesados pilares de mármore, mas que caminhe ao lado do cidadão, tornando se mais ágil, moderna e, acima de tudo, presente na vida de quem mais precisa de amparo legal.

Em suas primeiras palavras como presidente, Francisco Bandeira de Mello deixou transparecer que sua bússola de gestão será a eficiência, mas uma eficiência que jamais abrirá mão da sua alma humana. Para o novo gestor, a celeridade processual não deve ser vista apenas como um gráfico estatístico a ser exibido em reuniões técnicas ou relatórios anuais, mas como o respeito fundamental ao tempo de vida das pessoas. O magistrado demonstrou uma compreensão profunda de que uma decisão judicial que demora a chegar é, em última análise, um direito que se desidrata e uma injustiça que se perpetua. Esse olhar humanizado sobre o sistema judicial reforça a ideia de que o tribunal deve ser um porto seguro onde a população encontre respostas concre-

C A PA

tas para suas angústias, e não apenas uma sucessão interminável de labirintos burocráticos e prazos incompreensíveis.

A tecnologia, neste novo capítulo que se abre para o Tribunal de Justiça de Pernambuco em 2026, surge como a grande aliada da democratização do acesso aos direitos. O desembargador destacou a digitalização e a inteligência de dados não como fins em si mesmos, mas como pontes necessárias para encurtar distâncias. Modernizar sistemas e adotar soluções inteligentes são passos fundamentais para que o cidadão, independentemente de sua classe social ou localização geográfica, consiga acessar o sistema judiciário com a facilidade e a transparência que a era digital exige. Sob sua condução, o Judiciário pernambucano se alinha às grandes transformações globais, provando que é perfeitamente possível ser tradicional no respeito aos ritos constitucionais e vanguardista no uso das ferramentas que facilitam a vida do jurisdicionado.

A trajetória de Francisco Bandeira de Mello é, por si só, um argumento robusto a favor do sucesso de sua gestão. Construída com base no rigor técnico indiscutível e em uma serenidade que se tornou sua marca registrada, sua carreira é pautada pela capacidade rara de ouvir atentamente antes de proferir qualquer decisão. Ele é reconhecido internamente como um gestor que valoriza profundamente o capital humano, entendendo que o brilho e a eficácia de um tribunal dependem tanto da sabedoria do desembargador quanto da dedicação do servidor que atua na ponta do atendimento. Ao enfatizar a capacitação contínua e a melhoria das condições de trabalho, o novo presidente sinaliza que o avanço insti-

tucional será sustentável porque será construído por mãos que se sentem valorizadas e integradas a um propósito maior de serviço público. No complexo tabuleiro político do estado, a postura do novo presidente reflete o equilíbrio necessário para manter a harmonia entre as instituições. Ele assume o cargo com o compromisso inegociável de preservar a independência sagrada do Judiciário, mas sem erguer muros de isolamento que impeçam a colaboração republicana com os outros Poderes. Em tempos marcados por polarizações acentuadas e debates acalorados sobre as competências institucionais, a figura de um magistrado que privilegia a observância constitucional e o respeito mútuo funciona como um elemento essencial de pacificação e equilíbrio para todo o ambiente político de Pernambuco. Sua gestão promete ser um espaço de diálogo, onde a lei é o limite e o bem comum é o objetivo final.

A nova mesa diretora, que passa a dividir com o presidente as res-

ponsabilidades estratégicas e administrativas da Corte, traz nomes que mesclam a experiência de décadas de magistratura com um olhar renovado sobre os dilemas do Direito contemporâneo. Essa composição sugere que a presidência de Francisco Bandeira de Mello será uma obra coletiva, um esforço integrado para aprimorar a governança, otimizar a arrecadação de custas e aplicar os recursos públicos com a máxima transparência. O foco é nítido e ambicioso: transformar o Tribunal de Justiça de Pernambuco em um modelo nacional de gestão por resultados, onde cada centavo investido e cada decisão proferida ajudem a consolidar a paz social e a segurança jurídica necessária para o desenvolvimento econômico do estado. Outro ponto que merece destaque na visão apresentada pelo desembargador é a preocupação com a interiorização da Justiça. Pernambuco é um estado de contrastes e distâncias, e garantir que um cidadão do Sertão do Araripe tenha o mesmo nível de atendimento e celeri-

dade que um morador da capital é um desafio que o novo presidente pretende encarar de frente. A descentralização de serviços, o fortalecimento das comarcas de primeira instância e o uso de unidades móveis de conciliação são algumas das frentes que devem ganhar fôlego em 2026. A ideia é levar a presença do Estado juiz para onde o conflito acontece, reduzindo a sensação de abandono que muitas vezes atinge as regiões mais distantes dos centros de poder.

A relação com a advocacia e com as demais carreiras jurídicas também deve passar por um período de estreitamento e colaboração. O desembargador reconhece que o advogado é o primeiro elo da corrente que leva o conflito ao Judiciário e que um sistema de justiça eficiente pressupõe o respeito às prerrogativas profissionais e um canal de comunicação sempre aberto e fluido. Ao promover essa integração, a nova gestão do tribunal fortalece a própria democracia, garantindo que o direito de defesa e o devido processo legal sejam exercidos em sua plenitude, sem as barreiras da incompreensão mútua ou da burocracia desnecessária.

É preciso considerar também o papel do tribunal na mediação dos grandes temas sociais que afligem Pernambuco. Questões ligadas ao meio ambiente, ao direito à moradia, à proteção da infância e ao combate à violência de gênero são pautas que batem diariamente à porta do Judiciário e que exigem mais do que sentenças técnicas; exigem sensibilidade social e uma visão sistêmica dos problemas. A nova presidência sinaliza que o TJPE estará atento a essas demandas, promovendo fóruns de debate e fortalecendo as varas especializadas para que as decisões não sejam apenas

resoluções de processos, mas sementes de transformação social efetiva.

O planejamento estratégico para o biênio que se inicia inclui metas ousadas de redução do acervo processual, com um foco especial nos processos mais antigos que ainda aguardam um desfecho. A aplicação de métodos alternativos de solução de conflitos, como a mediação e a conciliação, será intensificada para evitar que cada desentendimento cotidiano se transforme em uma nova ação judicial que sobrecarregue o sistema. Essa mudança de cultura, que prioriza o acordo e o diálogo em vez da confrontação eterna, é um dos caminhos que o desembargador Francisco Bandeira

de Mello pretende pavimentar para deixar um legado de modernidade e paz para Pernambuco.

Internamente, a expectativa entre os servidores é de uma gestão participativa e transparente. A promessa de uma administração que valoriza o mérito e investe na saúde e no bem estar de quem faz a Justiça acontecer é um combustível poderoso para a produtividade e para a melhoria do atendimento ao público. Quando o servidor se sente parte de um projeto de excelência, o sorriso no atendimento e a agilidade no despacho tornam se consequências naturais de um ambiente de trabalho saudável e motivador.

A posse do desembargador Fran-

cisco Bandeira de Mello simboliza a esperança de que os desafios históricos da Justiça sejam enfrentados com a coragem da inovação e o conforto da ética inabalável. O estado ganha um líder preparado para as complexidades do futuro, mas que nunca perde de vista que, por trás de cada número de processo e de cada movimentação no sistema, existe uma história humana, uma família ou uma empresa esperando por uma resposta que traga equilíbrio às suas vidas. O ano de 2026 marca o início de uma caminhada onde a tradição da corte pernambucana se une à modernidade tecnológica para escrever um capítulo de progresso, justiça e plena cidadania.

SESSÃO SOLENE MARCA ABERTURA DOS TRABALHOS

APÓS O RECESSO NO STF

EM UM CENÁRIO POLÍTICO MARCADO POR POLARIZAÇÃO E DISPUTAS NARRATIVAS, O DISCURSO INSTITUCIONAL DO STF BUSCOU REFORÇAR A IDEIA DE QUE A CORTE ATUA COMO GUARDIÃ DA CONSTITUIÇÃO, COM RESPONSABILIDADE TÉCNICA E COMPROMISSO COM A LEGALIDADE, AFASTANDO LEITURAS QUE TENTAM REDUZIR O PAPEL DO TRIBUNAL A INTERESSES CONJUNTURAIS

Aatmosfera em Brasília durante a sessão solene que inaugurou o ano judiciário de 2026 carregou um simbolismo que extrapola os protocolos cerimoniais da capital federal. O retorno das atividades no Supremo Tribunal Federal representou a reafirmação de um compromisso com a estabilidade da República em um período onde as instituições são constantemente testadas pela dinâmica de uma sociedade hiperconectada e politicamente vibrante. A cerimônia não se limitou a marcar o fim de um recesso, mas serviu como o marco inicial de um ciclo onde a Corte se posiciona, mais uma vez, como o fiel da balança em questões que definem os rumos do desenvolvimento nacional e a proteção das garantias individuais. Ao longo de 2026, a expectativa sobre a atuação do tribunal cresce na mesma proporção em que os conflitos sociais e políticos batem às portas do Judiciário em busca de uma palavra final. O ritual de abertura do ano judiciário ganha contornos de um manifesto em defesa da normalidade democrática, sinalizando que a interpretação da Constituição permanece como a bússola para a

resolução de impasses que o diálogo político, por vezes, não consegue pacificar. O Supremo inicia este novo período com um calendário repleto de temas que tocam o cerne da vida pública, desde a análise de políticas de Estado até o equilíbrio entre os direitos fundamentais e as novas fronteiras da tecnologia e da segurança.

Durante os pronunciamentos que ecoaram no plenário, a tônica dominante foi a necessidade de preservar a independência da magistratura como um valor inegociável para a sobrevivência do Estado Democrático de Direito. Em um ambiente frequentemente fustigado por narrativas de polarização, o posicionamento institucional da Corte buscou ancorar a imagem do tribunal na tecnicidade e no distanciamento das paixões partidárias. Existe a compreensão clara de que o papel de guardião da Constituição exige uma postura de sobriedade e firmeza, garantindo que as regras do jogo democrático sejam respeitadas independentemente das pressões conjunturais que tentam desviar o foco da legalidade estrita.

A retomada das sessões em 2026 também traz à luz o debate sobre o fenômeno da judicialização da política e da vida social no Brasil. Observa se que o tribunal tem sido provocado a se manifestar sobre uma gama cada vez mais ampla de temas, o que confere aos ministros uma responsabilidade que transcende o campo jurídico e alcança impactos diretos na economia e no bem estar da população. Esse protagonismo, embora reforce a relevância da Corte como instância máxima de decisão, impõe o desafio constante de aprimorar a gestão processual e a clareza na comunicação com o cidadão, para que as decisões sejam compreendidas não apenas como

atos de autoridade, mas como expressões de justiça fundamentada. No campo das relações institucionais, o início deste ano judiciário ocorre sob o olhar atento dos outros Poderes da República. O Supremo Tribunal Federal permanece na posição de árbitro de conflitos entre o Executivo e o Legislativo, especialmente no que diz respeito à validade de leis e atos administrativos que moldam a estrutura do Estado. A sessão de abertura deixou clara a disposição para o diálogo harmonioso entre as esferas de poder,

sem que isso signifique qualquer renúncia à autonomia de julgamento ou às prerrogativas conferidas pelo texto constitucional. Essa interlocução equilibrada é vista como fundamental para que o país mantenha um clima de previsibilidade jurídica, fator essencial para a atração de investimentos e para o fortalecimento da confiança internacional.

A atenção da opinião pública em relação ao funcionamento da Corte atingiu um nível de detalhamento sem precedentes, onde cada voto e cada argumento são acompanhados

em tempo real por milhões de brasileiros. Esse escrutínio social confere ao rito de abertura de 2026 um peso adicional de responsabilidade institucional e transparência. A coerência nas decisões e a previsibilidade jurisprudencial tornam se elementos vitais para a preservação da legitimidade do Poder Judiciário perante uma sociedade que demanda respostas rápidas e eficazes para problemas complexos que afetam o cotidiano das famílias e das empresas.

A inauguração deste ciclo de trabalho funciona como um momento

de reflexão sobre o legado das decisões anteriores e como uma projeção das transformações que o país ainda deve enfrentar. Ao mesmo tempo em que o tribunal se debruça sobre temas remanescentes, novos dilemas éticos, sociais e econômicos surgem no horizonte de 2026, exigindo uma capacidade de adaptação e uma sensibilidade aguçada para os anseios do tempo presente. A continuidade das atividades simboliza a resiliência de um sistema que se propõe a ser estável em meio a um mundo em constante mutação.

Dessa forma, a abertura do ano judiciário no Supremo Tribunal Federal consolida a percepção de que a arquitetura democrática brasileira depende da integridade de suas instâncias de controle. Mais do que uma formalidade de calendário, o momento reafirma que a Constituição de 1988 segue sendo o contrato social que une a nação e que a mediação dos grandes debates nacionais continuará a encontrar no plenário da Corte um espaço de racionalidade e proteção aos direitos de todos os cidadãos.

NA VOLTA DO LEGISLATIVO, MOTTA E ALCOLUMBRE DERAM RECADOS POLÍTICOS

O INÍCIO DOS TRABALHOS NO CONGRESSO NACIONAL É MARCADO POR UMA FORTE DEFESA DA AUTONOMIA PARLAMENTAR E PELA SINALIZAÇÃO DE QUE A CÂMARA E O SENADO ATUARÃO COMO FILTROS RIGOROSOS DAS PROPOSTAS DO EXECUTIVO, PRIORIZANDO A ESTABILIDADE DAS INSTITUIÇÕES E O EQUILÍBRIO FISCAL

Ocenário político em Brasília, neste início de 2026, apresenta uma densidade que ultrapassa as formalidades regimentais do Congresso Nacional. A retomada das atividades legislativas não foi apenas um retorno burocrático às funções de criar leis, mas um evento carregado de simbolismo e pragmatismo, onde as principais lideranças das Casas demonstraram que o Parlamento brasileiro está decidido a exercer sua autoridade com independência e vigor. Os discursos de abertura proferidos pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e pelo presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, ecoaram pelos corredores da capital como manifestos de um Poder que não aceita mais papéis secundários na condução do destino nacional.

Ao observar o plenário da Câmara, percebeu se que a tônica de Hugo Motta foi a da afirmação incondicional da autonomia. O presidente da Casa não mediu palavras para desenhar uma linha clara entre a colaboração institucional e a subordinação política. A mensagem direcionada ao Palácio do Planalto foi nítida: a Câmara dos Deputados se enxerga como o coração pulsante da democracia brasileira e, como tal, exige que os projetos estratégicos para a economia e para a saúde fiscal do país sejam frutos de uma construção coletiva, e não de imposições unilaterais. Esse posicionamento é vital para compreender a dinâmica de 2026, pois sinaliza que qualquer reforma estrutural ou ajuste nas contas públicas passará pelo crivo rigoroso de parlamentares que buscam imprimir sua própria digital nas soluções para os problemas do país.

A fala de Motta também carregou um componente de sensibilida-

de social e econômica ao reconhecer o ambiente desafiador que as famílias e as empresas enfrentam. Ao defender um diálogo tecnicamente sustentado, o presidente da Câmara enviou um sinal de previsibilidade ao mercado e à sociedade, indicando que o Parlamento atuará como uma barreira contra o populismo desenfreado, priorizando decisões que garantam a sustentabilidade do crescimento a longo prazo. Existe, na liderança da Câmara, uma consciência aguda de que o protagonismo legislativo deve vir acompanhado de uma responsabilidade ética com o equilíbrio das contas, protegendo o país de sobressaltos que possam comprometer a confiança dos investidores e a estabilidade da moeda.

Já no Senado Federal, a postura de Davi Alcolumbre trouxe à tona o papel histórico daquela Casa como a câmara alta da reflexão e da moderação. O recado de Alcolumbre foi sofisticado ao enfatizar que a harmonia entre os Poderes é um valor supremo, mas que ela só existe plenamente quando há respeito mútuo às atribuições de cada um. Em um contexto de 2026 ainda marcado por ruídos institucionais e disputas de narrativa entre o Judiciário e o Executivo, o Senado se posiciona como o grande magistrado da política, pronto para atuar na revisão de propostas e na filtragem de paixões momentâneas que possam ferir o pacto federativo ou a segurança jurídica do território nacional.

A preocupação com a previsibilidade institucional foi um ponto central na fala de Alcolumbre, que parece compreender com clareza o impacto que as incertezas políticas causam no ambiente de negócios. Ao destacar a necessidade de regras claras e de um arcabouço regulatório estável, o presidente do Senado

buscou acalmar os ânimos de quem olha para o Brasil com o desejo de investir, mas teme a volatilidade das decisões governamentais. A sinalização é de que o Senado será um porto seguro para debates econômicos profundos, agindo como um contrapeso necessário para garantir que as leis aprovadas tenham a maturidade exigida para enfrentar os desafios de um mundo globalizado e cada vez mais competitivo.

Para além das palavras, o que se viu nesta abertura de 2026 foi a consolidação de uma frente legislativa que se entende como o principal árbitro dos grandes temas nacionais. O Congresso Nacional, sob as lideranças de Motta e Alcolumbre, envia um recado de unidade e de fortalecimento das prerrogativas parlamentares, sugerindo que o governo terá de empenhar um capital político considerável em negociações transparentes se quiser ver sua agenda avançar. A era das aprovações por decurso de prazo ou de alinhamentos automáticos parece ter ficado definitivamente no passado, dando lugar a uma era de parlamentarismo branco, onde o Legislativo dita o ritmo das reformas e a profundidade dos ajustes.

É importante humanizar essa análise ao perceber que, por trás dos discursos potentes e das estratégias de poder, existe a busca por respostas que afetam diretamente o cotidiano do cidadão brasileiro. Quando Motta fala em equilíbrio fiscal e Alcolumbre menciona segurança jurídica, eles estão, na verdade, tratando da capacidade do país em gerar empregos, controlar a inflação e garantir que os serviços públicos essenciais cheguem à ponta da linha. O protagonismo cobrado pelo Congresso é, em última análise, a reivindicação de que as vozes representadas por cada deputado e

senador tenham peso real na definição de como os recursos públicos são geridos e como os direitos civis são protegidos.

Assim, o ano legislativo começa com um Parlamento que não se intimida e que compreende perfeitamente sua função estratégica na arquitetura da democracia. Os recados dados na abertura são as primeiras notas de uma sinfonia política que

promete ser complexa e intensa. O país assiste agora a um Congresso que exige respeito, cobra diálogo e se recusa a ser um figurante na história do Brasil contemporâneo. O sucesso do governo e a estabilidade da nação dependerão, mais do que nunca, da habilidade em ler esses sinais e em construir pontes sólidas com um Legislativo que redescobriu a força de sua própria voz.

DEPRODUÇÃO PETRÓLEO E GÁS NO PAÍS CRESCE

13,3% EM

2025 E BATE RECORDE

O DESEMPENHO RECORDE DE 2025 CONFIRMA A INDÚSTRIA EXTRATIVA COMO UM DOS MOTORES DA INDÚSTRIA NACIONAL. A PRODUÇÃO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA CRESCEU 0,6% NO ANO PASSADO, SENDO QUE A INDÚSTRIA EXTRATIVA AVANÇOU 4,9%

Ocenário energético brasileiro atingiu um estágio de maturidade que transcende a simples extração de matérias primas para se consolidar como o pilar central da estabilidade econômica no tempo presente. A divulgação dos dados oficiais pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis sobre o desempenho do setor no ano de 2025 não deve ser lida apenas como um relatório de produtividade técnica, mas como a confirmação de uma nação que aprendeu a dominar as complexidades das águas ultraprofundas para financiar o próprio desenvolvimento e sua projeção no exterior. O crescimento de 13,3% na produção nacional, superando com folga as expectativas mais cautelosas do mercado, coloca o país em uma posição de destaque no tabuleiro geopolítico mundial em um momento onde a segurança energética é tratada com o mesmo rigor que a soberania das fronteiras.

Este fenômeno de expansão que se observou ao longo de 2025 é o resultado direto de uma estratégia de Estado que sobreviveu a diferentes ciclos políticos e que agora colhe os frutos de investimentos bilionários realizados na última década. A indústria extrativa, ao avançar 4,9% enquanto o restante da produção fabril caminha em passos mais lentos, demonstra que o petróleo se tornou o suporte fiscal do país, garantindo que a balança comercial permaneça em equilíbrio mesmo diante de crises externas ou oscilações nas exportações de outros setores como a agricultura ou a manufatura. É preciso compreender que cada barril extraído nas camadas do pré sal carrega consigo uma densa rede de significados sociais que vai desde o fortalecimento da moeda nacional até a capacidade de in-

vestimento em infraestrutura básica nos municípios mais remotos do território brasileiro.

Ao analisar a profundidade desses números, percebe se que o Brasil rompeu definitivamente a barreira da incerteza tecnológica para se tornar a principal referência global em exploração em mar aberto. A eficiência operacional demonstrada pelas companhias que atuam nas bacias oceânicas reflete um domínio de engenharia que poucas nações no mundo conseguem replicar com tamanha precisão. O custo de extração nessas áreas tornou se tão competitivo que, mesmo em cenários de baixa nos preços internacionais, o petróleo brasileiro permanece lucrativo e atraente para o capi-

tal estrangeiro, o que garante um fluxo contínuo de recursos e a manutenção de postos de trabalho que exigem alta qualificação em toda a cadeia de serviços especializados.

A relevância política desse recorde de produção registrado em 2025 também reside na capacidade do Estado em gerir as expectativas em torno da transição energética global. Existe uma visão frequentemente difundida em análises menos aprofundadas que tenta colocar em lados opostos o sucesso da indústria do petróleo e o compromisso com as metas ambientais. Entretanto, o que se observa é uma movimentação muito mais sofisticada, onde a riqueza gerada pelos combustíveis fósseis está sendo pro-

gressivamente direcionada para a pesquisa e o desenvolvimento de fontes de energia limpas e renováveis. O país encontra se na posição privilegiada de utilizar sua riqueza mineral como uma ponte financeira para um futuro de baixo carbono, utilizando os royalties para pavimentar o caminho rumo à liderança na produção de hidrogênio e biocombustíveis.

No âmbito social e regional, o impacto desse crescimento de 13,3% se traduz em uma entrada de recursos sem precedentes para os estados e municípios que compõem as bacias produtoras. Contudo, essa abundância financeira traz consigo o desafio da gestão pública e a necessidade de evitar a dependência excessiva de um único recurso que possa vir a prejudicar outros setores da economia local no futuro. O debate sobre como distribuir esses recursos de maneira justa e transformadora é a discussão política mais urgente que os dados de 2025 impõem aos governantes e legisladores brasileiros.

A soberania energética que o território experimenta atualmente funciona como uma proteção contra as volatilidades geopolíticas que afetam o hemisfério norte e as regiões tradicionais de produção. Em um mundo marcado por interrupções em cadeias de suprimento e conflitos que utilizam a energia como instrumento de pressão diplomática, o Brasil se apresenta como um porto seguro e um fornecedor confiável. Essa percepção externa eleva o prestígio da diplomacia nacional, permitindo que o país dialogue em pé de igualdade com as maiores economias do planeta dentro dos fóruns de decisão internacional.

Para além das estatísticas financeiras, é fundamental humanizar a percepção sobre o setor ao reco-

nhecer o esforço das milhares de pessoas que operam em regimes de isolamento em alto mar, dos engenheiros que desenvolvem sistemas avançados de monitoramento e dos pesquisadores que garantem a segurança ambiental das operações. O recorde de 2025 é, antes de tudo, um triunfo do conhecimento técnico nacional e da resiliência das instituições brasileiras frente aos desafios de um mercado global extremamente competitivo.

Olhando para o futuro imediato, a manutenção desse ritmo de crescimento exigirá uma atenção constante aos marcos regulatórios e à segurança jurídica que atrai o investimento estrangeiro. O investidor de longo prazo busca estabilidade e regras claras, e o sucesso operacional registrado no último ano é o melhor comprovante de que o país oferece condições adequadas para novos projetos de grande porte. O petróleo brasileiro não é apenas um recurso mineral escondido sob quilômetros de rocha, mas sim a expressão material da capacidade nacional de planejar, executar e liderar grandes transformações estruturais que moldarão as próximas décadas da história econômica.

O desempenho recorde de 2025 confirma a indústria extrativa como um dos motores da indústria nacional e reforça a necessidade de uma visão de longo prazo que saiba converter a bonança temporária em progresso permanente. A integração entre a exploração de recursos naturais e a preservação do equilíbrio ambiental surge como o maior desafio técnico e ético para os anos que virão. O sucesso obtido até aqui serve como base para que o país continue a expandir suas fronteiras exploratórias, sempre com o foco na inovação e na responsabilidade com as futuras gerações.

EMBRAER ATINGE US$ 31,6 BILHÕES EM ENCOMENDAS NOMAIORTRIMESTRE, NÍVEL DA HISTÓRIA

CADA AVIÃO ENTREGUE EM UM AEROPORTO DA EUROPA OU DA ÁSIA CARREGA CONSIGO O SELO DA INOVAÇÃO BRASILEIRA, PROVANDO QUE SOMOS CAPAZES DE COMPETIR DE IGUAL PARA IGUAL COM AS MAIORES POTÊNCIAS INDUSTRIAIS DO PLANETA

Ouniverso da aviação costuma ser descrito através de métricas rigorosas e números que não aceitam margem de erro, mas existe uma dimensão humana e estratégica que pulsa por trás de cada turbina que ganha os céus. Quando uma companhia aérea ou um governo decide assinar um contrato de aquisição de novas aeronaves, a decisão vai muito além de uma simples transação comercial; trata-se de uma aposta de longo prazo na segurança, na eficiência e na parceria técnica. No encerramento de 2025, o Brasil assistiu à sua maior fabricante de aviões atingir um patamar de credibilidade sem precedentes, transformando o planejamento minucioso e a visão de mercado em um recorde que orgulha a indústria nacional e projeta o país como um porto seguro para a inovação de alta complexidade.

Ao registrar uma carteira de pedidos que alcançou a cifra histórica de 31,6 bilhões de dólares no quarto trimestre, a Embraer enviou uma mensagem de solidez ao mercado financeiro global. Esse volume de encomendas representa o amadurecimento de um ciclo de recuperação que soube navegar pelas turbulências dos últimos anos com uma maestria rara. É o resultado de quem não parou no tempo e entendeu que a aviação moderna exige aviões que gastem menos combustível, façam menos ruído e ofereçam uma flexibilidade operacional capaz de conectar regiões antes esquecidas pelas grandes rotas comerciais.

A estratégia de não colocar todos os ovos em uma única cesta provou-se o grande diferencial da companhia ao longo de 2025. Ao equilibrar a produção entre os jatos comerciais, a aviação executiva e os projetos de defesa, a fabricante brasileira criou

uma rede de proteção contra as oscilações da economia mundial. No segmento executivo, por exemplo, a busca por maior mobilidade privada e agilidade logística transformou os jatos brasileiros em objetos de desejo para corporações que valorizam o tempo e o conforto como ativos estratégicos. Já no campo da defesa, a confiança depositada por governos em soluções aeronáuticas completas garante que a empresa continue sendo um braço vital para a segurança e para a soberania de diversas nações.

O impacto dessa carteira bilionária transborda os muros das fábricas em São José dos Campos e se espalha por toda a estrutura produtiva do país. A Embraer funciona como o coração de um ecossistema que irriga fornecedores de componentes eletrônicos, empresas de engenharia de precisão e laboratórios de pesquisa em universidades federais e estaduais. Manter o ritmo de produção aquecido para os próximos anos significa assegurar que milhares de engenheiros, técnicos e especialistas brasileiros continuem a desenvolver suas carreiras em solo nacional, evitando a fuga de cérebros e estimulando o surgimento de novas patentes e tecnologias que beneficiam outros setores da sociedade.

Ao analisar o ponto de vista das exportações, o recorde de 2025 é um marco que ajuda a redefinir a imagem do Brasil no exterior. Em um cenário onde a pauta exportadora é muitas vezes concentrada em produtos primários, ter uma empresa que vende inteligência e valor agregado é fundamental para a saúde da nossa balança comercial. Cada avião entregue em um aeroporto da Europa ou da Ásia carrega consigo o selo da inovação brasileira, provando que somos capazes

de competir de igual para igual com as maiores potências industriais do planeta. Essa percepção de competência tecnológica atrai olhares de investidores estrangeiros, que passam a enxergar no mercado brasileiro oportunidades que vão muito além das commodities.

A robustez financeira que esses 31,6 bilhões de dólares trazem permite que a companhia planeje o futuro com a serenidade necessária para continuar inovando. Em tempos de juros elevados e incertezas sobre

o crescimento global, ter uma fila de espera tão longa e qualificada é um privilégio que poucas empresas no mundo possuem. Isso oferece a segurança jurídica e econômica para que novos projetos, como os veículos elétricos de decolagem vertical e as aeronaves de zero emissão, saiam das pranchetas e comecem a ganhar vida, mantendo o Brasil na liderança da sustentabilidade aérea.

O fechamento do ano de 2025 marca, portanto, um período de afirmação e triunfo para a engenhosi-

dade nacional. A Embraer encerra esse ciclo demonstrando que a combinação entre precisão técnica e sensibilidade para entender as demandas do mundo é a fórmula para o sucesso duradouro. O recorde alcançado é o reflexo de uma trajetória construída com seriedade e respeito aos clientes, mostrando que quando o Brasil investe em tecnologia e educação, o céu não é o limite, mas o ponto de partida para novas e gloriosas decolagens no cenário internacional.

sindacucar

CONHEÇA

DESEMPREGO CAI PARA 5,1% NO TRIMESTRE, RECORDE DA SÉRIE HISTÓRICA

COM O RESULTADO, A TAXA ANUAL DO INDICADOR CAIU

PARA 5,6% EM 2025, SEGUNDA A PNAD (PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS) CONTÍNUA, DIVULGADA

PELO IBGE. O RESULTADO REFLETE A AMPLIAÇÃO CONTÍNUA DA POPULAÇÃO OCUPADA E A REDUÇÃO EXPRESSIVA DO CONTINGENTE DE PESSOAS EM BUSCA DE TRABALHO

Ataxa de desemprego de 5,1% registrada em dezembro representa um marco histórico para o mercado de trabalho brasileiro e encerra 2025 com um dos indicadores mais positivos das últimas décadas. O dado confirma uma trajetória consistente de recuperação do emprego ao longo do ano e reforça a percepção de maior estabilidade econômica vivida por parte significativa da população no fechamento do período.

De acordo com os números apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, o resultado reflete a ampliação contínua da população ocupada e a redução expressiva do contingente de pessoas em busca de trabalho. A combinação entre retomada de atividades presenciais, fortalecimento do setor de serviços e maior dinamismo do comércio contribuiu para a criação de vagas, mesmo em um ambiente econômico ainda pressionado por juros elevados e crescimento moderado.

O desempenho positivo do mercado de trabalho também se traduziu em maior circulação de renda e impacto direto no cotidiano das famílias. Com mais pessoas empregadas, houve melhora na capacidade de consumo, ainda que marcada por cautela, além de redução da dependência de programas assistenciais. Para milhões de brasileiros, o retorno ao trabalho ou a conquista de uma nova ocupação significou reorganização financeira, retomada de planos e maior previsibilidade em relação ao futuro.

Outro ponto relevante é a recuperação gradual do emprego formal, que acompanhou a expansão da ocupação ao longo do ano. Embora a informalidade ainda represente parcela importante do mercado de trabalho, o avanço das contra-

tações com carteira assinada indica maior estabilidade nas relações de trabalho e reforça a sustentabilidade do resultado observado em dezembro.

Apesar do índice historicamente baixo, o cenário não está livre de contrastes. A geração de empregos ocorreu de forma desigual entre setores e regiões, com concentração maior em atividades de menor produtividade e remuneração. Esse movimento ajuda a explicar por que a queda do desemprego nem sempre se reflete, na mesma proporção, em aumento da renda média dos trabalhadores.

Além disso, setores estratégicos como a indústria seguem enfrentando dificuldades para ampliar contratações de maneira mais robusta. O custo elevado do crédito, a desaceleração da atividade industrial e os desafios estruturais do setor limitam a criação de vagas de maior qualificação, o que mantém parte do mercado de trabalho dependente de ocupações mais vulneráveis a oscilações econômicas.

Ainda assim, o índice de 5,1% consolida 2025 como um ano de inflexão positiva no mercado de trabalho brasileiro. O resultado vai além de um dado estatístico e simboliza a capacidade da economia de absorver mão de obra em um contexto adverso. A continuidade desse cenário dependerá do fortalecimento do investimento produtivo, da retomada de setores industriais e da criação de condições que permitam transformar emprego em renda sustentável e desenvolvimento de longo prazo

Já a estimativa anual do número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada cresceu 2,8% no valor de 2025 frente a 2024, chegando a 38,9 milhões de pessoas, o mais alto da série.

FRANCISCO BANDEIRA DE MELLO ASSUME

A

PRESIDÊNCIA DO TJPE

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