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REVISTA TOTAL_EDIÇÃO 220_CAPA 02

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A REVISTA DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS R$ 30 29

CONCESSÃO DA COMPESA SUPERA EXPECTATIVAS

E ESTADO PARA INVESTIR EM ÁGUA E SANEAMENTO

TÚLIO MONTEIRO CONDUZ BUÍQUE A UM NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO E CUIDADO SOCIAL

À frente de um dos maiores territórios do Agreste pernambucano, o prefeito Túlio Monteiro consolida uma gestão marcada por investimentos históricos que reposicionam o município no mapa do desenvolvimento regional, com resultados concretos no cotidiano da população

LULA VISITA POLO AUTOMOTIVO QUE VAI PRODUZIR CARROS ELÉTRICOS NO CEARÁ

PIX BATE RECORDE COM R$ 166,2 BILHÕES EM UM DIA IMPULSIONADO POR BLACK FRIDAY E 13º SALÁRIO

PROVÉRBIOS 5

O

QUÊ

PROVÉRBIOS 5 NOS ENSINA? DEUS DEU AO

SER HUMANO O PRIVILÉGIO DA LIBERDADE LIBERDADE COM SABEDORIA. O PECADO AO CONTRÁRIO EM NADA TRAZ LIBERDADE, DO PECADO É QUE ELE PROMETE LIBERDADE, MAS SOMENTE TRAZ ESCRAVIDÃO

1. Filho meu, atende à minha sabedoria; à minha inteligência inclina o teu ouvido;

2. Para que guardes os meus conselhos e os teus lábios observem o conhecimento.

3. Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais suave do que o azeite.

4. Mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes.

5. Os seus pés descem para a morte; os seus passos estão impregnados do inferno.

6. Para que não ponderes os caminhos da vida, as

PROVÉRBIOS 6

suas andanças são errantes: jamais os conhecerás.

7. Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca.

8. Longe dela seja o teu caminho, e não te chegues à porta da sua casa;

9. Para que não dês a outrem a tua honra, e não entregues a cruéis os teus anos de vida;

10. Para que não farte a estranhos o teu esforço, e todo o fruto do teu trabalho vá parar em casa alheia;

11. E no fim venhas a gemer, no consumir-se da tua carne e do teu corpo.

O QUE SIGNIFICA PROVÉRBIOS 6? QUANDO A BÍBLIA DIZ QUE DEUS ABORRECE E ABOMINA

EM NOSSAS VIDAS

1. Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro, se deste a tua mão ao estranho,

2. E te deixaste enredar pelas próprias palavras; e te prendeste nas palavras da tua boca;

3. Faze pois isto agora, filho meu, e livra-te, já que caíste nas mãos do teu companheiro: vai, humilha-te, e importuna o teu companheiro.

4. Não dês sono aos teus olhos, nem deixes adormecer as tuas pálpebras.

5. Livra-te, como a gazela da mão do caçador, e como a ave da mão do passarinheiro.

6. Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio.

7. Pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador,

8. Prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento.

9. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quan-

do te levantarás do teu sono?

10. Um pouco a dormir, um pouco a tosquenejar; um pouco a repousar de braços cruzados;

11. Assim sobrevirá a tua pobreza como o meliante, e a tua necessidade como um homem armado.

12. O homem mau, o homem iníquo tem a boca pervertida.

13. Acena com os olhos, fala com os pés e faz sinais com os dedos.

14. Há no seu coração perversidade, todo o tempo maquina mal; anda semeando contendas.

15. Por isso a sua destruição virá repentinamente; subitamente será quebrantado, sem que haja cura.

16. Estas seis coisas o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina:

17. Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente,

18. O coração que maquina pensamentos perversos,

LIBERDADE DE ESCOLHA, MAS DIANTE DISSO ELE NOS INSTRUI A USAR ESSA

LIBERDADE, SOMENTE PRISÕES.

É IMPOSSÍVEL PECAR SEM SE PRENDER, UM DOS ENGANOS

12. E então digas: Como odiei a correção! e o meu coração desprezou a repreensão!

13. E não escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos meus mestres inclinei o meu ouvido!

14. No meio da congregação e da assembléia foi que eu me achei em quase todo o mal. 15. Bebe água da tua fonte, e das correntes do teu poço.

16. Derramar-se-iam as tuas fontes por fora, e pelas ruas os ribeiros de águas?

17. Sejam para ti só, e não para os estranhos contigo. 18. Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a

mulher da tua mocidade.

19 Como .cerva amorosa, e gazela graciosa, os seus seios te saciem todo o tempo.

20. E porque, filho meu, te deixarias atrair por outra mulher, e te abraçarias ao peito de uma estranha?

21. Eis que os caminhos do homem estão perante os olhos do Senhor, e ele pesa todas as suas veredas.

22. Quanto ao ímpio, as suas iniqüidades o prenderão, e com as cordas do seu pecado será detido.

23. Ele morrerá, porque desavisadamente andou, e pelo excesso da sua loucura se perderá.

ABOMINA ALGUMAS COISAS, DEVEMOS PRESTAR ATENÇÃO PARA EVITAR TAIS COISAS

pés que se apressam a correr para o mal, 19. A testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.

20. Filho meu, guarda o mandamento de teu pai, e não deixes a lei da tua mãe;

21. Ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço.

22. Quando caminhares, te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo.

23. Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida,

24. Para te guardarem da mulher vil, e das lisonjas da estranha.

25. Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te prendas aos seus olhos.

26. Porque por causa duma prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a adúltera anda à caça da alma preciosa.

27. Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem?

28. Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?

29. Assim ficará o que entrar à mulher do seu próximo; não será inocente todo aquele que a tocar.

30. Não se injuria o ladrão, quando furta para saciar-se, tendo fome;

31. E se for achado pagará o tanto sete vezes; terá de dar todos os bens da sua casa.

32. Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma.

33. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará.

34. Porque os ciúmes enfurecerão o marido; de maneira nenhuma perdoará no dia da vingança.

35. Não aceitará nenhum resgate, nem se conformará por mais que aumentes os presentes.

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CONTEÚDO

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CAPA

Túlio Monteiro conduz Buíque a um novo ciclo de desenvolvimento e cuidado social. À frente de um dos maiores territórios do Agreste pernambucano, o prefeito consolida uma gestão marcada por investimentos históricos que reposicionam o município no mapa do desenvolvimento regional, com resultados concretos no cotidiano da população.

18

VISÃO

André de Paula e uma vida pública construída com diálogo e responsabilidade. À frente do Ministério da Pesca e Aquicultura, André de Paula assumiu a missão de reposicionar um setor estratégico, que envolve milhares de famílias, movimenta cadeias produtivas inteiras e possui enorme potencial de crescimento sustentável.

24

DESEMPENHO

Filhos do Bolsa Família rompem ciclo da pobreza. Estudo da FGV mostra que sete em cada 10 jovens beneficiados pelo auxílio em 2014 deixaram o programa em 2025.

28

POTENCIAL

Concessão da Compesa supera expectativas e Estado terá R$ 23,2

bilhões para investir em água e sanemanenro. Projeto de concessão, construído com diálogo público, atraiu grandes grupos empresariais na bolsa de valores B3, em São Paulo

32

INOVAÇÃO

Lula visita polo automotivo que vai produzir carros elétricos no Ceará. Durante o evento, o presidente também

CONHEÇA A VERSÃO DIGITAL

mencionou a central de processamento de dados que será construída no Ceará pelo aplicativo de vídeos curtos TikTok.

36 RESULTADO

Pix bate recorde com R$ 166,2 bilhões em um dia impulsionado por Black Friday e 13º salário. Esse recorde se conecta diretamente aos períodos de maior circulação de renda e consumo.

NA CAPA: TÚLIO MONTEIRO CONDUZ BUÍQUE A UM NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO E CUIDADO SOCIAL. À FRENTE DE UM DOS MAIORES TERRITÓRIOS DO AGRESTE PERNAMBUCANO, O PREFEITO TÚLIO MONTEIRO CONSOLIDA UMA GESTÃO MARCADA POR INVESTIMENTOS HISTÓRICOS QUE REPOSICIONAM O MUNICÍPIO NO MAPA DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL, COM RESULTADOS CONCRETOS NO COTIDIANO DA POPULAÇÃO

FUNDADA EM 28 ABRIL 2004 POR MARCELO MESQUITA

DIRETOR PRESIDENTE MARCELO MESQUITA

DIRETOR NORTE E NORDESTE MICKAELL ANTHONY NERY DE SOUSA MESQUITA

SÓCIO E DIRETOR DE PROJETOS ESPECIAIS NACIONAL E INTERNACIONAL CARLOS ROBERTO

DIRETOR CENTRO-OESTE E SUDESTE CORONEL PAULO CÉSAR ALÍPIO

DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO

MICKAELL ANTHONY MESQUITA E JOSÉ DE PEREIRA PAULO NETO

DIRETOR INSTITUCIONAL JACILENE MESQUITA E MARCELO GUILHERME MESQUITA

DIRETOR DE DISTRIBUIÇÃO

MARCOS MESQUITA E GERALDO MESQUITA

DIRETOR COMERCIAL JOAQUIM PEREIRA, MARCELO MESQUITA E SÉRGIO REDÓ

DIRETOR DE PROJETOS ESPECIAIS

MARCO ANTONIO CALZOLARI

JORNALISTAS ESPECIAIS MÁRCIO MAIA

ASSESSOR JURÍDICO

DR. RONALDO PESSÔA, DR. HELENO RODRIGUES E DRª. KISSIA MESQUITA

Editor Severino Ferreira

Jornalista Visual e Editor de Conteúdo Sandemberg Pontes Reportagens Aline Mirelly Curadoria de Conteúdo Digital Sandemberg Pontes Fotografias Ademilton Barbosa, Jupiasi Andrade, Paulo Sérgio e Roberto Fontes e Fernando Frazão

Projeto Editorial e Projeto Gráfico Sandemberg Pontes

COLABORADORES

Cláudia Montes, Hermógenes Soares, Jota Gilson, André Mendes, Sérgio Sobreira, Elias Romã e Filho, Clebson Belo, George Aragão, Madiael Leal de Lucena, Lívio Cavalcanti, Cícero Walter, Rômulo de Deus e Melo Mesquita, Geraldo Paulo de Jesus e Fernanda Vera Cruz da Silva

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Permissões da Revista TOTAL para usar selos, logos e citar qualquer avaliação da revista, envie um e-mail para a redação revistatotaloficial@gmail.com. Nenhum material pode ser reproduzido sem autorização por escrito. Saiba que os artigos assinados pelos colaboradores da Revista TOTAL não expressam necessariamente a opinião da revista. A Revista TOTAL não se responsabiliza pelo conteúdo dos textos de colunas e anúncios. É permitida a reprodução das matérias publicadas pela revista, desde que citada a fonte.

A Revista TOTAL, edição 220, ano 21, é uma publicação quinzenal da Editora Mesquita Brasil, com distribuição comercializada, por R$ 30,00 e com distribuição dirigida para os municípios brasileiros. Impressão Gráfica e Editora Mesquita Brasil

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Edifício Le Quartier, 13º andar, sala 1322, Plano Piloto, Brasília, Distrito Federal (DF) tel. (61) 8598.4009 de 2ª a 6ª feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Sábado, das 8h às 13h. E-mail: revistatotaloficial@gmail.com

CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO E ASSINATURAS

Rua Antônio Bernardo, 73, Bairro Lagoa Redonda, Vitória de Santo Antão, Pernambuco tel. (81) 99660.9090 de 2ª a 6ª feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Sábado, das 8h às 13h. E-mail: revistatotaloficial@gmail.com

CONTATO COMERCIAL (para todo o Brasil) Marcelo Mesquita, tel. (81) 98803.3470 ou (81 ) 99660.9090 (Paraíba e Rio Grande do Norte), Cícero Walter e Fernanda Patrícia (Prisma Consultoria). Das 8h às 12h e das 14h às 18h, de 2ª a 6ª feira Sábado, das 8h às 13h. E-mail: revistatotaloficial@gmail.com

DISTRIBUIDORES

Norte e Nordeste: Marcos Mesquita e Geraldo Mesquita Centro-Oeste e Sudeste: Marcelo Alessandro da Silva e Sérgio Redó

REPRESENTANTES

Rio de Janeiro: Antoniel Basto São Paulo: Sérgio Redó Brasília: Helga Jucá e Marcelo Alessandro

PELO PAÍS

RANKING

RECIFE DESPONTA

COM O MAIOR PIB PER CAPITA DO NORDESTE

O INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) DIVULGOU UM RELATÓRIO COM DADOS DE 2023, REVELANDO QUE O RECIFE MANTÉM SUA POSIÇÃO COMO A CAPITAL MAIS RICA DA REGIÃO NORDESTE

O Recife é a capital do Nordeste que registrou maior renda per capita em 2023, conforme divulgou o IBGE. O volume alcançado foi de R$ 44.563,38, quase R$ 4 mil a mais que em 2022. Além do avanço no indicador per capita, o PIB total do Recife também apresentou expansão expressiva. O valor passou de R$ 60,1 bilhões em 2022 para R$ 66,4 bilhões em 2023, um crescimento nominal de 10,4% em apenas um ano. No acumulado entre 2020 e 2023, a economia recifense cresceu

34,1%, o equivalente a R$ 16,8 bilhões a mais no período. O ranking é utilizado como referência para análises sobre desenvolvimento econômico e planejamento de políticas públicas. Na liderança permanecem São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, que ocupam as primeiras posições desde o início da série histórica, em 2002, embora tenham perdido participação relativa ao longo dos anos. Entre 2022 e 2023, o crescimento do PIB do Recife (+10,4%) foi quase o do-

bro do registrado pelo estado de Pernambuco (+5,5%). Esse ritmo acelerado reforça o papel da capital como motor econômico estadual, ainda que, no acumulado de 2020 a 2023, o crescimento percentual do Recife (34,1%) tenha ficado abaixo do observado no conjunto do estado (45,3%). Outro dado relevante é a aproximação do PIB per capita do Recife em relação à média nacional. Em 2023, o valor da capital equivaleu a 86% do PIB per capita do Brasil, mostrando uma tendên-

cia de convergência iniciada em 2020, quando essa proporção era de 82,3%.

Após uma breve queda em 2021, a relação voltou a crescer e atingiu seu ponto mais alto em 2023. Os números recentes também marcam um período histórico para a economia da cidade. Os anos de 2021 (+11,1%), 2022 (+9,3%) e 2023 (+10,4%) registraram os três maiores crescimentos anuais do PIB do Recife desde 2012, todos ocorridos durante a gestão do prefeito João Campos (PSB).

TARIFA

ANEEL ACIONA BANDEIRA VERDE E CONTAS DE LUZ FICARÃO MAIS BARATAS EM JANEIRO

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou que a conta de luz em janeiro terá bandeira verde, sem custo extra na cobrança das tarifas. Agência destacou que, apesar das chuvas abaixo da média histórica para este período, entre os meses de novembro e dezembro ocorreu “manutenção do volume de chuvas e do nível dos reservatórios das usinas”. Desse modo, a Aneel afirma que não haveria necessidade de acionar as usinas termelétricas em janeiro na mesma quantidade de dezembro, geração de energia esta que é mais cara. A última vez que a bandeira tarifária esteve verde foi no mês de abril. Em dezembro, as contas de luz tiveram aplicação da bandeira tarifária amarela, que cobra R$ 1,885 a cada 100 KW/h consumido.

“A Aneel reforça a importância da conscientização e do uso responsável da energia elétrica, mesmo em períodos favoráveis. A economia de energia contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, pontua a agência em nota. Porém, o ONS ( Operador Nacional do Sistema Elétrico) alertou nesta terça que as chuvas que chegarão às usinas hidrelétricas em janeiro deverão ficar abaixo da média histórica em todos os subsistemas do país. Apesar da expectativa de chuvas, os principais reservatórios de usinas do país, concentrados no Sudeste/Centro-Oeste, devem alcançar 53,5% da capacidade ao final de janeiro, cerca de 10 pontos percentuais acima do nível registrado no início desta semana.

CONDUZ BUÍQUE A UM NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO E CUIDADO SOCIAL TÚLIO MONTEIRO

À FRENTE DE UM DOS MAIORES TERRITÓRIOS DO AGRESTE PERNAMBUCANO, O PREFEITO TÚLIO MONTEIRO CONSOLIDA UMA GESTÃO MARCADA POR INVESTIMENTOS HISTÓRICOS EM EDUCAÇÃO, AVANÇOS ESTRUTURANTES NA ZONA URBANA E RURAL, FORTALECIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS, VALORIZAÇÃO DAS MULHERES, EXPANSÃO DA SAÚDE PÚBLICA E AÇÕES QUE REPOSICIONAM BUÍQUE NO MAPA DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL, COM RESULTADOS CONCRETOS QUE JÁ TRANSFORMAM O COTIDIANO DA POPULAÇÃO

Administrar um município com mais de 52 mil habitantes, território superior a 1.336 quilômetros quadrados e população majoritariamente rural exige mais do que decisões técnicas. Exige conhecimento profundo da realidade local, capacidade de diálogo e compromisso permanente com quem vive tanto na área urbana quanto nas comunidades do interior. Em Buíque, esse desafio vem sendo enfrentado com firmeza e sensibilidade pela gestão do prefeito Túlio Monteiro, que, ao longo de 2025, consolidou um modelo administrativo baseado em planejamento, presença institucional e políticas públicas com impacto direto na vida da população.

À frente de Buíque, Túlio Monteiro conduz um governo que compreende as particularidades de um município extenso, com forte identidade rural e demandas historicamente acumuladas. O primeiro ano de gestão foi marcado por decisões estruturantes e ações que romperam com práticas improvisadas, estabelecendo um novo padrão de cuidado com os serviços públicos e com as pessoas.

A educação ocupa papel central nesse processo de transformação. Buíque conta hoje com uma das redes municipais mais expressivas da região, atendendo mais de 7.900 estudantes do ensino fundamental, distribuídos entre a sede e a zona rural, com o suporte de mais de 300 professores. Em 2025, a educação passou a ser tratada como prioridade absoluta, não apenas no discurso, mas na alocação de recursos, na qualificação profissional e na valorização do ambiente escolar. O reconhecimento estadual veio com a conquista do Selo Ouro em alfabetização, dentro do programa Criança Alfabetizada, posicionando Buíque entre os municípios pernambu-

canos de destaque na alfabetização na idade certa.

Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo que envolveu formações permanentes para professores, coordenadores pedagógicos, gestores escolares e condutores, fortalecendo toda a cadeia educacional. A política educacional ganhou ainda mais robustez com o lançamento do Bora Educar, considerado o maior programa de investimentos em educação da história do município. Por meio dele, a gestão garantiu laboratórios, tecnologias educacionais, novos materiais didáticos, mobiliário adequado e reformas em 100 por cento das unidades da rede municipal, criando condições reais para um ensino mais moderno e inclusivo.

Um marco simbólico dessa nova fase foi a decisão de assegurar, desde o primeiro dia do ano letivo, a entrega de kit escolar completo e fardamento para todos os alunos da rede municipal. A iniciativa, inédita em Buíque, inclui materiais pedagógicos essenciais e até casacos de frio, garantindo igualdade de condições, dignidade e conforto desde o início das aulas. Trata se de uma política que compreende que aprender também passa por acolhimento, respeito e cuidado com as necessidades básicas das crianças e adolescentes.

Na infraestrutura, os avanços se espalham por toda a extensão do município. A gestão promoveu obras que melhoraram significativamente a mobilidade, a segurança e a qualidade de vida da população, tanto na área urbana quanto na zona rural. A recuperação e manutenção das estradas vicinais tiveram impacto direto no transporte escolar, no acesso a serviços essenciais e no escoamento da produção agrícola, fortalecendo a economia

local e reduzindo o isolamento de comunidades do interior.

Entre as obras mais simbólicas está o início da construção da estrada de São Domingos, uma reivindicação histórica que atravessou gerações de buiquenses. O início dessa obra representa mais do que infraestrutura: simboliza respeito à memória coletiva e compromisso com um futuro mais integrado para o município. Soma se a isso a execução de mais de 30 mil metros qua-

drados de calçamento, que melhoraram a mobilidade urbana e rural, além de garantir mais segurança e dignidade às famílias beneficiadas.

A política habitacional avançou de forma concreta com a construção de centenas de casas populares, destinadas a famílias que sonhavam com uma moradia digna, segura e regularizada. A gestão também garantiu a implantação do programa Minha Casa Minha Vida Rural, ampliando o alcance das ações habi-

tacionais para comunidades tradicionais e da zona rural. O Quilombo Mundo Novo e a região do Façola estão entre as áreas diretamente beneficiadas, em uma iniciativa que respeita identidades, fortalece a permanência das famílias no campo e promove inclusão social de forma estruturada.

Outro avanço relevante foi a modernização da iluminação pública por meio do programa Ilumina PE, do Governo de Pernambuco. A substi-

tuição das luminárias por tecnologia 100 por cento LED trouxe mais segurança para a população, redução de custos para o município, maior durabilidade dos equipamentos e uma cidade mais iluminada, moderna e sustentável, alinhada a práticas de eficiência energética.

Na saúde, 2025 consolidou uma mudança de patamar. Buíque conquistou reconhecimento estadual no programa Previne Brasil, destacando se pelo desempenho da atenção

primária. A implantação do programa Buíque Cuida Mais levou carretas da saúde ao município, oferecendo exames e atendimentos especializados e ampliando o acesso da população a serviços que, muitas vezes, só estavam disponíveis fora da cidade. A Carreta da Saúde da Mulher, com apoio do Governo do Estado, teve papel fundamental na ampliação do cuidado, garantindo exames, orientação e atenção específica às mulheres buiquenses.

As políticas públicas voltadas às mulheres ganharam protagonismo e reconhecimento. Em 2025, Buíque se consolidou como referência no fortalecimento da igualdade de gênero, da autonomia feminina e do protagonismo das mulheres. A criação da Cooperativa de Produção do Vale do Catimbau, formada exclusivamente por mulheres, representa geração de renda, fortalecimento da economia local e valorização do papel feminino na transformação social do município. Outro avanço expressivo foi a seleção de Buíque em edital estadual que garantirá a implantação do Centro de Referência da Mulher, ampliando a rede de acolhimento, proteção e apoio no território.

A zona rural recebeu atenção estratégica, especialmente no que diz respeito à segurança hídrica. A chegada de 10 novos dessalinizadores, enviados pelo Governo de Pernambuco, ampliou o acesso à água potável em diversas comunidades, promovendo dignidade e melhores condições de vida para famílias do interior. A atuação da Secretaria Municipal de Agricultura fortaleceu políticas voltadas à permanência das

famílias no campo, ao apoio à produção rural e à valorização do interior como parte essencial do desenvolvimento de Buíque.

Cultura, turismo e eventos foram tratados como vetores de desenvolvimento econômico. O Carnaval de Buíque e o Festival Pernambuco Meu País projetaram o município no cenário estadual, valorizaram artistas locais e movimentaram a economia. A construção do Céu da Cultura representa um investimento estruturante, criando um espaço moderno de acesso às artes, à formação cultural e às atividades comunitárias, fortalecendo a identidade cultural e ampliando oportunidades para crianças, jovens e adultos.

As políticas de juventude, esporte e lazer também ganharam destaque. A realização da Primeira Corrida da Juventude marcou o calendário esportivo local, reunindo participantes de Buíque e de cidades vizinhas e consolidando o município como referência regional na promoção do esporte e da saúde. Outro momento histórico foi a realização do Rally PE, que trouxe o circuito estadual para Buíque pela primeira vez, movimentando o comércio, atraindo visitantes e projetando a cidade no cenário esportivo de Pernambuco.

O planejamento urbano participativo foi fortalecido com a realização da Primeira Conferência Municipal das Cidades, ampliando o diálogo entre poder público e população na construção de propostas e decisões para o futuro do município. A renovação da frota municipal também marcou o primeiro ano de gestão, com a aquisição de ambulâncias, ônibus escolares, veículos de apoio ao transporte fora do domicílio, carros destinados às políticas para mulheres, caçambas e vans, ampliando a capacidade ope-

racional da prefeitura e melhorando o atendimento à população. O transporte escolar, inclusive, passou a receber reconhecimento positivo da população em pesquisas de opinião.

No campo do desenvolvimento econômico, grandes eventos e ações estratégicas impulsionaram o comércio local e fortaleceram empreendedores e trabalhadores informais. O Natal da Nossa Gente tornou se símbolo de organização e sensibilidade social, sendo entregue com mais

de um mês de antecedência, movimentando a economia e reforçando o sentimento de pertencimento da população.

A gestão de Túlio Monteiro se consolida, assim, como um projeto administrativo que alia trabalho, planejamento e escuta ativa. Um governo que respeita a identidade de Buíque, enfrenta desafios históricos com responsabilidade e constrói, de forma concreta, um novo horizonte de desenvolvimento para o município.

ANDRÉ DE PAULA E UMA VIDA PÚBLICA CONSTRUÍDA COM DIÁLOGO E RESPONSABILIDADE

À FRENTE DO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA, ANDRÉ DE PAULA ASSUMIU A MISSÃO DE REPOSICIONAR UM SETOR ESTRATÉGICO, QUE ENVOLVE MILHARES DE FAMÍLIAS, MOVIMENTA CADEIAS PRODUTIVAS INTEIRAS E POSSUI ENORME POTENCIAL DE CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL

Atrajetória pública do ministro André de Paula se constrói a partir de uma característica cada vez mais rara na política brasileira: a capacidade de unir experiência institucional, diálogo permanente e compromisso com agendas que produzem efeitos reais na vida econômica e social do país. Ao longo dos anos, sua atuação foi moldada pela compreensão de que a política precisa ser instrumento de construção coletiva, capaz de conectar interesses regionais, vocações produtivas e estratégias nacionais de desenvolvimento.

À frente do Ministério da Pesca e Aquicultura, André de Paula assumiu a missão de reposicionar um setor estratégico, que envolve milhares de famílias, movimenta cadeias produtivas inteiras e possui enorme potencial de crescimento sustentável. A pesca e a aquicultura, muitas vezes tratadas de forma periférica no debate econômico nacional, passaram a ocupar um espaço mais consistente na formulação de políticas públicas, com foco em organização produtiva, acesso a mercados, qualificação sanitária e valorização do trabalho dos pescadores e aquicultores brasileiros.

A condução do ministério tem sido marcada por uma visão integrada, que compreende o setor como parte de um ecossistema econômico mais amplo, dialogando com agricultura, indústria, comércio exterior e desenvolvimento regional. Esse olhar sistêmico permitiu avançar em agendas estruturantes, aproximando o governo federal dos produtores, das cooperativas, das indústrias e das representações setoriais, criando um ambiente mais propício à retomada de investimentos e à ampliação da competitividade brasileira.

No campo político, André de Pau-

la voltou a sinalizar disposição para disputar um mandato de deputado federal, colocando sua experiência acumulada novamente à disposição do Parlamento. A decisão carrega um significado que vai além da movimentação eleitoral, pois reflete a compreensão de que a atuação legislativa segue sendo um espaço fundamental para fortalecer políticas públicas, aprimorar marcos regulatórios e garantir sustentação institucional a projetos estratégicos. Ao afirmar estar à disposição da gover-

nadora Raquel Lyra, o ministro reafirma seu perfil conciliador e cooperativo, apostando na articulação entre esferas de poder como caminho para respostas mais eficientes às demandas da sociedade.

Esse posicionamento reforça uma leitura madura da política, baseada na convergência de esforços e no fortalecimento de agendas comuns, especialmente em um estado como Pernambuco, que exige integração entre governo federal, estadual e municipal para avançar em

áreas como infraestrutura, desenvolvimento econômico, segurança alimentar e geração de emprego. A disposição para o diálogo institucional se traduz em uma atuação que prioriza resultados concretos e estabilidade política.

No âmbito econômico e internacional, uma das agendas mais relevantes conduzidas por André de Paula envolve a retomada das exportações de pescado brasileiro para o mercado europeu. Trata-se de um movimento estratégico, que exige

rigor técnico, articulação diplomática e alinhamento entre diferentes órgãos do governo. A construção desse caminho passa pela qualificação sanitária, pelo fortalecimento dos sistemas de controle e pela adequação às exigências internacionais, elementos essenciais para reposicionar o Brasil como fornecedor confiável em um mercado altamente competitivo.

As tratativas envolvendo o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério da Pesca e Aquicultura

sinalizam uma atuação coordenada, capaz de enfrentar entraves históricos e abrir novas oportunidades para produtores e indústrias nacionais. A retomada das exportações representa mais do que acesso a um novo mercado, pois impacta diretamente a geração de renda, o fortalecimento das cadeias produtivas e a valorização do pescado brasileiro no cenário internacional.

Ao liderar esse processo, André de Paula demonstra sensibilidade para compreender que a pesca não se resume à produção em larga escala, mas envolve também a pesca artesanal, comunidades tradicionais e pequenos produtores que dependem do acesso a mercados estruturados para garantir sustentabilidade econômica. A política pública, nesse contexto, assume papel central ao criar condições para que o crescimento do setor ocorra de forma equilibrada, respeitando critérios ambientais e sociais.

A atuação do ministro também reflete um esforço contínuo de modernização da gestão pública, com foco em planejamento, metas e integração de políticas. O fortalecimento institucional do Ministério da Pesca e Aquicultura contribui para dar previsibilidade ao setor e segurança aos investidores, criando um ambiente mais estável para a expansão de projetos e para o desenvolvimento de novas tecnologias aplicadas à aquicultura e ao beneficiamento do pescado.

Ao longo desse percurso, André de Paula consolidou uma imagem pública associada à seriedade, à capacidade de articulação e à defesa de agendas estruturantes. Sua trajetória revela um político que compreende a complexidade do Estado brasileiro e aposta na construção de consensos como ferramenta para avançar em temas sensíveis

e estratégicos. Essa postura se reflete tanto na condução ministerial quanto na disposição para retornar ao Legislativo, ampliando sua contribuição ao debate nacional.

Em um momento em que o Brasil busca fortalecer sua presença internacional, ampliar exportações e promover desenvolvimento sustentável, a atuação de André de Paula ganha relevância ao conectar políticas públicas, interesses produtivos e compromissos institucionais. Sua liderança à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura reforça a importância de olhar para setores historicamente subvalorizados como vetores de crescimento econômico e inclusão social.

O conjunto de ações desenvolvidas pelo ministro aponta para uma agenda que combina visão de futuro, responsabilidade institucional e atenção às realidades locais. Ao articular política, economia e desenvolvimento social, André de Paula se posiciona como uma liderança que compreende o papel do Estado na indução do crescimento e na criação de oportunidades, contribuindo para um projeto de país mais integrado, competitivo e socialmente equilibrado.

TRAJETÓRIA A caminhada de André de Paula na vida pública foi sendo construída de forma gradual, a partir da convivência direta com pessoas, instituições e realidades distintas, sempre com a compreensão de que a política precisa estar ligada ao dia a dia da sociedade. Pernambucano, formado em Direito, iniciou sua atuação ainda jovem, motivado pelo interesse em participar das decisões coletivas e pela convicção de que o diálogo é essencial para produzir resultados consistentes e duradouros.

Sua passagem por diferentes

V I S ÃO

espaços do Legislativo, do município ao Congresso Nacional, permitiu que desenvolvesse uma leitura ampla das demandas sociais e institucionais, acumulando experiência em momentos políticos diversos e aprendendo a lidar com as complexidades próprias da representação pública. Ao longo desse percurso, construiu uma atuação reconhecida pela disposição para ouvir, pela capacidade de articulação e pela busca constante de entendimentos que permitam avanços reais, mesmo em cenários desafiadores.

A experiência no Executivo estadual ampliou esse olhar ao colocá-lo diante das exigências práticas da administração pública, onde decisões impactam diretamente a vida das pessoas. Essa etapa reforçou a importância do planejamento, da responsabilidade com os recursos públicos e da presença do Estado em áreas que exigem respostas concretas, especialmente no de-

senvolvimento econômico e social.

Ao assumir o Ministério da Pesca e Aquicultura, André de Paula levou consigo esse conjunto de vivências e um entendimento claro de que políticas públicas precisam considerar quem está na ponta do processo. Sua trajetória revela alguém que conhece a realidade dos trabalhadores do setor, das comunidades tradicionais e dos produtores, compreendendo que cada decisão tomada no âmbito institucional repercute no cotidiano de milhares de famílias.

Sua história na vida pública expressa uma relação contínua com o serviço ao país, marcada pela responsabilidade, pela escuta e pela disposição de contribuir com soluções possíveis e equilibradas. Essa postura sustenta uma atuação voltada à construção de políticas que respeitam as pessoas, fortalecem setores produtivos e buscam promover desenvolvimento com inclusão.

FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA ROMPEM CICLO DA POBREZA

ESTUDO DA FGV MOSTRA QUE SETE EM CADA 10 JOVENS BENEFICIADOS PELO AUXÍLIO EM 2014 DEIXARAM O PROGRAMA EM 2025, IMPULSIONADOS POR ESCOLARIDADE, EMPREGO FORMAL E ACESSO A SERVIÇOS PÚBLICOS

Há histórias que passam despercebidas nas manchetes, mas que mudam o rumo de um país. Elas acontecem dentro de casa, na rotina simples de quem acorda cedo, enfrenta longos trajetos até a escola, divide responsabilidades e aprende desde cedo que sobreviver também é um ato de coragem. É nesse cotidiano silencioso que uma nova geração brasileira começa a romper barreiras que por décadas pareceram intransponíveis. Filhos de famílias marcadas pela pobreza estão, aos poucos, construindo caminhos diferentes, mais estáveis e cheios de possibilidades reais.

Uma pesquisa recente revela que jovens que cresceram em lares beneficiados pelo Bolsa Família conseguiram superar a condição de pobreza vivida na infância. Muitos deles, que em 2014 eram crianças ou adolescentes, hoje alcançaram renda própria, ingressaram no mercado de trabalho e já não dependem do programa. O dado que chama atenção é forte, mas o que ele representa é ainda maior: cerca de 70% desses jovens conseguiram mudar a própria realidade econômica. Por trás desse número existem nomes, rostos, histórias de persistência e escolhas difíceis.

A permanência na escola foi um dos fatores mais decisivos nesse processo. Para muitas famílias, manter os filhos estudando significou abrir mão de renda imediata, reorganizar a rotina e insistir mesmo quando o cansaço parecia maior que a esperança. A escola se tornou mais do que um espaço de aprendizado, virou um ponto de apoio, um lugar onde se aprendia a sonhar com algo além do presente imediato. Cada ano concluído representava um passo fora da pobreza e mais perto da autonomia.

Ao alcançar a juventude, muitos

desses estudantes encontraram no trabalho formal a chance de estabilidade que seus pais não tiveram. Carteira assinada, direitos garantidos e renda regular mudaram a vida desses jovens e da dinâmica inteira das famílias. Em muitos lares, o filho passou a contribuir com as despesas da casa, ajudando irmãos mais novos e oferecendo aos pais uma tranquilidade inédita. O ciclo começou a se inverter de forma silenciosa, mas consistente.

A pesquisa também mostra que os resultados se tornam mais evidentes com o passar do tempo. Jovens que já estavam próximos da idade adulta em 2014 apresentaram maiores índices de superação da pobreza. Isso reforça uma verdade muitas vezes ignorada: políticas sociais não produzem efeitos imediatos e precisam de continuidade. O impacto real acontece quando há tempo para que a educação, o acesso à saúde e o apoio financeiro se combinem e amadureçam juntos.

Outro ponto importante é o desligamento gradual do programa. À medida que a renda aumenta e a vida se reorganiza, o benefício deixa de ser necessário. Isso demonstra que o Bolsa Família funciona como uma base de sustentação, não como dependência permanente. Ao contrário do que muitos imaginam, o auxílio não paralisa, ele impulsiona. Dá fôlego para que famílias atravessem períodos difíceis e encontrem caminhos próprios.

Essas transformações também refletem um momento mais amplo do país, em que o combate à desigualdade volta a ocupar espaço central nas políticas públicas. Sob o governo do presidente Lula, o debate sobre justiça social, educação e oportunidades retomou força, reforçando a ideia de que desenvolvimento econômico precisa caminhar junto

com inclusão. Os resultados agora observados mostram que investir nas pessoas gera efeitos duradouros, capazes de atravessar gerações.

As histórias que surgem a partir desses dados são marcadas por superação cotidiana. Jovens que antes enxergavam o futuro como algo distante agora fazem planos, pensam em carreira, sonham com a ca-

sa própria e com estabilidade. Em muitas famílias, ninguém antes havia concluído o ensino médio. Hoje, há quem frequente universidades, cursos técnicos ou construa trajetórias profissionais mais sólidas. Cada conquista carrega o peso de quem veio antes e a responsabilidade de abrir caminhos para quem vem depois.

D

CONCESSÃO DA COMPESA SUPERA EXPECTATIVAS E ESTADO TERÁ

R$ 23,2 BILHÕES PARA INVESTIR EM ÁGUA E SANEAMENTO

PROJETO DE CONCESSÃO, CONSTRUÍDO COM DIÁLOGO PÚBLICO, ATRAIU GRANDES GRUPOS EMPRESARIAIS NA BOLSA DE VALORES B3, EM SÃO PAULO

Sob a condução da governadora Raquel Lyra, Pernambuco avançou de forma decisiva em direção à ampliação do acesso ao saneamento básico. Nesta quinta feira, 18, o Estado realizou, na sede da B3 em São Paulo, o leilão da concessão parcial dos serviços de saneamento, iniciativa que estabelece novas bases para a distribuição de água e para a coleta e o tratamento de esgoto em dezenas de municípios pernambucanos. O certame definiu como vencedores o Consórcio Pernambuco Saneamento e o grupo Pátria Investimentos, responsáveis por um volume conjunto de investimentos estimado em R$ 19 bilhões ao longo do período contratual.

O modelo adotado preserva a atuação da Companhia Pernambucana de Saneamento, a Compesa, que seguirá responsável pela produção e pelo tratamento da água, enquanto as concessionárias assumirão a expansão e a modernização da distribuição e do esgotamento sanitário. Além dos investimentos previstos, o leilão resultou em R$ 4,2 bilhões em outorgas, valores que serão destinados prioritariamente a ações de saneamento e infraestrutu-

ra nos municípios pernambucanos. A vice governadora Priscila Krause acompanhou a cerimônia, que reuniu representantes do governo estadual, do setor privado e de instituições públicas.

Durante o evento, a governadora destacou o significado do momento para o Estado, ressaltando que o processo foi construído ao longo de três anos de debates técnicos e decisões políticas. Segundo Raquel Lyra, a concessão representa o caminho escolhido para enfrentar um problema histórico que afeta milhares de famílias, especialmente em regiões onde o acesso à água é irregular ou inexistente. A gestora enfatizou que garantir água tratada e esgotamento sanitário é condição essencial para a dignidade da população e para o fortalecimento da democracia, reforçando que o governo estadual atua com responsabilidade, planejamento e compromisso social.

O leilão contou com quatro propostas apresentadas por oito empresas e foi estruturado em dois blocos. O primeiro, denominado Sertão, abrange 24 municípios e prevê investimentos de R$ 2,9 bilhões. A outorga desse bloco foi arrematada pelo grupo Pátria Investimentos pelo valor de R$ 720 milhões. O segundo bloco, Região Metropolitana do Recife Pajeú, reúne 150 municípios, além do arquipélago de Fernando de Noronha, e tem previsão de R$ 15,4 bilhões em investimentos. A concessão foi vencida pelo Consórcio Pernambuco Saneamento, formado pelas empresas Acciona e BRK, com pagamento de outorga de R$ 3,5 bilhões.

Com o resultado, o valor total arrecadado em outorgas superou as projeções iniciais do Estado. A governadora informou que os recursos serão aplicados exclusivamente

em ações de distribuição de água, reforçando a escolha política de priorizar o acesso universal ao serviço. Raquel Lyra também anunciou a intenção de iniciar rapidamente o diálogo com os grupos vencedores para alinhar cronogramas, metas e os próximos passos da execução contratual.

Os contratos firmados terão duração de 35 anos e incluem ainda a destinação de R$ 770 milhões especificamente para ampliar a capacidade de produção de água, elevando o montante total de investimentos das concessionárias para R$ 19,1 bilhões. Para o secretário de Projetos Estratégicos, Rodrigo Ribeiro, o desfecho do leilão consolida um marco para a infraestrutura do Estado e cria condições reais para enfrentar de forma definitiva os problemas de abastecimento e esgotamento sanitário em Pernambuco. Ele destacou o envolvimento de diferentes setores da sociedade, lideranças municipais e órgãos de controle na construção do projeto.

A iniciativa está alinhada às metas do Marco Legal do Saneamento, que estabelece, até 2033, a universalização do abastecimento de água em 99% do território nacional e a cobertura de 90% dos serviços de coleta e tratamento de esgoto. Para cumprir esses objetivos, o governo estadual optou por direcionar integralmente os recursos da concessão para investimentos no próprio setor, reforçando a prioridade dada ao saneamento como política pública estruturante.

O secretário de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo, afirmou que a proposta representa a concretização de um compromisso assumido pela atual gestão de enfrentar o desabastecimento e ampliar o acesso ao esgotamento sanitário. Segundo ele, será formada uma estrutura

de acompanhamento rigoroso para fiscalizar a atuação das concessionárias e assegurar que os serviços cheguem a todas as cidades, independentemente de porte ou retorno financeiro, mantendo o foco no interesse público.

O processo que antecedeu o leilão foi marcado por amplo diálogo com a sociedade. Foram realizados 58 dias de consulta pública, audiências em diferentes regiões do Estado e debates com a Associação Municipalista de Pernambuco e a Assembleia Legislativa. Ao todo, o projeto recebeu 1.012 contribuições, número recorde em iniciativas de sa-

neamento conduzidas com apoio do BNDES. As sugestões foram analisadas por comitês técnicos, conselhos participativos e pelo Tribunal de Contas do Estado, além de aprovadas pelos prefeitos e pelas Microrregiões de Água e Esgoto antes da publicação do edital.

O diretor presidente da Compesa, Douglas Nóbrega, classificou o momento como um avanço importante para o Estado, destacando que o saneamento está diretamente ligado à saúde e à qualidade de vida da população. O presidente do conselho da companhia, Alex Campos, ressaltou o apoio dos municípios ao pro-

jeto e a relevância da parceria com a iniciativa privada para alcançar a universalização dos serviços dentro do prazo legal.

Representando o BNDES, o diretor Nelson Barbosa destacou a dimensão do projeto e seu potencial de gerar emprego, investimento imediato e melhoria nas condições de saúde pública. Para ele, o saneamento ocupa papel central no desenvolvimento econômico e social. Já os representantes das empresas vencedoras reforçaram o compromisso com o viés social da concessão. André De Angelo, diretor da Acciona no Brasil, afirmou que investir em água e

saneamento significa promover saúde e bem estar. O sócio da Pátria Investimentos, Thiago Bronzi, ressaltou a expectativa de transformar a realidade dos municípios atendidos por meio de gestão eficiente e visão de longo prazo.

O leilão contou ainda com a presença de parlamentares, secretários estaduais e lideranças municipalistas, reforçando o caráter institucional e coletivo do projeto. A concessão parcial do saneamento passa a integrar a agenda estratégica de Pernambuco, com impacto direto na vida da população e no desenvolvimento sustentável do Estado.

LULA VISITA POLO AUTOMOTIVO QUE VAI PRODUZIR CARROS

ELÉTRICOS NO CEARÁ

DURANTE O EVENTO, O PRESIDENTE TAMBÉM

MENCIONOU A CENTRAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS QUE SERÁ CONSTRUÍDA NO CEARÁ

PELO APLICATIVO DE VÍDEOS CURTOS TIKTOK

Apassagem do presidente da República pelo Ceará foi marcada por discursos e agendas institucionais. Ela carregou um simbolismo que vai além do protocolo e dialoga diretamente com o sentimento de um país que busca novos caminhos para crescer, gerar oportunidades e se reposicionar diante do mundo. No Polo Automotivo de Horizonte, o início da produção de veículos elétricos da General Motors ganhou o peso de um acontecimento histórico, não só pelo avanço tecnológico que representa, mas pelo que sinaliza em termos de esperança, emprego e transformação econômica para milhares de famílias da região.

Entre máquinas, linhas de montagem e trabalhadores atentos, o presidente falou como quem enxerga naquele espaço muito mais do que uma fábrica. Ali estava, segundo sua própria leitura, a materialização de uma aposta no Brasil que produz, que aprende, que inova e que acredita na capacidade do seu povo. Ao reforçar que aquela planta industrial não nasce isolada, mas integrada a um projeto maior de desenvolvimento, o discurso ganhou

I N O VAÇ ÃO

contornos humanos ao destacar que cada vaga de trabalho criada, cada profissional qualificado e cada jovem que encontra ali uma oportunidade representam peças fundamentais de um futuro mais justo e equilibrado.

A escolha pelo Ceará, longe dos tradicionais eixos industriais do país, também carrega uma mensagem clara. Ela aponta para a descentralização do desenvolvimento e para a valorização de regiões que historicamente ficaram à margem dos grandes investimentos industriais. Ao falar da importância do trabalho local e da geração de empregos qualificados, o presidente tocou em um ponto sensível para quem vive no Nordeste e acompanha, há décadas, o esforço para transformar potencial em realidade concreta. A fábrica, nesse contexto, surge como símbolo de reconhecimento e de confiança em uma região que sempre demonstrou capacidade de trabalho, criatividade e resiliência.

A defesa da mobilidade elétrica apareceu no discurso não como um conceito distante ou restrito a debates técnicos, mas como parte de uma escolha que impacta diretamente o cotidiano das pessoas. Ao relacionar a produção de veículos elétricos à preservação ambiental, à redução da dependência de combustíveis fósseis e à construção de uma matriz energética mais limpa, o presidente aproximou o tema das preocupações reais da sociedade, mostrando que desenvolvimento econômico e cuidado com o futuro podem caminhar juntos quando há planejamento e visão de longo prazo.

O tom adotado ao longo da visita foi de confiança. Ao lembrar que o Brasil já possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, o presidente destacou que o país reúne condições concretas

para liderar processos industriais alinhados às novas demandas globais. Essa fala não soou como discurso abstrato, mas como uma afirmação de que o Brasil pode deixar de ser apenas consumidor de tecnologia para se tornar produtor de soluções capazes de atender tanto o mercado interno quanto compradores internacionais.

Nos arredores do polo automotivo, a expectativa já começa a se traduzir em movimento. O anúncio da fábrica impulsiona cursos de capacitação, desperta interesse de fornecedores, estimula novos negócios e reacende a confiança de comunidades inteiras na possibilidade de crescimento sustentável. Para muitos trabalhadores e jovens da região, a chegada dessa indústria representa a chance de permanecer em sua terra, construir carreira, formar família e participar de um ciclo econômico que valoriza conhecimento, técnica e inovação.

O discurso presidencial também ganhou força ao tratar da dignidade do trabalho como elemento central do desenvolvimento. Ao enfatizar que políticas públicas bem estruturadas geram impactos que vão além dos números, alcançando a autoestima das pessoas e a estabilidade das famílias, o presidente reforçou uma visão de país que entende o emprego como ferramenta de inclusão, cidadania e transformação social. Essa abordagem conferiu à visita um caráter humano, que dialoga com quem vive os desafios do dia a dia e espera que o crescimento econômico se traduza em melhoria real de vida.

Dentro dessa lógica, a produção local do primeiro modelo elétrico da General Motors no Brasil se conecta a um conjunto mais amplo de decisões que buscam inaugurar um novo ciclo industrial, no qual

tecnologia, sustentabilidade e geração de empregos caminham lado a lado. A iniciativa reafirma o papel do Estado como articulador de políticas capazes de estimular investimentos privados, criar ambientes favoráveis à inovação e fortalecer uma base produtiva preparada para enfrentar os desafios de um mundo em transição.

Ao trazer a produção de carros elétricos para o solo brasileiro, o go-

verno se insere em um movimento global que exige respostas rápidas, responsáveis e alinhadas às mudanças climáticas e às novas exigências do mercado. A fábrica inaugurada no Ceará representa, assim, mais do que um avanço industrial. Ela simboliza uma escolha de futuro, um compromisso com uma economia mais limpa, mais inclusiva e capaz de gerar oportunidades duradouras.

PIX BATE RECORDE COM R$ 166,2 BILHÕES EM UM DIA IMPULSIONADO POR BLACK FRIDAY E 13º SALÁRIO

ESSE RECORDE SE CONECTA DIRETAMENTE AOS PERÍODOS DE MAIOR CIRCULAÇÃO DE RENDA E CONSUMO, COMO O FIM DO MÊS, O PAGAMENTO DE SALÁRIOS E BENEFÍCIOS, E AS DATAS COMERCIAIS DE GRANDE IMPACTO

OPix voltou a reescrever sua própria história ao registrar um novo e estrondoso recorde de uso em um único dia, alcançando a marca inédita de quase 300 milhões de transações e movimentando uma soma superior a 166 bilhões de reais. Este resultado é muito mais do que um dado estatístico impressionante; ele simboliza a maturidade de uma ferramenta que, em poucos anos, deixou de ser uma promessa de inovação para se tornar uma infraestrutura essencial e definitiva na rotina econômica, social e até cultural do Brasil.

O volume expressivo de operações realizadas em apenas 24 horas é um testemunho eloquente do grau de confiança que a população brasileira depositou no Pix desde a sua criação. O mecanismo, inicialmente visto como um experimento audacioso, hoje é o alicerce para o funcionamento cotidiano da economia, demonstrando ser capaz de atender desde a menor transferência entre pessoas físicas até os grandes volumes financeiros movimentados por empresas, sempre com a máxima rapidez, segurança e simplicidade.

Esse recorde se conecta diretamente aos períodos de maior circulação de renda e consumo, como o fim do mês, o pagamento de salários e benefícios, e as datas comerciais de grande impacto. Nesses picos de demanda, o Pix reafirma sua robustez, sustentando volumes elevadíssimos sem comprometer a estabilidade do sistema. A cada pico superado, solidifica-se a confiança dos milhões de usuários e das instituições financeiras na solidez inabalável da plataforma.

Ao longo dos últimos anos, o Pix transcendeu o papel de mera alternativa. Ele se estabeleceu como o principal elo entre consumidores,

comerciantes e empresas, encurtando distâncias, reduzindo drasticamente custos de transação e, crucialmente, democratizando o acesso a serviços financeiros. Essa ferramenta que é gratuita para pessoas físicas e está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, foi incorpo-

rada ao dia a dia dos brasileiros de forma natural, passando a mediar desde o pagamento do café na padaria até a quitação de contas complexas, fortalecendo o comércio local e criando um ecossistema financeiro mais dinâmico e integrado.

O impacto desse sistema ultra-

passa os números impressionantes registrados no recorde. Ele é um reflexo de uma mudança profunda na forma como o dinheiro circula no país, estimulando uma maior formalização das transações e ampliando a eficiência do comércio. Para as empresas, especialmente as de pequeno e médio porte, ele se tornou uma ferramenta ágil e confiável para gerir recebimentos e pagamentos, contribuindo diretamente para a saúde e a previsibilidade financeira dos negócios.

Este avanço indiscutível também posiciona o Brasil como uma referência internacional em meios de pagamento instantâneos e demonstra, com clareza, que é possível combinar inovação tecnológica de ponta, escala massiva e inclusão social em um único sistema que atende milhões de pessoas simultaneamente, sem distinção de renda ou localização. Isso fortalece a imagem do país como um mercado capaz de desenvolver soluções financeiras não apenas modernas, mas também socialmente eficientes.

A marca alcançada pelo Pix reforça o papel do sistema financeiro brasileiro na promoção de uma economia mais conectada, transparente e funcional, onde a tecnologia serve genuinamente como instrumento para facilitar a vida das pessoas e impulsionar a atividade econômica.

O desempenho do Pix aponta para um cenário de continuidade. O sistema segue em evolução constante, incorporando novas funcionalidades e ampliando seu alcance, sempre acompanhando as transformações do comportamento do consumidor e as demandas de uma economia cada vez mais digital, sem jamais abrir mão da segurança e da confiança que sustentam sua adesão massiva.

UM NOVO LAR PARA CONECTAR PESSOAS E TRANSFORMAR VIDAS EM CAMPO GRANDE - RIO DE JANEIRO

A Zona Oeste do Rio de Janeiro ganha um novo esperança e oportunidades com a inauguração da Incluir. Com o slogan "Conectando Pessoas", dedica a promover a inclusão social e profissional de grupos vulneráveis, COMO PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, JOVENS, MULHERES, PESSOAS COM MAIS DE 50 ANOS E A COMUNIDADE LGBTQIA+

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É tempo de mergulhar nas Sagradas Escrituras e fortalecer nossa fé.

A leitura diária da Bíblia nos aproxima de Deus, traz paz ao coração, orienta nossas decisões e nos ensina valores preciosos para a vida.

Você já leu a Bíblia hoje? Faça desse hábito uma parte do seu dia e sinta as transformações em sua caminhada espiritual!

A REVISTA TOTAL BRASIL TEM O COMPROMISSO DE INCENTIVAR A LEITURA E REAFIRMAR QUE LER A BÍBLIA É APRENDER EM CADA CAPÍTULO, É DESCOBRIR O NOVO EM CADA PÁGINA. LEIA A BÍBLIA.

LEIA A BÍBLIA

PROVÉRBIOS 1

O QUÊ PROVÉRBIOS 1 NOS ENSINA? A OBEDIÊNCIA AOS PAIS É UM PRINCÍPIO CONSTANTE TÊM A PROMESSA DE UMA VIDA LONGA E BEM-SUCEDIDA. A DISPOSIÇÃO DE OBEDECER

1. Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel;

2. Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem, as palavras da prudência.

3. Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a eqüidade;

4. Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom siso;

5. O sábio ouvirá e crescerá em conhecimento, e o entendido adquirirá sábios conselhos;

6. Para entender os provérbios e sua interpretação; as palavras dos sábios e as suas proposições.

7. O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.

8. Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,

9. Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.

PROVÉRBIOS 2

10. Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites.

11. Se disserem: Vem conosco a tocaias de sangue; embosquemos o inocente sem motivo;

12. Traguemo-los vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem à cova;

13. Acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos;

14. Lança a tua sorte conosco; teremos todos uma só bolsa!

15. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas;

16. Porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue.

17. Na verdade é inútil estender-se a rede ante os olhos de qualquer ave.

18. No entanto estes armam ciladas contra o seu pró-

O QUÊ PROVÉRBIOS 2 NOS ENSINA? MUITAS PESSOAS PASSAM A VIDA ATRÁS DE RIQUEZAS, VEM DOS CÉUS. “ENTÃO VOCÊ ENTENDERÁ O QUE É TEMER AO SENHOR E ACHARÁ O

PROCEDEM O CONHECIMENTO E O DISCERNIMENTO

1. Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos,

2. Para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento;

3. Se clamares por conhecimento, e por inteligência alçares a tua voz,

4. Se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares,

5. Então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus.

6. Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que

vem o conhecimento e o entendimento.

7. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos. Escudo é para os que caminham na sinceridade,

8. Para que guardem as veredas do juízo. Ele preservará o caminho dos seus santos.

9. Então entenderás a justiça, o juízo, a eqüidade e todas as boas veredas.

10. Pois quando a sabedoria entrar no teu coração, e o conhecimento for agradável à tua alma,

11. O bom siso te guardará e a inteligência te conservará;

CONSTANTE NA BÍBLIA SAGRADA. OS FILHOS QUE HONRAM E OBEDECEM A SEUS PAIS

OBEDECER LIVRA

OS FILHOS DE MUITOS PERIGOS E ADORNA A VIDA DELES COM HONRA

prio sangue; e espreitam suas próprias vidas.

19. São assim as veredas de todo aquele que usa de cobiça: ela põe a perder a alma dos que a possuem. 20. A sabedoria clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz.

21. Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:

22. Até quando, ó simples, amareis a simplicidade? E vós escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós insensatos, odiareis o conhecimento?

23. Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.

24. Entretanto, porque eu clamei e recusastes; e estendi a minha mão e não houve quem desse atenção, 25. Antes rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes a minha repreensão,

26. Também de minha parte eu me rirei na vossa perdição e zombarei, em vindo o vosso temor.

27. Vindo o vosso temor como a assolação, e vindo a vossa perdição como uma tormenta, sobrevirá a vós aperto e angústia.

28. Então clamarão a mim, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão.

29. Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do Senhor:

30. Não aceitaram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão.

31. Portanto comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos.

32 .Porque o erro dos simples os matará, e o desvario dos insensatos os destruirá.

33. Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal.

RIQUEZAS, MAS MUITO MAIS IMPORTANTE DO QUE OURO E PRATA É A SABEDORIA QUE CONHECIMENTO DE DEUS. POIS O SENHOR É QUEM DÁ SABEDORIA; DE SUA BOCA

12. Para te afastar do mau caminho, e do homem que fala coisas perversas;

13. Dos que deixam as veredas da retidão, para andarem pelos caminhos escusos;

14. Que se alegram de fazer mal, e folgam com as perversidades dos maus,

15. Cujas veredas são tortuosas e que se desviam nos seus caminhos;

16. Para te afastar da mulher estranha, sim da estranha que lisonjeia com suas palavras;

17. Que deixa o guia da sua mocidade e se esquece

da aliança do seu Deus;

18. Porque a sua casa se inclina para a morte, e as suas veredas para os mortos.

19. Todos os que se dirigem a ela não voltarão e não atinarão com as veredas da vida.

20. Para andares pelos caminhos dos bons, e te conservares nas veredas dos justos.

21. Porque os retos habitarão a terra, e os íntegros permanecerão nela.

22. Mas os ímpios serão arrancados da terra, e os aleivosos serão dela exterminados.

CONTEÚDO

28 32

11

PELO PAÍS

16

CAPA

Bruno Reis conduz Salvador em um tempo de avanços, cuidado urbano e confiança no futuro. Uma gestão marcada por planejamento, entregas consistentes e valorização das pessoas

que fazem da capital baiana uma cidade viva e em constante transformação.

24

NEGÓCIO

Governo do Brasil chega à abertura de 500 novos mercados. Número foi alcançado com o anúncio da autorização para a exportação de carne bovina e outros produtos para a Guatemala.

28

INVESTIMENTO

Governos do Brasil e de Pernambuco avançam em parceria para melhorar sistema de metrô do Recife. O acordo também traz previsibilidade, elemento essencial para projetos de infraestrutura. A garantia dos recursos federais permite planejamento técnico mais consistente,

definição de cronogramas e acompanhamento das etapas de execução.

32

ESTRATÉGIA

‘OAB da medicina’ é aprovada pelo Senado. A proposta estabelece que médicos formados no Brasil deverão ser submetidos a uma avaliação nacional antes de obter o registro profissional definitivo.

CONHEÇA A VERSÃO DIGITAL

36

CARREIRA

Brasileira se torna a bilionária mais jovem do mundo a construir a sua própria fortuna. A trajetória chama atenção pelo valor acumulado e pelo simbolismo de um país que começa a revelar novas lideranças econômicas moldadas pela inovação, pela ousadia e por uma leitura atenta das transformações do mercado global.

CONFIANÇA

OBrasil atravessa um momento em que decisões públicas, iniciativas econômicas e transformações sociais começam a se encaixar como peças de um mesmo movimento. Em diferentes regiões do país, o que se percebe é uma combinação rara entre planejamento, confiança institucional e capacidade de execução, criando um ambiente em que avanços deixam de ser episódicos e passam a compor um cenário mais consistente de desenvolvimento. Esse sentimento aparece de forma clara em Salvador, onde a gestão do prefeito Bruno Reis consolidou um tempo de cuidado urbano, reorganização da cidade e atenção às pessoas. A capital baiana vive um ciclo de intervenções que dialogam com mobilidade, requalificação de espaços públicos e serviços essenciais, reforçando a ideia de que planejamento urbano, quando bem conduzido, impacta diretamente a qualidade de vida e a confiança no futuro. A mesma lógica de previsibilidade e construção de bases sólidas se reflete no cenário nacional. O Governo do Brasil alcançou a marca de 500 novos mercados internacionais abertos, com destaque para a autorização da exportação de carne bovina e outros produtos para a Guatemala. Mais do que um número expressivo, o dado simboliza a retomada da credibilidade brasileira no comércio global e o fortalecimento de cadeias produtivas que geram emprego, renda e divisas, conectando o campo, a indústria e a diplomacia econômica.

No Nordeste, a articulação entre estados e União também tem produzido resultados estruturantes. Em Pernambuco, o acordo firmado para a estadualização do Metrô do Recife representa um passo decisivo para garantir previsibilidade financeira e técnica a um dos sistemas mais importantes de mobilidade urbana da região. A garantia de recursos federais permite planejamento mais consistente, definição de cronogramas

C

e acompanhamento rigoroso das obras, mostrando como cooperação institucional pode destravar gargalos históricos de infraestrutura.

O fortalecimento das instituições aparece ainda em áreas sensíveis, como a saúde. A aprovação pelo Senado da chamada “OAB da medicina”, que estabelece uma avaliação nacional para médicos formados no Brasil antes do registro profissional definitivo, aponta para um debate maduro sobre qualidade, responsabilidade e segurança no exercício da profissão. Trata-se de um movimento que dialoga com a sociedade e responde à necessidade de equilíbrio entre expansão do acesso e garantia de excelência nos serviços prestados.

No campo econômico, o país também começa a revelar novas narrativas. O fato de uma brasileira se tornar a bilionária mais jovem do mundo a construir a própria fortuna vai além do valor acumulado. O episódio simboliza um Brasil que passa a gerar lideranças econômicas conectadas à inovação, à leitura atenta do mercado global e à capacidade de transformar ideias em negócios de escala internacional, reposicionando o país no mapa da nova economia.

No plano político regional, nomes como o do prefeito Túlio Monteiro despontam como exemplos de gestões locais que dialogam com essa mesma lógica de proximidade com a população, organização administrativa e foco em resultados. São administrações que, mesmo em municípios menores, ajudam a sustentar a engrenagem federativa e a confiança nas políticas públicas.

No âmbito federal, a atuação do ministro André de Paula à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura reforça essa conexão entre responsabilidade pública e desenvolvimento sustentável. Ao reposicionar um setor estratégico, que envolve milhares de famílias e cadeias produtivas inteiras, a gestão aposta no diálogo, na organização institucional e no aproveitamento do potencial econômico do país de forma equilibrada.

Os efeitos sociais desse conjunto de políticas começam a aparecer com mais nitidez. Estudo da Fun-

dação Getulio Vargas revela que sete em cada dez jovens beneficiados pelo Bolsa Família deixaram o programa após uma década, impulsionados por escolaridade, emprego formal e acesso a serviços públicos. O dado aponta para algo fundamental: políticas de transferência de renda, quando combinadas com educação e oportunidades, podem romper ciclos históricos de pobreza e ampliar horizontes geracionais.

A mesma lógica de modernização e atração de investimentos se observa na concessão da Compesa, em Pernambuco. O projeto, construído com diálogo público e transparência, superou expectativas ao atrair grandes grupos empresariais na bolsa de valores B3, abrindo caminho para novos investimentos em água e saneamento. Trata-se de um avanço que conecta eficiência econômica, saúde pública e dignidade social.

No Ceará, a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um polo automotivo voltado à produção de carros elétricos reforça o papel do Nordeste na transição energética e industrial do país. O anúncio da instalação de uma central de processamento de dados do TikTok no estado amplia essa leitura, mostrando que o Brasil começa a disputar espaço em setores estratégicos da economia digital e da inovação tecnológica.

Até mesmo os hábitos cotidianos refletem esse novo momento. O recorde histórico do Pix, com movimentação de R$ 166,2 bilhões em um único dia, impulsionado por períodos de maior circulação de renda como a Black Friday e o pagamento do 13º salário, revela um país mais digitalizado, com inclusão financeira ampliada e consumo aquecido, conectado diretamente às transformações econômicas e sociais em curso.

Quando observados em conjunto, esses fatos deixam de ser episódios isolados e passam a compor um retrato mais amplo. Um Brasil que, entre cidades, estados e União, começa a alinhar gestão, planejamento e visão de futuro. Um país que ainda enfrenta desafios, mas que volta a experimentar a força da articulação institucional, da inovação e da confiança coletiva como motores reais de desenvolvimento.

PELO PAÍS

MOVIMENTAÇÃO

CRESCIMENTO NOS MERCADOS

DOMÉSTICO E INTERNACIONAL

O número de passageiros do transporte aéreo no país deve fechar o ano com um recorde de 130 milhões de pessoas, ultrapassando pela primeira vez os valores pré-pandemia. A previsão é do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base no Relatório de Demanda e Oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), atualizado os dados registrados até novembro. O transporte aéreo movimentou mais de 117 milhões de passageiros entre janeiro e novembro, um número 9,3% superior ao registrado no mesmo período de 2024. O número de assentos comercializados em voos domésticos (91,9 milhões) cresceu 8% sobre os números do ano passado. O aumento foi ainda maior (13,6%) no número de passageiros de voos internacionais, que atingiu 25,8 milhões até novembro. O aumento dos números internacionais, segundo o ministro, também reflete o crescimento do protagonismo no país no debate global. “O Brasil voltou à cena mundial com o presidente Lula. Retomamos o diálogo com diversos países, reforçando nosso potencial econômico e turístico”, disse Costa Filho, lembrando que o número de passageiros internacionais representa hoje 22% da movimentação total. Os países com maior movimentação de passageiros com o Brasil em 2025 foram: Argentina (4,3 milhões), Estados Unidos (4,2 milhões), Chile (3,1 milhões) e Portugal (2,6 milhões). Cerca de 29% dos voos internacionais passam por Guarulhos (14,9 milhões de passageiros, considerando origem e destino) e 10% pelo Galeão (5 milhões). Florianópolis (com 1 milhão de passageiros), Campinas (990 mil) e Brasília (790 mil) fecham o grupo dos cinco aeroportos internacionais mais movimentados do país.

Nos voos domésticos, a relação dos aeroportos mais movimentados (considerando passageiros com origem ou destino nestes aeroportos) são: Guarulhos (27 milhões), Congonhas (21,8 milhões), Brasília (14 milhões), Confins (11 milhões) e Galeão (10,7 milhões).

RENDIMENTO

NOVO SALÁRIO MÍNIMO INJETARÁ R$ 81,7 BILHÕES NA ECONOMIA

Previsto para entrar em vigor em 1º de janeiro e começar a ser pago em fevereiro, o novo salário mínimo de R$ 1.621 injetará R$ 81,7 bilhões na economia, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas. Segundo o Dieese, cerca de 61,9 milhões de brasileiros terão rendimentos diretamente influenciados pelo piso salarial. Desse total, 29,3 milhões são aposentados e pensionistas do INSS; 17,7 milhões, empregados, 10,7 milhões, trabalhadores autônomos; 3,9 milhões, empregados domésticos; e 383 mil empregadores.

O novo valor representa um reajuste nominal de 6,79% em relação ao mínimo atual, conforme as regras estabelecidas pela política permanente de valorização do salário mínimo.

CONTRATO

CORREIOS ASSINAM EMPRÉSTIMO DE R$ 12 BILHÕES PARA GARANTIR INVESTIMENTOS

O CONTRATO DE EMPRÉSTIMO DE R$ 12 BILHÕES ENTRE CORREIOS E CINCO BANCOS FOI ASSINADO E TEM VIGÊNCIA ATÉ DEZEMBRO DE 2040

Os Correios fecharam um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos, incluindo a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, com o objetivo de gerar financiamento para capital de giro e garantir investimentos estratégicos.

O acordo foi divulgado em edição extra do Diário Oficial da União do último sábado (27/12), sendo que o contrato foi assinado na sexta-feira (26/12) e tem vigência até dezembro de 2040.

O empréstimo ocorre por meio de pagamento da comissão de estruturação da operação de crédito e com garantia formalizada por meio do contrato de garantia, celebrado entre os Correios, credores e União.

A estatal registrou um prejuízo de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre. O valor é três vezes maior do que o resultado do mesmo período de 2024, quando o balanço havia ficado em R$

1,3 bilhão no vermelho.

Os Correios apresentaram um plano de reestruturação para garantir a estabilidade da empresa nos próximos 12 meses. Entre as medidas previstas, estão um programa de demissão voluntária, remodelagem dos planos de saúde dos funcionários remanescentes e venda de imóveis.

O Tesouro Nacional já havia aprovado uma operação de crédito de até R$ 12 bilhões para os Correios, com taxa de juros de 115% do custo de captação. Apesar do valor total autorizado, a estatal só poderia utilizar R$ 5,8 bilhões em 2025, limite equivalente ao déficit primário neste o ano.

A operação foi estruturada com um conjunto de cinco instituições financeiras, sendo três privadas e duas públicas, e respeitou o teto de juros definido pelo Tesouro para financiamentos com garantia da União de 120% do CDI.

CONDUZ SALVADOR EM UM TEMPO DE AVANÇOS, CUIDADO URBANO E CONFIANÇA NO FUTURO BRUNO REIS

Salvador atravessa um período em que a cidade parece reencontrar equilíbrio entre sua história pulsante e as exigências de uma metrópole que cresce, se reinventa e busca soluções mais humanas para o cotidiano de quem a vive. Esse movimento se reflete no cuidado com os espaços públicos, na ampliação de serviços essenciais e em uma gestão que olha para o presente sem perder a responsabilidade com o futuro. Nesse cenário, a condução do prefeito Bruno Reis se destaca por uma atuação marcada pela proximidade com a população, pelo planejamento estruturado e por ações que dialogam diretamente com a realidade urbana da capital baiana, mantendo viva a identidade de Salvador ao mesmo tempo em que projeta a cidade para novos ciclos de desenvolvimento.

À frente da Prefeitura, Bruno Reis consolidou um modelo administrativo que combina gestão técnica, sensibilidade social e visão estratégica. Um dos pilares dessa condução é o Plano Estratégico 2025 2028, que funciona como um verdadeiro mapa de futuro para Salvador. Construído a partir do diálogo entre gestores, equipes técnicas e representantes da sociedade, o planejamento estabelece metas claras e prioridades bem definidas para áreas fundamentais da vida urbana, reforçando o compromisso com uma cidade mais organizada, inclusiva e eficiente.

Dentro desse planejamento, a Prefeitura prevê investimentos expressivos que alcançam desde obras estruturantes até políticas públicas voltadas para o cuidado com as pessoas. Recursos significativos estão direcionados à mobilidade urbana, à infraestrutura dos bairros, à ampliação da rede de saúde e ao fortalecimento da educação municipal. Projetos como a expansão do BRT, a melhoria do transporte coletivo, a cria-

ção de soluções inovadoras de deslocamento em áreas mais sensíveis da cidade e o estímulo ao transporte ativo demonstram uma preocupação concreta com o tempo, o conforto e a segurança de quem circula diariamente por Salvador.

Na saúde, a gestão tem avançado com propostas que ampliam o acesso e qualificam o atendimento, incluindo a implantação de novos equipamentos, a modernização de unidades existentes e o fortalecimento da atenção básica. O planejamento estratégico prevê iniciativas como a criação de uma maternidade municipal e de estruturas especializadas para o atendimento infantil, reforçando a rede pública e oferecendo respostas mais eficientes às demandas da população. Essas ações dia-

C A PA

logam com uma visão de saúde que vai além do atendimento emergencial e se concentra no cuidado contínuo e preventivo.

A educação também ocupa posição central nesse novo ciclo administrativo. A Prefeitura estabeleceu metas voltadas à melhoria da infraestrutura das escolas, à climatização das unidades, à ampliação do acesso à tecnologia e à valorização dos profissionais da educação. O objetivo é garantir ambientes mais acolhedores e preparados para o desenvolvimento integral das crianças e dos jovens, entendendo a educação como base fundamental para reduzir desigualdades e ampliar oportunidades no longo prazo.

Outro aspecto marcante da gestão de Bruno Reis é o olhar atento às áreas mais vulneráveis da cidade. Investimentos em pavimentação, iluminação pública, equipamentos sociais e programas de assistência vêm sendo direcionados a bairros historicamente negligenciados, promovendo inclusão urbana e reduzindo distâncias sociais. Esse movimento fortalece a ideia de uma cidade mais equilibrada, onde o desenvolvimento alcança diferentes territórios e se traduz em melhorias perceptíveis no dia a dia das famílias.

A cultura, elemento indissociável da identidade soteropolitana, também ocupa lugar de destaque na condução da cidade. A valorização do Centro Histórico, o incentivo às manifestações populares e o fortalecimento do calendário cultural reafirmam Salvador como referência nacional e internacional. Ao compreender a cultura como ativo econômico, social e simbólico, a gestão municipal contribui para a geração de renda, o fortalecimento do turismo e a preservação das tradições que definem a alma da cidade.

Esse conjunto de ações, orientado

por planejamento e executado com foco em resultados, tem reposicionado Salvador no cenário nacional como uma capital que avança com responsabilidade e visão de futuro. É nesse contexto de reconhecimento institucional e de protagonismo urbano que a cidade se prepara para sediar o Totalizando Brasil, um encontro que reúne lideranças, personalidades e agentes de transformação de diversas áreas.

A escolha de Salvador como sede do Totalizando Brasil reforça o momento positivo vivido pela capital baiana e amplia sua visibilidade no cenário nacional. Durante o evento, Bruno Reis estará entre os homenageados com o Troféu Leão Dourado, ao lado de outros dezenove nomes que se destacam por suas contribuições relevantes à sociedade brasileira. A homenagem simboliza o reconhecimento de uma trajetória administrativa marcada por entregas consistentes, planejamento estruturado e compromisso com o interesse público.

Receber o Troféu Leão Dourado em Salvador acrescenta ainda mais

significado à honraria, unindo reconhecimento institucional e vínculo direto com a cidade que governa. A distinção não se limita à figura do gestor, mas representa o reconhecimento de um projeto de cidade que aposta na organização, na inclusão e no cuidado com as pessoas como caminhos para o desenvolvimento sustentável.

O Totalizando Brasil em Salvador promete ser um espaço de celebração, troca de experiências e valorização de trajetórias que geram impacto real. Para a cidade, o evento consolida seu papel como palco de grandes encontros e ideias. Para Bruno Reis, a homenagem se soma a um ciclo de realizações que reforça sua imagem como gestor atento às complexidades urbanas e comprometido com uma Salvador mais preparada, mais humana e mais confiante em seu futuro.

SALVADOR Em Salvador, cultura e turismo caminham juntos como expressões profundas da identidade da cidade e como motores permanentes de desenvolvimento econômico e social, conectando passado, presente e futuro em uma dinâmica que se renova a cada ciclo. A capital baiana carrega um patrimônio histórico e simbólico singular, que se manifesta na arquitetura, na música, na religiosidade, na gastronomia e nas tradições populares que ocupam ruas, praças e largos, criando uma experiência urbana que vai muito além do cartão postal. Esse conjunto de elementos faz de Salvador um território vivo, onde a cultura não é apenas preservada, mas vivenciada cotidianamente por seus moradores.

A valorização do Centro Histórico e de outros espaços simbólicos da cidade tem sido acompanhada por ações que estimulam a ocupação qualificada, o turismo cultural e a economia

criativa, promovendo a convivência entre tradição e inovação. Museus, equipamentos culturais, festas populares e manifestações artísticas ganham nova dimensão quando integrados a políticas públicas que reconhecem a cultura como ativo estratégico, capaz de gerar emprego, renda e pertencimento. Ao mesmo tempo, a preservação do patrimônio histórico contribui para fortalecer o sentimento de identidade coletiva e para reafirmar Salvador como referência cultural no cenário nacional e internacional.

O turismo, impulsionado por essa riqueza cultural, segue como um dos grandes vetores de crescimento da cidade. A diversidade de experiências oferecidas, que vão das praias à gastronomia, da música às celebrações religiosas, amplia o tempo de permanência dos visitantes e fortalece diferentes cadeias produtivas, beneficiando trabalhadores formais e informais. O fortalecimento do calendário turístico, aliado à qualificação de serviços e à melhoria da infraestrutura urbana, contribui para posicionar Salvador como um destino cada vez mais competitivo, acolhedor e organizado.

Além do impacto econômico, cultura e turismo exercem papel social relevante ao promoverem inclusão, valorizarem saberes tradicionais e criarem oportunidades para comunidades que historicamente construíram a identidade da cidade. A presença ativa dessas políticas ajuda a reduzir desigualdades, estimula o empreendedorismo local e transforma a cultura em instrumento de desenvolvimento sustentável. Dessa forma, Salvador reafirma sua vocação como cidade que celebra suas raízes, projeta sua diversidade e transforma sua herança cultural em força motriz para um futuro mais próspero e integrado.

GOVERNO DO BRASIL CHEGA À ABERTURA DE 500 NOVOS MERCADOS

NÚMERO FOI ALCANÇADO COM O ANÚNCIO DA AUTORIZAÇÃO PARA A EXPORTAÇÃO DE CARNE BOVINA E OUTROS PRODUTOS PARA A GUATEMALA

OBrasil vive um momento de inflexão e renovação no cenário internacional, assumindo um reposicionamento estratégico que é marcado por uma atuação mais assertiva, confiante e, acima de tudo, profundamente coerente nas relações comerciais. A emblemática abertura de 500 novos mercados desde 2023 é a materialização mais expressiva desse esforço, sinalizando uma política externa que volta a enxergar o comércio não apenas como troca de bens, mas como uma ferramenta de desenvolvimento humano, geração de oportunidades sustentáveis e fortalecimento estruturado da economia nacional.

Este avanço monumental não se restringe à frieza dos números ou ao cumprimento de metas técnicas. Ele representa uma mudança de mentalidade e de postura do país diante do complexo ambiente global, onde o diálogo multilateral, a cooperação honesta e a construção de confiança mútua retomam seu papel central nas negociações. Essa nova fase permite que a vasta e diversificada produção brasileira alcance destinos inéditos, sendo reconhecida não só pela qualidade intrínseca e

N E G Ó C I O

pela regularidade, mas também pelo compromisso com padrões internacionais cada vez mais rigorosos. Ao longo dos últimos anos, o Brasil voltou a ocupar o centro das mesas de negociação. Isso foi possível graças a um investimento estratégico e contínuo na diplomacia econômica, na articulação institucional minuciosa e em uma presença internacional ininterrupta. A estratégia de construir pontes comerciais com nações de diferentes continentes e perfis econômicos tem um propósito claro: ampliar as possibilidades de exportação e, simultaneamente, reduzir a vulnerabilidade da economia à dependência de um número restrito de parceiros tradicionais. O resultado é o fortalecimento da resiliência econômica nacional diante das oscilações geopolíticas e dos cenários de instabilidade global.

Cada mercado conquistado é mais do que uma transação; é uma porta de esperança que se abre diretamente para o produtor brasileiro — desde o grande player do agronegócio até o pequeno industrial e o empresário de segmentos especializados. Esse acesso direto cria as condições para que cadeias produtivas inteiras se solidifiquem, atraiam investimentos, modernizem processos e, o mais vital, gerem empregos de qualidade em diferentes cantos do país. O impacto se torna um motor de transformação, especialmente nas regiões onde a exportação atua como o principal dinamizador econômico e promotor da distribuição de renda.

O reconhecimento internacional da capacidade produtiva brasileira deflagra um ciclo virtuoso de confiança. As empresas são estimuladas a elevar o padrão de excelência, investindo em certificações, inovação e, notadamente, em práticas de sustentabilidade. A compreensão é de

que competir no cenário internacional exige aprimoramento contínuo e um compromisso ético com as boas práticas, fatores que elevam o patamar de toda a produção nacional, deixando um legado que beneficia a sociedade muito além das cifras do comércio exterior.

A ampliação dos mercados internacionais carrega, ainda, uma dimensão social profunda e transformadora. Ao estabelecer conexões diretas entre produtores e compradores estrangeiros, cria-se um horizonte real de oportunidades para pequenos e médios empreendedores,

que passam a vislumbrar o mercado externo como um caminho palpável para o crescimento. Isso fortalece as economias locais, estimula a profissionalização de setores e contribui para um desenvolvimento regional mais equitativo. Diferentes estados e municípios passam a integrar cadeias globais de fornecimento, atraindo investimentos em logística e qualificação profissional, gerando efeitos positivos e duradouros para as comunidades que dependem diretamente da atividade produtiva. Ao expandir sua pegada comercial no exterior, o Brasil consolida

sua imagem como um parceiro confiável, capaz de honrar acordos, respeitar normas internacionais e manter um diálogo respeitoso com diferentes culturas e sistemas econômicos. Essa credibilidade e previsibilidade são ativos estratégicos inestimáveis em um mundo cada vez mais interligado e volátil. A abertura de novos mercados não se limita à venda de produtos; ela favorece a construção de parcerias mais amplas em áreas cruciais como inovação, tecnologia, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável, ampliando o intercâmbio de conhe-

cimento e fortalecendo a voz do Brasil em debates que moldarão o futuro da economia global.

O resultado alcançado desde 2023 é um indicativo robusto de que o país está preparado para dar passos ainda maiores, consolidando uma inserção internacional que consegue combinar o crescimento econômico sustentado com responsabilidade social e visão de longo prazo. A marca de 500 mercados não é um ponto de chegada, mas o prenúncio de uma continuidade. É o sinal de um Brasil que retorna ao cenário internacional com estratégia, plane-

jamento e confiança inabalável em sua capacidade produtiva, estimulando o investimento interno e projetando uma imagem positiva em um momento histórico em que o mundo anseia por parceiros estáveis, confiáveis e genuinamente dispostos à cooperação. Ao ampliar suas conexões comerciais, o país reafirma sua vocação de nação aberta, diversa e competitiva, transformando oportunidades externas em prosperidade interna e alicerçando bases sólidas para um futuro de maior integração e protagonismo no comércio global.

GOVERNOS DO BRASIL E DE PERNAMBUCO AVANÇAM EM PARCERIA PARA MELHORAR SISTEMA DE METRÔ DO RECIFE

O ACORDO TAMBÉM TRAZ PREVISIBILIDADE, ELEMENTO ESSENCIAL PARA PROJETOS DE INFRAESTRUTURA. A GARANTIA DOS RECURSOS FEDERAIS PERMITE PLANEJAMENTO TÉCNICO MAIS CONSISTENTE, DEFINIÇÃO DE CRONOGRAMAS E ACOMPANHAMENTO DAS ETAPAS DE EXECUÇÃO

ORecife passa a viver um momento de expectativa renovada em relação ao seu sistema de transporte público, especialmente para quem depende diariamente do metrô para trabalhar, estudar ou acessar serviços essenciais. A assinatura do acordo entre a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e o presidente Lula cria as condições necessárias para viabilizar a reestruturação do Metrô do Recife, com garantia de investimento federal de R$ 4 bilhões. O anúncio representa um passo concreto em direção à recuperação de um sistema fundamental para a mobilidade urbana da Região Metropolitana.

O metrô do Recife carrega uma história diretamente ligada ao crescimento da cidade e à necessidade de integrar municípios vizinhos ao centro econômico da capital. Ao longo dos anos, tornou se um dos principais meios de deslocamento de milhares de pessoas, mas também passou a enfrentar dificuldades estruturais acumuladas por longos períodos de subinvestimento. Falhas operacionais, desgaste de equipamentos e limitações na in-

fraestrutura afetaram a rotina dos usuários, que convivem diariamente com atrasos, superlotação e incertezas no serviço.

O acordo firmado estabelece bases financeiras e institucionais para enfrentar esses problemas de forma estruturada. Os recursos federais garantidos permitirão intervenções profundas, voltadas à recuperação de linhas, modernização de sistemas elétricos e de sinalização, além da melhoria das estações e da aquisição de novos equipamentos. O objetivo central é devolver ao metrô condições adequadas de funcionamento, assegurando mais regularidade, segurança e conforto para quem utiliza o sistema.

A atuação conjunta entre o Governo de Pernambuco e o Governo Federal sinaliza alinhamento político em torno de um projeto que impacta diretamente a vida da população. A governadora Raquel Lyra tem defendido a importância de enfrentar gargalos históricos com planejamento e responsabilidade fiscal, enquanto o presidente Lula reforça a prioridade de investimentos públicos capazes de gerar benefícios sociais imediatos. A soma dessas agendas cria um ambiente mais favorável para a execução de um projeto de grande porte e longa duração.

O investimento no metrô também dialoga com a dinâmica econômica da região. Um sistema de transporte mais eficiente contribui para reduzir o tempo de deslocamento, melhora a produtividade dos trabalhadores e facilita o acesso a oportunidades de emprego e renda. Comerciantes e prestadores de serviços localizados no entorno das estações tendem a ser diretamente impactados pela melhoria do fluxo de passageiros, fortalecendo a economia local e estimulando novos em-

preendimentos.

Além do impacto econômico, a reestruturação do metrô influencia a organização urbana. O transporte de massa reduz a pressão sobre o sistema viário, diminui congestionamentos e oferece alternativa mais sustentável ao uso do transporte individual. Em uma região marcada por intenso fluxo diário de veículos, fortalecer o metrô significa contribuir para uma mobilidade mais equilibrada e para a redução de problemas ambientais associados ao trânsito.

O acordo também traz previsibilidade, elemento essencial para projetos de infraestrutura. A garantia dos recursos federais permite planejamento técnico mais consistente, definição de cronogramas e acom-

panhamento das etapas de execução. Em sistemas complexos como o metrô, a continuidade dos investimentos é determinante para evitar soluções improvisadas e assegurar resultados duradouros.

Para os usuários, o anúncio representa uma mudança de perspectiva. Quem depende do metrô para se deslocar diariamente passa a enxergar a possibilidade de um serviço mais confiável e digno. A expectativa se constrói a partir da promessa de melhorias reais, que podem transformar a experiência de quem utiliza o sistema e reduzir o desgaste físico e emocional provocado pelas falhas recorrentes.

A reestruturação também envolve desafios administrativos e técnicos consideráveis. A execução de

obras e modernizações em um sistema em operação exige planejamento cuidadoso para minimizar impactos no funcionamento cotidiano. A condução desse processo requer diálogo constante com a população, transparência nas decisões e acompanhamento rigoroso do uso dos recursos públicos.

O metrô do Recife, ao longo de sua trajetória, sempre foi mais do que um meio de transporte. Ele conecta bairros, cidades e histórias, sendo parte da rotina de gerações de trabalhadores e estudantes. A assinatura do acordo abre caminho para que esse sistema volte a cumprir seu papel de forma plena, acompanhando as necessidades atuais da população e respeitando a importância social que sempre teve.

sindacucar

CONHEÇA

‘OAB DA MEDICINA’ É APROVADA PELO SENADO

A PROPOSTA ESTABELECE QUE MÉDICOS FORMADOS NO BRASIL DEVERÃO SER SUBMETIDOS A UMA AVALIAÇÃO NACIONAL ANTES DE OBTER O REGISTRO PROFISSIONAL DEFINITIVO

OBrasil avança em um debate sensível e necessário que toca diretamente a qualidade da saúde pública, a formação profissional e a segurança da população. A aprovação, em comissão do Senado, da criação de um exame de proficiência para médicos recém formados inaugura uma nova etapa na relação entre formação acadêmica e exercício profissional no país. O tema desperta atenção, mobiliza entidades, provoca reflexões profundas e coloca no centro da agenda nacional uma questão que envolve responsabilidade, cuidado e compromisso com a vida.

A proposta estabelece que médicos formados no Brasil deverão ser submetidos a uma avaliação nacional antes de obter o registro profissional definitivo. O exame surge como instrumento de verificação de competências mínimas, buscando assegurar que os profissionais que chegam ao mercado estejam aptos a exercer a medicina com segurança técnica e ética. A iniciativa aproxima o país de modelos já adotados em outras profissões e em sistemas de saúde internacionais, onde a avaliação de proficiência funciona como etapa complementar à formação universitária.

O avanço da proposta ocorre em um contexto de expansão acelerada dos cursos de medicina em todo o território nacional. Nas últimas décadas, o número de faculdades cresceu de forma expressiva, ampliando o acesso à formação médica e interiorizando o ensino superior. Esse movimento trouxe ganhos importantes, especialmente para regiões historicamente desassistidas, ao mesmo tempo em que levantou questionamentos sobre a qualidade do ensino oferecido em parte dessas instituições. O exame de proficiência surge, nesse cenário, como

resposta institucional à necessidade de padronização mínima da formação profissional.

A medida aprovada na comissão do Senado Federal propõe que a avaliação seja aplicada após a conclusão do curso, funcionando como etapa posterior à graduação. O diploma continua válido, enquanto o exame passa a ser requisito para o exercício pleno da profissão. O modelo reforça a ideia de que a formação universitária e a prática médica caminham juntas, exigindo constante atualização, responsabilidade e compromisso com padrões técnicos elevados.

O debate em torno do exame ganhou repercussão nacional por sua semelhança com a prova aplicada pela Ordem dos Advogados do Brasil aos bacharéis em Direito. Popularmente chamado de OAB da Medicina, o exame médico possui características próprias, adaptadas às especificidades da área da saúde. A proposta prevê avaliação de conhecimentos teóricos e práticos, abrangendo áreas essenciais da formação médica, com foco na capacidade de diagnóstico, conduta clínica e tomada de decisão segura.

Defensores da iniciativa destacam que o exame fortalece a proteção à sociedade, garantindo que profissionais estejam preparados para lidar com situações complexas que envolvem vidas humanas. A medicina exige domínio técnico, raciocínio clínico e capacidade de atuação responsável, especialmente em um sistema de saúde marcado por alta demanda e recursos limitados. A avaliação de proficiência aparece como ferramenta de apoio à qualidade assistencial, reforçando a confiança da população no atendimento médico.

O tema também provoca reflexões dentro das universidades. A exis-

E

tência de um exame nacional tende a estimular melhorias nos currículos, maior rigor acadêmico e investimentos em infraestrutura, corpo docente e formação prática. Instituições passam a ser naturalmente avaliadas pelos resultados de seus egressos, criando um ambiente de maior transparência e responsabilidade educacional. O exame, nesse sentido, atua como indutor de qualidade, incentivando padrões mais elevados no ensino médico.

Entre estudantes e recém formados, o debate é marcado por expectativas e preocupações legítimas. Muitos enxergam a avaliação como oportunidade de valorização profissional e reconhecimento do esforço acadêmico, enquanto outros manifestam apreensão quanto à adaptação ao novo modelo. O consenso, porém, gira em torno da importância de critérios claros, aplicação justa e construção de um processo que respeite a diversidade regional e a realidade dos cursos existentes.

A proposta também dialoga com o fortalecimento da saúde pública brasileira. Profissionais mais bem preparados tendem a oferecer atendimento mais seguro, reduzir erros médicos e contribuir para a eficiência do sistema. Em um país de dimensões continentais, com desafios complexos no acesso à saúde, garantir qualidade na formação médica se torna peça central para a sustentabilidade do atendimento à população.

O avanço do exame de proficiência reflete um movimento mais amplo de revisão de políticas educacionais e profissionais no Brasil. Ele sinaliza a busca por equilíbrio entre ampliação do acesso ao ensino superior e manutenção de padrões mínimos de excelência. A medicina, por sua natureza, ocupa lugar especial nesse debate, pois envolve decisões que impactam diretamen-

te a vida e o bem estar das pessoas.

A proposta ainda seguirá trâmite legislativo, com discussões adicionais, ajustes e participação de diferentes setores da sociedade. O diálogo entre parlamentares, entidades médicas, universidades e estudantes será fundamental para construir um modelo equilibrado, transparente e eficaz. O desafio consiste em criar um instrumento que eleve a qualidade profissional sem se tornar barreira injusta ao exercício

da medicina.

O Brasil que emerge desse debate demonstra maturidade institucional ao enfrentar temas complexos com responsabilidade e visão de futuro. O exame de proficiência para médicos recém formados representa mais do que uma avaliação técnica, simboliza um compromisso coletivo com a qualidade da formação, a segurança do paciente e a valorização da medicina como prática essencial à sociedade.

BRASILEIRA SE TORNA A BILIONÁRIA MAIS

JOVEM DO MUNDO

A CONSTRUIR A SUA PRÓPRIA FORTUNA

A TRAJETÓRIA CHAMA ATENÇÃO PELO VALOR ACUMULADO E PELO SIMBOLISMO DE UM PAÍS QUE COMEÇA A REVELAR NOVAS LIDERANÇAS ECONÔMICAS MOLDADAS PELA INOVAÇÃO, PELA OUSADIA E POR UMA LEITURA ATENTA DAS TRANSFORMAÇÕES DO MERCADO GLOBAL

Há pessoas que lideram com voz firme e outras que conduzem pelo exemplo silencioso. Karla Felmanas se reconhece nesse segundo caminho. À frente da vice presidência da Cimed, ela construiu uma forma de gestão que valoriza relações, escuta ativa e decisões que consideram gente antes de números. Sua liderança aproxima, cria vínculos reais e mostra que é possível crescer sem perder o cuidado com quem está do outro lado. É uma forma de conduzir que inspira porque é verdadeira.

Esse mesmo sentimento de proximidade e identificação aparece no futebol, território afetivo do brasileiro. Zico não é lembrado apenas pelos gols ou pelos títulos. Ele permanece vivo na memória coletiva porque representou um tempo em que o futebol era encontro, alegria compartilhada e emoção simples. O camisa 10 ajudou o país a se reconhecer em campo, criando laços que ultrapassaram gerações e transformaram talento em afeto.

Quando o olhar se volta para a economia, percebe se que desenvolvimento também precisa ter rosto humano. A trajetória de Bruno Cezar Cecchini se insere nesse debate ao defender uma mineração que dialoga com o mundo sem se afastar de suas responsabilidades sociais. Sua atuação contribui para reposicionar o setor como instrumento de desenvolvimento sustentável, capaz de gerar oportunidades, respeitar territórios e projetar o Brasil de forma mais madura no cenário internacional.

As mudanças que tocam diretamente a vida das pessoas também fazem parte desse movimento. As novas regras para a carteira de motorista, ao permitir a atuação de instrutores autônomos credenciados, representam mais do que uma alteração burocrática. Elas ampliam escolhas,

C

estimulam concorrência e prometem reduzir custos que, por anos, afastaram muitos brasileiros do direito de dirigir. É uma mudança que dialoga com a realidade de quem sente no bolso cada decisão pública.

=Esse avanço encontra respaldo em números que carregam histórias reais. Dados do IBGE mostram milhões de pessoas deixando a pobreza e a extrema pobreza nos últimos anos. Por trás das estatísticas estão famílias que voltaram a planejar o amanhã, que recuperaram dignidade e esperança. Resultados que reforçam a importância de políticas públicas capazes de alcançar quem mais precisa.

No cenário internacional, o diálogo volta a ganhar espaço. A declaração do presidente Donald Trump sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indica uma relação pautada pelo pragmatismo e pela busca de interesses comuns. Em um mundo marcado por tensões, conversar e construir pontes volta a ser essencial. No esporte, a força da identidade se mantém viva. O Flamengo se-

gue ampliando seu legado ao unir conquistas, regularidade e uma relação intensa com sua torcida. É um clube que se confunde com a história de milhões de brasileiros, transformando vitórias em celebrações coletivas e derrotas em aprendizado compartilhado.

Já no campo institucional, a CBF atravessa um processo de reconstrução sob a liderança de Samir Xaud. O foco no diálogo e nas reformas aponta para um esforço de resgatar confiança e equilíbrio, fundamentais para fortalecer o futebol dentro e fora de campo.

Por fim, o reconhecimento se materializa em gestos que emocionam. O Totalizando Brasil reuniu histórias, afetos e trajetórias que ajudam a construir pontes entre esporte, cultura e comunicação. A homenagem aos diretores da Revista Total, Marcelo Mesquita e Carlos Roberto, com a Medalha Mérito Esportivo Zico, foi recebida com emoção genuína, como reconhecimento a quem dedica a vida a valorizar pessoas e narrativas.

BRUNO REIS CONDUZ

SALVADOR EM UM TEMPO DE AVANÇOS, CUIDADO URBANO E CONFIANÇA NO FUTURO

Uma gestão marcada por planejamento, entregas consistentes e valorização das pessoas que fazem da capital baiana uma cidade viva e em constante transformação

GOVERNO DO BRASIL CHEGA À ABERTURA DE 500 NOVOS MERCADOS

GOVERNOS DO BRASIL E DE PERNAMBUCO AVANÇAM EM PARCERIA PARA MELHORAR SISTEMA DE METRÔ DO RECIFE

‘OAB DA MEDICINA’ É APROVADA PELO SENADO BRASILEIRA SE TORNA A BILIONÁRIA MAIS

JOVEM DO MUNDO A CONSTRUIR A SUA PRÓPRIA FORTUNA

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