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EDIÇÃO 116 - Especial HeadOffice.AI

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FRANOUIA

& GLOBAL

Direto do Silicon Valley

A Primeira Franquia de inteligência Artificial do Mundo invade o Brasil para redefinir e escalar a geração de negócios

ALIMENTAÇÃO desafios do setor

COMO ESCOLHER

SUA FRANQUIA dicas e cuidados

NESTA EDIÇÃO

Obras ‘ Turn Key’ Franquias de sucesso

Multifranqueados

Clima de COPA E MUITO MAIS

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FRANQUIA DO FUTURO | IA

A inteligência artificial invade o canal de franquias como negócio de oportunidade. Alexandre Guerra, ex-CEO do Giraffas e executivo por trás da expansão da Bio Mundo, revela por que trocou o lado do cliente pelo lado do negócio ao conhecer a HeadOffice.ai — a primeira franquia de IA do mundo, que já opera agentes dentro de marcas como Cacau Show, PepsiCo e DryWash. Com apenas 10 vagas no primeiro ciclo de expansão para novos franqueados na rede, o modelo que transforma IA em resultado mensurável está ao Brasil. Leia na matéria de CAPA. Pág. 12

TENDÊNCIA | IMPLANTAÇÃO INTELIGENTE

Projeto Turn Key: a implantação chave na mão que elimina o risco da obra. A especialista Engenheira Alaize Reis alerta e pergunta: Quanto custa um dia com seu ponto comercial fechado? Pág. 24

DESTAQUE | EMPREENDEDORISMO

Muito além da impressão. Em entrevista exclusiva, Rodrigo Abreu revela como a AlphaGraphics Brasil transformou o setor gráfico em consultoria estratégica de negócios. Pág. 26

FRANCHISING POR DENTRO | GESTÃO

O valor de um ecossistema de suporte para franqueados. Fabiano Vieira, sócio diretor do Grupo Rede, explica por que o franqueado que não estrutura as áreas financeira, jurídica, tributária e operacional coloca em risco resultado. Pág. 36

ESPECIAL | EMPREENDEDORISMO

O empreendedor que apostou que treinar o cérebro era um negócio do futuro — e acertou. Antônio Perpétuo trocou a engenharia aeronáutica pelo empreendedorismo. O fundador do Supera Ginástica para o Cérebro revela como construiu a única rede de estimulação cognitiva com comprovação científica do Brasil. Pág. 38

ARTIGO

‘Guia para visitação da ABF EXPO 26’ por JOÃO CÂNOVA Pág. 46

‘A Cultura das Redes Sociais e o Franchising’ por PAULO ANCONA Pág. 48

SEGMENTO ALIMENTAÇÃO | DESAFIOS

Vender mais não é o problema. O desafio é vender melhor. Pág. 50

REFORMA TRIBUTÁRIA E O FRANCHISING por DANIEL BERNARD Pág. 56

MERCADO

Lançamentos | Ferramentas e Inovação das redes de franquias na ABF Expo 2026. Pág. 60

JÁ SE REINVENTOU HOJE? Pág. 78

Novos canais | collabs | - INSPIRE-SE!

CONTEÚDO EXCLUSIVO ONLINE

Acesse nossa edição online e leia : Leitura | Multifranqueados | Clima de COPA

Franquia x Investimentos | Os números do mercado de franquias por segmento e mais.

Caderno NEGÓCIOS & OPORTUNIDADES | Encontre aqui seu novo negócio Pág. 83

n o 116 - Junho 2026

Você está lendo a primeira revista focada em empreendedorismo e

franquias lançada, há mais de 28 anos em parceria com a ABF - Associação Brasileira de Franchising. Hoje, somos a única revista do franchising e publicamos conteúdo independente que amplia a visão empreendedora do varejo, do mercado e do sistema de franquias. Nossos leitores acompanham informação de qualidade em nossos canais ON LINE e recebem insights dos maiores especialistas do setor, lançamentos e oportunidades para chegar antes e mais empoderados ao resultado de seus negócios. Nesta edição, destaque para a primeira franquia de inteligência artificial do mundo, HEADOFFICE.AI , e para redes consolidadas como ALPHAGRAPHICS , líder no segmento de marketing, sinalização e impressão. Além da rede SUPERA Estimulação Cognitiva que une ciência e saúde cerebral. Leia muito mais sobre gestão de redes, solução de problemas com fornecedores que entendem do dia a dia de franqueadores e franqueados e siga nosso ‘guia’ para escolher seu próximo negócio. Em nossa edição ON LINE, conteúdos exclusivos que você acessa e compartilha conhecimento confiável. No CADERNO NEGÓCIOS & OPORTUNIDADES

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PORTAL revistafranquia.com.br e as redes sociais da revista, onde você acompanha o que acontece no mundo do franchising, novidades e oportunidades de negócios para quem quer chegar primeiro ao sucesso. Inovação, parcerias e soluções de ponta. Nossas revistas trimestrais e EDIÇÕES ESPECIAIS ficam publicadas na íntegra e gratuitamente na Banca ONLINE com conteúdo complementar e artigos exclusivos. Estamos onde nosso leitor preferir. Siga e acompanhe nossos canais ONLINE e peça seu exemplar impresso quando precisar.

O QUE ACONTECE NO VAREJO E NAS

‘O melhor momento para começar a entender IA era ontem. O segundo melhor momento é agora’

ALEXANDRE

A inteligência artificial chega ao franchising como negócio

Com experiência à frente de marcas como Giraffas e Bio Mundo, Alexandre Guerra lidera a expansão da HeadOffice.ai no Brasil: a primeira franquia de inteligência artificial do mundo entra em nova fase com apenas 10 vagas iniciais e um modelo de negócio construído para escalar

Quando o executivo Alexandre Guerra chegou à HeadOffice. ai , foi pelo caminho que mais convence: como cliente. À frente do desenvolvimento da rede de franquias Bio Mundo, ele conheceu de perto o que os agentes de inteligência artificial da empresa eram capazes de fazer — e entendeu que estava diante de algo raro. Não apenas uma ferramenta tecnológica, mas um modelo de negócio capaz de transformar como empresas inteiras operam, se relacionam com clientes e escalam resultados. A partir de 2026, Alexandre assume a missão de liderar a expansão da HeadOffice.ai no Brasil, inaugurando uma nova fase da rede que, no ano passado, formatou o primeiro modelo de franquia de inteligência artificial do mundo. Em entrevista exclusiva à Revista Franquia , ele conta como funciona a operação, o que espera dos primeiros franqueados e por que entrar agora, neste momento de mercado, pode ser a decisão mais estratégica de uma carreira empreendedora.

DO BRASIL AO VALE DO SILÍCIO

Alexandre Guerra não chegou à HeadOffice.ai por acaso. Sua trajetória é um mapa do franchising brasileiro: foi sócio e CEO do Giraffas, uma das maiores redes de alimentação do país; vice-presidente da ABF - Associação Brasileira de Franchising; e mais recentemente, sócio e responsável pelo desenvolvimento e expansão da Bio Mundo, rede de suplementos e alimentação saudável que hoje opera centenas de unidades.

Foi durante sua atuação na Bio Mundo que ele conheceu a HeadOffice como cliente. A experiência foi suficiente para mudar de lado — do cliente para o sócio executivo responsável por escalar a operação no país. “Conheci a HeadOffice inicialmente como cliente, durante minha atuação na Bio Mundo. Naquele momento, percebi algo raro: uma empresa capaz de unir inteligência artificial, execução prática e profundo entendimento do franchising. Nós aqui não vendemos apenas tecnologia. Entregamos produtividade, padronização e inteligência operacional para empresas que precisam crescer com eficiência.”

Essa combinação — visão do franchising por dentro, entendimento de escala operacional e agora a imersão no universo da inteligência artificial aplicada — é o que posiciona o executivo como o nome certo para liderar essa nova fase da rede, segundo os sócios fundadores, Marco Carvalho e Ivan Zorn. Uma fase que começa com cautela e critério: apenas dez vagas abertas no primeiro ciclo de expansão.

HEADOFFICE.AI | DIFERENTE DE TUDO QUE VEIO ANTES?

A HeadOffice é uma empresa de inteligência artificial fundada em São Francisco, com forte presença no Brasil e especialização em agentes de IA para redes de franquias, empresas multiunidades e grandes operações corporativas. Há dois anos consecutivos é líder de market share no seu segmento. A empresa já atende mais de 20% das maiores redes associadas à ABF — incluindo a própria associação —, além de nomes como Cacau Show, Votorantim, Bauducco, Bob’s, PepsiCo, Natura, DryWash e Bio Mundo.

Em 2025, foi reconhecida pela ABF com o prêmio de Fornecedor do Ano. Hoje, milhares de agentes de IA estão em operação em empresas enterprise e grandes redes, automatizando processos, ampliando produtividade e apoiando operações comerciais, de atendimento e de expansão.

Na visão de Alexandre, “A HeadOffice nasceu com uma visão muito clara: usar IA não como algo distante ou futurista, mas como uma força de trabalho digital capaz de apoiar vendas, atendimento, treinamento, expansão, marketing, relacionamento com franqueados e gestão operacional.”

O diferencial da marca está em conhecer profundamente a dinâmica das redes. Onde existe uma franqueadora, há franqueados, equipes de

QUEM CHEGA NA FRENTE DEFINE

AS REGRAS DO JOGO

campo, lojas, clientes finais, consultores, fornecedores e dezenas de processos aconte cendo ao mesmo tempo. A Head Office cria agentes de IA que ajudam a organizar, automatizar e melhorar essa comunicação — sempre com foco em resultado, escala e padronização.

AGENTES DE IA EM AÇÃO: CASOS REAIS QUE JÁ ENTREGAM RESULTADO

Para entender o que a Head Office faz na prática, basta olhar para os agentes que já estão operando. Eles têm nome, personalidade e função — e são desenvolvidos para representar a marca do cliente com precisão e eficiência.

Alguns exemplos ilustram as entregas da operação de negócio HeadOffice: na Bio Mundo, o Edi é um agente de IA especializado em expansão de franquias. Ele auxilia investidores na escolha da unidade ideal, avaliando perfil empreendedor, capacidade financeira, região de interesse e potencial comercial dos pontos disponíveis. Ao final da análise, o agente estima o potencial de faturamento que uma nova unidade pode alcançar naquele ponto específico. No China

‘Sozinha, a Lídia já vende o equivalente

ao faturamento de três unidades físicas da DryWash’

In Box, a Vovó Dora é o agente de atendimento e relacionamento via WhatsApp. Recebe pedidos, interage com clientes e reforça o posicionamento afetivo da marca, trazendo eficiência operacional sem abrir mão da proximidade com o consumidor. Já na PepsiCo, o Chester Cheetah funciona como embaixador digital da marca em campanhas promocionais, conteúdos gamificados, receitas e experiências de entretenimento. E a Lídia, na DryWash, é um agente comercial focado em vendas B2C — atua no atendimento de leads, realiza qualificação, negociação e fechamento de serviços automotivos em tempo

As agências HeadOffice implantam os IAgentes para que eles façam o operacional.

Abrindo espaço para o time atuar com o ‘excepcional’

real. Esses casos reais deixam claro o ponto central do modelo: a IA não é uma promessa futura. É uma força de trabalho digital que já está entregando resultado — e que pode ser replicada, com metodologia, para outros negócios por todo o Brasil.

GARGALOS QUE VIRAM OPORTUNIDADE

Os dados do mercado explicam por que a HeadOffice chegou na hora certa. Segundo pesquisa inédita da ABF divulgada em novembro de 2025, 37% das franqueadoras estão em fase de testes com inteligência artificial e apenas 26% a utilizam de forma estruturada. O principal obstáculo apontado por quase metade das redes é a falta de conhecimento técnico interno — 47% das franquias citam esse fator como freio para avançar.

No universo das pequenas e médias empresas, o cenário é ainda mais revelador. O estudo Transformação Digital nos Pequenos Negócios 2025, do Sebrae, mostra que 44% dos empreen -

dedores já utilizam alguma solução de IA, mas a maioria ainda se limita a ferramentas simples e sem visão estratégica. E 82% das PMEs operam com o WhatsApp como principal canal de vendas — sem automação, sem qualificação de leads, sem follow-up estruturado.

“É exatamente nesse ponto cego que o franqueado HeadOffice entra”, segundo o empresário. Com a metodologia da franqueadora, os playbooks prontos e o suporte técnico de uma empresa com raízes no Vale do Silício, o franqueado chega ao cliente não como um vendedor de tecnologia, mas como um consultor capaz de transformar inteligência artificial em resultado mensurável. “Toda empresa está tentando entender como aplicar IA de forma prática, segura e com retorno financeiro. O problema é que muitas não sabem por onde começar. É aí que entra a oportunidade para o franqueado HeadOffice : ser o parceiro local que ajuda empresas a transformar IA em resultado”, explica Alexandre.

MERCADO HOJE E VISÃO FUTURA

‘Para quem acompanha o franchising há anos, a chegada de um modelo como o da HeadOffice não surpreende — surpreende é que tenha demorado até aqui. A digitalização das redes é uma tendência que a ABF já havia mapeado como prioritária para 2026. A pesquisa da entidade aponta que o setor caminha para um ciclo marcado por crescimento mais qualificado, orientado por dados, tecnologia e experiência do cliente.’

A rede de franquias HeadOffice chegou nesse ponto de inflexão com tecnologia testada, clientes reais, prêmio de fornecedor do ano e agora um modelo de expansão estruturado. Dez vagas. Dez regiões. Dez agências que vão contar como foi o começo. headofficeai.com | @headofficeai

RECADO DO EMPREENDEDOR

COMO O FRANQUEADO OPERA — E COMO ESCALA OS GANHOS

Ao abrir uma agência HeadOffice , o franqueado não precisa ser programador nem especialista em inteligência artificial. A franqueadora oferece a tecnologia, o treinamento e o suporte. O que o modelo exige é um perfil comercial, consultivo e relacional — alguém que goste de construir relacionamentos B2B e tenha capacidade de desenvolver o mercado local.

Na prática, o franqueado recebe uma estrutura completa para prospectar empresas em sua região, diagnosticar suas necessidades, apresentar soluções de IA, acompanhar a implementação e construir uma base de clientes recorrentes. A receita é previsível: clientes que contratam agentes de IA tendem a manter o serviço e expandir o uso ao longo do tempo.

O portfólio de soluções abrange áreas como vendas, atendimento ao cliente, SAC, treinamento de equipes, marketing, CRM, follow-up de leads, relacionamento com franqueados e análise de dados. Cada cliente pode contratar agentes específicos para suas necessidades — e o franqueado é o elo que conecta essa demanda à solução. “No dia a dia, o franqueado não precisa começar do zero. Ele recebe uma estrutura pronta para prospectar,

‘Escolha um mercado que tenha futuro, mas entre nele com método, humildade e disciplina. A inteligência artificial vai transformar praticamente todos os setores da economia. Mas as maiores oportunidades estarão nas pessoas capazes de levar essa tecnologia para o mundo real, resolvendo problemas concretos de empresas e clientes’

diagnosticar oportunidades, apresentar soluções, acompanhar clientes e implementar agentes de IA com o apoio da franqueadora.”

O suporte da HeadOffice cobre desde a geração e qualificação de leads até a gestão da rotina, acompanhamento de indicadores e P&L. A franqueadora disponibiliza ainda playbooks, casos de uso reais, materiais comerciais e um time de educação altamente qualificado — do Vale do Silício ao Brasil. Pessoas com experiência em vendas, consultoria, tecnologia, marketing, franchising ou gestão empresarial, segundo Alexandre, tendem a ter uma vantagem importante na curva de aprendizado.

EXPANSÃO SELETIVA

A estratégia de expansão da He adOffice foi desenhada com cautela deliberada. Neste primeiro ciclo, a rede limitará a entrada a apenas dez franqueados — todos estratégicos, posicionados em regiões de alto potencial. A ideia não é crescer rápido, mas crescer bem: com suporte próximo, construção de cases sólidos e franqueados capazes de atender tanto grandes redes quanto PMEs de suas regiões.

O foco inicial são capitais e polos empresariais onde a concentração de franquias, médias e grandes empresas é maior — criando um mercado natural para os serviços da HeadOffice. A lógica é que cada agência sirva como referência regional, construindo credibilidade local antes que a expansão acelere. “Esta será a primeira fase de expansão da HeadOffice no modelo de franquias. Buscaremos nossos primeiros operadores, que serão responsáveis pelas primeiras agências no país. Limitaremos a expansão a apenas 10 franquias, garantindo alto nível de suporte, proximidade operacional e construção de cases sólidos”, finaliza o executivo.

No médio e longo prazo, a marca pretende criar uma rede capaz de atender empresas, franquias e negócios multiunidades em diferentes regiões do país. A HeadOffice nasceu com mentalidade internacional — e acredita que o modelo pode ser replicado globalmente. Onde houver redes, franquias e necessidade de escala operacional, existe espaço para agentes de IA.

O MERCADO QUE O FRANQUEADO VAI ENCONTRAR E ESCALAR

44 % dos pequenos negócios brasileiros utilizam alguma solução de IA

82 % das PMEs usa WhatsApp como principal canal de comunicação e vendas

37 % das franqueadoras brasileiras estão em fase de testes com IA

73 % das redes de franquias relatam aumento de produtividade com o uso de IA

47 % das franquias apontam falta de conhecimento técnico como principal obstáculo à adoção

Sebrae | ABF 2025

Mas, nessa fase da expansão, os controladores alertam que a oportunidade está disponível somente para dez unidades. E, neste momento, o empreendedor interessado vai investir na implantação de uma agência HeadOffice a partir de R$ 130 mil. Já vai contar com uma base potencial de clientes recorrentes com receita mensal previsível e um plano de negócio planejado. Todo o suporte da franqueadora é feito por um time de especialistas do Vale do Silício e do Brasil, que garante treinamento, playbooks, geração de leads, gestão comercial e acompanhamento de P&L.

headofficeai.com | @headofficeai

As soluções trazidas pelos IAgentes da Headoffce.AI já operam em diversas frentes das maiores redes de franquias no Brasil e é esse mercado que as agências dos franqueados vão ajudar a escalar ainda mais

+10,5% CRESCIMENTO MÉDIO DO SETOR (2025)

+14% AUMENTO MÉDIO DE PRODUTIVIDADE EM EMPRESAS QUE ADOTARAM IA DE FORMA ESTRUTURADA

Bain & Company, 2025

ABF 2026 + R$301 bi FATURAMENTO DAS FRANQUIAS NO BRASIL (2025)

ABF 2026

Há 20 anos atuando no mercado de estimulação cognitiva, o Supera se consolidou como a maior rede da América Latina. Um modelo de negócio 100% presencial voltado ao desenvolvimento de habilidades cognitivas em crianças, adultos e idosos.

Com metodologia própria e foco em recorrência, está voltada ao crescimento sustentável e à rentabilidade. Hoje, com mais de 250 unidades em operação em todo o Brasil, 36% da rede é operada por multifranqueados, indicador associado à confiança no negócio.

Em 2026, conquistamos cinco estrelas e o 19º selo Melhores Franquias do Brasil, concedido pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Além de integrar a categoria de Mega Franquia da ABF.

A qualidade do método também foi comprovada cientificamente por um estudo conduzido por pesquisadores da USP, publicado em periódico internacional, que constatou ganhos cognitivos significativos em idosos saudáveis participantes do programa.

Suporte ao Franqueado

O Supera entende o franqueado como um parceiro de negócio,

acompanhando o empreendedor em todas as etapas da jornada, com um suporte completo, próximo e estruturado, com olhar individualizado para cada unidade.

Na fase de implantação, o departamento de expansão oferece apoio desde a escolha do melhor ponto comercial, passando pela definição do projeto arquitetônico, organização financeira, estruturação operacional e o planejamento detalhado da inauguração.

Após a abertura, o suporte se torna ainda mais personalizado. Assim, todo o know how do franqueador é compartilhado com o franqueado para garantir o sucesso da operação.

Além do suporte contínuo das áreas pedagógica, comercial e marketing, que objetivam garantir a experiência do aluno, acelerar o crescimento do faturamento e posicionar a unidade como referência em estimulação cognitiva.

Uma estrutura pensada para que o franqueado se dedique ao que realmente importa: transformar vidas e construir um negócio lucrativo e sustentável.

Abrir a sua unidade Supera é investir em um negócio que une educação, envelhecimento ativo e saúde preventiva para todas as idades.

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P rojeto TURN KEY

Como o ‘chave na mão’ supera os desafios da IMPLANTAÇÂO FÍSICA do seu empreendimento

Um desafio recorrente do setor varejista é a implantação de projetos e obras com uma GESTÃO EFICIENTE . O pilar da Engenharia e Arquitetura dentro da franquia requer uma estrutura que envolve vários fornecedores, logística, prazos enxutos, custos e escolha de materiais correlatos que levam ao sucesso ou a uma operação desastrosa, que afeta diretamente a marca e seu franqueado. Um desgaste que nenhum empresário quer vivenciar. Porém, para quem já vivenciou a dor de uma implantação ineficiente e colheu frutos amargos, pode se reorganizar e hoje investir em parceiros técnicos e eficazes. É o MODELO TURN KEY , ou ‘chave na mão’. Um modelo de gestão que engloba processos coordenados, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de engenheiros, arquitetos, fornecedores. Que trata seu empreendimento como único, exclusivo, cronometrado, direto, conclusivo em prazo e hora certa para sua inauguração. Sim, isso é possível e já acontece.

Fluxograma do processo | MODELO TURN KEY

‘Vamos investir em conhecimento, técnica e processo que irá valorizar mais ainda sua marca e a implantação de sua unidade?

Porque um dia de obra comercial parada é um prejuízo que alcança números estratosféricos a qualquer operação’

ALAIZE REIS

IMPLANTAÇÃO INTELIGENTE

Quanto CUSTA UM DIA do seu comércio FECHADO?

No Grupo AREAS, abrir seu empreendimento é o nosso ‘ core business ’. Transformamos seu ponto comercial em OPERAÇÃO DE ALTO DESEMPENHO. Nosso modelo ‘Turn Key’ atende o pilar de sua implantação porque nosso foco é realizar com excelência, a materialização do seu negócio. Vamos conversar?

“Somos referência no segmento com +25 anos de expertise comprovada e consolidada no mercado de engenharia e arquitetura”

ALAIZE REIS

Diretora Executiva do Grupo AREAS Engenharia, Arquitetura de Negócios e Consultoria

@areasempreendimentos

Alaize Reis é Engenheira Civil desde 2002. Especialista em Gestão projetos e obras comerciais. MBA Gestão de Projetos, Gestão de Negócios /MBA Desequilíbrio Econômico e Claims de obras Nacionais e Internacionais FUMEC /MG MBA Meio Ambiente, resíduos sólidos da construção civil, recursos hídricos/Mestrado em Planejamento Energético UFMG/MG / Palestrante e CEO FOUNDER IFE STEAM Instituto Feminino de Engenharia Brasil

MUITO ALÉM DA IMPRESSÃO

Quando o cliente pede uma coisa e recebe uma transformação com o DNA do propósito

RODRIGO ABREU AlphaGraphics BRASIL

De estagiário a Master

Franqueado, Rodrigo Abreu revela, em entrevista exclusiva à Revista

Franquia, como a AlphaGraphics Brasil deixou de ser uma gráfica para se tornar uma consultoria estratégica — onde cada pedido é apenas o começo de uma transformação maior

Quandoum cliente chega à AlphaGraphics pedindo um banner, ele vai embora com uma estratégia de comunicação. Quando pede cartões de visita, descobre que precisava de uma identidade visual. Essa não é uma coincidência — é o modelo de negócio. À frente da operação brasileira desde 2005, Rodrigo Abreu transformou a master franquia numa das referências mais sólidas da rede global, que hoje integra a Fortidia, holding presente em dezenas de países com marcas como MBE - Mail Boxes Etc., PostNet, Pack & Send e outras. Sob sua liderança, a AlphaGraphics Brasil cresceu mais de dois dígitos ao ano, atravessou a pandemia sem fechar uma única unidade e chegou a 25 lojas com um propósito claro: formar franqueados que se enxergam como agentes de transformação — não apenas fornecedores de impressão. A trajetória de Abreu começa aos 12 anos, no balcão do comércio da família. Passou por consultor estratégico da rede, por Country Manager e, em 2012, realizou um management buyout que o tornou sócio-controlador da operação nacional. Quem acompanhou esse percurso entende por que a rede que ele construiu tem como pilar mais profundo não

DESTAQUE

a tecnologia gráfica, mas a confiança — e a capacidade de enxergar no cliente não o que ele pede, mas o que ele ainda vai precisar.

REVISTA FRANQUIA — Sua trajetória profissional começa bem antes da AlphaGraphics. Como isso moldou o empreendedor que você se tornou?

RODRIGO ABREU — Nasci numa família de empreendedores. Aos 12 anos já trabalhava. Comecei fazendo pacotes de presentes na empresa do meu pai, que era uma das maiores redes de papelaria de São Paulo, e fui crescendo, virando vendedor, gerente. Aquilo me deu uma visão empreendedora muito sólida. Quando a rede encerrou as atividades no final dos anos 90, já tinha relacionamento e competência para ir direto para a consultoria de franchising. Fui para o Rio Grande do Sul como consultor de projetos. Em 2004, cheguei à AlphaGraphics para fazer um planejamento estratégico — e nunca mais saí. De consultor a master franqueado. Qual foi o momento que mais o desafiou nessa jornada?

RODRIGO ABREU — Cada fase teve seu desafio. Passei de consultor a country manager, depois vice-presidente

global de marketing, acumulando a presidência no Brasil. Este foi o período de maior exigência pessoal. Ficava 15 dias no Brasil, 15 nos Estados Unidos — não em Miami, em Salt Lake City. Eram 28 horas de viagem de ida, só foi possível porque eu era jovem, recém-casado, sem filhos. Quando meu filho Fernando nasceu, em 2011, percebi que eu queria estar aqui. Escolhi o Brasil de forma muito consciente. E foi exatamente nesse movimento de transição que a AlphaGraphics global foi vendida para um private equity, o que me abriu a janela para propor a compra da operação brasileira. Em fevereiro de 2012, concluí o management buyout e me tornei master franqueado. Foi o momento mais desafiador e, ao mesmo tempo, o mais libertador.

A AlphaGraphics tem trabalhado fortemente o conceito de “agentes de transformação”. O que isso significa na prática para a rede?

RODRIGO ABREU — É uma das partes centrais da nossa cultura. Transformação não é palavra de ordem — é algo absolutamente natural dentro da rede, genuíno. Existe o franqueado que transforma equipes internas, o que transforma a comunidade do entorno, o que transforma

o portfólio do cliente. A gente foca a energia em quem quer transformar de verdade. Qualquer franqueado de qualquer tamanho, qualquer colaborador de qualquer loja, tem oportunidade de protagonismo. Essa semana mesmo, estávamos discutindo como abrir para toda a rede a possibilidade de qualquer colaborador se tornar professor da nossa universidade corporativa, com remuneração por isso. Não importa o cargo. Importa quem quer se engajar.

Esse DNA vem da matriz global?

RODRIGO ABREU — O direcionamento de valorizar pessoas e comunidade é global. A AlphaGraphics faz parte do grupo Fortia, que reúne oito marcas em 58 países, com mais de 4.000 franqueados. Empoderar pessoas e se envolver com comunidades é um discurso presente na cúpula global. Mas, quando esse direcionamento chegou até nós, a gente já estava muito bem encaminhado nesse caminho. O Brasil só recebeu isso como uma validação do que a gente já construía. O pensamento é global; a execução é local — e graças a Deus, muito bem alinhada.

“Minha trajetória foi construída em agências de propaganda e no setor gráfico, sempre com foco em desenvolvimento de negócios e visão estratégica. Antes de me tornar franqueado, liderei iniciativas na ABTG — Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, onde exerci a presidência executiva e participei de conselhos. À frente da unidade Tatuapé desde 2017, atuo como parceiro estratégico dos clientes, traduzindo necessidades em soluções de impressão, comunicação visual e marketing. O grande diferencial da rede está no equilíbrio entre o suporte da franqueadora e a autonomia para adaptar iniciativas ao mercado local — combinação que garante inovação contínua e relacionamentos duradouros.

A troca constante de conhecimentos e boas práticas entre as unidades acelera a inovação e mantém viva a cultura de excelência que caracteriza a AlphaGraphics mundialmente”, destaca o franqueado, cujo foco hoje está em gerar valor para clientes, desenvolver equipes e contribuir para o crescimento sustentável da rede.

REINALDO ESPINOSA | AlphaGraphics Tatuapé | SP Franqueado desde 2017

DESTAQUE

Qual é o grande diferencial da AlphaGraphics para o cliente final, num mercado tantas vezes visto como comoditizado?

RODRIGO ABREU — Qualidade é obrigação, não diferencial. O que nos distingue é o atendimento consultivo. O cliente nos pede uma coisa — e nós entregamos aquilo que ele pediu, mas também sugerimos algo que ele talvez nem soubesse que existe. Entregamos inteligência de negócio junto com a execução. Outro pilar é a confiança: mais de 90% do nosso faturamento é B2B. Nós imprimimos o segredo das empresas. Pode ser o rebranding de uma corporação, o conteúdo inédito de uma universidade, arquivos confidenciais de um lançamento. Nada é rotina para nós. O cliente confia na AlphaGraphics porque nossos processos e tecnologias garantem isso. E ainda há o compromisso com prazos: o evento do cliente acontece num dia específico — e nós entregamos para esse dia. Sempre.

Há quem diga que o mercado gráfico está em declínio com a digitalização. O que os dados mostram — e como a AlphaGraphics se posiciona nesse cenário?

RODRIGO ABREU — Os números do setor dizem mais do que o senso comum imagina. A economia gráfica brasileira faturou cerca de R$ 115 bilhões em 2024, segundo estimativas da ABIGRAF — o que representa cerca de 1,5% do PIB industrial do país. São mais de 400 mil empregos diretos e aproximadamente um milhão de empregos indiretos quando se considera toda a cadeia de insumos, design e logística. Isso não é um setor agonizando; é um setor se reinventando. E nós nos reinventamos junto com ele — na verdade, na frente dele. O segmento de impressão sob demanda deve movimentar US$ 1,8 bilhão no Brasil até 2033, segundo a Grand View Research, tornando o país o maior mercado de expansão da América Latina nessa modalidade. A AlphaGraphics foi pioneira nisso. Somos líderes em impressão de livros sob demanda — um mercado que a gente desbravou. O mercado global de impressão deve crescer de US$ 868 bilhões em 2025 para quase US$ 970 bilhões até 2030. A impressão digital cresce ainda mais rápido, com CAGR de 4,7%. O mercado de brindes corporativos movimentou mais de R$ 3,4 bilhões no Brasil em 2025, com crescimento de 12% e projeção de manutenção do crescimento para 2026. O setor de eventos B2B cresceu 19% só no primeiro semestre de 2025 em

OPORTUNIDADES QUE O FRANQUEADO VAI ENCONTRAR

R$ 115 bilhões — faturamento da economia gráfica brasileira em 2024 (ABIGRAF)

US$ 1,8 bilhão — mercado de impressão sob demanda | Brasil até 2033 (Grand View)

R$ 3,47 bilhões — + 12% mercado de brindes corporativos | Brasil 2025 (LTP)

R$ 14 bilhões — + 22% crescimento de eventos B2B | SP 2025 (UBRAFE/SPTuris)

90% lembram de marcas ao receber item impresso ou brinde (Vistaprint, 2025)

US$ 969,7 bilhões — mercado global de impressão em 2030, CAGR 2,2% (Smithers)

São Paulo — e cada evento é uma oportunidade de impressão, de comunicação visual, de brinde. Pesquisa da Vistaprint (2025) mostra que 90% dos destinatários lembram da marca do brinde recebido, e 87% mantêm um brinde corporativo por mais de um ano. E, campanhas que combinam ações digitais e impressas geram até 25% mais conversão. É isso que a gente vende para o mercado — resultado, não produto.

Quais são os pilares de serviços que a rede oferece para o mercado hoje?

RODRIGO ABREU — Trabalhamos com quatro pilares consolidados e um quinto em ascensão. O primeiro é impressão — horizontal para qualquer departamento de qualquer empresa. O segundo é comuni-

INVESTIMENTO TOTAL

R$ 280 MIL

até R$ 800 MIL

TAXA FRANQUIA R$ 70 MIL

+ R$150MIL ATÉ R$550 MIL

Montagem e Instalações

+ R$ 60 MIL até R$ 180 MIL

Capital giro

FATURAMENTO MENSAL

R$ 80 MIL

ATÉ R$ 500 MIL

12 % a 25 % RENTABILIDADE

VICTOR VICENTE | AlphaGraphics Jabaquara | Congonhas | Moóca | SP | Franqueado desde 2020

“Empreender sempre fez parte da minha vida. Cresci trabalhando com a empresa da família e, depois de um intercâmbio e passagens por multinacionais do varejo e do setor petrolífero, voltei às raízes — o negócio familiar de venda e locação de impressoras. Foi essa proximidade com o mercado de impressão que abriu os olhos para uma oportunidade natural: expandir para o setor gráfico. A AlphaGraphics surgiu como o caminho certo, com o suporte e a base de conhecimento de uma franquia consolidada. Em julho de 2019, abrimos a primeira unidade, a Congonhas-Jabaquara, e hoje somos também franqueados da unidade Moóca. Atuo junto ao meu time comercial em situações estratégicas — avaliando orçamentos, identificando oportunidades e garantindo que cada projeto seja coerente com a necessidade do cliente. Somos especializados nas áreas editorial, promocional, brindes, uniformes e grandes formatos. O grande diferencial da rede está na proximidade e na troca constante entre franqueados e franqueadora. Como eles também operam lojas próprias, vivem os mesmos desafios que nós.

A troca de experiência é sempre muito rica e muito efetiva — e isso abre um leque de oportunidades muito grande para que a gente não perca nenhuma delas. Sete anos de AlphaGraphics, incluindo o período de pandemia em que a rede foi extremamente parceira, e o saldo é muito positivo.”

cação visual — desde banners até adesivação de elevadores, andares inteiros, pisos de eventos. O terceiro é marketing — design de peças, adaptações, pequenos serviços como landing pages e Google Ads, além de brindes corporativos, que estão crescendo muito dentro da rede. O quarto é tecnologia. E agora estamos desenvolvendo um quinto pilar: logística. Atuamos como operador para pequenos e-commerces locais, ajudando com design de embalagens e postagem. O objetivo é ser o provedor único de soluções para as empresas. O cliente chega pedindo impressão — e nós olhamos além: onde mais, dentro do nosso portfólio, conseguimos crescer junto com ele.

Qual o perfil ideal do franqueado AlphaGraphics?

RODRIGO ABREU — É um modelo B2B — e isso já é um grande diferencial em si. Não abrimos a porta e esperamos o cliente entrar. O perfil ideal é de alguém com criatividade e proatividade comercial na veia, que goste de se relacionar com empresas da região, que consiga prospectar ativamente. O balcão não pode representar mais de 10% do negócio em média. O franqueado precisa ter a mentalidade consultiva: o cliente não sabe o que a gente é capaz de fazer por ele — somos nós que temos que ir até ele e mostrar. Liderança de pessoas também é fundamental, porque é preciso transferir essa cultura consultiva para toda a equipe.

Quais são os modelos de negócio e os níveis de investimento para quem quer entrar na rede?

RODRIGO ABREU — Temos diferentes modelos que variam conforme o porte e a estrutura da operação, o que permite maior flexibilidade para o investidor. O franqueado que está em São Paulo, por exemplo, conta com uma rede de fornecedores muito bem estabelecida e pode começar com um investimento menor, terceirizando parte da produção. Fora da capital, pode ser necessário um parque de equipamentos maior para atender a demanda local com autonomia. O que modula o investimento é exatamente isso: quanto mais capacidade produtiva interna, mais margem para o franqueado. Partimos de um mínimo essencial e vamos ampliando conforme o perfil da loja se desenvolve — seja mais voltado para brindes, para comunicação visual ou para impressão digital. Em termos de núme ros: o investimento total varia entre R$ 280 mil e R$ 800 mil, em espaços a partir de 60 m². A taxa de franquia é de R$ 70 mil, montagem e instalações ficam entre R$ 150 mil e R$ 550 mil, e o capital de giro entre R$ 60 mil e R$ 180 mil. O retorno previsto é entre 24 e 36 meses, com faturamento mensal entre R$ 80 mil e R$ 500 mil e rentabilidade entre 12% e 25%. Royalties variam de 3,75% a 5% e o fundo de marketing de 1% a 2%. O suporte que oferecemos inclui treinamento completo, acompanhamento de campo, apoio em marketing e vendas, metodologias comerciais estruturadas e acesso a fornecedores homologados. Nosso objetivo é reduzir a curva de aprendizado e acelerar os resultados do franqueado.

E os planos de expansão da rede?

RODRIGO ABREU — A curto prazo, nossa prioridade é a Grande São Paulo e o interior do estado, onde temos a estrutura de suporte mais robusta. Das nossas 25 unidades, 20 estão na Grande São Paulo. Estamos negociando com grupos que possam levar a marca de forma mais forte para outros estados — grupos que venham com a mesma vibe de excelência e inovação. Não me preocupo com número de unidades, e sim com qualidade. Somos uma das poucas redes no Brasil — entre mais de 3 mi marcas — que possui Selo de Excelência e cinco estrelas na Pequenas Empresas. Não vou expandir abrindo mão disso. Tenho orgulho de dizer que faz anos que não fechamos uma loja, só abrimos novas unidades.

Qual sua recomendação para quem tem o sonho de empreender?

RODRIGO ABREU — Empreender é ‘tirar férias todos os dias’. Não aqueles 30 dias seguidos que o funcionário tem na carteira — mas a liberdade de, por exemplo, levar e assistir filhos num treino, estar presente no cotidiano. Quem trabalha para outros, raramente tem isso. Claro que empreender exige muito, exige entrega, exige disposição para enfrentar incertezas. Mas o retorno não é só financeiro — é de tempo, de presença, de propósito. E quando você empreende dentro de uma franquia bem estruturada, você tem um atalho: menos curva de aprendizado, mais base de conhecimento. Você não começa do zero — começa com o mapa já na mão.

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O VALOR de um ECOSSISTEMA de suporte para FRANQUEADOS

O sucesso de uma franquia costuma ser associado à força da marca, ao modelo de negócio validado e ao suporte oferecido pela franqueadora.

No entanto, existe um fator igualmente relevante e muitas vezes negligenciado: a qualidade do ecossistema de apoio que sustenta a operação do franqueado no dia a dia

Empreender por meio de uma franquia reduz diversas incertezas inerentes à abertura de um negócio próprio, mas não elimina os desafios relacionados à gestão financeira, tributária, trabalhista, jurídica e operacional. Pelo contrário, à medida que a unidade cresce, aumenta também a complexidade dessas demandas.

Nesse cenário, um ecossistema estruturado de suporte torna-se um diferencial competitivo. Mais do que fornecedores de serviços, especialistas em diferentes áreas passam a atuar como parceiros estratégicos, contribuindo para que o empresário mantenha o foco em sua atividade principal: vender, atender clientes e expandir seus resultados.

O DESAFIO DA GESTÃO ALÉM DAS VENDAS

Muitos franqueados iniciam suas operações com grande conhecimento técnico sobre o produto ou serviço comercializado, mas nem sempre possuem experiência aprofundada em gestão empresarial. Questões como planejamento financeiro, obrigações fiscais, contratação de colaboradores, gestão de riscos e cumprimento de exigências legais exigem conhecimento específico e constante atualização.

Quando essas áreas não recebem a devida atenção, problemas aparentemente simples podem gerar impactos significativos, como multas, passivos trabalhistas, dificuldades de caixa ou perda de oportunidades de crescimento. Por outro lado, quando existe uma estrutura de apoio eficiente, o empresário ganha mais segurança para tomar decisões,

Fabiano Vieira é sócio diretor do GRUPO REDE www.redegroup.com.br @gruporede__

reduz riscos operacionais e consegue dedicar mais energia às atividades que efetivamente geram receita.

A IMPORTÂNCIA DA

INTEGRAÇÃO ENTRE ÁREAS

Um dos principais benefícios de um ecossistema de suporte está na integração das diferentes áreas que influenciam diretamente os resultados da unidade.

A gestão financeira, por exemplo, depende de informações contábeis precisas. As decisões de contratação impactam custos e produtividade. Questões jurídicas podem influenciar a estratégia comercial e a expansão da operação. Quando essas áreas trabalham de forma alinhada, o franqueado passa a ter uma visão mais clara do negócio e maior capacidade de planejamento.

Essa integração permite que os desafios sejam identificados antecipadamente e tratados de maneira preventiva, evitando que pequenos problemas se transformem em grandes obstáculos.

CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL

EXIGE ESTRUTURA

Uma das maiores dificuldades enfrentadas por empresas em expansão é manter a organização interna acompanhando o crescimento das vendas. Muitos negócios conseguem aumentar o faturamento, mas encontram dificuldades para sustentar esse crescimento devido à falta de processos, controles e suporte especializado. Para o franqueado, contar com um ecossistema

de apoio representa a construção de uma base sólida para crescer com segurança. A operação torna-se mais eficiente, os processos mais organizados e as decisões mais fundamentadas em dados e análises consistentes.

O EMPRESÁRIO NO CENTRO DA ESTRATÉGIA

O verdadeiro objetivo de um ecossistema de suporte não é substituir o empreendedor, mas potencializar sua capacidade de gestão. Ao reduzir a carga operacional e oferecer informações confiáveis para a tomada de decisão, cria-se um ambiente onde o franqueado pode atuar de forma mais estratégica e menos reativa.

Em vez de dedicar seu tempo à solução constante de problemas administrativos, ele passa a concentrar esforços na liderança da equipe, na experiência do cliente e no desenvolvimento de novas oportunidades de negócio.

O crescimento de uma franquia não depende apenas da força da marca ou da qualidade do produto oferecido. A sustentabilidade do negócio está diretamente ligada à existência de uma estrutura de apoio capaz de sustentar a operação com eficiência, segurança e inteligência.

Mais do que uma necessidade operacional, um ecossistema integrado de suporte representa uma ferramenta estratégica para que o franqueado enfrente desafios, aproveite oportunidades e construa uma trajetória de crescimento consistente e duradoura.

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O empreendedor que apostou que treinar o cérebro era um negócio do futuro — e acertou

Engenheiro aeronáutico, serial empreendedor e fundador do Supera Ginástica para o Cérebro, Antônio Carlos Guarini Perpétuo construiu em 20 anos uma rede com mais de 269 unidades, comprovação científica e um mercado que só cresce: o da longevidade cognitiva. Para quem quer empreender com propósito e retorno real, a franquia Supera é hoje um dos negócios mais sólidos e diferenciados do franchising brasileiro

Antônio Carlos Perpétuo SUPERA Estimulação Cognitiva

E le poderia ter seguido a carreira de engenheiro aeronáutico formado pelo ITA. Poderia ter ficado nas sete lojas de calçados que ergueu ao longo de 15 anos. Mas Antônio Perpétuo sempre buscou algo maior: um negócio que transformasse vidas e que tivesse propósito de verdade. Encontrou no cérebro humano — e na urgência de cuidá-lo ao longo de toda a vida — a maior oportunidade da sua trajetória. Hoje, o Supera Ginástica para o Cérebro é a única rede educacional de estimulação cognitiva com método de comprovação científica no Brasil, reconhecida por premiações nacionais e em franca expansão internacional. Nesta entrevista exclusiva, o empresário conta como construiu esse ecossistema único e por que investir em uma franquia Supera é apostar em um mercado sem precedentes.

REVISTA FRANQUIA – Antônio, conte um pouco sobre sua trajetória como empreendedor até criar o Supera. Antônio Perpétuo – Sempre fui apaixonado por aviação. Por isso, entrar no ITA para cursar Engenharia Aeronáutica foi uma decisão natural. Mas, ainda durante a faculdade, percebi que meu verdadeiro caminho estava no empreendedorismo. No terceiro ano do curso, criei um carrinho de batata frita para vender na rua — São José dos Campos ainda não tinha redes de fast-food e o negócio virou um sucesso rapidamente. Depois vieram uma fábrica de sapatos, um projeto de fabricação de foguetes agrícolas que chegou a prosperar até a entrada da União Soviética no mercado, e sete lojas de calçados ao longo de 15 anos. Mas eu ainda buscava construir algo maior — inovador, transformador e com propósito. Sempre fui crítico ao modelo educacional brasileiro. No início dos anos 2000, ao acompanhar as dificuldades do meu filho mais novo, a educação deixou de ser apenas um interesse e passou a ser minha missão. Conheci o ábaco, entendi seu poder transformador e mergulhei em outras estratégias educacionais para criar, junto com pedagogos experientes, uma metodologia que atendesse as lacunas do sistema tradicional. Foi assim que nasceu o Supera.

Como funciona o método e como chegaram à certificação científica?

Antônio Perpétuo – No Supera, a gente trabalha o desenvolvimento cognitivo de forma prática, dinâmica e intencional. Nossa metodologia combina seis ferramentas diferentes, cada uma com um papel específico na evolução do aluno. O ábaco é uma delas, favorita de muitos alunos. É com ele que desenvolvemos memória, atenção, concentração, raciocínio lógico, agilidade mental, flexibilidade cognitiva e disciplina. Ele foi o ponto de partida. O Supera nasceu da ocidentalização dessa ferramenta japonesa e da construção de um material didático próprio, trazendo atividades cognitivas variadas e nível progres-

sivo de desafios. Os exercícios cognitivos que criamos no nosso time pedagógico e compõem nosso livros didáticos, estimulam linguagem, criatividade, pensamento lateral, resolução de problemas, velocidade de processamento, flexibilidade e capacidade de adaptação. Esses livros, juntamente com o ábaco e o tangran, fazem parte do nosso kit pedagógico.

Também usamos jogos analógicos e board games para desenvolver habilidades socioemocionais fundamentais, como empatia, colaboração, tolerância à frustração, pensamento estratégico, tomada de decisão, controle inibitório e gestão do tempo.

As dinâmicas em sala fortalecem comunicação, controle emocional, resolução de problemas, inovação, autoconfiança, autoestima e capacidade de gerar ideias originais.

A plataforma digital, o Supera Online, é utilizada com propósito pedagógico claro. Trabalhamos consciência corporal, controle da impulsividade, tempo de reação, assertividade e tomada de decisão. Já as Neuróbicas tiram o cérebro da zona de conforto, estimulando atenção, adaptabilidade mental e ativação multissensorial.

Todas essas são habilidades que eu sentia falta no sistema educacional tradicional. Eu sentia falta de algo que preparasse o aluno, de fato, para o mercado de trabalho. Tudo isso é aplicado de forma equilibrada dentro do nosso planejamento pedagógico.

A ideia é manter o cérebro constantemente estimulado com novidade, variedade e desafios progressivos. Cada faixa etária recebe uma abordagem específica, respeitando suas necessidades e objetivos.

No público infantojuvenil, o foco é melhorar desempenho escolar, comportamento e desenvolvimento pessoal. Para quem vai enfrentar o Enem, vestibulares ou concursos, trabalhamos habilidades essenciais como atenção, memória, raciocínio lógico, autocontrole, gestão do tempo e autoestima.

Nos adultos, desenvolvemos principalmente memória operacional, foco, raciocínio, criatividade e capacidade de trabalhar em equipe. São competências fundamentais para lidar melhor com a rotina, resolver problemas complexos e alcançar metas pessoais e profissionais.

Já no público 60+, nosso objetivo é promover um envelhecimento ativo e saudável. Com o cérebro estimulado, a pessoa mantém autonomia, disposição, qualidade de vida e segue vivendo novas experiências, aprendendo, trabalhando, viajando e conquistando novos objetivos.

O Supera tem uma metodologia própria de estimulação cognitiva. As au-

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MELHORES FRANQUIAS PEGN SELO 5 ESTRELAS 2026 SELO EXCELÊNCIA FRANCHISING ABF

CIÊNCIA, PROPÓSITO E RECONHECIMENTO

O método que transformou a estimulação cognitiva em ciência comprovada

E m duas décadas de atuação, o Supera consolidou o diferencial exclusivo de ser a única rede educacional de estimulação cognitiva no modelo presencial cujo método tem comprovação científica no Brasil. Um ensaio clínico randomizado e cego, conduzido por pesquisadores da USP — HC-FMUSP, GNCC e EaCH Gerontologia — e publicado na International Psychogeriatrics, a mais relevante revista científica dedicada à saúde mental de idosos no mundo, atestou a eficácia da metodologia com resultados expressivos entre 207 participantes ao longo de 18 meses, com impacto positivo na qualidade de vida evidenciado nos resultados.

A maior rede de estimulação cognitiva da América Latina, com mais de 280 mil vidas transformadas, atua com um olhar que vai além dos idosos: crianças, adolescentes e públicos em situação de vulnerabilidade também fazem parte de um DNA que acredita que o cérebro humano é capaz de aprender em qualquer fase da vida. A metodologia se sustenta sobre atividades com novidade, variedade e grau crescente de desafio — benefícios que não ficam restritos à sala de aula, mas reverberam na vida prática de alunos e de todos ao seu redor.

60 %

REDUÇÃO NAS QUEIXAS COGNITIVAS

45 %

MELHORA NA MEMÓRIA EM 1 ANO

29 %

REDUÇÃO DE SINTOMAS DEPRESSIVOS + 10 % DE GANHO EM COGNIÇÃO GERAL + 11 % DE GANHO EM

FUNÇÕES EXECUTIVAS Estudo

“ Cada reconhecimento que o Supera recebeu ao longo da nossa trajetória tem um significado muito especial para mim. Mais do que prêmios, eles representam a confiança das famílias, o comprometimento dos nossos franqueados e o trabalho diário de milhares de pessoas que acreditam no propósito da nossa marca. Conquistas como o Selo 5 Estrelas da PEGN e os reconhecimentos da ABF, entre eles o título de Mega Franquia, mostram que é possível crescer sem abrir mão da qualidade, da proximidade e do impacto humano que sempre fizeram parte da essência do Supera. Porque, no fim, o maior reconhecimento sempre será perceber o impacto positivo que conseguimos gerar na vida das pessoas ”

Supera

las são presenciais, acontecem uma vez por semana e têm duração de duas horas. Nesse período, o aluno exercita memória, concentração, foco, criatividade, raciocínio lógico e autoestima de maneira leve, estimulante e prática. Mais do que treinar o cérebro, eu acredito que o Supera cria um ambiente de troca, convivência e evolução constante. Aqui, diferentes gerações aprendem juntas, compartilham experiências e desenvolvem habilidades que fazem diferença na vida real.

Nossa metodologia sempre esteve fundamentada na ciência — e hoje temos a orgulho de ser a única empresa educacional de estimulação cognitiva no modelo presencial cujo método tem comprovação científica no Brasil, com estudo publicado internacionalmente e conduzido por pesquisadores da USP.

O Supera nasceu como um curso de apoio para crianças e adolescentes. Como a rede evoluiu até se tornar referência também para o público 60+?

Antônio Perpétuo – É uma pergunta que toca muito no coração da nossa história. O Supera nasceu com um olhar sobre a criança e o adolescente. Eu sentia falta de algo que preparasse o aluno, de fato, para a vida — que desenvolvesse criatividade, pensamento lateral, atenção, autoestima, raciocínio lógico, tudo que a escola tradicional deixava de lado. E esse sempre foi o nosso ponto de partida. Mas com o tempo percebemos que o cérebro não tem idade. Que adultos, trabalhadores, e especialmente pessoas acima dos 60 anos precisavam — e queriam — continuar aprendendo, evoluindo, se desafiando. O envelhecimento, ao contrário do que muita gente imagina, começa ainda no pré-natal. Os cuidados com a saúde cognitiva na primeira infância, na adolescência, na vida adulta e na terceira idade são todos parte de um mesmo continuum. Hoje, o público 60+ é um dos mais expressivos da nossa rede — e o de

“

O método me ajudou a desenvolver habilidades de liderança e gestão, exatamente pelos desafio de ter que não só gerir pessoas, mas também treinar pessoas que irão interagir com outras pessoas e de todas as idades. Essa diversidade que o método Supera traz, essa interação entre gerações, eu acho que foi ali que eu percebi que ia poder colocar em prática todas as minhas habilidades e melhor do que isso: todas as habilidades que estava desenvolvendo com o Supera”

maior crescimento. O IBGE projeta que até 2050, 30% da população brasileira terá 60 anos ou mais. É um mercado que cresce no Brasil e no mundo, e o Supera está posicionado para ser a resposta mais completa e cientificamente embasada para essa demanda. Começamos ajudando crianças a se saírem melhor na escola. Hoje ajudamos pessoas a envelhecerem com autonomia, disposição e qualidade de vida. Essa ampliação de propósito é o que torna o nosso negócio verdadeiramente único.

Como você descreve o DNA Supera e o engajamento dos franqueados com ele?

Antônio Perpétuo – No Supera, somos todos movidos por um mesmo propósito: transformar vidas. Isso cria uma conexão muito forte dentro da rede. O franqueado que entra se sente pertencente a um projeto maior, porque o feedback que temos dos alunos é o que nos move. São histórias reais, mudanças percebidas

“ Empreender no Supera é unir negócio e propósito de vida. Ter a oportunidade de entregar , diariamente, um serviço que impacta e transforma a vida das pessoas é ter a certeza que escolheu o negócio certo. Como Confúcio disse: ‘Escolha um trabalho que você ama, e você nunca terá que trabalhar um único dia em sua vida ’”

SP/Alto de Pinheiros

no dia a dia — dentro de casa, no trabalho, na escola e nas relações pessoais. Recentemente, ouvi de vizinhas minhas que foram visitar uma tia no interior e perceberam que ela estava diferente: mais ativa, mais disposta, mais presente. Perguntaram o que tinha acontecido. Ela respondeu: "Estou fazendo uma aula pra cabeça, um tal de Supera." É esse tipo de transformação que faz tudo valer a pena. A mudança não para no aluno — ela impacta todo mundo ao redor. E quando o franqueado começa a ouvir essas histórias de perto, ele naturalmente se conecta mais e entende o tamanho do impacto que gera.

Quais são os números e oportunidades do segmento? Por que vale a pena investir em uma franquia Supera?

Antônio Perpétuo – O mercado de longevidade no Brasil está em franco crescimento, dado o envelhecimento da população. A expectativa do IBGE é de

que até 2050, 30% da população terá 60 anos ou mais. Além disso, diretrizes do Ministério da Saúde e da OMS - ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE apontam que a preservação da cognição está diretamente ligada à autonomia e à qualidade de vida ao longo do envelhecimento. Esses fatores criam um terreno muito favorável para o mercado de estimulação cognitiva. E a gente precisa considerar que o envelhecimento começa ainda no pré-natal, ou seja, está cada vez mais claro para as famílias - e o Supera é parte importante dessa consciência - que os cuidados com a saúde como um todo e com a saúde cognitiva na primeira infância e também na adolescência são fundamentais para uma vida mais saudável. Ou seja: é um mercado que não tem limites. A gente começa atendendo a criança em fase de alfabetização e segue por toda a vida, cada fase com um objetivo diferente, mas sempre com um negócio potente. Esse é um negócio de lucratividade saudável e sustentável e a expectativa para 2026 é que esse faturamento cresça em 35%.

Quais as metas de expansão a curto, médio e longo prazo?

Antônio Perpétuo – Hoje estamos com 269 unidades — entre ativas e em implantação — e a meta é chegar a 500 até o final de 2028. Em 2026, queremos estar presentes em todas as capitais brasileiras, com crescimento de 14% no número de unidades, chegando a 311 operações. Paralelamente, avançamos no mercado internacional, com planos concretos de expansão para a Europa, além do fortalecimento nas Américas. O objetivo é manter um ritmo consistente de 30% ao ano nos próximos três anos, consolidando o Supera como uma das principais referências em desenvolvimento cognitivo no Brasil e no exterior.

Qual o perfil ideal do franqueado que a rede procura?

Antônio Perpétuo – Buscamos parceiros com perfil empreendedor, capacidade de gestão, visão comercial e habilidade de liderança. Mais do que

administrar uma unidade, é fundamental saber liderar pessoas, desenvolver equipes e construir relacionamento com alunos e famílias. Valorizamos muito a identificação com a área da educação e do desenvolvimento humano — o franqueado precisa acreditar no impacto da metodologia e se conectar com o propósito. Idoneidade e princípios éticos são inegociáveis: trabalhamos com pessoas, famílias e com a transformação de vidas. Damos preferência a candidatos com ensino superior completo e experiência em gestão financeira, vendas e gestão de pessoas, porque essas competências aceleram o desenvolvimento da operação.

Qual o valor de investimento e o suporte que a rede oferece ao novo franqueado?

Antônio Perpétuo – O investimento total médio — incluindo taxa de franquia, capital de giro e showroom — parte de R$ 159.990,00. A partir da assinatura do contrato, o franqueado conta com suporte completo em todas as etapas: escolha de equipamentos, projeto arquitetônico, operação, planejamento financeiro, marketing, seleção do ponto comercial e evento de inauguração. Em média, são seis meses de acompanhamento intenso até a abertura. Mas suporte, para mim, não pode ser genérico. Por isso, estruturamos uma gestão estratégica individualizada por clusters, considerando tempo de operação e desempenho de cada unidade. Na parte pedagógica, capacitamos continuamente educadores. No marketing, entregamos campanhas, materiais de divulgação, estratégias digitais e assessoria de imprensa. Transparência, alinhamento e proximidade sempre foram valores fundamentais dentro do Supera.

franquiasupera.com.br

@metodosupera

“Seja resiliente e entenda que problemas vão acontecer. Eu enfrentei muitos desde que comecei minha jornada empreendedora, mas você precisa se manter firme no propósito — lembrar sempre do porquê você está onde está. O modelo de franquias é um facilitador poderoso: junto com a marca, você compra todo um know-how que vai te ajudar a alavancar o negócio muito mais rápido. Empreender com o Supera é uma oportunidade de navegar em um oceano muito azul. Além de ser uma empresa inovadora, oferecemos um suporte completo, um negócio que atende públicos variados, que transforma vidas — e que oferece um retorno econômico muito bom”

ANTÔNIO PERPÉTUO fundador do Supera Estimulação Cognitiva

NÃO COMPRE FRANQUIA

por João Cânovas*

Você leu direito. Não é erro de revisão, não é clickbait. Eu escrevo este artigo para você ler enquanto caminha pelos corredores da ABF Expo, com os olhos brilhando e talvez um cheque no bolso. E eu, que dediquei mais de uma década a este mercado, estou lhe dizendo: não compre franquia. Pelo menos não agora. Não assim. Me dê dois minutos que eu explico.

Ao longo de mais de 4 mil atendimentos a candidatos interessados em franquias, aprendi que o maior problema do franchising brasileiro não está nas franqueadoras, não está nos contratos, não está nas taxas. O maior problema está no espelho. Está naquele candidato que entra no processo achando que está comprando um emprego bem remunerado com CNPJ. Está naquele investidor que confunde um modelo validado com uma máquina de dinheiro que opera sozinha enquanto ele viaja ou dorme.

O franchising não é o que você pensa que é

Existe uma percepção muito romantizada sobre o que é ser franqueado. As feiras são sedutoras, os números da ABF são animadores — e são verdadeiros. O setor cresceu, emprega, fatura e apresenta taxa de mortalidade de apenas 5% nos primeiros anos, sete vezes menor do que a de empresas independentes. Isso é real e extraordinário. Mas nenhum dado e nenhum stand vai te contar a parte que mais importa: o franchising exige de você tudo. Tudo mesmo. Scott Greenberg, autor de “The Wealthy Franchisee”, é categórico: o franqueado de sucesso não é aquele que encontrou a franquia certa, mas aquele que desenvolveu as competências certas para operar qualquer negócio com excelência. A franquia oferece o sistema. Quem precisa funcionar é você. Joe Mathews, referência mundial em franchising, completa: o modelo é a partitura. Mas sem um músico preparado, não há música.

Você está comprando a criação de outra pessoa Quando você compra uma franquia, não está comprando sua empresa. Está comprando o direito de explorar, por período deter-

* JOÃO CÂNOVAS é Consultor em Gestão Estratégica com 20 anos de mercado e mais de 1.500 empresas atendidas | @ novaeraestrategia

minado e mediante contrato, o modelo que outro empreendedor criou, errou, ajustou e transformou em sistema. Esse empreendedor tem regras, padrões e manuais que você não pode ignorar porque “aqui no meu bairro funciona diferente”.

Carl Reader define o franqueado como um “empreendedor dentro de um sistema” — e é exatamente nisso que mora a tensão que derruba tantas operações. Muitos candidatos têm perfil independente e criativo, e ao entrar numa rede descobrem que sua criatividade tem limites, que seu instinto precisa ser submetido ao padrão e que a autonomia que buscavam é estruturada e supervisionada. Michael Seid e Kay Ainsley alertam: antes de qualquer coisa, pergunte-se honestamente “Eu consigo seguir o sistema de outra pessoa?” Se a resposta demorar ou vier acompanhada de um “depende”, já é um sinal.

O perfil que ninguém quer admitir que não tem

Joel Libava tem uma frase que repito há anos: “A franquia certa para a pessoa errada ainda é a franquia errada.” Quem é a pessoa errada? É aquela que planeja contratar alguém para tocar a operação enquanto cuida de outras coisas. Que ainda pensa em férias remuneradas e final de semana sagrado. Que não aceita auditoria, não tolera seguir padrão e quer mudar o cardápio porque o cunhado sugeriu. Que está comprando uma franquia para sair do emprego mas não está disposta a trabalhar o dobro do que trabalhava nele.

Greg Nathan, psicólogo especialista no comportamento de franqueados, identificou o “Franchise E-Factor”: os estágios emocionais pelos quais todo franqueado passa, da euforia inicial ao desencanto operacional. Quem não está preparado psicologicamente para atravessar esse ciclo desiste antes de chegar à rentabilidade. Rick

Bisio resume bem: a decisão de comprar uma franquia deve ser educada, não emocional. E brutalmente honesta.

Então para quem serve a franquia?

Serve para quem entende que está comprando uma licença de operação de um modelo validado, não uma ideia própria. Para quem tem perfil de gestor de pessoas e de construtor de cultura dentro de um ambiente com regras definidas. Para quem tem reserva financeira suficiente para atravessar o período de maturação sem entrar em desespero. E para quem tem clareza de que o retorno virá pelo trabalho, pela dedicação e pelo respeito ao sistema — não pela sorte ou pelo timing da compra.

A feira mais honesta da sua vida

Você está aqui rodeado de oportunidades reais. Existem marcas sérias, franqueadores responsáveis e modelos extraordinários nestes corredores. Mas antes de parar em qualquer stand, antes de pegar qualquer folder, eu te peço uma coisa: seja honesto com você mesmo.

Pergunte-se se está pronto para seguir o sistema de outro. Se está disposto a trabalhar mais do que nunca. Se tem estômago para atravessar os primeiros meses no vermelho. Se consegue liderar pessoas, abrir a loja quando o gerente falta e fechar as contas quando o movimento desacelera. Se as respostas forem sim, esta feira pode ser o começo da maior virada da sua vida profissional. Se forem “talvez” ou “acho que sim”, meu conselho é sincero: dê mais uma volta, tome um café e volte para casa para pensar melhor. O franchising estará aqui quando você estiver pronto.

Não compre franquia antes de comprar a ideia de que franquia é trabalho. Trabalho

duro, consistente, disciplinado e apaixonado. Quando você tiver comprado essa ideia de verdade, pode ir lá e assinar o contrato.

A cultura das redes sociais e o franchising UM ALERTA IMPORTANTE ATENÇÃO

Osistema de franchising brasileiro segue crescendo a taxas superiores ao PIB e representa hoje um dos setores mais sólidos da economia nacional. Mas há um alerta que precisa ser feito — alto e claro.

Uma cultura perigosa vem se instalando no mercado, impulsionada por influenciadores e aceleradoras que criaram, via redes sociais, a falsa narrativa de que transformar um negócio em rede de franquias é rápido, fácil e altamente rentável. Bastaria uma ideia, um contrato e uma boa campanha de divulgação digital. Sem estudos de viabilidade. Sem estratégia. Sem processos formatados. Sem consultores experientes. Sem nenhum dos fundamentos que sustentam o franchising sério.

Esse caminho é errado. E as consequências já são visíveis.

Estamos assistindo a uma regressão histórica: saindo da quinta geração do franchising e voltando à segunda, anterior ao “business format franchising” que surgiu nos anos 1960 com as grandes redes de fast food. Décadas de construção séria e profissional sendo comprometidas pelas mãos de quem enxerga no modelo apenas uma oportunidade de venda rápida — não um sistema de negócios com responsabilidades reais.

O erro se repete em cascata. Candidatos a franqueador que não possuem nenhum estudo de viabilidade já circulam com circulares de oferta prontas, sem procedimentos definidos, sem estrutura de suporte e sem conhecimento mínimo

* PAULO ANCONA é fundador da ANCONA CONSULTORIA. Há mais de 30 anos especializada no crescimento de empresas. Estratégias | Franquias | Modelos de Gestão | Desenho de Processos | Expansão de Redes anconaconsultoria.com.br| @anconaconsultoria

dos princípios do franchising. O plano é sempre o mesmo: vender primeiro, formatar depois — “se precisar”. O resultado é previsível: marcas desvalorizadas, ações jurídicas, franqueados lesados e redes que crescem como voo de galinha.

Não podemos normatizar esse cenário. Vender franquias tornou-se o maior — às vezes o único — objetivo de redes pouco comprometidas com o sistema. Ao reproduzir um modelo sem formato, sem padrão e sem estrutura de suporte, essas marcas multiplicam problemas e arrastam consigo franqueados que “pescaram” em campanhas online acreditando em sonhos que nunca foram sustentados por planejamento real. Todo mundo sai perdendo: o empresário que colocou sua marca em risco ao acreditar numa promessa vazia, o investidor que apostou numa rede sem estrutura para franquear — e o sistema de franquias, que perde a credibilidade conquistada com tanto esforço pelas redes sérias.

Os números já não permitem que se olhe para o lado. O que representava cerca de 2% de quebra anual de unidades franqueadas há alguns anos chegou, em algumas redes, a índices superiores a 50%. Unidades sendo colocadas a repasse por valores que mal cobrem as dívidas dos franqueados. Um rastro de prejuízo que respinga, também, na reputação das redes sérias — aquelas que seguem a cartilha correta do franchising consciente e que têm sua credibilidade contaminada pela irresponsabilidade alheia.

Aumentar o número de unidades não resulta, necessariamente, em me-

lhores resultados — muito pelo contrário, quando feito sem planejamento. O que está se formando é um sistema “Frankenstein”, que coloca franqueados para dentro da rede sem cuidar para que não saiam. Essas marcas têm vida curta. Mas deixam rastros profundos para todo o ecossistema.

O que mais assusta é que essa forma de atuação virou o mantra de novos franqueadores, que não buscam mais quem possa apoiá-los a definir conceitos, estratégias e processos. Buscam apenas empresas com foco em vender franquias. É o desabafo e o alerta diante da normalização de uma cultura suicida — enquanto o sistema de franchising, tão duramente construído por gente séria e profissional, segue sendo ferido.

O alerta é duplo. Para quem pretende se tornar franqueador: a responsabilidade é muito maior do que os influenciadores fazem parecer. Conceito, estratégia, processos, relação com o mercado e estrutura de suporte não são opcionais — são a base sem a qual nenhuma rede sobrevive com dignidade. Para quem busca uma franquia: pesquise com critério técnico, não com os olhos brilhando diante de promessas construídas para engajar. Escolha redes sérias. Estude o sistema. Não compre sonhos vendidos em stories.

Se os números de crescimento versus quebra seguirem na trajetória atual, o risco não é apenas de algumas marcas mal estruturadas desaparecerem. O risco é a desmoralização de um sistema inteiro — duramente construído por décadas de trabalho sério e profissional — por uma cultura que, como um bumerangue, acabará atingindo a todos que dele participam.

A pergunta é: Como performar?

o novo jogo do food service no franchising

O setor de alimentação fora do lar registrou expansão expressiva em 2025, mas no primeiro semestre de 2026 está sob pressão real: margens apertadas, custos crescentes e um consumidor mais criterioso. Redes como Giraffas, Água Doce, Casa Bauducco, Café Cultura e Divino Fogão mostram como franqueadoras e franqueados estão se reinventando para crescer com sustentabilidade — e não apenas com novos endereços

Vender mais não é o problema. O desafio real no food service é vender melhor.

O setor de alimentação fora do lar atravessou 2025 em expansão, mas chegou a 2026 com uma conta para pagar: crescimento de volume que não se traduziu, necessariamente, em crescimento de margem. Num cenário de juros elevados, inflação nos insumos e consumidor mais seletivo, a equação que sustentou a abertura de unidades nos últimos anos exige revisão — e as redes que estão saindo na frente são as que entenderam isso antes de abrir a próxima loja.

O DELIVERY ENTROU EM GUERRA

Mateus Silva, especialista em franchising, sócio da Premier Franchising e fundador do Chefinhos Pastéis, já havia alertado no ano anterior que o delivery havia deixado de ser canal complementar para se tornar linha essencial de faturamento. O que mudou desde então foi a intensidade do jogo.

A entrada de novos aplicativos e a disputa acirrada por market share alteraram completamente a dinâmica das plataformas. No curto prazo, quem mais se beneficia é o consumidor: a experiência melhorou, a logística ficou mais eficiente, os prazos diminuíram e os preços ficaram mais acessíveis. Mas essa engrenagem tem um custo — e em boa parte dos casos, ele chega até o restaurante. “O cliente passa a comprar mais vezes, mas com um ticket menor. E isso muda completamente a leitura do resultado. É possível ver faturamento crescer e, ao mesmo tempo, ver a margem apertar”, alerta Mateus.

O operador que entra em campanhas, divide

MATEUS SILVA | @SouMateus.Silva

15 anos de franchising | Sócio da Premier Franchising | Fundador e CEO Chefinhos Pastéis e Althera Franchising

investimento em cupons ou paga por visibilidade dentro das plataformas sente esse custo de forma direta. Mas também existe o impacto silencioso: o comportamento de compra que se reconfigura sem que o empresário perceba imediatamente.

Com a maior parte do faturamento vindo do delivery, o papel do salão também precisa ser revisto. Ele não desaparece, mas muda de função. “O salão passa a ter mais relação com marca, percepção e experiência do que com volume de venda em si. Sem essa clareza, ele vira custo”, explica.

Ao mesmo tempo, a operação do delivery ficou mais complexa: múltiplas plataformas, cada uma com suas regras, critérios de ranqueamento e formas de gerar conversão. Isso acontece num cenário em que a falta de mão de obra continua sendo realidade — e o dono do restaurante, sobrecarregado pelo operacional, vai se afastando das decisões estratégicas sem perceber.

Alguns ajustes já fazem diferença nesse contexto: cardápios mais enxutos tendem a performar melhor. Operações mais simples reduzem a dependência de equipe. Velocidade de preparo influencia diretamente o desempenho dentro das plataformas. E o comportamento do consumidor já mostra sinais de mudança, com busca maior por opções mais leves e porções mais equilibradas. “O nível de exigência subiu. O mercado está mais rápido, mais competitivo e menos tolerante a erro. Operar delivery hoje exige leitura de cenário, tomada de decisão e consistência. Não é mais algo que funciona bem no improviso. Quem conseguir organizar isso tende a capturar esse crescimento de demanda de forma saudável. Quem não conseguir, mesmo vendendo mais, pode acabar ficando para trás”, conclui Mateus.

A ESTRATÉGIA DAS GRANDES REDES: SOFISTICAÇÃO, NÃO VOLUME

Para Ligia Yokomizo, especialista em franchising e treinamento de redes, o movimento já é visível nas maiores operações do país. “As grandes redes estão expandindo, mas com estratégias bem mais sofisticadas do que simplesmente abrir lojas”, observa.

LIGIA YOKOMIZO é economista, empresária, mentora com +25 anos de experiência em finanças | Fundadora da A&B Advisors consultoria e governança corporativa | @ligiamy

Os exemplos são concretos. O Bob’s reduziu custos totais em 15% para viabilizar 156 inaugurações em 2026 e avança em cidades com menos de 100 mil habitantes, onde o aluguel é mais barato e a concorrência, menor. O McDonald’s aposta em lojas mais compactas com totens de autoatendimento, reduzindo custo e aumentando a agilidade nos horários de pico. O Burger King adaptou operações para espaços reduzidos em áreas de alto fluxo — rodovias, estações, postos de gasolina —, acelerando a capilaridade no interior com menor investimento inicial.

A tendência que a especialista destaca para 2026 aponta numa direção clara: digitalizar para ganhar eficiência. “Apps próprios, totens de autoatendimento e integração com delivery resultam em aumento de escala, menor dependência de espaço físico grande e redução de taxas e custos operacionais.” A mensagem para o mercado é direta: crescer com inteligência é mais rentável do que crescer com pressa.

O QUE AS FRANQUEADORAS

ESTÃO FAZENDO NA PRÁTICA

Esse diagnóstico ressoa nas estratégias que as franqueadoras ouvidas pela Revista Franquia estão colocando em prática. Cada rede encontrou seu próprio caminho, mas todas convergem para o mesmo princípio: eficiência operacional como condição de sobrevivência — e de expansão.

Giraffas: digitalização, dados e comida de verdade - a resposta ao cenário de pressão passou pela digitalização da operação. O novo sistema de PDV já foi implantado em mais da metade das unidades, com meta de atingir 100% da rede até o final de 2026. Os totens de autoatendimento, já presentes em diversas lojas, registram participação relevante nas vendas onde estão implantados — aumentando produtividade, reduzindo erros e melhorando a experiência do cliente. O uso de CRM e inteligência artificial para entender o comportamento do consumidor também avançou, apoiando decisões mais assertivas tanto em ofertas quanto em gestão. Paralelamente, a rede reforçou seu posicionamento de comida de verdade. Em um mercado cada vez mais promocional, a estratégia é sustentar valor, qualidade e consistência — o que contribui para a resiliência da rede no longo prazo.

Iniciativas como cashback, expansão do delivery e o avanço do Zhu Marmitas ampliam as oportunidades de receita e aumentam a recorrência do consumo. Na expansão, o Giraffas adotou uma abordagem disciplinada, com foco em mercados com melhor equilíbrio entre custo e potencial de consumo e atenção especial a cidades médias do interior. As novas unidades já nascem dentro de um modelo mais moderno, com processos digitalizados e integrados. Formatos mais flexíveis, como quiosques e operações focadas em delivery, ampliam a capilaridade com menor investimento.

Água Doce: reengenharia do cardápio e inteligência de dados - A Rede tem atuado como parceira estratégica dos franqueados, com foco em soluções concretas para enfrentar a pressão sobre custos, margens e eficiência operacional. Ferramentas de inteligência de dados — para gestão do negócio e para mapear hábitos do consumidor — estão sendo combinadas com assessoria em mídias sociais para aumentar a assertividade na definição de públicos e no direcionamento das campanhas.

Uma ampla reengenharia do cardápio está em andamento, com foco na simplificação de processos e na otimização de cada camada do negócio. A rede também investiu na UniÁguaDoce, sua universidade corporativa, e firmou parcerias com consultorias que abordam junto aos franqueados os principais pilares da operação: financeiro, gestão de estoques e recursos humanos. No plano de expansão, o direcionamento é para modelos mais enxutos — delivery e o formato Express híbrida, um restaurante completo com cardápio reduzido. Com menor investimento inicial e gestão mais eficiente, esses formatos aumentam a velocidade de retorno e ampliam o potencial de crescimento da marca com novos perfis de investidores.

Casa Bauducco: rebranding, presentes e ticket médio - A franquia estruturou suas iniciativas de apoio à rede em torno de três frentes: evolução do portfólio, ampliação das linhas sazonais e rebranding das unidades. A curadoria de novos produtos com inspiração na gastronomia italiana traz mais valor agregado e diferenciação num mercado que tende à comoditização. A revisão de embalagens e o reforço nas linhas de Natal e Páscoa — com ênfase em produtos presenteáveis e datas corporativas — transformaram a categoria de presentes em motor de receita ao longo de todo o ano, contribuindo para elevar o ticket médio e gerar receitas adicionais em momentos estratégicos.

Na expansão, a rede trabalha em duas frentes simultâneas: a otimização do CAPEX para garantir payback mais rápido sem abrir mão da experiência da marca, e uma política comercial diferenciada voltada a incentivar bons operadores a abrir novas unidades — fortalecendo a sustentabilidade financeira do ecossistema com ganhos de escala. A rede foi novamente chancelada com o Selo ABF em 2026, reforçando a relação de parceria com a rede franqueada.

Café Cultura: expansão seletiva e disciplina acima de velocidade - a agenda com os franqueados é pragmática: eficiência operacional e preservação de margem. A revisão contínua do mix de produtos — com sazonalidade como diferencial em datas como Páscoa, Halloween, Natal, verão e inverno — prioriza os itens com melhor desempenho e rentabilidade. Negociações estratégicas com fornecedores para ganho de escala e inteligência de dados para apoiar decisões no ponto de venda completam o conjunto de iniciativas.

“Em um cenário mais desafiador, disciplina operacional e proximidade com a rede fazem toda a diferença”, resume Luciana Melo, CEO da marca.

Na expansão, o Café Cultura optou por um caminho deliberadamente seletivo: crescimento ordenado, com foco em abrir as unidades certas, nos locais certos e com o perfil de franqueado adequado. Depois de consolidar presença no Sul do Brasil, a rede chegou a São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e, mais recentemente, a Minas Gerais. “Crescer com consistência é mais importante do que crescer rapidamente. Em um cenário de margens pressionadas, a expansão sustentável passa, necessariamente, por planejamento rigoroso, disciplina na execução e suporte contínuo ao franqueado”, conclui Luciana. Divino Fogão: inovação no modelo e fidelidade ao sabor brasileiro - c om mais de 40 anos de história e 250 pontos de venda em operação em todo o território nacional, o Divino Fogão chegou a 2026 com uma aposta que está dando resultados concretos: o modelo “sirva-se uma vez”, que permite ao consumidor montar o prato à vontade por um preço fixo. No primeiro trimestre, a modalidade passou a representar 52%

das vendas da rede. As unidades que adotaram o formato registraram incremento entre 10% e 15% no faturamento, com aumento simultâneo do fluxo de clientes e do ticket médio.

A lógica por trás do resultado é simples e poderosa. “O consumidor busca cada vez mais praticidade, transparência e boa relação custo-benefício. O desempenho do ‘sirva-se uma vez’ demonstra que conseguimos unir esses fatores à experiência e à qualidade já reconhecidas do Divino Fogão”, explica Rodrigo Varela, diretor de Planejamento e Novos Negócios da rede.

O modelo vem fortalecendo as operações e abrindo novas oportunidades à rede, sustentado pela aceitação dos clientes e pelo alto volume de refeições vendidas diariamente em diferentes regiões brasileiras. A rede segue investindo em inovação, novos formatos de restaurantes e expansão para novas praças ao longo de 2026 — com a comida típica da fazenda como âncora de identidade e diferenciação num mercado cada vez mais disputado.

O RECADO DO MERCADO

O que une todas essas histórias é uma percepção comum: o mercado de alimentação fora do lar não está em crise — está em fase de maturidade. E mercados maduros exigem gestão mais sofisticada, não apenas mais lojas. Crescer com eficiência, digitalizar a operação, conhecer a fundo a estrutura de custo de cada canal, inovar no modelo sem perder a identidade e selecionar com rigor onde e com quem expandir. Esse é o novo manual. E quem ainda opera no piloto automático do crescimento pelo crescimento — abrindo portas sem garantir que a margem sustente o sonho — corre o risco de descobrir tarde demais que vender mais pode custar caro.

REFORMA TRIBUTÁRIA

A reforma tributária avança — mas a clareza não acompanha o ritmo. Para o sistema de franquias, o novo regime impõe adaptações profundas na gestão financeira, no fluxo de caixa e na relação entre franqueadoras e franqueados.

Ives Gandra da Silva Martins, professor emérito e um dos juristas mais respeitados do país em matéria tributária, resumiu com precisão: “Está difícil de entender onde está a simplificação na vida dos empresários.” Ao analisar os impactos concretos para franqueados e franqueadoras. A pergunta do artigo abaixo é: onde estão as oportunidades para quem se preparar antes?

Franqueados x Franqueador urgência no ajuste de processos

por Daniel Bernard*

Segue a onda de incertezas que atinge em cheio um dos modelos de negócio mais dinâmicos do país: o sistema de franquias. Seja na relação entre franqueadoras e franqueados, seja no impacto direto sobre o fluxo de caixa, a estrutura operacional e a conformidade fiscal, o novo regime de tributação sobre o consumo — alicerçado na CBS (federal) e no IBS (estadual/municipal) — impõe uma adaptação na gestão financeira das redes.

O SPLIT PAYMENT E A PERDA DO CONTROLE SOBRE O CAIXA

O mecanismo que talvez mais preocupe o setor é o split payment. Na prática, o recolhimento dos tributos ocorre no momento da transação, de forma automática e por meio do sistema financeiro. O valor do imposto é destacado antes

Foto: Freepik/ Magnific

mesmo de o recurso chegar ao caixa do franqueado.

Isso representa uma mudança estrutural. Hoje, o franqueado recebe o valor integral da venda e, dentro do prazo de apuração, recolhe os tributos devidos no mês seguinte à emissão da Nota Fiscal — float que lhe dá algum fôlego financeiro. Com o split payment, esse fluxo desaparece. O impacto sobre o capital de giro das unidades franqueadas é imediato e potencialmente severo, especialmente para redes com margens apertadas e ticket médio baixo.

NORMAS EM PROFUSÃO, INCERTEZA EM ALTA

Como bem apontou recentemente o jurista Ives Gandra da Silva Martins, a Reforma Tributária trouxe consigo uma verdadeira inflação normativa. São mais artigos dedicados aos novos tributos sobre o consumo do que todo o Sistema Tributário Nacional atual. E mais: a convivência de dois regimes — o antigo e o novo — durante o período de transição (até 2029) criará um ambiente de elevada complexidade operacional.

Para as franqueadoras, o desafio é duplo: precisam se adaptar como empresa e, ao mesmo tempo, apoiar suas redes — muitas vezes compostas por pequenos empreendedores — a navegar por esse novo labirinto fiscal. Sem padronização, sem sistemas integrados e sem comunicação clara, o risco de erros, autuações e perda de competitividade

cresce exponencialmente, sobretudo para empresas não integradas em rede, sem acesso a ferramentas sistematizadas ou até mesmo sem acesso à informação.

ONDE ESTÁ A OPORTUNIDADE?

Em meio ao cenário de incerteza, duas direções emergem para as redes de franquias que desejam não apenas sobreviver, mas se destacar.

1. Automação fiscal como vantagem competitiva — Redes que investirem em sistemas integrados de gestão e compliance tributário — capazes de lidar com o split payment, a apuração híbrida dos tributos e a comunicação com o fisco — sairão na frente. A automação deixa de ser um diferencial e passa a ser um requisito de sobrevivência.

2. Suporte ao franqueado como pilar de expansão — Franqueadoras que oferecerem suporte fiscal estruturado — treinamentos, dashboards de conformidade, central de dúvidas tributárias

DANIEL ALBERTO BERNARD , economista e mestre em Administração pela FEA-USP, com habilitação em Marketing e Finanças. Diretor Geral da NetplaN, consultoria por meio da qual assessorou diretamente cerca de 500 redes de franchising e negócios em rede ao longo dos últimos 34 anos, no Brasil e em outros 19 países.

— fortalecerão sua rede e atrairão candidatos com mais segurança. O franqueado que se sente amparado tende a performar melhor e a permanecer na rede por mais tempo.

OS ‘BENEFÍCIOS’ DO SPLIT

PAYMENT

A redução de custos operacionais. O franqueador pode receber seus royalties no momento da geração de faturamento do franqueado, o que evita bitributação e gera economia de impostos!

AS ‘DESVANTAGENS’

A empresa do franqueado é taxada na hora e seu faturamento líquido já vem livre de royalties e de impostos sobre faturamento. Outro fator é que a automação fiscal se torna praticamente obrigatória!

O PAPEL DAS ENTIDADES E O DEBATE NECESSÁRIO

A reforma tributária ainda está em construção. Mecanismos como o split payment, embora já detalhados

em diretrizes, podem e devem ser aperfeiçoados. Entidades representativas do franchising — como a ABF, entidades de classe e conselhos setoriais — têm papel fundamental na defesa de um regime que não inviabilize o modelo de negócio.

O momento é de diálogo técnico, de participação ativa nas consultas públicas e de preparação antecipada. As franquias que se adiantarem na compreensão das novas regras, na reestruturação de seus processos e na capacitação de suas redes estarão não apenas em conformidade, mas em posição de crescer — mesmo em um ambiente de transição e incerteza.

Porque a conclusão é clara: a reforma tributária não espera. O split payment não virá, ele já está disponível há vários anos! E o sistema de franquias precisa se adaptar — não com receio, mas com planejamento, tecnologia e informação de qualidade. As redes que fizerem esse dever de casa sairão mais fortes na fase pós-transição.

DOS DADOS AOS ALGORITMOS

De agentes de IA a sistemas de precificação dinâmica, automação de processos e plataformas de gestão em tempo real: a maior feira de franquias do mundo acontece de 24 a 27 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo, e a tecnologia é protagonista. Além de ser, hoje, vantagem competitiva para expansão

Ofranchising brasileiro nunca esteve tão orientado por dados. Um estudo da ABF revela que 37% das franqueadoras já testam inteligência artificial e 26% a utilizam de forma estruturada. Na ABF Franchising Expo 2026, esse movimento ganha forma nos estandes. Confira o que cada marca vai apresentar — e marque na agenda a visita. Acuidar estruturou um modelo completo de IA aplicada à rede, com assistentes personalizados, análise de contratos, triagem de currículos e checklists operacionais. Terça da Serra lançou a Tereza IA, com tom acolhedor desenhado para o perfil de residenciais sênior, já em piloto em 30 unidades. Todomoda saltou de 80% para mais de 95% de precisão na previsão de vendas com IA — e cresceu 30% nas vendas na mesma loja, com ticket médio 31% maior em 2026. Bio Mundo opera com três agentes virtuais: o Ed (expansão), a Mari (suporte a vendedores) e a BIA (atendimento e delivery, em implementação). Carflix colocou a tecnologia no centro do modelo de negócio, com IA que transforma interações com clientes em insights para a tomada de decisão dos franqueados. Cel.Lep monitora indicadores de captação, faturamento e ticket médio enquanto usa IA pedagógica alimentada exclusivamente com conteúdos próprios para personalizar o ensino. CPlug mostra na prática como PDV inteligente, totens de autoatendimento e integração com delivery funcionam em escala — com cases como a Oggi Sorvetes, onde 85% das lojas já usam hub unificado de pedidos. GCCom apresenta o case do Bob’s em Ipanema: robô para sorvetes, totem exclusivo com reconhecimento do cliente e aplicação automática de cupons no momento da compra. Giraffas anuncia investimento de R$ 8,5 milhões em tecnologia para 2026, com PDV moderno em expansão e totens de autoatendimento previstos em 100% da rede até outubro. Grupo Avend opera com o AvendOS, plataforma própria que monitora cada vending machine em tempo real, prevê consumo e otimiza abastecimento com IA.

ABF Franchising Expo 2026 | de 24 a 27 de junho | Expo Center Norte (SP) Ingresso online R$100 | Informações abfexpo .com.br

Grupo Bittencourt apresenta o Diagnóstico de Franqueabilidade, ferramenta digital que usa inteligência analítica para avaliar o nível de preparo de uma operação para expansão em franquias.

Grupo MoveEdu (Microlins, Yázigi, Prepara IA) implementou SDR digital que qualifica leads automaticamente e usa IA para analisar reuniões de consultoria e identificar padrões de melhoria.

Grupo Trigo usa IA em expansão, treinamento, geração de relatórios gerenciais e delivery, com plataformas que acompanham CMV e projeção de vendas em tempo real. Halipar testa auditor digital que conecta câmeras ao sistema de vendas para identificar divergências entre produção, estoque e faturamento — com alertas em vídeo em tempo real.

HeadOffice.ai apresenta pela primeira vez na feira seu modelo de franquia, a primeira rede de Inteligência Artificial do mundo. E, também mostra na prática cases reais de IAgentes que já atuam dentro de Bio Mundo, Bob’s, Cacau

Show e Casa Bauducco em frentes como expansão, atendimento, RH e compliance. E o Frank.IA que atua como a única IA especializada em franchising, tira dúvidas sobre o funcionamento das franquias e ajuda na busca e pesquisa de seu novo negócio. Na feira, o IAgente também organiza o roteiro de visitação conforme o perfil de cada visitante.

Maria Brasileira lançou a MarIÁ, assistente virtual treinada com o conhecimento técnico acumulado pela rede, além de ferramenta de BI própria com indicadores em tempo real para os franqueados. market4u opera mais de 15 iniciativas de IA, incluindo o Pricing 2.0 — precificação dinâmica já presente em 75% das unidades — e um agente de SAC que realizou 24 mil atendimentos em 90 dias. RE/MAX Brasil integrou Google Workspace e IA do Google para acelerar a transformação digital da maior rede imobiliária do mundo. OMO Lavanderia apresenta uma visão pragmática: antes de ampliar aplicações, a rede estrutura a base de dados para garantir ROI real.

Frank.IA analisa sua COF

O que todo visitante da ABF EXPO precisa saber antes de assinar qualquer contrato

Você está na maior feira de franchising do mundo, rodeado de ótimas oportunidades. Mas antes de qualquer assinatura, existe um documento que concentra tudo o que você precisa saber sobre a franquia que está considerando: a Circular de Oferta de Franquia, a COF. Obrigatória por lei e com entrega mínima de dez dias antes de qualquer compromisso formal, ela é também o instrumento mais negligenciado por candidatos que deixam o entusiasmo falar mais alto do que a razão. É para esse momento que existe o Frank.IA — a primeira e única IA especialista em franquias do Brasil. Agente de alta performance da HeadOffice.AI, direto do Vale do Silício e alimentado por quase 30 anos de conteúdo da Revista Franquia, seu aprendizado é periódico e supervisionado por especialistas da Global Franchise, que atuam há quase 40 anos no segmento. O Frank está disponível no frank.ia.br para ajudar você a tomar a decisão mais importante desta feira com segurança e clareza. Você consegue fazer sua pesquisa personalizada, mas antes ele já deixou aqui os DEZ PASSOS ESSENCIAIS para analisar uma COF para ter tranquilidade em assinar qualquer contrato. Garanta seu sonho de empreender.

PRIMEIRO PASSO: confirme se a COF está completa. Verifique se há data de entrega, histórico resumido da franquia, CNPJ do franqueador, balanços dos dois últimos anos e lista de franqueados atuais e desligados. A ausência desses itens já é um sinal de alerta, pois todos são exigidos pela Lei de Franquias.

SEGUNDO PASSO: entenda o modelo de negócio. Leia com atenção a descrição da franquia e das atividades que você, como franqueado, deverá executar. Veja se o papel do franqueado é mais gestor, mais operacional ou misto. Pergunte a si mesmo: “Eu me vejo fazendo isso no dia a dia?” Se a resposta for não, reavalie.

TERCEIRO PASSO: avalie o investimento total. A COF deve trazer o investimento inicial estimado, taxa de franquia, custos de instalação, estoque inicial e capital de giro. Some tudo. Compare com o seu orçamento real, incluindo uma reserva de segurança. Desconfie de promessas de retorno rápido sem demonstrativos claros.

ABF Franchising Expo 2026 | de 24 a 27 de junho | Expo Center Norte (SP) Ingresso online R$100 | Informações abfexpo .com.br

QUARTO PASSO: analise taxas e royalties. A COF precisa detalhar royalties, taxa de publicidade, eventuais aluguéis de equipamentos e outros pagamentos. Verifique a base de cálculo (faturamento bruto ou líquido) e se há cotas mínimas de compra. Taxas pouco claras podem comprometer a rentabilidade do negócio.

QUINTO PASSO: estude o suporte oferecido. Veja na COF como funcionam treinamento inicial, reciclagens, manuais, consultoria de campo e apoio na escolha do ponto. Uma boa franquia mostra, por escrito, como acompanha o franqueado antes, durante e depois da abertura da unidade.

SEXTO PASSO: entenda o território. A COF deve explicar se há exclusividade territorial, regras para vendas online e convivência com outras unidades. Falta de clareza aqui pode gerar conflitos futuros, como concorrência direta da própria rede na sua área.

SÉTIMO PASSO: verifique processos judiciais e histórico da rede. A COF deve listar ações judiciais relevantes envolvendo o franqueador. Muitos processos com franqueados podem indicar problemas de relacionamento, suporte ou modelo de negócio.

OITAVO PASSO: leia as regras de saída. Analise com cuidado cláusulas de rescisão, multas, não concorrência e renovação. Entenda o que acontece se você quiser vender a unidade ou encerrar a operação. Entrar é importante, mas saber como sair é fundamental.

NONO PASSO : converse com franqueados e ex-franqueados. Use a lista presente na COF para ligar para alguns deles. Pergunte sobre suporte, faturamento, dificuldades e se voltariam a investir na mesma marca. Essa é uma das etapas mais valiosas da análise.

DÉCIMO PASSO: peça ajuda especializada. Depois de ler a COF com calma, compartilhe o documento com um advogado especializado em franquias e, se possível, com um consultor de negócios. Eles podem identificar riscos que passam des percebidos para quem está começando.

Na feira, o entusiasmo é grande, mas a decisão deve ser racional. Use a COF como seu filtro de segurança: se faltar informação, se houver promessas exageradas ou resistência em esclarecer dúvidas, considere isso um sinal para pisar no freio. Franquia é um casamento empresarial de longo prazo; quanto mais transparente for o início, maiores as chances de sucesso.

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Franchising brasileiro bate recorde, mas gargalos de gestão seguem desafio para as redes

O Brasil ocupa hoje a quarta posição no ranking mundial do franchising. Em 2025, o setor faturou R$ 301,7 bilhões — crescimento de 10,5% sobre o ano anterior — e operou mais de 202 mil unidades em todo o país, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Os números são expressivos, mas escondem um diagnóstico incômodo: boa parte das redes ainda carrega modelos de gestão defasados, relações frágeis entre franqueadoras e franqueados e uma cultura organizacional incapaz de sustentar o crescimento estruturado que essas marcas ambicionam. É para enfrentar esse paradoxo que chega às livrarias “Franchising: Cultura de Excelência em Gestão de Redes de Franquias”, publicado pela DVS Editora. A obra é assinada por seis sócios da Praxis Business, consultoria especializada em Varejo & Franchising que atende 39 das 50 maiores redes de franquias do Brasil. Os autores — Adir Ribeiro, Fernando Galiteri, Luis Gustavo Imperatore, Marília Saveri, Tatiana Moreira e Tonini Junior — reúnem décadas de experiência prática no setor, e é esse repertório que confere ao livro um tom distinto: o de quem já viu essas histórias acontecerem, não de quem as teorizou à distância. Adir Ribeiro, CEO e Fundador da Praxis Business com mais de 30 anos de atuação, é especialista em Empreendedorismo, Varejo e Franchising, mentor da Endeavor e um dos principais palestrantes do Brasil, com mais de 600 apresentações em convenções e encontros de negócios. Fernando Galiteri lidera a área comercial da Praxis e também viveu o franchising de dentro, como franqueado, enriquecendo sua visão estratégica sobre suporte e tecnologia aplicada às redes. Luis Gustavo Imperatore traz 26 anos de experiência em mais de 800 projetos no Brasil, América Latina e Europa, com especialidade em Modelagem de Negócios para Franquias e Varejo. No campo do desenvolvimento humano, Marília Saveri é especialista em educação empreendedora e estruturação de universidades corporativas, com 17 anos de experiência conectando comportamento humano à geração de resultados de negócio. Tatiana Moreira combina sólido conhecimento acadêmico com visão prática, especializando-se em educação corporativa com metodologias andragógicas aplicadas a soluções estratégicas de aprendizagem. Tonini Junior encerra o grupo com mais de 30 anos de

experiência no varejo em posições executivas, trazendo abordagem orientada à execução, gestão de pessoas e liderança de alta performance. Ao longo dos capítulos, a obra percorre os principais pilares da gestão de redes: novos modelos de negócio, canais de venda, estratégias de expansão, omnicanalidade, marketing de rede, gestão financeira, governança corporativa e capacitação de equipes. Também aborda temas menos explorados pela literatura do setor, como multifranqueados, sucessão e fusões e aquisições — movimentos cada vez mais frequentes em redes de maior porte. A tese central é que o sucesso não está mais na padronização rígida do passado, mas no comprometimento com resultados, no engajamento da rede e na capacidade de inovar sem perder identidade. O lançamento chega em momento simbólico: a ABF acaba de realizar o jantar de premiação do Selo de Excelência em Franchising (SEF) 2026, que este ano contemplou 290 redes — crescimento de 22% em relação à edição anterior. Obter e manter o Selo exige que as franqueadoras demonstrem eficiência no suporte, engajamento da rede, retorno financeiro satisfatório e operação consistente — exatamente os temas tratados no livro. Para executivos de rede, consultores ou empreendedores que queiram entender como estruturar franquias que realmente performam, a obra funciona como um mapa de rotas: mostra os caminhos, aponta os atalhos que não existem e expõe os erros mais comuns de quem confunde crescimento com expansão desordenada. A pluralidade de especialidades dos autores — Modelagem de Negócios, Gestão de Redes, Marketing, Finanças, Empreendedorismo e Desenvolvimento Humano — é um dos grandes diferenciais da obra. A excelência, concluem os autores, não é um destino, mas uma prática contínua de aprendizado, adaptação e busca por melhoria.

Especialistas em Franchising escrevem um guia para o setor estruturar e gerir uma rede de excelência com os desafios dos dias de hoje

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O salto de maturidade e profissionalização do Franchising Brasileiro

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Deixando de ser apenas “donos de loja” para se tornarem gestores de grandes portfólios, investidores adotam o modelo de multifranquias, impulsionam a expansão sustentável e transformam o repasse de unidades em estratégia corporativa de escala e alta rentabilidade

O mercado de franquias no Brasil vive um momento de virada histórica que reconfigura profundamente as bases do setor. A clássica imagem do franqueado tradicional, que operava apenas uma única unidade e cuidava pessoalmente do balcão ano após ano, está dando lugar aceleradamente a uma nova categoria de investidor altamente sofisticado: o multifranqueado profissional. Este movimento de consolidação e profissionalização extrema não representa apenas um crescimento em números absolutos de marcas, mas sim um salto sem precedentes na densidade operacional do setor nacional.

De acordo com dados divulgados pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), os empreendedores com duas ou mais operações de franquias de uma mesma marca ou de redes diferentes já estão presentes em 87% das marcas do setor. A presença de franqueados multimarcas (aqueles que têm mais de uma franquia de marcas diferentes) subiu de 51% para 62% em 2025, em comparação com 2024. Com experiência operacional, maior capacidade de gestão e conhecimento de mercado, esses empresários contribuem diretamente para o crescimento sustentável das franquias, fortalecendo a presença das redes e consolidando um modelo de expansão baseado na confiança, na eficiência e na recorrência dos investimentos.

EFICIÊNCIA SOBRE O CAPITAL PASSIVO

Ao focar na construção de plataformas robustas de investimento capazes de gerar riqueza ativa, esses novos players transformaram o franchising em um canal de alocação de capital produtivo que supera com folga os índices passivos e as taxas de juros tradicionais do mercado financeiro. Com a taxa Selic e os juros globais passando por constantes patamares de ajuste, o retorno real líquido dos fundos de investimento mais conservadores encontra barreiras severas, dificilmente ultrapassando a faixa de 5% a 6% ao ano quando descontadas a inflação e a pesada carga tributária corrente. Esse dinheiro passivo atua estritamente na proteção patrimonial, sem a capacidade de gerar novos valores tangíveis.

Em contrapartida, dados consolidados apontam que as redes de alta performance oferecem aos seus operadores uma rentabilidade que ultrapassa substancialmente o CDI. Um multifranqueado estruturado, ao centralizar as operações administrativas de seu ecossistema — incluindo setores como contabilidade, recursos humanos e compras —, atinge uma eficiência operacional até 15% superior àquela registrada por um franqueado de uma única loja.

Essa nova realidade financeira alterou por completo o foco estratégico das grandes redes franqueadoras no país. Se em anos anteriores a busca das marcas concentrava-se no parceiro sonhador que desejava abrir o seu primeiro negócio próprio, o alvo prioritário passou a ser o investidor de portfólio. A lógica que impera agora preza de forma absoluta pela densidade antes da dispersão territorial. Esse novo olhar estratégico vem sendo fomentado pelo mercado por meio de eventos e ações voltadas exclusivamente a essa categoria diferenciada. Paralelamente, as franqueadoras reduzem de forma expressiva o seu risco sistêmico, uma vez que se mostra muito mais seguro e eficiente expandir a marca com cinco parceiros estratégicos detentores de vinte lojas cada, do que administrar cem parceiros independentes operando unidades isoladas.

CASOS REAIS DE SUCESSO

Essa transformação pode ser vista de perto em diversas redes com empresários de destaque que apostam nessa estratégia. Veja a seguir, alguns deles.

5àsec e LavPop, o empresário Marcos Toledo, egresso do mercado financeiro, ingressou no franchising em 2004 abrindo suas duas primeiras lojas em São Paulo. Compreendendo a adaptação necessária ao mercado local, ele expandiu sua operação de maneira estruturada e hoje atua como multifranqueado responsável por oito pontos de venda da 5àsec e três unidades da LavPop na capital paulista.

Microlins, Rivaldo Guedes iniciou sua trajetória em 2001 em Colatina (ES) e tornou-se um dos maiores multifranqueados do país. Com o apoio de consultores internos que se transformaram em sócios, ele construiu um império de 53 escolas distribuídas por oito estados, atendendo a 15 mil alunos e liderando mais de 500 funcionários. Sua meta é atingir 60 escolas em funcionamento nos próximos dois anos.

Milon, Ana Carolina Andrioli iniciou no varejo de alimentação em 2017 e, posteriormente, diversificou sua atuação migrando também para o segmento de vestuário infantil com a rede Milon. Operando quatro unidades em shoppings de Bauru

(SP), sendo duas delas adquiridas via repasse, Ana Carolina reforça que o crescimento ordenado exige a criação de um backoffice profissional e centralizado em áreas como administração, finanças e RH.

Prepara IA , Thiago Souto começou sua história como colaborador e, inspirado pelo ecossistema, abriu sua primeira unidade em 2013. Focando sua expansão geográfica na região Nordeste (Pernambuco e Paraíba), Souto otimizou custos de marketing digital e logística, coordenando atualmente cinco escolas que somam quase 3 mil estudantes matriculados.

Rede iGUi, Omar Hassan iniciou sua jornada no segmento de piscinas em 2007, no Rio de Janeiro. Após destacar-se nas vendas e gestão, inaugurou múltiplos pontos de venda das marcas do grupo (iGUi, Splash e TRATABEM). Adotando uma gestão puramente estratégica, repassou operações específicas para concentrar esforços em unidades de altíssimo fluxo, como a iGUi CasaShopping e a TRATABEM Barra da Tijuca, integrando a rede que faturou R$ 2,5 bilhões em 2025.

Ana Carolina Andrioli, multifranqueada da Milon

A NOVA ERA DO M&A NO FRANCHISING: CRESCER É COMPRAR

Uma das mudanças mais profundas e estruturais geradas pela ascensão dos multifranqueados reside na forma como esses grupos expandem suas bases. O modelo tradicional de crescimento sustentado na abertura de novas lojas do zero (greenfield) vem perdendo espaço para o crescimento inorgânico por meio de transações corporativas e repasses estruturados. Na prática corrente do mercado, os grupos franqueados mais robustos passam a adquirir operações menores já existentes e em pleno funcionamento na região.

Ao invés de enfrentar os riscos operacionais, burocráticos e o tempo de maturação de um ponto comercial virgem, o investidor incorpora de imediato uma estrutura totalmente pronta, com equipes devidamente treinadas, carteira de clientes consolidada e uma presença regional amplamente estabelecida na praça. Essa dinâmica inovadora redesenha o padrão de expansão do setor, permitindo que a consolidação geográfica ocorra de maneira muito mais veloz e segura. Um exemplo prático recente foi a aquisição de um bloco expressivo de lojas da marca O Boticário pelo grupo empresarial CP KAE, tradicional franqueado sediado em Campinas (SP), envolvendo diversas unidades maduras localizadas em Valinhos, Indaiatuba e regiões adjacentes, consolidando mais de trinta pontos de venda sob o controle centralizado do mesmo operador.

A DESMISTIFICAÇÃO DO REPASSE DE FRANQUIAS

O mercado de repasses e fusões no franchising brasileiro passou por uma quebra profunda de paradigmas. Antigamente cercado pelo estigma de que uma unidade à venda representava uma operação falida, o repasse foi totalmente ressignificado e hoje se posiciona como uma ferramenta de alta relevância estratégica e saúde operacional. De acordo com Lucas Della-Sávia, sócio-diretor da FC Partners (responsável por estruturar operações de M&A e valuation no setor), o cenário mudou drasticamente sob três pilares: o vendedor busca liquidez planejada; o comprador multifranqueado enxerga na loja madura um caminho mais rápido e menos arriscado; e o franqueador concentra sua governança em parceiros maiores e mais alinhados à cultura institucional. Esses players possuem uma mentalidade corporativa muito próxima à dinâmica de fundos de Private Equity, avaliando cada ponto puramente como um ativo de portfólio e desprovidos de apegos emocionais.

Em suma, a diferença entre o sucesso e a estagnação reside na capacidade de transformar capital parado em operações vivas. Para o investidor que procura fugir do dinheiro não produtivo, o modelo de multifranquias oferece o que o mercado financeiro tradicional não pode entregar: controle absoluto sobre a operação, escala exponencial e um retorno sobre o capital que recompensa a eficiência e a coragem de empreender.

Lucas Della-Sávia, sóciodiretor da FC Partners

APOSTE NO CERTO

Enquanto as bets drenam o bolso do brasileiro, o franchising entrega

crescimento real

Setor de franquias cresce 10,1% no 1º trimestre de 2026 e supera R$ 308 bilhões em 12 meses — enquanto 1 em cada 4 domicílios brasileiros despeja dinheiro em apostas online

Existe uma aposta que não depende de sorte. Enquanto pesquisa da NielsenIQ revelou que 26,3% dos lares brasileiros apostaram em jogos de azar em 2025 — com 10% deles admitindo redirecionar gastos essenciais, como alimentação e contas fixas, para bancar essa prática — o mercado de franquias seguiu em sentido oposto: crescimento sólido, previsível e sustentado, trimestre após trimestre. No primeiro trimestre de 2026, o faturamento do setor avançou 10,1% na comparação anual, somando R$ 72,7 bilhões. Em 12 meses, a receita acumulada chegou a R$ 308,4 bilhões.

O contraste não é coincidência. De um lado, milhões de brasileiros buscando uma renda extra — 49% dos apostadores, segundo a NielsenIQ, têm esse objetivo — e encontrando apenas risco e incerteza. Do outro, um modelo de negócio que transforma investimento em operação estruturada, com marca reconhecida, suporte técnico e taxa de sobrevivência que envergonha a média do empreendedorismo brasileiro.

O DINHEIRO QUE VAI EMBORA NA SORTE

Os números da pesquisa da NielsenIQ pintam um retrato preocupante do comportamento financeiro do consumidor brasileiro. Entre os lares apostadores, 47% cortaram gastos com alimentação e 45,3% comprometeram o pagamento de contas fixas para manter o hábito.

A principal estratégia adotada para “acomodar” esse novo gasto foi

reduzir a quantidade de itens comprados: em 60% das categorias de consumo houve queda no volume. Esse número impacta, também o resultado das unidades franqueadas e já pode ser sentido por várias redes, de vários segmentos do franchising.

Os perfis revelam a amplitude do problema. O ‘Jogo do Tigrinho’ é dominado pela classe média — 63,3% de NSE médio — e por apostadores jovens, com 42,4% abaixo dos 35 anos. Nesse grupo, os gastos mensais com apostas chegam a representar até 7% da renda familiar. É dinheiro que sai do orçamento doméstico e vai embora sem retorno garantido — e que poderia estar trabalhando a favor de quem o investe.

“O franchising se consolidou como um setor propulsor de negócios, oferecendo produtos e serviços para diferentes perfis de consumidores, em todas as classes sociais, nos mais diferentes formatos e em todas as regiões brasileiras”, afirma Tom Moreira Leite, presidente da ABF — Associação Brasileira de Franchising. A nova disputa pelo capital do empreendedor de entrada será impactada, se já não está sendo.

O DINHEIRO PARA INVESTIR E O MAPA MENTAL

Durante décadas, o franchising disputou o capital do pequeno investidor em uma arena relativamente bem definida: de um lado, a promessa do negócio próprio — livre, criativo, mas arriscado; do outro, o dinheiro aplicado no mercado financeiro — previsível, líquido, mas sem o sonho da independência. Era uma disputa entre

capital produtivo e capital financeiro. O franchising disputava com a poupança, com o CDB, com o Tesouro Direto. Essa equação mudou. E a mudança passou despercebida por boa parte do setor. Nos últimos três anos, um terceiro concorrente entrou silenciosamente nessa disputa: as plataformas de apostas digitais. Elas não competem pelo dinheiro de quem já empreende ou de quem tem carteira de investimentos. Competem, precisamente, pelo dinheiro de quem ainda não entrou no sistema — e que talvez nunca mais entre.

O perfil do apostador ativo é o mesmo perfil do microfranqueado ‘de entrada’ nas redes, em potencial: NSE médio, jovem, exatamente essa parcela da população que, em outras circunstâncias, estaria dando os primeiros passos no empreendedorismo formal — talvez por uma microfranquia de limpeza, de alimentação rápida ou de beleza, com investimento inicial entre R$ 5.000 e R$ 15.000. Em vez disso, parte desse potencial está sendo absorvido, mês a mês, pelas plataformas de aposta.

O franchising não perde apenas um franqueado. Perde a formação de um. O apostador habitual não apenas desvia o capital — ele reorganiza seu mapa mental sobre risco, retorno e planejamento financeiro.

A lógica da aposta é imediatista e emocional: coloca dinheiro, espera o resultado, reinveste o prêmio ou lamenta a perda. Não há plano de negócios, capital de giro, ponto comercial ou ciclo de ma-

turação. É o oposto da mentalidade que o franchising exige do franqueado. Quanto mais tempo uma pessoa permanece nesse ciclo de apostas, mais distante ela fica — comportamentalmente, não apenas financeiramente — do perfil necessário para gerir uma unidade franqueada. O problema, alertam especialistas em educação financeira, vai estourar adiante. A geração que hoje tem entre 25 e 35 anos e que poderia ser a próxima leva de franqueados de entrada está sendo formada, em parcela significativa, com uma visão de mundo financeiro moldada pelas bets: ganho rápido ou perda rápida, sem construção de ativo, sem tolerância para o ritmo real de um negócio. Quando esse contingente chegar à janela de investimento, o setor poderá se deparar com uma escassez não de capital, mas de maturidade empreendedora.

FRANQUIA: A APOSTA COM RETORNO REAL

Se a lógica de quem aposta é buscar renda extra e uma grande mudança de vida, o franchising entrega exatamente isso — com base, estrutura e muito mais probabilidade de sucesso. Os dados da ABF para o primeiro trimestre de 2026 mostram um setor que não apenas cresce, mas se diversifica. Todos os segmentos monitorados pela Associação registraram alta no período. O maior destaque foi Alimentação — Comercialização e Distribuição, com avanço de 22%, puxado pela expansão dos mercados autônomos e das redes de café e chocolates. Saúde, Beleza e Bem-Estar cresceu 18%, e Limpeza e Conservação avançou 13,8%.

O setor segue em expansão também em termos operacionais. No trimestre, foram abertas 3,1% mais unidades e encerradas apenas 1,6%, resultando em saldo positivo de 1,5%. O número total de operações de franchising no Brasil chegou a 204.908, com presença em quase 70% dos municípios brasileiros. Em termos de empregos, o setor respondia por cerca de 1,788 milhão de postos diretos no início de 2026.

SEBRAE CONFIRMA

FRANQUIA É O CAMINHO MAIS SEGURO

Os números do Sebrae sobre sobrevivência de empresas no Brasil são impactantes: cerca de 60% dos negócios independentes fecham antes de completar cinco anos de atividade. Entre os microempreendedores individuais, a taxa de mortalidade em até cinco anos chega a 29%. O comércio, setor em que muitos empreendedores de primeira viagem tentam a sorte, lidera as baixas com 30,2% de fechamentos.

Em contraste, o modelo de franquias apresenta uma realidade bem diferente. Segundo a ABF, a taxa de mortalidade das franquias foi de apenas 5,5% em 2021, e levantamentos do setor apontam que esse índice oscila entre 5% e 15% nos primeiros cinco anos — uma fração do risco de um negócio próprio. Estudos também indicam que 80% das franquias se mantêm ativas após cinco anos de operação. A razão é estrutural: o franqueado não começa do zero. Ele adquire uma marca testada, processos validados, suporte operacional, treinamento e acesso a uma rede de fornecedores.

Enquanto 6 em cada 10 empresas independentes fecham antes do quinto ano (Sebrae), 80% das franquias seguem ativas no mesmo período. A diferença não é sorte — é estrutura.

O DINHEIRO QUE TRABALHA POR VOCÊ

O paralelo entre apostas e franquias revela, no fundo, uma questão de educação financeira. A pesquisa da NielsenIQ mostra que 43,5% dos apostadores esperam “uma grande mudança na vida” a partir dos jogos. É um desejo legítimo. O problema está no veí culo escolhido: as probabilidades nas apostas são estruturalmente favoráveis à casa, não ao jogador.

No franchising, as probabilidades se invertem. O investidor entra em um sistema cujas regras foram desenhadas para que a unidade funcione e prospere — pois o sucesso do franqueado é o sucesso da rede. O setor já dá sinais de que entende o momento. A expansão das microfranquias e dos modelos home based democratizou o acesso ao sistema, reduzindo a barreira de entrada justamente para o público que as bets mais atingem. Mas conscientizar esse público sobre o valor do capital acumulado — e sobre o custo comportamental de anos apos -

tando — é um desafio que vai além do marketing de rede. É uma questão de formação, e o setor de franchising terá de encarar isso como pauta estratégica.

Para o presidente da ABF, Tom Moreira Leite, o crescimento consistente do setor reflete um ambiente de consumo interno mais ativo. “O crescimento consistente da receita reflete não apenas a força das marcas e dos franqueados, mas também um ambiente de consumo interno mais ativo, sustentado pelo aumento da renda e do emprego”, afirma. Com 204.908 operações ativas, presença em quase 70% dos municípios e crescimento de dois dígitos por três trimestres consecutivos, o franchising não é aposta — é decisão. Mas para que a próxima geração de franqueados chegue até essa decisão, será preciso ir além dos números — e chegar antes das plataformas de aposta.

Havaianas e Vini Jr. mostram ao mundo que significa ter molho

Havaianas lança “Molho Brasileiro”, campanha global estrelada por Vini Jr. que celebra a alegria e a espontaneidade do jeito brasileiro de viver. No filme, o jogador aparece em situações do cotidiano dançando com Havaianas nos pés, contagiando todos ao redor. “Mesmo conquistando o mundo, tanto a marca quanto o jogador nunca perderam sua essência e brasilidade”, afirma Maria Fernanda Albuquerque, VP global de marketing da Havaianas. A estratégia inclui forte presença digital no TikTok, Meta e YouTube, participação de influenciadores e formatos como “Tutorial do Molho” e “Blitz do Molho”. O projeto também conta com parceria da marca paraense Pink Boto, agregando identidade amazônica à campanha. A iniciativa reforça o posicionamento global da Havaianas como marca de lifestyle conectada aos rituais do cotidiano brasileiro.

Gillette | 100 anos no Brasil transforma o barbear em ritual de sorte para os brasileiros

Gillette celebra um século de inovação e conexão com os brasileiros com a campanha #CaraDeCampeão, que transforma o ato cotidiano de se barbear em um verdadeir…Gillette celebra um século de inovação e conexão com os brasileiros com a campanha #CaraDeCampeão, que transforma o ato cotidiano de se barbear em um verdadeiro ritual de sorte para os torcedores. O insight é poderoso e difícil de ignorar: em todas as principais conquistas do futebol brasileiro, os jogadores estavam sem barba. A marca, líder mundial em cuidados com a barba e patrocinadora oficial das transmissões do Brasileirão 2026 na CazéTV, convida os fãs a aderirem à nova superstição, conectando cuidado pessoal, confiança e futebol. “Com #CaraDeCampeão, queremos fazer com que cada brasileiro, ao se barbear, se sinta confiante e como se estivesse atraindo sorte. Isso insere a marca na cultura, já que a superstição é parte da forma como o brasileiro vive o futebol”, afirma Caio Cavallari, Diretor Sênior de Gillette no Brasil. A campanha já ganhou as redes sociais com a adesão de ícones como Cafu e influenciadores como Matheus Costa e Diego Defante, e pode ser acompanhada pela hashtag #CaraDeCampeão, onde torcedores de todo o país são desafiados a mostrar sua preparação para os jogos.

Mundo Verde aposta em linha de snacks para os jogos da Copa do Mundo

Com 71% dos brasileiros planejando aumentar o consumo durante a Copa do Mundo — e os snacks liderando as preferências, à frente de doces e carnes —, a Mundo Verde chega ao mundial com uma seleção pensada para unir sabor, praticidade e equilíbrio alimentar. A rede, referência nacional em saúde e bem-estar, aposta em produtos como a Pipoca Kettle Corn, a Pipoca Cacau, os Snacks Proteicos nos sabores cebola e salsa, queijo e pizza, além dos Chips de Mandioca e do Cacau Mundo Verde — opções para diferentes gostos, do consumidor familiar ao que prioriza maior aporte proteico. Para a CEO Ana Paula Seixas, a Copa amplia os momentos de conexão e o consumidor quer praticidade sem abrir mão da qualidade. A executiva destaca que os snacks deixaram de ser sinônimo de indulgência: hoje ocupam posição estratégica no varejo alimentar, impulsionados por quem busca opções mais equilibradas tanto para o cotidiano quanto para ocasiões de lazer e compartilhamento.

Máquina da Panini

Os fãs de futebol e colecionadores têm novidade no Shopping Metrópole: a MACHINE – PANINI, máquina automatizada para venda de álbuns e figurinhas da Copa do Mundo. O álbum brochura custa R$ 24,99 e pacotes com sete figurinhas saem por R$ 7,00, compondo uma coleção de 980 itens. A solução traz praticidade, eliminando filas em lojas físicas. “O álbum faz parte da memória afetiva de muitos adultos e é uma grande novidade para as crianças. Assim, o Metrópole democratiza e facilita o acesso de quem quer completar o álbum”, afirma Gabriele Laurito, gerente de marketing do Shopping Metrópole, administrado pela ALLOS.

Pão de Queijo Canastra entra no clima da Copa

Pipocas artesanais Baurucas

A rede de pipocas artesanais Baurucas também preparou uma campanha especial para a Copa do Mundo de 2026. Entre as novidades está o lançamento da inédita pipoca sabor Cebola & Salsa, criada para atender à demanda dos consumidores por mais opções salgadas e pensada para momentos de compartilhamento durante os jogos da Seleção Brasileira. A ação inclui ainda um copo colecionável temático inspirado nas cores do Brasil e o "Combo da Copa", que reúne produtos selecionados para acompanhar as partidas. A campanha estará disponível entre 11 de junho e 19 de julho nas unidades da rede no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, reforçando a aposta da marca em experiências que unem entretenimento, torcida e consumo. No Rio de Janeiro, os preços serão de R$ 15,90 (P), R$ 21,90 (M) e R$ 24,90 (G), além da opção Pop Mix, que permite combinar o sabor com outras pipocas do cardápio.

A rede Pão de Queijo Canastra preparou programação especial para a Copa do Mundo, transformando suas cafeterias em ponto de encontro para torcedores. O destaque é o "Cardápio Copa do Mundo", com sanduíches temáticos inspirados em países participantes — como França, Alemanha, México e Argentina — servidos dentro do tradicional pão de queijo da marca. Cada opção custa R$ 31,90 e acompanha um copo colecionável temático. As unidades Padre Eustáquio e Buritis também promoverão encontros de troca de figurinhas nos dias 24 e 31 de maio. "Vamos abastecer nossa torcida com o melhor pão de queijo de Minas, torcer pela seleção e reunir a torcida nas nossas lojas para trocar figurinhas e experiências", afirma Bruna Lára, sócia da rede.

A C&A lança coleção inspirada na Copa do Mundo com uma proposta que vai além dos dias de jogo: a curadoria une estética esportiva e lifestyle urbano em uma leitura contemporânea do jeito brasileiro de se vestir. Entre os destaques estão camisetas com apelo vintage, bonés, jerseys e peças com color blocking — uma linguagem visual que traduz autenticidade e conecta produto, comportamento e cultura. A iniciativa chega em um momento estratégico: o chamado “sportswear” consolida sua presença no guarda-roupa do brasileiro para muito além das atividades físicas, tornando-se referência de estilo cotidiano e impulsionando o varejo de moda em períodos de grandes eventos. Pesquisas indicam que datas esportivas de alcance global ampliam significativamente o interesse por produtos temáticos, e as redes de moda que chegam preparadas saem na frente na disputa por relevância e conversão. A coleção contempla linhas feminina, masculina e infantil.

Prêmio ABF Destaque

Franchising 2026

A rede O Boticário, reconhecida como o maior varejo de beleza do mundo, consagrou-se a grande vencedora do Prêmio ABF Destaque Franchising 2026 na categoria Franqueador do Ano, voltando a conquistar a principal premiação do setor após 16 anos. Com cerca de 4 mil pontos de venda distribuídos em mais de 1.600 cidades brasileiras, a marca consolidou sua liderança com base em uma relação sólida com seus parceiros e em uma consistente agenda ESG. A tradicional cerimônia, realizada pela Associação Brasileira de Franchising aconteceu em maio, na capital paulista. Também fez história ao conceder, pela primeira vez a uma franqueada, o título de Personalidade do Franchising. A grande homenageada foi Sedy Novais, multifranqueada das redes de educação CNA e Maple Bear. Com uma trajetória de 25 anos como franqueada, Sedy lidera atualmente nove escolas e participa como sócia-investidora em outras duas, simbolizando a força das mulheres, que já comandam 29% das operações no País. O evento chancelou as redes que foram certificadas com o Selo ABF 2026, reafirmando o papel da entidade no apoio a prática do franchising que foca no crescimento sustentável das redes, com olhar para cada franqueado.

APAS SHOW26 consolida recorde bilionário em negócios

A 40ª edição do Festival APAS SHOW, consagrado como o maior festival supermercadista do mundo e principal evento de alimentos e bebidas das Américas, aconteceu em maio, em São Paulo com resultados históricos. O encontro registrou um crescimento expressivo de 7,9% em negócios gerados na comparação com a edição anterior. Ao todo, o festival recebeu mais de 153 mil visitantes e contou com a participação de 900 expositores de 24 países diferentes, consolidando-se como uma plataforma vital de networking e inovação para o mercado global. Com a projeção de movimentar impressionantes R$ 17,8 bilhões, o evento impulsionou o varejo alimentar por meio de iniciativas estratégicas como a rodada ‘Conexão de negócios’, que gerou a expectativa de mais de R$ 114 milhões em transações diretas. Além do forte caráter comercial, o público teve acesso a 56 palestras focadas em tendências de consumo e transformação digital. O sucesso reafirma o lema de abrir mentes e fechar negócios, preparando o terreno para a próxima edição já confirmada para maio de 2027.

Rede iGUi revoluciona mercado de microfranquias com novo modelo TRATABEM com royalties zero

A Rede iGUi, maior produtora e comercializadora de piscinas pré-fabricadas do mundo, anunciou uma reformulação estratégica de peso em sua microfranquia TRATABEM. Composta atualmente por mais de 100 franqueados no país, a marca passa a atuar em um formato muito mais flexível, econômico e atrativo para novos investidores, adotando o modelo home office e zerando totalmente a cobrança de royalties. Além de taxa de franquia zerada também. A novidade chega em um momento altamente promissor, já que o Brasil ocupa o posto de segundo país com o maior número de piscinas instaladas em todo o planeta. Alinhada a essa imensa oportunidade de mercado, a nova proposta foca na intensa capacitação de mão de obra especializada em soluções tecnológicas, assistência técnica e tratamento sustentável de águas, garantindo a prevenção de acidentes e promovendo a segurança aquática. Os franqueados contam com suporte contínuo da franqueadora e mantêm a comercialização exclusiva de produtos inovadores fabricados pela própria iGUi, como o superdesinfetante Solo, que substitui o uso do cloro.

Kopenhagen acelera retrofit da rede

A Kopenhagen acelera a modernização de suas lojas prevendo reformular mais 150 unidades até o final de 2026. O movimento adota o inovador layout 5.0, que resgata o icônico vermelho da marca em uma proposta contemporânea e acolhedora, substituindo o antigo padrão em preto e dourado. Focado em conveniência e autonomia, o novo conceito traz atrativos como a gôndola “Mil Delícias” no formato pick and mix por peso e o sistema de autoatendimento, permitindo que o consumidor explore o espaço com total liberdade. Os resultados justificam a estratégia: as lojas remodeladas registram um incremento médio de 15% nas vendas, índice que pode atingir 34% em casos de ampliação ou mudança de ponto comercial. Segundo o CEO Fernando Vichi, o retrofit é vital para manter a marca relevante no varejo físico. Até o fim de 2025, mais da metade da rede já operava sob o novo modelo. A expectativa da franqueadora é encerrar 2026 com cerca de 70% de suas mais de 800 lojas modernizadas pelo país, consolidando um fluxo maior e mais recorrente de clientes.

O TikTok GO quer ser a sua agência de viagens particular

O TikTok já fez muita gente colocar destinos na lista de desejos. Agora, quer transformar esse desejo em reserva na hora. A plataforma anunciou o TikTok GO, nova ferramenta que permite descobrir e reservar hotéis, atrações e experiências diretamente dentro do aplicativo. Na prática, funciona assim: você vê um vídeo daquela praia paradisíaca, daquele hotel inacreditável ou de um restaurante escondido e consegue checar a disponibilidade, buscar detalhes e reservar. Tudo em poucos cliques, sem sair do TikTok. A novidade chega inicialmente aos Estados Unidos, para usuários maiores de 18 anos, e funciona em parceria com empresas como Booking, Expedia, Trip.com e GetYourGuide. A novidade mostra como o TikTok quer ir além do entretenimento. “Todos os dias, milhões de pessoas no TikTok descobrem onde comer, onde ficar e o que fazer em seguida. O TikTok GO conecta esse momento de inspiração diretamente às empresas por trás dele, e isso é bom para os criadores, bom para os negócios locais e bom para as comunidades”, conta Adam Presser, CEO da TikTok USDS Joint Venture, em nota. Para os criadores de conteúdo, ou empresas que olham para parcerias, a nova funcionalidade, pode garantir, além de likes e compartilhamentos, retorno imediato. Quem publica conteúdos sobre hotéis, destinos e experiências poderá adicionar links diretos de reserva nos vídeos e ganhar comissão pelas vendas.

GoldKo tem nova arquitetura de pagamentos incorporada na operação e quer fechar o ano com

A GoldKo estruturou sua arquitetura de pagamentos para expandir via franquias e acelerar o modelo omnichannel, visando 116 lojas até o final de 2026. A Tuna Pagamentos implementou a orquestração transacional e o sistema de split, automatizando com segurança os repasses financeiros entre franqueadora e franqueados via Pix, boleto e cartão. A expectativa é atingir 48.000 transações processadas na plataforma Vtex. Paralelamente, a Compra Rápida solucionou instabilidades no carrinho com um checkout headless. A tecnologia elevou a taxa de conversão em 16,4%, garantiu estabilidade na Black Friday e gerou um ROI de 23,5 vezes. Com o fim dos ruídos financeiros e o aumento da confiança na rede, que já cresceu de 5 para 28 unidades integradas, a marca consolida inovação e tecnológica para a expansão nacional.

Ajinomoto do Brasil inicia

venda de Gyoza

A Ajinomoto do Brasil, referência em aminoácidos e detentora de grandes marcas como SAZÓN®, MID® e VONO®, acaba de dar um passo estratégico com a comercialização do Gyoza

Ajinomoto® nas rotisserias de mais de 40 lojas do Grupo Pão de Açúcar (GPA) em São Paulo. O movimento contempla unidades selecionadas das bandeiras

Pão de Açúcar e Extra, alcançando bairros como Jardins, Itaim Bibi, Moema e Alphaville, e busca oferecer conveniência ao consumidor por meio de uma versão pronta para o consumo. Importado diretamente da Ajinomoto da Tailândia, o produto se destaca pela autenticidade, massa fina e recheio suculento, disponível nos sabores Porco, Frango com Porco e Vegetais. “Com base na nossa filosofia ‘Alimente-se bem, Viva bem’, utilizamos nossa expertise sobre gosto umami para garantir um padrão de excelência global. A inovação tailandesa assegura as mesmas características dos produtos oferecidos no Japão”, afirma Carolina Sanches, diretora de Alimentos Congelados e Marketing Internacional da Ajinomoto do Brasil. Com essa operação, a empresa não apenas diversifica seu portfólio no país, mas também fortalece a parceria com o GPA, unindo conhecimento industrial à capilaridade do varejo alimentar paulistano.

111 anos de Minancora

A Minancora completa 111 anos de história consolidada como uma das marcas mais tradicionais do Brasil no cuidado com a pele. Fundada em 1915 em Joinville (SC) pelo farmacêutico Eduardo Augusto Gonçalves, a empresa começou com a produção artesanal de sua famosa pomada antisséptica. Ao longo das décadas, tornou-se uma marca geracional e de memória afetiva. Sob a liderança da bisneta do fundador e atual gestora presidente, Lourdes Maria Duarte, a Minancora equilibra tradição e inovação. A marca expandiu sua presença digital e diversificou o portfólio para atender às novas demandas do mercado. Hoje, sua linha de produtos inclui a clássica pomada, creme antiacne, sabonetes em barra e líquido antiacne, gel creme antissinais e o Alívio para os Pés. O centenário case reforça como a adaptação constante e a identidade sólida mantêm a empresa relevante e próxima dos consumidores.

Pet de TODOS aposta em

Ana Maria Braga como embaixadora da marca

O setor pet brasileiro demonstra sua força ao encerrar o ano anterior com faturamento de R$ 77,96 bilhões e projetar R$ 80 bilhões para o período atual, impulsionado pelos serviços veterinários. Nesse cenário de franca expansão, a rede de franquias

Pet de TODOS anuncia uma parceria de peso: a apresentadora Ana Maria Braga assume o posto de embaixadora da marca. O reforço chega em um momento estratégico com o lançamento da campanha “Torcida CãoPeã”, que oferece cobertura veterinária com mensalidades de R$ 39,90 para plano individual, incluindo um banho mensal e acesso a mais de 100 procedimentos. Primeira franquia de saúde para cães e gatos com rede de clínicas próprias no Brasil, a marca disponibiliza em suas unidades consultas, exames, vacinas e cirurgias com descontos de até 50% para assinantes. Segundo o sócio Cássio Guieiro, a meta é garantir assistência completa por um valor acessível, evitando que os tutores sejam pegos de surpresa com custos médicos. Unindo o forte vínculo emocional de Ana Maria com os animais à necessidade de democratizar o acesso à saúde animal, a Pet de TODOS consolida sua presença nacional.

Shell Café e Sony lançam ação exclusiva | Mestres do Universo

A Shell Café, em parceria com a Sony, lança uma campanha inédita para celebrar a estreia do filme Mestres do Universo nos cinemas. Durante o mês de junho, a marca transforma a conveniência do varejo físico em uma experiência imersiva para gerações de fãs do herói He-Man. O grande destaque da ação é a unidade do Auto Posto Estação Belenzinho, em São Paulo, totalmente caracterizada com a identidade visual do longa. Com o mote “Todo herói precisa recarregar”. São sete postos participantes, da Rede ESA com brindes oficiais. Na compra do combo temático por R$ 15,99, o cliente ganha um copo exclusivo e, com mais R$ 25 em compras, leva um boné oficial. Segundo Gustavo Campos, Diretor de Negócios da marca, a iniciativa vai além do varejo tradicional, criando um ponto de encontro inesquecível.

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EDIÇÕES ESPECIAIS ON-LINE

Circulação regional on-line nas redes socias da revista e publicadas em nossa banca digital.

Circulação trimestral - EDIÇÃO NACIONAL PRIMAVERA - VERÃO - OUTONO - INVERNO

Distribuição dirigida gratuita – redes franqueadoras e demais profissionais do sistema – principais executivos; Assinantes e Venda avulsa

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REDAÇÃO E PUBLICIDADE

Diretora Publisher Denise Dizioli Dip diretoria@revistafranquia.com.br

Colaboração Editorial na edição

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Multimidia e Redes Sociais

Bianca Dip Façanário

Redação equipe@revistafranquia.com.br Publicidade comercial@revistafranquia.com.br

Arte e edição

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Pacote promocional 8 edições R$240,00

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Impressão e acabamento

META IMPRESSÃO DIGITAL/STAMPATO GRÁFICA EDITORA

Os artigos assinados podem não corresponder a opinião da revista, cabendo a seus autores qualquer esclarecimento necessário.

Caro leitor, Periodicamente fazemos um levantamento junto ao mercado e publicamos as oportunidades de negócios e marcas interessadas em expansão nesse período.

Pesquise de forma agradável e informativa, analise os detalhes e diferenciais de cada marca que lhe interessar. Fique atento às oscilações do mercado e colecione os QUATRO diretórios ANUAIS:

PRIMAVERA

| VERÃO | OUTONO | INVERNO .

As informações sobre as marcas franqueadoras ou oportunidades de negócios licenciados e suas operações são fornecidas pelas próprias empresas, sendo de sua total responsabilidade. A Revista recomenda a seus leitores uma pesquisa rigorosa junto a cada marca, busque sites especializados, a ABF- Associação Brasileira de Franchising e procure alguns franqueados ou licenciados que já operem nas redes que despertarem seu maior interesse. Fazendo, assim, um levantamento minucioso no mercado antes de optar por um novo investimento. Disponibilizamos a cada trimestre, informações para uma pesquisa inicial, apresentando de forma interativa, e detalhada várias opções de negócio dentro de cada segmento, para facilitar sua busca. Boa leitura.

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US FRANCHISING

LANÇAMENTO US FRANCHISING

Reserve já sua região!

Investir a partir de R$350 mil

Unidade de impressão ON DEMAND e gráfica rápida regional ligada a plataforma nacional

Investir a partir de R$90 mil Tecnologia de ponta, métodos não invasivos e um modelo de negócio enxuto. Alta rentabilidade em um dos segmentos que mais crescem em demanda no Brasil e no mundo

Investir a partir de R$87 mil

O Açaí no Kilo surgiu com o objetivo de inovar o modelo de negócio já existente no mercado, com fabricação própria do açaí e comercialização de produtos exclusivos. Modelos: quiosque, mini-loja e loja padrão.

Investir a partir de R$97mil (store in store)

Oportunidade de negócio diferente daquilo que está consolidado no tratamento estético facial: A oferta de produtos de alta qualidade com o melhor custo-benefício. A rede atende uma grande parcela da sociedade, que busca parecer mais jovem para trabalhar sua auto-estima.

Invista a partir de R$270mil

Investir a partir de R$440 mil

A culinária asiática é um dos grandes nichos do mercado de food service. Mais de 80 operações em shopping centers em 12 estados pelo País. Marca do GRUPO HALIPAR

Investir a partir de R$440 mil

Marca reconhecida nacionalmente com mais de 100 unidades em todo o País. No cardápio, grelhados, parmegianas, pratos executivos, massas, linha leve, lanches, hamburgueres e happy hour. Marca do GRUPO HALIPAR

Investir a partir de R$180 mil

Além de cursos de programação, robótica e games, os alunos aprendem soft skills como autoconfiança, trabalhar com sucesso e derrotas, oratória, liderança, falar em público, etc. Formação para vida e princípios das tecnologias que vão usar no futuro. Educação transformadora e diferencial para o negócio.

Investir a partir de R$150 mil

Padaria Pet oferece aos nossos melhores amigos um conceito gourmet e um espaço de convivência para saborear e se deliciar, sempre cuidando da integridade e saúde do seu pet. Opção homebased com taxa de R$9 mil

Investir a partir de R$350 mil

A marca surgiu com a criação da receita do Croasonho. Um produto com massa de croissant artesanal, crocante, acompanhada de recheios e coberturas de dar água na boca. Conquistou milhares de #croalovers e influencia mais de 1 milhão de pessoas online.

Marca do GRUPO HALIPAR

Nail SPA | Coffee Bar

US FRANCHISING

Investir a partir de R$230 mil

Franquia especializada em bolos e doces. Com mais de 300 lojas é uma opção atrativa para investidores que buscam um negócio consolidado no mercado de confeitaria.

Invista a partir de R$380mil

Salão de beleza multisserviços. Gestão e padrões profissionais como diferencial sustentável da rede. A maior rede de beleza da Região Norte abre sua expansão nacional.

LANÇAMENTO US FRANCHISING

Investir a partir de R$150 mil

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LANÇAMENTO US FRANCHISING

Rede de pizzarias que se destaca pela qualidade de suas pizzas e pelo atendimento diferenciado. Oferece uma experiência única aos seus clientes. Valor para modelo EXPRESSO.

Reserve já sua região!

Investir a partir de R$150 mil

Método coreano de robótica aplicado a educação e empreendedorismo. O Grupo MKR atende no Brasil mais de 3500 escolas com mais de 200 mil alunos ativos.

Investir a partir de R$230 mil

Para modelo DELIVERY. Para modelo restaurante, investimento a partir de R$470 mil. Receitas exclusivas e rentabilidade média entre 10% e 15%.

LANÇAMENTO US FRANCHISING

Reserve já sua região!

Investir a partir de R$65 mil

A Pride Commerce é consultoria que oferece solução completa e integrada de e-commerce, EPR e CRM. Tem lucratividade de 30%.

LANÇAMENTOS US FRANCHISING

Reserve já sua região!

Investir a partir de R$50 mil

After Schooling - Microfranquia de reforço e tutoria do ensino infantil ao ensino médio. Modelos de negócio maiores também: Fun Cuidados - Loja Shopping Center, Daycare Creche em tempo integral e Creche Escola - Full, Premium e Primary

Investir a partir de R$350 mil

Farmácia de manipulação. Tranquilidade para investir e segurança para lucrar. O faturamento médio mensal é a partir de $110 mil. Temos parceria para financiamento de 100% de sua franquia.

A OPENBE surgiu do desejo de transformar a vida das pessoas. A paixão e a motivação do nosso trabalho são através da profissionalização a fim de gerar oportunidades para jovens e adultos.

Investir a partir de R$ 99 mil

Sucesso na Europa e em diversos continentes agora no Brasil! Lojas a partir de 12m2 até 100 m2 Shopping e Rua + Delivery

Investir a partir de R$390 mil

A Griletto é a maior Rede de Grelhados do Brasil. São mais de 160 unidades e mais de 1 milhão de refeições servidas por mês. Cardápio variado, com gostinho de comida brasileira.

Marca do GRUPO HALIPAR

Reserve já sua região!

Investir a partir de R$94 mil

A PET MAIS VIDA oferece assistência médico-veterinária e serviços agregados para animais domésticos, através do credenciamento de uma rede de estabelecimentos especializados e de acordo com as normas técnicas do CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária).

Xteam Fit | várias metodologias para atender diferentes fases da sua rotina, treinos com precisão, técnica, motivação, disciplina e acompanhamento de um Educador Físico, Nutricionista e um Terapeuta

Reserve já sua região!

Investir a partir de R$36.900
CRECHE ESCOLA

Como um franqueado AlphaGraphics, você pode ter um negócio que ofereça soluções que ajudem outras empresas na sua região a serem mais notadas e a terem maiores resultados.

E mais:

- Presença Global e Ambiente Profissional;

- Franquia B2B e Alto Impacto na Sociedade;

- Marketing Constante e Suporte em Vendas;

- Capacitação Semanal e Suporte de ponta;

- Relacionamento com Rede nacional e internacional,

- Serviços escaláveis e com boas margens.

“É com satisfação que compartilho minha experiência como franqueado da AlphaGraphics, recebemos suporte e apoio de excelência, permitindo um desempenho excepcional em nosso negócio. Sou muito grato por fazer parte dessa grande equipe!”

“Muito orgulho em fazer parte da rede AlphaGraphics, a minha percepção como franqueado é a mesma da grande maioria dos nossos clientes, somos uma empresa que se diferencia no mercado pela capacidade de entrega, qualidade, agilidade e compromisso com a sociedade, clientes e colaboradores.”

Victor Vicente, Franqueado desde 2020

franquias@alphagraphics.com.br

Reinaldo Espinosa, Franqueado desde 2017
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EDIÇÃO 116 - Especial HeadOffice.AI by Revista Franquia & Global Opportunities - Issuu