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Revista Digital Bera Ano 05 Edição n°25 Setembro 2021

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Revista Digital Independente A Revista Digital Independente Bera traz para essa edição uma entrevistas especiais com os skatista Rafael Sevilha, Manu Nonno e no click o fotógrafo “ Sid e muito outras coisitas mais, então boa leitura.

Colaborador(a):

“As opiniões dos artigos assinados nem sempre representam as da revista”

EXPEDIENTE Diretor Geral : Rafael Schmidt Garofalo revistabera@outlook.com

(14) 99675-4714

Redator(a) Luiz Felipe da Silva Souza: Natalia Latansio de Oliveira redacaorevistabera@outlook.com

@RevistaBera RevistaBera


Sumário

03 - Naquele Momento 07- No Click do Moment “SID” 27- Entrevista com Dr. Jefferson 30- Capa - Rafael Sevilha 48 - Entrevista com Manu Nonno


“ Naquele Momento " Pelas Ruas

Olie da ciclovia para avenida Fotógrafo Erick marciel

Nome: Reginaldo Ramos Pereira (Regis) Idade : 32 anos Tempo de Skate : 14 Anos Cidade : Mineiros do Tietê-SP / Atual Sorocaba-SP 03


“ Naquele Momento " Pelas Ruas

Backside Grind corrimão do coreto Fotógrafo Erick marciel

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“ Naquele Momento " Pelas Ruas

Nome: Lucas Silva Manobra: B/s Smith grind Foto: Samuel Pires

Nome: Matheus Sorieden Manobra: Ollie Cidade: Unaí MG Foto: Samuel pires


“ Naquele Momento " Pelas Ruas

Nome: Daniel Alves Manobra: Ollie indy 📸 Foto: Samuel pires 06


t n e m mo o d k c i l C No com

P. Silva . F i e n di Nome: Si 9 Anos Idade: 4 nos te: 37 A a k S e d Anos Tempo afia: 6 r g o t o F ongboard L _ Tempo de 2 9 o d n io: Vive P Patrocín diaí - S n u J : a c Lo

Bera: tografar

e

Como como

começou seu interesse em foo skate entrou nesse contexto?

Sid: - Tudo começou a sete anos atrás quando eu estava andando de skate e acabei quebrando o tornozelo, assim não poderia andar de skate temporariamente, foi assim que começou meu interesse pela fotografia, como não poderia andar de skate ia nas sessões com os amigos e então comecei a fotografa - los com meu celular, e assim começou a minha paixão pela fotografia de skate.

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d

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Skatista : Alex Damasia Manobra: Slide Local: Penedo-RJ Foto ; Avelino 09


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Bera: - Como é a vida de fotógrafo de skate? O que pesa mais na escolha de ser fotógrafo, vivencia ou a grana? Sid: - Ser fotógrafo de skate é uma experiência única e sensacional, ainda mais quando se é skatista também, quando fotografo um skatista manobrando é como se fosse em cima do skate, a mente fica totalmente focada no que eu estou fazendo, isso é uma sensação única. Bera: kid - -OInvert que -éQuebra o skate Luciano Mar -pra Santos -SP você e qual a importância de andar de skate na sua vida?

Sid: - O skate é, foi e sempre será meu estilo de vida, ele sempre me trouxe muitas alegrias e amigos e também muita vivencia pra mim, é muito importante andar de skate é minha felicidade e meu momento.

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Pedro Prosdossimi - b_s krooked - Centro de Santos SP

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Bera: - Quais outras atividades profissionais você desenvolve além da fotografia? Alguma delas é vinculada ao skate? Sid: - Trabalho com caminhões e na área de manutenção, pois nenhuma delas é vinculada ao skate. Bera: - Qual o tipo de fotografia você mais gosta, a digital ou a revelada? Quais as diferenças entre fotografar com filme e com câmera digital? Sid: - Sem dúvida eu prefiro fotografar a digital, você já consegue ver como ficou as fotos na hora, a foto revelada não podemos ter a mesma visão e também esta obsoleta, poucos lugares fazem esse tipo de trabalho de revelação.

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Bera: - Como você enxerga o futuro da fotografia digital nas mídias sociais? Você acredita que pode mudar alguma coisa na forma como olhamos para as fotos no futuro? Sid: - Atualmente temos uma tendência mais para vídeos de que para as fotos, porem eu acredito que a fotografia sempre vai ter uma visão diferenciada dos vídeos e sempre terá seus adeptos as redes sociais. Bera: - O que é importante aprender quando se esta iniciando na fotografia de skate? Quais técnicas e equipamentos o fotógrafo deve adquirir para começar a fotografar o skate? Sid: - *A fotografia de skate é um pouco diferente porque é uma foto em movimento, temos que saber a hora certa de fotografar o momento da manobra. *As técnicas é estar sempre com os skatistas e procurar tiras as duvidas dos nomes com eles, para não ocorrer nenhum erro. ( A fotografia de skate só é valida quando ´skatista acerta a manobra, isso é uma regra entre os skatistas). * Os equipamentos básicos para quem está começando, uma câmera, uma lente grande angular e um flash.


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Bera: - Quais dicas você daria pra quem está começando, mais ainda esta fora do mercado de trabalho? Sid: - Estude bastante, se atualize sempre, pratique muito e tenha certeza que ama o que faz. Bera: - Tem algum skatista ou marca para quem você fotografa constantemente? Sid: - Skatista: Marcel Carbonari Marca: Vivendo 92 longboard Sid: - Bera: - Quais as dificuldades de fotografar skate na rua? Qual a modalidade que você mais curte fotografar e por quê? São várias as dificuldades de fotografara na rua, porem nenhuma delas atrapalha de fato ao ponto de não fazer nenhuma foto, se tratando de skate eu adoro fotografar todas as modalidades. Bera: - Quais mídias você usa para divulgar seu portfólio? Deixe - nos seus contatos? Sid: - Instagram @sidpicsfotografo Facebook sidpicsimagens

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Bera: - Gostaria de deixar uma mensagem ou consideração final? Sid: - Obrigado a Revista Bera que cedeu esse espaço para poder contar um pouco do meu lifestyle e também por sempre apoiar e dar oportunidade a todos os skatistas.


Entrevista com o chefe de gabinete da Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo, Dr. Jefferson Nogoseki de Oliveira. Analisando uma matéria publicada no site da revista EXAME no dia 31 de julho, logo após a estreia do skate no cenário olímpico, fiquei surpreso em saber que o Brasil foi o país do mundo que mais buscou por skate no período que antecederam as olimpíadas, principalmente pelo termo skate feminino. Preocupado com a falta de pistas públicas apropriadas pelo Brasil e com o grande número de novos praticantes de skate que irão surgir após nossas conquistas, a revista Bera procurou a Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo, estado que mais enviou representantes na modalidade incluindo o skatista Kelvin Hoefler, medalha de prata na categoria street style, para saber quais são as ações que o estado está adotando com essa nova realidade do skate, que passou de atividade de recreação para esporte olímpico de ação. Quem gentilmente nos concedeu a entrevista foi o atual chefe de gabinete Dr. Jefferson Nogoseki de Oliveira, professor universitário, advogado com ampla experiência no Serviço Público, tanto na área jurídica como no esporte. 27


Bera: Dr. Jefferson o que representou as Olimpíadas Tokio 2020+1, para o esporte do estado de São Paulo, principalmente no skate que foi inserido nesta edição? Jefferson: Desde nossa chegada à Pasta, em janeiro de 2019, detectamos o forte crescimento das pessoas pelo skate. O período coincidiu também com a inserção do skate nos Jogos Olímpicos, portanto, estava claro que teríamos de olhar e investir com muito afinco na modalidade. Bera: Como a Secretária de Esportes do Estado de São Paulo, tem administrado a modalidade skate? Jefferson: Já em 2019, inserimos o skate em nossas duas principais competições (Jogos Regionais e Jogos Abertos). Já inauguramos 44 pistas de skate desde então e estamos em contato frequente com a Federação Paulista de Skate para aprimorar nossas ações e programas ligados a esse setor. Bera: Existe algum programa para a implantação de mais pistas de skate no estado de São Paulo? Jefferson: Nós seguimos com todas as obras de pistas de skate herdadas de gestões anteriores, todas foram concluídas ou devidamente notificadas. Recentemente, abrimos um chamamento de R$ 15 milhões para obras em conjunto com prefeituras que certamente vai contar com novas pistas, além de projetos incentivados ligados ao skate e a participação dessas modalidades em nossas competições.


Bera: Existem algumas pistas construídas fora do padrão para a prática de skate com segurança, o que a Secretária de Esportes vem adotando como medida para que não ocorram essas situações? Jefferson: Temos contato direto e quase diário com a Federação Paulista de Skate. As novas pistas que nossa gestão implantar terão toda parceria da federação, para que tecnicamente o equipamento seja construído corretamente, portanto, com utilização ideal pela população. Bera: Como é feita a escolha das cidades em que irão ser construídas as pistas de skate? Jefferson: No geral, as cidades é que solicitam a implantação e nós atendemos dentro da possibilidade orçamentária da Pasta. Bera: Existe algum procedimento para cidades que ainda não possuem uma pista de skate possam se candidatar a receber uma? Como é o tramite para realização deste pedido? Jefferson: Todas as 645 cidades do estado recebem o mesmo tratamento e têm a sua disposição o programa SP Sem Papel, por onde podem enviar seus pedidos e demandas. Aqueles municípios que ainda não contam com pistas de skate são priorizados, porém, há toda uma documentação, certidões e procedimentos que precisam estar plenamente em dia para que seja possível um convênio com a Secretaria de Esportes, ou com qualquer órgão estadual. Bera: Existe algum programa para realização de reformas ou coberturas de pistas de skate no estado de São Paulo? Jefferson: Temos a Assistência Técnica aos Municípios (ATM) que pode realizar obras de acordo com a demanda do município e também os recursos recentemente disponibilizados via chamamento para intervenções em parceria com as prefeituras.

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Bera: Quais são os próximos objetivos da Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo em relação ao skate? Jefferson: Continuar o incentivo, ampliar nossa parceria com a federação e com os esportistas, e aperfeiçoar todas as nossas obras nessa área. Temos também todo interesse em receber eventos, como ocorreu com o Mundial, em 2019. Os skatistas podem ter na Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo, portanto, no Governo de São Paulo, um parceiro. Bera: Para terminar gostaria de deixar alguma observação ou agradecimentos? Jefferson: Agradeço muito pelo espaço e deixo aqui o abraço do Governador João Doria e do nosso secretário, Aildo Rodrigues, para toda comunidade do skate.


Capa 30

Foto:- Leon


nardo Gussi

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Nome: Rafael Sevilha Gagliardo Idade: 44 anos Tempo de Skate: 35 anos Patrocínios: Bioleve Local: São Bernardo do Campo 32 Foto: Edson kitano ( kamu)


Bera: Como é sua rotina como skatista profissional, quantas sessões você faz por semana? Prefere rua ou pista? Sevilha: Todos os dias estou em contato com o Skate por dar aula, então nos horários livres pratico. Gosto de treinar nas pistas para produzir na rua. 34

Foto: Edson ki


itano ( kamu)

Bera: Quais outras atividades profissionais você exerce além de ser skatista? Como sua família enxerga a sua relação com o skate profissional? Sevilha: Apenas trabalho com Skate. Minha família enxerga o Skate como profissão. Bera: Como você consegue equilíbrio para conciliar suas atividades profissionais com a qualidade de vida da sua família? Sevilha: Geralmente minha família me acompanha em tudo o que eu faço, e também estão acostumados com esta rotina.


Foto: Edson ki


itano ( kamu)


Bera: O que você acha das modalidades olímpicas que representaram o skate em Tóquio? Você acha que no futuro as modalidades street style e park serão uma modalidade só? Sevilha: Acho que pelo Skate ter sido uma estréia, foi legal ter tido estas duas modalidades. Acredito que não vire uma modalidade só, e acho até que possa estender outras modalidades no futuro (Mega Rampa e Free Style seria legal na minha opinião ). Bera: Em sua opinião qual a importância de se andar de skate em transições para a formação do skatista? Sevilha: Acho importante que todo skatista saiba andar de skate em qualquer tipo de pico, como transições ou street. Bera: Quem são os skatistas que você se inspira para andar? Quem são os amigos que você gosta de encontrar nas sessions? Sevilha: São vários, principalmente aqueles que eu via na minha infância (Christian Hosoi, Tony Hawk, Renato Taroba, Sérgio Negao, Daniel kim e todos os meus amigos que conheci no meio do Skate). Os amigos que gosto de andar de Skate são vários, porém alguns dos que estão sempre próximos são Léo Gussi, Fábio Gheraldini, Ricardo Tossi, Eduardo Braz, Douglas Kalil, e outros…

38 Foto: Edson kitano ( kamu)


Foto: Edson k


kitano ( kamu)


Bera: Quantos países você já conheceu andando de skate? Qual foi sua viagem mais marcante e por quê? Sevilha: 3 países Todas as viagens foram marcantes, pois conheci lugares, picos e culturas diferentes. Bera: Em quais obstáculos você gosta mais de andar? Quais as manobras que você mais curte fazer? Sevilha: Em transiçao e corrimão. A manobra que eu mais curto fazer é frontside boardslide nos canos. Nas transições grind front e outras.

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Foto: Edson ki


itano ( kamu)


Bera: Qual a importância dos campeonatos de skate para o skatista profissional? Quais foram suas melhores colocações como skatista profissional? Sevilha: Para aqueles que querem viver de competições acho legal, mas você também pode ser um grande profissional de skate apenas fazendo vídeos part e produzindo fotos e materiais e ser reconhecido sem ser um campeão. A minha melhor colocação foi ter tido patrocínio de grandes empresas que me ajudaram a mostrar o meu Skate e viver dele. Empresas que não exigiam resultados de competições e sim de divulgação da marca. (revista, site, eventos etc…) Bera: E como o skatista streeteiro deve “trabalhar” com o skate na rua? O que você acha importante para a carreira do skatista que não curte correr campeonatos? Sevilha: É uma opção de cada um. Eu por exemplo optei em andar de skate e viver do skate através da minha imagem (revista, site, vídeos, eventos…).

huricane .. fotógra45 Foto: Edson kitano ( kamu)


Bera: Quais mídias você usa para divulgar seu skate? Deixe-nos seus contatos. Sevilha: Instagram : @rafael_sevilha Bera: Gostaria de deixar alguma consideração final ou agradecimento final? Sevilha:Primeiramente agradeço a Deus. Agradeço a oportunidade da entrevista da Revista Bera.Agradeço ao meu patrocinador @bioleve.oficial. Agradeço a todos que de alguma forma participaram ou contribuíram para a minha história no Skate. Agradeço a minha família por sempre ter me apoiado e vivido junto tudo o que o Skate me proporcionou. .

Agradecimento especial para o Edson kitano ( kamu) Fotógrafo

360 flip

Foto: Wendell

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fs grind .. fotógrafo; Atila

Foto: Edson kitano ( kamu)


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o n n o N nu 48


Nome: Manuela Pereira de Nonno Idade: 10 anos Tempo de Skate: 4 anos. Local: Niterói - RJ Bera: Com quantos anos você começou a andar de skate? Como você aprendeu a andar de skate? Manu: Quando eu era bem pequena, com uns três pra quatro anos, meu pai me deu um skatinho de plástico, de brinquedo, um rosinha. Eu ficava brincando com ele o dia todo, sem ficar em pé ainda, e colocando as bonecas e meus ursinhos em cima dele. A gente morava em Itaipu, aqui na Região Oceânica de Niterói, bem perto de um local onde se ensina a andar de skate, a Wave Rock, mas quando meu pai foi lá perguntar se eu poderia fazer aulas, eles disseram que era só a partir dos cinco anos de idade, foi quando comecei. Fui aprendendo lá, com os instrutores de lá e nas praças aqui do bairro, com meus pais me levando cada vez mais.

Bera: Como foi sua evolução no inicio? Como você mantém o foco para não parar de evoluir no skate atualmente? Manu: Acho que foi com o pessoal da Wave Rock, o Igor Carvalho, o Igor Machado, o Serginho, o Cofrinho, o Pedro Simões. Aí eu fui gostando cada vez mais. Comecei a assistir vídeos e meu pai começou a me levar nos lugares onde a galera andava de skate, cada um do seu jeito. Aí acho que fui prestando atenção na galera fui andando da forma que eu gosto. Às vezes, quando a gente bs flip .. fotógrafo; Eduardo Braz. não consegue acertar as manobras que a gente quer acaba dando uma desanimada, mas aí vou indo pra lugares diferentes e tentando aprender coisas novas.


Bera: Quais são seus skatistas favoritos? Você se espelha em algum (a) skatista, qual? Manu: Tem muitos skatistas que eu me inspiro, eu comecei a andar de skate vendo o Serginho Souza e Cofrinho andando. A Bia e Anairam acho que foram minhas primeiras inspirações, junto com as outras meninas mais velhas que já andavam na Wave Rock, a Vivi, a Luisa e a Gi. Depois fui conhecendo e vendo rolé de outras meninas, que me inspiram até hoje, sempre, como a Gabi Rinja, a Vitória Mendonça, a Atali, a Bortolo, a Giovana Dias, a Carol Neotti, a Ariadne, a Lorens, a Rebeca, a Karol Lima, a Karolzinha, a Camila Borges, os coletivos de skate feminino e outras. A Bel e a Thayná me incentivam e me inspiram muito também por tudo que elas fazem pelo skate. Lá de fora tem a Candy Jacobs, a Nora, a Didal, eu vejo muito elas. Tem muita gente que me inspira e nem falei todo mundo. O Rodrigo TX falou de mim num vídeo que fez pra Cemporcento. Já me inspirava, agora sou fã demais dele.

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Bera: Como é o cenário do skate feminino na sua cidade? Manu: Tem cada vez mais meninas andando de skate, mas acho que ainda podia ter mais coisas pro skate feminino, mais eventos, uns campeonatos mais do feminino mesmo. Agora mesmo em Teresópolis vai ter um campeonato que o feminino vai ser só open, acho isso errado. O masculino vai ter todas as categorias. Não acho isso justo. Teve um campeonato agora aqui no Rio há pouco tempo que o cartaz era de uma menina andando, mas nem fizeram o feminino. O Britney’s Crew que é o coletivo de skate feminino faz eventos pra gente, mas agora não tá acontecendo por causa da pandemia. Gosto dos eventos que tem best trick feminino, que todas as meninas podem participar pra se divertir. Mas tem muita menina andando de skate nos lugares onde ando mais, que é na Praça XV, na Pista da Marina ... Na Wave Rock que é uma escola de skate acho que tem mais menina do que menino hoje em dia.

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bs blunt slide fs out .. fotógrafo Atila Vilanova. 52


Bera: Quem são as skatistas que você costuma andar junto? Manu: Amo a Bia Sodré e estou sempre andando com ela. Eu ando muito com as minhas amigas Liz Marina, Dani Alevatto, Duda Oliveira, Carol Neotti, Marcelinha Reis, Isa Vitória. Também com o Samuca, Serginho, Igor Carvalho, Marbal, Gian, com a galera que vai lá na XV, o Fernando Menezes, o Alexandre Santos. Todos que falei me ajudam muito a evoluir. Quero ir pra São Paulo, pra Minas, pro sul, pro nordeste logo pra andar com as meninas de lá também. Gabi Rinja, quero ir praí logoooo !!! Bera: Você tem algum patrocínio ou apoio? Manu: Não tenho patrocínio. Queria ter pra poder viajar andando de skate, conhecendo as cidades e outras meninas skatistas. Hoje tenho o apoio muito importante de uma grande skateshop, que também é marca de skate. Eles me ajudam com material. Uma marca que eu gosto muito também está me apoiando, enviando tênis. Fico feliz com esses apoios e sou muito agradecida a eles.

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Bera: Como você faz para divulgar seus rolês, quais plataformas você utiliza? Manu: O Instagram é que mais uso. Meu pai posta as fotos, os vídeos e alguns stories. Eu que respondo todo mundo, mas ele vê direto lá, tá sempre vendo meu Instagram. Por lá que compartilho pra divulgar as coisas de quem está me apoiando ou de parcerias que também tem acontecido. Acho que temos que agradecer e tentar retribuir. Bera: Você prefere andar na rua ou em pistas? Por quê? Manu: Rua. Porque na rua é mais sem horário, cada um anda do seu jeito, acho que faço mais amizades na rua e na praça, mas também gosto de andar em pista e skatepark. Onde eu mais gosto mesmo hoje em dia é a Praça XV, lá é muito maneiro. Bera: Quais são seus planos no skate para o futuro? Manu: A coisa que eu mais quero no skate e poder viajar o mundo todo andando, conhecendo novos lugares, conhecendo novas pessoas e outras culturas. Acho que o skate pode fazer eu realizar este sonho.

Fs 50-50 .. fotógrafo Atila Vilanova. 54


Bera: Como você consegue conciliar o skate com os estudos? Para você qual é a importância da formação escolar na vida dos skatistas? Manu: Acho que todo mundo tem que estudar, sendo skatista ou não. Ninguém deveria parar de estudar. Dá pra estudar e andar de skate de boa. Só quando tem alguns eventos nos dias de aula é que fica difícil de ir, mas estudando tem como dar rolé quase todo dia de boa. Bera: Pra terminar você gostaria de deixar alguma mensagem para as meninas que estão começando andar de skate agora? Manu: Sim, andem se tiverem vontade, não só porque o skate tá em alta. Também não desistam porque skate é difícil mas vocês vão conseguir se divertir muito, se gostarem de verdade. O skate não é só competição, ele é pra gente se divertir e fazer amizades.

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Tatoo & Body Piercing Demetrius Fugikawa RaissaFugikawa Tatuador

Body Piercer

R. Sete de Setembro, 514 - Centro , Piraju - SP

(14) 99806-4570


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