Revista Digital Independente A Revista Digital Independente Bera traz para essa edição uma entrevistas especiais com os skatistas Julio Gotinha, Roberto Maçaneiro Presidente da FSP, Ana Beatriz do DHS, Derick do projeto “Educa Skate” no click o fotógrafo “ Allison Carvalho e muito outras coisitas mais, então boa leitura.
Colaborador(a): Thiago de Souza “Lazanha”
“As opiniões dos artigos assinados nem sempre representam as da revista”
EXPEDIENTE Diretor Geral : Rafael Schmidt Garofalo revistabera@outlook.com
(14) 99675-4714
Redator(a) Luiz Felipe da Silva Souza: Natalia Latansio de Oliveira redacaorevistabera@outlook.com
@RevistaBera RevistaBera
Sumário
03 - Naquele Momento 097- No Click do Moment “Allison” 19- Entrevista com Beatriz Bertoni 29- Entrevista com Roberto Maçaneiro 39- Capa - Julio “Gotinha” 59 - Associação Cajazeiras 61 - De olho nas Pistas 63- Parque Oriental Ribeirão Pires/SP
“ Naquele Momento " Pelas Ruas
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“ Naquele Momento " Pelas Ruas
Murilo dos Santos, tenho 23 anos, Natural de, Goiânia Goiás Centro do Brasil, Ando de skate a 14 anos Patrocino da Ambiente skate Shop, e Improve skate. Manobra f/s nose slide Foto: @Schmidtsktpiraju 04
“ Naquele Momento " Pelas Ruas
Fs tail grind
Nome: Bru Tenho 2 12 como sou de P
Vale do Anhangabaú-Sp
“ Naquele Momento " Pelas Ruas
uno Herlig 21 anos skatista. Piraju sp.
Fs tail grind
Fotos: @schmidtsktpiraju
Ollie Indy
t n e om
m o d k c i l No C com
lho de Carva n o s i l l Nome: A ho) decarval n o s i l l a (@ 4 Idade: 4 nos te: 34 a a k S e d Tempo s: URGH! o i n í c o r tal Pat o - Capi l u a P o ã Local: S
Bera: Qual far skate? O
sua principal inspiração que você procura eternizar
para fotogracom suas fotos?
Allison: Eu andei de skate nos anos 80... Nunca fui um competidor, nunca fui um rei das manobras. Eu era um skatista for fun... O ambiente do skate e tudo que envolve o carrinho sempre foi o que mais me motivou. E a fotografia foi o meio que encontrei de fazer parte dessa cultura. Por isso, eternizar cada manobra, seja de um iniciante ou de um skatista mundialmente conhecido, pra mim tem o mesmo valor. Aquela fração de segundo clicado é a história contada através da imagem. Quando faço uma foto, procuro valorizar todo esforço que o skatista teve para acertar aquela manobra. Isso se chama respeito! E só é possível por amor ao skate.
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Bera: Como a fotografia se conecta com o skate e com as filmagens? Você considera uma bela foto de uma manobra não acertada como sendo uma foto valida ou somente as fotos de manobras voltadas são consideradas válidas por você? Allison: Sim a fotografia conversa muito bem com a filmagem... Filmagem nada mais é do que uma coleção de fotos (frames). Hoje, com a tecnologia avançada, com as mídias digitais e com a independência que o skatista tem de publicar seus próprios rolês, a foto e o vídeo só veem agregar. São ferramentas disponíveis e que atendem muito bem o skatista. Isso lhe dá a opção de escolha do registro de seu rolê. Eu tenho uma opinião formada em relação a volta da manobra... Pra mim, o skatista tem que acertar a trick naquele lugar, pra valer a foto. Mas não necessariamente a foto usada é a da trick que ele voltou. Vou explicar: Quando faço uma sessão fotográfica, a manobra é repetida várias vezes e nesse meio acontecem as que ele não volta, porém o moment dessa que ele errou é mais plástico/bonito do que a da que ele acertou. Então, eu não vou deixar de usar essa foto que ele errou, sabendo que ele acerta a manobra naquele pico. Enquanto fotógrafo eu prezo pela arte. Mas também pela ética e bom senso. Resumindo: A manobra precisa :serAlex voltada pra valiSkatista Damasia dar aManobra: fotografia. Slide Agora qual foto será usada, isso vaiPenedo-RJ do olhar do fotógrafo. Local: Foto ; Avelino
Bera: Qual modalidade de skate é mais difícil de fotografar e por quê? E qual é a modalidade que você mais gosta de fotografar? Allison: Pra mim, sem dúvidas fotografar freestyle é muito difícil. Além das tricks serem muito rápidas, elas meio que emendam uma na outra. Por isso é muito importante que haja um envolvimento entre fotógrafo e skatista. A troca de ideias contribui para que a foto saia do agrado dos dois. O vertical (seja Half ou Park) é o que mais tenho prazer em fotografar. As manobras aéreas, extensas, com amplitude, me deixam alucinado. Hoje o vertical é meu carro chefe!
Luciano kid - Invert - Quebra Mar - Santos -SP
Bera: Como é a profissão de fotografo? Existe um mercado de fotografia de skate, como ele é? O fotografo de skate é bem remunerado? Allison: Ser fotógrafo exige muito estudo... Claro que a base técnica permanece (luz, abertura e velocidade), mas a cada dia vemos novos equipamentos chegando... Equipamentos que facilitam nosso trabalho e que precisam ser incorporados também ao skate. Infelizmente o Brasil ainda patina na fotografia do carrinho. Marcas e instituições ainda não perceberam (ou fazem que não percebem) a importância da foto de um skatista. Olha a Rayssa Leal por exemplo, uma foto dela segurando o skate e uma medalha olímpica estampada em todas as mídias, aqueceu o mercado do skate. As vendas aumentaram. O mercado se movimentou e isso é fato. Então tanto a fotografia como o vídeo precisam ser respeitados como partes importantes e diretas do skate. Somos mais de 8.5 milhões de praticantes no Brasil, será que não existe espaço para fotografia? Com relação a remuneração, viver de fotografia de skate é para poucos. Dá pra contar nos dedos as marcas que possuem seus próprios fotógrafos. Então não digo quePedro o fotografo skate seja- mal Prosdossimide - b_s krooked Centroremunerado, de Santos SP digo que ele é mal valorizado. O dinheiro existe, só precisa chegar também a nós! Importante destacar que existem marcas brasileiras que até hoje investem na fotografia de skate como é o caso da URGH, da Anarquia, da Rattrap.
Bera: Como é um equipamento ideal para se fotografar skate? Quanto tempo demora a se ter um retorno positivo do investimento na carreira de fotografo de skate? Allison: Equipamento é relativo… Já ví fotos maravilhosas feitas com celular. Penso que mais importante do que ter uma super câmera ou um belo conjunto de lentes é a sensibilidade de quem está operando o equipamento. Claro que conforme vamos nos aprofundando na arte de fotografar, alguns equipamentos tornam-se limitadores no desempenho do trabalho. Hoje eu tenho equipamentos específicos para cada tipo de trabalho… Mas pra toda sessão eu sempre levo um kit básico formado por um flash, uma lente zoom e uma fish eye… Eu nunca sei o que encontrarei pela frente. Para trabalhos mais elaborados, como campanhas de mídias, ai precisamos de tralhas mais apropriadas. Antes de pensar em ganhar dinheiro com fotografia de skate, o fotógrafo precisa aprender como funciona o mercado do carrinho. Precisa saber precificar seu trabalho e apresentar um portfolio que atraia o interesse das marcas. Então o começo é duro, muitas vezes fazemos trabalhos de graça. Mas depois dessa fase (o tempo varia de pessoa pra pessoa) a grana vem e aí fica mais fácil administrar. Hoje tem trabalhos que nem pego mais… Que não me interessam. Mas estou no mercado ha 15 anos e roí o osso pra chegar onde estou.
Cadu Azeevedo - Varial Flip - Volta Redonda-RJ
Bera: Como você comercializa suas fotos? Existe interesse de contratação, em carteira de trabalho, de fotógrafos pelas marcas de skate? Allison: Hoje eu sou fotógrafo oficial da URGH! e faço trabalhos extras para algumas marcas que me identifico. Além disso, tenho uma empresa de foto e video que atende instituições não ligadas ao skate. O meu ganho vem de várias portas. E como respondi acima, vejo pouco interesse das marcas terem seus próprios fotógrafos. Na gringa isso já acontece com mais naturalidade. Vamos ver o que o futuro nos reserva agora com skate nas Olimpíadas. Bera: Qual a dica que você pode dar para quem esta querendo começar a fotografar skate? Allison: Fotografe muito... De dia, de tarde e de noite! Teste ângulos diferentes, saia do lugar comum. A fotografia de skate tem que te deixar cansado. Conheça seu equipamento... isso te dará condições de assumir esse ou aquele job. O networking é muito importante. Ter um bom relacionamento na cena, te abrirá portas. Aproxime do skatista, crie um link com ele, entenda, respeite e admire seu esforço. Consuma fo-
tos de seus parceiros e troque ideias com seus pares (respeite a história dos fotógrafos que vieram antes de você). A consequência desses esforços, será momentos pra se guardar pra vida toda e uma ponte para seu sucesso! Bera: Para concluir você gostaria de fazer alguma consideração final ou agradecimentos? Allison: Primeiramente agradeço a Deus pelo dom do click. A minha esposa Gisele e o meu filho Igor pelo apoio constante e por entenderem minhas ausências durante as viagens a trabalho. Ao time da URGH! pelo suporte e amizade e as demais marcas que acreditam no meu trabalho durante todos esses anos. Obrigado Revista Bera pelo espaço e por valorizar essa nossa profissão. Assim como a essência do skate é a diversão, a fotografia de skate também deve ser divertida. Skate sempre!
Nome: Ana Beatriz Bertoni Ouriques de Carvalho Idade: 34 anos Tempo de Skate: 11 anos Modalidade: Longboard Donwhill Slide Categoria: Feminino / Master Local: Museu do Ipiranga
Bera: Nos trou na sua
conte vida e o
como que o
o Skate
skateboard significa pra
envocê?
Thiz: Comecei a andar de skate com 23 anos, estava começando a descobrir o mundo nesta época. Conheci o skate através de uma amiga. No momento em que desci a ladeira pela primeira vez já não devolvi mais o skate. Levei pra casa e em pouco tempo comprei minha própria nave. Hoje o skate significa pra mim o resgate da liberdade e o espirito daquela menina de 23 anos. Toda vez que subo no skate essa garota vem me visitar com vigor. 19 Jefferson Fortunato - Frontside Shovit - Volta Redonda RJ
Bera: Como você consegue conciliar sua rotina diária com o skate, mesmo sendo mãe, esposa, professora de patins e skate, atleta profissional, runner, entre outras atividades que você realiza. Thiz: O esporte sempre esteve presente na minha vida. Hoje tenho a grata oportunidade de trabalhar com ele também. Procuro passar para meus alunos o ensinamento de ter uma vida esportiva, a cultura do esporte, independente de qual atividade eles vão escolher. Tento encaixar o skate e a corrida pelo menos 2x na semana. Este é o ideal. É um desafio de agenda e logística mas vale a pena. O fato de ser casada com o Thiago que é também praticante de esporte me ajuda muito, ele entende e me da todo suporte quando preciso. Quanto ao profissionalismo acredito que este ano tenho grandes chances de subir para a categoria. 20 Pedro de Capra - Bs Disater - Volta Redonda-RJ
Bera: Voce acredita que o skate pode ser usado como ferramenta para o desenvolvimento de habilidades motoras e/ou psicológicas? Quais benefícios você obtém praticando skate? Thiz: Com certeza! Mente sã, corpo são. Além dos benefícios fisiológicos da atividade física sinto que esvazio minha mente quando ando de skate. Não existe tempo, não existe preocupação, somente eu e meu skate. Me sinto mais preparada para enfrentar os desafios do dia a dia depois da sessão.
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Bera: O que os campeonatos de skate representam pra você? Quais suas maiores conquistas como skaitista? Voce tem planos como atleta para o pós pandemia? Existe algum campeonato em especial que você esta pensando em correr? Thiz: Campeonato...a parte que mais gosto! O campeonato pra mim é uma mistura de sentimentos. Quanto menos você pensa nele, mais chances você tem de se destacar. É um exercício muito mais mental do que físico. É preciso ter coragem para colocar o seu nome na lista. Nem sempre quem tem a melhor performance no dia a dia é o campeão. É também um jogo de estratégia. É importante conhecer as regras e utiliza-las a seu favor. Esses macetes fui aprendendo com o tempo. Acredito que a experiência me deixou mais afiada nestes dias de competição, aprendendo a conhecer os sinais do meu corpo nestes dias de campeonato que o corpo é tomado por uma enxurrada de emoções. Em questão ao circuito, hoje o formato é outro. Temos apenas as classificatórias e o campeonato Brasileiro. Temos que aguardar a chamada “normalidade” para que os promotores de eventos se animem. Teria enorme satisfação em correr o campeonato OVERMEETING em Brasilia novamente. As edições que participei foram épicas. Minhas maiores conquistas foram o campeonato AFUEGO no Chille onde conquistei o titulo de campeã Sul americana em 2013 e também o BELLONG em Bragança – PA onde conquistei o primeiro lugar 8 meses depois de ter meu primeiro filho. A MAMAE VOLTOU! 22
Bera: Como você ve o skate olímpico? Você concorda com as modalidades escolhidas, street stule e park, são as modalidades que representam melhor o espirito olímpico ou você tem outro ponto de vista sobre isso? Thiz: O sk8 como todo foi beneficiado com as olimpíadas. Acredito que as modalidades escolhidas sejam adequado as. Outa modalidade que deve ser cotada para as próximas olimpiadas é o Slalom e o Speed. Modalidades muito técnicas que independem de julgamento. Bera: Como faz para ter aulas de skate com você? Tem algum curso, aula que pode ser feito pela internet?
📷 @sidpicsfotografo
Thiz: As aulas são presenciais, particulares ou em grupo. No meu instagran você pode encontrar meu contato para agendar sua aula. @thizbertoni
Back side full
Bera: Qual dica você da para quem quer começar a andar de skate e se sente insegura com a própria idade ou habilidades? Thiz: procure um professor para que você aprenda as técnicas e para que ele possa te indicar os equipamentos necessários para praticar o esporte com segurança. O bom professor vai te dar independência para que você pratique sozinha. Depois disso só vai depender de você! Ter um amigo para acompanhar a sessão é bem bacana também! Bera: Muito obrigada Thiz Bertoni. Para encerrar gostaria de deixar algum comentário, agradecimento ou consideração final? Thiz: Agradeço a vida por ser tão boa em minha caminhada e fazer do esporte minha transformação pessoal. Obrigada também a FOMO VERTICAL por enxergar meu potencial desde meu primeiro drop! O Skate liberta e o esporte é vida!
Pedro Henrique Ribeiro - roll in -
- Volta Redonda-RJ Foto: Avelino
o t r e Rob o r i e n a ç a M
Bera: Se apresente presidente ao nosso leitores: Sou o Roberto Maçaneiro tenho 42 anos de idade, skatista á 35 anos, pais de duas lindas filhas, louco pela minha família, nascido em São Paulo capital, apaixonado por esportes principalmente os Boards Esportes em especial o Skateboard, Professor de Educação Física com especialização em treinamento esportivo com esportes de prancha e também tem MBA em Gestão e Marketing de Entidade Esportivas. Maçaneiro já foi duas vezes Vice-Campeão Brasileiro de Skate Bowl na categoria Master, trez vezes vice-campeao paulista de skate banks master e atualmente é o Vice-Campeão Brasileiro e Paulista de Skate Slalom Grandmaster 2020. Atualmente Presidente da Federação Paulista de Skate a mais de uma década, 29
desde 2010, está em seu terceiro e último mandato, também atuou como Diretor Técnico da modalidade Skate na Confederação Brasileira de Esportes Radicais antes de ser Presidente da Federação Paulista e atuou nos últimos 3 anos como Diretor de Arbitragem da Confederação Brasileira de Skate. Maçaneiro ainda atua como professor de Educação Física em ambiente escolar a 20 anos coordenando o departamento de esportes de instituições de ensino renomadas em São Paulo
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Bera: çou no
Como meio do
tudo comeskate para você?
Maçaneiro: Nasci em São Paulo, morador da zona sul. Próximo a minha casa tinha um clube desportivo municipal, daqueles públicos, então cresci fazendo todo tipo de atividade nesse lugar, para chegar nesse lugar o caminho feito de ruas com algumas ladeiras perfeitas. Meu irmão mais velho, já estava na adolescência tinha alguns amigos que naquela época, meados da década de 80, já tinham skates e patins e desciam essas ladeiras, certa vez um dos amigos do meu irmão deixou o skate com ele por uma semana, foi então que tive o primeiro contato pegando emprestado o skate emprestado do amigo do meu irmão para ir nas ladeiras próximos de casa. Daí em diante foi juntar todos os presentes em um, ou seja, dia das crianças, aniversário e natal, e negociar um skate com os pais. O skate passou de imediato a ser meu meio de transporte e meu determinante cultural e socia, já que todo lugar que ía, ía de skate. O skate passou a ser aquele companheiro que se juntou a mais companheiros desenvolvendo minhas relações sociais, meus gostos, meu universo, passou a me acompanhar para a escola no inicio da adolescência, fase essa marcada por muitas mudanças de casa onde o skate sempre me ajudava a logo fazer novas amizades nos bairros que chegava. Conforme a fase adulta foi chegando as responsabilidades em ter que trabalhar já aos 15 anos e estudar o ensino médio noturno dificultaram na fase mais importante da formação esportiva para o processo de profissionalização, mas a paixão por esporte forjada na base da infân31
cia e o skate como determinante cultural moldaram um projeto de vida voltado a ser um profissional do esporte especializado em skate com o propósito de fazer do skate uma ferramenta de desenvolvimento físico, social, cognitivo e cultural. O trabalho possibilitou investir em estudos e formação acadêmica e o skate nesses período foi tema de estudos, recreação, fuga, razão e paixão pois as dificuldades em se andar e ter um skate eram grandes nessa época de faculdade. A partir desse ponto o skate passou a tomar a direção de um projeto profissional de forma intencional, sendo 20 anos desenvolvendo projetos, circuitos, campeonatos, cursos, congressos, inserindo o skate e projetos em diferentes universos como o escolar, clubes, condomínios, associações até chegar nas federações e confederações, abrindo novos campos de trabalho com e para o skate. Tudo isso construíram caminhos que formaram uma trajetória de muito trabalho, engajamento, pioneirismo, dedicação e estudo para ter a honra de se tornar Presidente a mais tempo da Federação Paulista de Skate reconstruindo a entidade que não tinha absolutamente nada, apenas dívidas e documentos vencidos e fazer dela a maior entidade Federativa do país, na modalidade, sendo modelo de gestão para todo o Brasil. A Federação Paulista hj é a única que possue entre as entidade estaduais de skate a maior certificação, o 18ª federal, além das certidões estaduais e da capital paulista. O skate competitivo retornou a vida após os 30 anos, trazendo alguns títulos Paulistas e Brasileiros nas categorias Old Scholl. 32
Bera: Beto vc tem uma grande bagagem em órgãos e instituições de esportes e de skate, nos conte como isso começou para vc e como foi sua jornada ate chegar até a Presidencia da Federação Paulista de Skate: Maçaneiro: Dentro de todo o contexto que contei nas duas questões anteriores, foi na universidade de Educação Física que através de um trabalho na disciplina de gestão esportiva eu entreguei um projeto de skate que depois se tornou meu TCC e passou a ser implementado na prática até hj. A maioria dos alunos escreviam sobre os esportes olímpicos, lembrando que o skate nessa época não éra, ou sobre o futebol. Então aquele trabalho chamou a atenção dos professores que passaram a exigir mais para a entrega final. O projeto foi um sucesso e a partir daí meus professores indicavam estágios em escolas de esporte em clubes e colégio. Em todas as escolas de esportes que eu estagiava em dava um jeito de incluir o skate além das modalidades tradicionais. No meio da faculdade consegui uma vaga em um importante clube em São Paulo chamado Clube Paineiras do Morumbi para ser auxiliar de esporte na preparação física dos atletas do clube, ajuda o treinador, já que nessa época ainda não estava formado. No clube Paineiras tinha um mini half ao qual eu apresentei um projeto piloto com vivências para o clube que gostou da ideia e passamos a fazer aos finais de semana. Passado alguns meses outro clube que havia inaugurado uma pista de skate soube do meu trabalho e me contratou como Professor de Skate logo que me formei, esse Clube foi 33
a Associação Atlética Banco do Brasil – AABB, onde permaneci como professor e treinador de skate durante 10 anos. Os primeiros eventos foram dentro desse clube para fomentar a galera associada, escolinha, equipe de treinamento que competia nos principais eventos amadores da época, entre 2000 e 2010. Logo após entrar na AABB também fui convidado a ministrar aulas de Educação Física em um grande Colégio em São Paulo chamado Colégio Pentágono, do qual estou até hoje, 20 anos depois, já no Colégio comecei a usar o skate dentro das aulas de Educação Física transitando o skate no universo escolar e pedagógico, tornando ele parte do processo de escolarização dos alunos, além de claro incluir na escola de esportes como opção de modalidade para aqueles que queria se especializar. Esses trabalhos foram crescendo e logo estava com turmas em outras escolas, condomínios e clubes. O skate estava acontecendo dentro do propósito planejado. Todos esses trabalhos formaram uma bagagem dentro de um novo universo para o skate permitindo que o projeto fosse tocar dentro daqueles clubes escolas municipais do qual eu cresci, ou seja, a prefeitura de São Paulo através de uma associação na época que tinha ligação com a Federação Paulista de Skate solicitou que fosse implementado projeto de escola de skate em 10 unidades em periferias de clubes escolas como eram chamados na cidade, e como o modelo que estava realizando em outros universos parecidos mas particulares estava dando certo, fui procurado e convidado a fazer a supervisão desse projeto, que no período de verão se tornava itinerante e atendia cerca de 30 unidades, durante 3 anos, for do verão, eram 10 unidades permanentes, inclusive uma naquele clube velho la da infância, que ironia boa do destino. Nesses períodos os trabalhos com escolas de skate tinham crescido e as ações para mante-las ativas tb, foi ai que começou a intensificar o trabalho não só com a parte formativa do skate mas a competitiva. Torneios inter-escolas e clubes pequenos começaram a ser realizados por conta própria, eventos em pistas publicas, céus, totalmente voluntário cada vez mais presentes, até que um dia em meio a tudo isso um entidade solicitou assessorar suas atividades com o skate desde clinicas, escolinhas a campeonatos, foi a Confederação Brasileira de Esportes Radicais, com uma entidade dando mais suporte os eventos cresceram e os projetos tb, trazendo relacionamento e legitimidade ao trabalho. Foi durante esse período e já tendo desenvolvido o skate em varias frentes, abrindo caminho em instituições esportivas e com propósito que fui convidado ao maior desafio até então de assumir a Presidência da Federação Paulista de Skate 10 anos após ter iniciado os primeiros trabalhos nos clubes enquanto éra estagiário e aprendiz e tirá-la do abismo e fazer dela uma instituição respeitada, formadora de indivíduos e esportistas, com credibilidade entre as famílias e os órgãos públicos e privados. Nesse período e após assumir a Federação sempre continuei e continuo investindo em estudos. 34
Bera:
Quais
são
suas
expectativas
após
Olímpiadas?
Maçaneiro: O Skate vai entrar em uma nova éra, com novas relações, ambientes e esportização mas sem perder suas características principais, sua cultura, sua essência. a atuação será dentro de cenários clubisticos, com formação de equipes e times de treinamento, circuitos desses clubes, novos profissionais para atuar nessa area vindos do skate, vai percorrer o cenário escolar e os centros de formação e de treinamento de cidades e estados. serão formador seleções de bases em estados e um novo mercado renascerá. cultura, arte, promoção de conhecimento, cursos formativos da cadeia produtiva, seja moda, industria e etc, área acadêmica, área de treinamento, de formação, todas elas serão ativadas.
Bera: Quais órgãos mais importantes no meio do esporte você passou ? Maçaneiro: No meio esportivo tenho a imensa honra em ter sido homena-
Flip geado por um dos principais órgãos reguladores da área de Educação Física
que é o Cref SP, Conselho Regional de Educação Física de São Paulo onde recebi a medalha de honra por contribuições sócio-educacionais-esportivas nas áreas públicas e privadas. Acredito que todos os locais que passei são importantes em suas áreas, mas posso destacar aqui, Associação Atlética Banco do Brasil que me deu suporte inicial e acreditou em um projeto novo com o skate lá nos anos 2.000, tambem o Colégio Pentágono onde convivo com muitos Professores de esportes e outras áreas que são altamente intelectuais e atuantes na área educacional, a Confederação Brasileira de Esportes Radicais, as Secretarias de Esportes do Estado de São Paulo e sem dúvida a Federação Paulista de Skate. Esses são órgãos que moldaram minha carreira e me ensinam muito a cada dia. Hoje temos relação direta com um dos órgãos mais importantes de fomento ao esporte que é o Sesi, grande instituição que enxerga o esporte e o skate de forma única.
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FS noseslide
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Bera: Qual foi seu melhor momento no meio do skate? Maçaneiro: Difícil escolher um momento, são tantos momentos significativos, desde os menores acontecimentos até os maiores, eles criam uma vivência única posso dizer assim, vivência essa que tenho o privilégio, honra e responsabilidade de compartilhar. Posso destacar muitas coisas que tornam momentos especiais que vão desde um simples role de skate com os amigos na madrugada, nas pistas, nas ladeiras, para dar risadas e descontrair até os grandes eventos e conquistas de coisas importantes para o esporte como aprovação de pistas, circuitos e etc. Mas certamente os melhores momentos são aqueles em que quando vou a uma pista de skate percebo que as pessoas ao meu redor se sentem bem e reconhecem com algum gesto o nosso trabalho, quando somos aceitos em qualquer pista de São Paulo tendo skatistas profissionais, amadores e familiares onde fazemos a sessão juntos. Quando pessoas vem me encontrar e dizer que ações que realizamos e que de alguma forma nossa organização desportiva ajudou a melhorar a vida deles ou possibilitou novos horizontes. Existem tb as grandes ações que marcam como quando conseguimos incluir no plano de gestão de São Paulo a aprovação da pista de skate do parque chá-
cara do jockey, do centro radical e da pista do parque dom Pedro. Cada evento tem tb seus momentos marcantes desde os menores nas periferias ate a realização do primeiro campeonato profissional a frente da Federação em 2018 em São Paulo o Stu na chácara do jockey, evento esse feito através de lei de incentivo aprovado por nossa entidade. Posso citar tb jogos regionais, ou quando entregamos os certificados de campeões e vice do estado. Todos esses momentos são marcantes e sabe porque ? Porque quando estamos lidando com os sonhos e anseios das pessoas e conseguimos atender suas expectativas isso se torna significante e faz daquele momento único. Acredito que o meu melhor momento ainda esta por vir. Certamente também participar da formação e planejamento da Seleção Brasileira e do Circuito Profissional de skate que está hj aí, ajudando a construir um sistema esportivo que conecta as categorias de base ao profissional abrindo possiblidades para a nova geração são marcantes tb, posso citar o exemplo do Pedro Quintas e Gabriel Agyular assim como outros que através do sistema de base da Federação tiveram seus méritos e destaques e tiveram acesso as finais brasileiras amadoras e com talento passaram a ter direito ao circuito profissional em 2018 e hj estão brigando por vaga olímpica. Estamos digamos chegando ainda ao meio do
percurso, ainda tem muito para fazer, dedicar e realizar nos próximos 20 30 anos. Sempre estarei contribuindo com o desenvolvimento do skate, seja em alguma entidade ou não como la no começo, a essência existe e quando sabemos de onde viemos, o que somo, e o que queremos essa essência não morre. Tenho muito orgulho de tudo que fizemos até aqui e de transpor todas as dificuldades, orgulho em saber que pudemos ajudar as pessoas, abrir novas frentes de atuação de mercado de trabalho para skatistas em instituições que o skate antes nem se quer éra lembrado, isso tudo devido a nossa atitude e postura com o carrinho. Orgulho de a mais de 10 anos garantir a realização do Circuito Paulista tornado ele o maior circuito do pais em participação, estrutura e qualidade técnica, atingindo mais de 800 competidores rankiados em 8 diferentes modalidades e cerca de 50 categorias desenvolvidas, ninguém faz isso no Brasil, talvez no mundo. O Circuito so cresceu nesses últimos anos e hj tem parceria com o Sesi, importante instituição do esporte.
FPS - FEITOS ASSEMBLEIAS CONGRESSOS TÉCNICOS E HOMENAGENS RECONHECIMENTO E HOMENAGENS A PERSONAGENS E PROJETOS SIGNIFICATIVOS DE SKATE PARA O ESTADO DE SO E PREMIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO PARA OS MELHORES DO ESTADO EM CADA CATEGORIA E MODALIDADE. MODERNIZAÇÃO ATUALIZAÇÃO DO ESTATUTO ASSESSORIA E ACOMPANHAMENTO NA EMISSÃO DE DOCUMENTOS E DECLARAÇÕES PARA PROCESSOS DE BOLA ATLETAS E BOLAS ESPORTIVAS MINICIPAIS DE ATLETAS DE BASE COM CERTIDÕES E DECLARAÇÕES BENFICIANDO DIVERSOS ATLETAS DESDE 2011 FORMAÇÃO DE NOVAS ASSOCIAÇÕES PROCESSO FEDERATIVO FPS TÉCNICO BASE GESTÃO DO CIRCUITO PAULISTA DE SKATE, TORNANDO ELE AUTO SUSTENTÁVEL AMPLIANDO CIRCUITO TENDO IDENTIDADE PRÓPRIA MAS TB DE FORMA HÍBRIDA COM PARTICIPAÇÃO DOS CIRCUITOS JÁ EXISTENTES, POR EXEMPLO, CIRC DO INTERIOR DO ESTADO, CIRCUITO CBER, PROPRIO PAULISTA ISSO PARA STREET BALIZADOS ATRAVES DA CRIAÇÃO DE CADERNO TÉCNICO. AMPLIAÇÃO DO CIRCUITO PARA OUTRAS MODALIDAES E INCLUSÃO DE MAIS CATEGORIAS INCLUSIVE FEMININO. O RECONHECIMENTO DE CAMPÓES EM TODAS AS MODALIDAES E CATEGORIAS DE BASE. ORGANIZAÇÃO DE RANKINGS E CIRCUITO ESTADUAL DE 8 MODALIDADES DE SKATE E CERCA DE 50 CATEGORIAS. FORNECER DADOS...PARTICIPANTES MAIS DE 700 EM 2019 – 2018 AUGE ORGANIZAÇÃO DAS IDADES DAS CATEGORIAS DE BASE COM EMBASSAMENTO TÉCNICO E CIENTÍFICO. REALIZAÇÃO DA COPA INTERCOLEGIAL DE SKATE 2010 REALIZAÇÃO DO CIRCUITO PAULISTANO DE SKATE OVERALL ATENDENDO DEMAIS MODALIDADES DOS SKATE COMO DOWN HILL E SUAS VERTENTES E FREESTYLE ALEM DAS MODALIDADES OLÍMPICAS. REALIZAÇÃO DE EVENTOS EM PARQUES ESTADUAIS E MUNICIPAIS, COMO PARQUE DO IBIRAPUERA, PARQUE CITTÁ DE MARÓSTICA, PARQUE ANA BRANDÃO, PARQUE DO IPIRANGA, PARQUE JACUI, PARQUE SOROROCA, PARQUE DAS ÁGUAS, PRAÇA ROOSEVELT, PRAÇA DO PALÁCIO DO GOVERNO ENTRE OUTROS FOMENTO AO SKATE FEMININO INCLUINDO A CATEGORIA EM TODAS OS EVENTOS E DANDO SUPORTE A ASSOCIAÇÕ FEMININA DE SKATE INCLUSÃO DO SKATE NOS JOGOS REGIONAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO DURANTE OS ANOS DE 2016 E 2017 PERCORRENDO TODO O INTERIOR E LITORAL. INCLUSÃO SKATE NA VIRADA ESPORTIVA DE SÃO PAULO DESDE 2014
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FPS FEITOS - RENDIMENTO PROJETOS DE LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE – XTREME SKATE SP PRO 2018 PARK E STREET, REALIZAÇÃO DE ETAPAS PROFISSIONAIS ORGANIZAÇÃO E REALIZAÇÃO DAS FINAIS BRASILEIRAS DE SKATE NO ESTADO DE SÃO PAULO DE 2017, 2018 E 2019 DE TODAS AS MODALIDADES E CATEGORIAS CRIAÇÃO DA DELEGAÇÃO PAULISTA DE SKATE PARA REPRESENTAR O ESTADOS NAS FINAIS BRASILEIRAS DE SKATE COM APOIO E SUBISIDIO PARA PARTICIPATIVA DOS ATLETAS DESDE 2016 NAS MODALIDADES OLÍMPICAS DAS CATEGORIAS DE BASE. REALIZAÇÃO DE PROJETO DE ALTO RENDIMENTO SKATE PERFORMANCE EM SÃO BERNARDO DO CAMPO DURANTE OS ANOS DE 2011 A 2013 FORMANDO EQUIPE DE COMPETIÇÃO ASSESSORANDO EM PLANEJAMENTO DE TREINAMENTOS E COMPETIÇÕES FORMAÇÃO DA SELEÇÃO PAULISTA DE SKATE CATEGORIAS DE BASE PARCERIA COM SISTEMA DE GESTÃO ESPORTIVA BETEERYOOO E SESI DIREÇÃO DE TODAS AS PROVAS DE SKATE DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ESPORTES RADICAIS DESDE 2006 ATÉ 2014 ATRAVÉS DOS CIRCUITOS REGIONAIS E JUMP FESTIVAL TODAS AS EDIÇÕES FPS FEITOS – EDUCACIONAL, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETOS EDUCACIONAIS COM SKATE A PARTIR DE 2002 INTRODUZINDO A MODALIDADE NO UNIVERSO ESCOLAR, COLEGIO PENTÁGONO, DOMUS SAPIENTI E ETC, NO UNIVERSO CLUBISTICO AABB E PAINEIRAS E PINHEIROS, CONDOMIINIOS E ACADEMIAS. SUPERVISÃO TÉCNICA E PEDAGÓGICA PROJETO CLUBE ESCOLA SÃO PAULO DURANTE OS ANOS DE 2007 Á 2009. PROJETO ATENDIA 10 UNIDADES DOS CLUBES DESPORTIVOS MUNICIPAIS DO MUNICIPIO DE SÃO PAULO EM AREAS DE MAIOR VULNERABILIDADE SOCIAL. ATUAÇÃO NA CAPACITAÇÃO DOS MONITORES, ACOMPANHAMENTO E SUPERVISÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. IMPLEMENTAÇÃO E GESTÃO DO PROJETO ESCOLA DE SKATE PARQUE DA JUVENTUDE EM SÃO PAULO CAPITAL ANOS DE 2008 Á 2010 IMPLEMENTAÇÃO ESCOLA DE SKATE PARQUE ANA BRANDÃO EM SANTO ANDRÉ EM PARCERIA COM ASSOCIAÇÃO DE SKATE DO ABC ATUAÇÃO EM CLINICAS, WORKSHOPS E ESCOLINHAS DE SKATE NAS UNIDADES SESC E POSTERIORMENTE SESI REALIZAÇÃO DE CIRCUITOS E CLINICAS DE SKATE NOS CENTRO EDUCACIONAIS UNIFICADOS (CEUS) E PARCERIAS SISTEMAS EDUCACIONAIS SESI – SESC – ESCOLAS GESTÃO DE CURSO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES E MONITORES DE SKATE. PALESTRAS E VIVÊNCIAS EM AMBIENTES UNIVERSITÁRIOS
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ELABORAÇÃO DO PRIMEIRO PROJETO OFICAL DE FORMAÇÃO PARA TREINADORES DE SKATE COB FPS FISCALIZAÇÃO E INFRA ATUAÇÃO E FISCALIZAÇÃO EM PISTAS E PROJETOS COMO ILHA BELA, SALTINHO, CAPITAL, PROJETOS DE INFRAESTRUTURA E PISTAS DE SKATE SENDO, PISTA DE SKATE DA CHÁCARA DO JOCKEY, CENTRO DE ESPORTES RADICAIS, PARQUE DOM PEDRO, PISTA DE SKATE DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA, PISTA DE SKATE DE BAURU, PISTA DE SKATE EM JUNDIAI. PROGRAMA SKATE PARA TODOS GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO COM IMPLEMENTAÇÃO DE 60 PISTAS EM 60 MINUCIPIOS DIFERENTES COM MENOS DE 100 MIL HABITANTES. PESQUISA SOBRE SITUAÇÃO DAS PISTAS NA PREFEITURA DE SÃO PAULO E PROPOSTA DE GESTÃO DOS ESPAÇOS PARCERIAS CULTURAIS E SOCIAIS DE FORMAÇÃO DAS CADEIAS PRODUTIVAS CULTURAIS COMO CURSO DE FOTOGRAFIA, RODAS DE CONVERSA, RODAS DE CONVERSA SKATE FEMININO, VIDEOFILAMGEM, ARTE MÚSICA E ETC. FPS ORGANIZACIONAL - DIFICULDADES SÃO MUITAS A COMEÇAR POR ENCONTRAR INDEPENDENCIA FÍSICA E ESTRUTURAL, FORMAR SITE, SISTEMA FEDERATIVO, DIALOGAR COM SECRETARIAS E SEUS PROCESSOS ALÉM DA ORGANIZAÇÃO DOCUMENTAL, QUITAÇÃO DE DÍVIDA COM RECEITA FEDERAL E PRESTAÇÕES DE CONTAS COM O ESTADO DESTRAVANDO CERTIDÕES. ATUALIZAÇÃO DOCUMENTAL MINICIPAL (CENTS), ESTADUAL (CRCE) E FEDERAL (DECLARAÇÃO) POSSIBILITANDO ACESSO A RECURSOS PARA DESENVOLVIMENTO DO ESPORTE E PROJETOS 50-50 Grab CERTAMENTE A CRIAÇÃO DE PLATAFORMAS DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER MISSÃO, VISÃO E OBJETIVOS SEDE PRÓPRIA, SECRETARIADO, MOBILIARIO, CONTATOS. GESTÃO DOCUMENTAL, PROCESSOS, PRESTAÇÕES DE CONTAS, TODAS AS CERTIDÕES ATUALIZADAS. CONTRATAÇÃO DE ESCRITORIO DE CONTABILIDADE E ASSESSORIA JURÍDICA ESTABELECER PROCESSOS ADMINISTRATIVOS E A COORDENAÇÃO DESSES
Bera :AGRADECIMENTOS: Maçaneiro: São muitas pessoas que preciso agradecer e não gostaria de deixar nenhum nome de fora, são tantos amigos, colaboradores, skatistas profissionais, pais e familiares que vem de alguma forma fazendo parte de todo esse desenvolvimento na última década. Agradeço a minha família por entender a minha ausência em muitos finais de semana e comemorações e mesmo assim sempre me apoiaram.
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fs ollie .. fotógrafo; Rogério Martins.
huricane .. fotógrafo; Atila Vilanova.
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a p Ca
360 flip
Foto: Wendell
fs melon .. fotógrafo; Rogério Martins.
fs grind .. fotógrafo; Atila Vilanova.
Nome:Julio Candido Rodrigues (Gotinha) Idade: 33 anos Tempo de Skate: 23 anos Patrocínios: Rua1 , Classic , Nachosysombrero , Ordemvideo 220v energético, landfeet , Boss company Cidade: Itú/ SP 47
Bera: Com quantos anos você começou a andar de skate e quem eram seus amigos de sessão no início, vocês ainda fazem sessions de skate com a mesma vibe? Gotinha: com 10 anos conheci o skate com meus amigos aqui na rua de casa , eles atualmente . Não andam mais de skate . Bera: Como é a sua rotina como skatista profissional, quais são os principais compromissos que você tem como pró? Gotinha: ando de skate todos os dias , filmando para alguns projetos que logo mais vocês vai estar nas plataformas digitais essa é rotina .
bs flip .. fotógrafo; Eduardo Braz. 48
Bera: Você gosta mais de andar na rua ou em pista e qual a sua manobra favorita? Existe alguma manobra que você tem vontade de acertar, mas ainda não conseguiu voltar? Gotinha:meu projetos são na rua , mais como eu falei na pergunta anterior sempre estou na Z.L manobrando com meus amigos . Não tenho essa brisa de querer manobra ela sempre vem . Kkk Bera: Como é a cena do skateboard na sua cidade e como você está engajado nela? Gotinha: eu atualmente q tomo conta de tudo sobre o skate , secretaria do esporte e secretaria da cultura obrigado desde já ! A cena cada dia cresce mais estamos com 4 pista na cidade
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Ollie - foto Leandro
Bera: Conte-nos um pouco da sua vivência como professor de skate, como você enxerga a prática do skate no desenvolvimento pessoal? Gotinha: eu estou nessa área há 2 anos eu vejo como uma evolução , respeito , alegria e muito amor pelo skate !
Bera: Como é a tua relação com seus patrocinadores? Você tem algum apóio ou patrocínio fora do mercado de skate, como bolsa atleta, por exemplo? Gotinha: 23 anos da minha vida sempre ouvi falar sobre esse bolsa atleta , nunca tive uma ajuda dessa . Meus patrocinadores são os melhores relação de amizade msm obrigado a todos ! Bera: Como você enxerga a cena do skate street profissional nobs Brasil? acredita o blunt slide Você fs out .. fotógrafo Atilaque Vilanova.
Circuito Brasileiro dá condições de realmente viver como atleta do skate?
Gotinha: sem rios , isso não
Gotinha: depende ta , falando de mim cena de eventos fui amador … mais está na cena pra eu acho que da
Bera: Considerando a exposição do skate nas Olimpíadas você acredita que o mercado irá melhorar a ponto das nossas peças terem a mesma qualidade das peças americanas?
do atlenão sou da quando era pra quem eventos sim resultado .
Bera: O que você acha de marcas que não vendem skate como a Oi, serem responsáveis por patrocinar campeonatos profissionais no Brasil?
comentáé skate !
Gotinha: pode sim , aí depende dessas pessoas que toma conta dessa cena que eu sempre achei podre . Bera: Além de shapes você tem algum outro produto pro model? Como você escolhe as artes que estampam seus produtos? Gotinha: logo menos está saindo , Boss company . Modelo de rodas Bera: Muito obrigado pela entrevista. Para concluir gostaria de fazer algum agradecimento, ou alguma consideração final para nossos leitores? Gotinha: agradecer primeiramente a Deus e os meus patrocinadores que sempre acredito no meu trabalho e toda minha família … minha mulher que sempre está ao meu lado pra tudo e aos meus amigos que anda de skate comigo ! SKATE BOARD MANOOOOOOO
Bs crooked - Foto Leandro
Nome: Derick Bruno Idade: 25 anos Tempo de Skate: 17 anos Modalidade: Street Categoria: Amador Patrocínios: Hoockah Thug, Aos Skateboarding, Educa Skate Local: Goiânia-GO
Bera: Derick como você começou a andar de skate, quais foram suas referencias na época? Derick: Comecei com o skate tubarão do meu irmão, foi amor a primeira vista, quando comecei a ir pra rua com skate, conheci uns caras que rasgavam o asfalto a milhão de skate, eles foram minhas referências e inspiração, que com ao decorrer dos anos, foram se tornando amigos. Bera: Quando e como surgiu o Projeto Educa Skate na sua vida? Quantos alunos vocês já atenderam desde o início do Projeto? Derick: O projeto surgiu em 2017, tive a primeira experiência em ensinar e curti pra caramba, e até hoje não larguei o osso. O nome Educa Skate surgiu depois que eu comecei a transformar a vida da galera graças ao skateboard. Porque realmente o skate proporciona, transforma, ensina e “educa”. Já atendi milhares de pessoas, em sua maioria crianças, difícil dizer ao certo, mas tenho certeza que foram milhares.
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Bera: Como funciona o Projeto Educa Skate? Onde são desenvolvidas as atividades do Projeto Educa Skate? Derick: Somos uma escolinha de skate Socioeducativa focando não apenas em manobras, mas sim na transformação pessoal de cada aluno em cima do skate. Ministramos aulas em Pistas publicas, particulares, condomínios, clubes, praças, escolas e onde o skate puder andar. Bera: Atualmente quantos instrutores de skate fazem parte do Projeto? Todos os instrutores são profissionais capacitados pela Federação Paulista de Skate ? Derick: Somos três instrutores, apenas um é capacitado pela federação paulista, mas o restante é capacitado pela Associação Overall de Skateboard. Fs 50-50 .. fotógrafo Atila Vilanova. 54
Bera: Qual a importância da capacitação profissional para ser um instrutor de skate, em sua opinião? Derick: É muito importante você procurar capacitação em qualquer área que você atua ou quer atuar. Não só em cursos e faculdades, mas sim na vida, procurando ser melhor a cada dia, sendo curioso, desenvolvendo as próprias técnicas na prática mesmo e sempre procurando trabalhar por amor, assim como andamos de skate. Esse é o caminho, procurando se capacitar e melhorar a cada dia.
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Bera: Como você entende o processo de aprendizagem com o skate? Além de manobras quais valores vocês tentam transmitir para os alunos do Projeto? Derick: O processo se aprendizagem é individual de cada aluno, cada um com seu tempo, mas o que devemos enfatizar aos alunos é que ele precisa praticar por amor e que precisa estar sempre satisfeito com o seu rolê, procurando melhorar a cada dia como pessoa e como skatista, “manobra é consequência”. Precisamos ensinar que skate é um estilo de vida, uma arte, uma cultura. Skate de alta performance, campeonatos, etc, vem depois!!
Bera: Durante todos esses anos com o Projeto qual foi a coisa que mais te marcou? Aquele momento em que você para e pensa “valeu a pena meu esforço”? Derick: Foram muitos e muitos momentos, alunos dizendo que o skate foi a melhor coisa que aconteceu na vida dele, ou que após uma aula, o aluno fala que foi o melhor dia da vida dele. Pais que choram me agradecendo dizendo o tanto que skate mudou a vida deles, Diretores e professores de escolas dizendo que o comportamento e as notas dos alunos melhoraram após inserirmos o skate na escola. Minha filha começou a praticar e pude ver de perto o quando o skate faz diferença na vida de uma criança. O dia em que comprei meu carro graças ao skate ou o dia em que fiz uma compra pra dentro de casa com o dinheiro que fiz em aulas. sinceramente não sei se há um momento apenas que me marcou. Mas sei que foram muitos, me emociono muito ao escrever isso. 57
Bera: Como são as aulas de skate no Projeto? Quais metodologias de ensino vocês utilizam? Derick: As aulas são na base da diversão, aula tranquila e sadia, metodologia própria. Bera: Qual a dica que você dá pra quem está querendo começar a praticar skateboard? Derick: Ande de skate por amor e diversão, o restante é consequência disso. Bera: Gostaria de deixar algum agradecimento ou comentário final? Derick: Obrigado Revista Bera pelo espaço, obrigado a todos os parceiros do projeto, em especial, Aos Skateboarding, Ambiente skate shop. Obrigado a todos que somam e acreditam.
@thiagolasanha540 Um grupo de amigos skatistas se reúnem em prol de vários objetos pra comunidade do bairro de cajajeiras , no estado da Bahia. Tudo começou quando skatistas perceberam que em um bairro conhecido no município de Salvador, não tem uma pista de skate, sim o bairro de cajajeiras . Estive conversando com o Leonardo presidente da da associação de skate de cajajeiras , e ele me disse o seguinte “ temos vários objetivos em prol da comunidade, um deles é a pista de skate para a população, e o outro é o skate recreativo que está quase pronto o projeto, precisarmos de apoios pra continuarmos os nossos projetos,qualquer.. fotógrafo marca que tiver interesse fs Smith Rogério Martins. entre em contato conosco via istagram @associacaodeskatedecajageiras. Hoje a associação de skate de cajajeiras , tem os principais integrantes Leonardo (Léo) presidente, fabio the Crow (vice). secretários :Marcos Vinicius (abelha),financeiro : Fábio Brito, e conselho fiscal: Habacuque e george. O fator que motivou esse grupo de skatistas a montar e organizar uma associação foi conseguir uma pista de skate para a população do bairro de cajajeiras (bahia). A entidade esteve em reunião com os órgãos municipais para discutir sobre a futura construção da pista de skate, e em uma desses reuniões esteve o secretário de esportes do município. O terreno da quadra que a população usa pra andar de skate fica no entorno da futura pista de skate. E pra manter a chama acessa do skate nesse tempo de pandemia, a entidade junto com as marcas de skate da região, organizou o primeiro campeonato virtual
Entrevista para o site fala cajageiras 59
da ASCA(associação de skate de cajajeiras ) , a associação de skate também deu uma entrevista pro site fala cajageiras. Infelizmente os órgãos municipais prometeu, mais não cumpriu a construção da pista de skate pra população. Se todos nós skatistas cobramos e fazermos a nossa parte , tenho certeza que este projeto sai do papel e é entregue a população.
local da futura pista de skate
Da esquerda pra direita . Fabio brito : tesoureiro. Leonardo: feeble ..presidente. fotógrafo Atila Vilanova. Fabio : vice .
“ De olho nas pist
Além de ser uma revista de skate completa no vertical , pista de skate tem uma escolinha de skate particular, uma área para eventos, festas, e espaço com churrasqueira . A pista já teve os seguintes eventos , campeonato old school, e um campeonato mini . Se você quer tomar uma cerveja e curtir um som venha fazer a sua sessão de skate na jump the gap.
Este mês vamos falar de uma pista de skate particular, estamos falando da pista jump the gap , localizada no centro de São Bernardo do Campo, na rua lopes trovão, número 136 . Esta pista de skate é do proprietário Denis buiu, skatista profissional e instrutor de skate. A jump the gap tem um micro half , um bowl de concreto, um mini half e um bowl de madeira.
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tas " com Lazanha
Parque Oriental foi palco de vivência de Skate
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o Parque Oriental de Ribeirão Pires, dessa vez, foi palco para a SEJEL Skate Park. A vivência aconteceu neste sábado, dia 04, das 10h às 15h, e contou com a presença de cerca de 80 skatistas de todas as idades, que puderam curtir a estrutura profissional e participar de sorteios, ganhos por meio de pequenas disputas. Tudo isso sempre ao som de um DJ que também fez parte das atrações. Este evento aconteceu por meio da Secretaria de Juventude, Esporte, Lazer, Cultura e Turismo (SEJEL) de Ribeirão Pires, com apoio das marcas DC Shoes; Element; Skateshop; Revista Digital Independente Bera; Stronger Trucks e Super Skate. Skates foram proporcionados a todos que quisessem participar da vivência, promovendo o incentivo à prática desse esporte, que ganhou notoriedade após as olimpíadas de Tóquio, com um ótimo desempenho do Brasil, que conquistou três medalhas de prata. “O skate, agora, tem uma visão totalmente diferente e fico muito feliz com isso”, disse a skatista ribeiraopirense, Victória Bassi. “É muito difícil praticar sem ter suporte ou equipamentos, e aqui na vivência todas as pessoas terão a oportunidade de competir, e também ganhar esses prêmios que são bem legais”. Concluiu. O Secretário da Sejel, Claurício Bento, detalha a importância deste evento para o munício. “É a primeira vez que o Pavilhão de Eventos aqui do Parque Oriental sedia uma atração com foco no Skate. No mês passado nós organizamos uma vivência em Arco e Flecha, mas em outra região do Parque. Nós queremos oferecer a todos os munícipes os meios necessários não só para praticarem esportes, mas também para conhecerem novas modalidades. Esse é um dos principais focos da secretaria: oferecer esporte, cultura e lazer de qualidade”. Skatista da geração antiga e hoje Presidente da Câmara de Ribeirão Pires, Guto Volpi compareceu ao evento a fim de prestigiar os jovens participantes, e detalhou os reflexos da vivência de skate na cidade. “Isso é legal para o comércio também, pois incentiva venda de equipamentos e vestuário. Mexe com todo o universo da cidade. É muito legal receber o skate em Ribeirão Pires”. Finalizou.
Por Carolina Bozzi https://revistaunick.com.br/
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