Bye bye, home office
Empresas redesenham o trabalho híbrido e apostam novamente no escritório.
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Bye bye, home office
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Sucessão familiar
Quando o legado encontra o futuro
O que aprender com o empresário Henrique Rocha, à frente da gestão do ROM Concept, o maior salão do mundo segundo o Guinness, que se tornou uma potência de negócios na capital paulista, gerando mais de 600 empregos e atraindo clientes de todo o país e do exterior



Só quem constrói há mais de 40 anos em Alphaville pode chamar isso de legado.
Conheça nossos projetos: mpd.com.br






Toda edição começa pela capa. E, desta vez, ela nos levou a um tema que vai além da estética. Beleza é indústria, é gestão, é construção de marca e posicionamento. O Brasil ocupa hoje lugar de destaque no mercado global, movimenta bilhões e sustenta um ecossistema que envolve inovação, experiência, hospitalidade e estratégia empresarial. Não falamos apenas de imagem, mas de negócios estruturados, competitivos e em constante evolução. Ao trazer Henrique Rocha e o ROM Concept para a capa, escolhemos
contar uma história de escala e visão. O reconhecimento como maior salão do mundo não é apenas um título simbólico, mas consequência de método, governança e capacidade de transformar experiência em modelo de negócios sólido. Mesmo em um setor associado à criatividade, o que sustenta o topo é gestão. Essa edição também marca o nascimento da nossa seção Business Life, um espaço que amplia o olhar sobre como líderes vivem, escolhem e constroem seu repertório. Não se trata de ostentação, mas de curadoria. De entender que estilo, ambiente, viagens, vinho, design e encontros também comunicam posicionamento. Existe beleza na escolha consciente, na experiência bem vivida e na forma como cada detalhe traduz identidade. A Business continua fiel ao seu propósito: olhar além da superfície e entender o que sustenta valor no longo prazo. Porque, no fim, beleza não é aparência. É construção. Boa leitura.
Gabriel Gomez Publisher
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As opiniões dos colunistas são pessoais e não correspondem, obrigatoriamente, ao posicionamento institucional da Revista Business.
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aplicada a um novo padrão de lazer
Omercado imobiliário de alto padrão vive um novo momento. Mais do que metragem, arquitetura ou localização, o que diferencia um projeto hoje é sua capacidade de criar ecossistemas completos de experiência. É nesse contexto que surge o Ocean Club Alphaville, um empreendimento que transforma lazer em ativo estratégico e reposiciona a região dentro da lógica contemporânea de desenvolvimento urbano.
Idealizado pela NLS Incorp em parceria com The Peak Development, Beta Empreendimentos e Rainha Construtora, o projeto representa uma inflexão relevante na dinâmica local. Ao incorporar tecnologia internacional inédita no país e um conceito consolidado em mercados globais, o Ocean deixa de ser apenas um clube para se tornar um equipamento urbano com potencial de impacto econômico e simbólico.
O principal elemento do projeto é a piscina de ondas com tecnologia Endless Surf, desenvolvida pela canadense WhiteWater West, referência mundial no setor. A solução permite gerar ondas com diferentes tamanhos e formatos, criando uma operação com escala industrial e experiência padronizada — algo que, até recentemente, estava restrito ao litoral ou a destinos internacionais.
Para Neuman Storto, CEO da NLS Incorp, o projeto é resultado de uma leitura estratégica do território. “Alphaville sempre antecipou tendências. O Ocean nasce da combinação entre conhecimento local e tecnologia global para entregar algo realmente transformador”, afirma. Segundo ele, a proposta é ampliar o repertório urbano da região sem romper com sua identidade de alto padrão.

A iniciativa se insere em um movimento internacional de clubes com ondas artificiais que vêm funcionando como polos de valorização imobiliária e hubs de convivência. Mais do que infraestrutura esportiva, esses empreendimentos geram novos fluxos econômicos, ampliam o tempo de permanência na região e fortalecem o posicionamento do entorno.
Inserido em uma área total de aproximadamente 914 mil metros quadrados, sendo mais de 600 mil preservados, o Ocean também dialoga com uma agenda ESG cada vez mais presente no real estate. O projeto arquitetônico, assinado pelo escritório Vigliecca & Associados, parte da premissa de integração ao território, enquanto o paisagismo reforça o verde como elemento estruturante da experiência.
Além da piscina de ondas, o clube prevê mais de 20 modalidades esportivas e um hub de wellness, ampliando o espectro de público e consolidando-se como ativo intergeracional. Para Paulo Rossi, CEO da Beta Empreendimentos, “o Ocean responde a uma demanda clara por qualidade de vida associada a natureza, segurança e bem-estar”.

Sob a ótica de negócios, o empreendimento consolida um novo ciclo de maturidade em Alphaville. Ao incorporar tecnologia de ponta, parcerias internacionais e preservação ambiental em larga escala, o Ocean Club Alphaville sinaliza que o futuro do real estate premium passa por experiências estruturantes, capazes de redefinir valor, atratividade e posicionamento urbano.
Mais do que trazer o mar para o interior, o projeto inaugura uma nova lógica: a do lazer como diferencial competitivo permanente.
O PROJETO ESTÁ EM FASE DE PRÉ-LANÇAMENTO COM
CENTRAL DE VENDAS ABERTA EM UM DOS MAIS EMBLEMÁTICOS
ENDEREÇOS DE ALPHAVILLE: AL. RIO NEGRO, 1.356
A realização do empreendimento e a operação do Clube estão sujeitas à aprovação dos órgãos competentes e demais instâncias de controle. Informações completas sobre a constituição do Clube e a aquisição de títulos serão divulgadas no lançamento oficial. As imagens, perspectivas, paisagismo e decoração apresentadas neste material são meramente ilustrativas, como sugestão de ambientação. O projeto final será entregue conforme o Memorial Descritivo do Clube, podendo sofrer ajustes por motivos técnicos ou exigências legais.

O que aprender com o empresário do ROM Concept, o maior salão tornou uma potência de negócios 600 empregos e atraindo clientes
POR JOÃO FELIPE CÂNDIDO
Há momentos que transformam o rumo de uma vida e nos fazem entender que estamos no caminho certo. Para o empresário Henrique Rocha, de 37 anos, um deles aconteceu em 7 de abril de 2025. Diante de 500 cabeleireiros e donos de salões de diferentes regiões do país, reunidos na plateia do Congresso de Gestão do Hair Summit, no Expo Center Norte, em São Paulo, Rocha compartilhou a trajetória que levou o ROM Concept a ser reconhecido, em agosto de 2024, pelo Guinness World Records como o maior salão de beleza do mundo. O título foi concedido com base em um critério objetivo: 227 cadeiras de atendimento em operação, o maior número já registrado para um salão. E o reconhecimento do livro dos recordes continua valendo até hoje.
Mais do que apresentar números ou celebrar o título, Henrique abriu os bastidores de um modelo de gestão que, atualmente, gera mais de 600 postos de trabalho na capital paulista. “Foi um marco na minha carreira subir naquele palco e, depois, ouvir de tantos profissionais que a nossa trajetória se tornou uma referência no setor me fez entender a dimensão do que construímos”, relembra.
empresário Henrique Rocha, à frente da gestão
salão do mundo segundo o Guinness, que se negócios na capital paulista, gerando mais de clientes de todo o país e do exterior
A sociedade que mudou o jogo Nenhum negócio ganha escala apoiado em um único talento. Na Microsoft, Bill Gates teve Paul Allen; na Apple, Steve Jobs teve Steve Wozniak. As histórias empresariais mais duradouras costumam ser escritas em conjunto e, no ROM Concept, não foi diferente. A marca nasceu da união entre dois papéis bem definidos: de um lado, o hair stylist Romeu Felipe, diretor criativo do ROM, embaixador global da Wella e um dos coloristas mais respeitados do mundo, que já formou 100 mil profissionais em mais de 30 países; do outro, Henrique Rocha, formado em Comércio Exterior, com atuação em empresas de logística, varejo e moda, encarregado de estruturar a operação, organizar a expansão e transformar o ROM em um hub de experiências único no mercado da beleza do país.
Natural de São Paulo, Henrique Rocha é o responsável pela engrenagem executiva das duas unidades do ROM Concept. Enquanto Romeu dita o ritmo criativo, Henrique gerencia a estrutura que permite à marca operar em alta performance. A primeira unidade do ROM, inaugurada em 2019, ocupa um imóvel luxuoso de mais de 4 mil metros quadrados na Av. Brasil, nos arredores do Ibirapuera.
A segunda, que completou seu primeiro ano em dezembro do ano passado, está no topo do Iguatemi São Paulo, na Av. Faria Lima, centro financeiro do Brasil. Por dia, cada unidade do salão atende, em média, 300 clientes, formado por um público qualificado, exigente e com alto poder de consumo, oriundo de várias regiões do país e do exterior. Para suprir essa demanda, 350 profissionais atuam no ROM Brasil e 250 no ROM Iguatemi.

O setor que abre 27 empresas por hora Em um país de dimensões continentais como o Brasil, com 213,4 milhões de habitantes, o mercado de beleza fomenta a economia. Prova disso? Segundo levantamento do Sebrae, em 2025 foram formalizadas cerca de 236 mil novas empresas no segmento, entre MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte. O número equivale a 646 novos negócios por dia, ou 27 por hora.
O Brasil consolidou-se como o quarto maior mercado de beleza do mundo, tendo movimentado R$ 173,4 bilhões em 2024. Os dados são da ABIHPEC, associação que representa a indústria nacional do setor, e da Euromonitor, consultoria internacional de inteligência de mercado.
Os bastidores da gestão do maior salão de beleza do mundo
À reportagem da Business, o empresário revelou que coordenar essa estrutura exige mais do que agenda cheia; demanda desenho organizacional claro, processos bem definidos e formação contínua de lideranças. Transformar uma ideia em negócio já é desafiador. Sustentar e replicar um padrão de excelência em larga escala é ainda mais complexo. “A partir do momento em que o salão passou a ocupar o topo do ranking global, a régua interna precisou subir junto. O mercado acompanha todos os nossos movimentos”, destaca Rocha.
O modelo criado por Henrique e Romeu, em 2019, nasceu com cerca de 40 colaboradores e uma proposta clara: romper com a lógica tradicional dos salões ao integrar beleza, saúde, bem-estar, consumo e gastronomia em um único ecossistema. A ambição cresceu, e com ela a complexidade da operação. “Diferentes frentes convivem sob o mesmo teto, o que impõe governança, padronização de processos e gestão profissional compatíveis com empresas de grande porte”, pondera.
“Liderança precisa ser compartilhada”
Decidir em conjunto é a base da engrenagem de gestão de Henrique. A estrutura executiva do ROM integra vários setores e um fluxo constante de ajustes e revisão de rota. Em vez de centralizar, a liderança é distribuída para garantir que a alma criativa do negócio permaneça intacta, sem abrir mão da eficiência. “Decidir em grupo dá mais trabalho, mas traz muito mais resultado. Nada disso seria possível sem um time que compartilha responsabilidade, visão e atuação estratégica”, reforça o empresário.
Quando questionado sobre o maior desafio à frente da gestão da empresa, Henrique declara: “O maior deles é fazer tudo funcionar no mais alto nível em nossas duas unidades. Manter nosso propósito vivo, com todos profissionais engajados e caminhando na mesma direção, é, sem dúvida, o desafio que nos move a encantar e impactar positivamente a vida de milhares de clientes todos os dias”.



Para manter a locomotiva da gestão em pleno funcionamento, caminha ao lado de Henrique: Ana Paula Domene (diretora executiva), Valéria Cardoso e Rodolfo Scarpelin (gerentes das unidades Iguatemi e Brasil), Sabrina Praxedes (head de marketing), Rodrigo Ezequiel (financeiro) e Jacinta Maciel (RH). Cada um com sua especialidade, unidos por um mesmo compromisso: manter o ROM Concept no topo da beleza de alto luxo.
Estratégias para aumentar o faturamento Reservado sobre as cifras da empresa, Henrique prefere não revelar o faturamento, mas deixa claro que cada metro quadrado do ROM foi projetado para a geração de novos negócios. Além dos serviços tradicionais como corte, coloração, maquiagem e terapia capilar, gigantes do setor como Wella, Braé, L’Oréal, Kérastase, Keune, entre outras marcas utilizam a locação de prateleiras estratégicas para expor e comercializar seus produtos. “Ainda locamos áreas para eventos corporativos, cursos e ativações. Também investimos em modernos telões de LED para exibir conteúdo editorial e anúncios com quem busca dialogar com o nosso público”, pontua.
A unidade ROM Brasil concentra marcas de prestígio que complementam a jornada da cliente sob o mesmo teto. É o caso da loja física da Beleza na Web (Grupo Boticário), com sua
curadoria de maquiagem e perfumaria, e da Human Clinic, onde o Dr. Ivan Rollemberg lidera protocolos de estética e dermatologia. O mix se completa com a Troca de Luxo, dos sócios Juliana Lucki, Andor Ascer e Fabiana Justus, que introduz ao espaço o mercado second-hand de alto padrão, focado na revenda de itens de grifes como Hermès, Chanel, Prada e Yves Saint Laurent.
Outras marcas fazem parte do universo e complementam as receitas: Concept Lash (extensão de cílios), Savie (moda), Jacque Joias e Victoria Hassan (joias e acessórios), Lu Make Up (dermopigmentação), O Bronze (bronzeamento a jato) e AV Sunglasses (óculos de sol de luxo). “Inovamos, nos reinventamos e ajustamos rotas o tempo todo. Não por vaidade, mas porque o mercado oferece possibilidades, e só permanece relevante quem se torna objeto de desejo para os profissionais e clientes”.

Cartão-postal também eleva as receitas
Desde a inauguração do ROM, um comportamento chamou a atenção de Henrique: muitas clientes passavam mais de oito horas em um único atendimento, especialmente em processos de coloração. Dessa percepção nasceu o BARU Bistrô, presente hoje em ambas as unidades. “Se as clientes nos oferecem tanto de seu tempo, nossa obrigação é retribuir com conforto e experiências que transformem a espera em um momento excepcional”, avalia o empresário.
Com design futurista, o restaurante tornou-se o cartão-postal do salão e é comandado pelo chef Lucas Santos, formado em Gastronomia e especializado pela Le Cordon Bleu. O negócio elevou o tíquete médio ao oferecer um menu completo, que transita entre café da manhã, almoço e jantar.

O ROM Concept em números
ROM Brasil:
4 mil metros quadrados, cerca de 350 funcionários e 227 cadeiras de atendimento
ROM Iguatemi:
1.750 metros quadrados, cerca de 250 funcionários e 110 cadeiras de atendimento
500 litros de shampoo e condicionador são utilizados ao mês
Entre 10 mil e 12 mil tubos de tinta de 50 gramas por mês
O valor dos serviços começa em R$ 90 (manicure) e pode ultrapassar os R$ 4.500 (mechas assinadas por Romeu Felipe)




Vizinho ao Rosewood, Paloma São Paulo vem aí Ainda no primeiro semestre deste ano, ao lado do empresário Leo Cury, Henrique inaugura seu próximo empreendimento: o Paloma São Paulo. Localizado em frente ao único hotel 6 estrelas do país, o Rosewood, o projeto vai além da gastronomia e integra culinária internacional, curadoria musical e uma experiência sensorial imersiva em um ambiente sofisticado e intimista. “Fazer parte do Paloma é participar da criação de um novo marco na hospitalidade de São Paulo”, antecipa o empresário.
EXCLUSIVO: conceito do projeto arquitetônico do Paloma São Paulo. Imagem: Divulgação / Paloma

Segundo Nelson Cury Filho, o Brasil vive um momento decisivo. Com milhares de fundadores envelhecendo, os próximos dez anos serão críticos para a continuidade de grupos familiares. “Perpetuidade não é automática. É construída.”
OBrasil é um país de empresas familiares. Elas representam cerca de 75% das companhias nacionais e respondem por mais de 60% do PIB. Mas existe um dado menos confortável: a maioria não sobrevive à terceira geração. O problema raramente é mercado. Quase sempre é sucessão — ou a ausência dela. Foi sobre esse tema que conversamos com Nelson Cury Filho, empresário, consultor e fundador do Fórum Brasileiro da Família Empresária. Antes de se tornar referência no assunto, porém, ele viveu esse processo dentro da própria casa.
Terceira geração de uma família de imigrantes libaneses que chegaram ao Brasil em 1912, Nelson cresceu dentro do negócio. Do mascate no interior paulista ao atacado de arroz que se transformou em uma das maiores marcas do país, até a expansão para o setor sucroalcooleiro, sua história é atravessada pelo crescimento típico das grandes famílias empresárias brasileiras. “Eu cresci dentro da empresa.
Mas sempre quis estudar antes de trabalhar”, lembra. A mentalidade da geração anterior, no entanto, era outra. “Meu pai dizia que estudar era perda de tempo. O importante era aprender na prática.” Nelson conciliou os dois mundos: empreendeu cedo, tornou-se grande importador nos anos 1990, assumiu a diretoria comercial do grupo e passou 25 anos como executivo da própria família.
Foi ao tentar estruturar a governança que ele percebeu onde estava o verdadeiro desafio. “Eu não queria simplesmente entrar. Queria regras claras.” Conselho de família, acordo de acionistas, código de conduta, definição de papéis, critérios de entrada e saída. A família saiu da gestão executiva e passou a atuar como conselho, enquanto executivos de mercado assumiam a operação. Estrutura montada, processos desenhados, governança formalizada. Ainda assim, a sucessão não se consolidou. “O que eu descobri é que não falta ferramenta. Falta preparo emocional.”


Segundo Nelson, a maior barreira da sucessão não é jurídica, é psicológica. O fundador, muitas vezes, não enfrenta apenas a transição de cargo — enfrenta a transição de identidade. “O negócio é parte de quem ele é. Quando você tira o cargo, parece que está tirando a existência.” Em determinado momento, seu próprio pai decidiu retomar o controle. Nelson viveu, então, o outro lado da equação: o da geração que precisa abrir mão para preservar relações e evitar rupturas mais profundas. Foi nesse ponto que decidiu estudar o tema com profundidade.
Concluiu administração, fez mestrado na França, certificações em governança e aconselhamento de
empresas familiares, além de formação em mediação e estruturação societária. Fundou a Cedar Tree e criou o Fórum Brasileiro da Família Empresária, plataforma que reúne líderes para discutir perpetuidade, governança e sucessão. Mas os desafios atuais vão além da relação entre pai e filho. A nova geração, em muitos casos, não quer assumir o negócio. “Eles querem criar startups, buscam impacto rápido e não herdar estruturas que consideram lentas.” Soma-se o fenômeno demográfico: famílias menores significam menos sucessores. Em muitos grupos, não há herdeiro interessado ou preparado. A alternativa passa a ser profissionalização ou venda.
Empresas familiares não quebram por falta de mercado, mas por falta de planejamento. Sucessão se constrói enquanto tudo vai bem — não na urgência. Separar família de gestão e preparar herdeiros é visão estratégica. Quem estrutura, preserva o legado.
Para Nelson, o maior erro continua sendo adiar o assunto. “Sucessão não começa quando o fundador adoece. Começa quando ele está forte.” Ele defende três pilares essenciais: governança clara, formação estruturada da nova geração e preparo emocional do fundador para a transição. Separar patrimônio de gestão é um passo decisivo. O fundador pode continuar sendo dono, mas não necessariamente precisa continuar sendo gestor.
A grande virada está em compreender que sucessão não é sobre substituir pessoas — é sobre preservar cultura, princípios e visão de longo prazo. “Se a empresa depende de uma única
pessoa para sobreviver, ela não é empresa. É extensão de alguém.” Nos próximos anos, milhares de grupos familiares brasileiros enfrentarão essa encruzilhada. A pergunta não é se a sucessão acontecerá, mas como ela será conduzida.
Ao final da entrevista, Nelson deixa uma provocação que sintetiza o desafio: “O legado não é apenas patrimônio. É continuidade. A pergunta que todo empresário deveria fazer é simples: minha empresa vive sem mim?” Para muitos, essa resposta ainda não está pronta — e talvez seja exatamente por isso que o tema precisa ser enfrentado agora.
“Sucessão não começa quando o fundador adoece. Começa quando ele está forte.”



Com investimentos bilionários e novas regras de presença, empresas redesenham o trabalho híbrido e apostam novamente no escritório.
DDurante a pandemia, o home office foi celebrado como símbolo de liberdade, eficiência e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Poucos anos depois, o cenário começa a mudar de forma consistente. Em 2026, grandes empresas voltam a apostar no trabalho presencial — ou, ao menos, em modelos híbridos mais rígidos — sinalizando que o escritório retomou seu papel estratégico na cultura corporativa.
O movimento é liderado por companhias de grande porte. O Nubank anunciou um investimento de R$ 2,5 bilhões para ampliar seus escritórios e estruturar um modelo híbrido com presença física mais frequente. Segundo a empresa, o objetivo é fortalecer a colaboração, acelerar decisões e preservar a cultura organizacional. A lógica é simples: inovação também acontece no encontro.
Outras gigantes seguem pelo mesmo caminho. A Meta, controladora do Instagram, comunicou o fim definitivo do trabalho remoto a partir de fevereiro de 2026, determinando o retorno integral ao presencial. A justificativa passa pela necessidade de integração entre equipes, maior engajamento e ganho de produtividade. A decisão reflete uma tendência que vem se espalhando por setores como tecnologia, finanças e serviços.
Dados recentes mostram que o home office encolheu no Brasil. Empresas que antes operavam totalmente à distância passaram a exigir dois, três ou até quatro dias presenciais por semana. A percepção de que o trabalho remoto irrestrito impacta a formação de lideranças, o aprendizado informal e o senso de pertencimento tem pesado nas decisões estratégicas.
Esse reposicionamento já se reflete no mercado imobiliário corporativo. Regiões como JK, Pinheiros e Chucri Zaidan, em São Paulo, voltaram a registrar alta na ocupação de lajes corporativas. Empresas buscam espaços mais modernos, bem localizados e com infraestrutura que vá além das mesas e cadeiras: áreas de convivência, tecnologia embarcada e serviços que tornem o deslocamento “valer a pena”.
O escritório, agora, não é apenas local de trabalho. É ambiente de troca, construção de cultura e alinhamento estratégico. O modelo híbrido permanece, mas com novas regras: menos improviso, mais presença qualificada.
O “bye bye, home office” não significa o fim da flexibilidade, mas o encerramento de um ciclo marcado por excessos. O que emerge em 2026 é um equilíbrio mais pragmático entre autonomia e convivência. Para muitas empresas, ficou claro que algumas decisões não acontecem no silêncio de uma tela — acontecem no corredor, na reunião improvisada, no café compartilhado.
O futuro do trabalho não é remoto nem totalmente presencial. É intencional.

Difusão, no sentido literal, é espalhar valor. Num mercado onde reputação vale mais que estrutura física, a marca deixou de ser detalhe jurídico e virou ativo estratégico. Ainda assim, muitos empresários tratam o registro como burocracia, até que o problema surge. À frente da Difusão Marcas e Patentes, Edgar Rodrigues de Oliveira construiu sua trajetória na empresa da família. Começou como office boy aos 16 anos e hoje lidera uma operação que atende de pequenos empreendedores a multinacionais. Nesta entrevista à Revista Business, ele fala sobre legado, risco e como transformar marca registrada em ativo financeiro.
Trajetória: Como sua formação prática moldou sua visão sobre propriedade intelectual e gestão? A Difusão é a história da minha vida, e tudo começou com meu pai, Anizio Oliveira. Ele fundou o escritório com uma visão clara e a coragem de empreender. Eu cresci nesse ambiente, começando aos 16 anos como office boy. Essa formação não foi teórica; foi uma imersão prática que me deu uma visão 360 graus do negócio. Aprendi desde a organização de um formulário até a arquitetura de negociações milionárias de marcas, observando meu pai e absorvendo cada detalhe. Hoje, essa vivência me dá a segurança para transitar com a mesma propriedade entre as demandas de um pequeno em -
preendedor a cases de gigantes globais com marcas como Target, Netflix, Gucci, Volvo, Beto Carrero, Gugu Liberato, Maisa, Viih Tube e outros. Essa visão ampla, que une o operacional à estratégia de alto nível, é o que busco compartilhar em minhas mentorias com advogados que desejam se aprofundar na arte de construir e defender marcas valiosas, honrando o legado que recebi.
Marca como ativo estratégico: Em que momento você percebeu que marca registrada não é burocracia, mas patrimônio empresarial? O ponto de virada foi com o caso de uma indústria farmacêutica que assessoramos. A empresa enfrentava um passivo de R$ 70 milhões. Em vez de focar apenas nas dívidas, aplicamos a lição que aprendi em casa: olhar para o que há de mais valioso, o ativo intangível. Após uma análise aprofundada, avaliamos seu portfólio de marcas em R$ 101 milhões. Com esse laudo, a empresa reverteu o passivo e passou a ter um ativo de R$ 31 milhões, o que abriu portas para captação de recursos e seu reerguimento. Foi ali que vi a marca salvar a empresa. Esse caso se tornou um blueprint para uma de nossas teses mais inovadoras: a utilização da avaliação de marca como meio para obtenção de crédito.
Qual é o maior erro ao adiar ou ignorar o registro? O maior erro é deixar milhões na mesa. Muitos empresários investem fortunas
em produto e marketing, mas negligenciam o principal resultado desse esforço: a marca. Ativos intangíveis podem representar até 90% do valor de grandes companhias. Quando não se registra a marca, abre-se mão do principal multiplicador de valor do negócio. O que foi construído pode ser usurpado. Por isso implementamos blindagem patrimonial desde o dia zero.
Você já acompanhou casos de empresas que perderam o direito sobre a própria marca? Sim. Casos famosos como o da Gradiente com a marca “iPhone” no Brasil são apenas a ponta do iceberg. No campo da propriedade intelectual, a proatividade é essencial. O direito pertence a quem registra primeiro. Investimos fortemente em tecnologia. Utilizamos o VERIFIND, sistema de pesquisa com IA que realiza análise de viabilidade mais profunda e preditiva, oferecendo uma camada extra de segurança estratégica.
Como a marca registrada impacta expansão e valuation? Uma marca registrada é a pedra angular do crescimento. Para franquias, é requisito legal. Em fusões e aquisições, multiplica o valuation. Por meio do sistema BRANDINDEX, realizamos avaliações técnicas robustas que transformam a marca em garantia real para obtenção de crédito. É a capitalização da reputação construída.
Qual o diferencia da Difusão? Somos uma empresa familiar com gestão profissional. Meu pai, Anizio, fundou com propósito. Minha mãe, Roseli, sempre nos inspirou pelo lado humano. Hoje eu, como CEO, e minha irmã Everlin, COO, damos continuidade ao legado. Não queremos apenas registrar marcas; queremos mudar a história dos clientes.
Como isso se traduz na prática? Usamos tecnologia para potencializar o lado humano. O JURISZAP otimiza demandas iniciais e libera nossos especialistas para a estratégia. Plataformas de avaliação utilizam IA para gerar laudos precisos. A tecnologia cuida da burocracia para que possamos cuidar das pessoas.
Qual conselho você daria a um empresário que está construindo sua marca? Não poupe recursos para blindar sua marca desde o primeiro dia. A proteção leva anos, e o tempo perdido não volta. Construa uma marca com propósito. Como pai da Helena e da Ester, padrasto da Mia e marido da Meiri, meu maior drive é construir legado. Proteja sua marca para que ela se torne valiosa — e digna de orgulho.

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Mauro Sérgio Santos é jornalista, pós-graduado em Comunicação e Responsabilidade Social com MBA em Administração.
Por isso, votar por protesto raramente resolve. Eleger alguém sem preparo técnico ou conhecimento em gestão pública, orçamento e legislação pode abrir espaço para decisões frágeis e manipulações. O voto precisa ser consciente.
A saída é simples, embora exija esforço: pesquisar, estudar o histórico do candidato, analisar propostas, entender quem o apoia. O excesso de partidos e siglas no Brasil também contribui para a confusão do eleitorado, especialmente o mais vulnerável.
Este ano teremos eleições para presidente, senador, governador e deputados federais e estaduais. Para o cidadão comum, votar em cinco candidatos para cargos distintos pode parecer uma verdadeira maratona. Em meio à polarização entre esquerda e direita, muitos eleitores vivem um dilema: falta vontade, sobra descrença e cresce a sensação de que a eleição interessa apenas aos políticos. Mas isso é um equívoco.
São justamente esses cargos que definem os rumos econômicos, sociais e institucionais do país. A percepção de “falta de opção” e a repetição de nomes conhecidos contribuem para o desânimo. No cenário atual, por exemplo, Lula aparece como favorito, enquanto a direita ainda busca articulação entre diferentes pré-candidaturas. Política não é para amadores, e os candidatos estão cada vez mais profissionalizados.
Não devemos votar em candidatos envolvidos em escândalos, com histórico de desvio de caráter ou discursos discriminatórios. Tampouco nos deixar seduzir por “salvadores da pátria” que aparecem apenas de quatro em quatro anos.
Votar é um dos pilares da democracia. Em tempos de redes sociais e manipulação digital, o cuidado precisa ser redobrado. A inteligência artificial já é uma realidade — e pode ser usada tanto para informar quanto para enganar. Cabe ao eleitor discernir.
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Atrajetória de António Barreira começa longe dos estúdios de televisão. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1997, iniciou a vida profissional na advocacia. O pensamento jurídico tornou-se, mais tarde, um diferencial claro na forma como constrói histórias, personagens e conflitos complexos. Antes de escrever ficção, aprendeu a organizar ideias e antecipar desdobramentos.
Para saber mais, siga @antoniobarreira26 no Instagram.
Foi na televisão portuguesa que António Barreira consolidou o seu nome, quando foi chamado para assumir a co-autoria de “Dei-te Quase Tudo”, até hoje a novela portuguesa mais vista de todos os tempos. Na sequência, assinando “Fascínios”, uma das novelas mais marcantes da televisão portuguesa. A partir daí, passou a integrar o núcleo central da ficção televisiva no país, combinando consistência autoral com leitura apurada de mercado.
Ao longo dos anos, esteve à frente de projetos emblemáticos. Foi coautor de “Flor do Mar”, gravada na Madeira, e assinou “Meu Amor”, a primeira telenovela portuguesa a vencer um Emmy Internacional — marco histórico para a televisão do país. O reconhecimento internacional voltou em 2012, com “Remédio Santo”, novamente indicada ao prêmio.
Além da autoria, António Barreira tornou-se referência em intervenções criativas. É frequentemente chamado para reorganizar roteiros e reestruturar narrativas de produções em andamento, função que exige visão e precisão técnica.
Em 2026, amplia o alcance do seu trabalho com a estreia de “Dona Beja”, na HBO Max, primeira produção brasileira da qual é um dos autores. Com Grazi Massafera no papel principal, a novela vem ganhando projeção internacional, figurando entre as produções mais assistidas da plataforma em países como Espanha e Estados Unidos, além de ocupar posição de destaque no Brasil.
Atualmente, trabalha na equipe de adaptação da novela “Páginas da Vida” para a SIC, em Portugal. Com uma carreira sólida, António Barreira mantém uma assinatura criativa que alia técnica, sensibilidade e visão estratégica — atributos que explicam sua longevidade na ficção contemporânea.

Com 27 anos, Vitor Lopezzo já construiu uma carreira sólida e inspiradora no universo da beleza e estética. Há seis anos, iniciou sua trajetória na área de farmácia, onde se apaixonou por cosmetologia e dermoconsultoria. No entanto, percebeu que ainda não havia encontrado o trabalho que realmente acendesse sua motivação e permitisse explorar plenamente sua criatividade e visão estética.
Decidido a seguir seu propósito, Vitor mudou de direção e ingressou no Studio W, começando como assistente. Em dois anos de dedicação intensa,
Para saber mais, siga @vitorlopezzo no Instagram.
disciplina e aprendizado constante, foi promovido e rapidamente se destacou, sempre guiado pelo foco, pela observação atenta do comportamento do cliente e pela busca incansável de excelência técnica.
Hoje, ele é referência no Rom Iguatemi, onde atua com paixão e compromisso, fazendo parte de uma parceria de sucesso em um dos endereços mais sofisticados da capital. Vitor identificou um nicho específico no mercado e desenvolveu um circuito de atendimento personalizado, focado em clientes de alto padrão, oferecendo não apenas um serviço, mas uma experiência cuidadosamente planejada, conquistando confiança, recorrência e fidelização.
“Trabalho com carinho e atenção, mas sempre alinhado a um propósito: oferecer experiências únicas e resultados excepcionais para cada cliente”, afirma Vitor. Sua trajetória demonstra maturidade profissional precoce, visão estratégica, sensibilidade estética e entendimento profundo do mercado de luxo — atributos essenciais para quem deseja se consolidar no segmento premium e construir uma carreira de longo prazo.
Felipe Gomes da Silva Brandão decidiu ainda antes da faculdade que atuaria no Direito Penal. No primeiro dia de aula, a convicção ganhou forma ao ouvir que o Penal é “ilhotas de proibições em um oceano de permissões”. Quando todas as demais áreas falham, é ele que entra em cena. Ali, compreendeu que sua atuação estaria ligada à liberdade e aos limites do poder punitivo do Estado.

Com formação pela Universidade Paulista e mais de 11 anos dedicados à advocacia, iniciou a prática ainda na graduação, participando de júri e conquistando sua primeira absolvição. Especializou-se em Direito Penal e Processo Penal, com ênfase em crimes econômicos, financeiros, empresariais e digitais.
Antes da advocacia, acumulou cinco anos no setor financeiro, atuando com prevenção e investigação de lavagem de dinheiro e crimes cibernéticos. Essa vivência lhe confere leitura técnica sobre estruturas societárias, fluxos de capital, compliance e investigações complexas — diferencial decisivo no cenário atual.
Advogado
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Sua trajetória atravessa a transformação do sistema penal brasileiro: do processo físico ao digital, das audiências presenciais às telepresenciais, das provas tradicionais às perícias tecnológicas. Também testemunhou a mudança do próprio crime. Se antes grandes cifras estavam associadas a ações físicas, hoje fraudes estruturadas e delitos digitais movimentam valores exponencialmente maiores. Felipe atuou nos dois contextos.
Para ele, o Direito Penal não se limita à defesa individual. Em ambientes empresariais, uma investigação criminal pode desencadear repercussões administrativas, regulatórias e tributárias. A estratégia penal, muitas vezes, define o destino do negócio.
Entre os casos marcantes, destaca-se a reversão de condenação de 17 anos em segunda instância, com reconhecimento de inocência por voto apertado. “A liberdade não é abstrata. Ela tem rosto e família.”
Sócio da Felipe Brandão Advocacia e Consultoria, em Osasco, atua de forma sigilosa e estratégica, atendendo empresários e executivos que exigem defesa técnica firme e contemporânea.
Para saber mais, siga @felipebrandao.adv no Instagram.
or trás de cada transformação urbana relevante existe mais do que concreto e cronogramas. Existe estratégia. Existe leitura de cenário. Existe liderança. Felipe Xavier representa uma nova geração de empresários da engenharia que compreenderam que obras públicas não são apenas contratos administrativos, mas instrumentos de impacto social, governança e legado. Em um mercado historicamente marcado por ciclos fechados e zonas de conforto consolidadas, ele construiu sua

trajetória elevando o nível técnico da disputa e apostando em planejamento estruturado.
Para Felipe, licitação não é apenas concorrência de preço. É estratégia. Cada edital é analisado como um ambiente de decisão que exige leitura detalhada de cláusulas, cálculo de riscos e estruturação financeira consistente. Com a entrada em vigor da Lei 14.133/2021, o setor passou a exigir ainda mais preparo técnico, governança e responsabilidade objetiva na execução dos contratos. É nesse cenário mais criterioso que sua atuação se destaca.
Planejamento detalhado, matriz de riscos bem estruturada, comprovação técnica robusta e disciplina na execução tornaram-se pilares inegociáveis. Desconto, para ele, não é aposta: é cálculo de exequibilidade. Competir significa entender o ambiente regulatório, antecipar cenários e sustentar cada decisão com base técnica e financeira.
Outro diferencial está no domínio da documentação técnica e da relação com o CREA. Felipe compreende que ART é responsabilidade técnica formalizada, que acervo não é burocracia, mas reputação comprovada, e que regularidade profissional representa vantagem competitiva. Em vez de enxergar a fiscalização como obstáculo, ele a entende como filtro de mercado que valoriza quem atua com conformidade.

Em sua visão, não se trata de disputar todas as oportunidades, mas de escolher estrategicamente onde competir e entregar resultados com sustentabilidade. Cada obra executada carrega impacto concreto: escolas, unidades de saúde, edificações públicas que transformam comunidades.
Na era da Lei 14.133, da fiscalização ativa e da profissionalização das obras públicas, esse não é apenas um diferencial. É o novo padrão. A nova geração não é definida pela idade. É definida pela mentalidade. E os enxadristas do mercado já estão movendo suas peças. Qual será o próximo movimento do tabuleiro?
Para saber mais, acesse www.redaxengenharia.com.br ou siga @redaxengenheria no Instagram.

Há um momento em que o sucesso deixa de ser apenas número. Ele passa a ser experiência. Business Life nasce dessa percepção. Porque quem constrói negócios também constrói memória, presença, estilo. E tudo isso comunica.
Existe algo muito bonito em observar como líderes vivem. A forma como escolhem seus encontros, como celebram conquistas, como dirigem, como voam, como recebem. Nada é por acaso. Cada detalhe revela intenção.
Este caderno é um espaço para olhar além do resultado financeiro. Para entender o que envolve esse universo — os eventos que marcam, os carros que representam uma nova geração, a aviação que encurta distâncias, o mar que desacel-
era, a moda que posiciona, o vinho que acompanha boas conversas. Não é sobre ostentação. É sobre repertório. Não é sobre excesso. É sobre escolha. Gosto de pensar que viver bem é uma forma silenciosa de liderança. Porque elegância não grita. Ela se percebe.
Business Life é um espaço de curadoria e sensibilidade. Um lugar onde o sucesso ganha forma, ritmo e personalidade — exatamente como deve ser.
Vitória Gomez empresaária, head de marketing da Revista Business e curadora do caderno Business Life

A cada temporada, a ilha que se torna mais sofisticada e mais seletiva.
Há destinos que dependem de divulgação. Mykonos nunca precisou. A ilha grega, moldada pelo vento e pelo branco absoluto de sua arquitetura cicládica, consolidou-se como ponto de encontro natural de quem circula pelos principais verões do mundo. Não é apenas cenário, é circuito.
Nos últimos anos, o que se percebe é uma mudança de ritmo. A Mykonos das festas exuberantes segue existindo, mas divide espaço com uma versão mais refinada, quase silenciosa. Villas privativas com serviço sob medida, iates ancorados em enseadas reservadas e restaurantes que combinam ingredientes locais com alta gastronomia internacional redefinem a experiência da ilha. O luxo aqui não se anuncia; ele se reconhece.




Na paisagem de luxo contemporâneo, Mykonos já não se resume a festas e beach clubs. Embora locais consagrados como Nammos ou Scorpios continuem atraindo elites, o turismo premium evoluiu para experiências mais autênticas e personalizadas. Cruzeiros privados ao pôr do sol, em catamarãs ou iates que navegam entre enseadas e ilhas vizinhas, são apenas uma das promessas de um verão onde o mar é pista, salão e cenário.
O luxo está também nos detalhes: jantares sob as estrelas em enseadas secretas, encontros gastronômicos que mesclam ingredientes locais com fine dining internacional, e estadias


em suítes com vistas infinitas do horizonte. Villas exclusivas com serviço de concierge personalizado redefinem o conceito de hospedagem — mais do que alojar, elas antecipam desejos antes mesmo de serem formulados.
Naturalmente exclusiva, a ilha mantém sua essência: mar cristalino, luz intensa e hospitalidade grega. Mas evoluiu. É destino de quem já percorreu Capri, Saint-Tropez e Mônaco — e sabe exatamente por que retorna ao Egeu.
Em Mykonos, o verão não é apenas estação. É linguagem.


Oacordo comercial firmado entre União Europeia e Mercosul, oficializado no inicio deste ano, inaugura um novo capítulo para o mercado de vinhos no Brasil. Mais do que um tratado diplomático, trata-se de uma mudança estrutural que deve impactar preços, oferta e posicionamento estratégico do setor.
Hoje, vinhos europeus pagam 27% de tarifa para entrar no país. Com o acordo, essa alíquota será eliminada gradualmente ao longo de dez anos. Na prática, rótulos de Portugal, Espanha, Itália e França passam a disputar espaço em condições mais equilibradas com os vinhos do Mercosul, que atualmente dominam cerca de dois terços do consumo nacional
A consequência mais imediata é a ampliação do portfólio disponível ao consumidor brasileiro. Regiões tradicionais da Europa tendem a ganhar presença em faixas de preço antes pouco competitivas, o que
pode elevar o nível de diversidade e sofisticação do mercado interno.
Para produtores sul-americanos, especialmente argentinos e chilenos, o cenário se torna mais desafiador. A concorrência deixa de ser regional e passa a incorporar grandes casas europeias com tradição consolidada e escala global.
O Brasil já é considerado estratégico para vinícolas do Velho Mundo, impulsionado pelo crescimento gradual do consumo e por um público cada vez mais atento à experiência gastronômica. A redução tarifária tende a acelerar essa aproximação, tornando o mercado brasileiro mais dinâmico e competitivo.
O vinho, que sempre foi símbolo de cultura e identidade, passa agora a refletir também um movimento geoeconômico de maior integração comercial. E, nesse novo cenário, equilíbrio e estratégia serão palavras-chave para todos os envolvidos.


Luciana Zarif
Advogada e sommelière, há mais de 18 anos no universo do vinho. Proprietária da Ville du Vin Alphaville.
Harmonizar vinhos e pratos é buscar equilíbrio entre estrutura e intensidade. Acidez, tanino, corpo e textura devem conversar com o prato. Quando um elemento se sobrepõe ao outro, a experiência perde força. Quando há equilíbrio, ambos se valorizam, e a experiência torna-se única, extraindo o que há de melhor de cada um deles!
Para pratos leves, como saladas, peixes grelhados e frutos do mar, a melhor escolha é um branco leve e fresco, como o Petit Chablis Domaine Des Anges 2024, com excelente presença em boca revelando frescor e mineralidade. Um clássico francês de identidade rara e refinamento natural o que aumenta a sensação de frescor e torna a harmonização mais dinâmica.
Carnes vermelhas, massas com molhos intensos e pratos com cogumelos pedem vinhos estruturados. O Bibi Graetz Testamatta é um tinto encorpado, com taninos firmes e boa concentração de fruta. Essa estrutura acompanha a intensidade do prato sem desaparecer. O equilíbrio perfeito!
Ville Du Vin
Referência em vinhos premium, a Ville Du Vin une curadoria criteriosa, atendimento exclusivo e rótulos selecionados com rigor técnico e sensibilidade. Cada garrafa carrega história, identidade e excelência, escolhida para oferecer uma experiência sofisticada ao cliente.
Shopping Iguatemi Alphaville Alameda Rio Negro, 111 – Barueri
Já o espumante é versátil, circula bem em várias ocasiões, o Fantinel Prosecco Millesimato harmoniza com entradas, frituras e pratos cremosos. A acidez e as borbulhas ajudam a cortar gordura e manter o paladar equilibrado.
Harmonizar não é complicar. É entender peso, acidez e intensidade. Com esse critério, a escolha se torna clara, segura e extremante prazerosa.

PETIT CHABLIS
Branco de coloração amarelodourada com reflexos esverdeados. Aromas cítricos e florais. Em boca, é vivo e fresco, com notas de limão, erva-cidreira e mineralidade elegante.

Espumante amarelopalha, com perlage fina e persistente. Fresco e delicado, revela notas cítricas, flores brancas e leve mineralidade. Acidez vibrante e final equilibrado.

BIBI GRAETZ TESTAMATTA
Rubi intenso com reflexos violáceos. Encorpado e elegante, revela frutas vermelhas maduras, especiarias e notas defumadas. Taninos firmes, acidez equilibrada e final persistente.

AVolvo deu mais um passo decisivo em sua estratégia de eletrificação no Brasil. No dia 29 de janeiro, a Baltic Volvo realizou, em seu showroom na Vila Leopoldina, em São Paulo, o lançamento do Volvo EX30 Ultra Twin, modelo que chega ao mercado como o carro mais rápido já produzido pela marca sueca — e, ao mesmo tempo, um dos mais acessíveis dentro do universo premium elétrico.
Compacto por fora, tecnológico por dentro e surpreendente em desempenho, o EX30 Ultra Twin traduz com precisão o momento atual da Volvo. São 428 cavalos de potência, tração integral e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos, números que até pouco tempo atrás pareciam incompatíveis com a proposta de um SUV urbano. Hoje, fazem parte de um novo padrão.
“É um carro que vem para completar a a gama de produtos elétricos da Volvo. Ele diz muito sobre o que a marca é hoje: segurança, tecnologia e performance”, afirma Cybele Ortega, da Baltic. “Estamos falando de um carro que acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos, algo inimaginável há poucos anos, e que chega ao mercado por R$ 309 mil. Sem dúvida, será um sucesso de vendas.”
O EX30 traduz modernidade com linhas limpas e tecnologia integrada ao design.
Foto: Divulgação

O modelo também reforça o reposicionamento global da marca, que aposta em design minimalista, materiais sustentáveis e soluções digitais avançadas. O interior do EX30 é dominado por uma grande tela central vertical, que concentra praticamente todas as funções do veículo, seguindo a lógica de simplicidade e conectividade que define a nova geração de carros elétricos. Outro ponto que chama atenção é sua origem. Produzido na China, o EX30 desafia preconceitos antigos sobre qualidade e engenharia.
Com autonomia competitiva, desempenho esportivo e o DNA de segurança que consagrou a marca, o Volvo EX30 Ultra Twin chega para disputar espaço em um segmento cada vez mais estratégico: o dos elétricos premium compactos. Mais do que um lançamento, o modelo simboliza a transição definitiva da Volvo para um futuro elétrico — rápido, sofisticado e acessível dentro de sua proposta.
Com 428 cv e resposta imediata, o EX30 Ultra Twin combina esportividade e eficiência. Foto: Divulgação.

O lançamento do EX30 Ultra Twin reforça um momento especialmente positivo para a Volvo no Brasil. Em 2025, a marca consolidou sua posição como uma das protagonistas do mercado premium, alcançando a vice-liderança em vendas no segmento e ficando à frente de concorrentes tradicionais como Mercedes-Benz e Audi. O resultado acompanha uma tendência global: a Volvo vem registrando crescimento consistente impulsionado pela eletrificação, pelo avanço dos híbridos e elétricos e por uma estratégia clara de transição para uma marca 100% elétrica nos próximos anos.
Grande parte desse desempenho no mercado nacional passa pela atuação das concessionárias, como a Baltic Volvo, referência no atendimento premium e na experiência do cliente em São Paulo. A rede tem papel relevante na aproximação da marca com o público e na disseminação da nova geração de veículos elétricos. Para quem deseja conhecer de perto o novo EX30 Ultra Twin, basta agendar um test drive em uma das unidades da Baltic Volvo e experimentar um dos modelos mais rápidos, tecnológicos e emblemáticos da atual fase da marca sueca.
Conheça de perto o Volvo EX30 Ultra Twin e agende seu test drive em uma das unidades da Baltic Volvo:
Av. Dr. Gastão Vidigal, 28 Vila Leopoldina, São Paulo.
Av. Tucunaré, 292 Tamboré, Barueri.
Rua Braz Cubas, 318 Vila Nova, Santos.

Carro Design compacto, proporções equilibradas e a nova linguagem estética da Volvo para sua era 100% elétrica. Foto: Divulgação


ARA2, linha avant-garde da marca brasileira Ricardo Almeida, apresenta sua nova seleção de peças em linho, fundindo a nobreza da matéria-prima à sua assinatura de design disruptivo. Ao subverter silhuetas tradicionais em favor de proporções amplas e experimentais, a linha consolida seu posicionamento na moda autoral e oferece um contraponto sofisticado ao cenário comercial comum.
Focada na liberdade de movimento, a nova seleção da RA2 propõe uma desconstrução do clássico, eliminando estruturas
internas, apresentando calças sem cós tradicionais e estruturas sem entretelas para garantir máximo frescor. Além das silhuetas amplas, a linha introduz o branco em sua malharia essencial, complementando o tradicional preto em peças-chave como shorts, camisetas e regatas.
Ainda com uma nova curadoria de peças, os códigos da RA2 permanecem, como as nervuras características na malharia e as silhuetas oversized. Esta seleção introduz os shorts como peça inédita, expandindo o portfólio e consolidando produtos de forma gradual. Destaques ficam para

peças como a Camisa Box Over, uma evolução do modelo clássico da linha que agrega profundidade estética ao minimalismo rigoroso.
Com o propósito de instigar novas perspectivas na moda brasileira, a RA2 reafirma sua essência atemporal em peças que transcendem gerações e ocasiões. A linha representa um investimento para quem busca uma estética à frente do seu tempo, onde sobreposições audaciosas e detalhes inesperados revelam a complexidade de um design feito para perdurar.
Ricardo Almeida As peças podem ser encontradas no Studio Ricardo Almeida, localizado na Cidade Matarazzo e na Loja Conceito Ricardo Almeida no Shopping Pátio Higienópolis. Confira os detalhes desses e outros produtos nas redes sociais da RA2, em @ra2_lab.



Desde sua fundação, em 2021, sob a liderança da CEO Helo Bertolini, a Kohll nasceu com um posicionamento claro: unir alta performance, tecnologia em ativos e design autoral em uma marca brasileira de identidade forte. Formada em Design de Moda e pósgraduada em Marketing, Helo identificou uma lacuna no mercado nacional — a ausência de uma marca com estética luxuosa, narrativa consistente e embalagens sofisticadas — e transformou essa percepção em oportunidade de negócio.
Voltada para mulheres multifacetadas — mães, empresárias, estudantes e profissionais da maquiagem — a Kohll desenvolve produtos pensados para rotinas intensas, que exigem desempenho prolongado. A chamada “maquiagem blindada” surgiu dessa demanda concreta: fórmulas com formadores de filme e tecnologia de fixação que resistem à água, suor, atrito e oleosidade, mantendo acabamento uniforme ao longo do dia. A proposta vai além da estética: trata-se de performance aliada à confiança.


O nome Kohll remete ao kohl do Egito Antigo, um dos primeiros registros históricos da maquiagem, associado à proteção e força. A referência traduz o diálogo entre tradição e inovação, conceito que orienta o desenvolvimento dos produtos. A Base Blindada, principal lançamento da marca, foi testada em diferentes regiões do Brasil para assegurar adaptação a variados tipos de pele e condições climáticas. O desempenho levou a Kohll a participar de eventos como a New York Fashion Week e a Paris Fashion Week, além de avançar em mercados como Estados Unidos, Dubai, Portugal e Itália.
A experiência do cliente integra a estratégia da marca: embalagens de design exclusivo, assinatura olfativa própria e apresentação cuidadosa que transforma a compra em experiência sensorial. Em 2024, a Kohll ampliou sua

visibilidade ao patrocinar a Seleção Brasileira de Nado Artístico, em parceria com a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, reforçando seu posicionamento em produtos de alta resistência à água.
Com perfil empreendedor desde a adolescência, Helo Bertolini construiu a Kohll Beauty a partir de visão estratégica e execução consistente, consolidando a marca como referência em maquiagem blindada — uma proposta que combina tecnologia, identidade e ambição internacional.


Kohll Beauty consolida-se como referência nacional em maquiagem de alto padrão

A segunda edição do Prêmio Business confirmou seu lugar no calendário empresarial da região ao reunir, no dia 1º de dezembro de 2025, cerca de 200 convidados no espaço Ópera Cristal, em Alphaville. Com o tema “Reconhecendo a excelência de quem faz a diferença”, a noite celebrou lideranças que impactaram o desenvolvimento econômico e social ao longo do ano.
Entre os homenageados, Éder Regis Marques recebeu o título de Empresário do Ano, indicado pela Associação Comercial de Bareuri. Guto Issa foi reconhecido como Prefeito do Ano, enquanto Wilson Zuffa levou o prêmio de Presidente da Câmara do Ano. Dr. Francisco Roque Festa foi homenageado como Advogado do Ano e Emerson “Kadu da Farmácia”, Vereador do Ano. A premiação também destacou Rubens Furlan como Liderança Regional.
1. Prêmio Business 2025 no espaço Ópera Cristal. 2. Gabriel Gomez e Vitória Gomez, da Revista Business. 3. Mauro Sérgio da Revista Business. 4. Gabriel Gomez, Vitória Gomez, Luciana Watanabe e Mauro Sérgio. 5. Vereador de Santana de Parnaíba, Kadu da Farmácia, Vereador de São Paulo, Sargento Nantes e Delegado Ednelson de Jesus. 6. Rodrigo Martins, Eder Régis Marques e Renato Munhoz, da ACIB. 7. Ângela Maluf, Rosely Cury do Grupo Albatroz e Josi Mattos. 8. Mauro Sérgio, Rubens Furlan e prefeito de Barueri Beto Piteri. 9. Luciana Watanabe, Giulia Gargione e Vitória Gomez. 10. Mauro Sérgio, Edna da Silva e Thiago Silva da Apetece Alimentção.

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No eixo empresarial, o Residencial Andrômeda, da MPD — representado por Marina Campos — foi eleito Empreendimento Imobiliário do Ano. Giulia Gargione conquistou o Destaque Empresarial por votação popular. Já na categoria Influência Digital, foram homenageadas Daniela Benoliel e Eliane Otero, de Alphaville & Arredores.
O prêmio de Assessoria de Imprensa foi para a Comunicale, representada por Patrícia Fernandes e Ana Paula Boralli. Na categoria Projeto Social, o reconhecimento foi para o Projeto Caminhos Contra a Injustiça, representado por Carol Cerqueira. Felipe Xavier, da Redax Engenharia, também recebeu uma homenagem especial, assim como o vereador de Barueri, Leandrinho Dantas, pelos relevantes serviços prestados.
Mais do que uma cerimônia, o Prêmio Business 2025 reafirmou a força do empreendedorismo regional e a importância de reconhecer quem transforma visão em resultado.

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11. Daniela Benoliel, Patricia Fernandes, Ana Paula Boralli e Eliane Otero de Alphaville & Arredores e Comunicale. 12. Prefeito de São Roque Guto Issa e Gabriel Gomez. 13. Vice-prefeito de Osasco, Lau Alencar, Carol Cerqueira e Dulce Alencar. 14. Milton Monte, Dr. Francisco Roque Festa e Dr. Flávio Christensen Nobre. 15. Pedro Sotero e Juliana Sotero. 16. Felipe Xavier da Redax Engenharia 17. Marina Campos da MPD Engenharia. 18. Cybele Ortega e Luiz Fernando Ortega da Baltic Volvo. 19. Luci Damian do Ópera Cristal e Vitória Gomez. 20. Antônio Khoury, Alessandra Khoury, Maria Clara Khoury, Matheus Khoury e Miguel Khoury. 21. Moacyr Felix e Telma Ambrósio da Sky Box e Gabriel Gomez. 22. Ana Paula Boralli e Patricia Fernandes da Comunicale.


1. Empresário reunidos no primeiro encontro do Clube Business. 2. Patricia Fernandes e Ana Paula Boralli da Comunicale. 3. Mauro Sérgio da Revista Business. 4. Kaio Henrique e Bruno Saraiva do Santander Select e Dr. Robson Prado do escritório Robson Prado Advogados. 5. Gabriel Gomez e Vitória Gomez da Revista Business. 6. Michelle Kamphorst da Company Brazil. 7. Mauro Sérgio, Michelle Kamphorst, vereador de Santana de Parnaíba Kadu da Farmácia, Armando A. e Bruno Viana da Argus. 8. Carlos Eduardo Crespi do Eixo Esplanada. 9. Liare Calmon do Banco Safra e Michelle Kamphorst.




















