Sede de Sangue Lobo Delta 3 Quando um sensitivo humano salva a sua vida, Constantine Stylianos não consegue parar de pensar no pequeno homem, mesmo quando ele deixa Owen, ignorando o vínculo que têm juntos. Decidindo que ele precisava de uma mudança, ou ele nunca teria a vida que ele queria, Constantine opta por mudar-se para a Matilha Delta. Antes que ele possa chegar lá, Constantine recebe um pedido de ajuda. Uma caçada ilegal foi ordenada, e alguém precisa de sua proteção. Quando ele chega, ele descobre que o homem que salvou, Christian é o mesmo homem que o salvou, e também descobre que os dois homens são seus companheiros. Mas alguém está tentando de matar Christian, e Owen tem demônios emocionais que o impedem de aceitar plenamente o vínculo de acasalamento entre os três, Constantine tem que usar todas as suas habilidades para salválos. O destino é que escolhe os companheiros destinados a ficarem juntos, Constantine não pode ajudar, mas se pergunta por que tantos obstáculos são jogados no meio de todos eles?
Informações da Série Lobos Delta 1 – Lobo Camaleão –Distribuído 2 – Jogos de Acasalamento – Distribuído 3 – Luxúria de Sangue – Distribuído
Capítulo 1
― Você tem que beber o meu sangue ―, Owen gritou em desespero, enquanto ele segurava seu pulso nos lábios do homem ferido. ― Eu não posso ―, disse o moribundo gemendo. Owen sabia que o nome do homem era Constantine, mas ele não podia dizer ao homem como ele sabia disso. Havia apenas algumas coisas que ele não poderia partilhar com estranhos. ― Você tem. Se você não fizer isso, você vai morrer. ― Owen tinha visto em sua visão. Sua visão confundiu ele, mas Owen sabia que Constantine precisava beber, ou ele morreria. Não importa o que mais a sua visão lhe contou, Owen não podia deixar isso acontecer. ― Então eu vou morrer! ― Constantine resmungou. ― Por favor! ― Você não entende. Eu não estou no controle de mim mesmo. Se eu morde-lo, Eu não vou ser capaz de parar de... ― O homem olhou para longe. ― De quê? ― O olhar Owen recebeu do homem loiro foi significativo. Ele ficou vermelho, parecendo ter uma imagem dos dois pressionando pele a pele passando pela sua cabeça, e depois continuou. ― Só faça o que tem que fazer. Você não pode morrer.
― Se você insiste, ― Constantine grunhiu e rolou sobre Owen para suas costas tão rápido que Owen mal teve tempo de respirar. Antes que Owen pudesse piscar, o homem tirou todas as suas roupas. Owen correu para ajudar, porque ele tinha medo que o homem estivesse indo morrer se ele não bebesse um pouco de sangue em breve. Constantine esmagou seus lábios contra Owen, exigindo sua submissão. Owen deu-lhe de bom grado, se fundindo no corpo do homem, duro. ― Eu não estou preparado ―, disse Owen ofegante quando Constantine agarrou os seus joelhos e empurrou-os para seu peito. ― Sinto muito. Vou tentar ser o mais suave possível. O homem grunhiu quando ele começou a empurrar seu pau duro no traseiro de Owen. O homem deve ter usado a própria saliva para lubrificação, mas não havia tempo para estirá-lo, Owen gritou da queimação e da mordida de dor intensa quando Constantine impulsionou em cima dele. ― Eu estou bem. Só queima um pouco ―, disse ele, quando percebeu que o homem acima dele
tinha
congelado
quando
ele
gritou.
―
Continue.
A
dor
esta
desaparecendo à medida que você se move. Constantine parecia ter Owen em sua palavra e moveu seus quadris suavemente, mas rapidamente. ― Meu anjo ―, ele sussurrou antes de beijar Owen novamente. Owen passou os braços em volta do pescoço do homem maior, amando a sensação do seu corpo maciço envolvendo o seu corpo. ― Beba ―, disse Owen, submissivamente inclinando a cabeça e descobrindo o pescoço para Constantine. ― Você necessita beber. Tudo bem, eu entendo. ― Meu! ― gritou alto Constantine, quando começou a empurrar mais rápido. ― Você é meu agora, e de mais ninguém ― disse ele antes de afundar seus caninos profundamente na garganta de Owen.
Owen ainda estava confuso com as palavras do homem quando ele soltou um grito da dor leve, que rapidamente se transformou em um prazer enorme. Ele gozou tão forte que ele pensou que o topo do seu pênis fosse explodir a partir da pressão. Onda após onda de clímax acertou-o, cada um deles diretamente relacionados a cada chupada que Constantine dava no seu pescoço. Onde diabos eu fui me meter? Owen abriu os olhos quando Constantine parou de beber, e olhou profundamente para o homem e encontrou seus olhos azuis, quase violeta olhando para ele. Então o homem gritou liberando seu orgasmo, Owen já estava desaparecendo no vazio negro. Múltiplos orgasmos eram simplesmente demais para o seu corpo virgem manusear.
Owen acordou no banco traseiro de um carro, com um cobertor envolto em torno de seu corpo. Ele gemeu, lentamente, sentando-se. Seu corpo doía em vários lugares diferentes, alguns bons, alguns não tão bons. Ele estaria sentindo o sexo da noite passada por alguns dias. Oh Deus, Constantine! Saindo para fora do banco de trás do carro, Owen percebeu que ele ouvia vozes. Ele se virou para ver várias pessoas em pé a poucos metros de distância. Owen só reconheceu um, Constantine.
― Eu não sei, Mãe, ― Constantine disse. ― Eu estou te dizendo que eu não lembro o que aconteceu na noite passada. Acordei com um homem nu e que eu tive, obviamente, sexo. Eu encontrei o meu celular e liguei para meu Pai. Vocês chegaram aqui e viram o que eu vi. ― Como não se lembra? ― A mulher que estava na frente de Constantine gritou. ― Como você pode ter relações sexuais com um homem? Um homem humano. Ele drogou você? Aposto que ele fez. É por isso que você não se lembra. Fodendo humanos. Eu devia rasgar a garganta desse merda fora. ― Eu prefiro que você não faça isso ―, disse Owen. Ele podia ver a animosidade no rosto da mulher quando ela se virou para olhar para ele, o que fez suas pernas tremerem. Ele tomou alguns passos para trás, com medo de que ela podia realmente cumprir com sua ameaça. ― Eu não droguei Constantine. ― Qual é o seu nome? ― Constantine perguntou, aproximando-se dele, apenas parando quando Owen deu um passo para trás. Ele segurou a mão para cima como um gesto de paz.
― Nós não vamos te machucar,
humano. Minha mãe está apenas chateada. Ela não vai te machucar. Nós só precisamos saber o que aconteceu na noite passada. Owen não podia acreditar que Constantine estava tratando-o como um completo estranho, não depois da noite anterior. Seu intestino doía como se alguém simplesmente tivesse lhe dado um soco. Ele passou os braços ao redor da cintura para tentar segurar a dor dentro. ― Sim, como se pudéssemos confiar em um humano para contar a verdade. ― A mãe de Constantine zombou. Owen encarou a pequena mulher furiosa. Ela tinha os olhos de Constantine, a mesma coloração do cabelo, apesar de seu cabelo louro estar desaparecendo e menos brilhante. Ainda
assim, Owen podia ver a semelhança entre ela e Constantine, se olhasse para além do emaranhado de rugas em seu rosto. Owen estava tão chateado e magoado que ele não se importava se o matassem
naquele
momento.
Seu
coração
lhe
disse
que
o
que
ele
experimentou na noite anterior com Constantine foi significativo. Sua cabeça lhe disse para correr por sua vida. Sua raiva contra a maneira como a mulher falou com ele como se ele fosse o lodo depositado no fundo do sapato finalmente venceu. ― Quer parar de dizer “humano” como se você dissesse “verme”. Eu posso ser apenas um pequeno, e sem valor humano, mas eu salvei a vida do seu filho na noite passada. Com isso todo mundo calou a boca. Owen abaixou a mão, percebendo que ele estava apontando para Constantine. ― Vamos começar com o seu nome, ok? ― Constantine perguntou. ― Owen Carell, ― ele disse calmamente. ― E você é Constantine Stylianos. ― Ok, Owen, ― Constantine falou . ― Então eu disse a você o meu nome ontem à noite. ― Não, você não fez ― , Owen respondeu. ― Eu só sei das coisas. Às vezes eu tenho visões. Eu tive uma na última noite, vi você deitado no chão morrendo. ― Sim, certo. ― Outro homem riu. ― Você é psíquico ou alguma merda? Owen tinha deparado com isso antes, as pessoas se recusavam a acreditar no que ele poderia fazer. Ele caminhou até o homem e tocou em seu braço, instantaneamente, seu cérebro encheu-se de imagens. ― Seu nome é Alexander. Você é irmão de Constantine. Você está casado com uma mulher
chamada Alice, mas ela não é sua companheira real. Você esconde o conhecimento de quem é o seu companheiro. E você mantém uma coleção de romances escritos sob a cama em uma caixa escondida por baixo dos prêmios do ensino médio. ― Como você... ― Alexander empalideceu. ― Olha, se eu posso aceitar o fato de que vocês são lobisomens, ― Owen afirmou. Ele respirou fundo e tentou se acalmar.
― Você vai ter que
aceitar que eu sou diferente. Eu só sei das coisas. Eu não sei como ou por que eu faço. Ou acabei de fazer. ― Você sabe quem nós somos? ― A mãe de Constantine perguntou, olhando para ele cautelosamente. ― Sim, não era assim tão difícil de descobrir. ― Owen deu de ombros. ― Você continua me chamando humano, todos vocês rosnam muito. É um ato muito parecido com outro lobisomem que conheci, Rodrick. ― É por isso que eu vim aqui! ― Constantine exclamou como se ele tivesse apenas se lembrado de algo importante.
― Eu vim aqui para te
encontrar, Owen. Eu precisava saber o que você fez para Rodrick, por que você o ajudou. ― Rodrick disse que ele estava procurando por um amigo ―, lembrou Owen, confuso. ― Ele disse que tinha perdido o contato. Eu esqueço o nome do homem. Rodrick tinha algo desse amigo, disse que precisava encontrar os companheiros do homem, porque talvez eles soubessem onde ele estava. ― Era um homem chamado Sebastian? ― Sim ― disse Owen, lembrando-se rapidamente. Ele franziu o cenho. ― Isso foi há alguns meses, no entanto. O que isso tem a ver comigo?
― Sebastian não é amigo de Rodrick. ― Constantine suspirou, esfregando a mão sobre o rosto. ― Ele o usou para encontrar os companheiros de Sebastian e sequestrar um deles. Eles o torturaram, estupraram-no, e fizeram tantas coisas horríveis como podiam para o homem. ― Eu não sabia ―, disse Owen sussurrando de horror, sentindo os olhos dele queimando com lágrimas.
― Ele disse que precisava dar algo a
Sebastian, algo importante. Eu só queria ajudar. ― Então por que ele estava pagando? ― Constantine olhou suspeito. ―
As
pessoas
me
pagam
para
ajudá-los
respondendo. Ele estava começando a ficar na defensiva.
―,
disse
Owen
― Para encontrar
alguém, ou receber conselhos. ― Então, você usa suas habilidades por dinheiro? ― Disse Constantine. A mãe cortou o assunto. ― Sim, isso é ótimo. Tão humano. ― Eu não sou um vigarista ― , Owen saltou para trás. ― Eu apenas ajudo a quem me paga. Já ajudei a polícia a encontrar alguns assassinos e algumas crianças sequestradas. Eu gosto de ajudar, mas eu tenho aluguel para pagar, também. Eu não cobro nada escandaloso, mais parecido com uma taxa de consulta. Você não sabe como é difícil ter um emprego regular. Eu recebo as imagens cada vez que alguém me toca. Eu sei coisas sobre pessoas que eu não quero saber. ― Mãe, você poderia apenas se acalmar por favor? ― Constantine estalou. ― Ok, eu sei que você não quis ajudar Rodrick a fazer coisas ruins. Eu fui enviado para descobrir como ele sabia quem eram os companheiros de Sebastian. Você me respondeu. Agora, o que aconteceu na noite passada?
― Eu tive uma visão que você estava morrendo ― explicou Owen. Ele passou seus braços apertados em torno de sua cintura.
― Eu saí para
encontrá-lo. Quando eu cheguei perto do lugar da minha visão, você estava lutando com outros três rapazes. Eles estavam gritando algo sobre você não ser da sua matilha e que você estava em seu território. ― E você não o ajudou? ― A mãe de Constantine, gritou. Owen sentiu como se seus ouvidos pudessem começar a sangrar a qualquer momento. A mulher gritou tão alto que fez os olhos de Owen encher de água, ou talvez fosse a poeira no ar. ― Você só o deixou apanhar? ― Oi, você está me olhando? ― Owen falou chocado. Ele acenou com a mão pelo seu corpo magro. ― Tenho 1,71 metros e 58 quilos. Sim, eu teria sido uma grande ajuda. ― Owen decidiu ignorá-la a partir de agora. Ela não estava ajudando nem um pouco. Voltou-se para Constantine. ― De qualquer forma, pelo tempo que eu estava olhando para você, a luta acabou e os caras o tinham deixado para morrer. Na visão, você estava bebendo do meu pescoço. Então eu lhe disse para beber. Você era uma confusão sangrenta, então imaginei você precisava de sangue. ― Você bebeu de um ser humano! ― A mulher gritou. ― Você esta ligado a ele? ― Eu não sei ―, sussurrou Constantine. As sobrancelhas dele se aproximaram. Ele parecia estar tentando lembrar-se de uma memória perdida e ela estava em branco. ― O que aconteceu depois disso, Owen? ― Você disse que não podia em primeiro lugar ―, disse Owen. Ele podia sentir seu calor no rosto corando.
― Você não estava certo se você
podia controlar seus impulsos. Eu lhe disse que estava tudo bem. Eu não ia deixá-lo morrer, só porque você estava com medo de que eu não iria deixá-lo
fazer sexo comigo. Assim o fizemos. Você mordeu meu pescoço e bebeu. Isso é tudo que eu lembro até que eu acordei no banco de trás daquele carro. ― Você teve relações sexuais com meu filho enquanto ele estava meio morto ―, a mãe gritou. ― Você é um pervertido, como você pôde fazer isso com o meu filho? Ele não é uma bicha. Ele não sabia o que estava fazendo.
Você
gostou?
Foi
uma
maneira
fácil
de
você
chegar
nele,
aproveitando-se de um homem indefeso? ― Eu tive o suficiente de você ― , Owen gritou, apontando para ela. ― Tudo o que sai da sua boca é um insulto para mim. Você acha que isso foi divertido para mim? Você realmente acha que foi como se eu sempre quis perder a minha virgindade? Tendo um homem que eu não conhecia, sangrando em cima de mim, sendo áspero, e me machucando? Ele não queria, mas doeu. Eu estava com dor. Estou ferido e ainda por cima ele nem sequer se lembra. Owen deu um passo para trás quando o rosto de Constantine empalideceu e sua mandíbula caiu. Ele sabia que o homem deve ter ficado chocado com as palavras de Owen, Mas ele tinha que parecer totalmente atordoado? Era como se Constantine nunca tivesse considerado fazer sexo com Owen se ele não estivesse em tal situação terrível. Isso fez doer o coração de Owen e seu estômago rugiu. ― Eu vim para encontrar Constantine, porque eu tive uma visão de sua morte e eu não podia ignorá-lo. Eu tinha que fazer alguma coisa. Então, sim, eu o deixei tomar o meu sangue para acordar somente para encontrar um pelotão de fuzilamento destinado para mim. Um simples obrigado seria bom caralho. Owen virou-se e saiu. Owen foi para casa sem olhar para trás. Esta tinha sido a experiência mais humilhante de sua vida! Constantine era, obviamente, hetero e não queria nada com Owen.
Ele não sentia a mesma conexão na noite passada que Owen tinha. As lágrimas que Owen sentiu enquanto ele estava gritando, finalmente começaram a cair. Ele continuou andando, não querendo que qualquer um deles pudesse vê-lo chorando. Owen se sentiu arrasado. Ele tinha dado a sua virgindade a um homem que encontrara ao lado de uma estrada deserta. O homem ainda não se lembrava de ter relações sexuais com Owen. E a família de Constantine estava atacando-o, culpando-o por tudo? Foi o pior pesadelo da sua vida! “Owen, você pode me ouvir? Por favor, volte? Sinto muito. Minha mãe é uma idiota. Se você pode me ouvir, você é meu companheiro. Por favor, volte e vamos conversar.” A voz de Constantine vibrou no crânio de Owen. Era tudo o que podia fazer para não tropeçar em estado de choque ouvindo o homem em sua cabeça. Owen
apenas
continuou
andando,
fingindo
que
não
ouviu
Constantine. Ele não queria ter mais nada a ver com nada disso. Seu coração já estava despedaçado. Ele só queria encontrar um buraco escuro para dormir e morrer.
Constantine sentiu uma grande tristeza, enquanto observava o belo homem indo embora. Como ele não podia se lembrar de estar com Owen?
Sim, Constantine tinha sido sempre atraído por homens, mas ele nunca fez nada, sempre se encontrou com mulheres. Mas algo sobre Owen chamou Constantine por dentro ele ficou muito triste quando Owen não ouviu seus pensamentos e voltou. Ele realmente esperava que Owen fosse um de seus companheiros. Ele sabia que ele sentia um puxão para Owen, um forte. Ele realmente pensou que Owen era seu companheiro até que o homem continuou a caminhar para longe dele. Owen não o ouviu. O companheiro de Constantine teria. Constantine não podia se lembrar de nada sobre a noite anterior exceto quando um anjo veio salvá-lo. Ah, o gosto daquele anjo era o céu, completamente viciante. Ele esperava que Owen fosse o anjo, mas agora, depois do que aconteceu esta manhã, ele assumiu que era a maneira do seu cérebro de fazer sentido para a noite passada. Foi uma vergonha. Ele teria gostado de passar o resto de sua vida com o anjo. ― Tudo bem, vamos chegar ao seu carro assim você pode vir para casa ―, sua mãe, Connie, disse, passando um braço ao redor dele. Constantine estava tentando esconder o quanto ele estava chateado com a sua mãe. Ele não conseguia entender como ela agiu sobre pessoas que são gays. Constantine sabia desde cedo que era gay, mas nunca tinha saido, por causa dos sentimentos de sua mãe. Ele sempre esperou que o destino quisesse ser gentil e acasala-lo com homens, assim Constantine poderia dizer que era o destino e não ter que explicar que ele preferia homens. Mas, sendo o Delta da sua matilha, e filho do Alfa, o seu trabalho era encontrar dois companheiros mulheres e produzir uma casa cheia de filhotes.
Claro, Constantine pensava em crianças, ele gostou da ideia de têlos. Ele simplesmente não podia fazer sua mente em torno de tê-los com uma mulher. Ele tinha encontros de tempos em tempos, ou ganchos ocasionais, mas ele tinha que levar a mulher por trás. Era a única maneira que podia fingir que era um homem e ficar duro. Constantine olhou pela janela do carro, sem dizer uma palavra além de orientar a mãe para onde ele tinha deixado o seu carro. Ele tinha conversado com seus pais sobre a matilha Delta antes de ir investigar o Alfa Rodrick. Seus pais eram muito fortes na sua resposta negativa. Eles não o queriam longe de sua família. Para culminar, eles tinham ouvido falar que os Deltas que já estavam na matilha eram gays. Eles estavam fazendo nada disso. Quando Constantine viu os seis homens pequenos, cheios de alegria, e a forma como tratavam uns aos outros. Eles amavam seus companheiros e demonstravam isso de diversas formas. Eles não tinham escrúpulos uns com os outros, e estavam reconstruindo a cidade, e estavam vivendo suas vidas. Todos pareciam muito felizes. Constantine queria ficar ali mesmo, mas ele sabia que tinha que terminar de descobrir tudo sobre Rodrick. Aquele homem tinha lhe dado asco desde o momento em que ele conheceu Constantine. De alguma forma, Constantine foi capaz de mascarar seu cheiro Delta. Ele sempre foi capaz. Sem saber como, Constantine achou que ajudou com as missões especiais, como a infiltração no grupo de mercenários de Rodrick. Rodrick já foi condenado à morte, e sua execução seria realizada em breve, se não já. Constantine estava contente com isso, pelo menos.
Ele ainda precisava entrar em contato com Sebastian e lhe dizer o que ele descobriu sobre Owen. Para Constantine não parecia sensato relatar suas conclusões ao Conselho. Não se podia prever o que fariam se eles soubessem de um ser humano que sabia o que eles eram. A viagem de volta para Indiana não foi tão ruim, mesmo que isso demorou um pouco, mas deu-lhe tempo para pensar em Owen. Constantine sabia que ele ia se arrepender de como ele havia machucado o homem bonito, para o resto da sua vida. Ainda pior, ele nem sequer agradeceu a Owen por ter salvo sua vida e sacrificar sua virgindade só para começar na merda por Constantine e sua família. Constantine poderia culpar o choque, mas tudo o que ele queria, pelo tempo que ele livrou o que tinha acontecido, ele percebeu que talvez fosse melhor só deixar Owen sozinho. O que ele poderia realmente dizer para torná-lo melhor? Desculpe eu não lembro, porra? Ignore a minha mãe? Ela é uma idiota. E, sim, eu sou realmente gay? Owen não tinha ouvido Constantine, ou tentou falar com ele através de sua mente. Eles não poderiam ser companheiros, e ele ainda não poderia ter Owen, então, assim deixando Owen sozinho era o melhor para ambos. Realmente. Constantine enxugou as lágrimas que caíam pelo seu rosto. Ele não podia fazer nada sobre isso agora. Ele tinha estragado tudo com Owen. Ele precisava esquecer toda esta situação e seguir em frente. Agora, ele tinha que enfrentar a questão em primeira mão. Tinha que enfrentar seus pais para lhes dizer que tinha decidido mudar para a matilha Delta vai ser um inferno. Em vez de ir direto para casa, Constantine parou na garagem de seus pais para acabar com isso. Ele podia ver as luzes no interior da casa e sabia
que seus pais estavam esperando por ele chegar em casa e fazer a chamada, então ele ficou surpreso quando seu pai saiu de casa. ― Filho, como você está se sentindo? ― Perguntou o pai, se aproximando para encontrá-lo.
― Sua mãe me disse que havia algumas
questões que ocorreram, coisas que nunca iria discutir, mas me preocupo com você, você precisar falar? ― Eu, pai ―, disse ele, franzindo a testa se perguntando o que sua mãe tinha dito a seu pai, era tão típico dela.
― Mas não sobre o que
aconteceu. Eu queria falar com você sobre a matilha Delta. ― Absolutamente não ―, disse o pai severamente. Ele acenou com a mão no ar, como se afastando a coisa toda. Isso parecia acontecer muito na família de Constantine. ― Nós já discutimos isso e decidimos contra isso. ― Não, você e mamãe decidiram contra isso ― disse Constantine, todas as esperanças de ser civilizado tinha ido. ― Eu os visitei no meu último trabalho, e Eu vim com uma decisão. Eu decidi que eu vou... ― Eu proíbo isso ― , resmungou o pai, cortando Constantine. Constantine revirou os olhos quando viu a sua mãe saindo da casa para se juntar a eles. Isso e uma perfeita foda! Talvez eles devessem chamar a estação de notícias locais para que todos pudessem ver essa disputa familiar. ― Eu sou seu pai e Alfa. Eu o proíbo. ― Não importa ―, Constantine disse baixinho, não querendo gritar e gritar sobre isso. ― Tenho 33 anos de idade, pai. Eu sou um adulto, e mais do que isso, o mandato do conselho disse que a escolha é do Delta em qual lugar vivemos. Eu não tenho que ser liberado da minha matilha atual, se eu decidir mudar. É o suficiente para mim. Eu vim para discutir isso com você como um adulto, mas não vai acontecer. Assim em vez disso, eu estou lhe informando a minha decisão.
Constantine quase riu da expressão chocada em seus pais quando ele voltou para seu carro e subiu dentro. Ele nunca conversou com eles assim antes. Ele era o seu filho, o do meio de três, o obediente, o que todos ignoravam a menos que eles precisassem da ajuda. E ele sempre fez tudo o que precisavam, porque eles eram a sua família. Mas já era o suficiente. Constantine precisava começar a viver a sua vida do jeito que ele queria, ou ele seria sempre miserável. Bem, mais miserável do que ele já era, e que era muito malditamente infeliz. Estava na hora dele tentar viver sua própria vida e tomar suas próprias decisões. Parando na loja a caminho de casa, ele comprou alguns mantimentos e sorriu. Constantine não podia se lembrar da última vez em que ele havia feito algo para si mesmo, para tornar-se feliz. Ele se sentiu realmente bem. Voltando ao carro, ele chamou o Alfa Zac Sheehan. ― Olá? ― Hey, Zac, ― ele disse, sentindo-se subitamente nervoso.
― É
Constantine Stylianos. Você tem um minuto? Eu tenho um par de coisas para falar para você. ― É certo, espere ―, disse Zac. Houve uma pausa antes de Constantine ouviu o sussurro do homem falando algo a alguém, e depois ele voltou na linha. ― Ok, eu estou aqui, O que aconteceu? ― Bem, em primeiro lugar, eu queria que você soubesse que eu encontrei o homem que Matt mencionou
―, disse ele, esperando que ele
parecesse calmo quando ele falou de Owen.
― Acontece que o cara é um
médium, e Rodrick deu-lhe uma história sobre a amizade com Sebastian. Ele enganou o cara para ajudá-lo a localizar Sebastian e seus companheiros, dizendo que ele precisava entregar algo para ele.
― Bem, isso resolve essa questão ―, disse Zac. ― Será que esse cara vai ser um problema? ― Não, ele é legal, apenas parece não querer ter nada a ver com lobisomens. Depois do que aconteceu, você pode culpá-lo? Owen ficou realmente quebrado quando eu lhe disse o que Rodrick fez com a informação. Ele realmente acreditava que ele só estava ajudando dois amigos a se encontrarem. ― Ok, qual é a segunda coisa? ― Zac perguntou, parecendo curioso. ― Eu estou esperando a permissão para participar da sua matilha ― , disse Constantine rapidamente, antes que perdesse a coragem. ― Eu não estou feliz com a minha matilha. E cansado de ser tão sozinho, e quando eu estava ai, sua matilha tinha realmente uma grande vibração. Eu poderia construir minha própria casa. Tenho dinheiro guardado que eu estaria disposto a contribuir. Eu não sei o que você precisa na matilha, mas... ― Constantine, mais devagar. ― Zac riu.
― Nós já discutimos a
possibilidade de você se juntar a gente quando você falou sobre Owen. Gostaríamos que você se juntasse a matilha, então não se preocupe, cara. Você está dentro. ― Isso é ótimo! ― Constantine exclamou. Ele se sentiu muito animado. Ele tinha uma casa, um lugar para ir onde ele pudesse ser ele mesmo. ― Eu vou fazer as malas e alugar um caminhão. Eu devo estar ai em uma semana. ― Ok, isso me soa bem, cara ―, Zac respondeu. ― Você pode ficar aqui até você conseguir uma casa, porque a casa de Sebastian está finalmente completa, então ele, Dobry e Alastar estão se movendo para fora. Minha casa parece ser o alojamento ate que a casa das pessoas fiquem prontas e ou eles tomem outras providências.
― Bem, há apenas um de mim. ― Constantine sentiu sua tristeza como um peso pesado no peito. Ele agarrou o volante firme para manter-se sob controle. ― Eu não encontrei meus companheiros ainda, então eu não vou estar muito no caminho. ― Você vai encontrá-los ―, disse Zac. ― Eles vão cair no seu colo quando você menos esperar. Constantine esperava que Zac estivesse certo. Ele realmente fez.
Capítulo 2
Constantine não fez nada durante os próximos dias, exceto fazer as malas e embalar suas coisas. Bem, isso e sonhar com o seu anjo. Ele realmente queria que ele tivesse obtido um melhor olhar para os olhos de Owen. Os olhos verdes e a pele macia de seu anjo era o que mais se destacavam em suas memórias. Lembrou-se de ver aqueles olhos, então o seu anjo inclinando a cabeça e dizendo-lhe para beber. Um sabor maravilhoso tinha enchido sua boca enquanto ele bebia de seu anjinho. Então, ele teve o orgasmo mais intenso de toda a sua vida e sentiu ao mesmo tempo como o seu anjo se sentia.
Constantine só não conseguia descobrir o que era real e o que seu cérebro tinha preenchido? Owen era realmente o seu anjinho? Ou era o seu anjo ou fruto da sua sede de sangue? Essa duvida estava deixando-o louco! Constantine tentou o seu melhor para empurrar os pensamentos de sua mente, o que só teve o efeito oposto e fê-lo pensar em seu sonho ainda mais. Quando seu telefone tocou, ficou feliz com a interrupção. ― Olá? ― Ei, Constantine. É John. ― Ei, cara, como está precisando? ― Constantine perguntou, torcendo-se ao som da voz de seu amigo. John havia sido membro da sua matilha, mas tinha encontrado sua companheira e se mudou para outra matilha alguns anos atrás. ― As coisas estão indo bem? ― Para mim, ótimo ― , respondeu John. ― Para o primo de minha companheira, não tão bom. Preciso da sua ajuda. Christian, é primo da minha companheira, foi expulso da sua matilha para ser gay, mas deram uma surra nele primeiro e o deixaram quase morto. Um homem encontrou-o e ajudou a chegar até nós. Agora a matilha de Christian descobriu que ele ainda está vivo e estão vindo para ele. Não posso arriscar minha companheira ou os nossos filhotes, você sabe disso. ― Sim, eu entendo isso ―, disse Constantine.
― Eu vou estar ai
dentro de uma hora. Você ainda está no mesmo lugar? ― Ele se lembrou da pequena casa acolhedora no campo que ele o visitou algumas vezes ao longo dos anos. John e sua companheira sempre o fizeram se sentir bem-vindo. ― Sim, e obrigado, Constantine, ― John respondeu, soltando um suspiro. ― Eu sabia que podia contar com você. Você pode obter Christian em algum lugar seguro? Eu não tenho certeza se isso seria, mas eu não tenho
qualquer posição em minha matilha para fornecer um lugar seguro o suficiente para o cara. Eu não estou aqui tempo suficiente. ― Eu vou descobrir alguma coisa ―, respondeu Constantine. ― Vou tentar chegar a você até o anoitecer. ― Obrigado, homem, até então, ― John disse antes de desligar o telefone. Constantine correu para terminar de embalar o seu material. Isto era apenas o que ele precisava, um trabalho de proteção fácil para mantê-lo distraído. Ele esperava que isso fosse deixar a sua mente longe de Owen, mas ele duvidava. Foi difícil para ele perceber que tinha acabado e que ele nunca ia ver o homem lindo novamente.
Owen ficou lá tentando confortar Christian. Quando ele tinha conseguido outra visão sobre um homem espancado e deixado para morrer, ele, obviamente, ficou nervoso com isso. Na primeira, ele decidiu não fazer nada sobre isso, mas depois sua consciência ganhou. Christian De'Angelos não era nada como aquele idiota que tinha ajudado da última vez. Ele era doce, e grato, e aceitou a ajuda de Owen graciosamente. O homem havia sido espancado até quase uma pasta de sangue até que Owen chegou nele. Ele limpou Christian da melhor forma que podia, em
seguida, dirigiu todo o caminho para Minnesota para levá-lo para encontrar o sua prima. Agora, eles estavam apenas esperando alguém para proteger Christian aparecer. Owen iria informá-lo e ir para casa. ― Ei, John, ― Owen ouviu um homem dizer a partir da porta da frente. Owen esperava que sua mente estivesse brincando com ele. Ele conhecia aquela voz. E pertencia ao filho de uma cadela que ele tinha dado a sua virgindade, Constantine. Virando-se, Owen amaldiçoou a sua sorte, estúpido idiota. Parado ali, tão sexy como sempre, estava o homem dos seus sonhos, o homem que ele não queria ele. Owen se encolheu quando Constantine entrou na sala e os olhos azul-violeta imediatamente foram para ele. ― Owen ― Constantine sussurrou, soltando sua bolsa e se deslocando em direção a ele. Owen rapidamente se afastou dele até que Constantine parou de andar e ficou ali olhando com uma irreconhecível emoção em seus olhos. “Meu anjo, por favor, não tenha medo de mim, por favor me escute“ Owen ouviu a voz do homem na sua cabeça e ignorou. ― Meu companheiro ―, disse Christian, olhando para ambos os homens. Owen
sentiu
arrepios
quando
ele
testemunhou
Christian
e
Constantine encontrar um ao outro. O olhar que compartilharam rasgou o seu coração. Christian lutou para se levantar quando Constantine correu e levantou ele. Em seguida, Christian passou os braços e as pernas em torno do homem que Owen tivera relações sexuais alguns dias atrás.
Owen olhou para longe assim nenhum dos homens notaria as lágrimas em seus olhos. Ele ainda não queria testemunhar isso. Seu coração já estava quebrando. Isso só pode pará-lo todos juntos. Levantando-se para sair, Owen nem sequer olhou para trás até que ele chegou à porta e alguém agarrou seu braço. Ele sabia que era Constantine e tentou livrar-se do aperto. ― Deixe-me ir ―, suplicou ele, se engasgando entre lágrimas. ― Não, não desta vez ― disse Constantine. ― Precisamos conversar. Owen se debatia, tentando se afastar. Ele não podia fazer isso. Ele só não podia fazer isso. Constantine ainda tinha o seu companheiro envolto em seus braços quando ele tentou impedir Owen de sair. Isso matou Owen, mais do que qualquer coisa. Agora, Constantine realmente não precisa dele. ― Que diabos? ― John exclamou quando ele entrou na sala. ― É uma longa história ―, disse Constantine. ― Obrigado por ajudálos até eu chegar aqui, mas eu acho que é tempo de pegarmos a estrada. Quanto mais distância colocarmos entre nós e você, é melhor. ― Claro, qualquer coisa. ― Christian, Owen, vão pegar suas coisas. Owen estava grato quando Constantine finalmente o deixou ir. Ele abriu a porta, saiu, e se dirigiu rapidamente para o seu carro. Ele queria fazer a sua fuga tão rápida quanto podia. Estando em torno de Constantine era doloroso demais para suportar. ― Owen, espere ―, Constantine disse enquanto ele ajudava Christian. ― Ele ainda precisa da sua ajuda. ― Por quê? Ele tem você agora
― disse Owen, virando-se para
olhar para Constantine. ― Ele não precisa de mim, e você certamente não precisa de mim. Estou indo para casa.
― Sua matilha está atrás dele, e eles querem matá-lo, ― Constantine explicou. ― Eles sabem que ele não está morto e que alguém o salvou. Ele precisa da sua ajuda para ficar à frente deles. E eu preciso falar com você, explicar algumas coisas, por favor. ― Ele é obviamente, o seu companheiro ―, disse Owen, apontando para Christian. ― Você não precisa explicar nada para mim. Você fez a sua posição cristalina no outro dia. Basta deixá-lo no passado. ― Owen, por favor, ― disse Christian. ― Não saia ainda, está bem? ― Eu não quero entrar no seu caminho ― disse Owen, sacudindo a cabeça. Ele não conseguia sentar e assistir o vínculo entre Constantine e Christian.
― Vocês dois estão muito melhor sem mim. Vou apenas causar
problemas. ― Olha, vamos sair do campo aberto ― disse Constantine. ― Passei por um hotel a cerca de dez milhas para trás. Ninguém deveria se dirigir em qualquer lugar hoje à noite. Vamos conseguir um quarto, e nós podemos conversar. ― Por favor, Owen? ―, Disse Christian. Por alguma razão, Owen não podia negar o homem. Mesmo derrotado e moído, para Owen, ele era lindo com 1,66 metros, setenta e quatro quilos, olhos prateados e cabelos negros que caíam em ondas até o seu ombro. ― Tudo bem, vou segui-lo. ― Ele suspirou, não querendo passar pela dor de cabeça que ele sabia que ia vir ― Eu prometo, ok? Vamos apenas ir. Eu estou cansado, e eu preciso descansar. ― É justo ― disse Constantine. Owen ficou no seu carro e viu Constantine ajudar Christian a entrar na cabine do seu caminhão, antes dele voltar por Owen. Ele recuou longe da
mão que Constantine estendeu para ele, com medo de sentir o toque do homem. Ele não sabia se ele poderia lidar com isso agora, ou nunca. ― Eu sonhei com você todas as noites desde que você salvou a minha vida. ― Constantine continuou lentamente para frente e cobriu o lado do rosto de Owen. ― Eu não vou perder você de novo, meu anjo. Owen estava lá em estado de choque. Constantine se inclinou e beijou seus lábios, apenas um leve toque, mas o suficiente para balançar o mundo de Owen. Então o homem levantou-se e voltou para o seu caminhão, como se nada tivesse ocorrido nada. Que diabos tinha acontecido? O que Constantine quis dizer com suas palavras? Com o seu beijo? Owen estava tão confuso que sua cabeça doía. Ele teve de se forçar a se mover, para entrar em seu carro e ligar o motor. Ele seguiu Constantine para o hotel ao tentar se preparar para ser decepcionado, tentando esmagar qualquer esperança. Owen não poderia deixar-se machucar novamente. Mas ele sabia que ele iria.
Constantine não podia acreditar com o rumo dos acontecimentos. Ele saiu do carro e se dirigiu para o escritório, imaginando o que ele ia dizer para Owen. Ele falou com o homem atrás do balcão por um quarto e deu ao homem o seu cartão de crédito. Depois de alguns minutos, ele assinou o recibo, levou
as duas chaves eletrônicas, e agradeceu o homem antes de sair do escritório. Ele ainda não tinha ideia do que ele diria. De volta para o carro, dirigiu até o seu quarto. Depois de rapidamente colocar o carro no estacionamento, Constantine pulou fora e andou ao redor do carro para ajudar Christian. Seu pequeno companheiro não estava lidando muito bem com ser ferido, estava tentando fazer tudo por si. ― Eu vou pega-lo ―, disse Constantine suavemente antes de levantar Christian em seus braços. ― Eu posso andar ―, disse Christian, fazendo beicinho para fora com o lábio inferior. Constantine achou isso totalmente adorável. ― Eu não sou um total inválido. ― Não, claro que não ― respondeu ele, sorrindo para Christian. ― Talvez eu apenas goste da desculpa para segurar você em meus braços. ― Você faz isso difícil para mim fazer beicinho. ― Christian deu uma risadinha. Constantine foi até o seu quarto. Ele olhou por cima do ombro para se certificar de que Owen o estava seguindo. Com certeza, ele estava saindo do seu carro, mas ele não parecia feliz de estar lá. ― Essa é a ideia, Christian ―, Constantine respondeu enquanto deslizava o cartão chave na porta e empurrou a maçaneta. Ele chutou a porta aberta com o pé, e levou Christian para o quarto. Depois que o colocou na cama, Constantine, correu para abrir a porta para Owen. ― Obrigado por nos seguir. ― Está tudo bem ―, resmungou Owen, caminhando, passando por Constantine. ― Então, o que você quer?
― Owen, por favor ― disse Christian, os dois homens se viraram e olhar para ele. ― Eu não sei o que aconteceu, mas eu preciso da sua ajuda. Se o que Constantine e John dizem é verdade, então minha antiga matilha está enviando pessoas para me matar. Eu não quero morrer. ― Isso não vai acontecer, Christian ― , Constantine disse, agitando a cabeça antes de andar mais para se sentar ao lado de Christian. Ele passou os braços ao redor do pequeno homem. Ele não quis fazer Owen sentir-se desconfortável, mas Christian precisava de conforto. ― Olha Owen, eu fui um idiota no outro dia. Minha mãe estava agindo como uma puta total com você, e eu não fiz nada para impedi-la. Sinto muito. ― Ótimo, é isso, você está arrependido, ― Owen respondeu, se afastando dele. Ele provavelmente estava tentando esconder as lágrimas em seus olhos novamente, mas Constantine tinha visto. ― Esquece isso, Constantine. Você tem o seu companheiro. ― Eu sou um Delta. Eu realmente tenho dois companheiros ― disse Constantine. ― Eu ainda acho que você é nosso companheiro, Owen. E não era por isso que eu estava me desculpando. Sinto muito por ser um idiota. Eu não tenho desculpa para isso. Eu só me lembro de pedaços do que aconteceu. ― Que pedaço? ― Owen murmurou, voltando-se para enfrentá-lo. Havia lágrimas escorrendo pelo rosto como Constantine suspeitava. ― O que você lembra? ― Eu me lembro de você. ― Constantine disse se levantando e caminhando para Owen.
― Eu me lembro do seu rosto, especialmente seus
olhos. Eu me lembro de você ser meu anjo e me oferecendo seu sangue para salvar a minha a vida. Lembro-me que era a coisa mais doce que eu já provei e tendo o orgasmo mais explosivo da minha vida com você.
― Você realmente se lembra disso? ― Owen perguntou, com os olhos brilhando com o que Constantine só figurava ser esperança.
― Por
favor, não minta para mim. ― Eu nunca mentiria para você, Owen. ― Constantine pegou Owen em seus braços. ― Isso é tudo o que eu realmente me lembro. E enquanto a minha mãe pode estar convencida de que eu sou hetero, eu não sou. Eu queria você tanto como eu faço agora. Por favor me dê outra chance. Prometo não estragar tudo desta vez. ― Você me magoou, Constantine ― , Owen respondeu, afastando-o. ― Eu sei que você precisava de sangue, e eu estou contente que te salvei. Mas eu também dei a você a minha virgindade, e você não se importou que me machucou. ― Não, eu me importei. ― Constantine esfregou a mão sobre o topo de sua cabeça.
― Eu me importo. Eu juro. Eu só... Deus, você era virgem
caralho, e eu nem sequer me lembro. Constantine estendeu a mão para Owen, e deixou cair molemente ao seu lado, quando Owen se afastou dele.
― Por favor, Owen, você tem que
entender. Fiquei magoado, ferido. Eu estava fora da minha mente com sede de sangue. Eu não sabia o que estava fazendo. Eu juro que nunca teria te machucado se estivesse no meu juízo perfeito. Sentindo-se derrotado quando Owen continuou a apenas olhar para ele, Constantine sentou-se no final da cama e abaixou a cabeça em suas mãos. Esta maldita bagunça era tudo culpa dele. ― Constantine, explique ao Owen sobre o que significa ser um companheiro ― , Christian disse. ― Ele não entende. Constantine ergueu a cabeça e esfregou as mãos sobre o rosto antes de olhar para Owen. ― Ok, você sabe que eu sou um lobisomem, certo? ―
Owen assentiu. ― Lobisomens acasalam para a vida, quando encontramos o nosso companheiro ou companheiros no meu caso. ― O que quer dizer exatamente por companheiro? ― Owen pediu. ― Eu ouvi o termo várias vezes. ― Nossos companheiros são escolhidos para nós, pelo destino, Owen ― , disse Christian. ― O companheiro ideal para nós, a nossa outra metade, por assim dizer. Constantine assentiu. ― Quando encontramos nossos companheiros, é maravilhoso, um momento de grande celebração. Não estamos mais sozinhos. Há alguém conosco para compartilhar os bons e os maus momentos, para nos dar conforto, e vamos dar conforto também. É... é... ― É como estar inteiro pela primeira vez em nossas vidas ― Christian acrescentou. Constantine deu uma risadinha. primeira vez.
― Sim, é como estar inteiro pela
― Constantine podia sentir a dor no peito crescer quando ele
olhou para a expressão fechada de Owen. Ele não tinha ideia se ele estava chegando até o homem ou não. Ele tinha sido tão positivo de que Owen era seu companheiro, mas... ― Uma das maneiras que somos capazes de reconhecer os nossos companheiros é a nossa capacidade de ouvi-los, falar com eles, em nossas cabeças.
― Constantine cerrou as mãos nos lados.
― Eu pensei que você
fosse... ― Constantine ingeriu passando, o nódulo formado na garganta. ― Eu pensei que você fosse meu companheiro, mas... ― Eu posso ouvi-lo. Owen sussurrou as palavras tão baixinho que Constantine quase não as ouviu. Ele estendeu uma mão para fora para Owen.
―Vo-você pode me
ouvir? ― o coração de Constantine pulou, em seguida, acelerou quando ele
percebeu o que Owen estava dizendo a ele. Se Owen podia ouvi-lo, então por que o homem nunca respondeu? Constantine tinha invocando-o, implorou por um a resposta. Qualquer pedaço de esperança que Constantine abrigou em seu coração que ele iria ter um feliz para sempre, que terminaria com seus companheiros diminuiu. Ele percebeu que Owen tinha o ouvido falar e se recusou a responder. Isso praticamente disse tudo para ele. Owen não o queria. O destino tinha fodido com ele mais uma vez. Constantine cerrou os punhos novamente e cavou suas unhas nas palmas das mãos para impedir-se de revelar quanta dor a rejeição de Owen lhe trouxe. Ele se levantou lentamente e acenou com a cabeça para Owen. ― Eu entendo, e eu vou respeitar sua vontade ― disse ele, surpreso com a forma como ele parecia mesmo quando ele sentia que estava morrendo por dentro. Ele olhou para Christian e então rapidamente para longe, quando viu o olhar angustiado no rosto do homem. Constantine precisava de ar. Ele precisava de tempo para pensar, tempo para assimilar o fato de que seu companheiro não queria ele. Constantine andou para a porta e abriu-a. Ele fez uma pausa, virando a cabeça ligeiramente. Ele não queria que Owen ou Christian vissem as lágrimas nos cantos de seus olhos. ― Eu estou indo verificar os arredores, me certificar que estamos seguros aqui. Vou pegar alguma coisa para comer enquanto estou fora. ― Tão calmo como podia, Constantine caminhou para fora da porta, fechou-a atrás dele, e então começou a caminhar. Ele não tinha ideia para onde estava indo, e ele realmente não sabia.
Capítulo 3
― Sempre gostei de seres humanos ―, disse Christian enquanto olhava para Owen.
― Eu sempre pensei que eles tinham bolas, mas você
realmente é um idiota, não é? Christian não estava surpreso com o espanto, seguido rapidamente pela indignação, que cruzou o rosto bonito de Owen. Foi a resposta que ele esperava quando ele falou. Owen precisava passar por cima do passado e olhar para o futuro, o seu futuro. ― Desculpe-me? Christian bufou e revirou os olhos. ― Eu realmente não estou certo se há uma desculpa para você. Você é um idiota. ― Quer parar de dizer isso? ― Owen bateu os pés. Foi uma jogada boa de birra, mas no pensamento de Christian, ele poderia ter sido capaz de fazê-lo melhor. Seus lábios eram cheios e ele poderia fazer beicinho melhor. ― Me obrigue. Owen fez uma careta, franzindo a testa em sua confusão. ― Qual é o seu problema? Eu salvei a sua vida merda, e agora você está me tratando como merda? ― Owen jogou as mãos no ar. Ele parecia agitado.
― Deus,
todos vocês lobisomens são assim? Primeiro Constantine, e agora você. O que há com vocês? Christian recostou-se sobre os travesseiros atrás de si e sorriu. Você realmente quer saber?
―
― Eu não teria perguntado se eu não quisesse saber. ― Tudo bem, sente-se, isso pode levar algum tempo para explicar. Christian fez um gesto para o lado da cama e esperou até que Owen sentou. O homem era realmente muito bonito para o seu próprio bem. ― Um Delta é um lobisomem nascido do lado de fora de uma matilha. ― Mas Constantine tem pais. Eu os conheci. ― Oh, eles têm pais e irmãos, uma matilha inteira mesmo, mas eles nunca verdadeiramente pertencem. Eles estão sempre do lado de fora olhando para dentro, o Delta exala feromônios, como um perfume, que leva outros lobisomens loucos. É como um afrodisíaco de milhões de dólares. Outros lobisomens matam para chegar a um Delta. ― Eu não senti o cheiro de nada ―, disse Owen protestou. ― E você não vai porque você é companheiro de Constantine. Alfas, Betas, e os companheiros estão imunes ao cheiro.
― Christian riu.
― As
coisas iriam a merda muito rápido se os Alfas não pudessem manter a sua cabeça no lugar, sempre que um Delta estava por perto, você não acha? Owen assentiu com a cabeça, mas ele ainda parecia tão confuso quanto o inferno. Manteve-se erguendo os olhos para um Christian, então para baixo a um pequeno pedaço de cobertor que ele estava puxando.
― O que
isso tem a ver comigo? ― Por causa dos feromônios, Constantine nunca pode estar envolvido com a matilha. Ele não pode atender a funções da matilha ou celebrações. Ele não pode mesmo ir para assistir os rituais. Ele iria colocar a matilha em um frenesi.
Christian fez uma careta. Ele conhecia os detalhes do que era um Delta completamente. Ele nunca pensou sobre isso em termos do que seu companheiro podia estar passando.
― Ele está sozinho, sempre sozinho. O
único conforto que ele tem é o conhecimento de que em algum momento, ele pode ter a sorte de conhecer seus companheiros. ― Nós? ― Owen sussurrou. Christian assentiu.
― Nós. Nós somos o seu consolo, seu porto na
tempestade. Ele luta todos os dias para nos dar a liberdade que temos, para fazer valer nossas leis, e para garantir nossa segurança. Até que ele nos encontrou, Constantine não tinha ninguém para cuidar dele, amá-lo. Ele está sozinho no mundo, mesmo em sua própria família. ― E agora? Christian sorriu. ― E agora, nós começamos a passar o resto das nossas vidas amorosas com Constantine e mostrando-lhe o porque ele tem lutando todos esses anos. ― Nós? ― Owen pediu. ― Então, isso é verdade? Nós dois somos companheiros dele, então? ― Sim, somos. Cada Delta tem dois companheiros lá fora para eles. Eles ter um desejo sexual maior do que o habitual criado por sua maior adrenalina. ― Christian riu. ― Vai precisar de dois de nós para acompanhar ele. ― Mas como nós... ― Owen acenou com a mão entre os dois. ― Você sabe? ― Essa é a melhor parte. ― Christian inclinou-se e bateu na ponta do nariz de Owen. ― Nós não estamos apenas acasalados a Constantine, mas estamos também entre nos. Nós três vamos começar a compartilhar tudo juntos.
As sobrancelhas de Owen subiram. ― Tudo o que? ― Tudo. ― Christian sorriu e balançou as sobrancelhas. Os lábios de Owen começaram a transformar-se nos cantos, e Christian teve certeza que ele o tinha, mas de repente eles pararam e voltaram para baixo. Owen começou a sacudir a cabeça e voltou a puxar o cobertor. ― Isso soa muito legal, Christian, mas eu não vejo isso acontecendo. Constantine não me quer. Ele nunca fez. Agora que tem você, ele nem sequer precisa de mim. E eu não posso... ― Oh, pelo amor de Mike, ― Christian agarrou. ― Tire o caralho da sua cabeça para fora de seu traseiro, ok? Constantine é louco por você. Mesmo eu sei disso, e eu só o conheci esta noite. Nossa, o ar praticamente vibra cada maldita vez que ele olha para você. Owen balançou a cabeça. ― Não, você está errado. Ele só acasalou comigo, ou o que você chama, porque ele precisava para salvar a sua vida. ― Isso não funciona assim, Owen. Ou você é o companheiro de Constantine ou você não é. E você é. Além disso, o destino escolhe nossos companheiros, nós não. Nós só os conhecemos quando sentimos o cheiro deles. ― Então como é que ele não sabia que eu era seu companheiro na noite em que nos conhecemos? ― Owen gritou quando ele olhou para cima, com os olhos cheios de lágrimas, para Christian.
― Ele nem sabia quem eu
era no dia seguinte. Não acho que ele cheirou-me bastante até lá? Christian inclinou-se e agarrou a mão de Owen.
― Querido, você
precisa entender algo. Lobisomens são diferentes de seres humanos. Quando Constantine foi ferido, ele precisava de sangue para curar. Porque seus ferimentos foram muito graves, ele entrou em sede de sangue, como Tendo a
sua mente cheia de nevoeiro. Duvido que ele sequer soubesse o seu próprio nome. ― Isso ainda não explica por que ele agiu da maneira que ele fez. Se o que você está dizendo é verdade, então sua mente teria esclarecido quando as suas lesões cicatrizaram e ele teria me cheirado no dia seguinte, certo? Por que não? ― Eu não posso explicar isso, Owen, só Constantine pode, mas você precisa dar-lhe a chance de fazer isso. ― Christian apontou para a porta. ― Toda vez que vocês dois chegam perto um do outro, as centelhas começam a voar. Vocês dois estão com tanto medo de serem feridos que vocês não podem ver o que está bem na frente de vocês. Owen parecia tão esperançoso mas ainda com medo que Christian decidiu ter pena do cara. Além disso, ele não estava apenas lutando pelo companheiro de Constantine aqui. Ele também estava lutando pelo seu próprio. Christian deitou contra os travesseiros e apalpou o colchão ao lado dele. ― Olha, eu sei que você está cansado. Eu também estou. Por que não tiramos apenas uma soneca enquanto esperamos Constantine voltar com algo para comer? Isso vai lhe dar algum tempo para pensar sobre o que eu disse e decidir aonde você quer ir a partir daqui, ok? Owen assentiu com a cabeça, tirou os sapatos e, em seguida se arrastou até a cama para deitar ao lado de Christian. Christian balançou ao redor até que ele pudesse puxar as cobertas sobre ambos, em seguida, aconchegou-se contra Owen. Ele Prendeu a respiração e esperou o melhor quando ele colocou o braço envolta da cintura de Owen. ― Boa noite, Owen, doces sonhos. Owen endureceu por um momento, então lentamente relaxou. ― Boa noite, Christian.
Constantine não sabia o que esperar quando ele abriu a porta do quarto no hotel, mas não era a visão de seus dois companheiros enrolados juntos na cama dormindo. Ele ficou lá por um momento na soleira da porta olhando. Era uma bela vista. E que fez doer o coração de Constantine com pesar e perda. Constantine apertou os lábios para não fazer barulho quando seus sentimentos de angústia começaram a esmagá-lo. Ele se inclinou contra o batente da porta por um instante e apenas assistiu. Ele poderia nunca ver isso novamente. Quando Owen de repente estremeceu em seu sono e choramingou, Constantine silenciosamente fechou a porta e colocou o saco de comida que ele comprou em cima da pequena mesa perto da porta. Ele rastejou através do quarto e se ajoelhou ao lado da cama. Constantine chegou a tocar Owen então notou a sua mão tremendo. Ele apertou a mão em um punho, e então deixou-a descansar novamente tentando escovar suavemente os cachos macios loiro-avermelhados de volta do rosto de Owen. Owen era um homem tão bonito. Qualquer um teria orgulho de ser acasalado a ele. O fator humano, nem sequer era um problema para Constantine.
Não importava para ele. Seu companheiro era humano, o que fez dos seres humanos importantes na medida em que ele estava preocupado. Eu teria te amado tanto. Constantine baixou a cabeça sobre o colchão. Ele não podia acreditar o quanto ele tinha fodido as coisas. Ele tinha o dom mais precioso do destino na palma da sua mão, e ele o jogou fora porque ele era um babaca. Houve momentos em que Constantine odiava ser um lobo Delta. Ele preferia ser muito mais um membro simples da matilha. Ele não se importa se ele não tivesse legitimidade na sua matilha. Pelo menos ele teria uma matilha e não a existência solitária, que ele tinha experimentado toda a sua vida. Ele estava tão cansado de estar sozinho. Mesmo com Christian na sua vida, Constantine sabia que ele nunca se sentiria totalmente completo. Uma parte dele estaria sempre ausente. A parte que só poderia ser preenchida por Owen, e Owen não o queria. Bem, ele não podia fazer nada sobre isso agora. Owen tinha feito o seu desejos perfeitamente claro, e Constantine sabia que precisava respeitar isso. Ele certamente não tinha feito nada para o cara. Constantine abriu os olhos e levantou a cabeça. Ele começou a empurrar-se fora do chão quando viu suaves olhos verde-musgo observá-lo. Constantine se acomodou no chão e sorriu. ― Oi ―, ele sussurrou. ― Oi ―, Owen sussurrou de volta. ― Você encontrou algum descanso? ― Algum ― Owen assentiu com a cabeça e apontou para o homem dormindo atrás ele. ― Christian está parecendo um pouco quente, por isso foi difícil ficar confortável. Eu acho que ele está curando embora. Ele parece estar dormindo muito duro.
Constantine ergueu a cabeça e olhou por cima do corpo de Owen. Com certeza, Christian parecia estar fora, mas as contusões em seu rosto estavam sumindo.
― O sono é bom para ele. Isso vai ajudar a acelerar o
processo de cicatrização. ― Sim, eu meio que percebi isso. ― Está com fome? Eu trouxe comida. ― Eu poderia comer. ― Cheio de remorso por não poder continuar a falar com tal tom íntimo, Constantine se levantou e caminhou de volta para pegar o saco de comida que ele havia trazido de volta para Owen e Christian. Ele levou-o para uma pequena mesa e sentou-se. Owen se sentou em frente a ele e viu quando ele puxe os itens para fora da bolsa. ― Não é uma cozinha requintada, mas vai encher ―, disse ele, quando Owen olhou para os hambúrgueres que Constantine colocou na mesa. ― Comida é comida ―, disse Owen, pegando um dos hambúrgueres. Ele tomou uma mordida, em seguida, mastigou, e acenou com a cabeça depois de um momento. ― Já tive piores. Constantine não sabia bem o que dizer sobre isso. Ele percebeu que ele basicamente não sabia nada sobre Owen além de sua capacidade de ter visões. Talvez ele pudesse consertar isso? ― Há quanto tempo você vem tendo visões? O olhar desconfiado de Owen chegou ao encontro de Constantine. Ele engoliu em seco e deu outra mordida em seu hambúrguer. Assim que ele mastigou a mordida, ele baixou os olhos novamente. ― Eu tenho tido visões praticamente, desde que me lembro. ― Será que dói? ― Constantine estava fascinado por Owen, as sobrancelhas arqueadas quando o homem olhou-o.
― Não, mas você é a primeira pessoa que me perguntou isso. ― Owen encolheu os ombros. ― Eles não são sempre agradáveis, mas não exatamente me machucam. ― Você sempre tem visões boas? O rubor que encheu o rosto de Owen falou muito para Constantine. Ele queria perguntar mais, e ele queria saber o que fez o rosto de Owen ruborizar. Ele queria saber se ele aparecia nas visões. Ele não podia perguntar. Constantine tocou o papel no hambúrguer e ele tentou descobrir o que perguntar para Owen a seguir. Ele queria que o homem continuasse a falar, para saber mais sobre ele. Ele só não sabia o que perguntar em seguida. ― Você quis dizer isso? Confuso por causa da pergunta de Owen, Constantine olhou para Owen, mas ele ficou ainda mais perplexo com o olhar hesitante no rosto do homem, a forma como Owen não encontrou bem seus olhos. ― Dizer o que? ― Que você teria me amado? ― Owen perguntou suavemente. Choque balançou Constantine quando percebeu que Owen tinha ouvido ele falando mentalmente. Ele observou os dedos de Owen torcer um guardanapo em torno de sua mão e arrancar pequenos pedaços. Ele ainda não olhou nos olhos de Constantine. A resposta era muito importante para Owen, Constantine poderia dizer. ― Sim, eu quis dizer cada palavra. ― Porquê? ― Owen levantou os olhos e olhou atentamente para Constantine. ― Por que... por que eu teria te amado?
― Sim ― Owen enrolado o guardanapo na mão e atirou-o para baixo sobre a mesa. ― Você não me conhece. Como você pode dizer que poderia ter me amado quando você não sabe coisa alguma sobre mim? ― Porque tudo sobre você me chama, a maneira como você olha, seu cheiro, mesmo a maneira que você pensa, tão confuso como é para mim. Eu vejo você, e tudo o que eu quero fazer é segurar você em meus braços e mantê-lo seguro dos males do mundo, dos males que eu conheço bem. Owen pareceu chocado. Constantine decidiu ser brutalmente honesto com ele. Ele se inclinou para frente, apoiado sobre os cotovelos, e cruzou as mãos juntas, em seguida, olhou através da mesa para Owen. ― E então eu quero você nu e foder você ate você não poder andar. Owen piscou. Sua boca se abriu, então fechou. Lambeu os lábios e abriu a boca novamente. Constantine viu, fascinado o jogo de emoções que ele podia ver cruzando o rosto pálido de Owen. Owen não sabia como reagir, Constantine podia ver isso. ― O fato de eu não me lembro de estar com você, que a maior parte do nosso tempo juntos é uma névoa na minha cabeça, me deixa louco. Eu sei que nós tivemos sexo. Eu sei que tomei a sua virgindade. Eu não sei qual é o gosto da sua pele, se você brilha com o resplendor de desejo quando eu te toco, ou como o seu corpo se move sob o meu. ― Cristo! Você tem que parar de falar dessa maneira. ― Owen gemeu e esfregou as mãos sobre o rosto vermelho. ― Por quê? ― Constantine perguntou. ― É verdade. ― Porque querer ter sexo com você não é o problema, Constantine. Desejo brilhou nos olhos de Owens e ele lambeu os lábios novamente. Ele guerreou com a ansiedade que quase ofuscou o desejo.
― É confiar em você com o meu coração que vem com eu dando o meu corpo a você é que é o problema. ― Sim, eu acho que eu não me sai muito bem com qualquer um, não é? Owen bufar foi insensível e parecia como se fosse uma facada no coração de Constantine. Ele descansou as mãos para baixo na mesa e olhou para ela. Seu coração começou a doer de novo, e apenas quando ele pensou que poderia estar fazendo progresso com Owen. Constantine baixou a cabeça e fechou os olhos. Ele empurrou as mãos embaixo da borda da mesa para Owen não poder o ver cerrar os punhos. ― Owen, Ok, eu entendo. Eu fodi tudo, e você não pode me perdoar. Constantine respirou fundo, em seguida, abriu os olhos e levantou a cabeça para olhar para o seu companheiro.
― Assim que eu souber que é
seguro, você pode ir. Eu não vou pará-lo. ― Constantine se levantou da mesa e começou a ir para outro lado do quarto para o banheiro. Ele precisava ficar sozinho para lamber suas feridas abertas e sangrando. ― É isso? Você só vai dar um tapinha na minha cabeça e me mandar no meu caminho? ― Que diabos você quer que eu diga, Owen? ― Constantine virou-se para olhando para o homem. Owen estava rasgando seu coração para fora do seu peito a cada palavra que ele falava. ― Eu sei que te magoei. Eu disse que sinto muito. Não há nada que eu posso fazer se você não vai me perdoar. ― Não é que eu não vou te perdoar, só... que você me machucou, Constantine. ― Eu sei, e não há nada que eu possa fazer para consertar isso ― , Constantine disse tristemente. ― Eu estava na sede de sangue, fora da minha
mente. Eu não sabia o que eu estava fazendo. Se eu não tivesse sido ferido, eu nunca teria machucado você daquele jeito, eu juro. ― Eu não quero dizer fisicamente. Você me machuca da forma como você me tratou. Você sabia que nós tivemos sexo. Você mesmo disse que sua mãe que fez, exceto que você não fez nada quando ela me tratou como merda. E você me tratou tão mal, como se tudo o que eu dei para você não significou nada. ― Isso não é verdade ―, disse Constantine. ― Isso significou tudo. Sem você, eu estaria morto. ― Isso é tudo o que eu fui para você, não é? Eu te dei meu sangue e salvou sua vida, e isso é tudo que você vê. ― Owen revirou os olhos. ― Bem, Parabéns, Sr. Stylianos, você vai viver.
― Owen se dirigiu para a porta, e
Constantine não aguentou mais. Ele o perseguiu por todo o quarto e pegou Owen, balançando o homem de volta para seus braços. ― Você é um merda teimoso, não é? ― , disse, pouco antes que ele tomasse os lábios de Owen com os seus próprios. Owen resistiu por um momento, seu corpo rígido nos braços de Constantine antes que ele derretesse. Ele foi dócil, inclinando-se para Constantine. Seus lábios suaves e abertos permitindo que a boca de Constantine encostasse a sua. ― Não seja teimoso, ―Constantine pressionou ainda mais o beijo, arrebatando os lábios de Owen. ― Quero você, Owen, ― Constantine murmurava contra o corpo do pequeno homem ― Eu quero fazer amor com você novamente, e desta vez, eu quero algo para lembrar. Eu quero conhecer você, suas vontades e desejos, os seus gostos e o que você não gosta. Eu quero saber o seus mais profundos segredos, até os mais sombrios, e eu quero dizer-lhe os meus. Quero compartilhar tudo com você. Constantine ergueu a cabeça para olhar nos suaves olhos verdemusgo atordoados com a maravilha. Ele tirou uma onda perdida de volta da
testa de Owen.
― E quando você estiver pronto para confiar em mim
novamente, eu quero o seu coração. ― E se eu nunca estiver pronto? Tanto quanto o pensamento deixou Constantine triste, ele estava disposto a apostar no futuro que poderiam ter juntos. ― Então eu vou tomar o que você tem para me dar e esperar que algum dia eu possa provar a você que eu valho o risco. ― Eu tenho que lidar com a sua mãe? ― Owen perguntou quando ele tocou o material macio da camisa de algodão de Constantine. ― Não. Eu não tenho certeza se você percebeu, mas tudo o que tenho está na parte de trás do trailer em movimento atrás do meu caminhão. Eu estou me afastando da minha família, juntando-me a outra matilha onde eu posso ser o homem que fui feito para ser e não o que meus pais acham que eu deveria ser. ― Você está indo? ― Sim, há uma matilha recém-formada fora de Atlanta, Geórgia. Não tem nada, somente os Deltas e os seus companheiros. Alguns dos meus amigos vivem lá agora. ― Como eles se sentem sobre você ter dois homens por companheiros? O coração de Constantine bateu mais rápido nas palavras de Owen. ― Todos os membros, até agora tem dois homens como companheiros. Eu não acho que eles vão reclamar. ― Assim, Christian e eu teríamos que nos mudar com você? ― Não, você não tem se você não quiser, mas eu prefiro que você faça. ― Constantine tentou manter-se de empurrar Owen quando ele
realmente queria reivindicá-lo e gritar ao mundo que o homem pertencia a ele. ― A escolha tem que ser sua. Eu não vou forçá-lo. ― Será que eu vou gostar de lá? ― Os olhos de Owen se mantiveram piscando até Constantine, então de volta para baixo. Vontade, não dever? Isso soou como se Owen estivesse dizendo que estava disposto a dar às coisas uma tentativa. ― É lindo. A cidade é basicamente deserta agora, mas estamos tentando consertá-la, deixá-la pronta para os novos membros. E há um rio à beira da cidade. Nossa casa será a um par de milhas fora da cidade, porém, ao lado de uma bela lagoa azul. ― A nossa casa? Constantine assentiu. ― Estou construindo uma casa para nós sobre o lago, grande suficiente para nos três termos muito espaço para passear. Owen fez uma careta, e Constantine achava que ele poderia ter ido muito longe. ― Será que nós os três vamos compartilhar um quarto ou cada um terá o seu próprio quarto? ― Eu queria construir um quarto principal grande para nós três, mas se você quiser seu próprio quarto, você pode ter um. Esta será a nossa casa, de todos nós. Todos nós recebemos uma palavra a dizer na forma como vai ser concebido. ― Uma cama grande? Constantine sorriu. Ele não perdeu a sobrancelha levantada de Owen fundido em sua direção, nem a ligeira inclinação dos lábios do homem. ― Uma cama grande, suficientemente grande para nós três para ter muita diversão em... Owen inclinou-se sobre sua ponta dos dedos e olhou passado Constantine para onde Christian dormia. ― Maior do que essa cama?
― Muito maior. ― Então talvez devêssemos tentar aquela para que possamos decidir exatamente qual o espaço que precisamos em uma cama. Constantine sentiu como se um coro estivesse cantando aleluia. Agarrou Owen por seus braços e começou a andar para trás até que sentiu o colchão atingindo a traseira de suas pernas. Com uma pequena risada, Constantine caiu sobre a cama, Owen descendo em cima dele.
― Assim,
apenas o que você tem em mente, companheiro?
Capítulo 4
Owen não podia acreditar que estava pensando em ter relações sexuais com Constantine de novo e Christian. Mas ele estava, e ele podia sentir que o seu corpo estava em pleno apoio a ideia. Sua pele parecia apertada, quente. Seu pênis pressionado contra o seu fecho, pulsava para sair. O sorriso cobrindo os lábios de Constantine era intrigante, mas não tanto quanto o comprimento rígido que Owen podia sentir pressionado contra o seu abdome. Isso só o fez claramente doer mais. Owen se lembrou do com sentiu o pau de Constantine batendo em sua bunda e embora houvesse dor envolvida, mas o prazer tinha superado muito qualquer desconforto que sentia. ― E sobre ele? ― Owen perguntou, apontando para Christian.
― Isso é com você ―, disse Constantine. ― Você está acasalado a nós dois, não só eu. ― Sim, eu sei. Christian explicou-me. Mas não é isso que eu quis dizer. Eu queria saber se devemos acordá-lo. ― Owen franziu o cenho. ― Ele está mesmo em boa forma para brincar? ― Nós não saberemos até perguntar a ele. ― Constantine chegou para a bainha da camisa de Owen e começou a puxá-la até seu peito. ― Eu acho que nós devemos ficar nus e surpreendê-lo. Owen sorriu e sentou-se. Ele agarrou a borda da sua camisa a partir de Constantine, puxou-o sobre sua cabeça e deixou caiu para trás sobre o chão. Ele parou quando ouviu Constantine inalar drasticamente. ― O quê? ― Owen estremeceu quando Constantine acariciou suas mãos em seu peito nu. ― Você é tão bonito. ― Não sou ―. Owen podia sentir seu rosto esquentar com as palavras de Constantine. ― São sim, ― Constantine insistiu.
― Entre você e Christian, eu
acho que sou o Delta mais sortudo do universo. Vocês fazem os meus dentes doerem. ― Sim? ― Owen não tinha certeza se acreditava em Constantine. Ele e Christian eram sensacionais, o sonho molhado lindo. Mas ainda assim foi bom ouvir. ― Sim ― , disse Constantine, em seguida, abriu a boca. Owen arregalou os olhos quando viu que os caninos de Constantine tinham caido. Owen olhou para os dentes brancos por vários momentos, seu coração batendo quase rasgando sua carne.
― Você quer me morder, não é? ― Eu não vou mentir para você ― disse Constantine. ― O desejo que tenho de morder você é quase tão forte como a necessidade que eu tenho que te foder, mas eu não vou morder você até que você me dê permissão. ― Você já me mordeu uma vez, e agora eu posso ouvir você em minha cabeça. Isso significa que nós já estamos ligados, não é? Constantine assentiu, sem dizer uma palavra, mas Owen poderia ver a hesitação e ansiedade em seu rosto tenso de repente, a preocupação em seus os olhos azul-violeta. Owen empurrou a camisa de Constantine até às axilas depois se inclinou para baixo até seus peitos apertados. Ele acariciou o rosto de Constantine. ― Então eu acho que todos nós temos que fazer é reivindicar Christian, certo? ― Owen perguntou suavemente.
― E como funciona isso?
Será que ele tem que me morder também, ou só você? Eu tenho que mordê-lo de volta? ― Para-para que você possa ouvir Christian em sua cabeça como você faz comigo, ele tem que morde-lo também ― , disse Constantine. Owen poderia jurar que vi um ligeiro brilho nos olhos de Constantine, mas ele tinha ido embora antes que ele pudesse ter certeza. ― É isso que você quer, que nós reivindiquemos você? Owen sentou-se. Ele esfregou as mãos sobre o amplo peito de Constantine e gostou de sentir os músculos firmes sob as palmas das mãos. ― Eu não tem certeza exatamente o que eu quero, para dizer a verdade. Isso tudo é muito confuso para mim. ― O que você quer então?
O momento da verdade. Owen respirou fundo e tocou para fora lentamente. ― A única coisa que eu sei que eu quero com certeza, é sentir os seus braços em volta de mim novamente. A única vez em toda essa merda louca que eu me senti bem foi quando você me segurou por aquela pequena quantidade de tempo. Essa é a única coisa que faz sentido para mim. ― Eu posso fazer isso ― disse Constantine, estendendo seus braços. Owen quase chorou quando sentiu os braços de Constantine. Ele pressionou o rosto na curva do pescoço de Constantine e apenas o segurou, inalando o seu cheiro almiscarado do seu companheiro. Ele podia sentir as mãos de Constantine em suas costas, em seguida, movendo-se para apertar as bochechas do seu traseiro através do brim da calça jeans. ― Você se sente tão bem em meus braços, Owen, ― Constantine sussurrou em seu ouvido, fazendo tremer nas palavras de fala mansa. ― Eu gosto de estar aqui. ― Você se sentiria melhor ainda nu. Owen deu uma risadinha. ― Então, me dispa. ― Owen ganiu como ele foi, de repente virado de costas. Antes de Owen pode até recuperar o fôlego, Constantine teve seu jeans desfeito e estava puxando para baixo das pernas. ― Maldição! ― Constantine deixou cair o jeans no chão, então só ficou ali e olhou para o corpo nu de Owen. Sentindo-se consciente de si mesmo na intensidade do olhar de Constantine, Owen começou a cobrir-se. Constantine, rapidamente se inclinou para frente e agarrou os braços de Owen, pressionando-os contra o colchão em seus lados. ― Não, não se esconda de mim. Você é lindo. Owen sentiu seu rosto corar quando ele desviou o olhar. ― Eu não sou tão bonito como Christian.
― Não há comparação. Sentindo como se o homem tivesse apenas uma faca enfiada em seu intestino, Owen olhou para Constantine. Ele sabia que Constantine, teve uma conexão mais forte com Christian do que com ele, pois ambos eram lobisomens e ele era apenas um humano, mas nunca pensou que isso seria jogado em seu rosto tão descaradamente. ― Vocês são duas pessoas muito diferentes. Vocês nem sequer têm a mesma aparência. Christian é moreno e sexy, todo aquele cabelo preto longo e os profundos olhos de prata. Ele também é muito... divertido. Eu imagino que ele e eu vamos discutir muito. Nós dois somos pessoas muito teimosas. ― O coração de Owen se afundou. ― Mas você, Owen, você é como um raio de sol, um prado no meio do verão. Com o seu belo cabelo louro-avermelhado e os olhos verde-musgo, você é cativante. Você me faz querer prender você em meus braços e mergulhar em toda a sua hospitalidade. ― Sério? ― Uma das vantagens de ser um Delta. Eu recebo o melhor dos dois mundos. Owen riu da maneira que Constantine balançou as sobrancelhas. Seu riso imediatamente virou para um gemido quando Constantine passou a mão para baixo do lado de Owen para agarrar seus quadris e puxou-o perto. ― Con-Constantine. Constantine lambeu ao longo da borda da mandíbula de Owen, em seguida, moveu-se até o seu pescoço. Owen arqueou a cabeça para trás, expondo o pescoço para os lábios indagadores de Constantine. Estremeceu em cada pequeno toque, cada lambida. Parecia que o céu.
Quando Constantine puxou o quadril um pouco mais, Owen ergueu a perna e envolveu-as em torno da cintura de Constantine. Isso trouxe seu pênis contra Constantine, pressionando-o entre os dois. A respiração de Owen prendeu na garganta quando Constantine começou a empurrar contra ele. A fricção de seus corpos fez Owen doer. ― Pele, Constantine... Eu preciso sentir sua pele. Retire sua roupa. Constantine sorriu e se levantou. Owen inclinou-se sobre os cotovelos e vi o homem tira a roupa, um item de cada vez. ― Você deveria ter sido um stripper. ― Sim? ― É sexy como o inferno assistir você se despir. Owen podia ver o efeito que suas palavras tinham sobre Constantine. A faísca do desejo estava em seus olhos. Sua respiração tornou-se mais rápida. Owen também notou que as suas palavras tiveram um efeito profundo sobre o pau de Constantine. No momento em que Constantine enfiou as calças para baixo, seu pênis saltou para cima e bateu contra o seu abdome. ― Maldição! Passando para um lado, depois o outro, Constantine flexionou os músculos. Owen riu, divertido com a exibição exagerada de Constantine do seu físico. Owen olhou o corpo sexy diante dele até que ele chegou ao pênis do homem. Seus olhos se arregalaram. Ele não podia acreditar que tinha aquela coisa no seu traseiro. ― Você é enorme ―, ele disse quando ele deu uma olhar para o tamanho impressionante do homem. ― Eu não posso acreditar que você se encaixou. Não é de admirar que doesse tanto.
O rosto de Constantine caiu imediatamente. Ele caiu de joelhos, inclinou-se mais para Owen, e chegou quase a tocar seu rosto.
― Eu sinto
muito, Owen. Eu juro que eu não queria machucá-lo. Se você estivesse preparado, isso nunca teria te machucado. Eu estava muito longe em minha sede de sangue para cuidar de você corretamente. Isso nunca vai acontecer de novo, eu prometo. ― E se você entrar em sede de sangue de novo? Constantine balançou a cabeça.
― Agora que estamos unidos, sou
incapaz de te ferir assim novamente. Mesmo se eu entrar em sede de sangue, o nosso laço me impediria de prejudicar você de qualquer maneira. Owen gostou de como isso soou. ― Sim? ― Eu vou te proteger de qualquer coisa ― disse Constantine. ― Mesmo de mim mesmo. Owen gostou disso ainda mais. Ele ainda ia manter o julgamento até que ele conhecesse Constantine um pouco melhor, mas agora, ele queria conhecer o corpo do homem, cada maldito centímetro dele. ― Nós estamos indo acordar Christian? Constantine olhou para além de Owen para o homem dormindo pacificamente do outro lado da cama e então ele sorriu. ― Sim, vamos. Owen virou e subiu na cama para se deitar ao lado de Christian. Constantine estava certo - Christian era um homem lindo. Seu rosto era magro e longo, sua mandíbula quadrada, mas sem exagero, seu nariz era reto e os lábios finos e macios foram compensados pelos mais longos cílios negros que Owen já tinha visto. Ele começou a estender a mão para acariciar o rosto de Christian, quando ele sentiu um peso se estabelecer atrás dele. Owen virou a cabeça para
encontrar
Constantine
encostado
contra
suas
costas.
Constantine
começou a mordiscar o pescoço de Owen enquanto colocava seus braços em volta de Owen. ― Por que você não acorda o nosso homem? ― Constantine perguntou para ele. ― Eu vou trabalhar em você, você trabalha sobre ele. A mão de Constantine deslizou pelo peito de Owen, que enviou um arrepio de desejo por ele. Owen mordeu os lábios para não gritar de prazer com o toque e voltou sua atenção para acordar Christian. Ele acariciou o lado do rosto de Christian, seus cílios vibraram e os olhos de prata olharam de volta para ele. Owen sorriu.
― Oi, você dormiu
bem? Os olhos de Christian se arregalaram enquanto ele olhava para Owen, então ele olhou para trás. ― Não tão bem quanto você, ao que parece. ― Christian riu. Owen podia sentir os lábios de Constantine se movendo no seu pescoço e ombro. Ele sabia a qual imagem Christian estava se referindo. ― Dois dos três de nós estão prontos para jogar. ― Owen começou a trabalhar nos botões da camisa Christian.
― Quer se juntar a nós? Constantine
assegura-me que isso seria muito mais divertido se todos nós participassem ― . Christian sorriu e rolou para o lado da cama para se levantar. A respiração de Owen ficou presa em sua garganta quando Christian começou a tirar a sua roupa. Era tão erótico como assistir Constantine. ― Porra, eu juro que vocês dois vão fazer um show para mim um dias destes. Constantine riu atrás dele. Christian só parecia confuso. Owen sentiu o calor no rosto quando percebeu que ele tinha realmente expressado seus desejos. Constantine e Christian estavam certos de pensar que ele era um absoluto pervertido.
Descobrir que ele gostava de ver era algo novo para Owen, algo que ele nunca pensou que ele gostaria. Ele estava errado. O pau de Owen doía no mero pensamento de assistir Constantine e Christian juntos. Isso o fez se sentir quente. Sua pele arrepiou-se. Oh espera, isso pode ser a língua lambendo todo o seu pescoço ou os dedos puxando o seu mamilo. A mão que avança para baixo no peito de Owen para o seu pau poderia adicionar ao aperto no peito, também. Quando Constantine finalmente enrolou a mão em torno do pau de Owen, Owen gritou e arqueou no toque. Ele estava tão imerso na sensação de Constantine, acariciando-o que ele mal notou Christian subir em cima da cama até que sentiu os lábios do homem contra o seu. Owen de repente percebeu que ele estava imprensado entre dois homens nus, dois muito excitados homens nus. Esfregando o pau de Constantine contra a sua bunda e esfregando o pau de Christian na sua frente. O bafo quente de Constantine soprava na pele de seu pescoço enquanto os lábios do homem moviam-se sobre a sua pele nua, a respiração de Christian soprava em seu rosto. Owen sentiu como se seu corpo estivesse indo para uma sobrecarga de sensações duplas. Ele gemeu, despertou algo além de qualquer coisa que ele já tinha sentido antes. Christian era quente, sólido e suave em todos os lugares certos. Constantine correu quente e sólida em quase todo lugar. Ambos os homens tocavam Owen suavemente, mas com firmeza. Cada toque parecia fogo ao longo da pele de Owen, formigamento, queimação. Ele arqueou em uma carícia então teve que voltar para o outro. Antes que ele soubesse, Owen estava se movendo para trás e para frente como um ioiô.
― Constantine reivindicou você, ― Christian murmurou contra a pele de Owen. ― Ele mordeu você aqui, não foi? Owen arrepiou-se todo quando Christian lambeu ao longo da marca da mordida em seu pescoço, isso enviou um choque de sensações para baixo em Owen. A marca ainda se sentia sensível e trouxe de volta as memórias incríveis que Owen escondeu sobre Constantine, reivindicando ele, memórias que Owen planejava trazer para fora e fantasiar quando ele estivesse sozinho. A reivindicação por Constantine o tinha magoado, mas ele tinha dado a Owen mais prazer do que ele já sentiu. Ele não sabia se isso significava que ele gostava de dor ou que ele só precisava sentir o grande homem reclamá-lo. Owen não tinha certeza se ele se importava, desde que isso acontecesse novamente. ― Eu vou morder você aqui, Owen, ― Christian murmurou direito antes que ele mordesse suavemente no outro lado do pescoço de Owen. Ele não mordeu forte o suficiente para romper a pele, apenas o suficiente para fazer os dedos de Owen se curvarem. ― Sim ―, disse Owen, ofegante. Suas mãos apertarams contra os ombros de Christian. Ele estendeu o braço, agarrou o cabelo de Christian, e puxou o homem mais perto, empurrando o rosto de Christian na curva suave do seu pescoço. Sua pele arrepiou. Ele quase podia sentir os dentes de Christian se afundando em sua garganta. ― A única coisa que você precisa decidir é se Constantine vai foder você, enquanto você transa comigo ou será que ele vai me foder, enquanto eu transo com você. Owen piscou e moveu a cabeça para trás para olhar para Christian. ― Eu obtenho uma escolha aqui? Christian fez uma careta. ― É claro que você faz.
― Mas e se eu não puder decidir? ― Bebê, não é ciência de foguete. ― Constantine se inclinou sobre Owen.
― E esperamos, que isso seja algo que vamos fazer um milhão de
vezes. Se você quer tentar de um jeito neste momento, podemos tentar de outra forma da próxima vez. Há muitas situações que podemos tentar. Owen sorriu e inclinou a cabeça para trás para olhar para dentro dos olhos azul-violeta de Constantine. ― Eu realmente gostaria de tentar as coisas com você novamente se estiver tudo bem. ― Isso está mais do que bem. ― Constantine sorriu, curvou-se e rapidamente beijou Owen na boca ― Na verdade, eu acho que a ideia é quase perfeita. ― Temos lubrificante desta vez, certo? Christian riu e saiu da cama. Owen observou-o se apressar para a sua mochila e procura ao redor. Ele soltou um grito de prazer e correu de volta para a cama, segurando um pequeno frasco nas mãos. ― Nunca saia de casa sem ele. Owen fez uma careta. Ele não tinha certeza se ele gostava da súbita sensação de ciúme que correu por ele com o pensamento de Christian necessitar de um frasco de lubrificante antes de agora. Ele não gostou do pensamento de Christian com ninguém, exceto ele ou Constantine. ― Eu vou levar o lubrificante a partir de agora ―, disse Owen quando ele agarrou a garrafa da mão de Christian. ― Você não vai precisar dela, exceto quando você estiver conosco. A boca de Christian caiu aberta por um instante antes dele começar a rir.
― Owen, meu passado não importa mais. Eu estou acasalado a você e
Constantine agora. Eu não posso ficar com ninguém, exceto vocês dois nunca mais. Não há necessidade de ser ciumento.
― Como você ficaria de pensar em mim estando com alguém mais? ― Owen estalou. ― Você era virgem ―, disse Christian, e o sorriso lentamente caiu de seus lábios. ― Você disse isso. ― Isso foi antes. Isto é agora. Christian se afastou um pouco. As sobrancelhas dele se aproximaram quando ele franziu o cenho.
― Você está dizendo que quer ficar com outra
pessoa? ― Não, mas agora você sabe como eu me sinto quando você fala sobre o seu passado. Christian começou a se mover para o lado da cama, mas Constantine estendeu a mão sobre Owen e agarrou-o pelo braço. ― Tudo bem, isso é o suficiente, para os dois. Nós temos que ter um bom tempo aqui, amar uns aos outros, e não lutar. Todos nós temos um passado, cada um de nós. Nós vamos ter que aprender a lidar com isso. Christian recostou-se na cama, enquanto ele parecia considerar as palavras de Constantine. Owen sentiu seu coração doer no peito na aparência abatida no rosto de Christian. Não era isso que ele queria. Ele só queria... Owen não tinha certeza exatamente o que queria, mas sabia ele se sentiu como um idiota. ― Sinto muito, Christian. ― Owen deu de ombros. ― Eu não acho que veio certo. Não há nada que você possa fazer sobre seu passado. Eu entendo isso, apenas, quando você trouxe a garrafa e disse o que você fez, eu só de repente vi todos esses homens transando com você e eu... ― Dois ― sussurrou Christian. ― Eu estive com dois homens, é isso. Eu juro.
― E você nunca vai estar com outros homens, exceto eu e Owen, certo? ― Constantine falou. Owen observou os olhos de Christian irem até Constantine e o homem começou lentamente a sorrir. ― Prometo. ― E você, Owen? ― Constantine perguntou, agarrando Owen pelo queixo e virando sua cabeça. ― Você promete nunca mais estar com ninguém além de mim ou Christian? ― Sim, claro, mas eu... ― Não, mas. ― Constantine cobriu os lábios de Owen com o dedo. ― Nós, os três, prometemos aqui e agora que não haverá mais ninguém. É apenas nós três na cama, e isso vai ficar dessa forma. De acordo? Owen assentiu. Ele podia ver Christian acenando com o canto de seus olhos. Constantine acenou e tirou o dedo da boca de Owen. Ele sorriu.
―
Bem, agora que temos isso resolvido, então vocês acham que podemos continuar com essa coisa entre nós três? Eu não sei quanto a vocês dois, mas meu pau está doendo. Eu acho que precisa de um pequeno carinho amoroso. Owen riu. Como não poderia? Constantine tinha uma jeito de colocar tudo em perspectiva e cortar o papo furado. Owen colocou a mão para trás e a enrolou em torno do pau de Constantine. ― Eu acho que eu poderia ser capaz de ajudá-lo com isso. Constantine gemeu, empurrando contra controle apertado de Owen. Owen começou a acariciar Constantine, seu gemido logo se juntou ao do homem quando Christian o agarrou. Embora a sua conversa de um momento atrás tenha sido carregada, a construção de desejo entre os três estava de volta quase que imediatamente. Eles se tocando e acariciando e apertou seus corpos juntos.
― Incline-se para frente, bebê. ― Constantine empurrou o quadril de Owen. ― Levante a perna e passe por cima de Christian. Owen estava confuso, mas fez o que Constantine disse. Ele só entendeu quando sentiu o movimento dos dedos do homem entre as bochechas do seu traseiro. Sua respiração gaguejou em sua garganta quando sentiu a suave carícia contra a sua entrada enrugada. Osso o assustou, mas se sentiu muito, muito bom. Ele não sabia se devia afastar-se do toque ou empurrava de volta contra ele. Pressionando de volta contra os dedos lisos até que ele entraram. Owen gritou profundamente quando dois dedos empurravam em sua bunda. Ele sabia a partir da experiência que Constantine era um homem grande. Ele sabia que precisava ser muito esticado. Owen não estava certo de que ele iria durar tempo suficiente para obter Christian pronto, também. ― Chri-Christian ―. Owen gemeu e estendeu a mão para o homem. ― Necessito que você esteja pronto para começar. Não quero te machucar. Christian sorriu e deu a Owen o frasco de lubrificante. ― Você só se diverte. Vou me preparar. Os olhos Owen quase saltaram para fora da sua cabeça quando ele imaginou Christian com seus próprios dedos em sua bunda. Ele lambeu os beiços. ― Posso ver? ― Você quer ver eu me preparar? ― Owen assentiu com a cabeça, incapaz de encontrar as palavras para dizer o que ele queria. Ele achava antes que ele era um pouco de voyeur. Agora ele sabia que ele era. Ele gostava de assistir. O pensamento de ver Christian esticar-se, ele se preparar para o pau de Owen, quase fez Owen gozar. Somente cerrando os punhos ele pode afastar seu orgasmo iminente.
Mas foi uma coisa perto quando Christian se virou e subiu para suas mãos e joelhos. Owen tinha certeza que ele parou de respirar quando Christian esguichou algum lubrificante em seus dedos, em seguida, esticou a mão para trás e começou a esticar-se. ― Foda me ― , exclamou Constantine. ― Isso é quente! Owen assentiu. Ele tinha certeza que ele estava babando. ― Você gosta de assistir Christian esticar-se, bebê? Constantine cantava em seu ouvido enquanto ele acrescentou um terceiro dedo na bunda de Owen. Todos os três dedos começaram a se mover dentro e fora da entrada apertada de Owen ao mesmos tempo que os dedos das mãos de Christian. ― Olhe para ele, bebê. Imagine o que vai ser quando for o seu pênis duro, em vez de seus dedos. Owen observou. Ele tinha que fazer. Nenhuma força na terra poderia ter tirado os seus olhos de Christian preparar-se com seus próprios dedos. Owen podia sentir Constantine empalando-o da mesma maneira, quase como se todos eles compartilhassem a mesma sensação no mesmo momento. ― Foda-se, querido. ― Constantine gemeu. ― Você é tão apertado. Owen piscou. De repente, ele percebeu que, embora tivesse sido hipnotizados pela visão de Christian estendendo-se, Constantine encheu-o com seu pênis. Ele estremeceu, sentindo a parte inferior de Constantine, as bolas do homem pressionando contra ele. ― Não doeu ―, ele sussurrou, surpreso. ― Não é suposto. ― Constantine riu. ― Você só deve sentir prazer, Owen ―. Owen fez, especialmente quando Constantine começou a se mover. A prazer correu pelo seu corpo como uma faísca de eletricidade. Owen gritou e
empurrou sua bunda de volta contra Constantine. Ele não podia acreditar como era bom sentir. A batida repentina de uma mão em seu quadril sacudiu Owen. Confuso com o tapa, ele olhou por cima do ombro em Constantine.
― Nós
vamos passar para as mãos e os joelhos, ok? ― Owen ergueu a sobrancelha. Como diabos ele devia rolar em suas mãos e joelhos com o pau de Constantine na sua bunda? Isso era como pedir o impossível. Ainda assim, Owen tentou dar-lhe seu melhor tiro. Constantine o ajudou, agarrando os quadris Owen enquanto ambos rolaram. Owen inalou rapidamente e subiu nas mãos e os joelhos. A nova posição permitiu a Constantine se afundar mais na bunda de Owen. Owen enfiou os dedos nos cobertores e tentou recuperar o fôlego. Ele podia sentir Constantine movendo atrás dele, o corpo do homem apertados contra o seu traseiro. ― Christian? Owen esperava que ele se ajoelhasse na frente dele. Ele não se preparou para que ele se deitasse de costas e se arrastasse para baixo até que seus paus duros estivessem pressionados juntos. Christian espalhou suas pernas, em seguida, as puxou até o seu peito. ― Nossa vez ― . Christian riu. Owen engoliu em seco quando ele olhou para o buraco rosa estendido a sua frente esperando por ele. De repente, ele percebeu que ele nunca tinha feito isso e que ele não tinha ideia de como fazê-lo bom para o Christian. Ele não sabia nada sobre sexo homem a homem. ― Christian, Eu não... ― Você vai ficar bem, Owen. Basta fazer o que Constantine faz.
Owen tinha sérias dúvidas, mas ele agarrou seu pau e guiou-o para a entrada apertada de Christian de qualquer jeito. O calor sedoso do corpo de Christian envolveu o pau de Owen quando ele se afundou lentamente no homem. ― Ah, sim, ai mesmo. ― Christian gemia sob Owen. Owen o olhou, surpreso quando encontrou o pescoço de Christian arqueado, de olhos fechados como se as sensações passando por ele fossem mais do que poderia ter com eles aberto. ― Exatamente onde? Constantine deu uma série de golpes curtos. Owen achava que sentia muito bom até Constantine mudou de ângulo e da cabeça de seu pau bater em alguma coisa dentro. Owen ficou rígido e gritou pela sensação o oprimido. ― Ai, ― Constantine sussurrou no ouvido de Owen. ― Esse é o seu ponto doce, bebê. Owen assentiu com a cabeça rapidamente. Isso com certeza era. Parecia que cada nervo, cada célula do seu corpo, foi inundada com prazer. Quando Constantine fez isso de novo, Owen não podia deixar de impulsionar para a frente em Christian, então empurrou para trás contra Constantine. Ele não conseguia decidir qual sensação se sentia melhor, a sensação do pau de Constantine enchendo-o e atingindo o seu ponto doce ou a apertada aderência que cercava seu pênis toda vez que ele empurrou em Christian. Owen não tinha certeza se ele se importava. Quanto mais rápido ele se movia, mais ele sentia a ambos. Os movimentos de Owen tornaram-se erráticos quando sensação após sensação lavavam em cima dele. Apenas as mãos de Constantine em seu quadril o mantinha na linha. Não doeu que estava imprensado entre os dois homens. Christian acariciou Owen por baixo, moveu os lábios sobre a pele de Owen. Constantine amou-o por trás, comendo o pescoço de Owen enquanto acariciava sua pele aquecida.
Owen era simplesmente o navio entre Constantine e Christian que tomaram o seu prazer. Owen não poderia ter sido mais feliz sobre isso. Se estar no meio desses dois homens era o seu futuro, ele era tudo para isso. ― Está na hora, Owen ―. Owen olhou para Christian confuso. ― Eu estou perto ―, ele gemeu.
― Eu quero reivindicar você
quando eu gozar. Owen não sabia como Christian poderia estar próximo, considerando o homem nunca tocou seu pênis, mas ele ainda se inclinou quando Christian abriu a boca e arreganhou os dentes caninos. A dor foi imediata, mas foi em um segundo para ser substituída por um esmagador prazer. Owen gritou, certo de que ele estava a segundos de distância de gozar. Ele tremeu. Ele apertou os lençóis ao lado da cabeça de Christian. Ele tentou segurar o seu orgasmo até ele sentiu Christian gozar. Owen achou que ele teve sucesso quando sentiu disparar o líquido quente entre eles. Em seguida, um outro conjunto de caninos afundou em seu pescoço, enquanto Constantine empurrava em seu ponto doce com golpes rápidos. Uma multidão de sensações estava o deixando louco. Foi demais para Owen tomar. Ele gritou com a sua libertação e encheu Christian com o seu sêmen. Um rugido fraco atrás dele ecoou o orgasmo de Owen. Ele sentiu o sêmen de Constantine enchê-lo até mesmo quando ele caiu em cima do corpo suado de Christian. Momentos depois, algo mudou dentro dele. Owen empurrou e gritou quando isso trancou sua próstata, enviando mais prazer disparando por ele. ― Que porra é essa? ― E o nó de acasalamento. ― Constantine ofegou contra as suas costas.
― Ele só sai quando nós fodemos nossos companheiros. Não se
lembra disso da última vez?
Owen podia sentir seu rosto corando.
― Eu meio que desmaiei
depois de um tempo. Eu acho que meu corpo não suporta ter orgasmos múltiplos. ― Nós vamos ter que consertar isso. ― Constantine riu. ― Talvez quando nós tentarmos foder comigo na parte inferior e Christian em cima, hein? Owen podia sentir a taquicardia de Christian debaixo de sua orelha. Ele podia sentir o corpo arfante de Constantine por trás dele, o nó dentro dele segurando-os juntos. Ele não tinha certeza de que ele já sentiu algo mais maravilhoso em sua vida. ― Eu acho que o contrário só pode nos matar. ― Christian ofegou. Ele acariciou a sua mão abaixo da cabeça de Owen à sua volta. Owen sentiu Christian entrelaçar os dedos com Constantine, mas estranhamente, imprensado entre os dois homens, ele não se sentiu excluído. Na verdade, ele nunca se sentiu tão amado. Owen deu uma risadinha. ― Eu estou disposto a arriscar.
Capítulo 5
Na manhã seguinte, tudo parecia estar em um humor muito melhor ao deixar o motel do que quando tinham chegado aqui. Christian imaginou que poderia ter algo a ver com o sexo capaz de mudar vidas e do acasalamento que tinha acontecido na noite passada. Mas o que ele sabia? Ele estava andando sorrindo como um idiota. Constantine pegou uma das malas e foi para fora. Christian imaginou que ele deveria ajudar, agarrou a outra, e seguiuo para fora do carro. Seus ferimentos estavam muito melhor depois de algum descanso, alimentação e sexo incrível. ― Eu digo irmos ate máquina de venda automática ― Christian disse, apontando nessa direção. ― Obter um par de refrigerantes e algumas batatas fritas para um lanche até chegarmos a alguma distância mais antes de parar para comer de verdade. ― Ótima ideia. Constantine se inclinou para lhe dar um beijo rápido. Constantine fechou a mala após guardar ambos os sacos, e eles se dirigiram para as máquinas de venda automática. Uma vez lá, ambos tiraram suas carteiras e começaram a escolher porcarias.
Assim quando eles estavam terminando, eles ouviram um estrondo vindo da direção de seu quarto, seguido por um grito curto que de repente foi silenciado. Largaram tudo de suas mãos, Christian correu para seu quarto. Owen! Merda, ele não tinha sequer pensado em não deixar Owen sozinho. Constantine era um cara muito mais rápido e maior do que Christian voou por ele. Além disso, mesmo que ele estivesse curado principalmente agora, Christian ainda estava bastante dolorido de sua surra. Chegando ao quarto, o coração de Christian caiu quando viu a porta aberta e o quarto em desordem. Bem, pelo menos Owen tinha colocado uma luta. Ele só pediu que Owen não tivesse se machucado no processo. Como poderiam ter sido tão estúpidos deixando-o sozinho? ― Christian, aqui― disse Constantine do banheiro. Ele entrou rapidamente para se juntar ao seu companheiro e congelou de medo quando ele viu o que Constantine queria mostrar a ele. Havia um bilhete com um endereço escrito com marcador no espelho.
“Temos o menino brinquedo, Christian. Sua vida pela dele. Uma hora, vir sozinho.” ― Isso é tudo minha culpa― Christian chorou quando ele começou a entrar em colapso. Constantine estava lá em um flash para pegá-lo antes d ele bater no chão. ― Eu tenho que ir buscar Owen. Eu preciso do seu carro.
― Você não vai a lugar nenhum sozinho ― Constantine disse com firmeza. ― Vamos juntos. ― Eles disseram para ir sozinho. Eu não quero que eles machuquem Owen. ― Lágrimas começaram a se reunir em seus olhos. Ele morreria se algo acontecesse com Owen. Eles tinham acabado de acasalar. Christian não podia perder o homem. ― Bebê, me escute ― disse Constantine, levantando Christian em seus braços. ― Você realmente acha que eles vão deixar Owen ir? Eles levaram um ser humano que sabe sobre lobisomens. Eles não vão deixá-lo ir. ― Eu matei o nosso companheiro ― Christian gritou, agarrando Constantine como se sua vida dependesse disso. ― Deveria ter sido eu! ― Não. Ninguém está morrendo hoje, exceto as pessoas que tomaram Owen. ― Constantine rosnou. ― Isso não é culpa sua, Christian. O seu bando idiota é o culpado por isso, ninguém mais. Você não fez nada além de amar Owen. Ele sabe disso. ― Como é que vamos trazê-lo de volta, Constantine? Nós só o encontramos. Precisamos dele para nos manter juntos. Ele é o nosso centro. Não podemos perdê-lo. ― Nós não estamos indo. Eu tenho um plano, bebê. ― Constantine beijou as bochechas de Christian então ele enxugou as lágrimas. ― Nós vamos trazê-lo de volta, Christian. Vamos, temos que ir para o endereço que disseram. ― Eu não quero que você se machuque, também― disse Christian. ― Eu não poderia aguentar se eu fosse o motivo, de você se machucar, também! ― Por favor. Eu sou um Delta. ― Constantine riu e passou as mãos sobre o peito firme e abdome. ― Olhe para este corpo, completamente sólido e
feito para chutar a bunda. Além disso, eles não vão me ver ou cheirar-me, Christian. Eu posso mascarar o meu cheiro. Não se esqueça disso. ― Você sabe, quando eu olho para o seu corpo, eu não estou pensando em você lutando. ― Christian riu e limpou os olhos. Ele sabia que Constantine estava sendo bobo por ajudá-lo, e Christian caiu um pouco mais no amor por ele por isso. ― É mais sobre estar nu. ― Nós vamos explorar isso mais uma vez nós formos buscar o nosso bebê de volta ― respondeu Constantine, mexendo as sobrancelhas e estendendo a mão para Christian. ― Eu preciso que você confie em mim, Christian. Eu estive em situações piores do que esta. Estou preocupado com Owen, também. Mas eu também sei que eu sou muito mais capaz de lidar com isso do que os caras que têm dele. ― Eu confio em você, Constantine ― Christian disse suavemente e pegou a mão de seu companheiro. E ele fez. Ele poderia ter acabado de conhecer o homem, mas ele não podia pensar em ninguém além de Owen que ele confiava mais. Esse pensamento espantou Christian um pouco e deu-lhe coragem. ― Vamos buscar o nosso Owen. Eles pegaram o que ainda estava no quarto que pertencia a eles e sairam do quarto de hotel. Christian respirou fundo várias vezes, quando Constantine entregou-lhe as chaves assim ele poderia dirigir. Coube a Christian dirigir, porque Constantine estaria invisível quando eles chegassem. ― Você dirige, mas lembre-se de deixar a porta aberta quando você sair do caminhão ― disse Constantine enquanto subiam ― Vai explodir o nosso segredo de que eu estou lá se virem a porta abrir por si só. ― Sim, isso seria ruim. ― Christian riu nervosamente enquanto ele dirigia pela estrada. Ele estava feliz que ele não ia nisso sozinho.
Enquanto dirigia, Constantine começou a tirar as roupas. Se tivesse sido em qualquer situação diferente, Christian não teria sido capaz de manter os olhos longe do seu companheiro quente. Mas a gravidade do que estava acontecendo manteve seus hormônios em cheque. Ele engasgou quando, com o canto do olho, viu Constantine desaparecer. Sua matilha não tinha um Delta, o que era uma experiência nova para ele. Todos sabiam sobre Deltas e sobre o que eles poderiam fazer, mas Christian nunca tinha visto isso antes. ― Constantine? ― ele perguntou com um sussurro. “Sim, meu amor?” Constantine falou na mente de Christian. ― Puta merda ― respondeu ele. ― Eu sinto que estou em viagem por drogas ou algo assim. “É melhor não estar falando por experiência, Christian. Ou quando isso acabar eu vou chutar o seu traseiro!” ― Não, eu não sei em primeira mão. ― Christian riu. Ele virou à esquerda em uma rua lateral que os levava para o endereço deixado no quarto do hotel. ― Eu nunca tive o desejo de usar drogas. Eu só não vi o apelo. Eu Prefiro meu alto vindo muito mais de atividades naturais. “Ótimo. Owen e eu somos os únicos medicamentos de escolha agora.” Constantine riu em sua cabeça. “Ok, não mais falando com o lobisomem invisível no carro. Estamos chegando muito perto. Eu estarei lá com você, Christian.” ― Eu preciso que você me prometa uma coisa em primeiro lugar, ― Christian disse solenemente. ― Não importa o que aconteça, obtenha Owen fora. Eu posso me defender melhor do que ele, você sabe disso. Vou mantê-los distraídos o melhor que posso, mas você leve Owen para fora, Constantine. Prometa-me isso.
“Eu prometo. Prometo também, que vamos todos ficar fora disso. Nós não estamos indo lá para trocá-lo por Owen.” Christian não estava tão certo quando ele puxou para o armazém. Mas pelo menos sua mente estava clara sobre a tarefa em mãos, agora que seu companheiro havia prometido obter Owen fora. Ele diminuiu a velocidade do caminhão, jogou-o no estacionamento, e desligou o motor. Lentamente, ele abriu a porta e saiu. ― Eu estou aqui ― ele gritou enquanto ele caminhava em direção ao prédio abandonado. Christian sentiu como se estivesse entrado em um filme realmente ruim da máfia. Tudo nele quis olhar para trás para o caminhão o mais longe que conseguiu. Ele não havia se esquecido de deixar a porta aberta para Constantine. “Eu estou bem perto de você, bebê. Você está indo muito bem, só se mantenha.” Quando ele chegou à porta, abriu-a e apenas olhou por um momento. Ele sentiu algo passar contra ele. Tinha que ser Constantine, especialmente desde que sentiu peludo. Respirando fundo, ele entrou pela porta, certificandose que ele fez uma pausa apenas no interior, mantendo a porta aberta. Ele precisava dar a Constantine tempo para entrar. ― Você sempre foi estúpido. Um homem riu. Christian reconheceu a voz imediatamente. Ele nunca esqueceria. Jake era um dos membros de sua matilha que havia batido a merda fora de Christian. ― Olá, Jake. ― Christian entrou mais para dentro do prédio. Chegando mais perto de onde Jake estava, podia ver os outros dois membros que estavam em seu espancamento.
― Você realmente veio sozinho. ― Jake zombou. ― Seu maldito idiota. ― Você disse que viesse sozinho ou Owen morria ― Christian respondeu e tentou não gritar quando Owen foi arrastado à vista por Mike e Liam, também os membros que haviam participado do espancamento de Christian. Seu pequeno companheiro foi amarrado e amordaçado, e sangue escorria do seu nariz. ― Eu estou aqui, deixa-o ir. ― Sim, claro ― disse Mike, revirando os olhos. ― Nós sequestramos um humano que vai testemunhar-nos matando-o. Sim, vamos deixá-lo ir quando o inferno congelar. ― Deixe-o ir agora, antes de me matar ― Christian pediu. ― Ele não vai ver nada, então. Só então, algo agarrou-se a frente de Liam, que estava segurando Owen. Querendo tirar proveito de sua surpresa, Christian mudou tão rápido quanto pôde e saltou para Mike. Mike tinha sido especialmente brutal quando tinha batido nele. O retorno ia ser uma puta. Mike nem sequer teve tempo para mudar antes de Christian estivesse sobre ele. Ele deu dois golpes fortes de suas garras sobre o rosto de Mike para incapacitar temporariamente ele antes de virar em direção a Jake. Infelizmente, Jake teve tempo suficiente para mudar para um lobo, e ele estava pronto para Christian. “Pegue Owen, dê o fora do aqui, agora” disse Christian rosnando para Constantine através de sua ligação mental. Ele queria ver onde foi o seu pequeno companheiro, mas ele não podia virar as costas para Jake. O homem era, de longe, o mais cruel dos três homens.
Vendo que Jake estava prestes a saltar para ele, Christian fez o mesmo. Eles se encontraram no ar batendo um no outro duro. Christian ignorou a dor dos ferimentos que Jake infligiu nele, lutando por sua vida e para proteger seus companheiros. Em algum lugar no meio de garras e sangue por toda parte, Jake foi levantado no ar e foi jogado do outro lado da sala. Christian só então olhou para ver Owen parado na porta, ainda amarrado e amordaçado, mas de outra maneira fora de perigo. ― Mude e comece a desamarrar Owen ― disse Constantine a Christian com uma voz que não era de Constantine enquanto ele brilhava à vista. ― Eu vou cuidar desse lixo. Christian tinha crescido em torno de lobos que poderia tomar sua terceira forma de lobisomem. Ele estava acostumado por isso ele não se surpreendeu com a aparência de Constantine. Christian adivinhou que Owen não estava acostumado a isso, porém, quando ele viu os olhos do homem praticamente pularem de sua cabeça. ― Você está bem, Constantine? ― Christian pediu depois que ele voltou para a forma humana e caiu de joelhos com a dor esmagadora nele. ― Estou bem. Eles nunca me tocaram. Pode se levantar e ir para o caminhão com Owen? ― Constantine perguntou. ― Você não está parecendo tão bem companheiro. ― Estou bem. Ele levantou-se lentamente, em seguida, foi mancando para Owen. A primeira coisa que fez quando chegou ao seu pequeno companheiro foi tirar a mordaça. ― Você está bem, querido? Eu sinto muito. Por favor, não me odeie.
― Eu estou bem, Christian ― Owen, as mãos ainda amarradas atrás das costas, disse antes de beijar Christian na boca. ― Eu nunca poderia te odiar. Você veio para me salvar, lutou para me salvar. Isso não foi culpa sua, e eu espero que você tenha matado todos eles. ― Isso nunca teria acontecido com você, se não fosse por mim ― disse Christian, tentando segurar as lágrimas enquanto ele libertava as mãos de Owen. Ele ajudou Owen e guiou-o em direção à porta. Uma vez que saiu, Owen passou um braço em torno da cintura de Christian para ajudá-lo. ― Eu sinto muito, Owen. Eu não posso nem começar a dizer o quanto estou triste. ― Não é sua culpa ― Owen respondeu novamente. ― Eu estou apenas admirado pelo quão rápido você mudou. Quer dizer, eu sabia que vocês eram lobisomens, mas eu nunca vi isso. E Constantine estava invisível lá, certo? Quer dizer, eu acho que eu o ouvi, mas eu não podia vê-lo. ― Você foi sequestrado e espancado, mas tudo o que você está falando é sobre nossa mudança?― Christian riu até que ele percebeu que doía rir. ― Cara, você realmente é um tipo, Owen. ― Obrigado, eu acho. ― Owen riu quando ele abriu a porta e ajudou Christian a subir no banco do passageiro do caminhão. ― Isso não foi grande coisa. Tudo o que fizeram foi me dar um soco no nariz uma vez, e eu fui para baixo. Eu não coloquei muita luta. Eu sabia que vocês viriam para mim, eu percebi por que adicionar ao meu espancamento no processo? ― Elegante e quente, eu sou um cara de sorte ― Christian respondeu, sorrindo amplamente para o seu companheiro. ― E para responder a sua pergunta anterior, sim, Constantine estava invisível. Isso é parte de ser um Delta. Eles podem mudar em um lobo, ou a nossa terceira forma que é de lobisomem. Mas ele também pode ficar invisível em qualquer forma. É por Isso
que eles normalmente são enviados para lidar com lobos desonestos, porque você não pode lutar contra o que você não pode ver. ― Enquanto eu acho, que é legal ele poder fazer isso ― disse Owen depois que ele deu a volta no caminhão e pulou no banco do motorista. ― Isso ainda soa como um trabalho de merda para os Deltas. Quero dizer seu trabalho tem quaisquer regalias? ― Nós― , Christian respondeu, sorrindo novamente. ― Eles têm dois companheiros para amá-los e cuidar deles. Com tudo o que ele passa, leva dois de nós para fazê-lo se lembrar do por que ele faz o trabalho que ele tem que fazer. ― Espero que ele seja feliz com a sua parte do acordo. ― Owen riu. ― Estou muito feliz agora que tenho vocês dois ― disse Constantine, de repente, em pé na porta do lado do motorista. Isso ainda saiu mais como um rosnado, porque ele estava em sua terceira forma. Mas ele era visível agora. ― Não tenha medo de mim, Owen. ― Eu não estou ― Owen sussurrou depois de virar para olhar para seu companheiro. Christian apenas sentou e assistiu Owen se virar e olhar para Constantine. Seu companheiro Delta grande era ainda maior do que o normal. Constantine tinha que ter de pelo menos 2,20 metros de altura, com um focinho alongado, isso explicou por que tudo o que ele disse era mais um grunhido do que sua voz normal. Orelhas pontudas brotaram a partir do topo de sua cabeça, e a maioria do seu corpo estava coberta de cabelo castanho claro. Era uma visão impressionante. ― Você quer me tocar? ― Constantine perguntou gentilmente quando ele se inclinou no caminhão para estar mais perto de Owen.
― Sim―, Owen respondeu calmamente. Ele estendeu a mão e agarrou o lado do rosto de Constantine. ― Isto e incrível. Quero dizer que eu sabia que vocês poderiam mudar assim, mas ver isso com meus próprios olhos, tocar em você. É quase mais do que o meu cérebro pode processar. Mas eu juro, eu não estou com medo. ― Eu sei, eu podia cheirar seu medo, se você estivesse com medo― , respondeu Constantine. Christian assistiu Constantine esfregar seu rosto contra a mão de Owen. ― Então você está bem com a gente virar peludo? ― Sim, isso está, na verdade, me excitando. ― Owen corou. ― Meus companheiros são totalmente fortes e poderosos. Acho que é incrivelmente sexy. ― Realmente?― Christian foi completamente apanhado de surpresa. De todas as respostas que ele esperava de Owen, excitado não era uma delas. ― Sim. Isso é ruim? ― Owen, tinha um olhar preocupado em seu rosto corado, quando virou-se para olhar Christian. ― Não. Nadinha mesmo. ― Christian riu. ― Eu estou realmente surpreso. Eu não conheço muitos humanos que sabem sobre nós ou nos viram mudar. Eu não estava pronto para ser sexy a sua resposta. ― Eu vou mudar agora. ― Constantine deu um passo para trás. ― Nós deveríamos ir. Havia um brilho em torno de Constantine por alguns momentos, e então de repente ele estava de volta à forma humana. ― Pode me passar a minha roupa, por favor, Christian?
― Claro. ― Christian jogou-as para Constantine. ― Parece uma vergonha cobrir seu corpo lindo, mas você está certo, temos que sair daqui. ― Oh, sim, eu me esqueci de te dizer ― , disse Owen, começando a corar novamente. ― Depois que viram Constantine no hotel, Jake fez um telefonema. Quando ele terminou, ele disse aos outros dois caras que reforços estavam a caminho. ― Porra, nós realmente temos que nos mover, então― disse Constantine enquanto se vestia. Uma vez que ele estava vestido, ele pulou no banco do motorista e ligou o caminhão. Tão rapidamente quanto possível, o caminhão saiu fora da garagem e de volta para a estrada. ― Ok, vamos pegar o seu carro no motel e fazer pegar a estrada. ― Desculpe, eu não lhe dizer mais cedo ― Owen respondeu calmamente, parecendo constrangido ou envergonhado se Christian tivesse que adivinhar. ― Eu meio que esqueci por um momento. ― Bebê, está tudo bem. ― Constantine tomou a mão de Owen e levou-a aos lábios. ― Com tudo o que você passou, estou feliz por você se lembrar de algo. Vocês podem aguardar para comer até estarmos a alguns quilômetros de distância daqui? ― Sim, totalmente, ― Christian respondeu, e Owen assentiu. ― Eu vou andar com Owen se isso estiver bem para você, Constantine. Eu realmente quero apenas me deitar em seu banco traseiro. Dessa forma, se nos separarmos, um de nós está com ele. ― Bom plano. ― Constantine assentiu. ― Mas, depois de chegarmos ao novo bando, não mais de condução em separado novamente. Eu quero meus companheiros comigo o tempo todo.
― Então, eu vou morar com vocês? ― Owen perguntou. ― Quero dizer, apenas dar o meu lugar? ― Não, não, se você não quiser ― respondeu Constantine. Christian podia vê-lo franzindo a testa quando ele se virou para olhar. ― Christian pode misturar-se com os seres humanos melhor do que eu. Sendo um Delta, eu realmente preciso estar em torno da minha própria espécie ou longe da maioria das pessoas. O meu cheiro que eu emito deixa os lobisomens loucos e os humanos doidos. Eu posso escondê-lo por períodos curtos, mas não em uma base regular. Além disso, eu nasci com uma tarefa de trabalhar para o conselho. Eu não posso sair dessa. ― Ok, eu posso ver isso― disse Owen, assentindo. ― Eu não estou dizendo que eu não quero viver com você. Mas parece que nós nos casamos depois da noite passada. Eu preciso de algum tempo para envolver minha cabeça em torno disso. ― Eu entendo isso ― Christian respondeu, tentando jogar de intermediário novamente para ajudar a conversa antes que Constantine pudesse dizer qualquer coisa. ― Nós fomos criados com o conhecimento do que estar acasalado significava. Você simplesmente foi jogado nisso tudo, Owen. Mas sabemos que queremos você conosco. Se você não gostar do bando Delta, podemos descobrir alguma coisa. ― Claro! Nós três estamos juntos nessa. Christian e eu só temos de pertencer a um grupo. Estas são as regras. Caso contrário, podemos ser considerados desonestos, e então eles iriam mandar alguém como eu para nos caçar. ― Eu estou disposto a tentar, mas me reservo o direito de levantar a questão se eu não gosto ―, disse Owen com firmeza.
― Nós queremos saber o que você está pensando ou sentindo, bebê ― , disse Constantine. ― Nós não podemos ler mentes, e para que isso funcione, todos nós temos de falar sobre as coisas. ― Certo, como eu preciso de umas roupas―, afirmou Christian, quando estacionaram ao lado do carro de Owen no estacionamento do motel. Foi realmente a primeira vez que ele percebeu que estava nu. Shifters estavam acostumados a estar nus em torno de outros, especialmente depois de apenas ter mudado. Mas eles estavam prestes a estarem em público, e suas roupas tinham sido rasgadas quando ele mudou. ― Há uma mochila atrás do seu assento.― Constantine riu. ― Eles podem ser um pouco grande em você, mas deve servir por agora. ― Christian pegou o saco e o abriu, enquanto Constantine e Owen saltaram do caminhão. Depois de encontrar alguns shorts que amarradas e uma camiseta, ele os colocou. Quando terminou, ele se juntou ao seus companheiros ao lado do carro de Owen. ― Você tem certeza de que está bem, Owen?― Constantine perguntou olhando para o seu pequeno companheiro. ― Estou bem. Basta saber quanto tempo demora até que a dor de cabeça depois de ser socado no nariz some? ― Owen riu. ― Está realmente palpitante. ― Hum, isso é porque ele está quebrado―, respondeu Constantine, após um momento verificando o nariz de Owen. ― Você não vai gostar do que tenho que fazer, querido, mas eu prometo, depois que eu encaixá-lo de volta no lugar a dor vai ficar melhor. ― Será que vai doer? ― Owen perguntou, não parecendo feliz com a ideia.
― Sim, vai doer como uma cadela. ― Constantine fez uma careta. ― Tem que ser feito, porém. Caso contrário, ele poderia curar dessa maneira. ― Ok, acabe com isso. ― Owen fechou os olhos com força. Christian abraçou Owen por trás de modo que ele não saltasse quando Constantine arrumasse o seu nariz, e torná-lo pior. Ele acenou para Constantine, que colocou as mãos em cada lado do nariz de Owen e sentiu ao redor. Com um empurrão e um forte estalo no nariz de Owen, Constantine redefiniu. ― Filho da puta! ― Owen gritou quando ele puxou nos braços de Christian. Ele tocou suavemente seu nariz ferido. ― Você não estava brincando. ― Desculpe, bebê― , Constantine disse, acariciando o cabelo de Owen. ― Ele vai começar a se sentir melhor em breve. Vocês se prepararem para ir. Eu vou correr e obter algumas bebidas. Um refrigerante frio vai ajudar a diminuir o inchaço, se você pode mantê-lo ao lado do seu nariz enquanto você dirige. ― Você pode me soltar agora, Christian ― disse Owen depois de Constantine correu para longe. ― Talvez eu só goste de ter uma desculpa para te abraçar? ― Christian respondeu e aconchegou seu rosto no lado do pescoço de Owen. ― Eu estava realmente com medo de que eu não iria nunca conseguir abraça-lo de novo, Owen. ― Estou muito bem―, disse Owen baixinho e se manteve nos braços de Christian. ― Eu juro que eu estou bem. Então, o que é um nariz quebrado? Você apanhou muito pior do que eu fiz. ― Obrigado por não estar louco― , ele respondeu, soltando Owen.
Quando Owen se virou, Christian deu-lhe um beijo suave nos lábios, tendo cuidado com o nariz de Owen. Eles sorriram um para o outro por um momento, em seguida, entrou no carro de Owen. Christian era eternamente grato que o travesseiro e cobertor ainda estavam no banco de trás, quando ele se colocou em uma posição deitada. ― Ok, vamos pegar a estrada ― disse Constantine, correndo de volta para o carro. Ele entregou a Owen alguns refrigerantes através da janela antes de perguntar novamente se Owen estava bem. Christian mordeu o lábio para não rir quando Owen apenas revirou os olhos e ligou o carro. ― Meu pequeno companheiro resistente. Isso teve tanto Owen e quanto Christian rindo enquanto Constantine apressadamente
entrou
no
caminhão.
Momentos
depois,
eles
estavam
seguindo o caminhão e voltar para a estrada principal. ― Hey, Owen, posso fazer uma pergunta? ― Christian perguntou, percebendo algo. ― Eu não estou tentando pegar em você ou ser rude, ok? Estou apenas curioso. ― Claro, vá em frente, ― Owen respondeu. Ele dirigia pela estrada com uma mão. O outro lado tinha uma lata de refrigerante ao lado do nariz. ― Você é vidente, né? ― Christian perguntou, tendo cuidado com a sua pergunta. ― Você quer saber como é que eu não vi que eu estava indo para ser sequestrado, certo? ― Como é que você sabe que é o que eu ia perguntar?― Christian levantou a cabeça para olhar para Owen no espelho retrovisor.
― As pessoas me perguntam muito isso quando elas sabem que eu sou vidente. ― Owen riu. ― Tipo como é que eu ainda tropeço, se eu não vejo o que vem? A resposta é dupla. Um, eu não vejo tudo o que vai acontecer sempre. Dois, é mais difícil ver coisas sobre mim. É como se qualquer poder que me deu este dom pensou que seria trapassa se eu pudesse ver o meu próprio futuro. ― Faz sentido ― disse Christian deitando. ― Mas que tipo de porcaria, também. ― De certa forma ― disse Owen encolhendo os ombros. ― Mas se eu pudesse, iria tirar o prazer da vida se eu sempre soubesse o que estava vindo. ― Verdade ― Christian percebeu o quão chato a vida realmente seria se visse como funcionava. ― Você teve visões de ambos Constantine e Eu, quando fomos feridos. Você tem muitas visões de pessoas se machucando? ― Não, nunca, na verdade. E eu estive pensando sobre isso. Eu estou supondo que talvez fosse mais como se eu pudesse sentir o seu sofrimento e isso causou a visão. Depois que fui levado, eu tive uma de vocês chorando no banheiro do nosso quarto de motel e Constantine segurando você. ― Sim, isso foi depois que encontramos a nota que eles deixaram para nós no espelho do banheiro. ― Meu ponto é o quão chateado você estava. Eu acho que vi por causa do meu dom, mas mais ainda porque um dos meus companheiros estava com dor. ― Queria que houvesse um livro de regras para ser psíquico. ― Christian riu. ― Pode ser útil, hein? ― Você não tem ideia ― Owen riu alto. ― Isso teria me salvado um monte de problemas crescendo. Eu não tinha ideia do que diabos eu estava
vendo a metade do tempo. A maioria das pessoas achava que eu tinha perdido minha mente. ― Eu não acho que você é louco. Acho que você é muito especial. Você é incrivelmente corajoso e carinhoso. Eu nunca conheci uma pessoa que viria salvar alguém que não conhecia e que estava ferido. Não uma, mas duas vezes. Você tem um coração de ouro. ― Obrigado, Christian ― disse Owen, olhando para ele no espelho retrovisor e sorrindo. ― Ninguém nunca me disse isso antes. Isso realmente significa muito. Christian sorriu de volta, sentindo-se bem que ele havia feito seu companheiro feliz. Sim, ele era um lobisomem, como ser psíquico, o fez diferente de um ser humano normal. Mas Christian tinha crescido com outros lobisomens. Ele não podia nem imaginar o que Owen tinha passado por estar a sós com o seu dom. Talvez Constantine não fosse o único que precisava do amor de dois companheiros. Owen parecia precisar de todo o amor e compreensão que poderiam dar a ele também. Christian sorriu quando ele puxou o cobertor sobre os ombros. Ele conhecia dois lobos que poderiam ser perfeitos para o trabalho.
Capítulo 6
Constantine soltou um suspiro de alívio quando ele puxou o caminhão na garagem de Zac e virou o motor desligado. Ele podia ver os faróis do carro de Owen parar atrás dele. Eles fizeram isso. Eles estavam no território do bando Delta. Seus companheiros estavam a salvo. Constantine saiu de seu caminhão e viu a luz da varanda antes da porta da frente começar a se abrir. Ele fechou a porta e começou a voltar para o carro de Owen. Ele sabia que deveria saudar o novo Alfa agora, mas ver os seus companheiros parecia mais importante. Ele chegou ao carro de Owen assim que a porta do lado do motorista se abriu e Owen saiu. Constantine rapidamente envolveu o homem em seus braços. Ele se inclinou e inalou uma respiração profunda do perfume original de Owen antes de beijá-lo suavemente no lado da cabeça. ― Hey, bebê, como você está aguentando? ― Eu poderia seriamente usar alguns analgésicos, agora, e talvez um pouco de gelo ― , Owen respondeu, dando a Constantine um pequeno aperto. ― Fora isso, eu estou bem. ― E Christian?― Constantine perguntou, olhando de Owen para a janela traseira. Ele podia ver um pouco de cabelo preto saindo do topo dos cobertores. O homem parecia estar totalmente fora. ― Bem, se você está certo e sono vai ajudá-lo a se curar, ele deve estar em boa forma até agora. ― Owen se virou nos braços de Constantine e
olhou para o banco traseiro. ― Eu não acho que ele se moveu mais do que um pouco desde a nossa última parada. ― É ― Constantine garantiu a Owen. ― O sono, alimentação e muito descanso são os melhores para ele. Ainda assim, temos de acordá-lo. É costume cumprimentar o nosso novo Alfa em pé se podemos controlá-lo. ― Alfa novo? ― O nome dele é Zac Sheehan. Ele é um Delta assim como eu. Ele é o líder aqui. ― Líder? Constantine riu quando ouviu alguém falar atrás dele. ― Se você perguntar a alguém por aqui, eles vão te dizer que Matt é realmente o responsável. Eu sou apenas uma figura decorativa. ― Uma figura sexy ― outra pessoa disse. Constantine reconheceu-o como companheiro lobo de Zac, Matt. ― E você é muito bom nisso. ― Constantine se virou para ver Zac, Matt, e seu outro companheiro, Aiden, de pé atrás dele. Ele sorriu e acenou para Owen, quando Zac arqueou uma sobrancelha para ele. ― Eu meio que encontrei meus companheiros no caminho para cá. Zac começou a rir. ― Parece é assim que acontece. ― Este é um dos meus companheiros, Owen Carrell. Bebê, este é Zac Sheehan, nosso novo Alfa. Owen assentiu. Constantine poderia dizer que Owen estava nervoso pela forma como o homem se inclinou para mais perto dele. Depois de ser sequestrado e ter que enfrentar três lobos cruéis, Owen, e sua reação, por conhecer um novo lobo não o surpreendeu.
― Este é Matt Garret, um dos companheiros de Zac. Ele é um lobo como eu, mas não um Delta. ― Sim. ― Matt riu. ― Eu sou apenas a sua bola de pelo normal. Constantine sorriu. Ele sabia que Matt estava tentando tranquilizar Owen. Os outros devem ter sentido a hesitação de Owen tanto como ele fez. ― E por último, mas não menos importante, Aiden Kane, que é o outro companheiro de Zac. Aiden é um beta e um lobo, mas não se deixe enganar. Ele ainda é um cara muito legal. ― O que é um Beta? ― Owen sussurrou. Constantine sabia que Owen não sabia que todos podiam ouvi-lo, mas ele podia dizer pelos sorrisos que eles tentaram esconder. ― Se Zac fosse o presidente, Aiden seria o vice-presidente. ― E Matt? Zac riu, deixando Owen saber que ele podia ouvi-lo. ― O homem por trás do trono. ― Eu posso viver com essa descrição. ― Matt riu e apertou os braços de Zac. Constantine se sentiu aliviado quando ouviu um pequeno riso vindo de Owen. Ele sabia que se alguém podia fazer Owen se sentir melhor, era Matt. Havia apenas uma leveza natural na personalidade do homem. As pessoas estavam felizes quando em torno dele. ― Você disse seus companheiros?― Zac perguntou. ― Eu suponho que isso significa que há mais de um.
― É uma longa história, mas Christian está dormindo na parte de trás ― disse Constantine e gesticulou para o banco de trás. ― Ele foi ferido. ― Eu diria que isso poderia estar acontecendo ao redor pelo nariz roxo e aqueles olhos negros são qualquer coisa perto ― Matt disse, de repente soava grave e deu um passo à frente dos braços de Zac. ― Há alguém que precisa matar? ― Bebê, quantas vezes eu já te disse? ― Zac perguntou quando ele passou um braço ao redor da cintura de Matt e puxou de volta. ― Nós não podemos sair por aí matando pessoas. O conselho tem que sancioná-la primeiro... ― Zac sorriu. ― Então nós podemos matá-los. ― O bando de Christian ordenou uma caçada para ele. Espancaramno e deixaram-no como morto. Owen encontrou-o e cuidou dele até que eu cheguei. Nós descobrimos que éramos todos companheiros e tentamos fazer o nosso caminho até aqui. Infelizmente, eles encontraram-nos e sequestraram Owen usando-o como isca para Christian. ― Eles ainda estão atrás do seu companheiro? ― Eu suspeito que agora que eles estão atrás de todos nós ― disse Constantine. ― Eu sinto muito por trazer isto à sua porta, mas eu não conseguia pensar em qualquer lugar para ir. Meu bando não vai aceitar meus companheiros. Nem o de Christian. E Owen é humano. ― Não, não, você fez a coisa certa, Constantine ― Zac disse. ― Somos um bando agora. Nós podemos protegê-lo melhor aqui do que em qualquer lugar. ― Ele se virou para Aiden. ― Eu sei que é tarde, mas você pode chamar Sebastian e seus companheiros, e pedir-lhes para vir? Tenho certeza de que Constantine só quer contar essa história uma vez e todo mundo precisa ouvir.
Zac virou-se para eles depois que Aiden assentiu e voltou para a casa. ― Vamos levar seus companheiros para dentro, Constantine. Tenho certeza de que podemos arrumar, algo para eles comerem e uma cama limpa, talvez um chuveiro, se eles quiserem um. Muito para o choque de Constantine, Owen se adiantou. ― Uma verdadeira ducha com água quente e tudo mais? Oh homem, eu ficaria muito grato. Eu sinto que tenho dias de sujeira no meu corpo. Nós estamos limpando banheiros em parada de descanso. Constantine realmente viu Matt tremer quando ele se adiantou e pegou a mão de Owen. ― Sim. Aí, isso é apenas desagradável, cara. Você vem comigo. Eu vou arrumar isso imediatamente. Matt começou a levar Owen longe, mas Owen olhou por cima do ombro para o carro. ― Ah, mas Christian está pior do que eu. Eu só tenho um nariz quebrado. Christian apanhou duas vezes. Podemos trazê-lo em primeiro lugar? Talvez dar-lhe algo para a dor? Eu sei que ele está com dor. Constantine sorriu para si mesmo e abriu a porta de trás para chegar em Christian. Owen estava indo fazer uma adição maravilhosa para sua nova pequena família. Ele já estava mostrando seu carinho por ele e Christian em quase tudo o que ele fez. Constantine não poderia ter estado mais feliz. Ele levantou Christian fora do banco de trás e foi para a casa. Quando Christian gemeu e começou a lutar, Owen afastou Matt e, com preocupação escrita nas linhas de tensão de seu rosto, correu para eles. ― Ele está bem?
― Ele está bem, querido. Não se preocupe. Eu só acho que ele ainda está um pouco dolorido. Uma refeição quente e uma boa noite de sono, deve ajudar. Nós, lobos tendemos a curar bastante rápido. Amanhã ele não vai estar sequer parecendo que ele foi ferido. Só então, os olhos prata de Christian se abriram. Ele sorriu, logo que ele viu Constantine e Owen inclinando-se sobre ele. ― Hey. ― Christian olhou em volta, confuso. ― Já chegamos já? ― Pronto. ― Owen riu. ― Christian, você dormiu por horas. Nós apenas cruzamos centenas de quilômetros, e você dormindo o tempo todo. ― Você deveria me acordar para que eu pudesse dirigir. ― Não, não está acontecendo. ― Owen balançou a cabeça. ― Você precisava descansar. ― Owen, eu sou um lobisomem ― Christian cortou. ― Eu posso... ― Segurando a mão para parar o discurso Christian, Owen disse: ― Eu não me importo se você é um urso polar. Você foi ferido. Eu decidi que precisava descansar mais do que eu precisava de alguém para dirigir. Lide com isso. Constantine apertou os lábios para não rir quando Christian abriu a boca como se quisesse dizer alguma coisa. Ele agarrou-a fechada, um momento depois, quando Owen cruzou os braços sobre o peito e olhou. O pequeno merda teimoso. A risada divertida veio de trás de Constantine ele balançou. Zac tinha o braço em volta do seu estômago enquanto ele ria. ― Vocês estão tão fodidos, meus amigos. ― Zac apontou para Owen. ― Ele é um pequeno ditador como o meu Matt. Se você já teve
pensamentos de controlar a sua própria vida, desista já, porque não vai acontecer. Ele é o chefe. Constantine ouviu um som de Christian e olhou para baixo para ver os risinhos do homem. Owen, por outro lado, apenas arqueou uma sobrancelha para ele como se o desafiando a negar as palavras de Zac. Constantine não era estúpido. Ele manteve sua boca fechada e seguiu Matt dentro da casa. Matt levou-os por um corredor para um quarto de hóspedes. Como um quarto, era muito bom, com duas cômodas, dois criados-mudos, e uma cama grande. Tinha até um banheiro privado com uma grande banheira e chuveiro separado. ― Eu só vou deixar todos vocês para se instalar e ir fazer algo para vocês comerem ― disse Matt antes de fechar a porta. Constantine riu quando Owen deu um bom olhar para o grande chuveiro e com os olhos vidrados. Ele sabia que a viagem tinha sido dura para Owen, mas o homem nunca reclamou uma vez. Para um humano, isso era alguma coisa. ― Por que você não se despe e vai para a água, e eu fico com Christian? ― Constantine perguntou quando Owen não conseguia tirar os olhos do chuveiro. ― Sim? ― Sim. ― Constantine ouviu a esperança na voz de Owen. Christian deve ter, também. Ele não disse uma palavra quando Constantine, levou-o para o quarto e o deitou na cama. Constantine sentou-se ao lado de Christian e acariciou a mão ao lado do rosto suave do seu companheiro. ― Então, como você está, realmente? ― O que há com vocês dois? Eu sou um lobisomem, não um inválido.
― Christian, eu me importo com o que acontece com você. Isto não tem nada a ver com o que você pode e não pode fazer. Isso tem a ver com o fato de que você e Owen significam o mundo para mim e eu estou preocupado. ― Oh. ― Rosto Christian de repente estava corado. ― Eu estou bem, juro. Eu me sinto um pouco dolorido, mas nada demais outra boa noite de sono vai resolver. Agora eu só me sinto como se tivesse escorregado nas escadas em vez de rolar todo o caminho. Constantine sorriu e deu um tapinha no ombro de Christian. ― Ok, então isso é tudo o que eu queria ouvir. ― Como está Owen? ― Surpreendentemente bem. ― Constantine balançou a cabeça. ― Eu nunca tive nada contra os humanos, mas eu sempre pensei que eles eram mais fracos do que nós. Agora, eu não tenho tanta certeza. Ele tem sido um soldado real através de tudo isso. ― Ele é muito especial. ― Ele é, mas então você também. ― Ele precisa de nós, Constantine, mais do que eu acho que você percebe. Constantine inclinou a cabeça para um lado e considerou a cara séria Christian. ― O que você quer dizer com isso? ― Eu conversei com ele um pouco no carro. Eu acho que, mesmo que ele seja humano, Owen viveu uma vida muito parecida com a sua, sempre do lado de fora. Ser um médium teria feito ele diferente dos outros de sua espécie. Isso não pode ter sido fácil. Constantine não gostou do que Christian estava dizendo a ele. Sua vida como Delta não tinha sido horrível, mas certamente não tinha sido feliz.
Ele esteve sozinho a maior parte, nunca ficando muito perto e sempre sentindo como se as pessoas realmente não quisessem estar perto dele, porque ele pode relatá-los ao conselho. Ser um Delta era um trabalho que não fazia ele ter um monte de amigos. Pensando em Owen passando a mesma coisa quase quebrou o coração de Constantine. Era uma vida horrível para qualquer um viver, mas pelo menos Constantine sempre soube que teria seus companheiros para olhar para frente. Sendo humano, Owen não tinha nada. ― Eu não disse isso para fazer você triste. Foi só quando Christian esfregou o polegar nos seus lábios que Constantine percebeu que tinha pressionado-os juntos. Ele agarrou a mão de Christian e beijou a palma. ― Estou feliz que você o fez. Eu preciso saber essas coisas. Eu acho que sendo um Delta, há muita coisa que eu aprendi a ignorar. Se você sentir que há algo que eu estou ausente, me diga, por favor. Christian balançou a cabeça, em seguida, puxou sua mão para apontar para o banheiro. ― Eu vou descansar um pouco mais. Por que você não vai lá e ajudar Owen a esfregar as costas? Constantine riu quando ele ficou em pé e pegou o cobertor dobrado no fundo da cama. Ele balançou para fora, em seguida, colocou-o sobre Christian. Constantine se inclinou e deu um beijo rápido nos lábios Christian. ― Se eu entrar nesse banheiro, eu não vou estar esfregando as costas de Owen. ― Eu sei! ― Christian riu. ― Descanse um pouco, querido. Eu vou acordá-lo quando todo mundo estiver aqui. ― Constantine esperou até que os olhos de Christian se fecharam antes de voltar a entrar no banheiro. Vapor encheu o quarto, mas
Constantine ainda podia ver Owen nu na névoa enquanto o homem estava sob o chuveiro. Constantine
fechou a
porta
silenciosamente
atrás
dele,
então
rapidamente tirou suas roupas. Ele não tirava os olhos de Owen, o tempo todo. O homem não se moveu, apenas ficou lá sob a água quente até que Constantine abriu a porta do chuveiro e entrou. ― Hey ― Owen sussurrou e virou o rosto para Constantine. ― Ei você mesmo. ― Constantine passou por cima para ficar na frente de Owen. Ele se inclinou para frente, plantou as mãos na parede atrás da cabeça de Owen, e empurrou o seu rosto perto do seu companheiro. ―Como você esta? Sentindo-se melhor? Owen assentiu e baixou a cabeça contra o peito de Constantine. ― Podemos ter um chuveiro como este? ― Nós podemos ter qualquer coisa que você quiser, bebê. ― Suficientemente grande para nós três? ― Sim. ― Na verdade, isso soou quase perfeito para Constantine. ― Eu realmente gosto de chuveiros, quanto mais quente melhor. ― Então nós vamos instalar um aquecedor de água extragrande. Nada mal em? ― Cabeça de Owen veio em seguida, se inclinado para trás. ― Realmente? Constantine sorriu e curvou-se para beijar os lábios macios de Owen. ― Qualquer coisa que você quiser, bebê, eu já disse isso. Os olhos verde musgo de Owen piscaram para baixo por um momento e depois voltou-se para olhar para Constantine. ― E se eu disser que quero você?
― Então você pode me ter. ― Sem o Christian aqui? ― Sim. ― Não vai ferir os sentimentos do Christian, se fizermos sexo sem ele? ― Quem você acha que me mandou aqui? ― Constantine pegou uma toalhinha e o sabonete liquido, espirrou uma pequena quantidade sobre o pano antes de colocá-lo de volta na prateleira. ― Eu tenho que ter a certeza de esfregar as costas para você. ― Então eu acho que é melhor eu me virar. ― Eu preciso esfregar sua frente primeiro. Então, nós vamos começar a parte de trás. ― A partir do ombros de Owen e movendo-se em seu peito, Constantine esfregou a toalha em torno de corpo de Owen. ― Eu não quero perder nada. ― Não ― Owen ofegou. ― Isso seria ruim. ― Muito. Constantine podia ver a resposta de Owens às suas ministrações no rápido aumento de seu pênis. Ele ainda não tinha alcançado o umbigo de Owen e o homem já estava duro e arqueando-se em direção ao seu abdômen. No momento em que Constantine chegou a virilha de Owen, o homem estava encostado em seu toque e gemendo baixinho. Owen empurrou, depois estremeceu quando Constantine começou a lavar seu saco e a pele lisa por trás deles. ― Oh Deus, Constantine. ― Sim, querido? ― Constantine murmurou. ― Do quê você precisa? ― Você, preciso de você.
Constantine olhou para além de Owen e viu a pequena garrafa de lubrificante à prova d'água, que ele sabia que iria estar na prateleira do chuveiro. Zac e seus companheiros teriam a certeza que tinha tudo que um Delta necessitava antes que eles chegassem. Ele deixou cair à toalha ao chão, pegou a garrafa de lubrificante, e esguichou algum fora em seus dedos antes de fechar a garrafa e coloca-la de volta na prateleira. ― Coloque seus braços em volta de meu pescoço, bebê. ― No momento em que Owen passou os braços em volta do pescoço, Constantine estendeu a mão e espalhou as bochechas da sua bunda. Vangloriou-se no engate da respiração de Owen. Isso o fez se sentir como um deus. Isso foi ainda melhor quando Constantine pressionou um dedo no buraco de Owen, a cabeça do homem caiu para trás, um pequeno gemido deslizando de seus lábios. ― Você gosta disso, bebê? ― Sim. ― Será que o lembra de como Christian parecia, quando ele se estendeu para o seu pau? ― Constantine foi recompensado com outro gemido e um arrepio. Constantine acrescentou um segundo dedo na bunda de Owen só para despertar o homem ainda mais. ― Ele tem uma bunda bonita, não é? Owen assentiu rapidamente. ― Sua bunda é muito sexy também. ― Constantine poderia sonhar com a bunda Owen por anos. ― Tão suave, tão arredondada, e apenas apertada o suficiente para fazer o seu pau chorar. ― Você sabe, Owen? Você faz meu pau doer querendo estar dentro de você. ― Con... Constantine!
― Sim Bebê. ― Por favor. ― O que você quer, bebê? ― Constantine perguntou, empurrando um terceiro dedo na bunda de Owen. ― Você quer o meu grande pau na sua bunda? Você quer que eu te foda contra a parede do chuveiro, com toda essa água quente caindo sobre você, enquanto eu te fodo? ― Deus, sim, por favor. Constantine tirou os dedos livres e passou o restante lubrificante em seu pênis. Uma vez que ele sentiu que Owen não iria sentir dor, ele passou os braços ao redor da cintura do homem e levantou-o. Os olhos de Owen se arregalaram quando Constantine pressionou-o contra a parede do chuveiro, mas o homem naturalmente envolveu as pernas ao redor da cintura de Constantine. ― É isso aí, bebê. Apenas segure. Constantine apoiou Owen com uma mão sob seus quadris. Ele agarrou seu pênis com a outra mão e guiou-o na entrada apertada do seu companheiro. Uma vez que a cabeça deslizou passado o primeiro anel de músculos, Constantine agarrou Owen por seus quadris e dirigiu-se para o homem. Owen gritou. Por um momento, Constantine pensou que ele poderia ter machucado ele até a cabeça do homem caiu para trás e ele deu uma boa olhada no rosto de Owen. Pura felicidade irradiava do rosto de Owen, brilhante molhado. Constantine pressionou para frente novamente e observou a boca de Owen aberta. Pequenos gritos de prazer caíram da boca de Owen. ― É isso que você queria, bebê?
Owen enfiou os dedos nos ombros de Constantine e ele concordou. ― Foda-me mais duro ― Owen gritou. Constantine estava muito feliz em ajudar. Ele empurrou-se mais duro, batendo no controlo apertado de Owen mais e mais até Owen gritou tão alto que Constantine pensou a porta do chuveiro podia quebrar de sua agitação. Os músculos internos de Owen apertaram o pau de Constantine como um aperto de morsa quando o líquido quente encheu o espaço entre eles só para ser lavado momentos depois pela água do chuveiro. Constantine rangeu os dentes quando a sensação o dominou. Ele tentou empurrar novamente, mas o aperto firme que o corpo de Owen tinha em seu pênis não lhe permitiu ir a qualquer lugar. Era como se o corpo de Owen recusa-se a liberá-lo. Constantine teria estado frustrado se Owen não tivesse se inclinou e mordido a pele macia entre a garganta e seu ombro. Constantine rugiu quando êxtase explodiu através dele. Seu pênis pulsava, e ele encheu a bunda de Owen com o seu sêmen. Seus joelhos ameaçaram ceder, e Constantine sentiu o nó no final do seu pênis estender e tomar posse dentro de Owen, que fez o homem a gritar novamente. Constantine pressionou Owen contra a parede do chuveiro e ele continuou a balançar seus quadris. Ele não podia se mover muito, mas foi o suficiente para manter Owen na beira de outro orgasmo. Quando a respiração de Owen aumentou a um ritmo rápido, Constantine se inclinou e o mordeu. O sangue, doce e quente encheu a sua boca, mesmo quando mais sêmen espirrava contra o seu estômago. Constantine sugou por um momento mais, então retirou seus dentes e lambeu a marca da mordida fechada. Ele
inclinou a cabeça para trás para olhar para seu pequeno companheiro sexy. Choque encheu Constantine, quando ele encontrou Owen desmaiado. Ele riu quando o nó dentro de Owen recuou, e ele puxou livre do corpo do seu companheiro. Ele se moveu rapidamente o spray do chuveiro sobre os dois até que eles estavam limpos, em seguida, desligou o chuveiro. Constantine levantou Owen em seus braços e saiu do chuveiro. Ele puxou uma toalha do toalheiro e fez seu melhor para secar Owen. Depois de pegar outra toalha seca, ele carregou Owen de volta para o quarto. Ele encontrou Christian acordado, bebendo um copo de alguma coisa quente, enquanto ele se reclinada contra os travesseiros. ― Eu pensei que você estava indo para descansar? ― Através disso? ― Christian riu e acenou com a mão em direção ao banheiro. Constantine sentiu seu rosto esquentar, e ele tinha certeza que não tinha nada a ver com o chuveiro quente que ele saiu. ― Eu não acho que um morto poderia ter dormido com isso. ― Será que todos ouviram? ― Todo mundo ouviu Owen, isso é certo. Constantine fez uma careta. ― Oh, isso vai envergonhar a merda fora dele. ― Ninguém vai dizer uma palavra, acredite. Pelo que eu entendo de Aiden, Matt faz muito barulho por si só. ― Christian franziu a testa. ― Ele também tem uma coisa por correr nu. ― Espero que ele planeje conter esse pequeno impulso pelo tempo que estamos aqui. ― Christian riu.
― Duvido, mas podemos sempre perguntar. ― Constantine balançou a cabeça e colocou Owen na cama ao lado de Christian e puxou o cobertor sobre ele também. ― Ele está bem? ― Sim, nós apenas provamos que o seu corpo não pode suportar múltiplos orgasmos. Ele apenas parece desmaiar. Christian fugiu para baixo na cama, colocou seu braço sobre o estômago de Owen, e começou a correr em círculos na pele do homem com os dedos. ― Nós vamos ter que trabalhar em sua resistência. Ele está acasalado a um Delta agora. Ele vai precisar ser capaz de colocar-se com uma grande quantidade de orgasmos. ― Eu não acho que ele vai discutir muito.
Capítulo 7
― Então, se você pode ver o futuro, como é que você não é como um milionário? ― Matt perguntou a Owen na manhã seguinte, quando todos se sentaram para o café da manhã. ― Eu quero dizer você não pode ver os números vencedores da loteria? Ou, pelo menos, jogar poker ou algo assim. Você seria capaz de dizer quem ia fazer o quê.
― Ele não é uma bola 8 Magica 1, bebê.― Zac riu quando ele ia beijar Matt no topo de sua cabeça. Owen manteve um sorriso no rosto, mas suas mãos estavam fechadas em punhos sob a mesa. Ele estava tão cansado das pessoas o tratar como se ele fosse um truque de magia andante. ―Mesmo se eu pudesse fazer isso―, disse Owen, orgulhoso de que ele parecia calmo e uniforme. ―Eu não acho que seria muito justo usar o meu dom dessa forma. Quero dizer por que você não sair por aí e simplesmente pega o que quiser, porque você é mais forte e mais rápido do que os humanos? ― Owen, eu não quis dizer isso assim―, Matt disse baixinho, olhando para suas mãos. Ótimo, agora ele era um idiota por fazer o homem se sentir mal. ― Eu sei! Está tudo bem. ― Owen se levantou e levou seu prato para a pia. ― Eu vou fazer uma caminhada e tomar um ar. Ele não esperou para ouvir o que alguém disse e se dirigiu para a porta do pátio. Uma vez fora, ele caminhou ao longo do lago, finalmente deixando as lágrimas que estava segurando cair por seu rosto. Por que ele pensava que estar aqui seria diferente? Só porque todos eles eram lobisomens, ele ainda era um homem estranho. Não somente ele era apenas um ser humano, mas também era uma aberração humana que tinha visões psíquicas. Quando ele estava em cima do outro lado do lago, ele caiu de joelhos e começou a soluçar. Owen estava dormido na noite passada, quando o outro
1
Delta, Sebastian, e seus companheiros tinham vindo a conhecer a sua situação. Ele ficou chocado quando ele acordou e se encontrou sozinho na cama. Indo em busca de seus companheiros, ele descobriu que todos eles já estavam falando sobre o seu dom. Escondendo a sua decepção de Constantine e Christian por dizer a todos sobre ele, ele tentou comer o café da manhã, mal engolindo a comida. Ele estava tão chateado que ele não conseguia sequer lembrar o que ele comeu. Em seguida, as perguntas começaram apenas como sempre acontecia... Você pode prever o futuro? Que número estou pensando agora? E o favorito de Owen de todos era, a questão sobre saber os números premiados da loteria. Ele realmente esperava que um grupo que era tão diferente poderia entender melhor o que ele passou. Mas Owen estava enganando a si próprio. Ele estaria melhor sozinho. Owen tinha cometido o erro de confiar novamente, e mais uma vez, Owen tinha sido traído. ― Me larga! Não me toque ―, Owen gritou quando sentiu braços cercando-o. ―Me deixe em paz! Você já fez danos o suficiente. ―
O
que
podemos
fazer?
―
Constantine
perguntou.
Ele
imediatamente soltou Owen. ― Nós só queríamos sair e nos certificar de que estava tudo bem, bebê. ― Eu não sou seu bebê ―, Owen disse bruscamente, olhando para Constantine. O que estava na cara de Owen fez Constantine e Christian se encolher.
― Eu confiei em você... de novo! E olha onde eu estou. ― Owen, não sei por que você está tão chateado ―, disse Christian, ajoelhando-se em frente a ele com cuidado como se estivesse tentando apaziguar um paciente com transtorno mental. Isso realmente colocou Owen fora em sua raiva. ― Claro que você não sabe! ― Owen riu amargamente e se levantou. ― Vocês dois têm suas cabeças até seus traseiros muito longe para ver o que vocês fizeram! ― Chega! ― Constantine rosnou e olhou para Owen, a raiva em seu rosto mostrando na tensão apertada em sua mandíbula. É isso aí! Se Owen estava chateado e magoado, pelo menos ele poderia compartilhar a riqueza com seus companheiros. ― Eu não sei por que você está chateado, Owen, mas não há nenhuma razão para falar assim conosco. Você precisa se acalmar e só... ― Ou o quê? ― Owen gritou, de pé com as mãos nos quadris. ― E se eu não fizer? Você vai me bater? Vocês estão indo todo lobo em mim e colocar o pequeno ser humano estranho em seu lugar? ―Claro que não―, disse Constantine. A raiva caiu do rosto Constantine para ser substituído por um olhar como se tivesse sido esbofeteado por Owen. ― Nós nunca te machucaríamos, Owen. ― Muito tarde, idiota ―, gritou Owen tão alto quanto ele pode, antes dele se virar e correu. Ele não tinha ideia de onde ele estava correndo, mas em qualquer lugar tinha que ser melhor do que estar lá. Incapaz de ver por causa das lágrimas, ele tropeçou várias vezes. Endireitando-se, ele manteve-se correndo cegamente. Quando
suas
pernas
começaram
a
queimar,
ele
finalmente
desacelerou para uma caminhada. Depois de caminhar pelo que pareceram
horas, ele se sentou no chão. Ele precisava descansar um pouco antes de voltar e conseguir seu carro. Owen não queria estar ali nem mais um minuto com qualquer um deles. Sua raiva estava quase viva, respirando sozinho, trabalhando através dele até que ele não viu nada, só a raiva vermelha. Ele foi tão estúpido por acreditar em Christian e Constantine e todas as suas mentiras sobre o desejo de amá-lo, colocando suas necessidades antes das suas próprias. Que monte de merda! Tudo bem, eles eram atraídos por ele e queriam sexo. Mas eles ainda o trataram como todos, apenas um brinquedo para sua diversão, compartilhando seu dom com os seus amigos para risos. Owen tinha passado por isso muitas vezes antes, mas não mais. Ele ia entrar em seu carro e dirigir para casa na primeira chance que tivesse. Owen ficou lá desejando que ele tivesse lutado contra os lobisomens que o havia levado. Talvez então eles o tivesse matado e terminou esta piada cruel de vida que ele tinha. Esse foi o último pensamento que teve quando ele rolou para o lado e deixou que o cansaço que sentia todo o caminho para sua alma levá-lo no sono.
― Que diabos foi isso? ― Constantine perguntou enquanto eles ficaram ali assistindo seu companheiro fugir deles. Christian revirou os olhos
para seu grande companheiro Delta. ― Bem, bem, se ele quer ser um moleque e fugir, boa viagem. ― Já terminou? ― Christian perguntou. ― Owen está ferido. Fizemos algo para feri-lo, não percebeu isso? ―Nós não fizemos nada. Ele... ―Nós não sabemos o que fizemos, mas, obviamente, nós fizemos alguma coisa ―, Christian rosnou de volta. ― Foi depois que Matt perguntoulhe sobre o seu dom. Então, quando ele estava gritando conosco, ele chamou a si mesmo um ser humano estranho. ― Não acho que ele é uma aberração, longe disso ―, respondeu Constantine, erguendo as mãos no ar. ― Mas você disse a ele que já sabia que ele era um vidente antes de chegar aqui? ― alguém com uma voz baixa perguntou. Christian se virou para ver o companheiro de Sebastian, Dobry, ali torcendo as mãos. ― Me desculpe interromper, mas eu não pude deixar de ouvir já que Owen está gritando no nosso quintal. ― Está tudo bem ―, respondeu Constantine, afastando o pedido de desculpas. ― O que quer dizer com nós dizemos a Owen? ― Eu acho que Owen não sabia que todos no bando já sabiam que ele era vidente. O que aconteceu na casa de Zac, ele não estava preparado para isso. Ele acha que você disse a todos sem pedir a ele primeiro. Será que ele sabe que ele não é o único humano no bando?
― Eu não disse a Owen que Dobry era humano, também. Não é? ― Christian perguntou se voltando para Constantine, que apenas balançou a cabeça. ― Então, ele acha que ele é o único humano aqui, e nós estávamos fofocando na noite passada. E o que? Nós estávamos dizendo a todos como foi legal que o nosso pequeno companheiro era um vidente? ― Eu não sei o que ele pensa que você disse, ― Dobry respondeu, dando de ombros. ― Mas pelo que eu ouvi, ele não está feliz que todos nós sabemos. Então, eu estou supondo que você não avisou Owen que todos nós já sabíamos disso antes dele chegar aqui. ― Oh Deus, ― Constantine sussurrou quando ele caiu de joelhos. ― Isso é o que ele quis dizer sobre confiar em mim novamente. Owen nunca me perdoará desta vez. ― Nós podemos consertar isso, Constantine ―, disse Christian. Ele foi e abraçou seu grande companheiro. ― Nós vamos encontrar Owen e explicar tudo para ele. ― Eu sinto muito ―, Matt disse calmamente atrás deles. Ambos viraram e olharam para o pequeno companheiro de Zac. ― Eu não sabia que era um assunto tão sensível para ele. Eu não estava tentando ser mau. Eu estava apenas curioso. ― Eu não acho que nenhum de nós sabia, bebê ―, Zac respondeu, envolvendo seus braços ao redor de Matt e abraçando-o com força. ― Sinto muito, também. É apenas, quantas vezes você chega a conhecer um psíquico honesto e bom? Nenhum de nós teve a intenção de ferir seus sentimentos, e nós certamente não estávamos mexendo com ele. ― Nós sabemos, Zac. ― Christian assentiu com a cabeça. ― Eu acho que há muito mais acontecendo com Owen do que sabemos. Ele disse algumas
coisas sobre enquanto estávamos vindo para cá ontem que quase quebrou meu coração. Eu acho que ele compreende a sua dor como Delta, mas mais do que isso. Você tinha pessoas para explicar as coisas para você. Owen não tinha isso. Imagine-se crescendo, sem saber por que você era diferente de todos e ninguém acreditar em você quando dizia o que era. ― Oh, pobre Owen, ― Matt gritou, enterrando seu rosto em camisa de Zac e soluçando duro. ― É bebê, tudo bem ―, Zac murmurou, enquanto esfregava as costas do seu pequeno companheiro. ―Nós não estávamos pensando em como foi para Owen. Eu tenho uma ideia de como podemos fazer isso para ele. ― Como?! ― Matt fungou e levantou a cabeça para olhar para Zac. ― Como podemos resolver isso? ― Como é que vamos resolver tudo, Matt? ― Dobry riu e foi para seu amigo dar tapinha nas costas. ― Pães de canela! ― eles disseram juntos e explodiram em gargalhadas. Christian
levantou
uma
sobrancelha
e
encontrou
o
olhar
de
Constantine. Seu companheiro apenas deu de ombros, obviamente tão confuso quanto ele. ― Dobry é um cozinheiro incrível ―, explicou Zac, visto que eles não estavam recebendo a piada. ― Ele faz o rolo de canela mais maravilhoso que qualquer um de nós já teve. É a sua maneira de se desculpar ou agradecer a alguém. ―Dobry não pode fazê-los muitas vezes, no entanto, ― Matt disse limpando o resto de suas lágrimas. ― Caso contrário, eu vou ter dois gordos, companheiros letárgicos.
― Eu vou te mostrar uma coisa gorda. ― Zac rosnou de brincadeira então balançou as sobrancelhas para Matt. Antes que alguém pudesse sequer reagir, Zac jogou Matt por cima do ombro e bateu na bunda do seu companheiro se contorcendo. ― Algo robusto e rígido, que tem o seu nome escrito sobre ele. ― Tudo o que você pode dizer? ― Matt perguntou com uma voz inocente antes de rir novamente. ― Ok, hora de encontrar meus companheiros. ― Dobry riu e balançou a cabeça antes de voltar para sua casa. ― Boa sorte com Owen, pessoal. ― Obrigado ―, Christian disse, esfregando a mão sobre o rosto e virou-se para Constantine. ― Nós vamos precisar. ― Sim, nós realmente vamos ― Constantine balançou a cabeça e pegou a mão de Christian. ― Nós temos algumas desculpas para pedir e explicações importantes para fazer. ― Talvez devêssemos mudar. Podemos encontrá-lo mais rápido dessa forma. ― Christian pegou a mão de Constantine e levou-a aos lábios. ― Lindo e inteligente ―, Constantine respondeu antes de se inclinar para beijar Christian nos lábios. Quando eles se separaram, eles começaram a tirar a roupa. Christian mudou rapidamente, não só porque ele realmente queria encontrar Owen, mas porque ver Constantine nu ia dar-lhe ideias do que podia fazer com o corpo dele. “Owen, você pode nos ouvir?” Christian perguntou sobre sua ligação de acasalamento, uma vez que ambos estavam em forma de lobo. Eles esperaram alguns momentos depois eles correram na direção que Owen foi.
“Por favor, responda-nos, Owen. Vamos explicar” Constantine implorou. Christian podia ouvir o desespero na voz do seu companheiro e começou a correr mais rápido. “Owen, não entendo por que você estava tão chateada, bebê. Desculpe-nos. Por favor, fale conosco.” Em poucos minutos, eles pegaram a trilha do seu companheiro rebelde e logo o encontraram. Owen estava dormindo, deitado no chão sujo com seus braços em volta dos joelhos. Ele parecia tão perdido e sozinho que cortou o coração do Christian. Eles mudaram de volta, e Constantine pegou Owen em seus braços. ― Christian, ele está tremendo. Não é frio. Por que ele estaria tremendo tão ruim? ― Eu não sei, mas vamos levá-lo para casa ―, Christian respondeu, não gostando do medo na voz do seu companheiro. Ele também poderia cheirar o quão assustado Constantine estava. Lobos sempre poderiam sentir fortes emoções como essas. Se Constantine o grande e mau Delta estava assustado, fez Christian ficar com medo. Ele observou Constantine mudar em sua terceira forma para que ele pudesse chegar em casa mais rápido com Owen. Christian mudou de volta em um lobo e correu para manter-se com seu companheiro. Lembrou-se de prender suas roupas no caminho de volta, cuidadosamente, tendo-os em seus dentes para ele não rasgá-las. Ver Constantine nu em sua terceira forma era o suficiente para Zac e seus companheiros, Christian mudou quando ele atingiu a porta do pátio. Ele vestiu suas roupas e correu para dentro para encontrar seus companheiros.
― Frio, muito frio ―, Christian ouviu Owen dizer quando chegou a seu quarto. Constantine estava segurando Owen na cama, sob as cobertas, ainda em forma de lobisomem. ― Bebê, nós sentimos muito ―, disse Constantine. Quando ele olhou para Christian, seus olhos estavam grandes como pires. Era evidente que o homem não tinha ideia do que fazer, mas Christian também não. Em vez disso, ele subiu debaixo das cobertas com seus companheiros e moveu Owen deitando-o no meio deles. ― Nós não sabemos por que você estava tão chateado. ― Deixe-me morrer ―, Owen sussurrou, tentando afastá-los. ― Não quero mais viver assim. ― Por favor, não nos deixe, Owen ―, Christian chorou. ― Você é tão importante para nós, e nós apenas te encontramos. Dê-nos a oportunidade de explicar que te amamos, por favor? ― Sem mais mentiras, ― Owen respondeu olhando nos olhos de Christian. ― Eu não aguento ser mais machucado. ―Eu juro que não estou mentindo. ― Christian agarrou o lado do rosto de Owen em sua mão. Ele teve que morder de volta sua reação assustada. As bochecha de Owen pareciam como gelo. ―Nós pensamos que você sabia que todos no bando já sabiam que você era psíquico antes de vir aqui. Fui enviado por este bando para encontrar você, bebê ―, explicou Constantine, as lágrimas escorrendo pelo rosto. ― Lembra-se? Quando você acordou no banco de trás do carro da minha mãe? Eu disse que fui enviado para encontrá-lo e descobrir por que você disse ao Alfa Roderick quem eram os companheiros de Sebastian?
― Isso era para aqui? Este bando? ― Owen perguntou, seus olhos crescente grandes enquanto seus dentes começaram a bater. ― Eles me odeiam. Não admira que eles pensem que eu sou uma aberração. ― Bebê, ninguém pensa que você é uma aberração. ― Christian virou o rosto de Owen de volta ao seu. ― Eles pensaram que era legal o que você pode fazer. Zac e Matt ambos disseram que estavam animados para conhecer um vidente real e queriam saber mais. Eles se sentem horríveis que você estava chateado. Ninguém ficou tirando sarro de você ou tentando dizer isso, eu juro. Todo mundo estava apenas curioso sobre o seu dom. ― Não é um dom ―, Owen chorou, e ele começou a tremer mais violentamente. ― É uma maldição, uma maldição horrível que eu não desejo ao meu pior inimigo. ― Mas isso é como você nos encontrou, Owen, ― Constantine beijou o cabelo Owen. ― Eu sei que você foi ferido por causa disso antes. Mas também lhe trouxe coisas boas. Christian e eu nos importamos tanto com você já. ― Nós nunca poderíamos ter encontrado você, se não fosse por você ser psíquico. ―Não quero ser o estranho no ninho mais. ― Owen soluçou e escondeu o rosto no ombro de Christian. ― Agora eu sou o único ser humano entre todos esses lobos. ― Você não é o único ser humano, Owen ―, disse Christian. Ele olhou para Constantine. ― Eu acho que devemos levá-lo para um banho quente. Ele está ficando mais frio. Constantine simplesmente assentiu, voltou para a forma humana, e correu para o banheiro.
― Eu não sou o único ser humano? ― Owen perguntou, olhando para ele, a confusão estampada em seu rosto. ― Quem? ― Um dos companheiros de Sebastian, Dobry, é humano também ―, Christian respondeu, e beijou os lábios de Owen. ― E o outro companheiro Alastar, é o único vampiro aqui. Mas ninguém se importa que eles são diferentes. Para todos o que importa é que todos nós queremos estar aqui com os nossos companheiros e construir uma casa. ― Constantine voltou, e puxou Owen para fora da cama, e foi para o banheiro. Ainda nu, ele colocou Owen completamente vestido em seus braços enquanto ele caiu no chão. ― Por favor, Owen, fique com a gente ―, disse Constantine, enquanto as lágrimas começaram a cair pelo seu rosto. ― Nós não te traímos e dizemos a todos sobre você ser psíquico. Eles já sabiam. Nós fomos apenas idiotas por não lhe dizer isso, ou que você não seria o único humano aqui. Nada do que aconteceu vale a pena morrer. ― Dá-nos a oportunidade de mostrar a você como a nossa vida pode ser, Owen ―, Christian pediu, entrando no chuveiro com suas roupas. Ele estava completamente confuso sobre como o corpo de Owen estava fechando assim, mas ele não tinha tempo para analisá-lo. ― Eu já estou meio apaixonado por você depois de um par de dias de conhecer você. Por favor, não me deixe. Eu não poderia viver se eu perder você. ― E eu te amei desde o momento em que você me salvou, meu pequeno anjo ―, Constantine disse suavemente. ― Mesmo depois que eu não conseguia me lembrar de tudo, eu sonhei com você. ― Você me ama? ― Owen perguntou em apenas um sussurro quando ele olhou para Constantine. ― Por quê? ― Porque você é tão cheio de amor e compaixão ―, respondeu Constantine e beijou o rosto de Owen. ― Você veio para salvar a nós dois quando você nem sabia sobre nós.
― Você me ama, porque eu te salvei ―, Owen respondeu, olhando para baixo e começar a lutar para fugir de novo. ― Não é bom o suficiente. ― Não é porque você nos salvou. ― Constantine virou Owen para olhar para ele. ― Eu te amo porque você tem um coração tão grande que você arriscaria sua própria segurança para ajudar estranhos. E como você estava preocupado sobre Christian ontem à noite, quando ele estava ferido. Eu amo o jeito que você se sente em meus braços. A o seu sabor quando você me beija. E do rubor em seu rosto quando você está ligado. Eu amo tudo isso e você todo. ― Realmente? ― Owen perguntou. Lágrimas se derramando em suas bochechas. ― Você promete? ― Eu prometo, bebê ―, respondeu Constantine, assentindo. ― Eu nunca mentiria para você sobre uma coisa tão importante. Eu te amo por tantas razões, acima de tudo, porque você me faz querer ser um homem melhor, um homem mais carinhoso e digno do seu amor. ― Eu te amo ―, Owen respondeu, inclinando a cabeça para beijar Constantine. ― E eu já estou caindo para Christian, também. É por isso que dói tanto pensar que vocês disseram a todos sem me perguntar. Que você riu do seu pequeno companheiro com um truque de salão quando ele não estava por perto na noite passada. ― Isso não é o que aconteceu, Owen, ― Christian disse quando ele tocou Owen. Ele quase se levantou e quase fez uma dança feliz quando percebeu que Owen não estava mais frio. Mas seu companheiro ainda parecia tão inseguro, Christian teve que adiar a comemoração. ― Contamos a todos sobre o que aconteceu conosco até agora. Em seguida, explicamos o perigo nos seguindo da minha matilha. Ninguém riu ou disse nada de ruim sobre você. Nós nunca permitiríamos isso.
― Matt e Zac estavam tão curiosos sobre o seu talento ―, continuou Constantine. ― Eles não queriam ferir seus sentimentos ou minimizar seus poderes. Ninguém percebeu que tinha sido tão duro para você ter esse dom. ― Deve ter sido muito duro para você ―, Christian acrescentou. ― Crescer diferente e sem ninguém para fazer perguntas sobre o que você estava passando. ― Ninguém acreditou em mim ―, disse Owen enterrando o rosto no peito de Constantine. Christian não queria perturbar Owen mais, mas eles tinham que tirar isso a céu aberto. Além disso, Owen parecia estar melhor desde que ele se sentou no colo de Constantine. ― Podemos sair do chuveiro? Estou muito quente agora. ― O que você quiser, Owen ― Constantine sussurrou contra a cabeça de Owen e colocou seu pequeno companheiro em seus braços. Christian chegou por trás deles e desligou a água. Ele tirou as roupas molhadas, e depois ajudou Constantine a tirar as Owen antes de entregar toalhas a todos ao redor. Ajudando Owen a manter-se, pois ele ainda parecia fraco demais para se levantar sozinho, eles foram capazes de obter seu pequeno companheiro seco. Christian jogou as roupas dentro do cesto e limpou sua bagunça enquanto Constantine levava Owen para a sua cama. Quando ele voltou para a cama, Christian jogou a toalha no chão e subiu sob o lençol com os seus companheiros. ― Sentimos muito, Owen ―, disse Christian e beijou suavemente seu pequeno companheiro. ― Não tínhamos ideia do que você pensou que fizemos ou de que isto foi tão duro com você.
― Eu deveria ter falado com vocês ―, Owen respondeu, olhando nos olhos de Christian, como se implorando para ele entender. ― Isso bateu em mim, e... e eu não poderia desligar a raiva e a dor. ― Nós sabemos o que é isso ―, Constante disse calmamente. Ele chegou mais perto de Owen. ― Nós temos estado lá por uma razão qualquer, ou a vida de merda tem jogado em nós. Mas você não está nisso sozinho, bebê. Nenhum de nós está. Nós três temos um ao outro agora. E enquanto todos nós temos estado por conta própria, ou só em nossos próprios caminhos, temos que começar a tentar trabalhar como uma unidade. Eu não estou dizendo isso só por causa do que aconteceu, mas Christian e eu deveríamos ter dito o que aconteceu também. A culpa é nossa. ―Ok, você pode levar a culpa ―, Owen respondeu, sorrindo quando ele se virou para olhar para Constantine. ― Eu estou bem com essa bagunça sendo tudo culpa sua. ― Achei o máximo ― Constantine riu. ― Você quer dizer como podemos ajudá-lo a se acostumar a estar aqui? Há algo que devemos dizer a todos? ― Como não trazer o seu dom ou fazer-lhe perguntas? ― Christian perguntou, esfregando a mão no peito de Owen. ― Basta dizer-nos como ajudar, e nós o faremos. ― Talvez eu só precise me acostumar com o fato de que eles realmente acreditam em mim ―, Owen respondeu balançando a cabeça. ― Eu não estou acostumado a isso. Eu pensei que eles estavam pegando no meu pé esta manhã, como todos têm no passado. ― Matt estava chorando quando ele percebeu que tinha ferido seus sentimentos, Owen, ― Constantine disse. ― Eu realmente não acho que ele estava tentando ser mau. Pelo que eu sei de todos neste bando, todos eles
tinham suas dificuldades e problemas. Eu honestamente não acho que nenhum deles quer fazer ninguém no bando se sentir mal por ser diferente. ― Viemos aqui porque ninguém parece julgar uns aos outros ―, explicou Christian. ― Isso nos daria a chance de ser quem somos. Livre para amar quem quisermos. ― Não são sempre pessoas más que ferem mais ―, disse Owen calmamente. Christian não disse nada, sabendo que Owen tinha mais a dizer. ― Meus pais foram o pior quando eu estava crescendo, e eu sei que eles me amavam. Eles tentaram fazer o que eles achavam que era melhor para mim. ― Você não tem que nos dizer sobre isso agora, bebê ―, disse Constantine enquanto ele brincava com o cabelo de Owen. ― Foi um dia desgastante para você, e você parece estar ficando melhor agora. ― Não, é melhor se eu tirá-lo agora. ― Owen se levantou e sentou-se contra a cabeceira. ― Você não me viu quando eu recebo uma visão ainda. É como se o resto do mundo caísse e eu estou vendo o meu próprio programa de TV na minha cabeça. As pessoas podem falar comigo, mas eu não posso ver ou ouvir. Depois de respirar fundo e fechando os olhos, Owen continuou. ―No começo, meus pais pensaram que eu estava tendo convulsões. Eles me mandaram para todos os tipos de médicos e especialistas do cérebro. E quando não eram convulsões, eles foram inflexíveis que eu tinha algum tipo de tumor cerebral que estava causando essas visões. Mais uma vez eu passei por todos os tipos de testes e exames, mas nenhum médico foi capaz de encontrar nada.
― Quantos anos você tinha quando começaram a levá-lo ao médico? ― Constantine perguntou. Sua mão fechou em punhos como se ele soubesse que não iria gostar da resposta. ― Cerca de nove ou dez anos, eu acho ―, Owen respondeu suavemente então ele começou a torcer as mãos. ― Eu tinha doze anos quando eles me levaram para o pastor da nossa igreja. Ele perguntou-me todos os tipos de coisas, e eu fui completamente honesto com ele. Eu me lembro de pensar: “Ele é um padre. Ele não vai tentar me machucar.” Rapaz, eu estava errado. ― O que aconteceu? ― Christian perguntou, enxugando a lágrima se arrastando pelo rosto de Owen. ― Ele não bateu em você ou qualquer coisa, não é? ― Não. Nada. ― Owen balançou a cabeça. ― Ele disse aos meus pais que as visões tinham de ser obra do diabo. Eles tentaram realizar um exorcismo em mim, desnecessário dizer, não saiu como eles haviam planejado desde que eu não tinha um demônio dentro de mim. ― O que eles fizeram, então? ― Constantine perguntou a Owen quando ele olhou para Christian. Seu rosto espelhava a dor e angústia que Christian sentia. ― Eles me mandaram para um asilo, especializado em adolescentes problemáticos ―, disse Owen tão baixinho que eles mal podiam ouvi-lo ― Depois de um ano de medicamentos e tratamentos, eu comecei a mentir sobre as visões. Guardei para mim, tanto quanto possível, por isso, se eu tivesse uma, ninguém me veria fora. ― Quanto tempo você ficou lá? ― Christian perguntou, tentando manter sua ira na baía depois de ouvir o que os pais de Owen tinham feito ao
seu companheiro. ― Eu quero dizer depois que você parou de dizer que tinha as visões, eles tiveram que deixá-lo sair, certo? ― Não. Parecia que mesmo depois disso, meus pais não queriam lidar comigo ―, Owen sussurrou. ― Eu não sair até que eu tinha 18 e não poderia me manter lá sem minha permissão por mais tempo. Eu perdi tudo. Passei cinco anos em um asilo cheio de gente louca enquanto eu estava crescendo. Mesmo que eu não tinha certeza se eu era louco ou não, eu tinha que sair de lá. ― Você não voltou para casa, não é? ― Constantine perguntou. ― Não, nunca vi meus pais de novo ―, Owen respondeu. ― Eu consegui um emprego como lavador de pratos em um pequeno restaurante. Nada que necessitasse experiência anterior, mas eu comecei a receber imagens das pessoas com quem trabalhei. Você sabe coisas que eu nunca quis saber sobre meus colegas de trabalho. Eventualmente, eu não aguentava mais e pedia demissão. Então eu tentei arranjar outro emprego, mas eu nunca fui para a escola. Para o que eu estava qualificado? ― É quando você começou cobrar para usar seu dom? ― Christian perguntou, apesar de ter sido mais de uma declaração. Ele não queria que Owen confessasse qualquer coisa que eles poderiam preencher dentro ― Será que isso tornou as coisas mais fáceis para você? ― Não em primeiro lugar. ― Owen balançou a cabeça. ― Mas então eu esbarrei em um policial, eu quero dizer literalmente esbarrei nele. E eu tive uma visão sobre um caso que ele estava trabalhando. Eu disse a ele onde a criança sequestrada estava sendo mantida. Na primeira, ele me prendeu, pensando que eu estava sabendo sobre a coisa toda. Foi só depois que ele pegou o garoto com segurança e o garoto jurou que eu não estava envolvido que eu fui solto da prisão.
― O policial que eu entrei em contato, no entanto. Ele realmente acreditou em mim. Ele foi o primeiro a acreditar em mim ― Owen continuou, sorrindo. ― Ele é um grande cara, cuidando de mim de vez em quando. Tendo certeza que eu tinha tudo o que eu precisava e deixando as refeições, quando ele soube que eu estava um pouco sem dinheiro. Desde então, tenho ajudado a polícia quando eu pude e fazia trabalhos laterais quando eu preciso do dinheiro. ― Oh, bebê ―, Constantine disse, puxando Owen em seus braços. ― Eu juro pela minha vida que eu nunca duvidei do seu dom ou qualquer pensamento menos de você por ser psíquico. ― Nem eu. Christian se moveu para o abraço em grupo. ― Eu acho que não só você é realmente especial, Owen, mas você teve muita merda pra lidar mais do que você deve ter em apenas uma vida, também. ― Obrigado ,― Owen se aconchegou em seus braços. ― Eu vou tentar mais duro deixar vocês e falar com você ao invés de apenas correr. Mas pelo menos eu espero que vocês entendam agora porque minha primeira reação é correr. ― Sim, nós temos agora, Owen, ― Christian respondeu quando ele compartilhou um olhar com Constantine. Eles realmente tinham agora tudo bem. Seu pequeno companheiro tinha ido através do inferno e voltado, e foi até eles agora para se certificar de que nunca, nunca acontecesse de novo.
Capítulo 8
Christian sentiu o cheiro de algo delicioso, quase tão bom quanto seus companheiros. Ele levantou o nariz no ar e cheirou, depois seguiu o cheiro maravilhoso direito até a cozinha. Ele ficou surpreso ao encontrar Owen conversando alegremente com Matt e Dobry, especialmente depois da confusão do dia anterior. Owen tinha estado tão chateado com o seu colapso que ele havia se recusado a deixar o quarto o dia inteiro. Ele não tinha conseguido nada melhor quando soube que quase todos tinham ouvido ele e Constantine no chuveiro. Sua mortificação tinha deixado seu rosto vermelho por horas. Christian tinha medo de que Owen nunca expressasse o seu prazer novamente. Ele aprendeu rapidamente que dois orgasmos poderiam afrouxar as cordas vocais de alguém. Owen tinha gritado até as janelas tremerem, e Christian tinha amado cada momento disso. ― Hey, bebê ―, Christian disse quando ele entrou na sala e se dirigiu diretamente para o seu companheiro. Ele passou um braço em torno de Owen por trás e beijou seu pescoço, passando sua língua sobre a marca da mordida sumindo na pele de Owen. ― Gostaria de saber por onde você saiu. ― Matt e Dobry subornaram-me com rolos de canela. ― Owen rasgou um pedaço e ergueu no ar. Christian não era estúpido. Se esta condição confusa era a fonte do cheiro maravilhoso, ele estava tomando o que lhe foi oferecido. Ele se inclinou,
agarrou o pequeno pedaço de comida fora de dedos de Owen, e gemia enquanto vários sabores deliciosos explodiram em sua língua. ― Oh, meu Deus ―, exclamou Christian quando ele pode falar outra vez. Owen voltou a sorrir para ele. ― Bom, não é? ― É fabuloso. Não admira que você saísse do quarto. Eu teria rastrejado através do vidro por um. ― Christian arqueou uma sobrancelha e olhou para a assadeira de rolos de canela. ― Posso pegar um? Matt puxou uma das pequenas peças circulares bem pegajosa da assadeira e segurou-a fora do alcance de Christian. ― O que é que vale a pena para você? Christian estreitou os olhos. ― O que você quer? ― Nada muito terrível, eu prometo. ― Matt riu. ― Como eu tenho certeza que você pode imaginar, a criação de uma nova matilha de lobos leva um monte de tempo. Adicione as missões constantes que o conselho envia nossos companheiros para fora e Dobry e eu estamos nos sentindo um pouco solitários. Christian franziu a testa. Ele não tinha certeza de que ele gostava da maneira como a conversa estava indo. ― E ― ele perguntou com cautela. ― Nós queremos um dia, apenas um dia, onde todos nós podemos passar juntos ―, Dobry explicou. ― Queremos um piquenique à beira do lago, nadar nu, divertido, e nossos companheiros. ― Todos os nossos companheiros ―, Matt acrescentou. Christian estava confuso. ― E por que trazer-me sobre isso?
― Nós somos uma espécie menos escutados por aqui ―, disse Dobry. ― Não é nada que os nossos companheiros querem fazer e nós sabemos disso. É por isso que nós tentamos não reclamar muito. Mas vamos enfrentá-lo, entre Matt, Owen, e eu, não há um de nós que é mais alto do que 1,80 metros. ― Ok, eu estou realmente confuso agora. O que o seu tamanho tem a ver com alguma coisa? ―Nós somos tratados como vidro fino ―, disse Matt. ― Ao se esforçar para nos proteger, eles se esquecem às vezes que somos iguais. ― Eu não tenho mais de 1,80 metros também ―, disse Christian. ― Como eu posso ajudar? ― Porque queremos você do nosso lado quando nos deparamos com isso ― Matt acenou com o rolo de canela debaixo do nariz de Christian. ― Se nós nos reunimos e exigirmos um dia de diversão, eles vão discutir sobre isso ― O que sobre Alastar e Aiden? Como eles se sentem sobre isso? ― Matt franziu o cenho. ― Tão grande como eles são, eles meio que aumentam o problema. Christian olhou para os três rostos ansiosos olhando para ele, em seguida, estendeu a mão para pegar o rolo de canela da mão de Matt e colocou rapidamente em sua boca. Ele gemeu de novo enquanto ele mastigava, se perguntando se o suborno era uma coisa tão ruim. ― Tudo bem, eu estou dentro ―, disse ele uma vez que sua boca estava vazia. Ele olhou para os homens pulando e rindo enquanto ele se esgueirou por outro rolo de canela. Sendo recém-acasalado, ele não tinha percebido que ele não podia ver o seu companheiro todas as vezes que ele quisesse, e ele gostava de ver Constantine sempre que ele quisesse. Isso levará algum tempo para se acostumar. ― Muito obrigado,
Christian olhou para baixo para ver Owen olhando para ele. Ele estendeu a mão e acariciou o lado do seu rosto. ― Não é um problema, doçura. Você sabe que eu faria qualquer coisa por você, com rolo de canela ou não. ― Você está dizendo que não queria o rolo de canela? ― Eu tenho “idiota” tatuado na minha testa? Owen pareceu perplexo por um momento. Christian sabia que ele não tinha uma tatuagem em sua testa. Ele estava bastante certo de que ele teria notado esta manhã, quando ele estava escovando os dentes. ― Owen? ― Lobisomens podem fazer tatuagens? Christian piscou. ― Hum, sim, mas temos que usar um tipo especial de tinta. Por quê? ― Como você se sente sobre elas? Christian deu de ombros. ― Eu acho que eu realmente nunca pensei sobre isso. ― Você acha que talvez você pudesse? Owen olhou esperançoso, mas Christian não conseguia entender o porquê. ― Não é que eu tenho um problema com isso, Owen. Eu nunca pensei sobre a obtenção de uma antes. Eu realmente nunca tive uma razão para isso. ― Christian olhou mais de perto o rosto esperançoso de Owen. ― Você quer me fazer uma tatuagem? ― Eu estava pensando mais para afrente todos nós fazermos uma tatuagem.
― Todos nos. ― Christian de repente teve visões de todos no bando com tatuagens correspondentes ao Bando Delta, como uma gangue de motoqueiros. ― Só você, Constantine, e eu ―, disse Owen. ― Algo que dissesse que nos três pertencemos uns aos outros. ― Bebê, todo mundo sabe que nós pertencemos uns aos outros. ― Todo mundo aqui faz ― Owen acenou com a mão ao redor da sala. ― Mas o que se Constantine vai a uma missão ou se você for chamado para negócios? Não é como se nós podemos usar anéis ou qualquer coisa. Onde você ia colocá-lo quando você mudasse? ― Então, uma tatuagem iria permanente e todos iriam vê-lo, mesmo quando nós mudamos? Owen assentiu. Seus olhos verde musgo estavam tão grandes que dominou seu rosto. Christian podia ler tanta esperança neles, determinação, e apenas uma pitada de incerteza. Ele sabia que sua resposta era importante para Owen. ― Eu acho a ideia ótima, mas teria de ser algo de bom gosto, e não uma dessas tatuagens berrantes de coração e tal, ok? ― Sim ― Owen se lançou para fora da cadeira e para os braços de Christian. Christian riu quando ele pegou Owen e se perguntou como algo simples pudesse fazer o seu companheiro tão feliz. ― Eu vou elaborar várias ideias diferentes, e todos nós podemos decidir juntos, ok? ― Você desenha? Owen assentiu rapidamente.
― Eu tinha que fazer alguma coisa para me impedir de ficar louco no asilo. Um dos outros pacientes me ensinou a desenhar. Eu venho fazendo isso desde então. Você pode dizer que é um calmante para mim. ― Legal. ―Desde que conheci você e Constantine, no entanto, pareceu-me estar aliviando o stress de uma forma diferente. ― o rosto de Owen ficou vermelho enquanto ele falava. ―Você está se sentindo estressado, bebê? ― Christian disse, ficando mais perto de Owen. ― Estou sentindo alguma coisa. ― Owen gemeu. Christian rosnou. Ele podia sentir o cheiro da excitação escorrendo de Owen. Ele colocou Owen em seus pés, pegou sua mão, e rapidamente puxou passando por Matt e Dobry, rindo, e pelo corredor até o quarto onde estavam compartilhando com Constantine. Christian estava atacando as roupas de Owen antes da porta se fechar totalmente atrás deles. Ele tirou a camisa de Owen sobre a sua cabeça, jogando-a ao chão, em seguida, passou a trabalhar no jeans do homem. Owen riu quando Christian empurrou para baixo as pernas e fora de seus pés. ― Oh, você acha que isso é engraçado? ― Christian empurrou Owen de volta até que ele caiu sobre a cama com um pequeno salto. Christian tirou suas próprias roupas e deixou cair no chão, em seguida, subiu na cama para se escarranchar na cintura de Owen. Ele agarrou os pulsos de Owen, prendeuos acima de sua cabeça, e se inclinou até que eles estavam quase nariz com nariz. ― Agora o que você tem a dizer?
― Morda-me. Christian sorriu. ― Com prazer ―, disse ele, em seguida, começou a inclinar-se e morder Owen no pescoço, mas o homem virou a cabeça. Christian franziu a testa e se inclinou para trás, de repente preocupado que as palavras que Owen falou não eram de prazer. ―Owen? ― Uh-uh, Matt e Dobry me contou sobre um tipo diferente de mordida. Eu quero tentar isso. Christian
arqueou
uma
sobrancelha
para
Owen.
Sendo
um
lobisomem, ele tinha certeza de que tipo de mordida Owen estava falando. Ele nunca pensou que seu companheiro humano estaria interessado em tal coisa. Constantine, sim, mas Owen, de jeito nenhum. ― Tem certeza, querido? ― Na verdade, não, mas pareceu-me interessante o suficiente para dar-lhe um tiro. ― O rosto de Owen ficou vermelho, e ele baixou os olhos por um momento. ― Matt e Dobry dizem que é muito... ― Íntimo ―, Christian falou quando Owen parecia perder as palavras. Os olhos de Owen cintilaram de volta ao encontro de Christian. ― Sim. ― Suba até o topo da cama, bebê, e abra as pernas para mim. Owen sorriu e fez o que Christian pediu, correndo para o topo da cama. Sua pele corada quando ele abriu as pernas e mostrou-se ao olhar faminto de Christian. Christian não perdeu tempo rastejando entre as pernas do homem. Ele se estabeleceu em seu estômago, seu rosto diretamente sobre pênis duro de Owen. ―Isso é bom, Owen,― Christian disse, acariciando o eixo rígido.
―É uma sensação agradável. Christian riu, em seguida, bateu a língua em toda a cabeça do pênis de Owen. Ele gemeu quando gotículas de sêmen explodiram em sua língua. Na pequena quantidade de tempo que eles estavam juntos, e com todas as coisas que tinha feito na época, de alguma forma, Christian perdeu o gosto de Owen. Foi um erro que ele não faria de novo. Christian imaginava que pau de Owen estaria em sua boca muito no futuro. Começando com agora. Christian engoliu cada pedacinho do pau de Owen, que poderia caber em sua boca. Owen gritou acima dele, e arqueou descontroladamente no ar. Christian sorriu, sentindo as mãos de Owen enrolar em seu cabelo. Começando na parte inferior, ele moveu lentamente os lábios até que só a cabeça estava dentro. Os quadris de Owen levantam, empurrando seu pênis mais fundo na boca de Christian. Christian engoliu tanto dele como podia. Ele chupou e lambeu até que ele sentiu as bolas de Owen ficarem mais perto de seu corpo. Owen apertou o cabelo Christian. Um lamento baixo veio de seus lábios. Assim como Christian sentiu o pênis de Owen inchar em sua boca e as primeiras gotas de sêmen batendo na sua língua, Christian afundou suas presas no eixo em sua boca. Gritando, Owen ficou rígido. Grande quantidade de sêmen encheu a boca de Christian. Christian engoliu tudo, lambeu longe as gotas. Uma vez que Owen estava limpo, Christian subiu de joelhos entre as pernas de Owen e agarrou seu pênis, acariciando-o furiosamente enquanto ele olhou para os olhos aturdidos do seu companheiro. Ele estava quase lá, quase na beira do precipício, ele caiu em seu orgasmo quando Owen se abaixou e tocou suas bolas, massageando
suavemente elas. Christian gritou, com a cabeça sobre seus ombros. Ele ficou tenso e ele pulou sobre a borda com os dois pés. Ele continuou a acariciar-se até que seu pênis ficou muito sensível, então lentamente deixou o prazer percorrendo seu corpo desaparecer. Christian olhou de volta para o seu companheiro, seus olhos quase cruzando quando viu Owen correr os dedos através do sêmen no peito e colocá-lo na boca, lambendo-os limpos. ― Nham! ― os olhos de Owen brilharam. Christian baixou a cabeça para descansar contra Owen enquanto ele ria. ― Eita, Owen, você vai me matar. ― Não é minha intenção, certamente ―, disse Owen, esfregando as mãos sobre os ombros de Christian. ― Mas seria uma maneira interessante de ir ― Christian riu e apertou seus lábios contra os de Owen, dando-lhe um pequeno beijo. Ele se estabeleceu contra Owen e sentiu seu sêmen esmagar entre ele e Owen. ― Era isso que você queria? Owen assentiu. ―Eu gostaria de ter dentes para que eu pudesse mostrar-lhe o que se sente. Ele parecia quase triste. Christian decidiu que não podia ter isso, não quando Owen tinha estado tão felizes momentos antes. ― Querido, eu não tenho certeza que eu sou corajoso o suficiente para deixar alguém morder meu pau. ― Christian escovado os cachos loiro avermelhado de volta do belo rosto de Owen. ― Mas eu certamente não me importaria de ter meu pau em sua boca, apenas sem os dentes. Owen riu. As sobrancelhas de Christian se ergueram. Owen tinha realmente dado uma risadinha. Parecia luz solar e pura alegria. Christian se
apaixonou por aquele som doce ali mesmo. Queria ouvi-lo novamente e novamente a cada dia pelo resto de sua vida. ― Você é lindo, você sabe disso? ― Sou? ― Sim, você é. Eu poderia olhar para você todos os dias... eu consigo olhar para você todos os dias. ― Christian acariciou seus dedos pelos lábios macios de Owen. ― Cristo, Owen, toda vez que eu olho para esses lábios Imagino-os em volta do meu pau. ― Sim? ― Owen parecia sem fôlego. ― Sim. Os olhos verde musgo de Owen começaram a piscar novamente. Ele abriu a boca e chupou os dedos de Christian, passando a língua sobre eles. Christian gemeu. Ele sentiu seu pênis começar a ter interesse no que Owen estava fazendo, começando a endurecer. ― Estou tão malditamente condenado. Owen riu.
― Qualquer coisa que você precisa pegar? ― Christian perguntou quando ele colocou o recipiente de alimento dentro da grande cesta de piquenique que Matt tinha fornecido a ele. A cesta estava praticamente
completa, mas esse era o show de Matt. Se houvesse mais a acrescentar, Christian faria. Até agora, eles tinham frango frito, salada de batata caseira, frutas frescas fatiadas e pãezinhos quentes de canela. Um resfriador de gelo, refrigerante e cerveja já perto da porta da cozinha. Vários cobertores e travesseiros empilhados em cima do arrefecedor. ― Não ―, disse Matt, enxaguando o último dos pratos e colocando-os no escorredor de pratos. ― Eu acho que é tudo. Os caras estão prontos? ― Dobry e Owen estão pegando a música criada como nós falamos, nada muito alto, apenas algumas músicas de fundo. Eles tiraram uma pilha de toalhas antes. Além de levar o alimento para fora, acho que tenho tudo coberto. ― Tomara que isso seja a única coisa coberta ―. Matt balançou as sobrancelhas. ― Nós estamos seriamente indo nadar nus juntos? ― Christian se sentiu um pouco duvidoso desse plano. Não era que ele tinha vergonha de ficar nu em torno dos outros. Ele só não tinha certeza se queria que alguém visse Owen nu. O homem era maravilhoso em suas roupas. Nu, ele era impressionante. ― Bem, não é como nós estamos ficando com os outros ou qualquer coisa ―, disse Matt. ― Nós estamos tentando obter os nossos companheiros para se juntar a nós em um dia de diversão e relaxamento. Christian riu. ― Mas não relaxar demais ― Sim. ― Matt sorriu. ― Isso seria ruim. ― Muito.
Christian colocou a cesta de piquenique no chão, em seguida, se aproximou para pegar o refrigerador. Ele se virou para ver Matt levantar a cesta de piquenique em seus braços. ― Você tem certeza que está bem? Matt revirou os olhos. ― Não comece. ― Eu só estava perguntando... ― Uh, uh. ― Matt, eu tenho cerca de dois centímetros a mais do que você. ― Christian bufou. ― Da um tempo, Eu só estava tentando lhe ajudar. ― Sim, eu sei, mas às vezes isso ainda parece como se você fosse um deles. ― Eles? ― Dobry e Owen são ambos humanos. Eu sou apenas um lobo regular, nenhum ranking. Além dos três Deltas envolvidos, Alastar é um vampiro e você é um lobo, um lobo. É o tipo de sensação que é Dobry, Owen, e eu contra todos vocês, você sabe? ― E aquilo ali pode ser o seu problema. ― Christian empurrou a porta e começou a caminhar para fora com o cooler. Ele podia ouvir Matt andando atrás dele, pois ambos se dirigiram para a margem do lago. ― Não há eles ou você, Matt. É nós contra o mundo, você não entende isso? ― Você simplesmente não entende. ― Eu entendo, Matt. Você precisa se lembrar de que o meu antigo bando quer me ver morto. Sem Owen e Constantine, eu estaria a seis pés agora. A maior parte da minha vida, era eu contra todos nada mais. Agora eu
tenho Owen e Constantine para cuidar de mim. Nós somos uma equipe, nós três. Somos nós contra todos. ― Christian deu de ombros. ―Bem, nós e a nossa matilha contra todo mundo. ― Eu não sei ―, disse Matt. ― Parece apenas... ― Matt, você ama Zac e Aiden? ― Que pergunta é essa? ― Matt agarrou. Seu rosto assumiu um olhar feroz, sobrancelhas reunidas em uma carranca profunda. ― É claro que eu os amo. ― Você acredita que eles te amam? ― Christian, o que... ― Você? ― Sim! ― Então, isso é tudo o que é importante ―, disse Christian. ― Enquanto os três se amam, vocês são uma equipe. Isso tudo pode ser trabalhado entre vocês três. Aposto que Zac e Aiden não sabem mesmo que você se sente deixado de fora. Eu acho que você deve dizer a eles. Este piquenique é um bom começo, mas eles precisam saber por que você quer o piquenique. Christian riu quando ele se afastou de Matt. A boca do homem ficou escancarada, quando ele olhou para Christian, como se ele nunca tivesse pensado em falar com seus companheiros sobre seus sentimentos. Christian sabia que a única maneira de resolver as coisas era falar sobre elas. Ele aprendeu isso mais cedo, com Owen. Ele não iria cometer o erro de não se comunicar com seus companheiros novamente. Christian colou o mais frio debaixo de uma árvore, em seguida, caminhou de volta para a casa para pegar os cobertores e travesseiros. Ele
ajudou Matt a espalhar três cobertores ao redor da cesta, então descarregaram a comida. No momento em que tinham terminado, Dobry e Owen se juntaram a eles. ― Hey, bebê? ― Owen sentou-se entre as pernas espalhadas e recostou-se contra o seu peito. Christian o envolveu nos seus braços e começou a desabotoar a camisa de Owen. Este era um piquenique para nadar nus. Christian queria pele. ― Quanto tempo leva para os caras chegarem aqui? ― Owen perguntou, inclinando a cabeça para trás para olhar para Christian. Christian sorriu. ― Em quanto tempo você pode ficar nu?
Capítulo 9
― Uma vez que temos a cidade cheia de membros do bando, poderíamos realmente ter algo grande aqui ―, Zac disse. Ele, Aiden, Constantine, Sebastian, e Alastar caminharam de volta para sua casa. ― Não, Me coloque no chão ―, alguém gritou. Constantine percebeu que ele sabia quem estava gritando. ― Owen ―, ele sussurrou antes de correu a toda a velocidade para chegar ao seu companheiro.
Em algum lugar de seu cérebro, registrou que os outros estavam atrás dele, mas tudo o que importava era chegar ao seu companheiro. Quando ele virou a lateral da casa e viu o que estava acontecendo para baixo à beira do lago, ele não podia deixar de rir. Toda a preocupação e interesse apenas drenado longe dele. Christian estava correndo com Owen jogado por cima do ombro em direção ao pequeno cais que se projeta sobre o lago. E ambos estavam nus. Constantine
não
perdeu
tempo
tirando
a
roupa.
Ele
estava
terminando quando Christian lançou Owen fora de seu ombro a vários metros na água. Decidido dar ao seu companheiro um pouco de diversão , ele correu, passou os braços ao redor da cintura de Christian, e lançou os dois dentro da água. ― Eu acho que eu merecia isso ―, disse Christian, quando surgiram a partir do mergulho subaquático poucos momentos depois. Constantine e Owen riram de seu companheiro, que estava sorrindo amplamente e sacudindo a água de seu cabelo. ― Foi divertido ―, Owen respondeu e riu.
― Eu esqueço o quão
forte que vocês são. Eu nunca fui jogado assim antes. Foi uma corrida antes de eu ir para a água. Constantine estava prestes a oferecer para jogar seu bebê fora da doca novamente se fez feliz quando o rosto de Owen ficou em branco. Ele parecia estar apenas olhando para o espaço. ― Owen, você está bem? ― Owen, o que há de errado? ― Christian perguntou. Constantine
começou
a
entrar
em
pânico
quando
Owen
não
respondeu. Olhando por cima de Christian, ele viu que seu companheiro tinha a mesma preocupação em seu rosto sobre Owen.
― Matt ―, disse Owen, quando ele finalmente saiu de lá. Constantine queria perguntar o que Owen queria dizer, mas seu pequeno companheiro começou a nadar de volta em direção à costa. Eles nadaram atrás dele, querendo saber o que estava acontecendo. ― Owen, o que há? ― Christian perguntou quando eles saíram da água. ― Matt Não vá na casa,
― Owen gritou, correndo em direção a
Matt. Felizmente, Matt não tinha ido muito longe do piquenique quando Owen chegou a ele, agarrou o braço dele e tentou puxá-lo de volta a casa. Owen parecia desesperado. ― Owen, o que você está falando? ― Matt perguntou, olhando para Owen como se ele tivesse perdido a cabeça. ― Eu vi você morrer ―, Owen disse sem fôlego. ― De que diabo esta falando? ― Zac rosnou, puxando Matt contra ele e olhou ao redor da área descontroladamente. Constantine viu as garras de Zac começar a sair quando o homem entrou em modo de proteção. ― O Alfa e alguns de seu bando estão aqui ― , Owen respondeu, indo para uma pilha de roupas. ― Alguns deles estão na casa. ― Eles não estavam esperando muitos de nós aqui, então alguns estão esperando em casa para nos pega um a um. Eu vi Matt entrar na casa, e ele cortou sua garganta. ― Filho da puta ― Christian gritou e começou a perseguição em direção à casa.
Constantine tentou pegá-lo, mas Christian contornou a distância. ― Não, essa porra termina agora. Pai, saia dai. ― Pai ? ― Constantine, Zac, e Aiden todos gritaram ao mesmo tempo. ― É, o idiota que colocou o caça em mim é o meu próprio pai ―, disse Christian. Constantine rosnou. Ele queria matar o homem, e ele nem sabia quem ele era. Christian estava pálido, mas suas mãos estavam fechadas em punhos. Owen estava ansiosamente de pé para pé, olhando para trás e para frente entre eles. Um homem mais alto, aquele que cheirava a dominação Alfa, saiu da casa com outros cinco homens. Constantine podia sentir que todos eles eram lobisomens. ― Você nunca entendeu respeito, Christian. ― Eu respeitei você, Pai ― Christian cruzou os braços sobre o peito. A maioria do seu grupo estava nu, mas isso era normal para a cultura shifter. Os únicos que pareciam precisar de roupas eram Owen e Dobry. ― Como no passado? ― o homem perguntou com um sorriso e uma sobrancelha levantada. ― Sim, mandar me matar esmagou o pouco respeito que eu tinha deixado para você. Constantine, Owen, este é o Alfa De'Angelos. Pai, eu gostaria que você conhecesse meus companheiros, Constantine e Owen. ― Homens não podem acasalar com outros homens. ― Alfa De'Angelos rosnou. ― Se você fosse bem da cabeça, você saberia disso.
― O conselho reconhece o acasalamento ― , Zac disse, dando um passo a frente. Por que você está nas terras do meu bando sem a minha permissão, Alfa? ― Você não é um Alfa, você é um Delta. Eu não respondo a você. ― Alfa De'Angelos zombou, voltando sua atenção total sobre Zac. ― De acordo com o conselho, eu sou o Alfa deste bando ― , Zac respondeu, levantando uma sobrancelha. ― Eu nasci um Delta, assim como você nasceu do sexo masculino. Quando a nossa matilha de Deltas foi formada, fui votado como Alfa. ― Meu companheiro, Aiden, foi votado como nosso Beta. ― Votado? ― O Alfa riu. ― Matilhas não são uma democracia de merda. ― Ele começou a rir tanto que ele realmente se inclinou, segurando seu estômago. ― Nossa matilha é. ― Aiden deu um passo ao lado do seu companheiro.
― Nós temos um líder, mas fazemos as coisas de forma
diferente aqui. Não que nós temos que nos explicar a um babaca que ordena um caça ilegal ao seu próprio filho. ― É melhor mostrar algum respeito, menino, ―
Alfa De'Angelos
gritou, sua risada, de repente desapareceu. Ele apontou o dedo para Aiden. ― Você pode estar fodendo seu Alfa pelo seu papel como Beta, mas eu lutei meu caminho para onde eu estou. ― Eu era um Beta na minha última matilha também... ― Aiden começou a dizer, se defendendo. Constantine assistiu a lâmpada sair por cima da cabeça de Aiden quando ele percebeu a conclusão que Constantine já havia chegado. ― Você verificou todos nós ―. Isso não foi apenas uma chance para você encontrar Christian. Você veio aqui para destruir esta matilha.
― Isto não é uma matilha. É uma abominação diante de Deus, ― Alfa De'Angelos rosnou quando ele deu um passo em direção a Aiden. Constantine tinha que dar a Aiden um ponto. Ele nem sequer vacilou na ameaça do Alfa ou em sua abordagem. ― Você não é o primeiro Alfa fodido que eu tive que lidar este mês ―, Aiden respondeu com um sorriso. ― Tire suas besteiras em algum outro lugar. A caçada que você chamou para Christian estava errada por nossas leis, e persegui-lo até uma nova matilha é uma ofensa punível com execução. Não é verdade, Alfa Sheehan? ― Isso está correto, Aiden, ― Zac respondeu, o olhar duro em seu rosto nunca mudou.
― Você tem uma escolha, pegar seus homens e sair
agora, Alfa De'Angelos. É só você e cinco homens. Você nem mesmo trouxe seus Betas malditos. ― Eu não preciso deles para tirar meu filho, dois deltas, um Beta, e um outro lobo. Os seres humanos não contam. ― Alfa De'Angelos bufou. ― Você não estava preparado para mim ou para os meus companheiros ―, Sebastian respondeu rindo. ―. Você perdeu outro Delta e um vampiro. E eu conto meu outro companheiro, humano ou não. ― Os vampiros estão proibidos de se envolver na política dos lobisomem ― , um dos outros homens do Alfa D'Angelos disse. ― Ele está acasalado a um lobisomem ― , Zac respondeu. ― Isso faz dele um membro deste grupo. ― Além disso, eu nunca fui muito de seguir as regras ― disse Alastar. Ele ainda estava nu e apoiado casualmente contra uma árvore como se estivessem falando de esportes e não negociações de ameaças. Constantine pegou o olhar de Sebastian e acenou com a cabeça mais para os outros homens de D'Angelos. Sebastian olhou rapidamente em direção
a eles, então se virou para ele com um olhar astuto. Constantine pode esconder seu cheiro Delta, mas agora, ele estava trabalhando para tê-lo ir em overdose. Os homens com o Alfa D'Angelos já pareciam como se eles estivessem tendo problemas para estar em torno dos Deltas e seu perfume. Sebastian saiu para o lado do Alfa e Zac, que continuavam gritando um com o outro. Constantine seguiu o seu comando e concentrado em dois dos homens fora para o lado do grupo. Lentamente, ele passou as mãos sobre o peito e para baixo em seu abdômen para enquadrar sua virilha. ― Que diabos você está fazendo? Owen pareceu parte assustado e parte chateado. Quando Constantine olhou para ele, os olhos de Owen estavam arregalados, sua boca quase caindo aberto. ― Distraindo o inimigo, bebê, ― Constantine respondeu, sem tirar os olhos dos outros homens. ― É por isso que temos esse cheiro. Ele distrai os lobos. Esses caras podem ser graves homofóbicos, mas, agora, eles querem a mim e a Sebastian. E isso tem que ser algo fodendo com a sua cabeça ferozmente. “Os homens inteligentes são tão sexy” Christian respondeu em ambas as suas mentes. Constantine tinha dificuldade para não rir, mas eles estavam com problemas aqui. Ele aproximou-se dos dois homens e começou a acariciar seu pênis. Realmente não foi fácil ficar duro agora. A única coisa que ajudou foi a emoção da luta iminente. ― Gosta do que você vê? ― Constantine ronronou quando ele começou a perseguir os homens. ― Sim, eu quero. ― O primeiro homem estendeu a mão para Constantine.
― Não, você não ― o outro homem rosnou. ― Ele é um Delta, um cara. Se segura junto, Louie! Ele está brincando com a sua cabeça. ― Eu não me importo. Eu o quero. ― Cara, você não é gay ― , o segundo homem disse, balançando Louie. ― Você tem uma namorada bonitinha, lembra? ― Ela não precisa saber. Louie se soltou e correu para Constantine. Tudo que Constantine queria fazer era socar o cara. Primeiro, esta merda aqui, e então ele está disposto a trair sua pobre namorada baseado no fato de que ela nunca descubra. Que imbecil. Em vez disso, Constantine manteve sua posição e esperou por Louie vir para ele. O homem começou a mordiscar e lamber seu peito. Ele olhou para o lado. Sebastian estava tendo o mesmo efeito sobre os outros dois homens. Parecia que Zac ainda estava discutindo com o Alfa, e o outro cara estava muito ocupado olhando Dobry e Owen. Grande, como idiota em cima de um inimigo humano. ― Você me quer, admita ―, disse Constantine ao segundo cara. Louie ainda o estava tocando. ― Só me toque. ― Que lugar é esse? Uma orgia constante? ― Alfa De'Angelos gritou quando ele se virou para ver o que eles estavam fazendo. Relâmpago rápido, Constantine virou e bateu Louie com um soco. Alastar mudou tão rápido para ajudar a Sebastian. Centrando-se no segundo cara, Constantine agarrou aproximadamente pelos cabelos e atirou-o em uma árvore.
Voltando a tempo de ver a mudança do quinto cara e o lançamento para Owen, Constantine gritou:
― Não! ― Seu coração ameaçava saltar de
seu peito quando ele mergulhou para Owen. Ele não faria isso a tempo, mas ele ainda tinha que tentar. Matt e Christian chegaram lá primeiro, mudando a forma de lobo no meio do mergulho. Eles desembarcaram rosnando e rosnando para o último homem em pé na frente de Owen e Dobry. Owen e Dobry, graças a Deus, não moveram um músculo. ― Já chega ―. Alfa De'Angelos gritou. ― Você fez o seu ponto. ― Não, nós realmente não temos. ― Zac rosnou, movendo-se para ficar em frente ao Alfa.
― Você é o único que ainda está vivo. Isso pode
mudar em um segundo, me entendeu? ― Sim, eu ouvi, Alfa Sheehan, ― o outro Alfa respondeu. ― Você está dentro dos seus direitos para matar todos nós. Eu teria se você viesse em minhas terras. Vou parar a caça contra Christian, enquanto ele nunca pisa os pés em minhas terras novamente. “Não há um problema de merda”, disse Christian na cabeça de Constantine já que ele estava em forma de lobo ainda. “Você tem que ter um exército para arrastar a minha bunda para lá.” ― Ele diz que não será um problema ―, disse Constantine ao Alfa De'Angelos por Christian. ― Ele não vai para onde ele não quer. ― Como você sabe disso? ― Alfa De'Angelos perguntou, levantando uma sobrancelha. ― Eu o ouvi na minha cabeça, através do nosso vínculo de acasalamento.
― Você realmente está acasalado ao meu filho, não é? ― Sim, Alfa, eu realmente estou ― , respondeu Constantine, quase sentindo pena do Alfa De'Angelos. Enquanto o cara foi um total idiota, prejudicou as pessoas e esta cheio de ódio perdido no mundo. Isso foi auto infligido, claro, mas deixou Constantine triste. ― Gostaríamos de ter matado todos, se não, pelo menos o seu animal de estimação humano essa aberração ―, o outro homem com Alfa De'Angelos disse. Antes que Constantine pudesse responder, o Alfa passou num piscar de olhos e socou o homem no rosto. ― Eu disse basta! ― ele gritou tão alto que ecoou. ― Foi claro! Não há mais ameaças. Nunca me desobedecer novamente. ― Sim, Alfa, desculpe, Alfa ―, o homem disse rapidamente. Ele realmente saiu mais como um grunhido porque o homem estava tentando colocar sua mandíbula quebrada no lugar. Mas Constantine sabia o que era um rastejar quando ouvia. ― Como você pode ser tão lúcido quanto você é Christian? ― Constantine perguntou enquanto seu companheiro mudou de volta para a forma humana. ― Minha mãe ―, Christian respondeu, sem tirar os olhos do seu pai. ― Ela era uma grande mulher, que tomava conta de seus filhos com amor e carinho. ― Não fale de sua mãe, garoto. ― Alfa De'Angelos rosnou. Constantine revirou os olhos. Esta merda quente-e-frio do Alfa De'Angelos estava ficando velho.
― Ela estaria se virando no túmulo se
soubesse o que você esta fazendo aqui, Deus cuide de sua alma.
Constantine e todos pareciam confusos quando Christian respondeu explodindo em gargalhadas. ― Essa foi a coisa mais engraçada que eu já ouvi em anos ―, Christian finalmente disse quando ele pode falar, limpando as lágrimas de seus olhos. ― Quem você acha que primeiro me disse que eu era gay, pai? ― Sua mãe... ― Não foi nem de longe tão crítica como você é. ― Christian balançou a cabeça. ― Ela percebeu que eu não iria ficar nu, com os outros meninos e mudar quando eu tinha 16. Mãe me levou para o lado e me disse que estava tudo bem ficar animado, que ninguém suspeitaria que era porque eu gostava de outros meninos. Todos iriam pensar que eu estava animado com o deslocamento e a corrida, que a maioria dos homens se anima antes de mudar. ― Ela nunca me disse isso, ―
Alfa De'Angelos respondeu,
parecendo mais pálido a cada segundo. ― Por que ela não me disse isso? ― O que você teria dito pai? ― Eu teria dito a ela como errado... ― Exatamente ― Christian respondeu, olhando com nojo ao seu pai. ― Mamãe me amou pelo que eu era, não só porque eu era seu filho. Ela me ajudou a aprender sobre ser gay, que eu não era o único e que não havia nada de errado com isso. Inferno, ela me ajudou a esconder isso de você! ― Ela me traiu! ― Não, ela não fez! Ela protegeu seu filho, mesmo que ela estivesse me protegendo de você!
― Eu não quero ouvir mais nada, ― Alfa De'Angelos disse, de repente parecendo mais velho e derrotado. ― Sua mãe era uma boa mulher. Eu não quero ouvir você manchar o seu bom nome. ― Ela era uma grande mulher, e eu não estou manchando o nome dela. Eu estou dizendo a você por que ela foi tão maravilhosa. ― Eu renuncio a você como meu filho, Christian, ― Alfa De'Angelos respondeu, olhando irritado novamente. ― Você não está mais autorizado a levar o nome De'Angelos e morte virá para você, se você pisar nas terras do meu bando novamente. ― Tudo bem ― , respondeu Christian, olhando como se ele tivesse levado um tapa antes de se virar e ir embora do grupo em direção ao lago. Constantine não poderia impedir uma lágrima de escapar pela dor que o seu companheiro estava sofrendo. Ela se arrastou para baixo da sua bochecha antes que ele pudesse limpá-la. Olhando para Owen, Constantine viu que seu outro companheiro sentia o mesmo. Ele aproximou-se, tomou a mão de Owen, e deu-lhe um aperto suave antes de irem atrás de Christian. Alguns momentos depois, encontraram-no chorando, sentado na beira do cais. Constantine se sentou em um lado, enquanto Owen estava sentado no outro lado de Christian. Os dois homens se inclinaram e passou um braço em torno de Christian. ― Eu estava pensando que todos devemos ter os mesmo sobrenome de qualquer maneira ―, disse Owen calmamente depois de alguns momentos. ― Eu sei que está acasalado para vocês é o mesmo que ser casado, mas os seres humanos mudam seus sobrenomes quando eles se casam. Eu acho que as tatuagens seriam uma ótima maneira de mostrar aos dois mundos que pertencemos um ao outro.
― Eu sempre fui um De'Angelos ― Christian respondeu ainda fungando. ― Eu não sei como ser qualquer outra coisa. ― O que é que há, pois, num nome? Aquilo a que chamamos rosa, mesmo com outro nome, cheiraria igualmente bem.
―, disse Constantine
citando Shakespeare. ― Eu fui expulso da minha família de uma forma, também, ― Owen respondeu suavemente.
― E Constantine é a razão de tudo veio junto. Eu
pensei que seria agradável se ambos nos tomássemos o Stylianos. ― Você realmente tem pensado muito sobre isso né bebe? ― Constantine perguntou, chocado como o inferno. ― Sim, eu sinto muito se isso é uma sugestão idiota, mas meu nome de família não significa nada para mim ―, Owen respondeu, quase num sussurro, olhando para suas mãos. ― E eu quero que isso seja real entre nós, não apenas na comunidade lobisomem. Eu quero ser a sua família, tanto quanto você já é a minha. ― Você é a nossa família, Owen, ― Christian disse, envolvendo os dois braços em torno do seu companheiro menor. ― E eu te amo. Você é um dos dois homens mais maravilhosos que eu já conheci, e eu tenho orgulho de ser seu companheiro. ― Isso vale o mesmo para mim ―, disse Constantine puxando ambos em seus braços e em seu colo. ― Eu te amo tanto mais do que posso colocar em palavras. Você faz minha vida, meu coração e minha alma completa. ― Eu acho que tomar o último nome de Constantine é uma ótima ideia ― , Christian respondeu olhando nos olhos de Constantine. porque eu sou de repente, um sem sobrenome.
― E não
― Além disso, eu acho que Owen Stylianos é um nome mais sexy do que Owen Carrell. ― Owen riu. ― Não é que eu quero ser sexy para ninguém, além de vocês, também, mas isso me faz lembrar de alguma coisa, Constantine. ― O que é isso, querido? ― perguntou ele, esfregando a cabeça e o seu aroma sobre ambos os seus companheiros. ― Você nunca deixe outro homem tocar em você de novo, faz isso e eu vou cortar suas bolas em seu sono e escondê-las para que eles não possam ser recolocado. Constantine olhou nos olhos do seu companheiro menor e viu raiva e um pouco de dor. ― Eu não me importo o quão grande e mau você é. Eu não vou admitir traição nesta relação. ― Owen, por favor acredite em mim ― , Constantine começou a dizer e tomou uma respiração profunda. ― Eu não quero que ninguém, além de vocês dois. Esse homem me enojou. Eu fiz o que eu fiz apenas para distraílos. Eu não posso me desculpar por usar qualquer arma que eu tenho em meu arsenal
quando
eu
estou
preocupado
com
a
segurança
dos
meus
companheiros. ― Você realmente não estava atraído por eles? Você só quer a nós? ― Owen perguntou, parecendo inseguro. ― Você promete? ― Eu juro pela honra ou qualquer divindade que você vai acreditar, Owen, ― Constantine disse antes de se inclinar e beijar Owen suavemente. ― Ele está dizendo a verdade, Owen, ― Christian respondeu, olhando entre os dois. ― Lobos pode sentir o cheiro de desejo um do outro. Constantine não estava lançando fora de qualquer hormônio que sugerisse luxúria. Eu teria cheirado, especialmente na forma de lobo.
― Ok, então eu não sou louco ― , Owen respondeu, balançando a cabeça. ― Mas você só está autorizado a puxar essa merda, se você estiver preocupado que poderia morrer. Caso contrário, a minha ameaça anterior vai entrar em jogo. ― Minhas bolas ainda pode ficar ligadas ao meu corpo. ― Constantine ronronou. ― Mas eu juro que vocês dois já tem a mim em seus bolsos. ― Eu gosto do som disso ― , disse Owen, rindo. Christian rolou para fora de Constantine e começou um assalto de cócegas em seu companheiro menor. Constantine não perdeu tempo em se juntar dentro De alguma forma, Owen acabou nu durante o ataque de cócegas, e o que começou como diversão inocente rapidamente se transformou em algo mais. ― Bebê, eu quero que você me monte mais do que eu quero a minha próxima respiração. ― Constantine ofegou e começou a usar sua língua no pau duro de Owen. ― E eu quero te foder enquanto você fode Owen
― . Christian
rosnou. Ele se aproximou de Constantine e começou a acariciar seu pau. ― Oh Deus, sim, ― Constantine gemeu. Ele gritou quando sentiu algo bater nele no lado de sua cabeça. Olhando para cima, viu Matt e Zac rindo de cerca de 40 metros de distância. Ele, então, virou-se para Owen e Christian, quando começou a rir também. Vendo que Owen segurava uma garrafa de lubrificante em sua mão, ele descobriu o que tinha acontecido. ― O objetivo, Zac, ― Christian gritou entre acessos de riso.
― Sempre aqui para ajudar ― , Zac gritou de volta, escavando um Matt rindo em seus braços. ― Além disso, Owen salvou a vida do meu bebê hoje. Se alguém merece um pouco de diversão, é o nosso pequeno ser humano dotado. Owen parou de rir e se virou para olhar para Zac, os olhos arregalados. ― Eu pensei que você estava com raiva de mim? ― Não, Owen, eu estava com medo por Matt, ― Zac disse, virandose em direção a eles. ― Aiden e eu vamos estar eternamente em dívida com você por mantê-lo seguro quando eu não podia. ― Matt é meu amigo. Eu sempre vou ajudá-lo, se eu puder ―, disse Owen respondeu suavemente. Constantine sabia que Zac ainda ouviu Owen com sua audição de lobisomem. ― E agora você entender o que significa ser do bando ― , Zac respondeu. ― Humano, vampiro, lobisomem, psíquico, ou homem na lua, não importa. Nós sobrevivemos por olhar um pelo outro. Esta é a nossa família. Não importa em qual nós nascemos. Esta é a família que nós escolhemos. ― Eu gosto disso ― , Owen disse, sorrindo. Zac deu-lhe um rápido aceno de respeito antes de voltar para a casa, Matt ainda em seus braços. Owen olhou para Constantine e Christian. ― Você sabe o que mais gostaria? ― Meu pau duro na sua bunda? ― Constantine perguntou com uma sobrancelha levantada. Ah, sei.
Owen gemeu quando Constantine se inclinou para trás para baixo e chupou o pau dele. Seu pequeno companheiro era bastante grande para seu tamanho, e ele adorou o gosto dele. ― Foda-se, sim, ― Constantine gritou quando sentiu o impulso do dedo lubrificado de Christian em sua bunda. Um momento depois, ele sentiu um pouco de lubrificante despejado sobre seu dedo. Olhando por cima do ombro, ele viu o largo sorriso de Christian. ― Você tem que ter o nosso bebê pronto para o seu pênis enquanto eu te preparado. ― Christian riu. Constantine só poderia gemer quando sentiu outro dedo entrar nele. Ele delicadamente espalhou as pernas de Owen e deslizou um dedo em seu buraco apertado enquanto ainda chupava o pau duro do seu pequeno companheiro. ― Constantine, sim! Oh meu Deus, isso parece incrível ― exclamou Owen, e seus quadris pareciam mover-se por conta própria. ― Ele gosta se você morder o pênis com seus caninos, ― Christian sussurrou baixinho para Constantine para que apenas eles pudessem ouvir. Constantine sorriu ao redor do pênis de Owen e deixou os dentes caírem. Apenas quando sentiu Owen começa a ficar tenso, ele afundou seus caninos no pênis do seu companheiro. ― Eu te amo ―, Owen gritou quando ele gozou. Constantine engoliu cada gota de Owen e gemeu ao sentir o gosto doce de ambrosia do seu companheiro. Quando Constantine finalmente esbanjou o pênis de Owen com atenção, seu companheiro menor falou. ― Eu me sinto como gelatina.
― Bem, isso não vai funcionar. ― Constantine riu. ― Eu ainda quero você no meu pau. ― Eu vou segurá-lo enquanto eu tomo seu buraco apertado ― Christian rosnou e puxou seus dedos fora de Constantine e virou mais o homem. Constantine apenas olhou para Christian, surpreso. Ele não sabia que Christian era forte o suficiente para fazer isso. Mas o que ele viu nos olhos de seu companheiro tinha-o rapidamente puxando de joelho. Era necessidade, a necessidade bruta e crua nos olhos de Christian. Constantine entendeu depois de tudo que aconteceu. Christian precisava dessa proximidade, deste contato. Logo em seguida, olhando nos olhos de Christian, Constantine teria prazer dado a seu companheiro para limpar qualquer coisa que precisasse de seu rosto. Christian alinhou seu pênis com o buraco de Constantine e empurrou para dentro. Ambos os homens gemeram quando Christian entrou fundo no buraco de Constantine. Não ficou muito do lado de fora, ele bateu com o pênis profundamente dentro da bunda do seu companheiro. ― Isso é tão gostoso ― , Owen gemeu, começando a acariciar seu pau se recuperando. ― Eu ainda posso participar, certo? ― Venha aqui ― respondeu Christian, o esforço de manter ainda aparente em seu rosto. Constantine deixou suas pernas cair para os lado de Christian. Ele segurou Owen, e ele gentilmente baixou o seu bebê no pau esperando de Constantine. Todos os três homens gemeram alto quando todos estavam na posição. Constantine adorava a sensação de estar dentro de Owen, enquanto Christian estava dentro dele.
― Oh merda, isso é ainda melhor ― , Owen gritou, curvando-se e apoiando as mãos no peito de Constantine. Christian inclinou-se com ele e passou os braços em torno do peito de Owen. Quando Christian empurrou para dentro de Constantine, Owen empurrou fora de Constantine até que apenas a cabeça ainda estivesse dentro do homem. Em seguida, Christian começou a puxar para trás para fora e empurrado para baixo Owen em Constantine. ― Foda-se, sim, não para, é tão boa essa merda ― , ele gritou quando ele segurou firmemente as coxas de Owen. As sensações duplas foram quase mais do que Constantine podia lidar. Ele estava fodendo e sendo fodido tudo ao mesmo tempo. Foi alucinante. Quando Christian pegou ritmo, Constantine começou a ver as estrelas explodindo por trás de seus olhos. ― Quase lá, tão perto ― , Owen assobiou, cavando suas unhas no peito de Constantine. ― Deixe-me ajudá-lo com isso. Grunhindo, Christian inclinou-se e lambeu o pescoço de Owen. A visão de Constantine limpou bem a tempo de ver Christian afundar seus caninos na carne de Owen. Owen gritou seu prazer, seu pau em erupção e atirando fluxo após fluxo do seu sêmen no peito de Constantine. ― Eu te amo tanto ―, Constantine rosnou quando sentiu a bunda Owen aperta o seu pênis. Ele rapidamente afundou seus próprios dentes no pescoço de Owen, do outro lado de Christian. O doce sabor do sangue de Owen foi o suficiente para o seu pênis explodir no traseiro apertado do homem. Segundos depois, ouviu o grito de Christian e senti o sêmen do seu companheiro encher o seu buraco.
― Eu te amo, Owen e Constantine. Vocês são a minha família de verdade, ― Constantine ouviu Christian dizer antes de sucumbir ao prazer e à escuridão o varrer para longe.
Capítulo 10
Owen bateu no se ombro enquanto ele tentou se lembrar das instruções de cuidados que tinha sido dado sobre sua nova tatuagem. Ele podia toca-la levemente, só não acaricia-la, e ele queria acariciar tão ruim. A maldita coisa foi a apenas uma semana atrás, mas o estava deixando louco. As tatuagens de Christian e Constantine tinham curado em uma questão de horas. Owen, o humano, ainda estava sofrendo. Ele sentiu como se estivesse indo para ficar louco. Ainda assim, era uma maldita tatuagem de boa aparência eram três círculos entrelaçados com um grande círculo em torno deles. Cada círculo representava um deles, cada um com um tema diferente. Todos concordaram que um outro companheiro iria pegar o desenho de um companheiro diferente. Owen teve que escolher entre o projeto de Constantine. Ele não tem sequer a pensar nisso. Ele simplesmente pegou um pedaço de papel e desenhou três luas com os olhos azul-violeta do lobo delta sobre todos eles.
Para Owen, que era seu companheiro, grande e forte, sempre olhando para ele, e Christian, protegê-los e amá-los. Christian escolheu o projeto de Owen. Era uma árvore com hera torcidas três vezes em um loop Celta. Christian chamou a árvore da vida ou alguma merda assim. Owen ainda não entendeu, mas parecia agradar Christian e Constantine enormemente. Constantine escolheu o projeto de Christian, e Owen achava que era o mais belo de todos os projetos que escolheram. Era uma espada com uma haste de rosa em volta. O caule de rosa, na verdade, com três gemas, uma rosa de prata, um azul-violeta e um verde musgo. Os nomes Christian, Constantine, e Owen Stylianos foram escritos em prata no círculo exterior, cada palavra dividida por um nó celta. Owen ainda não sabia como isso aconteceu, porque todos deram seus projetos para o tatuador separadamente e que a regra era que não podiam olhar até que suas tatuagens fossem feitas, mas todas elas incorporavam o numero três em seus projetos... três luas, hera entrelaçando ao redor da árvore três vezes, e três botões de rosa. A tatuagem foi a três deles. Ainda assim, não manteve Owen de desejar sua iria parar a coceira. Ele tocou na tatuagem novamente e revirou os olhos quando Christian riu e empurrou a mão dele. ― Para com isso. ― Christian riu. ― Você só vai piorar as coisas. ― Fácil para você dizer, Sr. Eu curo rápido, de merda! ― Do nada, Owen foi abordado no chão. Ele resmungou quando bateu na grama inflexível duro e um grande corpo quase tão duro veio em cima dele. Quando ele olhou para cima, olhos azuis-violeta olharam para ele.
― Eu acho que você precisa ser lembrado por isso que temos essas tatuagens, anjo. ― Constantine rosnou. ― Você foi o que sugeriu elas depois de tudo. Você prefere não tê-la? ― Não, ela só coça muito. O sorriso que cruzou o rosto de Constantine fez Owen nervoso. Ele tinha visto aquele olhar particular sobre o rosto do homem, uma ou duas vezes antes, e ele geralmente acabou inconsciente logo em seguida. Não era um mau caminho a percorrer, mas com certeza era incrivelmente embaraçoso, especialmente quando todos o ouviram gritando seu deleite. ― Talvez a gente precise tirar a sua mente da coceira ― , disse Constantine. A sensualidade e luxúria na voz do homem dispararam em linha reta para o pênis de Owen.
― Talvez possamos dar-lhe algo melhor para
pensar. Owen engoliu audivelmente quando ele passou de um pouco interessado em totalmente duro como pedra em um piscar de olhos. ― Tudo bem ―, ele resmungou para fora. Ele sentiu seu rosto corar quando sua voz se quebrou, e Constantine arqueou uma sobrancelha para ele. Realmente foi embaraçoso a pouca resistência que ele tinha ao que seus companheiros queriam. Eles chamavam, e ele se derreteu. A única coisa que mantém Owen de rastejar em um buraco para esconder o rosto vermelho foi o fato de que tudo que ele precisava fazer era lamber os lábios e seus companheiros começaram a ofegar. Owen sabia o que tinham dito a ele sobre lobisomens Delta que Constantine tinha um aumento do desejo sexual e precisava de dois companheiros para cuidar dele, mas Owen tinha certeza que ele transou mais
do que qualquer um de seus companheiros. Aparentemente, ele era o sabor de escolha. ― Você acha que poderíamos ir para dentro? ― Christian perguntou por cima deles.
― Eu ainda estou puxando agulhas de pinheiro da minha
bunda da última vez que eu fodi ao ar livre. Owen riu.
― Talvez você deveria ter estado no topo então. ―
Christian rosnou. Owen riu de alegria pura e ele fugiu para fora de Constantine. Ele ficou em pé e correu rápido para a casa. Ele podia ouvir Christian e Constantine em perseguição. Owen sabia que eles poderiam facilmente pegá-lo, ele era humano depois de tudo, mas os dois homens pareciam desfrutar de seus jogos de apanhar-me-se-você-puder. Eles lhe dariam apenas espaço suficiente para fazê-lo chegar dentro da casa, antes de abordá-lo ou agarra-lo. Owen não conseguia se lembrar da última vez que ele foi para o seu quarto com todas as suas roupas. Ele não tinha certeza por que ele usava, talvez devido à sua formação ou algo assim. Ninguém aqui parecia se importar com todos os homens nus correndo por aí. Owen correu em torno do lado da casa e, correndo pela porta de trás em velocidade máxima, estava grato que alguém se esqueceu de fechar a porta de vidro. Ele correu até a cozinha e seguiu pelo corredor em direção ao quarto, quando Matt de repente saiu de seu escritório, segurando um telefone celular em sua mão. ― Ei, cara, um cara está no telefone perguntando por você. ― Matt encolheu os ombros. ― Eu não teria respondido, mas ele continuou chamando e chamando. Eu imaginei que poderia ser importante.
Owen derrapou até parar e pegou o celular de Matt, segurando-o ao ouvido. ― Olá. ― Owen? ― Detetive Marcus? ― Owen deixou uma suspiro aliviado sair de seus lábios quando ele percebeu que era apenas seu amigo. ― Ei, cara, o que há? ― Eu não ouvi de você em quase dois meses, Owen. Eu estava começando a ficar preocupado, especialmente quando eu descobri que você deixou seu contrato ir em seu apartamento. Está tudo bem? ― Owen olhou para cima rapidamente, quando Constantine e Christian vieram correndo pelo corredor. Ele sorriu. ― Sim, tudo está bem. Eu me mudei, isso é tudo. Desculpe eu esqueci de ligar para você e que você saiba, mas eu tenho estado um pouco apanhado nas coisas aqui. ― Onde diabos você se mudou? ― Acredite ou não, num lugar pouco fora de Atlanta, na Geórgia. ― Por que você se mudou? ― perguntou o detetive. ― Foi alguém que lhe deu problemas? Você deveria ter vindo para mim, Owen. ― Duas palavras, quente e lindo. ― Owen riu. ― Quente e lin... Você conheceu alguém? ― Dois alguéns, na verdade, um é quente e um é lindo. Eu só não descobri qual é qual ainda. Constantine e Christian sorriram. ― Bem, eu estou feliz por você, Owen, você sabe disso, mas você acha que três pessoas estar em um relacionamento é uma coisa boa? Não é estranho?
Owen olhou para seus companheiros, sabendo que eles podiam ouvir tudo o que o detetive estava dizendo a ele. A maior pista foi o sorriso no rosto de Christian e a sobrancelha arqueada em Constantine. ― Não, está tudo bem ―, respondeu Owen.
― É realmente tipo
quente, também. Você deveria tentar isso algum dia. O detetive riu. ― Sim, eu não vejo isso acontecendo tão cedo, Owen, mas obrigado pelo conselho. ― Eu recomendo fortemente. ― Owen ficou sem fôlego assistindo seus companheiros se despir lentamente para ele. Ele precisava desligar o telefone com o detetive e rápido, antes que ele só jogasse o maldito telefone longe. ― Ei, talvez possamos conversar novamente mais tarde? Eu estava bem no meio de...
― Os olhos de Owen se arregalaram enquanto ele
observava Christian cair de joelhos e chupar o pau de Constantine todo o caminho até a raiz. ― Está na minha hora. Owen desligou e jogou o telefone em cima do balcão. Ele tirou suas roupas antes dele mesmo chegou a seus companheiros, jogá-los onde quer que eles poderiam ir. ― Isso é tão gostoso! ― Owen gemeu, descendo até as bolas de Constantine. Constantine gemeu e jogou a cabeça para trás. Owen viu isso como a oportunidade perfeita para sugar uma mancha vermelha no pescoço do homem, porque ele não era como se ele realmente pudesse morder o homem. Ainda assim, os gemidos de Constantine dizendo que apreciou o gesto. Quando Constantine começou a transar seus quadris, um sinal certo de que ele estava perto de gozar, Owen recuou apenas o suficiente para que ambos os seus companheiros pudessem vê-lo. Ele agarrou seu pau duro e
começou a acariciar enquanto ele recuou em direção ao quarto, positivo teve a atenção de ambos. ― O primeiro na cama vai ser o meio ― , disse Owen, antes dele se virar e correr para o quarto. Ele riu, correndo através da porta antes de qualquer um de seus companheiros e lançar-se na cama. Owen teve tempo apenas o suficiente para rolar em suas costas antes de Constantine e Christian correrem para o quarto. Os dois homens chegaram a uma paragem completa no final da cama, sua boca caiu aberta, e ofegava pesadamente. Owen dobrou os joelhos ligeiramente e deixe cair as pernas abertas. Ele envolveu sua mão ao redor de seu pênis novamente e acariciou lentamente de suas bolas até a ponta da cabeça, em seguida, de volta para baixo novamente. O pênis de seus companheiros parecia pulsar com cada golpe da mão de Owen. Seus olhos seguiram o movimento de sua mão quase como se hipnotizado quando Owen enfiou os dedos em sua boca e tenho todos eles agradáveis e molhados. Acariciou com sua mão molhada do seu peito para as suas bolas, em seguida, seguir para o seu buraco apertado. Quando Owen empurrou um dedo em sua bunda e começou a esticarse, podia ouvir seus companheiros rosna baixinho. Um segundo dedo seu caminho junto com o primeiro. Até o momento que Owen pressionou um terceiro dedo em sua bunda, seus pênis estavam vazando e suas mãos estavam cerradas. Owen tirou os dedos livres e estendeu a mão debaixo do travesseiro para o lubrificante. Ele deixou cair a garrafa ao lado de sua bunda e puxou as pernas estendidas para seu peito. Owen riu quando seus companheiros o atacaram. Sem nem sequer dizer nada.
O pênis de Constantine, duro pulsante foi empurrado em sua bunda ao mesmo tempo Christian montou nele. Owen abriu a boca e engoliu o homem, tanto quanto pode. Christian transferiu-se para descansar as mãos sobre o colchão em cima dele, pairando sobre Owen. Constantine começou a empurrar para ele e Owen deixou cair as pernas, se abaixou para pegar as bochechas da bunda de Christian, e as separou. Christian gritou, seu corpo estremecendo de repente, e Owen sabia Constantine tinha tomado a sua sugestão em silêncio. Owen só desejava que pudesse assistir seu grande e mau companheiro Delta lamber a bunda de Christian. Isso tinha que ser gostoso! A
respiração
de
Owen
ficou
presa
na
garganta
quando
viu
Constantine puxar para trás. Ele sabia o que estava por vir antes mesmo de Christian se afastou dele. Owen lamentou a perda do pênis em sua boca, mas a sensação de corpo de Christian afundando em seu pênis rapidamente substituiu qualquer decepção que ele poderia ter sentido. Parte superior do corpo de Christian ainda pairava sobre Owen, mas a parte inferior do corpo do homem estava espetando-se uma e outra vez no pau de Owen. Owen se arqueou e chupou o mamilo direito na frente dele, sorrindo para o gemido longo que ele recebeu. Trazendo prazer a seus companheiros era quase tão bom como recebê-lo... quase. O pênis batendo em sua bunda sentia-se muito bom. Owen podia sentir-se atraído para as alturas do êxtase que ele só tinha conhecido com Christian e Constantine. Ele nunca sonhou que o sexo poderia ser tão bom e ele tinha certeza de que, com outro alguém, não seria.
Constantine e Christian se tornaram especiais, fez algo maravilhoso. As chamas da paixão queimado brilhante em todos eles, mas essa chama apenas queimava para os três. Owen já não sentia que ele foi deixado de fora ou seria deixado para trás. Ele sabia que era onde ele deveria estar sendo amado por seus companheiros. Owen gritou quando o fogo queimando dentro dele o inflamou. O grito que veio de seus lábios quando ele gozou no seu companheiro não era de forma viril, e Owen não poderia ter se importado menos com quem o ouviu naquele momento. De repente ele foi superado pela alegria incontrolável, enquanto seus companheiros rugiam sua libertação, ao mesmo tempo, Constantine enchendo o seu buraco com calor pulsando, e o tiro após tiro do sêmen de Christian quente em todo o peito de Owen. Owen suspirou de exaustão agradável. Christian enrolado de um lado dele, Constantine do outro. Ele sentiu os braços de seus companheiros cobrirem seu peito, cada homem aconchegar perto dele. Sim, isso era exatamente onde ele deveria estar. ― Ganhei. ― Owen, anjo, você não estava no meio ―, disse Constantine. ― Você estava no fundo. ― Eu estou no meio agora. Constantine e Christian riram ao mesmo tempo. ― Eu acho que não podemos discutir com isso. Owen deu um tapinha nos quadris de Christian e Constantine. ― Agora vocês estão aprendendo.
Fim