Skip to main content

Stormy glenn amantes do esquadrão alfa 01 os homens de mari [revhm]

Page 1

Amantes do EsquadrĂŁo Alfa 01

Os Homens de Mari


A vida nunca tinha sido da maneira Mari queria. Ela não tinha um encontro à tempos, o seu trabalho estava indo a lugar nenhum, e ela não podia entrar em contato com sua irmã. Para tornar as coisas ficarem ainda mais perfeitas, ela acaba de ser sequestrada por mafiosos russos durante uma caminhada nas montanhas. E ser resgatada por não um, mas dois homens lindos fez apenas o topo da minha vida é uma merda na lista de Mari. Ambos são totalmente lindo, totalmente sexy, e totalmente dentro dela. Como é que ela deveria escolher entre eles? Mas os gêmeos Cole e Bear Daniels tem a solução perfeita. Ela poderia ter os dois. Eles eram telepáticos de uma maneira que muitos outros não eram, não só poderia falar uns com os outros mentalmente, eles poderiam sentir fisicamente o que o outro estava sentindo. Devido a isso, eles sempre souberam que iriam compartilhar uma mulher. Agora, se eles só precisam convencer Mari que ela era a mulher perfeita para os dois. Mas convencer Mari que ambos a querem e estão dispostos a compartilhar é mais difícil do que Cole e Bear pensaram que seria, especialmente quando alguém está tentando matar Mari e eles não têm ideia de quem seja.


Capítulo 1

A caminhada através da espessa floresta das Montanhas Cascade tinha sido longa. Mas eles tinham finalmente atingido o seu objetivo, um pequeno acampamento situado em uma clareira na beira das árvores. Cinco endurecidos guerreiros avançavam lentamente em seu caminho em direção à borda das árvores ao norte da pequena clareira. Eles não fizeram nenhum som, nem mesmo um farfalhar de folhas. Tinham uma missão sigilosa. —Bem, se você olhar para isso — sussurrou para Sam Cole, indicando as pessoas em volta da fogueira no acampamento. —Eu achei que eles só tinham o menino. Quem é a moça? — Cole olhou para a jovem mulher que parecia estar falando com o maior homem do grupo ao redor do fogo. Ele sentiu seu corpo endurecer em resposta à visão diante dele. Ele soube imediatamente, no fundo de sua alma que ela pertencia a ele, que ela era sua companheira. O aperto de seu corpo lhe disse que ela pertencia a ele como nenhuma outra mulher jamais lhe pertenceu.


Ela era sua companheira, a outra parte de sua alma. —Ela é uma mulher muito corajosa — afirmou Sam, enquanto observava a mulher empurrar o menino atrás dela para protegê-lo. —Ela é magnífica! — Cole disse, um pequeno percalço em sua voz. Cole balançou-se livre de seu transe induzido pela luxúria com as palavras de Sam e focou-se novamente no que estava acontecendo na pequena clareira. A mulher parecia discutir com o líder do grupo. O líder que Cole conhecia bem. Era Nirov Yuri, um dos homens em sua lista de procurados. O homem era um bandido. Ele não pertencia a nenhum sindicato do crime específico, exceto quem pagasse o preço mais alto. A única causa de Yuri era a sua própria ganância. Quando ele olhou em volta para os outros dois homens que cercam a fogueira, reconheceu-os como os dois irmãos de Yuri, Oni e Sten. Eles estavam todos juntos nessa. Eles haviam sequestrado o filho de um diplomata de alto cargo que estava trabalhando em Seattle, Washington, com o governo dos Estados Unidos sobre uma iniciativa de paz altamente secreta. E, ao que parece a mulher também. Cole tentava se concentrar na conversa entre Yuri e a mulher, mas eles estavam muito longe para ouvir o que estava sendo dito, mas Cole não achava que poderia ser bom. O líder de cabelos escuros parecia estar irritado com o que a mulher estava dizendo. Seus braços estavam apontando furiosamente enquanto ela falava. Cole sentiu uma raiva mortal correr através de seu corpo quando o homem empurrou a mulher, quase a jogando no chão. A mulher virou a cabeça para o líder, enxugando os lábios, com a parte detrás de sua mão. Ela olhou para o rastro de sangue em sua mão e, em seguida, para o líder. Um sorriso começou a se formar em seus lábios quando ela disse algo para ele. —Ele morre! — Cole assobiou entre os dentes cerrados.


—Bem, duh! — Sam respondeu um pouco confuso com o que era mesmo um problema. Vendo a postura rígida do corpo de Cole quando olhou para ele, de repente, um pensamento lhe ocorreu. —É sobre a mulher? — ele perguntou. —Ela é minha. — Cole rosnou. —Então, esse é o jeito que é, hein, — Sam disse pensativo, diversão claramente a tocar em sua voz. Cole virou a cabeça com uma cara feia para Sam. —Você tem um problema com ela? — Cole rosnou, além da irritação. —Claro que não, leve a mulher. Mas você já discutiu isso com Bear? —Sam riu. Cole olhou para o sorriso no rosto de Sam. —Ele sabe. E Cole quis dizer isso. Bear estava na condição de luxúria. Cole podia sentir isso mesmo através do campo de onde seu irmão foi posicionado, sem dúvida assistindo a mulher tão intensamente quanto ele. —Não há movimento abaixo — sussurrou um homem deitado no chão ao lado de Cole e Sam. Ambos viraram o olhar de volta à cena na clareira. —Eu não gosto disso — afirmou Sam, —eu não gosto de tudo isso. Eles observaram como o líder agarrou a jovem pelo braço e começou a caminhar para longe da fogueira em direção a um pequeno grupo de grandes rochas ao sul de onde eles estavam escondidos. O líder era um pouco mais alto do que a mulher e quase foi arrastando-a atrás dele. Sua saia de comprimento no tornozelo parecia enredar nas pernas a cada passo que ela dava. Cole percebeu a situação em um piscar de olhos. —Sam, Caleb, Nick, pegue o menino. Bear venha comigo. Sabendo que suas palavras seriam seguidas precisamente, Cole e Bear


começaram lentamente a fazer o caminho para o sul do campo, seguindo o homem e a mulher. Cole podia sentir emoções diversas aumentando através de seu corpo quando ele calmamente fez o caminho através do mato. Não havia raiva no homem para bater na mulher, e um conhecimento certo de que ele iria desfrutar ao sentir o último suspiro do homem deixar seu corpo. Havia medo de que ele não chegasse a tempo de salvar a mulher destinada a ser sua. E ainda havia a enorme sensação de fome pela mulher. Cole e Bear silenciosamente trabalharam seu caminho através do mato atrás da parte detrás das árvores da floresta densa. Quando eles se arrastaram para frente podiam ver Yuri e a mulher que estava em uma pequena clareira a poucos metros à frente. Yuri estava segurando uma faca grande em suas mãos, apontando-a para a mulher. O sorriso no rosto mal de Yuri enviou um calafrio pelas costas de Cole. —Você concorda que ela é nossa? — Cole perguntou a Bear. —Temos uma escolha? Você sabe quem ela é tanto quanto eu. —Não, eu não acho — Cole, infelizmente, balançou a cabeça: — Mas se nós a levarmos, você sabe como será para nós, para ela. Bear ficou em silêncio por um momento, enquanto ele contemplava a situação e o que isso poderia significar para todos eles. —Você acha que ela vai concordar com o que precisamos? A maioria das mulheres não o faria. —Oh inferno, Bear, eu não sei. Mas com a forma como estamos nos sentindo agora, eu não tenho certeza de que temos uma escolha. Sentindo sua ereção dura pressionando quase com raiva contra seu zíper, Bear concordou com Cole. —Nós não podemos machucá-la, Cole. Foi à ideia de trazer dor a bela jovem que não podia suportar.


—O inferno, eu sei disso, mas não vai ser fácil para ela, não com a gente. Você sabe o que precisamos. Bear sabia o que Cole estava pensando. Ele estava pensando as mesmas coisas. Ela sempre foi uma espécie de mulher. Que ele não tivesse um problema com isso, porque estava mais do que pronto para se tornar um tipo de homem para sempre. —Cole.— Bear perguntou, interrompendo os pensamentos de Cole. Bear no fundo sabia que ele estava sendo irracional, mas cada vez que ele olhava para a mulher e seu belo corpo a incerteza se intensificava. —Sim? — Cole respondeu. Bear ficou em silêncio por um momento. —Você tem certeza sobre isso, sobre ela? — Bear podia sentir a tristeza saturando Cole quando ele respondeu. —Sim Bear, eu tenho. Precisamos dela, talvez mais do que jamais precisamos de alguém em nossas vidas. Cole fez sinal para circularem para o outro lado da pequena clareira, sem tirar os olhos da faca na mão de Yuri enquanto ele silenciosamente subiu para os ramos de uma árvore pendendo para a posição de Yuri. Foi um verdadeiro inferno para ele se sentar em silêncio, sem se mover, enquanto um maníaco segurava uma faca na mulher que ele tinha certeza de que era o seu futuro. Tudo que Cole podia fazer era sentar e esperar por Bear para mover-se para a posição. Yuri estava acenando a faca mais e mais para a mulher, gritando com ela. Cole só esperava que eles fossem capazes de chegar até ela antes que Yuri fizesse algo estúpido. Não haveria o que dizer o que faria a Yuri, se ele machucar a mulher. —Bear, caramba, se apresse, inferno! Cole foi ficando mais agitado enquanto se sentou lá esperando por Bear chegar à posição. —Mantenha a sua merda. Estou movendo-me tão rápido quanto eu posso.


Cole quase bufou. —Bem, se mova mais rápido, caramba. Cole sabia que Bear estava rastejando em seu caminho na direção do pequeno grupo de arbustos mais próximos de sua presa. Uma vez que Bear estava perto o suficiente, Cole sabia que ele tomaria Yuri por fora. Pareceu demorar uma eternidade antes que Bear dissesse que estava pronto. —Ok, eu estou no lugar. Como você quer jogar isso fora? — Bear perguntou. —Nós não podemos fazer nada que possa pôr em perigo a menina — afirmou Cole. —Bem, duh, irmão. Todas as ideias sobre como podemos evitar isso? — Bear quase desejou que Cole estivesse numa distância de estrangulamento. Cole pensou por um momento. —Nós precisamos de algum tipo de distração. Bear riu: —Bem, isso seria ótimo. No entanto, salvo uma banda caminhando pela floresta, nós somos o tipo de diversão por aqui. Cole silenciosamente encarou Bear. —Você não acha que eu sei disso? Apenas me dê um momento para pensar aqui. —Bem, para usar uma de suas frases idiotas... se apresse inferno, porra!— Bear riu de novo. Cole queria rir de tentativa de seu irmão para acalmar a situação estressante, mas ele estava muito tenso. —Ainda estou trabalhando nisso. E você não está ajudando. Cole quase caiu dos galhos de árvores que ele estava sentado quando uma voz doce entrou no link privado da mente que ele dividia com o irmão gêmeo.


—Será que os dois podem calar a boca e me dizer o tamanho da distração que querem? Cole podia sentir Bear balançar semelhante ao choque através de sua ligação mental. Ela poderia não só ouvir falar telepaticamente, mas falar de volta com eles. Uma miríade de emoções varreu Cole — choque, descrença, alegria, e no centro de tudo medo. Não, o medo vinha de Bear. A alegria era de Cole. Cole estava em êxtase que a mulher que tinha escolhido como sua própria poderia falar com eles através do link que só os dois haviam compartilhado desde o nascimento. Talvez isso fosse funcionar depois de tudo. Mari sabia que alguém estava lá por algum tempo. Ela sentiu como se estivesse sendo vigiada. Quando Yuri chamou um de seus irmãos para patrulhar ela sabia que tinha que agir. Ela tinha que manter a atenção deles sobre ela. É claro, que a pouca rebelião tinha chegado a ela com um lábio inchado. Uma viagem de pouca caminhada nas montanhas para ela e veja como terminava. Isso realmente fodia. Quando Yuri havia arrastado os outros pelo caminho, Mari havia orado para que eles chegassem a tempo, ou pelo menos antes de Yuri fazer muito dano, mas ela não tinha certeza de que faria. Mari sabia que ela nunca tinha estado mais assustada. Então, o zumbido tinha começado. Bem, em primeiro lugar, tinha sido apenas um zumbido na cabeça, mas depois de algum tempo, o zumbido tinha começado a formar palavras. No início, ela assumiu que estava ouvindo o rádio de alguém. Então ela percebeu que as palavras estavam em sua cabeça. Então, ela ficou realmente com medo. Ela estava obviamente perdendo a razão. Quando ela finalmente começou a entender as coisas que ela percebeu que havia dois homens e eles estavam discutindo. Agora, normalmente, quem conhecia Mari sabia que ela era uma menina de temperamento doce e quase nunca ficava brava, mas as coisas não


estavam normais, e ela estava chateada. —Eu estou esperando aqui. Poderiam se apressar? Esse cara não vai esperar muito mais tempo e eu realmente prefiro manter minhas roupas! — Mari disse. Ela era uma cabeça quente. Cole já estava cativado pela menina, e ele ainda não tinha sequer sentido sua pele suave como a seda. Isto não era nada bom para ele, mas com certeza ia ser divertido. —Apenas uma pequena distração, bebê, seria muito apreciado. —Será que isto é suficiente? Cole quase engoliu a língua, enquanto observava a menina lentamente começar a puxar a camiseta branca pela cabeça, deixando-a vestida apenas com um sutiã branco. Um sutiã, que Cole rapidamente notou, mal continha os seios generosos. —Huh, sim, vai ser suficiente. Cole gemeu, seu pau ficando mais duro do que ele podia lembrar. Ele viu quando ela passou os dedos através dos fios de seda do cabelo que tinha se soltado de sua trança e acariciou o rosto dela, hipnotizando-o. Enquanto ela trabalhava lentamente a saia de retalhos para baixo de sua cintura ele conseguiu seu primeiro vislumbre de seus quadris completamente arredondados, Cole percebeu que isso não era uma menina. Ela era toda fantasia sexual que Cole poderia pensar, tudo em uma pequena mulher. —Oh homem, Bear, estamos em tantos problemas. Cole gemeu. Sim, ela tinha “problema” escrito sobre cada curva que ela tinha. E ela tinha curvas em todos os lugares. Essa mulher era construída como um sonho molhado. Cole pensou que seus olhos se reverteriam em sua cabeça, quando finalmente caiu à saia no chão e ficou ali, desafiadora, em tudo, além do sutiã e a menor calcinha que ele já tinha visto. Seu pênis estava travando uma guerra com o cós de sua calça para a liberdade.


Ela estava deslumbrante. Ele tinha um olhar gentil para ela com seu cabelo castanho longo contido pelas costas por uma trança única. Alguns fios de cabelo haviam se soltado e flutuado em torno de seu rosto, aparentemente acariciando seu rosto. Ela não era muito magra como muitos dos outros homens preferiam as mulheres, mas tinha curvas em todos os lugares certos. Cole gostava que sua mulher fosse curvilínea e com um pouco de carne em seus ossos. Essas minúsculas, mulheres delicadas assustavam o inferno fora dele. Ele estava sempre com medo de quebrá-las, estava sempre com medo de realmente deixar-se ir. Cole tinha sido sempre um homem grande e as enormes proporções de seus seios lhe disse que ele tinha sido um menino muito bom. Tão grande quanto suas mãos eram, aqueles seios podiam enchê-las perfeitamente. Mas ele não foi positivo. Podia ter que levar alguma investigação da parte dele, e ele estava mais do que disposto a ter o trabalho de descobrir. Eles pareciam que iriam se derramar direito para fora do sutiã se ela respirasse fundo. Cole podia sentir a água na boca só de olhar para eles, de imagens envolvendo a língua ao redor dos mamilos rosa pálido nos topos das taças do sutiã. Ela tinha talvez 1,60 mts. Ela apenas atingia seu peito, o que estava bem para ele. Suas pernas eram longas e bem construídas, apenas o certo para envolver em torno de seus quadris quando ele mergulhava em suas profundezas quentes. E ele podia ver seu abdômen arredondado logo acima da linha da calcinha. Tanto quanto Cole estava preocupado, ela era perfeita. E ele não podia esperar para tocá-la, sentir sua suavidade contra a sua, seu corpo enrolado em torno dele. Mas primeiro ele e Bear tinham que resgatá-la. Bear agachado no mato avançava seu caminho para mais perto de Yuri enquanto observava Cole rastejar para fora em um galho de árvore baixo. Ele parou na beira da campina, dando várias respirações profundas para abrandar seu coração acelerado. Ele simplesmente não conseguia obter um tempo, sempre calmo que ele geralmente tinha


durante uma missão. Já as emoções de Bear eram esmagadoras. Ele estava cheio de felicidade porque ele e seu irmão tinham encontrado a sua companheira; de apreensão, porque ele não sabia se ela iria aceitá-los ou as coisas que precisavam dela; medo, porque ele não sabia se ela iria aceitá-lo; e quase um desejo incontrolável por esta menina. Bear ficou tenso quando viu Cole ficar lentamente pendurado de cabeça para baixo no galho da árvore logo acima da cabeça de Yuri. Que diabos que ele está fazendo? Bear assistiu com espanto quando Cole abaixou seu corpo para baixo até que ele estava completamente de cabeça para baixo pendurado sobre a cabeça de Yuri. —Distração. Ok, bebê, apenas mais uma pequena. Cole abaixou as mãos lentamente, atingindo a cabeça de Yuri. —Oh inferno, tanto para manter minhas roupas — reclamou a mulher. Cole ficou de boca aberta quando viu a mulher chegar para o fecho da frente do sutiã e tirou-a aberto, soltando-o lentamente os braços, revelando seus seios enormes em toda sua glória nua. O ar saiu rápido dos pulmões de Cole em uma enorme lufada quando ele deu uma olhada em seus seios suculentos com suas auréolas rosadas. Foi barulho suficiente para alertar Yuri de sua presença acima dele. Assim que Cole recuperou a compostura, Yuri pulou para frente e agarrou a menina envolvendo seu braço em volta de seu pescoço e pressionando seu corpo contra seu. —Uh, uh, uh. Eu não penso assim. Yuri segurava a faca no pescoço da menina, pressionando apenas com profundidade suficiente para tirar uma gota de sangue. Cole capotou e caiu no chão, caindo em seus pés e levantou-se para enfrentar Yuri. Seus lábios se apertaram na gota de sangue arrastando no pescoço da menina. Só mais uma coisa para fazer Yuri pagar. —Não faça nada estúpido, Yuri.


Cole levantou as mãos em posição de rendição. Seu olhar brevemente desceu para os seios nus contra a sua vontade. Seu pênis instantaneamente saltou para atenção. Interiormente Cole gemeu. O que ele não daria pra estar lá e depois estar em qualquer lugar onde ele pudesse enrolar sua língua em torno dos doces mamilos. Ah, sim, ele pode fazer uma refeição dessas belezas. Um guincho pequeno rapidamente trouxe Cole de volta ao presente e longe de suas reflexões. Ele se encolheu de vergonha no medo que viu em seu rosto. Ele não podia acreditar que ele estava ali tendo fantasias eróticas com a menina enquanto ela tinha um louco com uma faca em sua garganta. —Oh homem, que tipo de monstro eu sou? — Cole perguntou. —Concentre-se homem. Mantenha sua mente no jogo — Bear advertiu. —Para o inferno com foco e para o inferno com o jogo. Tirem-me deste cara e você pode fantasiar sobre meus seios tudo o que quiser! — o jorro da voz feminina furiosa. As sobrancelhas de Cole subiram quase para o seu couro cabeludo, quando ele olhou um pouco para os olhos dela e viu que eles estavam cheios de raiva e não de medo. Ele tentou acabar com o pequeno sorriso nos cantos dos lábios por sua indignação. —Sim, senhora. Cole levantou os olhos de volta para Yuri. Ele podia ver Bear rastejando atrás dele. Eles teriam que jogar isso certo, se quisessem manter a menina segura. —Desmaie — Cole direcionou para a menina. Seus olhos quase saltaram para fora de sua cabeça. —O quê? —Teria ele realmente dito a ela pra desmaiar? Não vai acontecer. Cole repetiu, tentando impedir um sorriso de se formar em seus lábios. —Desmaie! —Eu não vou desmaiar. De que diabo esta falando? — Este homem era louco.


Primeiro ele a manda tirar a roupa e, agora, ele queria que ela desmaiasse? —Você obviamente perdeu sua mente. Cole quase revirou os olhos. —Simplesmente faça-o. —Não tome esse tom comigo. — Havia tanta coisa que uma garota podia suportar antes de perder a compostura. Mari não achava que alguém pudesse lhe impedir uma pequena birra considerando as circunstâncias. —E pare de me dizer o que fazer. Cole podia ver a raiva saindo de seus olhos. Porra, com certeza ela era bonita quando ela estava zangada. —Você discute com todo mundo ou só comigo? Ele teria que se lembrar disso. —Só você! — Ela gritou. —Oh inferno, apenas faça-o. Ela inclinou a cabeça um pouco de lado. —Diga por favor — ela olhou para ele. —O quê? — Cole podia ver o riso nos olhos de Bear, quanto ele olhou Yuri brevemente por baixo de seus cílios. —Diga por favor — ela repetiu, com um pequeno sorriso de autossatisfação em seus lábios. Cole jurou a si mesmo ali e agora, que ele estava indo bater na bunda dela na primeira chance que tivesse. —Por favor! — ele disse entre dentes, com a mandíbula apertada. Cole não tinha certeza de quem estava mais surpreso, ele ou Yuri, quando Mari deu um pequeno gemido e desmaiou. Ele saltou para frente para agarrar a faca quando Yuri a baixou de seu pescoço para pegar a menina que caia.


Ele lutou brevemente com Yuri quando Bear se aproximou e agarrou-o pela cabeça. Na luta era revoltante todo o ruído que Yuri fez antes que ele caísse no chão, com o pescoço quebrado, obviamente. Cole olhou de relance para seu irmão gêmeo antes de assentir e voltar-se para a menina. Ele sabia que Bear odiava assassinato. Ele sempre foi um pacificador. Mas ambos sabiam que Yuri era um homem-morto no segundo que ele colocou um dedo sobre sua menina. —Você se importaria muito de tirar o corpo morto de cima de mim para que eu possa pegar algumas malditas roupas? O pênis de Cole bateu contra seu zíper, duro e grosso. Porra, ela ainda estava chateada e ainda era tão sexy como o inferno. Ele se agachou ao lado da menina quando Bear arrastou o corpo de Yuri à distância para os arbustos. Não queria assustá-la mais do que já estava. —Eu não sei, querida — ele disse enquanto passava os dedos pelo cabelo sedoso enrolando em torno de seu rosto. — Você parece muito boa onde você está. — De repente, ele se viu olhando para os olhos mais bonitos, sábios e coloridos que ele já tinha visto. Ela apenas olhou para ele, sem se mover.—Qual é o seu nome, doçura? — Gentilmente passou a mão do rosto dela para os lábios, distraidamente esfregando o polegar sobre os lábios inferiores cheios quando ele olhou em seus olhos. Cole não conseguia se lembrar de ter visto esse tom de verde antes. —Mari — Ela mal podia respirar e muito menos falar. O homem mais bonito que ela já tinha visto na vida dela estava sorrindo para ela, e parecia como se gostasse do que via. Ele estava ajoelhado então Mari não podia dizer o quão alto ele era, mas mesmo agachado seu corpo era enorme. Ele tinha cabelo curto e loiro cor de areia, que estava cortado rente a sua cabeça. Havia uma sugestão de sombra de uma barba em seu queixo quadrado, coberto com um bigode castanho claro. Seus olhos eram do cinza ardósia mais


lindo que ela já tinha visto. A camisa preta que ele usava estava esticada em seu peito e as calças pretas pareciam que foram pintados em suas pernas de mamute. Seus ombros eram tão grandes que encheram a visão de Mari. —Mari — Cole sussurrou. Sua mão se afastou de seu lábio e pelo queixo para baixo em sua garganta. Ele acariciou levemente os contornos suaves de sua garganta enquanto seu olhar relutantemente se afastou de seus olhos e viajou por seu corpo. Mari estava deitada de costas, com os braços para baixo em seus lados. Seus seios estavam suavemente em seu peito, os mamilos duros como pequenas pérolas enquanto ele observou. Eles eram perfeitos. Eles não eram pequenos, por qualquer meio, o que os fez certos para suas grandes mãos. O olhar faminto de Cole viajou passando dos seios para a curva ligeira de seu estômago, parando brevemente para admirar a inclinação suave de seu abdômen, onde se encontrou com a linha de sua calcinha. Não havia cachos se projetando além da borda do material sugerindo que ela poderia ser depilada. Oh Deus, Cole esperava. Uma mulher nua era uma coisa de se ver. E ele tinha toda a intenção de encontrar a si mesmo nela. Mais abaixo, passado o ápice de suas coxas e seus quadris suavemente arredondados, seus joelhos estavam ligeiramente curvados, mostrando o comprimento longo de suas pernas. Inferno, até mesmo seus pés eram sexy, as unhas dos pés pintadas de um vermelho brilhante. —Um nome bonito para uma bela dama. Mas dificilmente lhe faz justiça. — Ele passou a mão lentamente pelo seu peito, resistindo à vontade para tocar os seios com seus apertados mamilos, e para baixo após seu estômago. Ele pousou a mão brevemente na ligeira carne de seu estômago antes de descer para acariciar a curva arredondada de seu quadril. —Oh bebê, você é tudo que eu sempre quis em um só corpo quente — ele


sussurrou enquanto se inclinou para beijá-la. Cole, de repente, viu-se sentado na sua bunda quando seu foguete o empurrou e saltou para seus pés. Ela era mais forte do que parecia. Ele riu quando olhou para ela. Ela tinha tomado à posição de um guerreiro, pés ligeiramente afastados, as mãos na cintura, a cabeça jogada para trás em desafio. Ela era uma deusa. —Quem é você? —Ah, inferno, meu bem, eu sou a resposta a seus sonhos. Mari se abaixou e pegou sua blusa e puxou-a sobre sua cabeça. Então, agarrando a saia do chão, ela olhou para Cole. —Mais como meu pior pesadelo. Mari virou-se para fugir e correu para os braços de Bear. Suas mãos grandes agarraram para estabilizá-la, cobrindo quase toda a carne nua entre os ombros e cotovelos. As mãos de Mari pararam no peito musculoso de Bear, sentindo cada linha rígida sob sua camisa preta. Sua cabeça olhou para cima e para baixo, até que estava quase inclinado para trás quando ela finalmente encontrou seus olhos. Ela respirou fundo quando viu os profundos, esfumaçados, olhos cinzentos olhando pra ela. —Eu estava errada. Você é o meu pior pesadelo — ela sussurrou quando entrou em completa escuridão. Cole mal podia suportar ver o sofrimento nos olhos de Bear quando ele pegou a inconsciente Mari em seus braços. Ele não sabia se estava ferido pela angústia correndo por seu gêmeo com as palavras de Mari, ou por estar com raiva do que ela tinha falado pra ele. Como ela poderia chamá-lo de um pesadelo? Ele era grande, sim, mesmo enorme por muitos padrões, mas ele não era nenhum monstro. Cole estava quase tão irritado com Mari por ferir Bear como tinha sido com Yuri por machucá-la. Mari era supostamente ser a resposta para seus sonhos, sua esperança para


o futuro. Isso não... Esse pesadelo. ... —Cole — Bear interrompeu o que era a certeza de ser uma raiva impressionante enquanto lentamente deitava Mari nos braços de Cole. — Está tudo bem. —Não, não esta. Ela deveria pertencer a nós dois — Cole reclamou. Bear olhou Cole diretamente nos olhos. —Nós dois sabíamos que isso poderia acontecer. —Isso não está certo, Bear. Bear encolheu os ombros maciços. —Aparentemente, não era para ser — Bear disse quando ele gentilmente acariciou rosto de Mari, com a mão cobrindo quase todo o seu rosto. — Pelo menos um de nós vai tê-la. —Nós dois teremos ela — disse com confiança — Bear, eu não vou fazer isso sem você. Bear negou com a cabeça. —Sim, você vai. Tem de ser. — Ele olhou para Cole. — Por favor, por mim. Cole fechou os olhos contra as lágrimas nos olhos cheios de Bear. —Benjamin. —Por favor, Coleman, eu nunca te pedi nada. —Eu sei que você não quer, mas você não pode pedir isso pra mim. Cole sabia que ele não poderia fazer isso sem Bear. Ele abriu os olhos para olhar para seu irmão. —Eu vou fazer o que você quiser. Você sabe disso, mas, por favor, não me peça isso. —Eu estou pedindo isso, Cole. — Bear olhou de volta para baixo, para Mari. —


Você sabe que ela é a única. Nós dois precisamos. — Bear enterrou sua dor e olhou para Cole, mostrando a determinação em seus olhos. —Se você não levá-la agora você pode perdê-la. E então nós dois estaríamos sem ela. —Eu não quero perder você por causa disso. Bear deu um tapinha no ombro de Cole. —Eu sempre estarei a sua volta, mano. Cole olhou para Mari de volta sem suportar. —Você tem certeza sobre isso, Bear? Você vai ter que ver no seu dia a dia. Você saberá sempre. Droga, Bear, você vai saber tudo. — Ele deu um passo para Bear, querendo que ele soubesse o que aconteceria se ele fizesse isto. — Você pode viver com isso? Cole ficou triste ao ouvir o maxilar cerrado pela amarga risada de Bear. —Sim, eu acho que vou viver literalmente através de você. — Bear deu um tapinha no ombro de Cole uma última vez antes de se virar para ir embora. —Então, não fode isto! Cole assistiu Bear até que ele desapareceu na escuridão. Metade do seu coração estava nas mãos da mulher em seus braços. A outra metade foi com seu irmão de luto. Como poderia Bear sobreviver? Olhando para Mari, Cole mudou para mais perto de seu corpo, com seus braços apertados ao redor dela. Como ele poderia desistir dela? Como não poderia? Cole começou a longa jornada de volta ao seu ponto de partida, seguindo Bear. —Droga, a vida é um saco às vezes.

Capítulo 2

Mari abriu os olhos lentamente. Ela sabia que não estava em sua própria cama, pois o colchão não era esse mole. Mas dane-se se ela sabia qual cama que ela estava dentro.


Ela rapidamente se lembrou de ser resgatada na mata por dois dos homens mais sexy que ela já conheceu, mas tinha sido tão irreal, ela se perguntou se tudo tinha sido um sonho. Se o quarto do estranho estando vazio fosse qualquer indicação, talvez não. No entanto, isso ainda não explicava onde ela estava, e de quem era o quarto que estava, e onde aqueles dois homens lindos estavam. Mari teria estado muito mais feliz de acordar com um, ou ambos, na cama com ela. Apoiando-se sobre os cotovelos, ela olhou ao redor do quarto. Era um quarto simples pela maioria dos padrões, com apenas algumas peças de mobiliário e algumas pequenas bugigangas. Um par de aparadores de carvalho enfeitava a parede em frente à cama, perto de uma lareira grande. Duas claras cadeiras de camurça marrom descasavam em frente à lareira, uma mesa de carvalho pequeno entre eles. A única outra peça de móveis era um baú parecendo velho no canto. Fora isso, havia apenas a cama que Mari estava sentada e era enorme. Mari não conseguia se lembrar de ter visto uma cama tão grande. Mas era linda com brancos trilhos de ferro no pé e na cabeceira da cama. A cama estava coberta por uma enorme colcha branca, e em baixo, puros lençóis brancos de algodão. Entre a enorme cama, a colcha, e todos os travesseiros atrás da cabeça, como se ela tivesse dois anos de idade de novo, jogando na cama de sua mãe. Essa cama fez ela se sentir pequena. Sim, o quarto era absolutamente perfeito. Envolvendo a colcha em torno de seu corpo nu, Mari andou para o carvalho bonito enquadrado portas francesas para a esquerda da cama. Além dos painéis claros de vidro, ela viu outra visão pitoresca. Pastos cercados cheios de gado, campos coloridos, um enorme lago azul e verde das florestas que cercam a todos. Além disso, as montanhas cobertas de neve de altura, cercando o vale pouco como se estivesse protegendo-a do mundo.


A visão era de tirar o fôlego. Era uma imagem que teria feito algum artista ter uma coceira artista e agarrar tela e pincel. Tudo que ela sempre sonhou para sua casa quando ela havia sido uma criança. Só que não era sua casa. Então de quem era? Mari afastou-se da janela e caminhou para uma das outras duas portas do quarto. Atrás da porta número um era um banheiro, embora Mari tivesse certeza de que seu quarto inteiro em casa seria facilmente encaixado neste spa pessoal. Pias duplas, um grande box no chuveiro com pelo menos seis chuveiros e maior banheira do mundo submerso, rodeado por azulejos brancos. Fechando a porta do banheiro Mari deu um passo para a última porta quando de repente se abriu e um dos maiores homens que Mari já tinha visto entrou no quarto, fechando a porta atrás de si. Mari imediatamente o reconheceu como um dos homens que tinha a resgatou. Ela não sabia se ficava com medo de seu tamanho ou excitada. Se a umidade entre suas pernas eram qualquer indicação sobre isso, definitivamente, seu corpo tinha uma opinião. Só de olhar para ele fez sua libido saltar para cima e para baixo, gritando, "yippee!" Ele era lindo. Cada centímetro de sua musculatura, corpo bronzeado proclamou a sua sensualidade. Mari apenas estava coçando para descobrir o que ele estava escondendo por trás das linhas dos jeans desbotado além das grossas coxas poderosas, ou se ele tomava sol nu. A camisa branca estava esticada sobre o peito musculoso e os ombros mediam facilmente duas vezes a largura do dela. Seus traços faciais foram esculpidos como um gladiador romano com uma pitada de restolho da manhã enfeitando seu queixo quadrado. E o seu cabelo castanho cor de areia era curto, mas não tão curto que Mari não pudesse pegar um punhado enquanto arrasta-o para um longo beijo, o que soou como um pecado para Mari. Ela sabia que tinha que estar sonhando quando sentiu uma surpresa momentânea, enquanto seus lábios se encontrarem antes de seus braços em volta dela, puxá-la para mais perto. Ah, sim, ele estava duro todo, especialmente a parte mais dura do longo corpo dele


pressionada contra seu estômago. Enquanto sua língua varreu dentro de sua boca, o corpo de Mari eclodiu em um coro de aleluia. Suas mãos grandes estavam por toda parte, de volta, ao seu cabelo, passando pela curva de seu quadril. Quando chegou à sua bunda nua, Mari sentiu um arrepio através de seu corpo antes que ele a pegasse em seus braços, centrando sua ereção dura contra seu centro aquecido e envolvendo as pernas ao redor de sua cintura. Este era o céu. Cada toque de suas mãos deixavam um inferno em seu rastro. Mari estava em chamas e não tinha intenção de apagar as chamas. Ninguém jamais quereria isso. Ela certamente não ia dizer não, quando o homem dos seus sonhos não conseguia manter suas mãos longe dela. Ela queria tocá-lo desde o momento em que ela o tinha visto na floresta. Se este era um sonho, ela esperava que ela nunca mais acordasse. Cole quase pulou da cama para depositar a pequena bola de fogo em seus braços para a cama. Com uma mão envolvendo-lhe o cabelo, ele usou a outra para desabotoar a calça jeans e empurrá-las para fora do caminho, liberando seu pau doendo antes de segui-la para a cama. Tão pequena como Mari era comparada a ele, ela ainda parecia se encaixar perfeitamente entre suas coxas. Com seu pênis sentindo o calor de sua carícia, Cole sabia que ele tinha que estar dentro dela imediatamente ou ele morreria. Não havia tempo para preliminares. Ele não sobreviveria. Cole tirou seus lábios dos dela tempo suficiente para contemplar os seus olhos cheios de paixão. Embora preliminares estivessem fora de questão nesta fase, ele tinha que ter a sua aceitação antes que ele pudesse levá-la como ele queria. —Mari, bebê. A única resposta foi a de envolver as pernas ao redor de sua cintura, puxando seu


corpo ainda mais, se isso era possível. Ele gemeu quando se sentiu afundar em suas dobras aquecidas. Ela era tudo fogo e seda, envolvendo seu pênis queimando. Oh Deus, ela era tão apertada. Ele era um maldito virgem novamente. Ele não tinha força para levar as coisas devagar. —Você é tão gostosa. Cole pegou Mari, segurando-a no lugar quando começou a lentamente empurrar para o controle apertado de seu corpo. Cole tentou ir devagar, para levá-la facilmente, mas quando seu corpo começou a tremer quando ela gozou, ele sabia que estava perdido. "Oh sim, bebê, apenas assim." Ele estava no céu. —Ah, foda-se, Mari. — Agarrando seu quadril, Cole perdeu todo o senso de controle e fez pressão em seu centro, de novo e de novo até fogos de artifício explodirem atrás de seus olhos e ele derramou seu esperma em seu ventre. Cole vagamente notou que Mari tinha alcançado outro clímax enquanto ele continuava bombeando por alguns momentos. Ela se sentiu tão bem envolvida em torno de seu pênis, ele nunca queria que acabasse. Ele enterrou seu rosto em seu cabelo cheiroso até que ele pudesse se levar a parar. Puxando seu corpo flexível ele pegou Mari e levou-a para o banheiro. Apoiandoa sobre sua perna e segurando –a no lugar com o braço em volta dela, ele voltou até a água e esperou que esquentasse. Uma vez que a água estava em uma temperatura aceitável, acrescentou sais de banho e depois colocou Mari na banheira. Pegando um pano limpo, ele começou a lavá-la. Quando ele esfregou a toalha sobre o corpo limpo de Mari, de repente, lembrouse do vínculo que tinha com seu irmão. Ele estendeu a mão para ele, encontrando-o respirando pesadamente. Cole sabia que Bear tinha gozado junto com ele e Mari. —Você está bem?


Bear riu: —Sim, mas talvez você pudesse me dar um pequeno aviso na próxima vez. Ele riu de novo lembrando o inferno que ele de repente teve ao preparar seu cavalo e seu traço louco para encontrar uma baia vazia privada quando ele sentiu a paixão consumir seu irmão. —Isso foi uma chamada muito perto. Embora ele soubesse que tinha sido sua própria mão ao redor de seu pênis dolorido ele tinha se sentido com Mari. Cada traço, cada impulso de seus quadris lhe tinha feito sentir quase como se ele estivesse empurrando a si mesmo no corpo melado de Mari. Ah, claro, ele sabia que não era o mesmo, mas ele ainda não conseguia manter a satisfação de encher seu coração, ou a tristeza que ele nunca sentiria o seu doce corpo para si mesmo. —Eu vou ficar bem, Cole. Apenas cuide do nosso bebê. Cole terminou de banhar Mari, antes de tirá-la da banheira e a secar. Levando-a de volta para o quarto, ele cuidadosamente a deitou na cama, colocando a colcha em torno de seus ombros. Ele voltou para o banheiro para tomar um banho rápido antes de se secar e subir na cama ao lado de Mari, puxando-a para perto de seu corpo enquanto envolvia os braços em torno dela. Dando um pequeno beijo em sua cabeça, ele colocou-a em seu corpo. Ele estava um pouco preocupado por Mari não ter aberto os olhos ou trocado uma palavra com ele. Ela estava lamentando que tivessem feito amor? Se ele tivesse sido muito rude com ela? Ela o via como um monstro como Bear? Fazer amor com Mari foi o paraíso na terra, mas apenas segurando ela era delicioso, também. Cole nunca pensou em ser feliz apenas segurando uma mulher. Ele geralmente ia para cima e ia embora a poucos minutos do final. Ele não conseguia sequer se lembrar de realmente dormir com uma mulher durante toda a noite e muito menos ter uma em sua casa. Ele sempre foi para a casa dela, ou um motel barato. Ele nunca trouxe uma


mulher para casa. Mas ele se sentia em paz, completo. Ele não sentia paz desde, bem, ele não se lembrava de já haver se sentido em paz. Ele só tinha que compartilhar esse sentimento com seu irmão. Era diferente de tudo que ele já havia sentido. —Eu sei, Cole, eu sei. Cole sentiu seu irmão enviar-lhe os sentimentos de contentamento, mas ele não tinha certeza se era para o bem de Cole ou o seu próprio. —Não vá longe, ok? Esta ainda é a sua casa. Bear riu. —Eu não vou, mano. Estarei aí em breve. —Quem é você? Mari sussurrou, quebrando o silêncio da sala, tirando Cole da sua conversa com seu irmão. Ela percebeu que não estava sonhando quando Cole tinha a colocado na banheira. Até aquele momento, ela estava vivendo em uma névoa de luxúria induzida de prazer. Ela não tinha ideia de onde estava ou quem tinha apenas sacudido seu mundo inteiro. Ela não havia dito qualquer coisa, enquanto ele a banhava, com medo de que qualquer palavra acabasse com o sonho feliz que ela estava vivendo! Coisas como esta não aconteciam para ela. —Eu sou seu. Mari virou a cabeça para olhar pra ele por cima do ombro. —Não, eu quero dizer, qual é o seu nome? Cole riu: —Você não acha que você deveria ter perguntado isso antes de me deixar afundar meu pau dentro de você?


Mari sentiu-se corar por todo o corpo até os dedos dos pés. —Ah, você é uma menina real. Aposto em explosivas festas, também. Ela virou de volta e tentou fugir para longe, mas Cole não estava tendo nada disso. Ele rapidamente a puxou de volta para ele, ancorando-a no lugar com seus braços poderosos. —Cole. Meu nome é Cole — ele sussurrou em seu ouvido. —Cole? — Ela perguntou em um sussurro de respiração quando ele jogou seu redor para olhar em seus olhos. O som de seu nome em seus lábios mel enviou um arrepio de luxúria direto para seu pênis, o despertando. —Sim, senhora, Coleman James Daniels, ao seu serviço. —Onde eu estou, Cole? Seu sorriso era mau quando ele respondeu: —Na minha cama. —Divertido seu senso de humor é justamente perfeito. Mas eu vou tocar junto. Onde está a sua cama? — Mari perguntou. —No meu rancho — ele riu. Mari revirou os olhos. —Ok, e onde é exatamente a sua fazenda? Cole riu. Ele poderia dizer que Mari estava ficando irritada com ele. Mas com certeza ele adorava vê-la quando ela estava irritada. —Um pequeno vale chamado Graves Creek. Mari soltou um suspiro profundo.


—E onde está localizado este vale? Cole mal podia segurar o riso. —Southern Oregon. —Cole. — ela gritou quando lhe deu um soco no braço. Ele não conseguiu mais conter o riso. Envolvendo Mari firmemente contra ele, Cole rolou até que ela estivesse descansando em seu peito enquanto sua risada retumbava. Quando conseguiu finalmente recuperar a compostura, deu um beijo rápido em seus lábios antes de lhe dizer que seu voo da meia-noite a partir das Montanhas Cascade, na noite anterior, onde Yuri havia sequestrado ela e ao menino. Disse-lhe da decisão que ele fez para trazê-la para casa para sua fazenda, enquanto ela estava inconsciente. —Então — Mari finalmente disse — como é que eu posso ouvir você na minha cabeça e falar com você? Cole encolheu os ombros. —Eu não tenho certeza, mas eu não estou reclamando. Eu só nunca falei com outra pessoa sem ser meu irmão. Cole inclinou a cabeça para um lado, as sobrancelhas desenhadas juntas em uma carranca. —Por quê? Isso te incomoda? —Eu não decidi. Você tem que admitir que é um pouco estranho — respondeu Mari. —Sim, mas isso pode ser muito divertido. — Cole sorriu para Mari. — Só pense que quanto será mais fácil para me dizer o quanto você gosta da minha língua na sua buceta quando meu pau está em sua boca. Cole olhou para Mari sob seus cílios para ver como ela estava tomando suas palavras. Seu pênis saltou ante o sorriso sensual aparecendo de repente na boca de Mari.


—É isso mesmo. Você não dizendo algo sobre estar no meu serviço? Mari envolveu seus ombros largos e se inclinou para pressionar seus lábios nos dele. Mari não podia acreditar que estava provocando este homem novamente. O que ele deve estar pensando dela? Claro, ela não era virgem, mas ela geralmente não caia na cama com um homem na queda de um chapéu, ou o fechamento de uma porta, ou algo assim. Sua experiência sexual consistia em uma brincadeira adolescente no banco de trás do carro de seu namorado do colégio e um parceiro de uma noite só. Ela quase não tinha experiência. Coisas como esta só não aconteciam com ela. Mas com certeza ela não iria só olhar para o deus do sexo ali presente . —Isso. Manutenção soa muito bem. Então é melhor você começar, vaqueiro. Cole não poderia concordar mais. —Sim, senhora.

Mari acordou algumas horas mais tarde, com um corpo quente pressionado atrás dela, mãos fortes acariciando seus seios, os dedos apertando os mamilos, e um pau duro empurrando em seu canal apertado. Ela estava um pouco dolorida após as quatro vezes que havia sido acordada durante a noite exatamente da mesma maneira, mas não o suficiente para impedi-lo. Ela respirou fundo quando Cole se inclinou para frente e puxou a colcha pelo


resto do caminho de seu corpo. Em um movimento para frente, Cole puxou Mari e caiu sobre seu estômago. Ele a puxou de volta para seus braços, descansando o rosto contra a pele lisa de suas costas. Suas mãos corriam por suas costas e para baixo para acariciar suas nádegas. Cole inalou o doce aroma de Mari, sua paixão estava desenfreada. —Oh, bebê — ele sussurrou na cabeça de Mari quando apertou seus lábios contra sua pele suave — Você não tem ideia do quanto eu quero você. A resposta de Mari foi a aceleração rápida seu pulso, um tremor de afluência através de suas veias. Em algum lugar, no fundo de sua mente, Mari sabia que ela estaria totalmente mortificada amanhã sabendo que estava praticamente vivendo com um estranho. Mas, por agora, tocando-o era a única coisa que ela queria pensar. O toque dos lábios de Cole na bochecha de sua bunda enviou uma onda de choque através do corpo inteiro de Mari. O sangue bateu em seu cérebro, saltou por seu coração, e fez tremer as pernas. Ao sentir o arrepio no corpo de Mari, Cole apartou seus braços fortes em torno de Mari e a puxou de volta para o seu colo, puxando-lhe as pernas para suas coxas. A sensação do fundo de Mari pressionada contra suas coxas deixou seus sentidos cambaleando. Sua respiração tornou-se aguda e rápida, quando sentiu os dedos de Mari acariciando os tendões fortes na parte de trás do seu pescoço. Cole empurrou o corpo de Mari de volta sob sua cama. Suas mãos exploraram as linhas de contorno de suas costas, sua cintura, e seus quadris. Seus lábios exploraram a suave curva de seu pescoço. Cole empurrou para baixo e o corpo de Mari descansou em seus braços, as pernas ainda abraçando suas coxas. Acariciou seu pênis duro ao longo das dobras molhadas de Mari, atingindo apenas o ponto certo a cada vez que ele empurrou seus quadris. Mari desesperadamente tentou levá-lo para sua entrada arqueando os quadris, mas Cole tinha outros planos.


Ele chegou em torno de Mari, as mãos acariciando seus seios inchados. Instintivamente, o corpo de Mari arqueou em direção ao seu, seus mamilos endureceram sob seu toque. Um pequeno gemido escapando de seus lábios, Mari acariciou o comprimento dos braços de Cole. —Ah, sim! O gemido atormentado de Cole foi todo o aviso que Mari teve antes dele se ajustar a ela e levá-la em uma onda de êxtase com a pressão de seus quadris. O mundo girou e se inclinou sobre seu eixo e explodiu em uma chuva de sensações de fogo. Mari voltou a seus sentidos lentamente, sentindo os dedos longos de Cole em seus mamilos sensíveis. Seus pensamentos fragmentaram quando as mãos e os lábios de Cole continuaram a lenta exploração de seu corpo. Ela estava exausta e as costas doíam entre as omoplatas. E ela nunca tinha estado mais feliz. Cole levantou a cabeça dela e deixou sua boca sobre os lábios dela, seu beijo lento e persuasivo. Ele empurrou-se fora de seu corpo cansado e rolou para o lado, um braço em torno de Mari e a puxando com ele, colocando suas curvas em tornos de si. Mari dormiu enrolada ao lado de Cole, suas mãos acariciando as longas filas em suas costas. Cole pensou em tudo o que tinha acontecido nas últimas vinte e quatro horas. E tudo o que tinha sido tirado de seu irmão. Se houvesse algum jeito, qualquer forma, que ele pudesse ajudar seu irmão, ele o faria. Mas aqueles eram pensamentos que poderiam esperar até a manhã, depois de ter feito amor com Mari, novamente, pelo menos uma vez, talvez duas. Sim, ele poderia se acostumar com isso.

Capítulo 3

Uma semana depois, Cole saiu do banheiro, secou o cabelo ainda úmido com


uma toalha branca. Mari olhou para ele e sentiu a onda de tensão sexual com sua aparência, mais uma vez. Desta vez, seus pés estavam descalços, mas ele estava mais uma vez vestindo jeans desbotados e sem camisa. Principalmente porque Mari tinha roubado sua camisa branca e estava até agora usando-a. Cole olhou para cima quando ouviu Mari inalar. Ele enviou-lhe um sorriso muito mal, muito sexy. Porra ela parecia boa lá sem nada, só com sua camisa. Mal cobria seus joelhos, cobrindo tudo corretamente, mas deixando muito à imaginação. Ele gostou da ideia de Mari vestida com suas roupas, ter algo seu pressionado contra sua pele nua. Mari olhou para fora da janela, ela estava em pé, seu olhar pensativo em algo além de sua linha de visão. —Quem é ele? Cole cruzou o quarto para ficar atrás de Mari e olhou para além dela, envolvendo os braços em torno dela. —Quem é quem? —Aquele homem. Ele foi o outro que me salvou, não foi? — Mari perguntou enquanto apontava para a janela. Assim que ele viu Bear no pátio conversando com seu capataz que soube do que ela estava falando. As coisas entre ele e Mari estavam indo muito bem desde o momento em que ele abriu a porta do quarto há uma semana. Melhor do que ele esperava. Ele realmente não queria falar sobre Bear, com medo de que isso pudesse destruir a camaradagem pacífica que se desenvolveu entre eles. Mas, ele também sabia que ele nunca poderia mentir para Mari. Isso definitivamente não era como ele queria começar seu relacionamento. —Meu irmão gêmeo, Bear. — Bear. Foi ele o outro com quem eu estava falando na floresta? Cole balançou a cabeça enquanto deixava cair os braços e caminhou até a cama.


—Benjamin Jacob Daniels. Mas nós sempre o chamamos de Bear. Cole sentou-se ao lado da cama e terminou de se vestir. As palavras seguintes de Mari o deixaram em choque. —Por que ele está tão triste? Mari ainda estava assistindo Bear pela janela, assim ela não viu a queda da mandíbula de Cole ou rapidamente sua volta ao lugar, seus lábios em uma linha fina apertada de frustração. —Ele perdeu alguém que ele esperou toda a vida. — Porra, como é que ele explica isso? —Bear? Você está projetando? — Cole pediu a seu irmão através de sua ligação mental. —Eu não penso assim. Por quê? — Bear perguntou curiosamente. —Mari queria saber por que você estava tão triste. Cole assistiu a cabeça de Mari, de repente, virar-se e seu corpo ficar rígido. —Você está falando com ele agora, não é? Assim como você falou comigo na floresta — disse Mari. Cole acabou de colocar suas botas de vaqueiro antes de virar a cara Mari. —Por que você diz isso? Mari olhou as características sombrias de Cole depois de voltar a olhar para a janela. —Porque ele está ali de pé olhando para mim. — Ela apontou para a janela novamente. Cole olhou pela janela e viu Bear olhando na janela, um olhar triste em sua face. —Sim, eu estou. — Cole apenas balançou a cabeça e caminhou até a cômoda para pegar outra camisa.


—Quem ele perdeu? Cole podia sentir o sangue seu congelando nas veias. Ele, portanto, não queria ir para lá. —Mari, eu não vou discutir meu irmão com você. Mari riu. Não era uma risada boa. —Você não vai discutir o seu irmão comigo? Mas eu sou boa o suficiente para foder! Eu acho que me permite saber onde eu estou. Mari caminhou para a porta, mas foi interrompida quando Cole a agarrou pelos ombros e girou em torno dela para encará-lo. Mari podia ver que ele estava com raiva, muita raiva. Seus olhos ficaram quase pretos. —Meu irmão não é um tema para discussão. Ela ficou chocada com a raiva com essas palavras, e talvez até um pouco assustada. —Quem ele perdeu? Cole balançou Mari pelos ombros. —Não vou discutir isso com você. Cole deixou Mari ir tão rápido que ela quase caiu no chão. Ele andou até a janela e olhou para o seu irmão. Mari se aproximou e colocou os braços ao redor de Cole, suas mãos mal tocando seu peito. —Por favor, me diga. Cole deixou cair à cabeça para trás e olhou para o teto, com as mãos vindo descansar sobre as de Mari. —Por que você precisa de saber?


Mari balançou a cabeça e foi sentar-se ao lado da cama. —O inferno se eu sei, mas eu quero. — Ela podia sentir a necessidade de saber dentro dela. Ela só tinha que saber. —Ele estava lá na floresta. Eu podia ouvir vocês dois conversando como se você estivesse na minha frente. Cole deu um último olhar para seu irmão antes de virar a cara para Mari. Ele não queria fazer isso. Alguma coisa dentro dele gritou que ele poderia perder Mari, se ele não lidasse com isso da maneira correta. —Por favor — ela sussurrou, olhando para ele. Passando uma mão agitada por seu cabelo, Cole xingar antes de ir se sentar ao lado de Mari. —Você está bem? —Ele perdeu você. — Choque foi escrito em todo o rosto de Mari quando ela olhou para Cole. Cara, ela realmente podia pegá-los, não podia? Este homem era louco. Ela deveria ter percebido. Tinha sido muito perfeito. —Do que no mundo você está falando? Cole podia sentir a raiva agarrando seu coração quando ele se lembrou do que Mari tinha dito a Bear quando eles se conheceram. —Quando te encontrei, você o chamou de pesadelo, então desmaiou. —Primeiro de tudo, eu nunca desmaiei. Eu perdi a consciência. Desmaio é para os fracos. Segundo, como diabos isso significa que ele me perdeu? Ele nunca me teve. Eu nem o conheço. Exceto por esse tempo na floresta, eu ainda não o vi. Cole ficou de pé e começou a andar desesperadamente pela sala. Explicando esta situação ia ter um monte de finesse, Cole não tinha certeza que ele tinha muito disso agora. Sua mente estava caindo com as emoções, pensamentos e


fantasias. Ele não conseguia resolver isso. Ele andou por vários momentos antes de parar diante dela. Ele passou a mão sobre o rosto com frustração antes de olhar para ela. —Olha, Mari, Bear e eu sabíamos que você estava destinada para nós no minuto em que te vimos. Ele se sentia como se estivesse de pé à beira de um penhasco, decidindo se saltava ou não. O olhar de Mari era de completa confusão. —Vocês sabiam? O que isso significa? —Eu não sei exatamente como explicar isso. Mari soltou um bufo de descrença. —Desde o começo seria bom. —Bear e eu sempre soubemos que havia uma mulher especial lá fora criada apenas para nós. Que significaria muito para nós. Uma mulher que entenderia o vínculo único que Bear e eu temos. —Você quer dizer à maneira que você dois podem se comunicar entre si? — Mari perguntou. —Sim, algo assim. — Tomando respiração profunda, Cole pulou de um penhasco, esperando que Mari estivesse lá para pegá-lo — Isso, e o fato de que ele compartilharia você. —Me compartilhando? O que diabos isso significa? — Mari podia sentir sua voz ficando mais alta, enquanto seu espanto tomou conta de suas emoções. Ela também não achava que fosse possível um homem tão grande com um olhar tão confuso, mas ele estava. Na verdade, foi bonitinho de se ver. —Ele e eu temos uma ligação especial. Você experimentou quando te resgatamos


de Yuri. — Ele lembrou. Mari assentiu. —Sim, eu me lembro. Você pode falar telepaticamente. —Nós sempre tivemos essa ligação, desde o nascimento que pensamos. Bem, há uma nova dimensão para a nossa obrigação. — Ele estava tentando reunir seus pensamentos em conjunto para descrever o vínculo que tinha com Bear sem Mari se assustar. —Tudo o que um gêmeo sente — disse ele, com a voz muito baixa — o outro também sente. Não importa se é apenas comigo. Bear vai se sentir dentro de você. Ele vai sentir você enrolada no meu pau, sentir o toque de suas mãos em meu corpo. — Os olhos de Mari se arregalaram quando Cole continuou. — Esse é o elo que compartilhamos Mari. O que eu preciso, é o que ele precisa. O que eu quero, ele quer. O que eu amo, ele também vai amar. E é o mesmo para ele. Cole esperou Mari dizer algo, para condenar ao inferno para os loucos que eles eram. Quando ela não disse nada por alguns momentos ele olhou para a sua cabeça curvada. Os dedos de Mari enrolados no edredom. Sua cabeça inclinada para que ele não pudesse ver seus olhos, para ver o que ela poderia estar pensando. Quando ela não disse nada, ele continuou. —Devido a esta ligação particular, nós sempre soubemos que iríamos partilhar uma mulher. Nós nunca seríamos capazes de ter uma mulher para cada. Isso não seria justo para nós, ou para elas. Bear e Cole tinham tentado uma vez e viram que o vínculo que compartilhavam um com o outro nunca permitia a qualquer um deles uma relação tradicional com uma mulher. Mas no momento em que tinha os olhos em Mari, os dois homens tinham conhecido imediatamente que ela era a mulher para eles. Se ela concordasse com a sua relação pouco convencional era outra história. Havia muito para ela considerar. Ela não teria um amante, mas dois, todos os dias e todas as noites, porque ela seria amada por ambos.


—E você acha que eu sou essa mulher? — Mari sussurrou cética. O olhar no rosto de Cole quando ele olhou para ela transformou o coração de Mari quase em parafuso. Foi pura emoção. —Sim, você é. Eu soube no momento que eu te vi. Bear também sabia. —É por isso que ele está tão triste, porque ele acha que me perdeu? Cole acenou com a cabeça quando ele se sentou ao lado de Mari novamente. —Sim, quando você deixou claro que estava com medo dele, ele perdeu-te. Ele me deu você para que pelo menos um de nós pudesse ter você. —Já estou entre vocês? É por isso que ele me deixou? —O inferno, eu não sei — respondeu Cole, esfregando uma mão pelo rosto antes de dobrar as mãos no colo. — Ele saiu porque ele tinha alguns negócios para cuidar. Mas isso tem sido difícil para ele, você sabe. Ele sente tudo que eu sinto. Isso é o que eu venho tentando lhe dizer. Choque e talvez um pouco de excitação varreu Mari. —Tudo? —Sim, isso também — Cole riu, referindo-se a sua vida amorosa antes. —Como isso é possível? — Mari perguntou com espanto. Cole balançou a cabeça. —Eu não sei. Nós sempre fomos capazes de conversar uns com os outros, sentir a dor do outro, o prazer do outro. —Então, em essência, fiz amor com ele e com você? Balançando a cabeça Cole disse: —Não, você fez amor comigo e só comigo. —Mas ele sentiu isso? Tudo isso?


Cole pensou sobre isso. Ele não queria admitir que Bear ia sair desta situação. Mas lá estava ele. —Sim. Eu acho. Ele se levantou e começou a andar de novo. —Você acha ou você sabe? Qual delas? Cole parou de andar abruptamente para encarar a Mari, sentindo seu temperamento subir novamente. —Sim, tudo bem. Ele sentiu tudo isso. — Cole estava furioso agora. — Ele sentiu cada impulso do meu pau, cada toque de seus lábios, cada carícia de suas mãos em seu corpo como se fosse realmente ele. — Ele ficou bem na cara de Mari. — É isso que você queria ouvir? Você quer ouvir sobre o quanto me dói saber que cada vez que eu te amo, cada vez que eu te seguro em meus braços, eu tenho medo que eu estou destruindo meu irmão pouco a pouco? Isso faz você feliz? Mari juntou as mãos. Seus ombros caíram momentaneamente então ela estremecia e olhou para Cole. —Eu acho que é melhor você chamar Bear aqui. Nós precisamos conversar. Mari provavelmente poderia ter dito a ele que era um alien e não o teria surpreendido tanto quanto o que ela disse. —Hum, tudo bem. —Bear, você pode vir aqui? — Cole ouviu o riso na voz de seu irmão, mas ele sabia que era o riso falso. —Precisa de alguém para segurar sua mão? Ele observou Mari esfregar uma tira do material sobre a colcha. — Mari quer falar com você. — Por um momento, Cole sabia que isso seria como se ele não tivesse seu irmão quando nada veio através de seu vínculo compartilhado.


Em seguida, ele quase dobrou, quando sentiu o pânico de seu irmão. —Por quê? — Bear perguntou. —Eu não sei, mas é melhor você entrar aqui. Ela está muito chateada. — Cole podia ver as lágrimas em seus olhos que ela estava tentando disfarçar dele. — Por favor, venha? Ela está chorando. —Você a machucou? — Cole balançou a cabeça em negação nítida, mesmo sabendo que Bear não poderia vê-lo. —Não do jeito que você está pensando. —Então o que aconteceu? Por que ela está chorando? — Bear exigiu. Cole encolheu os ombros. —Eu disse a ela sobre você. Alguns momentos depois, houve uma batida hesitante na porta e, em seguida, Bear entrou. Os seus olhos foram imediatamente para Mari sentada ao lado da cama. Seus olhos a devoraram. Bear sentiu seu coração batendo no peito quando viu Mari sentada na beira da cama vestida com a camisa de Cole. Suas longas pernas estavam nuas da metade da coxa para baixo. Ele assim quis correr as mãos por aquelas pernas deliciosas enquanto ela as envolvia ao redor de seus quadris. Mas ele estava morrendo de medo. Ele preferia estar enfrentando um pelotão de fuzilamento em seguida, do que Mari. Ele sabia que era uma aberração. Ele era muito grande, muito forte, e muito exigente sexualmente. Ele queria uma mulher que poderia leválo sempre e onde quer que ele queira. E ele não queria ter que se controlar quando fizesse isso. Que mulher quereria isso? Gostaria dele? Mari fugiu para a cabeceira da cama, colocando a colcha ao seu redor, e viu sob os cílios como cada homem se sentou na ponta da cama, inclinando-se contra o estribo, olhando fixamente para ela. Esperando ela dizer alguma coisa, qualquer coisa. Baseando-se em cada pedaço de coragem que ela tinha Mari levantou os olhos e olhou primeiro para Cole e depois Bear.


—Cole disse que ambos sabiam que quando me viram que eu era a mulher certa para vocês, que vocês planejavam me compartilhar. — Cole e Bear assentiram com a cabeça hesitante. —Vocês podem fazer isso? Ver-me com o outro? Sem estar com ciúmes? — Mari perguntou incrédula. Mais uma vez eles concordaram. —E os outros homens? Será que vocês estão pensando em me compartilhar com outros homens? Embora ela pudesse ver-se com Cole e Bear, o pensamento de outros homens fizeram por sua vez, mal ao seu estômago. Mari teve certeza que não era parte de seus planos no minuto em que as palavras saíram de sua boca apenas a partir dos olhares selvagens que vieram dois homens. —Nós e apenas nós! — Cole falou com os dentes cerrados. —Você pertence a apenas nós. Não haverá outros homens. Nunca. Cole ficou furioso, mas Bear, sendo o diplomata que era, tentou uma abordagem menos hostil. —Mari, Cole e eu sempre soubemos que iriamos partilhar uma mulher desde antes mesmo de sabermos o que uma mulher era. Nós só sabíamos. Nunca foi uma questão para nós. —E se um de vocês quiser outro alguém mais tarde? Bear olhou para ela com espanto. —Você não parece entender bebê. O que um de nós quiser, o outro quererá. Você pode ter um de nós sem o outro, mas por causa da nossa ligação, você ainda está recebendo nós dois. Em certo sentido, você não pode ter um sem o outro. Uma vez que encontramos você, sabia que nunca quereríamos ou precisaríamos de outra mulher. Bear e Cole assistiram Mari por vários momentos enquanto ela considerava suas


palavras. Ela parecia estar lutando com alguma coisa. Ambos os homens ficaram em silêncio enquanto observavam a sua luta. Ela podia fazer isso, tem dois grandes, fortes, machos alfa, desejando, amá-la, determinado a tê-la? O pensamento de que ambos a queriam a alarmou. O pensamento de que ambos queriam seu corpo, para ser compartilhada entre eles a aterrorizava. Ela poderia ter essa chance? Perder um deles poderia ser pior do que perder os dois? Finalmente, ela respirou fundo e olhou para eles. —Ok. — Cole olhou para o corpo rígido de Bear antes de olhar para Mari. — Ok. — Mari assentiu. — Sim, tudo bem. Vamos fazer assim. — Mari podia sentir o choque enquanto as palavras fluíam de sua boca, mas por que não? Se eles queriam, quem era ela para dizer não? Ela seria louca de recusar os dois homens mais sexy que ela já conheceu, especialmente se eles estavam dizendo a verdade e queriam compartilhá-la. Cole estava com medo de olhar para Bear. Ele podia sentir o medo, a confusão e a incerteza correndo solta por ele. —E o seu medo de Bear? — Sim, — ouviu Bear dizer. Seu corpo enrijeceu em negação. —Meu medo de Bear? Eu não tenho medo do Bear. — Um olhar de incredulidade veio dos dois homens. — Ah, claro, ele é grande e mal, mas eu não acho que ele realmente me machucaria, não de propósito. Cole sentiu seus olhos quase saltarem de sua cabeça em descrença. —Então por que diabos você o chamou de pesadelo? —Não foi isso tudo? Minha vocação ter um pesadelo? — Em seus acenos combinados Mari sentiu seu temperamento em erupção. Ela se inclinou para frente para obter atenção de seus rostos. —Eu só vou dizer isso uma vez. Eu não tenho medo de Bear.


—Então por que você disse que era um pesadelo? — Bear perguntou calmamente. Mari apenas balançou a cabeça, perguntando-se se era seguro para as fêmeas do mundo para procriar. —Vou falar do dia em que isso aconteceu. Eu tinha sido sequestrada, espancada, e quase estuprada. Entenderam até agora? — Eles concordaram. —Então, eu me encontro com o homem mais sexy que eu já vi, e ele está interessado em mim. Há química sexual instantânea. Tudo o que posso pensar é saltar em seus ossos. — Cole deu um sorriso vaidoso a Mari e começou a dizer algo, mas Mari levantou sua mão, parando-o. O sorriso rapidamente caiu do rosto de Cole quando Mari olhou para ele. — Então ele me irrita. Mas, tudo bem, eu ainda quero ter sexo com ele. Eu nunca tinha estado tão sexualmente atraída por alguém na minha vida. Eu daria tudo para um rolo rápido no feno. Os dois homens se moveram um pouco mais perto de Mari, mas ela não tinha terminado. —Então de repente eu fico cara a cara com você, Bear. — Bear fez uma careta ao lembrar-se sua reação ao vê-lo. Ela não estava tão certa de que ele queria relembrar isso. —E agora, há dois homens lindos, e não apenas um, que eu quero despir e lamber dos topos de suas cabeças até a ponta dos seus pés, e todo o resto. Eu queria abrir minhas pernas para vocês ali mesmo. E eu nem sabia quem vocês eram. — Mari estava muito envergonhada com seu comportamento lascivo e totalmente excitada pela memória. — Portanto, é meu pesadelo. —É assim? — Bear perguntou, espantado. — É por isso que você me chamou de pesadelo?


Mari teve a decência de sentir um pouco de vergonha, mas não muita. —Sim, que merda. Não é minha culpa se você entendeu errado. Bear começou a desabotoar sua camisa e fez uma careta para Mari. Jogando a camisa no chão, ele arrastou-se na cama e começou a trabalhar seu caminho até a Mari, sem tirar os olhos famintos dela. Quando ele chegou até ela Cole parou. —Tenha, calma. Ela pode estar um pouco dolorida. — Ele parecia um pouco envergonhado. — Eu não tenho sido exatamente fácil em seus últimos dias. Bear olhou para Cole. —Não brinca! Mari respirou fundo ao ver a fome que queimava nos olhos cinzentos de Bear quando ele olhou de volta para ela. —Eu sei cada maldita coisa que você fez com ela. Ele observou Mari por vários momentos, devorando-a com os olhos antes de desligar seu pênis de suas emoções. Bear fechou os olhos para remover Mari de sua vista, mas isso não ajudou. Ela ficou gravada nas costas de suas pálpebras. —Você precisa ir, Mari. E não me deixe ficar sozinho com você até que esteja pronta para mim. — Ele levantou a cabeça e olhou Mari no fundo dos olhos. —Eu preciso muito de você agora. — Ele havia se arrependido quando ele olhou para Mari. — Eu não quero te machucar. Bear caiu para a cama e virou de costas arremessando o braço sobre os olhos fechados. Ele quase pulou da cama quando Mari passou por cima dele e começou a desabotoar a calça jeans. —Que tal um aperitivo em vez disso? — ela perguntou com um pequeno sorriso. Mari puxou o pau duro de Bear para fora da calça, muito impressionada, e com


um pouco de medo, de seu tamanho. Este homem era grande em todos os lugares. Ela ansiosamente envolveu seus lábios em torno dele como pôde e começou a chupar sua carne aveludada. Bear tinha certeza que ele tinha ido para o céu ao primeiro toque de sua língua. Até o momento que Mari começou a correr a boca para cima e para baixo de seu pênis latejante, ele sabia que era um caso perdido. —Oh Sim, bebê, isso é tão bom. — Ele estendeu a mão para pegar Mari pelo cabelo o suficiente para segurar e começou um impulso lento e fora de sua boca. — Isso, bebê, me chupe mais duro — ele rosnou. Mari correu uma mão para cima e para baixo do comprimento dele, apenas abaixo de seus lábios enquanto a outra mão suavemente acariciava seu saco. Algumas estocadas duras em sua boca e ele entrou em erupção, um gemido alto vindo dele. —Oh Deus, Mari! Cole assistiu os dois com lágrimas nos olhos, e uma mão rápida em torno de seu próprio pênis quando ele se trouxe ao clímax. Foi rápido, apenas algumas estocadas em suas mãos. Ele tinha acabado de assistir, e sentir o amor de sua vida levar seu irmão ao clímax, sugando até a última gota dele antes de se chegar e beijar Bear na boca. Sim, a vida era perfeita.

Capítulo 4

Mari acordou com muita fome e muito sozinha. Ela estava um pouco surpresa que estivesse sozinha na cama. Nas três semanas desde que tinha chegado na fazenda, ela ainda não tinha acordado sozinha. Havia sempre pelo menos um homem na cama com ela. Cole e Bear estavam atentos sobre tudo. Ela estava realmente um pouco desapontada que


eles tinham ido embora. A boa notícia era que, desta vez, havia roupas ao pé da cama, esperando por ela. Havia uma pequena regata vermelha e uma saia longa e colorida, que atingia os tornozelos, do jeito que ela gostava. A má notícia era que quem tinha comprado à roupa para ela esqueceu o sutiã e calcinha. Agora, vestindo uma saia longa, estar sem calcinha, não seria um grande problema. No entanto, quem olhasse para ela saberia instantaneamente que ela não estava usando sutiã. Não que os seios de Mari foram caídos ou nada. Na verdade tinha grande orgulho do fato de que ela tinha atingido a idade de 24 anos com seios empertigados. No entanto, seu tamanho era outra questão. Enquanto seus seios eram firmes, o grande tamanho deles tende a fazê-los balançar com cada respiração que tomava, ou a cada passo que dava, ou a cada vez que se virava. Quem quer que tenha esquecido de lhe deixar um sutiã, certamente, ia escutar um grande sermão dela. E ela sabia exatamente quem eram os dois culpados disso. Mari se vestiu rapidamente antes de passar uma escova pelo cabelo ruivo grosso e colocar em uma longa trança. Mari avançou pela porta do quarto e olhou pela fresta. A porta se abriu em uma sala de estar grande, como uma grande sala. Com um completo par de sofás centrados em torno de uma grande lareira de rocha. Ela podia ver uma sala de jantar de um lado e as escadas, por outro. Não vendo ninguém por perto, ela rapidamente foi até a cozinha, abriu a geladeira e pegou a primeira coisa que ela pudesse para comer. Empurrando um pedaço de queijo em sua boca, ela começou a carregar os braços com itens para fazer um sanduíche. Bear entrou na casa a tempo de ver Mari sorrateiramente ir para a cozinha. Após virar a esquina, ele se deparou com a visão de Mari se inclinando na geladeira. Porra, ela tinha uma bunda poderosa. Ele caminhou silenciosamente por trás dela e passou os braços em torno de seu


estômago quando pressionou o seu corpo de volta para o seu. —Bom dia, querida. Mari gritou e deixou caiu tudo o que tinha em suas mãos e começou a balançar. Bear rapidamente pegou suas mãos e colocou-os atrás dela, pressionando os seios contra o peito. —Whoa, querida. Você é um pouco assustada de manhã, não é? Mari caiu com alívio contra Bear. —Oh Deus, Bear, você assustou tanto que quase sai de mim. —Eu só queria dizer bom dia ao meu bebê. — Bear inclinou-se e começou a acariciar o lado do pescoço de Mari. — Eu senti a sua falta. Mari riu. —Foi o que? Um par de horas desde que você esteve comigo? —Sim, muito tempo. — Bear levantou Mari para cima do balcão e se colocou entre suas pernas. Ele passou a mão em sua trança e puxou-a para um beijo longo e cheio de paixão. Mari foi definitivamente para dizer bom dia com ele. Ela pulou um pouco quando ela sentiu a mão de Bear esgueirar sob sua saia e começar a mover-se de sua coxa. —Bear — ela sussurrou, arqueando a cabeça para trás para dar aos lábios de Bear melhor acesso ao seu pescoço. —Querido, estamos na cozinha. Qualquer um pode ver o que estamos fazendo. —Deixe-os — Bear rosnou enquanto continuava a morder o pescoço de Mari. —É um pouco cedo, não irmão? — Cole sorriu do arco da cozinha. —Nunca é cedo demais para amar a nossa Mari — Bear respondeu enquanto ele puxava a saia de Mari, expondo seu corpo nu aos seus olhares. — Além disso, você já viu na sua vida algo mais bonito? — Ele disse enquanto ele recuou e indicou a carne exposta e


umedecida de Mari. Mari podia sentir-se transformada em vários tons de vermelho. —Eu não posso dizer que eu tenho Bear. Talvez seja melhor me deixar investigar um pouco mais só para ter certeza. Cole se aproximou e caiu de joelhos entre as coxas de Mari quando Bear saiu do caminho. Ele puxou as coxas mais amplamente e inclinou sua língua sobre sua carne. Mari gritou e tentou fechar as pernas, mas a maior parte do corpo de Cole manteve-os separados apenas o suficiente para ele ver tudo. —Cole — ela implorou. Para não ficar de fora, Bear se aproximou e puxou a camisa de Mari até sua garganta e começou a chupar os mamilos, alternando de um para o outro. Cole sabia que não ia longe quando o corpo inteiro Mari começou a tremer e tremer. Ele trancou-a com seus lábios e começou a correr sua língua rapidamente sobre seu clitóris. Bear se afastou dos seios de Mari o tempo suficiente para deslizar a mão por debaixo da cabeça de Cole, ele parou brevemente para molhar os dedos com os sucos de Mari antes de ir ainda mais longe. Quando Mari começou a tremer com o orgasmo iminente, Bear lentamente inseriu um, depois dois dedos dentro do pequeno buraco de Mari, e começou a bombear os dentro e fora, assim como Cole estava fazendo a buceta de Mari. Rapidamente fechou de volta para seu mamilo, dando-lhe pequenas mordidas. As sensações foram mais do que Mari podia tomar. Ela arqueou-se e gritou. Seu corpo todo duro por alguns momentos antes de seus quadris começarem a mover acima e para baixo, frenético em sua tentativa de absorver cada pedaço de mãos dos dois homens à sua frente. —Mais um, bebê, dá-nos mais um — Cole exigiu quando ele empurrou seus


dedos dentro e fora ainda mais rápidos. —Não, eu não posso. Não mais, — Mari gritou seu corpo ainda tremendo do último orgasmo, mas sentindo o próximo rastejando em cima dela. —Sim, você pode bebê. Vamos — Cole exigiu novamente. — Só mais um bebê, para mim? — Ele mordeu delicadamente seu clitóris, esfregando sua língua sobre a ponta antes de sugar a coisa toda em sua boca. Mari começou a se contorcer com cada toque de seus dedos. Suas pernas tremeram quando ela descansou nos ombros de Cole. Meu Deus! Por favor? Bear e Cole estavam muito felizes de se submeter a suas exigências. Bear empurrou um terceiro dedo dentro de Mari. Ele lançou seu mamilo de sua boca só para substituí-lo com a outra mão. E agarrou seus lábios em um beijo, empurrando a língua de seus lábios para provar o interior de sua boca. Deus, ela era tão doce. — Goze para nós, bebê! — Cole reivindicou enquanto começou a ficar mais difícil bater todos os três dedos em Mari. Mari começou a gemer baixo em seu peito. No momento em que seu corpo atingiu novos máximos de prazer que ela estava gritando seus nomes. Cole continuou na carne trêmula de Mari por alguns segundos enquanto ela lentamente voltou para a terra. Ele lhe deu uma última longa lambida antes de ficar em pé tremendo e inclinando-se para beijar Mari, compartilhando seu sabor doce entre eles. Bear rapidamente foi até a pia e lavou as mãos antes de retornar à forma propensa de Mari. Inclinando-se para passar a língua sobre ela, ele lambeu-se alguns de seus sucos, fazendo-a estremecer de novo, antes de também se inclinar para beijar Mari. —Bom dia, bebê — ele sussurrou contra seus lábios. Os dois homens ajudaram Mari a se levantar, puxando sua camisa para baixo e deixando sua saia cair para trás contra as pernas. Mari ficou um pouco instável em seus pés,


Cole colocou seu braço ao redor dela para segurá-la firme. Ele descansou o queixo sobre a cabeça de Mari, enquanto ela olhava para a protuberância enorme nas calças de Bear. Ela refletia seu membro inchado. —Sim, eu concordo Bear, Mari tem a mais bela buceta que eu já vi. —Uh um — o som de alguém limpando a garganta veio ao virar da esquina, — Se vocês já tiveram o seu... uh ... lanche da manhã, o resto de nós gostaria de ter o nosso café da manhã. Mari sentiu vários tons de vermelho quando ela enterrou o rosto na camisa de Cole. Oh homem, ela estava tão envergonhada. Cole, por outro lado, parecia achar a coisa toda muito engraçada. Ela podia sentir seu riso na agitação do seu peito. —Sim, dá-nos apenas um momento, Nick. — Cole riu um pouco mais quando pegou Mari pelo cabelo e puxou o rosto de sua camisa. — Bebê — ele sussurrou em seu ouvido — Não há necessidade de você ficar envergonhada. O que fizemos foi totalmente natural. Mari apenas balançou a cabeça e tentou enterrá-lo em sua camisa novamente. —Você acha que eles me ouviram? Bear riu quando ele deu um tapinha no ombro de Mari e se inclinou para beijá-la no topo de sua cabeça. —Querida, ouviram-te no município mais próximo. — Houve um tom de satisfação na voz de Bear para o conforto de Mari. —Oh meu Deus, eu estou indo morrer — Mari gemeu contra a camisa de Cole. Bear e Cole riram. Mari pode até ouvir o riso abafado vindo de todo canto. Ah sim, ela morreria. Mas não antes que ela matasse um par de imbecis. —Eu trago uma oferta de paz — veio à voz de todo canto. Uma mão apareceu com um copo grande de café gourmet nele.


Mari viu o café e se lançou, esquecendo todo o seu embaraço anterior. —Oh meu deus, café. — Ela pegou o copo com as duas mãos e deu uma profunda fungada. Ah, sim, baunilha mocha. Mari estava no céu. —Eu não me importo quem você é, você está perdoado — Mari levou a xícara de café e rapidamente foi se sentar mesa de jantar, inalando o aroma do céu. O primeiro gole a fez gemer em êxtase. O segundo gole teve seu escorregando na cadeira. Pela terceira, os sons vindos de sua boca fizeram alguns dos homens na sala duro em suas calças. —Bem inferno, Cole, se eu soubesse que é tudo o que seria necessário para fazer a garota feliz que eu teria comprado a estação de café maldito — riu Nick quando ele se sentou em frente a Mari. No momento em que Mari havia tomado metade do copo, que reconhecidamente não tinha tomado muito tempo, Cole e Bear estavam sentados em cada lado dela. O resto da mesa estava cheia de homens que ela nunca tinha visto. Cole esperou até que Mari parou de beber e começou a perceber que havia mais vida para além do café, antes que ele introduziu os homens ao redor da mesa. —Querida, estes são os meus amigos, os caras com quem trabalho. — Ele indicou que os homens. — Sam não está aqui agora, mas eu tenho certeza que você vai encontrá-lo quando ele voltar. E ainda falta Shy. — Cole indicou o homem sentado ao lado de Nick. — Além de ser irmão de Sam, Shy é o nosso motorista e piloto. O homem pode conduzir uma máquina de lavar. Esse é o Nick. — Mari olhou para o homem que tinha oferecido o café para ela, um sorriso de agradecimento no rosto. — Ele é nosso mecânico residente. Se ele não pode consertar, não pode ser concertado. —Ah, o deus do café — Mari gemeu. —Haha, o deus do café. Eu gosto disso — Nick riu. —Ao seu lado é seu irmão, Jake. Jake é o nosso especialista em eletrônica. Ele


adora gadgets — Cole continuou. Em seguida Cole apontou um cara tranquilo, com muito longo cabelo preto encaracolado. —Este é Rune. Rune é uma espécie de proteção. — Mari assentiu e ofereceu um pequeno sorriso. —Próximo a ele é seu irmão, Caleb. Fique longe dele. Ele é louco. Se ele não pode comê-lo, fotografá-la, ou parafuso, ele endoida. — Caleb tinha cabelo azul preto curto e olhos da cor de musgo escuro. Ele era lindo. —O último homem na nossa lista é Doc. Doc cuida de todas as nossas necessidades médicas. Se você está com seus sentimentos magoados OU NÃO bem, Doc é o homem a se ver. — Mari assentiu para Doc. —A irmã do Doc, Jax, é a nossa especialista em computadores. Ela é provavelmente corta um joelho no IRS ou algo assim agora. E não deixe que sua cadeira de rodas a engane. Se ela não pode pesquisá-lo, cortá-lo, ou criá-lo, não pode ser feito. Bem, bebê, isso é tudo. Se você precisar de alguma coisa e você não pode encontrar a mim ou a Bear, um desses caras pode cuidar de você. — Ele olhou ao redor da sala, dando a cada homem um olhar —Pelo menos, a maior parte de suas necessidades. Peça qualquer coisa e eles vão responder a mim. — Cada homem acenou com a cabeça em compreensão. —Eles também nos ajudarão a mantê-la segura — Bear acrescentou. — No entanto, se você se sentir ameaçada em algo e não pode nos encontrar ou um dos caras, há uma pistola Ruger 0,45 na sua cabeceira. —Eu não sei como atirar — Mari chiou. —Não se preocupe, querida — Bear disse e bateu na perna de Mari. —Cole e eu vamos te ensinar. Temos um alcance interno de tiro no porão. —Verdade? Você tem um campo de tiro em seu porão? —Mari perguntou, espantada enquanto olhava em volta para os outros sentados à mesa. Foi só então que ela


começou a notar que cada um deles usava dog tags militares. —Você está no serviço, não é? Cole balançou a cabeça. —Sim, algo assim. Essa é uma das razões pelas quais você precisa aprender a atirar com uma arma. Podemos ser chamado à distância em qualquer momento. Eu não quero você aqui sozinha e indefesa. Embora Doc e Jax estejam sempre aqui, é bem melhor você aprender a se proteger. —Você fica longe e é chamado frequentemente? Cole balançou a cabeça. —Não, não realmente, mas estamos sempre de plantão para o caso se for necessário. Você precisa estar preparada para isso. Mari assentiu, não tinha certeza se entendia exatamente o que eles faziam, mas ela decidiu abandoná-lo por enquanto. Eles não parecem querer entrar em uma discussão profunda sobre isso. Além disso, Mari estava faminta. Enquanto ela começava a comer, ela observou os homens ao redor da mesa. Ela rapidamente começou a perder o apetite. Mãos atingiram mais pratos, comida foi engolida a velocidade da luz, e Deus não permita que eles usem um guardanapo. Mari não tinha visto pessoas comer assim desde que era uma criança. Mari assistia a tudo com um interesse pequeno. Estes eram todos homens adultos e tinham as boas maneiras à mesa de pré-escolares. Quando umas muitas mãos estendeu ao prato de Mari, ela tinha o suficiente. Ela virou o garfo sobre e esfaqueou a mão quando ele cruzou seu prato. —Aii! — Bear gritou, segurando a mão ao peito. Houve um silêncio mortal na mesa. Mari continuou comendo como se nada tivesse acontecido. A próxima vez que uma mão estendeu seu prato, ela fez de novo. Desta vez, golpeando Cole no dorso da mão. —Porra, Mari, o que você fez isso? — Cole gritou.


Mari olhou para Cole, um olhar totalmente inocente em seu rosto enquanto ela piscou os cílios para ele. —Oh, querido, eu sinto muito. Eu não vi a mão — sua voz baixou sarcasticamente — pairando sobre o meu prato. Os meninos de repente morriam de rir. —Oh homem, Cole, você não vai ser capaz de falar docemente assim — riu Nick. Cole esfregou as mãos enquanto ele olhava para Mari, tentando suprimir o sorriso tocando no canto de seus lábios. Mari lhe deu um dos seus sorrisos doces e voltou a comer. Maldição, ela era sexy. Voltaram a comer, mas com um pouco de modos do que antes. Após o café da manhã todos se sentaram ao redor da mesa e falaram sobre os planos para o dia. Mari ouviu por algum tempo com interesse, mas depois de algum tempo ela estava cansada demais para prestar atenção. Ela se inclinou contra Bear até que ele entendeu o recado e a levantou para o seu colo. Cole estendeu a mão e afagou seus cabelos antes de continuar com a discussão que estava tendo com Shy sobre horários de criação de cavalos. Mari aconchegou-se no peito de Bear, a cabeça encostada em seu pescoço. Ela não podia acreditar como estava cansada. Devem ser as noites. Ela apenas fechou os olhos e deixar a conversa fluir ao redor dela. Bear sorriu para Mari. Ela estava toda aconchegada nos seus braços exatamente onde ela deveria ser. Ele beijou o topo de sua cabeça levemente quando passava os braços em volta dela, trazendo-a mais perto de seu corpo. Este era o céu, quase tão bom quanto ter Mari nua em seus braços. Só de pensar em Mari nua ele ficava duro. Ele passou a mão para baixo na sua perna debaixo da mesa, e depois voltá-lo, sob


a saia de seu quadril. Ele acariciou sua coxa nua enquanto ouvia Cole argumentando com Sky sobre cavalos ou coisa algo assim. Ele realmente não importa. Ele tinha Mari em seus braços. Mari se mexeu um pouco no colo Bear. Ela estava se sentindo um pouco quente. Deve ser a luz do sol no final da manhã aquecendo o quarto. Mari tentou ficar mais confortável, mas nada parecia funcionar. Quando sua barriga começou a arder ela decidiu que era hora de ela ir para a cama. Ela deu um tapinha nos braços Bear para que ele soubesse o que ela queria. —Bear, eu quero ir me deitar. Não estou me sentindo muito bem. —Talvez você não devesse ter ficado acordada até tarde, então — ele sussurrou em seu ouvido enquanto a colocou em seus pés. Ele golpeou seu traseiro enquanto ela passava. —Vá se deitar. Eu te acordarei em algumas horas. Mari entrou no quarto e puxou a saia. Ela começou a puxar sua camisa sobre a cabeça, mas isso era muito esforço. Ela inclinou-se para chegar a cama, mas perdeu o equilíbrio e escorregou, inconsciente antes de atingir o chão. Bear assistiu Mari tropeçar para o quarto e fechar a porta. Ela estava muito cansada. Talvez eles não devessem tê-la mantido tão tarde. Não poderia ser bom para ela. Ele sentiu um pouco de vergonha. Pobre Mari era apenas uma mulher e ela estava satisfazendo as necessidades íntimas de dois homens muito grandes, muito sexuais. Talvez eles devessem ir um pouco mais devagar com ela. Cole podia sentir a preocupação varrendo Bear. Ele também sabia que poderia ter sido um pouco duro com Mari. Ela era tão pequena em comparação a eles. —Basta deixá-la dormir, Bear. Ela vai ficar bem depois de um cochilo — Cole enviou a seu irmão. —Eu sei, ela é só uma coisinha. Talvez devêssemos ficar fora por um tempo? — Bear pediu de volta.


—Sim, estamos sendo muito difícil para ela. Bear assentiu, lançando um olhar preocupado na porta do quarto. Sentia-se como o monstro que Mari o tinha chamado. Sua obsessão para que ficasse grávida poderia estar afetando sua saúde. Eram os seus desejos mais importantes do que a sua saúde? —Bear, pare com isso. Nós não a machucamos. Ela vai ficar bem depois que ela tem uma soneca. Bear olhou para Cole, a necessidade de reafirmação clara em seus olhos. —Por que você não vai ver como ela está se faz você se sentir melhor? — Cole perguntou. Bear assentiu enquanto se levantou da mesa. Isso soou como uma boa ideia para ele. Seria apenas fazê-lo se sentir melhor. Cole agarrou seu braço quando ele passava. —Deixe-me saber se ela precisa de alguma coisa. — Bear assentiu enquanto passava. —E, Bear, deixe a menina dormir — Cole riu. Bear tropessou enquanto se afastava, fazendo Cole rir ainda mais. Ele abriu a porta do quarto e sentiu o coração parar quando avistou Mari inconsciente no chão. Ele rapidamente se ajoelhou ao lado de seu corpo para checar o pulso. Ela ainda estava respirando, mas parecia difícil. —Cole, venha aqui! E traz o Doc — Bear chorou. Cole sentiu medo aumentar seu coração quando ele de repente se levantou e correu para o quarto gritando por Doc enquanto corria, deixando todos na mesa olhando para ele. —O que está acontecendo? — Cole perguntou a Bear enquanto corria para o quarto. Seu corpo congelou quando ele parou na porta ao ver Bear sentado no chão, segurando Mari inconsciente em seus braços.


O medo varreu seu corpo. —Bear — ele perguntou baixinho, com medo de ouvir a resposta. —Eu não sei — Bear sussurrou enquanto seus olhos se encheram de lágrimas para responder a Cole. —Ela não acorda. Cole se ajoelhou perto de Bear, sua mão tremendo enquanto ele se abaixou para esfregar contra sua bochecha. —Ela está quente — ele sussurrou. —O que aconteceu? Bear balançou a cabeça enquanto levantou Mari sobre a cama. Cole se aproximou e puxou um cobertor sobre ela e colocou-o ao redor de seus ombros. —Eu não sei. Eu cheguei e ela estava lá caída no chão — Bear disse, com a voz trêmula. Ambos olharam-se quando Doc rapidamente entrou carregando sua mala preta. Ele imediatamente foi até a cama e começou a verificar os sinais vitais de Mari. —Diga-me o que aconteceu — Doc disse enquanto agarrava o pulso de Mari e começava a verificar o pulso. —Estávamos todos sentados ao redor da mesa e ela disse que estava cansada e queria deitar. Ela parecia um pouco instável decidi ver como ela estava. Quando eu entrei, ela estava caída no chão. —Hmmm... Ela estava reclamando de alguma dor ou dores de cabeça? — Doc perguntou. Bear olhou para Cole curiosamente, que balançou a cabeça. —Não, não realmente — Bear disse. —Será que ela se queixou de qualquer cólica? Teve algum sangramento? Os dois homens pareciam confusos por um momento antes de agitar sua cabeça. —Houve alguma... Atividade incomum entre vocês? — Doc olhou para os


irmãos, uma sobrancelha levantada na consulta. Cole sentiu-se corar de vergonha, assim que percebeu que Doc estava se referindo suas atividades sexuais. —Defina incomum, Doc — exigiu. Doc parecia totalmente desconfortável e Cole não sentiu nem um pouco de pena dele. —Você já fez algo que poderia ter sido demais para a menina? —Doc. — Bear exclamou, chocado que ele achasse que eles fariam qualquer coisa para ferir Mari. —Olha pessoal, eu tenho que saber essas coisas. Não é agradável, acredite em mim, mas eu preciso saber se ela poderia ter algum tipo de lesão interna. Cole sentiu sua raiva por Doc escapar e ser substituído pelo medo de que ele poderia ter machucado Mari durante seus encontros sexuais. —Nós não fizemos nada... Incomum... Mas nós fomos indo para lá um pouco. — Ambos? — Doc perguntou com espanto. Cole e Bear tanto parecia um pouco envergonhado, pois assentiu. —Hmmm... — Doc assentiu enquanto verificava os ouvidos de Mari, então seu nariz. Ele parou de repente enquanto verificava a boca. Ele agarrou um estetoscópio e olhou para baixo em sua garganta, em seguida, pegou seus dedos e olhou para as unhas. —Você sabe se ela tem algum tipo de alergia? — Cole e Bear balançaram a cabeça. —Ela comeu algo estranho? Qualquer coisa diferente que vocês? — Doc perguntou em voz apressada. Cole e Bear novamente balançaram a cabeça, imaginando onde Doc estava indo


com esse pensamento. —Precisamos levá-la até a enfermaria, agora — Doc ordenou que eles se levantassem e pegou sua bolsa. Bear imediatamente pegou Mari e começou a caminhar para fora. Cole pegou Doc pelo braço para detê-lo quando ele começou a caminhar para fora do quarto. —Doutor, o que há de errado com ela? Será que fomos nós que fizéssemos isso? Doc parecia um pouco apreensivo antes de olhar Cole nos olhos. —Não, eu não penso assim. Eu vou ter que fazer mais alguns testes para ter certeza, mas eu acho que ela foi envenenada. —Envenenada? Como? Por quê? Doc deu um tapinha no ombro de Cole. —Diga-me através de seu dia. Há algo estranho que pode ter ocorrido? Qualquer coisa, não importa quão insignificante. —Eu não sei. Ela estava na cozinha quando cheguei do curral. Bear estava com ela — respondeu Cole. Doc olhou pensativo por um instante, depois continuou. —Ela comeu qualquer coisa que você não comeu? —Eu não sei. Tínhamos a deixado dormir um par de horas mais cedo. — Cole passou à mão pelo cabelo, frustrado. — Como eu disse, ela já estava na cozinha quando eu cheguei lá. —Ela não estava comendo nada, então? — Não exatamente... — Cole parecia um pouco envergonhado. —Será que ela bebeu alguma coisa? — Doc perguntou.


—Eu não tenho ideia. —Café — disse uma voz da porta. A cabeça de Cole virou para ver Nick de pé na porta. —Café? — ele perguntou cético. Nick assentiu. —Sim, eu dei-lhe café esta manhã, lembra? Cole pensou por um momento, enquanto tentava se lembrar do café que Mari tinha bebido. Outro pensamento rapidamente veio à sua mente. —Por que você lhe deu seu café? Você nem sabia se ela gostava. Nick apenas balançou a cabeça. —Eu não fiz o café para ela. Eu trago para mim da estação de café que eu sempre vou quando estou na cidade. —Então por que você deu a ela? — Cole perguntou. Nick respondeu. —Ela estava tão envergonhada. Eu queria fazê-la se sentir melhor. —Então, você deu a ela café envenenado? — Cole percebeu que sua voz estava começando a subir, mas ele não conseguia evitar. Algo estava errado com Mari e ele se sentiu impotente para detê-lo. —Ei, Cole, não sabemos se o café estava envenenado ou não. Este poderia ser apenas uma reação alérgica — Doc tentou intervir. Cole olhou para o doutor. —Então descobre, porra! — Ele passou por Doc e Nick e se dirigiu para a cozinha para encontrar a xícara de café de Mari. —Bear, mantenha o olho sobre o nosso bebê. Eu vou descobrir o que aconteceu


com ela — Cole saiu. —Eu não vou sair do lado dela até que ela abra os olhos — Bear prometeu. —Veja que você não faz. E mantenha a guarda. —Por quê? — Bear perguntou com cautela. —Doc pensa que ela pode ter sido envenenada. Cole odiava ter que dizer isso, mas Bear precisava saber. Cole queria que Bear soubesse o quanto era importante Mari ser protegida em todos os momentos. —Envenenada? Quem poderia envenenar Mari? Ela é tão doce. Por que alguém quereria matá-la? — Bear perguntou sua voz soando esforçada para Cole. —Eu não sei, mas eu pretendo descobrir. Bear assistiu Doc pôr uma IV no braço Mari, antes de tomar a mão livre e segurando-a na sua, esfregando o polegar de sua mão tentando consolar Mari e deixá-la saber que ele estava lá. —Você realmente acha que alguém poderia ter envenenado ela, doutor? —Eu não sei, Bear, poderia ser uma reação alérgica, também. Nós não saberemos até que eu faça alguns testes — o médico respondeu enquanto continuava colocando o IV no braço de Mari. —Eu acho que ela disse que tem uma irmã chamada Camilla. Ela pode saber se Mari é alérgica — Bear informou. —Então eu sugiro que você entre em contato com ela imediatamente e descubra. —Cole, Doc quer que entre em contato com a irmã de Mari e descubra se ela tem algum tipo de alergia. —Vou ligar para Jax e encontrá-la. Eu estou no caminho para a estação de café agora. —Chame Jax. Ela pode rastrear Camilla — Bear disse a Doc.


Doc assentiu: —Se Jax não poder localizá-la, ninguém pode. Doc tinha muita confiança nas habilidades de sua irmã Jax no computador. A magia que ela poderia operar com um computador era quase assustadora. Bear puxou uma cadeira e sentou-se ao lado da cama de Mari. Ele observou Doc desenhar um vil de sangue antes de verificar a IV de Mari mais uma vez. —Será que ela vai ficar bem, doutor? —Sim, acho que sim. Mas só o tempo dirá. Bear gentilmente acariciou a mão de Mari. Ele queria que ela soubesse que não estava sozinha, que alguém lá se importava com ela. Ele assistiu a ingestão lenta de cada respiração que ela tomou. Sua respiração, pelo menos, parecia um pouco melhor. E ela não era tão quente como tinha sido antes. Bear ainda não estava satisfeito com a sua cor. Ela estava muito pálida. Não havia nada da cor habitual rosada em suas bochechas. —Ei, Bear — Doc perguntou quando veio ficar ao lado da cama de Mari, olhando para onde Bear estava sentado — Posso perguntar uma coisa? —Claro doutor. —Bem, é meio pessoal. — Doc estava claramente nervoso. Bear se virou para olhar através de Doc. O rosto dele estava vermelho. Bear não conseguia se lembrar de ter visto Doc tão desconfortável. —Então, peça já. —Como é que essa coisa funciona entre você e Cole? —Como fazemos no trabalho? — Bear perguntou, não tendo certeza de que ele estava se referindo, mas começando a ter ideia quando Doc ficou ainda mais vermelho.


—Bem, isso... Isso ... Quer dizer como vocês... Bem... — Doc gaguejou o constrangimento claro em sua voz. Bear deu uma pequena risada antes continuar a acaríciar Mari. —Nós a amamos. —Bem, essa parte é óbvia. Mas como você... Você sabe — Doc disse ao tipo de assentiu com a cabeça e mexeu as sobrancelhas ao mesmo tempo. —Sendo um médico que eu tenho certeza que você sabe mais que eu — Bear riu levemente. —Não, quero dizer, bem, sim, como você compartilhar o que é seu? Isso é o que você está fazendo, certo? Compartilhá-la? Bear sorriu quando ele acenou com a cabeça. —Sim, nós a compartilhamos. —Mas como? Bear finalmente voltou seu olhar até Doc. —O que exatamente você quer saber, Doc? —Você odeia seu irmão porque ele está com a Mari? —Deus, não. O que quer que lhe deu essa ideia? —Bem — Doc começou — como você pode deixá-lo ficar com Mari, então? —Nós nos preocupamos tanto com Mari. —Eu entendo essa parte. O que eu não consigo entender é como você pode ter tanto partes dela e não ficar zangado com o outro — Doc disse. —Não é uma competição, Doc. Cuidamos juntos de Mari. Quanto mais amor damos a ela, mais amor ela nos dá — disse Bear. —E isso funciona para você? —Doc parecia realmente confuso para suportar.


—Por que exatamente você quer saber? — Bear estava curioso sobre as questões que Doc estava fazendo. Doc olhou Bear por alguns instantes antes de continuar. —Recentemente encontrei alguém que me interessa, e muito. Mas, se fosse para estar com essa pessoa, eu poderia ter que compartilhar. Eu não tenho certeza se posso fazer isso. Bear de repente entendeu. Doc estava amando e a pessoa que ele estava apaixonado se preocupava com isso. Para ter esse amor, ele pode ter que compartilhar assim como Cole e Bear compartilhavam Mari. —O compartilhamento não é para todos, doutor. —É isso que eu tenho medo — Doc resmungou. —Para nós, a partilha de Mari vem naturalmente. Cole e eu sabiamos desde o começo que gostaríamos de compartilhar uma mulher. Então, quando Mari veio, e ela não era contra, ele trabalhou para nós. —Eu não estou certo que poderia fazer isso. —Bem, como eu disse, não é para todos. É preciso um tipo especial de pessoa para compartilhar um ente querido. Eu acho que metade é saber que Mari não se importa com Cole mais do que ela cuida de mim, e vice-versa. Ela cuida de nós igualmente, mas de maneiras diferentes. —De formas diferentes? —Com certeza. Cole e eu, somos gêmeos, mas nós não somos a mesma pessoa. Cada um de nós traz algo diferente para esta relação, para o nosso carinho com Mari. Doc assentiu com a cabeça, pensativo enquanto Bear continuava sua explicação. —Quanto à parte amorosa dele, sabemos que podemos dar mais para Mari juntos do que poderíamos separadamente. E nós fazemos tudo para ela, não pra nós. Isso torna


mais fácil, também. —E funciona? — Doc parecia cético. —Sim, funciona — Bear respondeu calmamente enquanto olhava amorosamente a Mari. — Mari é um presente dos céus — ele disse suavemente. — Assistindo Cole lhe dar prazer, e saber que eu posso tocá-la da mesma forma, dar-lhe o mesmo prazer, mas adicionar a ele — ele olhou de volta para Doc — É como tudo nesta terra. Doc assentiu, mas Bear não tinha certeza se realmente entendeu o que ele estava dizendo. Foi muito difícil para Bear para compreender, deixar alguém sozinho que não estava em um relacionamento como o seu. Doc começou a sair da sala, seus pensamentos claramente em seus próprios problemas quando Bear o parou. —Ei Doc, se você realmente se importa com essa pessoa, e eu quero dizer realmente se preocupa com eles, e você acha que pode fazer isso, pode ser maravilhoso. Mas não faça isso se você tem mesmo uma única dúvida. Pode destruí-lo. Doc não virou a cabeça, mas acenou com a cabeça, enquanto continuava para fora do quarto. Será que ele poderia compartilhar? Era tão fácil como Bear sugeriu? Ou será que era tão difícil? Doc sabia que só o tempo diria, mas foi algo para se pensar. Colocando os pensamentos de sua vida amorosa de lado, ele foi em direção ao laboratório para completar os testes em Mari. Tempo para descobrir se Mari tinha sido envenenado ou se tivesse sido apenas reação alérgica. Doc estava certo que era veneno, que abriria uma lata nova de vermes.

Capítulo 5

Bear entrou na enfermaria, quatro dias depois de ver Cole sentado ao lado da cama de Mari, uma mão em volta da mão frágil de Mari, a outra repousando sobre suas


coxas. Sua cabeça estava descansando na cama ao lado de Mari. Bear sabia que Cole estava exausto além daqueles inerentes pela investigação sobre a doença de Mari, mas também por sua preocupação com Mari. Ela estava dormindo por quase quatro dias. Ninguém sabia a causa, nem mesmo Doc. Doc tinha realizado uma análise de toxicologia que tinha provado que Mari tinha sido envenenada, e que tinha vindo do café. Quando ele entrou no café, ninguém tinha sido capaz de descobrir. Cole questionou todos na estação de café . Ninguém tinha visto nada. Mas o veneno não tinha chegado ao café sozinho, alguém colocou lá. Mas foi após uma briga dos membros da equipe? Bear não tinha certeza e Cole não tinha dormido um único momento desde que Mari tinha ficado doente. Primeiro, ele tinha questionado as pessoas na Estação Café, em seguida, ele questionou outros. Ele ficou no telefone por horas, e tinha ainda tomado uma curta viagem fora da cidade para conseguir algumas informações sobre a irmã de Mari, que eles ainda tinham que encontrá-la. Entre a sua investigação, ele sentou-se com Mari por horas. Ele não queria que ela ficasse sozinha por um segundo. Bear calmamente caminhou para a cama, sua respiração ficou presa quando viu a mão de Mari gentilmente vasculhar os cabelos de Cole. Seus olhos rapidamente voaram para seu rosto. Seus olhos estavam abertos e ela estava assistindo o sono de Cole. Seu afeto por ele estava claro em seus olhos. Ele se inclinou e beijou-a na cabeça antes de olhar em seus olhos. —Oi bebê, teve um bom cochilo? — ele sussurrou. Mari assentiu. Ela levantou a mão e acariciou ternamente seu rosto antes de colocar um beijo gentil nos seus lábios. —Oi — ela sussurrou de volta, com a voz um pouco rouca de inatividade. — Estive aqui muito tempo? Bear acenou com a cabeça. —Cerca de quatro dias. —Quatro dias? O que aconteceu? — Mari perguntou enquanto Bear puxava uma


cadeira e sentava ao lado da cama. —Nós ainda estamos trabalhando nisso. Mas você está bem e isso é tudo o que realmente importa. Bear estava tão feliz que se sentia quase vertiginoso. O mundo era de repente um lugar melhor para se estar com Mari lá. —Beije-me e vamos acordar Cole. Mari riu quando Bear colocou seus lábios nos dela e a língua dela para dentro para explorar. Ele foi imediatamente levado pela suavidade de seus lábios, a doçura do seu gosto. Ele sabia o momento que Cole acordou pelo suspiro rápido de ar que tomou. Cole sentiu o despertar da paixão, assim como Bear. —Mary. Cole ficou de pé e se inclinou sobre Mari para verificar o seu corpo. Ele passou as mãos em seus cabelos, por seu rosto, seus braços, quase como se ela tivesse sofrido um acidente de carro em vez de estar simplesmente dormindo. —Como você se sente, bebê? Você se machucou em qualquer lugar? — A voz de Cole tremeu de emoção quando ele percebeu que Mari estava acordada. —Eu me sinto ótima, como eu tivesse tirado uma boa soneca — respondeu Mari. Cole riu grosseiramente. —Você tirou. Bear desembaraçou-se dos braços de Mari e caminhou até o telefone na parede para ligar pro Doc enquanto Cole continuou a verificar Mari. Quando Doc chegou, levou tudo o que poderia fazer para conseguir que Cole liberasse Mari o tempo suficiente para deixá-lo verificar se ela estava bem. —Como você está se sentindo, Mari? O médico perguntou quando empurrou Cole passou para chegar até ela. —Eu me sinto bem. Pode dizer o que aconteceu? — Mari perguntou, olhando de Cole para o médico. Os olhos de Doc brevemente olharam entre Bear e Cole antes de baixar de volta para Mari.


—Não temos certeza ainda, mas parece que você pode ter sido envenenada — disse ele no aviso de olhar que Bear e Cole lhe deram. —Envenenada? — Ela perguntou incrédula. Doc assentiu com a cabeça. —No início, pensei que poderia ser uma reação alérgica. —Mas eu não sou alérgica a coisa nenhuma — insistiu Mari. —Sim, achamos isso. O relatório toxicológico diz que foi algum tipo de veneno. Eu ainda estou tentando identificá-lo, mas nós pensamos que estava no café que bebeu. —O café que Nick me deu? Quando Doc assentiu, Mari começou a ficar desesperada. —Mas por que Nick tentou me envenenar? Eu mal o conheço. —Oh não querida — Cole interrompeu — Nick nunca faria mal a você. —Então, quem foi? — Mari perguntou. Cole apenas balançou a cabeça. —Nós não temos nenhuma ideia. Mas nós estamos investigando. Até então, um de nós vai estar com você em todos os momentos, ok? Vamos mantê-la segura, eu prometo. Mari sabia que Cole se sentia mal, mas o que ele poderia fazer? Não foi culpa dele. Havia algumas pessoas realmente doentes lá fora. Poderia ter sido qualquer um. —Cole, está tudo bem. Estou bem. Cole balançou a cabeça. —Desta vez, talvez. Mas e se houver uma próxima vez? Nós vamos mantê-la segura — ele sussurrou contra seu cabelo quando a beijou. Doc limpou a garganta quando olhou para os dois homens desamparados debruçados sobre Mari. Eles pareciam realmente se preocupar com ela. Nos cinco anos que tinha trabalhado com eles nunca tinha os visto ter interesse em uma mulher. Ele havia assumido que eram gay, como ele. Mas então, ele nunca tinha os visto com um homem também. Ver estes dois machos fortes, alfas, soldados quase em lágrimas sobre esta mulher pequenina fez pensar se o amor realmente valia a dor de cabeça que parecia vir com ele.


—Agora que você sabe que ela vai ficar bem, por que vocês não vão dormir? Podem voltar em duas horas. — Doc apontou para a porta. Ele tinha pensado em falar com Mari sobre isso e ele preferiria fazê-lo sem Bear e Cole pairando sobre ela. Bear e Cole enviaram a Doc um olhar zangado antes de beijar Mari nos lábios e relutantemente sair. Doc se aproximou e fechou a porta antes de voltar para o lado de Mari. —Mari, há mais uma coisa que eu preciso discutir com você. Mari olhou para Doc interrogativamente. —Qual é o problema? —Não há nada de errado exatamente. —Então o quê é? — Mari perguntou rapidamente. —Bem — Doc começou nervoso — Quanto tempo você esteve com Bear e Cole? —Você sabe que eu estive com os dois? — Os olhos de Mari arregalaram-se de espanto, o rosto esquentando com vergonha. —Sim querida, eu sei. —Será que todo mundo sabe?— Mari perguntou desconfortavelmente. Doc riu suavemente quando deu um tapinha no ombro de Mari. —Eu acho que sim. É meio difícil esconder de alguém, quando esses dois caras grandes estão envolvidos, especialmente quando eles estão amando alguém. Mari balançou a cabeça. —Oh, eles não me amam. —Eu penso diferente. Eles te amam, muito, na verdade. Mari olhou Doc intrigada. —Você acha? —Sim, eu acho — ele sorriu. — Agora, de volta para você. Quanto tempo vocês estiveram juntos? —Eu não sei alguns dias. Por quê? —Você está grávida. Ele afirmou tão simplesmente que Mari não pode absorver suas palavras por


alguns segundos, de modo que ela só olhava para ele. —Gravida? — Ela sussurrou, sobrecarregada. —É. Agora, não leve a mal, mas você sabe quem é o pai? Os olhos dela estavam vidrados enquanto pensava sobre as ramificações dessa questão. —Pai? —Mari, querida isso vai ser muito mais fácil para nós dois, se você me responder com frases de mais de uma só palavra. —Hã? —Mari, sai dessa querida. — Doc queria rir, mas sentia que seria muito ruim. Mari parecia tão tonta e confusa ele se sentiu mal por trazer esse assunto, mas alguém tinha que fazer. E já que ele era o médico, esse detalhe sobrou para ele. —Mari, você está grávida. Você sabe quem é o pai? —Não, eu quero dizer, eu suponho que é ou Cole ou Bear, mas como posso estar grávida? —Bem, eu acho que pelos meios habituais, mas conhecendo Bear e Cole, posso estar errado — Doc riu. Mari corou. —Não, eu quero dizer como você pode saber tão cedo? Eu só estou com eles há algumas semanas. Não é preciso mais do que isso? —Bem, normalmente isso seria verdade. Mas durante os meus testes de toxicologia, eu notei que seus níveis de CG estavam elevados, então eu fiz mais testes. No olhar de confusão total, Doc explicou. —Este Gonadotropin hCG, ou Human Chorionic, pode ser detectado na urina ou no sangue, após o implante, o que acontece de 6 a 12 dias após a fertilização. Você está definitivamente grávida. —Ah. Acho que não tem como discutir com a ciência. —Sim, oh. —Doc riu novamente. Mari passou a mão sobre seu abdômen. Mal havia uma curva lá, e que tinha


estado lá antes que ela sequer conheceu Bear e Cole. Qual seria a sua aparência, quanto ela estava realmente mostrando? Balançou através de Mari quando uma ideia repentina a varreu. —Doutor, o bebê está bem? Quero dizer, se eu fui envenenada, doeu ao bebê? —Eu não sei. Eu acho que não, mas em poucas semanas mais eu posso fazer alguns testes para ter certeza. —Por favor não diga nada a Bear ou Cole até que nós saibamos, ok? —Querida, você sabe que eles vão adorar este bebê, não importa o que aconteça. —Eu sei, mas eu só quero ter certeza de que não há nada de errado quando eu lhes contar. Por favor? — Ela implorou ao médico. —Ok, eu não vou dizer nada por enquanto. Mas vamos fazer esses testes, logo que possível. Eu não gosto de guardar segredos deles. —Eu também não, mas eu não quero lhes dar esperança só para arrebatá-la depois. Doc assentiu com a cabeça em compreensão. Ele concordou que não seria uma coisa boa. —Só mais uma coisa, Mari. Quando eu testar para qualquer anormalidade, você quer saber quem é o pai? Mari imediatamente sacudiu a cabeça, não havia dúvida em sua mente. —Não. Eu não preciso saber. Não importa qual deles é o pai, ambos irão amar este bebê também. —Você tem certeza disso? — Doc não conseguia entender como Mari poderia estar tão calma sobre estar grávida e não saber quem era o pai, quando ela estava envolvida com dois homens, irmãos. —Ah sim, não importa pra eles. Ainda vai ser o seu bebê. Doc assistiu Mari vários momentos antes de passar pela sala, mantendo as mãos ocupadas repondo os estoque nos gabinetes. Ele estava um pouco confuso com a atitude dos três. Nem Bear, Cole, nem Mari pareciam ter um problema com o fato de que todos


eles estavam em um relacionamento sexual juntos. E Mari parecia ter certeza de que Cole e Bear não se importariam em saber quem era o pai, mas na verdade apenas ficariam felizes por Mari estar grávida. —Vá em frente e pergunte, doutor. Você sabe que você quer. — Mari estava assistindo os movimentos de Doc pelo quarto e viu a curiosidade e confusão em seu rosto. Doc congelou quando seu sangue trabalhou seu caminho até seu rosto. Pego. Ele passou um olhar desconfortável sobre Mari. Ele não tinha percebido que ele tinha mostrado a sua curiosidade. Ele estava um pouco envergonhado por ter sido capturado. Ele caminhou até a Mari e se sentou na cadeira que Bear tinha desocupado antes. Ele ficou olhando suas mãos entrelaçadas, pensativo, por vários momentos antes de olhar para ela. —Como você faz isso? Quer dizer, como é que você se compartilha com dois homens sem sentir, eu não sei, ciúmes? Mari muitas vezes se perguntou a si mesma. —Eu não sei exatamente. Eu acho que simplesmente aconteceu. Não que eu não acho que poderia chegar a algum ponto, porque eu acho. Como não poderia? Mas tenha cuidado e Cole tanto sobre mim. De acordo com você, eles me amam. Se os dois me querem, e eles estão dispostos a compartilhar, por que não devo mantê-los? —É isso que você quer? — Ter dois homens? —Se você tivesse me perguntado isso um mês atrás, eu teria dito que não. Claro, as mulheres sempre fantasiam sobre ter dois homens, assim como os homens fantasiam sobre ter duas mulheres. — Mari sorriu tranquila para Doc. — Mas depois de estar com tanto Bear e Cole, e vendo a sua capacidade de ação, a me amar de forma igual e não me fazer sentir como se eu estivesse traindo o outro quando tenho relações sexuais com um deles, eu não poderia imaginar coisa melhor. Mari observou o médico, ele pensando sobre suas palavras. Este era um assunto que obviamente preocupava Doc. Um grande negócio. —Por que você pergunta doutor? Você já se apaixonou por alguém que quer esse tipo de relacionamento?


A cabeça de Doc se ergueu, com a boca aberta em choque caindo antes de fechala. Doeu o coração de Mari por ele, quando viu a tristeza em seus olhos antes de abaixá-los de volta para suas mãos. —Não exatamente... Ela colocou a mão na sua e acariciou-a. —Diga-me doutor. Às vezes é melhor falar sobre isso. Doc tomou várias respirações longas antes de falar, tentando reunir seus pensamentos o suficiente para explicar a Mari que diabos ele estava vivendo. —Eu recentemente tomei conhecimento de ... sentimentos por alguém. Alguém por quem eu sempre fui atraído, mas até agora, isso era tudo o que era, uma atração. Ao longo das últimas semanas, esta atração aumentou para algo mais. —Será que ele sabe? —Como é que você sabe que é ele? Eu sou tão óbvio? Mari riu. —Oh doutor, ele teria que ser alguém que está com você diariamente, pra você desenvolver fortes sentimentos. Além de sua irmã, eu sou a única mulher aqui, e eu sei que você não está apaixonado por mim. Então, pelo processo de eliminação, tem que ser um dos caras. Doc corou novamente. Ele estava um pouco enervado sabendo que Mari pode unir os pontos tão facilmente. Será que alguém desconfiava? —Não doutor, eu não acho que ninguém sabe. —Droga mulher, você pode ler a mente? —Não. Embora eu pareça falar com Bear e Cole dessa maneira, eu acho que ele não funciona com ninguém mais. — Mari riu de novo, batendo a mão de Doc para tranquilizá-lo. — Mas, eu percebi seu pânico ao vê-lo. Doc assentiu. —Sim, os dois sempre foram um pouco incomuns. —Então, me fale sobre ele. —Eu nem sei por onde começar. Eu o conheço há anos e eu me senti atraído por


ele no momento que o vi. Ele é só assim eu não sei, macho alfa, eu acho. Ele pode ser um pouco esmagador às vezes. —Eu conheço o sentimento. —Eu passei mais tempo do que o normal perto dele recentemente e me vi olhando para a frente para o nosso tempo juntos, querendo o nosso tempo juntos. Eu esperava que ele sentisse o mesmo, mas eu não acho que ele sente. —Por que não? —Ele gosta de mulheres. —Você tem certeza? Quero dizer poderia haver uma possibilidade de que você esteja errado? Doc balançou a cabeça. —Não, eu não penso assim. Eu o vi com mulheres. E ele definitivamente gosta delas. —Será que ele poderia estar escondendo isso? Um monte de gente faz isso, você sabe. Medo de sair do armário e tudo isso. —Eu não sei, eu acho que ele poderia ser. Quer dizer, houve toques casuais e tal. E às vezes eu o pego olhando para mim com esse olhar. Você sabe o que quero dizer, aquele olhar de alguém que é atraído por alguém? —É. Soa tão promissor de longe. Então, o que parece ser o problema? —E se ele não for gay? E se ele for hetero? Eu poderia arruinar uma boa amizade se eu cruzar a linha, você sabe? —E se ele for as duas coisas? — Doc deu a Mari o primeiro sorriso que ela tinha visto em vários momentos. —Isso é o que eu estou esperando. Mas isso vem com seu próprio conjunto de problemas. —E é por isso que você quer saber sobre a partilha. —Sim. Eu acho. Eu acho que eu faria quase qualquer coisa se ele sentisse por mim o que eu sinto por ele. —Doutor, a partilha é grande, mas não é para todos. Você tem que ter certeza que


é o que você quer antes de algo como isso. —Você sabe, isso é exatamente o que Bear me disse. —Bem, é a verdade. Se você for compartilhar alguém que você ama com outra pessoa, você precisa ter a maldita certeza que você pode fazer ou o ciúme vai comê-lo vivo. Então, pense muito nisso antes de você fazer. Mas não se preocupe, as coisas têm uma forma de trabalhar-se para fora. —Sim, eu acho que você está certa. —Você sabe que eu estou. O ciúme pode destruir um relacionamento. Quando Mari disse às palavras percebeu que Bear e Cole não seriam capaz de partilhar para sempre. Em algum momento, um deles iria ficar com ciúmes do outro. E a raiva e o ressentimento iria começar. E pode ser que um dia próximo destruisse seu relacionamento. Assumindo que ainda quisessem um relacionamento com ela. Enquanto tinha sido apenas algumas semanas desde que se conheceram, um tempo muito curto para conhecer um ao outro profundamente, tanto Bear quanto Cole disseram que queriam Mari. Mas nada estava gravado em pedra, tanto quanto ela estava preocupada. Eles tinham conversado sobre o desejo da família e Mari tinha sido uma grande parte daquela conversa. E aparentemente eles tinham conseguido o seu desejo se as palavras de Doc fossem verdadeiras. Foi apenas difícil de acreditar neles. Mari sentiu como se o mundo estava sendo entregue a ela em uma bandeja de prata. Ela continuou esperando o outro sapato cair e algo dar errado. —Mari. — Doc perguntou — Você está bem? Mari assentiu com a cabeça enquanto acariciou a mão de Doc novamente. —Sim, eu vou ficar bem. É apenas um pouco difícil lidar com tudo de uma vez. Minha vida parecia tão simples um par de meses atrás. Eu trabalhava em uma livraria, de vez em quando, tinha alguns amigos, coisas da vida básicas. Agora eu estou fazendo amor com gêmeos, grávida de um deles, mas não sabemos qual, e alguém tentou me matar. — Ela deu uma risada fraca, quase desesperada. — Minha vida se tornou um pouco mais


complicada ao longo das últimas semanas. Desta vez foi Doc que bateu na mão de Mari com segurança. —Vai ficar tudo bem, não foi isso que você me disse? Que as coisas vão funcionar? Agora é só fechar os olhos e dormir um pouco. Você precisa descansar um pouco. —Sim. Eu acho que sim. Mari aconchegou-se em seus cobertores e se deixou desaparecer no sono, pensamentos e Cole e Bear enchendo sua mente.

Capítulo 6

Mari acordou e estendeu a mão para Cole e Bear. Não, a cama estava vazia, exceto por ela. Olhando ao redor da sala, ela percebeu que ela era a única lá. Que era um pouco incomum. Eles mal haviam deixado seu lado as duas últimas semanas, e se eles saíssem, não era por mais do que alguns momentos. Talvez o tempo suficiente para visitar o banheiro e comer alguma coisa. Cole e Bear teve as duas voltas tomadas alimentá-la com as mãos. O que normalmente começava como uma refeição, rapidamente se transformava em um exercício sensual de tortura. Para ser honesta, as últimas duas semanas como um todo havia se agravando para todos eles. Com Mari tão doente, ninguém tinha sido capaz de apreciar o que tinham a certeza de ser um encontro explosivo entre os três. Tinha sido tudo que Mari poderia fazer para não pular em um, se não ambos os homens sensuais e exigir que eles a fodessem. Mas cada vez que ela havia atingido por um deles eles lhe lembravam que tinham que esperar até que ela fosse fisicamente capaz de lidar com eles. Mari tinha pensado que iria esperar uns dois dias, mas os "caras" tinham decidido dar a Mari mais tempo para curar, e dar-lhes todo o tempo para conhecer um ao outro. Mari tinha certeza que ela tinha ficado recuperada dentro de alguns dias. Ou talvez estivesse apenas sexualmente excitada. Mas eles tinham negado cada vez que ela


tentava iniciar nada mais do que um pouco de preliminares. Isso não significava que eles não tinham atendido suas necessidades de outras maneiras. Mari tinha certeza que tinham traçado cada centímetro do seu corpo, por dentro e por fora. Ela havia sido sexualmente satisfeita de maneiras que ela nem sabia que era possível. Bear e Cole tinham bastante imaginação. E, aparentemente, Mari respondia a eles também. Um ou ambos mal tinham que tocá-la e ela já estava em chamas. Era um pouco constrangedora a facilidade com que a tinham levado ao clímax uma e outra vez. Tudo em tudo, tinha sido um momento maravilhoso para Mari, e ela esperava que, para Bear e Cole também. Eles passaram muito tempo, amando um ao outro, conversando e aprendendo sobre todas as suas esperanças e sonhos. E enquanto eles não tinham mencionado especificamente um longo prazo, ambos haviam dado a Mari à impressão que ela era a mulher de seus sonhos. Mari esperava que sim, porque ela não podia imaginar estar com mais ninguém. Não depois de estar com os dois. Mari ainda não estava muito certa sobre a coisa de "partilha", mas isso não a impediu de desfrutar deles. Que mulher não gostaria? Era a fantasia vindo à vida. Não parecia haver qualquer ciúme entre eles. Mari perguntou se era apenas uma questão de tempo antes que o monstro verde mostrasse sua feia cabeça ou se eles realmente poderiam compartilhá-la. E exatamente como isso ia funcionar? Será que eles se casariam? Se assim fosse, com qual deles ela ia se casar? E se ela se casasse com um deles, isso significava que ela pertencia mais a esse do que ao outro? Mari sabia que queriam ter filhos, porque o assunto tinha vindo à conversa várias vezes. Ambos pareciam animados com a perspectiva de serem pais. Não sabiam que ela estava grávida, mas eles tinham certeza de que Mari sabia que tinha isso em mente. De tudo, Mari estava muito confusa com o estado das coisas. Mari estava com fome e não demoraria pra que Bear ou Cole voltassem. Ela não


tinha comido desde a noite anterior. Ela sorriu com a memória de onde a levaram. Ela tinha chupado o suco de uma laranja do dedo de Cole, quando ele de repente gemeu. Agarrando um punhado de seu cabelo ele tinha empurrado sua cabeça sobre seu pênis sem esforço. A visão da sucção de Mari em Cole aparentemente enviou Bear sobre a borda também, porque a próxima coisa que Mari percebeu, foi Bear deitado de costas, com a cabeça entre as pernas de Mari com uma lata de creme chantilly. A sobremesa foi melhor que o jantar. Mari pulou da cama e encontrou uma das camisas de Cole para vestir. Ela estava um pouco angustiada porque a camisa quase não chegou a seus joelhos e ela não tinha calcinha. As roupas tinham se perdido em algum lugar entre o quarto e lavanderia novamente. Tanto Bear e Cole negaram ter alguma coisa a ver com o desaparecimento de sua roupa. Mari achou que eles quisessem mantê-la nua. Mari avançou para a porta do quarto. Não vendo ninguém por perto, ela calmamente deslizou a porta do quarto e foi até a cozinha. Ah sim, comida. Mari abriu a geladeira e ficou emocionada ao encontrá-la cheia com várias e diferentes tipos de comida. Assim que ela pegou um cacho de uvas sentiu uma mão grande esbofeteá-la na bunda. Girando em torno ela deu de cara com um homem que ela nunca tinha visto antes. Ele era quase tão grande quanto Cole, mas ele definitivamente não era Cole. —Bem, olá querida. O tal homem colocou as mãos em ambos os lados dela, prendendo-a contra a parede. Ele se inclinou para olhar direito na cara dela, pressionando seu corpo contra o dela. —Vamos sair para jogar, não é? — Mari tentou escapar por debaixo do braço, mas não conseguiu. Ele passou os braços em volta dela e segurou-a contra seu corpo, sua ereção dura pressionando em seu estômago. —Eu gostaria de jogar também. Mari ficou momentaneamente chocada com seu comportamento. Mas então a razão voou direto para fora da janela quando ele teve a ousadia de mexer seu pênis contra


ela sugestivamente. Ela provavelmente iria se arrepender de perder a paciência com um homem que era um pé mais alto e bem maior que ela, mas porra, ela estava zangada. Como ele se atreve a tocá-la assim? Quem diabos ele pensava que era? Porque ele certamente não era Cole nem Bear e, tanto quanto ela podia lembrar-se, eles eram os dois únicos caras que ela havia dado permissão para tocá-la de qualquer forma sempre. Mari suavizou suas características faciais e seu corpo, enquanto rebocou um sorriso sensual nos lábios. Ele deve ter levado isso como aceitação e afrouxou o controle sobre seu corpo, deixando as mãos deslizarem para frente de seu corpo. Assim que ele estendeu a mão para seus seios, Mari levantou o joelho e acertou suas partes íntimas. —Oh, droga. Por que você fez isso? — ele gemeu enquanto agarrava sua carne ferida e dobrava como um baralho de cartas. Mari correu... Direito para um Bear furioso. Bear olhou cuidadosamente para Mari mais rapidamente empurrou-a para trás e avançou sobre o homem. Bear envolveu sua mão ao redor de seu pescoço, segurando-o pelo menos um pé fora do chão. O homem estava ficando azul. Mari se viu na posição interessante de defender o homem que a apalpou de ser estrangulado por Bear. —Agora Bear, coloque-o no chão. — No início, ela tentou ser diplomática, mas quanto mais azul escuro ele ficava, mais alto que ela falou. —Droga, Bear, coloque-o no chão. —Ele machucou você, Mari. —Ele não me machucou, Bear, ele apenas me tocou. Ok, talvez isso não fosse uma boa coisa a apontar. Bear rosnou. Mari estava tentando apaziguar a situação quando as portas se abriram de vários lados e os amigos de Cole e Bear entraram correndo. —Bear, homem, deixe Sam ir. Mari, de repente viu-se cercado por vários homens realmente enormes. Alguns deles estavam empurrando Mari atrás deles e os outros foram pegar Bear e tentar quebrar


seu domínio sobre a garganta de Sam. Mas mexer Bear quando ele não queria se mexer era como tentar puxar um carro por uma estrada... Para os lados. Ele só não iria passar. Mari tentou empurrar seu caminho para frente do grupo para chegar a Bear, mas todos eles pareciam querer mantê-la onde ela estava. Os homens todos gritando para Bear deixar ir Sam e tentando puxa-lo para fora dele. Era muita comoção para tal situação estúpida. Mari tentou empurrar seu caminho para frente do pelotão novamente, mas foi impedida por mais mãos. Finalmente, ela teve o suficiente. Agarrando uma colher de madeira fora do balcão começou golpeando as mãos segurando-a de volta. Vários gritos e alguns palavrões consideráveis depois, ela finalmente chegou Bear. Colocando as mãos nos quadris, ela ficou tão perto de Bear como pôde e gritou. —Porra Bear, solte-o agora. Não conseguindo nenhuma reação de Bear, mas muitas das mãos tentando puxála para longe dele, ela tentou novamente. —Bear, se você não colocá-lo no chão neste exato minuto eu não vou fazer sexo com você por uma semana inteira! Você poderia ouvir um alfinete cair quando todo o barulho na sala parou em suas palavras. Mari se encolheu quando ela percebeu que todos tinham ouvido. Bear finalmente pareceu sair do transe, ele virou a cabeça lentamente e olhou para Mari. —Uma semana inteira Mari? — Ele perguntou cético. —Você me ouviu. Uma semana inteira. — Ela sorriu quando Bear começou lentamente a colocar Sam no chão. —Além disso, eu não gosto de determinado tom de azul. Quando Bear lançou o homem tossindo, Mari fugiu mais entre ele e Bear, colocando toda a atenção de Bear nela. Bear pegou Mari em seus braços e abraçou seu corpo apertado contra o dela. Quando ele tinha visto Sam com Mari em seus braços, então Mari lhe dar a joelhada, ele ficou furioso. Ninguém deveria tocar Mari exceto ele ou Cole. E isso significava nem mesmo os caras que confiava mais do que ninguém na face da terra.


Ele tinha acabado de ver vermelho. A próxima coisa que ele percebeu Mari estava tentando acalmá-lo e Sam estava ficando azul. Em seguida, os outros de sua unidade tinham vindo correndo e havia acabado de receber o seu temperamento subir ainda mais. Eles haviam tentado manter Mari longe dele, também colocando suas mãos sobre ela. Bear sempre foi o gentil, o diplomata calmo, o pacificador. Ele não deveria ficar bravo com isso. Ele simplesmente não conseguia evitar. Bear não aguentou ver Mari ferida. Ela quebrou alguma coisa dentro dele. Ter Mari em seus braços ajudou muito. Pelo menos lá ele sabia que ela estava segura. Quando ele esfregou as mãos para cima e para baixo em suas costas para apoiá-la a ameaça veio de volta para ele. Ele colocou seus lábios contra os ouvidos de Mari para sussurrar-lhe. —A semana inteira, Mari? Eu nunca iria sobreviver. Mari riu de Bear. Como ela poderia ficar uma semana inteira sem ele? —Funcionou, não? — Mari sussurrou de volta através do vínculo mental que eles tinham. Bear sussurrou no ouvido de Mari novamente. Mari riu alto quando ela agarrou o rosto do Bear em suas mãos e se inclinou para beijá-lo. —Sim Bear, eu ainda vou fazer sexo com você. Ela não percebeu que todos tinham ouvido até que as pessoas na sala atrás dela começaram a rir. Ela corou do topo da cabeça até a ponta dos dedos dos pés. Ela estava tão envergonhada. Mari bateu em Bear nos ombros para colocá-la no chão, mas ele parecia muito absorto em beijá-la ao longo do lado do pescoço e agarrando sua bunda com as mãos. —Me desça, por favor. Bear estava tendo nada disso. Ele estava muito interessado no pulso ao lado do pescoço que acelerava a cada vez que ele lambia sua pele macia. —Porra, você tem um gosto tão bom — Bear sussurrou de volta. Mari bateu Bear sobre os ombros um pouco mais duros. —Bear, me coloca no chão — disse Mari, em voz alta desta vez.


A única resposta de Bear foi um grunhido e o aperto de seus braços ao redor de suas pernas. —Porra Bear, me coloca no chão agora — Mari bateu-lhe no ombro com a colher de madeira que ela ainda segurava. Ainda relutante em deixar Mari deslizar para o chão, mas mantendo seus braços em volta dela quand ele olhou para os garotos atrás ela. Bear tinha certeza de que Mari estava chateada de novo quando ela colocou as mãos nos quadris e bateu o pé. —Eu não sou um brinquedo. Sim, ela estava chateada. —Quando eu digo me colocar no chão, é bem melhor me colocar no chão. Sam, que estava sentado largado em uma cadeira atrás de Mari, ainda tentando recuperar o fôlego, riu. Ele imediatamente se arrependeu de ter feito qualquer som quando Mari voltou seu olhar zangado pra ele. —E você, quem diabos você pensa que é? Sam teve o bom senso de ficar envergonhado por seu comportamento. —Oh inferno, eu não sabia que você pertencia a Bear. Eu nunca teria tocado você, se soubesse. —E isso torna certo? Sam se contorcia sob o brilho pálido de Mari. —Bem não, eu... bem, você estava ali e eu pensei que ... Você estava apenas com uma camisa que e... Oh diabo, eu não sei o que eu estava pensando. — Sam inclinou a cabeça para as mãos entrelaçadas. Ele errou e sabia disso. Mari estava longe de estar satisfeita. —Não é só ir e pegar qualquer mulher pra você, por favor? E você acha que está tudo bem? E se você soubesse com certeza que eu não pertencia a ninguém? Você teria me atirado sobre a mesa e feito mais? Sam ficou vermelho quando balbuciou a sua negação. —Não, eu não teria feito isso. —Basta lembrar que você não tem o direito de tocar em qualquer mulher, a


menos que ela lhe dê permissão. E se eu fosse sua irmã? —É simplesmente nojento — Sam respondeu com o rosto desgostoso. —Yeah. Você sabe o que eu quero dizer? Como você se sentiria se alguém tivesse feito isso com a sua irmã? Isso estaria bem? — Mari gritou. —Claro que não. — Sam exclamou. —Então não há problema em fazer isso comigo? Eu poderia ser a irmã de alguém. Sam percebeu finalmente o que Mari estava tentando dizer e ele ficou mortificado. Ele realmente tinha cruzado a linha, e dane-se se ele sabia como consertar as coisas. Assim que Sam começou a tentar oferecer um pedido de desculpas a Mari, foi interrompido pelo alto grito de Cole. —Mary. — Cole veio pisando em casa para ficar diretamente na frente de Mari, olhando para ela. —O que diabos você pensa que está fazendo? Cole estava andando em direção a casa, os pensamentos sobre o pacote precioso que ele tinha deixado escondido em sua cama e como ele queria acordá-la quando ouviu gritos. Como ele tinha chegado mais perto percebeu que quem estava gritando era Mari. Quando ele abriu a porta da frente e tinha visto Mari gritando com Sam, ele se indignou. Ela estava de pé em uma sala cheia de homens famintos, cheios de luxúria, e ela estava gritando com eles, um grupo de batalha excessivamente agressivos, Navy Seals endurecidos. Ela poderia ser morta, ou pior. Então, ele percebeu que Mari não estava vestindo nada, e ele quis dizer nada, além da sua camisa. Ele tinha visto a borda de suas nádegas debaixo da camisa quando ela estava gritando com Sam. E ele imediatamente perdeu toda a razão ou controle. E Cole se orgulhava de seu controle. Mari apenas olhou para Cole, sua boca aberta em choque quando ele a agarrou e puxou-a para a varanda dos fundos, batendo as portas francesas atrás dele. Ele agarrou Mari pelos ombros e ela começou a tremer quando ele gritou. —O que diabos você acha que estava fazendo? — Cole rosnou para ela. —Eu... Eu... — Mari tentou responder, mas Cole a interrompeu antes que


pudesse. —Você nunca mais vai falar com os homens com isso de novo. Você me entendeu? — Cole podia sentir o pânico brotando dentro com o pensamento do que poderia ter acontecido. —Mas, Cole... — Nunca Mari. Não fui claro? — Ele tinha de mantê-la segura. Ele confiava esses homens com sua vida, mas Mari era seu coração. Sem ela, ele não era nada. Ele tinha que fazê-la entender. —Mas você não entende — Mari começou de novo. —Eu entendo muito bem. Você fica empinando o seu quase nu traseiro e então você se ofende quando alguém se eleva sobre você. Então você estava obviamente se oferecendo. Cole sabia que ele tinha usado as palavras erradas no segundo que elas deixaram seus lábios, mas ele não conseguia se conter. Mari sentiu a varredura de terror através de seu corpo um segundo mais tarde, quando ela viu a marca de mão vermelha no rosto de Cole. Ela lhe deu um tapa. Ela estava tão envergonhada. Ela nunca reagiu com raiva desta forma. —Oh Cole, eu sinto muito — ela sussurrou. Ela levantou as mãos para cobrir os lábios. Cole ficou tão alto quanto a sua altura iria deixá-lo e olhava para as lágrimas nos olhos de Mari. —Você vai entrar e pedir desculpas. Agora! Mari balançou a cabeça em negação. Ela não tinha feito nada de errado. —Eu certamente não vou. Cole podia sentir-se tremer. Se era raiva ou medo ele não tinha ideia. Ele não podia acreditar que este pequeno pedaço de menina o estava desafiando. —Você vai se desculpar? Ele perguntou de novo, sua voz não tão alta agora. —Não Cole, eu não vou. Eu não fiz nada errado para que eu precise me


desculpar. Mari tentou manter sua voz firme, sem tremer, mas ela sabia que não tinha feito um trabalho muito bom. —Ótimo. Então vá para o quarto e fique lá até que você esteja pronta para se desculpar. —Cole, eu não sou uma criança. Você não pode me mandar para o meu quarto. —Isso não está indo bem. Olhe para mim! Cole pegou uma Mari lutando e atirou-a por cima do ombro. Ele bateu em seu bumbum enquanto caminhavam pelas portas francesas do quarto e deixou Mari no meio da cama. Não era justo ele usar sua força e tamanho para conseguir o que queria. E ele deu um tapa na sua bunda. Mari não tinha levado um tapa no bumbum desde bem, nunca. Não incluiu o tapa de Sam na cozinha. Por que homens grandes pensam que podiam bater na bunda dela sempre que eles queriam? Parecia que ela tinha dois anos de idade? Mari subiu rapidamente a seus pés e ficou na beira da cama, com as mãos nos quadris e seu rosto se inclinando para Cole. —Eu não sou uma criança, assim pare de me tratar como uma. Cole podia sentir o início de um sorriso curvando no canto dos lábios. Em pé na beira da cama, Mari mal podia olha-lo olho no olho. Maldição, ela era fofa quando estava chateada. —Então pare de agir como uma. —Grrr. Os olhos de Cole se arregalaram ao grunhido que saiu da boca de Mari. Ele não tinha certeza de que ele já tinha ouvido um som parecido com isso antes. Ele fez o seu pênis se levantar e implorar por mais. —Você é um idiota — Mari cerrou os dentes. —E você é uma criança — disse Cole laconicamente. —Eu pareço uma criança? — Mari tirou sua camisa e jogou-a na sala, de pé completamente nua na frente de Cole derepente ofegante.


—Oh, o inferno. — Cole não tinha certeza do que tinha acontecido, mas ele sabia que tinha perdido esse argumento. Ele agarrou Mari e atirou-a para o meio da cama, seguindo-a para baixo para cobrir seu corpo com o dele. Ele passou as mãos em seu cabelo comprido e puxou-a mais perto de seu corpo endurecido. Ele olhou para seu rosto adorável. —Maldito seja, Mari. Cole levou os lábios de Mari com os seus em um beijo. Era quente e aquecido e apaixonado e totalmente fora de controle, bem como Cole naquele momento. Entre passar a língua pelo pescoço de Mari e devastando seus lábios ele correu uma mão pelo seu corpo, o aperto em seu cabelo, segurando-a exatamente onde ele queria. As mãos de Mari estavam ocupadas demais. Agarrando as bordas de sua camisa ela puxou os botões que voaram em todas as direções. Cole gemeu quando as mãos de Mari mediram os cumes firmes de seu peito. Sua respiração engatou quando seus dedos circularam seus mamilos. —Oh inferno Mari, você é deliciosa. Cole pensou que tinha morrido e ido para o céu quando Mari separou suas coxas e deixou seu corpo afundar, entre elas, sua fúria dura em sedimentação contra seu centro aquecido, separados apenas pelo tecido de seus jeans. —Cole, por favor — Mari chorou quando ela puxou a cabeça para os seios doloridos. Cole imediatamente travou seus lábios sobre um mamilo rígido, girando em torno do botão pequeno com a língua e desenhando um profundo gemido de Mari. —Você tem um gosto tão bom — resmungou Cole em volta de seu mamilo. — Como chuva de verão e morangos. Eu amo morangos. A resposta de Mari foi envolver as pernas ao redor da cintura, usando sua força para puxá-lo tão perto como podia. Ela começou a mover seus quadris para cima e para baixo, esfregando a ereção de Cole contra sua carne macia através de seus jeans. Cole sugou o mamilo de Mari em sua boca novamente enquanto ele usava a outra mão para apertar o outro. O estímulo adicional de Cole em seus mamilos sensíveis além de


sua dureza esfregando contra seu clitóris sensível levou Mari ao clímax dentro de segundos. Ele sentiu o corpo inteiro de Mari tensionar. Ouvindo seu choro baixo da libertação quando ela arqueou o corpo contra o dele, Cole quase gozou. —Oh yeah, bebê, goze para mim. Deste jeito. Deus, ela era tão sensível. Ele adorava isso nela. Cole rapidamente estendeu a mão para acariciar o clitóris inchado entre seus dedos, criando outro clímax nela. Cole não queria parar, mas ele sabia que tinha que entrar em Mari nos próximos segundos. Ele estava pronto para explodir agora e era tudo o que ele poderia fazer para manter-se de volta. Ele rapidamente empurrou as botas com os pés enquanto abria o botões da calça jeans, empurrando-os para baixo de suas longas pernas. Quando a calça jeans caiu no chão ele estava de volta contra Mari, seu pau duro contra as suas dobras de seda. Ela estava tão molhada que ele deslizou ao longo de suas dobras rapidamente, a cabeça de seu pau pegando delicadamente em seu núcleo. Foi tão bom que Cole fez de novo várias vezes. Cada vez que ele se movia seus quadris ele deslizava ao longo de sua carne delicada, despertando Mari até que ela se arqueou contra ele novamente, gemendo seu prazer quando mais um orgasmo varreu seu corpo. Deus, essa mulher culminou na sua queda. Cole descobriu ser tão emocionante. Ele sempre sabia quando estava fazendo ela se sentir bem. Ele simplesmente não conseguia saber como ele saiba. Ele só o fez mais forte. Cole agarrou a perna de Mari com o braço, puxando seus quadris para cima. Ele dirigiu nela em uma estocada rápida até que ele sentiu suas bolas bater contra sua bunda. Ela era tão apertada. Cole pensou que sua cabeça iria explodir. As mãos de Mari se apoiaram em seus ombros enquanto balançava a cabeça para trás e para frente sobre a cama. Seus gritos cada vez mais altos a cada segundo quando Cole levou em sua bainha de seda e outra vez. Mari repente senti outro conjunto de mãos em seus ombros, esfregando ao longo de seu pescoço para os seios, beliscando seus mamilos levemente. Ela sabia que não era Cole, porque ele tinha as duas mãos segurando seus quadris ancorados no lugar. Olhando para trás, por cima da cabeça ela encontrou Bear de pé ao lado da cama,


sem camisa e calça jeans desabotoadas, mostrando um bom punhado de seu pau duro saindo do topo de suas calças. —Bear — ela sussurrou quando ela chegou para ele. Os olhos de Bear estavam meio fechados com a excitação. Ele estava tão excitado com a visão e a sensação de Cole bombeando seu pênis dentro e fora de Mari que era tudo o que podia fazer para não entrar ali mesmo. Ele podia sentir o comprimento sobre a cabeça de seu pênis. Ele estava de pé na cozinha ouvindo os outros discutirem sobre a luta que eles tinham testemunhado na varanda de trás, quando ele de repente ficou duro como o inferno. Ele soube imediatamente o que Cole e Mari estavam fazendo. Ele não conseguia chegar ao quarto rápido o suficiente. Abrindo a porta, ele foi saudado por uma visão linda. Mari arqueou-se para fora da cama quando ela alcançou o que era, obviamente, outro clímax. Tendo brincado com o corpo muito sensível de Mari a melhor parte de duas semanas, ele sabia que ela podia chegar a um orgasmo muito facilmente. Ele também sabia que no momento em que seu corpo era levado como era agora, ela já não estava em seu primeiro orgasmo. Silenciosamente fechando a porta atrás de si, ele puxou a camisa sobre a cabeça e desabotoou a calça jeans para libertar seu pênis latejante. Ele pegou Mari assim que ela virou a paixão encheu os olhos até a sua. Mari gozando era uma visão tão linda. Bear pegou os dois seios de Mari em suas mãos grandes, ele se inclinou para beijá-la, beliscar seus mamilos entre os dedos trêmulos. Mari atingiu mais de suas calças jeans tocando o pênis de Bear e arrastando-os para baixo de suas coxas, liberando seu pênis para o seu olhar faminto. Ela colocou as mãos ao seu redor o quanto seus dedos alcançavam e começou a acariciá-lo, combinando seus golpes com os de Cole. Cole olhou para cima para ver o corpo tremendo de seu irmão parado na beira da cama. —Bear — ele sussurrou, quando ele pode recuperar o fôlego novamente. Ele


acenou com a cabeça na direção de Mari. Bear levantou os olhos para Cole e acenou com a cabeça em compreensão. Cole relutantemente puxou-se de Mari e jogou seu corpo de forma que ela estava de joelhos, de frente para Bear. Mari estava muito embriagada na luxúria para se importar para onde ela foi levada, desde que ela foi tirada. Vendo o pau duro no seu rosto levou-o entre os lábios, gemendo quando Cole afundou em sua umedecida profundeza novamente. Ela passou a língua sobre a ponta, com especial atenção para as pequenas gotas de pré-semêm no topo antes de sugar o máximo dele que podia em sua boca. Deixando as mãos sob Mari para agarrar seus seios, mais uma vez, alternando entre massagear os grandes globos e puxar seus mamilos, tirando um baixo gemido de Mari. Cole agarrou os quadris de Mari com força quase causando hematomas enquanto empurrava dentro e fora tão duro e tão rápido quanto podia. Ele podia sentir cada tremor de Mari apertando ao redor de seu pênis latejante quando batiu nela. Ele sabia que ela estava à beira de outro orgasmo. Ele também pode sentir os lábios de Mari enrolado ao redor do pênis de Bear. Era muito erótico sentir-se empurrando para dentro de Mari e ao mesmo tempo sentir os lábios de Mari em seu pênis. Isso elevava as sensações a alturas nunca imaginadas por ele. Ele sabia que Bear estava curtindo o mesmo prazer pela forma como ele cronometrava seu mergulho na boca de Mari com cada um dos golpes de Cole em seu corpo. Ele passou a mão até a curva de seu quadril para o pequeno franzir de sua bunda e cuidadosamente deslizou um dedo dentro, esperando que ela fosse desfrutar deste prazer particular. Sim, ela gostou. Mari foi à loucura. Seus quadris começaram rapidamente a se mover para trás e para frente, forçando o dedo de Cole dentro e fora de seu buraco pequeno quando ele pressionou um segundo dedo, depois um terceiro. Deus, ela estava apertado também. Mas não tão apertado que ela não seria capaz de tirar ele ou suportar num futuro próximo. Quando Mari arqueou para trás e soltou um grito alto em torno do pênis de Bear, Cole sentiu a cabeça de seu pênis explodir. Ele martelava em Mari várias vezes enquanto ele


lançava sua semente no fundo de Mari, depois desabou sobre o corpo delai. Cole foi tirado de seu transe pela luxúria induzida pelo grito agonizante de Bear. —Mari bebê, vire-se. Cole podia ver que Mari não estava em condições de levantar a cabeça, ele a virou sozinho. Bear estava bombeando seu pênis abandonado com sua mão quando ele olhava para Mari em desespero. Cole rapidamente puxou-se de Mari e sentou-se sobre os joelhos, puxando o corpo de Mari com ele para que sua cabeça repousasse em seu estômago. Lançando seu pênis dolorido Bear agarrou as pernas de Mari e puxou-as para fora na frente dela para que Mari estivesse de costas, apoiando-se em Cole. Segurando em suas coxas, Bear cuidadosamente as separou, festejando seus olhos famintos em sua carne macia, molhada com seus próprios sucos e o gozo de Cole. Os quadris de Bear contrariam involuntariamente à visão na frente dele, Mari se espalhou para seu prazer. Bear não tinha certeza que havia uma visão mais bonita no mundo inteiro. Ajoelhado sobre a cama entre as coxas, ele rapidamente se posicionou e bateu todos os centímetros de seu pênis duro nas suas profundidades, tanto quanto ela o levaria. —Sinto muito, Mari, eu não posso tomar isso devagar. Eu preciso disso. Eu preciso de você. Bear gemeu lamentavelmente quando começou a se mover dentro de Mari. Ela sentiu-o requintado. Ele havia fantasiando sobre fazer amor com Mari as duas últimas semanas. Ele sentiu seu pênis crescer ainda mais com a visão da mão de Cole acariciando os seios de Mari, puxando para cima seus mamilos. Era muito erótico saber que Cole estava dando prazer a Mari assim como ele dava. Os dois poderiam levá-la à loucura, criando mais prazer para Mari juntos, do que qualquer um deles poderia fazer separado. Quando ele se inclinou para frente Cole apertou um de seus seios, oferecendo o monte delicioso para Bear mordisca-lo. Com a outra mão Cole estendeu a mão para esfregar o clitóris intumescido de Mari. Sua estimulação combinada com o sentimento de Bear empurrando em seu sexo enviou-a em mais um pico de prazer.


O tremor profundo do sexo liso de Mari enrolado no pênis de Bear enviou em uma pirueta de prazer sensual. Com cada explosão de seu clímax, sua semente a encheu. —Oh droga, bebê — ele rugiu quando gozou com tanta intensidade que seus joelhos se dobraram e ele caiu na cama, enquanto ele continuava a gozar. Cole esfregou o cabelo encharcado de suor de Mari fora de seu rosto quando ele choveu beijinhos acima e para baixo em sua garganta. —Minha doce Mari, você é um tesouro. Ele esfregou as mãos levemente na garganta dela, acariciando seus seios antes de descer o estômago, vindo a parar no monte macio de seu abdômen. —Com todo o plano de amor para lhe dar, não vai demorar muito para que você tenha um pequeno tesouro aqui para nós. Bear sentou-se com um grande sorriso em seu rosto com as palavras de Cole. Ele amava o pensamento de Mari carregando seu bebê, ou mesmo o bebê de Cole, apenas por que era deles. Os pensamentos de assistir Mari ficar grande com seu bebê o deixou duro, novamente. Inclinando-se para acariciar os mamilos sensíveis de Mari com sua língua, Bear começou a movimentar lentamente os quadris para trás e para frente, tirando um gemido baixo de Mari. —Você está pronta para amamentar o bebê, Mari? — Ele perguntou em um sussurro abafado. Mari levantou os olhos sonolentos para olhar para os olhos muito satisfeitos de Bear. Usando a energia que tinha restado, Mari envolveu uma mão ao redor da cabeça de Bear que ele colocou sobre seus seios e a outra mão para dar a volta em torno do pescoço de Cole, puxando-o para mais perto dela. —O que vocês quiserem. Eu sou toda sua — Mari sussurrou para os homens silenciosamente, não muito disposta a compartilhar sua grande notícia com eles ainda. Os dois homens se acalmaram. —Toda nossa Mari? —Para sempre? — Bear perguntou contra sua pele ardendo em um silencioso


sussurro, seu medo em voz alta, caso ela dissesse que não. Ambos os corações dos homens pareceram parar de bater enquanto esperavam por sua resposta. Mari não sabia, mas ela segurou seus corações em suas mãos. Ela poderia esmagá-los com uma única palavra. Sem hesitar Mari respondeu-lhes. —Para sempre soa bem. Não era bem um sim, mas não era um não. —Mari, olha para mim bebê. Cole pegou Mari pelo queixo e forçou a cabeça para a sua. Você realmente sabe o que está dizendo? — Cole tinha que saber que ela sabia o que ela estava dizendo, que ela não estava em algum tipo de pós-estupor de luxúria, concordando em ficar com eles porque eles tinham acabado de fazer amor. — Se você disser que sim, nunca vou deixar você ir, Mari, nunca. —Você vai nos pertence, a nós dois, juntos, por todo o tempo, Mari.— Bear acrescentou, chamando a atenção de Mari para ele. Mari abriu os olhos mais amplamente, entendendo que eles estavam pedindo mais do que para ela ficar por algum tempo e ter relações sexuais com eles. —É isso que vocês querem? Ambos? Ela não podia acreditar que estavam falando sempre. —Mari — Cole começou — Nós queremos você em nossas vidas, em nossa casa, em nossos braços, durante o tempo que quiser estar aqui, por quanto tempo você nos permitir ter você. Bear acenou com a cabeça em concordância e passou a mão para se juntar com as de Cole, acariciando a curva do seu abdômen. —Nós queremos bebês com você, Mari — Ele olhou intensamente nos olhos verdes de Mari, observando-os cheios de lágrimas. — Nós queremos ver você ficar redonda com o nosso bebê, abraçar quando você precisar ser reconfortada, rir com você quando você estiver feliz, e amar você a cada dia. —Mas, o que se... — Mari sabia que tinha que dizer-lhes que estava grávida. Tão


ansiosos como eles pareciam, eles iriam ficar putos se descobrirem que havia omitido qualquer coisa deles, especialmente isso. —Sem mas Mari. Ou você quer estar conosco ou não. É tudo ou nada — disse Cole duramente. —Cole. — Bear o repreendeu por sua ligação. Ele estava com medo que Mari fosse se assustar com o ultimato que Cole estava dando a ela, que poderia custar-lhes a mulher que amavam. —Não Bear ela tem que entender — disse Cole com veemência. — Ela tem que entender que isso é tudo ou nada — ele disse mais calmamente —Se ela concordar em entregar-se a nós, eu quero tudo. Eu quero o seu amor e carinho. Eu quero filhos com ela. Eu quero que ela nos dê tudo o que ela tem para dar. Mari ficou surpresa no quão fortemente Cole sentia sobre isso. Ele parecia quase zangado. —Para sempre é muito tempo. E se você se cansar de mim? Mari não gostava do sorriso lascivo que atravessou os lábios de Cole quando ele se abaixou passando seu abdômen para acariciar o clitóris, esfregando-se contra o pênis de Bear já endurecido. —Você acha que eu poderia ficar cansado disto, Mari? Ele beliscou levemente seu sexo inchado entre os dedos, fazendo Mari gemer. —É como você é sensível ao meu toque? — Cole assistiu Mari se contorcer enquanto ele acariciava, trazendo-a para perto de outro orgasmo. —Digamos que você quer isso, que você quer tanto de nós, doçura. Digamos que você queira ficar conosco para sempre. — Cole adicionou pressão apenas o suficiente para trazer Mari para a borda antes de recuar, arrastando a tortura. —Por favor, Cole — Mari pediu quando ergueu os braços acima da cabeça e enrolou-as em torno de Cole, pendurado por tudo que ela valia. —Diga que sim e vou lhe dar o que você precisa — Cole rosnou quando ele a trouxe para a beira de novo, só pra leva-la de volta no último momento. Bear observava as emoções tocando o rosto de Mari. Ele podia sentir seu


envoltório ao redor de seu pênis como uma rede de seda quente quando começou a acariciar-se dentro e fora dela. —Diga que sim, Mari — Bear sussurrou telepaticamente quando capturou o mamilo nos lábios mais uma vez. — Diga que você nos quer para sempre. — Ele beijou e acariciou e beliscou até tudo o que podia fazer era bater e fazer apelos suaves. —Sim, sim, sim! — Mari gritou quando os dedos de Cole a acariciaram até que ela recuou costas arqueadas, coxas presa em torno de Bear e gritou seu clímax. A sensação dos músculos Mari apertando em cima dele fez o orgasmo de Bear no local. Ele bateu em Mari rápido para que acrescentasse outro nível ao orgasmo de Mari, antes de ele lançasse seu gozo profundamente dentro do ventre de Mari, sabendo que tinha feito um bom começo em uma dessas promessas. Cole, para não ficar de fora, empurrou o pau duro ao longo do vinco das bochechas da bunda de Mari. Eles estavam saturados com suor, os sucos doces de Mari, e tanto seu sêmen quanto o de Bear. Agarrando os quadris de Mari ele a segurou a ele quando ele empurrado o rosto, a cabeça do pênis dele pegando a pequena fissura na bunda dela, aumentando o seu prazer e o de Mari. Cole moveu suas mãos para agarrar ambas as bochechas de Mari, separá-las quando ele empurrou contra ela, mais uma vez, em seguida, empurrou todo o resto, envolvendo-o em torno de seu pênis inflamado. Sabendo que ele estava a minutos de derramar seu sémen por toda Mari, pediu Bear. —Não pare, Bear. Ele queria fazer Mari gozar mais uma hora: Ele queria queimar a sua vida amorosa tão longe que ela nunca poderia tirá-los. —Duro, foda-a mais duro, caramba. Mesmo que ele houvesse gozado momentos antes, Bear começou a bater em Mari quando ele esbanjou seus seios com a língua. —É muito, muito — Mari chorou. Havia lágrimas escorrendo pelo rosto. Mas eram lágrimas de extremo prazer, e não dor.


—Não é suficiente, bebê, não o suficiente. Eu quero que você goze para nós outra vez. Só mais uma vez, doçura, só mais uma vez — Cole exigia. Cole sabia que todos eles estavam a meros segundos do lançamento, mas ele tinha que ter mais. Ele tinha que ter a rendição completa de Mari. —Eu preciso de mais, Mari — ele gemeu revestindo seu pênis com sucos de Mari antes de empurrar-se contra sua bunda e colocar a cabeça de seu pênis em sua entrada traseira. — Você entende bebê? — Mari acalmou por um breve segundo enquanto Cole começou a romper sua abertura virgem. —Cole — gritou ela, hesitante. —Está tudo bem, querida, eu não vou te machucar. Eu prometo. Bear se acalmou quando sentiu Cole lentamente introduzir Mari por trás, centímetro por centímetro. Descendo para o clitóris dela começou acariciando-a, tirando sua mente assustada longe de invasão de Cole e de volta para o seu prazer. —Oh droga, querida, você é tão apertada aqui — Cole gemeu — tão perfeita. — Ele lentamente se empurrou até as bolas. Ela estava tão apertada que ele sabia que não duraria mais do que alguns segundos. Assim que Bear sentiu Cole caber completamente dentro de Mari, ele começou a se mover novamente, lentamente, bombeando seu pênis em sua pequena entrada. Sua mão tornou-se um frenesi de movimentos acariciando seu clitóris cada vez mais rápido. —Goze para nós, bebê, goze para nós. Mari nunca tinha estado tão cheia. Com Cole bombeando mais e mais rápido por trás e Bear carregando na frente, ela estava cheia demais. O estímulo adicional dos dedos de Bear em seu clitóris enviando Mari em um mergulho de sentimento sensual ao contrário de qualquer coisa que ela já sentido antes. Mari explodiu com um grito e mergulhou na escuridão enquanto seu corpo deu o último de sua energia. Bear e Cole gozaram segundos depois do corpo de Mari cair entre eles. A cabeça de Cole voltou e um abaixo de seu nome arrancou de seus lábios enquanto ele bombeou sua semente nela até que ela caiu de costas na cama, seu pau ainda


pulsando dentro de Mari. Bear gritou o nome de Mari quando gozava seu semêm saturando Mari. Não querendo desperdiçar uma gota, Bear inclinou seus quadris um pouco para trás, quando caiu em cima de forma de Mari. —Oh Deus, eu acho que acabo de morrer. Cole sentiu o estrondo no peito, quando ele começou a rir. —Sim, eu posso ver isso. Bear e Cole ficaram lá por vários momentos, saboreando a sensação de estar dentro de Mari. Ela foi tão doce e tão entregue. Ambos sabiam que eles estavam fazendo isso para segurar Mari na sua aceitação deles, mesmo se tivesse sido torcido na paixão deles. Eles nunca iriam deixá-la ir. Cole sentou-se e, lentamente, puxou Mari, estremecendo com o prazer de se a sentir esfregar-se sobre ele. Ele observou quando Bear tirou seu pênis semirrígido para fora de Mari e deixou as pernas cairem juntas. Pobre bebê. Bear fungou. —Essa pobre criança só tomou nós dois separados e depois juntos. Podemos estar em sérios problemas aqui. —Oh, eu não tenho dúvida de que estamos em apuros. Especialmente quando ela descobrir que ela desmaiou novamente. Essa mulher odeia desmaiar. Rindo de acordo, Bear ao lado da cama olhou carinhosamente para ela dormindo na cama. Seu corpo estava lavado e coberto de suor, quase da cabeça aos pés. E ela nunca esteve mais bonita para ele. Havia um toque de medo em seus olhos quando ele olhou para Cole. —Temos de engravidá-la o mais rápido que pudermos. Cole riu de novo quando ele alisou o cabelo para trás do rosto de Mari. —E você acha que nós não vamos fazer isso? —Eu quero dizer Cole cada oportunidade até ela ficar grávida. Cole concordou com a cabeça. Ele também sentia que iria cimentar a sua relação, se Mari estivesse grávida de seu filho. E ele sabia que Bear concordava com ele que não


importava qual deles era o pai biológico, seria o bebê deles. —Então, você concorda? Bear perguntou a Cole e levantou lentamente Mari em seus braços e entrou no banheiro. —Nós levá-la quando e onde nós podemos? Nós dois juntos ou separadamente, até que ela fique grávida, certo? —Você honestamente acha que vai parar quando ela engravidar? Mal podemos manter nossas mãos fora dela agora — respondeu Cole quando ele ligou a água da banheira e segurou sua mão debaixo da água até que ela estava quente o suficiente para Mari. Ele acrescentou alguns sais de banho e viu quando Bear abaixou lentamente Mari na banheira. —O inferno, a este ritmo, a menina provavelmente fique grávida nos próximos dez anos. Ele olhou de relance para Bear com um pequeno sorriso em seu rosto. —Espero que você planeje uma grande família. Bear sorriu. Ele gostou da ideia. Ela seria tão lindo toda inchada com a prova de seu amor. —Soa como um plano para mim. Mari não fez mais do que um pequeno protesto quando foi rebaixada para a água. Ela estava exausta da sua sessão de amor. Ela, provavelmente, dormiria a noite inteira. Bear e Cole se revezaram em limpar e lavar Mari enquanto o outro tomava um banho rápido. Assim que Mari estava fora da banheira e todos eles secos se dirigiam de volta para o quarto. Cole segurou uma Mari adormecida em seus braços enquanto Bear mudou os lençóis sujos antes de colocá-la no centro da grande cama e cobri-la com o edredom branco espesso. Bear e Cole tranquilamente a vestiram novamente em jeans e T-shirts. Ambos parados no fim da cama olhando seu bebê dormir. —Nós vamos amá-la, não vamos? — Bear perguntou em sussurro. —Nós já amamos Benjamin, já amamos. Cole disse e bateu nas costas de Bear.


— Não tivemos uma chance. Bear colocou seu braço ao redor dos ombros de Cole e deu-lhe um leve aperto antes de virar em direção à porta. —Vamos lá, nosso bebê precisa descansar, se ela vai estar pronta para nós novamente em breve. Cole se inclinou para colocar um suava beijo nos lábios de Mari, vendo seu sorriso em seu sono. Porra, ela era linda. —Durma bem, bebê. Ele seguiu para fora da porta, fechando-a silenciosamente atrás dele.

Capítulo 7

Bear assistiu Mari andar após a porta do escritório quando ele estava sentado conversando com Jax. Ele sentiu a raiva e a frustração das últimas duas semanas enchê-lo. Fazia mais de um mês desde que Mari tinha sido envenenado e eles estavam mais perto de descobrir o que aconteceu do que estavam sido em seguida. Para piorar a situação, Mari conseguiu um mal estar do estômago duas semanas depois de se recuperar e ele não tinha sido capaz de tocá-la desde então. Ele sentiu como se estivesse perdendo a cabeça. Se ele não conseguisse algum alívio em breve, ele poderia matar alguém. Cole estava praticamente no mesmo barco. Ambos estavam tão excitados que mal podiam se sentar corretamente, mas eles cortariam seu braço direito antes de ferir Mari. Ela parecia se recuperar da intoxicação muito bem, mas então ela tinha conseguido algum tipo de vírus da gripe, como o Doc havia descrito. Nada grave, ele tinha dito. Mas Mari parecia estar muito doente. Bear tinha pensado brevemente que ela esteve grávida, mas tinha rapidamente descartado a ideia depois de conversar com o doutor. Doc assegurou-lhe que era apenas uma coisa passageira e Mari estaria se sentindo melhor logo, mas logo não poderia vir rápido o


suficiente para Bear. —Então, eu passei todos os meus contatos normais e não há nenhum sinal da menina — Jax disse, tirando Bear de seu devaneio. —Nenhum sinal dela? Como pode ser isso? — Bear perguntou. —Bem, até algumas semanas atrás, ela estava trabalhando como professora de jardim de infância em Spokane, mas depois ela só caiu fora da grade — Jax explicou. —O que quer dizer que ela caiu fora da grade? Tem que ter algum sinal dela — Bear bateu os papéis em suas mãos sobre a mesa quando ele olhou através de Jax. Tinha de ter algum sinal de Camilla. —É isso mesmo, não há. Algumas semanas atrás, ela tirou uma licença de trabalho pessoal, limpou sua conta bancária, e simplesmente desapareceu. Não há absolutamente nenhum sinal dela, em qualquer lugar. —Nenhum? — Bear perguntou, espantado. Como ela poderia simplesmente desaparecer? —Nenhuma atividade bancária, ligações para telefone de amigos, sem nada. É como se ela simplesmente deixasse de existir. Bear balançou a cabeça, sentindo o peso do mundo sobre seus ombros. —Como diabos eu vou dizer a Mari? — ele perguntava-se. Mari estava apenas começando a melhorar sobre sua doença e ele tinha que dizer a ela que sua irmã estava desaparecida. “Apenas diga!” —Me contar o quê? — Mari perguntou parada na porta. A cabeça de Bear virou para olhar para Mari, desejando que ele estivesse em qualquer lugar exceto onde ele estava. —Oi bebê, como você está se sentindo? — Ele parou. —Eu me sinto ótima — disse Mari quando ela entrou na sala, deu a volta na mesa e estatelou-se no colo de Bear. —Oi Jax, como é que está? — Ela perguntou brindando Jax um brilhante sorriso amigável. Mari ficou emocionada ao descobrir que havia outra mulher na fazenda além de si mesma. Viver com um grupo de homens era como viver em um vestiário de futebol. A


testosterona podia dominar uma garota se ela não tivesse cuidado. —Eu estou bem, Mari, obrigado por perguntar. — Jax começou a empurrar a cadeira de rodas em toda a sala. —Eu vou sair. Eu vou fazer um pouco mais de pesquisa e voltar para você, Bear. Ela virou-se através da porta, enfiando a cabeça para trás para olhar para Mari. —Ei Mari, se você precisar de alguma coisa, venha me encontrar. Ok? — Jax disse. —Claro. — Mari concordou — Ei, você tem uma licença para essa coisa aí? — Ela perguntou apontando para a cadeira de rodas de Jax. —Não, mas eu gosto de viver perigosamente — Jax riu quando ela virou-se para longe. Bear pegou Mari e a sentou na mesa em frente a ele, de modo que seu corpo estava sentado entre suas pernas. Tão alto quanto ele, mesmo sentado, sua cabeça estava acima dela. —Então querida, você sente-se melhor? — Bear, perguntou com a voz rouca de desejo. Quando ela assentiu, ele roçou os lábios sobre seu pescoço macio. —Deus, eu senti saudades, menina — ele murmurou ternamente enquanto esfregava a cabeça dele contra a dela. Seus lábios morderam sua orelha antes de passar através de sua bochecha para devorar seus lábios. As mãos de Bear não estavam ociosas. Ele correu as mãos debaixo de sua saia e ao longo de suas pernas, parando no ápice de suas coxas. Ele gentilmente acariciou a carne sedosa lá com seus polegares, surpreso ao encontrar apenas a pele lisa. Bear recostou-se na cadeira e empurrou a saia em torno de sua cintura. —Porra, você está nua — ele rosnou silenciosamente quando mostrou a seu olhar faminto. Sua língua quase caiu de sua boca quando Mari separou suas coxas ainda mais, abrindo as pernas tão distantes quanto elas poderiam. Bear apreciou a vista por alguns segundos até que ele não aguentou mais. Ele empurrou Mari de volta até que ela estava deitada de costas contra a mesa, com as pernas na pela largura dos ombros de Bear.


Inclinando-se, ele passou a língua através de suas profundezas orvalhadas, rosnando quando sentiu suas bolas apertar e seu pau endurecer como aço com o gosto doce dela. —Você tem um gosto tão bom, bebê! — Bear disse através de sua ligação quando deu outra lambida com a língua. — E já tem um maldito tempo. — Ele estendeu sua língua, entrando tanto dentro de Mari quanto ele poderia circulando em seu clitóris. Ele nunca se cansava de seu gosto. Bear espalhou sua buceta com os dedos. Ele inseriu um dedo, mudou-se em torno do revestimento com sua umidade antes de rapidamente mover dois dedos dentro dela. Bear continuou com dois dedos e chupou seu clitóris em sua boca. Mari enrijeceu e gritou seu orgasmo encharcando seus dedos com sua doçura. —Deus, eu senti sua falta Mari, — Bear sussurrou enquanto ele mordiscava seu mamilo através de sua camisa. — Senti a sua também.— Bear se levantou e tirou Mari. Ela começou a sentar-se e empurrar a saia para baixo, ele parou sua mão em sua coxa. —Uh, você pode querer esperar um minuto para fazer isso Mari. Cole está a caminho e ele vai ser muito trabalhoso quando chegar aqui. —Bem inferno, eu poderia muito bem me preparar para ele então. Mari se levantou quando Bear atravessou o quarto e rapidamente puxou sua blusa sobre a cabeça dela e atirou-a em toda a sala. Em seguida, veio a saia, pousando no chão pela janela. Ela tinha acabado de se sentar na mesa quando a porta do escritório se abriu, batendo contra a parede. Havia no portal de seis pés de três centímetros de corpo de aço rígido. As mãos de Cole estavam crispadas, soltas em seus lados. Seu peito estava se movendo fortemente pra cima e para baixo com cada respiração dura que ele dava. Cole nem sequer olhou Bear enquanto ele puxava a camisa sobre a cabeça e deixou-a cair ao chão. Ele só tinha olhos para Mari. Seus olhos a devoravam quando suas calça jeans e botas se uniram a sua camisa no chão. Mari sentiu como um cervo que está sendo perseguido por um caçador quando


Cole começou a andar pela sala em direção a ela. Ela saltou da mesa e começou a recuar para longe dele. Instintivamente Mari sabia que Cole não iria machucá-la, mas ele parecia tão feroz, ele ia comê-la viva. Ela se virou para correr, mas mãos fortes a pegaram por trás e em volta dela, puxando-a de volta contra o peito duro e musculoso de Cole. Seu pênis duro pressionado contra suas costas. —Não fuja de mim bebê, nunca fuja de mim — ele rosnou em seu ouvido, sua voz tão baixa que Mari a sentiu abaixo de suas costas e em linha reta em seu clitóris tremendo. Mari olhou para Bear pedindo ajuda só para encontrá-lo tirando suas roupas e deixá-las cair no chão antes de trancar a porta do escritório e ficando na frente dela. Ficou claro para Mari pelo olhar em seus olhos que eles não iam lhes mostrar piedade neste momento. Ela choramingou quando ela percebeu que, desta vez, quando eles a tomassem, eles não iam guardar nada. Seu controle já estava quebrado. Isso ia ser cru, primitivo, e totalmente erótico. Mari não podia esperar. Mari gemeu quando a mão de Bear deslizou por seu estômago, seus dedos acariciando seu clitóris aumentado a umidade e traçando sua fenda. Os dedos de Cole cercaram seus mamilos antes de agarrar seus seios inteiros, apertando suavemente os globos de grande porte, em seguida, voltou a puxar os mamilos inchados. Bear inclinou-se para puxar o mamilo que Cole ofereceu a ele, primeiro um, depois o outro, antes de se ajoelhar no chão, entre as pernas de Mari. —Você é tão bonita aqui Mari, toda rosa e deliciosa. — Ele se inclinou, sua língua acariciando contra os lábios de seu sexo. Seus lábios roçaram seu clitóris puxando-o gentilmente, fazendo Mari gritar. Suas pernas desabaram sob seus pés. Apenas os braços de Cole segurando-a impediram de bater no chão. —Goza para nós, bebê — rosnou Cole no ouvido de Mari. Mari estava em chamas, queimando com fome, querendo ser levado pelos dois homens que ela amava. Perto, prazer doloroso atacou seus sentidos quando Bear e Cole


tocaram-na, provaram-na, consumido sua resistência em chama de excitação. Eles não mostraram nenhuma misericórdia, como um orgasmo sacudiu através de sua carne queimada após o outro, até que Mari não sabia onde um terminou e outro começou. E ainda eles não terminaram com ela. Mari passou entre os dois homens, implorando pelo lançamento, para eles a tomassem. —Por favor, eu preciso de vocês. Eu preciso sentir vocês dentro de mim — ela implorou. Mari não tinha certeza de qual deles ela estava pedindo, ou se era ambos. Ela só sabia que ela precisavao senti-los, sentir seus pênis duros a enchendo até que ela não sentisse nada, além disso. Bear e Cole obedeceram imediatamente. Cole levantou Mari nos braços de Bear. Bear agarrou suas pernas e envolveu-as em torno de sua cintura. Ele gemeu quando ele imediatamente mergulhou na boceta molhada de Mari. Cole abriu uma gaveta e tirou uma pequena garrafa de lubrificante antes de apertar uma pequena quantidade em sua mão. Trabalhou-o sobre seu pênis latejante antes de espalhar alguns no vinco da bunda de Mari, com especial atenção para o pequeno broto franzido no meio. Ele colocou seu membro em sua entrada e começou a empurrar para dentro, cada impulso do pau de Bear na buceta de Mari empurrando-o mais profundo até que ele estava enterrado até a raiz. —Deus Mari, você é tão perfeita, tão apertada — Cole envolveu em seus braços em Mari e a puxou de volta, inclinando-a contra ele quando ele começou a empurrar em Mari. Logo Bear e Cole elaboraram um ritmo que deixava ambos enchendo Mari ao mesmo tempo. Bear e Cole impulsionavam tanto em único impulso e recuavam novamente. Cole mordia seu pescoço enquanto Bear alternava entre acariciar seus seios e beliscar seus mamilos. Mari estava em chamas, sua mente um prazer sensual. Tudo o que podia fazer era se segurar para o passeio quando eles a encheram. A sensação intensa de ambos os


preenchendo era quase mais do que poderia tomar. Seu corpo ficou mole com a exaustão quando ela sentiu nascer outro clímax. —Agora Bear — rosnou Cole quando ele aumentou seu ritmo, mergulhando em Mari tão duro quanto podia. Ele sentiu Bear inchar ainda mais quando o topo de seu pênis explodiu. Ele gozou em Mari. Mais um impulso de Bear e ele também explodiu, gritando o nome de Mari como o tiro de seu semêm profundamente dentro dela. Ambos os homens encostaram seu corpo flácido pressionado entre eles, enquanto eles tentavam arrastar ar em seus pulmões. Finalmente Cole saiu de Mari e foi ao banheiro ao lado da sala para limpar-se. Em seu caminho de volta, ele pegou um pano úmido para limpar Mari. Caminhando de volta para a sala, ele encontrou Bear de pé, segurando Mari em seus braços, a cabeça apoiada em seu ombro. Bear não parecia ter quaisquer planos de soltala. —Bear, você precisa colocá-la para baixo para que eu possa limpá-la. — Cole apenas balançou a cabeça ao ver a expressão desesperada nos olhos de Bear. Ok, talvez ele não tinha que colocá-la para baixo. —Ela vai ficar chateada com gente por fazê-la desmaiar de novo. Bear concordou com a cabeça. Sim, Mari odiava desmaiar. Cole tirou as pernas de Mari e gentilmente limpou antes de retornar o pano para o banheiro. Mari não se mexeu. De volta ao escritório, ele se vestiu então foi procurar um cobertor para cobrir Mari. Eles teriam que acordá-la para vesti-la e não fazia muito sentido, uma vez que iriam apenas despi-la novamente, quando chegassem ao quarto. Pegando uma colcha de fora da parte de trás do sofá, ele voltou para o escritório e ajudou Bear a cobri-la. Bear nem sequer se lembrou que ele também estava nu quando saiu pela porta do escritório e foi para o quarto. Cole riu quando ele pegou suas roupas do chão e seguiu para o quarto, fechando a porta suavemente atrás dele. Ele observou Bear colocar Mari no meio da cama antes de subir e puxar as


cobertas sobre ambos. Ele tirou suas próprias roupas e as jogou no cesto de roupa suja antes de subir na cama do outro lado de Mari e puxar as cobertas sobre si mesmo. Ele deitou perto de Mari e envolveu um braço ao redor dela, assistindo como Bear gentilmente acariciou seu rosto com os dedos. —Ela é tão preciosa, Cole, eu acho que não poderia suportar se ela nos deixasse. — Cole estremeceu com as lágrimas que ele viu nos olhos de Bear, enquanto ele olhava para ele. —Eu sei Bear, eu sei — ele murmurou baixinho para não acordar a bela adormecida diante dele. — Ela não tem nenhuma razão para nos deixar — ele tentou tranquilizar Bear, mesmo que parte dele estivesse com medo também — Ela não vai nos deixar. Inferno, ela sabe como nos sentimos sobre ela. Bear balançou a cabeça. —Ela sabe? Às vezes eu me pergunto. Capítulo 8

Uma semana depois, Mari cantarolou junto com a música no rádio enquanto ela dançava na pequena cozinha entre o fogão e o balcão, sua bunda balançando para trás e para frente com a batida da música. Ela sentia ótima e quando ela estava se sentindo ótima, ela cozinhava. Ela gostava de cozinhar qualquer coisa e tudo. Normalmente ela cozinhava apenas pra ela mesma, mas agora ela tinha uma tripulação inteira de homens altos, fortes, e muita vontade de cozinhar. Mari estava no céu cozinhando. —Bem, não é uma das mais belas visões que já vi? — Mari virou ao ouvir uma voz da porta. Ela ainda estava um pouco nervosa, considerando que alguém tinha tentado matá-la. Vendo que era Cole, ela sorriu e dançou seu caminho até ele. Em pé diante dele, ela fez uma reverência e estendeu a mão para ele. Cole pegou Mari em seus braços e começou a dançar em torno dela na cozinha.


As diferenças na sua altura não parecia incomodá-los. Mari só descansou a cabeça no peito de Cole quando ele a segurou com força e ela dançou ao redor da sala. Cole balançou Mari ao redor da música, dobrando-a sobre seu braço no final do cabelo solto a melodia mergulhou tão profundo que Mari roçou contra o chão. Quando ele virou as costas para os seus braços Mari riu para a alegria dele, agarrando Cole pela camisa e beijando-o, colocando todo o seu amor e alegria em um beijo doce. Ele balançou em seus dedos. Ele não sabia que alguém poderia colocar tanta emoção em um beijo. Mas Mari colocou. Seu lábio pressionou contra os dele, sua língua acariciou a sua boca, e foi à coisa mais erótica que ele já havia sentido. E ao tempo mesmo, a mais inocente. Mari não estava tentando transformar Cole. Ela estava transmitindo todos os seus sentimentos de amor por ele, à alegria de estar com ele, através de um beijinho. E Cole estava ouvindo tudo o que ela tinha a dizer. —Ah, querida, você é tão preciosa para mim — ele sussurrou telepaticamente. — Você faz tudo certo no mundo. —Cole — Mari murmurou baixinho. —Eu não sei o que eu faria se algo acontecesse com você. — Cole ainda sentia o terror que ele tinha passado por Mari quando tinha sido envenenada. Ela tinha chegado tão perto de morrer. Ele tinha chegado tão perto de perdê-la. Não era algo que ele queria experimentar novamente. —Prometa-me que você nunca vai me deixar, Mari — ele pediu em voz alta, enterrando o rosto em seu cabelo cheiroso, seus braços envolvendo em torno dela em um abraço apertado. —Prometa-me! Mari colocou os braços em volta de Cole, sentindo-o tremer de emoção em seus braços. Ela deu um suave beijo em seu peito, por não ser capaz de alcançar seus lábios. —Cole — ela começou, querendo tranquilizá-lo — Eu não quero te deixar, nunca. — Mari tentou puxar a cabeça de Cole fora de seu ombro, mas ele apenas segurou mais apertado. —Cole, olhe para mim. —Não.


Mari riu. —Por que não? Cole apenas balançou a cabeça. Ele estava com medo. Ele deveria ser um grande, forte, guerreiro, macho, alfa e ele estava com medo de uma pequena mulher que não chegava a atingir seu queixo. Mas se olhasse para Mari, realmente olhasse-a nos olhos, ele não teria que dizer a si mesmo que ela não estava mentindo, que ela não estava dizendo a ele o que ela achava que ele queria ouvir. —Por favor Cole, olhe para mim — Mari pediu enquanto agarrava seu cabelo e puxou, tentando trazer sua cabeça para que ela pudesse olhar para ele. Finalmente, relutantemente, Cole levantou a cabeça. Ele ainda evitou os olhos dela, a olhando para o cabelo, os lábios, tudo, menos seus olhos. Mari começou a ficar irritada com isso. —Vamos sentar ou algo assim. Eu estou ficando cansada de quebrar meu pescoço tentando olhar para você. A resposta de Cole foi levantar Mari em seus braços, um braço apoiado em sua bunda, o outro embrulhado em torno dela. —Ok, isso funciona também — ela riu enquanto colocou o braço em volta do pescoço, sua mão agarrando seu cabelo. Com a outra mão, ela conquistou seu queixo, forçando-o a olhar para ela. —Cole, olhe para mim. Cole ainda se recusava a levantar os olhos para ela. Mari podia sentir seu corpo tremendo. —Cole — ela tentou novamente, carinhosamente através de seu vínculo — por favor, olhe para mim. Cole levantou lentamente seus cílios, expondo os olhos cheios de medo e apreensão, com medo de que ele fosse rejeitado. —Querido, não tenho planos de deixar você. Você acredita nisso? —Eu acho que sim. —Então, acredite, eu te amo.


Ela ficou maravilhada com a mudança quase instantânea em Cole. Seus olhos mostraram descrença por um breve segundo antes da felicidade diferente de tudo que já tinha visto começou a encher seu rosto. —Você quer dizer que ama Mari? Realmente significa isso. —Eu te amo, Cole, com tudo em mim. Eu quero o mundo com você — ela falou bem baixinho quando ela passou seus lábios ternamente através dele. —Eu nunca vou te deixar. Eu prometo. —E eu? — perguntou uma voz calma atrás deles. Os dois se viraram para ver Bear em pé na porta. Ele tinha um olhar incerto em seu rosto. Mari estendeu a mão para ele. Bear caminhou lentamente pelo chão, tomando a mão de Mari e deixá-la para adentrar no círculo de seus braços. —Meu entendimento desde o início foi a de que vocês dois eram um pacote, tomando um você tem que tomar o outro. — Ela olhou de homem para o outro. — Estou certa? Cole e Bear hesitantemente assentiram com a cabeça. —Bem, eu tenho um pouco de problema com isso. Eu não quero tomar um se eu tiver que tomar o outro. Mari viu o rosto de Bear, com lágrimas nos cantos dos olhos. Os olhos de Cole cheios de dor e raiva. Bear começou a recuar, obviamente pensando que Mari iria rejeitá-lo em favor de Cole, mas Mari parou com suas palavras seguintes. —Eu quero muito você porque eu te amo tanto. — Ela inclinou-se para beijar Cole, em seguida, virou-se para beijar Bear. —Eu quero você por causa de quem você é, não porque eu tenho que tomar Bear se eu quiser você, Cole — Mari sussurrou contra os lábios de Cole. —Ou você Benjamin — disse ela com firmeza. —Eu não quero ter que ter Cole na minha vida para ter você também. — Mari passou a mão pelo rosto de Bear, enxugando as lágrimas de seus olhos. Um olhar de esperança estava começando a se formar em seus olhos cinzentos esfumaçados. — Eu não quero um de vocês sem o outro, mas eu não quero


nenhum de vocês, se eu tenho que tomar o outro. Eu quero vocês só se vocês me quiserem, não individualmente, mas juntos. — Mari olhou entre eles. —Entendem o que estou dizendo? Cole pigarreou com lágrimas. —Eu acho que sim. Você nos ama tanto, mas você não quer ter tanto nós dois se não te amarmos da mesma forma, se não queremos que você só, para nós mesmos, mas também em conjunto. Ele olhou para Mari, deixando as lágrimas rolarem pelo rosto, sem vergonha que um grande Navy Seal forte estava deixando seus sentimentos tão claros. —Estou certo? Mari assentiu com a cabeça, o sorriso brilhando em seu rosto. —Eu te amo tanto e eu quero vocês, ambos, juntos para sempre. Eu sei que vocês são gêmeos e têm uma ligação especial, mas para mim, vocês são iguais e ao mesmo tempo tão diferentes. Ela estendeu a mão para acariciar suavemente a bochecha de Cole, passando a mão pelo rosto antes de se inclinar para um beijo rápido. —Cole, você é tão poderoso, tão protetor. Eu sei que quando eu estou com você que nada vai me machucar. Toda noite, quando vou dormir em seus braços eu sei que nada e ninguém pode me prejudicar. E você é um homem tão dominante, e, tanto quanto parece que bater de frente, você nunca usa sua força contra mim, não importa o quão bravo eu faço você. — Ela se virou para Bear, dando um beijo pequeno também. —E você, Bear, você é tão grande, tão forte. Eu nunca vi um homem tão grande como você. Bear deu-lhe um olhar um pouco envergonhado. —Mas você é tão doce. Eu não acho que as pessoas veem isso em você. Eles só veem o seu tamanho e assumem automaticamente algum grande mal. Você não tem? Você gosta de plantar flores e carinho. Você é um dos doces, os homens mais amáveis que eu já conheci, e eu estou contente que você é meu. Mari puxou os dois mais perto, suas três cabeças pressionadas juntas. —Eu te amo tanto e quero a ambos. Eu admito que eu amo o fato de que eu possa


amar Cole e você vai sentir Bear. Ou que Cole pode me sentir quando te amo. É um sentimento muito poderoso. — Ela sorriu em memória de seus dias e noites cheias paixão. —Então, eu espero que vocês estejam falando sério quando disseram que me queriam para sempre — disse ela, a questão clara em seus olhos. Cole chegou a dobrar uma mecha solta de cabelo atrás da orelha. Sua voz, normalmente sensual e excitante, era suave e gentil com seus sentimentos avassaladores. —Cada palavra — ele sussurrou. —Nós dois Mari, sempre. Bear acenou com a cabeça, muito emocionado para falar em voz alta. Ele olhou para Cole para a assistência, depois de volta para Mari. —Nós amamos você, Mari, nós dois. Nós queremos você conosco para sempre, queremos nos casar. Mari fechou os olhos quando encheu de alegria seu coração. Eles estavam falando sobre para sempre. Ambos a queriam para sempre. —Mas como? — Mari abriu os olhos enquanto limpava sua garganta. — Como podemos fazer isso? Eu não posso me casar com ambos. Isso é contra a lei. — Ela olhou para Cole, em seguida, Bear, o desespero em seus olhos. — Mas eu não quero escolher entre vocês. Eu não posso — ela chorou. Cole e Bear deram um sorriso entre eles. —Quando decidimos que queríamos você para sempre, tivemos o cuidado de lidar com esse pequeno problema. Mari passou um olhar confuso entre eles. —Como? —Antes de responder quero saber uma coisa. Se pudesse, você se casaria conosco, Mari? — Cole perguntou, segurando o fôlego. —Nós dois, Mari? Quer ser nossa esposa? Ter nossos filhos? Estar conosco para sempre? Com nós dois? — Bear perguntou calmamente. Ele sabia que estava pedindo muito para Mari, mas como Cole tinha dito no início, era tudo ou nada. —Sim — respondeu Mari sem hesitação. Ela ficaria feliz em se casar com os dois, passar o resto de sua vida amando-os, se tivesse a oportunidade. Desde que Mari soube


que já estava grávida, que parte do seu pedido já havia sido cumprida. Ela só precisava lhes dizer. Cole e Bear abraçaram Mari entre eles, seus braços segurando-a firme, seus lábios acariciando cada bochecha. Bear recuou e seguiu Cole quando ele entrou na sala, sentado no sofá, segurando os braços para Mari enquanto Cole desceu para eles. Cole ajoelhou-se no chão ao lado deles. Ele agarrou as mãos de Mari na sua e respirou fundo antes de olhar para Mari. Mari podia ver a seriedade em seu rosto. Bear muito. Ela estava com medo por ela. O que eles tinham para dizer a ela que era tão importante que eles iriam olhar como eles fizeram? Será que eles não queriam se casar com ela? Bear beijou o topo da cabeça de Mari, antes de iniciar a conversa. —Mari, o que estamos prestes a dizer é secreto. A única razão que nós estamos dizendo é porque você concordou em se casar com a gente, e como nossa esposa, você tem o direito de saber com o que você está se metendo. —Você se lembra de quando nos conhecemos — Cole começou — quando a salvamos de Yuri? Mari concordou, ainda sentindo apreensiva, mas querendo saber o que tinha a ver com o casamento. —Alguma vez você já se perguntou o que estávamos fazendo lá? Mari pensou sobre isso, então balançou a cabeça. —Não, eu apenas assumi que eram soldados em algum tipo de missão de resgate. São soldados, certo? Não é isso que você disse? —Sim, mas não somos exatamente soldados normais — disse Cole. —Não são soldados normais? O que vocês são então? Cole hesitou brevemente antes de continuar. O que ele tinha a dizer para Mari era secreto. Apenas algumas pessoas no mundo sabiam. —Nós trabalhamos para o presidente como uma equipe de operações especiais chamada Esquadrão Alpha. Mari olhou para Cole por vários momentos, então Bear.


—E isso significa o quê? —Antes de eu contar eu preciso de você saiba como chegamos dessa forma — disse Cole, quase hesitante. —Ok. —Bear e eu estamos no serviço por um longo tempo, desde os 18 anos de idade. Nós sempre fomos muito bons no que fizemos, principalmente por causa da nossa telepatia. Há alguns anos fomos abordados por alguns de bronze querendo nossa participação em um programa especial, um programa de governo para os soldados com habilidades excepcionais, como Bear e eu. Está comigo até agora? — Quando Mari assentiu, ele continuou. — Durante esse programa sofremos certo... Treinamento especial. —Que tipo de treinamento? — Mari perguntou, de repente, temendo por seu futuro filho. —Eu não sei a terminologia exata. Doc poderia explicar mais para você, ele era um dos médicos que trabalharam conosco. Mas basta dizer que nos mudaram. Nós nos tornamos mais rápidos, fortes e, infelizmente, mais agressivos. Nos tornamos um problema para os nossos manipuladores. —Manipuladores? — ela perguntou confusa. — Que diabos é um manipulador? —Calma bebê. Ele vai chegar a isso — Bear disse acariciando sua coxa. —Nossos manipuladores foram os cientistas e responsáveis pelo programa. Eles decidiram que precisávamos ser neutralizadas ou pelo menos, trancados para o resto de nossas vidas. Mari não podia conter a grito de horror que escapou de sua boca. —Está tudo bem, Doc nos salvou. Ele não achava que era certo eles usarem-nos, em seguida, nos prender quando seus experimentos não sairam do jeito que eles queriam. Então, ele nos ajudou a escapar. Mari sempre gostou Doc, mas agora ele significava o mundo para ela. Ele salvou os dois homens que ela amou e deu-lhes a sua liberdade. No fundo de sua mente era o pensamento de que ela faria tudo que pudesse para ajudar Doc obter o homem que amava por dar-lhe os homens que ela amava.


—Assim então, como você se tornou agente especial? —Eu estava começando por aí — Cole sorriu. — Você se lembra de alguns anos atrás, quando a filha do presidente foi sequestrada? Bem, Doc deu uma mensagem a alguém próximo do presidente, que, em seguida, deu a mensagem para o presidente. Em essência, estaríamos de volta dentro de algumas horas, sãos e salvos, se o presidente desse a Doc uma hora de seu tempo para conversar com ele sobre uma equipe de soldados que ele conhecia. —E ele concordou? —Será que você não se fosse sua filha? — Mari sabia que ela faria. Ela faria qualquer coisa se o seu filho fosse sequestrado e alguém disse que poderia levá-la de volta sã e salva. —Sim, está bem, então vocês entraram e salvou. Então Doc falou com o presidente. E depois? —Bem, em primeiro lugar, o presidente estava chateado. —Para dizer o mínimo — Bear completou rindo. —O presidente estava irritado — Cole continuou — que alguém em seu exército realizou tal experiência sem o seu conhecimento. Mas ele também percebeu que tinha uma ferramenta útil em suas mãos. —Então — Bear começou de novo — ele criou um ramo especial de serviço por meio de decreto, e fez uma equipe de operações especiais. Nós ainda somos parte do militar com todo o acesso para os militares que qualquer outro soldado teria exceto que só respondemos ao presidente. —Ok, então você vai a missões especiais para o presidente, mas você não responder a um comandante, ou general, ou o que quer? Certo? —É verdade, em um sentido. Cole é o nosso comandante — disse Bear. —Cole. —Sim, todos nós trabalhamos juntos por muitos anos como uma equipe antes de nos tornarmos agentes especiais. Cole foi sempre o nosso comandante. Então fazia sentido mantê-lo como nosso comandante. —Você tem qualquer pergunta agora? — Cole perguntou.


—Bem, se vocês são agentes especiais, por que o rancho? Quer dizer, é uma fazenda de trabalho, não é? —Ah, claro, é um rancho regular, com vacas e cavalos e tudo. E nós trabalhamos duro para torná-lo um sucesso. Mas nós temos um capataz que mantém o lugar correndo por nós. Nós nunca sabemos quando pode ser chamado de distância. —É por isso que eu não conheci o resto da equipe por tanto tempo? Eles estavam em uma missão? —Sim, mas era uma pequena missão que não precisaram de nós. Haverá momentos em que não são chamados de distância, porém, no calor do momento, como dissemos. Você pode lidar com isso? Mari apertou suas mãos grandes em suas pequeninas. —Eu só não quero que nada aconteça com você. Eu morreria se algo acontecesse com você, qualquer um de vocês. —Nós somos muito bons no que fazemos bebê, e nós temos feito isso há muito tempo — disse Cole, tentando tranquilizar Mari. — E não se esqueça que foram especialmente treinados. Estamos mais rápidos e mais fortes. E cada um de nós na equipe tem algo de especial que trazemos para a equipe. —Como o que? —Bem, vamos falar sobre isso mais tarde — disse Cole. — O que é importante é que você sabe que nós temos algo muito especial sobre nós que nos faz muito bons em nosso trabalho. E não precisamos nos arriscar. —Ok, então ainda não explicou por que você vive em um rancho no meio de lugar nenhum — disse Mari. —Bem, lembre-se da coisa da agressão que eu mencionei? — Cole perguntou. —Às vezes pode ser um problema, por isso, ficamos aqui durante o nosso tempo de inatividade, longe dos problemas potenciais. É mais fácil para nós e mais seguro para os outros. —Você é muito agressivo? — Mari perguntou cética. —Sim, todos nós. Por que? — Cole respondeu.


—Bem, exceto por aquele estúpido Sam, eu nunca vi nenhum de vocês serem excessivamente agressivo. Vocês todos parecem se darem tão bem. Cole balançou a cabeça. —Nós somos todos, mas por alguma razão não somos uns com os outros. Doc não sabe se é porque todos nós trabalhamos juntos antes do programa, ou se é porque todos nós fomos com as experiências em conjunto, ou apenas porque somos amigos. Por alguma razão, nós não agredimos entre nós. —Realmente? — Mari afirmou encarando Bear, lembrando-se de seu estrangulamento em Sam. Bear corou. —Eu não sei te dizer o que houve Mari. Eu nunca fui agressivo com ninguém da minha equipe antes. Eu simplesmente não podia ver suas mãos em você. Eu simplesmente perdi o controle. Mari acariciou sua mão. —Isso vai ser um problema no futuro? —Nem um pouco — ele riu virando um pouco com o rosto vermelho — enquanto Sam mantém suas mãos longe de você. Mari e Cole riram quando Bear ficou ainda mais vermelho. Mari deitou a cabeça no peito de Bear. Isto era um monte de coisas para digerir. Cole e Bear e todo o plantel foram geneticamente melhorado super soldados que trabalhavam diretamente para o presidente como uma equipe de operações especiais. Cole e Bear apenas assistiram Mari, dando-lhe tempo para vir a enfrentar tudo o que tinha dito. Eles esperavam que não fosse mais do que ela poderia suportar. Mari era uma mulher forte, mas ela era tão forte? —Mari, há mais alguma coisa — Cole começou, hesitando em entrar nos pensamentos de Mari, mas a necessidade de contar-lhe tudo. Mari levantou a cabeça do peito de Bear e olhou para Cole. —Um pouco mais? —Por causa da nossa relação única com o presidente, eu pedi pra assinar uma


ordem especial, só para nós. Cole beijou ambas as mãos de Mari antes de entregar um papel para Bear segurar. —Se você concordar, essa ordem vai nos permitir casar, todos nós. —Eu não entendo. —Você seria a nossa esposa, de ambos, legalmente — Bear acrescentou. —Quer dizer que eu posso me casar com vocês dois? — ela perguntou cética. —Sim, você vai se casar com nós dois, de forma legal. —Ele pode fazer isso? Criar uma lei para que eu possa me casar com vocês? Isso é legal? —Ele é o presidente, mas ele ainda tem de seguir as nossas leis como todos. No entanto, neste caso, ele tem esse poder. Além disso, será assinado pelo presidente, muito difícil de mudar. Mari sentiu alegria começam a crescer em seu coração pela primeira vez desde que se sentou com eles para conversar. Talvez, apenas talvez, todos os seus sonhos pudessem se tornar realidade. —Então, você quer casar conosco, Mari? Vai ser a nossa esposa? — Cole perguntou, seu coração em seus olhos para Mari, aceitar ou esmagar. Para não ficar de fora, Bear virou o rosto de Mari para o seu. —Nós amamos você, Mari. Queremos estar com você sempre, criar uma família com você, envelhecer com você, nós dois. Mari olhou Bear por alguns instantes antes de olhar para a Cole. Ambos esperando, querendo que ela se apressasse e tomasse uma decisão, mas sabendo que ela precisava de tempo. —Isto é o que vocês tanto desejam, ter-me para sua esposa? Ambos riram quando assentiam com a cabeça. Ok parece que eles queriam. —Então, sim, eu quero muito casar com vocês. Ela aproveitou os gritos de alegria vindo de ambos Cole e Bear quando eles


jogaram seus braços ao redor dela e começou a chover beijos em cima dela. —Oh, Deus, nós te amamos muito. Nós vamos fazer você feliz, nós prometemos — Bear chorou quando enterrou o rosto no cabelo de Mari. Mari repente sentou-se. —Eu tenho que ligar para minha irmã. Ela vai precisar conseguir uma substituta para a cobrir quando ela vier para o casamento. Falando nisso — ela disse olhando para ambos Bear e Cole — quando é que vamos ter o casamento? Bear olhou cautelosamente sobre a Cole. —Hum, por que você não me deixa falar com sua irmã? Você apenas se concentra em fazer planos de casamento. —Sim — Cole concordou — você vai ter as mãos ocupadas fazendo cuidando dos planos do casamento. Nós poderíamos fazer o casamento, digamos, em um mês a partir de sábado? Além disso, nós queremos que você tenha o casamento dos seus sonhos. —Qualquer coisa que você quiser dinheiro não é problema. —Um mês a partir de sábado? Isso não é muito tempo para planejar um casamento. —Então dois meses de sábado? Mari pareceu considerar as coisas por vários momentos. —E, o que dizer de vocês? Vocês não quer dar entrada no casamento? —Querida, enquanto você estiver lá para caminhar até o altar, eu não me importo se casar em um chiqueiro vestindo jeans. Mari riu da imagem deles todos vestindo jeans. —Cuidado com o que vocês dizem meus amores. Mari se levantou com a intenção de rastrear Jax. Ela tinha um monte de planejamento para fazer. —Mas eu preciso falar com a minha irmã, no entanto. Eu não posso me casar sem ela aqui. Ela é a única família que tenho. Bear parecia considerar suas palavras antes de falar. —Ok, e quanto a isso? Você trabalha sobre os planos de casamento e nós


entraremos em contato com sua irmã. Assim como nós, vamos voar para que ela possa ajudá-lo a terminar os planos de casamento. —Além disso, não seria mais fácil explicar a nossa relação com ela pessoalmente? Como é que ela vai se sentir sobre você se casar com dois homens? — Cole interrompeu. —Oh, sim, eu esqueci disso. Poderia ser melhor para explicar cara a cara. Um pouco da felicidade parecia deixar o rosto de Mari no pensamento de reação de sua irmã a nova relação de Mari. —Você acha que ela vai entender? — Cole imediatamente sentiu-se culpado por ter dúvidas em Mari. Ele queria dirigir à conversa para longe da irmã Mari não, fazê-la se sentir mal. — Se ela te ama, tenho certeza que ela vai entender. —Sim, eu acho que você está certo — Mari disse calmamente. — Bem, eu vou encontrar Jax e começar o planejamento. Cole e Bear assistiram Mari sair da sala, com os ombros levemente caídos. Bear esperou até que Mari tinha deixado a sala completamente antes de voltar a Cole. —Temos de encontrar a irmã de Mari. Ela vai ficar muito chateada se não o fizermos. —Eu sei. Ela nunca vai nos perdoar por mantermos isso dela. Você viu que a menina quando ela está chateada. Tão bonito como é eu não quero que ela se machuque por isso. Cole passou a mão pelo cabelo encaracolado, arrastando-o pelo rosto. —Ok, vamos enviar Nick até Spokane para ver se ele pode localizá-la. Enquanto isso, vamos manter Jax rastreando. Tem que haver algum sinal desta menina em algum lugar. Bear balançou a cabeça, o rosto ainda preocupado. —Porra, Cole, Mari vai nos matar se ela descobrir que escondemos isso dela. Capítulo 9


Três semanas mais tarde, Mari entrou no escritório e pegou o telefone. Discou o número de sua irmã e esperou o telefone tocar. Tanto Cole e Bear tinha dito que eles estavam tentando entrar em contato com ela, mas como ainda não tinha havido nenhuma palavra. Mari estava ficando cansada de esperar. Ela sabia que Cole e Bear escondiam algo dela, mas ela não sabia o quê. Mari estava com medo de que eles já tivessem falado com ela e Camilla tinha sido ofendida pela sua relação incomum e se recusou a vir. Será que foi isso que o que eles estavam escondendo dela? Talvez se ela conversasse com Camilla, ela pudesse mudar sua mente. Ela tentou várias vezes falar com Cole e Bear sobre isso ao longo do último par de semanas, mas ambos tinham rapidamente mudado de assunto, geralmente para os planos de casamento. E parecia que todo mundo estava tentando mantê-la longe do telefone. Cada vez que ela tentava fazer uma chamada telefônica alguém tinha interrompido ela ou precisava dela para alguma coisa. Quando todos pensavam que ela estava tirando uma soneca, Mari esperou até que todos tinham saído de casa antes de entrar no escritório para chegar ao telefone. O telefone de Camilla apenas tocou e tocou até a secretária eletrônica atendeu. Mari deixou uma mensagem e desligou. Ela mordeu o lábio inferior por vários momentos antes de pegar o telefone novamente e marcar o número do trabalho dela. Quando a secretária da escola respondeu Mari pediu por Camilla. —Sinto muito, Sra. Johnson não está disponível no momento. Posso pegar o recado? —Sim, esta é irmã de Camilla, Mari. Poderia tê-la me chamar logo que você a veja?


—Ah Mari, Olá, é Jeannie. —Ei Jeannie, como você está? — Mari perguntou. —Eu estou bem, obrigada. —Olha, você pode ter certeza de que Camilla receba minha mensagem o mais rápido possível? Eu não tenho notícias dela em pouco tempo e eu estou começando a ficar preocupada. —Oh, eu pensei que você soubesse — Jeannie respondeu. —Soubesse de que? — Mari podia sentir seu coração começar a acelerar. Ela podia ouvir a hesitação na voz de Jeannie. Algo estava errado. —Camilla tirou uma licença de ausência de um par de meses atrás. Eu teria pensado que ela lhe disse — Jeannie respondeu. —Não, ela não me disse, mas eu estive fora da cidade por um bom tempo — disse Mari, sua mente de repente cheia de pensamentos caóticos de algo de ruim acontecendo com sua irmã. —Oh, bem, você já tentou em casa? — Jeannie perguntou. —Sim, sem resposta. — Mari foi ficando cada vez mais preocupada. — Olha, eu tenho certeza que ela está bem. Ela provavelmente só precisava de algum tempo fora e não poderia ter me enviado um recado. Vou continuar tentando ela em casa. Mas se você ver ela, poderia dizer que liguei? Uma vez que Jeannie concordou Mari se despediu e desligou. Ela tentou o número de Camilla mais uma vez antes de desligar. Ela olhou para o telefone por vários momentos, a preocupação por Camilla nublando cada pensamento em sua cabeça. Onde ela estava? Tinha algo acontecido com ela? Mari sentiu seu coração apertar com a ideia de que Camilla pudesse estar em apuros. Ela tinha que encontrar Bear e Cole. Eles poderiam ajudar. Mari saiu do escritório e saiu pela porta da frente para o celeiro. Lembrou-se que tanto Cole e Bear dizendo que estariam no celeiro hoje trabalhando quando ela tinha ido se


deitar para seu cochilo. Caminhando para o celeiro, ela começou a procurar por seus rapazes. Ela podia ouvir vozes vindas do quarto dos fundos, e foi para lá. Quanto mais perto que ela chegava, mais lento seus passos se tornou. A conversa acontecendo no quarto começou a chegar até ela, e isso fez seu coração descer a seu estômago. —Oh inferno, é claro que não podemos dizer a Mari. Nem sequer dizer uma coisa dessas. —Eu sei disso — Cole quase gritou. — Mas, se dizer a ela, você sabe que ela não vai passar com o casamento. Mari sentiu frio. Do que eles estavam falando? —O que você acha que vai fazer Mari, se descobrir como nós a enganamos? E se ela não engravidar? E depois? —Eu sei que é complicado. Eu só não sei o que fazer sobre isso — Cole suspirou. —Eu sei que nós dois concordamos que queríamos um bebê. Mas eu mudei de ideia. Eu não quero um, não assim — respondeu Bear. Mari sentiu náuseas. Eles não queriam ela. Eles não queriam nem mesmo o seu bebê. Foi tudo um truque. Ela deveria ter sabido que era bom demais para ser verdade. Por que os homens fortes e sexy como Cole e Bear quereriam ela gorda, com excesso de peso, quando poderiam ter qualquer uma que eles queriam. As próximas palavras de Cole foram como pregos no caixão de Mari. Ela tinha certeza que seu coração parou de bater. —Cole, você sabe que isso não é exatamente legal. —Mas ela não precisa saber disso — respondeu Cole. Mari ouvir um pouco de


satisfação em sua voz. — Olha, tudo o que temos a fazer é continuar com isso até depois do casamento. Assim que isso acontecer, o resto só vai cair no lugar. —Você sabe que não é legal, Cole. Isso não é legal. Como você acha que Mari vai se sentir quando ela descobrir? Ela vai nos odiar. —Então, nós apenas esperemos que ela nunca descubra. Mari podia ouvi-los caminhar em direção à porta. Ela rapidamente se escondeu em uma das baias vazias. Seu coração estava quebrando. Ela sabia que, eventualmente, isso tudo chegaria ao fim e ela sabia que ia doer. Ela só não tinha pensado que ia doer tanto. Mari não sabia se ela iria se recuperar. Ela segurou a mão sobre sua boca para não gritar em voz alta quando assistiu Cole e Bear saírem do celeiro. Nada poderia parar as lágrimas de cair pelo rosto. Uma vez que ambos haviam fechado a porta do celeiro atrás deles Mari enrolou em uma bola e deixou seus soluços levá-la. Ela chorou por todos os sonhos que ela teve e que tinham sido esmagados por suas palavras. Ela sabia que tinha sido tola e sonhadora de estarem todos juntos. Mas ela queria tanto que ela se deixou enganar. Era sua própria culpa por acreditar tudo o que havia despejado para ela. Mari ficou enrolada na baia vazia por um longo tempo antes que ela senta-se e limpasse as lágrimas dos olhos. Ok, hora de puxar a seu auto preservação. Ela tinha que descobrir o que fazer a partir daqui. Ficar no rancho não era uma opção. Ela não ficaria onde não era desejada, não importa o quanto ela amava Cole e Bear. Ela tinha um bebê em que pensar. Mari nunca pensou que ela seria uma mãe solteira, mas agora que era uma possibilidade muito real. Nem Cole nem Bear pareciam querer um bebê, pelo menos não com ela. Talvez que tinha sido seu plano o tempo todo, engravidá-la e, em seguida, levar o bebê dela quando ela não fosse mais necessário. Mari estava tão confusa. Ela tirou pedaços de palha fora de sua camisa quando se levantou. Ela tinha que


parecer calma e normal, a fim de voltar para a casa e recolher algumas coisas antes que ela pudesse sair. Um casaco seria um bom começo. Mari limpou tanto das lágrimas do rosto e os olhos como ela poderia antes de voltar para a casa. Rebocando um pequeno sorriso em seu rosto, ela abriu a porta da frente, entrou e foi direto para o quarto. Ela podia ouvir os caras rindo na sala de jantar. E se perguntou se eles estavam rindo dela. Provavelmente. E quantos deles estavam sabendo da brincadeira de Bear e Cole? Todos eles? Tão perto como eram todos, Mari não viu como eles não poderiam ser. Mari quase odiava todos eles naquele momento. Mari tinha acabado de chegar à porta do quarto quando a voz de Cole a parou. —Hey, bebê, onde você esteve? Ela segurou o batente da porta para manter-se até que ela respondeu sem se virar. —Eu estava andando. Eu vou tirar um cochilo. —Você está bem? — Cole perguntou logo atrás dela. Mari podia sentir sua respiração em seu pescoço enquanto suas mãos circulou sua cintura. Mari fechou os olhos enquanto ela inclinou a cabeça para trás no peito de Cole. —Claro. Estou bem. Eu só estou um pouco cansada. —Quer companhia? — Cole perguntou enquanto acariciava o pescoço de Mari. Um arrepio percorreu o corpo de Mari. Não importa o que tinha acontecido, ela ainda o amava, ela ainda queri ele. Ela queria desesperadamente dizer sim, mas não podia. Ela sabia que não podia. Mesmo mais uma vez nos braços de Cole e ela sabia que não teria forças para sair. —Não, eu só preciso deitar por algum tempo — ela sussurrou quando se afastou de Cole e entrou no quarto. —Ah, certo. Bem, se você precisar de alguma coisa é só me avisar. — Cole


assistiu Mari quando ela tirou a roupa e deitou na cama para dormir. Algo estava errado com ela, mas ele não tinha ideia do que. Talvez ela estivesse chateada por não ter sido capaz de trazer Camilla para a fazenda ainda. Ele sabia que os planos do casamento estavam bem. Mari estava planejando e ordenando coisas online como se estivesse saindo de moda. Mas, obviamente, Mari estava chateada com alguma coisa. Ele sabia que algo estava errado. Ele só não poderia colocar o dedo sobre ele. Cole assistiu Mari por mais alguns momentos antes de fechar a porta para deixála dormir. Ele precisava descobrir o que estava errado depois de Mari ter tirado a soneca. Talvez ela fosse falar a respeito. Mari prendeu a respiração esperando por Cole a fechar a porta. Ele pareceu durar uma eternidade. Ela esperou que parecessem horas depois que ele fez, esperando para ter certeza que ele não voltaria. Finalmente, quando tinha certeza de que havia esperado uma quantidade suficiente de tempo, se arrastou para fora da cama e foi se preparar. Pegando uma jaqueta e algumas mudanças de roupa, ela calçou os sapatos e saiu calmamente às portas francesas e fora da varanda, indo para o portão da frente. Ela tinha uma longa caminhada pela frente dela para chegar à cidade.

Cole inclinou a cabeça para a enfermaria procurando Doc. Ele estava sentado em sua mesa vendo mais papelada.


—Ei Doc, Mari só foi se deitar para tirar um cochilo. Ela não parece muito bem. Você poderia dar uma olhada nela? Acho que ela pode ter pego um vírus da gripe de novo. Doc olhou para Cole. —Certamente. Me deixa terminar aqui e eu vou dar uma olhada nela. —Obrigado, cara! Cole começou a ir em direção à porta quando Doc parou. —Ei, Cole? —Sim? — ele perguntou quando enfiou a cabeça para trás no quarto. —Será que Mari já falou com você? —Sobre o que? — ele perguntou curiosamente. —Nada realmente — Doc respondeu — apenas algo que estávamos discutindo. Eu disse-lhe para falar com você sobre isso. —Ela está bem? — Cole perguntou, a preocupação com a saúde de Mari enchendo-o. —Ah, sim, ela está bem. Não foi nada sério. Não se preocupe com isso. —Você tem certeza? Cole estava preocupado que Mari poderia não ter se recuperado de sua doença, como ela havia dito. Talvez ela realmente estivesse doente. —Não, não é nada, realmente. Doc não queria estragar a surpresa de Mari. Cabia a ela contar aos caras que iam ser pais. Ele tinha dito a Mari apenas alguns dias atrás, que os testes estavam bem. O que ele não disse foi que não havia só um. Ele estava guardando um pouco mais de informação como uma surpresa para todos eles no dia do casamento.


Ele sabia que deveria ter dito a ela. Ele estava errado em manter esta informação de qualquer um deles. Mas ele também sabia que tudo seria tão emocionado com a notícia de que ele desse a todos eles ao mesmo tempo. O casamento parecia à oportunidade perfeita. Doc prendeu a respiração quando assistiu Cole. Ele estava realmente esperando Cole não perguntar mais. No final, ele nunca seria capaz de manter qualquer coisa dele. Então, se Cole pediu-lhe abertamente a verdade, ele teria que lhe contar tudo. Doc só esperava que ele não fosse perguntar. Doc não voltou a respirar novamente até que Cole balançou a cabeça e saiu da sala. Ok se esquivou da bala. Agora ele só precisava ir ver Mari e certificar-se que ela estava bem. Esperava que ela estivesse apenas cansada. Gastava um monte de energia quando se estava grávida. Cole buscou Bear no escritório. Ele estava ao telefone quando ele entrou, então Cole sentou em uma das cadeiras de couro preto em frente da mesa e esperou Bear terminar a sua conversa. Bear sorriu para Cole e levantou um dedo para deixar Cole saber que ele seria apenas um momento. —Grande notícia! — Bear disse assim que desligou o telefone. — Nick tem Camilla e ele está trazendo-a para o rancho da manhã. Ele disse que ia explicar o que ela tem feito e onde ela esteve quando chegasse aqui, mas pelo que ele me disse não vai gostar. Acho que alguém está atrás dela. Cole soltou um longo suspiro. —Oh homem, isso é ótimo. Quer dizer, a parte sobre Nick encontrar Camilla. Não a parte ruim — respondeu Cole, sentindo seu rosto esquentar. —Sim — Bear disse com um sorriso — não posso esperar para contar a Mari. Ela vai ficar tão feliz. Cole se inclinou para frente, apoiando os cotovelos sobre os joelhos, com as


mãos entrelaçadas. —Falando de Mari, você sabe se ela está chateada com alguma coisa? Será que ela mencionou qualquer problema para você? Algo de errado com os planos de casamento? —Não, por quê? Cole sentou-se enquanto ele balançou a cabeça. —Não é nada que eu possa realmente saber, mas ela parece chateada com alguma coisa. —Onde ela está? — Bear perguntou. —Ela foi se deitar e tirar uma soneca. —Mas eu pensei que ela já tirou uma soneca — Bear respondeu. —Ela fez. Perguntei a Doc para ir dar uma olhada nela e ter certeza que ela está bem. Estou realmente começando a ficar preocupado com ela. Bear se levantou e começou a andar ao redor da mesa. —Eu quero ir ver o que diz Doc. Cole balançou a cabeça quando se levantou para seguir Bear para fora do quarto. Tanto Cole e Bear saíram do escritório e dirigiram-se para o seu quarto, apenas para ser atendidos por um Doc preocupado. —Eu pensei que você disse que Mari estava tirando uma soneca? — Doc perguntou. Cole empurrou Doc passando para o quarto. —Eu fiz. Vi-a deitar. Bear rapidamente seguiu Cole para o quarto. Estava vazio. A cama tinha sido obviamente usada, mas não havia nenhum sinal de Mari. —Onde ela está? — Bear perguntou, o medo por Mari superando sua natureza


calma. Cole rapidamente verificou o banheiro só para voltar para o quarto numa procura frenética. —Ligue para os caras. Todos eles — ele rosnou enquanto corria para as portas francesas para verificar a varanda. Bear correu para fora abrindo seu telefone celular. Correndo de volta para o quarto, Cole passou a mão tremendo pelo cabelo curto. Onde ela estava? —Mari. Linda . Onde você está? Cole perguntou tentando chegar a Mari mentalmente. Ele tentou de novo, e de novo, quando não recebeu nenhuma resposta, sentiu o ar morto. Continuando a chamar Mari através da sua ligação telepática, Cole foi em busca de Bear. Ele viu Doc correndo de sala em sala no interior da casa, verificar todos os cantos que ele pudesse encontrar. Cole se juntou a ele, checando cada quarto, banheiro e closet antes de voltar para os companheiros Seal reunindo o que havia se tornado rapidamente um posto de comando na sala de jantar. Cole caminhou até ficar ao lado de Bear, passando por cima de um mapa da fazenda. Ele podia ver Sam reunindo várias mochilas com a engrenagem essencial que cada um de deles levaria quando procurasse por Mari. Sky e Jake estavam verificando os walkietalkie, certificando-se de cada um deles funcionou corretamente. Caleb e Rune foram verificar uma pilha de armas e clipes de munição. Jax estava no telefone. Todo mundo estava fazendo sua parte, como ele sabia que seria. Cole olhou para Doc. —Ah bom, doutor, eu gostaria que você ficasse aqui e o cuidasse do telefone. Eu também quero você aqui no caso de Mari voltar. Jax irá coordenar com as autoridades locais


e cobrindo os limites da cidade. Sky vai levar até o helicóptero e buscar no quadrante três. Ele respirou rápido e depois continuou. —Caleb e Rune, vocês ficam no quadrante quatro. Sam, você toma o caminho da fazenda para a cidade. Verifique todas as áreas que possam parecer fora do ponto. Jake, você terá o quadrante dois. Bear e eu vamos cobrir um quadrante. Será que todo mundo sabe o que fazer? Todos em torno da mesa assentiram as cabeças enquanto começaram a carregar o seu equipamento. Todo mundo começou a ir para fora, mas Doc parou. Ele sabia que tinha de dar-lhes todas as informações antes de saírem. —Há mais uma coisa que vocês precisam saber antes de sair. —Todos se viraram para olhar para um Doc muito nervoso. Respirando fundo, ele derramou a bomba. — Mari está grávida. Houve um silêncio mortal na sala enquanto todos olhavam para ele, de queixo caído. —Gravida? — Cole rugiu. — Ela está grávida e você não nos diz? Que tipo de médico é você? Você não acha que tínhamos o direito de saber? Eu pensei que você fosse nosso amigo! Doc estremeceu com as palavras de Cole. Ele sabia que Cole estaria louco, mas assim? —Olha Cole — Doc disse quando Cole finalmente se acalmou. — Mari queria fazer uma surpresa. Além disso, ela é minha paciente, não você. Eu tinha que seguir os seus desejos no presente. E ela queria dizer ela mesma. —Há quanto tempo ela sabe? — Bear perguntou calmamente. Ele tinha sido tão tranquilo que Doc havia se esquecido que ele estava lá. —Desde que ela foi envenenada. Eu descobri quando eu estava fazendo seus exames de toxicologia.


—Então, ela está o que? Três meses? — Bear perguntou. Doc assentiu. —Sim, quase isso. —E ela soube todo esse tempo? — Bear perguntou, surpresa em sua voz e escrita por todo o rosto. —E ela não disse nada para nós? Por quê? Doc apenas balançou a cabeça. —Eu não sei Bear. No início, ela estava preocupada que algo desse errado por causa do envenenamento. Eu concordei em manter o silêncio até que eu pudesse fazer mais alguns testes e verificar se nada estivesse errado. Ela foi liberada há poucos dias. —O quê? Será que ela acha que nós não queremos o bebê se havia algo de errado? — Cole perguntou, mal dizendo as palavras. —Oh não — Doc tentou tranquilizar Cole — Eu me perguntava a mesma coisa, mas Mari me garantiu que vocês dois amariam o bebê não importa o que. Eu acho que ela só precisava saber em sua própria mente antes que ela lhe dissesse. Ela queria que fosse uma ocasião feliz. Cole e Bear balançaram a cabeça enquanto eles tentaram manter a compostura. Bear podia sentir as lágrimas recolher em seus olhos quando ele pensou em seu amor lá fora, no frio, grávida. Ele estava com medo de que algo acontecesse a ela ou o bebê antes que eles tivessem a chance de dizer a ela o quanto estavam felizes com o bebê. —Nós vamos encontrá-la, Bear, eu prometo. E então nós vamos ter certeza que ela nunca sai de novo — prometeu Cole. —E se algo acontecer com ela antes que possamos encontrá-la? Eu não acho que eu posso viver sem ela, Cole. —Eu sei cara, nem eu. Mas nós vamos encontrá-la, e nosso bebê. —Eu não tenho sido capaz de chegar a ela, Cole. E você? — Bear perguntou.


Cole balançou a cabeça. —Não, mas talvez ela esteja muito longe para falar com a gente. Nós não sabemos como essa coisa vai com ela. Ela poderia estar a quilômetros daqui agora, Bear. Nós apenas temos que continuar tentando entrar em contato com ela, até encontrá-la. —Vamos lá, pessoal, vamos encontrar sua Mari — disse Sam enquanto ele caminhava em direção à porta. A sala inteira parecia respirar fundo antes de se dirigir para a porta. Doc os assistiu sair, desejando com todas as suas forças que encontrassem Mari a salvo. Ele não sabia se Bear e Cole sobreviveriam se perdessem Mari. Ele sabia que ela era o seu coração, o próprio ar que respirava. Ele olhou para o teto. —Deus, por favor, se você nunca me ouviu falar contigo antes, me escute agora. Você se certifica de que a menina permanece segura. Cole e Bear são homens bons e eles precisam de Mari mais do que ninguém precisou antes. Não deixe que nada lhe aconteça. Por favor?

Capítulo 10

Cole tirou a água fora e olhou-se no espelho do banheiro. Ele estava um lixo. Ele podia ver o cabelo cinza nas bordas de sua têmpora. Seu rosto estava cansado e mais magro do que tinha sido antes Mari tinha desaparecido. Ele tinha perdido peso, vários quilos, se ele adivinhou corretamente. Bear não estava muito melhor. Ele tinha perdido mais peso do que Cole tinha. O estresse de tentar encontrar Mari foi desgastante para todos. Cole simplesmente não podia acreditar que ela estava desaparecida há cerca de cinco meses. Tudo parecia um pesadelo


horrível. Como poderia uma mulher como Mari simplesmente desaparecer por cinco meses inteiros? Cole tinha certeza de que encontraria Mari andando pela estrada a caminho da cidade depois que foi determinado que ela já não estava no rancho. Ele e Bear tinham até mesmo todos os 15 quilômetros para a cidade e para trás várias vezes à procura de qualquer sinal dela. Eles haviam procurado em todos os lugares que eles poderiam pensar, mas não havia nenhum sinal dela em qualquer lugar. Cole tinha sido assustado quando Mari desapareceu, mas como o passar do tempo, o medo tinha crescido em terror sem rodeios. Todos os tipos de cenários macabros tinham passado através de sua cabeça, Mari sendo arrastada por animais selvagens , ser sequestrada por um homem da montanha. Cole só não sabia o que tinha acontecido com ela. Ela simplesmente desapareceu. Cole secou as mãos e saiu do banheiro e na sala de estar. Caminhando para a cozinha pegou uma caneca e serviu-se de uma xícara de café. Ele podia ver Doc sentado à mesa de jantar conversando com Camila. Camilla tinha sido uma surpresa. Quando Nick tinha levado para o rancho Cole ficou surpreso ao ver que ela parecia em nada com Mari. Era difícil dizer que eles eram mesmo irmãs. Camilla era alta e magra, com o cabelo longo e loiro onde Mari era pequena e sexy com longos cabelos ruivos. Ter que explicar a Camilla que Mari tinha desaparecido era quase a coisa mais difícil que tinha feito. Fez tudo o que podia fazer para não chorar junto com ela. Ele teria se aproximado e a abraçado se Nick já não tivesse. Desde essa época ele tinha começado a suspeitar que havia algo entre os dois, mas ele não foi positivo. Eles pareciam gastar tempo lutando tanto quanto eles saiam juntos. A maior surpresa sobre Camilla era que ela estava grávida. Ela teria o bebê, em algumas semanas. Nick não parecia se importar que ela estivesse grávida, mas ele tinha ido totalmente balístico quando o pai do bebê, Heath, um amigo próximo de Camilla, tinha


aparecido no rancho. Ele ainda estava aqui, o que fez maior a tensão em torno da fazenda. Pessoalmente, Cole gostou de Heath. Ele parecia um homem bom, mas ele parecia trazer um monte de agressão em Nick. Em seguida, houve a animosidade que parecia ter crescido entre vários membros de sua equipe. Todo mundo parecia lutar mais com todos. Ele não sabia bem o que fazer sobre isso. Sua preocupação era mais em encontrar Mari do que descobrir todos eles. E ele não pararia de procurar até que ele a encontrasse. Cole sentou-se à mesa em frente de Doc e Camilla. Ele tomou um longo gole de seu café antes de saudá-los. —Ei, Cole, alguma notícia? — Doc perguntou. Cole balançou a cabeça. —Não, nada. Jax acha que ela pode ter algo, mas ela não vai dizer sem ter mais informações. Acho que ela não quer me dar outra pista falsa. —Sim, é difícil para ela, Cole. Ela é uma das melhores do mundo no que faz e ela bateu em paredes. Não é fácil para ela admitir que ela não tem a menor ideia de onde foi Mari — Doc disse. —Eu gostaria que ela não se sentisse mal. Não é culpa dela. Não acredito mais que Mari simplesmente desapareceu. Eu acho que alguém a levou — Cole respondeu quando passou as mãos em torno de sua xícara de café. —Você acha que alguém a sequestrou? — Camilla exclamou. —Sinto muito Camilla. Eu não quero te dizer coisas como esta, mas sim, eu faço. Mari é uma leitora ávida. Ela é inteligente, eu vou dar isso a ela, mas ela não tem as habilidades para desaparecer assim. Alguém tem que ter levado. —Você sabe quem é? — Doc perguntou enquanto acariciava a mão de Camilla. —Não... Eu não tenho uma pista. Eu não acho que foi alguém que Mari


conhecesse. Quero dizer, vamos lá, ela saberia que faria algo como isso. Ele sacudiu a cabeça novamente. —Não, tinha que ter sido alguém ligado comigo. E que abre todo um novo lote de vermes. —Como é que todos nós vivemos em uma fazenda, mas eu sempre acho todos sentados na sala de jantar? — Cole virou a cabeça para ver Jake entrando na sala de jantar. —Somos soldados, não pecuaristas. Nós pagamos pessoas para cuidar dessas coisas — Cole respondeu com sarcasmo. —Hmmm, isso é provavelmente uma boa coisa, considerando que nem um único de nós conhece um fardo de feno — Bear silenciosamente adicionou quando ele entrou na sala e sentou-se com a sua própria xícara de café. —Ei, cara, eu preciso do seu conselho em algo. Eu preciso falar com você sobre Heath — disse Jake com Cole quando ele se sentou em frente a ele e Bear e começou a explicar o seu problema. —Ei, Bear — Cole perguntou alguns minutos mais tarde, enquanto observava Jake correr para fora da sala — É só eu ou parece que a nossa pequena família está ficando maior e maior a cada vez que me viro? —Não é só você, Cole — Bear respondeu. —Nossa família está crescendo pouco, Cole — Doc acrescentou. —Sim, Mari não vai saber quando ela chegar em casa — Bear riu quando ele respondeu, virando-se para olhar para fora quando ouviu um carro parar na garagem. —Alguém está aqui. Qualquer ideia de quem seja?— Cole perguntou quando ele e Bear se levantaram e foram para fora. Doc e Camilla foram atrás deles. —Parece o xerife Jones. Eu me pergunto o que ele quer. — Bear respondeu enquanto seguia Cole pra fora.


Cole correu para a calçada, na esperança de que o xerife não estava lá para lhe dar uma má notícia. Seu coração batia tão forte que ele tinha certeza que ele ia ter um ataque cardíaco enquanto esperava o carro do xerife parar. Era tudo o que podia fazer para não correr para a porta e rasgá-lo aberto, exigindo que o xerife lhe dissesse o que ele sabia. Bear foi praticamente pulando até ele para colocar a mão no ombro dele para acalmá-lo. —Acalme-se, Bear. Espere por ele nos dizer por que ele está aqui. Ambos observaram o delegado sair do carro e caminhar em direção a ele. Eles podiam ver a esposa do xerife sentada no banco de trás. A única razão que sabia que ela era a esposa do xerife era porque ela tinha trazido jantar várias vezes desde o desaparecimento de Mari. O xerife e sua esposa, Marge, tinham quase se tornado uma visita regular fora na fazenda desde então. Tanto Cole e Bear tinha sido surpreendido com a resposta amigável que tinha chegado a partir das pessoas da cidade, ao ouvir do desaparecimento de Mari. Eles haviam intensificado e ajudado procurar por ela, sem perguntas. Cole nunca realmente sentiu que pertencia aqui até então. Esses dias eles foram para a cidade em uma base regular e foram recebidos por amigos onde quer que fossem. Cole e Bear ambos sabiam que em uma espécie estranha de maneira tinha de agradecer a Mari por isso. —Cole. Bear — O xerife acenou para eles. —Xerife Jones. A que se devemos esta visita? Era tudo Cole poderia fazer, uma troca de gentilezas quando tudo que ele queria fazer era gritar para dizer-lhe por que estava lá. —Olha, isso não vai ser fácil. —Oh meu Deus! Mari. Será que ela está ... — Bear gemeu. — Não, não. Não encontraram Mari ainda. Mas nós temos notícias.


O xerife começou a caminhar de volta carro. Ele parou na porta de trás do carro e se virou para Cole e Bear. O olhar em seu rosto era tão triste que Cole não acho que ele poderia levá-la. —É preciso manter a calma. Por favor — implorou silenciosamente quando ele voltou para o carro e abriu a porta. O xerife se abaixou e levantou algo enrolado em um cobertor azul pequeno para fora do carro. Ele se virou e começou a caminhar em direção Cole e Bear. —Cole. Bear gritou na mente de Cole. Ele estava apavorado. Ele prendeu a respiração quando o xerife colocou o pequeno embrulho nos braços de Cole. Bear sabia que ele tinha parado de respirar quando Marge colocou um pacote semelhante em seus braços. Ele lentamente se abaixou e puxou a borda do cobertor de pelúcia trás, revelando um rosto dormindo com longos cílios e um nariz de botão. Ele olhou para o rostinho redondo em maravilha antes de olhar para Cole. Ele também estava olhando para um rosto semelhante . —Cole. Ele perguntou, totalmente confuso. Ele olhou de volta para o pequeno bebê em seus braços antes de olhar para o xerife. Ele ficou chocado, surpreso, confuso. —O que... Que — Sua mente não podia formar um pensamento completo. —Esses dois — começou Marge — foram deixados à nossa porta em algum momento, esta manhã, junto com um bilhete dizendo para trazê-los para vocês. Que vocês iam entender. — Cole pegou as notas que Marge lhe entregou e desdobrou. Suas mãos tremiam quando ele começou a ler a primeira dirigida ao xerife e sua esposa. Para o xerife Jones: 129 Estes são os filhos de Coleman e Daniels Benjamin.


Por favor, leve a eles. A segunda nota deixou Cole furioso com o desejo de vingança.

Para Coleman e Benjamin Daniels: Como um show da minha generosidade, eu estou lhes dando as vidas de seus filhos. Mas saiba disso, vocês tiveram algo que eu amava. Agora, eu estou devolvendo o favor. Cole esmagou a nota em suas mãos e as lágrimas caíam pelo rosto. Ele olhou para o pequeno bebê, ele segurou em seus braços antes de virar um rosto agoniado para suportar. —Eles são nossos, Benjamin. Bear olhou para o bebê, então de volta para Cole, confusão e um pouco de apreensão em seus olhos. —Nossos? — ele perguntou hesitante. Cole podia ouvir Camilla gritar atrás dele enquanto ele continuava. —Estes são os nossos filhos. Nossos e de Mari. Bear puxou o cobertor para trás revelando o menino para o seu olhar. Ele era perfeito. Ele tinha todos os dedos e todos os seus dedos. Mas ele era tão pequeno, como uma boneca de porcelana. Todos os seus traços eram tão delicados. Bear quase pulou para fora de sua pele quando o pacote pequeno bocejou e abriu os olhos para olhar para ele. Bear poderia jurar que ele estava olhando diretamente para ele. —Os olhos, Cole — Bear chorou quando ele esfregou o polegar suavemente sobre a bochecha do bebê pequeno. —Ele tem olhos de Mari. Cole se aproximou para olhar para o bebê, ele segurou em seus braços.


Simplesmente se parecia com o que ele segurou em seus braços. Gêmeos, Mari lhes tinha dado gêmeos. Oh Deus, Mari. Onde ela estava? Onde tinha estado todo esse tempo? Alguém teve a ela o tempo todo que ela se foi. E agora que os bebês estavam aqui, isso ia machucála. Cole não podia deixar isso acontecer. Ele tinha que fazer alguma coisa. —Jax, tome esta nota e veja se você pode obter algo fora dele. Doc, verifica esses bebês Eu quero que você se certifique de não há absolutamente nada de errado com eles. E dê suas roupas e cobertores para Sam. Ele precisa vê-los de novo. Cole entregou o bebê para Camilla e empurrou Bear em sua direção. —Camilla, você fica com os bebês. Não deixa-os fora de sua vista. Eu vou ver o que posso descobrir a partir do xerife. Ele viu como todos eles voltavam para casa antes de voltar para o xerife e sua esposa. —Diga-me tudo o que lembra.

Mari lentamente abriu os olhos e olhou ao redor do pequeno quarto que ela estava dentro Nada tinha mudado na sala, nos meses que ela tinha estado lá. Ela nunca viu ninguém, exceto os guardas. Eles iam e vinham, traziam comida e água duas vezes por dia. Mas a maioria ficou de fora de sua porta guardando-a, ou impedi-la de escapar. Mari já não


sabia qual. Eles nunca disseram uma palavra a ela ou a olhou errado. Eles apenas fizeram o que vieram fazer e saíram. Mari tentou questioná-los no início, mas desistiu depois de algumas semanas, quando ela não recebeu respostas. Ela ainda não tinha ideia do que ela era. Uma parte dela se perguntava se Cole e Bear tinha a sequestrado para impedi-la de fugir, para que pudessem manter seus bebês. Ela logo abandonou essa ideia tão absurda. Eles nunca fariam isso. Eles só não foram dizer assim. Ela nem sabia exatamente quanto tempo ela tinha estado lá. Meses, ela sabia. O primeiro par de semanas tinha sido horrível. Ela tinha ficado apavorada. Mas como o tempo passou e ninguém realmente incomodava, ela começou a se acalmar. Um homem que disse que ele era um médico, ocasionalmente, veio vê-la tão logo ele descobriu que ela estava grávida. Seu nome era Ivan. Depois de um tempo Ivan também havia se tornado seu amigo. Ele tinha sido sua única ligação com o mundo exterior, além dos guardas. Duas semanas atrás, Ivan fez o parto e levou seus bebês. Ele prometeu que iria ver que eles estavam seguramente entregues a Cole e Bear. Essa é a única coisa que manteve Mari viva, sabendo que seus bebês eram seguros com seus pais. Desde que os bebês nasceram, ela sabia que seu tempo em breve chegaria a um fim. Ivan tinha dito a ela que os bebes eram a única razão que ela ainda estava viva. E agora eles não eram mais um problema. Cada vez que a porta se abriu, ela se perguntou se esse era o momento que eles estavam vindo para matá-la, e cada vez que eles deixaram, ela se perguntou se não seria melhor se eles fizeram. A espera era quase pior do que o saber. Mari se arrastou para fora da cama, fez uma rápida visita ao banheiro, e em


seguida, lavou as mãos e o rosto. Não havia nenhum ponto em se vestir, como ela não teve alteração em nada. Caminhando de volta em seu pequeno quarto sem janelas, ela sentou-se ao lado da cama para esperar um pouco mais. Isso é tudo o que ela havia feito ultimamente, esperando. Depois que ela começou a dominar o seu medo do sequestro, seus pensamentos muitas vezes correram para Cole e Bear. O que ela não daria para tê-los de novo. Se ela pudesse fazer tudo de novo, ela sabia que teria ficado, mesmo sabendo que eles não a amava do jeito que ela amava. Ela havia passado horas, dias, chorando sobre seu erro estúpido em deixá-los. Se tudo o que queria dela eram seus bebês, pelo menos ela tinha sido capaz de dar-lhes isso. Houve alguma satisfação para Mari nisso. Ela só esperava que um dia seus filhos soubessem sobre ela. Mari assistiu em silêncio da cama enquanto a porta se abriu. Ah, sim, chegou a hora. Ela observou desapaixonadamente quando um guarda chegou e colocou seu café da manhã em uma pequena mesa. Ela estava um pouco curiosa, quando um segundo guarda, seguido do primeiro para o quarto e colocou uma caixa no final de sua cama. Ela esperou até que eles saíram para abrir a caixa. E ficou surpresa ao encontrar um pequeno vestido de noite do um ombro e um par de sapatos de salto alto preto na caixa. Havia uma pequena nota em cima que disse simplesmente: 07:00. Acho que eles queriam um show de fantasia para o seu desaparecimento. Quando a porta se abriu às 6:55 pm, Mari estava vestida e pronta para ir. O guarda fez sinal para ela seguir pelo corredor. Mari saiu do quarto que esteve desde que ela tinha sido trazida vários meses antes. Eles não tinha mesmo saído quando os gêmeos nasceram, os teve naquele quarto. Ela seguiu a guarda por um longo corredor e até um conjunto de escadas de pedra, em seguida, através de outro conjunto de corredores até que o guarda parou em frente a um conjunto de pesadas portas de madeira.


Ok era isso. Mari deu uma respiração profunda quando o guarda abriu a porta e fez sinal para ela entrar no quarto. Seu queixo caiu quando ela entrou no quarto. Ela pulou e quase gritou quando as portas se fecharam e foram trancadas por trás dela. O quarto em que ela estava era inacreditável. Centrado no meio dele havia uma grande cama com um pano fino pendurado no teto e cobrindo a cama de cima para baixo. Havia uma lareira grande de pedra. Ela podia ver uma mesa com porcelana fina e velas um pouco além da porta de entrada para uma varanda. Tudo foi feito num gosto muito fino, quase como um hotel de luxo. —Boa noite, minha querida. Estou feliz que você possa se juntar a mim. —Ivan? O que faz aqui? —Mari perguntou quando ela correu através do quarto para o médico. —E se eles pegarem você? —Ah, tudo bem, minha querida Mari, eles não vão me pegar. —Ivan, você tem que sair daqui. Eu não quero que eles te machuquem. Ela tentou empurrá-lo em direção à porta, mas ele apenas riu e agarrou-a pela mão para levá-la até a mesa na varanda. —Você se preocupa demais, Mari. Venha, sente-se e jante comigo. Esta delicioso, eu prometo. Ele puxou a cadeira de Mari e esperou por ela se sentar. —Ivan, o que está acontecendo aqui? — Mari estava totalmente confusa e começando a sentir o medo que ela tinha quando foi trazida aqui. —O jantar, minha querida, um jantar romântico para nós dois. — Ele apontou para a cadeira. —Agora, por favor, sente-se. Mari caminhou cautelosamente até a cadeira e se sentou. Ela endureceu quando o sentiu passar os lábios por seu pescoço. —Ivan, o que você está fazendo?


—Eu esperei muito tempo por você, Mari, um tempo muito longo. — Ivan caminhou ao redor da mesa e sentou-se em frente à Mari. — Mas não se preocupe meu amor — disse ele, quando mostrou a ela um sorriso e levou uma de suas mãos trêmulas a suas — Agora, nós temos todo o tempo do mundo para estar juntos. —Estarmos juntos? Agora? Do que você tá falando? — Mari perguntou cuidadosamente. —Bem, claro que iriamos. Agora que o seu infeliz estado físico se foi, temos planos a fazer. —Planos? — Mari sentiu como se estivesse perdendo a cabeça. Ou isso, ou Ivan era totalmente maluco. —Que tipo de planos? —Para o nosso futuro, é claro.— Ivan disse com naturalidade que Mari quase acreditou nele. —O nosso futuro? E que planos que temos de fazer para o nosso futuro? —Nada para você preocupar sua cabecinha, meu amor, eu cuidei de tudo. Hoje à noite é a nossa noite. Arranjei para o meu padre nos casar amanhã e então é sobre a nossa lua de mel. —Casar? Você enlouqueceu? — Ops, ela provavelmente não deveria ter dito isso. Ivan não parecia satisfeito. —Sim, casar. Você não acha que poderíamos estar juntos e não ser casados, não é? A mãe de minha criança vai ter o meu nome. Eu não vou ter um filho ilegítimo. Neste momento Mari não pode manter o riso de sua voz. —Uma criança? O que diabos fez você pensar que eu teria o seu filho? — Mari rapidamente parou de rir quando Ivan se inclinou sobre a mesa e deu um tapa em seu rosto. —Nenhuma esposa minha vai falar assim comigo! Pare com isso, agora! Mari olhou para Ivan de pé, com os olhos olhando para ela com raiva. Ela sabia


que não deveria, mas de alguma forma, ela não podia se conter. Demais havia acontecido em sua vida ao longo do ano passado, para impedi-la agora. —Eu não me casaria com você se você fosse o último homem na Terra. — Ela sabia desde o brilho dos olhos de Ivan, que provavelmente deveria ter parado, mas em vez disso encontrou-se em pé e jogando a bebida em seu rosto. — Eu nunca vou ser sua esposa e eu nunca vou ter um filho com você. Nunca — gritou ela quando ela começou a pisar em torno da mesa. —Mari. Você vai fazer exatamente o que eu disser para você fazer — Ivan gritou. —Vai se foder — gritou ela quando ela começou a pegar os itens para cima da mesa e jogá-los na cabeça de Ivan. Ela sabia que estava em apuros quando ela viu o sangue escorrer por sua testa de uma tigela que quebrou em sua cabeça. Ivan chegou para Mari e começou a sacudir. —É assim que você me trata? Depois de tudo que fiz por você? —Fez por mim? O que diabos você fez por mim? —Você deveria morrer na noite eu te encontrei. Eles mataram meus irmãos e ia ser o seu pagamento. Mas eu queria te matar? Não, eu podia ver as lágrimas que tinha chorado. Eu sabia que eles tinham machucando você e eu te salvei deles. Eu até deixei você terminar de dar à luz esses pequenos pirralhos estúpidos deles. Mari se soltou das mãos de Ivan quando ele ia bater nela de novo e começou a se afastar dele. Ele era louco. Ela finalmente percebeu que Ivan estava jogando com ela todo esse tempo. Ele era o único que a tinha sequestrado. Ele era o único mantendo-a prisioneira. —Meus bebês, o que você fez com os meus filhos? — Ela perguntou enquanto se afastou mais alguns passos. —Eles foram embora — ele zombou — para sempre! —Não. — Mari gritou, quebrando seu coração em milhões de pedaços.


—Sim. Os bebês se foram e você será minha. — Ivan deu um passo em direção a Mari, sua mão estendida para ela. Mari se afastou até que ela apoiou-se contra a grade. Ela olhou para trás e olhou para baixo, descendo. Eles deviam ser três andares até o chão duro abaixo. Ela olhou de volta para Ivan quando o ouviu dar um passo para ela. Ele estava apenas um pouco longe dela. —Você matou meus filhos? — ela perguntou em um sussurro angustiado. Ivan olhou bem para ela e provocou. —Sim! — Mari ouviu Ivan gritar quando ela deu um pequeno empurrão para trás e, em seguida, ela sentiu-se flutuar no nada.

Capítulo 11

Cole colocou Nathaniel ao lado de seu irmão Gabriel em seu berço, dando-lhes a cada um, um beijo em suas pequenas cabeças antes de cobri-los e sair do quarto, fechando a porta silenciosamente atrás dele. —Ei, eles estão dormindo? — Doc perguntou quando viu Cole deixar o quarto. —Sim, acabei de deitá-los. Eles devem ficar de fora por algum tempo, pelo menos até sua próxima refeição de qualquer maneira. Nunca vi dois meninos comer tanto na minha vida — ele riu. —Eu já vi — Camilla riu — seus pais. —Engraçado, muito engraçado — Cole riu — Você tem um vindo aí.


Todos sentados ao redor da mesa riram da brincadeira entre Cole e Camilla. Foi bom para eles vê-lo rir de novo. Fazia algum tempo. Tinha sido apenas uma semana desde que o xerife tinha deixado os bebês e todos puderam sentir um pouco de sua tensão diminuir por apenas estar em torno dos gêmeos adoráveis. A maior mudança foi em Cole e Bear. Eles estavam no céu quando eles estavam cuidando de seus filhos. Quem olhava para eles podia ver o amor que Cole e Bear tinham para os dois meninos. Foi uma alegria para todos verem. Doc foi especialmente feliz com sua aparência. Mari lhe tinha dito que Cole e Bear não se importariam quem era o pai, eles gostariam dos bebês de qualquer maneira. Olhando para a maneira que eles cuidavam das duas crianças ele sabia que ela tinha razão. Ele só queria que ela estivesse ali para se divertir com eles. —Então, Cole, eu tenho um pouco de novidades para você, se você quiser ouvir. Ele ainda se sentia culpado por não contar que Mari estava grávida até que ela se foi. Mas não havia nada que pudesse fazer sobre isso agora. Ele só esperava que sua notícia pudesse compensar isso de alguma forma. —Claro, doutor, o que há? —Você pode estar interessado neste também, Bear. Algum de vocês já ouviram falar de super fecundação Heteropaternal? — Doc perguntou. —Hum, não — disse Cole inexpressivamente. — Eu nem sei se posso dizer isso. Doc riu de Cole. —Superfecundação Heteropaternal é muito raro. Na verdade, existem apenas alguns casos documentados nos Estados Unidos. O primeiro caso registrado foi feita pelo Dr. John Archer em 1810. Dr. Archer também foi o primeiro médico a receber um diploma de medicina nos Estados Unidos. —Bem, o que é? — Cole perguntou. —Eu estou chegando lá. Você se lembra de quando você me pediu para verificar


sobre os meninos, dos pés à cabeça? Cole balançou a cabeça. —Você está dizendo que há algo de errado com os meninos? —Não, eles estão ambos em perfeita saúde, especialmente para dois garotos que não tem mesmo um mês de idade — Doc assegurou. —Então o que é? —A super fecundação Heteropaternal acontece quando uma mulher, Mari, neste caso, tem relações sexuais com dois ou mais homens, você e Bear, em curtos intervalos dentro do período ovulatório. —E isso significa? — Cole pediu. —Eu fiz um pequeno teste. Você e Bear ambos tiveram relações sexuais com Mari durante o mesmo período, correto? Tanto Cole e Bear assentiram com a cabeça, um sorriso começando a se formar nos lábios de Cole quando ele começou a entender onde o Doc estava indo com tudo isso com o termos médicos. —Bem, então eu diria que dar os parabéns para vocês dois. Vocês são ambos os pais. Bear ainda olhou para o Doc em confusão enquanto Cole começou a rir tanto que quase balançou a mesa. Bear apenas olhou para ele, sem entender. —Você não entende, Bear? Mari fez o impossível. Ela deu à luz, gêmeos, mas somos os pais dos dois — disse Cole, logo que ele pode recuperar o fôlego. —Eu sei, Cole, mas ainda não entendo. —É simples, Bear, geneticamente, um dos gêmeos é o meu filho e um dos gêmeos é seu filho. Mas os dois têm a mesma mãe, Doc certo? — Cole perguntou quando ele olhou para o médico.


— Sim, isso mesmo. —Mas será que ainda são gêmeos? — Bear perguntou confuso. —Com certeza. Eles ainda dividiram um útero e ambos têm a mesma mãe. Eles só têm pais diferentes. Como eu disse, é muito raro, mas acontece. Nestes casos raros, os óvulos são fertilizados em momentos diferentes, com dois ou mais atos de relações sexuais dentro de um ciclo menstrual. —Você sabe qual dos gêmeos é de qual? — Bear perguntou hesitante. Doc assentiu. —Sim, eu faço. Olhar os genes era parte do processo. Vocês realmente querem saber? Bear olhou para Cole com cautela. —Você quer? Cole olhou para suas mãos e pensou por alguns instantes. Será que ele queria saber? Faria alguma diferença na forma como ele se sentia, se ele realmente soubesse qual dos gêmeos era dele? Será que ele se sentiria diferente para o outro gêmeo? Os dois tinham se tornado tão precioso para ele em tão curto espaço de tempo. Olhando para Bear lhe deu a única resposta que podia. —Não. Estou feliz só de saber que eles são nossos. Eu não me importo qual de nós é o pai biológico de qual gêmeo. Bear soltou o ar que tinha prendido enquanto ele assistia Cole pensar sobre isso. —Fico feliz. Eu não quero saber. Eu só quero que eles sejam nossos. Eu só queria que Mari pudesse estar aqui. Cole estendeu a mão e apertou o ombro de Bear. —Eu sei, irmão, eu sei. Eu gostaria que ela estivesse aqui também. — Liberando ombro do Bear, Cole olhou para Doc. —Você encontrou qualquer coisa? Qualquer coisa que


poderia nos levar a Mari? Doc balançou a cabeça negativamente. Ele quebrou o seu coração cada vez que Cole fez-lhe essa pergunta, mas não tinha encontrado nada que pudesse levá-los a Mari. Ele sabia que todo mundo estava fazendo o seu melhor para encontrá-la, mas ele simplesmente não parecia ser suficiente. Eles ainda tinham muito pouco para tentar. —O que temos até agora? — Cole perguntou, olhando ao redor da mesa de seus companheiros de equipe. —Jax? —Eu já rastreei o papel que a nota foi escrita para uma fábrica de papel fora de Portland. Ele poderia ter sido comprado em quase toda a loja nos EUA. A tinta, contudo, era muito peculiar. É só feito em um lugar no mundo e tem que ser ordenada. Eu fiz uma pequena pesquisa criativa e encontrei uma lista de compradores, que cobrem cerca de 100 pessoas em todo o mundo. Eu estou no processo de cruzamento dos nomes com todos os nossos casos passados. —Sam? Qualquer coisa sobre os cobertores do bebê ou suas roupas? — Cole perguntou como ele se virou para olhar para Sam. —Não, apenas itens infantis variedade que você pode encontrar em quase toda a loja ao redor. Praticamente a mesma coisa com as roupas, também. Mas encontrei alguns pequenos pedaços de pólen nos cobertores que estou tendo analisar . Pode ser de uma região para começar a procurar. Cole acenou com a cabeça quando ele tomou um gole do café que Camilla colocou na frente dele antes de olhar ao redor da mesa. —Alguém tem alguma coisa? —Bem, há mais uma coisa que eu percebi quando eu estava fazendo o exame sobre os meninos — Doc declarou. — Eu não posso ser positivo, mas parece-me que os meninos nasceram pela mãos de um médico. —O que faz você pensar isso? — Cole perguntou.


Doc encolheu os ombros. —Não é nada que eu possa definitivamente colocar o dedo mas parece-me que seus cortes no cordão umbilical foram cortados perfeitamente, como um médico faria. — Ele olhou para Cole, um olhar sério em seu rosto. — Eu acho que nós estamos procurando um médico. —Um médico? Você tem certeza? —Os cortes são profissionais, perfeitos e limpos, como um bisturi faria. Se um bebê nasce em casa, o corte é geralmente mais desigual, serrilhado, como de uma faca de cozinha. —E isso faz você pensar que nós precisamos procurar um médico? — Bear perguntou, ainda duvidando. —Eu não sei. Mas por que alguém sequestraria Mari, em seguida, mantê-la saudável durante toda a gravidez, fazer o parto dos meninos, somente para dar-lhes de volta para você? E os meninos estão em excelente saúde — Doc explicou. —Bem, isso é bom o suficiente para mim. Jax, você pode refinar a sua pesquisa para incluir qualquer um que pode ter tido contato com quem tem qualquer tipo de formação médica? — Cole perguntou. —Claro isso não deve ser um problema. Não vai me levar mas que um momento para fazer isso — Jax disse quando ela se virou para fora da sala de jantar e se dirigiu para seu escritório. —Obrigado Doc, esta pode ser a pausa que precisamos. Qualquer coisa que você encontrar, não importa o quão estranho ou insignificante que possa parecer, deixe-nos saber, ok? — Cole afirmou. Doc assentiu enquanto ele se levantou e foi à cozinha para deixar seu copo antes de ir embora para seu escritório. Eles estavam todos sentados ao redor da mesa por algum tempo falando sobre os gêmeos, a investigação, Mari.


Finalmente, Bear levantou-se e dirigiu-se para a porta. Ele precisava de um pouco de ar fresco. Foi tão difícil de sentar e não fazer nada enquanto Mari ainda estava desaparecida. Ele sentiu tanto as falta. Os últimos meses ele sentiu como se ele estivesse morto. Tendo os meninos, mas ele não achava que começaria a viver de novo, até que ela estivesse em seus braços novamente. —Bear — Cole chamou da porta. —Você está bem? Bear olhou por cima do ombro para Cole antes de assentir com a cabeça. Cole se aproximou e envolveu os braços ao redor dos ombros de Bear e deu-lhe um pequeno aperto. —Nós vamos encontrá-la. —Eu sei, mas é tão difícil saber que ela está lá fora, sozinha. Cole acenou com a cabeça em concordância. Ele sabia exatamente o Bear estava falando. Ele tentou realmente colocar essas preocupações na parte de trás de sua mente. Na maioria das vezes ele foi bem-sucedido, mas não sempre. Naqueles tempos, era tudo o que podia fazer para ficar de pé. A dor que sentia era tão terrível que quase o quebrou o tempo todo. —Vamos, vamos sair para uma caminhada. Camilla pode ver os meninos por um tempo. Cole desceu os degraus em direção à calçada. Uma caminhada podia fazer bem aos dois. Bear colocou as mãos dentro de seus bolsos e seguiu Cole descendo os degraus. Estava linda essa hora da noite. A lua brilhando no céu, o vento estava soprando por entre os pinheiros, e grilos podia ser ouvido cantando na grama alta. Era uma noite perfeita e Bear estava miserável. —Você acha que ela vai querer ficar com nós quando a encontrarmos? — Bear perguntou baixinho.


—Eu espero que sim. Ela está bem — Cole respondeu. —Mas o que sobre ela nos deixando em primeiro lugar? Alguma coisa teve que fazer ela sair. Você sabe que quem a levou não poderia ter tirado do rancho. Mari teve que nos deixar primeiro, então eles a levaram. —Eu não sei, Bear. Mas você está certo, ela teve que sair daqui primeiro, então eles a levaram. —Sim, mas porque ela foi embora? — Bear perguntou. Quebrou o seu coração pensar que Mari o tinha deixado. Ele tinha a certeza de que ela estava feliz com eles. — Ela parecia estar feliz, então ela se foi. O que aconteceu? —Ei Bear, você vê alguma coisa na direção do portão? Bear apertou os olhos para ver até o portão. Ele podia ver um esboço de algo pequeno no chão do lado de fora do portão. Ele começou a correr com Cole em seus calcanhares. Bear não teve tempo para abrir o portão. Ele simplesmente rasgou-o e caiu no chão ao lado de uma pequena pilha de cobertores. Cole caiu no chão em frente a ele. Tendo cuidado, alcançou a borda do cobertor com as mãos trêmulas e, lentamente, puxou-o para trás. A visão diante dele o fez virar e rastejar longe para vomitar tudo em seu estômago. —Oh, meu Deus — gritou Cole quando puxou o cobertor ainda mais para baixo. — Mari. Ele estendeu a mão para passar os dedos levemente sobre seu cabelo encharcado de sangue. —Oh, bebê, o que ele fez com você? Bear se arrastou de volta para Cole e Mari, enxugando as lágrimas de seus olhos para que ele pudesse ver. —Será que ela... Ela está — ele soluçou. —Eu não sei — Cole chorou quando ele se abaixou para procurar seu pulso. Quando ele não sentiu nada, ele moveu os dedos um pouco e tentou de novo. Ainda nada. Cole estava começando a perder a esperança quando sentiu um baque pequeno contra seus


dedos. Era tão pequeno que quase perdeu. Ele segurou os dedos lá até que ele sentiu outro baque pequeno. —Bear — ele sussurrou. Cole olhou para cima quando não obteve resposta de Bear. Bear estava olhando os machucados de corte e o rosto inchado de Mari. —Bear — disse ele novamente. Ele teve de se repetir mais duas vezes, na última vez, antes de um grito Bear levantou o rosto riscado de suas lágrimas. —Ela está viva. Você precisa trazer Doc e os caras aqui. —Ela está viva? — ele sussurrou com espanto. —Sim, mas por pouco. Você precisa trazer Doc. —Vou levá-la — Bear disse e foi para levantá-la. Mas não parecia haver qualquer lugar que Mari não estava machucado, cortado ou sangrando. Ele não sabia onde tocá-la sem machucá-la. —Não, nós não sabemos o quanto ela está ferida. Vá buscar Doc. Bear ficou de pé e correu mais rápido do que jamais correu em sua vida, gritando para Doc enquanto corria. Ele viu várias pessoas correndo fora quando ele se aproximou da casa. —Doc, venha rápido. Minha Mari — Bear gritou quando ele começou a voltar para o portão. — Traga o caminhão. —Mari? — Doc gritou de volta antes de correr para a casa para pegar sua bolsa. Ele pegou sua bolsa e um par de cobertores da enfermaria e correu de volta para fora da porta para saltar no caminhão com Sam, indo em direção ao portão. Todo mundo estava correndo atrás de Bear.


Cole assistiu Bear correr pela calçada em direção a casa antes de puxar o lenço do bolso de trás e tentou enxugar um pouco do sangue no rosto de Mari. Mas havia muito sangue. —Oh bebê, eu sinto muito — Ele gentilmente afastou o cabelo para trás de seu rosto maltratado. Com todos os danos que ele mal podia identificar Mari. Ele se inclinou e puxou o cobertor do caminho do resto de seu corpo nu e gemeu quando viu o estrago. Ele sentiu os soluços se libertar enquanto olhava para seu corpo golpeado e ferido. Havia sangue por toda parte, juntamente com arranhões e riscos. Ambas as mãos estavam inchadas, seu braço esquerdo virado em um ângulo estranho. Tinha a certeza de estar quebrado. Ele estava realmente estava preocupado que ela pudesse ter lesões internas. Houve muito dano. Como ela poderia sobreviver a isso? Seu rosto voltou até a o dela, quando ouviu um pequeno gemido vindo de seus lábios rachados e inchados. Ele se inclinou para ela. —Mari. Linda Você pode me ouvir? Querida... — Ele sentiu vontade de cantar para o mundo quando sua cabeça se virou para ele. —Cole — ela sussurrou. Foi a primeira vez que Cole tinha ouvido Mari em sua cabeça em quase seis meses. De repente, sentiu como se seu coração começasse a bater, como ele estivesse finalmente vivendo novamente. Ele viu Bear ajoelhar-se no outro lado de Mari com o canto do olho enquanto ele suavemente acariciou sua bochecha. —Vamos, bebê, abra os olhos e olhe para mim. —Cole.Ela está ... — Bear não expressou seus medos. Seu coração começou a bater de novo, finalmente, pela primeira vez no que pareciam meses, quando Mari virou a


cabeça um pouco para ele. —Bear — ela murmurou, puxando um pequeno sorriso em seus lábios inchados. Cole sorriu a Bear em meio às lágrimas enquanto Mari desmaiou novamente. Ela estava viva e em casa, onde ela pertencia. Agora eles só tinham que ter certeza que ela ficasse assim. Doc pulou do caminhão e correu para os dois irmãos chorando e empurrou Bear para fora do caminho quando ele se ajoelhou no chão ao lado de Mari. —Meu Deus ! O que aconteceu com ela? — ele sussurrou enquanto olhava para seu corpo devastado. —Ela está viva? —Sim, eu estou recebendo um pulso, mas é leve, e ela acordou alguns segundos atrás — disse Cole rapidamente. Doc tirou o estetoscópio e verificou batimentos cardíacos de Mari. Ele estava lá, mas fraco. Ele sentiu sobre seu pescoço, braços e pernas antes de puxar o cobertor para trás sobre seu corpo nu. —Ok, nós vamos ter que movê-la mas tenha cuidado. Ela tem vários ossos quebrados e ferimentos internos provavelmente. Sam, me traga a bordo longo e um colar cervical do caminhão. Nós vamos ter que amarrá-la para movê-la. Mesmo o menor movimento poderia causar mais danos. Sam correu ao redor do lado do caminhão e pegou o equipamento que Doc pediu antes de correr e colocando-o no chão ao lado de Doc. Doc lentamente envolveu-o no pescoço de Mari. Então, com a ajuda de Cole e Bear, eles rolaram para a maca. Com a ajuda de Sam levantaram Mari e levou-a para a parte de trás do caminhão, deslizando-a ate Doc, Cole, e Bear deslizar ao seu lado. Sam pulou na frente do caminhão e começou a virar o caminhão volta para voltar para a casa quando de repente o para-brisa dianteiro foi quebrado. Ele pisou no acelerador e


disparou, dirigindo tão rápido quanto ele pode fazer. Na parte de trás do caminhão, Doc, Cole, e Bear abaixaram-se, Bear jogando seu corpo grande sobre Mari para cobri-la enquanto balas rasgavam a lateral do caminhão. Assim que eles levaram para fora do alcance das balas, Cole apertou a mão de Mari e colocou um pequeno beijo em sua cabeça antes de saltar para o lado do caminhão e desaparecer entre as árvores. Bear o assistiu ir, observando cuidadosamente as árvores ao seu redor quando parou em frente da casa. —Nick, Caleb, alguém disparou em nós. Vá ajudar Cole pela porta da frente. É provavelmente quem levou Mari. Sky, você e Jake nos ajude a colocar Mari dentro e na enfermaria — Bear disse enquanto se arrastava para fora do caminhão com Mari. — Camilla, eu quero que você vá ficar com os gêmeos e leve-os lá embaixo. Fique com Jax, até que um de nós venha buscar vocês. —Mas, Bear ... — ela começou. —Querida — Bear disse que ele bateu seu ombro — eu sei que você quer ficar com Mari agora, mas você precisa pensar nos meninos. Bear olhou para Rune quando ele empurrou Camilla para a casa. — Rune, você sabe o que fazer. Rune assentiu sombriamente enquanto se dirigia de volta para casa. Sky, Jake e Sam ajudaram Bear e levar Mari para a casa de Doc. Eles cuidadosamente manobraram na porta e desceram as escadas para a enfermaria antes de colocar ela no encosto da mesa, e tudo mais. Jake voltou para a porta e foi lá em cima enquanto Doc e Sky começaram a trabalhar em Mari. Doc tirou Bear da sala, querendo poupá-lo d tanta dor quanto ele podia. Graças a Deus Mari estava inconsciente para tudo isso. Doc e Sky trabalharam discretamente, mas de forma eficiente enquanto eles trataram várias lesões de Mari. Bear percorria impaciente o


corredor fora da sala de exame. Pareceu durar uma eternidade. Depois de um tempo Bear sentou em uma das cadeiras contra a parede enquanto ele esperava. Ele enterrou a cabeça em suas mãos quando a turbulência foi demais para ele. Sua alegria em ter de volta Mari tinha limites. Seu medo de que ele ia perder a tudo de novo, desta vez de forma permanente, foi esmagadora. Bear não sabia se poderia lidar com isso. Cole entrou e viu Bear, parou para assistir seus ombros tremendo com sua dor, na sua posição na porta da sala de exame. Ele conhecia a sensação, a dor infinita que varria sobre sua alegria em encontrar Mari novamente. Ele sabia que tinha falhado com Mari e Bear. Ele não tinha mantido Mari segura. Foi culpa dele que isso lhe tinha acontecido. Mari era doce e amorosa. Ela não intencionalmente fazia mal. Era seu trabalho protegê-la, mantê-la segura. Assim como era seu trabalho cuidar de Bear. Bear era um homem gentil apesar de seu tamanho, ou talvez por causa disso. E ele não tinha protegido os dois. E ele não sabia como fazer as coisas melhor. Ele não sabia se era mesmo possível consertar o dano. Se tivesse suas mãos sobre a pessoa que estava atirando, ele daria o seu melhor tiro, no entanto. Cole e Bear saltaram quando Doc abriu a porta e saiu. Bear saltou de sua cadeira e foi para ficar ao lado de Cole quando prendeu a respiração, esperando por Doc dizer alguma coisa, qualquer coisa. Doc assentiu com a cabeça para que eles soubessem que Mari ainda estava viva. —Eu não vou mentir para vocês, é ruim, muito mal. As próximas 48 horas serão cruciais. No entanto, acredito que se ela puder passar através dos próximos dois dias, ela vai ficar bem. Eu a coloquei em um coma para ajudá-la a curar. O sono é a melhor coisa para ela agora. Cole começou a falar, mas teve de limpar a garganta, antes que ele pudesse. —Você pode ... você pode nos dizer o que seus ferimentos são? Doc colocou as mãos nos bolsos, tomando uma respiração profunda.


—Ela tem um braço quebrado, concussão, três costelas quebradas e os dois pulsos dela estão torcido. Não parece ter quaisquer lesões internas além de alguns hematomas graves em ambos os rins e fígado. Ela também tem vários arranhões e cortes. Precisou cerca de 300 pontos para fechar todos eles. —Ela estava violada? — Cole perguntou, rezando a Deus para que ela não tivesse sido ferida dessa maneira. Ele não começou a respirar novamente até Doc balançar a cabeça negativamente. Cole sentiu Bear ceder ao seu lado em relevo. —Não, eu não vi sinais dela ser abusada assim. Depois de examiná-la, porém, eu estou ainda mais convencido de que quem tinha ela tinha que ser um médico. Ela tinha uma cicatriz episiotomia, que foi recém-curada. Ela foi costurada por um profissional. —Então, você ainda acha que estamos à procura de um médico? — Cole perguntou. —Eu apostaria a minha carreira nisso. —Podemos vê-la? — Bear perguntou baixinho, com os olhos implorando a Doc autorização para ficar com Mari. —Sim, você pode ir, mas apenas por alguns momentos. Mari precisa de seu descanso. Você precisa estar preparado para o que você vê. Não é bonito. Ela não está respirando por conta própria, pessoal, ela tem um tubo de respiração. Vou levá-lo para fora em poucos dias, mas agora ela precisa de toda a ajuda que ela pode ter. Cole e Bear assentiram seu entendimento. Eles sabiam que não ia ser bonito, mas nada poderia ser pior do que quando eles se encontraram. Essa era uma visão que nenhum deles jamais seria capaz de limpar de suas mentes. Cole e Bear viraram-se para ir para a sala, Cole parou e apertou o braço de Doc quando passou por ele. —Obrigado, doutor, por tudo. Doc apenas balançou a cabeça quando Cole passou.


—Eu estarei em meu escritório se precisar de mim. Ele caminhou até seu escritório e desabou em sua cadeira, descansando a cabeça em suas mãos. Ele não sabia exatamente o que tinha sido feito para Mari, mas se ele tivesse as mãos o homem que fez isso com ela, bem, ele não estava certo de que poderia manter o seu juramento de Hipócrates de não causar dano.

Os irmãos hesitantes entraram na sala de exame. Mari estava vestida com uma bata de hospital simples e coberta com um lençol branco. O único ruído na sala era o bip consistente das máquinas que estava ligada. Cole caminhou para um lado da cama de Mari, Bear para o outro. Cole queria segurar sua mão, mas ele estava com medo de tocá-la. Ele não queria machucá-la, então ele apenas colocou a mão em seu braço, querendo deixá-la saber que ele estava lá. O toque da pele quente de Mari sob sua pela primeira vez em seis meses trouxe lágrimas rápidas para seus olhos. Ele piscou várias vezes para limpar a sua visão, mas não pareceu ajudar. Depois de um momento ele cedeu e deixar o fluxo de lágrimas cair pelo seu rosto. Bear apenas olhou para Mari, também com medo de tocá-la. Ela parecia tão pequena, tão frágil. Ele não tinha ideia de como ela havia sobrevivido aos ferimentos, mas ele seria grato por toda a eternidade que ela teve. Ele também sabia que ele iria passar o resto de sua vida tornando-se o melhor para ela, se ela deixá-lo. Primeiro, ela teve que ficar melhor, para descobrir por que ela havia deixado.


Os irmãos ficaram lá olhando para Mari, tanto em um mundo compartilhado de tristeza quando a porta se abriu e Sam estava na porta. Ele acenou para sair. Bear começou a andar em direção à porta, mas Cole fez sinal para Bear ficar com Mari. —Você fica com a nossa menina. Eu vou lidar com isso. Eu não quero que ela esteja só — disse Cole. Bear concordou e foi sentar-se ao lado da cama de Mari. Cole assistiu da porta, quando Bear delicadamente tirou o cabelo do rosto. Cole enxugou a manga sobre os olhos e deixou o quarto, fechando a porta silenciosamente atrás dele. — Você encontrou alguma coisa? — Ele perguntou a Sam depois de fechar a porta. —Ele fugiu. Rune encontramos seu buraco. Esse cara é um idiota. Ele deixou um rastro de migalhas de pão em todo o lugar. Cole levantou uma sobrancelha com curiosidade. —Ah? —Cole, o homem, esse cara tem que ser local. —Local? Cole ficou pasmo. — Como pode esse cara ser local? —Oh sim — Sam disse quando ele passou a mão pelo cabelo. — Encontramos o caminhão. — Ele olhou para Cole debaixo de suas pestanas, tentando avaliar se Cole poderia lidar com o que tinha para lhe dizer. — A parte de trás do caminhão está coberto de sangue, Cole.


Cole sentiu a dor em seu peito. Ele levou várias longas respirações de ar em seu peito apertado antes de falar, com os punhos cerrados ao seu lado. —O que... O que? —Não há nenhum registro do veículo. Parece que esse cara sabia que iria encontrar o caminhão. Ou ele é neurótico. O interior do caminhão foi limpo, muito limpo, se você me perguntar. Nick está sobre ele agora. Além disso, encontramos um par de recibos empurrado para baixo entre as almofadas de assento. Eles são todos locais. Ou ele é daqui ou ele tem estado na área por um tempo. Ambos os recibos são mais de dois meses. —Ou ele está tentando nos tirar seu rastro — disse Cole. —Sim, pensei nisso também. Pode ter sido apenas um pouco mais fácil de encontrar seu caminhão. Mas ainda temos que seguir a trilha. Se ele é local, ou se ele está na área por um tempo, alguém vai ter visto. Se pudermos obter uma descrição de Mari, iria ajudar muito. —Isso pode levar algum tempo. Doc a colocou em coma induzido para ajudá-la a se curar. —E os cobertores que ela estava envolta? Alguma pista lá? — Sam perguntou. —Eu não sei. Para dizer a verdade, em toda a comoção, me esqueci deles. Eu vou ter Doc verificando nele. Talvez ele possa encontrar alguma coisa. Sam assistiu Cole espreitar através da pequena janela de vidro na porta da sala de exame. Cara, ele não estaria nos sapatos de Cole e Bear por todo o chá da China. Ele tinha visto o inferno que eles viveram ao longo dos últimos meses. Ele simplesmente não queria sentir isso por alguém. Sam esperava que ele nunca se apaixonasse. Seus pensamentos foram brevemente à única pessoa que ele tinha um desejo. A única pessoa que ele poderia amar se amasse alguém. A única pessoa que ele nunca poderia ter. Balançando a cabeça ele trancou os pensamentos. Não havia razão para manter anseio por algo que ele nunca poderia ter. Sim, o amor é uma droga.


Capítulo 12

Doc estava mudando o saco de IV em Mari quando ouviu a porta abrir e viu Bear e Cole entrar. Ele acenou para eles e terminou sua tarefa. Seu coração estava pesado com a notícia de que ele tinha para lhes dar. Ele tinha tomado fora do respirador e parou a medicação de coma há dois dias, duas semanas depois de ter sido encontrada. E ela ainda não tinha acordado. Ele estava ficando preocupado. Enquanto seus ferimentos curavam, ela parecia não estar respondendo a qualquer coisa que ele fez. —O que é isso, doutor? Mari está ok? — Cole perguntou enquanto ele carinhosamente tirou o cabelo do rosto. Os hematomas no rosto tinham começado a desvanecer-se e ele estava olhando mais e mais para sua Mari. —Eu não estou realmente certo do que está errado. Todos os seus ferimentos estão cicatrizando bem. —Então por que ela não acordou? — Bear perguntou. —É isso que me preocupa. Ela deveria ter acordado agora. Eu corri uma ressonância magnética e uma tomografia. Não há nenhuma razão para ela ainda estar sem resposta. —Você poderia ter perdido alguma coisa? — Bear perguntou calmamente. —Não — respondeu Doc balançando a cabeça — eu não perdi nada. Seus ferimentos estão cicatrizando como deveriam, ela não teve quaisquer complicações, e não tem qualquer efeitos remanescentes de seus ferimentos. Todos os resultados de meus testes


mostram que tudo está exatamente como deveria ser, considerando sua condição. —Então o que é? Por que ela não está acordando? — Bear perguntou desesperadamente. Doc sentiu as lágrimas brotando em seus olhos quando ele olhou para o rosto doce de Mari. Ela tinha vindo a significar tanto para tantas pessoas, e em tão curto espaço de tempo. Ele iria assombrar todos eles se não fazê-lo. —Eu acho que ela desistiu — Doc disse calmamente. —O que diabos isso significa? — Cole exigiu com raiva. —A medicina moderna só pode fazer uma parte. Nós podemos curar o corpo. Nós não podemos curar o espírito. O corpo de Mari se cura, mas o resto dela desistiu. — Ele se encolheu com o olhar devastado em Bear e nos olhos de Cole. — Sinto muito, não há nada mais que eu possa fazer. O resto é com a Mari. Doc sabia que suas palavras quebraram Bear e Cole. Ele sabia antes mesmo que ele visse as lágrimas caindo de seus olhos. Eles a amavam muito e a perda de Mari poderia destruí-los. —Nada? — Bear perguntou em um sussurro angustiado. — Não há nada que você possa fazer? —Eu posso cuidar de seu corpo, mas a menos que ela decida lutar, eu não acho que ela vai fazer isso. Bear e Cole não disseram nada, apenas ficaram lá olhando para Mari como se morressem se junto com ela. Bear caiu de joelhos ao lado da cama, deitou a cabeça no colchão ao lado da mão de Mari e começou a soluçar, apertando a mão frágil de Mari na sua. Cole soltou um grito estrangulado e saiu correndo do quarto. Doc deu um tapinha no ombro Bear antes de deixá-lo sozinho com Mari. Ele não tinha ideia do que fazer. Sentia-se totalmente fora de suas profundezas. Ele tinha feito tudo


certo, onde a condição médica de Mari estava em causa, mas ela simplesmente não parecia estar ficando melhor. Ele estava perdendo ela. Em todos os seus anos como médico e pesquisador, ele nunca havia se sentido tão impotente. Bear enxugou os olhos e olhou para sua amada Mari. Ele não sabia como chegar até ela. Como deixá-la saber o quanto ele precisava dela. Ela era a sua vida, o ar que ele respirou. Como ele deveria viver sem ela? —Mari, bebê, por favor, eu preciso de você. Você não pode me deixar, não agora, não quando eu te descobri novamente. Temos muito para viver, tanta coisa acontecendo para nós. Nossos belos bebês. Eles precisam de você para ficar melhor. Nós todos precisamos. Por favor, Mari, você tem que ficar melhor — Bear chorou enquanto ele a olhava. —Ok — ele disse quando enxugou os olhos. —Vamos conversar Mari. Você não pode entrar na minha vida, fazer eu me apaixonar você, e, em seguida, deixar-me, e agora você está tentando me deixar de novo. Não é legal. É apenas rude. E eu nunca pensei em você rude. Agora, eu sei que tivemos alguns problemas, mas não há nada que não podemos trabalhar. Eu também sei que tenho algumas coisas que eu preciso me desculpar. — Bear respirou fundo e começou a admitir a Mari coisas que ele tinha feito. —Nós tomamos decisões sem falar com você primeiro. Isso está errado. Eu sei disso. E eu peço desculpas por isso. Mas, bebê, te amamos tanto que às vezes nós apenas seguimos adiante e esquecemos que você pode ter uma opinião diferente de nós. Sabíamos que era errado não falar com você sobre Camilla estar ausente. Mas nós não queriamos que você se preocupasse. — Bear se virou e sorriu quando viu Camilla entrar. Ela lhe deu uma pequena onda e foi sentar-se em frente a ele, agarrando a mão de Mari. — E nós a encontramos. Só levou um tempo. Jax tinha que fazer um pouco de pesquisa criativa para encontrá-la. Foi totalmente ilegal, é claro, mas nós fizemos de qualquer maneira. Nós fomos ao celeiro falar sobre isso na noite em que desapareceu. Sabíamos que era totalmente ilegal, mas ainda o fizemos. Nós faríamos qualquer coisa por você. —Você deveria tê-lo visto Mari, eu estava sentada em algum motel qualquer,


escondendo desse idiota que pensa que é meu dono, porque nós saímos em um encontro e então Nick vem dentro para dizer a verdade, ele era bastante impressionante. Mas não diga a ele que eu disse isso. — Camilla deu uma risadinha. —De qualquer forma, ele vem atropelando meu quarto de motel gritando que você não estava disposta a se casar sem mim lá. Que eu tinha que estar lá. Claro, eu não tinha ideia de quem ele era. Eu pensei que ele tinha sido enviado pelo idiota. Então, eu levei as coisas em minhas próprias mãos, ou joelhos, no caso de Nick. Pobre rapaz, eu me sinto muito mal com isso agora, mas na época, eu achava que ele estava lá para me matar. Eu fiz o que tinha que fazer. Bear riu da imagem que Camilla estava pintando. Ele teria pago um bom dinheiro para ver joelho de Camilla em Nick. —Depois que ele se recuperou... Ele basicamente me raptou. —Você deveria ter visto o rosto de Cole quando Nick ligou para dizer que não só tinha encontrado Camilla, mas ela estava amarrada e amordaçada na parte traseira de seu carro. Ele a raptou. Eu pensei que a cabeça de Cole ia explodir, —Bear começou a rir — Nós quebramos quase todas as leis que poderiam fazer. Se ela não tivesse decidido nos perdoar, Cole e eu poderiamos estar presos por sequestro grave e toneladas de outras coisas. Oh homem, estávamos na merda tal. — Bear riu por alguns instantes antes de ficar sóbrio. — Eu sabia o que estávamos fazendo era totalmente ilegal. E tentar explicar a Camilla porque você não estava aqui quando ela chegou aqui, que levou um grande problema. — Ele balançou a cabeça enquanto pensava. —Por que você me deixou, Mari? O que nós fizemos? Se você pudesse nos dizer, eu tenho certeza que poderíamos resolver isso. Não há nada que não possa resolver se pudéssemos falar sobre isso. Por favor, Mari, volta para nós. — Bear e Camilla continuaram a falar com Mari, na esperança de dar-lhe algo, qualquer coisa, por que lutar. Eles falaram sobre o sequestro de Camilla e chegada na fazenda, a busca de Mari, a chegada dos bebês. Eles até falou de seus planos para o casamento, que ainda estavam em pleno andamento. Eles falaram até que suas vozes ficaram roucas. Finalmente, Doc veio e lhes disse que eles precisavam para dar algum descanso para Mari, mas poderiam voltar mais tarde para continuar a falar com Mari.


Camilla se aproximou e deu um beijo Mari em sua testa antes de se inclinar perto de seu ouvido. —Querida, você tem que ficar melhor. Esses caras te amam muito. Eles precisam de você. Bear assistiu Camilla andar da sala antes de se inclinar para baixo para dar em Mari um beijo em seus lábios. —Eu amo você, bebê. Ele acariciou a mão e foi embora, sentindo que estava deixando seu coração para trás com Mari.

Durante a próxima semana, houve pouca mudança na condição de Mari. Camilla e Bear revezaram sentados, conversando com ela. Em algum momento, todo mundo veio falar com ela. Eles até mesmo trouxeram os meninos para vê-la, na esperança de que talvez eles pudessem trazê-la de volta. Mas nada parecia funcionar. Ela simplesmente continuou a dormir. Eventualmente Doc disse que eles poderiam se mover para cima e Mari em sua própria cama. Pelo menos lá, Bear e Cole conseguiam dormir ao lado dela, deixando-a saber que eles estavam lá. Mas Cole não foi. Ele evitou Mari como a peste. Ele parecia comer


cada bit de informação sobre ela que ele pudesse colocar as mãos, mas ele não quis ir vê-la. Bear poderia dizer que Cole estava doente, mas ele não sabia o que fazer sobre isso. Cole se recusou a falar com ele sobre isso. Então, ele estava um pouco surpreso, alguns dias depois, quando ele abriu a porta do quarto e viu Cole ajoelhado no chão ao lado de Mari, com o rosto enterrado em seu estômago. Bear poderia dizer o tremor de seus ombros que Cole estava chorando. O que o chocou foi à mão pequena que estava enterrada no cabelo de Cole, acariciando-o. Mari estava acordada. Bear queria correr e abraçá-la para ele, para agradecer a Deus ela estava bem. Mas, tanto quanto ele queria, ele sabia que Cole desta vez precisava estar com Mari. Ele tinha sido tão fechado para todos desde que Mari tinha ido embora. A espera de um minuto a mais não faria mal. Além disso, ele precisava ir buscar Doc. Isso devia dar a Cole um tempo a sós com Mari. Com um enorme sorriso nos lábios e coração cheio de alegria, Bear discretamente fechou a porta e foi procurar Doc.

Cole tentou ficar longe de Mari. Ele simplesmente não conseguia sentar e vê-la morrer. Ele pensou que era ruim o suficiente quando Mari tinha desaparecido. Mas, para têla de volta para casa e saber que ela ainda estava morrendo e não havia nada que ele pudesse fazer sobre isso, Cole apenas não achava que poderia sobreviver. Então, ele tinha ficado longe.


Mas a cada dia que passava, ele foi atraído mais e mais para ela. Finalmente, ele não aguentou mais. Precisava estar com ela, mesmo que fosse apenas até o fim. Ele esperou até que ninguém estava na sala e foi lá. Ela estava tão bonita ali, como se estivesse dormindo em vez de morrendo. Os hematomas tinham desaparecido de seu rosto, assim como o inchaço. Você não sabia olhando para ela de que algo estava errado. Cole se ajoelhou no chão ao lado dela e colocou a cabeça em seu estômago enquanto suas mãos percorriam cima e para baixo de seu corpo, querendo que ela vivesse. —Por favor, bebê, você tem que voltar para mim — ele chorou silenciosamente. —Eu preciso de você, Mari. Eu não posso fazer isso sem você. Eu vou morrer Mari. Eu não sei porque você me deixou, mas você é tudo para mim. Eu quero ser uma parte de cada momento seu. Eu quero satisfazer todas as suas necessidades. Eu quero saber seus pensamentos e sentimentos como você faz. Quero compartilhar cada dia acordar com você, todos os nossos altos e baixos, o bom e o mau. Por favor, Mari — ele implorou — você é minha vida. Cole pressionando beijinhos contra Mari enquanto ele chorava. Ele deitou a cabeça e continuou a chorar até dedos passarem por seu cabelo. Seu coração batia forte em seu peito, quando ele percebeu que era Mari. Ele estava com medo de mover, com medo de que, se ele fizesse tudo isso poderia ser um desejo da sua parte, ela iria parar. Então, ele apenas ficou lá, lágrimas de alegria escorrendo pelo rosto neste momento. Ele ouviu a porta abrir e fechar, mas ele ainda não se moveu. Parecia bom demais para se mover e ele estava muito feliz, até que ouviu uma risada baixa sinistra por trás dele. Cole sentou-se e virou-se lentamente. De pé na porta das portas francesas estava um homem que Cole nunca tinha visto antes. No entanto, ele estava bastante familiarizado com a pistola 9mm que ele segurava.


Cole lentamente ficou pé em entre Mari e o louco com a arma. —Bem, isso não é comovente? — o louco afirmou. — Embora eu esteja surpreso ao ver que Mari linda ainda vive. Eu tinha certeza de que ela estava morta quando a joguei no seu portão da frente. Oh, bem, — ele riu — acho que significa que eu só vou tê-la comigo quando eu sair. —Você nunca vai tocá-la — Cole rosnou. —E como você pretende me parar? Você vai estar morto — disse ele enquanto apontava a arma para Cole e começou a puxar o gatilho. Cole ouviu a arma disparar e esperou para que a bala perfurar sua carne. Quando ele não sentiu dor, ele olhou para si mesmo, em seguida, para o homem com a arma. O homem tinha um olhar de surpresa em seu rosto e uma mancha vermelha se espalhando por todo o peito. A arma caiu lentamente de suas mãos enquanto ele caia no chão. Cole rapidamente pulou e pegou a arma no chão antes de chutar o corpo caído para ter certeza que ele estava realmente morto. Respirando fundo, ele olhou para trás em Mari. Ela estava inclinada sobre um cotovelo, a pistola Ruger 45 de cabeceira de Cole em suas mãos. Enquanto Cole assistiu Mari lançou a respiração que ela estava segurando e caiu de costas na cama. —Deus, eu nunca pensei que o filho da puta fosse morrer! — ela gemeu para o teto. —Mari. Cole sussurrou quando ele andou em torno do corpo morto no chão e ficou ao lado da cama. Mari virou a piscou para Cole um grande sorriso. —Cole, eu senti sua falta. — Cole sentiu seu coração começar a bater novamente quando foi se sentar ao lado dela. Ele inclinou-se ao lado dela. Sua mão tremiam quando ele estendeu a mão para


acariciar seu rosto. Seus dedos correram pelo rosto, nos olhos, nos lábios. Olhando em seus olhos, os olhos cheios de amor, Cole gemeu e apertou seus lábios contra os dela. Foi o beijo perfeito. Não apaixonado, e não lascivo, mas cheio de amor e saudade de duas almas gêmeas finalmente reunidas. Quebrando o beijo Cole olhou para Mari com os olhos cheios de lagrimas. —Ah, querida, senti saudades também. Antes que ele pudesse dizer mais a porta do quarto se abriu. Tanto Mari e Cole trouxe suas armas até verem o ocupante na porta. Ambos respiraram fundo e deixaram cair as armas de volta para baixo quando eles perceberam que era Bear e Sam. —Porra, Bear, não me assusta assim — Cole gritou quando ele baixou a cabeça sobre o colchão, tomando profundas respirações em seus pulmões. —Assustar você? E quanto a mim, seu idiota? Você não acha que eu não perdi dez anos da minha vida ao ouvir um tiro vindo daqui? Eu tinha certeza de que Mari tinha atirado em você por ser tão idiota. E quem estava atirando de qualquer maneira? Cole fugiu para a beira da cama e se levantou, apontando para Mari, em seguida, para o corpo deitado no chão pelas portas francesas. — Quem diabos é esse? — Bear perguntou quando ele andou em torno do lado da cama para ver o corpo de Cole estava apontando. —Dr. Ivan Nirov — respondeu Mari da cama. —Nirov, por que é que o nome soa familiar? — Cole perguntou quando se sentou na beira da cama e tirou a arma da mão de Mari. —Ele é o irmão de Yuri Nirov, o maníaco que sequestrou-me no início deste ano. Parece ser de família. — Mari respondeu enquanto fugiu-se sobre a cama para se apoiar contra os travesseiros na cabeceira da cama. —E como você conhece este homem? — Cole perguntou, um pouco do monstro


verde elevando sua cabeça feia. —Este cavalheiro, e eu uso esse termo com generosidade, é o homem que tem me mantido prisioneira durante os últimos meses. Aparentemente, ele queria vingança pelo assassinato de seus irmãos, e decidiu que era isso. — Mari riu quando ouviu um grunhido prover tanto de Cole e Bear neste momento. —Acredite em mim, eu não estava de acordo com seu plano, que é por isso que estou depositada nesta maldita cama. —Por que?— Bear exigia. —O que ele fez para você? —É uma longa história, Bear, e eu ficarei feliz em dizer-lhe tudo sobre ele, mas, primeiro, você acha que eu poderia ver os meus filhos? — Ela olhou atentamente para Cole e Bear. — Você disse que eles estavam aqui, né? — Seus olhos silenciosamente pediram para Cole e Bear não mentirem para ela. Bear e Cole sorriram com o pensamento de Mari e seus filhos. Eles concordaram e foram recompensados com um enorme sorriso e algumas lágrimas de Mari. —Vamos pegar cuidar disso primeiro — disse Cole, indicando o corpo no chão — e deixar Doc te verificar, então vamos trazer os meninos para ver você. Mari assentiu com pesar. Agora que ela sabia que seus bebês ainda estavam vivos e que Ivan não tinha matado como havia dito, ela queria muito vê-los. Era quase mais do que podia suportar ter que esperar para vê-los. Mas ela sabia que eles precisavam limpar o ambiente antes que os bebês fossem trazidos e também sabia que Doc era necessário para verificar o seu estado. Mas a espera foi terrível. Cole se inclinou sobre a cama e pegou Mari, cobertores e tudo e levou-a para a sala, sentando-se no sofá e embalando Mari em seus braços. Bear chamou o xerife Jones e pediu-lhe para passar por aqui, então chamou Doc para verificar Mari. Desligou o telefone e sentou-se no sofá ao lado de Cole, puxando as pernas de Mari para descansar em seu colo, esfregando as mãos para cima e para baixo, em


suas pernas sobre os cobertores. Mari deitou a cabeça no peito de Cole, feliz de estar de volta em seus braços novamente. Ela estendeu a mão e agarrou a mão do Bear na dela, apertando-a enquanto ela enviou-lhe um pequeno sorriso. Foi bom estar de volta com os dois. —Eu ouvi você, você sabe, quando você estava falando para mim — Mari sussurrou silenciosamente contra a pele de Cole. —Eu ouvi cada palavra que você disse. —Você sabe agora? — Cole respondeu-lhe em voz alta — Você ouviu o quanto amamos você, o quanto nós precisamos de você? — Ele abraçou-a perto de seu corpo, regozijando-se com o calor irradiando de seu pequeno corpo. — Eu não sei o que fizemos Mari, para fazer você deixar-nos, mas eu sinto muito. Se você apenas nos disser, tenho certeza podemos trabalhar com isso. Não há nada que não possamos trabalhar juntos, nada. Mari assentiu com a cabeça. —Sim, eu sei. Pelo menos, eu sei disso agora. Bear explicou tudo quando eu estava dormindo.— Mari bateu na mão de Bear. —Eu fiz? O que eu disse? Como você mudou de ideia? — Bear perguntou. —Deixe-me começar a voltar um pouco às formas para que você vá entender tudo. Você se lembra da noite que eu saí? — Mari perguntou. Bear e Cole ambos assentiram, estremecendo com a memória do medo que tinha caído sobre eles em seu desaparecimento. Ele tinha sido um pesadelo que não tinha realmente terminado até poucos instantes atrás. —Eu não poderia obter uma informação de minha irmã, Camilla. Toda vez que eu tentei usar o telefone, alguém me parava. Parecia que todo mundo estava tentando me manter longe de entrar em contato com ela. Eu não tinha ideia no momento em que ela tinha desaparecido. Então, depois de conversar com a secretária em sua escola e não saber onde estava, eu fui até o celeiro para encontrar vocês. Mari mexeu um pouco no colo de Cole antes de recuarem com a cabeça apoiada


em seu peito novamente. Isso ainda era doloroso para ela, a ideia de que Bear e Cole não a tinha amado. Claro, agora ela sabia que eles fizeram, mas estava ferida. E ela não queria machucá-los o mesmo com a falta de confiança. Seus dedos mexeram com o canto do cobertor quando ela baixou os olhos não querer olhar na cara deles. —Quando eu cheguei no celeiro ouvi vocês dois conversando. Vocês ficavam dizendo como estavam mentindo para mim e que eu te odeio por isso, e que o que estava fazendo era ilegal. Eu não sabia o que pensar em primeiro lugar. Então Bear disse que não queria mais um bebê comigo. Cole apertou mais perto dele quando ele ouviu a voz de Mari tremer. —Está tudo bem, querida, apenas diga-nos. Mari fungou, mas continuou. —Fiquei arrasada quando Bear disse que não queria um bebê comigo. Eu já sabia que estava grávida. Isso combinado com vocês dois conversando sobre fazer algo ilegal e mentindo para mim, bem, ele só veio junto em uma espécie de pesadelo horrível. Então eu fugi. Eu só tinha que ir embora. Mari olhou para Cole, em seguida, por debaixo de suas pestanas. Bear tinha lágrimas em seus olhos. Cole estava claramente irritado se o aperto de sua mandíbula era qualquer coisa para considerar. Mari tinha esperanças que ainda a amassse depois que tudo foi dito e feito. —Eu peguei algumas coisas e sai correndo. Eu estava andando pelo que pareceram horas, quando ouvi um veículo. Eu pensei que era vocês então me escondi nos arbustos. Na verdade. Eu vi o caminhão até quando ouvi um barulho atrás de mim. Antes que eu pudesse virar, algo me atingiu na parte de trás da cabeça. A próxima coisa que eu sabia, eu acordei e eu estava em um quarto sem janelas. Fiquei neste quarto todo o tempo todo que eu estava lá. —Você sabe onde ele foi? — Sam perguntou de sua posição sobre a lareira.


—Não, eu nunca vi lá fora. Não até a ultima noite e eu não me lembro de muito sobre os meus arredores. Desculpe. —Não se preocupe com isso. Basta dizer-nos o que você se lembra — disse Cole. — Bem, Ivan começaram a chegar há poucos dias, depois que eu estava lá. Depois de algum tempo, Ivan e eu ficamos amigos, mais ou menos. Ele... —Amigos? Como você pode ser amiga dele? — Cole exclamou em voz alta, indignado. Mari deu de ombros de seus ombros. —Ele era a única pessoa que poderia falar comigo. E ele era bom para mim. Legal. Cole gritou —Ele tentou matar você! —Cole cala a boca. Você não pode ver que isso é difícil o suficiente para Mari sem você gritar com ela? Deixa-a contar isso em suas próprias palavras — Bear rosnou silenciosamente para Cole. Bear e Cole esperaram Mari continuar falar por alguns instantes, mas ela não disse nada. Quando Cole inclinou seu rosto ele ficou surpreso ao ver as lágrimas em seus olhos. —O que é bebê? Por que voce esta chorando? Esta tudo acabado! Você está segura agora. —Ele me disse que matou meus bebês — Mari começou a soluçar. — Eu perguntei a ele direto em seu rosto, se ele tinha matado e ele disse que sim. Ela puxou as pernas para cima em seu peito e se enrolou em uma bola no colo de Cole enterrando seu rosto em seu peito enquanto chorava. —Bear, vai buscar os meninos. Ela precisa vê-los — disse Cole.


Bear se levantou e saiu da sala voltando minutos depois carregando os gêmeos, com Camilla e Nick a reboque. Doc estava trazendo a maleta de médico. —Mari, bebê, eu tenho alguns caras aqui para você conhecer, — Bear disse suavemente enquanto ele gentilmente colocou Nathaniel em seus braços trêmulos. Ele sentou-se no sofá ao lado dela segurando Gabriel seu peito. —Este rapaz é Nathaniel Coleman Daniels, ou Nate. O pequeno bebê bonito com Bear é Gabriel Benjamin Daniels, ou Gabe. —Oh, eles são tão bonitos — Mari sussurrou maravilhada quando desembrulhou o bebê no colo. Bear, sabendo que ela estava indo verificar todos os dez dedos das mãos e todos os dez dedos do pé, desembrulhou Gabriel e levantou-o em sua direção. —Eles são perfeitos. — Olhando para Bear e Cole sorriu o sorriso mais glorioso que já tinham visto partir dela. —Eu nunca os segurei. Ivan disse que seria para mim muito doloroso para mantê-los em seguida, deixá-los ir. Mari passou vários minutos tocando e acariciando cada bebê enquanto seus olhos se encheram em cada respiração que tomou. —Mari — Cole disse que ele tentou ganhar sua atenção. —Querida, você pode nos dizer como você se machucou? Ivan te machucou? Mari olhou por cima do bebê que ela estava fazendo careta para olhar para ele. —Oh, não, eu fiz isso quando eu pulei da varanda. Bear, Cole, e todos na sala apenas olhou para Mari quando ela voltou a fazer caretas para o bebê. Ninguém sabia o que dizer. Todos tinham visto as lesões de Mari, como uma ameaça à vida que tinha sido. Para saber que Mari tinha feito para si mesma deixou todos sem palavras. —Uh, Mari, — Cole começou hesitante, — você está dizendo que provocou essas lesões a si mesma quando você pulou de uma sacada? —Ah, claro — Mari nunca tirou os olhos do bebê. —Foi de três andares.


Cole sentiu mal do estômago. Ela pulou de uma varanda de três andares? Por que diabos ela faria isso? Ela tinha que saber que ela poderia ter morrido, certo? —Querida, você percebe que você poderia ter morrido, né? —Bem, sim. Para dizer a verdade, eu era uma espécie de surpresa quando eu não fiz — ela disse com uma risada. — Eu tinha certeza de que eu faria quando eu vi o quão alto era. Cole olhou para o olhar atônito de Bear e sabia que refletia o seu próprio. Olhando para os outros ocupantes do quarto, ele sabia que eles estavam sentindo o mesmo tipo de choque. Mari saltou pensando que ela seria morta. Estava tentando se suicidar? Tinha seu calvário a feito perder a cabeça? Mari era louca? Bear parecia ter o mesmo pensamento que Cole. Ele levantou-se lentamente e entregou Gabriel para Camilla. Então ele estendeu a mão para Nathaniel. —Querida, eles precisam tirar uma soneca agora. Por que você não o dá a mim e vamos pegar esses caras pequenos. Enquanto isso, Doc pode conferir-lhe mais, ok? Mari relutantemente entregou o bebê para Bear e depois enrolou de volta para os braços fortes de Cole. Ela viu Bear passar o bebê para Nick e Camilla e Nick levou os bebês para o quarto. Ela sabia que todo mundo estava olhando para ela,se perguntando. Ela esperou até a porta do quarto estava fechada antes de falar. —Eu não sou louca, nem uma suicida, de modo que tire esse pensamento fora de suas cabeças malditas! —Querida, por que você pulou de uma varanda de três andares, então? — Cole perguntou timidamente. —Oh, por favor — Mari gemeu alto quando se empurrou para fora dos braços de Cole e ficou de pé, olhando para todos na sala, — Você não ouviu nada do que eu disse? Você é surdo ou simplesmente idiota?


—Mari, todos nós estamos apenas tentando entender, — Doc respondeu, tentando acalmar seu temperamento alterado. —Depois de tudo que eu tinha passado, e depois de ter Ivan me dizendo que meus bebês estavam mortos — Mari passou a mão pelo cabelo com frustração. —Bem, não havia realmente nada mais para mim e dane-se se eu estava indo para ficar e me casar com aquele idiota. Então, eu pulei. Houve um silêncio absoluto na sala por vários momentos quando todos tentaram tomar nas coisas que Mari estava dizendo. Foi uma grande história. Mari tinha passado por tanta coisa. E foi realmente incrível que ela estava ali, inteira, e, aparentemente, um pouco irritada, se os punhos cerrados foram algo para se considerar. Cole e Bear levantaram-se em um movimento conjunto e envolveu seus braços em volta de Mari, quando começaram a banhar seu rosto com beijos. —Oh, bebê, nós te amamos tanto — disse Cole entre beijos. — Eu sinto muito que você tenha passado por isso, mas eu sou realmente grato que você está de volta com a gente. —Nós nunca vamos deixar você ir, Mari, nunca. Você está presa com a gente — Bear sussurrou em seu ouvido enquanto ele corria as mãos para cima e para baixo em suas costas. —Vocês — Mari limpou a garganta antes de continuar — vocês ainda querem se casar comigo? Ambos Bear e Cole sorriram para Mari, Cole a pegou e balançou seu redor. —Só tente nos parar.


Capítulo 13

Mari abriu os olhos para perceber que estava escuro lá fora, e desta vez ela não estava sozinha na cama. Cole dormia de um lado dela, deitado de lado de frente para ela, seus lábios descansando em seu mamilo, um braço em volta dela. Bear pressionado contra suas costas, uma mão, situada entre as coxas da frente, colocando ela. Dois de seus dedos estavam pressionados dentro dela. Seu pênis duro estava pressionado entre as bochechas de seu bumbum, a ponta pressionando contra a passagem de Mari. Era como ter um dois-por-quatro entre suas coxas. Porra, esses homens não podiam sequer parar de tocá-la em seu sono. Não que ela estivesse reclamando, mas de repente ela estava tão excitada como o inferno e eles estavam dormindo. E tinha sido muito tempo desde que ela tinha sido amada por eles. No mês em que ela estava em casa, nem Cole nem Bear tinha feito amor com ela. Eles disseram que queriam ter certeza de que ela estava toda curada antes deles retomaram as atividades sexuais. Eles estavam deixando Mari louca. Ela se sentia bem. Doc tinha mesmo dito que ela poderia retomar suas atividades normais. Ela estava pronta para ser amada por seus homens. Agora, se ela pudesse convencê-los. Mari apertou suas coxas juntas, tanto quanto pôde, forçando os dedos Bear dentro


dela para mover um pouco, mas isso não foi suficiente. Ela estendeu a mão e apertou a ponta do pênis de Bear em sua entrada molhada e empurrado para trás com os quadris. Ainda não era suficiente. Ela não conseguiu a alavanca para empurrá-lo todo o caminho dentro Além disso, seus dedos estavam no caminho. Mari estava ficando desesperada. Ela tentou transar com os dedos de Bear várias vezes antes de deixar escapar um gemido de frustração. Aparentemente, ela não poderia fazer isso sozinha. Mari previu uma longa noite pela frente. De repente, a mão dentro de seu sexo foi puxada para agarrar sua perna e trazê-la sobre a parte superior das coxas de Bear. Mari soltou um grito desesperado, que rapidamente se transformou em um gemido quando Bear substituiu seus dedos por seu pau duro. A mão de Bear voltou para Mari e começou a acariciar seu clitóris enquanto ele mergulhou dentro e fora do corpo muito feliz de Mari. Sentindo os lábios em seu mamilo, Mari abriu os olhos para olhar para um Cole sonolento. Ele estava olhando para ela com os olhos cheios de paixão. Não querendo ficar de fora, ela o puxou até um beijo quando ela colocou as mãos ao redor de seu pênis endurecido. Sabendo o vínculo que Bear e Cole tinham, ela combinava com seus golpes ao ritmo dos quadris de Bear. Quando Bear de repente acelerou, fez tudo o que podia fazer para segurar Cole. De repente detonou dentro de Mari, encharcando-a com seu sêmen. Ele bombeou um par de vezes antes de rapidamente sair de Mari e empurrando-a de costas. Envolvendo o cabelo em suas mãos, ele forçou seus lábios nos dele. Mari gritou quando Cole de repente deslizou entre suas pernas e a encheu. Ele começou a empurrar-se nela tão rápido como seu corpo iria deixá-lo. —Oh porra, Mari, você está me matando,— Cole gemeu quando ela apertou ao


redor dele, dizendo-lhe que ela estava prestes ao clímax. — Tantas saudades tuas. Tanta saudade. Bear empurrou as mãos de Mari acima de sua cabeça e as manteve enquanto dedicou seus lábios para arrebatar seus seios. Bear chegou à outra mão para baixo para suas dobras molhadas. No segundo que ele a tocou, todo o corpo de Mari arqueou, a cabeça jogada para trás, e ela gritou. —Oh Deus! —Oh sim, bebê, apenas assim. Você é tão bonita quando goza, — Bear sussurrou. Ele esfregou um dedo em seus sucos e levou-a aos lábios. — E você tem um gosto tão bom. Eu poderia comer você. A Carne trêmula e apertando de Mari foi mais do que Cole poderia tomar e ele gozou segundos depois dela. A sensação de orgasmo pulsando em Cole enviou Mari em outro clímax, arrancando outro grito de seus lábios. Bear rapidamente trouxe seus dedos de volta para a carne lisa de Mari e acariciou-a mais algumas vezes, enquanto as ondas do orgasmo de Mari continuavam e continuavam. Cole puxou-se para fora de Mari e caiu para o lado oposto da cama de Bear. Ele se inclinou e beijou Mari, sua língua rodando dentro de sua boca. Finalmente, Bear e Cole se estabeleceram ao lado de Mari e envolveu-a em seus braços, cada um de frente para ela. A cabeça de Mari debaixo do queixo de Bear e Cole estava deitada com a cabeça apoiada em seu peito. Mari ficou quieta.Um pouco perturbada quando Cole colocou sua mão entre suas coxas, colocando dois dedos dentro dela e descansando o polegar em seu clitóris inchado e Bear estendeu a mão e capturou-lhe a mama livre na mão, os dedos longos envolvendo em torno de seu mamilo.


Aparentemente, eles pretendiam ir dormir da mesma forma que tinha antes. Mari riu quando provocou um gemido áspero em cada homem quando estabeleceu uma mão em cada um, de seus pênis os acariciando. Ela deu um sorriso e dando-lhes cada aperto rápido. Descansar uma merda!

Mari sorriu enquanto observava Bear e Cole atravessarem o pátio, alguns meses depois. Cada homem segurava um bebê em seus braços. Seus filhos estavam com quase seis meses agora e começando a ser pequenos cavalheiros, quando eles não estavam gritando exigindo comida ou atenção. E eles envolviam seus pais em torno de seus dedos pequenos. Mari pensou em tudo que havia ocorrido desde que ela tinha sido encontrada. Os últimos meses tinham sido interessante. Ela havia sido inocentada de todas as acusações da morte de Ivan, embora Cole ainda não conseguiu descobrir como Ivan havia descoberto sobre Mari, ou que a equipe foi os que mataram os irmãos de Ivan. Essa informação era suposta ser secreto. Eles ainda estavam verificando isso.


As coisas estavam a pleno vapor para o casamento, que era para ser realizada em duas semanas. Eles estavam apenas fazendo os últimos planos e ajustes, especialmente desde que o presidente pediu para ser convidado, em segredo, é claro. Mari estava um pouco nervosa sobre ter o presidente dos Estados Unidos em seu casamento, mas o que quer que Cole e Bear queria, eles iriam receber. Mari esfregou a mão na redonda parte de seu abdômen. Em poucos meses, eles estavam indo ficar muito mais, também. E Mari não podia esperar para contar-lhes que desta vez seria meninas gêmeas. Ela riu enquanto observava os homens. Caleb e Rune foram se revezando brincando e socando-se nos braços. Sam e Sky estavam em algum tipo de discussão, enquanto caminhavam com Jake e Nick. Mari poderia vê-los todos rindo de alguma piada estúpida que Caleb estava dizendo. Ela saiu da varanda e os braços à espera de Cole e Bear. Sim, a vida era perfeita. Mari deixou seus olhos desviar para os outros gêmeos... Sam e Sky, Nick e Jake, Caleb e Rune. Agora, o que fazer com o resto dos homens em sua vida?

Fim


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Stormy glenn amantes do esquadrão alfa 01 os homens de mari [revhm] by Rejane Oliveira - Issuu