UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL GRADUAÇÃO EM JORNALISMO
Informalidade e subemprego: aspectos socioeconômicos dos entregadores e motoristas da plataforma Uber na Região Metropolitana de São Paulo
São Paulo 2020
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL GRADUAÇÃO EM JORNALISMO
Informalidade e subemprego: aspectos socioeconômicos dos entregadores e motoristas da plataforma Uber na Região Metropolitana de São Paulo
JULIANA FERREIRA COSTA
Relatório
de
Metodológica
Fundamentação apresentado
ao
Teórica
e
Curso
de
Graduação em Jornalismo, da Universidade Cruzeiro do Sul, como requisito para obtenção do título de Bacharel. Orientadora: Profª Dra. Mirian Meliani Nunes
São Paulo 2020
FICHA TÉCNICA
Título: Trabalho sob plataforma Formato: reportagem extensa Área: digital Periodicidade: edição única Autora: Juliana Ferreira Costa Tamanho: aproximadamente 20 mil caracteres Recursos gráficos: infográfico, ilustrações, fotos e vídeo Ilustrador: Danilo Paes Site: site programado em HTML, CSS e JavaScript Programador: Jonathan Ferreira de Andrade Link de acesso: http://www.tccjornalismo.ezyro.com
RESUMO
O trabalho informal é um agente de grande importância na economia mundial. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada em janeiro deste ano, quase 40 milhões de brasileiros vivem na informalidade (a pesquisa considera empregados sem carteira assinada em setores como indústria e comércio, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e empregados domésticos sem vínculos formais). Os entregadores por aplicativos como o Uber Eats fazem parte dessa estatística, sendo um grande exemplo de trabalho informal na atualidade. Esta modalidade de emprego, vista por diferentes perspectivas, pode ser considerada uma forma de oportunidade para o empreendedorismo ou criticada pela precariedade de direitos das pessoas que trabalham no setor informal. Neste Trabalho de Conclusão de Curso foi desenvolvida uma reportagem extensa para ambiente digital, apresentando dados da informalidade no Brasil e as perspectivas socioeconômicas dos trabalhadores informais.
Palavras-chave: trabalho; informal; entregadores; aplicativo; reportagem; extensa.
SUMÁRIO
1. Introdução .............................................................................................................. 5 2. Objetivos ................................................................................................................ 6 2.1. Objetivo geral .................................................................................................. 6 2.2. Objetivo específico .......................................................................................... 6 3. Problematização .................................................................................................... 6 4. Hipóteses ............................................................................................................... 6 5. Justificativa ............................................................................................................ 7 6. Plano estratégico ................................................................................................... 7 6.1. Descrição do produto ...................................................................................... 7 6.2. Público-alvo ..................................................................................................... 8 7. Aspectos teóricos ................................................................................................... 8 8. Referências .......................................................................................................... 13 9. Cronograma geral ................................................................................................ 15 10. Orçamento ........................................................................................................... 16 Apêndices.................................................................................................................. 17 1. Pautas .................................................................................................................. 17 2. Transcrição das entrevistas ................................................................................. 20 3. Imagens ............................................................................................................... 21 4. Reprodução das páginas da reportagem digital ................................................... 22 5. Diário de campo ................................................................................................... 22 Anexos ...................................................................................................................... 25
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1. Introdução Este projeto apresenta as características do trabalho informal no decorrer do curso histórico até os dias atuais. Ele traz uma reflexão sobre o que foram e como são as relações do trabalho hoje em dia, os efeitos do mercado no ser humano e as características da população que desempenha este tipo de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo. O
tema
desta
pesquisa
é
Informalidade
e
subemprego:
aspectos
socioeconômicos dos entregadores e motoristas por aplicativo Uber na Região Metropolitana de São Paulo. Ela parte do alto índice de informalidade no país e busca entender as causas e efeitos desse tipo de trabalho para as pessoas, bem como visualizar os principais aspectos sociais e econômicos do público que está inserido nesta estatística. Para que este estudo atingisse seus objetivos, foram levantadas teorias que evidenciaram o contexto histórico do tema tratado. Para Karl Marx (2015), em sua obra “O Capital”, a população cuja força de trabalho está apta aos serviços é dividida em categorias, sendo uma delas a superpopulação relativa estagnada, que se trata de uma parte dos trabalhadores que se ocupam de forma totalmente irregular. Manuel Castells (1999), no livro “A Sociedade em Rede”, defende que a Era da Informação e as transformações tecnológicas afetam o mercado de trabalho. Ele argumenta sobre o surgimento de uma nova economia, que é informacional, global e em rede, e que as mudanças na economia trazem novas fontes de produtividade e que, quanto mais avançada é a economia no local, mais o seu mercado de trabalho é concentrado em prestação de serviços, o que propicia a criação de vagas informais na sociedade. A economia de serviços é um pilar na sociedade em que estamos inseridos. O estudo que deu vida ao livro “Mapa do Trabalho Informal” de Kjeld Jakobsen et.al. (2000), trata da informalidade no município de São Paulo e defende que o desemprego é um fator crucial para o crescimento da informalidade em São Paulo, mas não o único. A cidade de São Paulo vem mudando o seu perfil produtivo transformando-se numa cidade prestadora de serviços, e que isso contribui para o aumento dos empregos sem carteira assinada. A partir desses estudos foi desenvolvida uma reportagem extensa para ambiente digital, tendo como título “Trabalho sob Plataforma”, que trata sobre as
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novas relações do trabalho na sociedade e os empregos informais, com foco nos entregadores de aplicativos.
2. Objetivos
2.1. Objetivo geral Analisar a informalidade como saída para o desemprego que atinge a população da Região Metropolitana de São Paulo.
2.2. Objetivo específico Desenvolver uma reportagem extensa para internet que apresente dados relevantes em relação ao desemprego e o mercado de trabalho informal, além de ser referência no tema estudado.
3. Problematização A partir das pesquisas e fundamentações teóricas, este projeto buscou entender as causas relacionadas ao crescimento das vagas informais no mercado de trabalho da Região Metropolitana de São Paulo, além de compreender as perspectivas sociais e econômicas dos indivíduos que ocupam essas funções.
4. Hipóteses A falta de oportunidades na conquista do emprego formal, com carteira assinada, é reflexo de crises políticas e econômicas decorrentes no país. O crescimento da informalidade encobre as estatísticas do desemprego no país, através de subcontratações e do “falso empreendedorismo”. A informalidade é vista com bons olhos por quem a pratica, pois não ter que se reportar a ninguém e ser chefe de si mesmo é algo atrativo a esse público.
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5. Justificativa Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no segundo trimestre de 2020 alcançou 13,3% no Brasil; a informalidade, então, tem sido um meio de escapatória para o público que se encontra nessa situação. Nesse âmbito, os subempregos estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros e são tema que dispõem de relevância social e econômica dentro do contexto em que o país está inserido atualmente. Para entender as características do público que se encontra dentro do mercado de trabalho informal, mais especificamente o grupo que trabalha como entregador do aplicativo Uber Eats na Região Metropolitana de São Paulo, foi necessário este estudo.
6. Plano Estratégico
6.1. Descrição do produto A reportagem extensa “Trabalho sob Plataforma” é uma publicação única, sem periodicidade, produzida no formato digital. Esta reportagem tem aproximadamente 20 mil caracteres e utiliza recursos gráficos como imagens, ilustrações, infográficos e vídeo. O site criado para receber o texto e os recursos gráficos foi programado a partir dos códigos HTML, CSS e JavaScript, tendo responsividade para funcionar tanto em desktop, quanto em tablets e smartphones. O layout do site foi pensado e executado para que a navegação do leitor seja fácil e intuitiva, possuindo um menu que direciona para cada intertítulo da reportagem e um botão direcional para o topo da página. Como uma reportagem extensa desenvolvida para o site UOL TAB, o produto apresenta as características do veículo de comunicação escolhido, como título conciso, presença de linha fina, intertítulos, imagens e vídeo. A tipografia utilizada foi a fonte Montserrat regular, bold e itálica, visto que a tipografia utilizada pelo veículo UOL TAB é própria e não permite utilização em outras publicações.
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6.2. Público alvo O público a ser atingido por esta reportagem são os jovens de 20 a 30 anos, uma vez que essa faixa etária está dentro da estatística do público que mais sofre com o desemprego, segundo dados do segundo trimestre de 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).
7. Aspectos teóricos O trabalho informal vem sendo um dos grandes pilares das novas formas de relação do trabalho na contemporaneidade, porém, esse formato de trabalho já existe há muito tempo. No livro O Capital (2015), Karl Marx defende a existência de três categorias na superpopulação da força de trabalho, sendo a última delas a superpopulação relativa estagnada – uma fração dos trabalhadores que ocupam cargos de forma totalmente irregular –, representando a informalidade que conhecemos. Como consequência da irregularidade, a condição de vida dessa população cai, ficando abaixo do restante da classe trabalhadora.
Sua condição de vida cai abaixo do nível médio normal da classe trabalhadora, e é precisamente isso que a torna uma base ampla para certos ramos de exploração do capital. Suas características são o máximo de tempo de trabalho e o mínimo de salário. (MARX, 2015, p. 873)
Nota-se que as atividades informais não são um fenômeno visto apenas na atualidade, mas sim existentes desde a produção em massa provocada pela industrialização no mundo. Entretanto, é evidente que, com o decorrer do tempo, existiram diversas mudanças nos processos de trabalho até chegarmos nos dias atuais. Uma das grandes transformações ocorridas na sociedade que movimentaram as atividades econômicas e a forma da população se relacionar com o trabalho foi a Era da Informação. Para debater sobre essas mudanças, o livro A Sociedade em Rede (1999), de Manuel Castells, traz um diálogo sobre uma nova economia, surgida no final do século XX.
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Para Castells (1999), a nova economia tem três aspectos principais: o informacionalismo – que será tratado mais a fundo nessa pesquisa -, a globalização e o funcionamento em rede. Ela é informacional, pois a produtividade e a competitividade dependem apenas de gerar, processar e aplicar a informação de modo eficiente. É global, uma vez que as atividades produtivas, a circulação e o consumo são estruturadas em proporção planetária. E funciona em rede, porque com a Era da Informação, tudo está dentro de uma rede global de interação. O autor defende que estamos vivendo uma descontinuidade histórica, em que a eclosão de um novo paradigma tecnológico com tecnologias da informação cada vez mais poderosas tornem a informação no produto do processo de produção e que, ao transformarem os processos de tratamento da informação, as novas tecnologias atuam diretamente nas atividades humanas, e a partir desse pensamento, uma economia em rede interdependente surge. De acordo com Castells, esse processo desencadeia um círculo virtuoso que conduzirá a mais produtividade e eficiência, e que o sistema econômico global caracterizará as futuras décadas. Está claro que o trabalho e o mercado sofrem transformações com o passar do tempo e a sociedade precisa se adaptar à essas mudanças. Castells vê as transformações tecnológicas do trabalho em rede como uma ferramenta que afeta a sociedade.
A transformação tecnológica e administrativa do trabalho e das relações produtivas dentro e em torno da empresa emergente em rede é o principal instrumento por meio do qual o paradigma informacional e o processo de globalização afetam a sociedade em geral. (CASTELLS, 1999, p. 265)
A partir da reflexão sobre os impactos das transformações tecnológicas na sociedade, Castells aborda a teoria clássica do pós-industrialismo – que faz três previsões sobre a nova economia -, entretanto, nesta pesquisa iremos nos aprofundar em uma delas especificamente. A previsão a qual refere-se, trata da mudança nas atividades econômicas, e diz que quanto mais avançada é a economia de determinado local, sua economia será mais concentrada em atividades de prestação de serviços e menos em produção de bens. Ao abordar potenciais impactos da tecnologia da informação no processo de trabalho, o autor discorre sobre aspectos comuns na evolução da estrutura do trabalho
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nas sociedades informacionais, mas que essas similaridades não são o único fator para a ascensão desses impactos. Castells (1999) explica que existe uma variabilidade histórica no mercado de trabalho conforme as organizações, a cultura e a política. Dialogando com o que foi discutido até este ponto, a obra A Sociedade do Espetáculo (1997), de Guy Debord, complementa em diversos aspectos esta pesquisa. Vendo a mercadoria como espetáculo e enfatizando o fato dela ter permanecido artesanal por muito tempo durante a história, Debord diz que a mercadoria passou muito tempo com o dever econômico apenas de sobrevivência para as pessoas, contudo, onde ela encontrou condições sociais e econômicas favoráveis, se apoderou da economia inteiramente. O crescimento econômico, então, seria a saída para que a população se libertasse desta pressão da luta pela sobrevivência, mas essa liberdade não a desprende totalmente.
O crescimento econômico liberta as sociedades da pressão natural, que exigia sua luta imediata pela sobrevivência; mas, agora é do seu libertador que elas não conseguem se liberar. [...] A economia transforma o mundo, mas o transforma apenas em mundo da economia. (DEBORD, 1997, p. 29)
Debord (1997) defende que a luta pela sobrevivência, que até então era resolvida a partir das mercadorias artesanais, começou a ser transformada com o avanço do crescimento econômico. O trabalho humano, então, passou a estar dentro de um fluxo contínuo, que nunca tem fim, e essa relação excessiva entre o mercado e o trabalhador nada mais é do que a sobrevivência aumentada. Essa reflexão em que a relação mercantil e o trabalho humano estão postas é muito importante para alcançar o que de fato se espera com esta pesquisa. Uma sociedade inserida no que se chamou de sobrevivência ampliada é o retrato do que se vive no Brasil e, se tratando deste estudo, mais especificamente na Região Metropolitana de São Paulo, onde tantos trabalhadores se submetem às fartas relações de trabalho em busca de sua sobrevivência.
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Esta constante da economia capitalista que é a baixa tendencial do valor de uso desenvolve uma nova forma de privação dentro da sobrevivência ampliada. Esta não se torna liberada da antiga penúria, pois exige a participação da grande maioria dos homens, como trabalhadores assalariados, na busca infinita de seu esforço; todos sabem que devem submeter-se a ela ou morrer. É a realidade desta chantagem: o uso sob a sua forma mais pobre (comer, morar) já não existe a não ser aprisionado na riqueza ilusória da sobrevivência ampliada, que é a base real da aceitação da ilusão geral no consumo das mercadorias modernas. (DEBORD, 1997, p.33)
Chegando ao propósito desta pesquisa e tratando de maneira específica o mercado de trabalho informal na cidade de São Paulo, o estudo que resultou na obra “Mapa do Trabalho Informal - Perfil socioeconômico dos trabalhadores informais na cidade de São Paulo”, de Kjeld Jakobsen et al. (2000), discorre sobre a transformação que está acontecendo na capital paulista. Os autores citam duas vertentes importantes para o aumento das relações de trabalho informais. A primeira delas é o desemprego e a busca por uma forma alternativa de sobrevivência, e a segunda se trata da mudança estrutural no processo produtivo da cidade.
Embora o crescimento do desemprego seja um dos principais fatores responsáveis pelo aumento da informalidade, ele não é o único. Nos últimos anos, a cidade de São Paulo vem passando por mudanças em seu perfil produtivo, tendo diminuída sua capacidade industrial e convertendo-se numa cidade prestadora de serviços. A essa mudança estrutural correspondem alterações no mercado de trabalho – e o aumento da informalidade é uma de suas consequências mais visíveis. (JAKOBSEN et al., 2000, p. 5)
Os estudos de Jakobsen et al. (2000) sobre a transformação da cidade de São Paulo em prestadora de serviços dialoga com as teorias de Manuel Castells já abordadas nesta pesquisa, em que é falado sobre as mudanças que a tecnologia da informação exerce sobre os processos de trabalho na sociedade. Trazendo a discussão para os dias atuais e para o propósito desta pesquisa e, sabendo que o desemprego é uma das principais causas para o aumento do trabalho informal como forma da sociedade se relacionar com o mercado atualmente, os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), mostrou que, no segundo trimestre de 2020, a taxa de desocupação no Brasil foi estimada em 13,3%.
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Essa estatística faz com que as pessoas precisem buscar outras formas para obtenção da renda necessária para sobreviver, e a informalidade é uma delas, sendo que os trabalhadores da plataforma Uber muitas vezes fazem parte dessa população.
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8. Referências
ALVARENGA, Darlan; SILVEIRA, Daniel. Desemprego cai em 16 estados em 2019, mas 20 têm informalidade recorde. G1. 14 fev. 2020. Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/02/14/desemprego-cai-em-16-estadosem-2019-aponta-ibge.ghtml>. Acesso em: 31 mai. 2020.
BELOQUE, Leslie Denise. A cor do trabalho informal: uma perspectiva de análise das atividades informais. Tese (Doutorado em Ciências Sociais). 2007. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, SP, 2007.
CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. 6. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. 1. ed. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
IBGE. Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2018. [s.e]. Rio de Janeiro, 2019. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101694_informativo.pdf. Acesso em: 31 mai. 2020.
IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Primeiro Trimestre de 2020. [s.l]. [s.e], 2020. Disponível em: <https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2421/pnact_2020_1tri.pdf>. Acesso em: 30 mai. 2020.
IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Segundo Trimestre de 2020. [s.l]. [s.e], 2020. Disponível em: <https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/9173-pesquisa-nacional-poramostra-de-domicilios-continua-trimestral.html?edicao=28690&t=destaques>. Acesso em: 16 nov. 2020.
JAKOBSEN, Kjeld. et al (Org). Mapa do Trabalho Informal. 1. ed. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2000.
MARX, Karl. O Capital – Livro I. [s.l]. Boitempo Editorial, 2015.
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MATSUO, Myrian. Trabalho informal e desemprego: desigualdades sociais. 2009. 384f. Tese (Doutorado em Sociologia) – Programa de Pós-Graduação em Sociologia do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2009.
PWC. Revista CEO Brasil. [s.l]. [s.e], n. 31. 2016. Disponível em: <https://www.pwc.com.br/pt/publicacoes/revista-ceo/assets/2016/PwC-CEO-BRASIL31.pdf>. Acesso em: 9 nov. 2020.
UBER. Fatos e Dados sobre a Uber. [s.l]. [s.e], 27 ago. 2020. Disponível em: <https://www.uber.com/pt-BR/newsroom/fatos-e-dados-sobre-uber/>. Acesso em: 16 nov. 2020.
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9. Cronograma Geral
Agosto Cronograma geral Contato e agendamento das entrevistas Desenho da página da web que será programada Entrevistas Decupagem das entrevistas Seminário de estudo do produto Seminário de resultados parciais Escrita da reportagem extensa Fotos, infográficos e vídeo para compor a reportagem Edição do texto e imagens para a reportagem Revisão da reportagem Entrega do RFTM e projeto experimental finalizados
Setembro
Outubro
Novembro
13 a 20/08
13 a 27/08
De 20/08 a 01/09
De 20/08 a 10/09 Início em 21/08
10 a 17/09
01 a 08/10
De 10/09 a 12/11
De 10/09 a 12/11
Início em 12/11 Início em 19/11
23/11
Dezembro
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Página da web (programação e edição da página)
Início em 01/09 e construído ao longo dos meses
RFTM
Construído ao longo dos meses
Apresentação para a banca avaliadora
De 30/11 a 04/12
10. Orçamento
INVESTIMENTO GERAL Item
Quantidade
Valor Unitário (em
Valor total
média) Ilustração
02
R$ 55
R$ 110
Passagem de trem
02
R$ 4,40
R$ 8,80
Imagem paga de banco de imagens
01
R$ 5
R$ 5
Total:
R$ 123,80
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APÊNDICES
1. Pautas
PAUTA
Juliana Ferreira Costa
PRODUTO:
TEMA/ASSUNTO:
Reportagem extensa para ambiente digital
Informalidade
DATA DA ENTREVISTA: 05/10//2020
HISTÓRICO Os empregos informais estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros, sendo motivados pelo desemprego ou pela ânsia de não ter que se reportar a chefes, a informalidade tem seus pontos positivos e negativos. Para abordar os fenômenos causados pelas novas relações do trabalho, Selma Venco, socióloga do trabalho e professora da Unicamp, será entrevistada. ENFOQUE/ANGULAÇÃO Entender as consequências da informalidade e das novas relações do trabalho. POSSÍVEIS PERGUNTAS 1- Tenho visto com mais frequência a utilização das expressões uberização e plataformização. O que essas expressões significam e qual a consequência da uberização do trabalho para a sociedade? 2- Na sua opinião, quais são os principais impactos sociais decorrentes da expansão da era informacional e das tecnologias de informação e comunicação para os trabalhadores? 3- Conversando com alguns entregadores da Uber Eats, ouvi relatos de que o que eles mais gostam em trabalhar fazendo entregas para o aplicativo é o fato de “trabalhar para si mesmo”, sem precisar se reportar a chefes. Qual o risco de se pensar dessa forma, sendo que, mesmo não tendo a figura de um chefe, sempre existe alguém lucrando com o trabalho prestado por eles? 4- O crescimento da informalidade está ligada diretamente à precarização das relações do trabalho ou é apenas fruto do crescimento do setor de prestação de serviços? 5- Qual a importância dos direitos trabalhistas adquiridos através da CLT e quais as consequências da perda de direitos para os trabalhadores? FONTES Selma Venco – socióloga do trabalho EQUIPAMENTOS
REPÓRTER -
Juliana Ferreira Costa
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PAUTA
Juliana Ferreira Costa
PRODUTO:
TEMA/ASSUNTO:
Reportagem extensa para ambiente digital
Informalidade
DATA DA ENTREVISTA: 21/08/2020
HISTÓRICO Os empregos informais estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros, sendo motivados pelo desemprego ou pela ânsia de não ter que se reportar a chefes, a informalidade tem seus pontos positivos e negativos. Para abordar os aspectos sociais da população que se encontra nessa estatística e contextualizar a partir de um panorama histórico, o professor de história Guilherme Cordeiro, formado pela Universidade de São Paulo (USP), será entrevistado. ENFOQUE/ANGULAÇÃO Visualizar o aspecto social e econômico dos trabalhadores da plataforma Uber. POSSÍVEIS PERGUNTAS 1- Partindo do ponto de vista histórico, como você vê as novas relações de trabalho? 2- A informalidade está presente na vida de muitos brasileiros, seja como uma forma de escape do desemprego ou na vontade de ser seu “próprio chefe”. Na sua opinião, a informalidade está mais ligada a qual desses âmbitos no Brasil? 3- Com o avanço da indústria no Brasil, a população rural passou a ser em grande parte urbana, formando aglomerações de uma população carente de empregos. Você acredita que o crescimento da informalidade atualmente é resultado de um problema social existente há anos? 4- Qual a importância dos direitos adquiridos por meio da CLT para os trabalhadores e as possíveis consequências da falta de direitos nas novas relações de trabalho, tomando como exemplo a população que trabalha para o aplicativo Uber? FONTES Guilherme Cordeiro - historiador EQUIPAMENTOS
REPÓRTER -
Juliana Ferreira Costa
PAUTA
Juliana Ferreira Costa
PRODUTO:
TEMA/ASSUNTO:
Reportagem extensa para ambiente digital
Informalidade
DATA DA ENTREVISTA: 04/09/2020
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HISTÓRICO Nos dias 1º e 25 de julho deste ano, os entregadores por aplicativo realizaram manifestações em diversas cidades brasileiras reivindicando melhores condições de trabalho para a categoria. Para falar sobre este assunto, a entrevistada é a procuradora do trabalho do MPT- SP, Eliane Lucina. ENFOQUE/ANGULAÇÃO Abordar a decisão do Ministério Público do Trabalho de São Paulo em condenar a Uber Eats a reforçar as medidas de segurança para os seus entregadores durante a pandemia. POSSÍVEIS PERGUNTAS 1- A Uber Eats foi condenada a reforçar medidas para reduzir os riscos de contágio dos entregadores, porém essa decisão vale apenas para a capital paulista. Existe algum indício ou previsão de que essa decisão possa acontecer em outras regiões do estado, como na Região Metropolitana de São Paulo? 2 - O Ministério Público do Trabalho tem atuado muito em relação aos aplicativos de entrega, em especial o app Uber Eats? 3 - A Uber Eats está cumprindo a determinação da Justiça do Trabalho de reforçar as medidas de segurança para os entregadores e fornecer gratuitamente os insumos determinados? 4 - A sociedade vive constantes transformações nas relações do trabalho. Na sua opinião, quais são as consequências da precarização do trabalho na vida das pessoas? 5 - Nos dias 1º e 25 de julho, muitos entregadores por aplicativo aderiram à greve reivindicando melhores condições de trabalho e remuneração. Qual a importância desse movimento para essa classe trabalhadora? FONTES Eliane Lucina – procuradora do trabalho EQUIPAMENTOS
REPÓRTER -
Juliana Ferreira Costa
PAUTA
Juliana Ferreira Costa
PRODUTO:
TEMA/ASSUNTO:
Reportagem extensa para ambiente digital
Informalidade
DATA DA ENTREVISTA: 24/08/2020
HISTÓRICO Os empregos informais estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros, sendo motivados pelo desemprego ou pela ânsia de não ter que se reportar a chefes, a informalidade tem seus pontos
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positivos e negativos. Para falar sobre sua rotina como trabalhador informal, o entregador do Uber Eats Daniel Nascimento é o entrevistado. ENFOQUE/ANGULAÇÃO Entender a rotina do entregador e a relação de trabalho entre ele e o Uber Eats. POSSÍVEIS PERGUNTAS 1 - Qual o seu nome completo e idade? 2 - Mora em qual cidade? 3 - Há quanto tempo trabalha para a Uber Eats/outros apps? 4 - Você faz entregas de moto ou bicicleta? 5 - Quantas horas por dia você trabalha entregando no APP para fazer sua renda mensal necessária? 6 - A que horas você costuma trabalhar com a entregas? (dia, noite, madrugada) 7 - Você trabalha quantos dias por semana? (você consegue folgar mais de uma vez por semana?) 8 - Você trabalha apenas como entregador ou tem mais de um emprego? (se houver algum outro emprego ou for estudante, pode comentar também) 9 - Como é a sua experiência nas ruas fazendo entregas? 10 - Quais são as maiores dificuldades neste emprego? (má remuneração, falta de suporte do app, etc) 11 - Você optou por trabalhar como entregador por falta de oportunidades com carteira assinada ou por outro motivo? (se quiser comentar o motivo, pode comentar) 12 - O que poderia melhorar na plataforma Uber Eats para os entregadores? 13 - Como funciona a relação entre a Uber Eats e o entregador? (por exemplo, caso você sofra um acidente ou precise fazer algum reparo no seu equipamento de trabalho, eles te dão algum suporte?) 14 - Durante a pandemia do novo coronavírus, sua demanda de entregas aumentou ou diminuiu com a Uber? 15 – Você costuma trabalhar em qual área de SP? (cidades, bairros) FONTES Daniel Nascimento – entregador do Uber Eats EQUIPAMENTOS
REPÓRTER -
Juliana Ferreira Costa
2. Transcrição completa das entrevistas Disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1D2xNP7TP7iHJclYkA6xypRVNZr7m7QeQ/view?usp= sharing
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3. Imagens
Por: Juliana Ferreira Costa
Por: Juliana Ferreira Costa
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Por: Juliana Ferreira Costa
4. Reprodução das páginas da reportagem digital em PDF Disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1KhTVjqSIDfraYWyyX7YjWOeLVxxP1N7/view?usp=sharing
5. Diário de campo Dei início ao Projeto Experimental assim que voltaram nossas aulas, no dia 13 de agosto de 2020. Com a primeira orientação, pude tirar minhas dúvidas e começar o planejamento deste trabalho. A partir do dia 13/08, comecei a pensar no cronograma para cada etapa do trabalho, mas só o confeccionei definitivamente no dia 19/08. Desde a primeira orientação, entrei em contato com minhas primeiras fontes, uma delas, o historiador Guilherme Cordeiro. Agendei com ele uma entrevista via
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plataforma Google Meet e realizamos a conversa no dia 21/08, às 19h30. Gravei a entrevista com uma ferramenta para captura de tela, a fim de facilitar os trabalhos de decupagem e não perder nenhum detalhe do entrevistado. Dia 23 de agosto, dei início a este diário de campo, ao mesmo tempo que já comecei a decupar a primeira entrevista e continuo em contato com as fontes que pretendo entrevistar. Ainda hoje, pretendo começar a desenhar a página da web que posteriormente será programada para receber a reportagem extensa que será produzida. No dia 21 de agosto (sexta-feira), entrei em contato com Paulo Brusqui, economista e comunicador, via Whatsapp, mas não obtive resposta. Paralelamente, continuei em contato com entregadores da Uber Eats. Gonzalo Carneiro e Daniel Nascimento me deram respostas positivas, então, nessa semana que se inicia amanhã (24/08) vou agendar essas entrevistas. Em 24/08, agendei a entrevista com o Gonzalo Carneiro. Como ele está sem computador, enviei as perguntas via texto e ele irá me responder por mensagem de áudio. Estou aguardando as respostas dele. Também hoje, iniciei o desenho da página da web que vai ser programada. Em 27/08 comecei a pesquisar fontes que pudessem representar a categoria dos entregadores. Entrei em contato por e-mail com o Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas Intermunicipal do Estado de São Paulo (Sindimoto SP), mas não tive resposta. No dia 30/08 fiz o esboço da página da reportagem da forma que pretendo estruturar ela quando começar a produzir o texto e as imagens. No dia 2 de setembro entrei em contato com a procuradora do trabalho Eliane Lucina. Ela aceitou me dar a entrevista e pediu que eu enviasse as perguntas via email. Mandei as questões no dia 4 de setembro e agora aguardo as respostas dela. De 3 a 10 de setembro foquei no Relatório de Fundamentação Teórica e Metodológica. De 10 a 16 de setembro foquei no Seminário de Estudo do Produto, fiz pesquisas na internet e produzi slides para a apresentação.
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Em 21 de setembro dei continuidade ao Relatório de Fundamentação Teórica e Metodológica e comecei a pesquisar dados para colocar no vídeo que vou fazer para compor a reportagem. No dia 5 de outubro, entrevistei a Socióloga do Trabalho Selma Venco, professora e pesquisadora da Unicamp. Em 10 de outubro, estou com todas as entrevistas decupadas e já iniciei o texto da reportagem. Também tenho o site da reportagem programado e, a partir de agora, irei mexer apenas no design da página, já que a estrutura está pronta. O site foi programado nas linguagens HTML, CSS e JavaScript. Na semana de 22 de outubro, desenvolvi os slides para o seminário de apresentação dos resultados parciais. Encerrei o texto da reportagem no dia 12 de novembro, junto com as imagens e ilustrações que serão utilizadas no site. Entre 12 e 19 de novembro, desenvolvi o vídeo que complementará as informações da reportagem. Fiz os ajustes finais no site da reportagem no dia 21 de novembro. Com tudo pronto, o site foi hospedado na internet para que o link esteja disponível para todos que acessarem. Finalizei o Relatório de Fundamentação Teórica e Metodológica no dia 23 de novembro.
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ANEXOS
Anexo I – Selma Venco, foto de arquivo pessoal
Anexo II – Guilherme Cordeiro, foto de arquivo pessoal
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Anexo III – Eliane Lucina, foto de arquivo pessoal
Anexo VI – foto do banco de imagens gratuitas Pinterest
Anexo V – ilustração de Danilo Paes, exclusiva para este projeto
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Anexo VI – ilustração de Danilo Paes, exclusiva para este projeto
Anexo VII – foto do banco de imagens do Canva. Direitos autorais comprados pela autora deste projeto
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Anexo VIII – termos de autorização
TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM PARA MAIORES DE IDADE (18 ANOS) Neste ato, eu Selma Borghi Venco, portador(a) da Cédula de identidade RG nº6818519-4, residente à Rua João Gaiani, 262 AUTORIZO o uso de minha imagem e depoimento em todo ou partes, exclusivamente para ser utilizada no trabalho acadêmico desenvolvido sobre “Informalidade e subemprego: aspectos sociais e econômicos dos entregadores e motoristas da plataforma Uber na Região Metropolitana de São Paulo” pela aluna Juliana Ferreira Costa, RG nº 500627113, CPF nº 452380138-09, regularmente matriculada no curso de graduação em Jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul. A presente autorização é concedida a título gratuito, abrangendo o uso da imagem e som acima mencionados em todo território nacional e no exterior, em todas as suas modalidades e sem limite de tempo ou número de utilizações. Por esta ser a expressão da minha vontade declaro que autorizo o uso acima descrito sem que nada haja a ser reclamado a título de direitos conexos à minha imagem ou a qualquer outro, e assino a presente autorização em 2 (duas) vias de igual teor e forma.
Campinas, 08 de outubro de 2020.
____________________________________________________ (assinatura)
ADITIVO ESPONTÂNEO (é necessário preencher “sim” ou “não”) ( ) SIM, estou ciente e autorizo a veiculação do produto final resultante de minha participação em emissoras de Rádio ou TV educativas e sem fins lucrativos ou portais jornalísticos na internet de instituições parceiras e conveniadas com o Curso de Jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul sem que essa veiculação represente ônus de qualquer natureza para a emissora/portal ou para a Universidade Cruzeiro do Sul. (
) NÃO autorizo a veiculação e ou publicação em emissoras conveniadas.
Nome: Telefone p/ contato: E-mail:
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Universidade
Cruzeiro do Sul TERMO DE AUTORIZACAO DE USO DE IMAGEM
imagem elou voz elou depoimento em todo e qualquer material entre fotos, livros, audiovisuais, documentos e outros meios de comunicação, para ser utilizada para o trabalho acadêmico desenvolvido sobre o tema "Informalidade e subemprego: aspectos sociais e econômicos dos entregadores e motoristas da plataforma Uber na Região Metropolitana de São Paulo" pela aluna Juliana Ferreira Costa, RG n O 50062711-3, CPF nO 452380138-09, regularmente matriculado no curso de graduação em Jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul, sejam essas destinadas à divulgação restrita ou ao público em geral. A presente autorização é concedida a título gratuito, abrangendo o uso da imagem, voz e dados acima mencionados em todo o território nacional e no exterior, em todas as suas modalidades e sem limite de tempo ou número de utilizações. Por esta ser a expressão da minha vontade declaro que autorizo o uso acima descrito sem que nada haja a ser reclamado a título de direitos conexos à minha imagem ou a qualquer outro, e assino a presente autorização em 2 (duas) vias de igual teor e forma.
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TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM PARA MAIORES DE IDADE (18 ANOS) Neste ato, Daniel Souza do Nascimento portador(a) da Cédula de identidade RG nº 36297760-4 e inscrito no CPF/MF sob nº 43288451875 e residente à Av/Rua Rua dos Ciprestes, Sapopemba - Eldorado, nº 190, AUTORIZO o uso de minha imagem e/ou voz e/ou depoimento em todo ou partes, em qualquer material entre fotos, livros, filmes, documentos e todos os meios de comunicação, para ser utilizada para o trabalho acadêmico desenvolvido sobre “Informalidade e subemprego: aspectos sociais e econômicos dos entregadores e motoristas da plataforma Uber na Região Metropolitana de São Paulo” pelo aluno Juliana Ferreira Costa, RG nº 500627113, CPF nº 452380138-09, regularmente matriculado no curso de graduação em Jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul, sejam essas destinadas à divulgação ao público em geral. A presente autorização é concedida a título gratuito, abrangendo o uso da imagem e som acima mencionados em todo território nacional e no exterior, em todas as suas modalidades e sem limite de tempo ou número de utilizações. Por esta ser a expressão da minha vontade declaro que autorizo o uso acima descrito sem que nada haja a ser reclamado a título de direitos conexos à minha imagem ou a qualquer outro, e assino a presente autorização em 2 (duas) vias de igual teor e forma.
São Paulo, 20 de outubro de 2020
____________________________________________________ (assinatura) ADITIVO ESPONTÂNEO (é necessário preencher “sim” ou “não”) (Sim ) SIM, estou ciente e autorizo a veiculação do produto final resultante de minha participação em emissoras de Rádio ou TV educativas e sem fins lucrativos ou portais jornalísticos na internet de instituições parceiras e conveniadas com o Curso de Jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul sem que essa veiculação represente ônus de qualquer natureza para a emissora/portal ou para a Universidade Cruzeiro do Sul. ( ) NÃO autorizo a veiculação e ou publicação em emissoras conveniadas. Nome: Daniel Souza do Nascimento Telefone p/ contato: (11)957833893 E-mail: dansouzanas@gmail.com
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