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UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
Ana Beatriz Gomes B Inácio Felipe Lima de Souza Isabelle Cristine De Brito Nery Janaina Pereira Uchoa de Freita Leticia Rodriguês dos Santos Matheus Fernandes da Silva Thalles Alves da Silva Victor Hugo Almeida da Conceição Vinicius Braga Alves
Páginas Culturais Revista Eletrônica
São Paulo 2022
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Integrantes: Ana Beatriz Gomes B Inácio
RGM: 27465004
Felipe Lima de Souza
RGM: 27145336
Isabelle Cristine De Brito Nery
RGM: 30088992
Janaina Pereira Uchoa de Freita
RGM: 25969315
Leticia Rodriguês dos Santos
RGM: 26000971
Matheus Fernandes da Silva
RGM: 28097483
Thalles Alves da Silva
RGM: 26140519
Victor Hugo Almeida da Conceição RGM: 26002078 Vinicius Braga Alves
RGM: 26408350
Professores Orientadores: Prof. Me. Luiz Carlos Soares Prof. Me. Alexandre Henrique Grego Prof. Dra. Patrícia Assuf
São Paulo 2022
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Biblía de Produção do projeto interdisciplinar: Revista Eletrônica. Apresentada e Produzida pela Castle Produções, 2º e 3º Semestre do período noturno de Rádio, TV e Internet da Universidade Cruzeiro do Sul – Campus Liberdade.
São Paulo 2022
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AGRADECIMENTOS
Após a realização do projeto, gostaríamos de agradecer primeiramente as nossas famílias que sempre nos apoiaram independente de tudo ao longo da realização do projeto. Aos orientadores e professores que nos deram suporte e aprendizado para que fosse possível a criação e desenvolvimento deste projeto. Também a faculdade Cruzeiro do Sul, pelo apoio e suporte na questão técnica. Agradecemos aos nossos amigos, que sabem o quanto foi difícil a realização do projeto ao longo do semestre, mas sempre nos apoiaram e ajudaram ao longo do caminho. Aos funcionários e colaboradores do NUCOM que além de nos apoiar ao longo do caminho, nos ajudaram com a parte técnica e dos equipamentos. Aos residentes e vendedores de Embu das Artes, que nos ajudaram na captação de imagens e montagem da nossa pesquisa sobre a cidade e sua arte. E finalmente, agradecemos a Emerson Santana, o coordenador dos projetos Tenda Palavra e Embusca das Artes, que além de colaborar muito para que fosse realizado o quadro de entrevista, ainda nos deus inspiração para a realização do resto do projeto.
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RESUMO
Neste projeto será apresentado os detalhes do processo de criação da revista eletrônica: “Paginas Culturais”, que tem como tema principal, a diferente cultura das mais diversas cidades do país e do mundo. O programa traz em seus episódios três quadros, dois focados nas cidades que está sendo visitada, sendo eles “infocult” e “qual o rolê”, e outro quadro focando em falar sobre recomendações de obras culturais, filmes, series, curtas, obras de arte, museus e exposições, sendo ele o “sugestão da semana”.
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SÚMARIO
1.A PRODUTORA ......................................................................................................... 9 1.1. Identidade Organizacional ................................................................................ 10 1.2. Missão ................................................................................................................. 11 1.3. Visão .................................................................................................................... 11 1.4. Valores ................................................................................................................ 11 1.5. Carômetro ........................................................................................................... 12
2.
ORGANOGRAMA ............................................................................................... 15
3.
INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 16
4.
PROPOSTA ........................................................................................................... 17 4.1. Título do Projeto ................................................................................................ 18 4.2. Fundamentação Teórica do Gênero ................................................................. 18 4.3. Fundamentação Teórica do Tema .................................................................... 19 4.4. Sinopse ................................................................................................................ 21 4.5. Argumento .......................................................................................................... 21 4.6. Veiculação ........................................................................................................... 22 4.7. Público-Alvo ....................................................................................................... 23 4.8. Justificativa......................................................................................................... 23 4.9. Episódio Piloto.................................................................................................... 24 4.10 Identidade Visual .............................................................................................. 24 4.10.1 Paletas de cores ........................................................................................... 25 4.10.2 Layout do programa .................................................................................. 25 4.10.3 Logos quadros............................................................................................. 26
5.
PLANEJAMENTO ............................................................................................... 27 5.1. Produção ............................................................................................................. 27 5.1.1. Planejamento ............................................................................................... 27 5.1.2. Pré-produção ............................................................................................... 27 5.1.3. Produção ...................................................................................................... 28 5.1.4. Pós-produção ............................................................................................... 28
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5.2. Design de Som .................................................................................................... 29 5.3. Direção de Fotografia ........................................................................................ 30 5.4. Orçamento e Prestação de Contas .................................................................... 32
CONSIDERAÇÕES FINAIS ....................................................................................... 33 Respondendo ao Desafio ........................................................................................... 33
RELATOS INDIVIDUAIS .......................................................................................... 35 Ana Beatriz Gomes B Inácio .................................................................................... 35 Felipe Lima de Souza ................................................................................................ 36 Matheus Fernandes da Silva .................................................................................... 37 Thalles Alves da Silva ............................................................................................... 38 Vinicius Braga Alves ................................................................................................. 39 Isabelle Cristine De Brito Nery ................................................................................ 40 Vee Almeida da Conceição ....................................................................................... 41 Janaina Pereira Uchoa de Freita ............................................................................. 42 Leticia Rodriguês dos Santos ................................................................................... 43 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ....................................................................... 44
APÊNDICE ................................................................................................................... 45 Espelho do programa................................................................................................ 45 Roteiro do programa ................................................................................................ 47
ANEXOS ....................................................................................................................... 59
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1.A PRODUTORA
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1.1.Identidade Organizacional
Na cultura da Castle Produções, o verbo “Sonhar” se faz presente em cada ação, ideia e criação que realizamos, pois através do sonho utilizamos a nossa imaginação para criar e desenvolver produtos que vão além, desejamos e buscamos insistentemente fazer o melhor, sempre atentos para todas as possibilidades existentes. E o logo da Castle Produções busca através dos seus elementos representar todos os sonhos que cada integrante e participante tem. Como base do nosso logo, temos a lua que representa os nossos sonhos, o mundo da imaginação e a ideia de algo que talvez seja inalcançável, mas que nós podemos, podemos chegar, afinal o homem já foi à lua. Já o castelo, mesmo com suas colunas firmes e torres sólidas, ele está dentro da lua, pois sabemos que a estrutura, planejamento, organização e imaginação precisam estar juntas, para que assim possamos criar produções e projetos diferentes e inovadores.
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1.2. Missão Oferecer serviços de qualidade, eficiência excepcional e o mais alto nível de profissionalismo. Não importa o serviço que esteja procurando, nós garantimos não apenas atender, mas exceder suas expectativas e garantir sua total satisfação. Nossa equipe está preparada para qualquer serviço, gerenciando projetos com a habilidade e experiência que nossos clientes esperam.
1.3. Visão - Se tornar uma produtora de referência no ambito nacional e internacional; - Levar qualidade, credibilidade e inovação ao nossos clientes; - Ser agil e diferenciada no desenvolvimento de nossas produções.
1.4. Valores Criatividade, Profissionalismo e Diversidade.
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1.5. Carômetro
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2. ORGANOGRAMA
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3. INTRODUÇÃO
Nesta Bíblia de Produção poderá ser acompanhando a elaboração da revista eletrônica: “Paginas Culturais” criado e produzido pela Castle Produções. Será possível visualizar todo o processo de produção, bem como os temas, casting, planejamento de produção, gênero, fotografia, direção e entrega do projeto. A revista eletrônica tem como objetivo colocar o tópico da cultura como tema principal. Usando diferentes cidades, sempre com uma enorme diversidade cultural, criando um tema e ideia para cada episódio do programa. A linguagem do programa é seria e informativa, mas sempre buscando uma leveza para alcançar todos os públicos. Assim o “Páginas Culturais” é um programa que fala sobre a diversidade cultural que um mesmo mundo pode ter, para os mais diferentes públicos.
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4. PROPOSTA
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4.1. Título do Projeto O nome “Páginas Culturais” teve na sua elaboração uma proposta clara e objetiva, para não confundir o público. A palavra “páginas” vem a partir do formato do programa, uma revista eletrônica e a palavra “culturais” vem do tema do programa, as diferentes culturas de cidades pelo mundo.
4.2. Fundamentação Teórica do Gênero O Programa Páginas Culturais segue o formato de revista eletrônica, que nada mais é que um tipo de revista que pode ser acessado por via eletrônica, em geral através da internet. As revistas eletrônicas se iniciaram nos anos 70 como uma forma de divulgar dados informativos sobre pesquisas e reportagens. (MENEZES e COUZINET, 1999) Inicialmente as revistas eletrônicas surgiram nos anos 70 quando o New Jersey Institute of Techonology começou a usam-nas para divulgação de suas revistas, porem a ideia e o formato não foram aceitos e por conta disso deu errado. Uma segunda foi conduzida na Grã-Bretanha (1980-1984), bem como uma terceira realizada na França (1984-1987), ambas fracassaram. (MENEZES e COUZINET, 1999) Dez anos após as primeiras revistas, a ideia foi novamente aplicada e com o desenvolvimento das novas tecnologias esse formato começou a funcionar e ser aceito pelo público. Hoje esse tipo de conteúdo é desenvolvido em vários formatos, para varias rede e públicos estando na televisão desde 1994. (LE COADIC, 1995) Existem diversos tipos de revista eletrônica, podendo ser sobre notícias, política, cinema, música e entretenimento. No Brasil o termo é usado para descrever certos tipos de programas de televisão, como é o caso do Fantástico, da Rede Globo, o Domingo Espetacular, da Rede Record e o Leitura Dinâmica da RedeTV!. Foi com base nesses programas feitos para a televisão que foi elaborado o “Páginas Culturais” um programa informativo sobre a cultura de diferentes cidades, trazendo seus pontos turísticos e história. O programa também elabora quadros que falam sobre cinema, arte e cultura como informação.
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4.3. Fundamentação Teórica do Tema O tema escolhido para o desenvolvimento do projeto foi a cultura, no geral, e principalmente as diferentes culturas nas mais diversas cidades do Brasil. A cultura é de extrema importância para a sociedade como um todo. Não existem uma criação exata deste conceito e muito menos uma explicação conclusiva sobre o que se trata. Porém os estudiosos definem cultura como os comportamentos, tradições e conhecimentos de um determinado grupo social, incluindo a língua, as comidas típicas, as religiões, música local, artes, vestimenta, entre inúmeros outros aspectos. (ARAÚJO, 2005) A origem da palavra cultura vem do termo em latim colere, que significa cuidar, cultivar e crescer. Por isso o termo também está associado a outras palavras, como a agricultura, que trata do cultivo e crescimento das plantações. Para as ciências sociais cultura é uma rede de compartilhamento de símbolos, significados e valores de um grupo ou sociedade. São formados artificialmente pelo homem, ou seja, de uma maneira não natural. (ARAÚJO, 2005) De modo geral, porém, o conceito de cultura veio a ser tão completamente associado ao pensamento antropológico que, acaso desejássemos, poderíamos definir um antropólogo como alguém que usa a palavra “cultura” habitualmente. Ou então, uma vez que o processo de se tornar dependente desse conceito é geralmente algo similar a uma “experiência conversão”, poderíamos retificar isso um pouco e dizer que um antropólogo é alguém que usa a palavra “cultura” com esperança, ou mesmo com fé. Os elementos que compõem uma cultura são compartilhados pelos membros da sociedade, criando-se, assim, uma identidade cultural. (CANCLINI, 1989) Identidade cultural é um conjunto híbrido e maleável de elementos que formam a cultura identitária de um povo, ou seja, que fazem com que um povo se reconheça enquanto agrupamento cultural que se distingue dos outros. É difícil definir uma identidade cultural específica, pois ela é maleável e depende do momento e das peculiaridades culturais de uma determinada sociedade. Atualmente, o maior desafio para se manter a identidade cultural dos grupos sociais é a globalização, que determina padrões culturais baseados na cultura estadunidense, que tem se tornado hegemônica no mundo. (MIRANDA, 2000) Pode-se dizer que cada grupo social (podendo ser desde um grupo de pessoas até uma cidade) tem uma identidade cultural diferente. Sendo muito importante conhecer os
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diferentes estilos culturais das mais diferentes localidades ao mesmo tempo que criasse e estabelece uma hegemonia cultural. (ORTIZ, 1983) Conhecer novas O conhecimento da cultura local reforça a valorização bem como o incentivo ao desenvolvimento da região. Para estudarmos esses aspectos propulsores da realidade atual devemos levar em questão, que a cultura popular sofre alterações que contemplam os aspectos econômicos, administrativos, educativos e sociais. Nesse sentido buscamos compreender a participação do ser humano não só como inovador, mas como possuidor de uma tradição, de um contexto que lhe garante base para seus objetivos, produções e trabalho, ou seja, do imaginário, do simbólico para as formas de sobrevivência. (ORTIZ, 1983) Em boa medida, devemos dizer que a cultura popular envolve também o espaço público, projetos de políticas culturais para o desenvolvimento local. Segundo Ana Maria Ochoa Gautier em seu texto Indicadores Culturais para Tempos de Desencanto, ela afirma que: “um dos pilares da noção de espaço público - sua distinção do privado - desmorona-se neste âmbito e, detrás das novas muralhas, os meios de comunicação substituem a praça pública como foro político e como espaço de encontro”. (GAUTIER; 2003:65). De certa forma torna-se imprescindível a noção dos diferentes espaços culturais que um estado, e um pais, possuem, tornando necessário conhecer e viajar por essas diferentes culturas, não só para quem é interessado, mas todos que tem interesse em saber mais sobre as diferenças de uma sociedade.
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4.4. Sinopse
Páginas Culturais é uma revista eletrônica que apresenta o tema da cultura nas mais diferentes cidades Brasileiras. Através de quadros e reportagens o programa apresenta ao publico as cidades em que visita destacando sua diversidade cultural. Cada programa visitamos uma cidade diferente e assim apresenta ao público novos lugares e novas culturas.
4.5. Argumento
Durante a elaboração do projeto e do tema do programa que seria abordado imediatamente foi pensado no tema da diversidade cultural, o ponto que ficou em aberto foi: “como apresentar um programa sobre diversidade cultural?”. A partir disso foi visto que uma cidade a trinta minutos da capital São Paulo possuía um centro cultural diferente de tudo que poderíamos estar acostumados na grande capital em que vivemos. Ao estudar essa cidade e outras cidades próximas aonde moramos, foi notado que com uma viagem de uma hora seria possível conhecer novas pessoas e culturas, além de diferentes centros comerciais e urbanos. Com isso o tema do programa e o formato de apresentação ganhou forma, tendo como tema de cada programa uma cidade diferente. Para a primeira temporada cidades próximas de São Paulo, e para temporadas futuras estudas e apresentar cidades próximas a outros grandes centros urbanos e culturais. Para apresentar essas cidades e suas culturas, foi preciso criar quadros que encaixassem no programa como quadros fixos, mas que pudesse caber nas mais diferentes cidades. O primeiro quadro: “infocult” é de reportagem e apresenta um ponto ou um lugar especifico que divulgue a cultura para o público. Desta forma, além de conhecer um ponto a ser visitado ou estudado, o público também pode conhecer diferentes culturas e como elas são divulgadas em suas cidades. Para mantes o clima leve que queríamos que o programa tivesse foi elaborado o quadro: “qual o rolê?” aonde o repórter do dia visita o centro cultural da cidade, tema do episódio, e andar por suas ruas, lojas, galerias e museus, apresentando para o público o local que está sendo estudado. O quadro tem tema leve e de brincadeira, ao mesmo tempo que apresenta e informa. Como a revista busca divulgar e informar sobre cultura, foi elaborado um quadro fixo que vai além das cidades visitadas. Esse quadro é o: “Sugestão da Semana”, que
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apresenta em cada programa uma sugestão de artista, galeria, museu, filme, serie, clipe, cantores, além de outras formas de apresentações artísticas. Para conectar tudo isso o programa é apresentado por duas pessoas que colaboram entre um e outro nas cabeças do programa. É um programa de dois blocos, o primeiro contém o quadro “infocult”, entrando o comercial logo em seguida. No segundo bloco temos a “sugestão da semana” e o “qual o rolê?”. Além de um quiz na entrada do comercial e a resposta após o quadro “sugestão da semana”.
4.6. Veiculação
- TV Cultura
A TV Cultura é uma rede de televisão pública também conhecida como Rede Cultura. É famosa por divulgar e apresentar programas culturais e informativos. Sempre tentando ter um formato descontraído de apresentação. Desde muito cedo a Tv Cultura é conhecida pelos jovens graças a seus desenhos e programas infantis, assim, traz esse público consigo quando eles crescem e consegue grande divulgação de seus programas culturais. A veiculação do Páginas Culturais nessa rede de televisão torna-se clara, possível e objetiva. O programa pode ser divulgado em qualquer horário, porém seria interessante a exibição após o horário comercial.
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4.7. Público-Alvo
O programa é elaborado para todos os públicos, já que a cultura é necessária e presente em todos os momentos da vida. A linguagem descontraída do programa consegue alcançar o público mais jovem e os temas e locais visitados combinam com o público mais adulto que gosta de visitar os mais diferentes locais.
4.8. Justificativa
A ideia de apresentar um programa de sobre diversidade cultural veio a partir da diversidade existente em nossa produtora, diferentes ideias e diferentes gostos unidos para apresentar uma ideia. Uma ideia que inicialmente era de apresentar a diversidade cultural da cidade de São Paulo, se tornou algo maior e diferente quando um membro da produtora Castle apresentou a ideia de apresentar o programa na cidade de Embu das Artes, que possui uma das maiores e mais diferentes feiras de arte do estado. A ideia de viajar para diferentes localidades é algo que agrada todas as pessoas e após observarmos que cidades próximas da capital São Paulo possuem incríveis diferenças, vimos que era possível juntar o tema que queríamos, com um formato interessante e chamativo. A partir dessa idealização foi decidido que a primeira temporada seria sobre as cidades próximas da capital São Paulo e suas diferenças. Cada quadro apresenta uma temática diferente ao programa. O primeiro: “Infocult” tem a temática informativa, sendo um quadro de entrevistas. Ela traz curiosidades sobre o local apresentado, tornando-se de extrema importância para o público conhecer e se informar um pouco mais sobre o local apresentado. O segundo quadro: “Sugestão da semana” traz uma temática leve e ilustrativa, aonde demostramos ao público uma recomendação cultural. No programa piloto por exemplo, falamos sobre a vida e obra de Vincent Van Gogh e apresentamos um trecho do filme “com amor, Van Gogh”, deste modo o público conhece uma importante representação cultural e é apresentado a um jeito criativo de conhecer mais o tópico apresentado. No terceiro e último quadro do programa: “Qual o Rolê?” Usamos uma temática leve e descontraída para que o público conheça a cidade em que o programa está sendo ambientado, andando pela cidade e mostrando seus pontos que para todos possam dar seus “rolês”.
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Sendo assim, o programa torna-se imprescindível, visto que, apresenta uma cultura diferenciada para quem não mora na cidade apresentada e faz a conexão entre as pessoas e uma nova forma de arte.
4.9. Episódio Piloto
No programa piloto o tema escolhido foi a cidade de Embu das Artes. Ela será apresentada nos dois quadros que se passam nela. O programa terá dois blocos. No primeiro falaremos sobre uma importante associação cultural de divulgação artística da cidade de Embu das Artes, o: “Em Busca das Artes”. Será o quadro de entrevista: “Infocult”. Na ida para o intervalo será introduzido quiz sobre o tema do quadro sugestão da semana. O público só conseguirá responder o quiz após a apresentação do segundo quadro, que acontece na volta do intervalo. O Segundo bloco do programa começa com o quadro “Sugestão da Semana”, que apresenta e fala um pouco mais sobre o pintor Vincent Van Gogh. Com este quadro o público será capaz de responder o quiz feito antes da entrada do intervalo. Após o quiz e para fechar o bloco e o programa, introduzimos o quadro “Qual o Rolê?” Que com um clima leve apresenta mais da cidade e fecha o programa. Tudo isso entra em um mesmo programa com um mesmo sentido através da apresentação que entra sempre na entrada e saída de quadros.
4.10 Identidade Visual Páginas culturais é uma revista sobre cultura e arte, levando em consideração a isso, o logo principal da revista carrega a cor azul (#044cac) em seu fundo. Azul é uma cor que traz em seus significados o conhecimento e que passa um dos principais objetivos que a revista visa passar, conhecimento sobre a arte e a cultura de diversas cidades. Para a realização da fonte foram escolhidas duas opções, a primeira Montserrat classic que é mais discreta e leva o primeiro nome do programa ‘paginas”, essa não possui efeitos nem curvatura. A segunda fonte escolhida para a palavra “culturais" foi a Montserrat extra-bold que traz destaque para a palavra e chama atenção para o principal foco da revista, a cultura. foi colocado uma curvatura de – 29 e um efeito de eco que
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consiste em repetir o nome em camadas e que ao ser implementada aos demais elementos passa a impressão de páginas, sendo remetido ao nome principal da revista. A identidade foi desenvolvida por Thalles da Silva Alves através do aplicativo Canvas. A escolha de cores, elementos, fonte e da versão final foram sugeridas e alteradas de acordo com opiniões vinda da produtora.
4.10.1 Paletas de cores
4.10.2 Layout do programa A Castle produções no desenvolvimento da ideia da revista e das locações que seriam utilizadas para a gravação, optou por fazer todo o conteúdo externo, não sendo necessário a utilização de studios, chroma key ou artes de fundo. As gravações foram realizadas na cidade de Embu das artes, no interior paulista, portanto, o layout do programa foi em diferentes localidades da cidade. Para a realização das cabeças, foi usado um coreto que fica no centro de embu das artes, a localidade possui fundos com arvores, monumentos e imagens da feirinha de Embu das artes. Para a introdução do quadro “qual o rolê?” o ambiente escolhido foi a feirinha de Embu das artes que é o assunto retratado no quadro. Para a finalização foi escolhido um restaurante. Para o quadro “infocult” foi escolhido um fundo azul na entrada e que combinasse com a tenda escolhida para entrevista que me seguida passou a ser o principal layout do quadro. O layout escolhido para a posição da “sugestão da semana” se baseia na identidade original da Castle, que acompanha nas identidades de logos e quadros.
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4.10.3 Logos quadros Todos os quadros seguem o mesmo fundo azul com listras, além de seguir com a fonte Montserrat extra-bold que traz uma curvatura de – 29 e um efeito de eco. Para o Infocult foi colocado elementos de remetem a diferentes culturas. O quadro “qual o rolê” trás como elementos um globo e um aviãozinho de papel, que visa passar ideia de passeio e viagens. Para a “sugestão da semana” foram colocados elementos do cinema e de filmes.
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5. PLANEJAMENTO
5.1. Produção Para o desenvolvimento do projeto, realizamos 4 etapas até a finalização e entrega da revista, sendo elas: Planejamento, Pré-produção, Produção e Pós-produção. E vamos detalhar todas as etapas para realização da revista eletrônica.
5.1.1. Planejamento Nesse primeiro momento, foi realizada uma reunião para entender o projeto solicitado e suas características. Na sequência, discutimos o tema que gostaríamos de trazer para nossa revista. Após isso, foi decidido a função que cada um iria exercer para iniciarmos a pré-produção.
5.1.2. Pré-produção Nessa etapa, começamos a desenvolver a revista. Para isso, foram realizadas pesquisas e referências para nos orientar, as cidades e culturas que gostaríamos de apresentar no projeto e o roteiro começou a ser escrito. Após todo o material de pesquisa estar pronto e o roteiro finalizado, foi realizada uma reunião para discutirmos os próximos passamos para a fase de produção. Após a finalização do roteiro, foi realizada uma reunião entre o Diretor Geral, Diretor de Fotografia, Diretor de Som e Roteiristas para definirmos o planejamento para produção do “Páginas Culturais”. Na reunião, decidimos o dia da realização de uma visita técnica para que todos estivessem cientes do que e como faríamos nos dias de gravação. Após a visita, nos reunimos novamente e com base nas informações coletadas, definimos os dias, horários e locais de realização das externas. Antes das gravações nos reuníamos virtualmente para bater alguns pontos e tirar dúvidas que existissem, para que no dia pudéssemos ter o mínimo de erros ou imprevistos possíveis. Esses procedimentos foram realizados nos dois dias de gravação que haviam sido definidos.
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5.1.3. Produção Aqui demos início as gravações. Como havíamos decidido em reunião, as gravações seriam todas em externa, com exceção a dublagem. Nos dias de gravações, todas estavam cientes de suas funções para que existisse o mínimo de imprevistos possíveis, com o diretor geral auxiliando e comandando a equipe. Após todo o material bruto gravado, o mesmo foi entregue ao editor para a realização da próxima etapa. Por conta de imprevistos, decidimos realizar mais um dia de gravação para que tivéssemos todo o material necessário para produção da revista eletrônica.
5.1.4. Pós-produção Na última etapa, o editor é o responsável por toda montagem do programa e o diretor auxilia caso seja necessária alguma mudança na edição. Após todos os procedimentos de pós-produção, a revista eletrônica está finalizada.
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5.2. Design de Som O planejamento do Design de Som foi deliberado da seguinte forma: captação das vozes das cabeças, captação das vozes dos quadros, captação da voz para a dublagem e trilha sonora. Para a captação das vozes das cabeças do programa utilizamos o microfone Lapela e o microfone de um fone de ouvido para podermos obter a voz simultânea de ambos os apresentadores. Na captação da voz para o quadro 'Qual rolê de hoje?' foi utilizado o microfone Lapela, pois, o quadro exige maior mobilidade do repórter. Já para o quadro 'InfoCult' utilizou-se o microfone de mão para captarmos o áudio direto tanto da repórter quanto do entrevistado. A captação da voz para a dublagem foi realizada no estúdio de rádio da faculdade Cruzeiro do Sul e utilizou-se o microfone condensador para obtermos uma alta qualidade do áudio, mais limpo e mais nítido. Para as trilhas sonoras do “Páginas Culturais”, optamos por trilhas animadas que combinassem com o ritmo e vocabulário da revista, mas cada uma com características especificas com o tema de cada quadro. No trecho do filme “Com Amor, Van Gogh”, exibido no quadro “Sugestão da Semana”, realizamos a troca da música que deveria ser melancólica e expressasse todo o sentimento e emoção que o trecho retrata. Utilizamos a biblioteca de áudio do Youtube para selecionar e todas são trilhas brancas e livres de direitos autorais.
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5.3. Direção de Fotografia Após a idealização do projeto começamos a pensar em como idealizariamos a fotografia do programa. Discutimos por um tempo e após isso difinimos os seguintes plaos a seriem usados:
Plano Médio:
Utilizamos o plano Medio na cabeça do programa como
cada um dos
apresentadores , para deixar os apresentadores como destaque. Diversos jornais e programas utilizam este plano para poder tornar o apresentador o destaque do assunto assim o fundo fica desfocado, assim quem esta assistindo o programa irá prestar atenção no que o apresentador esta informando naquele momento.
Referencia: Jornal Nacional em entrevista externa.
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Plano conjunto:
O plano conjunto foi utilizado como o objetivo que os dois apresentadores, participarem juntos para que a fala completasse uma com a outra e que deixasse o programa espontâneo.
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5.4. Orçamento e Prestação de Contas Planejamos gastar em torno de 2000 e acabamos extrapolando esse valor com 193,43 a mais do previsto. O Nosso maior gasto foi com o transporte que por conta da alta da gasolina afetou bastante o nosso orçamento. A Alimentação ficou em segundo lugar por ser uma cidade turística, os preços acabam aumentando também. Conseguimos controlar bastante a questão dos gastos na cidade e o nosso orçamento não estourou tanto. Com equipamentos tivemos apenas os gastos de pilha/ carregadores porque o restante a faculdade forneceu tudo, ajudando ainda mais no nosso orçamento. Com tudo gastamos um valor aceitável e até barato por visitar diversas vezes a cidade.
Descrição dos Itens
Sub-Total
Desenvolvimento de Projeto
0,00
Pré-Produção Transporte
137,70 137,70
Produção e Filmagem Equipamento Alimentação Transporte Despesas de Produção Despesas Administrativas TOTAL DE PRODUÇÃO
Total Geral
Total
2.055,75 205,10 793,80 1.056,85 0,00 0,00 2.193,45
2.193,45
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Respondendo ao Desafio Ao nos reunirmos uma última vez para estabelecer os pontos do encerramento do projeto, nós, da Castle Produções, vimos que o projeto como um todo foi desenvolvido de forma muito natural e instintiva. O processo de criação começou com a ideia de falar das diferentes culturas em um mesmo lugar, São Paulo. Com o tempo fomos vendo que mesmo São Paulo sendo uma cidade imensa, se tornaria em algum momento limitativo. Outra questão foi o fato de todos os integrantes conhecerem muito bem a cidade, tornando complexa a escolha de apenas um ou outro ponto. A última problemática a surgir ao desenvolvimento desta primeira ideia foi o programa se passar apenas na cidade de São Paulo, tornando-o nichado. Ao repararmos nas questões que estavam surgindo, observamos que seria melhor desenvolver um programa que se passa em diferentes cidades com diferentes culturas, pois ao ir para cidade diferente da nossa além de apresentadores, também iriamos descobrir coisas e assim passar para o publico um sentimento semelhante ao que ele teria assistindo. O próximo passo seria descobrir qual seria a cidade estudada. E em mais uma reunião citamos a ideia de Embu das Artes, uma cidade que já leva o nome das artes por ser referencia com o mundo artístico. Não foi difícil decidir que ela seria sede do nosso programa piloto. Ao iniciar o planejamento, com as ideias para os quadros, roteiro e produção para a gravação, uma série de problemas foram aparecendo ao longo do caminho. Problemas com equipamento, idealização dos quadros certos, dos cenários, das apresentações e locutores dos quadros. Tudo isso, apesar de alguma demora, foi resolvido e fomos capazes de partir para as gravações. Inicialmente as gravações das cabeças seriam internas. Mas após uma tentativa frustrada de gravação no estúdio, por conta de não sabermos muito bem como usar os equipamentos e o estúdio, tivemos que optar por gravar as cabeças externas. O que no final acabou sendo a melhor opção para a idealização do conceito do programa, onde levamos o espectador para a cidade de destino.
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As gravações dos quadros tiveram problemas. No infocult, primeiro iriamos falar sobre o museu dos Jesuítas, porém, após varias tentativas de contato para uma entrevista, ou até mesmo apenas para gravações dentro do museu e parque. Não obtivemos resposta. Foi quando, andando pela feirinha de artes conhecemos a barraca do projeto Tenda Palavra, que é organizado por Emerson Santana, um criador maravilhoso que nos ajudou muito no desenvolvimento do quadro. Outro ponto foi o quadro Sugestão da Semana, quer seria gravado nas galerias de artes de Embu. Porém, por problemas com agenda e cenários, desenvolvemos o quadro com imagens, vídeos e narração em off. Isso ajudou a demonstrar não só para o público, mas para nos mesmo, que o quadro é algo separado para da viagem até a cidade, se trata de um quadro fixo, que permanecerá no programa, independente da cidade visitada. No último quadro, Qual o Rolê? Tivemos problemas com as gravações do formato que queríamos, no caso, seriam planos sequencias de nosso apresentador, andando pelos locais. Instabilidade da câmera, luz, som e gravação de áudio, foram os fatorem que nos fizeram mudar o formato, introduzindo voz em off e fotos e vídeos dos lugares em geral. Juntar tudo isso na hora da edição não foi fácil, após alguns corte e mudanças, em alguns quadros e gravações chegamos no corte final. Por fim é possível concluir que o resultado apresentado é fruto de vários experimentos com o formato e com as ideias que foram sendo apresentadas. Pensamos, editamos, cortamos, resolvemos e muito mais para chegar na melhor realização possível e dizemos com certeza que o que está sendo entregue é a melhor versão de cada ideia que foi criada e apresentada.
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RELATOS INDIVIDUAIS
Ana Beatriz Gomes B Inácio No projeto Interdisciplinar deste semestre, fui apontada e escolhida para ser a Diretoria de Fotografia. O processo de escolha foi definido, pois foi enxergado em mim habilidade, competência e estratégia para prosseguir com a função, e também o fato de eu ser apaixonada na função, me fez com que eu me sentisse preparada, e disposta a seguir com o cargo. O frio na barriga, e a disposição que isso me causa é inexplicável, mas trás novas sensações, algo que eu jamais havia sentido antes durante mina trajetória pessoal, profissional e estudantil. Dirigir uma cena, imaginar o antes e depois, são vibrações, e novas ações que jamais se passaram em minha mente, e toda essa questão me trás uma nova sensação de descobrimento pessoal. Na gravação externa tive a experiencia de imaginar como seria cada cena que se passava concretizar as filmagens como a imaginação. No semestre anterior tive a oportunidade de visitar o estúdio de radio, porem
infelizmente neste semestre no conseguir ter esta experiencia na area da locução. Aprende muito neste sendo a diretora de fotografia, coloquei muito em prática a aula da professora Patrícia e apliquei os planos que foram passado em aula. Uma experiência única que pude aprimorar minha visão de fotografia junto ao livro que estou lendo “o que é fotografia” do autor Cláudio Araújo kubrusly.
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Felipe Lima de Souza No projeto “Páginas Culturais” tive a participação como roteirista e responsável em apresentar um dos quadros do programa “Qual o Rolê”. No quadro oferecemos lugares que podem ser uma ótima programação para finais de semana e feriados com toda a família, apresentando lugares ricos de cultura, arte e conhecimento, como a Feirinha de Arte e Artesanato, uma das atrações da cidade Embu das Artes. A feira é repleta de arte e artesanato de diversas culturas, gênero e técnicas, além de ter vasta opção de bares, lanchonetes e restaurantes, acompanhado de muita música ao vivo. A minha participação e meu maior desafio como apresentar pela primeira vez, um dos quadros do programa, embora as dificuldades pela falta de experiência, mas graças a parceria da equipe e direção, obtive todo o apoio necessário para apresentação. Fazer esse convite ao telespectador foi muito enriquecedor, porque gostaria que todos tivessem a mesma experiência que tive, de viver esse rolê, assim como eu vivi e poder estar ainda mais perto da arte brasileira e seus artistas, conhecer ainda mais a riqueza de arte e cultura do nosso país. Uma conexão e aprendizado que só me faz acreditar ainda mais na proposta do projeto, que é levar arte e cultura para o público e oferecer lugares como Embu das Artes, que podem ser visitados sem muito custo. A equipe desde o primeiro semestre vem se fortalecendo cada vez mais, se dispondo e nos permitindo a aprimorar ainda mais nossa produtora. Fazendo que cada projeto transmita o nosso carinho e respeito que temos um pelo outro. Fico extremamente agradecido por poder participar desse projeto, que foi um dos nossos maiores desafios e sinto-me ainda mais empolgado para abraçar outros que estão por vir.
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Matheus Fernandes da Silva Dentro do projeto, tive a função de diretor geral, posição de responsabilidade e que exige muita atenção. Com base nas características exigidas para um diretor geral, me enxergo ocupando esse cargo, mas na prática é totalmente diferente do que se imagina. Desde a primeira reunião para definir o tema da revista até o momento que a edição é finalizada, são muitos momentos de aprendizagem com tantos imprevistos, tomadas de decisões rápidas, dar suporte para toda equipe e cobrar ao mesmo tempo são alguns exemplos que acontecem nesse processo. Nessa função, pude aprender um pouco sobre todas as funções necessárias, aprender com todos da equipe. Consegui ver a complexidade que é tirar do papel um produto audiovisual como a revista eletrônica. Entrego esse projeto, mais apaixonado pelo curso e reconhecendo que as coisas não são fáceis como parecem.
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Thalles Alves da Silva Na elaboração da revista eletrônica, fiquei responsável pela apresentação, junto a minha colega Janaina Uchoa. Com uma proposta diferente, realizamos a apresentação das “cabeças” do programa diretamente da cidade de Embu das Artes, escolhida como tema do nosso primeiro episódio. Com o desenvolvimento, produção, gravação e as aulas na universidade, pude aprender muito sobre o formato deste tipo de programa televisivo, como organizar, planejar e executar a elaboração de uma revista eletrônica, além do trabalho em equipe, pois sem o empenho, dedicação e esforço de cada um, não conseguiríamos realizar tudo o que foi feito. Por fim, o apoio e orientações dos professores e da universidade, foram primordiais para a execução deste projeto. Pois foram nas aulas, onde aprendemos a lidar com os equipamentos, organizar a produção, nos posicionarmos e portamos frente às câmeras, mesmo fora de um estúdio E mesmo as adversidades existentes, como problemas técnicos, necessidades de alterações no planejamento inicial e etc, a união da produtora Castle, permitiu que pudéssemos fazer um ótimo trabalho.
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Vinicius Braga Alves O desenvolvimento e elaboração da revista eletrônica ``páginas culturais´´ teve diversas etapas e pontos a serem trabalhados. Sendo desenvolvida em equipe desde o momento das propostas de nomes e quadros até o momento da edição e finalização, todos os integrantes foram cruciais para a entrega desse projeto. Eu Vinicius Braga, tendo como função principal a edição e finalização do produto final, ao decorrer da pré produção e da produção, realizei apoio em diferentes áreas do projeto, auxiliando os diretores e tendo a oportunidade de vivenciar uma experencia a mais além da edição. No decorrer da edição pude perceber o quão difícil e essencial é a organização que colocamos nessa parte do projeto, sendo necessário pesquisar, aprender e desenvolver habilidades para que edição caminhasse. Embora a minha área seja a edição, não tenho um grande conhecimento nessa área, mas é com a pratica que aprendemos, e posso falar que por causa do projeto meus conhecimentos na edição e finalização tiveram uma evolução e pude perceber o quanto eu gosto de aprender mais dessa área. Por fim, gostaria de colocar o quão realizado estou com tudo que aprendi com o projeto com os demais integrantes da castle produções, realizamos um trabalho com harmonia e companheirismo.
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Isabelle Cristine De Brito Nery Cheguei de outra faculdade e fui surpreendida pelo o trabalho da revista, a castle me ajudou muito com todas as dúvidas e exclusivamente com o trabalho. No começo foi um desafio porque como estava em EAD desde o 1 Semestre manusear os equipamentos foi um pouco difícil, mas depois muito prazeroso. Na Revista Eletrônica senti que consegui aprender muitas coisas que eu não sabia antes, minha função Produção Executiva me desafiou bastante. Sou Muito Grata por esse trabalho e aprendizado que consegui
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Vee Almeida da Conceição Para a realização da revista eletrônica, fiquei responsável pelo roteiro, um processo complexo e cheio de etapas, mas que eu me orgulho de ter realizado. Parta das dificuldades de se escrever um roteiro, para mim, foi o processo de tentar juntar todos as ideias que existiam em uma única e criar um sentido no programa como um todo, para não ser algo jogado ou estranho. Fazendo o roteiro percebi que é um trabalho em que você precisa e fica mexendo o tempo todo. Na pós-produção a primeira versão do roteiro é essencial para as gravações, mas com a etapa da produção e a necessidade de adaptação as diversidades, vi que o roteiro também é mexido, assim como na edição, para se adaptar a uma versão final e coesa. Também pude ir nas gravações e colaborar. Como roteirista ajudei na estrutura da gravação da cena, sabendo o que vem antes e depois de cada cena, pude ajudar em enquadramentos, planos, cortes e movimentos. Além do roteiro também montei a bíblia de produção do projeto. A maior dificuldade neste ponto, foi pegar todas as ideias que estevam sendo discutidas e apresentada e criar uma coesão textual nelas, para que a bíblia pudesse ser criada, além de juntar os textos, feitos e escritos por diferentes pessoas, em uma única coesão textual. Durante a realização da revista eletrônica fiquei responsável principalmente pelo roteiro e pela bíblia. Mas isso não me impediu de atuar em todas as áreas, assim como meus colegas, todos colaboraram e fizeram um pouco de tudo e por esse motivo digo com certeza que o programa Páginas Culturais é um produto de todos os colaboradores da Castle.
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Janaina Pereira Uchoa de Freita O projeto interdisciplinar como um todo foi bastante desafiador. No decorrer do projeto nossa produtora realizou algumas reuniões para desenvolvermos as ideias, alinharmos as funções e todo o conteúdo a ser realizado. No início do projeto ficou definido que eu seria a responsável pela captação do áudio. Contudo, no decorrer do desenvolvimento, eu também fiquei a frente das escolhas das trilhas e fui uma das apresentadoras. Apesar de não ter experiência em nenhuma das funções, eu consegui exercê-las através dos conhecimentos que obtive durante as aulas, buscando referências e com a ajuda dos integrantes da produtora. Foi bastante desafiador pela falta de experiência, mas fez com que eu saísse da zona de conforto e pudesse, não só aprender coisas novas, como também exercer novas funções e entender que com conhecimento tudo é possível. Por fim, sinto-me grata por fazer parte da produtora e por ter tido a oportunidade de fazer parte da produção de uma revista eletrônica.
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Leticia Rodriguês dos Santos Chegamos ao fim de mais um projeto, cheio de conquistas, lutas e esforços. Foi um prazer colaborar com esta revista eletrônica cheia de cultura e arte para o nosso telespectador. Ao longo da nossa jornada tivemos muitas chuvas de ideias e conexões incríveis entre elas, que nos proporcionam um resultado estético e artístico bonito, e conceitual. Como figurinista, tive a oportunidade de entender o meu universo criativo e explorar as diferentes formas de se comunicar por meio da vestimenta, sendo esta um complemento de imensa importância para a confecção do nosso projeto. Gostaria de agradecer a equipe e os professores por esta incrível experiência estudantil e profissional presente em nossas vidas.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
MENEZES, Estera Muszkat e Viviane Couzinet: O interesse das revistas brasileiras e francesas de biblioteconomia e ciências da informação pela revista eletrônica no período de 1990 – 1999; LE COADIC, Yves François. Les télé-revues: de la revue papier à la revue électronique. Documentaliste-Sciences del’Information, Paris, v.32, n. 3, p. 135-141, 1995; ARAÚJO, Carlos Henrique. (Coordenador) O Dito e O Feito. Geração de Trabalho e Renda na Cultura Popular do Brasil Central. Brasília: Invenção Brasileira, 2005 CANCLINI, Nestor Garcia; Roncagliolo.(Editores). Cultura transnacional y culturas populares. São Paulo: ECA/USP. 1989. GAUTIER, Ana Maria Uchoa.Indicadores Culturais para tempos de desencanto. Políticas Culturais para o Desenvolvimento: uma base de dados para a cultura. Brasília. UNESCO Brasil, 2003. MIRANDA, Antonio. Sociedade da informação: globalização, identidade cultural e conteúdos. Ci. Inf., Brasília, v. 29, n. 2, 2000. ORTIZ, Renato(Org). Pierre Bordieu/Sociologia. São Paulo, Ática, 1983.
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APÊNDICE
Espelho do programa BLOCO 1
APRESENTADOR
TEMPO 5’’
Claquete Vinheta do PGM
12’’
(Abertura) Abertura e apresentação do quadro:
SET
Thalles e Janaína
55’’
“Infocult” Vinheta entrada quadro:
Coreto (Embu das Artes)
7’’
“Infocult”
Feirinha (Embu Entrevista quadro: “Infocult” Entrevistado: Emerson Santana
das Artes – Ana
3’10’’
Barraca: “Embusca das Artes)
Vinheta saída quadro:
7’’
“Infocult” Finalização quadro: “Infocult” e chamada para o comercial
Thalles e Janaína
Coreto (Embu das Artes)
5’’
Vinheta entrada Quis Quis
15’’
Letícia (V.O.)
17’’
Vinheta entrada do intervalo
7’’
Tempo de Intervalo
5’’
BLOCO 2 7’’
Vinheta volta do intervalo Apresentação quadro: “Sugestão da Semana”
Thalles e Janaína
Vinheta entrada quadro:
7’’
“Sugestão da Semana” Quando Sugestão da Semana
15’’
Matheus (V.O.)
1’35’’
Coreto (Embu das Artes)
46
55’’
Dublagem Vinheta saída quadro:
7’’
“Sugestão da Semana” Finalização quadro: “Sugestão da Semana” e chamada para
Thalles e Janaína
10’’
resposta do quis
Apresentação quadro: “Qual o rolê?”
das Artes)
5’’
Vinheta entrada Quis Resposta do Quis
Coreto (Embu
Letícia (V.O.)
30’’
Thalles e Janaína
10’’
Vinheta entrada quadro: “Qual
Coreto (Embu das Artes)
7’’
o rolê?”
Feirinha (Embu Quadro Qual o Rolê?
Felipe
2’
das Artes – Localidades diversas)
Vinheta Saída quadro: “Qual o
7’’
Rolê?” Encerramento do PGM Vinheta do PGM (encerramento) Créditos Finais
Thalles e Janaína
25’’ 12’’ 15’’
Coreto (Embu das Artes)
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Roteiro do programa
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
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ANEXOS
Ana Beatriz Gomes B Inácio
60
Felipe Lima de Souza
61
Janaina Pereira Uchoa de Freita
62
Leticia Rodriguês dos Santos
63
Matheus Fernandes da Silva
64
Thalles Alves da Silva