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UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
PROJETO CRIAR Além do que se vê - Uma evolução no olhar que busca mudança
Este trabalho constituiu-se em um projeto fotográfico que irá mostrar a essência através dos códigos culturais da região Zona Sul de São Paulo.
AGÊNCIA GAL COMUNICAÇÃO
LIBERDADE – SÃO PAULO 2019
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Alexia Freitas
Fleur Santos
1872975 – 4
2021290 - 9
Fernanda Almeida 2128519 - 5
Janaina Pessoa 2021139 - 2
Mayara Santos
Yanca Meirelles
2025900 - 0
1950384 - 9
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SUMÁRIO 1. CAPA .......................................................................................................... 1 2. FOLHA DE ROSTO .................................................................................... 2 3. CARÔMETRO ............................................................................................. 3 5. INTRODUÇÃO ............................................................................................ 5 6. APRESENTAÇÃO DA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA ................................ 5 7. ANÁLISE DE MICROAMBIENTE E MACROAMBIENTE ............................ 5 8. ANÁLISE SWOT ....................................................................................... 11 9. PLANEJAMENTO DE MARKENTING ...................................................... 11 10. PESQUISA DE MERCADO .................................................................... 14 11. PLANEJAMENTO DE CAMPANHA ........................................................ 22 12. CRIAÇÃO E PRODUÇÃO ....................................................................... 24 13. REFERÊNCIAS....................................................................................... 26 14. ANEXOS ................................................................................................. 27
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Exposição Fotográfica no Parque Ibirapuera Além do que se vê - Uma evolução no olhar que busca mudanças 5.
Introdução
A Gal comunicação, agência experimental de Publicidade e Propaganda, desenvolveu um planejamento estratégico/cultural, integrado com os gestores do Parque Ibirapuera. O projeto intitulado “Além do que se vê - uma evolução no olhar que busca mudança” constituiu-se para dar início ao projeto fotográfico que possa mostrar a essência histórica cultural na região da Zona Sul São Paulo, incluindo o parque Ibirapuera, e assim ampliar o turismo visando agradar o público de todas as idades.
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Apresentação da Exposição Fotográfica
O nome “Além do que se vê - uma evolução no olhar que busca mudança”, busca ampliar a visão de todos e fazer uma captação racional para elevar os sentidos, assim realizar uma abordagem mais dinâmica da exposição, buscando curiosidade, emoção, e conforto no ambiente cultural e de lazer que o Parque oferece. Além disso, pautamos o aspecto ambiental, próprio do parque, enfatizando sua diversidade ambiental ampliando o conhecimento, participação e identificação do público estratégico. Uma visão positiva do parque busca reforçar a parceria e assim, se desenvolver com novas estratégias publicitárias, visando conhecer melhor o seu público alvo para um melhor desempenho de abordagem. Com isso, atender as necessidades de todos. Dessa forma, promovendo uma mudança no setor público da cultura e da educação, promovendo acessibilidade educacional cultural, com iniciativa governamental. Posicionar o Parque Ibirapuera, associando-a aos atributos inovação, sustentabilidade, interatividade, vida e conceito, fortalecendo a imagem e identidade organizacional.
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Macroambiente e Microambiente
Conforme análise psicográfica, o público alvo é composto prioritariamente por homens e mulheres, de todas as etnias, com ou sem filhos, das classes econômicas ABC, com idade entre 16 a 35 anos, representando 61% da população paulistana. Estes têm interesses por assuntos que envolvem: Atualidades, notícias, esportes, ecologia, sustentabilidade e tecnologia. A crise econômica do Brasil é atribuída a uma série de fatores, pois seria impossível apontar apenas um motivo para explicá-la. Igualmente, por conta das desigualdades estruturais, quando há crescimento econômico no Brasil, nem todos os segmentos da sociedade são beneficiados. As consequências foram a elevação da renda das classes D e E, mudança de hábitos de consumo e investimentos, e um forte aumento de demanda por parte da população brasileira. Não foi estimulada a poupança, nem os investimentos em longo prazo. (fonte: Crise econômica no Brasil - Toda matéria).
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Como o produto ou serviço é visto no mercado? “Além do que se vê”, é visto pelo público como uma exposição inovadora, que sai do convencional, oferecendo arte, interação e conhecimento, gratuitamente. Como será realizada: Através das fotos que iremos tirar de pontos turísticos nem tanto conhecidos ao redor da Zona Sul de São Paulo, o objetivo é realizar uma exposição fotográfica marcante e mostrando um olhar diferente diante da região que foca apenas no Ibirapuera e perde a visão aprofundada de um ambiente completamente cultural. O local da exposição será no núcleo do Ibirapuera, ao ar livre. Utilizaremos recursos de trabalho disponibilizados pelo próprio parque, (Equipamentos e pessoas) e captação de recursos financeiros (Ministério da Cultura e Lei Rouanet). Problemas na economia dificultam o trabalho no mercado cultural Com a crise econômica, muitas pessoas deixaram de investir em cultura, os gastos foram direcionados a bens prioritários, como investimentos domiciliares. A pesquisa mostra que temos uma baixa utilização dos equipamentos de São Paulo. Chama nossa atenção quando fazemos uma análise por renda. Há uma grande desigualdade. Se você tem renda, tem melhor acesso à educação e cultura. Isso é muito ruim para a cidade. “Deveríamos ter acesso igual para todos”, diz o gestor de projetos da Rede Nossa São Paulo, Américo Sampaio. Com uma série de projetos inovadores e conectados às necessidades e interesses da população, a Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo busca criar e implantar políticas públicas para ampliar o acesso aos bens culturais, o fomento à produção cultural e a valorização do patrimônio cultural paulista. (Fonte: cultura e economia criativa - PROAC Programa de ação cultural). Pode influenciar na oferta de serviços ligados à cultura? Significativamente terá uma baixa procura, a população não investirá em produto cultural, tendo como foco outras prioridades. Mas com o aumento do turismo mostra a importância desta atividade para a economia mundial, está associada ao motivo de que com a chegada dos turistas ocorrerá consequentemente o aumento do consumo, produção de bens e serviços gerando assim a criação de novos empregos. (fonte: JusBrasil - Jéssica Veloso Siqueira 30/05/2017). Pode influenciar na captação de recursos? Podemos dizer que será mais difícil à captação de recursos nesse estado, pois a iniciativa privada terá um aumento de impostos e o fomento da Lei Rouanet, não disponibilizará uma porcentagem satisfatória. Esse mecanismo possibilita que cidadãos (pessoa física) e empresas (pessoa jurídica) apliquem parte do Imposto de Renda devido em ações culturais. Assim, além de ter benefícios fiscais sobre o valor do incentivo, esses apoiadores fortalecem iniciativas culturais que não se enquadram em programas do Ministério da Cultura (MinC). (fonte: Governo do Brasil - 22/12/2017).
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Problemas na distribuição de renda promovem uma menor procura por serviços culturais? Segundo o site (Toda Política), o lazer e a cultura são considerados direitos fundamentais pela Constituição Federal. Entretanto, muitas vezes, acabam por ser direitos que não são aproveitados por pessoas que vivem em condições precárias em razão da desigualdade social. Uma das principais razões para a falta de acesso a atividades culturais como cinemas e museus é o custo destas atividades. É comum que pessoas pertencentes às camadas mais pobres da população, em um país desigual, não consigam arcar com os custos de atividades deste tipo. (fonte: Toda Política - Desigualdade social e Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) 12/108/2018). Ambiente natural: O ambiente natural envolve os recursos naturais que serão utilizados como insumos pelos profissionais de marketing ou, que são afetados pelas atividades de marketing. A escassez de matéria prima, poluição, recursos renováveis, produção de lixo. O Parque Ibirapuera conta com lixeiras para coleta seletiva, reaproveitamento de água, placas solares portáteis serão instaladas, para o carregamento de equipamentos, a energia gasta será quase mínima, pois a exposição será aberta durante o dia, o que economiza aproximadamente 50% dos gastos. Em 2014, a Fundação do Parque Ibirapuera Conservação (PIC) como uma organização da sociedade civil, que herda todos os ativos do movimento e assina Termo de Parceria com a prefeitura para cuidar do Bosque da Leitura, fruto de uma portaria intersecretarial entre Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e Secretaria Municipal da Cultura. Começam os programas de educação ambiental, mutirão de limpeza, pintura nas áreas do parque junto a prefeitura. A campanha Ibira Amo e Cuido de doação e consolidação dos amigos do parque, e o PIC se estrutura financeiramente e aprova nos órgãos competentes projetos e para a primeira obra de restauração. (Fonte: www.praqueibirapuera.org - história do parque). Ambiente tecnológico: Com o foco de unir as pessoas e nos deixar mais ligados em tudo o que rola pelo mundo em apenas um clique, a internet que faz parte das novas tecnologias, irá nos ajudar com a divulgação da nossa exposição. Além disso, ela nos ajuda a fazer uma filtragem do nosso público alvo, através de pesquisas on-line. Com a “moda” das hashtags, impulsionarmos a exposição, pelas vias socias, como Instagram e Twitter, tornando assim, o consumidor cultural mais incluso. O surgimento da tecnologia avançada na área do entretenimento como o QR code ainda é pouco usado, mas muito eficaz, possibilita o público ter interação direta a exposição, tendo na palma da mão obras expostas, legenda com o respectivo idioma, mapa do evento entre outros. Além disso, em 2010 a União de voluntários e membros do Conselho Gestor do Parque Ibirapuera aprovaram em reunião ordinária a colaboração para criação de um portal de informação para fomentar governança e informação entre conselheiros e usuários.
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No ano de 2011 o Movimento fortalece com adesão da primeira centena de voluntários cadastrados. O movimento entra firme nas redes sociais e desvincula do Conselho Gestor para trabalhar mais ágil e independentemente. O portal cresce, toma formato de revista disponibilizando login para equipamentos de o parque divulgar programação atualizada e se consolida na internet. (fonte:www.parqueibirapuera.org - Info Escola: Parque Ibirapuera). Ambiente político/legal: Diz respeito à observância das leis, inclusive as que regem o setor em que atua, como impostos, Código de Defesa do Consumidor, Código Civil, entre outros. O que define uma atividade cultural? Segundo o site (Mundo Educação), atividades culturais são tipos de atrativos diversos que servem para turistas e viajantes de todo o País. Quais as limitações de uma ação cultural? Com embasamento do livro “A ação cultural do bibliotecário: grandeza de um papel e limitações da prática’” de Maria Christina Barbosa de Almeida, a ação cultural não tem limites de conteúdo nem é restrita a determinados espaços. Assim pode ter como campo a Arte, a Política ou a Culinária, por exemplo. O importante é que seja um plano de ação para uma determinada comunidade ou grupo. É preciso enfatizar que cabe, fundamentalmente, ao agente cultural deflagrar processos. Mesmo as pessoas que têm consciência política e que geralmente participam de movimentos coletivos apresentam momentos em que se dedicam inteiramente a seus interesses particulares, desligando-se temporariamente das ações de interesse público. Quais leis amparam uma instituição cultural? A Lei 8313/91, também conhecida como Lei Rouanet, chamada assim em homenagem ao seu criador, o embaixador Sérgio Paulo Rouanet, proporciona às empresas o abatimento de até 4% do Imposto de Renda, dentro da alíquota de 15% incidente sobre o lucro líquido (Cálculo), quando essas empresas destinam verba para projetos culturais previamente aprovados pelo Ministério da Cultura., (Ministério da Cultura do Brasil). A importância do investimento em cultura pode ser dimensionada por um dado simples que quantifica seu impacto social: segundo pesquisa do Ministério da Cultura, para cada milhão de reais gasto em cultura, são gerados 160 novos postos de trabalho diretos e indiretos (fonte: TP eventos www.dados.cultura.gov).
https://tpeventos.com.br/lei-rouanet-8-31391/
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Existem restrições para propaganda, ações de marketing, doações? Com base no que se diz o (Ministério da Cultura), não há nada que restrinja práticas culturais ou doações, contanto que não esteja exposta a patrocinadores ou que por eventualidade tenha um valor muito elevado para cobrança do evento em questão. Ambiente cultural: O ambiente cultural é composto de instituições e outras forças que afetam os valores, as percepções, as preferências e os
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comportamentos básicos da sociedade. As pessoas crescem em determinada sociedade, que molda suas crenças e seus valores básicos. Elas absorvem uma visão de mundo que define seu relacionamento com os outros. Por que as pessoas procuram entretenimento? As pessoas procuram entretenimento por ser algo que as tiram de uma rotina corrida e cansativa, tanto física como mentalmente. O entretenimento é capaz de nos fazer desopilar das rotinas e compromissos, que são na maioria das vezes estressantes, Cerca de um terço da população depende de atividades gratuitas para poder ir a eventos culturais. (fonte: Cultura nas capitais - segundo matéria publicada no site Soneto Digital, no dia 22/10/2017). Estes serviços têm credibilidade? Uma exposição fotográfica possui mais ou menos em relação a outras formas de entretenimento? A credibilidade para esse tipo de serviço irá depender da categoria abordada e do público a ser atingido (que no caso, serão os moradores de todas as regiões, iremos explorar todos os públicos). Estando de acordo com o perfil do público, este serviço terá credibilidade satisfatória. Pois a nossa exposição fotográfica irá abordar um olhar mais aprofundado na região da Zona Sul de São Paulo, com isso iremos despertar interesse e curiosidade do público em questão. As pessoas possuem facilidade para pagar ou simplesmente frequentar este tipo de entretenimento? Segundo dados do site (Cultura nas capitais, publicado 30/05/2017) Cerca de um terço da população dependem de atividades gratuitas para poder ir a eventos culturais. Depende da finalidade de cada entretenimento e se é de interesse das pessoas ou não. Mas para facilitar o acesso a todos, a nossa exposição será gratuita. Quanto ao pagamento, podemos dizer que o brasileiro médio reserva recursos para este tipo de entretenimento? O brasileiro não tem o hábito de reservar recursos para esses fins, mas disponibiliza uma grande porcentagem de seus rendimentos quando lhes convém, com um produto cultural atrativo e de interesse comum, por exemplo, (segundo o site Viver em São Paulo, que tomou como base o levantamento de dados o site, Cultura nas Capitais), cerca de 70% da população opta por frequentar cinemas como atividades culturais. Como o produto ou serviço é visto no mercado? “Além do que se vê”, é visto pelo público como uma exposição inovadora, que sai do convencional, oferecendo arte, interação e conhecimento, gratuitamente.
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Existem restrições para propaganda, ações de marketing, doações? Com base no que se diz o (Ministério da Cultura), não há nada que restrinja práticas culturais ou doações, contanto que não esteja exposta a patrocinadores ou que por eventualidade tenha um valor muito elevado para cobrança do evento em questão. Ambiente cultural: O ambiente cultural é composto de instituições e outras forças que afetam os valores, as percepções, as preferências e os comportamentos básicos da sociedade. As pessoas crescem em determinada sociedade, que molda suas crenças e seus valores básicos. Elas absorvem uma visão de mundo que define seu relacionamento com os outros. As pessoas possuem facilidade para pagar ou simplesmente frequentar este tipo de entretenimento? Segundo dados do site (Cultura nas capitais, publicado 30/05/2017) Cerca de um terço da população dependem de atividades gratuitas para poder ir a eventos culturais. Depende da finalidade de cada entretenimento e se é de interesse das pessoas ou não. Mas para facilitar o acesso a todos, a nossa exposição será gratuita. Quanto ao pagamento, podemos dizer que o brasileiro médio reserva recursos para este tipo de entretenimento? O brasileiro não tem o hábito de reservar recursos para esses fins, mas disponibiliza uma grande porcentagem de seus rendimentos quando lhes convém, com um produto cultural atrativo e de interesse comum, por exemplo, (segundo o site Viver em São Paulo, que tomou como base o levantamento de dados o site, Cultura nas Capitais), cerca de 70% da população opta por frequentar cinemas como atividades culturais.
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Análise SWOT FORÇAS
FRAQUEZAS
Capacidade de gerar economias de escala São Paulo Turismo desconhecida
INTERNO
Conjunto de equipamentos para eventos complexos
Ausência de divulgação
Não existe mecanismos eficientes de Expertise para gerir e organizar grandes reconhecimento de eventos performance da equipe de vendas Dispensa licitação para locação de espaços Processos administrativos burocráticos OPORTUNIDADES
AMEAÇAS
A cidade é capaz de comportar mais Crise financeira tende a eventos atividades do setor de feiras
EXTERNO
Clientes voltar
manifestaram
interesse em
Ocorrência de eventos esportivos, gastronômicos e de lazer
Falta de independência para definir orçamento
culturais,
Parcerias com eventos privados
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reduzir
Grande dependência de contratos com a PMSP
Aumento do passivo trabalhista
Planejamento de Marketing
Objetivo de Marketing: O objetivo geral da estratégia de marketing é, sermos assertivos em nossa campanha, fazer com que ela seja memorável e frequentada. Elaborar pesquisas do micro e macro ambiente, estudando e analisando o consumo de cultura na cidade de São Paulo. A coleta de dados foi primordial para o objetivo final da estratégia, que nada mais é que, inserirmos a exposição fotográfica no mercado, para obtermos os resultados esperados, que é aumentarmos o turismo na região da Zona Sul, em parceria com a SPTURIS. Praça: A exposição fotográfica, “Além do que se vê”, será realizado no núcleo do Parque Ibirapuera. O início da exposição está previsto para vinte de julho e permanecerá pelo período de um mês. Trará como base e referências: Monumentos históricos, culturais e a diversidade como um todo, proporcionando a quem visita uma experiência de “observar” com outro olhar os pontos históricos, turísticos e culturais da região da Zona Sul de São Paulo, lugares que talvez muitas pessoas ainda não tenham conhecido. Oferecemos interatividade com as artes expostas, a fim de criar uma proximidade e conquistar atenção de crianças e adultos.
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O público do parque será direcionado à área da exposição, através de convites feitos usando fotos de monumentos conhecidos e pontos turísticos da zona sul de São Paulo. Tivemos a chance de fazer uma análise para identificar quais são os meios culturais mais consumidos pelos Paulistanos, através desse levantamento vimos que os cinemas estão entre os mais frequentados, totalizando 68% do público alvo, conforme mostra as informações obtidas abaixo: Cinema: 68% Centros culturais: 47% Shows: 47% Museus: 42% Teatros: 41% Bibliotecas: 35% Parques: 43% Promoção: Diante dessa informação, iremos investir em campanhas para promover e aumentar a visibilidade da nossa exposição. Uma das estratégias que iremos utilizar serão postagens nas redes sociais do parque, para fazer uma filtragem (Awareness) do nosso público alvo e assim, impactar as pessoas fazendo com que elas se recordem com frequência da nossa exposição. Além disso, iremos disponibilizar ingressos gratuitos online, para mensurarmos a quantidade de pessoas que foram a nossa exposição. Produto: O evento terá seu diferencial baseado em inclusão (para todas as idades e todos os povos), incluirá interatividade com as imagens, brindes, as legendas estarão em português e inglês, para que todos os visitantes tenham entendimento do que está escrito, tudo isso também em QR Code. Além disso, teremos um telão com explicações da exposição em libras e adaptação nas artes em escrita Braille, dessa forma todos terão acesso, tornando a exposição única e inclusiva. Preço: A exposição fotográfica terá a taxa de cinco reais simbolicamente, mas caso o público queira colaborar, deixaremos disponível um espaço para que possam contribuir com doações de roupas e alimentos não perecíveis. Essa arrecadação será doada para um instituto de comunidades carentes que fica na mesma região do parque. Para quem for a exposição, ganhará um pingente com símbolo de árvore representando o meio ambiente, promovendo a conscientização e o cuidado com a natureza, uma medalha simbólica será distribuída para as crianças, por serem cooperadores da sociedade.
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Definição de público alvo: Pontos negativos: Em relação aos pontos negativos, fizemos um levantamento de pesquisas com 200 entrevistados e descobrimos que mais de 45% da população não se sentem seguros em eventos gratuitos. 46% não me sentem seguro (a); 39% não gostam de multidões; 20% dizem que o evento é longe; 15% acham desperdício de dinheiro público; 13% má qualidade da programação dos eventos públicos; 11% não infraestrutura/organização; 9% a cidade fica deteriorada; 7% nenhum destes; 1% NS/NR. Levamos em consideração como um ponto de alerta, por isso escolhemos o parque Ibirapuera, por conta da sua segurança reforçada e acolhedora. Pontos positivos: Para atrairmos o nosso público, pensamos desde o nome da exposição até o que iremos inserir nela, desde fotos, brindes, e métodos de inclusão. A tecnologia aplicada, faz com que o público queira saber sempre mais sobre o nosso projeto, o primordial é, obter a curiosidade e ampliar a visão em relação à região de enfoque. Sempre que pensamos em cultura e Zona Sul de São Paulo, a primeira coisa que vem a nossa cabeça é, Parque Ibirapuera. Pensando em mudar esse ciclo monótono, iremos fotografar diversos pontos culturais da região e mostrar para o nosso público que a nossa exposição realmente faz evolução. O maior público que consome cultura em São Paulo A maior parte do consumo cultural fica entre jovens de 16 a 35 anos, e segundo o site (DCI) a atividade mais frequentada entre os paulistanos nessa idade, é o cinema. A exceção é em relação a centros culturais e shows de música, pois 68% dos paulistanos dessa faixa etária afirmaram não frequentar essas atividades. (Fonte de pesquisa: DCI Diário, comércio, indústria e serviço - Estudo da Rede Nova São Paulo apresenta os hábitos culturais da cidade. Publicado em 11/04/18 às 05:08), É possível definir este público em números Conforme mostramos no parágrafo anterior, a maior parte do consumo cultural na cidade de São Paulo, são os jovens de 16 a 35 anos, isso corresponde a 68% da população, segundo o site (DCI).
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É possível definir onde ele está localizado? A maior parte dos consumidores culturais se encontram nas regiões Sul e Leste de São Paulo, que obtém a maior concentração de renda, com base em dados do (POF), organizada pelo IBGE. Dados sobre sexo, idade e outros dados sobre usuários e potenciais usuários. Fundamentado pelo site (METRO JORNAL - publicado Quarta, 25 julho 2018, às 06:40), as mulheres demonstram mais interesses em eventos culturais do que os homens, a idade varia de 16 a 55 anos. Em porcentagem, equivale 47% homens e 53%mulheres, segundo os dados do site (Cultura nas capitais realizada pela consultoria J.). Leiva entre 14/6 e 27/7 de 2017. Isso faz com que as mulheres sejam mais ativas em eventos culturais.
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Pesquisa de Mercado
Avaliamos os aspectos que envolvem e influenciam no andamento das organizações culturais de forma direta ou indireta, a partir da análise proposta do micro e macro ambiente, considerando os operadores de mercado, segmento de atuação, concorrência, perfil psicográfico do público-alvo, para acompanhar as tendências do setor, do mercado e as mudanças da sociedade. Foram analisadas as variáveis econômicas, socioculturais, tecnológicas, legais e ambientais, na identificação das oportunidades e ameaças do ambiente externo. Visamos abordar diferentes métodos para captarmos uma qualidade maior dos dados obtidos, pois essa pesquisa foi de extrema importância para sabermos de fato, quem é o nosso público alvo. Levamos em consideração o plano de pesquisa “Viver em São Paulo: Cultura” realizada pelo Ibope Inteligência/2017. Com o objetivo de aumentar o turismo na região da Zona Sul de São Paulo, focamos em realizar o levantamento de dados entre as regiões da zona Sul, Norte, Centro, Leste e Oeste. Querendo de fato, entender quais são os lugares mais frequentado pelos entrevistados, para assim, direcionarmos os mesmos para a nossa exposição no Parque. Apresentaremos: - Problemática da pesquisa - Objetivo - Metodologia empregada - Bayer Persona - Resultados obtidos
Problemática da pesquisa Como as pessoas consomem cultura em São Paulo? A partir desse questionamento obtemos a problemática da nossa pesquisa, pois com o nosso levantamento de dados tivemos a oportunidade de observar que, a grande maioria dos paulistanos obtém como atividade cultural ir ao
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cinema, com isso pensamos, como podemos fazer para aumentar a frequência dos paulistanos aos parques, além disso, ir a exposições fotográficas gratuitas? Grande maioria já frequentou algum evento público gratuito na cidade de São Paulo, entre os que não frequentaram a falta de segurança as multidões são os fatores que mais desmotivam a participação. Para entendermos melhor a percepção do público que não frequenta eventos gratuitos, fizemos um levantamento de dados com a problemáticas relatadas para que possamos reverter essa situação. Como a exposição busca o diferencial na região da Zona Sul de São Paulo, destaca-se a curiosidade em cada parte e em cada detalhe contido na região, podemos informar o quão marcante e interessante é presenciar mudanças no ambiente em que vivemos nossa cidade Paulistana. São Paulo tem variações muito marcantes em relação ao seu turismo, buscamos entender cada um deles para fazer aplicações assertivas em nossa exposição, para que dessa forma pudéssemos agradar o nosso público de forma criativa, mostrando um lado diferente e imperceptível, com valores culturais que a região abriga. Deparamos com muitos casos distintos em relação a passeios turísticos gratuitos, pensamos na gratuidade da exposição para fazer com que todos tenham acesso facilitado, assim aproveitar a exposição da melhor maneira possível. Gradativamente novas problemáticas irão surgir, e novos estudos serão colocados em prática para melhor entendimento de cada uma delas, para que possamos atender o nosso público de maneira fiel e positiva. Segue abaixo, dados em relação a essa problemática:
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46% não me sentem seguro (a); 39% não gostam de multidões; 20% dizem que o evento é longe; 15% acham desperdício de dinheiro público; 13% má qualidade da programação dos eventos públicos; 11% não infraestrutura/organização; 9% a cidade fica deteriorada; 7% nenhum destes; 1% NS/NR. Fonte de pesquisa: Ibope Inteligência - Rede nossa São Paulo.
Objetivo da pesquisa A fim de ampliarmos o turismo em torno da região da Zona Sul da cidade de São Paulo, visamos compreender e abranger os nossos conhecimento em relação ao nosso público alvo, que se concentra entre homens e mulheres, que tenham entre 16 e 35 anos residentes das regiões Sul e Leste de São Paulo, de classes sociais C e D que tenham interesse em atividades culturais. O objetivo é fazer com que as pessoas tomem conhecimento de pontos turístico na Zona Sul que não sejam tão conhecidos, através disso proporcionar uma experiência única, diferente e menos monótona da região. Além disso, tomar conhecimento sobre o que o público alvo está consumindo em relação à cultura, esses dados são de extrema importância para a captação e desenvolvimento do nosso público alvo.
Metodologia empregada Utilizamos a metodologia de pesquisa quantitativa. Após reconhecermos os aspectos que norteiam as percepções, opiniões, hábitos e atitudes do nosso público alvo, precisamos mensurar quanto essas percepções estão presentes no universo dos jovens que buscam atividades culturais na capital. Decidimos nos basear em escalas numérica para sabermos de fato o quanto o nosso público alvo está frequentando atividades culturais na Zona Sul de cidade de São Paulo. Os meios de coleta de dados foram estruturados sempre com perguntas objetivas e muito claras, utilizamos apontamentos estatísticos por frequência de respostas, mediação em relação à opinião e comportamento de indivíduos do nosso público alvo, utilizaram dados secundários, da Rede nossa São Paulo, com os dados da Ibope Inteligência.
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Visitantes por região O parque é mais frequentado por quem mora nas regiões Sul e Leste, por terem um acesso mais relevante ao parque, pautamos as demais regiões para sabermos de forma geral como é o acesso por pessoas de outras regiões, conforme mostra o gráfico:
Norte 19% Oeste 10% Sul 32% Centro 4% Leste 35% Com base em nossas pesquisas de campo, cinema está entre as atividades culturais mais frequentadas pelos paulistanos. É importante que saibamos o que os paulistanos andam consumindo em relação a cultura, como eles passam o seu tempo livre, quando estão reunidos com familiares, amigos ou até mesmo quando estão sozinhos. A pesquisa foi realizada da seguinte forma: fizemos o levantamento de hábitos culturais e concluímos com a análise abaixo:
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Cinema: 68% Centros culturais: 47% Shows: 47% Museus: 42% Teatros: 41% Bibliotecas: 35% Parques: 43%
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Persona Com escolha do público alvo, tomamos como base as pessoas que frequentam diferentes pontos culturais na cidade de São Paulo. Para darmos continuidade a esse processo, usamos a pesquisa de campo ao nosso favor, as pesquisas ocorreram diante das regiões das Zonas Sul e Leste, que são as regiões que mais frequentam atividades culturais. Visamos amplitude, conhecimento, curiosidade e diversidade em toda a nossa pesquisa.
Idade: 16 a 35+ Escolaridade: 33% Ensino fundamental 38% Ensino médio 29% Ensino superior 23% Superior completo
Classe socioeconômica: 47% Classe C 7%Classe D
Sexo: 46% Mulheres 54% Homens
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Com base nos dados citados acima chegamos à conclusão que o nosso público alvo está variando entre 16 á 55+
Entre 16 - 24 = 16% Entre 25 - 35 = 20%
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Escolaridade: 33% Ensino Fundamental 38% Ensino Médio 29% Ensino Superior
Resultados obtidos Os resultados obtidos se baseiam na compreensão do objetivo principal da nossa pesquisa de mercado, é identificar as melhores estratégias para atrairmos o nosso público alvo a exposição fotográfica. Dessa forma, aumentarmos o turismo na região. A ação estratégica direciona-se a imagem e aproximação com o público de interesse, sabemos os seus interesses por atividades culturais, mensuramos o público por idade, por gênero e classe social, para sermos mais assertivas na busca concreta dos para o resultado desejado, conforme mostra os gráficos acima. A. Identificação de problemas/bloqueios do público a ida em eventos gratuitos: Eventos gratuitos possibilita que muitas pessoas possam ter acesso a inúmeros eventos na cidade de São Paulo. Queremos proporcionar novas experiências e novas oportunidades de conhecimento para todos, sem distinções, assim incentivar o consumo da cultura. 45% dos entrevistados não se sentem seguros; 40% não gostam de multidões; 15% dizem que o evento é longe; 20% acham desperdício de dinheiro; 14% má qualidade da programação dos eventos públicos. B. Consumo de cultura: Diante das nossas pesquisas secundárias com a ajuda da Ibope inteligência, tivemos a chance de fazer uma análise para identificar quais são os meios culturais mais consumidos pelos Paulistanos, através desse levantamento vimos que os cinemas estão entre os mais frequentados, totalizando 70% do público alvo. É de extrema importância citar o quão significativo é a pesquisa de dados secundária, para termos uma captação de informações mais assertiva e sabermos identificar cada problema e oportunidade, dessa maneira, inserir a nossa exposição no mercado. Em suma, observamos o quão cultural a região é, conseguimos captar a essência e um posicionamento centrado, visamos a importância de cada detalhe ali inserido.
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Concorrência Com base em pesquisas, realizamos um levantamento de parques que estão localizados na região da Zona Sul de São Paulo, e conseguimos identificar na região encontramos três ambientes de áreas verdes que são concorrentes diretos do Parque do Ibirapuera, são eles: Parque Eucalipto, Jardim Botânico e Parque Burle Marx.
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Planejamento de Campanha
Objetivos de Comunicação ● ●
Lançamento da exposição fotográfica Ampliação do público alvo
Praça: A exposição fotográfica: Além do que se vê – Uma revolução no olhar que busca mudanças, será realizada no Parque do Ibirapuera. Verba: R$327.800,00 Público-alvo ● ●
Frequentadores ativos do Parque do Ibirapuera; Turistas;
Estratégias: Temos como estratégia a partir dos métodos de campanha de oportunidade junto à campanha de lançamento. Que irá possibilitar a divulgação e lançamento da exposição fotográfica. As ferramentas utilizadas serão: Publicidade, Evento, Patrocínio, Mídias Sociais, Digitais Influencers e Email Marketing.
Fases da campanha PRÉ-PRODUÇÃO Cronograma com os espaços Material de divulgação 1º Contratações MÊS Compra de materiais PRÉ-PRODUÇÃO Formação de mediadores 2º Divulgação MÊS Montagem INAUGURAÇÃO Performance de abertura Divulgação da exposição 3º Formação dos mediadores MÊS Degustação de aperitivos Relatório de acompanhamento
DESMONTAGEM Ajuste das planilhas de controle 4º Formação de mediadores MÊS Performance de encerramento FINALIZAÇÃO Ação de encerramento 5º Organização da prestação contas MÊS Relatório de conclusão
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Planejamento Orçamentário PRÉ-PRODUÇÃO ITEM DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 1.1 Cronograma com espaços 1.2 Material de divulgação 1.3 Contratações 1.4 Compra de materiais 1.5 Montagem TOTAL
VALOR UNITÁRIO R$ 5.400,00 R$ 10.000,00 R$ 24.100,00 R$ 15.000,00 R$ 30.000,00 R$ 84.500,00
INAUGURAÇÃO ITEM DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 2.1 Performance de abertura 2.2 Material de divulgação 2.3 Degustação 2.4 Acompanhamento TOTAL
VALOR UNITÁRIO R$ 30.000,00 R$ 25.400,00 R$ 13.900,00 R$ 6.800,00 R$ 76.100,00
DESMONTAGEM ITEM DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 3.1 Ajuste das planilhas de controle 3.2 Performance de encerramento Organização de prestação de 3.3 contas 3.4 Relatório de conclusão 3.5 Desmontagem de materiais TOTAL
VALOR UNITÁRIO R$ 25.300,00 R$ 36.900,00 R$ 60.000,00 R$ 15.000,00 R$ 30.000,00 R$ 167.200,00
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Ações PLANILHA 5W2H N°
What Nome da ação O que
Objetivo desse projeto é levar EXPOSIÇÃO uma cultura FOTOGRÁFICA diferenciada 1 - ALÉM DO para os QUE SE VÊ moradores de São Paulo e turistas.
How Much Quando Quanto?
Why
How
Where
Who
When
Porque
Como
Onde
Quem
Trazer o aumento do número de turistas e frequentadores, com a intenção de gerar renda para expandir a cultura na zona sul de São Paulo
Desenvolvimento de aplicativos e manuais para a Parque Agência Gal 05/nov intereção e a Ibirapuera Comunicação diversificação da exposição
Objetivo de Mídia Estar presente no meio de comunicação de massa durante todo o período da exposição Ter alto alcance com a publicidade investida Aumentar o índice de frequentadores durante o processo PLANO DE MÍDIA
12.
CLIENTE
Frequentadores e turistas
PRODUTO
Exposição Fotográfica
PERÍODO
6 meses
VERBA
327.800,00
Criação e produção
1ª Peça: As artes expostas terão a interatividade como seu diferencial, com o auxilio do aplicativo para leitura do QR CODE, o visitante terá a sensação de estar presenciando formas culturais do espaço que foi fotografado, com hologramas. 2ª Peça: Estarão disponíveis na exposição diversas formas de entendimento sobre as artes, terão placas, telões, e uma equipe qualificada que irá prescrever aos deficientes visuais, formas e cores da arte exposta.
Taxa simbólica R$5,00
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Prazos A exposição tem como intuito ser fixa no Parque do Ibirapuera, trazendo como prazos de estruturação e de permanência são de seis meses a quatros anos, tendo início em 15/06/2019. Possibilitando a execução das estratégias e planos de comunicação, e assim, obtendo os objetivos assim traçados.
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REFERÊNCIAS JULIANA BEZERRA. CRISE ECONÔMICA NO BRASIL. DISPONÍVEL: https://www.todamateria.com.br/crise-economica-no-brasil/ ACESSO EM: 5/05/2019 DCI. REDE NOSSA SÃO PAULO E IBOPE DEBATEM ESTUDO SOBRE CULTURA. PUBLICADO EM: 09/04/2018. DISPONÍVEL: https://www.dci.com.br/dci-sp/rede-nossa-s-o-paulo-eibope-debatem-estudo-sobre-cultura-1.697456 ACESSO EM: 5/05/2019 AMANDA QUEIRÓS. METRÔ JORNAL. MULHERES CONSOMEM MENOS CULTURA QUE HOMENS. PUBLICADO EM: 25/07/2018 DISPONÍVEL: https://www.metrojornal.com.br/entretenimento/2018/07/25/mulheresconsomem-menos-cultura-que-homens-diz-pesquisa.html
ACESSO EM: 20/04/2019 CULTURA E ECONÔMIA CRIATIVA. MAIS INVESTIMENTO MENOS BUROCRACIA. PUBLICADO EM: 02/05/2019 DISPONIVEL: http://www.cultura.sp.gov.br/secretaria-de-cultura-e-economiacriativa-anuncia-r-151-milhoes-para-o-proac-expresso-em-2019/ ACESSO: 20/04/2019 TODA POLÍTICA. DESIGUALDADE DESENVOLVIMENTO HUMANO DISPONÍVEL:
SOCIAL
E
RELATÓRIO
http://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home/presscenter/articles/2019/relatorio-dedesenvolvimento-humano-de-2019-tera-foco-na-desigua.html
PUBLICADO EM: 8/04/2019 ACESSO EM: 5/05/2019 HISTÓRIA DO PARQUE IBIRAPUERA DISPONÍVEL EM: https://parqueibirapuera.org/ ACESSO EM: 15/04/2019 TP EVENTOS. LEI ROUANET DISPONIVEL EM: https://tpeventos.com.br/lei-rouanet-8-31391/ ACESSO EM; 15/04/2019
DE
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ANEXOS