FEVEREIRO 2019
Relatório VISITA TÉCNICA NAS UNIVERSIDADES DE PORTUGAL: SUAS EXPERIÊNCIAS DE PEDAGOGIA UNIVERSITÁRIA
Equipe: TEC. ME. LUCIANE INES ELY (EDUFRGS) PROF. DR. RAFAEL ARENHALDT (FACED)
SOBRE A VISITA TÉCNICA
Apresentação
O presente documento apresenta o relatório de trabalho da visita técnica realizada nas seguintes Universidades de Portugal: Universidade do Porto (UP), Universidade de Lisboa (ULisboa) e na Universidade de Aveiro (UA) a fim de conhecer as boas práticas referente a formação continuada dos docentes universitários. Na UP articulamos a visita a partir da experiência empreendida pela Pró-Reitoria de Inovação Pedagógica e Promoção da Língua Portuguesa (1), por meio do Gabinete de Inovação Pedagógica, bem como das ações desenvolvidas pelo Laboratório de Ensino e Aprendizagem – LEA (2) da Faculdade de Engenharia FEUP e pelo Centro de Investigações e Intervenções Educativas - CIIE da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação - FPCEUP, por meio das ações do Programa ‘de Par em Par’ (3). Na ULisboa articulamos a visita com o Instituto de Educação, por meio do Projeto do Curso de Especialização em Pedagogia do Ensino Superior (em fase de implantação) e do Instituto Superior Técnico (IST) da ULisboa por meio do Projeto Observar e Aprender (4). Além disso, na UA articulamos visita e reunião na PróReitoria de Inovação Curricular a Internacionalização da Formação. São todas ações, projetos e programas que visam estimular a atividade docente no Ensino Superior, viabilizando espaços de experimentação, formação e autoformação dos docentes numa perspectiva colaborativa e interdisciplinar, bem como na implementação de ideias e ações que facilitem o processo de ensino e aprendizagem e contribuam para a excelência pedagógica das instituições.
Notas: 1 Pró-Reitoria de Inovação Pedagógica da Universidade do Porto: https://inovacaopedagogica.up.pt/ 2 Laboratório de Ensino e Aprendizagem da FEUP: https://paginas.fe.up.pt/~lea/ 3 Programa de Par em Par: https://paginas.fe.up.pt/~dpep/ 4 Projeto Observar e Aprender da ULisboa: https://sites.google.com/site/observareaprender/ PAG 02
SOBRE A VISITA TÉCNICA
Objetivos
GERAL: Conhecer as estratégias institucionais das Universidades portuguesas em relação à formação continuada dos seus docentes, a fim de buscar subsídios para qualificar o processo de formação continuada dos docentes da UFRGS no âmbito do PAAP.
ESPECÍFICOS: Conhecer as iniciativas e boas práticas da Pró-Reitoria de Inovação Pedagógica e Promoção da Língua Portuguesa da UP,, por meio do seu Gabinete de Inovação Pedagógica; Conhecer e acompanhar as boas práticas e a metodologia de trabalho do Gabinete de Inovação Pedagógica da UP; Conhecer as estratégias de diferentes Unidades Orgânica em relação ao desenvolvimento de práticas e ações de inovação pedagógica, de modo especial o Laboratório de Ensino e Aprendizagem – LEA/FEUP por meio do Programa “De Par em Par”; Conhecer as experiências de formação continuada dos professores da ULisboa, de modo especial o Programa "Observar e Aprender" desenvolvido pelo IST da ULisboa; Analisar as potencialidades da experiência desenvolvida na UP, da ULisboa e da UA para o contexto institucional da UFRGS, no que se refere a formação continuada de professores por meio do PAAP.
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SOBRE A VISITA TÉCNICA
Procedimentos Metodológicos
- Visita às instalações e setores relacionados à formação dos professores das Universidades portuguesas; - Pesquisa participante: estar-junto e acompanhar as atividades e ações das Universidades no período da visita; - Entrevista-diálogo com atores responsáveis pelas políticas institucionais de formação continuada dos professores das Universidades.
Roteiro da Entrevista-Diálogo Sobre o contexto institucional: (1) Fale sobre a Política de Formação dos Professores da sua Universidade. Qual o lugar do seu Programa no processo de formação continuada dos professores e inovação pedagógica de sua Universidade? Sobre a Gestão e Organização da Formação dos professores (Organograma e Atores institucionais envolvidos): (2) No Organograma institucional qual o lugar do seu Programa na formação continuada dos professores na Universidade? Onde ele está vinculado? Como está organizado? (3) Quem são os principais atores envolvidos na articulação do processo de formação de professores da sua Universidade? Como se organizam e se articulam? Sobre a origem: (4) Quais as condições de possibilidade do surgimento/origem do Programa na Universidade? Quais foram as demandas? De onde vieram as inspirações para o modelo atual? Sobre os Incentivos institucionais: (5) Quais os incentivos institucionais aos docentes para a inovação pedagógica? Sobre os aspectos pedagógicos/metodológicos do processo de formação de professores (6) Quais as estratégias metodológicas que o Programa vem utilizando para a formação continuada dos professores? Quais modelos que mais tem dado certo, ou que tem maior potência para transformar a prática pedagógica? Porque? Sobre a valorização da trajetória e das experiências dos docentes: (7) De que forma os processos de formação do Programa valorizam / reconhecem as trajetórias, as experiências e saberes dos seus professores? Há alguma iniciativa que vá nesse sentido? Como é desenvolvida? Sobre a dimensão teórica: (8) Quais são os amparos/sustentações teóricas referenciados no Programa? Sobre os limites: (9) Quais as principais limitações e dificuldades para engajar e envolver os professores nos processos de formação continuada? Como superar? Identificam professores resistentes à inovação pedagógica? Sobre os impactos do Programa: (10) Compreendem que o processo de formação continuada dos docentes tem impactado na qualidade do ensino / na relação professor e aluno / na relação professor com professor? Quais as evidências? Quais os resultados da proposta? Sobre o Perfil dos estudantes: (11) Na sua Universidade, ao pensar a formação dos professores, é considerado o perfil dos seus estudantes? De que forma isso é articulado? Sobre o processo de organização das formações dos professores: as temáticas/conteúdos: (12) Como são escolhidas as temáticas das formações? Quais temáticas o Programa entende serem importantes a serem desenvolvidas num processo de formação docente? Das temáticas oferecidas, quais têm apresentado maior demanda/interesse? Sobre os Ministrantes/Formadores: (13) Como são escolhidos os ministrantes? Há pagamento aos ministrantes? Sobre a seleção dos participantes: PAG 04 (14) Como os professores se candidatam às vagas? Como são realizadas as seleções dos candidatos?
UNIVERSIDADES VISITADAS
Universidade do Porto Visita às dependências da Reitoria e diversos Campis da Universidade. Acompanhamento das atividades do Gabinete de Inovação Pedagógica da Pró-Reitoria de Inovação Pedagógica. Reuniões com as Equipes da Pró-Reitoria de Inovação Pedagógcia, do Laboratório de Ensino e Aprendizagem da FEUP, do Programa "De Par em Par". Participação no Workshop Anual de Inovação Pedagógica, na Sessão de Apresentação dos Resultados do "De Par em Par", entre outras.
Universidade de Lisboa Visita às Dependências de algumas Unidades Orgânicas da Universidade, com destaque para o Instituto de Educação e o Instituto Superior Técnico. Reunião com a Equipe de Coordenação do Curso de Especialização em Pedagogia do Ensino Superior (em fase de implementação) no Instituto de Educação. Reunião com a Equipe de Coordenação do Programa "Observar e Aprender" e das ações do setor de Desenvolvimento Acadêmico do Instituto Superior Técnico da Uniersidade.
Universidade de Aveiro Visita às dependências da Universidade. Reunião com a Pró-Reitora de Inovação Curricular e a Internacionalização da Formação.
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VISITA ÀS DEPENDÊNCIAS DAS UNIVERSIDADES
Visitas às dependências das Universidades
Listamos abaixo os setores nas três Universidades portuguesas visitadas, suas Unidades Orgânicas, Gabinetes, Núcleos e Laboratórios: UNIVERSIDADE DO PORTO: Prédio da Reitoria Gabinete de Inovação Pedagógica da Pró-Reitoria de Inovação Pedagógica. Faculdade de Engenharia - FEUP Laboratório de Ensino e Aprendizagem da FEUP Faculdade de Ciências - FCUP Escola Superior de Saúde Instituto de Psicologia e Ciências da Educação - FPCEUP Faculdade de Farmácia - FFUP Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar - ICBAS UP (e Museu) Faculdade do Desporto Instituto Superior de Engenharia E-learning Café da UP UNIVERSIDADE DO LISBOA: Prédio da Reitoria Instituto de Educação Instituto Superior Técnico Faculdade de Letras UNIVERSIDADE DE AVEIRO: Prédio da Reitoria
Salão Nobre da Universidade do Porto Foto: Rafael Arenhaldt
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Fotos: Rafael Arenhaldt
PRÉDIO DA REITORIA Visita às dependências do Prédio Central da Reitoria com acompanhamento e guia da Professora Susana Alexandra Pacheco Valente da Silva Barros (5) da Unidade de Gestão de Informação da Reitoria da Universidade do Porto.
Fachada do Prédio
5 Licenciada em História da Arte e pós-graduada em História da Cidade do Porto pela UPorto.
Visita guiada com Profª Susana Barros
Estátua do Professor Gomes Teixeira (primeiro Reitor), vista da parte interna e escadaria
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PRÉDIO DA REITORIA
Salão Nobre
Fotos: Rafael Arenhaldt
Obras de Arte do Prédio da Reitoria Acesso ao Prédio da Reitoria
Auditório do Prédio da Reitoria
Globo lunar
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Visita guiada nas dependências do Prédio da Reitoria
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Fotos: Rafael Arenhaldt
Prédio da Faculdade de Farmácia FFUP, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar - ICBAS UP e Museu do ICBAS.
Estátua de Abel Salazar
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Área de convivência
Biblioteca da FFUP e do ICBAS
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Fotos: Rafael Arenhaldt
Prédio da Escola Superior de Saúde e Escola Superior de Engenharia do Politécnico do Porto
Acesso a Escola Superior de Saúde
Auditório da Escola Superior de Saúde
Escola2019 Superior de Engenharia ANNUAL REPORT
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Fotos: Rafael Arenhaldt
Prédio da Faculdade de Engenharia - FEUP
Prédio do Instituto de Psicologia e Ciências da Educação - FPCEUP
Acesso a Escola Superior de Saúde
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Fachada da FPCEUP
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ACESSO AO CAMPUS, PRÉDIO DA REITORIA E FACULDADE DE LETRAS
Fotos: Rafael Arenhaldt
Prédio da Faculdade do Desporto
Faculdade de Letras
Prédio da Reitoria
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Vista panorâmica, ao centro o Prédio da Reitoria
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Fotos: Acervo pessoal
Visita aos Prédios do Instituto de Educação e do Instituto Superior Técnico - IST
Instituto de Educação
Instituto de Educação
Prédio da Faculdade do Desporto
Instituto Superior Técnico
Instituto Superior Técnico
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Instituto Superior Técnico
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PRÉDIO DA REITORIA Fotos: Rafael Arenhaldt
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
Relato das Experiências visitadas
Ao longo da visita técnica tivemos a possibilidade de acompanhar e participar das ações, iniciativas e das estratégias institucionais das Universidades portuguesas no que tange a formação continuada dos seus docentes. Tivemos a possibilidade de conhecer algumas das iniciativas e boas práticas institucionais que estão sendo lá empreendidas. Na sequência deste Relato descritivo destacamos as potencialidades da experiência desenvolvida nas Universidades portuguesas visitadas para o contexto institucional da UFRGS. Listamos abaixo as ações e iniciativas, os projetos e os programas das três Universidades portuguesas visitadas:
UNIVERSIDADE DO PORTO: Gabinete de Inovação Pedagógica da Pró-Reitoria de Inovação Pedagógica e Promoção da Língua Portuguesa Workshop Anual de Inovação Pedagógica Programa “De Par em Par” da FEUP e FPCEUP Sessão de Apresentação dos Resultados - “De Par em Par” Laboratório de Ensino e Aprendizagem – LEA/FEUP
UNIVERSIDADE DO LISBOA: Programa "Observar e Aprender" do Instituto Superior Técnico - IST Núcleo de Desenvolvimento Acadêmico do IST e outras iniciativas Curso de Especialização em Pedagogia do Ensino Superior do Instituto de Educação
UNIVERSIDADE DE AVEIRO: Pró-Reitoria de Inovação Curricular a Internacionalização da Formação
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
GABINETE DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA DA PRÓ-REITORIA DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Reuniões com a Equipe da Pró-Reitoria de Inovação Pedagógica e com o Pró-Reitor de Inovação Pedagógica e Promoção da Língua Portuguesa. Equipe da Pró-Reitoria: Dra. Maria Álvares Ribeiro Marques de Aguiar Lopes Pinto (Coordenadora Pedagógica da UPorto) e Matheus Gonçalves Salles (Colaborador - Administrador) Pró-Reitor: Dr. João Veloso
Reunião de Trabalho
Dr. João Veloso Pró-Reitor de Inovação Pedagógica
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Reunião com Pró-Reitor Dr. João Veloso
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
GABINETE DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA DA PRÓ-REITORIA DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
O que é? O Gabinete de Inovação Pedagógica - GIP integra com o Gabinete de Tecnologias Educativas e o Setor de Promoção da Língua Portuguesa a Pró-Reitoria de Inovação Pedagógica e Promoção da Língua Portuguesa. Os gabinetes trabalham de forma integrada e ocupam espaço no Prédio Central da Reitoria. Com a mudança da Equipe Reitoral a Pró-Reitoria está em fase de reorganização e readequação das ações. Embora o site da Pró-Reitoria tenha um conjunto de informações elas estão sendo atualizadas processualmente e gradativamente: Objetivos do GIP: - Expandir o conceito de inovação pedagógica, sua urgência e necessidade para além da área tecnológica, envolvendo questões científicas, relacionais e gestão de pessoas. - Dar visibilidade as boas práticas pedagógicas na UPorto. - Incentivar os docentes à produção científica relativa a prática pedagógica no Ensino Superior. Saiba mais: https://inovacaopedagogica.up.pt/
Destaques sobre a Experiência: O GIP desenvolve um conjunto de ações como: Projetos de Inovação Pedagógica, o Prêmio de Excelência Pedagógica, o Workshop Anual de Inovação e Partilha Pedagógica, as Unidades Curriculares “InovaPed”, os Cursos para Docentes, entre outros.
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PROJETOS DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA Destinado a docentes, investigadores ou a grupos de docentes que se constituam como uma equipa pedagógica na leccionação de uma ou mais unidades curriculares, o concurso atribui a cada “Projeto de Inovação Pedagógica” o valor máximo de 1.000€. O número máximo de projetos a financiar depende do valor orçamentado para cada ano letivo.
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GABINETE DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA DA PRÓ-REITORIA DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Destaques da Experiência
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PRÉMIO DE EXCELÊNCIA PEDAGÓGICA Criados para distinguir, promover e divulgar modelos educativos de excelência que atendam aos desafios pedagógicos atuais.Nessa perspetiva, valoriza-se a aplicação de processos coordenados de ensino, aprendizagem e avaliação, bem como aprendizagem ativa pelo estudante. É também reconhecida a integração da componente de desenvolvimento científico e o uso de tecnologias educativas. Destinado a docentes, investigadores ou a grupos de docentes que se constituam como uma equipa pedagógica na leccionação de uma ou mais unidades curriculares. O Prémio, no valor de 1.500€, assim como as duas Menções Honrosas, no valor de 500€ cada, são atribuídos em cerimónia comemorativa do Dia da Universidade do Porto. O concurso para os “Projetos de Inovação Pedagógica”, inserido no Programa “Promover a Excelência Pedagógica”, visa promover a melhoria dos modelos educativos aplicados nos cursos / unidades curriculares, através do financiamento de aquisição de equipamentos, licenças ou programas informáticos, mobiliário, serviços externos e outras ações, que contribuam para a inovação do quadro pedagógico.
As candidaturas ao Prêmio de Excelência Pedagógica devem ser apresentados resultados de práticas já aplicadas. Já a candidatura aos Projetos de Inovação Pedagógica são ideias, propostas e iniciativas a serem aplicadas ou em andamento. A submissão à candidatura Destaques sobre a Experiência: ao Prêmio e dos Projetos se dá por meio Edital (Anexo). São criadas comissões e juris multidisciplinares, multiprofissionais e interinsitucionais que analisam e escolhem os destaques. Trata-se de ações que oportunizam a partilha de boas práticas de modelos pedagógicos, como uma das formas de reconhecimento da prática docente e da pedagogia no Ensino Superior. Para a partilha e a divulgação dos resultados destas iniciativas são realizados os Workshop Anuais de Inovação e Partilha Pedagógica, que serão tratados no próximo item. A ideia de premiação e reconhecimento na perspectiva da Inovação Pedagógica quebra a lógica de apenas incentivar o pesquisador da sua área de formação, de modo a investir também na pesquisa da dimensão pedagógica no Ensino Superior.
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
GABINETE DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA DA PRÓ-REITORIA DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Destaques da Experiência CURSOS PARA DOCENTES. Divididos em quatro áreas: competências pessoais, processos avaliativos, formação didático-pedagógica e tecnologias educacionais. São formações de quatro a seis horas, curtas e contínuas, separadas por módulos. A adesão é voluntária com grupo de 20 a 30 participantes. As temáticas são definidas considerando: feedback dos cursos, demandas de Unidades específicas, análise de projetos e práticas. Relatam escolherem as temáticas e os ministrantes com muito cuidado para não comprometer o andamento do processo formativo. Procuram repetir as formações e ministrantes bem avaliados. É possível o pagamento de ministrantes e são priorizados profissionais da própria Universidade. Interessante observar que as áreas mais técnicas (engenharias, matemáticas…) são as que mais demandam a participação nas formações, projetos e premiações. Unidades Curriculares “InovaPed” - Diferencia a tua formação! São oferecidos aos estudantes UC que buscam desenvolver competências de áreas diferentes daquelas da sua formação na Universidade. É um oportunidade para aprender de forma diferente, Destaques sobre a Experiência: através de técnicas pedagógicas inovadoras e adquirir importantes competências de trabalho autônomo, bem como usufruir da experiência de trabalhar em equipes multidisciplinares. Sobre as ações direcionadas aos discentes, o GIP tem uma preocupação com a integração dos novos estudantes promovendo ações na tentativa de diminuir a evasão e as dificuldades acadêmicas dos estudantes do 1º ciclo. E-learning Café. Promover um espaço comum para toda a comunidade universitária para estudo, trabalho em grupo, internet, promovidas atividades culturais, de integração e de socialização, além de atendimentos multidisciplinar e até para a alimentação. Atualmente está sob a gestão do Serviço Social da Universidade. UMEA – Unidade de Melhoria do Ensino e Aprendizagem. Cabe destacar que a UMEA é uma proposta da Equipe Reitoral anterior e atualmente está sendo redimensionada e reorganizada. Ela consistia numa comissão consultiva envolvendo docentes, técnicos e alunos que propunham ideias para a política de inovação pedagógica da UPorto.
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
WORKSHOP ANUAL DE INOVAÇÃO E PARTILHA PEDAGÓGICA - EDIÇÃO 2019
O que é? Inserido no Programa “Promover a Excelência Pedagógica na Universidade do Porto”, o “Workshop Anual de Inovação e Partilha Pedagógica” é um evento que tem como objetivo apresentar palestras de interesse na área pedagógica, divulgar boas práticas e promover as experiências educativas de excelência aplicadas no ano letivo anterior á sua edição, na U.Porto. A Edição de 2019, em que participamos integralmente, ocorreu no dia 07 de fevereiro de 2019, na Faculdade de Ciências, conforme a Programação abaixo:
Programação do Workshop Anual DIA 7 DE FEVEREIRO 2019 - Auditório Ferreira da Silva – Faculdade de Ciências da U.Porto 10h30 – Receção dos participantes 10h45 – Sessão de abertura com Pró-Reitor Prof. Doutor João Veloso 11h - “Innovating Pedagogy: New ways to teach and learn in higher education” com Prof. Mike Sharples, Open University, Reino Unido Vencedor do Prémio da edição 2018 – Manuel Joaquim Oliveira – FEUP Menções Honrosas da edição 2018: Cláudia Fernandes – FCUP e Paulo Jorge Santos – FLUP 12h30 – Almoço no restaurante da Faculdade de Ciências 15h– Apresentações Projetos Revista elingUP: uma aprendizagem baseada em projeto - Purificação Silvano / António Leal – FLUP RM_EXPERIENCE – Conceitos Básicos explicados através da experimentação - Castorina Vieira – FEUP O Desafio da Integração de Flashcards na Educação Médica - Joaquim Moreira – FMUP Auscultação digital no ensino e treino de competências clínicas - Elisabete Bernardes – FMUP Neuroscience 2.0 – a journey within and beyond the brain - Jorge Ascenção Oliveira – FFUP Blogue de Desenho da FAUP de apoio pedagógico - José Manuel Barbosa – FAUP CELL-ACTIVE LEARNING: Aprendizagem Ativa em Turmas Teóricas Grandes - Maria dos Santos – FCUP VITRINE - Carlos Machado e Moura / Rui Neto – FAUP MicroMundo@Uporto - Luísa Peixe / Carla Silva – FFUP / Patrícia Sofia Carneiro Antunes – FCNAUP Mudar a avaliação para mudar a aprendizagem - Alfredo Soeiro / João Pedro Pêgo / Ana Freitas – FEUP 17h30 – Debate final – Moderador: Maria do Rosário Pinto 18h00 – Entrega de diploma aos vencedores do Projetos Inovação Pedagógica U.Porto – Edição 2019 18h15 – Sessão de Encerramento - Vice-Reitora para a Formação e organização académica e relações internacionais, Profª. Doutora Maria de Lurdes Correia Fernandes
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
WORKSHOP ANUAL DE INOVAÇÃO E PARTILHA PEDAGÓGICA - EDIÇÃO 2019
Keynote Speaker: “Innovating Pedagogy: New ways to teach and learn in higher education” Prof. Mike Sharples, Open University, Reino Unido
Vencedor do Prêmio da edição 2018 – Prof. Manuel Joaquim Oliveira – FEUP Menções Honrosas da edição 2018 Profa. Cláudia Fernandes – FCUP Prof. Paulo Jorge Santos – FLUP
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Entrega de diploma aos vencedores do Projetos Inovação Pedagógica U.Porto – Edição 2019 Sessão de Encerramento Vice-Reitora para a Formação e organização académica e relações internacionais, Profª. Drª 02/03 Maria de Lurdes Correia Fernandes
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
PROGRAMA “DE PAR EM PAR”
O que é? O “De Par em Par na U.Porto” é o programa de observação de aulas em parceria. Trata-se de uma ação de formação multidisciplinar, voluntária e de confidencialidade garantida, que envolve docentes de todas as Unidades Orgânicas (UO) da U.Porto. A observação de aulas em parceria baseia-se no conceito de “amigo crítico”, em que os observadores são, igualmente, docentes da U.Porto. É um modelo de observação de aulas, e no caso do modelo implementado na Universidade do Porto destaca-se pela multidisciplinaridade resultante da interação de observadores/observados de diferentes Unidades Orgânicas (U.O.) da U.Porto. Tem com objetivos: - Permitir uma maior consciência do trabalho docente realizado e suas implicações. - Aumentar a sensibilidade pedagógica dos docentes envolvidos. - Intervir ao nível dos processos de ensino-aprendizagem no sentido de obter maior coerência com os objetivos pretendidos para a unidade curricular. - Desenvolver a cultura da cooperação entre pares. - Aprofundar conhecimentos pedagógicos sobre metodologias e estratégias específicas. - Desenvolver um sistema de controlo da qualidade docente no Ensino Superior. - Estimular a competência formativa da U.Porto e promover a relação com outras Universidades do espaço lusófono. Saiba mais: https://paginas.fe.up.pt/~dpep/ Vídeo do Programa: https://youtu.be/_sDWkYu09tk
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Ana Freitas e Prof. João Pedro Pêgo
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PROGRAMA “DE PAR EM PAR”
Destaques da Experiência Entrevsita-diálogo com o atual coordenador é o Prof. João Pedro Pêgo (FEUP) e a Técnica do Laboratório de Ensino Aprendizagem (LEA) Ana Freitas. O Programa “De Par em Par” completa neste ano 10 anos de existência. Embora a FEUP apoie a iniciativa, não quer dizer o mesmo no Departamento. Procuram dar visibilidade ao trabalho, também no LEA. Ana Freitas é técnica contratada para trabalhar exclusivamente no LEA, ou seja, uma técnica para apoiar as questões pedagógicas nas Engenharias. Trata-se de uma estrutura de apoio aos docentes como um espaço de busca para a melhoria da prática docente. Ressaltam a importância do investimento institucional para respaldar as intervenções dos trabalhos pedagógicos. Até pouco tempo atrás a avaliação de desempenho não era obrigatória na carreira docente, mas agora passa a ser obrigatória. Isso será importante para que os docentes invistam em suas carreiras na dimensão pedagógica. Ressaltam a importância de contar na progressão da carreira o investimento em questões pedagógicas do docente. Assim como o docente afirma que o estudante se dedica mais a algo quando tem uma retribuição (nota/avaliação), o mesmo ocorre com o docente. Então é importante o Destaques da Experiência: investimento institucional na carreira docente. No decorrer do andamento do Programa foram sendo introduzidas novidades, tentando acompanhar as expectativas dos professores e diminuir as barreiras para a participação dos mesmos.
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PROGRAMA “DE PAR EM PAR”
Destaques da Experiência Até o momento atingiram 200 docentes das Engenharias, ou seja, 10% dos docentes. Porém, os docentes que participaram são aqueles que querem e buscam sua qualificação. E os que não buscam, o que fazer? Num projeto voluntário as possibilidades de sucesso são poucas, porque não qualifica todo seu público. Nesse sentido, é importante contar com progressão na carreira. Há semelhança entre o Programa De Par em Par e o Programa Erasmus, principalmente por colocar as pessoas a falarem umas com as outras, com outras maneiras de pensar. Já houve experiências de professores que participaram juntos do programa e depois passaram a trabalhar juntos em projetos outros. Há vários efeitos secundários que não são quantificáveis. Percebe-se uma autonomia dos Departamentos e Unidades Orgânicas em relação à Reitoria, sobretudo financeiramente. Reconhecimento do papel do docente, valorizar as boas práticas na instituição são elementos importantes quando se pensa em investimento na inovação pedagógica. Além disso, colocaram na avaliação de desempenho pontos para quem investe em formação pedagógica, além da premiação às inovações pedagógicas.
Destaques da Experiência: Ressaltam a importância de avaliar permanentemente as iniciativas e fazer ajustes quando necessário. Investir em formação pedagógica pode ser um diferencial da Universidade. Identidade institucional deve ser trabalhada para quem chega novo na Instituição.
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PROGRAMA “DE PAR EM PAR” E LABORATÓRIO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Reunião de Trabalho com a Equipe de Coordenação do Programa "De Par em Par": Prof. Dr. João Pedro Pêgo (FEUP e Coordenador Institucional) e Ana Freitas (FEUP) nas dependências da Faculdade de Engenharia da UPorto.
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SESSÃO DE APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS - “DE PAR EM PAR”
O que é? O De Par em Par (DPEP) tem-se afirmado ao longo dos últimos anos como um programa de observações de aulas aceite pela comunidade acadêmica da U. Porto, com resultados visíveis ao nível da consciência e partilha pedagógica e da unidade da Universidade. Este ano, o Laboratório de Ensino e Aprendizagem da FEUP uniu esforços com a Escola Superior de Saúde para formar um programa de observação de aulas multidisciplinar e interinstitucional em parceria da U.Porto com a Escola Superior de Saúde do PPorto. Nesta sessão foi feita a apresentação dos resultados do DPEP do primeiro semestre do ano letivo 2018/19. No final da sessão teve um período para discussão e reflexão. A sessão teve lugar na Sala de Atos, edifício PRIHU da Escola Superior de Saúde – Instituto Politécnico do Porto, no dia 5 de fevereiro, às 14:45.
Programação: 14:45 – 15:00 – Recepção dos participantes 15:00: – 15:30 – Sessão de abertura Professora Cristina Prudêncio, Presidente da ESS PPorto Professor João Veloso, Pró-Reitor da U.Porto 15:30 – 15:45 – Introdução Ana Salgado, ESS PPorto João Pedro Pêgo, FEUP 15:45 – 16:30 – Apresentação dos Resultados do DPEP Ana Mouraz, CIIE-FPCEUP 16:30 – 17:00 – Discussão livre 17:00 – Encerramento Local: Escola Superior de Saúde – Instituto Politécnico do Porto Sala de Atos, edifício PRIHU R. Dr. António Bernardino de Almeida 400, 4200-072 Porto
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
SESSÃO DE APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS - “DE PAR EM PAR”
Participamos da Sessão de Apresentação dos Resultados do Programa "De Par em Par" no Sala de Atos da Escola Superior de Saúde – Instituto Politécnico do Porto
Profa. Dra. Ana Mouraz (CIIE-FPCEUP)
Prof. Dr. João Pedro Pêgo (FEUP)
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
PROGRAMA "OBSERVAR E APRENDER" DO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO - IST
O que é?
Este projeto inspira-se nos modelos anglo-saxónicos de peer observation and review of teaching e na sua adaptação portuguesa, o “De par em par” da Universidade do Porto (UP). A UP será parceira nesta iniciativa, numa lógica de partilha de experiências e de potenciação do processo de aprendizagem. A equipe proponente deste projeto, pioneiro na ULisboa, engloba representantes do Instituto Superior Técnico (IST) e demais Unidades Orgânicas. Este projeto, devidamente adaptado à realidade da ULisboa, tem um evento inicial de apresentação e preparação dos processos de observação, e um evento final de partilha dos principais resultados alcançados. Saiba mais: http://quc.tecnico.ulisboa.pt/observar-e-aprender/
Objetivos:
O projeto Observar e Aprender visa estimular a atividade de docência no Ensino Superior, promovendo espaços de experimentação e apoio aos docentes da ULisboa, constituindose como um fórum de formação interdisciplinar. As competências e a prática letiva podem ser melhoradas através do feedback recebido pelo observado, mas também através da sensibilização pedagógica que resulta da atividade como observador, num esquema de observações em que os docentes participantes são voluntários e em que o anonimato e a confidencialidade se encontram assegurados. O modelo de observação de pares proposto tem como base um quarteto constituído por dois pares de docentes, oriundos de diferentes Escolas e formando grupos de trabalho nos quais todos os intervenientes observam (duas vezes) e são observados (duas vezes). A equipe que coordena este projeto propõe-se assegurar a continuação desta iniciativa após a realização de dez bem sucedidas edições, onde foi possível contar com a participação ativa de 179 docentes de 17 Escolas da Universidade de Lisboa. O objetivo continua a ser o de assegurar o envolvimento e a participação ativa de um número crescente de Unidades Orgânicas e de docentes da ULisboa.
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
PROGRAMA "OBSERVAR E APRENDER" DO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO - IST
Destaques da Experiência:
O IST tem um significativo investimento na qualificação da pedagogia universitária dos seus professores. Destacam-se as iniciativas: do Núcleo de Desenvolvimento Acadêmico (NDA) e do Projeto “Observar e Aprender”. Sobre o Programa “Observar e Aprender”, há apoio de estatísticas para estruturar as avaliações dos pares que observam. Há uma interface do Programa com o Conselho Pedagógico. No Programa os quartetos são compostos por professores novos e antigos, preferencialmente de áreas diferentes. Esses pares fazem uma formação com convidados não remunerados. Há uma coordenação que cuida de todo o processo, faz reunião para explicar o funcionamento e depois para dar o feedback. Essa coordenação faz um controle, ano a ano, de todos os participantes e os pares criados, em planilha excel. Desses quartetos, um é escolhido coordenador, quem também faz a interlocução com a coordenação geral do Programa. Esse coordenador do quarteto, normalmente já participou do programa em algum momento, ou seja, já tem experiência. A coordenação geral escolhe o coordenador do quarteto. Este ano criaram uma comissão de embaixadores, pessoas conhecidas da coordenação geral, que ajudam na divulgação do programa. Ressalta-se que não é observado o conteúdo, mas apenas a forma de dar aula. Os quartetos tem um semestre para fazer as observações. Organizam-se, fazem as observações, reúnem-se para o feedback e entregam o formulário e as análises para a coordenação geral. Criaram, inclusive, um logo para o programa. Nos seminários de apresentação dos resultados sempre há o testemunho de alguém que participou de edições anteriores.
Profa. Dra. Beatriz Silva (IST ULisboa) Profa. Dra. Isabel Gonçalves (IST ULisboa)
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NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO ACADÉMICO (NDA) DO IST
O que é?
O Núcleo de Desenvolvimento Académico (NDA) tem como objetivo a promoção da qualidade no ensino-aprendizagem e a otimização das competências e sucesso académico dos estudantes do IST. O NDA desenvolve as suas atividades junto do corpo Docente, apoiando o desenvolvimento de competências nas áreas pedagógica e profissional, incluindo a dimensão da investigação, e junto dos estudantes, apoiando o seu desenvolvimento ao longo do percurso no IST, nomeadamente na transição entre o ensino secundário e o ensino superior, através do Programa de Tutorado. Saiba mais: https://nda.tecnico.ulisboa.pt/nda/
Missão:
O Núcleo de Desenvolvimento Académico tem como missão promover a integração e o sucesso académico dos estudantes, na transição do Ensino Secundário para o Ensino Superior e ao longo do seu percurso no Técnico, contribuindo através do envolvimento dos docentes, para a otimização dos processos de Ensino Aprendizagem.
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NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO ACADÉMICO (NDA) DO IST
Destaques da Experiência:
Após a Declaração de Bolonha — que desencadeou o denominado Processo de Bolonha — intensificou-se as atividades de tutorias, ou seja, o ensino por tutorias. Nesse formato de ensino, a relação professor-aluno é mais próxima, onde o professor tutor trabalha com grupos menores de estudantes, realizando um acompanhamento mais efetivo dos alunos que estão sob a sua tutoria. Alguns cursos como enfermagem, arquitetura e medicina já tem um ensino com tutorias, porém o mesmo não acontecia nas engenharias. EUA e Inglaterra trabalhavam muito com o ensino tutorial. O professor tutor trabalha questões acadêmicas, articulação entre as dimensões da vida pessoal e acadêmica, gestão do tempo etc. O docente é sempre do curso do aluno. Na ULisboa, os alunos do 1º e 2º ano do IST, tem um professor tutor. Cada tutor tem um grupo de aproximadamente 15 alunos. Assim, são feitas capacitações sobre diversas competências transversais como: gestão do tempo, expressão escrita e oral, trabalho em equipe, ética etc. Durante o andamento do Programa de Tutoria foram aparecendo várias necessidades, por exemplo: formação pedagógica para os professores, inteligência emocional, saúde de voz, orientação de alunos, gestão de conflitos. Assim foram organizadas várias formações. É neste contexto que nasce o Núcleo de Desenvolvimento Acadêmico (NDA), que faz uma articulação com o Conselho Pedagógico e o Conselho Científico, e foram criados vários programas como o “Observar e Aprender”, por exemplo. Este programa iniciou com parcerias entre professores que se conheciam na Universidade, integrando os cursos de Farmácia, Psicologia, Politécnico, Ciências. Outra iniciativa é o Shaping the Future <http://shapingthefuture.tecnico.ulisboa.pt>, um programa específico para docentes em início de carreira. É uma formação de imersão, onde os docentes fazem uma imersão fora do ambiente universitário durante três dias. No primeiro dia é tratado sobre a carreira e a missão do IST, no segundo dia a carreira científica e no terceiro dia a carreira pedagógica. Trata-se de uma formação com modelo dinâmico, inspirado no MIT, com mesas redondas, fóruns de debates etc.
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NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO ACADÉMICO (NDA) DO IST
Destaques da Experiência:
Esse processo é coordenado e planejado pelo Conselho Pedagógico e Científico. É obrigatório para todos os docentes que entram no IST e é facultativo aos que já estão em carreira. No total selecionam em torno de 20 professores. Paralelo a isso, há a iniciativa da Mentoria aos novos docentes. Todo docente novo tem um mentor, que faz um acompanhamento de carreira deste docente em seu período experimental (5 anos). Esse mentor raramente é do mesmo Departamento do docente. Os docentes novos recebem em torno de 5 mil euros para aquisição de equipamentos e materiais. Obrigatoriamente também devem fazer 6 meses sabáticos, aconselhado a fazer fora do país para a configuração de redes. Deve entregar relatórios anuais de atividades e o mentor também entrega uma avaliação, mas em função de progressão, com foco no andamento da carreira do docente. Os Departamentos são aconselhados fortemente a não dar encargos de gestão aos professores que estão em período experimental, bem como não dar demasiadas horas de aulas no 1º ciclo para terem mais contato com estudantes de mestrado. Além disso, esses professores tem suas aulas observadas pelo menos 1 vez por ano pela equipe do NDA. É uma avaliação pedagógica, não de conteúdos. Os docentes são contatados e escolhem a aula que querem que seja observada, depois é feita uma reunião com o docente onde é dado o feedback. Essa observação tem um roteiro pré estabelecido. O feedback é individual e também é dado por escrito. Essa observação da prática pedagógica também resulta em indicações para participar das formações, a medida das necessidades dos docentes. É observado por cinco anos.
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NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO ACADÉMICO (NDA) DO IST
Destaques da Experiência:
Outro é o Programa de Desempenho Pedagógico para docentes a melhorar, que faz um acompanhamento dos professores que tem baixa avaliação. Então são classificados como: excelentes, ou podem melhorar, e aos mal avaliados é realizado uma auditoria pelo Conselho Pedagógico, para analisar a situação. Os professores de “excelência” tem um reconhecimento, recebem um diploma no Salão Nobre. O melhor do 1º ciclo, do 2º ciclo, são convidados a falar e recebem um prêmio em dinheiro. Para os excelentes a avaliação deve estar acima de 9,9. Os professores com baixo rendimento passam a ser acompanhados quando a nota baixa, se repete por 6 semestres. Há um sistema que permite esse acompanhamento. Aí é feita uma reunião com o Presidente do Conselho Pedagógico e Científico em que o professor é confrontado com esse nota. E compulsoriamente 3 aulas são monitoradas. São em torno de 700 professores do IST. Os professores não gostam desse procedimento e esforçam-se para não repetir a avaliação ruim dos estudantes. Esse é um procedimento exclusivo do IST. Um dos resultados, por exemplo, pode ser uma adequação ao perfil daquele docente. Exemplo: se ele dá mais certo em laboratórios, poupá-lo ao máximo de aulas em salas com público grande. Em suma, há uma rede de apoio ao professor, para que faça uma boa aula e qualifique seu fazer pedagógico.
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO PEDAGOGIA DO ENSINO SUPERIOR (IE)
O que é?
Projeto do Curso de Especialização em Pedagogia do Ensino Superior do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.
Destaques da Experiência Na U.Lisboa não há a obrigatoriedade do professor ingressante frequentar cursos de formação pedagógica. Mesmo assim a Universidade tem investido nessa formação e oferecido formações em diversas temáticas: como dar o feedback das avaliações aos alunos; metodologias ativas, avaliação da aprendizagem etc. Jorge e Marta realizaram uma pesquisa sobre as experiências internacionais de Universidades que desenvolvem atividades de formação pedagógica aos professores que tem obrigatoriedade na participação. Nas formações oferecidas constatam que os professores da medicina e engenharias participam de forma significativa. O Curso de Especialização em Pedagogia do Ensino Superior do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa vem sendo gestado e planejado nestes últimos tempos e busca dar uma unidade orgânica para uma oferta de curso e com conhecimentos estruturados do ponto de vista pedagógico. O Curso será direcionado aos professores da Unidades Orgânicas da U.Lisboa e será aberto para qualquer profissional que pretenda lecionar no Ensino Superior.
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO PEDAGOGIA DO ENSINO SUPERIOR (IE)
O que é?
Prof. Dr. Jorge Ramos do Ó (Instituto de Educação)
Profa. Dra. Marta de Almeida (Instituto de Educação)
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PRÓ-REITORIA DE INOVAÇÃO CURRICULAR
O que é? Pró-Reitoria de inovação curricular e a internacionalização da formação dos primeiros e segundos ciclos de formação. Pró-Reitora: Profa. Dra. Sandra Cristina de Oliveira Soares
Destaques da Experiência Gestão da nova Equipe Reitoral é recente, meados de 2018. Estão em fase de estruturação das ações e da política institucional da nova gestão universitária. A PróReitoria também está acertando o fluxo e os procedimentos da política de inovação pedagógica. Na dimensão da Capacitação Pedagógica dos professores foram instituídos quatro Grupos de Trabalho (GT) para planejar coletivamente as estratégias: (1) Prática Pedagógica; (2) Espaço de Aprendizgem; (3) Competências Transversais; (4) Learning Analitic. Os GTs são compostos por docentes de diferentes áreas. A Pró-Reitoria tem buscado imprimir uma lógica mais participativa integrando a Comunidade Acadêmica com a Reitoria. Destaca a importância da articulação do processo de inovação pedagógica, da formação dos professores e da internacionalização da U.Aveiro. Ressalta que o processo de internacionalização da U.Aveiro está sendo organizado nos seguintes eixos: Cooperação qualitativa; Atração de estrangeiros e Acolhimento/Integração (atividades interculturais e Estudar e Viver em Aveiro). Está organizando um processo chamado Fórum Anual de Inovação Pedagógica na U.Aveiro, com previsão para o dia 18/6/2019 em articulação a um evento em comemoração dos 20 anos da Declaração de Bologna a ser realizado no dia 19/6/2019 em Aveiro. Nos dias 24 e 25/6/2019 será realizado um outro evento sobre a Declaração de Bologna na cidade de Bologna/Itália. Ressalta a importância de potencializar relações interinstitucionais de intercâmbio no âmbito da formação docente. Encaminhamento: buscar caminhos de fomento e apoio de intercâmbio entre a UFRGS e a U.Aveiro.
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PRÓ-REITORIA DE INOVAÇÃO CURRICULAR
O que é?
Profa. Dra. Sandra Soares (Pró-Reitora)
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FACULDADE DE PSICOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
O que é?
Reunião com o Prof. Dr. Antonio Gomes Ferreira, Diretor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
Prof. Dr. Antonio Gomes Ferreira (Diretor FPCE UC)
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Potencialidades das experiências para o contexto da UFRGS
Destacamos aqui as potencialidades das experiências desenvolvidas nas Universidades portuguesas visitadas para o contexto institucional da UFRGS. META: Implementar uma política de inovação pedagógica de modo a valorizar e reconhecer a dimensão da docência na UFRGS, desenvolvendo uma cultura de reconhecimento do trabalho pedagógico dos docentes da UFRGS. - Identificar e divulgar as boas práticas pedagógicas e os projetos de inovação pedagógica já realizados na UFRGS (Vídeos com os docentes que realizam boas práticas pedagógicas; Mestres Excelência da LEA/FEUP; Jornal da UFRGS; TV UFRGS etc). - Incluir no Edital do Salão EDUFRGS uma subtemática sobre “Inovação Pedagógica” ou “Boas Práticas da Docência”, viabilizando uma premiação específica nesta subtemática. - Lançar um Edital específico para apoio e fomento financeiro de Projetos Pedagógicos Inovadores, nos moldes dos Projetos de Inovação Pedagógica da U.Porto. - Organizar um “Workshop Anual de Inovação e Partilha Pedagógica”, para apresentação dos projetos de inovação pedagógica selecionados. Observação: contabilizar a respectiva carga horária para os participantes no PAAP. - Incentivar a publicação de artigos e relatos de experiência sobre as práticas e pesquisas na docência do Ensino Superior. - Fortalecer uma rede de contato (ministrantes, participantes, atores e setores da UFRGS) para a consolidação de uma política de inovação pedagógica. - Criar uma Comissão/GT para o fomento e organização de ações voltadas à Inovação Pedagógica na UFRGS. META: Ampliar a realização de Cursos, Oficinas e Capacitações Pedagógicas aos docentes em estágio probatório por meio do Módulo II do PAAP e incentivar a participação dos professores efetivos da UFRGS. - Avaliar permanentemente os Cursos e Oficinas realizadas e feedback dos participantes e ministrantes. - Identificar as temáticas e ministrantes bem avaliados para uma sistemática oferta dos Cursos e Oficinas. - Revisar a Instrução Normativa do PAAP de modo a potencializar um itinerário de formação pedagógica aos docentes da UFRGS.
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RELATO DAS EXPERIÊNCIAS VISITADAS
Potencialidades das experiências para o contexto da UFRGS
META: Implementar um “Programa de Docência Colaborativa” e de observação de pares multidisciplinares e multiprofissionais com finalidade (auto)formativa e (auto)reflexiva da docência no Ensino Superior nos moldes do Programa “De Par em Par” da U.Porto e do Projeto “Observar e Aprender” da U.Lisboa. - Elaborar um Edital específico para o "Programa de Docência Colaborativa", podendo ser registrado enquanto ação de Capacitação. Observação I: contabilizar a carga horária no Módulo II do PAAP e verificar de que forma incentivar a participação dos professores efetivos. Observação II: sugestão de nome para o Programa: “Docência Colaborativa: Observação, Reflexão e Partilha Pedagógica” - Promover práticas colaborativas na Docência do Ensino Superior
META: Verificar viabilidade de intercâmbio interinstitucional entre docentes da UFRGS e as Universidades portuguesas sobre Pedagogia Universitária por meio de Editais de fomento internacionais. - Manter a rede de comunicação com as Universidades portuguesas visitadas e seus atores institucionais de modo a socializar, divulgar e participar de eventos, formações, publicações e pesquisas de interesse mútuo. - Articular ações conjuntas de intercâmbio interinstitucional para a formação continuada dos professores da UFRGS e U.Aveiro. - Manter o contato e a troca de experiências sobre o processo de implantação, formação, currículo e gestão do Curso de Especialização em Pedagogia do Ensino Superior do Instituto de Educação da U.Lisboa. - Realizar reunião com a RELINTER com o objetivo de identificar Editais de fomento sobre Formação de Professores do Ensino Superior, para o intercâmbio da UFRGS com as Universidades portuguesas visitadas.
Referência: MOURAZ, Ana; PÊGO, João Pedro (Orgs.). De Par em Par na U.Porto. U.Porto Edições. Ensino e Educação Universitária, 2. 1ª edição, Porto, 2017.
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REDE
POTENCIALIZANDO UMA REDE
pessoas . inovação . diálogo . pedagogia . experiências . pesquisa conexão . docência . troca . cooperação . possibilidades . intercâmbio internacionalização universidade . transformação . encontros
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REDE
CONTATOS DA REDE
Profa. Dra. Ana Mouraz anamouraz@fpce.up.pt Prof. Dr. Antonio Gomes Ferreira antonio@fpce.uc.pt Profa. Dra. Beatriz Silva beatriz.silva@tecnico.ulisboa.pt Ana Freitas lea@fe.up.pt Profa. Dra. Isabel Gonçalves isabel.goncalves@tecnico.ulisboa.pt Prof. Dr. João Pedro Pêgo jppego@fe.up.pt Prof. Dr. João Veloso jmveloso@reit.up.pt Prof. Dr. Jorge Ramos do Ó jorge.o@ie.ulisboa.pt Dra. Maria Pinto mariapinto@reit.up.pt Prof. Dr. Marta Mateus de Almeida mialmeida@ie.ulisboa.pt Profa. Dra.. Sandra Soares sandra.soares@ua.pt
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