Ana Paula Valadão
Ana Staut
Ivonete Porto Emi Sousa
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Ana Paula Valadão
Ana Staut
Ivonete Porto Emi Sousa

Fernanda Witwytzky & convidadas





Fernanda Witwytzky, é esposa do Rafael Carrilho e mãe dos três pequenos: Samuel, Sara e Isaac. Ela é escritora de livros infantis, diversos livros sobre maternidade e casamento e organizou a coleção de devocionais Para Mães, sendo membra da Igreja Batista Vértice.
Ana Paula Valadão, é esposa do Gustavo Bessa e mãe do Isaque e do Benjamim. Ela é pastora da Igreja DT, na Flórida, escritora, cantora, líder do Diante do Trono e fundadora da Missão Diante do Trono, que atua no sertão brasileiro, Índia e África.
Ana Staut, é esposa do Bruno Emidio e mãe da pequena Aurora. Ela é formada em jornalismo e hoje atua como gestora de comunicação e escritora, sendo membra da Igreja Esperança e obreira do L’Abri Brasil.
Ivonete Porto, é esposa do Allen Porto e mãe do Matias e da Lúcia. Ela é pedagoga, professora, escritora e teóloga, especialista em Teologia Filosófica (CPAJ), e membra da Primeira Igreja Presbiteriana de Barretos..
Emi Sousa, é esposa do Vinicius Sousa e mãe da Mia. Ela é cantora, compositora e escritora, também é líder e cofundadora da FHOP Music e líder espiritual da Florianópolis House of Prayer (FHOP).
Ana Paula Valadão Ana Staut Emi Sousa Ivonete Porto
Copyright © 2026 PURPOSE PAPER SERVIÇOS DE PAPELARIA LTDA
Primeira edição em português: 2026
Todos os direitos em língua portuguesa reservados por Purpose Paper. PROIBIDA A REPRODUÇÃO DESTE LIVRO, POR QUAISQUER MEIOS, SEM A PERMISSÃO
ESCRITA DOS EDITORES, SALVO EM BREVES CITAÇÕES, COM INDICAÇÃO
DA FONTE. Os textos das referências bíblicas foram extraídos da versão Almeida
Século 21 (A21), salvo indicação específica.
Publisher: Maeli Galdino
Organização: Fernanda Witwytzky
Autoria: Fernanda Witwytzky; Ana Paula Valadão; Ana Staut; Emi Sousa; Ivonete Porto
Diagramação: Barbara Lima Vasconcelos
Coordenação Editorial e Edição: Amanda Centeno
Preparação de Texto e Revisão: Aline Sertão
Projeto Gráfico: Luiza Guarçoni
Ilustrações: Beatrz Lasci e Luiza Guarçoni
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
P221 Para mães sem esperança : devocionais para um maternar confiante / Fernanda Witwytzky (org.). – São Paulo: Purpose Paper, 2026. 176 p. ; il. : 21 cm. — (Coleção “Devocional para mães").
ISBN: 978-65-85050-35-7
1. Vida cristã. 2. Devocional. 3. Maternidade. I. Witwytzky, Fernanda (org.). II. Devocional para mães
CDU 2-457
Bibliotecária responsável: Caroline Lago de Carvalho (CRB-1/3170)
Mãe, este devocional vai acompanhar sua rotina materna por 50 dias! Aqui vão algumas dicas que te ajudarão a percorrer esta jornada:
1. Encontre seu ritmo ao longo desses 50 dias de devocional. Dentro do que estabelecer, busque ser constante. Sempre que necessário, readeque a leitura à sua rotina como achar melhor.
2. Coloque em prática! Cada devocional vem com uma sugestão de prática, ao final, que te encoraja a práticas simples para meditar naquilo que recebeu.
3. Sinta-se abraçada e abrace outras mães! Troque experiências, compartilhe com outras mães os ensinamentos que adquirir e viva essa experiência devocional em comunidade!
4. Medite sobre os temas e textos bíblicos ao longo do dia. Fale com o Senhor entre uma tarefa e outra — ou até no meio delas, por que não?
5. Ao final desta jornada devocional, reflita sobre o consolo e alívio que Deus proporciona à sua alma e revisite este livro sempre que precisar ser lembrada das bênçãos derramadas sobre o seu maternar!
Em meus dias mais escuros, os seus ouvidos foram a luz do Senhor sobre mim!
Introdução
1. Um grito de socorro
2. Minha casa está um caos
3. Pela manhã, sei que me ouves
4. Sem mais lencinhos!
5. Fracas e imperfeitas
6. Todas as minhas mães
7. Um lembrete
8. Uma palavra sobre a eternidade muda tudo
9. Descansar nele
10. Esperança em meio ao descontrole
11. Estação de poda
12. O melhor presente para os meus filhos
13. Aguardo com esperança
14. A recompensa
15. Consolo na vida e na morte
16. Mães que choram
17. Nutrir, permanecer e frutificar
18. Quando meus planos se frustram
19. Um Pai com P maiúsculo
20. Entre vales e montanhas
21. O sorriso e o futuro
22. Quando a esperança parece distante
23. O copo meio vazio
24. Alegria após uma noite escura
25. Boca e coração
26. Graça para ser imperfeita
27. Deixe a luz acesa
28. Amor à Palavra
29. Recomeçar de novo e de novo
30. Bem-aventuradas as que choram!
31. Tudo que é triste se tornará falso
32. Um passo de cada vez
33. Por que estás abatida, minha alma?
34. Passagem só de ida
35. Na companhia de um
36. Graça que basta
37. Quando a fraqueza encontra a força
38. Até onde o olhar alcança
39. Uma mente obediente
40. Em meio ao silêncio
41. A espera na varanda
42. Tesouro em vaso de barro
43. Por inteiro
44. Jarras vazias, fonte inesgotável
45. Quero ser avó
46. Vale de ossos secos
47. O verdadeiro sucesso
48. Perseguindo a sabedoria
49. Meu colo é o altar
50. Acompanhada no vale
Introdução
Fernanda WitWytzky
Eu sonhava com a maternidade desde muito pequena. Uma das minhas fotos prediletas da infância é uma em que estou “grávida”, com uma bola de futebol dentro do meu vestido e uma boneca por cima dessa “barriga”. Vinte anos depois, lá estaria eu com dois bebês no colo e um bebê em minha barriga. Falando assim, parece até que o tempo passou rápido, mas não foi bem assim. Ainda no namoro, eu e meu esposo combinamos que, após o nosso casamento, passaríamos dois anos sem filhos. Quando esse tempo acabou, contei nove meses para frente e imaginei o nosso primeiro filho nascendo. Do dia em que decidimos que engravidaríamos (como se tivéssemos algum poder absoluto sobre isso) até o dia em que os nossos gêmeos
nasceram, passaram-se quarenta meses. Nesse tempo, eu percebia que havia uma escuridão sobre mim. A tristeza que me visitava a cada teste de gravidez negativo havia se tornado uma moradora do meu coração. Os dias, que sempre tiveram tanta cor para uma pessoa extrovertida como eu, passaram a ser cada vez mais cinzentos. Então, a minha cunhada amada, que havia passado por um sério quadro de depressão, aconselhou-me a buscar terapia. Na primeira sessão com a psicóloga (que me acompanharia pelos próximos sete anos), eu lhe fiz um resumo sobre a minha vida e finalizei dizendo: “A sensação que tenho é de que passei a vida inteira anestesiada, e a anestesia passou. Estou sentindo absolutamente tudo!”. Isso não era uma mentira, afinal, as minhas realizações pessoais sempre taparam uma dor que eu carregava. A frustração constante de não conseguir engravidar apenas fez essa verdade aparecer. Eu olhava para mulheres gestantes ou mães de bebês e imaginava o quão felizes elas eram. Se, naquela época, eu encontrasse este devocional em uma estante, pensaria: “Essas autoras devem estar loucas, não é possível viver sem esperança com um filho nos braços!”. Eu cria fortemente que ter filhos era a solução para a minha desesperança diante da vida. Então, o Senhor, em sua misericórdia, permitiu não só que eu gerasse três filhos depois de um tempo precioso de espera, mas me provou que os ter não era a solução para a minha alma aflita. Foi em dias escuros, com os meus filhos já nos braços, que tive a chance de encontrar um Deus que não se assemelha a um gênio da lâmpada. Ele não é um realizador de desejos, que promete uma vida próspera e então desaparece. Ele é um Pai, e a esperança não está no que ele nos dá, mas em quem ele é.
Eu encontrei o Deus que se faz presente para as mães em seus dias mais desesperançosos. Nas noites amamentando, nas manhãs com o Sol ainda nascendo e uma criança me chamando, nas tardes nos parquinhos ou no trânsito, levando os meus filhos para o primeiro dia de aula… em todos esses momentos, em meio aos meus pensamentos caóticos, o Senhor me acompanhou. Assim como, agora mesmo, ele te acompanha.
Este é o último devocional da série “Para Mães”, e ele tinha que ser profundo como a semente que eu tenho orado para que Senhor plante em seu coração enquanto você o lê. Minha irmã, pegue sua xícara de café (ou o resto do que sobrou do café da manhã dos seus filhos, para ser mais realista), se preciso for, pegue também um lencinho, e vamos juntas iniciar esta jornada de mães esperançosas!
Por Fernanda WitWytzky
“Elevo meus olhos para os montes; de onde vem o meu socorro? Meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra. Ele não permitirá que teus pés vacilem; aquele que te guarda não se descuida. É certo que o guarda de Israel não se descuidará nem dormirá.” (Salmo 121.1–4)
Eu estava na décima semana de gestação dos gêmeos quando mudamos de apartamento. Em meio a agitação da mudança, uma grande quantidade de sangue começou a escorrer por minhas pernas. Desesperadamente, comecei a chamar pelo Rafa, e dentro de minutos estávamos no carro a caminho do hospital. Enquanto preparavam a sala de ultrassom para me receber, fui ao banheiro me limpar. No silêncio daquele hospital, comecei a gritar pelo socorro do Senhor. Eu me lembro de clamar para que a vida de nenhum dos meus filhos cessasse naquele momento. Entrei na sala de ultrassom entre muitas lágrimas, enquanto o meu esposo, em total silêncio (e temor), segurava a minha mão. Os minutos que antecederam a notícia do médico pareceram uma eternidade: “os dois bebês estão bem”.
Lembro-me de que expirei forte a angústia que estava em meu peito. Recebi as instruções necessárias para tratar o sangramento e, então, voltamos para casa. No retorno, havia um silêncio no carro. Não sei da parte do meu esposo, mas da minha era de alívio e reflexão sobre o desespero que eu havia passado. Biologicamente, a minha reação foi completamente
MÃES sem esperança
aceitável, já que o Senhor me fizera responsável pelas vidas que carregava. Porém, espiritualmente, percebi que Deus queria tratar algo em mim.
No Salmo 121, Davi afirma duas vezes que o Senhor não se descuida. Quando recebi a notícia de que meus filhos estavam vivos, percebi que em meu coração havia uma crença de que, por isso, eu podia confiar que Deus não havia se descuidado. Mas e se o seu desejo fosse recolher os meus filhos? Ele teria se descuidado? Ele teria deixado de ser um Deus soberano por me permitir passar por algo devastador?
O salmista diz que o nosso socorro vem do Senhor. O Deus que nos guarda não se descuida, e todos os seus planos são perfeitos. Percebi que eu precisava iniciar um novo nível de confiança em minha vida com ele. Nesse mesmo capítulo, o salmista diz que o Senhor guardará a nossa alma. É apenas com a alma guardada em Deus que aprendemos a clamar pelo socorro que ele tem para nos oferecer. Ele é o próprio auxílio; a resposta que tanto desejamos, não. Nele podemos confiar, mais do que em nossa própria vontade. O Deus que não permite que os nossos pés vacilem não é o que faz o que queremos, e sim o que não se descuida de fazer a sua própria boa, perfeita e agradável vontade.
O salmista diz que o nosso socorro vem do Senhor. O Deus que nos guarda não se descuida, e todos os seus planos são perfeitos.
praticando: Abra a sua Bíblia no Salmo 121 e leia todo o capítulo em forma de oração ao Senhor. 1
2. Minha casa está um caos
Por ivonete Porto
“Tu conservarás em perfeita paz aquele que tem seu propósito firme em ti, porque confia em ti.” (Isaías 26.3)
Eu me lembro como se fosse hoje: paredes quebradas, móveis fora do lugar, tudo empoeirado, calçados sujos de gesso, roupa suja… muita roupa suja, sujeira por toda parte. Eram os ajustes necessários para a chegada do nosso primeiro filho. A alegria interna desse momento se misturava com a angústia do caos que habitava a parte de fora, enquanto tentávamos organizar nosso pequeno apartamento de 52m², abarrotado de livros e com um escritório que precisava se tornar um quartinho de bebê. Com sete meses de gestação, eu não via a hora de ver tudo pronto. Meu incômodo era maior por não poder fazer nada além de cumprir a ordem do meu esposo: “Não saia do quarto por causa do pó”. Isolada, mergulhada em uma pesquisa de trabalho, deparei-me com a pintura de Peter Paul Rubens, Landscape with Rainbow (1636) e fiquei a contemplá-la, refletindo sobre como o coração humano anseia por ordem mesmo vivendo em meio ao caos, mesmo habitando em um mundo quebrado.
As “bagunças da vida” são capazes de carregar a nossa esperança: desde as bagunças internas, como as feridas da alma, os pecados que não conseguimos vencer, os problemas no casamento ou do trabalho, até o caos que envolve nosso país. Para tantas situações, nosso desejo é simples: ver tudo pronto, arrumado, resolvido o mais rápido possível. Mas como arrumar, quando nem podemos “sair do quarto”? A esperança parece se
MÃES sem esperança
esvair, porque ansiamos pelo shalom, mas, ao olharmos para a realidade do caos, percebemos a fenda enorme que existe em nossa incapacidade de restaurar a ordem.
E se olharmos nessa perspectiva caótica, de fato, o caminho será o da desesperança. Mas contemplar essa imagem nos ajuda a perceber algo transformador: a harmonia, a beleza e a ordem que tanto desejamos só podem ser plenamente restauradas pelo Redentor. Mesmo quando não podemos agir, ele trabalha em meio ao caos, moldando-nos através da própria bagunça da vida, preparando-nos para o dia em que finalmente experimentaremos o shalom, a paz completa. Depois de tanto pó, o que antes era caos, agora estava organizado: paredes limpas e pintadas, móveis no lugar, roupas dobradas e cheirosas, livros e brinquedos na estante.
[…] a harmonia, a beleza e a ordem que tanto desejamos só podem ser plenamente restauradas pelo Redentor. Mesmo quando não podemos agir, ele trabalha em meio ao caos, moldando-nos através da própria bagunça da vida […]
Muitas vezes, para que a nossa esperança repouse na verdade de que Deus restaura e transforma, como um Pai amoroso, ele nos permite experimentar um vislumbre do shalom eterno, ainda que de maneira imperfeita, neste mundo, para que o nosso coração não duvide da certeza de que, mesmo em meio ao caos, ele trabalha para restaurar, organizar e encher nossos corações de paz.
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praticando: Busque pela obra Landscape with Rainbow e alimente seu coração com ela, lembrando que todas as bagunças, sejam da casa ou da vida, podem ser restauradas e colocadas em ordem por aquele que faz novas todas as coisas. Confie que, em sua mão, até o caos se torna instrumento de beleza e esperança.
Pela manhã, sei que me ouves
Por emi SouSa
“Ó Senhor, de manhã ouves minha voz […]” (Salmo 5.3a)
É de manhã. O despertador toca, a criança acorda e uma nova lista de responsabilidades nos recebe antes mesmo de vivermos as próximas horas do dia. Para nós, mães, as manhãs raramente são tranquilas: cafés da manhã para preparar, emoções para acalmar, meias minúsculas para encontrar. Mas, em meio a esse turbilhão, há um convite que ecoa das Escrituras. Esse versículo de Salmos carrega um ritmo que pode restaurar um coração cansado e ansioso. Ele nos lembra de que, antes do dia começar, Deus nos ouve. Antes que o mundo exija de mim, Deus me acolhe.
Antes de você se entregar aos outros, Deus te convida a vir ser preenchida por ele.
[…] antes do dia começar, Deus nos ouve. Antes que o mundo exija de mim, Deus me acolhe. Antes de você se entregar aos outros, Deus te convida a vir ser preenchida por ele.
Como mães, as manhãs são muito mais um momento de sobrevivência do que um santuário. Mas esse versículo nos ensina que ela é mais do que um começo: é um momento sagrado. É onde se determina o tom do nosso dia antes dos afazeres nos engolirem. Então, imagine os primeiros momentos do seu dia não como uma lista de afazeres, mas como um altar silencioso. Antes do café, antes das tarefas, antes do caos, há um momento para sussurrar: “Bom dia, Senhor. Ouves minha voz”.
Davi não diz: “Espero que me ouças” ou “Se tiveres tempo, Senhor”. Ele diz com confiança: “Ouves minha voz”. Essa certeza é vivificante, especialmente para mães que muitas vezes se sentem invisíveis ou não ouvidas. Você se entrega todos os dias e, às vezes, ninguém agradece. É fácil se perguntar se alguém percebe suas lágrimas ou seu esforço.
Mas aqui está a verdade: você é notada pelo Eterno. Ele ouve a oração que você sussurra enquanto dobra a roupa, o apelo silencioso no meio da noite, quando seu filho está doente e você se senta ao lado dele, orando em silêncio. O Deus que ouviu a voz matinal de Davi também ouve a sua.
Em hebraico, a palavra para “ouvir” (שָׁמַע, shama’) significa mais do que um som entrando no ouvido, antes, implica ouvir com intenção, compreensão e resposta. Portanto, quando você ora, não está enviando palavras para o céu, está falando ao coração de um Pai que se inclina, que valoriza cada palavra. E, porque ele ouve, você pode descansar logo pela manhã!
Agora mesmo, erga sua voz ao Senhor sabendo que ele está atento. Essa é uma certeza que você pode ter. Seu dia pode sempre começar diferente, pois seu Criador está a um sussurro de distância. Fale com ele em oração, ele certamente te ouvirá.
praticando: Ore ao Senhor: “Jesus, sei que estás próximo, que ouves o som da minha voz, e não só me ouves, mas dá atenção ao meu clamor. Dá-me graça para permanecer firmada em ti e manter uma conversa ativa contigo todos os dias. Eu descanso na verdade de que se inclinarás à minha oração. Amém”. 3
Para mães sem esperança: devocionais para um maternar confiante
Por vezes, nos encontramos em meio a tempestades turbulentas que parecem nunca cessar. Como mães, diante de um presente caótico, somos tentadas a duvidar da providência do Senhor, nos afogando em um mar de desesperança. Nossos corações ficam inquietos, enquanto isso, Jesus se mantém em silêncio, como que dormindo tranquilamente no barco.
Contudo, devemos trazer à memória aquilo que pode nos dar esperança. Cristo, agora mesmo, está bem perto. Sua mão cuidadora nunca se apartou de nós, e ele prometeu sempre estar ao nosso lado. Ah, que consolo doce para o coração materno é saber que o Deus que conduz a história está conduzindo nosso barco! Uma só palavra e a tempestade cessa. E, então, podemos reconhecer que sua voz é mais poderosa do que qualquer trovão que possa nos assustar.
“Para mães sem esperança: devocionais para um maternar confiante” nos faz relembrar as promessas feitas pelo nosso Pai e nos ajuda a confiar em seus planos para o futuro de nossas famílias, perfeitamente traçados e alinhados à boa, perfeita e agradável vontade de um Deus onipotente, bondoso e que diariamente nos cerca com sua graça.
