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Edição de Agosto do Jornal A Paróquia

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2 PALAVRA DO PADRE

A VOZ DO PAPA

Queridos irmãos e irmãs... O mês de agosto é dedicado a reflexão sobre as vocações

Agradecemos a Deus pela graça e dons que nosso seminarista Denis-Ricard recebeu no último dia 03. Nossa paróquia se alegra com este gesto de nossa Igreja e pelo ‘sim’ deste jovem em seu caminho vocacional. Deus o conduza cada vez mais em sua caminhada ao Reino. Dia 06 celebramos o dia da Transfiguração do Senhor, para nós um mistério, porém que tenhamos claro que Jesus é este Deus que vem nos libertar de todas as prisões e imprimir a nova Lei. A lei do Amor. Aproveito para lembrá-los que, no próximo dia 10 teremos a formação com todos os catequistas de nossa paróquia. Um momento importante de atualização em nossa caminhada enquanto discípulos missionários. No próximo dia 12, haverá a reunião de nosso Conselho Pastoral Paroquial o (C.P.P). Nele é importante participarmos e estarmos interados, pois ali é o espaço, no qual podemos visualizar para onde caminhamos e seguimos a Cristo, como também um momento de avaliarmos nossa vivência enquanto comunidade. No dia 16, no espaço PEC – Caieiras teremos o primeiro evento com dimensão interreligiosa chamado: Sobrenatural. Uma nova experiência e que contará com a participação de nomes importantes católicos,

no processo de evangelização de nossa juventude. Sejamos todos bem vindos a este momento de oração e louvor a Deus. No dia 17, celebraremos com grande Alegria, a Assunção de Nossa Senhora. Maria em sua simplicidade e fidelidade é elevada aos céus. Sendo a primeira a contemplar a Glória celestial. Dirijamos nossas preces para que ela possa interceder por nós junto a Deus, para que possamos contemplar essa glória prometida por seu Filho a todos nós. No período de 18 a 21 todo o clero diocesano se retirará em oração, em Itaici, para ter estes dias de oração e proximidade maior com este Deus. Peço para que todos se unam em oração por nós padres e diáconos, para que possamos servir mais a Deus em graça e santidade. Aproveito o mesmo pedido pelo natalício de nosso Bispo diocesano – Dom Sérgio Ap. Colombo que ocorrerá no dia 29 deste mês. Que Deus o conduza e lhe confira sabedoria e perseverança em seu ministério. Este mês também temos a semana da família. A Espiritualidade Cristã na Família: um casamento que dá certo. A Pastoral Familiar nos propõe com este tema a reflexão para realizarmos na semana da família, 10 a 16 de agosto, apresentando a nós um subsidio próprio para estudos e meditação. Neste material é possível encontrarmos dez roteiros, para situações específicas que vivemos em família, por exemplo: dia dos pais, aniversário de casamento, dia dos avós etc. Além disso, há uma preparação para aqueles que participarão do Congresso Nacional da Pastoral Familiar que ocorrerá em São Luis – MA. O Papa Francisco em sua mensagem direcionada as famílias pede para que todas rezem pelo Sínodo que se realizará no mês de

Outubro e pelo encontro Mundial das Famílias, no ano de 2015, na cidade da Filadélfia – Estados Unidos da América. Pois uma família que permanece em oração, beneficia a si mesma e a todos aqueles que a circundam. É um convite a vivermos em oração. Pedir uns pelos outros. Por isso, é oportuno revisarmos como que nossas famílias estão rezando. Nesta revisão, nos propormos a buscar onde está o norte de nossa oração. Este rumo é Jesus Cristo. Que viveu e conheceu, por meio de sua família, a oração e a tradição religiosa de seu tempo. Vivamos este importante momento que nos pede e orienta a Pastoral Familiar. Possamos nos sentir chamados a também participarmos desta semana. Somos convidados a conhecer a programação que foi pensada para nossas famílias rezarem em nossa Matriz e comunidades. Unamos nossas mãos em oração por nossas famílias, jovens, crianças, idosos e todos os membros que compõem os diversos núcleos familiares existentes em nossa Cidade. Neste mês que dedicamos às vocações, nossas orações também deem atenção as vocações religiosas, sacerdotais e matrimoniais. Concedendo a nossos seminaristas a perseverança em sua caminhada, aos padres fortaleza em seu ministério e paz ao nosso Bispo diocesano. Concluo lembrando que este mês continuamos com nossa novena a São Miguel Arcanjo, veja a programação que foi especialmente pensada para vivermos este importante período de oração e devoção. Que o exemplo da Família de Nazaré seja para nós fonte de inspiração e confiança no plano da Salvação dada por Deus a nós. Amém.

Ainda hoje estamos no tempo dos mártires: os cristãos são perseguidos no Médio Oriente onde são assassinados ou obrigados a fugir, também «de forma elegante, com luvas brancas». No dia em que a Igreja faz memória dos mártires dos primeiros séculos, o Papa Francisco convidou a rezar «pelos nossos irmãos que hoje são perseguidos». Porque, afirmou, hoje «não existem menos mártires» do que nos tempos de Nero. Portanto, foi precisamente ao martírio, à sua atualidade e ao que o caracteriza que o Pontífice dedicou a celebração eucarística. «Na oração no início da missa — disse o Papa — assim invocamos o Senhor: “Senhor, que fecundastes com o sangue dos mártires os primeiros rebentos da Igreja de Roma”». É uma invocação apropriada, explicou, para a comemoração dos «primeiros mártires desta Igreja». É particularmente significativo, observou o Papa, que «o verbo que usamos para invocar o Senhor é fecundar». Portanto, «fala-se de crescimento e de uma planta: isto faz-nos pensar nas várias vezes em que Jesus dizia que o Reino dos céus é como uma semente». Também «o apóstolo Pedro, na sua carta, nos diz que “fomos regenerados como uma semente incorruptível”». Numa parábola, Jesus explica precisamente que «o Reino dos céus é como um homem que lança a semente na terra, depois vai para casa, repousa, trabalha, vigia, de noite e de dia, e a semente cresce, brota, sem que ele saiba como». Por conseguinte, a questão central, afirmou o Papa, consiste em perguntarse «sobre o modo como fazer para que esta semente da palavra de Deus cresça e se torne o Reino de Deus, cresça e se torne Igreja». O bispo de Roma indicou «as duas fontes» que realizam esta obra: «o Espírito Santo — a sua força — e o testemunho do cristão». Em primeiro lugar, explicou o Papa, «sabemos que não há crescimento sem o Espírito». Mas, prosseguiu, «é necessário também o testemunho do cristão». E «quando o testemunho chega ao final, quando as circunstâncias históricas nos pedem um testemunho forte, ali encontramos os mártires: as maiores testemunhas!». Eis então que «aquela Igreja é irrigada com o sangue dos mártires». Exatamente «esta é a beleza do martírio: começa com o testemunho, dia após dia, e depois pode acabar com o sangue, como Jesus, o primeiro mártir, a primeira testemunha, a testemunha fiel». Porém, para ser verdadeiro, o testemunho «deve ser incondicional» afirmou o Pontífice. O Evangelho proposto pela liturgia hodierna (Mt 8, 18-22) é claro a este propósito. O Papa convidou, portanto a pensar «nos numerosos mártires de hoje que oferecem a sua vida a favor da fé: os cristãos perseguidos». «Pensemos no Médio Oriente» e também «nos cristãos afastados de forma elegante: também aquela é uma perseguição!». Papa Francisco

DIRETO DA DIOCESE

Irmãos e Irmãs! A liturgia do domingo dia 03, nos levou ao encontro de Jesus num lugar deserto e afastado como ouvimos no Evangelho. O deserto lembra o êxodo onde o povo, à duras penas iniciou uma nova sociedade sem opressão, dominação, dependência, diferente do modo como vivia no Egito. Com o povo Jesus vai realizar o grande sinal, único e inconfundível, capaz de criar novas relações: sociais/econômicas/religiosas, o sinal da partilha dos bens, a partir da mesa dos pobres, contrario ao banquete de Herodes, no inicio desse capitulo, banquete dos poderosos, onde se trama a morte de todos os que são sinal de esperança e vida para o povo como o era João Batista. O povo ao sair das cidades e seguir Jesus, revela que não perdeu a esperança. Jesus de barco e ele (o povo) a pé, não querendo perder de vista a possibilidade de ver realizado um novo tempo – o tempo do Messias, com justiça e misericórdia, vida e dignidade para todos. Quando se encontra com a multidão a reação de Jesus é de compaixão – sofrer com quem sofre. A todos acolhe e cura os doentes. Já é tarde, o lugar é deserto. Como despedir as multidões para ir comprar comida questiona os discípulos. O que é que Jesus diz: eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer! Os discípulos responderam: só temos aqui cinco pães e dois peixes. Jesus disse: Trazei-os aqui. Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a benção. Em seguida partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram as multidões. Todos comeram e ficaram satisfeitos e, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios.

O gesto realizado por Jesus reconhece que o alimento é dom de Deus, não pode ser propriedade de ninguém, sua função só pode ser compreendida na esfera da gratuidade, portanto, da partilha, o que revelou a multidão fazendo chegar até Ele as provisões que haviam levado. Ao elevar os olhos aos céus, Jesus da graças ao Pai, abençoa, e manda distribuir para que todos comessem a vontade. Quanto ao que sobrou – doze cestos cheios, recorda as doze tribos de Israel indicando todo povo de Deus de ontem de hoje e sempre. Qual o milagre que o mundo precisa permitir acontecer? É o milagre da distribuição e da partilha dos bens, dom de Deus e da sua criação. Esse milagre não é difícil e nem impossível, porque os pobres e Jesus já o realizaram. O Evangelho desse domingo nos remete a Eucaristia enquanto dom gratuito de Deus, pão em abundância que sacia os que se comprometem com Jesus e seu projeto: o Reino da justiça e da misericórdia. Como se da a partilha dos bens em nossas comunidades? Como os pobres são tratados? Iniciando o mês de agosto, mês vocacional, lembramo-nos dos Diáconos, Padres e Bispos que tem o ministério ordenado. Rezemos por eles para que sejam fiéis a vocação recebida testemunhando sempre com ardor Jesus Cristo junto ao povo.

BIANCA DA SILVA PIRES FELIPE GABRIEL DA SILVA MENEZES LUCCA PAULINO FAVARETO MARIA EDUARDA SILVA MIGUEL BERTO LARA NICOLE PIRES DO ESPIRITO SANTO PEDRO HENRIQUE GONÇALVES BRANT RAPHAEL NOGUEIRA SILVA


3 MATÉRIA DE CAPA

Eu sou a videira e vós... (João 15)

Sem. Denis-Ricard

“O exemplo da videira é perfeito, pois próprio da árvore é possuir raízes, possuir seiva em seu interior, é trazer sombra e frutos e onde podemos encontrar esta realidade espiritual em nossa realidade material, se não na Igreja? É nela que encontramos a raiz da fé que professamos, que são os apóstolos, sua tradição e doutrina; é nela que encontramos a seiva de nossa vida, aquilo que é o alimento, que são os sacramentos, a Eucaristia, a palavra” Jesus nos ensina nesta passagem de João que Ele é a videira e nós somos os ramos e nos recorda que fora do tronco o galho não pode sobreviver. Pode até durar alguns dias, mas logo em breve morrerá. Quando reflito sobre esta imagem da árvore, inevitavelmente o Espírito me faz repousar o pensamento sobre a Igreja. O exemplo da videira é perfeito, pois próprio da árvore é possuir raízes, possuir seiva em seu interior, é trazer sombra e frutos e onde podemos encontrar esta realidade espiritual em nossa realidade material, se não na Igreja? É nela que encontramos a raiz da fé que professamos, que são os apóstolos, sua tradição e doutrina; é nela que encontramos a seiva de nossa vida, aquilo que é o alimento, que são os sacramentos, a Eucaristia, a palavra. Quando entendemos isso passamos a compreender a importância de viver em comunidade, de pertencer a uma Igreja, de com ela viver e com ela celebrar os santos mistérios. Hoje a moda é vermos pessoas dizerem: “eu não tenho Igreja, mas acredito em Deus”, eu garanto que essas pessoas estão a morrer aos poucos, pois para um galho não basta dizer: “eu acredito que exista a árvore”, ou ter o conhecimento de sua origem a partir de uma árvore, mas ela precisa estar unida a árvore para que possa produzir frutos, caso contrário jamais poderá cumprir sua razão de ser, fazendo parte de um projeto maior. O mundo de hoje tenta arrancar de nós o tempo inteiro a verdade de que nós fazemos parte de algo muito maior e que é sagrado. Para o homem de Deus, sua existência é sa-

grada, é permeada de sagrado. Não apenas um determinado espaço, mas compreendemos quenossa existência é sagrada, nossa vida, nossa família, o outro é sagrado o que faz com que nossos relacionamentos também o sejam... enfim, os olhos espirituais mantem-se abertos concedendo a graça de encontrar o toque de Deus que tudo governa em todas as realidades vividas. Não podemos manter nossa vida em departamentos,onde dentre eles dedicamos um pequeno a Deus, às realidades sagradas, em um lugar onde isolado não venha a ter relação com todo o resto. Se assim o fizermos romperemos com o sagrado que nos cerca e passamos a olhar para tudo apenas com olhares carnais, terrenos, superficiais, sem profundidade. Quando isso acontece não conseguimos entender a Igreja em sua dimensão mística. Passamos a olhar o ritopelo rito, sem a capacidade de ver além, sem lançar olhar sobre o mistério vivido, as coisas então neste momento passam a perder o sentido, tornam-se enfadonhas. Passamos a fazer por fazer, por hábito, sem mergulhar, sem se saciar. É realmente morrer de sede na beira do poço. Irmãos a Igreja é o corpo de Cristo, é Cristo, é nela que ganhamos e vivemos publicamente nossaidentidade de pessoas salvas. Nela podemos nos encontrar como ramos unidos a videira. Somente com real compreensão disto podemos sair da superficialidade e passarmos a entender a profundidade do mistério que vivemos em comunidade, assumindo a sacralidade de nossa existência perante o mundo e mantendo-nos unidos ao tronco que nos inunda de vida.


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5 DIA DOS PAIS

Homenagem aos pais

Existe um homem que se esmera no comprimento do dever para dar bom exemplo; Fica humilde, quando poderia se exaltar e chora à distancia, a fim de não ser observado; Com o coração dilacerado, se embrutece para se impor como um juiz inflexível e na ausência, usam-no como temor para evitar uma ação menos correta; Quase sempre é chamado de desatualizado e apenas fisicamente passa os dias distante, na labuta, por um futuro melhor; Esta sempre pronto a ofertar uma palavra orientadora ou relatar uma atitude benfazeja que possa ser imitada; Muitas vezes passa noites mal dormidas a decifrar os segredos da vida, quando extenuado, ainda consegue energias para distribuir energias; É tão humano e sensível, por isso, normalmente, sente a ausência do afeto que lhe é dado raramente e de forma pouco comunicativa; Esse homem geralmente, se agiganta e passa a ser o valor inexorável apenas quando deixa de existir para sempre; Nunca perca, pois, a oportunidade de devotar muito carinho e amizade àquele que é seu melhor amigo: SEU PAI. Parabéns à todos estes grandes homens que são PAIS e as vezes MÃES, mas que de toda forma, nos ensinam a ser Humanos. PASCOM – Pastoral da Comunicação Paróquia Santa Rita de Cássia


6 VOCÊ SABIA?

Mês de Agosto. 1. Santo Afonso Maria de Ligório. 2. São Pedro Julião Eymard, Santo Eusébio de Vercelli, Santo Estevão I. 3. São Pedro de Anagni, Santa Lídia Filippi , B. Eustáquio van Lieshout 4 - São João Maria Batista Vianney Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote. Mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém para Deus ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve. São João Maria Batista Vianney foi proclamado pela Igreja Padroeiro dos Sacerdotes e o dia de sua festa, 4 de agosto, escolhido para celebrar o Dia do Padre.

Não se diz amém no final do Pai Nosso. Durante a celebração da Santa Missa, depois que encerramos a Oração Eucarística com a doxologia (Por Cristo, com Cristo, em Cristo...) com um grande amém, iniciamos o Rito da Comunhão rezando, junto com o sacerdote, a Oração do Senhor, o Pai Nosso, louvando e agradecendo a Deus por tão grandes graças que nos concede e também pedindo sempre o pão de cada dia, tanto o pão físico como o Pão do Céu. Por se tratar da Santa Missa essa oração NÃO termina como costumeiramente rezamos em nossas orações diárias (“... mas livrai-nos do mal. Amém”), pois após a recitação do Pai nosso, o sacerdote reza outra oração cha-

mada EMBOLISMO. Nessa oração o sacerdote continua a implorar a Deus o último pedido que fizemos na Oração do Senhor: mas livrai-nos do mal. “Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo salvador.” Ou seja, na Missa não se diz Amém depois do Pai nosso, pois essa oração ainda não terminou, só terminará com a oração posterior rezada pelo padre (Embolismo) e concluída por todo o povo com a oração: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

Seminarista Diego Braga

ADVOCACIA

5. Santa Afra, Santo Osvaldo de Nortúmbria. 6. Festa da Transfiguração de Nosso senhor Jesus Cristo. 7. São Caetano de Thiene, Santa Afra, Santo Xisto II - Papa. 8. São Domingos de Gusmão, 9. Stos. Juliano, Mariano e Comp, Sta Edith Stein, Stos. Fermo e Rústico 10. São Lourenço, Mártir 11- SANTA CLARA DE ASSIS Clara nasceu em Assis, no ano 1193, no seio de uma família da nobreza italiana, muito rica, onde possuía de tudo. No dia 18 de março de 1212, aos dezenove anos de idade, fugiu de casa e, humilde, apresentou-se na igreja de Santa Maria dos Anjos, onde era aguardada por Francisco e seus frades e pronunciasse os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência. No dia 11 de agosto de 1253, algumas horas antes de morrer, Clara recebeu das mãos de um enviado do papa Inocêncio IV a aguardada bula de aprovação canônica, deixando, assim, as sua “irmãs clarissas” asseguradas. Dois anos após sua morte, o papa Alexandre IV proclamou santa Clara de Assis.

11. Santa Filomena. 12. Santo Euplúsio, Sta Joana F. de Chantal, São João Leão G Dehon. 13. São João Berchmans, São Ponciano e Santo Hipólito. 14. São Maximiliano Maria Kolbe. 15. Assunção da Virgem Maria, São Tarcísio, B. Vicente Soler e Comp. 16. Santo Estevão da Hungria, São João Francisco Régis, São Roque. 17. São Jacinto. 18. Santa Helena, Santo Alberto Hurtado Cruchaga. 19. São João Eudes, São Ludovico , Santo Ezequiel Moreno y Diaz. 20. São Bernardo de Claraval.

21 - SANTO PIO X PAPA

Direção e Administração Paroquial: Pe. Wagner da Silva Navarro Conselho Editorial: Paulo, Edna, Paula e Eduardo Dep. Comercial: João e Maria - Fone 4441-4870 Contato Paróquia: 4605-4868 Produção gráfica e editoração Calheiros e Ribeiro Serviço de Editoração Ltda - Me Projeto Gráfico e Direção de arte: Ronaldo Calheiros - 4441-3266

“A Paróquia” é uma publicação da Pastoral da Comunicação da Paróquia Santa Rita de Cássia

Seu nome de batismo era José Melquior Sarto. Nasceu numa pequena aldeia de Riese, na diocese de Treviso, norte da Itália, no dia 2 de junho de 1835. Quando seu pai faleceu, sua mãe, não permitiu que ele abandonasse o caminho escolhido para auxiliar no sustento da casa. Ficou no seminário e, aos vinte e três anos, recebeu a ordenação sacerdotal com mérito nos estudos. Teve uma rápida ascensão na Igreja. Primeiro, foi vice-vigário em uma pequena aldeia, depois vigário de uma importante paróquia, cônego da catedral de Treviso, bispo da diocese de Mântua, cardeal de Veneza e, após a morte do grande papa Leão XIII, foi eleito seu sucessor, com o nome de Pio X, em 1903

22. Santíssima Virgem Maria Rainha, São Filipe Benício. 23. Santa Rosa de Lima. 24. São Bartolomeu Apóstolo, Santa Joana Antida Thouret. 25. São Luiz IX, São José Calasanz, Santa Patrícia. 26. Santo Zeferino Papa, Santa Micaela do Santíssimo Sacramento

27 - SANTA MÔNICA Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, no ano 331, no seio de uma família cristã. Desde muito cedo dedicou sua vida a ajudar os pobres, que visitava com freqüência, levando o conforto por meio da Palavra de Deus. Mônica adoeceu e logo depois faleceu. Era 27 de agosto de 387 e ela tinha cinqüenta e seis anos. O papa Alexandre III confirmou o tradicional culto a santa Mônica, em 1153, quando a proclamou Padroeira das Mães Cristãs. A sua festa deve ser celebrada no mesmo dia em que morreu. O seu corpo, venerado durante séculos na igreja de Santa Áurea, em Óstia, em 1430 foi trasladado para Roma e depositado na igreja de Santo Agostinho.

28. Santo Agostinho de Hipona. 29. Martírio de São João Batista, Joana Maria da Cruz Bem-aventurada 30. São Félix e Santo Adauto. 31. São Raimundo Nonato.


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COMUNIDADE: N. SRA ROSA MISTICA MARIA NILZA ALVES GOMES COMUNIDADE: SAGRADA FAMILIA ANTÔNIA GONÇALVES MESSIAS DEBORA REGINA SOARES RIBEIRO ELIETE APÓSTOLO SILVA FLÁVIA DE LIMA JOSÉ FLORENTINO DA SILVA JOSE VIEIRA MACEDO MANOEL MISSIAS GUIMARÃES FERREIRA MARCO ANTONIO MENDES MARIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO MARIA RAMOS DOS SANTOS MOISÉS OSTI PEDRO FERREIRA DE SOUZA RAIMUNDA MARIA DE JESUS ROSALINA MUNIZ DE ABREU ROSANA SORRINI SOBRINHO ROSANIA DOS SANTOS ROSA TÂNIA DE ALMEIDA PINHO TATIANE CRISTINE GONÇALVES VILMA CAMPOS CORDEIRO COMUNIDADE: SÃO CRISTÓVÃO EDITE MARIA DA SILVA MARIA CLARA AMARAL ALVES SERGIO DONIZETTI DE OLIVEIRA RODRIGUES COMUNIDADE: SÃO JOÃO BATISTA ELIZABETE FERREIRA CABRAL DE MELO NILSON MOREIRA DA SILVA COMUNIDADE: SÃO LUIS ADRIANA APARECIDA MENUCHI DA SILVA ANTONIA SANTANA DA CONCEIÇÃO APARECIDA MARIA DA SILVA ARNALDO C. RIBEIRO ATAYDE S. LIRA BERNARDO FERREIRA DA SILVA CARLA A. FONSECA SOUSA CECILIA APARECIDA PEGORIN PEREIRA CÍNTIA A. ANDRE SILVA CÍNTIA A. SOARES DEOLINDA MIOTTI FERREIRA DIRCE GARCIA DA SILVA EDILTON SEVERINO DA SILVA ELIZABETH AP. FERREIRA SANTOS GENI AP. VICENTE SILVA GERALDO GOMES DE CARVALHO

IVANI SEVERINA DA SILVA JACKSON DE CARVALHO MARTINS JOÃO BATISTA NASCIMENTO JOSÉ ADAILTON B. SILVA JOSÉ EDSON DA SILVA JOSÉ P. GONÇALVES JURACY SOUZA SILVA LIDIANE MARIA DOS SANTOS LUCIDALVA SANTOS FIUZA LUCIENE NUNES RAMOS PINHEIRO MANOEL VIANA DOS PASSOS MARCIO RENATO GOMES MARIA APARECIDA MARTINS MARIA CRISTINA DE OLIVEIRA SANTOS MARIA LUIZA SILVA RESENDE MARIA NILZA ALVES GOMES MATHEUS FERREIRA DA SILVA MENIVA SANTOS DE SOUZA NOEMIA AP. DOS SANTOS ROMILDA ONOFRE BERNER ROQUE TELES DE ALMEIDA ROSANA MOURA ZEMLICSKI UMBELINA VERA LUCIA ORESTES DOS SANTOS VICENTINA HELENA CAMPOS DE SANTANA ZAELÇO CLIMACO FERREIRA MATRIZ DE SANTA RITA DE CÁSSIA ADELAIDE ROSA DE SOUZA ALEDITE PEREIRA DA COSTA AMADO CASTRO AMARAL ANA MARIA ZAPALÁ ANDRÉ LUIS GONÇALVES PEREIRA ANDRÊSSA FERREIRA GOVEIA ANTONIO DA SILVA CÉLIA FERREIRA SANTOS DANIEL VIEIRA DAYSE DANIELLA B. C. LOBO DEUSDITA ROSA DE AMORIM DJALMA CIRINO DA SILVA EDVAN DE JESUS ELZA MARIA PIMENTEL COSTA FELICIDADE PIMENTEL COSTA FERNANDES SOUZA LIMA FERNANDO DA CONCEIÇÃO MATOS FLÁVIA FLAUZINO DUTRA FRANCISCA SOUZA DA SILVA GERALDA MAGELA FERNANDES GILDECI SOUZA DOS S. MACHADO (CI)

ITALO ALVES DA SILVA JANETE SOARES JOÃO BEZERRA DE LACERDA JOAQUIM ANTONIO DOS REIS JOSÉ ALVES PEREIRA JOSE APARECIDO DA SILVA JOSÉ CRISPIM DE OLIVEIRA JOSÉ DE MELO JOSÉ HUMBERTO DOS SANTOS JOSÉ PAULO PIOVEZANI JUCELI ALBINO DA SILVA JULIANA APARECIDA DA CRUZ DICK JULIO CESAR APARECIDO DA CRUZ JURANDIR A. RABÊLO LAIRA FUMAGALI LAZARO ADÃO BUENO DA SILVA LUANA LAGUNA DA LUZ LUCIENE DOS SANTOS RAMOS LUZINETE D’AJUDA BORGES DA SILVA MANOEL MISSIAS GUIMARÃES FERREIRA MÁRCIA F. DE SOUZA MARQUES DA SILVA MARCIO RAMALHO ALVES MARIA AGUIAR PEREIRA MARIA AMÉLIA LANÇA DA SILVA MARIA APARECIDA SANTOS MELO MARIA DAS GRAÇAS MARCELINO DIAS MARIA DAS GRAÇAS TAVARES DE SOUZA MARIA DAS GRAÇAS V. DA S. MENEZES MARIA DO CARMO DA SILVA MARIA ELBA DA SILVA OLIVEIRA MARIA LUCIA DA C. SILVA MARIO SERGIO VALÉRIO MARQUES PEREIRA DE CASTRO NILSON DONIZETTI ARRUDA NILSON MOREIRA DA SILVA OLAVO ALVES DA SILVA REGINALDO DOMINGUES DE FIGUEIREDO FILHO RICARDO JULIÃO RITA MARIA DA SILVA ROSA PAULA DOMINGUES SANDRA DREIA TORRES LIMA SINARA LOPES PEREIRA SIRLENE TRANQUILINO DA SILVA SOUZA SOLANGE APARECIDA VALIN CERQUEIRA SONIA MARGARIDA ROSA SILVA VANÚZIA MATOS DA SILVA VICENTINA LOPES RODRIGUES DA SILVA WALDEMAR RAMOS ZILDA DOS SANTOS PEREIRA ASSUNÇÃO ZULEIDE DAMIANA P. ANDRADE

COMUNIDADE: SAGRADA FAMÍLIA ADRIANA RODRIGUES DA SILVA MOURA/FLAVIO VALDEVINO DOS SANTOS GILVAN SEVERINO DE MOURA/MARIA JOSE FERREIRA DOS SANTOS IVANI RODRIGUES DE SOUZA /PEDRO FERREIRA DE SOUZA JOSÉ VIEIRA MACEDO/MARIA CRISTINA DO SACRAMENTO VILMA CAMPOS CORDEIRO/JORDIENES VIEIRA MACEDO COMUNIDADE: SÃO JOÃO BATISTA GERALDA DA CONSOLAÇÃO PEREIRA DA SILVA/NILSON MOREIRA DA SILVA COMUNIDADE: SÃO LUIS ANDERSON MARQUES / SILVIA PEREIRA M. NEVES MARIA APARECIDA SILVA RIBEIRO / ARNALDO C. RIBEIRO ZAELÇO CLIMACO FERREIRA / HELENA CLARA RIBEIRO FERREIRA ZULEIDE QUINTINO DOS SANTOS / JOSÉ LIRA DOS SANTOS MATRIZ DE SANTA RITA DE CÁSSIA ADRIANA ESTRACERO PADIM FURTADO / GABRIEL DOS SANTOS FURTADO CLAUDOMIRO FERREIRA DE SOUSA / SEBASTIANA SOUSA GUIMARÃES LUIZ CARLOS RAMOS / ANDREA N. SVERSIA RAMOS MARIA DAS DORES LOIOLA M. SILVA / ANTONIO ROCHA DA SILVA MARIA ELBA DA SILVA OLIVEIRA / DANIEL FARIAS SOARES MARIA LUCIA GOMES CAPUCHINHO BUENO / ARCELIO BUENO MARIA NORBERTO BARBOSA TEIXEIRA / FRANCISCO TEIXEIRA NETO NILSON MOREIRA DA SILVA / GERALDA DA CONSOLAÇÃO P. SILVA SAMUEL SILVA DE OLIVEIRA / JEANE JUSTINO DE ALMEIDA OLIVEIRA


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