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Jornal do Sínodo Uruguai - Edição Especial Digital 06 - Outubro 2020

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Sínodo Uruguai Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - Edição Especial Digital 06 02

No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) caracterizou a Covid-19 como uma pandemia. Pandemia significa que uma doença se espalhou por contágio por várias regiões geográficas. Presenciamos uma das piores tragédias humanitárias da história recente. E as igrejas, em especial nossa IECLB, são desafiadas a repensar seu testemunho. Olhar pelo “retrovisor” da história nos auxilia a olhar pelo “parabrisas” da caminhada presente e futura. Como será ou deve ser a Igreja Pós-pandemia? Quando Martim Lutero protagonizou a Reforma no início do século XVI, a humanidade já convivia há mais de 150 anos com sucessivos surtos de uma pandemia, conhecida como “peste negra”. A peste impactou profundamente na vida da humanidade e das pessoas. Em poucos dias, uma pessoa sadia, atingida pela peste, morria. O medo da morte era companheiro diário da vida. A peste foi compreendida como punição de Deus pelos pecados humanos. Por isso, a prática do autoflagelo e peregrinações se tornaram comuns. Tragicamente, pelas aglomerações durante as peregrinações, as pessoas aceleravam a transmissão da peste. Wittenberg foi atingida por pelo menos cinco grandes surtos durante o tempo em que Lutero residiu na cidade: 1516, 1527, 1535, 1538 e 1539. Mas, possivelmente, Lutero já foi confrontado com a peste no ano de 1505 quando estudava em Erfurt. Neste ano, falece-

ram dois juristas na cidade, possivelmente em decorrência da peste. Lutero possivelmente presenciou o velório. Relatava-se que, moribundos, dois juristas teriam proferidos como últimas palavras as seguintes: “Ó, tivesse sido eu monge.” Lutero, que estudava Direito, ficou inseguro sobre a continuidade dos estudos. O medo o lançou ao mosteiro. Queria agradar a Deus e “merecer” a salvação. No surto da peste de 1527, Lutero já estava casado com Catarina von Bora. A peste trouxe um dilema para as pessoas cristãs: a gente deve se isolar e fugir para não ser contaminado, ou a gente deve ficar junto e cuidar das pessoas doentes? Para responder a esta pergunta, Lutero escreveu o panfleto “Se é permitido fugir diante da ameaça de morte”. Neste escrito, Lutero constata que existiam dois tipos de pessoas: aquelas que entendiam que não se deveria fugir em tempos de epidemia e esperar pacientemente em fé firme e forte e aquelas que defendiam que seria permitido fugir para preservar a vida. Lutero não obrigava que as pessoas permanecessem em meio às pessoas contaminadas. Somente funcionários públicos e pastores, além de médicos, deveriam permanecer em suas comunidades para prestarem seus serviços às pessoas adoentadas. Ele se baseava para isso nos textos bíblicos de Jo 10.12, At 9.25, 19.30, Rm 13. 6, 1.Tm 5, 8. Neste caso, se estas pessoas abandonassem doentes, seriam assassinas.

No mais, é permitido fugir para preservar a vida. Lutero insiste que a pessoa cristã tem o dever de socorrer o próximo. Segundo ele, se os hospitais não forem suficientes para abrigar todas as pessoas doentes, “nós precisamos deveras ser um para o outro um mestre de hospital e cuidador em suas necessidades em meio às perdas da bem-aventurança e graça de Deus”. Através do serviço e cuidado a uma pessoa enferma se encontra ninguém outro a não ser o próprio Cristo: “Queres servir o próprio Cristo e ser seu cuidador, pois bem, então tu tens diante de ti o teu próximo doente.” Lutero compreendeu que a peste anuncia ambos: Lei e Evangelho. De um lado, denuncia o pecado humano, o egoísmo, a vaidade, a injustiça, o desamor. De outro lado, também anuncia o Evangelho, a Boa-Nova. Em meio à realidade da morte, pela fé, o ser humano é liberto do egoísmo, para tornar-se um pequeno Cristo para o seu próximo. Na pessoa doente, Cristo é encontrado. Na pessoa enferma, Cristo é servido. Qual será a Igreja no amanhã, no Pós-pandemia? Não temos as respostas para esta pergunta. Mas, certamente, onde a Igreja testemunhar o amor de Deus, o consolo e a esperança, ela será uma Igreja mais forte, pois pessoas terão experimentado amparo, compaixão, consolo.AIgreja terá sido abrigo e “hospital”! Pastor Prof. Dr. Wilhelm Wachholz


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Editorial O ano de 2020 foi e continua sendo bastante atípico para todos. E a pergunta que nos surge é como será a Igreja no amanhã, no póspandemia? Apesar de não termos as respostas para isto, sabemos que, onde a Igreja exercer o amor de Deus, o consolo e a esperança ela terá sido abrigo e hospital. Em tempos de isolamento social as dores, perdas e lutos se tornaram ainda mais intensos. Para servir como ferramenta de apoio a esta situação, o Conselho de Formação e Diaconia do Sínodo Uruguai promoveu o curso online sobre Perdas e Lutos. Ouvimos ultimamente: “Fique em casa!” Mas o que estamos fazendo nas nossas casas? Em tempos de isolamento social precisamos cuidar do corpo, mas também da mente e da espiritualidade. Estes tempos diferentes nos fazem pensar e olhar para o futuro. E vemos, a partir de Cristo, a importância das crianças para o futuro, sim (!) mas não só! As crianças já são presente! É tempo de abraços virtuais e mensagens online. Apesar de muitos não poderem ter tido a possibilidade de estar junto na despedida do P. Sinodal Jair, enquanto P. Sinodal, e encaminhamento ao novo campo de trabalho, queremos externar a profunda gratidão por seu empenho e dedicação junto ao Sínodo Uruguai. Desejamos uma proveitosa leitura.

Palavra da Pastora Vice Sinodal Estimados colegas e membros do Sínodo Uruguai. ivenciamos como igreja um ano atípico, cheio de desafios em virtude da pandemia. Foi preciso reinventar-se com muita criatividade para chegar ao coração dos membros, porém as paróquias, juntamente com os colegas, conseguiram fazê-lo com maestria. Em meio a tudo isso nos veio a notícia da transição, quanto à função de Pastor Sinodal. Porém, sabemos que Deus tem seu propósito para tudo neste mundo, e certamente continuará cuidando de nós com carinho. Assim, queremos como Sínodo, agradecer ao Pastor Jair Holzschuh pelo empenho e dedicação por estes seis anos como pastor sinodal no Sínodo Uruguai. Estimado amigo e colega Jair, para nós fica o aprendizado e as boas lembranças de tudo que foi possível vivenciar. Gratidão por este período que cuidaste do Sínodo com dedicação e sabedoria. Desejamos para você e sua família as mais ricas bênçãos do nosso bondoso Deus. Que nesta nova paróquia de Venâncio Aires, vocês encontrem acolhida e paz, para a realização de um bom trabalho. Lembro que aqui realizamos o trabalho em conjunto, sempre comprometidos com o Evangelho, e é assim

EXPEDIENTE EDITOR: P. Jair Luiz Holzschuh COORDENADOR DO CONSELHO DE COMUNICAÇÃO: P.Ademir Maurílio Krug CONSELHO DE REDAÇÃO: P. Ademir Maurílio Krug, Diác. Cátia Patrícia Berner, Pa. Gilvania Knob de

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Oliveira , Pa. Mônica Barden Dahlke, P. Rogério Richter. DIAGRAMAÇÃO: Taíze Juliane Thielke Koppe ENDEREÇO: Av. General Osório, 95 D Chapecó – SC CEP: 89802-265 E-mail: jornalsinodal@yahoo.com.br Site: luteranos.com.br/sinodouruguai

que pretend o c o n t inuar nesta grandiosa missão. Oro a Deus que conceda sabedoria para caminharmos em conjunto, colocando nossos dons a serviço do Evangelho. Temos aqui no nosso Sínodo o trabalho de formação, onde as pessoas são chamadas a envolver se em uma causa maior, ou seja, a missão como obra de Deus. Nas palavras bíblicas de Romanos 15.7 lemos: “Aceitem uns aos outros para a glória de Deus, assim como Cristo aceitou vocês”. Deus é nosso bom guia, e está à nossa frente, preparando o caminho que ele nos conceda sabedoria e união para continuar desempenhando um bom e bonito trabalho. Ao colega e amigo Pastor Jair, bem como sua família, fica a nossa gratidão e a certeza de que para nós aqui no Sínodo Uruguai vocês sempre serão lembrados com carinho. As boas sementes lançadas por vocês irão produzir bons frutos. E assim, que o bondoso Deus cuide bem de vocês onde estiverem. Que a graça e a paz de Deus permaneçam com todos nós e nos fortaleçam na fé. Um forte abraço. Pa. Mônica B. Dahlke

Fone/fax: (49) 3329 3583 Whatsapp: (49) 9 9955 0189 Prezada leitora, prezado leitor! Participe. Dê sua opinião, escreva e ajuda a construir o seu jornal.


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Caminhada de um Pastor Sinodal

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trajetória do Pastor Jair Luiz Holzschuh no Sínodo Uruguai vem desde seu nascimento na Paróquia de Cunha Porã, em 21 de Julho de 1970. No entanto sua atividade ministerial em nosso meio inicia, na Paróquia Evangélica de Palmitos. Em 21 de março de 2007, ao lado de sua esposa Pastora Clarise Ilaine Wagner Holzschuh. Com o pensamento voltado ao ser Ministro, o Pastor Jair, atuou como Pastor Vice-Sinodal e Pastor Sinodal no Sínodo Uruguai. Nós somos em torno de 34.000 membros, guiados pelas palavras do Apóstolo Paulo na Carta à Comunidade de Coríntios 15.58, que diz: “Portanto, meus irmãos, continuem fortes e firmes. Estejam sempre ocupados no trabalho do Senhor, pois vocês sabem que tudo o que fazem no Serviço do Senhor, sempre tem proveito.” Essas palavras do Apóstolo têm de uma forma ou outra orientado o seu trabalho, ao longo da sua caminhada. Desde sua eleição como Pastor Vice Sinodal naAssembleia Sinodal de 11 de dezembro de 2010 em Marcelino Ramos, participou de todas as ações junto com o Pastor Sinodal Ervin Barg. Nas resoluções e encaminhamentos do Conselho e Diretoria Sinodal, desempenhando também atividades delegadas pelo Pastor Ervin Barg. Assumiu sua primeira gestão como Pastor Sinodal após ser eleito na Assembleia Sinodal de Erechim em 2014, e com sua investidura no dia 1º de fevereiro de 2015. Sempre aberto ao diálogo no trabalho com ministros e ministras. Pontuou com eles e elas um relacionamento fraterno no aprimoramento da missão de Deus orientada pela IECLB, em nosso Sínodo. O diálogo com a dire-

toria e o Conselho Sinodal, de igual forma foi cordial e amistoso, sem abrir mão do Evangelho da Doutrina Luterana, dos documentos normativos da IECLB e, do Sínodo Uruguai. O grande destaque, nesse período, foi dado com a instalação do Campo de Atividade Ministerial da Formação Diaconia e Capelania Hospitalar com atividade integral. A área da formação foi contemplada com cursos, seminários e encontros de presbíteros e lideranças de Paróquias e de comunidades. Dessa forma, pode exercer melhor o sacerdó-

cio de todas as pessoas batizadas e poder cumprir melhor com as atividades administrativas. A Capelania Hospitalar passou a atender as pessoas hospitalizadas com a assistência espiritual em diversos hospitais de nosso Sínodo e até em intercâmbio com sínodos vizinhos. O atendimento aos ministros e ministras, às Paróquias e comunidades pelo Pastor Sinodal nem sempre foram fáceis, dado as diferenças locais e também individuais. Mas, o diálogo e a fraternidade sempre levou à bom termo a resolução dos problemas momentâneos. Em 08 de dezembro de 2018 o Pastor Jair foi reeleito para Pastor Sinodal na Assembleia Sinodal de Chapecó ao lado, também da reeleita Pastora Mônica Barden Dahlke. Em 2020 fomos afetados pela Pandemia Mundial do Coronavírus, que necessitou de novas orientações a todas as pessoas, Comunidades e Paróquias. Nesse aspecto novamente, o diálogo e as orientações do Pastor Sinodal foram determinantes para mantermos o isolamento social, e as atividades das Comunidades e Paróquias. O apoio de todos os Ministros e Ministras, nesse aspecto, também foi relevante. Pastor Jair: O chamado de Deus para outra seara fez com que terminasse seu trabalho como Pastor Sinodal em 30 de setembro de 2020. Agradecemos pela dedicação e pelo trabalho pastoral desenvolvido com tanto amor e dedicação em nosso Sínodo Uruguai. Com a proteção e a bênção de Deus lhe desejamos um trabalho promissor na Paróquia Evangélica de Venâncio Aires, juntamente com sua esposa Clarise e seus dois filhos. Arri Koch Presidente da Diretoria do Conselho Sinodal


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nualmente, a Campanha de Missão teria o seu fim no último domingo de setembro. Mas esse ano, em razão da Pandemia do Covid 19, foi decidido que a Campanha terá o seu encerramento no domingo, dia 22 de novembro. Todos sabemos que a Campanha Vai e Vem é viabilizada por meio das ofertas e doações e do que elas proporcionam: o anúncio do Evangelho a todas as pessoas. Nesse tempo de Pandemia, sem as atividades e Cultos presenciais, a arrecadação financeira por meio de ofertas e doações foi muito comprometida e com isso também o trabalho de muitos grupos, setores,

Comunidades e projetos diaconais e missionários também o foram. Aos poucos as atividades estão voltando e por isso queremos motivar todos e todas para que continuem se envolvendo com a Campanha, afim de alcançarmos um melhor resultado, que seja benéfico para os projetos que estão sendo apoiados a nível nacional e também sinodal. Informamos que no dia 12 de dezembro, dia da Assembleia Sinodal, anunciaremos o valor arrecadado nas Paróquias do Sínodo Uruguai. Participe! Colabore! Divulgue! Oferte! Como pessoas batizadas, Somos chamados a participar dessa

Campanha por puro amor a Deus, em razão de nossa fé Nele, com gratidão no coração e comprometendose com a missão que Ele nos deixou. Somos gratos a Deus por todos e todas que abraçaram essa Campanha tão importante para a nossa Igreja. Deus nos abençoe! P. Rubeval Kuster P/ Coord. Sinodal da Campanha.

Projetos apoiados em nosso Sínodo Jornal do

Sínodo Uruguai

Capelania Hospitalar Sínodo Uruguai

Contatos para visita hospitalar: Diácona Cátia Patrícia Berner Telefone: 49 3329-3583 e Whatsapp: 49 98426-8361 Visitas no Hospital Regional de Chapecó, no Hospital da Criança E-mail: catiaberner@yahoo.com.br e da UNIMED.


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Conselho de Formação e Diaconia do Sínodo Uruguai promoveu curso online de formação de lideranças com intuito de capacitar pessoas para o ministério de visitação e acompanhamento a enlutados. Esta atuação fundamenta-se na proposta de vida que vem de Deus, revelada em Jesus Cristo, aquele que veio para servir e dar a vida pela humanidade. Um ouvido aberto para tudo que move o coração após a perda de um ente querido. Assistência nas horas difíceis depois de se despedir. Aconselhamento e ajuda na nova situação. Esta foi a proposta e clima dos encontros com 54 inscrições de lideranças das paróquias do Sínodo Uruguai interessadas em obter formação qualificada para melhor acompanhar pessoas enlutadas nas comunidades. Ao total foram V Módulos de curso online gratuito por meio da plataforma digital com as principais temáticas que abrangem do tema perdas e luto: I Módulo Morte e Luto - aspectos gerais (conceituação do Luto, sua importância e elaboração) Assessoria: Pastor Evandro Elias II Módulo Luto nas várias fases do desenvolvimento humano Manifestações no processo de luto

Assessoria: Diácona Cátia Patrícia Berner III Módulo Espiritualidade do visitador: Autocuidado – luto coletivo e o cuidado com a saúde metal Assessoria: Pastor Udo Schenkel IV Módulo Ferramentas para o visitador no processo do luto: Abordagem bíblico teológico. O que considerar (visitação e atos simbólicos que ajudam expressar as perdas) Assessoria: Missionário Samuel Scheffler V Módulo Questões práticas, grupos de apoio e formas de acompanhar o enlutado na comunidade de fé Intervenções no luto

Assessoria: Diácona Cátia Patrícia Berner Deus nos fortaleça e anime na tarefa de acompanhar pessoas enlutadas e seus familiares. Manifestação dos participantes: “Achei de extrema importância o assunto abordado, espero ansiosa pelo próximo encontro!” “Que bom que o Sínodo está oferecendo este curso com um assunto tão importante para todos nós.” “O Assunto Delicado, mas muito importante saber como lidar nestas situações e estar ao lado das pessoas e dar apoio nestas horas…” “Promover mais outras etapas para mais pessoas participar…” “Que tal fazer esse curço com mais pessoas. Porque foi muito importante.” “Que Deus capacite as pessoas para repassar este conhecimento adiante. Me sinto muito feliz por ter participado e com certeza se tiver mais módulos vou participar novamente, pois é um assunto muito abrangente e de grande valia. Parabéns a todos os envolvidos.” Conselho de Formação e Diaconia – Sínodo Uruguai Diácona Cátia Patrícia Berner


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e receber as crianças. Jesus des crianças ocupam monstrou para nós sua preocupaum lugar especial à ção pelas crianças com uma abormedida em que a dagem própria. Ele insistiu que mensagem da Bíblia é revelada. seus discípulos recebessem as Deus ama e protege as crianças. crianças e que não as impedissem Deus dá os mandamentos às famíde se aproximarem dele. Mt lias do povo de Israel e tem em 19.13-14. Jesus orou com as crivista a proteção da família, o ensianças e as abençoou! no as crianças, o cuidado e o bem A criança no meio deles: quando estar de toda sociedade. Êx 20. A força dos bebês: no Sl 8 poema de louvor a Deus, o versículo dois diz que: “da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força”! O que um bebê de peito pode dizer ou fazer? Ele apenas louva a Deus por causa da existência. Sim, o pé, a mão, a boca, tudo foi feito os discípulos discutiam entre si para louvar a Deus. O bebê louva sobre quem seria o maior no reino a Deus! dos céus, Jesus, coloca uma crian Deus veio ao mundo revelandoça “no meio deles”. Mt 18.2. Rarase, como uma criança. Talvez estemente presta-se devida atenção à jamos tão acostumados com o criança que Jesus coloca no meio Natal que não percebemos o quanda discussão. Esse gesto é o ponto to isto é radical. Deus criador se de partida para o ensino que Jesus mostra num bebê: é pequeno, detraz na sequência: “se não vos pendente e vulnerável, precisa de converterdes e não vos tornardes cuidado. E Deus nos fala que precomo crianças, de modo algum cisamos aprender a sair dos paláentrareis no Reino dos céus.” Mt cios e dos encontros com podero18.3. Crianças são dependentes de sos e chegar até a manjedoura cuidado, proteção, ensino e direpara ver a criança. ção, será que nós aprendemos a Os adultos devem amar, respeitar

depender e confiar nessa intensidade em Jesus? A Bíblia ensina claramente que é preciso levar as crianças a sério, porque com certeza Deus o faz. Em Mt 18.5-6, Jesus diz que se alguém fizesse com que um dos pequeninos tropeçasse, este deveria ter uma pedra de moinho atada ao seu pescoço e que deveria ser afogado nas profundezas do mar. O original grego revela que a pedra de moinho era uma pedra muito grande e que a pessoa deveria ser jogada nas regiões mais profundas do oceano. Jesus não tinha paciência por qualquer um que agisse de forma perversa com as crianças. A Palavra de Deus revela e nos convida à tarefa do cuidado, que o amor, humildade, respeito e cuidado estejam em nossa pratica diária, especialmente para com as crianças! Feliz Dia das Crianças! Pastora Rosane Hartwig Paróquia de Joaçaba *Foto do pequeno Davi Stratmann Ferri, Filho da orientadora do Culto Infantil, Cristiane Stratmann


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Um convite para refletir sobre saúde mental em tempos de pandemia

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pontar possibilidades que auxiliem na produção de sentimentos/emoções positivas é o desafio desta reflexão. Estamos vivendo numa realidade diferente, onde o isolamento social destaca-se como principal medida para preservarmos a saúde. Fique em casa! é a frase que certamente ouvimos com maior frequência no corrente ano. Cada pessoa/família busca adequar-se de acordo com sua realidade e possibilidade. Como permanecer em isolamento social considerando que a essência do humano são as relações interpessoais? Visita a amigos e familiares; cumprimentos calorosos com abraços e beijos na chegada e na saída; roda de chimarrão no cotidiano do viver; encontro com a comunidade de fé no pátio e na escadaria da igreja. Estamos diante da pandemia causada pelo Coronavírus e precisamos reaprender a (con)viver, mudar hábitos e rotinas, por vezes dolorosas. Neste contexto podem manifestar-se sentimentos complexos e inesperados

como: medo, ansiedade, esgotamento, solidão, etc. O desafio é encontrarmos caminhos para que esses sentimentos estejam sob controle. Nesse sentido apontamos algumas possibilidades que poderão produzir sentimentos de satisfação, alegria e felicidade. Inicialmente informe-se

des dentro de sua casa; aumente

sobre o Coronavírus, mas evite

o amor e o carinho; adote práticas

os excessos. Cautela com notíci-

solidárias; realize atividades

as que geram pânico e medo,

prazerosas, música, filmes, leitu-

especialmente aos idosos e crian-

ra; movimente-se; cultive flores,

ças; organize/planeje as ativida-

hortaliças; conecte-se com a ener-

sua imunidade, alimente-se de forma saudável e exponha-se à luz solar; modere no uso de bebidas alcoólicas; mantenha-se em contato com familiares e amigos utilizando os meios de comunicação virtual, como telefone e computador; cultive

gia da terra; adote um animal de estimação. Desafie-se a aprender algo novo, o segredo é manter-se ocupado. Aceite o momento presente, acredite, vai passar, e se estiver em sofrimento, busque ajuda. Lembre-se de que 80% das pessoas com COVID-19 tem sintomas leves; sobretudo, “tenha fé, perdoe e agradeça a Deus” pela vida, por nos guiar e cuidar. Liane Colliselli Enfermeira


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Culto de Despedida e Troca de Cruzes

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o dia 27 de setembro de 2020 no templo da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana de Palmitos realizou-se o culto de despedida e troca de cruzes. A celebração foi realizada em meio aos cuidados e protocolos de segurança, na qual também de forma instantânea muitos acompanharam a celebração pela plataforma do Facebook. De forma presencial, contamos com a participação de 55 pessoas. O culto oficializado pela Pastora Mônica e a mensagem pelo Pastor Jair, no qual destacou e agradeceu pelos quase seis anos como Pastor Sinodal e lembrou sobre a importância do trabalho em equipe e a colaboração de todos para que o Sínodo possa cumprir sua tarefa a partir da missão e responsabilidade que o Evangelho traz. Para a troca de cruzes, a Presidência da IECLB incumbiu o Pastor João Willig como oficiante. Coube a ele trazer a mensagem da Presidência pela segunda vez, pois em 2014, Pastor João conduziu o momento da troca de cruzes quando, Pastor Jair Luiz Holzschuh e Pastora Mônica

Barden Dahlke foram instalados como Pastor Sinodal e Pastora Vice Sinodal respectivamente. Desta vez, Pastor João, conduziu o momento da troca de Cruz da Pastora Mônica de Pastora Vice Sinodal para Pastora Sinodal, e após conduziu o momento com o Pastor Gilberto Clari Weber, como Pastor Vice Sinodal Inteirino. Pastor Gilberto foi indicado como Pastor Vice Sinodal pelo Conselho Sinodal no dia 22 de agosto e ficará no cargo até Assembleia Sinodal que acontecerá no dia 12 de dezembro. A Assembleia elegerá o/a Pastor/a Vice Sinodal que acompanhará a Pastora Sinodal Mônica até o final do mandato em 2022. Palavras de carinho foram estendidas, em especial, ao Pastor Jair que deixa o Sínodo Uruguai, para pastorear na Paróquia Evangélica de Venâncio Aires juntamente com mais três ministros que atuam na paróquia. Que Deus possa conduzir, Pastor Jair em sua nova paróquia, Pastora Sinodal Mônica e Pastor Vice Sinodal Gilberto nos trabalhos sinodais.


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