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Notimp 13.08.2020 - Assistência Humanitária Líbano

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Missão Assistência Humanitária Líbano Matérias, de 12/08/2020, extraídas de veículos de imprensa.

NOTIMP: 226, ainda não publicado.

Com Temer, comitiva brasileira leva mantimentos e quer tentar apaziguar o Líbano José Marques - Publicada em 12/08/2020 11:48

Uma missão brasileira liderada pelo expresidente Michel Temer (MDB) viajou para o Líbano na manhã desta quarta (12) para enviar insumos e sob promessas de tentar "ajudar a solucionar os embates políticos" do país. Temer e outros representantes brasileiros, como o presidente da Fiesp (Federação de Indústrias de São Paulo) Paulo Skaf, deve se encontrar com o presidente do Líbano, Michel Aoun, nesta quinta (13), logo após a chegada da comitiva no país do Oriente Médio. O governo libanês enfrenta uma série de protestos após a enorme explosão que destruiu parte de Beirute no último dia 4. Na capital manifestantes pedem inclusive a saída de Aoun, acusado pela população de ser um dos responsáveis pela tragédia que deixou ao menos 220 mortos. Os protestos levaram o primeiro-ministro Hassan Diab a anunciar a renúncia coletiva de seu governo. Com a comitiva, o governo brasileiro envia pelo menos seis toneladas de alimentos, insumos e remédios ao Líbano. "[Temos] convicção de que lá seremos muito bem recebidos e todos lá [estarão] desejosos de que o Brasil possa exercitar não apenas função humanitária, mas, tendo em vista os vínculos tradicionais entre ambos os países, também possa ajudar a solucionar os embates políticos, com autorização naturalmente das autoridades libanesas", disse Temer, em cerimônia na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), antes de embarcar. Segundo ele, sem detalhar, a intenção é "dar a nossa colaboração para a pacificação interna daquele país". Ao seu lado, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) também discursou, mas com tom menos político Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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que seu antecessor. "O mundo atravessa uma pandemia, todos nós sofremos com isso. Quis o destino, lamentavelmente, que nossos irmãos do Líbano fossem acometidos também por esse desastre", afirmou, antes de agradecer aos enviados e elogiar a comunidade libanesa no Brasil. Ele saiu sem falar com os jornalistas. Além de Temer e Skaf, irão ao Líbano outras 11 pessoas, entre políticos, empresários e militares. Convidado por Bolsonaro a liderar a missão, o ex-presidente teve de pedir à Justiça uma autorização para deixar o país. O pedido foi acatado pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pelas decisões da Lava Jato do Rio. Temer, que é filho de libaneses, responde a sete processos que tramitam no Rio, no Distrito Federal e em São Paulo e chegou a ser preso preventivamente em março de 2019. Ao deixar a cadeia, ele teve o passaporte retido, uma das condições impostas ao sair da prisão. Por duas vezes, em 2019, recorreu a juízes de segunda instância para fazer viagens internacionais. Na lista da comitiva ao Líbano estão também os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Luiz Pastore (MDBES). O grupo deve chegar na quinta-feira (13) ao país, onde cumprirá agenda de encontros com autoridades locais do Executivo e do Legislativo. A expectativa é de que retorne ao Brasil na sexta (14). "Eu espero que a gente encontre uma situação tranquila", disse Skaf, antes do embarque. "Se nós pudermos ajudar em alguma coisa para apaziguar os ânimos, e a temperatura está bastante alta lá, vamos pensar em fazer também." No total, dois aviões da Força Aérea Brasileira partiram para o Líbano. Um deles transporta ventiladores pulmonares, máscaras cirúrgicas, kits de primeiros-socorros e material de construção, além de ao menos 500 cestas básicas e meia tonelada de medicamentos e equipamentos doadas pela Câmara de Comércio Brasil-Líbano. O outro leva a comitiva.

Bolsonaro defende participação do Brasil em missões humanitárias no exterior Presidente participou de cerimônia de envio da comitiva brasileira ao Líbano nesta quarta-feira, 12, em São Paulo Ricardo Galhardo - Publicada em 12/08/2020 11:45

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No momento em que o Brasil ultrapassa a marca por 100 mil mortos pelo novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quarta-feira, 12, a participação do país em missões humanitárias no exterior. "Pode ter certeza que se um ser humano precisar da ajuda do Brasil, nós iremos atendê-lo", disse o presidente. Bolsonaro participou durante a manhã da cerimônia de envio da missão humanitária brasileira ao Líbano. No último dia 4, duas explosões na área portuária de Beirute deixou mais de 150 mortos e milhares de feridos e desabrigados. A missão será chefiada pelo ex-presidente Michel Temer, a quem Bolsonaro rasgou elogios e chamou de "nosso querido Michel Temer". Em rápido discurso, Bolsonaro defendeu a liberdade e a democracia."Essa data marca ainda mais a nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo", disse o presidente. A missão organizada pelos ministérios da Defesa, Saúde e Relações Exteriores vai enviar duas aeronaves para o Líbano: um cargueiro KC-390 Millenium e um avião de passageiros VC-2, ambos da Embraer. O cargueiro vai levar 6 toneladas de medicamentos e material hospitalar, parte deles doado pelo próprio governo e outra parte pela vasta comunidade libanesa no Brasil - estima-se que entre 10 e 12 milhões de libaneses e descendentes vivem hoje no País atualmente. A carga representa apenas 20% do total de insumos de saúde arrecadados pela comunidade libanesa. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, foram angariados cerca de 30 toneladas desses materiais. O restante será enviado por uma aeronave comercial fretada. Segundo o presidente da Fiesp, que também integra a equipe brasileira, também serão enviados cerca de 4 mil toneladas de cereais por via marítima ao país do Oriente Médio. Skaf, que se encontrou com Bolsonaro ao menos 3 vezes na última semana e é um dos aliados do presidente em São Paulo, elogiou o comportamento recente de Bolsonaro. "Melhor do que minha opinião são os fatos. Dá para perceber que realmente ele tem tido, vamos dizer, um comportamento mais tranquilo", afirmou. A missão brasileira vai ficar apenas 24 horas em Beirute. A previsão é que os aviões cheguem ao Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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aeroporto internacional da capital libanesa por volta das 14h de quinta-feira, 13 (09h, horário de Brasília). Temer e Skaf têm uma reunião agendada com o presidente do Líbano, Michel Aoun, às 15h30, horário de Beirute. Bolsonaro aproveitou a vinda a São Paulo para fazer exames médicos. Ele realizou exames de rotina relacionados a hérnias abdominais decorrentes das cirurgias pelas quais passou depois de ter levado uma facada em setembro de 2018. O presidente esteve no Hospital Nova Star, onde fez uma das cirurgias, com o cirurgião Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo.

Na presença de Bolsonaro, missão brasileira parte para o Líbano com Temer e Skaf Descendentes de libaneses, o ex-presidente da República e o presidente da Fiesp levarão remédios e alimentos a Beirute, parcialmente destruída após a explosão no porto último dia 4 Guilherme Caetano - Publicada em 12/08/2020 11:45 | Atualizado em 12/08/2020 12:26

A comitiva brasileira em missão ao Líbano, chefiada pelo ex-presidente Michel Temer, partiu na manhã desta quarta-feira para Beirute. O presidente Jair Bolsonaro acompanhou o embarque do grupo na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos. Bolsonaro discursou por cerca de cinco minutos antes da partida da comitiva. Ele agradeceu a presença de Temer e Paulo Skaf, presidente da Fiesp, na missão e disse lamentar a enorme explosão que deixou ao menos 171 mortos em capital libanesa, na semana passada. — O mundo atravessa uma pandemia. Todos nós sofremos com isso. Quis o destino lamentavelmente que nossos irmãos do Líbano fossem acometidos também por esse desastre — disse Bolsonaro. Descendentes de libaneses, Temer e Skaf foram escolhidos por Bolsonaro para a missão diplomática que vai levar seis toneladas de medicamentos e alimentos a Beirute. Os produtos foram doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. — Prezado Skaf, quis o destino que vossa senhoria estivesse comigo quando tomamos essa decisao. Não poderia ter ninguém melhor para assessorar o nosso querido Michel Temer — declarou Bolsonaro. Antes de partir, Skaf disse à imprensa que a missão deve permanecer por 24 horas em Beirute, fora as 40 horas de voo entre ida e volta. Ele também afirmou que os recentes encontros com Bolsonaro não necessariamente representam uma aproximação política. — Eu não creio que neste momento o presidente Bolsonaro esteja pensando em política. O comportamento de um lado e de outro é que vai mostrar — afirmou Skaf. Michel Temer rasgou elogios ao presidente Bolsonaro em seu discurso. Disse ter ficado agradecido e Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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emocionado com o convite para chefiar a missão e que, por conta dos pais de origem libanesa, pode falar em nome da comunidade para agradecer a ajuda ao país levantino. Em 4 de agosto, cerca de 2.700 toneladas de nitrato de amônio explodiram no porto de Beirute, destruindo parte da cidade. A detonação, cuja causa ainda é desconhecida, deixou ao menos 170 mortos e milhares de feridos e desabrigados. A comitiva também é integrada pelos senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Luiz Osvaldo Pastore (MDBES), pelo secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Augusto Rocha, e outras autoridades e representantes da comunidade libanesa no Brasil. As aeronaves KC-390 Millenium e Embraer 190 (VC-2) da missão farão paradas em Fortaleza e na Espanha até chegar ao Líbano, nesta quinta-feira.

ONU fala apelo por ajuda ao Líbano; missão do Brasil sai nesta quarta (12) Publicada em 12/08/2020 09:30

A Organização das Nações Unidas diz que falta desde equipamentos e pessoal para ajudar no resgate de mortos e feridos nos escombros até remédios e água potável.

Bolsonaro participa de solenidade em São Paulo de missão de ajuda ao Líbano Publicada em 12/08/2020 14:00

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Evento de Bolsonaro com comitiva para Líbano expõe afagos a Temer e MDB Gabriela Sá Pessoa - Publicada em 12/08/2020 05:08

Presente no evento que marcou a partida da comitiva brasileira para o Líbano hoje, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) trocou afagos com seu antecessor, Michel Temer (MDB), e o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, em uma clara demonstração de aproximação com lideranças do MDB. Bolsonaro convidou Temer para liderar a missão, acompanhado por Skaf para integrar o grupo. Os dois convidados são descendentes de libaneses. O presidente chegou ao evento junto com Temer e citou os dois emedebistas durante o discurso. "Senhor presidente Michel Temer, estou muito honrado de ter aceitado nosso convite para representar a missão humanitária. Skaf foi uma feliz coincidência que estava comigo quando tomamos essa decisão. Eu tinha certeza de que ele aceitaria essa missão", disse Bolsonaro. "Prezado Skaf, você também é o imediato dessa missão. Não poderia ter ninguém melhor do que você para assessorar o Michel Temer", completou. Bolsonaro tem se esforçado para ampliar o diálogo com alas do MDB. O partido recentemente desembarcou do centrão, grupo informal no Congresso que, em negociação de cargos e verbas, vinha demonstrando apoio ao Planalto no Legislativo. Temer agradeceu ao convite de Bolsonaro. "Não é incomum que o presidente designe ex-presidentes a missões diplomáticas. Então o senhor presidente dá um exemplo para o Brasil e a todas as nações do mundo", disse o ex-presidente. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Temer pediu autorização para a viagem internacional ao juiz federal Marcelo Bretas. Ele responde a sete processos e teve o passaporte retido após uma prisão preventiva em 2019. Em discurso antes da partida, Skaf também deu demonstrações desta aproximação com elogios à condução de Bolsonaro em relação ao tema. "As relações entre o Brasil e o Líbano são relações fraternas. Então presidente Bolsonaro gostaria de agradecer o senhor. Eu vi o carinho de tratar esse assunto do Líbano, o carinho e o respeito com essa comunidade que escreveu muito a história do Brasil. Estamos juntos com o Líbano, com todos os descendentes", afirmou. Skaf comentou que prestígio que o presidente dedicou a Temer e ele não se trata de um gesto ao MDB, mas de um reconhecimento dos laços que mantêm com a comunidade libanesa. "Não creio que nesse momento o presidente Bolsonaro esteja pensando em aproximação política, a missão é humanitária. Agora, o futuro a Deus pertence, o comportamento das pessoas de um lado e de outro o futuro vai mostrar", declarou. Na semana passada, o presidente participou de outro compromisso em São Paulo com Skaf, que disputou o governo paulista em 2018 pela sigla. Em seu discurso, o presidente da Fiesp fez questão de relembrar outros encontros recentes com Bolsonaro. O presidente esteve hoje na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos, para acompanhar a partida da comitiva brasileira que levará ajuda humanitária a Beirute. A capital do Líbano foi parcialmente destruída após a explosão que deixou quase 200 mortos e milhares de feridos. As aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) levarão insumos hospitalares, mantimentos e medicamentos à capital do Líbano. A chegada está prevista para hoje. Também presente no evento, o embaixador do Líbano no Brasil, Joseph Sayah, agradeceu Bolsonaro pela manifestação de apoio. "Desde o primeiro momento o presidente ligou para mim para transmitir a sua solidariedade ao Líbano. Desde o primeiro momento me senti como sempre em casa, com ajuda e o caloroso apoio que foi mostrado através do senhor presidente", disse. A comitiva A comitiva brasileira designada por Bolsonaro para levar ajuda humanitária ao Líbano tem ao todo 13 pessoas, incluindo Michel Temer e Paulo Skaf. O marqueteiro de Temer, Elson Mouco Júnior, conhecido como Elsinho Mouco, também integra a lista. Foram escolhidos ainda os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Osvaldo Pastore, ambos do MDB, e os secretários Flávio Augusto Viana Rocha (Assuntos Estratégicos) e Kenneth Félix Haczynski da Nóbrega (Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África). Carlos Augusto Fecury Sydrião Ferreira, representante do Exército, Michael Pereira Lopes, Ronaldo da Silva Fernandes, Luciano Ferreira da Sousa, Sebastião Ruiz Silveira Júnior e Marcelo Ribeiro Haddad completam a lista. Não há nenhuma mulher na comitiva escolhida por Bolsonaro. Ajuda De acordo com o governo, o avião KC-390 transportará 6 toneladas de carga, que inclui medicamentos, alimentos e equipamentos de saúde, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Entre os itens enviados estão antibióticos, corticoides, analgésicos e insumos como ataduras, seringas e cateteres. Além disso, o carregamento conta com 100 mil máscaras cirúrgicas e 300 ventiladores pulmonares mecânicos.

Bolsonaro participa de evento de partida de comitiva brasileira ao Líbano Michel Temer lidera missão brasileira a país que teve a capital Beirute atingida por explosão Publicada em 12/08/2020 09:10

Líbano: Missão brasileira embarca com toneladas de material a Beirute Capital libanesa foi fortemente afetada por uma explosão há 8 dias Agência Brasil - Publicada em 12/08/2020 09:59

O presidente Jair Bolsonaro acompanha nesta quarta-feira (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Evento de Bolsonaro com comitiva para Líbano expõe afagos a Temer e MDB Gabriela Sá Pessoa - Publicada em 12/08/2020 11:22

Presente no evento que marcou a partida da comitiva brasileira para o Líbano hoje, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) trocou afagos com seu antecessor, Michel Temer (MDB), e o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, em uma clara demonstração de aproximação com lideranças do MDB. Bolsonaro convidou Temer para liderar a missão, acompanhado por Skaf para integrar o grupo. Os dois convidados são descendentes de libaneses. O presidente chegou ao evento junto com Temer e citou os dois emedebistas durante o discurso. "Senhor presidente Michel Temer, estou muito honrado de ter aceitado nosso convite para representar a missão humanitária. Skaf foi uma feliz coincidência que estava comigo quando tomamos essa decisão. Eu tinha certeza de que ele aceitaria essa missão", disse Bolsonaro. "Prezado Skaf, você também é o imediato dessa missão. Não poderia ter ninguém melhor do que você para assessorar o Michel Temer", completou. Bolsonaro tem se esforçado para ampliar o diálogo com alas do MDB. O partido recentemente Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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desembarcou do centrão, grupo informal no Congresso que, em negociação de cargos e verbas, vinha demonstrando apoio ao Planalto no Legislativo. Temer agradeceu ao convite de Bolsonaro. "Não é incomum que o presidente designe ex-presidentes a missões diplomáticas. Então o senhor presidente dá um exemplo para o Brasil e a todas as nações do mundo", disse o ex-presidente. Temer pediu autorização para a viagem internacional ao juiz federal Marcelo Bretas. Ele responde a sete processos e teve o passaporte retido após uma prisão preventiva em 2019. Em discurso antes da partida, Skaf também deu demonstrações desta aproximação com elogios à condução de Bolsonaro em relação ao tema. "As relações entre o Brasil e o Líbano são relações fraternas. Então presidente Bolsonaro gostaria de agradecer o senhor. Eu vi o carinho de tratar esse assunto do Líbano, o carinho e o respeito com essa comunidade que escreveu muito a história do Brasil. Estamos juntos com o Líbano, com todos os descendentes", afirmou. Skaf comentou que prestígio que o presidente dedicou a Temer e ele não se trata de um gesto ao MDB, mas de um reconhecimento dos laços que mantêm com a comunidade libanesa. "Não creio que nesse momento o presidente Bolsonaro esteja pensando em aproximação política, a missão é humanitária. Agora, o futuro a Deus pertence, o comportamento das pessoas de um lado e de outro o futuro vai mostrar", declarou. Na semana passada, o presidente participou de outro compromisso em São Paulo com Skaf, que disputou o governo paulista em 2018 pela sigla. Em seu discurso, o presidente da Fiesp fez questão de relembrar outros encontros recentes com Bolsonaro. O presidente esteve hoje na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos, para acompanhar a partida da comitiva brasileira que levará ajuda humanitária a Beirute. A capital do Líbano foi parcialmente destruída após a explosão que deixou quase 200 mortos e milhares de feridos. As aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) levarão insumos hospitalares, mantimentos e medicamentos à capital do Líbano. A chegada está prevista para hoje. Também presente no evento, o embaixador do Líbano no Brasil, Joseph Sayah, agradeceu Bolsonaro pela manifestação de apoio. "Desde o primeiro momento o presidente ligou para mim para transmitir a sua solidariedade ao Líbano. Desde o primeiro momento me senti como sempre em casa, com ajuda e o caloroso apoio que foi mostrado através do senhor presidente", disse. A comitiva A comitiva brasileira designada por Bolsonaro para levar ajuda humanitária ao Líbano tem ao todo 13 pessoas, incluindo Michel Temer e Paulo Skaf. O marqueteiro de Temer, Elson Mouco Júnior, conhecido como Elsinho Mouco, também integra a lista. Foram escolhidos ainda os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Osvaldo Pastore, ambos do MDB, e os secretários Flávio Augusto Viana Rocha (Assuntos Estratégicos) e Kenneth Félix Haczynski da Nóbrega (Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África). Carlos Augusto Fecury Sydrião Ferreira, representante do Exército, Michael Pereira Lopes, Ronaldo da Silva Fernandes, Luciano Ferreira da Sousa, Sebastião Ruiz Silveira Júnior e Marcelo Ribeiro Haddad Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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completam a lista. Não há nenhuma mulher na comitiva escolhida por Bolsonaro. Ajuda De acordo com o governo, o avião KC-390 transportará 6 toneladas de carga, que inclui medicamentos, alimentos e equipamentos de saúde, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Entre os itens enviados estão antibióticos, corticoides, analgésicos e insumos como ataduras, seringas e cateteres. Além disso, o carregamento conta com 100 mil máscaras cirúrgicas e 300 ventiladores pulmonares mecânicos.

Bolsonaro acompanha embarque de missão brasileira a Beirute Agência Brasil - Publicada em 12/08/2020 09:15

O presidente Jair Bolsonaro acompanha hoje (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”. Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Brasil envia avião com 6 toneladas de alimentos e EPIs para Beirute Comitiva liderada por Michel Temer levará ajuda humanitária ao Líbano após explosão no porto. O acidente deixou 160 mortos e 300 mil desabrigados Redação - Publicada em 12/08/2020 10:06

O governo brasileiro enviou nesta quarta-feira (12) a aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), com 6 toneladas de insumos para auxiliar o Líbano, após a explosão em Beirute. O acidente na semana passada deixou mais de 160 mortos e 300 feridos. Entre os materiais doados estão medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, arrecadados pela comunidade libanesa no Brasil e o Ministério da Saúde (MS). Outro avião da FAB também decolou do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com a comitiva brasileira, composta pelo ex-presidente Michel Temer, que foi liberado pela justiça para chefiar a missão, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As aeronaves farão três paradas técnicas no Ceará, em Cabo Verde e na Espanha. A previsão é que eles cheguem em Beirute na tarde desta quinta-feira (13). O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou da solenidade. "Esta data marca ainda mais a nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade", afirmou ele em discurso. *Com informações da Agência Brasil

Missão brasileira embarca com 6 toneladas de material a Beirute Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Capital libanesa foi fortemente afetada por uma explosão há 8 dias Agência Brasil - Publicada em 12/08/2020 04:35

O presidente Jair Bolsonaro acompanha hoje (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Em São Paulo, Bolsonaro acompanha partida da delegação brasileira ao Líbano Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Governo envia 6 toneladas de alimentos e medicamentos para Beirute após explosão que deixou centenas de mortos Ingrid Soares - Publicada em 12/08/2020 10:40

O presidente Jair Bolsonaro desembarcou, na manhã desta quarta-feira (12/8), em São Paulo, onde acompanhou a partida da comitiva brasileira em missão ao Líbano. O chefe do Executivo convidou o ex-presidente Michel Temer, descendente de libaneses, para chefiar a missão de ajuda humanitária a Beirute. O local sofreu uma explosão no último dia 4, causada por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio que vitimou fatalmente mais de 160 pessoas e deixou outras mais de 6.000 feridas. A missão ao país árabe levará 6 toneladas de alimentos e insumos médicos como respiradores mecânicos e máscaras de proteção facial. A composição da delegação que segue rumo ao Líbano foi divulgada no último dia 11, no Diário Oficial da União (DOU). Ainda nesta quarta-feira (12/8), a publicação adicionou mais cinco nomes que farão parte da missão, que agora é composta por 18 integrantes, além de Temer. Entre eles os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore; o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf; o secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África, Kenneth Félix Haczynski da Nóbrega , o representante do Exército Brasileiro, Carlos Augusto Fecury Sydrião Ferreira; o 3º secretário da Divisão de Comunicação Institucional do Itamaraty; o médico cirurgião ortopedista do Institucional Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Ministério da Saúde, Vitor Miranda; o assessor técnico do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, do Ministério do Ministério do Desenvolvimento Regional, Leno Rodrigues Queiroz; a coordenadora da mesma equipe de gerenciamento de desastres, Ana Rodrigues Freire e a professora do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Federal do Paraná, Raquel Negrelle. Autorização judicial Temer é réu em dois processos relacionados à “Operação Descontaminação” da Lava-Jato e, por essa razão, precisou de autorização judicial para sair do país. A autorização foi concedida pelo juízo da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, nessa terça-feira (10/8), justificado pela "natureza humanitária da missão oficial". A previsão para a permanência da delegação é até o sábado (15/8), podendo ser prorrogado.

Bolsonaro chega a SP para participar de solenidade de missão de ajuda ao Líbano Ex-presidente Michel Temer chefiará missão oficial brasileira após forte explosão atingir o país do Oriente Médio. Dois aviões da FAB partirão com destino a Beirute para levar comitiva e Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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medicamentos e alimentos. Tatiana Santiago - Publicada em 12/08/2020 09:05

O presidente Jair Bolsonaro chegou na manhã desta quarta-feira (12) a São Paulo para participar da solenidade da missão brasileira de ajuda ao Líbano. A comitiva, chefiada pelo ex-presidente Michel Temer e composta por mais 12 integrantes, deverá partir ainda nesta quarta e levar alimentos, medicamentos e insumos básicos de saúde ao país do Oriente Médio. A ajuda ocorre após uma forte explosão atingir a área do porto de Beirute, capital do Líbano, e deixar mais de 150 mortos e mais de 4 mil feridos no último dia 4. Uma onda de protestos teve início no país depois do incidente, o que que resultou na renúncia do primeiro-ministro, Hassan Diab, e da equipe de governo, nesta segunda-feira. Bolsonaro desembarcou por volta de 9h na base aérea de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, de onde a missão brasileira deverá partir. Durante a cerimônia, que começou minutos após a chegada de Bolsonaro, o presidente ficou ao lado de Michel Temer, a quem ele agradeceu durante discurso por ter aceitado o convite. Bolsonaro, que usava máscara mas a retirou para discursar, também afirmou que a missão marca a aproximação entre Brasil e Líbano, países que, segundo ele, "não abrem mão de democracia e liberdade". "Esse ato simbólico, mas que vem do fundo do coração de todo povo brasileiro nos honra. O mundo atravessa uma pandemia, todos nós sofremos por isso. Quis o destino, lamentavelmente, que os nossos irmãos do Líbano também fossem acometidos também por esse desastre. O que nós podemos oferecer, em grande parte, vindo da comunidade libanesa é do coração", disse Bolsonaro. Temer afirmou ter ficado emocionado ao receber ligação, ainda no sábado, com o convite para chefiar a missão brasileira. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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"Sigo para lá com essa comissão integrada [...] na convicção de que lá nós seremos muito bem recebidos e todos lá desejosos de que o Brasil possa exercitar não apenas essa função humanitária, mas, tendo em vista os vínculos tradicionais entre ambos os países, que também possa ajudar a solucionar os embates políticos, com autorização, naturalmente, das autoridades libanesas, mas que possamos dar a nossa colaboração para a pacificação interna daquele país", declarou Temer. Dois aviões e 30 horas de viagem A previsão é que a viagem dos brasileiros dure cerca de 30 horas. Dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) seguirão para Beirute. Um deles vai levar a comitiva, e o outro carregará seis toneladas de alimentos, medicamentos e insumos hospitalares, incluindo corticoides, antibióticos, 100 mil máscaras cirúrgicas e respiradores mecânicos. As aeronaves farão três paradas técnicas: a primeira será em Fortaleza (CE); a segunda, na Ilha do Sal, na África; por último, em Valência, na Espanha, de onde partirá para Beirute. Missão com 13 integrantes De acordo com publicação em edição extra do "Diário Oficial da União" da última segunda-feira (10), a missão começa nesta quarta-feira e segue até o próximo sábado (15), podendo ser prorrogada a permanência das autoridades brasileiras, se necessário. O nome de Michel Temer como chefe da delegação foi anunciado por Bolsonaro no domingo, mesmo dia em que ele divulgou a missão oficial. Réu em duas ações da operação Lava Jato, o ex-presidente precisou de autorização da Justiça Federal do Rio para deixar o país. O aval foi concedido na segunda, graças à "natureza humanitária da missão oficial" para qual Temer foi designado. A comitiva é composta por 13 integrantes: Michel Temer, ex-presidente da República; Nelsinho Trad (PSD-MS), senador; Luiz Osvaldo Pastore (MDB-ES), senador; Flávio Augusto Viana Rocha, secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República; Kenneth Félix Haczynski da Nóbrega, secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África do Ministério das Relações Exteriores; Carlos Augusto Fecury Sydrião Ferreira, representante do Exército Brasileiro; Paulo Antônio Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e de ascendência libanesa; Elson Mouco Junior, publicitário do MDB e ex-assessor de Temer; Michael Pereira Flores; Ronaldo da Silva Fernandes; Luciano Ferreira da Sousa;

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Sebastião Ruiz Silveira Junior; Marcelo Ribeiro Haddad.

Senador Nelsinho Trad humanitária ao Líbano

participa

de

comitiva

oficial

de

ajuda

Presidente Jair Bolsonaro convidou o parlamentar sul-mato-grossense, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado e descendente de libaneses Por G1 MS - Publicada em 12/08/2020 09:56

A convite do presidente da República, Jair Bolsonaro, o senador Nelsinho Trad (PSD), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e descendente de libaneses, vai integrar a delegação para representar o governo brasileiro em missão especial a Beirute, no Líbano, no período de 12 a 15 de agosto. “Antes mesmo de Beirute ser destruída por duas explosões terríveis na semana passada, o Líbano estava se levantando de uma pós-guerra e, recentemente, foi destroçado pela Covid e por uma crise financeira que deixou famílias totalmente desesperadas. Agora, com áreas enormes da capital devastadas, é impossível ignorar as necessidades desse país. Então, aceitei o convite para acompanhar de perto, porque é importante um representante do Congresso Nacional. Eu já estive em Beirute em circunstâncias diferentes, onde havia muita vida, agora também preciso estar neste momento difícil para ajudar como puder”, comentou o senador Nelsinho Trad. Após a situação catastrófica que provocou pelo menos 200 mortes e deixou seis mil feridos, o parlamentar sul-mato-grossense - preocupado com os libaneses - havia agendado uma reunião com o embaixador do Líbano no Brasil, Joseph Sayah. Nesta manhã, os dois conversaram sobre as consequências. “De um minuto para o outro, a explosão fez com que 80 mil pessoas perdessem suas casas e estão, nesse momento, desalojadas, nós precisamos ajudar”, enfatizou o senador Nelsinho Trad. O embaixador do Líbano no Brasil, Joseph Sayah, informou que a explosão no Porto de Beirute pode ter sido resultado da detonação de 2,7 mil toneladas de nitrato de amônio que fora armazenado no porto seis anos antes, sem as devidas medidas de segurança. “É uma tragédia de todas magnitudes: humanitário político e social. O povo está exigindo respostas, porque tinha tanto nitrato no porto? Agora o presidente vai consultar com os líderes das bancadas no Parlamento e quem tiver o maior números de votos será escolhido primeiro-ministro. A pressão internacional está grande, acredito que vamos ter a formação de um novo governo o mais rápido possível. Acredito que a destruição só não foi maior por causa do coronavírus, porque muita gente estava em casa e não no centro de Beirute”, explicou o embaixador. Segundo o embaixador, os prejuízos financeiros podem somar entre US$ 10 e 15 bilhões de dólares. “Estou contando com a carga do porto, porque lá ficam armazenados cerca de 75 a 80% dos produtos importados para o Líbano”, disse. Na comitiva oficial, transportada pela Força Aérea Brasileira (FAB), o governo federal vai enviar medicamentos e insumos básicos de saúde arrecadados pela comunidade libanesa radicada no Brasil e, também, serão enviados 4mil kg de arroz pelo transporte marítimo. Atualmente, são 10 milhões de brasileiros com ascendência libanesa, um deles é a família do senador Nelsinho Trad. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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“O meu avô Assaf Trad veio na década de 20, se tornou comerciante e casou-se com outra imigrante libanesa Margarida Maksoud, ele contribuiu para o desenvolvimento do então Estado de Mato Grosso (ainda não dividido) e ganhou o título de cônsul. Ele fincou suas raízes em terras sul-mato-grossenses, teve quatro filhos (Norma, Nelson, Marcelo e Ricardo – todos já falecidos) e deixou um legado de centenas de netos e bisnetos, de trabalho, respeito e de muito orgulho de imigrante a todos nós. Por isso, tenho um coração bem ‘libanês’ e estou estarrecido com as condições de lá”, disse o senador. Comitiva oficial A comitiva viaja nesta manhã para o Libano. A previsão é de chegada às 6h30 no Aeroporto de Valência e, depois, em Beirute por volta das 13h30. Participam da comitiva oficial: o ex-presidente Michel Temer, como o chefe da missão, o senador Nelsinho Trad, o senador Luiz Osvaldo Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República Flávio Augusto Viana Rocha, o secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África do Ministério das Relações Exteriores e o representante do Exército Carlos Augusto Fecury Sydrião Ferreira e os assessores Paulo Antônio Skaf, Elson Mouco Júnior, Michael Ferreira Flores, Ronado da Silva Fernantes, Luciano Ferreira da Sousa, Sebastião Ruiz Silveira Júnior e Marcelo Ribeiro Haddad. Nesta quinta (13), poderá ocorrer um almoço oferecido pelo ministro Jandyr Ferreira dos Santos, encarregado de negócios do Brasil em Beirute, à delegação brasileira. À tarde, também deverá ser confirmado a ida da comitiva ao eminente cardeal Bechara Boutros al-Rahi, patriarca da Igreja Maronita e lideranças religiosas libanesas. De acordo com agenda oficial, está programada reunião da comitiva com o contra almirante Sérgio Salgueirinho, comandante da Força Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas do Líbano. Já, na sexta-feira, o grupo será recebido pelo presidente do Líbano, Michel Naim Aoun, também pretende conversar com o primeiro ministro do Líbano (caso já tenha sido escolhido pelo Líbano) e com o presidente do parlamento Nabih Berri. No encerramento das atividades, haverá a cerimônia de entrega oficial da ajuda humanitária do Brasil ao Governo do Líbano. “Sinto que é meu dever como descendente libanês externar a solidariedade brasileira aos libaneses”, afirmou o senador Nelsinho Trad.

Bolsonaro se despede de delegação, com Temer e Skaf, que vai ao Líbano Redação - Publicada em 12/08/2020 10:25

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O presidente Jair Bolsonaro participou na manha desta quarta-feira (12) da solenidade de despedida da delegação que vai ao Líbano levar a ajuda humanitária brasileira ao país vítima de uma explosão no dia 4 de agosto que destruiu boa parte da capital, Beirute. O grupo será comandado pelo ex-presidente Michel Temer e terá também a presença do presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Bolsonaro, em seu discurso, fez questão de destacar duas vezes que a maior parte dos mantimentos enviados pelas duas aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) são doações da comunidade libanesa no Brasil, da qual fazem parte Temer e Skaf. "Skaf, você também é o imediato da missão e não tinha ninguém melhor do que você para assessorar nosso querido Michel Temer", afirmou Bolsonaro. Segundo o presidente, os dois países têm em comum não abrirem mão de democracia e liberdade. "Os 12 milhões de descendentes libaneses que estão no Brasil contribuem em muito pra nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas para que o Brasil realmente atinja o local de destaque que ele merece no cenário mundial." Bolsonaro falou ainda que "onde um ser humano precisar de ajuda do Brasil, nós faremos para atendê-lo no que for possível". Pouco antes de Bolsonaro, Temer disse que ficou surpreso com o convite feito pelo atual presidente no sábado (8). "Falo em nome da comunidade libanesa no Brasil. Quero, com muita emoção, dizer que estou agradecendo em nome dos meus pais. Eles já faleceram há algum tempo, mas do plano espiritual estão acompanhando essa solenidade e aplaudindo o que Vossa Excelência e o governo estão fazendo pelo Líbano." Temer contou ser da "primeiríssima geração de libaneses" no país. "Meus pais casaram-se no Líbano, tiveram os três primeiros filhos lá e aqui tiveram mais cinco, eu sou o último deles. E veja a carreira que pude fazer no nosso país, o que revela a grandeza do Brasil e do seu povo, que é capaz de acolher os estrangeiros." A delegação De acordo com nota enviada pelo Ministério da Defesa, a delegação utiliza as aeronaves KC-390 Millennium e Embraer 190 (VC-2), da FAB. Serão enviados para o Líbano, no KC-390, "em resposta às devastadoras explosões que atingiram o porto de Beirute, no dia 4 de agosto", 6 toneladas de carga, que inclui medicamentos, alimentos e equipamentos de saúde, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. A aeronave da Embraer transportará a comitiva com 13 pessoas da missão ao Líbano, chefiada pelo expresidente da República Michel Temer, convidado por Bolsonaro. A comitiva, segundo o ministério, é integrada por senadores, autoridades federais e representantes da comunidade libanesa no Brasil, e também especialistas em assistência humanitária. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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As duas aeronaves embarcam da Base Aérea de São Paulo (BASP) na tarde desta quarta-feira rumo a Fortaleza (CE). Na sequência, seguem para a Ilha do Sal e prosseguem para Valência, Espanha. Após essas paradas, decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde da quinta-feira (13). No total, cada aeronave fará cerca de 30 horas de voo, diz a nota.

Bolsonaro acompanha embarque de missão brasileira a Beirute Capital libanesa foi fortemente afetada por uma explosão há 8 dias Andreia Verdélio - Publicada em 12/08/2020 09:16

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou hoje (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Brazil mission sends 6 tons of humanitarian aid to Lebanon Publicada em 12/08/2020 12:37

Brazilian President Jair Bolsonaro at the São Paulo Air Base today (Aug. 12) attended the takeoff of the Brazilian entourage departing on a special mission for Beirut, Lebanon. The Brazilian government is sending humanitarian help to the country, in response to the explosions that hit the port of the Lebanese capital on August 4. The return of the entourage is expected to take place next Saturday (15). Airplane KC-390 of the Brazilian Air Force (FAB) was loaded with 6 tons of materials, among which medications, health care and food supplies, donated by the Health Ministry and by the Lebanese community in Brazil. Another FAB aircraft, Embraer 190, is carrying entourage members, among them former President Michel Temer, son of Lebanese parents, spearheading the entourage, and President of the São Paulo Industry Federation (Fiesp) Paulo Skaf. The two planes took off in São Paulo headed for Fortaleza, Ceará, where the first technical interval is to take place. Next, they proceed to Sal Island, Cape Verde, then to Valencia, Spain. Only then will they fly to Beirut. Their arrival should be on Thursday afternoon (13). In addition to the special humanitarian mission, the Brazilian government is supporting the country through the National Risk and Disaster Management Center (Cenad) and the National Space Research Institute (Inpe), which continue to collaborate in the process of putting together maps with satellite images of Beirut for emergency post-disaster mapping activities. Explosion The explosions in the port region of Beirut were caused by problems in the storage of around 2,750 tons of ammonium nitrate, a substance used in the production of explosives and fertilizers. The event brought panic and destruction to the Lebanese capital and left over a hundred people dead and thousands injured and forced out of their homes, many with severe burns. The impact of the biggest blast was felt in Cyprus, over 200 km off the Lebanese coast. The port of Beirut was the main place for the storage of grains, and the explosion left the Lebanese with less than a month’s worth of food reserves. Lebanon is home to 6.8 million people.

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Presidente Jair Bolsonaro acompanha a partida de Missão a Beirute TV BrasilGov - Publicada em 12/08/2020 09:10

12.08.2020 - Em São Paulo, Presidente Jair Bolsonaro participa da solenidade alusiva à partida da comitiva brasileira em Missão Especial a #Beirute, no #Líbano.

Missão brasileira embarca para Beirute com toneladas de materiais Capital libanesa foi fortemente afetada por uma explosão há 8 dias Publicada em 12/08/2020 04:32

O presidente Jair Bolsonaro acompanha hoje (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”. Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Bolsonaro participa de cerimônia de partida da comitiva brasileira em missão ao Líbano Redação - Publicada em 12/08/2020 04:51

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou nesta quarta-feira, 12, em São Paulo, a partida da comitiva brasileira em missão ao Líbano. As informações são da repórter Bruna Barboza, da Rádio Bandeirantes. As decolagens dos aviões da FAB estão previstas para o início da tarde, na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos. Serão duas aeronaves. Uma com seis toneladas de insumos básicos de saúde, como antibióticos, analgésicos e corticoides, alimentos e insumos como seringas, máscaras cirúrgicas e ventiladores pulmonares. A segunda transporta a comitiva chefiada pelo ex-presidente Michel Temer e leva senadores, autoridades federais, representantes da comunidade libanesa no Brasil e especialistas em assistência humanitária. Serão 30 horas de voo, com escalas previstas em Fortaleza, no Ceará, na Ilha do Sal, em Cabo Verde, em Valência, na Espanha, e por fim em Beirute. A expectativa é de que a missão chegue ao Líbano nesta quinta-feira, 13, à tarde. Após ser convidado por Bolsonaro, Temer precisou de uma autorização da Justiça para viajar, já que é réu em processos ligados à Operação Lava Jato. Na semana passada, metade da capital do Líbano foi afetada por uma explosão na região portuária. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Mais de 150 pessoas morreram e cerca de 6 mil ficaram feridas.

Missão brasileira embarca com 6 toneladas de material a Beirute Agência Brasil - Publicada em 12/08/2020 05:43

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou nesta quarta-feira, 12, na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado, 15. A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde desta quinta, 13. Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre.

Na presença de Bolsonaro, missão brasileira parte para o Líbano com Temer e Skaf Guilherme Caetano - Publicada em 12/08/2020 06:50

SÃO PAULO - A comitiva brasileira em missão ao Líbano, chefiada pelo ex-presidente Michel Temer, partiu na manhã desta quarta-feira para Beirute. O presidente Jair Bolsonaro acompanhou a ida do grupo na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos. Bolsonaro discursou por cerca de cinco minutos antes da partida da comitiva. Ele agradeceu a presença de Temer e Paulo Skaf, presidente da Fiesp, na missão e disse lamentar a explosão que deixou mais de 150 mortos em capital libanesa, na semana passada. – O mundo atravessa uma pandemia. Todos nós sofremos com isso. Quis o destino lamentavelmente que nossos irmãos do Líbano fossem acometidos também por esse desastre – disse Bolsonaro. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Descendentes de libaneses, Temer e Skaf foram escolhidos por Bolsonaro para a missão diplomática que vai levar seis toneladas de medicamentos e alimentos a Beirute. Os produtos foram doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. – Prezado Skaf, quis o destino que vossa senhoria estivesse comigo quando tomamos essa decisao. Não poderia ter ninguém melhor para assessorar o nosso querido Michel Temer – declarou Bolsonaro. Antes de partir, Skaf disse à imprensa que a missão deve permanecer por 24 horas em Beirute, fora as 40 horas de voo entre ida e volta. Ele também afirmou que os recentes encontros com Bolsonaro não necessariamente representam uma aproximação política. – Eu não creio que neste momento o presidente Bolsonaro esteja pensando em política. O comportamento de um lado e de outro é que vai mostrar – afirmou Skaf. Michel Temer rasgou elogios ao presidente Bolsonaro em seu discurso. Disse ter ficado agradecido e emocionado com o convite para chefiar a missão e que, por conta dos pais de origem libanesa, pode falar em nome da comunidade para agradecer a ajuda ao país levantino. Vídeo: Temer incluirá viagem ao Líbano em seu documentário para mostrar imagem ‘mais humana’ Em 4 de agosto, cerca de 2.700 toneladas de nitrato de amônio explodiram no porto de Beirute, destruindo parte da cidade. O acidente deixou ao menos 170 mortos e milhares de feridos e desabrigados. A comitiva também é integrada pelos senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Luiz Osvaldo Pastore (MDBES), o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Augusto Rocha, e outras autoridades e representantes da comunidade libanesa no Brasil. As aeronaves KC-390 Millenium e Embraer 190 (VC-2) da missão farão paradas em Fortaleza (CE) e Espanha até chegar ao Líbano, nesta quinta-feira.

De olho na repercussão, Bolsonaro vai acompanhar embarque da missão ao Líbano Grupo será chefiado pelo ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses Por Crusoé | O Antagonista - Publicada em 12/08/2020 09:03

As explosões que atingiram a zona portuária de Beirute e mataram pelo menos 220 pessoas causaram comoção no Brasil, sobretudo entre a grande comunidade libanesa. De olho na repercussão da ajuda humanitária ao país, o presidente Jair Bolsonaro viaja a São Paulo nesta quarta-feira, 12, para acompanhar a cerimônia de embarque dos integrantes da missão que vai ao Líbano. O grupo será chefiado pelo ex-presidente Michel Temer , que é filho de libaneses. Réu em duas ações penais e com o passaporte apreendido, ele obteve aval da Justiça para deixar o país. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República confirmou que está prevista a viagem de Jair Bolsonaro a São Paulo nesta quarta-feira. A reportagem questionou a Secom, o Ministério da Defesa e o Itamaraty a respeito dos custos estimados para a missão humanitária, mas não obteve informações sobre as despesas previstas.

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A escolha dos integrantes da missão tem um significado político para Bolsonaro , em um momento em que o chefe do Planalto tenta ampliar sua base no Congresso. Com a escolha de Michel Temer , um dos principais caciques do MDB, o presidente da República faz um importante aceno à sigla. No mês passado, o MDB oficializou seu afastamento do Centrão, ao deixar o bloco de partidos comandado por Arthur Lira, do PP. A missão especial ficará na região de Beirute até sábado. Além de Temer , a comitiva que levará ajuda humanitária terá a participação do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf; dos senadores Nelsinho Trad, do PSD, e Luiz Pastore, do MDB; do secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Rocha; do secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África do Itamaraty, Kenneth da Nóbrega, além de representantes do Exército. O publicitário Elsinho Mouco, ex-assessor de Temer, também integra a comitiva oficial do governo brasileiro. Alan Santos/PR Presidente da República, Jair Bolsonaro As explosões que atingiram a zona portuária de Beirute e mataram pelo menos 220 pessoas causaram comoção no Brasil, sobretudo entre a grande comunidade libanesa. De olho na repercussão da ajuda humanitária ao país, o presidente Jair Bolsonaro viaja a São Paulo nesta quarta-feira, 12, para acompanhar a cerimônia de embarque dos integrantes da missão que vai ao Líbano. O grupo será chefiado pelo ex-presidente Michel Temer , que é filho de libaneses. Réu em duas ações penais e com o passaporte apreendido, ele obteve aval da Justiça para deixar o país. Leia também Temer diz que Brasil pode ‘colaborar para uma pacificação interna no Líbano’ Explosão no Líbano: entenda o antes e o depois do país Bolsonaro convida Temer para chefiar missão brasileira no Líbano A Secretaria de Comunicação da Presidência da República confirmou que está prevista a viagem de Jair Bolsonaro a São Paulo nesta quarta-feira. A reportagem questionou a Secom, o Ministério da Defesa e o Itamaraty a respeito dos custos estimados para a missão humanitária, mas não obteve informações sobre as despesas previstas. A escolha dos integrantes da missão tem um significado político para Bolsonaro , em um momento em que o chefe do Planalto tenta ampliar sua base no Congresso. Com a escolha de Michel Temer , um dos principais caciques do MDB, o presidente da República faz um importante aceno à sigla. No mês passado, o MDB oficializou seu afastamento do Centrão, ao deixar o bloco de partidos comandado por Arthur Lira, do PP. A missão especial ficará na região de Beirute até sábado. Além de Temer , a comitiva que levará ajuda humanitária terá a participação do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf; dos senadores Nelsinho Trad, do PSD, e Luiz Pastore, do MDB; do secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Rocha; do secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África do Itamaraty, Kenneth da Nóbrega, além de representantes do Exército. O publicitário Elsinho Mouco, ex-assessor de Temer, também integra a comitiva oficial do governo brasileiro. Um avião da Força Aérea Brasileira levará seis toneladas de cargas, entre alimentos, medicamentos e insumos, como 100 mil máscaras e 300 respiradores. As duas aeronaves da FAB que integram a missão, uma de carga, a outra, de passageiros, farão paradas em Fortaleza; na Ilha do Sal, em Cabo Verde; e em Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Valência, na Espanha. O trajeto completo deve durar cerca de 30 horas, de acordo com o Ministério da Defesa. Em videoconferência com líderes mundiais realizada no domingo, o presidente Jair Bolsonaro disse que as doações foram reunidas pela comunidade libanesa no Brasil. “Estamos prestando assistência humanitária emergencial e propondo ações de cooperação no médio e longo prazo, em benefício da sociedade libanesa”, afirmou o presidente, que anunciou ainda o envio de uma equipe técnica para colaborar nos trabalhos de perícia.

Aeronaves de missão brasileira a Beirute farão intervalo técnico em Fortaleza A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil Por AGÊNCIA BRASIL - Publicada em 12/08/2020 09:25

O presidente Jair Bolsonaro acompanha nesta quarta-feira, 12, na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado, 15. Aeronaves farão pouso em Fortaleza antes de seguir para Cabo Verde. A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Missão brasileira embarca para Beirute com toneladas de materiais Capital libanesa foi fortemente afetada por uma explosão há 8 dias Da Redação - Publicada em 12/08/2020 09:35

O presidente Jair Bolsonaro acompanha hoje (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”. Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Bolsonaro: ninguém melhor que Skaf para assessorar nosso querido Michel Temer Publicada em 12/08/2020 10:00

Jair Bolsonaro afirmou em Guarulhos que o dia de hoje marca “ainda mais a nossa aproximação com o Líbano”. “Os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo”, disse o presidente. Bolsonaro também agradeceu a participação do presidente da Fiesp, Paulo Skaf. “Ninguém melhorar para assessorar nosso querido Michel Temer”, disse.

Bolsonaro acompanha partida de missão brasileira com ajuda ao Líbano Murillo Ferrari - Publicada em 12/08/2020 10:33

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O presidente Jair Bolsonaro acompanhou nesta quarta-feira (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano, e disse que a data marca ainda mais a aproximação entre os dois países. "Nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo. E podem ter certeza, os 12 milhões de descendentes que estão no Brasil contribuem e muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas para que o Brasil atinja o local de destaque que merece no cenário mundial", disse o presidente. Bolsonaro disse ainda que a ajuda enviada pelo Brasil é um "ato simbólico, mas que vem do fundo do coração de todo o povo brasileiro". "O mundo atravessa uma pandemia. Todos nós sofremos com isso. Quis o destino, lamentavelmente, que nossos irmãos do Líbano fossem acometidos também por esse desastre", declarou. Bolsonaro agradeceu ainda o ex-presidente Michel Temer e disse ter certeza de que ele "aceitaria de pronto essa missão". A ajuda brasileira O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao Líbano em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o VC-2 (Embraer 190), levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de quintafeira (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que colaboram na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Desastre em Beirute Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O desastre causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de 170 pessoas mortas e mais de 6 mil feridos ou desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Missão brasileira embarca com 6 toneladas de material a Beirute Publicada em 12/08/2020 11:00

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou hoje (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). Durante o evento, Bolsonaro agradeceu a disponibilidade dos integrantes da comitiva e o emprenho do comando da Aeronáutica para que a missão ocorresse no curto espaço de tempo. “O que nós podemos oferecer, em grande parte vindo da comunidade libanesa, é de coração”, disse. “Esta data marca ainda mais a nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo e, podem ter certeza, os 12 milhões de descentes libaneses que estão no Brasil contribuem em muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas”, completou o presidente. A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13).

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Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Crise econômica e política As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”. Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana. Em pronunciamento, o ex-presidente Michel Temer agradeceu o apoio do governo brasileiro, em nome da comunidade libanesa no Brasil e disse que o gesto revela a grande receptividade que o país tem em relação aos estrangeiros. “Sigo para lá com essa comissão integrada por eminentíssimas figuras na convicção de que seremos muito bem recebidos. E todos lá desejosos de que o Brasil possa exercitar não apenas essa função humanitária, mas, tendo em vista os vínculos tradicionais entre ambos os países, que também possa ajudar a solucionar os embates político, com autorização naturalmente das autoridades libaneses, mas que possamos dar a nossa colaboração para pacificação interna daquele país”, disse Temer.

Ajuda ‘vem do coração do brasileiro’, diz Bolsonaro em embarque de comitiva Murillo Ferrari - Publicada em 12/08/2020 11:26

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O presidente Jair Bolsonaro acompanhou nesta quarta-feira (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano, e disse que a data marca ainda mais a aproximação entre os dois países. "Nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo. E podem ter certeza, os 12 milhões de descendentes que estão no Brasil contribuem e muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas para que o Brasil atinja o local de destaque que merece no cenário mundial", disse o presidente. Bolsonaro disse ainda que a ajuda enviada pelo Brasil é um "ato simbólico, mas que vem do fundo do coração de todo o povo brasileiro". "O mundo atravessa uma pandemia. Todos nós sofremos com isso. Quis o destino, lamentavelmente, que nossos irmãos do Líbano fossem acometidos também por esse desastre", declarou. Bolsonaro agradeceu ainda o ex-presidente Michel Temer e disse ter certeza de que ele "aceitaria de pronto essa missão". Em pronunciamento na cerimônia, o expresidente Michel Temer se disse "agradavelmente surpreendido e emocionado" com o convite de Bolsonaro para chefiar a missão de ajuda ao Líbano. "Quero, com muita emoção, dizer que estou agradecendo em nome dos meus pais, presidente Bolsonaro, que já faleceram há muito tempo. Mas falo no plano espiritual, onde estão acompanhando essa solenidade e aplaudindo o que Vossa Excelência está fazendo pelo Líbano", disse Temer. "Quero revelar, senhor presidente, a grande receptividade que o Brasil tem em relação aos estrangeiros. Permita-me que eu dê o meu exemplo: sou primeiríssima geração de libaneses no Brasil. Meus pais casaram-se no Líbano, tiveram os três primeiros filhos lá e aqui tiveram mais cinco, sou o último deles. E veja, vossa excelência, a carreira que eu pude fazer no nosso país, o que revela a grandeza do Brasil e do seu povo, que é capaz de acolher os estrangeiros com o carinho que permitiram a esse modesto orador que chegasse onde pude chegar."

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A ajuda brasileira O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao Líbano em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o VC-2 (Embraer 190), levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de quintafeira (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que colaboram na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Desastre em Beirute As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O desastre causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de 170 pessoas mortas e mais de 6 mil feridos ou desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

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Bolsonaro amplia comitiva de ajuda ao Líbano; missão parte nesta quarta-feira (12) Parte da comissão ficará até o dia 30 de agosto no país Gabriela Carvalho - Publicada em 12/08/2020 03:39

Em decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) determinou novos enviados para fazer parte da missão humanitária do Brasil para o Líbano, após explosão em Beirute que matou mais de 160 pessoas em 4 de agosto. Foram publicados cinco novo nomes para fazer parte da missão. A previsão é que a missão dure entre 12 e 30 de agosto. Os enviados devem permanecer na comitiva por 15 dias a mais do que as autoridades que foram originalmente anunciadas para o grupo de auxílio. O grupo inclui o ex-presidente Michel Temer e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que devem retornar no sábado (15). >> Ao menos 137 mortos e 5 mil feridos em explosões no Líbano Veja os integrantes da comitiva Delegação para representar o Governo brasileiro em Missão Especial a Beirute, República do Líbano, no período de 12 a 15 de agosto de 2020:

Comitiva oficial

Michel Miguel Elias Temer Lulia, ex-Presidente da República;

Nelson Trad Filho, Senador da República;

Luiz Osvaldo Pastore, Senador da República;

Flávio Augusto Viana Rocha, Almirante-de-Esquadra, Secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República;

Kenneth Féliz Haczynski da Nóbrega, Embaixador, Secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África do Ministério das Relações Exteriores;

Carlos Augusto Fecury Sydrião Ferreira, General de Brigada, Representante do Exército Brasileiro;

Alan Coelho de Séllos, Ministro, Chefe do Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores;

Paulo César Andari, Brigadeiro-do-Ar, Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica; Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Paulo Antônio Skaf;

Elson Mouco Junior;

Luciano Ferreira de Souza, Capitão-de-Corveta;

Marcelo Ribeiro Haddad, Subtenente;

Michael Pereira Flores, Segundo-Sargento;

Ronaldo da Silva Fernandes, Segundo-Sargento; e Sebastião Ruiz Silverio Junior. Designados para integrar a missão multidisciplinar brasileira de assistência humanitária, de 15 a 30 de agosto: Daniel Kohler Leite, Terceiro Secretário, Divisão de Comunicação Institucional, do Ministério das Relações Exteriores;

Vitor Almeida Ribeiro Miranda, Médico Cirurgião Ortopedista do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, do Ministério da Saúde;

Leno Rodrigues Queiroz, Assessor técnico, do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, do Ministério do Desenvolvimento Regional;

Ana Flávia Rodrigues Freire, Coordenadora de Preparação; e

Raquel Rejane Bontato Negrelle, Professora Sênior do Programa de Pós-Graduação em Agronomia. Da Faculdade de Agronomia, da Universidade Federal do Paraná.

Missão brasileira embarca com toneladas de material a Beirute Publicada em 12/08/2020 04:59

O presidente Jair Bolsonaro acompanha nesta quarta-feira (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde desta quinta (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

BOL - Evento de Bolsonaro com comitiva para Líbano expõe afagos a Temer e MDB Gabriela Sá Pessoa - Publicada em 12/08/2020 05:08

Presente no evento que marcou a partida da comitiva brasileira para o Líbano hoje, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) trocou afagos com seu antecessor, Michel Temer (MDB), e o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, em uma clara demonstração de aproximação com lideranças do MDB. Bolsonaro convidou Temer para liderar a missão, acompanhado por Skaf para integrar o grupo. Ambos são descendentes de libaneses. "Senhor presidente Michel Temer, estou muito honrado de ter aceitado nosso convite para representar a missão humanitária. Skaf foi uma feliz coincidência que estava comigo quando tomamos essa decisão. Eu tinha certeza de que ele aceitaria essa missão", disse Bolsonaro. "Prezado Skaf, você também é o imediato dessa missão. Não poderia ter ninguém melhor do que você para assessorar o Michel Temer", completou. Bolsonaro tem se esforçado para ampliar o diálogo com alas do MDB. O partido recentemente desembarcou do centrão, grupo informal no Congresso que, em negociação de cargos e verbas, vinha Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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demonstrando apoio ao Planalto no Legislativo. Na semana passada, o presidente participou de outro compromisso em São Paulo com Skaf, que disputou o governo paulista em 2018 pela sigla. O presidente esteve na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos, para acompanhar a partida da comitiva brasileira que levará ajuda humanitária a Beirute. A capital do Líbano foi parcialmente destruída após a explosão que deixou quase 200 mortos e milhares de feridos. As aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) levarão insumos hospitalares, mantimentos e medicamentos à capital do Líbano. A chegada está prevista para hoje. Em processo de aproximação com o presidente, Temer pediu autorização para a viagem internacional ao juiz federal Marcelo Bretas. O emedebista responde a sete processos e teve o passaporte retido após uma prisão preventiva em 2019. Temer agradeceu ao convite de Bolsonaro. "Não é incomum que o presidente designe ex-presidentes a missões diplomáticas. Então o senhor presidente dá um exemplo para o Brasil e a todas as nações do mundo. Sigo para lá ao lado de eminentes figuras, na convicção de que lá seremos muito bem recebidos e de que o Brasil possa não só desempenhar essa função humanitária, mas que também possa ajudar a solucionar os embates políticos, com autorização das autoridades libanesas. Muitíssimo obrigado", disse. Em discurso antes da partida, Skaf também deu demonstrações desta aproximação com elogios à condução de Jair Bolsonaro em relação ao tema. "As relações entre o Brasil e o Líbano são relações fraternas. Então presidente Bolsonaro, gostaria de agradecer o senhor. Eu vi o carinho de tratar esse assunto do Líbano, o carinho e o respeito com essa comunidade que escreveu muito a história do Brasil. Seja como o senhor demonstrou nas suas atitudes, estamos juntos com o Líbano, com todos os descendentes. E o senhor pode ter certeza que a comunidade libanesa está ao seu lado para que o senhor realize o seu sonho de um país com mais educação", disse. Também presente no evento, o embaixador do Líbano no Brasil, Joseph Sayah, agradeceu Bolsonaro pela manifestação de apoio. "Desde o primeiro momento o presidente ligou para mim para transmitir a sua solidariedade ao Líbano. Desde o primeiro momento me senti como sempre em casa, com ajuda e o caloroso apoio que foi mostrado através do senhor presidente", disse. A comitiva A comitiva brasileira designada por Bolsonaro para levar ajuda humanitária ao Líbano tem ao todo 13 pessoas, incluindo Michel Temer e Paulo Skaf. O marqueteiro de Temer, Elson Mouco Júnior, conhecido como Elsinho Mouco, também integra a lista. Foram escolhidos ainda os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Osvaldo Pastore, ambos do MDB, e os secretários Flávio Augusto Viana Rocha (Assuntos Estratégicos) e Kenneth Félix Haczynski da Nóbrega (Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África). Carlos Augusto Fecury Sydrião Ferreira, representante do Exército, Michael Pereira Lopes, Ronaldo da Silva Fernandes, Luciano Ferreira da Sousa, Sebastião Ruiz Silveira Júnior e Marcelo Ribeiro Haddad completam a lista. Não há nenhuma mulher na comitiva escolhida por Bolsonaro. Ajuda De acordo com o Governo, o avião KC-390 transportará 6 toneladas de carga, que inclui medicamentos, alimentos e equipamentos de saúde, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Entre os itens enviados estão antibióticos, corticoides, analgésicos e insumos como ataduras, seringas e Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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cateteres. Além disso, o carregamento conta com 100 mil máscaras cirúrgicas e 300 ventiladores pulmonares mecânicos.

Bolsonaro acompanha embarque de comitiva ao Líbano André Guilherme Vieira - Publicada em 12/08/2020 08:39

O presidente Jair Bolsonaro reconheceu que o mundo enfrenta a pandemia do novo coronavírus e defendeu que a democracia seja a forma de governo “para o mundo todo”. O presidente participou na base aérea do aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (SP), de cerimônia que antecedeu o embarque da missão humanitária brasileira de ajuda ao Líbano. “O mundo atravessa uma pandemia e todos nós sofremos com isso. Quis o destino que nossos irmãos do Líbano fossem acometidos também por esse desastre”, disse o presidente, se referindo à explosão ocorrida em Beirute que deixou 200 mortos na semana passada, segundo informações do governo local. “Esta data marca ainda mais a nossa aproximação com o Líbano, os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade e é o que queremos para o mundo todo“, afirmou Bolsonaro. A missão ao Líbano é chefiada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), escolhido por Bolsonaro, e levará 6 toneladas de insumos médicos, equipamentos e alimentos doados pelo Ministério da Saúde e por integrantes da comunidade libanesa no Brasil. Serão dois aviões utilizados em uma viagem de 30 horas. Um EMB 190 levará a comitiva oficial. Já o material doado seguirá em um KC-390 da Força Aérea Brasileira. Também integram a comitiva os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Osvaldo Pastore; o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, empresário Flávio Rocha; Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp); e ainda Kenneth da Nóbrega, secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África do Ministério das Relações Exteriores, e Elsinho Mouco, marqueteiro e assessor de Temer.

MIX VALE - Missão brasileira embarca com 6 toneladas de material a Beirute Por Redação - Publicada em 12/08/2020 09:00

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou hoje (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. EXPLOSÃO As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”. Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Aeronaves da FAB partem com ajuda humanitária para o Líbano Paulo Roberto Bastos Jr. - Publicada em 12/08/2020 09:28

Na manhã de hoje, dia 12/08, decolaram da Ala 13, Base Aérea de Guarulhos, uma aeronave KC-390 Millennium e um VC-2, com destino a Beirute, para transportar a missão especial humanitária brasileira a República Libanesa. O KC-390, matrícula FAB 2855, partiu transportando cerca de 6 toneladas de medicamentos, alimentos e equipamentos de saúde, para o atendimento emergencial das vítimas da explosão que destruiu parte da cidade. Já a aeronave VC-2 (Embraer 190AR), matrícula FAB 2590, transporta a comitiva da missão ao Líbano, chefiada pelo ex-Presidente da República Michel Temer. A comitiva é integrada por Senadores, autoridades federais e representantes da comunidade libanesa no Brasil, e também especialistas em assistência humanitária. A assistência humanitária brasileira foi anunciada no último domingo, dia 09/08, pelo Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, em videoconferência com Chefes de Estado e de Governo para tratar das ações internacionais de apoio ao Líbano. O trabalho está sendo coordenado pelos Ministérios das Relações Exteriores, da Defesa e da Saúde no âmbito do Grupo de Trabalho Interministerial sobre Cooperação Humanitária Internacional, cuja secretaria executiva cabe ao Itamaraty. Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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BAHIA BA - Missão brasileira embarca para Beirute com carga de 6 toneladas para ajuda humanitária Estão sendo levados medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos Da Redação - Publicada em 12/08/2020 10:10

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) acompanha nesta quarta-feira (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). As informações são da Agência Brasil. A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”. Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

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BAHIA NO AR - Missão brasileira embarca com toneladas de material a Beirute Maíra Lima - Publicada em 12/08/2020 10:49

O presidente Jair Bolsonaro acompanha nesta quarta-feira,12, na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial para Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). De acordo com a Agência Brasil, a aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13).

TRIBUNA DE PETRÓPOLIS - Missão brasileira embarca com 6 toneladas de material a Beirute Agência Brasil - Publicada em 12/08/2020 11:09

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou nesta quarta-feira (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). Durante o evento, Bolsonaro agradeceu a disponibilidade dos integrantes da comitiva e o emprenho do comando da Aeronáutica para que a missão ocorresse no curto espaço de tempo. “O que nós podemos oferecer, em grande parte vindo da comunidade libanesa, é de coração”, disse. “Esta data marca ainda mais a nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de Extrato gerado em 12 de Agosto de 2020, às 14:44:22


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democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo e, podem ter certeza, os 12 milhões de descentes libaneses que estão no Brasil contribuem em muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas”, completou o presidente. A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Crise econômica e política As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana. Em pronunciamento, o ex-presidente Michel Temer agradeceu o apoio do governo brasileiro, em nome da comunidade libanesa no Brasil e disse que o gesto revela a grande receptividade que o país tem em relação aos estrangeiros. “Sigo para lá com essa comissão integrada por eminentíssimas figuras na convicção de que seremos muito bem recebidos. E todos lá desejosos de que o Brasil possa exercitar não apenas essa função humanitária, mas, tendo em vista os vínculos tradicionais entre ambos os países, que também possa ajudar a solucionar os embates político, com autorização naturalmente das autoridades libaneses, mas que possamos dar a nossa colaboração para pacificação interna daquele país”, disse Temer.

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Missão brasileira embarca com seis toneladas de material a Beirute Agência Brasil - Publicada em 12/08/2020 11:21

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou hoje (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). Durante o evento, Bolsonaro agradeceu a disponibilidade dos integrantes da comitiva e o emprenho do comando da Aeronáutica para que a missão ocorresse no curto espaço de tempo. “O que nós podemos oferecer, em grande parte vindo da comunidade libanesa, é de coração”, disse. “Esta data marca ainda mais a nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo e, podem ter certeza, os 12 milhões de descentes libaneses que estão no Brasil contribuem em muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas”, completou o presidente. A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre.

Crise econômica e política As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país.

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Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana. Em pronunciamento, o ex-presidente Michel Temer agradeceu o apoio do governo brasileiro, em nome da comunidade libanesa no Brasil e disse que o gesto revela a grande receptividade que o país tem em relação aos estrangeiros. “Sigo para lá com essa comissão integrada por eminentíssimas figuras na convicção de que seremos muito bem recebidos. E todos lá desejosos de que o Brasil possa exercitar não apenas essa função humanitária, mas, tendo em vista os vínculos tradicionais entre ambos os países, que também possa ajudar a solucionar os embates político, com autorização naturalmente das autoridades libaneses, mas que possamos dar a nossa colaboração para pacificação interna daquele país”, disse Temer.

VÍDEO: À caminho de Beirute, Nelsinho mostra carga de insumos que serão entregues ao Líbano Senador integra comitiva brasileira em missão humanitária que entregará alimentos e insumos médico-hospitalares ao Líbano Guilherme Cavalcante - Publicada em 12/08/2020 12:27

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) embarcou no início da tarde desta quarta-feira rumo à Beirute, cidade libanesa avassalada por uma explosão na região portuária na última semana. O senador foi convidado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para representar o Congresso Nacional na missão humanitária que deverá entregar mantimentos e medicamentos ao país. Nelsinho, que é descendente de libaneses, embarcou em Brasília nesta manhã e fez escala em Guarulhos (SP). Lá, o senador mostrou o interior do compartimento de carga da aeronava da FAB (Força Aérea Brasileira) que vai conduzir a comitiva até Beirute. “Quero agradecer ao presidente Bolsonaro por ter o privilégio de representar o Congresso nessa missão humanitária. Esse agradecimento transcende a linha espiritual e chega nos meus avós, que são

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libaneses”, declarou, momentos antes do embarque final. Comitiva A comitiva da qual Nelsinho Trad faz parte também é composta pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), que teve de pedir autorização à Justiça para deixar o país. Isso porque, após deixar a presidência da República, no início de 2019, ele teve a prisão decretada duas vezes e virou alvo de vários processos em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo Alem de Temer e Trad, participam da missão o senador Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. Dois aviões da FAB partem ao Líbano com ventiladores pulmonares, máscaras cirúrgicas, kits de primeiros-socorros e material de construção, além de ao menos 500 cestas básicas e meia tonelada de medicamentos e equipamentos doados pela Câmara de Comércio Brasil-Líbano. A comitiva chefiada por Temer leva também equipe médica com 16 profissionais. Na última semana, uma explosão ocasionada por resíduos químicos como nitrato de amônia avassalaram Beirute, agravando a crise enfrentada no Líbano. Ceca de 200 pessoas morreram e outras 6 mil ficaram feridas. Parte da cidade ficou destruída.

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Missão Assistência Humanitária Líbano 2 Matérias, de 12/08/2020, extraídas de veículos de imprensa.

NOTIMP: 225 de 12/08/2020.

Bolsonaro amplia comitiva de ajuda ao Líbano; missão parte nesta quarta Diego Freire - Publicada em 12/08/2020 06:44

Em decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) designou novos enviados que farão parte da missão humanitária do Brasil que levará ajuda ao Líbano, após a explosão que matou mais de 160 pessoas e destruiu parte de Beirute em 4 de agosto. Foram publicados cinco novos nomes para integrar a missão, com previsão de duração entre 12 e 30 de agosto de 2020. Os novos enviados devem permanecer na comitiva por 15 dias a mais do que as autoridades originalmente anunciadas para o grupo de auxílio - incluindo o ex-presidente Michel Temer o presidente Fiesp Paulo Skaf -, que devem retornar no sábado (15). Na manhã desta quarta, o presidente viaja para São Paulo, onde participará da solenidade de embarque da missão. Entre os nomes já confirmados na comitiva estavam os do ex-presidente Michel Temer - que, na condição de investigado da Justiça, precisou de uma autorização especial para deixar o país - e do presidente da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, ambos de ascendência libanesa. Em decreto publicado no DOU desta quarta, o presidente incluiu cinco nomes na missão: Daniel Köhler Leite, terceiro secretário da Divisão de Comunicação Institucional do Itamaraty; Vitor Miranda, médico cirurgião ortopedista do Institucional Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Ministério da Saúde; Leno Rodrigues Queiroz, assesor técnico do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, do Ministério do Ministério do Desenvolvimento Regional; Ana Rodrigues Feeire, coordenadora da mesma equipe de gerenciamento de desastres; e Raquel Negrelle, professora do Programa de PósGraduação em Agronomia da Universidade Federal do Paraná. Também foi publicada no Diário Oficial uma retificação da lista previamente anunciada com os Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:41:13


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designados originalmente para a missão, mas sem alterar nomes da comitiva e apenas acrescentando detalhes de seus cargos. Doações A agenda oficial de Bolsonaro prevê que ele participe, entre as 9h20 e 9h50 desta quarta-feira, da solenidade do lançamento da missão, em São Paulo. As aeronaves KC-390 Millennium e Embraer 190 (VC-2), da Força Aérea Brasileira têm previsão de decolagem da Base Aérea de São Paulo, nesta quarta, rumo a Fortaleza (CE), onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, os aviões seguem para a Ilha do Sal e prosseguem para Valência, Espanha. Depois, decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde da quinta-feira (13). Segundo apuração da CNN, o primeiro compromisso da comitiva será na quinta-feira (13), quando os integrantes se reunirão com o encarregado brasileiro de negociações em Beirute e, em seguida, se encontrarão com líderes religiosos. Na sexta-feira (14), há previsão de a delegação brasileira se reunir com o presidente libanês, Michel Aoun, visitar o Parlamento do Líbano e, em seguida, participar de ato simbólico de entrega da ajuda humanitária ao governo libanês. A ajuda humanitária do governo brasileiro ao Líbano incluirá 300 ventiladores pulmonares mecânicos e 100 mil máscaras cirúrgicas. O Ministério da Saúde argumentou que os ventiladores foram adquiridos pelo Brasil especialmente para serem doados ao Líbano, sem prejuízo aos equipamentos usados no tratamento da covid-19 no Brasil. O Ministério da Saúde ainda enviará 16 médicos voluntários, entre ortopedistas e anestesistas, para auxiliar o atendimento às vítimas das explosões no porto de Beirute na semana passada. Os equipamentos serão enviados nesta semana no KC-390, cargueiro da FAB que o governo destinou para transportar a ajuda ao Líbano. O governo brasileiro ainda doará 4 mil toneladas de arroz, que serão enviados por navio ao país e devem chegar em até 14 dias. Veja os integrantes da comitiva, segundo publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (12): Delegação para representar o Governo brasileiro em Missão Especial a Beirute, República do Líbano, no período de 12 a 15 de agosto de 2020: COMITIVA OFICIAL: MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LULIA, ex-Presidente da República; NELSON TRAD FILHO, Senador da República; LUIZ OSVALDO PASTORE, Senador da República; FLÁVIO AUGUSTO VIANA ROCHA, Almirante-de-Esquadra, Secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República; KENNETH FÉLIX HACZYNSKI DA NÓBREGA, Embaixador, Secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África do Ministério das Relações Exteriores; CARLOS AUGUSTO FECURY SYDRIÃO FERREIRA, General de Brigada, Representante do Exército Brasileiro; ALAN COELHO DE SÉLLOS, Ministro, Chefe do Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores; PAULO CÉSAR ANDARI, Brigadeiro-do-Ar, Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica; PAULO ANTÔNIO SKAF; ELSON MOUCO JUNIOR; LUCIANO FERREIRA DE SOUSA, Capitão-de-Corveta; MARCELO RIBEIRO HADDAD, Subtenente; Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:41:13


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MICHAEL PEREIRA FLORES, Segundo-Sargento; RONALDO DA SILVA FERNANDES, Segundo-Sargento; e SEBASTIÃO RUIZ SILVERIO JUNIOR.

Designados para integrar a missão multidisciplinar brasileira de assistência humanitária à República Libanesa, em decorrência da explosão ocorrida no porto de Beirute, capital daquele país, com ônus, no período de 12 a 30 de agosto de 2020, incluído trânsito: I - da Divisão de Comunicação Institucional, do Ministério das Relações Exteriores: DANIEL KÖHLER LEITE, Terceiro Secretário; II - do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, do Ministério da Saúde: VITOR ALMEIDA RIBEIRO MIRANDA, Médico Cirurgião Ortopedista; III - do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, do Ministério do Desenvolvimento Regional: LENO RODRIGUES QUEIROZ, Assessor Técnico; ANA FLÁVIA RODRIGUES FREIRE, Coordenadora de Preparação; e IV - da Faculdade de Agronomia, da Universidade Federal do Paraná: RAQUEL REJANE BONATO NEGRELLE, Professora Sênior do Programa de Pós-Graduação em Agronomia.

(Com informações de Juliana Lopes, da CNN)

NOTIMP: 226 de 13/08/2020.

Líbano: Missão brasileira embarca com toneladas de material a Beirute Capital libanesa foi fortemente afetada por uma explosão há 8 dias Agência Brasil - Publicada em 12/08/2020 09:59

O presidente Jair Bolsonaro acompanha nesta quarta-feira (12), na Base érea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro enviará ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:41:13


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As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Explosão As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Ajuda ‘vem do coração do brasileiro’, diz Bolsonaro em embarque de comitiva Murillo Ferrari - Publicada em 12/08/2020 11:26

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou nesta quarta-feira (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano, e disse que a data marca ainda mais a aproximação entre os dois países. "Nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo. E podem ter certeza, os 12 milhões de descendentes que estão no Brasil contribuem e muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas para que o Brasil atinja o local de

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destaque que merece no cenário mundial", disse o presidente. Bolsonaro disse ainda que a ajuda enviada pelo Brasil é um "ato simbólico, mas que vem do fundo do coração de todo o povo brasileiro". "O mundo atravessa uma pandemia. Todos nós sofremos com isso. Quis o destino, lamentavelmente, que nossos irmãos do Líbano fossem acometidos também por esse desastre", declarou. Bolsonaro agradeceu ainda o ex-presidente Michel Temer e disse ter certeza de que ele "aceitaria de pronto essa missão". Em pronunciamento na cerimônia, o ex-presidente Michel Temer se disse "agradavelmente surpreendido e emocionado" com o convite de Bolsonaro para chefiar a missão de ajuda ao Líbano. "Quero, com muita emoção, dizer que estou agradecendo em nome dos meus pais, presidente Bolsonaro, que já faleceram há muito tempo. Mas falo no plano espiritual, onde estão acompanhando essa solenidade e aplaudindo o que Vossa Excelência está fazendo pelo Líbano", disse Temer. "Quero revelar, senhor presidente, a grande receptividade que o Brasil tem em relação aos estrangeiros. Permita-me que eu dê o meu exemplo: sou primeiríssima geração de libaneses no Brasil. Meus pais casaram-se no Líbano, tiveram os três primeiros filhos lá e aqui tiveram mais cinco, sou o último deles. E veja, vossa excelência, a carreira que eu pude fazer no nosso país, o que revela a grandeza do Brasil e do seu povo, que é capaz de acolher os estrangeiros com o carinho que permitiram a esse modesto orador que chegasse onde pude chegar." A ajuda brasileira O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao Líbano em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o sábado (15). A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o VC-2 (Embraer 190), levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves decolam de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de quintafeira (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:41:13


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Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que colaboram na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Desastre em Beirute As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O desastre causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de 170 pessoas mortas e mais de 6 mil feridos ou desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

PODER AÉREO - KC-390 Millennium realiza missão humanitária no Líbano Redação - Publicada em 12/08/2020 18:53

Nesta quarta-feira (12), as aeronaves KC-390 Millennium e Embraer 190 (VC-2), da Força Aérea Brasileira (FAB), decolam, de Guarulhos-SP, com destino a Beirute, no Líbano, para transportar a missão especial humanitária brasileira a Beirute, na República Libanesa. O Governo brasileiro, conforme decisão do Presidente Jair Bolsonaro, enviará ajuda humanitária ao Líbano, em resposta às devastadoras explosões que atingiram o porto de Beirute, no dia 4 de agosto. A decisão foi anunciada, no último domingo (09), pelo Presidente da República, em videoconferência com Chefes de Estado e de Governo para tratar das ações internacionais de apoio ao Líbano. O trabalho está sendo coordenado pelos Ministérios das Relações Exteriores, da Defesa e da Saúde no âmbito do Grupo de Trabalho Interministerial sobre Cooperação Humanitária Internacional, cuja secretaria executiva cabe ao Itamaraty. O KC-390, que realiza pela primeira vez missão de assistência humanitária internacional, transportará 6 Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:41:13


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toneladas de carga, que inclui medicamentos, alimentos e equipamentos de saúde, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. A carga estará caracterizada como mala diplomática brasileira. Já a aeronave Embraer 190 (VC-2) transportará a comitiva da missão ao Líbano, chefiada pelo ex-Presidente da República Michel Temer, por convite do Presidente Jair Bolsonaro. A comitiva é integrada por Senadores, autoridades federais e representantes da comunidade libanesa no Brasil, e também especialistas em assistência humanitária. O Ministério da Saúde enviará medicamentos e insumos básicos de saúde: antibióticos, corticoides, analgésicos e insumos como ataduras, seringas e cateteres; e mais 100 mil máscaras cirúrgicas e 300 ventiladores pulmonares mecânicos; e a comunidade de origem libanesa no Brasil, alimentos. O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens satelitais de Beirute, utilizando o novo satélite brasileiro CBERS-4A. Além das capacidades dos CBERS anteriores, este novo possui mais uma câmera, com resolução de 2 metros por pixel, que será muito útil nas atividades de mapeamento emergencial pós-desastres. As duas aeronaves têm previsão de decolagem da Base Aérea de São Paulo (BASP), na tarde de quartafeira (12/08), rumo a Fortaleza (CE), onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, o KC-390 e o VC-2 seguem para a Ilha do Sal e prosseguem para Valência, Espanha. Após, decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde da quinta-feira (13/08). No total, cada aeronave fará cerca de 30 horas de voo.

NOTIMP: 227, ainda não publicado.

Em missão humanitária, aeronaves brasileiras decolam em direção ao Líbano Publicada em 12/08/2020

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Dois aviões brasileiros, com ajuda humanitária, saíram na manhã desta quarta-feira (12) do Aeroporto Internacional de Guarulhos, a caminho do Líbano. Seis toneladas de alimentos e equipamentos médicos serão entregues as vítimas da explosão, em Beirute. A previsão é que a ajuda chegue na tarde de quinta-feira (13). O presidente Jair Bolsonaro esteve em Guarulhos e acompanhou os preparativos para a partida da missão brasileira de ajuda ao Líbano. Os aviões fazem três escalas antes de chegar a Beirute. A missão é chefiada pelo ex-presidente Michel Temer e leva suprimentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e alimentos doados pela comunidade libanesa do Brasil.

Missão Especial a Beirute - FOTOS Alan Santos - Publicada em 12/08/2020 18:54

Líbano, Beirute; ajuda humanitária; KC-390 Publicada em 12/08/2020 20:11

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Missão Assistência Humanitária Líbano 3 Matérias, de 12/08/2020, extraídas de veículos de imprensa.

NOTIMP: 225 de 12/08/2020.

Missão humanitária brasileira viaja nesta quarta-feira para o Líbano Por Redação - Publicada em 12/08/2020 05:37

Dois aviões da Força Aérea Brasileira vão decolar nesta quarta-feira, 12, para o Líbano transportando seis toneladas de remédios, alimentos e equipamentos de saúde. As informações são da reportagem da BandNews FM. A missão humanitária brasileira será chefiada pelo ex-presidente Michel Temer, que conseguiu autorização da Justiça para viajar, já que é réu em processos ligados à Operação Lava Jato. O convite para Temer partiu do presidente Jair Bolsonaro. O presidente da República estará na cerimônia de decolagem das aeronaves nesta manhã no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A expectativa é de que a missão humanitária chegue a Beirute amanhã à tarde. Na semana passada, metade da capital do Líbano foi afetada por uma explosão na região portuária. Mais de 150 pessoas morreram e cerca de 6 mil ficaram feridas.

NOTIMP: 226 de 13/08/2020.

Aviões da missão humanitária brasileira decolam de São Paulo com materiais de saúde e alimentos para o Líbano Capitão-Tenente Fabrício Costa - Publicada em 12/08/2020 15:30

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Guarulhos (SP), 12/08/2020 - Dois aviões da missão humanitária brasileira, um KC-390 e um Embraer-190 (VC-2), decolaram, nesta quarta-feira (12), às 11h18, de Guarulhos (SP) rumo a Beirute. Conforme decisão do Presidente Jair Bolsonaro, o governo brasileiro doará 6 toneladas de materiais de saúde e alimentos ao Líbano, após a grande explosão que destruiu o Porto de Beirute. A operação é coordenada pelos Ministérios da Defesa, das Relações Exteriores e da Saúde. Antes das aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) decolarem da Base Aérea de São Paulo, houve cerimônia de despedida das tripulações e da comitiva chefiada pelo ex-Presidente Michel Temer, filho de libaneses. O Presidente da República, Jair Bolsonaro, ressaltou a importância da missão humanitária brasileira. “O que nós poderemos oferecer, vindo em grande parte da comunidade libanesa, é de coração. Esse evento marca ainda mais nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de democracia e de liberdade. Onde um ser humano precisar de ajuda, nós faremos o que for possível”, destacou. “Gostaria de expressar os meus mais sinceros agradecimentos. Agradecemos o apoio e a ajuda. Somos países irmãos em lados opostos do mundo. Podem ter certeza que o Líbano nunca mais vai esquecer a generosidade desse grande país que abriga milhões de libaneses”, afirmou. O ex-Presidente Michel Temer expressou seus sentimentos por ter sido designado chefe da missão humanitária brasileira. “Estou agradecendo em nome dos meus pais, que já faleceram há muito tempo. Mas eles estão acompanhando essa cerimônia e estão aplaudindo. Não se trata apenas de uma relação institucional, mas pessoal. Eu sou da primeiríssima geração de libaneses no Brasil. Meus pais casaram-se no Líbano. Tiveram três filhos lá e mais cinco aqui e eu sou o último deles”, lembrou. O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, e a comunidade libanesa doaram medicamentos e insumos básicos de saúde, como antibióticos, corticóides, analgésicos, ataduras, seringas e catéteres. Cerca de 100 mil máscaras cirúrgicas, 300 ventiladores pulmonares e alimentos também serão enviados para aquele país.

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O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens satelitais de Beirute, utilizando o novo satélite brasileiro CBERS-4A. Além das capacidades dos CBERS anteriores, esse possui mais uma câmera, com resolução de dois metros por pixel, que será muito útil nas atividades de mapeamento emergencial pós-desastres. Antes de chegar a Beirute, as duas aeronaves pousam em Fortaleza (CE), onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Em seguida, o KC-390 e o Embraer 190 (VC-2) passam pela Ilha do Sal, em Cabo Verde, e por Valência, na Espanha. A chegada no Líbano está prevista para a tarde desta quinta-feira (13/08). No total, cada aeronave fará cerca de 30 horas de voo. Fotos: Suboficial Alexandre Manfrim

KC-390 da FAB decola rumo ao Líbano com ajuda humanitária Publicada em 12/08/2020 13:45

Um KC-390 da FAB decolou do Aeroporto Internacional de Guarulhos-SP, nesta quarta-feira (12), no final da manhã, com destino a capital libanesa Beirute. A aeronave está carregada com 5,5 toneladas de medicamentos, insumos e equipamentos médico-hospitalares e alimentos, para serem distríbuidos na cidade que sofreu uma forte explosão na semana passada. O presidente Jair Bolsonaro, juntamente com demais autoridades, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que foi escolhido para chefiar a missão assistiram a decolagem do KC-390. Além do KC-390, o VC-2, está também está indo para o Líbano com representantes da delegação brasileira para esta operação. No entanto, o Brasil enviará mais ajuda ao país, só que pelo mar. AO todo serão enviados 4 mil toneladas de arroz. Entretanto, outras nações também estão na lista de ajuda para o Líbano, são eles os EUA, França, Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:46:02


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Rússia, Reino Unido, Alemanha, Egito. Todavia, o destaque das ajudas também é de Israel que não tem boas relações diplomáticas com o Líbano e está oferecendo ajuda humanitária.

Missão humanitária brasileira leva alimentos e equipamentos médicos para o Líbano A solenidade de partida foi na Base Aérea de Guarulhos, em São Paulo. Chefe da delegação, o expresidente Michel Temer precisou de autorização especial da Justiça para viajar. Jornal Nacional - Publicada em 12/08/2020 20:45

Uma missão humanitária do Brasil partiu nesta quarta-feira (12) para o Líbano com alimentos e equipamentos médicos. A solenidade de partida para o Líbano foi na Base Aérea de Guarulhos, em São Paulo. O presidente Jair Bolsonaro entregou as bandeiras do Brasil e do Líbano ao ex-presidente Michel Temer.

Bolsonaro acompanha saída de missão brasileira com destino ao Líbano Rede TV News - Publicada em 12/08/2020 17:43

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou nesta quarta-feira (12) a partida da equipe de missão humanitária brasileira para Beirute, no Líbano, sob o comando de Michel Temer. Os membros da equipe decolaram da Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos, à uma da tarde. O ex-presidente Michel Temer, filho de libaneses e chefe da missão humanitária a convite de Bolsonaro, partiu em aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) junto com a comitiva, integrada por senadores, autoridades federais, representantes da comunidade libanesa no Brasil e especialistas em assistência humanitária. Bolsonaro participou da cerimônia oficial militar e Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:46:02


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acompanhou os preparativos para a decolagem. As duas aeronaves seguiram primeiramente a Fortaleza, no Ceará, pra um intervalo técnico. Na sequência, o destino é a Ilha do Sal, em Cabo Verde, depois, Valência, na Espanha. De lá, decolam direto a Beirute, na República do Líbano. A chegada está prevista pra tarde dessa quinta-feira. Ao todo, serão 30 horas de voo.

Comitiva chefiada por Temer embarca a Beirute Redação - Publicada em 12/08/2020 05:00

A missão de ajuda humanitária brasileira, liderada pelo ex-presidente Michel Temer, embarcou, ontem, rumo ao Líbano. O avião KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregado com 6t de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos. As doações foram feitas pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levou os integrantes da comitiva. Além de Temer, filho de libaneses, viajaram a Beirute os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore; o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha; e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. As duas aeronaves fariam escalas em Fortaleza, na Ilha do Sal (Cabo Verde) e Valência (na Espanha). A previsão para aterrissagem no destino seria para tarde de hoje. A comitiva deve retornar ao Brasil no sábado. No último dia 4, uma explosão destruiu o porto da capital libanesa, matando quase 200 pessoas, ferindo 6 mil e deixando mais de 300 mil desabrigadas. O presidente Jair Bolsonaro acompanhou, na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva.“Esta data marca, ainda mais, a nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo e, podem ter certeza, os 12 milhões de descendentes libaneses que estão no Brasil contribuem muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas”, afirmou Bolsonaro. Segundo a Agência Brasil, além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que elaboram mapas com imagens de satélites de Beirute. Agradecimento Pouco antes da decolagem, Temer agradeceu o apoio do governo brasileiro, em nome da comunidade libanesa no Brasil. “Sigo para lá com essa comissão integrada por eminentíssimas figuras na convicção de que seremos muito bem recebidos. E todos lá, desejosos de que o Brasil possa exercitar não apenas essa função humanitária, mas, tendo em vista os vínculos tradicionais entre ambos países, que também possa ajudar a solucionar os embates políticos, com autorização naturalmente das autoridades libaneses, mas que possamos dar a nossa colaboração para pacificação interna daquele país”, disse Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:46:02


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Temer.

Bolsonaro se despede de delegação, com Temer e Skaf, que vai ao Líbano Redação - Publicada em 12/08/2020 10:25

O presidente Jair Bolsonaro participou na manha desta quarta-feira (12) da solenidade de despedida da delegação que vai ao Líbano levar a ajuda humanitária brasileira ao país vítima de uma explosão no dia 4 de agosto que destruiu boa parte da capital, Beirute. O grupo será comandado pelo ex-presidente Michel Temer e terá também a presença do presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Bolsonaro, em seu discurso, fez questão de destacar duas vezes que a maior parte dos mantimentos enviados pelas duas aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) são doações da comunidade libanesa no Brasil, da qual fazem parte Temer e Skaf. "Skaf, você também é o imediato da missão e não tinha ninguém melhor do que você para assessorar nosso querido Michel Temer", afirmou Bolsonaro. Segundo o presidente, os dois países têm em comum não abrirem mão de democracia e liberdade. "Os 12 milhões de descendentes libaneses que estão no Brasil contribuem em muito pra nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas para que o Brasil realmente atinja o local de destaque que ele merece no cenário mundial." Bolsonaro falou ainda que "onde um ser humano precisar de ajuda do Brasil, nós faremos para atendê-lo no que for possível". Pouco antes de Bolsonaro, Temer disse que ficou surpreso com o convite feito pelo atual presidente no sábado (8). "Falo em nome da comunidade libanesa no Brasil. Quero, com muita emoção, dizer que estou agradecendo em nome dos meus pais. Eles já faleceram há algum tempo, mas do plano espiritual estão acompanhando essa solenidade e aplaudindo o que Vossa Excelência e o governo estão fazendo pelo Líbano." Temer contou ser da "primeiríssima geração de libaneses" no país. "Meus pais casaram-se no Líbano, tiveram os três primeiros filhos lá e aqui tiveram mais cinco, eu sou o último deles. E veja a carreira que pude fazer no nosso país, o que revela a grandeza do Brasil e do seu povo, que é capaz de acolher os estrangeiros." A delegação

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De acordo com nota enviada pelo Ministério da Defesa, a delegação utiliza as aeronaves KC-390 Millennium e Embraer 190 (VC-2), da FAB. Serão enviados para o Líbano, no KC-390, "em resposta às devastadoras explosões que atingiram o porto de Beirute, no dia 4 de agosto", 6 toneladas de carga, que inclui medicamentos, alimentos e equipamentos de saúde, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. A aeronave da Embraer transportará a comitiva com 13 pessoas da missão ao Líbano, chefiada pelo expresidente da República Michel Temer, convidado por Bolsonaro. A comitiva, segundo o ministério, é integrada por senadores, autoridades federais e representantes da comunidade libanesa no Brasil, e também especialistas em assistência humanitária. As duas aeronaves embarcam da Base Aérea de São Paulo (BASP) na tarde desta quarta-feira rumo a Fortaleza (CE). Na sequência, seguem para a Ilha do Sal e prosseguem para Valência, Espanha. Após essas paradas, decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde da quinta-feira (13). No total, cada aeronave fará cerca de 30 horas de voo, diz a nota.

TRIBUNA DE PETRÓPOLIS - Missão brasileira embarca com 6 toneladas de material a Beirute Agência Brasil - Publicada em 12/08/2020 11:09

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou nesta quarta-feira (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15). Durante o evento, Bolsonaro agradeceu a disponibilidade dos integrantes da comitiva e o emprenho do comando da Aeronáutica para que a missão ocorresse no curto espaço de tempo. “O que nós podemos oferecer, em grande parte vindo da comunidade libanesa, é de coração”, disse. “Esta data marca ainda mais a nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo e, podem ter certeza, os 12 milhões de descentes libaneses que estão no Brasil contribuem em muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas”, completou o presidente. A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:46:02


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Skaf. As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13). Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre. Crise econômica e política As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa. O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes. A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segundafeira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica". Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana. Em pronunciamento, o ex-presidente Michel Temer agradeceu o apoio do governo brasileiro, em nome da comunidade libanesa no Brasil e disse que o gesto revela a grande receptividade que o país tem em relação aos estrangeiros. “Sigo para lá com essa comissão integrada por eminentíssimas figuras na convicção de que seremos muito bem recebidos. E todos lá desejosos de que o Brasil possa exercitar não apenas essa função humanitária, mas, tendo em vista os vínculos tradicionais entre ambos os países, que também possa ajudar a solucionar os embates político, com autorização naturalmente das autoridades libaneses, mas que possamos dar a nossa colaboração para pacificação interna daquele país”, disse Temer.

NOTIMP: 227, ainda não publicado.

Bolsonaro acompanha partida da missão de ajuda humanitária que designou em apoio ao Líbano Nelson Lin - Publicada em 12/08/2020 16:31

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou, na manhã desta quarta-feira (12), na base aérea de Guarulhos, em São Paulo, a partida da comitiva e da ajuda humanitária brasileira para o Líbano. O país Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:46:02


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se encontra em grave crise humanitária após explosão no porto de Beirute, no último dia 4, que causou a morte de mais de 150 pessoas, feriu cerca de 6 mil, além de destruir aproximadamente 300 mil moradias. Dois aviões partiram rumo ao Líbano, em um dos aviões estão 6 toneladas de carga, que incluem medicamentos, alimentos e equipamentos de saúde, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. O outro avião transportará a comitiva liderada por Michel Temer. Réu em processos judiciais, o ex-presidente Michel Temer conseguiu nessa terça-feira (11) a autorização da justiça para viajar. Na solenidade, ele elogiou a iniciativa de Bolsonaro de colocá-lo como chefe da delegação. O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, falou que a ajuda humanitária que o país está enviando estreita as relações entre o Brasil e o Líbano. A comitiva brasileira encontrará um ambiente político conturbado no Líbano. Após dias de protestos do povo libanês contra o governo, após a explosão, o primeiro-ministro Hassan Diab pediu renúncia na segunda-feira (10) passada.

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Missão Assistência Humanitária Líbano 4 Matérias, de 13/08/2020, extraídas de veículos de imprensa.

NOTIMP: 227, ainda não publicado.

Com Temer e Skaf, missão de ajuda brasileira desembarca em Beirute Avião da FAB leva cerca de seis toneladas de medicamentos e alimentos ao Líbano; comitiva permanecerá no país por pouco mais de 24 horas Publicada em 13/08/2020 09:15

BEIRUTE — A comitiva brasileira em missão ao Líbano desembarcou em Beirute na manhã desta quartafeira, levando consigo cerca de seis toneladas de medicamentos e alimentos. Comandada pelo expresidente Michel Temer, a viagem acontece na semana seguinte às duas megaexplosões na zona portuária da capital, que deixaram 171 mortos, milhares de feridos e aprofundaram o caos político no país. A partida dos aviões do aeroporto internacional de Guarulhos, na quarta, foi acompanhada pelo presidente Jair Bolsonaro, que agradeceu a presença de Temer e Paulo Skaf, presidente da Fiesp, na missão. Ambos foram convidados por serem descendentes de libaneses e levam consigo a carga, doada pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Segundo o Itamaraty, há mais de 20 mil brasileiros vivendo no Líbano. O fluxo de brasileiros para o país árabe é impulsionado pela existência de cerca de 10 milhões de pessoas de origem libanesa no Brasil. Logo após chegar ao aeroporto, Temer fará uma visita de cortesia ao presidente Michel Aoun e se encontrará com o contra-almirante Sérgio Salgueirinho, comandante da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), atualmente liderada pela Marinha brasileira. A agenda desta quinta prevê também um encontro com lideranças religiosas. Antes de retornar ao Brasil na tarde de sexta, a comitiva fará uma visita ao presidente do Parlamento, Nabih Berri, e ao primeiro-ministro em exercício, Hassan Diab, cujo governo renunciou na segunda-feira. O Gabinete sofria forte pressão para renunciar após as explosões no porto de Beirute após os protestos que tomaram a capital, pondo o incidente na conta da negligência e da corrupção do sistema político Extrato gerado em 13 de Agosto de 2020, às 10:52:00


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libanês. A causa da explosão ainda é investigada, mas informações iniciais apontam para 2.750 toneladas de nitrato de amônio, material altamente inflamável, estocadas no porto há seis anos, após o navio que transportava a carga ser abandonado. O estopim para a detonação também é desconhecido. Entre os integrantes da comitiva brasileira estão os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Luiz Osvaldo Pastore (MDB-ES), o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Augusto Rocha e outras autoridades e representantes da comunidade libanesa no Brasil, como o marqueteiro Elson Mouco Junior. Antes de pousar em Beirute, as aeronaves fizeram escala em Fortelza e na Espanha, paradas que deverão ser repetidas no retorno a São Paulo. Réu, Temer precisou de autorização judicial para poder comandar a missão a Beirute, concedida pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, na segunda-feira. O presidente é acusado de corrupção passiva e outros crimes no âmbito da Operação Lava-Jato e chegou a ser preso preventivamente duas vezes, em março e maio do ano passado.

BRASIL 247 - Com Temer e Skaf, missão de ajuda brasileira desembarca no Líbano Aeronave Embraer 190 (VC-2) que transporta a comitiva do Brasil, chefiada por Michel Temer, parte na manhã desta quinta para Beirute, no Líbano. O cargueiro KC-390 da Força Aérea Brasileira já pousou na capital do país da Ásia Ocidental Publicada em 13/08/2020 10:21

O cargueiro KC-390 da Força Aérea Brasileira já pousou na capital do país da Ásia Ocidental, levando ajuda após as grandes explosões que aconteceram no dia 4 de agosto, deixando 171 mortos e milhares de feridos. A informação é do jornal O Globo. A partida dos aviões do aeroporto internacional de Guarulhos foi acompanhada por Jair Bolsonaro, que agradeceu a presença de Temer e Paulo Skaf na missão. Foram enviadas seis toneladas de medicamentos e alimentos doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil a Beirute, acrescenta a reportagem.

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Notimp 13.08.2020 - Assistência Humanitária Líbano by Força Aérea Brasileira - Issuu