GUIA 2026


portugal o guia para as famílias multiespécie



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portugal o guia para as famílias multiespécie



Com dicas e conselhos práticos, este é o seu guia turístico para os lugares que permitem animais de estimação em Portugal. Utilize as nossas dicas para planear uma vida cheia de experiências inesquecíveis com o seu mais que tudo de 4 patas.
Desde 2021 que tentamos tornar Portugal cada vez mais amigo dos nossos familiares de 4 patas
Conselhos práticos, informações actuais e de quem sabe… praias, restaurantes, lojas e 1001 outros lugares onde ir com os seus animais
Queremos facilitar a viagem e as férias com o seu mais que tudo de 4 patas

Com a Petfriendly Portugal queremos demonstrar que o turismo Pet-Friendly respeitador e sustentável é possível, desde que tenhamos consciência de que educação e posse responsável são a chave para garantir uma convivência harmoniosa de animais de estimação dentro da nossa sociedade.

Os animais fazem parte do conceito das novas famílias do mundo: as famílias multi-espécie. Deixámos de ter um pet-capricho ou um cão de guarda para passarmos, agora, a ter um pet-companheiro.
Os pets são membros da família. Porquê deixá-los de fora dos nossos programas diários ou nos fim-de-semana e férias?
Foi esta nova forma de partilhar a vida que nos levou a criar o site petfriendlyportugal.com e, agora, este Guia, um Guia dinâmico, em permanente actualização.
Ser Pet Friendly, mais que uma moda, é um novo modo de vida.
Esperamos vos ajude a desfrutar cada vez mais e melhor da vida com o vosso familiar de 4 patas.
Todos juntos vamos tornar Portugal mais pet friendly.
Maria João e Romã
Animals may suffer from stress at different times. This may be due to travels, unfamiliar surroundings, presence of other animals separation or other external stimuli.
CBD de origen natural
Veterinarian approved
3rd party lab tested

THC free





Lembre-se de que, embora nunca deva esperar a perfeição, grande parte do peso do comportamento do seu cão recai sobre si. Aqui ficam então algumas dicas sobre o que fazer ou não fazer em termos de etiqueta adequada em locais públicos, hotéis e viagens e como lidar com crianças, pessoas que têm medo de cães e até mesmo aqueles que simplesmente não gostam de cães.
Mantenha-o com trela. É obrigatório por lei e cria uma sensação de conforto para qualquer pessoa que encontre. O facto de saber que o seu cão é bem-educado não significa que outros o saibam. Ver um cão solto a caminhar na sua direcção pode deixar qualquer pessoa nervosa, especialmente crianças e idosos. Limpe os dejectos à medida que forem surgindo e leve sempre sacos extra.
Alguns restaurantes e lojas permitem a entrada de cães, mas não se esqueça de verificar antes de os levar.
Dê-lhe de comer antes de sair, mesmo que seja apenas um pequeno lanche. Pense nisso: gostaria de ver alguém a comer uma refeição deliciosa sem sequer ter a esperança de comer?
Leve um removedor de odores e manchas para o caso de acidentes.
Não se esqueça de levar um kit de cuidados básicos que o deixará à vontade. Traga a sua cama ou cobertor preferido, com cheiro a casa, e brinquedos que o mantenham ocupado.
Leve-o a dar um longo passeio ou a correr para queimar o stress e o excesso de energia antes de ir para o quarto. Dê-lhe um brinquedo quando sair e mantenha a sua voz e comportamento optimistas. Se agir como se estiver a deixá-lo num lugar estranho e desconhecido, ele vai perceber isso e ficar mais stressado.

Não o deixe sem trela, mesmo que seja bem comportado e esteja satisfeito.
Também deve evitar que ele se aproxime de outros comensais e implore por restos e não o deixe sem vigilância.
Trate as viagens com animais de estimação como um privilégio, não como um direito. Consulte sempre o hotel com antecedência para se certificar de que o seu cão é bemvindo e de que não existem restrições de peso ou de raça. Poderá ser necessário apresentar documentos veterinários que comprovem que as vacinas estão actualizadas, bem como uma taxa adicional ou um depósito (reembolsável) para animais de estimação.
Certifique-se de que o seu cão está limpo e bem tratado antes de o levar em viagem e leve consigo os artigos adequados para o manter assim. Os toalhetes húmidos para animais de estimação podem ajudar a limpar a sujidade e a lama, e uma toalha de reserva será útil no caso de chover ou se o cão tiver tendência para se babar (não utilize as toalhas do hotel para a limpeza do cão ou o chuveiro/banheira para o lavar).
Não saia demasiado depressa quando o deixar sozinho no quarto. Caminhe um pouco e ouça os latidos ou choramingos durante cerca de 10 minutos antes de sair de vez. Ele pode pensar que vai voltar imediatamente e só começar a chorar depois de ter saído por mais de alguns minutos, por isso é importante ficar um pouco mais para se certificar de que ele está bem.
Evite que o seu cão ladre. Depois de alguns dias (ou horas!) num hotel, alguns cães chegam a pensar nele como um lar e ficam territoriais.
As crianças e algumas pessoas mais idosas criam uma circunstância especial para a forma de lidar com o seu cão, especialmente se tiverem medo. Há também quem se sinta desconfortável com cães em geral ou simplesmente não goste deles. É importante assegurar que os seus sentimentos são reconhecidos e respeitados.
As primeiras apresentações com o seu cão devem ser o mais calmas possível. Um cão nervoso pode ser intimidante para qualquer pessoa, mas isto é especialmente verdade se o cão for mais pesado do que você ou estiver literalmente cara a cara consigo.
Não apresse a interacção; verifique sempre se a criança está pronta e deixe-a determinar o ritmo do encontro com o seu cão.
Muitas destas regras são necessárias para que os outros se sintam mais confortáveis, quer sejam ou não fãs de animais. Segui-las garantirá que todos, incluindo você e o seu cão, tenham uma boa experiência canina!

Ao contrário dos seres humanos, cães e gatos possuem pouquíssimas glândulas sudoríparas espalhadas pelo corpo. Durante o verão, com dias de calor intenso, os animais que não conseguem encontrar uma forma de resfriar o corpo acabam aumentando a ventilação pulmonar. Caso o animal continue exposto ao calor excessivo, ele poderá entrar em “agonia respiratória” e sofrer uma hipertermia.
O chão , nomeadamente o alcatrão da rua, é outro inimigo dos nossos pets.
A camada de gordura presente nas suas patas ajuda a isolar a temperatura, por isso é fundamental cuidar bem delas. Se as patas entram em contato com o asfalto, calçada ou areia quentes no verão, a camada de gordura pode não ser suficiente para a proteção, causando dor extrema, traumas e infecções.

� As raças de cães que apresentam focinhos curtos correm maior risco ( Bulldogs, Pugs, Boxers, Shithsus e Lhasas Apso,) devem ter cuidados redobrados. Cães mais velhos , de todas as raças, também são mais propensos a sofrer com o calor porque seu sistema termorregulador já não funciona tão bem.

Ou seja �
� Evitem ao máximo passear nas horas de maior calor.

� Disponham sempre de tigela limpa com água fresco .

� De forma alguma deixem os animais fechados dentro dos carros.

� Atenção com a temperatura do chão

� Não deixem os animais expostos ao sol

Esteja atento a estes sinais:
� Respiração ofegante;

� Salivação excessiva;

� Pele muito quente;

� Batimento cardíaco acelerado;

� Temperatura retal elevada;

� Fraqueza muscular, sem reacção;

� Vómito;

� Diarreia;

� Descoordenação;


� Tremores.
O golpe de calor pode ser fatal para o seu animal de estimação, se não for detectado e tratado a tempo pelo seu médico veterinário, corre o riscos de comprometer o normal funcionamento dos orgãos vitais e deixar-lhe danos permanentes.
O que fazer em caso de golpe de calor?
Procurar uma sombra
Telefona logo ao veterinário molhar todo o corpo do animal com água tépida (nunca usar água gelada) Humedecer a boca , sem o forçar a beber, e sem deixar que beba em excesso.
Fazer atividade física é importante para os nossos mais que tudo de 4 patas, mas durante o verão é imprescindível que os passeios ocorram de manhã cedo ou ao entardecer.

Nesta cidade de pescadores, de mar e de belezas ímpares, em que nasceram vultos da cultura portuguesa como Bocage e Luísa Todi, merecem especial referência o Convento de Jesus, em estilo gótico-manuelino e que alberga o Museu da Cidade, ou o Forte de São Filipe, um verdadeiro miradouro sobre a cidade, o Rio Sado, Tróia e a Serra da Arrábida.
Foi visitada por fenícios, gregos e cartagineses. Foi depois a Cetóbriga romana. Na época dos árabes esteve como que adormecida entre Palmela e Alcácer do Sal. No século XIII, aquando da Reconquista Cristã, tornou-se local protegido pela Ordem de Santiago.
Hoje, Setúbal, é cada vez mais um lugar procurado por quem quer ter qualidade de vida num ambiente descontraído e usufruir da beleza natural ímpar. Setúbal é um óptimo ponto de partida para explorar as riquezas naturais da região: Parque Natural da Arrábida e as suas deslumbrantes praias .
Foi construído durante o período filipino, em 1582, com intento de reforçar a defesa de Setúbal contra a pirataria. Após a restauração da independência, logo em 1640, D. João IV manda ampliar as defesas e a sua adaptação ao uso da artilharia.
Actualmente, classificado como Monumento Nacional, além da magnífica vista altaneira que pode desfrutar sobre a cidade, o rio Sado e Tróia merece também uma visita a belíssima capela toda revestida com azulejos de Policarpo de Oliveira.

Av. Luísa Todi 226

@terracafe_pt


Refeições rápidas, simples e saborosas. No menu pode optar por pizzas, saladas, bowls, paninis e outro tipo de sandwiches; omeletes, pastéis e salgadinhos. Pode deliciar-se ainda com apetitosas tábuas de enchidos e queijos a acompanhar com um bom vinho; ou optar por uma refeição mais consistente como bife au poivre, salmão grelhado, ou risoto de cogumelos.

Sabia que Setúbal, a Cetóbriga romana, era um importante entreposto comercial, baseado na pesca, na conservação do pescado e na comercialização das conservas?
Ainda pode ver no centro da cidade alguns dos vestígios de enormes salgas de peixe do período da ocupação romana e descobertos em 1979, onde se encontra o Centro de Informação turística da Região de Lisboa e que se situa a dois passos da Avenida Luisa Todi. Através do chão de vidro pode ver no subsolo as enormes salgas de peixe e literalmente caminhar sob as mesmas. Pode ainda visitar o Centro de Interpretação da Arrábida.
Esta unidade industrial do século I ao V/VI, é composta por catorze cetárias e era dedicada à salga de peixe e pequenos crustáceos com os quais se preparavam vários condimentos como o famoso garum (pasta de peixe salgado), que na época constituía um valioso produto de exportação.
O garum era feito de partes seleccionadas da sardinha, atum ou da cavala misturadas com sangue, vísceras e com crustáceos e moluscos esmagados. Tudo isto era depois deixado em salmoura durante cerca de dois meses ou então aquecido artificialmente.
Este produto era posteriormente exportado para várias cidades no Mediterrâneo. Um acepipe de luxo que ia até à Roma Antiga fazer as delícias das classes abastadas.
Esta especialidade romana voltou a ser produzida pela equipa de arqueologia das Ruínas Romanas de Tróia,(um dos mais importantes centros conserveiros da Hispânia romana ) em parceria com o Tróia Resort e o restaurante Can The Can. Pode aqui comprar pequenos frascos com para provar este condimento.
Tv. Frei Gaspar 13, Setúbal
No Largo de Jesus, no centro histórico da cidade, encontramos o Convento que lhe deu o nome. É o mais importante monumento nacional de Setúbal e um dos mais relevantes exemplares da arquitectura manuelina a sul do Tejo. Mandado erigir para recolher um grupo de freiras da Ordem das Clarissas graças a um voto de Justa Rodrigues Pereira, fidalga da Casa dos Duques de Beja e ama do rei D. Manuel I.
O Rei D. João II manda ampliar o projecto, entregando-o ao famoso arquitecto Diogo Boitaca em 1494, um dos arquitectos preferidos da Casa Real na época e um dos primeiros a trabalhar no Mosteiro dos Jerónimos.
Embora tenha sofrido graves danificações com o terramoto de 1755 e tenha sido reconstruído, o edifício ainda conserva muitos elementos do estilo inicial, entre os quais se destacam, na fachada da igreja, o portal e os janelões.
A Igreja apresenta um interior sumptuoso, e foi o primeiro ensaio no País de uma “igreja salão”, conferindo uma unidade do espaço, com as três naves abobadadas à mesma altura, permitindo uma iluminação uniforme do interior.
A Igreja é famosa pelas suas belas colunas torsas feitas em brecha (uma pedra típica da Serra da Arrábida) que sustentam as abóbadas. No tecto estão presentes nervuras espiraladas que viriam a ser um dos grandes marcos do estilo Manuelino, e que aqui parecem ser dos primeiros exemplares onde foram utilizadas. O coro alto era destinado às freiras clarissas, único local de onde podiam assistir à missa pois pertenciam a uma ordem de clausura.
A Capela Mor é revestida de azulejos verdes e brancos, datados do séc. XVI. Nas paredes laterais podemos ver painéis de azulejo do séc. XVII com cenas da vida da Virgem.
No edifício do Convento de Jesus funcionou até 1959 o Hospital de Setúbal, tendo posteriormente sido adaptado para a instalação do Museu de Setúbal. Infelizmente é interdita a entrada a animais. No entanto, o jardim em frente onde fica o Cruzeiro (século XVI) , é um belo espaço para brincadeiras.


PARQUE DO BONFIM, OS PASMADINHOS
Quem passeia no Parque do Bonfim pode ver os famosos "Pasmadinhos de Setúbal". Estas peças de arte urbana são réplicas gigantes das peças de cerâmica da Colecção Maria Pó, concebidas em cerâmica por Elsa Rodrigues e Jacek Piatkiewicz.
As esculturas, com três metros de altura, foram reproduzidas pelo escultor Hélder Silva. Todas elas prestam homenagem a figuras ilustres setubalenses ou ícones da região.
Aqui, Maria Baía, a relembrar os laranjais de Setúbal, que chegaram a ser os mais famosos de todo o país e cujos frutos eram cobiçados em terras estrangeiras.
Os doces típicos de Setúbal como os barquinhos e a casca de laranja cristalizada mantêm-se como o testemunho da laranja de Setúbal.

Miss Livramento, em honra do famoso mercado com o mesmo nome, um dos mercados mais bonitos e famosos do mundo. Traz à cabeça muitos dos produtos do mercado de uma Região muito generosa que dá tudo. E como não podia deixar de ser tem o peixinho no coração
Quem passeia pelo bairro de Troino, na Rua Fran Pacheco ao chegar à Travessa do Carmo encontra, à esquina, uma casa com três cabeças de pedra no cunhal e umas palavras estranhas. Ainda há uma quarta cabeça sobre uma das entradas da casa. Tal prédio é conhecido vulgarmente como “A casa das quatro cabeças” .
A tradição popular relaciona este edifício e suas cabeças, ao atentado contra D. João II, na sua passagem a pé, na procissão de Corpo de Deus, Os conjurados estariam emboscados nesta casa.
Na realidade D. João II teve várias conspirações contra si, nomeadamente uma, encabeçada pelo seu cunhado, que aconteceria em Setúbal, aquando o rei regressasse de Alcácer. E de facto a conspiração foi descoberta e os autores executados.
Mas a referente a esta casa foi apenas uma lenda criada por Alexandre Herculano na novela “Mestre Gil, crónica do século XV” que foi publicada na revista O Panorama, em 1839 e, a partir daí, a lenda passou a verdade histórica e perpetuada na tradição popular.
Segundo a tradição, em 1480, um grupo de fidalgos resolveu assassinar D. João II, que passava largas temporadas em Setúbal, quando ele fosse na procissão do Corpo Deus.
A cabeça do centro do cunhal tem a frase em latim “Esperat in deo” que significa “Esperai em Deus”. Na porta principal há outra cabeça com uma frase, também em latim, que diz “Se Deus é por nós quem será contra nós”
Tudo indica que as pedras com as cabeças e as frases pertenciam a uma construção religiosa derrubada no terramoto de 1755. As pedras teriam sido então aproveitadas para o novo prédio, entretanto construído.
O prédio ficou muito degradado, mas em finais de 2012 a Câmara Municipal de Setúbal deliberou, e bem, comprá-lo e depois restaurá-lo completamente. Hoje é uma unidade de Alojamento local a cargo da Pousada da Juventude.
Um final feliz para um edifico lendário e simbólico da cidade.


A passagem do padre jesuíta por Setúbal, na primeira metade do século XVI, quando partiu para o Oriente em missão de evangelização, marcou a população sadina ao ponto de esta pedir que S. Francisco Xavier fosse proclamado padroeiro da cidade, facto que se consumou em 1703.
São Francisco morreu só e pobre em Sanchoão (Cantão), na China na noite de 2 para 3 de Dezembro de 1552. O seu corpo repousa numa riquíssima urna de prata, na Basílica do Bom Jesus, na Velha Goa. Para lá se dirigem todos os anos milhares de peregrinos, venerando o “Homem Bom” , o “Santo de Goa”. A devoção de que já gozava em vida vai crescer extraordinariamente depois da morte. Os seus milagres tornam-se conhecidos. Em 1605 é beatificado por Paulo V e Gregório XV canoniza-o a 12 de Março de 1622. Em 1748 Bento XIV proclama-o Padroeiro do Oriente, em 1904 Pio X coloca sob a sua protecção a Sagrada Congregação da Propagação da Fé. E em 1927, Pio XI constitui-o protector de todas as obras missionárias.
Na cidade, podes encontrar algumas referências ao santo, além das imagens sacras, claro, que se encontram nas igrejas. Ao passeares pelo Jardim da Beira Mar, junto ao rio Sado com vista para Tróia, vais encontrar uma enorme estátua de São Francisco Xavier, virada para a cidade em atitude de proteção. Na cidade, podes encontrar mais referências ao santo, como um painel de azulejos no Largo da Misericórdia ou um altar num dos Passos da Paixão na Baixa (Travessa do Garim).
Em 1655 foi erigido, nos então arrabaldes da cidade junto à Porta de São Sebastião, um Colégio dos Jesuítas que funcionou cerca de um século. Com o fim das Ordens religiosas seria adaptado a palácio burguês no séculos XIX, dando origem ao Palácio Fryxel. Do inicial edifício resta hoje a Capela de São Francisco Xavier e os claustros.
O Brasão de Setúbal está em uso, desde 1922. Dentro do escudo podemos encontrar os seguintes símbolos: um castelo, encimado por duas cruzes uma cruz em forma de espada, e uma vieira entre elas. Tanto as cruzes como a vieira são evidentes referências à forte presença da Ordem Militar de Sant’Iago que, desde a sua sede em Palmela (séc. XV) , administrava as vastas áreas limítrofes. Na base do castelo, encontram-se ondas, sob as quais navegam duas barcas e três peixes.
Estes elementos aludem à atividade económica mais importante durante séculos em Setúbal, a pesca, à qual mais tarde, se associou a indústria conserveira. Podem ver um belíssimo exemplo do brasão, feito na calçada portuguesa, em frente à Câmara Municipal de Setúbal.


No final da Praça do Bocage, já mesmo em cima da Av. Luísa Todi , encontra-se uma relaxante fonte onde poderás ver uma escultura em bronze que representa a ninfa inspiradora Bocage . Ela está sentada em linha recta em direcção à estátua do poeta Bocage, em estátua, está no meio da praça. Esta peça foi feita pelo escultor setubalense Charles Correia que doou à cidade em 1988.

� Praça Bocage A NINFA INSPIRADORA DO POETA BOCAGE

Sabias que o culto do Nosso Senhor do Bonfim no Brasil, que ainda hoje é famoso pelo ritual da “Lavagem do Bonfim” (em Salvador da Bahia, Brasil) e das suas coloridas fitinhas dos pedidos, saiu desta capelinha em Setúbal?
Esta capelinha, paredes meias com o estádio do Vitória de Setúbal, foi erguida em 1669, como uma Ermida, conhecida como “Anjo da Guarda”, mas depois passou a ser chamada de “Igreja do Senhor do Bonfim”.
Theodózio Rodrigues de Faria, capitão-de-mar-e-guerra da marinha portuguesa, fervoroso devoto do Senhor do Bonfim, havia feito uma promessa durante uma tempestade de que, se sobrevivesse, traria para o Brasil as imagens do Senhor Jesus do Bonfim e de Nossa Senhora da Guia. Assim, em 18 de Abril de 1745, uma réplica foi trazida da sua terra natal, Setúbal, iniciando a construção da Igreja do Senhor do Bonfim em Salvador da Bahia, começando no Brasil uma das devoções maiores do Brasil.
A imagem do Senhor do Bonfim era das mais veneradas em todo o país na centúria de setecentos. O próprio rei D. João V, em 1711, visitou Setúbal, cumprindo uma promessa que fez quando o seu pai esteve doente, a essa imagem. Vinham muitos devotos à capela, instalando-se nas hospedarias contíguas. Era importante como início ou terminus de procissões, sendo também aí que terminava a Via Sacra.
Apesar de pequenas dimensões, e da sua modesta fachada, o seu interior é belíssimo! São de salientar os azulejos setecentistas, uma imagem denominada Nossa Senhora dos Homens, bem como a talha dourada barroca.

O Choco Frigideira, que se encontra-se num dos extremos da avenida Luísa Todi, na zona de acesso às praias da Arrábida é uma homenagem a um dos símbolos gastronómicos da cidade, o choco frito.
A ideia que partiu de Maria das Dores Meira, presidente da Câmara Municipal de Setúbal, e que foi concretizada pelo artista Zé Nova, mostra humoristicamente a imagem do molusco mais famoso da região a fugir da frigideira por estar farto de ser frito e de ser o petisco mais emblemático da cidade


Num dos mais típicos bairros setubalenses, o Troino, e quase a alcançar um século, esta mercearia fundada em 1926 foi recuperada pela Câmara Municipal em 2015. Aqui resgatam-se curiosidades sobre a história de Setúbal, conhecem-se os utensílios e máquinas que serviam o antigo espaço comercial. Aqui faz-se uma viagem no Tempo e vê-se como era o comércio de antigamente. Vende-se produtos de marcas antigas que reavivam a memória e um sem fim de deliciosos produtos regionais. Pode ainda saborear alguns petiscos na esplanada para a praça da Fonte Nova, que é o coração do bairro de Troino. Um bom local para se beber um copo de vinho, um chá, petiscar qualquer coisa, como tábua de queijos, chouriço assado, uma tosta de paio, ou uma deliciosa torta de Azeitão. E claro comprar um artigo tradicional ou regional.

� Praça Machado dos Santos, 2
� abre de terça-feira a domingo

� das 10h às 18h

Carrega-lhe nos erres! CHARROCO
O Charroque ou charroco, é o nome dado ao falar sadino, o falar com erres à moda de Setúbal, a pronúncia do r dobrado. A sua designação é dada pela tradição popular e associada ao charroco, um peixe de cabeça e boca grandes. Não se sabe a origem deste sotaque.
Aquilo que se sabe é que apenas uma parte da cidade de Setúbal teria essa pronúncia, como a zona do Troino, velho bairro de pescadores. Que pode ser vindo por influência estrangeira, uma vez que a cidade foi sempre aberta ao exterior e teve comunidades estrangeiras muito diferentes, por causa das laranjas, do sal e depois das conservas. Pode ter tido a influência dos operários especializados oriundos de França, que interagiam com os trabalhadores das conserveiras .
Mas há quem ache que seja uma misturas dos sotaques de gentes do Algarve e do Norte do país que vinham para pescar nos seus próprios barcos, e para trabalhar nas fábricas de conservas, e, que misturadas com o francês, tenha dado no dialecto sadino.
Aqui vos deixamos alguns exemplos: Carrrapau, sarrdinha, choco frrrit, Deslárrgame da mão.


A glorieta a Luísa Todi, encontra-se na avenida com o mesmo nome, e a mais importante de Setúbal.
Este pequeno monumento, desenhado por Abel Pascoal, esculpido por Leopoldo de Almeida e construído por Abílio Salreu, é uma homenagem do Município à sua filha mais famosa (a par com o poeta Bocage).
Luísa Todi, considerada a maior cantora lírica do seu tempo, protagonizou uma carreira internacional que a levou a actuar nos principais palcos europeus e a ser disputada pelas cortes espanhola, francesa, prussiana e russa.
Luísa Todi, baptizada Luísa Rosa de Aguiar, nasceu a 9 de janeiro de 1753 em Setúbal, na actual Rua da Brasileira, no típico Bairro do Troino, e morreu em Lisboa a 1 de outubro de 1833, com 80 anos.

Quem passeia na placa central da Avenida Luisa Todi deparase com uma estátua de uma figura gentil e sorridente, de boina na mão, a cumprimentar quem passa. É Carlos Rodrigues, conhecido popularmente por Manel Bola, poeta e ator residente do TAS (Teatro Animação de Setúbal).
Em frente ao Fórum Municipal Luísa Todi, sala de espetáculos onde tantas vezes actuou, a escultura com 2,15 metros de altura, da autoria do artista plástico Jorge Pé-Curto.

Lugares instagramáveis �

Na nascente da Avenida Luísa Todi , exalta um dos símbolos gastronómicos da cidade, o choco. Instalada perto da rotunda das Fontainhas e inspirada na famosa escultura evocativa de Fernando Pessoa existente no café “A Brasileira”, em Lisboa, o “Choco Pessoa” tem a mesa e a cadeira onde os pets também se podem sentar e fazer uma foto.

praia da Saúde e a toda a sua área ribeirinha, abrindo de novo a cidade ao Sado. No sopé da serra da Arrábida, com o altaneiro Forte de S. Filipe como vigia, a degradada zona ribeirinha transformou-se numa espécie de “calçadão”, ao longo de 480 metros, com vista sobre o estuário do rio e Tróia na outra margem. Espaços verdes e ciclovia, numa articulação com zonas de lazer e restauração, além de um edifício de apoio náutico e de uma zona de acostagem de barcos de recreio. O areal onde durante 50 anos funcionou o estaleiro naval é agora uma praia, permitindo aos moradores de Setúbal a ter neste areal o acesso ao mar mais próximo, já que esta praia se situa a cerca de 200 metros da avenida Luísa Todi, permitindo que se possa ir a banhos sem recorrer ao transporte (a praia mais próxima é Albarquel, que fica a cerca de cinco quilómetros da cidade).
Uma caminhada junto ao rio, terminando com um petisco no Ostras sobre Rodas, é sempre uma bela sugestão de fim de tarde!
Localizado na Herdade da Mourisca é um dos quatro moinhos de maré do Estuário do Sado.
Datado de 1601, teve várias utilizações e funções, até chegar a um estado de abandono. Foi comprado e recuperado pela Reserva Natural do Estuário do Sado actualmente é um museu e café esplanada.
Podes fazer uma visita à Sala das Mós, ficando a conhecer a história e o funcionamento dos engenhos de moagem dos Moinhos de Maré. A região alberga uma enorme biodiversdade de aves devido à existência de densos montados de sobreiro, caniçais, sapais, salinas, galerias ripícolas e zonas agrícolas. Posssui um observatório para observação de aves.
De Novembro a Março é comum a observação de alfaiates, flamingos, corvos marinhos, patos, garças, pilritos, maçaricos, etc. Na Primavera e no Verão, os pernalongas, borrelos, andorinhas do mar, patos e colhereiros.


� Aqui fica uma lista daquilo que tem de fazer/ experimentar:

� Vá até ao Largo de Jesus onde fica o belíssimo Convento com o mesmo nome


� Passeie-se pela bonita Avenida Luísa Todi

� Suba a Rua Arronches Junqueiro com a sua calçada pintada de inúmeras cores Desfrute da bela vista do Miradouro de São Sebastião

� Vá até à Doca dos Pescadores e tire umas fotos junto aos coloridos golfinhos que animam a frente ribeirinha

� Procure os famosos Pasmadinhos no Jardim do Bonfim

� Conheça a Cetóbriga romana, no centro da cidade, onde poderá ver alguns dos vestígios de enormes salgas de peixe do período da ocupação romana (Tv. Frei Gaspar 13)

� Suba ao Forte de S. Filipe e deslumbre-se com a vista maravilhosa sobre a cidade, o rio Sado e Tróia mais além

� Descubra as meninas “gordas” de Setúbal, que enriquecem com arte o centro histórico da cidade

� Faça uma caminhada ao final da tarde junto ao rio Sado no Parque Urbano da Albarquel.

� Pouse junto do Choco Pessoa e do Choco Frigideira
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Espaços Verdes na cidade: Jardim do Bonfim, Jardim de Algodeia, Jardim de Vanicelos passeios nos arredores: Não deixe de visitar a Arrábida, uma das serras mais bonitas de Portugal; a charmosa vila de Azeitão e a histórica Palmela
Praias
Setúbal tem praia lindas, como a de Galapinhos, Creiro, Coelhos, Figueirinha, Albarquel , infelizmente nenhuma Pet Friendly durante a época balnear.
Sabia que o culto do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador da Bahia, Brasil, que ainda hoje é famoso pelo ritual da “Lavagem do Bonfim” e das suas coloridas fitinhas dos pedidos, saiu da capela do Senhor do Bonfim em Setúbal




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O seu verdadeiro nome é Miradouro de São
Domingos, mas é conhecido por São Sebastião, devido à Igreja localizada no bairro que tem o mesmo nome. Vizinho do Museu do Trabalho Michel Giacometti, é o mais emblemático miradouro da cidade
Setúbal. Situado na zona histórica tem uma fantástica vista sobre a mesma, a Serra da Arrábida , o rio Sado, uma das marina de Setúbal e o cais de embarcações de passageiros para Tróia, que fica do outro lado do rio. Durante a primavera e verão, a pérgola, de madeira, enche-se de florinhas púrpura das buganvilias que entrançam e estrutura.
Feito de pequenos recantos, forrados a azulejos, com banquinhos de pedra, chamados de “namoradeiros”, percebe- se bem porquê!
Vá lá para ver o pôr-do-sol!




É imprescindível parar no chamado miradouro do Portinho da Arrábida.
Fica no meio da serra com o mesmo nome e oferece uma vista privilegiada para a natureza circundante: a serra verde e um azul de várias tonalidades das águas cristalinas que banham as praias da Arrábida e, claro para o portinho que lhe dá o nome.
Ao lado do miradouro fica uma rampa de lançamento de parapente (atenção com os pet turistas mais aventurosos!) A Serra da Arrábida é uma das serras mais bonitas de Portugal, e diria eu do mundo!
Reza a história que Frei Martinho, em 1539, ao chegar à Serra da Arrábida e ao avistar tal beleza exclamou : «Se não estou no Céu, estou nos seus arrabaldes».
Paz, silêncio, sons relaxantes da natureza, trilhos que desembocam em paisagens magníficas são alguns dos encantos e surpresas que pode encontrar num passeio na belíssima Serra da







O seu nome, Azeitão, deriva do árabe azzaitun, 'olival' e deve-se aos extensos olivais que ali existiam na época moura.
Situada no Parque Natural da Serra da Arrábida, é sobretudo, a partir do século XV que Azeitão ganha prestígio, quando a nobreza descobre o clima ameno, a beleza e tranquilidade destas terras, abundantes em caça e pesca, e aqui começa a construir palácios, palacetes e quintas brasonadas, onde passava longas temporadas.
Esta terra tem a particularidade de assumir quatro nomes distintos consoante a zona –Vila Nogueira de Azeitão, Brejos de Azeitão, Vendas de Azeitão e Vila Fresca de Azeitão.



� Aqui fica uma lista daquilo que tem de fazer/ experimentar:

� Pare no Chafariz dos Pasmados, o ex-libris de Vila Nogueira de Azeitão

� Prepare a máquina fotográfica para a pose junto ao Cacho de Uvas (Vila Nogueira de Azeitão)

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O imponente
castelo de Palmela, de origem árabe, está localizado num contraforte da Serra da Arrábida. Em conjunto com os castelos de Sesimbra, Alcácer do Sal e Almada, também eles de origem moura, fazia parte de uma linha de defesa militar que permitia controlar, ao sul do Tejo, um vasto território terrestre, marítimo e fluvial, desde o oceano atlântico até bem ao interior da planície alentejana.
PALMELA

Foi conquistado por D. Afonso Henriques, e definitivamente recuperado por D. Sancho I. Sede da Ordem de Santiago, de 1443 até à sua extinção, em 1834, a fortificação é Monumento Nacional desde 1910.
Do alto da sua torre de menagem é possível observar, em 360o, toda a imensidão do espaço envolvente, em dias claros a vista é deslumbrante: vê-se o estuário do Sado e do rio Tejo, Setúbal de um lado e Lisboa do outro e o perfil da Serra de Sintra ao longe com seu castelo dos Mouros.




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� A Serra do Louro acompanha a Norte e uma distância mais ou menos constante o relevo da Serra de S. Luís, marcando o limite do Parque Natural da Arrábida. As costeiras da Serra do Louro foram consideradas de valor relevanteexcecional e constituem um dos exemplos mais perfeitos de costeiras em Portugal. Tal como o Parque Natural da Arrábida, a Serra do Louro apresenta uma grande diversidade de espécies vegetais numa paisagem deslumbrante. Em alguns pontos é possível avistar quase toda a região da Arrábida e o Rio Sado bem como, para Norte, a extensa
Península de Setúbal, o Rio Tejo e a Costa de Lisboa.

� Pontos de interesse na Serra do Louro: Grutas da Quinta do Anjo; Ermida de Nossa Senhora de Brotas; Moinho da Fonte do Sol ; Moinhos da Serra do Louro; o Castro de Chibanes e o Alto da Queimada



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Pitoresca vila piscatória situada junto a uma baía abrigada, Sesimbra foi fundada no topo da colina, em redor do castelo dos Mouros que o 1o rei de Portugal, D. Afonso Henriques, conquistou em 1165. Este castelo caíu de novo na posse dos mouros em 1191, tendo sido reconquistado no reinado de D. Sancho I (séc. XIII) que o doou à Ordem de Santiago para defesa e povoamento. Mais tarde, no séc. XVIII, foi restaurado, sendo actualmente um ponto de visita obrigatória de onde se pode admirar uma paisagem verdadeiramente deslumbrante sobre a vila e o mar. Foi a riqueza piscícola do mar de Sesimbra que fez com que o núcleo populacional descesse do alto da colina e se deslocasse para as suas proximidades, transformando-se esta vila num dos principais portos de pesca da região. Merece uma visita o Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, junto ao qual na falésia são visíveis algumas pegadas de dinossauros. Destaque especial para a excelente gastronomia regional em que os mariscos e peixes frescos são o elemento principal.
SESIMBRA
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O Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, situado no ponto mais ocidental da costa de Sesimbra, no Parque Natural da Arrábida, assinala o local onde, segundo a lenda, apareceu em 1410 a imagem da Virgem que deu origem ao culto a Nossa Senhora do Cabo Espichel.
É formado por um conjunto arquitetónico civil e religioso único, que alia a monumentalidade do edificado à imaterialidade da devoção religiosa. É composto pela igreja, hospedarias, Ermida da Memória, Casa de Ópera, em ruína, Hortas dos Peregrinos Casa da Água e aqueduto. O enquadramento paisagístico deste monumento, num planalto que termina em escarpas para o mar, torna-o monumental.
Pode ainda ir até ao Farol, construído em 1790, o que faz dele um dos mais antigos de Portugal. Daqui do alto pode observar a Baía dos Lagosteiros, uma praia de difícil acesso e perigoso. Em algumas dessas escarpas, podem-se observar os trilhos de pegadas e rastos de cauda de dinossáurios, saurópodes e terópodes, com cerca de 150 milhões de anos.
* atenção se o seu cão é aventureiro leve-o com a trela, o lugar é no topo de uma escarpa.

É uma das praias mais bonitas do Concelho: selvagem e sem qualquer tipo de serviços. Paraíso para os amantes da natureza, uma vez que não tem acesso por estrada, só mesmo através de um sinuoso trilho pedestrecerca de 20 minutos - ou de barco.
O mar é tranquilo de águas límpidas e cristalinas, com as cores intensas das Caraíbas. Uma das rochas com formato curioso, parece a cabeça de um cavalo, daí a origem do seu nome
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Graciosamente alinhada sobre a margem direita do rio Sado e estendendo-se sobre um suave morro, Alcácer do Sal foi povoada desde tempos muito antigos. A comprová-lo, os vestígios arqueológicos encontrados revelaram a passagem de fenícios e gregos. O seu nome romano foi Salacia Urbs Imperatoria e a sua grande importância na rede do Império deve-se à sua situação ímpar junto da “estrada de água” que é o rio Sado, que facilitava o escoamento dos produtos das terras do interior para outros locais do mediterrâneo, ocupados por Roma.
Se bem que tenha perdido a sua importância militar e comercial, Alcácer do Sal mantém intacta a sua notável beleza. Do castelo avista-se, para o lado sul, a curva em cotovelo do rio Sado, que banha uma suave planície verde, prenúncio da grande planura alentejana. Recentemente recuperado para abrigar uma pousada, tem agora o nome do seu conquistador cristão: D. Afonso II. Daqui se rasgam, nas direcções dos quatro pontos cardeais, magníficas panorâmicas sobre o rio e os campos, o mais adequado palco para se imaginar o imenso e variado tráfego que por aqui passava.
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Perto do litoral, esta vila alentejana é marcada pelas muralhas do seu castelo medieval. O concelho de Santiago do Cacém tem uma grande fatia de costa dentro dos seus limites, onde há ondas indomáveis do Atlântico e longas faixas de areia branca e fina.
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CASTELO DE SINES
O castelo de Sines foi construído em 1424, no reinado de D. João I, vindo a ser ampliado por ordem de D. Manuel I, por volta de 1512.
A construção desta fortificação teve como objectivo a defesa da costa contra a pirataria, que assolava esta e outras zonas da costa portuguesa.
Um dos alcaides de Sines foi Estêvão da Gama, pai de Vasco da Gama, pelo que se julga que o descobridor do caminho marítimo para a Índia, aqui terá nascido em 1469.

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